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A Tabela periódica dos elementos químicos

Dmitri Mendeleev (1834 - 1907)

É considerado o pai da Tabela Periódica

Dmitri Mendeleev nasceu na Sibéria e destacou-se na história da Química


pois resolveu ordenar os elementos químicos então conhecidos, numa tabela,
após verificar que as suas propriedades se repetiam de forma periódica.

Esta tabela de Mendeleev tinha algumas vantagens sobre outras tabelas ou


teorias antes apresentadas, mostrando semelhanças numa rede de relações
vertical, horizontal e diagonal. A classificação de Mendeleiev deixava ainda
espaços vazios, prevendo a descoberta de novos elementos.
A tabela de Mendeleev serviu de base para a elaboração da tabela periódica
atual, que além de catalogar os 118 elementos conhecidos, fornece inúmeras
informações sobre o cada um deles.

Mais de metade dos elementos hoje conhecidos foram descobertos entre


1800 e 1900. Durante esse período, os químicos verificaram que certos
elementos apresentavam grandes semelhanças.

A constatação da existência de regularidades periódicas nas propriedades


físicas e químicas, aliada à necessidade de sistematizar toda a informação
disponível, levou ao desenvolvimento da chamada Tabela Periódica dos
Elementos.

A tabela periódica dos elementos, na sua versão moderna apresenta o


seguinte aspeto:
Os elementos encontram-se ordenados pelo seu número atómico (indicado
nesta tabela por cima do respetivo símbolo) em sequências horizontais que
se chamam períodos, e ao mesmo tempo em sequências verticais que se
chamam grupos ou famílias. Alguns grupos mantêm nomes próprios, como se
pode ver através da figura seguinte:

Os grupos, ou famílias da Tabela periódica, são constituidos da seguinte


forma:

O primeiro grupo é designado por grupo dos metais alcalinos (com exceção
do Hidrogénio (H)).

O segundo grupo denomina-se grupo dos metais alcalino-terrosos.

O conjunto dos grupos, entre o grupo 3 e o grupo 12 chamam-se metais de


transição.
O grupo 13 é designado por família do Boro.

O grupo 14 é designado por família do Carbono.

O grupo 15 também se pode chamar família do Azoto.

O grupo 16 pode denominar-se família dos Calcogéneos.

O grupo 17 é designado usualmente por família dos Halogéneos.

O grupo 18 muito conhecido, apresenta os nomes de família dos gases raros,


gases inertes ou ainda gases nobres.

As duas últimas linhas da tabela periódica são também designadas por


família dos lantanídeos e família dos actinídeos, como se pode observar na
primeira figura apresentada.

Os períodos da Tabela periódica, são constituidos da seguinte forma:

O primeiro período é formado por dois elementos - Hidrogénio (H) e Hélio


(He).

O segundo e o terceiro períodos contêm 8 elementos cada um.

O quarto e o quinto períodos contêm 18 elementos cada um


O sexto período contém 32 elementos.

O sétimo período é atualmente constituido por 32 elementos.

Os elementos químicos podem também classificar-se em três categorias:

METAIS

Bons condutores de calor e de eletricidade

Geralmente sólidos à temperatura ambiente

SEMIMETAIS

Propriedades intermédias entre os metais e os não-metais

NÃO-METAIS

Maus condutores de calor e de eletricidade

Menor uniformidade nas suas propriedades do que os metais.

Na tabela periódica, dispõem-se da seguinte forma:


As regularidades na tabela periódica

De um modo geral, o tamanho dos átomos aumenta ao longo de um grupo, à


medida que o seu número atómico aumenta. Mas, o tamanho dos átomos
também diminui ao longo de um período.

Os átomos dos elementos do primeiro grupo (grupo dos metais alcalinos)


têm um eletrão de valência (isto é, um eletrão no último nível de energia
preenchido). Por isso, têm tendência a formar iões monopositivos.

Os átomos dos elementos do segundo grupo possuem dois eletrões de


valência, pelo que, originam iões dipositivos.

Os átomos dos elementos do grupo 16, apresentam seis eletrões de


valência, pelo que dão origem a iões dinegativos (iões com duas cargas
negativas).

Os átomos que pertencem ao grupo 17 (família dos halogéneos) têm sete


eletrões de valência, pelo que originam iões mononegativos.

Os átomos que pertencem ao grupo 18, denominados gases raros, são átomos
estáveis, apresentam os seus níveis de energia completamente preenchidos,
e por isso não originam iões. Aparecem na natureza sob a forma de átomos
isolados.
Como evoluiu a tabela periódica?

A Tabela periódica dos elementos químicos é a disposição sistemática dos


elementos químicos, na forma de uma tabela, em função de suas
propriedades. É muito útil para se preverem as características e tendências
dos átomos.

Permite, por exemplo, prever o comportamento de átomos e das moléculas


deles formadas, ou entender porque certos átomos são extremamente
reativos, enquanto outros são praticamente inertes etc.

Um pré-requisito necessário para construção da tabela periódica, foi a


descoberta individual dos elementos químicos, embora elementos, tais como
o Ouro (Au), a Prata (Ag), o Estanho (Sn), o Cobre (Cu), o Chumbo (Pb) e o
Mercúrio (Hg) fossem conhecidos desde a antiguidade.

A primeira descoberta científica de um elemento, ocorreu em 1669, quando


o alquimista Henning Brand descobriu o fósforo. Durante os 200 anos
seguintes, foi adquirido um grande volume de conhecimento relativo às
propriedades dos elementos e seus compostos, pelos químicos. Com o
aumento do número de elementos descobertos, os cientistas iniciaram a
investigação de modelos para reconhecer as propriedades e desenvolver
esquemas de classificação.

A primeira classificação, foi a divisão dos elementos em metais e não-


metais.

Isso possibilitou a antecipação das propriedades de outros elementos,


determinando assim, se seriam ou não metálicos.
Johann Dobereiner (1782 - 1849) Estabeleceu a "lei das tríades"

Em 1817, Johann Döbereiner teve a primeira ideia, com sucesso parcial, de


agrupar os elementos em três - ou tríades. Essas tríades também estavam
separadas pelas suas massas atómicas, mas com propriedades químicas
muito semelhantes. A massa atómica do elemento central da tríade, era
supostamente a média das massas atómicas do primeiro e terceiro membros.
Lamentavelmente, muitos dos metais não podiam ser agrupados em tríades.
Isso tornou a sua classificação dos elementos pouco eficiente.

John Newlands (1837 - 1898) Químico inglês

Um segundo modelo, foi sugerido em 1864 por John Newlands.


Sugerindo que os elementos, poderiam ser arranjados num modelo periódico
de oitavas, ou grupos de oito, ordenando de forma crescente as suas massas
atómicas.

Por analogia com as notas musicais, Newlands deu a esta relação o nome de
lei das oitavas.

Esta lei era no entanto ineficaz para os elementos químicos a partir do


cálcio e, por isso, o trabalho de Newlands não foi aceite pela comunidade
científica.

Nenhuma regra numérica foi encontrada para que se pudesse organizar


completamente os elementos químicos numa forma consistente, com as
propriedades químicas e suas massas atómicas. A base teórica na qual os
elementos químicos estão arranjados atualmente - número atómico e teoria
quântica - era desconhecida naquela época e permaneceu assim por várias
décadas.

Dmitri Mendeleev (1834 - 1907) É considerado o pai da Tabela


Periódica

Dimitri Ivanovich Mendeleev nasceu na Sibéria, sendo o mais novo de


dezessete irmãos. Mendeleiev foi educado em St. Petersburg, e
posteriormente na França e Alemanha. Conseguiu o cargo de professor de
química na Universidade de St. Petersburg. Escreveu um livro de química
orgânica em 1861. Em 1869, enquanto escrevia seu livro de química
inorgânica, organizou os elementos na forma da tabela periódica atual.

Mendeleev criou uma carta para cada um dos 63 elementos conhecidos. Cada
carta continha o símbolo do elemento, a massa atómica e as suas
propriedades químicas e físicas. Colocando as cartas em cima de uma mesa,
organizou-as em ordem crescente das suas massas atómicas (Repara que o
conceito de número atómico ainda não existia), agrupando-as em elementos
de propriedades semelhantes.

Apesar de, em meados do século XIX, a maioria dos cientistas se encontrar


convencida de que as propriedades dos elementos químicos se repetia
periodicamente, não existia nenhuma forma de os organizar.

A organização da tabela periódica, foi desenvolvida não teoricamente, mas


com base na observação química de seus compostos, por Dimitri Ivanovich
Mendeleev. Foi ele o primeiro a criar um esquema organizador que
contemplava todos os elementos químicos descobertos, prevendo ainda a
existência de outros ainda não conhecidos, deixando para isso espaços por
preencher na sua Tabela Periódica.

Por este facto ele é considerado o criador da Tabela Periódica.

A grande vantagem da tabela periódica de Mendeleev sobre as outras, é que


esta exibia semelhanças, não apenas em pequenos conjuntos como as tríades
mas numa rede de relações vertical, horizontal e diagonal.

Em 1906, Mendeleiev recebeu o Prémio Nobel por este trabalho.


Henry Moseley (1887 - 1913) Ordenou os elementos pelo seu número atómico

Em 1913, o cientista britânico Henry Moseley descobriu que o número de


protões no núcleo de um determinado átomo, era sempre o mesmo.

Moseley usou essa ideia para o número atómico de cada átomo. Quando os
átomos foram ordenados por ordem crescente do seu número atómico, os
problemas existentes na tabela de Mendeleev desapareceram.

Devido ao trabalho de Moseley, a tabela periódica moderna está baseada no


número atómico dos elementos químicos. A tabela atual é bastante
diferente da de Mendeleev.

Com o passar do tempo, os químicos foram melhorando a tabela periódica


moderna, aplicando novos dados, como as descobertas de novos elementos
ou um número mais preciso na massa atómica, e rearranjando os existentes,
sempre em função dos conceitos originais.
Glenn Seaborg (1912 - 1999) Químico Norte-Americano

A última maior troca na tabela periódica, resultou do trabalho de Glenn


Seaborg, na década de 50.

A partir da descoberta do plutónio em 1940, Seaborg descobriu todos os


elementos transurânicos (do número atómico 94 até ao 102).

Reconfigurou a tabela periódica colocando a série dos actinídeos abaixo da


série dos lantanídios.

Em 1951, Seaborg recebeu o Prémio Nobel em química, pelo seu trabalho.

O elemento 106 tabela periódica é chamado Seabórgio, em sua homenagem.


O sistema de numeração dos grupos da tabela periódica, usados atualmente,
são recomendados pela União Internacional de Química Pura e Aplicada
(IUPAC).

A numeração é feita em algarismos arábicos de 1 a 18, começando a


numeração da esquerda para a direita, sendo o grupo 1, o dos metais
alcalinos e o 18, o dos gases nobres.