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Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)

Aquíferos Sedimentares

Modelação quantitativa e qualitativa das águas subterrâneas da Baixada


Santista

Doutora Malva Andrea Mancuso

Apoio da Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos e da IAH Grupo Português


LNEC, Julho 2008
CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
Coordenação Geral
Gerôncio Rocha – DAEE

Coordenação Temática
Amélia João Fernandes – IG Malva Andrea Mancuso – IPT
(Aqüíferos Fraturados) (Aqüíferos Sedimentares)

Equipe Técnica

Amélia João Fernandes – IG José Luiz Albuquerque Filho – IPT


Colaboração Especial
Antonio Gimenez Filho - IPT Lauro Gracindo Pizzatto – CPRM
Capítulo 4
Armando Teruo Takahashi – CPRM Malva Andrea Mancuso – IPT
Ricardo Hirata – IGc/USP
Elizete Domingos Salvador – CPRM Marcelo Denser Monteiro, estag. -IPT
Alexandra Vieira Suhogusoff – IGc/USP
Fausto Luis Stefani – IPT Marcos Dutra da Silva – CPRM
Geraldo Hideo Oda – IG Mônica Mazzini Perrotta – CPRM
Gerôncio Rocha - DAEE Nivaldo Paulon – IPT
José Eduardo Campos – DAEE Sérgio Gouveia de Azevedo - IPT

LNEC, Julho 2008


CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares

O Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (1:1.000.000) é uma síntese de informações
hidrogeológicas com a finalidade de oferecer um panorama da localização, distribuição e potencialidades dos
aquíferos no território.

O mapa é constituído por quatro bases temáticas


¾Base topográfica: compreendendo relevo, hidrografia, cidades e rodovias;
¾Base Aquíferos: Os limites dos aquíferos correspondem às unidades geológicas maiores. Os
aquíferos foram classificados em duas categorias: aquíferos granulares ou sedimentares, onde a
água circula entre os poros da rocha; e os aquíferos fracturados;
¾Base poços. A base de dados de poços utilizados no estudo compreende poços seleccionados e
poços representativos, todos pertencentes ao cadastro de poços do DAEE. A base de poços
seleccionados abrange 3.730 poços com informação hidrogeológica confiável, e 193 poços com as
informações mais completas e com testes de bombeamento;
¾Base potenciométrica. Abrange as equipotenciais da água subterrânea e direcções de fluxo nos
aquíferos sedimentares.

LNEC, Julho 2008


CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
A potencialidade de água subterrânea dos aquíferos no Estado de São Paulo está representada
por faixas de vazão estimada para poços individuais, em m 3/h.

MAPA ÍNDICE DE AQÜÍFEROS

Aqüífer o G uarani

Aqüífero Bauru

Aqüífer o T aubaté

do
Aqüí fer o Fr atur ado

ra
a tu
Fr
Aquiclude

o
er
Aqüífero Tubarão

üí f
q
A
Aqüífero São P aul o
Aqüí fer o Furnas

Aqüífero L itorâneo

Potencialidade calculada com base na equação de THEIS (1935), para o cálculo de rebaixamento,
considerando um tempo de 20 de bombeamento contínuo e rebaixamento máximo definido individualmente
de acordo com as características de cada aquífero.
LNEC, Julho 2008
CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
Espessura saturada do Aquífero Bauru
2
Área de 96.000km
52 0 0 W 50 0 0 W

Legenda
40
0

0
S

40
®
Ri o T

40 0
40 0

ur v
Cidade

o
R io T
é d o s Do u ra do s Curso d'Água

ur
Rio S ão J o s 30

vo
0
Reservatório 0
40
Espessura Saturada (m) o sé d os D o u rad o s

30 0
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Rio Sã o J
0

50 0
0
ANDRADINA < 50 30

40

500
300
50 - 100

50 0
ARAÇATUBA 100 - 150 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

0
30
Monte Alto

300
50
0
150 - 200 ANDRADINA 400

200 - 302

300
Ri 300
oA
gu

30 0
ap

Cota da Base do Aqüífero (m)
o u Fe io 500
ARAÇATUBA
300 Monte Alto
40 0

Ri o R io
S do

20 0
an to
A na Pe
stá c ix e
io MARÍLIA R io 300

0
Ag

60
BAURU u ap
eí o u F e

400
io

500
300
200

100

0
60
0
0
40

60
S Ri o S R io
an to do
An
a st ác
PRESIDENTE PRUDENTE Pe
ix e
io
MARÍLIA
52°0'0"W 50°0'0"W 20
0
BAURU

500
500
0 60 120
Km

50 0
400
Legenda

0
30
300 50 0

200
400

0
40 0
200

50
500

0
5 00
Cidade

50
50 0
0 600
Reservatório 50 6 00
0 6 00
0 40 80 50

0
60 0

60
Km
Curso d'Água
Sistema Aqüífero Bauru

Modelo de Terreno
Localização do Sistema Aqüífero Bauru no Estado

O estudo compreendeu a selecção de 1099 poços, dos quais 69 foram considerados como
representativos das características do aquífero.

Mancuso, M.A. & Campos, J.E LNEC, Julho 2008


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Aquíferos Sedimentares
Transmissividade do Aquífero Bauru

Legenda
Cidade
R io
T
®

ur
vo
Curso d'Água
Reservatório o Jo sé
do s D ou r a do s
Rio S ã
Transmissividade (m2/d)
< 50
50 - 100 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
100 - 150 ANDRADINA

150 - 200
200 - 328
ARAÇATUBA
Monte Alto

R
io
Ag
ua
pe
í o u Fe io

R io Ri o
S a nt d o
o PRESIDENTE PRUDENTE Pe
An
as t ác i ixe
o
MARÍLIA
BAURU

0 40 80
Km

Mancuso, M.A. & Campos, J.E LNEC, Julho 2008


CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
Capacidade específica do Aquífero Bauru
Legenda
S Cidade
Curso d'Água
Reservatório
R io
T
®

ur
vo
Lineamento Estrutural
Poço (distante até 1km de lineamento) Jo sé
d o s D ou ra dos
Rio S ã o
Capacidade Específica (m3/h/m)
0.0 - 0.5

0.6 - 1.5 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO


1.6 - 3.0 ANDRADINA

3.1 - 4.5
4.6 - 5.0
ARAÇATUBA
Monte Alto

R
io
Ag
ua
p eí
o u F e io

S Rio Ri
S a nt od
o o
An PRESIDENTE PRUDENTE Pe
ixe
a st á
cio
MARÍLIA
BAURU

0 40 80
Km

Mancuso, M.A. & Campos, J.E LNEC, Julho 2008


CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
Potencialidade das águas subterrâneas do Aquífero Bauru

Elaboradas considerando os poços 10.00


localizados a uma distância inferior a

Capacidade Específica (Q/s) (m /h/m)


1.000 m dos lineamentos estruturais
(70 poços) e aqueles que distavam

3
mais de 1.000 m dos lineamentos (452
poços). A Figura mostra a que a curva 1.00

dos poços mais próximos a


mediana 0,53
lineamentos, com mediana de 0,53
m3/h/m, situando-se acima daquela
referente aos poços localizados a 0.10
distâncias maiores, com mediana de mediana 0,37
0,37 m3/h/m,

0.01
Evidencia-se a influência 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
positiva das estruturas Distribuição Acumulada (%)
tectônicas sobre a Poços a mais de 1km dos lineamentos Poços até 1 km dos lineamentos
potencialidade de produção
do aqüífero Curvas de distribuição acumulada da capacidade específica de poços
no Aquífero Bauru

Mancuso, M.A. & Campos, J.E LNEC, Julho 2008


CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
Potencialidade das águas subterrâneas do Aquífero Bauru (produção em m3/h)

40
0
Legenda

400
400

40 0
40 0
Cidade 2

4 00
400
500
Curso d'Água

40
400

0
40
0 R io T

0
Reservatório 40

50
ur
400

vo
400

0
Potenciometria (m) 50 0

500
0

0
400 40

50
Sentido de Fluxo os D oura dos

500
J os é d 0
Rio São 500 50
Vazão Explorável (m3/h)

0
50
500

0
0-10 3 00

50
500

3 00
10-20 3 00 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

5 00
20-40 ANDRADINA 500
300 50 0
40-80
600
80
As zonas de potencial explotável ARAÇATUBA 40 0
Monte Alto

60 0
mais elevado encontram-se a
oeste, na faixa que se estende ao Ri
400 oA 0
longo do rio Paraná, e abrange o gu 60

0
40
ap
400

60
400

0

o u F e io 700
0 4 00
Pontal do Parnapanema, onde 40
500 500

600
400
0
5 00 500 60

predominam intervalos de 40 a 80 50
0

400 400
0
3 40 50
m /h, que apresentam espessuras 0 2

0
R io

50
Rio
S an to do 50
0 500

50
An Pe

0
ixe
saturadas da ordem de 100 a 200m

500
ast á c

50 500
io PRESIDENTE PRUDENTE MARÍLIA 600

0
50

0
50
0
e coeficiente de transmissividade 600 0

500
50

400
0

de até 300 m2/d.


BAURU 50

4 00
0
60
30 0

0
4 00

50
0
0

50
40

500
500 500

0
40
400

50
500 60
0 5 00
50 0
50 50

500
0 0

600
0
0 60
60

0
0 40 80

50
Km

Mancuso, M.A. & Campos, J.E LNEC, Julho 2008


CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
Espessura dos sedimentos do Aquífero Guarani
Legenda
Cidade
Curso d'Água
®

100
Aquifero Guarani (área confinada)

25
0
300
Aquifero Guarani (área aflorante)

76% do Estado de SP Espessura dos Sedimentos (m)


2
¾Confinado: área de 174.000km
400
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

2
¾Livre: área de 16.000km RIBEIRÃO PRETO

350

100
150
PRESIDENTE PRUDENTE 300

® 150
BAURU

200
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

RIBEIRÃO PRETO
200

Botucatu
PRESIDENTE PRUDENTE
BAURU

Botucatu 0 50 100
km

Legenda
Cidade

Aqüífero Guarani (área confinada)


0 60 120
km
Aqüífero Guarani (área aflorante)

Takahashi, A. LNEC, Julho 2008


CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
Potencialidade das águas subterrâneas do Aquífero Guarani (produção em m3/h)

Legenda
® 2

600
Cidade 550
550
500

600
Curso d'Água

650
Sentido de Fluxo
Potenciometria (m)
450
Potencial Explorável (m3/h)

550
65
0
20 - 40 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

650
40 - 80

65
0
80 - 120 30
0 RIBEIRÃO PRETO
550

6 00
0
120 - 250 55 60
0

0
60
250 - 360
350

0
55 0

70
60

650
0

750
55 0
600

0
55
400 700
700
750

600
500
450

650 600
PRESIDENTE PRUDENTE

750
0

500
55

650
550
BAURU

600

80
45
70
500 0

0
0
450
5 00 55 650

0
0

50
500
50
0

50 0
550
600 Botucatu
00
55 5
550 0 2

600 60 0 60
600 0
0 50 100 600
km

Takahashi, A. LNEC, Julho 2008


CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
Capacidade específica das águas subterrâneas do Aquífero Tubarão

Potencialidade das águas subterrâneas


O aqüífero apresenta faixas de até 40 m3/h, com
predominância de até 10m3/h

Para a avaliação da potencialidade do aqüífero


foram utilizados 925 poços provenientes do
SIDAS, do DAEE e do Banco de Dados do
IG/SMA

Oda, G.H. LNEC, Julho 2008


CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
Potencialidade das águas subterrâneas do Aquífero São Paulo
320 000

Ε
380 000

Ε
7 410 000 31
) 7 410 000
2
Área de 1.000km
N

GUARULHOS
)
21
) W E

0
72
7 50
0
0 72 75 S
72 0
750
720
MOGI DAS CRUZES
)

OSASCO 4.5 SÃO PAULO 28.3 75


0 SUZANO
) ) ) ) )

78 0
720
75
0
8
)

780
750

750
44
) 78
0
75
0 750
0
78

320 000

Ε
380 000

Ε
7 380 000
75 SÃO BERNARDO 7 380 000
0
750DO CAMPO
)
3
O aqüífero apresenta faixas de 10 a 40 m /h,
3
com predominância de até 10m /h

3.5
Escala Gráfica
0 3.5 Km
Para a avaliação da potencialidade do aqüífero
foram utilizados 172 poços provenientes dos
Vazão Explotável (m³/h)
até 10 municípios de São Paulo e de Guarulhos
10 - 20
20 - 40
Astroblema
de Colônia 720
Cota do nível d'água em metros
21 Sentido de escoamento da água subterrânea
)
Poço representativo (vazão instantânea, em m³/h)

Campos, J.E. & Albuquerque Filho, J.L. LNEC, Julho 2008


CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
Espessura saturada do Aquífero Taubaté

Mancuso, M.A. & Monteiro, M.D. LNEC, Julho 2008


CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
Potencialidade das águas subterrâneas do Aquífero Taubaté (produção em m3/h)
A partir da interpretação de
ensaios de bombeamento,
realizados em 28 poços, foi
possível observar que a
condutividade hidráulica (K)
A capacidade específica
(Q/s) de poços no Sistema
Aquífero Taubaté foi obtida a
partir da selecção de 240
poços
São José dos Campos,
trecho de Jacareí - São
José dos Campos,
Caçapava, Lorena e
Guaratinguetá são
consideradas as mais
promissoras para
exploração de água
subterrânea, com vazões da
ordem de 80 a 120 m3/h

Mancuso, M.A. & Monteiro, M.D. LNEC, Julho 2008


CPRM

Mapa de Águas Subterrâneas do Estado de São Paulo (2005)


Aquíferos Sedimentares
Potencialidade das águas subterrâneas do Aquífero Litorâneo (produção em m3 /h)
48 0 0 W 47 30 0 W
3
O aqüífero apresenta faixas de 10 a 20 m /h

20
20 Para a avaliação da potencialidade do aqüífero

20
20
20

20
Litoral Sul 1 foram utilizados 64 poços provenientes da base
20

20
de dados do DAEE
10

20 20
20
10 20 ®
20
20
20

20 10 20 10
10 20
Registro 20
20
10

20
20 20 10 10
10

10
10

20
10
10
10
10
20

20 20
10 10

20 Iguape
10 0 130 260
km

20
10

20 20 20 20
10 20

10
10
20 10
20

20
10

®
20

20
20

10
10 10
10
10
10

10
Região Itanhaém-Santos

10
10

10
20
Legenda
20 Cidade SANTOS
10
10

10 10 46o00' W
20 10 Curso d'Água
10 o
24 60' S
20 10 Potenciometria (m)
20
Sentido de Fluxo 10
10 10
10

10
20

Corpo d'Água
20 10 10 10
3
Vazão Explorável (m3/h) 10
10

10 < 10 10 Itanhaém o
46 24' W
10 - 20 24o12' S
0 10 20
km
2 0 10

Takahashi, A. LNEC, Julho 2008


Modelação quantitativa e qualitativa das águas subterrâneas da Baixada Santista

Santos
São Vicente

Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. Leite, C.B.B. & Toporovski, C.Z. Colab. Mancuso, M.A., Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
Modelação quantitativa das águas subterrâneas da Baixada Santista

Parceria do IPT e o LNEC no Projeto ECOMANAGE

Fase 1: de desenvolvimento do modelo matemático de


fluxo subterrâneo do aqüífero sedimentar

Área de estudo: Bacia de contribuição hídrica do Estuário


de Santos
Objetivo: quantificar a contribuição hídrica do aqüífero
sedimentar para o estuário, por bacia hidrográfica,
incluindo a contribuição das ilhas

Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008


ECOMANAGE

Bacia de contribuição do Estuário de Santos (834.6 km2)


Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
ECOMANAGE

Delimitação das bacias hidrográficas no aqüífero sedimentar


Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
ECOMANAGE
A caracterização da base do aqüífero sedimentar e
estratificação dos sedimentos foi realizada com base em:

™Mapas geológicos: SUGUIO & MARTIN (1978),


PERROTA et al. (2004), and IPT (1981);
™4 perfis geológicos (DAEE, 1979);
™42 sondagens (poços) e
™10 sondagens geofísicas.

Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008


ECOMANAGE
Geologia

Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008


ECOMANAGE

Dados Geológicos/hidrogeológicos (Fonte DAEE, 1979)


Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
ECOMANAGE
Geologia

Base de dados: sondagens e perfís (DAEE, 1979)

Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008


Base do Aqüífero

Base do aqüífero e espessura do sedimento (modificado de DAEE, 1979)


Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
ECOMANAGE
Geologia

Base do aqüífero (cristalino) - Form. Cananéia – Aluvião – material


Base
Base do
do aqüífero
argilo siltoso –(cristalino)
aqüífero sedimentos--e Form.
(cristalino) Form.
Form. Cananéia
Cananéia
Cananéia
continentais -– Aluvião
Aluvião – material
indiferenciados –
argilo siltosomarinhos
sedimentos – sedimentos continentais indiferenciados
Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
ECOMANAGE
Geologia

Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008


ECOMANAGE
Geologia/Hidrogeologia
Condutividade Hidráulica:
Aluvião (Qa) (areias): kx and ky = 1 m/d (1.16 10-3 cm/s), kz = 0.01
m/d (1.16 10-5 cm/s);

Formação Cananéia (Qc) e Sedimentos marinhos mixtos (Qm)


(areia marinha, mistura de areia-argila e silte com depósitos de
mangue): kx and ky = 0.5 m/d (5.79 10-4 cm/s), kz = 0.005 m/d (5.79
10-6 cm/s);

Sedimentos continentais indiferenciados (Qi) (argila-arenosa e silte


com depósitos de mangue): kx and ky = 0.5 m/d (5.79 10-4 cm/s), kz =
0.005 m/d (5.79 10-6 cm/s)

Rocha intemperizada do Pre-Cambriano / Paleozoico : kx and ky =


0.009 m/d (1.16 10-5 cm/s), kz = 0.0001 m/d (1.16 10-7 cm/s).
Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
ECOMANAGE
Recarga

Nesta proposta de modelação a recarga foi estimada em


aproximadamente 28,2% da precipitação (DAEE, 1979),
considerando as áreas urbanas e o mangue. A recarga no
início da simulação foi de 0.0019 m/d.

Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008


ECOMANAGE

Recarga

Precipitação
Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
ECOMANAGE

Camada 1

Source/Sink Camada 1: drenos e carga constante no limite do estuário


com o oceano LNEC, Julho 2008
ECOMANAGE

Camada 2

Source/Sink: camada 2 mostra o nível constante no limite com o oceano


LNEC, Julho 2008
370 000
Mogi
Cubatão Quilombo
ECOMANAGE
Jurubatuba
Cabuçu

Boturoca

São Vicente Island

7349855
Santo Amaro Island
7349855

Legenda
Groundwater discharge m3/d/m
12,2 - 8,0
7,9 - 5,0
4,9 - 2,4
Piaçabuçu 2,3 - 1,2
1,1 - 0,5
0,4 - 0,0

Quantificação do escoamento subterrâneo para o Estuário de Santos


370 000

LNEC, Julho 2008


SANTOS, BRASIL
Protocolo LNEC - IPT

Alluvial sand
Sand-Clay
Clay-Silt
Marine Sand
Hard rock (Pre-Cambrian / Paleozoic)

Mancuso, M.A. & Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008


Protocolo LNEC - IPT
Modelação qualitativa das águas subterrâneas da Baixada Santista

Parceria do IPT e o LNEC no Projeto ECOMANAGE

Fase 2: de desenvolvimento do modelo matemático de


transporte do aqüífero sedimentar

Área de estudo: Lixão da Alemoa, Estuário de Santos

Objetivo: Avaliar a descarga de contaminantes do lixão


ilegal da Alemoa para o Estuário de Santos (Brazil), com
base em dados existentes.

Leite, C.B.B. & Toporovski, C.Z. Colab. Mancuso, M.A., Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
Modelação qualitativa das águas subterrâneas da Baixada Santista

Source: modified from Mancuso and Lobo Ferreira (2007)


Leite, C.B.B. & Toporovski, C.Z. Colab. Mancuso, M.A., Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
Modelação qualitativa das águas subterrâneas da Baixada Santista

Modelo matemático do aquífero sedimentar: foram consideradas


duas camadas, e a base do aquífero na cota de -25m.

Os dados de entrada da condutividade hidráulica foram obtidos na


bibliografia, em função da litologia. A calibração foi realizada utilizando o
programa Modflow 2000 PEST Process. Os valores de k variam de 0.17
to 10.0 m/d na primeira camada e de 0.005 to 2.36 m/d na segunda
camada
Bacia Área Modelada Precipitação Recarga Condutância
(km 2) (mm / ano) (mm / ano) (m 2 /d)
Rio Piaçabuçu 57.1 2,405 678 2.0

De acordo com os resultados, a descarga de água subterrânea é de 1


3 3
714 m /d, dos quais 542 m /d (24%) são descarregados diretamente
3 3
para o estuário, 1106 m /d (56%) para os drenos e 66 m /d para o rio.

Leite, C.B.B. & Toporovski, C.Z. Colab. Mancuso, M.A., Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
Modelação qualitativa das águas subterrâneas da Baixada Santista

Camada 1
Camada 2

Leite, C.B.B. & Toporovski, C.Z. Colab. Mancuso, M.A., Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
Modelação qualitativa das águas subterrâneas da Baixada Santista

Camada 1

Leite, C.B.B. & Toporovski, C.Z. Colab. Mancuso, M.A., Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
Modelação qualitativa das águas subterrâneas da Baixada Santista
Mass Budget for Benzene

Pluma de Benzeno In (mg) Out (mg)

CONSTANT CONCENTRATION 224973.40 - 25790.25

CONSTANT HEAD 0.000000 - 44605.91

DRAINS 0.000000 - 130443.00

RIVERS 0.000000 - 0.1913011 e-13

RECHARGE 0.000000 0.000000

MASS STORAGE (SOLUTE) 52.06100 -24207.45

[TOTAL] 225025.40 -225046.60

NET (IN - OUT): -21.14062

DISCREPANCY (PERCENT): -0.9394330E-02

Leite, C.B.B. & Toporovski, C.Z. Colab. Mancuso, M.A., Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
Modelação qualitativa das águas subterrâneas da Baixada Santista
Mass Budget for Cadmium

Pluma de Cádmio In (mg) Out (mg)

CONSTANT CONCENTRATION 76920.11 - 8057.009

CONSTANT HEAD 0.000000 - 5355.097

DRAINS 0.000000 - 59247.54

RIVERS 0.000000 - 0.5247957 e-6

RECHARGE 0.000000 0.000000

MASS STORAGE (SOLUTE) 5.804924 - 4282.970

[TOTAL] 76925.91 - 76942.62

NET (IN - OUT): -16.70312

DISCREPANCY (PERCENT): -0.2171090E-01

Leite, C.B.B. & Toporovski, C.Z. Colab. Mancuso, M.A., Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
Modelação qualitativa das águas subterrâneas da Baixada Santista
Mass Budget for Lead

Pluma de Chumbo In (mg) Out (mg)

CONSTANT CONCENTRATION 963184.6 - 57823.38

CONSTANT HEAD 0.000000 - 329849.9

DRAINS 0.000000 - 494854.8

RIVERS 0.000000 - 0.2386230 e-5

RECHARGE 0.000000 0.000000

MASS STORAGE (SOLUTE) 120.4294 - 81705.09

[TOTAL] 963305.1 - 964233.2

NET (IN - OUT): -928.1250

DISCREPANCY (PERCENT): -0.9630159E-01

Leite, C.B.B. & Toporovski, C.Z. Colab. Mancuso, M.A., Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
Modelação qualitativa das águas subterrâneas da Baixada Santista
Mass Budget for Toluene

Pluma de Tolueno In (mg) Out (mg)

CONSTANT CONCENTRATION 82006.40 -22891.92

CONSTANT HEAD 0.000000 - 2214.610

DRAINS 0.000000 - 51095.49

RIVERS 0.000000 - 0.6310048 e-6

RECHARGE 0.000000 0.000000

MASS STORAGE (SOLUTE) 13.82644 - 5967.535

[TOTAL] 82020.23 -82169.55

NET (IN - OUT): -149.3203

DISCREPANCY (PERCENT): -0.1818874

Leite, C.B.B. & Toporovski, C.Z. Colab. Mancuso, M.A., Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008
Modelação qualitativa das águas subterrâneas da Baixada Santista

Considerando os dados existentes no que se refere aos processos de


advecçao e dispersão, e a simulação permitiu quantificar a poluição
difusa do lixão da Alemoa para o Estuário de Santos.

Parte do poluente é descarregado diretamente nos drenos e rios que


deságuam no estuário, reduzindo as descargas diretas das águas
subterrâneas à linha de costa.

Estas descargas foram calculadas em 1750.49 mg/ano de Benzeno,


533.10 mg/ano de Tolueno, 8247.04 mg/ano de Chumbo and 646.03
mg/ano de Cádmio.

Leite, C.B.B. & Toporovski, C.Z. Colab. Mancuso, M.A., Ferreira, J.P.L. LNEC, Julho 2008