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Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região

Poder Judiciário - Justiça do Trabalho

O documento a seguir foi juntado ao autos do processo de número 1002182-44.2016.5.02.0601


em 13/09/2016 19:00:05 e assinado por:
- EDIMILSON MOREIRA ALVES

Consulte este documento em:


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usando o código: 16091318370763000000043001516

16091318370763000000043001516
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Dr. Edimilson Moreira Alves – OAB/SP Nº. 336.251
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EXCELENTÍSSIMO (A) SENHOR (A) DOUTOR (A) JUIZ (ÍZA) FEDERAL DA MM.
VARA DO TRABALHO DE SÃO PAULO/SP – ZONA LESTE.

JUVENÍLIA DOS SANTOS MELO, brasileira, solteira, recepcionista,


nascida em 06/09/1991, portadora do DIRG nº. 35.859.389-X, SSP/SP, inscrita no CPF/MF sob o
nº. 364.126.108-20, devidamente inscrita no PIS/NIT nº. 2.068.706.917-8, com a CTPS nº. 32435
– série 382/SP, filha de Roseli dos Santos Melo e Juvêncio Martinho de Melo, residente e
domiciliada na cidade de São Paulo/SP, na Rua Almerindo Alziro Paganini, nº. 398, casa 01, bairro
Jardim Popular, CEP: 03671-000, e-mail: melo.santos.ju@gmail.com, por meio de seu advogado
e bastante procurador, vem mui respeitosamente perante Vossa Excelência, com fundamento
nos artigos 840, parágrafo 1º e 852-A da CLT, bem como artigo 319 do NCPC, este de
aplicação subsidiária ao processo do trabalho, conforme artigo 769 da CLT, propor a presente
RECLAMAÇÃO TRABALHISTA PELO PROCEDIMENTO SUMARÍSSIMO, em face
das empresas C.F. DE MENDONÇA PAPEL - EPP, Pessoa Jurídica de direito privado,
inscrita no CNPJ sob o nº. 17.062.711/0001-93, com sede na cidade de São Paulo/SP, na Av.
Galera, nº. 103, bairro Engenheiro Goulart, CEP: 03725-110 e BEIPEL EMBALAGENS
EIRELI - ME, Pessoa Jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o nº. 24.029.981/0001-
68, com sede na cidade de São Paulo/SP, na Rua Afrânio, nº. 107, bairro Vila Sílvia, CEP: 03820-
220, pelos fatos e razões de Direito a seguir aduzidos:

l - DAS NOTIFICAÇÕES

Requer, inicialmente sejam as notificações e/ou intimações relacionadas ao


presente feito, dirigidas diretamente ao advogado Dr. Edimilson Moreira Alves,
regularmente inscrito na OAB/SP sob o nº 336.251, com escritório na Rua Doutor Saul
de Camargo Neves, nº 51, bairro Vila Constança, São Paulo/ SP - CEP: 03755-100. Telefones:
(11) 2541-0188 / 99568-2870 / 95910-9205, E-mail: edimilsonvalentim@hotmail.com.
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RUA DOUTOR SAUL DE CAMARGO NEVES, Nº 51, BAIRRO VILA CONSTÂNÇA, SÃO PAULO/SP
TELEFONES: 011-2541-0188, 011-99568-2870 (Vivo) E 011-95910-9205 (Tim)
E-MAIL: edimilsonvalentim@hotmail.com
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II - DAS COMISSÕES PRÉVIAS DE CONCILIAÇÃO

Desta forma, por qualquer ângulo que se analise a questão, reconhecendo-


se que muitos outros existem a serem debatidos, são estes os que nos incomodam e que
trouxemos à discussão para apreciação deste Juízo, tratando-se dentro do nosso modesto
conhecimento os quais constituem o pleno convencimento de que a autora continua gozando
do seu direito de ação direta junto a esta Justiça Especializada. Com fulcro na Súmula nº 2,
TRT2/SP - Comissão de conciliação prévia. Extinção de processo.

III - DA JUSTIÇA GRATUITA

Nos termos da Lei nº 13.105, de 16 de Março de 2015, requer a


Reclamante, isenção de eventuais despesas e custas processuais, uma vez, que é pobre na
acepção da palavra e desempregada. Disposto nos Artigos 98, parágrafo 1º, Inciso I e 99,
parágrafos 3º e 4º do Novo CPC. Outrossim, com fulcro na Súmula nº 5, TRT2/SP - Isenção de
despesas processuais.

Em face do exposto acima, requer o deferimento do plano da Justiça


Gratuita, isentando a Reclamante do pagamento de quaisquer custas e demais despesas
processuais que eventualmente vier a ser condenada.

IV – DA ADMISSÃO E DEMISSÃO

A Reclamante foi admitida em 18/01/2016, com registro em CTPS, para


exercer a função de recepcionista, com salário inicial de R$ 1.208,00 (Um mil, duzentos e oito
reais).

Foi demitida sem justa causa em 15/05/2016, sem a devida baixa em sua
CTPS, percebendo como último salário o importe de R$ 480,00 (Quatrocentos e oitenta reais)
no dia 22/03/2016, a título de adiantamento de salário. Note-se que a Reclamante
posteriormente a essa data, não recebeu os salários referentes à Março, Abril e Maio
(demissão), bem como seus consectários legais.

V – DA JORNADA DE TRABALHO

A Reclamante laborava de Segunda à Quinta das 08h:00m às 18h:00m e


Sexta das 08h:00m às 17h:00m, com intervalo de 01h:00m para refeição e descanso. Totalizando
44h semanais, limite máximo estabelecido pela Constituição.

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VI - DA RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA E OU SUBSIDIÁRIA

A Reclamante foi contratada pela 1ª Reclamada em 18/01/2016 para


exercer a função de recepcionista, cuja prestação dos seus serviços sempre foi desempenhado
nas dependências da 2ª Reclamada, de modo, esta torna-se a tomadora de serviços e
configurando-se responsabilidade solidária.

O Artigo 264 do Código Civil é claro ao demonstrar os casos de


responsabilidade solidária quando em uma mesma obrigação houver mais de um responsável
pelo seu cumprimento.

Assim, estando diante de tal situação na qual a responsabilidade das


Reclamadas é solidária, quanto aos créditos trabalhistas, pode a Reclamante exigir o
cumprimento da responsabilidade de ambas as Reclamadas.

Diante do aqui exposto, com base nos Artigos 264 do CC, 465 da CLT e
Súmula 331 do TST, requer a condenação solidária das Reclamadas diante de todas as verbas
decorrentes da condenação referentes ao período da prestação laboral.

DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO – APLICABILIDADE

VII – DA PLR CONFORME CCT/2016

Conforme Cláusula 2ª – Participação nos Resultados da Convenção


Coletiva de Trabalho 2016 (doc. anexo), os trabalhadores filiados ao sindicato da categoria
recebem essa participação anualmente. As empresas que não cumprirem o disposto nesta
cláusula, pagarão a título de PLR a cada empregado, 01 (um) salário normativo vigente, em duas
parcelas, considerando a remuneração da Reclamante de R$ 1.208,00 (Um mil, duzentos e oito
reais).

A Reclamante durante seu período de labor, não recebeu essa


participação, e por não ter completado 01 (um) ano na empresa, faz jus a proporcionalidade de
5/12 avos, no importe de R$ 503,33 (Quinhentos e três reais e trinta e três centavos),
conforme CCT/2016.

VIII – DO TICKET ALIMENTAÇÃO CONFORME CCT/2016

Conforme Cláusula 13ª – Cesta de Alimentos da Convenção


Coletiva de Trabalho 2016 (doc. anexo), os trabalhadores filiados ao sindicato da categoria
recebem esse benefício mensalmente. As empresas tem a obrigação de conceder uma cesta
básica ou vale alimentação com valor mínimo de R$ 154,00 (Cento e cinquenta e quatro reais).

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A Reclamante durante seu período de labor, nunca obteve esse benefício,


faz jus então ao recebimento dos períodos de 01/2016 – 05/2016, totalizando o importe de R$
770,00 (Setecentos e setenta reais), conforme CCT/2016.

IX – DA MULTA CONFORME CCT/2016

Conforme Cláusula 36ª – Multa da Convenção Coletiva de


Trabalho 2016 (doc. anexo), fixa-se multa de 2% (Dois por cento) sobre o valor do menor
piso salarial da categoria, por infração e por empregado e, ao descumprimento de qualquer
cláusula da presente CCT/2016, o valor será em favor do prejudicado.

Faz jus a Reclamante ao recebimento da referida multa, no importe de R$


47,26 (Quarenta e sete reais e vinte e seis centavos), conforme Cláusula 3ª – Salário Normativo
da CCT/2016, onde o piso mínimo salarial (R$ 1.181,40) + 4% (Quatro por cento) da multa
compreendem à dois funcionários com o valor supracitado.

X – DO VALE REFEIÇÃO CONFORME CCT/2016

Conforme Cláusula 54ª – Alimentação do Trabalhador da


Convenção Coletiva de Trabalho 2016 (doc. anexo), as empresas deverão fornecer
alimentação aos trabalhadores que cumpram jornada superior à 06 (Seis) horas. As empresas
que não consigam adotar as condições desta cláusula, deverão fornecer aos empregados Vale
Refeição no valor de R$ 17,60 (Dezessete reais e sessenta centavos) por dia trabalhado.

A Reclamante, jamais recebeu o Vale Refeição no período empregatício,


portanto faz jus ao pagamento do mesmo nos períodos de:

COMPETÊNCIA/2016 DIAS TRABALHADOS VALOR LÍQUIDO (R$)


Janeiro 10 dias R$ 176,00 (Cento e setenta e seis reais);
Fevereiro 20 dias R$ 352,00 (Trezentos e cinquenta e dois reais);
Março 22 dias R$ 387,20 (Trezentos e oitenta e sete reais e vinte centavos);
Abril 20 dias R$ 352,00 (Trezentos e cinquenta e dois reais);
Maio 10 dias R$ 176,00 (Cento e setenta e seis reais);
TOTAL 05 Meses 82 Dias R$ 1.443,20 (Um mil, quatrocentos e quarenta e três reais e vinte centavos) .

Conforme tabela, totaliza-se o valor supra de R$ 1.443,20 (Um mil,


quatrocentos e quarenta e três reais e vinte centavos) à título de Vale Refeição.

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XI - DAS VERBAS RESCISÓRIAS

A Reclamante foi demitida sem justa causa em 15/05/2016, deste modo,


Requer para tanto, a condenação das Reclamadas ao pagamento de todas as verbas rescisórias
provenientes desta dissolução da relação de trabalho, quais sejam, saldo de salário, aviso prévio
indenizado, décimo terceiro proporcional, férias proporcionais acrescidas do terço
constitucional e diferenças de recolhimento de FGTS + multa de 40%.

XII - DO SALDO DE SALÁRIO E SALÁRIOS EM ATRASO

A dispensa da Reclamante ocorreu em 15/05/2016, sem o pagamento dos


seus consectários legais. A Reclamante faz jus ao pagamento do saldo de salário na proporção
de 15/30 avos, no valor de R$ 604,00 (Seiscentos e quatro reais).

A Reclamante não percebeu remuneração total referente ao mês de


Março/2016, apenas lhe foi pago o valor de R$ 483,20 (Quatrocentos e oitenta e três reais e
vinte centavos) à título de adiantamento/vale (40% do salário). Requer que seja condenada a
Reclamada ao pagamento dos outros 60% do salário da Reclamante no importe de R$ 724,80
(Setecentos e vinte e quatro reais e oitenta centavos).

Ademais, requer também o pagamento atrasado referente ao mês de


Abril/2016, no valor de R$ 1208,00 (Um mil e duzentos e oito reais).

A conduta das Reclamadas foi claramente contrária ao disposto do Artigo


459 da CLT. E face ao exposto, faz jus a Reclamante ao recebimento do Saldo de Salário e dos
salários atrasados, totalizando o importe de R$ 2.536,80 (Dois mil, quinhentos e trinta e seis
reais e oitenta centavos).

XIII - DO AVISO PRÉVIO INDENIZADO

Apesar da imotivada dispensa, a Reclamante não recebeu os seus


consectários legais, bem como o aviso prévio.

Com o fulcro na Lei nº. 12.506, de 11 de Outubro de 2011, Artigo 1º,


Parágrafo Único e no Artigo 487, Parágrafo 4º da CLT, é devido à Reclamante, a indenização
referente ao aviso prévio, cujo pagamento requer com base da sua efetiva remuneração.

Conforme as Leis supracitadas, requer que as Reclamadas sejam


condenadas ao pagamento do Aviso Prévio Indenizado no equivalente à 30 dias, com valor supra
de R$ 1.208,00 (Um mil, duzentos e oito reais).

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Como o período do aviso prévio integra por ficção legal, o tempo de


serviço para todos os efeitos legais, requer sua projeção para o computo das férias, 13º salário,
depósitos no FGTS, contribuições previdenciárias, etc.

XIV – DO DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO

Apesar da dispensa imotivada a Reclamante não recebeu seus direitos ao


décimo terceiro proporcional, fazendo jus ao pagamento do mesmo, referente ao período de
Janeiro à Maio de 2016 + aviso prévio indenizado, ou seja, 04/12 avos, valor de R$ 402,67
(Quatrocentos e dois reais e sessenta e sete centavos) + décimo terceiro indenizado de 1 /12
avos (reflexo de aviso prévio), valor de R$ 100,67 (Cem reais e sessenta e sete centavos),
totalizando assim R$ 503,34 (Quinhentos e três reais e trinta e quatro centavos).

XV - DAS FÉRIAS

Quando da demissão da Reclamante, as Reclamadas não efetuaram a


quitação das verbas rescisórias, não remunerando-a referente às férias proporcionais a que a
mesma teria direito, sendo-lhe portando, devidas na proporção de 04/12 avos, no valor de R$
402,67 (Quatrocentos e dois reais e sessenta e sete centavos) + o terço constitucional , valor
de R$ 134,22 (Cento e trinta e quatro reais e vinte e dois centavos) + férias indenizadas 1/12
avos, acrescidas do reflexo do aviso prévio no valor de R$ 100,67 (Cem reais e sessenta e sete
centavos) e + reflexo do terço constitucional no valor de R$ 33,56 (Trinta e três reais e
cinquenta e seis centavos), totalizando assim R$ 671,12 (Seiscentos e setenta e um reais e doze
centavos).

XVI - DO FGTS

Conforme consta em extrato (doc. anexo), não foram recolhidos


devidamente os valores em conta do FGTS à Reclamante, requer assim, a condenação das
Reclamadas ao pagamento das diferenças de recolhimentos de FGTS, no que tange ao saldo de
salário, salários atrasados, aviso prévio e 13º salários proporcionais, devendo ser depositados ou
indenizados diretamente a Reclamante no importe de R$ 483,20 (Quatrocentos e oitenta e três
reais e vinte centavos), acrescidos de multa de 40% no importe de R$ 193,28 (Cento e noventa
e três reais e noventa e oito centavos), totalizando R$ 676,48 (Seiscentos e setenta e seis reais
e quarenta e oito centavos) e, requer as guias para levantamento do mesmo em caso de
depósito.
XVII - DO SALÁRIO FAMÍLIA

A Reclamante durante todo o pacto empregatício, nunca percebeu o


Salário Família referente ao seu filho menor, nos períodos de 01/2016 – 05/2016 com valor de
R$ 29,16 (Vinte e nove reais e dezesseis centavos) por mês.

Conforme exposto na Tabela do Salário Família:


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VIGÊNCIA REMUNERAÇÃO SALÁRIO FAMÍLIA


A Partir de 01/01/2016 R$ 806,80 R$ 41,37
(Portaria Interministerial MTPS/MF 1/2016) R$ 806,81 a R$ 1.212,64 R$ 29,16

A Reclamante faz jus ao recebimento do seu benefício que não fora


repassado, nos períodos supracitados, no importe de R$ 116,64 (Cento e dezesseis reais e
sessenta e quatro centavos) + a proporcionalidade de 15/30 avos do mês de Maio com valor de
R$ 14,58 (Quatorze reais e cinquenta e oito centavos), data de sua demissão.

Com base nos períodos e seus valores expostos na tabela do Salário


Família, requer a condenação das Reclamadas ao pagamento do valor total de R$ 131,22
(Cento e trinta e um reais e vinte e dois centavos) do benefício devido à Reclamante.

XVIII – DA FRUSTAÇÃO DO DIREITO DO TRABALHO

Face todo o exposto na presente demanda, verifica-se que as Reclamadas


tiveram a intenção de prejudicar a obreira nos seus direitos trabalhistas, dispensando e não
promovendo a rescisão contratual corretamente.

Assim sendo, fica cabalmente demonstrado o dolo, ou seja, a vontade livre


e consciente de frustrar os direitos trabalhistas da postulante.

Consequentemente, o ato praticado configura “CRIME DE FRUSTRAÇÃO


DE DIREITO ASSEGURADO POR LEI TRABALHISTA”, com pena de detenção de um mês a
um ano e multa, contido no artigo 203 do Código Penal.

Ante o exposto, requer se digne Vossa Excelência, oficiar o Ministério


Público para tomar as providências cabíveis contra as Reclamadas, uma vez estar comprovada a
intenção de prejudicar a Reclamante, bem como, oficiar a Delegacia Regional do Trabalho, a fim
de que proceda fiscalização na empresa suscitada.

XIX - DO DANO MORAL

A Reclamante laborou exercendo suas funções com destreza e


compromisso com as atribuições conferidas a função que lhe foi outorgada, sendo que a forma
que as Reclamadas promoveram a dispensa foi desumana e humilhante, vez que a Reclamante
tem compromissos financeiros e depende de rendimentos provenientes de seu labor para
prover o sustento próprio e de sua família e agora se vê na condição de não conseguir honrar
seus compromissos.

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O ato realizado pelas Reclamadas, caracterizam tirania patronal


incompatível com a dignidade da pessoa humana e com a valorização do trabalho, asseguradas
pela Constituição Federal (art. 1º, III e IV, art. 5º, XIII, art. 170, caput e III).

A Reclamante é sujeito e não objeto da relação contratual, e tem direito a


preservar sua integridade física, intelectual e moral, em face do poder diretivo das Reclamadas,
porquanto a subordinação no contrato de trabalho não compreende a pessoa do empregado,
mas tão-somente a sua atividade laborativa, esta sim submetida de forma limitada e sob
ressalvas, ao "jus variandi".

A Constituição Federal no rol de garantias fundamentais protege a honra e


a imagem do cidadão, assegurando o direito à indenização pelo dano material e moral sofrido.

Vejamos então:

Art. 5°. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza,
garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a
inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à
propriedade, nos termos seguintes:

(...)

V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da


indenização por dano material, moral ou à imagem;

(...)

X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das


pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral
decorrente de sua violação.

Cabe aqui ressaltar que a fixação de indenizações por demais diminutas


podem estimular maus empregadores a continuarem com seu prejudicial “modus operandi”. O
valor deve ser arbitrado de forma a não dar ensejo ao enriquecimento de ninguém, mas
suficiente à reparação do dano. Se não for fixada em valor razoável, estimula a que o ofensor
que macula a honra, suja o nome e dificulta a vida social de uma pessoa e acabe saindo
praticamente ileso.

As Reclamadas abusaram do direito potestativo e violaram o princípio da


boa-fé objetiva – estabelecido no art. 422 do CC - que deve permear todos os contratos.

Lembrando que a indenização por dano moral tem o condão de reparar os


danos sofridos a Reclamante, e não enriquecer ou empobrecer as partes envolvidas. Nesse
compasso, observando o princípio da razoabilidade, a extensão do dano, o grau de culpabilidade
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e a capacidade das Reclamadas, o montante deve ser calculado com objetivo de atingir o efeito
pedagógico da condenação.

Dessa forma, faz jus a Reclamante o pagamento de no mínimo 10 (Dez)


salários contratuais, ou seja, o importe de R$ 12.080,00 (Doze mil e oitenta reais), a título de
dano moral sofrido na relação de trabalho.

XX - DA INDENIZAÇAO EM PERDAS E DANOS POR DESPESAS COM


ADVOGADO

Conforme disciplina o artigo 402, do novo Código Civil, onde o legislador


implanta a figura da reparação do dano em toda a sua plenitude:

“art. 402. Salvo as exceções expressamente previstas em lei, as perdas e


danos devidos ao credor abrangem, além do que ele efetivamente perdeu,
o que razoavelmente deixou de lucrar.”

A busca de direitos com atuação do Judiciário nunca deve representar uma


diminuição patrimonial para a parte que tem razão.

Não pode haver prejuízo de quem utiliza a máquina judiciária em justa


causa, e nem haver desembolso por ato ilícito de outrem sem o devido ressarcimento.

Nesse sentido, pacificamente, na doutrina encontramos definições que


ensinam que o culpado pelo inadimplemento deverá indenizar plenamente, ou seja, reparar
totalmente o prejuízo porventura sofrido, livrando a parte prejudicada de todo e qualquer dano
proveniente do ato ilícito levado a efeito. Nota-se, no vertente caso, sobre as verbas deferidas
para a Reclamante, haverá inequivocamente a dedução de honorários advocatícios contratados,
no importe de 30% sobre o valor total da condenação, como é de praxe na advocacia. Essa
dedução, certamente prejudicara a Reclamante na medida em que não será indenizada
integralmente pelo dano causado pelas Reclamadas, incorrendo assim, sua satisfação integral do
dano, pois o reclamante terá que pagar os honorários advocatícios que só foram necessários em
face da recusa das Reclamadas na satisfação de forma voluntária de suas obrigações a serem
reconhecidas por esse Douto Juízo.

Destarte, ainda que haja a condenação das Reclamadas em todas as verbas


pleiteadas, ainda assim, a reclamante será prejudicada por ter que arcar com despesas com o
advogado que será deduzido de seu credito.

Corroborando com esse princípio o novo código Civil, em seu artigo 389,
prevê não só a reparação por perdas e danos, mas também o pagamento dos honorários
advocatícios.

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“Art. 389. Não cumprida à obrigação, responde o devedor por perdas e


danos, mais juros e atualização monetária segundo índices oficiais
regularmente estabelecidos, e honorários advocatícios.”

Na mesma linha, o artigo 404 do código Civil, ao dispor sobre as perdas e


danos, incorpora as despesas com advogado como dano a ser suportado pelo devedor:

“Art. 404. As perdas e danos, nas obrigações de pagamento em dinheiro,


serão pagas com atualização monetária segundo índices oficiais
regularmente estabelecidos, abrangendo juros, custas e honorários de
advogado, sem prejuízo da pena convencional.”

Nota – se, portanto, que a reparação dos prejuízos deve abranger a


totalidade dos prejuízos, produzindo um resultado totalmente idêntico a satisfação voluntária,
ou seja, a Reclamante deverá receber seu credito integralmente, devendo as Reclamadas
indenizarem o dispêndio de 30% que ele terá com advogado, frise-se, por culpa exclusiva das
Reclamadas.

É fato, não se trata de condenação em verba honorária, pura e simples, já


que esta tem natureza na relação jurídica processual e tem como beneficiário o profissional do
direito ao passo que a indenização que se busca tem natureza na relação jurídica material das
partes e tem como beneficiário o próprio Reclamante, a qual certamente despenderá
considerável parte de seu credito no pagamento dos honorários advocatícios, não se
encontrando óbice algum no artigo 791 da CLT.

Vide o julgamento da matéria agitada pelo eminente magistrado Luis Paulo


Pasotti Valente, proferido nos autos de número 2.624/02, da 1ª. Vara do Trabalho da Comarca
do Estado de São Paulo:

“Considerando-se o disposto artigo 404 do código Civil, impõe-se, para


reparação integral do dano sofrido pelo autor e reconhecido no julgado,
que a indenização inclua, além de juros e correção monetária, também
honorários advocatícios. Não se argumente que tal medida encontra óbice
no artigo 791 da Consolidação das Leis do Trabalho, porquanto esta
norma tem natureza processual, enquanto o fundamento que ora é
evocado tem caráter de direito material. Não importa, pois a faculdade do
jus postulandi, e tampouco a sucumbência processual funcionam como
elemento condicionante da atribuição. Atente-se que o credito destina-se
ao reclamante, não patrono, não se aplicando a disposição da lei
8906/94(artigo 23), que permite sua execução autônoma. Constitui-se
parcela do credito do autor, na reparação do dano original e a ele será
liberada, em favor de reclamante, fixando-os segundo os costumes, em 30%
do valor da causa.”

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Nesse sentido, a recentíssima decisão do M.M. Juiz do Trabalho da 41ª.


Vara do Trabalho de São Paulo, nos autos do processo número 1.090/04, que condenou a
Reclamada ao pagamento das despesas com advogado nos seguintes embasamentos:

“Com relação a tal pleito, este juízo adota o entendimento exposto pelo
Dr. Roberto Basilone Lei, Juiz do Trabalho da 1a Vara de São José, quando
do julgamento da ação número AT 00001-2002-031-12-00-7, nos seguintes
termos: o novo Código Civil em vigor desde janeiro de 2003 alterou o
entendimento anteriormente esposado pela jurisprudência. De fato, o
artigo 927 do Código Civil de 2002 dispõe: aquele que, por ato ilícito
(artigos 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repara-lo. Dizer
que o infrator da lei (a lei trabalhista, na hipótese dos autos) deve reparar
o dano não significa apenas parte do dano. O infrator tem de reparar o
dano, isto é, o dano inteiro. Se o trabalho receber as verbas trabalhistas a
que faria jus normalmente e, dessas verbas, tiver de descontar os custos
que teve para ingressar com a ação, não terá sido reparado o dano por ele
sofrido – mas apenas parte do dano. O trabalhador não pode ser
condenado a arcar com as despesas de Honorários advocatícios, pois foi
obrigado a contratar advogado por culpa do empregador, que lhe sonegou
as verbas rescisórias a que tinha direito. Por outro lado, não há
fundamento jurídico nem ético para se obrigar o advogado a trabalhar de
forma gratuita para seu benefício - em última análise – de um infrator da
lei (isto é, do perdedor da ação, que ficará assim isento de arcar com as
despesas que acarretou para sua vítima). Portanto, o mínimo que o
infrator tem de pagar são as verbas trabalhistas a que o empregado faz jus
e as despesas que este teve de cobrar judicialmente tais verbas – incluindo
ai, obviamente, os honorários do advogado. A falta de ressarcimento
integral dos danos causados pelas infrações à lei é um dos fatores mais
graves responsáveis pela tão propalada impunidade, causa básica do caso
social hoje instalado no país. E esses casos acarretados pela falência da
cidadania apresentada à falência do próprio Estado de Direito. A
reclamada, segundo principia revitalizado pelo Novo Código Civil, deve
ressarcir todas as despesas que o autor teve para o ingresso da presente
ação, e essas despesas não podem representar redução das verbas
trabalhistas a que o trabalhador faz jus.”

Magnífico, tal decisão. Excelência, diante do exposto, requer-se que as


Reclamadas sejam condenadas nos danos atinentes às despesas que a Reclamante terá com
honorários advocatícios, no importe de 30% (Trinta por cento) sobre o valor da condenação,
tudo para que seja efetivada a justa e plena reparação dos danos causados, ou seja, o valor de
R$ 6.533,63 (Seis mil, quinhentos e trinta e três reais e sessenta e três centavos).

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XXI - DA APLICAÇÃO DO ARTIGO 467 DA CLT

As Reclamadas deveram pagar a parte incontroversa, ou seja: salários


atrasados, férias proporcionais acrescidas de 1/3, 13º salário proporcional, aviso prévio
indenizado e diferenças de FGTS, por ocasião da inicial, sob pena de serem condenadas a pagá-
las acrescidas de 50% (Cinquenta por cento), conforme reza o artigo supra.

XXII - DA MULTA DO ARTIGO 477 DA CLT

Não tendo as Reclamadas procedido à liquidação da Rescisão Contratual


conforme parágrafo 6º, do artigo 477, da CLT, com a nova redação dada pela Lei nº 7.855, de
24/10/89, sujeitou-se, portanto, à aplicação das penalidades do parágrafo 8º, do artigo 477,
consolidado com a nova redação dada pela mesma lei supramencionada.

Devem as Reclamadas serem condenadas ao pagamento do valor


equivalente ao salário da Reclamante, o importe de R$ 1.208,00 (Um mil, duzentos e oito
reais), disposto na Lei supracitada.

XXIII – DOS JUROS E DA CORREÇÃO MONETÁRIA

Sobre o montante da condenação apurado em liquidação de sentença,


requer-se a incidência de juros e correção monetária, conforme definição dada pelo artigo 39,
parágrafo 1º, da Lei 8.177/91, pelo artigo 833 da Consolidação das Leis do Trabalho e pela
Súmula 439 do Tribunal Superior do Trabalho.

DOS PEDIDOS

Ante ao exposto, requer-se a Vossa Excelência que a presente ação seja


totalmente julgada procedente, para condenar as Reclamadas nos seguintes pedidos:

a) por ser a Reclamante pessoa pobre na acepção jurídica do termo,


requer os benefícios da justiça gratuita por não reunir condições de arcar com as despesas
processuais sem prejuízo do seu próprio sustento e de sua família, nos termos da lei
13.105/2015 e Constituição Federal, responsabilizando-se pela presente declaração em anexo
conforme a lei;

b) a condenação solidária das Reclamadas diante de todas as verbas


decorrentes da condenação referentes ao período da prestação laboral, com base nos Artigos
264 do CC, 465 da CLT e Súmula 331 do TST;

c) o pagamento da Participação nos Resultados, conforme Cláusula 2ª da


Convenção Coletiva de Trabalho/2016, a Reclamante não recebeu seus consectários, portanto

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faz jus a proporcionalidade de 5/12 avos, no importe de R$ 503,33 (Quinhentos e três reais e
trinta e três centavos);

d) o pagamento do Ticket Alimentação, conforme Cláusula 13ª da


Convenção Coletiva de Trabalho/2016, a Reclamante jamais recebeu esse benefício, faz jus
então ao recebimento dos períodos de 01/2016 – 05/2016, totalizando o importe de R$ 770,00
(Setecentos e setenta reais);

e) a condenação das Reclamadas ao pagamento da Multa, conforme


Cláusula 36ª da Convenção Coletiva de Trabalho/2016, onde 4% (Quatro por cento) da multa
que compreendem à dois funcionários + o piso mínimo salarial (R$ 1.181,40), equivalem o valor
supra de R$ 47,26 (Quarenta e sete reais e vinte e seis centavos);

f) a condenação das Reclamadas ao pagamento do Vale Refeição, conforme


Cláusula 54ª da Convenção Coletiva de Trabalho/2016, considerando a quantia de R$ 17,60 por
dia e somando-o com o período laboral, totaliza-se o valor supra de R$ 1.443,20 (Um mil,
quatrocentos e quarenta e três reais e vinte centavos);

g) o pagamento de todas as verbas rescisórias, provenientes desta


dissolução de todo o pacto laboral, as quais elencadas a seguir:

h) o pagamento do saldo de salário na proporção de 15/30 avos, no valor


de R$ 604,00 (Seiscentos e quatro reais);

i) o pagamento dos salários atrasados dos meses de Março (proporcional),


no importe de R$ 724,80 (Setecentos e vinte e quatro reais e oitenta centavos) e Abril de 2016,
no importe de R$ 1208,00 (Um mil e duzentos e oito reais), totalizando assim R$ 1.932,80
(Um mil, novecentos e trinta e dois reais e oitenta centavos);

j) o pagamento do Aviso Prévio Indenizado equivalente à 30 dias, no valor


de R$ 1.208,00 (Um mil, duzentos e oito reais);

k) o pagamento do décimo terceiro proporcional, referente ao período de


Janeiro à Maio de 2016 + aviso prévio indenizado, ou seja, 04/12 avos + décimo terceiro
indenizado de 1/12 avos (reflexo de aviso prévio), totalizando assim R$ 503,34 (Quinhentos e
três reais e trinta e quatro centavos);

l) o pagamento de férias proporcionais, sendo-lhe portanto, devidas na


proporção de 04/12 avos, + o terço constitucional, férias indenizadas 1/12 avos acrescidas do
reflexo do aviso prévio + reflexo do terço constitucional, totalizando assim R$ 671,12
(Seiscentos e setenta e um reais e doze centavos);

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m) a condenação das Reclamadas ao pagamento das diferenças de


recolhimentos de FGTS, no que tange ao saldo de salário, salários atrasados, aviso prévio e 13º
salário proporcional, devendo ser depositados ou indenizados diretamente a Reclamante,
acrescidos de multa de 40%, totalizando o importe de R$ 676,48 (Seiscentos e setenta e seis
reais e quarenta e oito centavos) e, requer as guias para levantamento do mesmo em caso de
depósito;

n) o pagamento do salário família dos períodos de 01/2016 – 05/2016 e


sua proporção, conforme tabela elencada, no valor total de R$ 131,22 (Cento e trinta e um
reais e vinte e dois centavos);

o) oficiar o Ministério Público para tomar as providências cabíveis contra


as Reclamadas, uma vez estar comprovada a intenção de prejudicar a Reclamante, bem como,
oficiar a Delegacia Regional do Trabalho, a fim de que proceda a fiscalização na empresa
suscitada e ainda apurar o “CRIME DE FRUSTRAÇÃO DE DIREITO ASSEGURADO POR LEI
TRABALHISTA”, contido no artigo 203 do Código Penal;

p) o pagamento de no mínimo 10 (Dez) salários contratuais, ou seja, o


importe de R$ 12.080,00 (Doze mil e oitenta reais), a título de dano moral sofrido na relação
de trabalho;

q) que as Reclamadas sejam condenadas nos danos atinentes às despesas


que a Reclamante terá com honorários advocatícios, no importe de 30% sobre o valor da
condenação, ou seja, R$ 6.533,63 (Seis mil, quinhentos e trinta e três reais e sessenta e três
centavos);

r) que o pagamento das verbas incontroversas seja realizado em primeira


audiência, sob pena da incidência de multa de 50% sobre o valor correspondente nos termos do
art. 467 da CLT;

s) a condenação das Reclamadas ao pagamento de multa no valor


equivalente ao salário da Reclamante, conforme o § 8º do artigo 477 da CLT, no importe de R$
1.208,00 (Um mil, duzentos e oito reais);

t) a incidência de juros e correção monetária, conforme disciplinou o


Artigo 39 da Lei 8.177/91, pelo Artigo 833 da Consolidação das Leis do Trabalho, pela Súmula
439 do Tribunal Superior do Trabalho e pelo Artigo 883 da CLT.

DOS REQUERIMENTOS FINAIS

A notificação da Reclamada para que compareça à audiência designada e,


querendo, apresente suas respostas, sob os efeitos da revelia e pena de confissão quanto à
matéria de fato;
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A produção de todos os meios de prova em direito admitidos, sem


exceção: depoimento pessoal do representante legal da reclamada ou por meio de preposto e
sob pena de confissão, oitiva de testemunhas, perícia, juntada, requisição e exibição de
documentos complementares;

Por fim, que sejam os pedidos todos julgados procedentes, condenando-se


a Reclamada ao pagamento das custas processuais e honorários do advogado.

Dá-se à causa, o valor de R$ 28.312,38 (Vinte e oito mil, trezentos e


doze reais e trinta e oito centavos).

Nestes termos,

Pede deferimento.

São Paulo, 13 de Setembro de 2016.

EDIMILSON MOREIRA ALVES


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