Anda di halaman 1dari 6

Geometria Analı́tica e Álgebra Linear - Semana 4

1. Determine uma base e a dimensão de cada um dos subespaços abaixo


a) S = {(x, y, z, w) ∈ R4 | x + y − 2z = 0 e y + 3w = 0}
Para determinar a base B do subespaço S temos
{
x + y − 2z = 0
v = (x, y, z, w) ∈ S ⇔
y + 3w = 0
Isolando y na segunda equação temos
y = −3w
Substituindo na primeira equação
x − 3w − 2z = 0
x = 2z + 3w
Dessa forma tem-se que
x = 2z + 3w
y = −3w
Portanto, podemos montar o seguinte conjunto solução
v = (x, y, z, w) ⇒ v = (2z + 3w, −3w, z, w)
Podemos escrever dessa forma
v = z(2, 0, 1, 0) + w(3, −3, 0, 1)
Logo, as bases são
B = {(2, 0, 1, 0), (3, −3, 0, 1)}
Como a base é composta por dois vetores, temos que
dimS = 2

b) S = {A ∈ M2 (R) | tr(A) = 0}, onde tr(A) = a11 + a22 .


Para determinar a base B do subespaço S temos
[ ]
a11 a12
A= ∈ S ⇔ a11 + a22 = 0
a21 a22
Isolando a11 na equação acima
a11 = −a22
Portanto, podemos montar o seguinte conjunto solução
[ ] [ ]
a11 a12 −a22 a12
A= ⇒A=
a21 a22 a21 a22
Podemos escrever dessa forma
[ ] [ ] [ ] [ ]
−a22 a12 −1 0 0 1 0 0
A= = a22 + a12 + a21
a21 a22 0 1 0 0 1 0
Logo, as bases são {[ ] [ ] [ ]}
−1 0 0 1 0 0
B= , ,
0 1 0 0 1 0
Como a base é composta por três matrizes, temos que
dimS = 3

1
2. Encontre a matriz de T em relação às bases dadas
a) T : R2 → R3 dada por T (x, y) = (x + y, 2x, 3y) em relação às bases canônicas.
Tomando a base A = {(1, 0), (0, 1)} e B = {(1, 0, 0), (0, 1, 0), (0, 0, 1)} vamos aplicar na função
de transformação
T (1, 0) = (1 + 0, 2 · 1, 3 · 0) = (1, 2, 0) → T (v1 )
T (0, 1) = (0 + 1, 2 · 0, 3 · 1) = (1, 0, 3) → T (v2 )
Agora vamos calcular os vetores das transformações de T (v1 ) e T (v2 ) na base B
T (v1 ) = (1, 2, 0) = a(1, 0, 0) + b(0, 1, 0) + c(0, 0, 1)
T (v1 ) = (1, 2, 0) = (a, b, c) → T (v1 )B = (1, 2, 0)
T (v2 ) = (1, 0, 3) = a(1, 0, 0) + b(0, 1, 0) + c(0, 0, 1)
T (v2 ) = (1, 0, 3) = (a, b, c) → T (v2 )B = (1, 0, 3)
Portanto, temos a seguinte matriz de transformação
 
1 1
[T ]A
B =
 2 0 
0 3

b) T : P2 (R) → R2 dada por T (p) = (p(1), p(−1)) em relação às bases B = {1, 1 + t, t2 } e F =
{(1, 1), (1, −1)}.
Antes de aplicar a transformação nas bases, vamos representar de outra forma a função de
transformação. Sendo p(t) = a + bt + ct2 vamos calcular as imagens em t = 1 e t = −1.
p(−1) = a + b · (−1) + c(−1)2 = a + b + c
p(1) = a + b · 1 + c · 12 = a − b + c
Portanto, temos a seguinte transformação
T (a + bt + ct2 ) = (a + b + c, a − b + c)
Agora vamos aplicar na função de transformação a base B
T (1) = (1 + 0 + 0, 1 + 0 + 0) = (1, 1) → T (v1 )
T (1 − t) = (1 + 1 + 0, 1 − 1 + 0) = (2, 0) → T (v2 )
T (t2 ) = (0 + 0 + 1, 0 + 0 + 1) = (1, 1) → T (v3 )
Agora vamos calcular os vetores das transformações de T (v1 ), T (v2 ) e T (v3 ) na base F
T (v1 ) = (1, 1) = a(1, 1) + b(1, −1)
T (v1 ) = (1, 1) = (a + b, a − b) → T (v1 )B = (1, 0)
T (v2 ) = (2, 0) = a(1, 1) + b(1, −1)
T (v2 ) = (2, 0) = (a + b, a − b) → T (v2 )B = (1, 1)
T (v3 ) = (1, 1) = a(1, 1) + b(1, −1)
T (v3 ) = (1, 1) = (a + b, a − b) → T (v3 )B = (1, 0)
Portanto, temos a seguinte matriz de transformação
[ ]
F 1 1 1
[T ]B =
0 1 0

2
3. Para cada uma das transformações lineares acima, determine a dimensão do Núcleo e da Imagem e
diga se ela é injetora e/ou sobrejetora.
Podemos utilizar as matrizes de transformação calculadas anteriormente e, sabendo que o núcleo de
uma transformação é
N (T ) = ⃗0

a) Sabemos que  
1 1
[T ]A
B =
 2 0 
0 3
Então, podemos montar da seguinte forma
 
1 1 [ ] [ ]
  x 0
N (T ) = 2 0 · =
y 0
0 3

Assim, temos o seguinte sistema 



x + y = 0
2x = 0


3y = 0
x=y=0
Portanto, núcleo de T é
N (T ) = (0, 0) → dimN (t) = 0
Agora para saber a dimensão da Im(T ) basta utilizar a seguinte igualdade

dimU = dimN (T ) + dimIm(T )

Onde a dimU é a dimensão do domı́nio e, nesse caso estamos trabalhando no R2 a dimU = 2.


Portanto,
dimU = dimN (T ) + dimIm(T )
2 = 0 + dimIm(T )
Logo, dimIm(T ) = 2. Como a dimensão do núcleo é 0, a transformação se classifica como
injetora. Mas não é sobrejetora, pois a dimensão da imagem é diferente da dimensão do con-
tradomı́nio (dimIm(T ) ̸= dimCD → 2 ̸= 3).
b) Sabemos que [ ]
1 1 1
[T ]A
B =
0 1 0
Então, podemos montar da seguinte forma
 
[ ] a [ ]
1 1 1 0
N (T ) = · b =
0 1 0 0
c

Assim, temos o seguinte sistema {


a+b+c=0
b=0
a = −c
b=0

3
Portanto, núcleo de T é

N (T ) = (−c, 0, c) → N T (T ) = c(−1, 0, 1)

dimN (t) = 1
Agora para saber a dimensão da Im(T ) basta utilizar a seguinte igualdade

dimU = dimN (T ) + dimIm(T )

Onde a dimU é a dimensão do domı́nio e, nesse caso estamos trabalhando no P2 (mathbbR) a


dimU = 3. Portanto,
dimU = dimN (T ) + dimIm(T )
3 = 1 + dimIm(T )
Logo, dimIm(T ) = 2. Como a dimensão do núcleo não é 0, a transformação não é injetora.
Mas é sobrejetora, pois a dimensão da imagem abrange todo contradomı́nio (dimIm(T ) =
dimCD → 2 = 2).

4. Sejam B = {(1, 0), (0, 1)} e F = {(1, 0), (1, −1)} bases de R2 . Determine as matrizes dos operadores
identidade em relação às bases B e F e em relação as bases F e B. Se u = (4, 1)B determine suas
coordenadas na base F .
Lembrando que o operador leva o vetor da base no mesmo vetor, portanto

I(1, 0) = (1, 0) e I(0, 1) = (0, 1)

Agora aplicando na base F temos

I(1, 0) = (1, 0) = a(1, 0) + b(1, −1)

I(1, 0) = (1, 0) = (a + b, −b)


I(1, 0) = (1, 0) = (1, 0) → I(1, 0)F = (1, 0)
I(0, 1) = (0, 1) = a(1, 0) + b(1, −1)
I(0, 1) = (0, 1) = (a + b, −b)
I(0, 1) = (0, 1) = (1, −1) → I(0, 1)F = (1, −1)
Logo, a matriz do operador identidade é
[ ]
1 1
[I]B =
F
0 −1

Agora invertendo as bases, tem-se

I(1, 0) = (1, 0) e I(1, −1) = (1, −1)

Agora aplicando na base F temos

I(1, 0) = (1, 0) = a(1, 0) + b(0, 1)

I(1, 0) = (1, 0) = (a, b)


I(1, 0) = (1, 0) = (1, 0) → I(1, 0)B = (1, 0)
I(1, −1) = (1, −1) = a(1, 0) + b(0, 1)
I(1, −1) = (1, −1) = (a, b)
I(1, −1) = (1, −1) = (1, −1) → I(1, −1)B = (1, −1)

4
Logo, a matriz do operador identidade também é
[ ]
F 1 1
[I]B =
0 −1

Para encontrar u(4, 1)F vamos utilizar a seguinte relação

I(u)F = [I]FB · uB
[ ] [ ]
1 1 4
I(4, 1)F = ·
0 −1 1
Assim, temos que [ ]
4+1
I(4, 1)F =
0−1
[ ]
5
I(4, 1)F =
−1
Sabemos que I(u)F = uF . Logo,
uF = (5, −1)

5. Seja T : R2 → R2 o operador linear dado por T (x, y) = (x − y, x + 2y). Determine a matriz de T −1


em relação a base canônica de R2 , usando esta matriz, calcule T −1 (−1, 8).
Como as bases são canônicas podemos obter rapidamente a matriz de transformação
[ ]
1 −1
[T ] =
1 2

Lembrando da seguinte relação


T · T −1 = I
Tem-se [ ] [ ] [ ]
1 −1 a b 1 0
· =
1 2 c d 0 1
Multiplicando as matrizes do lado esquerdo
[ ] [ ]
a−c b−d 1 0
=
a + 2c b + 2d 0 1

Daı́ vem o seguinte sistema 



a−c=1

b − d = 0

a + 2c = 0


b + 2d = 1
Temos que
b = d e a = −2c
Substituindo nas outras equações
1
3b = 1 → b = d =
3
1 2
−3c = 1 → c = − e a=
3 3
Logo, a inversa de T é [ ]
2/3 1/3
−1/3 1/3

5
Agora podemos calcular
[ ] [ ] [ ] [ ]
−1 2/3 1/3 −1 −2/3 + 8/3 2
T (−1, 8) = · = =
−1/3 1/3 8 1/3 + 8/3 3

T −1 (−1, 8) = (2, 3)