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XIX Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica

Geotecnia e Desenvolvimento Urbano


COBRAMSEG 2018 – 28 de Agosto a 01 de Setembro, Salvador, Bahia, Brasil
©ABMS, 2018

Avaliação da utilização de fundações superficiais em solo não


saturado com base em provas de cargas inundadas e não
inundadas.
Cíntia Lopes de Castro
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, Fortaleza, Brasil,
cintia.civil@gmail.com

Alfran Sampaio Moura


Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, Brasil, alfransampaio@ufc.br

RESUMO: O presente trabalho trata de uma avaliação da viabilidade da utilização de fundações


superficiais do tipo radier de um edifício residencial a partir de resultados de provas de carga inundadas e
não inundadas. A metodologia adotada consiste na coleta dos dados de ensaios de placa (inundado e não
inundado) e em sondagens à percussão (SPT), obtidos em uma empresa local. De posse dos dados,
considerou-se a possibilidade de fundação em radier, rígido ou flexível, realizou-se estimativas de tensões
admissíveis e dos recalques por métodos consagrados na literatura. Além disso, avaliou-se a ocorrência de
colapso utilizando os resultados das provas de carga. Em seguida, analisou-se o comportamento do solo na
condição de saturação e verificou-se os requisitos de segurança quanto a ruptura e deformações. Ao final,
observou-se a redução da rigidez e o comportamento colapsivel do solo, constatando a inviabilidade da
adoção de radier para o tipo de obra em questão.

PALAVRAS-CHAVE: Fundação, Prova de carga, Tensão admissível, Recalque, Solo colapsível.

1 INTRODUÇÃO recalques ocasionados pela ação desta carga. De


acordo com Niyama et al. (1996), a realização
A garantia da adequada avaliação do de prova de carga apresenta uma grande
comportamento do solo no qual é assente as vantagem por repercutir o complexo
fundações de uma edificação é indispensável comportamento do conjunto solo-fundação, em
para o melhor desempenho da obra. Assim, a razão do grande número de parâmetros
consideração de um solo não saturado, quando envolvidos.
for o caso, fornecerá melhores subsídios para Nesse contexto, este trabalho se propõe a
uma escolha do tipo de fundação mais realizar um estudo com base em ensaios de
apropriada e, consequentemente, melhor será a placa, realizados com inundação e sem
relação entre segurança e economia. inundação, a fim de verificar a influência da
Por razão da diversidade de solos existentes, variação da umidade no comportamento da
por exemplo, solos colapsíveis e expansíveis, é camada suporte de uma fundação superficial e
necessário ter um cuidado a mais com as sua viabilidade de utilização.
fundações das edificações, pois é sabido que a
presença da água nestes solos causa 2 METODOLOGIA
comportamento não desejado.
A prova de carga é uma alternativa bastante 2.1 Dados coletados
apropriada para avaliar o comportamento do
solo de fundação, uma vez que baseia-se na A coleta de dados foi realizada em uma empresa
aplicação de cargas e a respectiva medição dos atuante na área de ensaios geotécnicos. Foram
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coletados resultados de dois ensaios de prova de


carga direta (inundado e não inundado) e 13
ensaios de sondagens à percussão (SPT).

2.1.1 Sondagens à percussão

Os procedimentos das sondagens à percussão


seguiu as orientações da NBR 6484 (ABNT,
2001). A Figura 1 ilustra a execução de uma das
sondagens à percussão realizadas.

Figura 2. Índices de resistência à penetração das


sondagens SPT1, SPT2 e SPT3.

Através da Figura 2 observa-se, em função do


NSPT, que o solo estudado é bastante
Figura 1 - Execução da sondagem a percussão no local de homogêneo.
estudo.
2.1.2 Provas de carga em placa
Os índices de resistências (NSPT) foram
utilizadas para fazer as correlações dos O ensaio de placa é descrito na NBR 6489 –
parâmetros do solo (ângulo de atrito, coesão e Prova de carga direta sobre terreno de fundação.
peso especifico), utilizando-se o NSPT médio Os recalques foram considerados como a média
característico do solo. Para a escolha dos perfis dos valores lidos em quatro extensômetros,
das sondagens considerou-se aqueles que sensíveis a 0,01mm, colocados em uma placa
estavam mais próximos dos locais que foram metálica de 80 cm de diâmetro, como ilustra a
realizadas as provas de cargas, a fim de obter Figura 3.
uma maior representatividade.
As sondagens atingiram a profundidade de
8m, quando se chegou ao impenetrável. O nível
do lençol freático foi verificado entre 4m a
4,7m de profundidade. Os índices de
resistências (NSPT) obtidos ao longo do perfil de
solo estudado variaram de 3 a 8 golpes, com
valor médio em torno de 4 golpes, nos
primeiros 7m. Após essa profundidade, há uma
elevação no índice de resistência, atingindo até
49 golpes. A Figura 2 mostra os perfis de
resistência obtidos nas sondagens SPT1 a SPT3.

Figura 3 - Detalhe da placa metálica utilizada nos ensaios.

O ensaio foi paralisado, conforme indicações da


norma (ABNT, 2001), quando observou-se
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recalques superiores a 25mm. A curva pressão- A saturação ocorreu durante todo ensaio. Na
recalque para o solo na condição natural é Figura 7 é apresentada a curva pressão-recalque
apresentada na Figura 6. para prova de carga inundada.
A segunda prova de carga foi executada em
condição saturada, com a placa assente na
profundidade de 0,80m em relação ao nível de
referência (RN). Na prova de carga inundada,
foi realizada a inundação pela execução de 10
estacas de 3 metros de comprimento em torno
do eixo da placa, preenchidas com areia grossa.
Além disso, através de uma mangueira foi
mantida água circulando ao redor da placa. Na
Figura 4 e 5 ilustra a execução esquemática do
processo de inundação realizada.

Figura 6 - Curva pressão-recalque do ensaio de placa não


saturada.

Figura 4 - Execução esquemática do processo de


inundação.

Figura 7 - Curva pressão-recalque da prova de carga


inundada.

2.1.3 Caracterização geométrica dos radiers


considerados

Inicialmente, considerou-se a fundação como


radier rígido. Para o mencionado radier rígido,
procedeu-se uma alteração do formato do
mesmo, considerando um formato retangular,
com comprimento (L) 60,2m e largura (B)
11,8m, como representado na Figura 8.
Figura 5 – Estacas em torno do eixo da placa, preenchidas
com areia grossa.
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3.1.1 Radier rígido


A seguir, serão apresentados as previsões para
tensão admissível considerando radier rígido, a
Figura 8 - Representação esquemática do radier rígido partir de três métodos: Método teórico de
considerado. Terzaghi, o método semiempírico de Meyerhof
e o método prático, sendo este último utilizado
Considerando a fundação como radier em estudos preliminares da capacidade de carga
flexível, para fins de cálculo, subdividiu-se o da fundação assentes em areias, válida para
radier em áreas menores, baseando-se na intervalo 5 ≤ NSPT < 20, através da equação 1:
disposição das cargas da estrutura, de forma a
estabelecer áreas de influências das cargas. (1)
Como a estrutura do empreendimento
apresenta dois eixos de simetria, a divisão para A Figura 10 apresenta a comparação das
consideração de radier flexível apresentou 3 estimativas realizadas das tensões admissíveis
tipos diferentes de áreas de influência, considerando-se os três métodos utilizados.
formando sapatas, como é ilustrado na Figura 9
e as respectivas dimensões são apresentadas na
Tabela 1.

Figura 9 - Representação esquemática do radier flexível


considerado.

Tabela 1 - Dimensões das áreas de influência


Dimensões Área 01 Área 02 Área 03
L (m) 8,9 10,3 10,8
B (m) 5,9 5,9 5,9

Figura 10 - Comparação das estimativas de tensões


3 APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS admissíveis para radier rígido.
RESULTADOS
Conforme a Figura 10, verifica-se que o
3.1 Previsões da tensão admissível método teórico de Terzaghi apresentou o maior
valor para a tensão admissível, 245kPa, sendo a
As previsões da tensão admissível serão diferença de mais de 100kPa para o método
divididas em dois casos: radier rígido e flexível. semi-empírico de Meyerhof. O método prático
As tensões admissíveis estimadas pelos mostrou a menor tensão admissível estimada,
métodos utilizados neste trabalho apresentaram 80kPa.
valores maiores que a tensão de projeto aplicada
(48,8kPa) na estrutura, tanto para o radier rígido 3.1.2 Radier flexível
quanto para o flexível. Assim, apresentam
segurança adequada com relação a ruptura do Admitindo radier flexível estimou-se as tensões
solo de fundações. admissíveis, procedeu-se de maneira análoga ao
caso anterior, alterando apenas as dimensões B
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e L, que correspondem as dimensões das áreas De acordo com a Figura 12, verifica-se que a
de influência apresentadas na Tabela 1. extrapolação da curva pressão-recalque
Na Figura 11 mostra-se os resultados das apresentou o maior valor, enquanto que o
estimativas das tensões admissíveis para as três método de Burland e Burbidge indicou a menor
áreas de influência, encontradas pelos métodos estimativa de recalque para o radier rígido.
já mencionados.
3.2.2 Radier flexível

Conforme relatado anteriormente, as previsões


dos recalques considerando radier flexível,
também foi realizada com a divisão da fundação
em 12 áreas de influência. Entretanto, devido a
simetria resultaram em 3 áreas diferentes.
A Figura 13 apresenta a comparação das
estimativas realizadas dos recalques
considerando o radier flexível. Vale observar
Figura 11 - Valores estimados para tensão admissível que, após o cálculo dos recalques de cada área
considerando radier flexível. de influência, adotou-se o recalque médio.

3.2 Previsões de recalques

3.2.1 Radier rígido

Os recalques foram calculados através de 3


métodos: Burland e Burbidge (1985), Schultze e
Sherif (1973) e Décourt (1992). Para todos os
métodos utilizados, estimou-se a tensão
aplicada de trabalho de 48,8kPa.
A Figura 12 apresenta a comparação das
estimativas realizadas dos recalques pelos três Figura 13 - Comparação das estimativas de recalques
métodos mencionados. Considerando o radier considerando radier flexível.
rígido e tomando como referência o recalque
determinado a partir da extrapolação da prova No caso do radier flexível, os recalques pelo
de carga direta realizada com o solo na método de Schultze e Sherif apresentaram os
condição saturada e para a tensão de projeto. maiores valores. Verificou-se que os recalques
pelos métodos de Shiltze e Sherif e Décourt não
variaram significativamente entre si. Já o
método de Burland e Burbidge proporcionou as
menores estimativas dos recalques.
Os recalques encontrados a partir das
estimativas realizadas e na extrapolação da
curva pressão recalque são considerados
excessivos, uma vez que admite-se um valor
aceitável de aproximadamente 25mm.

3.3 Previsões de colapso


Figura 12 - Comparação das estimativas de recalques
considerando radier rígido. As deformações por colapso foram verificadas a
partir do resultado da prova de carga inundadas
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(Figura 7). A Figura 14 indica a variação de


recalque apresentada na prova de carga em
decorrência da inundação do solo na tensão de
projeto de 48,8kPa.

Figura 15 - Comparação das curvas pressão-recalque dos


ensaios realizados.

Figura 14 - Variação de recalque apresentada na prova de Na Figura 15, nota-se que para a tensão de
carga inundada. projeto de 48,8kPa tem-se um recalque de
0,97mm na prova de carga não inundada,
Observa-se que a variação do recalque para enquanto que na condição inundada para o
uma carga de 48,8kPa é 7,59mm. Considerando mesmo valor de pressão foi constatado um
a profundidade do bulbo de pressões na placa de recalque 12,71mm logo depois da aplicação da
0,8m de diâmetro utilizada no ensaio em 1,6m. carga e 20,3mm depois do recalque
Estimou-se a deformação do solo em 0,47 %. estabilizado.
De posse do valor da deformação do solo, Verifica-se uma mudança de comportamento
determinou-se o recalque da obra considerando do solo na condição inundada e a perda de
o solo homogêneo e ao longo da profundidade rigidez do solo na presença de água. Além
do bulbo de pressões do radier rígido até o disso, a curva carga x recalque na condição
impenetrável, ou seja, 8m. saturada apresenta degrau característico do
Dessa forma, estima-se o recalque por colapso colapso.
pelo produto da deformação do solo e a A deformação por colapso é elevada,
espessura bulbo de pressões, obtendo 37,6mm. aproximadamente 38mm. Além do mais, a
Vale ressaltar que esse recalque deve ser soma do recalque apresentado para a fundação e
adicionado ao calculado no item 3.2.1. as deformações por colapso ocasionadas pela
Na consideração de radier flexível, tem-se que inundação do solo apresentam valor
o recalque é calculado considerando as larguras significativo, com relação ao valor que
das áreas de influência apresentadas na tabela 1. considera-se aceitável para a obra, que nesse
No entanto, os bulbos de pressões para radier caso admite-se 25mm.
flexível, também ultrapassaram o impenetrável, Dessa forma, não seria adequado a adoção de
com isso, adotou-se para radier flexível a fundação em radier para a obra em questão,
profundidade do bulbo de pressões equivalente devido aos valores elevados estimados para a
a 8m, também resultando em 37,6m. obra e, principalmente, na condição de
Com o objetivo de comparar o inundação do solo.
comportamento do solo na prova de carga na
condição natural e saturada, a Figura 15 4 CONCLUSÃO
apresenta as curvas pressão-recalque resultantes
dos dois ensaios. Com base nas análises dos dados obtidos foram
feitas as considerações apresentadas a seguir.
Conforme já sinalizado pela literatura, foi
observado que alguns tipos de solo sofrem
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alteração de rigidez quando submetidos a ação


da água, ou seja, diminuem sua capacidade de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS
TÉCNICAS. NBR 6122:2010 Projeto e execução de
carga. fundações. Rio de Janeiro, 2010.
No estudo de caso deste trabalho, verifica-se a
importância de se considerar a saturação do solo ______.NBR 6489: Prova de carga direta sobre
para a definição do tipo de fundação a ser terreno de fundação. Rio de Janeiro, 2001.
utilizada. Uma vez que se a condição saturada
______.NBR 6484: Execução de sondagens de simples
não fosse considerada nas verificações dos reconhecimento dos solos. Rio de Janeiro, 1980.
requisitos da escolha da fundação do edifício,
poderia ocorrer recalques excessivos, causando ______.NBR 7250: Identificação e descrição de
danos a estrutura. amostras de solo obtidas em sondagem de simples
A interpretação da prova de carga com reconhecimento dos solos. Rio de Janeiro,1992.
inundação foi de fundamental importância na BARATA, F.E. (1984). Propriedades mecânicas dos
análise dos resultados, visto que nesse ensaio solos: uma introdução ao projeto de fundações. Rio de
apresentam-se as condições mais críticas, já que Janeiro: Livros Técnicos e Científicos S.A.
resultaram em recalques significativos para a
tensão de projeto. CAMAPUM DE CARVALHO, J. et al. Solos não
saturados no contexto geotécnico. p. 759, 2015.
As estimativas realizadas para tensões
admissíveis mostraram valores aceitáveis para o CARVALHO, D.; SOUZA, A. (1990). Análise do efeito
solo em condição natural e saturada. No do umedecimento do solo em fundações rasas e profundas
entanto, para os recalques ocorreu um em solos porosos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE
acréscimo de deformação devido a inundação GEOLOGIA DE ENGENHARIA, 6 / CONGRESSO
BRASILEIRO DE MECÂNICA DOS SOLOS E
do solo, ocasionado pela deformação por ENGENHARIA DE FUNDAÇÕES, 9., 1990, Salvador.
colapso. Anais... São Paulo: ABGE/ABMS. v.2, p.109 -114.
A prova de carga inundada mostrou ainda a
mudança do comportamento do solo com a CINTRA, J. C. A.. Fundações em solos colapsíveis. São
redução da sua rigidez. Dessa forma, constata- Carlos: Serviço Gráfico da EESC/USP, 1998. 116. p.
se o quanto a variação da saturação pode CINTRA, J. C. A; AOKI, N; ALBIERO, J. H. Tensão
influenciar no comportamento do solo admissível em fundações diretas. São
investigado e, consequentemente, no Carlos: RiMa, 2003. 135. p.
desempenho das fundações. Por fim, observa-se
a inviabilidade técnica da adoção de fundação COSTA, Y. D. J. Estudo Do Comportamento De Solo
Não Saturado Através De Provas De Carga Em Placa. p.
superficial em radier para a obra seria 138, 1999.
construída.
DAS, Braja M. Fundamentos de engenharia
geotécnica. São Paulo: Thomson Learning, 2007.
AGRADECIMENTOS
NIYAMA, S. AOKI, N. CHAMECKI, P. R. Verificação
de desempenho. In: Fundações: Teoria e Prática. Ed.
A primeira autora deste artigo agradece a PINI Ltda. São Paulo, 1996. p. 723- 751.
empresa “Rocha Brasil Engenharia LTDA” por
disponibilizar os ensaios e ao professor Alfran PINTO, C. de S. Curso Básico de Mecânica dos Solos.
Sampaio pela orientação e apoio. 3ª edição. São Paulo: Oficina de
Textos, 2006. 355 p.

REFERÊNCIAS ROCHA, Anderson Clay e CAMAPUM DE


CARVALHO, José (1989): Estudo da colapsividade de
AGNELLI, N. (1992). Estudo da colapsividade do solo solos - Revisão Bibliográfica - Universidade de Brasília -
de Bauru através de provas de carga diretas. São Carlos. Enc. I.C.G. 001, 24 p.
172p. Dissertação (Mestrado) – Escola de Engenharia de
São Carlos. Universidade de São Paulo.
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TEIXEIRA, A, H.; GODOY, N. S. (1996). Análise,


projeto e execução de fundações rasas. In: HACHICH
et al. (eds.). Fundações: teoria e prática. São Paulo, PINI.
Cap. 7, p. 227 - 264.

TERZAGHI, K. Theorical soil mechanics. New York:


John Wiley & Sons, 1943.

TERZAGHI, K.; PECK, R. B. Mecânica dos solos na


prática da engenharia. Rio de
Janeiro: Livro Técnico, 1962.

SCHNAID, F. Ensaios de campo e suas aplicações à


engenharia de fundações. São Paulo: Ed. Oficina de
Textos; 2000.

VELLOSO, Dirceu A.; LOPES, Francisco de Rezende.


Fundações: critérios de projeto, investigação do subsolo
e fundações superficiais. São Paulo: Oficina de Textos,
2011.