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Área de Competência: CULTURA, LÍNGUA E COMUNICAÇÃO

DR 1: CONTEXTO PRIVADO Tema: Consumo e Eficiência Energética


Competências:
Atuar em situações de comunicação interpessoal produzindo e transmitindo informação
clara e tecnicamente correta sobre consumos energéticos eficientes no contexto privado.

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Conceito de Pegada Ecológica
Avaliar até que ponto o nosso impacto já ultrapassou o limite é,
portanto, essencial, pois só assim somos capazes avaliar se vivemos
de forma sustentável. Isto não significa, claro, que se possa consumir
e gastar mais ainda há capacidade disponível: pelo contrário, se
queremos deixar espaço para as outras espécies e para os habitantes
futuros, há que lhes reservar o máximo de espaço. Em todo o caso,
a taxa de consumo de “capital natural” já é superior à sua taxa de
reposição, pelo que não há qualquer desculpa para continuar com
práticas agressivas do ambiente.
E foi assim que nasceu o conceito de “Pegada Ecológica”.
Criada por William Rees e Mathis Wackernagel (que se basearam no
conceito de “capacidade de carga” e noutros como o “emergy” e o “MIPS”), a Pegada Ecológica
permite calcular a área de terreno produtivo necessária para sustentar o nosso estilo de
vida. (…)
Somando as várias pegadas parcelares, obtemos um valor global que representa uma área
produtiva capaz de repor, pelo menos em teoria, o capital natural por nós consumido. Esta área
pode ser comparada com o espaço efetivamente existente (chamado “biocapacidade”), concluindo-
se assim da sustentabilidade do sistema.
Contudo, visto que há ainda vários impactos que não estão contabilizados na Pegada
Ecológica, o valor obtido é uma estimativa por defeito. Os cálculos têm vindo a ser aperfeiçoados...
mas a complexidade da aritmética também! (…)
O cálculo da Pegada Ecológica faz hoje parte de uma grande campanha da organização
canadiana “Redefining Progress” e dos famosos “Living Planet Reports”. Assinalem-se ainda as
dezenas de cálculos da Pegada Ecológica de municípios um pouco por todo o mundo e de 50 países.
Para assinalar o Dia da Terra (22 de abril) foi desenvolvida uma calculadora que
permite, através da resposta a diversas perguntas, calcular a pegada individual.

Versão em português e para Portugal, mais


simples,emhttp://web.ist.utl.pt/~ist155390/ecoladora/

Para que a sociedade seja sustentável, a Pegada Ecológica terá de ser inferior à
capacidade de carga (ou biocapacidade) do planeta ou região, dependendo da escala em causa.
Neste momento estamos a usar energia a uma taxa superior à sua capacidade de reposição.
Para isso recorremos ao "capital natural" acumulado ao longo de milhões de anos, exaurindo-
o.
(Fonte: Redefining Progress)
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 - “Dicas para a casa”


https://ec.europa.eu/clima/citizens/tips_pt

 SÍMBOLOS RELACIONADOS COM GASTOS ENERGÉTICOS:


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- Conhecer a Etiqueta Energética:

“Etiqueta de eficiência
energética uma compra
Inteligente”

https://www.portal-
energia.com/etiqueta-da-eficiencia-
energetica-uma-compra-inteligente/

DR 2: CONTEXTO PROFISSIONAL Tema: Resíduos e Reciclagens


Competências:
Agir de acordo com as perceções das implicações de processos de reciclagem em
contexto profissional, reconhecendo a mais-valia da sua utilização, recorrendo à
comunicação de mensagens mais eficazes.

“Reciclagem e Consciência ambiental”


Através de pequenos gestos, cada indivíduo, em casa e no local de trabalho, poderá
contribuir para o equilíbrio, sustentabilidade e segurança do futuro das gerações vindouras e
do nosso planeta em geral.

A POLÍTICA DOS 3 R’s


1) REDUZIR a quantidade de resíduos produzidos (ex:
através da utilização de produtos de longa duração e de produtos
a granel);
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2) REUTILIZAR resíduos quando não for possível reduzir,


através da utilização de materiais usados (ex: reutilização de
sacos plásticos, reparação de artigos danificados);
3) RECICLAR os materiais não reutilizáveis, através da prévia
separação seletiva e posterior deposição no respetivo ecoponto.

DA POLÍTICA DOS 3 R’s à dos 4 R’s:


1. Reduzir é o 1º passo e o mais importante. Numa sociedade de consumo, onde os produtos e as
embalagens abundam, os custos de tratamento ou eliminação de resíduos são elevados. Só 3
reduzindo a quantidade de produtos comprados e consumidos é que é possível diminuir a
quantidade de resíduos existentes.

2. Reutilizar é o 2º passo, pois ao dar novos usos aos resíduos que são produzidos, evita-se que
passem por um novo ciclo de transformação ou por processos de tratamento ou eliminação
(processos esse que representam custos para a sociedade e para o ambiente).

3. Reciclar é a 3ª prioridade e deve ocorrer quando: não é possível deixar de produzir um resíduo
ou não se encontra outra utilização para esse objeto. É importante que o resíduo não seja
depositado junto com os indiferenciados (o "lixo normal"), num aterro ou, pior, abandonado na
natureza, mas que seja reciclado. Para garantir que seja reaproveitado como matéria-prima e
transformado num novo produto, basta depositá-lo no local apropriado.

4. RECUPERAR, quando possível, a energia de resíduos que não podem ser reduzidos,
reutilizados ou reciclados. Esta é uma opção direcionada maioritariamente para a indústria e
inclui opções como a incineração que, através da queima controlada de resíduos, produzir energia
elétrica.

O PROCESSO DE RECICLAGEM

A Reciclagem consiste no processamento de resíduos visando a recuperação e/ou


regeneração das suas matérias constituintes, transformando-as em novos produtos.
Os materiais reciclados mais comuns são: papel, plástico, alumínio e vidro. Infelizmente,
alguns materiais como o papel não podem ser reciclados muitas vezes, pois as suas fibras de
celulose encurtam e deterioram-se rapidamente. Mas para outros, como o alumínio, nada se altera
na sua estrutura, podendo ser reciclado continuamente.
Para existir uma reciclagem viável e rentável, é necessário que os cidadãos e as empresas
procedam à seleção dos resíduos e à sua deposição nos “ecopontos”. Os pontos de reciclagem são
fáceis de reconhecer graças às suas cores. As mais comuns são: Azul (papel e cartão), Amarelo
(embalagens, plásticos e metal) e Verde (vidro). Existe o pilhão (depósito de pilhas); eletrão
(depósito de componentes eletrónicas e pequenos eletrodomésticos); rolhão (depósito de rolhas de
cortiça). Há ainda pontos de recolha de óleos usados e recolha porta-a-porta de “monstros”
(mobiliário usado e outros materiais de grande dimensão).

A reciclagem permite transformar um objeto noutro diferente, de modo a ser reintroduzido


no ciclo económico como matéria-prima secundária, poupando assim muitos recursos naturais e
custos de produção e ainda evita a poluição. Reciclar tem, portanto, vantagens ambientais e
económicas:
1) Economia de energia - fabricar materiais a partir de resíduos consome menos energia do que
fabricá-los a partir de matérias virgens. Muitos dos recursos energéticos que se poupam são fontes
de energia não renováveis, como é o caso do petróleo.
2) Poupança de matérias-primas - a utilização de resíduos provenientes da recolha seletiva,
como matérias-primas secundárias, permite poupar nas matérias-primas virgens. Alguns destes

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recursos naturais têm grande valor, como são os casos da madeira, da areia, do petróleo, do
estanho ou do alumínio.
3) Redução da quantidade de resíduos a serem incinerados e nos aterros sanitários -
quanto menos resíduos tiverem como destino final um aterro sanitário, mais anos de vida útil este
terá e menor quantidade de emissões de CO2 se terá.
4) Criação de novos empregos e empresas – surgem diversas empresas para a recolha,
transporte, tratamento e transformação dos resíduos, bem como empregos nessas empresas, a par
de empregos a nível do artesanato e outras formas de reciclagem.

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 “Responsabilidade ambiental”

O regime da responsabilidade ambiental aplica-se aos danos ambientais e às


ameaças iminentes de danos (respetivamente na aceção das alíneas e) e b) do n.º 1
do artigo 11.º do diploma), causados em resultado do exercício de uma qualquer
atividade desenvolvida no âmbito de uma atividade económica, independentemente
do seu carácter público ou privado, lucrativo ou não, abreviadamente designada
atividade ocupacional.
Este regime visa assegurar, perante toda a coletividade, a reparação dos danos
ambientais causados no exercício de uma atividade ocupacional, tendo como base os
princípios da responsabilidade e da prevenção, e operacionalizando o princípio do
poluidor-pagador, consagrados respetivamente nas alíneas f), c) e d) do artigo 3.º
da Lei n.º 19/2014, de 14 de abril, que define as bases da política de ambiente.

https://www.apambiente.pt/index.php?ref=17&subref=157

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DR 3: CONTEXTO INSTITUCIONAL Tema: Recursos Naturais


Competências:
Agir perante os recursos naturais, reconhecendo a importância da sua salvaguarda
e participando em atividades visando a sua proteção.

 “Recursos Naturais”
https://www.coladaweb.com/geografia/recursos-naturais

 “Hoje esgotámos os recursos naturais da terra para 2017”


(02/08/2017)
http://www.wilder.pt/historias/hoje-esgotamos-os-recursos-naturais-da-terra-para-2017/

 Lei n.º19/2014 – define as bases da política do ambiente:


https://dre.pt/pesquisa/-/search/25344037/details/maximized

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CAPÍTULO II - Direitos e deveres ambientais

Artigo 5.º
Direito ao ambiente
1 - Todos têm direito ao ambiente e à qualidade de vida, nos termos constitucional
e internacionalmente estabelecidos.
2 - O direito ao ambiente consiste no direito de defesa contra qualquer agressão à
esfera constitucional e internacionalmente protegida de cada cidadão, bem como o 5

poder de exigir de entidades públicas e privadas o cumprimento dos deveres e das


obrigações, em matéria ambiental, a que se encontram vinculadas nos termos da lei
e do direito.

Artigo 6.º
Direitos procedimentais em matéria de ambiente
1 - Todos gozam dos direitos de intervenção e de participação nos procedimentos
administrativos relativos ao ambiente, nos termos legalmente estabelecidos.
2 - Em especial, os referidos direitos procedimentais incluem, nomeadamente:
a) O direito de participação dos cidadãos, das associações não-governamentais e
dos demais agentes interessados, em matéria de ambiente, na adoção das decisões
relativas a procedimentos de autorização ou referentes a atividades que possam ter
impactes ambientais significativos, bem como na preparação de planos e programas
ambientais;
b) O direito de acesso à informação ambiental detida por entidades públicas, as
quais têm o dever de a divulgar e disponibilizar ao público através de mecanismos
adequados, incluindo a utilização de tecnologias telemáticas ou eletrónicas.

A ÁGUA, UM RECURSO PARA O SÉC XXI


Água: Substância que, no seu estado líquido, é incolor, inodora e
insípida, essencial a todas as formas de vida, composta por
hidrogénio e oxigénio. É uma substância abundante na Terra e cobre
cerca de 3/4 da superfície do planeta, encontrando-se principalmente
nos oceanos e calotas polares. A fórmula química da água é H20.
Designamos por água potável aquela pode ser consumida por
pessoas, animais e restantes seres vivos, sem riscos para a sua saúde
por contaminação da mesma. O tratamento da água visa reduzir a
concentração de poluentes até ao ponto em que esta se tome potável.
Assim, não devemos confundir as noções de água disponível para
consumo humano e de água potável.

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A água é essencial à vida. Faz parte das células dos organismos, sustenta
ecossistemas e é indispensável à realização das atividades humanas. A água é o elemento
mais abundante do planeta (ocupa 71% da sua superfície) mas apenas 2,5% está
disponível para consumo humano. A conservação deste recurso enfrenta inúmeras dificuldades.
Assim, o aumento da população e a diversidade de atividades praticadas pelo Homem conduz a um
maior consumo de água, reduzindo as reservas de recursos hídricos. Os níveis crescentes de
poluição diminuem a qualidade da água e as desigualdades na distribuição da água causam 6

assimetrias sociais, económicas e políticas. A gestão sustentável dos recursos hídricos tornou-
se, portanto, num dos principais desafios da atualidade.
A água é um recurso essencial aos ecossistemas e à preservação da vida na Terra,
garantindo a sobrevivência biológica das diferentes espécies animais e vegetais do
planeta. A água remove os poluentes e proporciona habitats para peixes, aves migratórias e
restante fauna. Mas a agricultura, as barragens e o progresso colocam as zonas húmidas do planeta
em risco. A incapacidade humana para proteger e gerir racionalmente os recursos hídricos da Terra
é uma ameaça à biodiversidade e constitui um problema que a nossa geração, tal como as vindouras
não podem ignorar. (…) Devido às culturas de regadio, à revolução industrial e ao crescimento
demográfico, os seres humanos consomem hoje 45 vezes mais água do que há 300 anos. A
agricultura (a que se devem 40% dos alimentos consumidos pelo ser humano) é atualmente a maior
ameaça às reservas de água doce do planeta. O regadio pesa mais de 70% no consumo de água
doce. Mais de metade desta água é perdida através da evaporação ou do escorrimento. (…)
É um facto que sem a agricultura mais de seis mil milhões de seres humanos não teriam alimento,
que é inadiável encontrar soluções para o problema da fome que atinge uma fatia substancial de
seres humanos. Porém, a resolução deste problema terá de passar, segundo as diversas
organizações internacionais, por práticas agrícolas promotoras de um desenvolvimento sustentável.
Num documento publicado a 22 de março (Dia Mundial da Água) de 2006, as Nações Unidas
sugerem o fim dos subsídios a pesticidas e fertilizantes e propõem que a água seja vendida a preços
realistas (mais altos), como formas de reduzir não só a procura de água, mas também a poluição
de fontes de água doce como sejam os rios e lagos. Segundo este relatório da ONU, a não proteção
das reservas de água doce terá como consequência a redução do volume dos rios, o aumento da
salinidade dos estuários, a extinção de plantas e de animais, incluindo algumas das espécies
abrangidas pela dieta humana. Em agosto de 2006, decorreu em Estocolmo a Semana Mundial da
Água. (..) Neste relatório, afirma-se que um terço da população do planeta está confrontado com
escassez de água e apela-se para uma gestão mais eficiente dos recursos hídricos mundiais.
Recomenda-se construir mais reservas de água, melhorar os sistemas de irrigação e desenvolver
culturas resistentes à seca. (…)
(C. Amorim; C. Pires, Percursos – 10º, Porto, Areal, 2006)

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DR 4: CONTEXTO MACROESTRUTURAL Tema: Clima


Competências:
Agir de acordo com a compreensão dos diversos impactos das alterações climáticas
nas atividades humanas.

A ação da União Europeia contra as alterações climáticas.


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“Fala-se muito sobre o tempo, o que não constitui nenhuma surpresa, se considerarmos o
efeito que este exerce sobre a nossa disposição, a forma como nos vestimos e mesmo sobre
aquilo que comemos. No entanto, o Clima não é a mesma coisa que o tempo, mas é o padrão
médio de tempo para uma determinada região durante um período alargado. O clima sempre
variou em função de causa naturais, que podem ser alterações mínimas na radiação solar,
erupções vulcânicas que podem cobrir a Terra com poeiras que refletem o calor do sol de volta
para o espaço, e variações naturais no próprio sistema climático. No entanto, as causas naturais
explicam apenas uma pequena parte deste aquecimento global. A grande maioria dos cientistas
concorda que tal se deve a crescentes concentrações de gases de efeito de estufa que mantêm
o calor na atmosfera e que são causados pela atividade humana. (…)
As alterações climáticas são um dos principais desafios que se colocam ao mundo de hoje.
A não ser que sejam tomadas medidas a nível mundial para estabilizar a subida da temperatura
da superfície da terra, é muito provável que os danos sejam irreversíveis e catastróficos.
Em dezembro de 2008, a UE adotou uma política integrada em matéria de energia e alterações
climáticas que inclui objetivos ambiciosos a realizar até 2020. Com isso espera-se assegurar
um futuro sustentável para a Europa, transformando-a numa economia com baixo teor de
carbono e eficiente em termos energéticos. Para o efeito, propõe-se sobretudo:
 reduzir em 20% os gases com efeito de estufa (30%, se alcançado um acordo
internacional);
 reduzir em 20% o consumo de energia através de um aumento da eficiência energética;
 obter 20% das necessidades energéticas a partir de fontes renováveis.”

Fonte: http://ec.europa.eu/climateaction/index_pt.htm

 A propósito do impacto das alterações climáticas na vida do ser humano, leia:


“Consequências das alterações climáticas” em
https://ec.europa.eu/clima/change/consequences_pt
 E veja: “Dois minutos para mostrar o impacto das alterações climáticas” em
https://www.dn.pt/sociedade/interior/dois-minutos-para-mostrar-o-impacto-das-alteracoes-
climaticas-4925547.html
 Conceitos-chave sobre Alterações Climáticas:
http://observador.pt/especiais/abc-das-alteracoes-climaticas-e-prepare-se-para-ouvir-falar-disto-
duas-semana/

Bom Trabalho!
A Formadora,
Tânia Oliveira
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