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01) Vantagens e desvantagens da localização das sondas

LOCALIZAÇÃO GÁSTRICA - NASOGÁSTRICA

VANTAGENS DESVANTAGENS

Maior tolerância a fórmulas variadas


Alto risco de aspiração
Melhor aceitação das fórmulas hiperosmóticas

Progressão mais rápida para alcançar o valor


calórico total ideal
Saída acidental da sonda nasoenteral devido
Introdução de grandes volumes a tosse, náuseas ou vômitos.
em menores tempos

Fácil posicionamento da sonda

LOCALIZAÇÃO DUODENAL OU JEJUNAL - NASOENTÉRICA

VANTAGENS DESVANTAGENS

Risco de aspiração em pacientes que têm


Menor risco de aspiração
mobilidade alterada ou alimentação à noite

Desalojamento acidental, podendo causar


Maior dificuldade de saída acidental da sonda
refluxo gástrico

Permite nutrição enteral quando a alimentação Requer dietas normosmolares ou


gástrica é inconveniente ou inoportuna hiposmolares

Sondas: São recomendadas por 3 a 4 semanas. A posição da sonda pode ser gástrica
(Nasogástrica), duodenal e jejunal (Nasoentérica). A posição duodenal é indicada se
houver gastroparesia (esvaziamento gástrico retardado) ou risco aumentado de
broncoaspiração.

Indicações para sonda nasoentérica: Administração de medicamentos, Alimentação, Problemas


gastrintestinais com a dieta alimentar normal, Presença
de neoplasias (tumores) de boca, Presença de
neoplasias (tumores) de garganta, Terapias para o
câncer (neoplasias), Cuidados na convalescença,
Condições hipermetabólicas, Paralisia orofaríngea /
esofagiana e Cirurgia maxilofacial ou cervical
02) Atribuições do Nutricionista na TNE (Terapia Nutricional Enteral)

 Avaliar o paciente, identificando risco ou deficiência nutricional.


 Elaborar e adequar a prescrição dietética com base na prescrição médica.
 Formular a NE estabelecendo sua composição qualitativa e quantitativa, fracionamento e
forma de apresentação.
 Acompanhar a evolução nutricional do paciente em TNE.
 Garantir o registro da evolução nutricional do paciente.
 Orientar o paciente, a família ou o cuidador quanto à preparação e à utilização da NE após
alta hospitalar.
 Assegurar a manutenção das características organolépticas e a garantia bromato e
microbiológica das boas práticas em manipulação.
 Selecionar, adquirir, armazenar e distribuir os insumos necessários ao preparo da NE.
 Qualificar fornecedores e assegurar entrega dos insumos e da NE industrializada
acompanhada do certificado de análise emitido pelo fabricante.
 Assegurar rótulos da NE com informações claras e precisas.
 Assegurar a correta amostragem da NE para análise microbiológica.
 Atender aos requisitos técnicos na manipulação da NE.
 Participar de estudos p/ desenvolvimento de formulações de NE.
 Organizar e operacionalizar as áreas e atividades de preparação.
 Participar, promover e registrar atividades de treinamento operacional e de educação
continuada.
 Supervisionar o registro da data e hora da manipulação, nome completo e registro dos
pacientes, n° sequencial da manipulação, n° de doses manipuladas por prescrição,
identificação de médico e manipulador, prazo de validade da NE.
 Desenvolver/atualizar diretrizes/procedimentos de preparo da NE.
 Supervisionar/promover auto-inspeção nas rotinas de preparação da NE.

03) Classificação das complicações da TNE (Terapia Nutricional Enteral)

a) Gastrintestinais: Náuseas, Vômitos, Estase gástrica, Distensão abdominal, cólicas


empachamento, flatulência, Diarréia/Obstipação.

b) Metabólicas: Hiperidratação/Desidratação, Hiperglicemia/Hipoglicemia, Anormalidades de


eletrólitos, Alterações da função hepática.

c) Mecânicas: Erosão nasal e necrose, Abscesso septonasal, Sinusite aguda, rouquidão, otite,
Faringite, Esofagite, ulceração esofágica, estenose, Fístula traqueoesofágica,
Ruptura de varizes esofágicas, Obstrução da sonda, Saída ou migração acidental
da sonda.

d) Infecciosas: Gastroenterites por contaminação microbiana no preparo, nos utensílios e na


administração da fórmula.

e) Respiratórias: Aspiração pulmonar com síndrome de Mendelson (pneumonia química) ou


pneumonia infecciosa.

f) Psicológicas: Ansiedade, Depressão, Falta de estímulo ao paladar, Monotonia alimentar,


Insociabilidade, Inatividade
04) Possíveis causas de diarréia da nutrição enteral

DIARRÉIA

CAUSAS PREVENÇÃO

Administração rápida Controle do gotejamento

Medicamento Avaliar a necessidade

Osmolaridade Substituição da dieta ou controle do gotejamento

Falta de fibras na dieta Uso de mix de fibras (solúveis)


Controle da manipulação ou uso de sistema
Contaminação
fechado
Hipoalbuminemia Recuperação do estado nutricional

Intolerância à lactose Fórmulas iso-osmolares sem lactose

a) Diarréia por contaminação microbiana


Prevenida a partir de adoção de técnicas higiênicas adequadas durante o preparo, a conservação e
a administração da dieta enteral. Troca de bolsas/frascos/equipos a cada 12-24h.

b) Diarréia por sobrecarga osmolar


A administração de uma solução hiperosmolar na luz intestinal pode provocar diarréia osmótica.
Para nivelar a osmolaridade da solução de nutrientes no lúmen intestinal, os capilares das
vilosidades cedem água por difusão. Recomenda-se administrar a dieta lentamente (gotejamento).
Em casos severos: diluir a solução, tornando-a mais iso-osmolar em relação ao plasma.

c) Diarréia por intolerância à lactose


pode ser deficiência primária ou consequência transitória da enfermidade. A lactose não digerida
cria uma sobrecarga hiperosmolar na luz intestinal, que precipita a síndrome do esvaziamento
rápido. Usar formulas iso-osmolares isentas de lactose.

d) Diarreia por hipoalbuminemia


A albumina sérica é importante na manutenção da pressão osmótica coloidal, aumentando a
capacidade de absorção dos capilares das vilosidades intestinais. A administração de albumina via
parenteral pode corrigir esse problema, bem como a utilização de soluções enterais iso-osmolares.

e)Diarréia por farmacoterapia


não sendo possível suprimir ou substituir os medicamentos prescritos, deve-se prescrever soluções
iso-osmolares, fracionar o volume e/ou estabelecer o gotejamento lento, preferivelmente contínuo
por bomba de infusão. Quando possível, condutas antidiarréicas.
06) Classificação das dietas quanto a complexidade dos nutrientes

a) Dietas Poliméricas
É o mais próximo de uma alimentação normal onde os macronutrientes estão mais íntegros
(maltodextrina, triglicerídeos de cadeia longa e media, e especialmente as proteínas na sua forma
intacta - polipeptídeos), apresentam ou não a lactose. Consegue-se combinar mais a distribuição
dos macronutrientes, normalmente tem a presença de fibras, ela poder ser hiperprotéica ou
normoprotéica, da mesma forma com as calorias em hipercalórica ou normocalórica. Uma boa
característica dela é possuir uma baixa osmolaridade, possuindo um menor risco de auxilia a
atração de liquido para dentro do lúmen do intestino onde manifestaria diarréia. Possuem um
menor custo em relação as outras.

b) Dietas Oligoméricas ou semi-elementares


É uma dieta que contém seus nutrientes parcialmente hidrolisados (maltodextrina, triglicerídeos de
cadeia média, e especialmente as proteínas na sua forma parcialmente hidrolisada -
oligopeptídeos) através de uma digestão química mediada por enzimas. Possui uma osmolaridade
um pouco mais alta, pois os nutrientes estão melhor disponíveis obtendo uma capacidade de maior
atração de água, contudo uma absorção intestinal alta. Suplementação de aminoácidos cristalinos.
Seu custo é também é maior, no entanto elas são muito necessárias quando é preciso manter um
repouso intestinal maior, pode-se utilizar o transito intestinal, mas não deve manter a formação de
resíduo.

c) Dietas Monoméricas ou elementares


É uma dieta que contém seus nutrientes hidrolisados, especialmente as proteínas na sua forma
mais simples, aminoácidos livres. São hiperosmolares e isentas de resíduos. Possui um alto custo.

d) Dietas Especiais
Formulações específicas para atender as necessidades nutricionais diferenciadas de acordo com a
doença de base.

e) Módulos Alimentares
predominância de um dos nutrientes.

05) Indicações e contra-indicações para terapia enteral e parenteral


 Trato digestório → total ou parcialmente funcionante
 Pacientes que não satisfazem suas necessidades nutricionais com a alimentação
convencional.
 Situações clínicas onde existe impossibilidade ou contra-indicação de alimentação Via Oral.
 Situações clinicas onde a capacidade digestiva e absortiva estão reduzidas → usar NE com
cautela → avaliar o paciente / seleção da fórmula enteral / escolha do melhor método de
administração.
 Paciente não quer, não pode ou não deve se alimentar Via Oral.
 Desnutrido incapaz de se alimentar Via Oral → período > 5-7 dias
 Eutrófico incapaz de se alimentar Via Oral → período > 7-9 dias
 Fase de adaptação da síndrome do intestino curto.
 Após trauma ou queimaduras
01. Necessidade energética estimada pela equação de Harris Benedict (1919)

Sexo Fórmula otimizada na prática clínica Kcal/dia

Mulher TMB = 655,1 + [9,56 x Peso (Kg)] + [1,85 x Altura (cm)] – [4,68 x Idade (anos)]

Homem TMB = 66,47 + [13,75 x Peso (Kg)] + [5,00 x Altura (cm)] – [6,76 x Idade (anos)]

Equação para estimar Gasto Energético Total

GET = TMB x Fator Atividade x Fator Injúria x Fator Térmico

Fator
Condição de atividade do paciente hospitalizado
Atividade

Acamado 1,20

Acamado + Movimento 1,25

Ambulante 1,30

Fator
Temperatura Corporal
Térmico

38 °C 1,1

39 °C 1,2

40 °C 1,3

41 °C 1,4

População Necessidade hídrica


Jovem 40 ml Kg/dia
Adulto 35 ml Kg/dia
Idoso (55 - 75 anos) 30 ml Kg/dia
Idoso (> 75 anos) 25 ml Kg/dia
Categorização das fórmulas enterais segundo sua densidade calórica Quantidade H2O
(DD) (%)
Padrão 0,9 - 1,2 Normocalórica 80 - 86

Alta 1,3 - 1,5 Hipercalórica 76 - 78

Acentuadamente
Muito alta > 1,5 69 - 71
Hipercalórica

Fator
Condição clínica
Injúria
Paciente não complicado 1,00
Pós-operatório 1,10
Fratura 1,20
Sepse 1,10 - 1,80
Peritonite (inflamação da membrana abdominal) 1,20 - 1,50
Multitrauma (reabilitação) 1,50
Multitrauma + Sepse 1,60
Queimadura até 20% 1,00 - 1,50
Queimadura 30-50% 1,70
Queimadura 50-70% 1,80
Queimadura 70-90% 2,0
Câncer 1,10 - 1,45
Jejum ou inanição 0,85 - 1,00
Pequena cirurgia 1,20
Cirurgia coletiva 1,00 - 1,10
Pequeno trauma de tecido 1,14 - 1,37
Fraturas Múltiplas 1,20 - 1,35
PO Cirurgia geral 1,00 - 1,50
PO Cirurgia cardíaca 1,20 - 1,50
Infecção grave 1,30 - 1,35
Insuficiência renal aguda 1,30
Insuficiência cardíaca 1,30 - 1,50
Insuficiência hepática 1,30 - 1,55
Desnutrição grave 1,50
Doença cardiopulmonar 0,80 - 1,00
Doença cardiopulmonar com cirurgia 1,30 - 1,55
Transplante de fígado 1,20 - 1,50