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Arq.

Cristina Trigo
Prof. Dr. João Roberto Leme Simões
Profa.Dra. Claudia Oliveira

AUT186 FAUUSP 2007


PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

• avalia as dimensões dps elementos estruturais de


maneira rápida, dentro de uma faixa de valores, para
edifícios usuais (MARGARIDO, 2001)

• é usado para a obtenção do volume e do peso dos


elementos de concreto;

• tem função indicativa para orientar o desenho das


estruturas no projeto arquitetônico;

• as dimensões obtidas por meio do pré-dimensionamento


NÃO devem ser usadas na construção dos edifícios,
essas dimensões devem ser verificadas de acordo com os
métodos e procedimentos do cálculo estrutural;
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

1 Isolada ou biapoiada
Grécia

Fotos: cedidas pelo arq. João Filgueiras - Lelé


PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

2 Isolada ou biapoiada

1 2
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

1 Isolada ou biapoiada

Galpões de serviços gerais da Univ. de Brasília (acima) / Escola em Abadiânia – GO (abaixo)

Fotos: cedidas pelo arq. João Filgueiras - Lelé


PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

1 Isolada ou biapoiada
l0 = vão teórico
h = l0/10 (concreto comum - CA) l0 = L

h = l0/15 ou l0/20 (concreto protendido - CP)


PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

2 Contínua

1 2

MMBB Arquitetos
Escola de ensino fundamental, Campinas-SP
http://www.revprojeto.com.br/arquitetura/arquitetura533.asp
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS
2 Contínua Para vigas com
90% das estruturas de concreto armado apenas dois
Com vãos da mesma ordem de grandeza tramos:
(variação < 20%) l01 = 0,9xL1
l02 = 0,9xL2
h = l0/10 CA
h = l0/15 ou l0/20 CP

L1 L2
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

2 Contínua Para vigas com


90% das estruturas de concreto armado três tramos ou
mais
h = l0/10 CA l01 = L1x0,9
h = l0/15 ou l0/20 CP l02 = L2x 0,8
l03 = L3x0,9
L1 L2 L3
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

3.1 Vigas em balanço


Residência em Brasília

/ Escola em Abadiânia – GO

Fotos: cedidas pelo arq. João Filgueiras - Lelé


PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

3.1. Vigas em balanço balanço l01 = 2xb


vão central l02 = (L-2b)x 0,8
h = l0/10 CA
h = l0/15 ou l0/20 CP

Vão econômico
b L-2b b b ˜ 0,22 L
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

3.2. Vigas em balanço balanço l01 = 2xb


vão entre apoios l02 = 0,9(L-b)
h = l0/10 CA
h = l0/15 ou l0/20 CP

Vão econômico
b ˜ 0,31 L
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

3.2 Vigas em balanço


Abrigo de ônibus -
Salvador

Fotos: cedidas pelo arq. João Filgueiras - Lelé


PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

3.2 Vigas em balanço


São Luís

Abrigo de
ônibus - Rio

Fotos: cedidas pelo arq. João Filgueiras - Lelé


PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

3.2. Vigas em balanço l0 = 2xL1


h = l0/10 CA
h = l0/12 ou l0/20 CP
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

3.2 Vigas – balanço central

Abrigo de ônibus - Salvador Abrigo de ônibus - Rio

Fotos: cedidas pelo arq. João Filgueiras - Lelé


PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

3.3. Viga balanço central l0 = 2xL


h = l0/10 CA
h = l0/15 ou l0/20 CP
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LAJE TRADICIONAL

Imagem:Foto: Cyrela
http://www.comunidadedaconstrucao.com.br/comunidade/calandra.nsf/0/4C18F03A30A9FE1503256D09006B7
021?OpenDocument&pub=T&proj=Novo
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LAJE TRADICIONAL

Foto: Alexandre Almeira


PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LAJES para l < 7m (vão econômico)

ly/lx = 2 (armadura em uma só direção)


e = espessura da laje e = lx/35 a lx/45

lx

ly ly
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LAJES para l < 7m (vão econômico)

ly/lx < 2 (armadura em duas direções) e = lx/50 a lx/70

lx

ly ly
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LAJES para l > 7m (vão não econômico)

ly/lx = 2 e = lx/25 ou
lx = 10m
fazer laje nervurada em uma direção
ly = 22m

ly/lx < 2 e = lx/25 ou


lx = 10m
fazer laje nervurada em duas direções
ly = 12m
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LAJES

2 Laje nervurada em uma direção

hN
lx = 10m

l eN ly = 22m

hN = lx/12 l = espaçamento entre nervuras

d = l/40 eN = espessura da nervura


d = espessura da mesa
eN = 5 cm
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LAJES

2 Laje nervurada em duas direções

hN

l eN

hN = lx/20

d = l/60

eN = 5 cm
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LAJE GRELHA (nervura nas duas direções)

Fôrmas plásticas
(soltas e empilhadas)

Montagem

Imagens: www.dbgraus.com.br
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LAJE GRELHA (nervura nas duas direções)

Imagem: www.dbgraus.com.br
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LAJE GRELHA (nervura nas duas direções)

Imagem: www.dbgraus.com.br
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LAJE GRELHA

Fonte: Atex
http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp214.asp - Vitruvius
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LAJE GRELHA (nervura nas duas direções)

Santini & Rocha Arquitetos


Edifício poliesportivo da PUC/RS,
Porto Alegre-RS

Imagem:
www.arcoweb.com.br/arquitetura/arquitetura
462.asp
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

3.2 Vigas especiais

Ed. PortoBrás

Foto: cedidas pelo arq. João Filgueiras - Lelé


PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

3.2 Vigas especiais

Fig.: http://www.tqs.com.br/jornal/consulta/desenvolvimento/cad_epp.htm
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

4.1. Vigas especiais


Transição

Ex. Av. Paulista / Rua Hungria


Depende de cálculo - Garagem/sub-solo de prédios
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

3.2 Vigas especiais - Viga Vierendel


Edifício Quadra Hungria,
São Paulo

Fotos:
http://www.arcoweb.com.br/te
cnologia/tecnologia66.asp
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

3.2 Vigas especiais - Viga Vierendel


Hospital Sarah Brasília

Residência em Brasília

Foto: : www.arcoweb.com.br/arquitetura/arquitetura246.asp

Foto: cedidas pelo arq. João Filgueiras - Lelé


PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

VIGAS

4.2. Vigas especiais


Viga Vierendel

Ex. Clube Pinheiros /


Av. Nações Unidas
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

4.2. Lajes especiais – exemplos

Fig. 1 Fig2

Fig. 3 Fig. 4

Figs. 1, 2 e 4 Fonte: Alemida Filho Fig. 3 Fonte: Nawy e Atex


http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp214.asp - Vitruvius
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

A melhor solução não existe e sim a solução ou


as soluções que atendem bem determinada hierarquia
de requisitos de desempenho.
A forma mais lógica (ou o caminho natural) das
forças parte das lajes, cargas gravitacionais passando
pelas vigas, depois para os pilares que “levam” a
carga até as fundações do edifício.
Portanto, o “lançamento” das vigas em primeiro
lugar é mais natural, pois as vigas definem o contorno
das lajes (via de regra) e depois são “lançados os
pilares.
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

• O pré-dimensionamento de uma estrutura de concreto armado


sempre oferece uma faixa de valores
• Para estruturas onde predomina o peso próprio (pérgolas e de
pontes de grandes vãos) pode-se usar os limites mínimos
•Vãos grandes – maiores flechas e maiores deformações
•Flechas > l/300 começam a ser percebidas a olho nu
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LOCAÇÃO DE VIGAS

1.1 Locar vigas de modo que os panos de laje resultem em


dimensões da mesma ordem de grandeza; panos muito
diferentes tendem a fazer as lajes trabalharem de forma não
convencional e requerem espessuras diferentes, dificultando o
processo construtivo ou encarecendo a obra por requerer
espessuras maiores.

Suspensão
na viga

Tração
no pilar
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LOCAÇÃO DE VIGAS

1.1 Locar vigas de modo que os panos de laje resultem em


dimensões da mesma ordem de grandeza; panos muito
diferentes tendem a fazer as lajes trabalharem de forma não
convencional e requerem espessuras diferentes, dificultando o
processo construtivo ou encarecendo a obra por requerer
espessuras maiores.

Melhor Solução

balanço
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LOCAÇÃO DE VIGAS

1.2 Sempre que possível – vigas sobre alvenarias

Se a parede estiver a menos de ¼ de


Viga mais rígida do que laje distância do bordo da laje OK!
deforma menos evita trinca Maior rigidez e o efeito de
deformação pode ser desprezado.
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LOCAÇÃO DE VIGAS

1.3 Sempre que possível – vigas sobre e sob alvenarias

Se não for possível, locar a parede a uma


Comportamento não previsto distância menor do que ¼ do bordo da laje -
região onde ela é mais rígida

Comportamento previsto – trinca Viga


na alvenaria ou na laje se a
alvenaria for suficientemente
rígida, porque há introdução de
esforços não previstos no seu
dimensionamento.

Alternativa: usar viga invertida, porém, cuidado com o concreto aparente quando exposto em coberturas.
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LOCAÇÃO DE PILARES
Grandes vãos flexibilidade!

2.1 Espaçamento econômico em edifícios altos (p/ concreto comum)


4 a 6 metros
Concreto de alto desempenho pode reduzir altura da viga

2.2 Espaçamento dos pilares dever resultar em vigas de vãos


próximos de modo a termos vigas com a mesma ordem de
grandeza.
Diferenças de até 20% são toleráveis para economia quando os
vãos são muito grandes
Pilares podem funcionar como tirantes (ver item 1.1 da locação
de vigas)
PRÉ-DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL – CONCRETO ARMADO

LOCAÇÃO DE PILARES
Grandes vãos flexibilidade!

2.4 Pilares posicionadas sem descontinuidade, da fundação à


cobertura evitar vigas de transição, senão usar Vierendel.

2.5 Pilares nos encontros de vigas, viga apoiada em viga torna-as


menos econômicas e pilares nos cantos da edificação.

2.6 Pilares devem ser locados sobre os mesmos eixos e mesma


orientação para facilitar a locação em obra.
Na análise estrutural deve ser considerada a
influência de toadas as ações que possam produzir
efeitos significativos para a segurança da estrutura

• Ação permanente: ocorrem com valores praticamente


constantes durante toda a vida útil da edificação
• Ação variável: constituídas por cargas acidentais
previstas para a vida útil da edificação ou durante a fase
de construção
• Ação excepcional: situações excepcionais de
carregamento cujos efeitos não podem ser controlados
por outros meios
• Diretas:
– Peso próprio
– Peso dos elementos/componentes construtivos e
instalações permanentes
– Empuxos permanentes (terra e outros materiais
granulosos considerados não removíveis)
• Indiretas:
– Retração do concreto
– Fluência do concreto
– Deslocamentos de apoio
– Imperfeições geométricas
– Protensão
• Diretas:
– Cargas acidentais no uso da edificação (móveis,
pessoas, impacto vertical e lateral, força de frenação
ou aceleração)
– Ação do vento
– Ação da água
– Ações variáveis durante a construção
• Indiretas:
– Variações uniformes de temperatura
– Variações não uniformes de temperatura
– Ações dinâmicas: em razão das condições a
estrutura está sujeita a choques e vibrações
• concreto simples = 24 kN/m3
• concreto armado = 25 kN/m3
• argamassa = 19 kN/m3
• alvenaria de tijolo maciço = 16 kN/m3
• alvenaria de tijolo furado = 10 kN/m3
• alvenaria de blocos de concreto = 13 kN/m3
•salas, quartos, cozinhas, banheiros =1,5 kN/m2

•escadas, corredores e terraços = 3,0 kN/m2

•restaurantes e salas de aula = 3,0 kN/m2

•auditórios = 3,0 kN/m2

•bibliotecas (estantes) = 6,0 kN/m2

•cinemas (platéia) = 4,0 kN/m2

•clubes/salões dança/salões esporte=5,0 kN/m2


• Os concretos utilizados no Brasil, de massa específica
normal das classes do grupo I indicadas na NBR 8953
são: C10, C15, C20, C25, C30, C35, C40, C45 e C50.
Os números indicadores da classe representam a
resistência à compressão característica (fck)
especificada para a idade de 28 dias, em MPa.
• O valor mínimo da resistência à compressão deverá
ser de 20 MPa para concretos apenas com armadura
passiva (concreto armado) e 25 MPa para concretos
com armadura ativa (concreto protendido). O valor
de 15 MPa poderá ser usado apenas em fundações,
conforme NBR 6122, e em obras provisórias.
• fc: resistência à compressão do concreto
• fcd: resistência de cálculo à compressão do
concreto
• fcj: resistência à compressão do concreto aos j
dias de idade
• fck: resistência característica à compressão do
concreto (geralmente aos 28 dias de idade)
• fcm: resistência média à compressão do concreto
fcd = fck/ c ( c geralmente = 1,4)_
Elevação

Planta Medidas em m
Sem escala
Dados: fcd= 20MPa
Peso próprio (ações permanentes) = 7,5kN/m2
Sobrecarga (ações variáveis) = 2,5kN/m2
Carregamento pavimento tipo: 10kN/m2
Carregamento cobertura (50% do tipo): 5kN/m2
Área de influência do pilar: 4 x 4 = 16m2
cargas tipo: 16m2 x 10kN/m2 = 160kN x 10 = 1600kN
cargas cobertura: 16m2 x 5kN/m2 = 80kN x 1 = 80kN
= P/A, sendo que = fcd
A = P/fcd = 1680/20000 = 0,084m2 = 840cm2
Dimensões do pilar: 20x42cm ou 30x28cm ou ~32,7cm
Dimensões mínimas de elementos estruturais em
concreto armado recomendadas pela NBR6118/04
Elemento Dimensão mín. Coeficiente adicional ( n)**
pilar ou 19 cm 1,00
pilar parede 18 cm 1,05
17 cm 1,10
16 cm 1,15
15 cm 1,20
14 cm 1,25
13 cm 1,30
12 cm 1,35
** Multiplicar as ações do dimensionamento pelo n
Em qualquer caso a seção mínima do pilar deverá ser de 360cm2
Dimensões mínimas de elementos estruturais em
concreto armado recomendadas pela NBR6118/04
Elemento Dimensão
mínima
viga 12 cm
viga parede 15 cm
Laje maciça cobertura (não em balanço) 5 cm
piso ou cobertura em balanço 7 cm
piso para veículos P=30kN 10 cm
piso para veículos P>30kN 12 cm
laje cogumelo 14 cm
laje lisa 16 cm
Dimensões mínimas de elementos estruturais em
concreto armado recomendadas pela NBR6118/04
Elemento Dimensão
mínima
Laje d quando não há tubulação =1/15 x l
nervurada embutida (mínimo 3 cm)
d com tubulação embutida 7 cm
de = 12,5 mm
eN 5 cm

d = espessura da mesa

l = espaçamento entre nervuras


eN = espessura da nervura
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT Projeto de
estruturas de concreto – Procedimento. NBR6118. Rio de
Janeiro: ABNT, 2004
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT Cargas para o
cálculo de estruturas de edificações. NBR6120. Rio de Janeiro:
ABNT, 1980
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT Concreto para
fins estruturais – classificação por grupos de resistência.
NBR8953. Rio de Janeiro: ABNT, 1992
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT Projeto e
execução de fundações. NBR6122. Rio de Janeiro: ABNT, 1996
MARGARIDO, A. F. Fundamentos de estruturas: um programa para
arquitetos e engenheiros que se iniciam no estudo das
estruturas. São Paulo: Zigurate Editora, 2001, 334p.
REBELLO, Y. C. P. A concepção estrutural e a aquitetura. São
Paulo: Zigurate Editora. 2000, 272p.
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