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Universidade Federal de Uberlândia

Disciplina: Introdução à Economia

Questão 2.

O Paradoxo do diamante e a água, considera que, apesar da água ter extrema


utilidade e ser essencial para a manutenção da vida dos seres humanos, não é dada tal
importância a ela, e esta é vendida por um preço barato, porém,o diamante, que pelo
contrário, não é essencial para vida, que tem como objetivo servir como uma joia, por
exemplo, é vendido por um preço muitíssimo alto. Adam Smith então verifica que a
água como mercadoria, apresenta um valor de uso e um baixo valor de troca, e o
diamante, apresenta o inverso, possui um valor de uso baixo e um elevado valor de troca
no mercado. Isto fez com que Smith pudesse concluir que o valor das mercadorias era
definido por quanto maior a quantidade de trabalho necessária para produzir uma
mercadoria, no qual se é modifica sua natureza, maior seria seu valor no mercado (ex.:
diamante), e quanto menor a quantidade de trabalho necessário para se obter um
produto, menor também seu valor (ex.: água)

David Ricardo, retoma a questão de quantidade de trabalho e a sua relação com


o valor do trabalho dada por Smith, criticando sua posição e também afirmando que a
determinação do valor das mercadorias é dada pela quantidade de trabalho que elas
contêm, ou seja, determinado pela quantidade de trabalho necessário à sua produção,não
dependia da abundância, mas sim do maior ou menor grau de dificuldade na sua
produção. Segundo David Ricardo “O valor de uma mercadoria, ou a quantidade de
qualquer outra pela qual pode ser trocada, depende da quantidade relativa de trabalho
necessário para sua produção, e não da maior ou menor remuneração que é paga por
esse trabalho”. É neste problema da grandeza do valor presente nas mercadorias que
Ricardo se destaca em relação a Smith.

Questão 3.
Algo que pode ser útil e advindo do trabalho humano é o produto, no qual
representa apenas um esforço dirigido para que ocorra o sustento da comunidade, como
exemplo do trigo produzido pelos camponeses na Idade Média que era entregue como
tributo para o senhor feudal. Ao se destinar à venda através da troca, ou seja, quando
ocorre um processo de produção com intenção de fabricar o produto começa a ser
chamado de mercadoria, e esta nos aparece sob um duplo aspecto: valor de uso e valor.

Quando a mercadoria tem certa utilidade, quando responde a algumas


necessidades humanas que se realiza no uso ou no consumo humano, podendo ser ela
até mesmo necessidade não física ou para propósitos vis, faz dela um valor de uso. O
exame dos valores de uso pressupõe, segundo Marx, sempre sua determinação
quantitativa e qualitativa, como dúzia de relógios, uma vara de linho, tonelada de ferro.
O valor de uso é produzido pelo trabalho concreto, ou seja, do trabalho que depende da
habilidade humana, sendo assim, o trabalho concreto produz valores de uso específicos,
tais como: roupas, alimentos, entre outros.

Para Marx, todas as mercadorias tem um valor, do qual o valor de troca é


simplesmente o seu reflexo, ou seja, o aspecto quantitativo, a capacidade que cada
mercadoria possui para ser trocada por outra mercadoria, produzido pelo processo
chamado de trabalho humano abstrato, o qual corresponde certo dispêndio de energia
humana que, de acordo com Marx, se objetiva na mercadoria e cria o seu valor. Já o
caráter qualitativo do valor é a substância de valor, que está no trabalho humano, no
qual consiste na quantidade de tempo que o trabalhador gasta para produzir a
mercadoria, o tempo de trabalho socialmente necessário, isto é, o tempo de trabalho
requerido para produzir um valor de uso qualquer, nas condições dadas de produção
socialmente normais, e com o grau social médio de habilidade e de intensidade de
trabalho, responsável pela criação do valor, como Marx explica “tempo de trabalho
socialmente necessário é o tempo de trabalho requerido para produzir-se um valor de
uso qualquer, nas condições de produção socialmente normais, existentes, e com o grau
social médio de destreza e intensidade do trabalho”