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Assunto: Steel Frame

Tema: As vantagens e desvantanges do Steel Frame na Cidade de Manaus

1 Introdução

É notório a preocupação do homem desde os tempos antigos conseguir abrigos para fugir das
chuvas e ate mesmo procurar lugar seguro das intemperes ou dos animais selvagens desde nos
tempos remotos quando se abrigava em caverna, com l passar do tempo e com os
aperfeiçoamento das ferramentas começou a utilizados novas técnicas com materiais de
construção, juntamente com a terra crua, a pedra natural e as fibras vegetais etc.

O Stell frame um material projetado e bastante planejado com enormes potencialidades na


indústria da construção civil e que se comporta muito bem quando aplicado a construção
edifícios se estes forem projetados, construídos e mantidos de forma com o projeto .

Durante muitos anos os principais matérias primas mais utilizadas era, as madeiras como o
pinho bravo, pinho manso, acácia, azinho, castanho, cipreste buçaco, criptoméria, eucalipto,
freixo, nogueira, plátano, entre outros. Além das construções em alvenarias e taipas.

No processo tradicional podemos citar como fator preponderante: O longo processo de


execução, empregando muito tempo de mão-de-obra e desgaste do orçamento, grande
numero de desperdício de material, atraso na execução, desperdícios de agua, além de outros
causas que possam surgir.

Com os problemas por escassez matérias primas para a construção de casas ou até mesmo
por guerras e problemas de terremotos e furacões a o tempo de construção que foi um dos
fatores para o desenvolvimento industrial do Steel frame. Para a aplicação adequada do Stteel
Frame na construção civil, é necessário conhecer as condições dessa nova técnicas construtiva
e as suas principais características, do ponto de vista da sua durabilidade e da sua
empregabilidade, com incidência determinante na sua conservação.

A durabilidade e a empregabilidade são as características mais importantes a determinar, do


ponto de vista da sua aceitação por parte do consumidor, para conhecimento do que tem
melhor comportamento que a madeiras e a outras técnica de construção convencional.
Qualquer que seja o sistema construtivo adotado, a durabilidade e a qualidade da edificação é
motivo de debate no meio técnico. Tal interesse é justificado pela maior conscientização do
usuário quanto aos seus direitos reafirmados ao adquirirem um produto, recentemente com o
advento do Código de Defesa do Consumidor.

Segundo Silva (1997), a durabilidade é a capacidade de um produto manter seu desempenho


acima de valores mínimos preestabelecidos, em consonância com os usuários, em condições
previstas de uso.
OBJETIVO GERAL

O objetivo geral desse trabalho é relatar as Vantagens e as Desvantagens do Steel Frame como
um sistema econômico e ecologicamente correto para construção civil. Além disso, pretende-
se analisar a durabilidade desde material, através de técnicas construtivas, detalhes de
projetos, correta execução e a prevenção contra as intemperes.

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Estudar propriedades físicas do Steel Frame e sua relação com a durabilidade.

-Realizar estudo, por meio de visitas, para verificar as condições de tempo de execução.

-Relacionar as condições quanto a economia com aspectos ligados ao projeto e a execução.

-Verificar porque e melhor técnicas construtiva para o meio ambiente e economia de agua.

-Analisar como fica o canteiro de obras nessa técnicas construtiva

JUSTIFICATIVA

Diante de uma mundo globalizado que vem enfrentando vários problemas com a falta de
recursos energéticos, altos níveis de poluição e escassez de matéria prima, economia, e tempo
na execução de novos técnicas construtivas a sustentabilidade torna-se fundamental em
muitos setores, inclusive na construção civil.

Qualquer observador, mesmo o maior leigo em construção civil, pode claramente constatar
quesitos de insustentabilidade, pois o problema salta aos olhos de todos que circulam pelas
ruas (CORRÊA, 2009).

A construção civil é responsável pelo consumo de 40% dos recursos naturais, de 50% da
energia elétrica, de 55% de toda madeira produzida não certificada, por 67% da massa total de
resíduos sólidos urbanos e 50% do volume total de resíduos produzidos (LIMA, 2013). Com um
déficit habitacional elevado, o país ainda recicla muito pouco da quantidade de resíduos que
produz na construção civil. Segundo o Ministério das Cidades (2010), estima-se que os resíduos
de construção e demolição representem de 51% à 70% dos sólidos urbanos que, se mal
gerenciados, degradam o meio ambiente. (CÂMARA DOS DEPUTADOS 2010).

A construção civil tem forte relação com o alcance do desenvolvimento sustentável seja em
escala local, regional, nacional ou global. É a indústria que mais causa impactos ambientais,
levando-se em conta toda a sua macro indústria, da extração de recursos até a disposição final
de seus produtos (SILVA, 2003).

3.1 Revisão Literaria

Atualmente, o desenvolvimento da construção civil bem como o acesso ao imobiliário estão


sendo incentivados por diversos programas governamentais, como o PAC (Programa de
Aceleração do Crescimento) e Minha Casa, Minha Vida. Segundo dados de 2007, o valor do
segmento de obras residenciais avançou 6,3% em termos nominais, principalmente em função
do crescimento de edificações residenciais (13,9%), produto de maior peso na construção e
diretamente influenciado pelo crédito imobiliário. Contudo, o Plano Nacional de Habitação
executantes; PLANHAB estabelece uma necessidade de produção de aproximadamente 28
milhões de unidades nos próximos 13 anos para atender à demanda futura e eliminar o atual
déficit habitacional, até 2023 (MINISTÉRIO DAS CIDADES, 2009).
O Light Steel Framing é um sistema construtivo auto-portante, composto por vários
componentes industrializados que possibilitam uma construção com grande rapidez de
execução e precisão. Ele se caracteriza por um esqueleto estrutural composto por perfis leves
de aço galvanizado formados a frio, que tem a função de absorver as solicitações da edificação
e, em conjuntocom os outros elementos estruturais, distribuir uniformemente as cargas para
as fundações (RODRIGUES, 2006).
De acordo com Crasto (2005), os principais benefícios e vantagens no uso do sistema LSF,

quando comparado com a construção convencional, são os seguintes:

- Os produtos que constituem o sistema são padronizados de tecnologia avançada, em que os

elementos construtivos são produzidos industrialmente, onde a matéria prima utilizada, os

processos de fabricação, suas características técnicas e acabamento passam por rigorosos

controles de qualidade;

- Facilidade de obtenção dos perfis formados a frio;

- O aço é um material de comprovada resistência e o alto controle de qualidade, tanto na

produção da matéria-prima quanto de seus produtos, permite maior precisão dimensional e

melhor desempenho da estrutura;

- Facilidade de montagem, manuseio e transporte devido a leveza dos elementos;

- Durabilidade e longevidade da estrutura, proporcionada pelo processo de galvanização das

chapas de fabricação dos perfis;

- Construção a seco, o que minora o uso dos recursos naturais e o desperdício;

- Facilidade de execução das instalações elétricas e hidráulicas;


- Facilidade na execução das ligações;

- Rapidez de construção (cerca de 50% de redução do tempo no canteiro de obra)

- Estrutura muito leve, permitindo uma redução de até 70% na fundação;

- O aço é um material incombustível e reciclável;

- Grande flexibilidade no projeto arquitetônico.

ASPECTOS HISTÓRICOS

O surgimento da técnica Steel Frame está diretamente relacionado ao desenvolvimento da


industrialização da construção civil, assim como ao grande aumento da pré-fabricação nesse
setor a partir da 2ª Guerra Mundial. A construção em panéis autoportantes de aço surgiu a
partir da técnica do Wood Frame, que tem como matéria prima a madeira e surgiu no sec. XIX.
Historicamente, no entanto, esse processo pode ser analisado de forma mais ampla, como
sugere Ordonez, pois os resultados atuais da industrialização remontam às primeiras
sistematizações da engenharia , desde a revolução neolítica e é interessante compreender
esse panorama a partir da idéia de racionalização.

As primeiras casas em madeira transportadas para o local de montagem que temos notícia
surgiram ainda no período colonial, como os casos das casas pré-fabricadas em 1578 levada
da Inglaterra ao Canadá e o da Great House, construída por Edward Winslow em 1624, levada
da Inglaterra até Massachussets e depois remontada em outros lugares. No entanto, nesse
período, apesar de já demonstrar facilidades importantes, as casas pré-fabricadas eram ainda
casos pontuais. Somente com a Revolução Industrial e com a expansão nos EUA é que os
sistemas pré-fabricados ganham impulso.

As estruturas tipo Wood Frame se generalizaram com a conquista do oeste dos EUA. Com a
febre do ouro surgiram novos centros como Chicago e São Francisco, que passam de pequenos
povoados a grandes cidades em apenas um ano. O método Wood Frame, que consiste em um
esqueleto de ripas de madeira, foi possível a partir de inovações nas maquinarias e serrarias
mecânicas, que permitiram obter secções de madeira muito finas e com maior rapidez. Desse
modo, a introdução de técnicas industrializadas permitiu uma construção mais barata, capaz
de ser facilmente montada e desmontada, substituindo o emprego dos carpinteiros por mão
de obra não especializada.

No Brasil, a primeira obra em Steel Frame foi feita em 1998 pela construtora paulista
Sequência, um condomínio de casas de alto padrão executado em cem dias com quase todos
os componentes importados. Atualmente o mercado brasileiro desenvolveu-se bastante, tanto
na procura pela técnica mas especialmente na cadeia de fornecedores: hoje os componentes
são todos feitos no Brasil com garantia de qualidade e até mesmo concorrência entre
empresas. Não há dados precisos quanto ao aumento do uso do Steel Frame no Brasil, no
entanto, o Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), que acompanha os números do aço no país,
o consumo de galvanizados na construção aumentou 91% no período entre 2000 e 2008.
No país, embora o Steel Frame venha sendo mais utilizado em São Paulo, Belo Horizonte e
Curitiba, gradualmente começa a se expandir em áreas fora dos grandes centros, pois seus
componentes são leves e podem ser facilmente transportados. Um exemplo são as instalações
da Petrobrás no campo de gás de Urucu, no meio da Amazônia.

Referencias Bibiograficas

BRUNA, Paulo Júlio Valentino. Industrialização da construção no Brasil: tecnologia e pré-


fabricação na construção de massa. São Paulo: FAU, 1979.

FRAMPTON, Kenneth. História crítica da arquitetura moderna. São Paulo: Martins Fontes, 2008