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Colégio Marista Conceição

CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS

Ana Carolina Gasparin


Camille Schwantes
Giancarlo Guerra
Laura Rosa
Maria Eduarda Broco
Milena Júlia Grando

2º ano do Ensino Médio

SEQUÊNCIA DIDÁTICA DO 1º TRIMESTRE

Passo Fundo, 2018.


SUMÁRIO

1 Tema .................................................................................................... 03

2 Delimitação do tema ............................................................................. 03

3 Justificativa ........................................................................................... 03

4 Problemas............................................................................................. 03

5 Hipóteses .............................................................................................. 04

6 Objetivo geral ........................................................................................ 04

7 Objetivos específicos ........................................................................... 05

8 Metodologia da pesquisa ..................................................................... 05

9 Cronograma ......................................................................................... 05

10 Introdução ............................................................................................. 07

11 Corpo ..................................................................................................... 08

12 Conclusão ............................................................................................. 11

Referências .................................................................................................... 12
Tema

O tema do trabalho de pesquisa é a vida nas áreas periféricas de Passo


Fundo.

Delimitação do tema

O processo de urbanização das cidades brasileiras a partir do século XX


alterou de forma significativa a ocupação do território, principalmente nas
cidades médias e grandes. Os processos migratórios de áreas rurais para as
cidades, onde a oportunidade de emprego colocou-se como uma questão
primordial, assim como o necessário acesso aos equipamentos estruturais. O
mencionado fez com que a partir da década de 1970 ocorresse um progressivo
aumento populacional da cidade de Passo Fundo, sem planejamento social para
abrigar as populações migrantes, majoritariamente empobrecidas. A construção
de bairros em áreas irregulares foi a maneira encontrada por essas pessoas para
se acomodarem na cidade. Defronte a uma possível inferência de ausência na
aplicação direta de políticas urbanas e sociais, tanto do Estado quanto do
Munícipio, somado ao elevado custo dos aluguéis e à especulação imobiliária o
problema de acesso à moradia foi sendo a cada vez mais difícil. O processo de
urbanização em foco, portanto, denotou um incremento na desigualdade social.
Houve assim uma progressiva marginalização e banimento desses imigrantes
carentes em direção às áreas periféricas da cidade de Passo Fundo.

Justificativa

Observa-se que a vida nas áreas periféricas da sociedade de Passo


Fundo configura-se como uma problematização fundamental no município,
abordando questões como a concentração de renda, desigualdade social,
favelização e segregação socioespacial. Portanto, é preciso compreender todas
as situações envolvidas nessa temática para possuir um posicionamento
racional e lógico sobre esse tema.

Problemas

Algumas questões norteadoras foram selecionadas para serem


respondidas durante o trabalho de pesquisa.

Área do conhecimento Problema


Ciências da natureza e suas De que forma as condições ruins de
tecnologias saneamento básico podem afetar a vida
da população que reside em áreas
periféricas de Passo Fundo?
Matemática e suas tecnologias Qual é o percentual de pessoas que
ganham até meio salário mínimo em
Passo Fundo?
Linguagens, códigos e suas As áreas periféricas das cidades e de
tecnologias Passo Fundo possuem representação
midiática e social?
Ciências humanas e suas Quais são os aspectos sociológicos
tecnologias envolvidos na temática da vida nas
áreas periféricas de Passo Fundo?

Hipóteses

Foram feitas algumas premissas (relacionadas com os problemas), que


serão comprovadas ou não durante a pesquisa que ajudarão a orientar o rumo
do trabalho científico.

Área do conhecimento Hipótese


Ciências da natureza e suas As condições ruins de saneamento
tecnologias básico afetam aspectos fisiológicos da
população que reside em áreas
periféricas de Passo Fundo.
Matemática e suas tecnologias Em Passo Fundo, o percentual de
pessoas que ganham até meio salário
mínimo é inferior a 30%.
Linguagens, códigos e suas As áreas periféricas das cidades e de
tecnologias Passo Fundo não possuem
representação midiática e social.
Ciências humanas e suas Os aspectos sociológicos envolvidos
tecnologias são a segregação socioespacial,
desigualdade social, concentração de
renda, favelização e preconceito.

Objetivo geral

Analisar a vida nas áreas periféricas de Passo Fundo, mostrando todas


as causas e efeitos dessa realidade. No final do trabalho de pesquisa, fazer uma
conclusão mediando a situação analisada e introduzindo ideias para sanar os
problemas sociológicos evidenciados.
Objetivos específicos

Observar como as ações de órgãos públicos podem ser uma ferramenta


de segregação socioespacial e entender as diferenças entre as áreas centrais e
periféricas de Passo Fundo.

Metodologia da pesquisa

O estudo foi baseado em informações sobre o tema proposto, oferecidas


por fontes fidedignas; em uma busca por dados sobre a vida nas áreas
periféricas de Passo Fundo e seus alicerces; na compreensão de todas as
fundamentações dessa temática. Também foram feitos trabalhos de campo nos
bairros periféricos analisados, entrevistas com autoridades dos respectivos
locais, entre outros aspectos metodológicos da pesquisa.

Para o produto final da pesquisa, objetivou-se responder algumas


perguntas-chave sobre os aspectos sociológicos das áreas periféricas de Passo
Fundo. São elas:

1. [Adicionar pergunta];
2. [Adicionar pergunta];
3. [Adicionar pergunta];
4. [Adicionar pergunta];
5. [Adicionar pergunta];
6. [Adicionar pergunta];
7. [Adicionar pergunta];
8. [Adicionar pergunta];
9. [Adicionar pergunta];
10. [Adicionar pergunta].

Cronograma

Para organizar a realização do projeto de pesquisa, foi organizado um


cronograma, que contém todas as etapas da elaboração do projeto de
pesquisa e as respectivas datas de suas conclusões.

Etapa Conclusão
Entrevista com [adicionar nome], 23/04/2018
[adicionar descrição]
Entrevista com [adicionar nome], 27/04/2018
[adicionar descrição]
Pesquisa bibliográfica 29/04/2018
Visita ao bairro Zacchi (??) [Adicionar data]
Visita aos bairros [adicionar nome] 30/04/2018
Entrega do trabalho de pesquisa 03/05/2018
Apresentação do trabalho de 03/05/2018
pesquisa
INTRODUÇÃO

Na sociedade atual, uma das temáticas mais importantes para o


desenvolvimento humano é a da vida nas áreas periféricas. A análise
metodológica desse tema fundamenta-se como essencial para a compreensão
das realidades distintas que existem no mundo globalizado, assim colaborando
para a superação de diferenças e de problemas sociais, culturais e históricos
enraizados nas sociedades atuais.

Entende-se que, em qualquer conjunto urbano da atualidade, evidencia-


se uma área central – com grande concentração de renda – e áreas periféricas,
onde vivem as pessoas mais pobres e com padrão de vida menor. É
imprescindível a percepção de que o padrão de vida anteriormente referido varia
de local para local. Em um país com alto Índice de Desenvolvimento Humano,
como o Japão, por exemplo, as áreas periféricas são muito melhores,
economicamente falando, do que as de um país subdesenvolvido. Mas, no geral,
fixa-se o conceito de centro do conjunto urbano como o local mais desenvolvido,
e as periferias como os locais menos desenvolvidos.

Inferindo que as realidades variam de local para local, observam-se dados


como o Coeficiente de Gini aplicado no estudo sociológico, assim medindo a
desigualdade na concentração de renda dos países – o coeficiente varia de 0 a
1, onde 0 corresponde à completa igualdade e 1 corresponde à completa
desigualdade. Entendendo que esse coeficiente não mede o desenvolvimento
humano, e sim a desigualdade na concentração de renda, tem-se que a nação
menos desigual do mundo, segundo levantamento do Programa das Nações
Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), é a Ucrânia (coeficiente de 0,241) e a
nação mais desigual é a África do Sul (0,634). O Brasil configura-se como a
décima nação mais desigual do planeta, com o Coeficiente de Gini igual a 0,515.

A partir dessas informações, percebe-se que é necessário, em cada


localidade, comparar a área central com as áreas periféricas, visando medir a
desigualdade em aspectos econômicos, sociais e de desenvolvimento humano.
Assim, no que tange os órgãos públicos (tanto municipais como estaduais e
federais), pode-se estabelecer uma linha de ação para solucionar problemas
dessas regiões, objetivando melhorar a qualidade de vida nas áreas periféricas.

Destarte, fixando o objeto de estudo na realidade local, da cidade de


Passo Fundo, objetivando possuir um entendimento completo quanto a temática
da vida em áreas periféricas, tem-se a necessidade de dados, pesquisas de
campo e informações obtidas através de entrevistas com pessoas que vivenciam
essas realidades. Desse modo, será possível determinar medidas e intervenções
sociais para sanar os problemas sociológicos e humanos observados nos
conjuntos urbanos periféricos de Passo Fundo.
CORPO

O Índice de Desenvolvimento Humano – varia de 0 até 1, quanto mais


alto, mais desenvolvido - de Passo Fundo é de 0,776 (dado estatístico de 2010),
um valor considerado alto para os padrões do Programa das Nações Unidas
para o Desenvolvimento (PNUD). No ranking estadual de IDH, o município
encontra-se na 23ª posição; no ranking nacional de IDH, o município encontra-
se na 168ª posição. Outro aspecto interessante é a evolução do IDH de Passo
Fundo através das décadas: em 1990, possuía um IDH de 0,589 (considerado
baixo) e em 2000 tinha um IDH de 0,701 (considerado alto). Logo, em 20 anos,
o Índice de Desenvolvimento Humano do município saltou 0,187 – um valor
considerável.

Infelizmente, esses dados não condizem inteiramente com a realidade


socioeconômica de Passo Fundo. O IDH, por analisar somente dados fixos como
o Produto Interno Bruto per capita (PIB per capita), mascara aspectos
sociológicos como a desigualdade social, a concentração de renda e a
segregação socioespacial. Logo, ao analisar somente as áreas periféricas da
cidade, percebe-se realidades de baixo nível de desenvolvimento humano.

A população estimada de Passo Fundo (2017) é de 198.799 pessoas.


Desse total, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), 25,7% das pessoas recebem, por mês, um salário de valor de até meio
salário mínimo (o que corresponde, atualmente, a R$ 477). Ao considerar que o
PIB per capita da cidade corresponde a R$ 39.737,73 e a média salarial do
trabalhador formal configura-se como 2,8 salários mínimos (R$ 2.671,20),
percebe-se um forte índice de concentração de renda e desigualdade social.
Desse modo, observa-se que os dados estabelecidos para Passo Fundo
representam muito mais os núcleos urbanos centrais do município (mais
desenvolvidos e com mais renda) do que as áreas periféricas da cidade – menos
desenvolvidas e com menos renda.

A partir da visualização da temática da vida nas áreas periféricas de


Passo Fundo, evidencia-se um aspecto sociológico conhecido como segregação
socioespacial. A segregação socioespacial está diretamente ligada com o
processo de criação de zonas periféricas, com a favelização e com o preconceito
sobre as populações mais pobres, e demonstra-se cada vez mais em evidência
no cenário de Passo Fundo, do Rio Grande do Sul e do Brasil.

Segregação socioespacial denota-se como a separação geográfica de um


grupo de pessoas em razão de diversos fatores, como a raça, poder aquisitivo,
religião, educação, entre outros. É necessário compreender que todo núcleo
urbano possui um espaço urbano fragmentado e com diferenças em sua forma
e função. Em diversas cidades, principalmente as grandes metrópoles, existem,
internamente, vários “centros” no espaço urbano: centros comerciais, industriais,
de lazer, de moradia, entre outros. Sendo assim, determinados espaços da
cidade possuem melhores condições de infraestrutura do que outros. As partes
centrais da cidade recebem bom tratamento de esgoto, rede de água, iluminação
pública e acesso ao transporte coletivo, diferentemente do que acontece com as
partes periféricas do município. Logo, os bairros e os lugares com melhores
condições de infraestrutura serão mais valorizados socialmente e
economicamente, enquanto as localidades com condições inferiores serão
subvalorizadas. As pessoas com poder aquisitivo menor, devido ao alto custo
dos imóveis e do nível de vida em geral das áreas centrais, obrigam-se a viver
em zonas diferentes das mencionadas anteriormente, gerando bairros
periféricos nas cidades, contrastando com as regiões desenvolvidas da cidade.
O processo de segregação socioespacial acontece principalmente em cidades
maiores e apresenta-se em grande crescimento devido ao aumento
populacional.

Normalmente, os espaços segregados apresentam pouca infraestrutura,


falta de saneamento básico e segurança, além de pouca relevância social. Não
obstante a isso, a população segregada sofre com a dificuldade de acesso a
equipamentos públicos de lazer ou administrativos, como parques ou áreas
verdes, hospitais, escolas, creches, praças, entre outros.

Consequentemente, com a segregação socioespacial, as cidades


evidenciam grandes níveis de pobreza, desigualdade, criminalidade e baixo
Índice de Desenvolvimento Humano. São construídas barreiras físicas e sociais,
como condomínios fechados, que fazem com que a proximidade física não seja
vista como socialmente problemática. A segregação vai estar ligada, portanto,
ao uso e ao preço do solo urbano, fazendo com que a população de camadas
sociais mais baixas more em lugares longínquos do centro. Assim, existe a
dificuldade de acesso aos bens e serviços do espaço urbano. Com isso, há um
aumento nas taxas de preconceito sociocultural.

A segregação socioespacial é evidente em Passo Fundo, e é


potencializada pelo descaso dos órgãos públicos com as pessoas que residem
em áreas periféricas – no município, percebe-se a falta de direcionamento de
verbas para suprir necessidades básicas dessas populações e o desinteresse
em melhorar as condições socioeconômicas desses locais. Também, nota-se
que as comunidades de baixa renda possuem falta de relevância midiática e
social – ou, em outras palavras, o conceito sociológico de prestígio social -, assim
não possuindo representatividade nos grandes portais e redes do Brasil
globalizado (essa mesma situação acontece em Passo Fundo e em sua
respectiva mídia).
Outro aspecto relevante na análise das áreas periféricas de Passo Fundo
é o processo de favelização - decorrente, sobretudo, do processo de inchaço
urbano. Compreende-se como favelização o crescimento desordenado da
cidade, sem o controle estatal, contribuindo para a precarização das condições
de vida na cidade e da incapacidade do Estado de oferecer condições estruturais
para o atendimento das necessidades mínimas de boa parte da população.
Observa-se que essa mazela é consequência do processo histórico conhecido
como êxodo rural (migração do campo para a cidade), que aumentou de forma
absoluta o percentual de pessoas residentes em núcleos urbanos.

Percebem-se como relevantes os aspectos humanos das áreas


periféricas. Serviços como educação, saúde e segurança são extremamente mal
prestados para essas populações. A educação, pilar para o desenvolvimento, é
fraca – com pouca infraestrutura, remuneração baixa para os professores da
rede pública e nenhum resguardo das autoridades públicas para a atividade
educacional -, acarretando na perpetuação dos problemas sociológicos
evidenciados na análise dessas comunidades. A saúde pública também é, em
todas as regiões do Brasil e também em Passo Fundo, extremamente deficitária,
com falta de profissionais, medicamentos e estrutura para acomodação dos
pacientes. A segurança é praticamente inexistente, contribuindo para o
crescimento da criminalidade e do tráfico de drogas nessas áreas – assim,
forçando uma marginalização social dos indivíduos, principalmente das crianças
e jovens.

A falta de infraestrutura urbana é um dos aspectos mais problemáticos da


vida em áreas periféricas de Passo Fundo. Muitas moradias são de estado sub-
humano, não podendo comportar famílias que muitas vezes ultrapassam os 6
filhos. A falta de saneamento básico – que prejudica fisiologicamente as pessoas
que moram nessas regiões – também é um problema grave, isso que Passo
Fundo ainda possui um sistema de tratamento de esgoto mais inclusivo se
comparado com outras cidades do estado e do país. Outros serviços
secundários, como o transporte coletivo e o lazer, são praticamente inexistentes.

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CONCLUSÃO

Portanto, conclui-se que a vida em áreas periféricas de Passo Fundo é


extremamente diferente do que a vida em áreas centrais do mesmo município.
Viver em uma área periférica da cidade implica em ter menos prestígio social do
que pessoas que vivem em áreas central, em não ter serviços básicos como
educação, saúde e segurança com qualidade, a inexistência de outros aspectos
como transporte coletivo e lazer, entre outras consequências.

Desse modo, após a observação de todas as metodologias dessa


temática, busca-se soluções para sanar os problemas sociológicos (segregação
social, preconceito, favelização e concentração de renda) relacionados com as
áreas periféricas da cidade de Passo Fundo, além de, obviamente, melhorar em
muito a qualidade de vida dessas populações.

Depreende-se como necessário e fundamental a cobrança de respostas


por parte dos órgãos públicos, objetivando que os investimentos nas áreas
periféricas sejam multiplicados, assegurando os serviços básicos de qualidade
e acrescendo essas áreas com aspectos secundários como praças, áreas de
lazer (esporte, natureza, entre outros), transporte coletivo, melhor
assistencialismo dos órgãos municipais, e maior prestígio social das populações
que vivem nessas áreas.

Dessa forma, será possível aprimorar a qualidade de vida das pessoas


que vivem em áreas periféricas da cidade de Passo Fundo, gerando melhorias
para o munícipio e servindo de exemplo para todo o país.

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REFERÊNCIAS

Brasil Escola, Geografia: Favelização e Segregação Urbana. Disponível em:


<https://brasilescola.uol.com.br/geografia/favelizacao-segregacao-urbana.htm>.
Acesso em: 27/04/2018.

Alunos Online, Geografia Urbana: Segregação Socioespacial. Disponível em:


<https://alunosonline.uol.com.br/geografia/segregacao-socioespacial.html>.
Acesso em 27/04/2018.

O Globo, Brasil é o 10º país mais desigual do mundo. Disponível em:


<https://oglobo.globo.com/economia/brasil-o-10-pais-mais-desigual-do-mundo-
21094828>. Acesso em 29/04/2018.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Panorama: Passo Fundo.


Disponível em <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rs/passo-fundo/panorama>.
Acesso em 29/04/2018.

Deepask, Veja o IDH Municipal do seu Munícipio: Passo Fundo. Disponível em:
<http://www.deepask.com/goes?page=passo-fundo/RS-Veja-o-IDH-Municipal---
indice-de-desenvolvimento-humano---do-seu-municipio>.
Acesso em 29/04/2018.

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