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MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO

Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação

Guia de Boas Práticas em Contratação de


Soluções de Tecnologia da Informação
V 1.0

Anderson Souza de Araújo


Daniel Portilho Troncoso
Leandro Barbosa Martins
Luiz Fernando Bastos Coura
Newton Lemos Vieira
Henry Mross
Kleber Ferreira dos Anjos

Brasília
2011

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 1


Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 2
Presidente da República
Dilma Vana Rousseff

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão


Miriam Aparecida Belchior

Secretaria de Logística e Tecnologia da informação – SLTI


Maria da Glória Guimarães dos Santos

Departamento de Serviços de Rede – DSR


Cristiano Rocha Heckert

Coordenação Geral de Aplicações e Serviços de Rede


Leonardo Boselli da Motta

Núcleo de Contratações de Tecnologia da Informação –


NCTI
Diogo da Fonseca Tabalipa

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 3


Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 4
Equipe de Revisão da Instrução Normativa SLTI/MP no 04 / 2008
Anderson Souza de Araújo – SLTI / MP
Cristiano Rocha Heckert – SLTI / MP
Daniel Portilho Troncoso – SLTI / MP
Daniela Almeida – INCRA
Dayse Souza da Silva – INEP
Delson Pereira da Silva – SLTI / MP
Diogo da Fonseca Tabalipa – SLTI / MP
Fábio Divino da Silva – INEP
Henry Mross – SLTI / MP
José Eduardo Aragão Filho – MinC
José Luismar de Campos Larcher – MDIC
Kleber Ferreira dos Anjos – SLTI / MP
Leandro Barbosa Martins – SLTI / MP
Leonardo Boselli da Motta – SLTI / MP
Luiz Fernando Bastos Coura – SLTI / MP
Mirtes Aparecida da Silva Marques – SLTI / MP
Newton Lemos Vieira – SLTI / MP

Demais Colaboradores
Juliana Rocha Munita Moreira – SLTI / MP
Monade Rassa Souza Costa – SLTI / MP
Nubia Moreira dos Santos – SLTI / MP
Sandro Herman Pereira Rehem – SLTI / MP

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 5


SUMÁRIO
1 – INTRODUÇÃO ___________________________________________________ 10

2 - PLANEJAMENTO INSTITUCIONAL __________________________________ 11

2.1 – Introdução _______________________________________________ 11

2.2 - Instrumentos de Planejamento Institucional _________________ 12

2.3 - A TI no Planejamento Institucional _________________________ 13

3 - PLANEJAMENTO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO _________________ 14

3.1 – Introdução _______________________________________________ 14

3.2 – Funções do Planejamento de TI ____________________________ 14

3.3 - Plano Diretor de TI _______________________________________ 15

4 - MODELO DE CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TI __________________ 17

5 – ATORES DO MCTI ________________________________________________ 20

6 - PLANEJAMENTO DA CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TI ____________ 32

6.1 - PCTI-P1: Iniciação ________________________________________ 34

6.2 - PCTI-P2: Análise de Viabilidade da Contratação _____________ 39

6.3 - PCTI-P3: Plano de Sustentação ____________________________ 49

6.4 - PCTI-P4: Estratégia da Contratação ________________________ 54

6.5 - PCTI-P5: Análise de Riscos ________________________________ 64

6.6 - PCTI-P6: Consolidar Informações __________________________ 72

7 - SELEÇÃO DO FORNECEDOR DE SOLUÇÕES TI _______________________ 74

7.1 - SFTI-P3: Realizar Licitação ________________________________ 76

8 - GERENCIAMENTO DO CONTRATO DE SOLUÇÃO DE TI _______________ 81

8.1 - GCTI-P1: Iniciação ________________________________________ 82

8.2 - GCTI-P2: Encaminhar Ordem de Serviço ou de Fornecimento _ 87

8.3 - GCTI-P3: Monitoramento da Execução _____________________ 88

8.4 - GCTI-P4: Transição Contratual ____________________________ 99

8.5 - GCTI-P5: Encerramento do Contrato _______________________ 99

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 6


9 – ARTEFATOS ____________________________________________________ 101

10 – REFERÊNCIAS _________________________________________________ 134

11 – ÍNDICE TEMÁTICO ALFABÉTICO _________________________________ 135

ANEXO I - MCTI - PLANEJAMENTO DA CONTRATAÇÃO ________________ 151

ANEXO II - PCTI – INICIAÇÃO ________________________________________ 152

ANEXO III - PCTI - ANÁLISE DE VIABILIDADE _________________________ 153

ANEXO IV - PCTI - PLANO DE SUSTENTAÇÃO _________________________ 154

ANEXO V - PCTI - ESTRATÉGIA DA CONTRATAÇÃO ____________________ 155

ANEXO VI - PCTI - ANÁLISE DE RISCOS _______________________________ 156

ANEXO VII - MCTI - SELEÇÃO DO FORNECEDOR _______________________ 157

ANEXO VIII - MCTI - GERENCIAMENTO DO CONTRATO ________________ 158

ANEXO IX - GCTI – INICIAÇÃO _______________________________________ 159

ANEXO X - GCTI - MONITORAMENTO DA EXECUÇÃO __________________ 160

ANEXO XI - ARTEFATO: DOCUMENTO DE OFICIALIZAÇÃO DA DEMANDA _ 161

ANEXO XII - ARTEFATO: ANÁLISE DE VIABILIDADE DA CONTRATAÇÃO __ 164

ANEXO XIII - ARTEFATO: PLANO DE SUSTENTAÇÃO ____________________ 168

ANEXO XIV - ARTEFATO: ESTRATÉGIA DA CONTRATAÇÃO _____________ 171

ANEXO XV - ARTEFATO: ANÁLISE DE RISCOS __________________________ 175

ANEXO XVI - ARTEFATO: TERMO DE REFERÊNCIA OU PROJETO BÁSICO __ 178

ANEXO XVII - ARTEFATO: PLANO DE INSERÇÃO _______________________ 186

ANEXO XVIII - ARTEFATO: TERMO DE CIÊNCIA ________________________ 190

ANEXO XIX - ARTEFATO: TERMO DE COMPROMISSO ___________________ 191

ANEXO XX - ARTEFATO: ORDEM DE SERVIÇO OU DE FORN. DE BENS ____ 197

ANEXO XXI - ARTEFATO: TERMO DE RECEBIMENTO PROVISÓRIO ________ 199

ANEXO XXII - ARTEFATO: TERMO DE RECEBIMENTO DEFINITIVO ________ 200

ANEXO XXIII - ARTEFATO: TERMO DE ENCERRAMENTO DO CONTRATO __ 201

ANEXO XXIV – IN SLTI/PM n° 04/2010 ________________________________ 202

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 7


LISTA DE FIGURAS

FIGURA 1: Contexto de Elaboração do Planejamento de TI ______________ 16

FIGURA 2: Modelo de Contratação de Soluções de TI ___________________ 18

FIGURA 3: Breve descrição dos elementos básicos da notação BPMN _____ 18

FIGURA 4: Planejamento da Contratação de Soluções de TI – PCTI _______ 34

FIGURA 5: PCTI-P1: Iniciação _________________________________________ 35

FIGURA 6: PCTI-P2: Análise de Viabilidade da Contratação ______________ 40

FIGURA 7: PCTI-P3: Plano de Sustentação _____________________________ 50

FIGURA 8: PCTI-P4 - Estratégia da Contratação ________________________ 55

FIGURA 9: PCTI-P5 - Análise de Riscos ________________________________ 66

FIGURA 10: Seleção do Fornecedor de Soluções de TI – SFTI _____________ 65

FIGURA 11: SFTI-P3: Realizar Licitação ________________________________ 77

FIGURA 12: Gerenciamento do Contrato de Soluções de TI ______________ 82

FIGURA 13: GCTI-P1: Iniciação _______________________________________ 83

FIGURA 14: GCTI-P3: Monitoramento da Execução _____________________ 90

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LISTA DE TABELAS

TABELA 1: Distrib. dos Processos, Atividades, Artefatos e Atores ________ 18

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1 – INTRODUÇÃO

Este Guia de Boas Práticas Para Contratação de Soluções de Tecnologia da Informação


– TI, surgiu como um produto do processo de revisão da Instrução Normativa N° 04 de
19 de maio de 2008 – IN SLTI/MP n° 04/2008, publicada pela Secretaria de Logística e
Tecnologia da Informação – SLTI do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Tal Norma dispunha sobre o processo de contratação de Serviços de Tecnologia da


Informação pela Administração Pública Federal – APF direta, autárquica e fundacional.
Sua revisão deu origem à Instrução Normativa que dispõe sobre o processo de
contratação de Soluções de Tecnologia da Informação pela Administração Pública
Federal direta, autárquica e fundacional – IN SLTI/MP n° 04/2010.

A IN 04/2010 é a consolidação de um conjunto de boas práticas para contratação de


Soluções de TI pela Administração Pública Federal. A este conjunto chamamos de
Modelo de Contratação de Soluções de TI – MCTI.

Este Guia descreve os processos, atividades e artefatos do MCTI, com o objetivo de


apoiar os profissionais na realização de contratações de Soluções de TI.

Para tal, iniciamos, no Capítulo 2, com uma breve descrição sobre Planejamento
Estratégico Institucional, seguido do Planejamento de Tecnologia da Informação, no
Capítulo 3.

No Capítulo 4, apresentamos o MCTI e suas respectivas fases, detalhadas nos próximos


capítulos.

No Capítulo 5, descrevermos os atores envolvidos no MCTI. Em seguida, no Capítulo 6,


iniciamos o detalhamento do MCTI descrevendo a fase de Planejamento da
Contratação de Soluções de TI – PCTI. No Capítulo 7, descrevemos a fase de Seleção
do Fornecedor de Soluções de TI – SFTI. No Capítulo 8, descrevemos a fase de
Gerenciamento do Contrato de Soluções de TI – GCTI.

No Capítulo 9, detalhamos os artefatos envolvidos no MCTI, cujos templates para


preenchimento encontram-se nos Anexos XI a XXIII.

O Capítulo 10 apresenta as referências bibliográficas utilizadas na elaboração deste


Guia e o Capítulo 11 traz um Índice Temático para facilitar a consulta.

Finalizamos com a apresentação dos fluxos dos processos em tamanho real – Anexos I
a X; dos modelos de preenchimento dos Artefatos do MCTI – Anexos XI a XXIII; e com a
IN 04/2010 – Anexo XXIV.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 10


2 – PLANEJAMENTO INSTITUCIONAL

2.1 – Introdução

Planejar é determinar os objetivos ou metas de uma organização e coordenar os meios e


recursos para atingi-los. Mas para atingir seus objetivos satisfatoriamente, as instituições
devem ter a capacidade de percepção e de organização de suas experiências e
perspectivas futuras. Para isso, é necessário integrar conhecimento e conteúdo,
priorizando questões relevantes com ações associadas a objetivos definidos.

Às Organizações Públicas competem atos administrativos que, na maioria das vezes,


seja por determinação constitucional, seja pela sua alta complexidade, requerem
planejamento. A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 – CF/1988,
atribui aos atos administrativos as propriedades de eficiência, eficácia, efetividade e
economicidade, com vistas a promover a melhoria contínua da gestão pública, sendo o
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão o principal ator deste processo. Para
satisfazer estas propriedades, alguns atos administrativos necessitam de minucioso
planejamento, entre eles as contratações. Logo, toda instituição pública deve realizar
planejamento e, consequentemente, planejar suas contratações.

Além disso, planejar é um dever jurídico. Quem não planeja incorre em inobservância
jurídica do disposto no caput do art. 37 da CF/1988, pois age contra o princípio da
eficiência:

“Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos


Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade,
publicidade e eficiência e, (...)”.

Quem não planeja também incorre em inobservância jurídica do disposto nos arts. 6º, I,
7º e 10, § 7º do Decreto-Lei n° 200 de 25 de fevereiro de 1967 – DL 200/67, e ofende,
portanto, o princípio da legalidade:

“Art. 6º. As atividades da Administração Federal obedecerão aos


seguintes princípios fundamentais”:

I - Planejamento.

(...).

Neste contexto, o planejamento dos Órgãos Públicos deve ser elaborado com o objetivo
de promover o interesse público, utilizando os recursos públicos para beneficiar a
sociedade de forma transparente, sustentável e efetiva.

Para realizar tal planejamento, é necessário valer-se de alguns instrumentos. A seguir,


apresentamos brevemente os principais instrumentos de Planejamento Institucional e

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 11


comentamos sobre o papel da TI neste processo.

2.2 – Instrumentos de Planejamento Institucional

O DL 200/67 afirma em seu art. 7° que:

“A ação governamental obedecerá a planejamento que vise a promover


o desenvolvimento econômico-social do País e a segurança nacional,
norteando-se segundo planos e programas elaborados, na forma do
Título III, e compreenderá a elaboração e atualização dos seguintes
instrumentos básicos:
a) plano geral de governo;

b) programas gerais, setoriais e regionais, de duração plurianual;

c) orçamento-programa anual;

d) programação financeira de desembolso.”

Para isso, é necessário que os instrumentos de planejamento institucional contemplem


objetivos e metas a serem alcançadas, bem como ações e recursos que devem ser
utilizados para atingi-los. Um instrumento de planejamento também deve estabelecer
formas de mensuração de sua efetividade.

O principal instrumento de planejamento dos Órgãos e Entidades da Administração


Pública Federal é o Plano Plurianual – PPA. O Plano Plurianual está previsto no art. 165
da CF/88 e é regulamentado pelo Decreto n° 2.829, de 29 de outubro de 1998. O Projeto
de Lei do PPA deve conter as diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública
Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos
programas de duração continuada. Ele estabelece as medidas, gastos e objetivos a
serem seguidos pelo Governo Federal ao longo de um período de quatro anos. Ou seja,
o planejamento de cada ano (orçamento anual) não pode contrariar as determinações do
PPA. Com isto, torna-se obrigatório para o Governo o planejamento de suas ações,
alinhadas ao seu orçamento.

Logo, o Orçamento Público também constitui um importante instrumento de


Planejamento Institucional e como tal está intrinsecamente ligado ao PPA. Isto se deve
ao fato de que, para executar as ações previstas no PPA, é necessário alocar e mobilizar
recursos, que devem estar previstos no orçamento de cada Órgão. Então, a concessão
de orçamento ao Órgão está diretamente condicionada à existência de um ou mais
Instrumentos de Planejamento Institucional. Desta forma, o Orçamento Público pode ser
visto como um plano de governo para guiar as ações do Poder Público a curto e médio
prazo.

Outro importante instrumento de planejamento é o Planejamento Estratégico Institucional


– PEI. Segundo Rezende (REZENDE 2003):

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 12


“O planejamento estratégico é um processo de determinação dos
principais objetivos de uma organização (ou de uma unidade da
organização), das políticas e estratégias que a governarão, do uso e
disponibilização dos recursos para a realização desses objetivos, sendo
composto por premissas, planejamento propriamente dito,
implementação e revisão.”

Neste contexto, o PEI é um modelo de decisão que determina o propósito organizacional


em termos de missão, objetivos, estratégias, metas, ações e valores, de forma a ordenar
a alocação dos recursos, definindo prioridades. O PEI é um documento que delimita os
domínios de atuação do Órgão, descrevendo o ambiente interno e a forma com que o
mesmo responde ao ambiente externo, com o objetivo de cumprir a função social do
Órgão.

A elaboração do PEI deve ser feita de forma gerencial, definindo objetivos e


selecionando programas e ações segundo os ambientes interno e externo do Órgão em
questão. Dessa forma, o PPA é insumo fundamental para elaboração do PEI.

Na elaboração do PEI também devem ser consideras premissas que necessitam ser
observadas para garantir a coerência e a sustentabilidade dos projetos elencados no
documento. Neste contexto, é imperativo o envolvimento de todos os níveis
organizacionais no processo de elaboração do PEI.

2.3 – A TI no Planejamento Institucional

A maior parte das ações previstas no Planejamento Estratégico de um Órgão está


associada a ativos de Tecnologia da Informação, uma vez que cabe aos ativos de TI
operacionalizar estas ações e projetos. Logo, estes ativos constituem ferramentas
estratégicas dos Órgãos da APF. Assim sendo, torna-se cada vez mais impraticável
pensar a estratégia de TI do Órgão sem que esta se alinhe à estratégia institucional.

Logo, todas as aquisições relacionadas aos ativos de TI dos Órgãos devem ser
realizadas em conformidade com o Planejamento Estratégico deste. Neste contexto, é
evidente a necessidade de um Planejamento de TI que se incorpore ao Planejamento
Estratégico Institucional. No próximo capítulo falamos sobre o Planejamento de TI e seus
instrumentos de construção.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 13


3 – PLANEJAMENTO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

3.1 – Introdução

Como vimos no capítulo anterior, para garantir a completude do Planejamento


Estratégico Institucional é necessária a construção do Planejamento de TI do Órgão.
Segundo Rezende (REZENDE 2003), o “planejamento estratégico das organizações
privadas e públicas deve ser complementado pelo planejamento de sistemas de
informação, conhecimentos e informática”.

O Planejamento de TI pode ser entendido como um processo gerencial administrativo,


de identificação e organização de pessoal, aplicações e ferramentas baseadas em
tecnologia da informação (recursos de TI), necessários para apoiar a instituição na
execução de seu plano de negócios e no cumprimento de seus objetivos institucionais.

Para isso, a área de TI deve possuir estratégias que promovam ações estruturantes para
suportar as metas e objetivos definidos no Planejamento Estratégico do Órgão. É
necessária, portanto, a elaboração de um documento estratégico relacionado a TI, de
forma a estabelecer diretrizes e metas que orientem a construção do Planejamento de TI
do Órgão.

O Decreto n° 1.048, de 21 de janeiro de 1994, organizou o planejamento, a


coordenação, a organização, a operação, o controle e a supervisão dos recursos de
informação e informática dos órgãos e entidades da APF sob a forma do Sistema de
Administração dos Recursos de Informação e Informática – SISP.

Segundo o mesmo Decreto, compete ao Órgão Central do SISP “orientar e administrar o


processo de planejamento estratégico, coordenação geral e normalização relativa aos
recursos de informação e informática da Administração Pública Federal”. Para isso, é
necessária a elaboração de um documento balizador das diretrizes estratégicas e metas
de aprimoramento institucional dos órgãos que compõem o SISP, visando orientar o
aprimoramento da governança de Tecnologia da Informação destes. A este documento
denominamos de Estratégia Geral de Tecnologia da Informação – EGTI. Logo, cabe à
SLTI, como Órgão Central do SISP, conduzir o processo de elaboração da EGTI,
construída em conjunto com os demais Órgãos integrantes do sistema.

3.2 – Funções do Planejamento de TI

O planejamento de TI serve para declarar os objetivos e iniciativas estratégicas da área


de TI, alinhando as soluções de tecnologia da informação com as metas da organização.
Constitui-se, ainda, em importante complemento ao planejamento estratégico
institucional, compreendendo diretrizes e ações transversais, isto é, que suportam
objetivos de negócio de todas as áreas da instituição, bem como objetivos estruturais e
regimentais dos Órgãos da APF.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 14


No planejamento de TI, deve-se identificar as oportunidades de soluções de TI para
aprimorar os negócios da organização, definir planos de ação de curto, médio e longo
prazo e identificar as arquiteturas de dados e de infraestrutura que melhor atendam às
suas necessidades, determinando com qualidade o que e quanto se precisa adquirir e
fazer, e para quê.

Estes itens permitirão à Administração obter propostas mais vantajosas, eliminando


desperdícios, evitando fraudes e reduzindo gastos para a APF.

3.3 – Plano Diretor de TI


O Planejamento de TI deve ser materializado em um documento escrito, publicado e
divulgado no âmbito da organização, abrangendo ambientes interno e externo,
relativamente à área de TI. Este documento deve ser elaborado com participação das
diversas subunidades da área de TI. Nele devem estar definidos indicadores de
desempenho, em conformidade com os objetivos estratégicos da área de TI, abrangendo
orçamento e estratégias de aquisição e de terceirização, relativamente à TI. Ele define,
com base nos objetivos da organização, ou seja, com base no seu plano estratégico, que
recursos serão necessários contratar (plano de investimentos). O documento deve ser
acompanhado e avaliado periodicamente.

A IN 04/2010 em seu art. 2°, inciso XXII, define o Plano Diretor de Tecnologia da
Informação – PDTI, como Instrumento de Planejamento de TI a ser utilizado no âmbito
da APF. Ainda segundo a IN 04/2010, um PDTI é um “instrumento de diagnóstico,
planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa
atender às necessidades tecnológicas e de informação de um órgão ou entidade para
um determinado período”.

É conveniente que do planejamento estratégico da organização retirem-se as


informações necessárias ao planejamento de TI, pois estes são altamente
interdependentes (IN 04/2010, art. 4º). Com isto, e tendo como referência uma EGTI,
elabora-se o PDTI considerando-se as estratégias de negócios que serão suportadas no
período definido no Planejamento Estratégico Institucional e descrevendo a forma como
a TI suportará tais estratégias em um nível macro.

Assim sendo, é necessária a identificação das necessidades de informação do Órgão e


da forma como estas informações se relacionam com as estratégias definidas no
Planejamento Estratégico do Órgão. É necessário também que o PDTI contenha todo o
planejamento de investimentos, de contratação de bens e serviços, bem como de
quantitativo e capacitação de pessoal relacionado a TI.

Por isso, é importante que na elaboração do PDTI tenhamos a participação das diversas
áreas do Órgão. Assim, a existência de um Comitê Estratégico de TI, formado por
representantes destas diversas áreas, e com poder para decidir sobre os investimentos

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 15


relacionados à Tecnologia da Informação, é fundamental. Outro importante papel deste
comitê é prover o alinhamento das ações de TI às necessidades de negócio do Órgão,
definindo, então, as respectivas prioridades de investimento.

Evidencia-se, desta forma, a forte vinculação entre o Planejamento de TI e as


contratações relacionadas à Tecnologia da Informação, pois estas representam um dos
principais Atos Administrativos relacionados à área de TI dos Órgãos, seja por sua
função estratégica, frequência ou complexidade.

Assim sendo, todas “..as contratações deverão ser precedidas de planejamento


elaborado em harmonia com o PDTI, alinhado ao planejamento estratégico do órgão ou
entidade.” (IN 04/2010, art. 4°).

Logo, o PDTI é artefato norteador do MCTI. A Figura 1 representa o contexto de


elaboração do Planejamento de TI no âmbito do SISP.

Figura 1: Contexto de Elaboração do Planejamento de TI

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 16


4 – MODELO DE CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TI

Com o objetivo de atender às disposições contidas no art. 6º, I, do Decreto-Lei nº 200, de


25 de fevereiro de 1967, e à necessidade de fazer cumprir o princípio constitucional da
eficiência, a Administração deve implantar processos de planejamento de seus atos
administrativos. Para isso, são utilizados os instrumentos de Planejamento vistos nos
capítulos anteriores.

Um dos principais, mais complexos e mais frequentemente utilizados atos


administrativos é a contratação. Contratar é fazer contrato. Um contrato é um acordo ou
convenção entre duas ou mais pessoas, para a execução de alguma coisa, sob
determinadas condições. O contrato é, portanto, o documento em que se registra esse
acordo ou convenção.

O ato da Administração Pública de contratar bens e serviços com a iniciativa privada está
elencado no Decreto Lei n° 200/67. Tal Decreto, em seu art. 10, § 7º, afirma que:

“para melhor desincumbir-se das tarefas de planejamento, coordenação,


supervisão e controle e com o objetivo de impedir o crescimento
desmesurado da máquina administrativa, a Administração procurará
desobrigar-se da realização material de tarefas executivas, recorrendo,
sempre que possível, à execução indireta, mediante contrato, desde que
exista, na área, iniciativa privada suficientemente desenvolvida e capacitada
a desempenhar os encargos de execução”.

Assim sendo, contratar é necessário e planejar este complexo e importante ato


administrativo é imperativo para atender ao interesse público, minimizando assim a
possibilidade de desperdício de recursos públicos, utilizando-os de forma mais efetiva.

Para as contratações relacionadas à Tecnologia da Informação foi desenvolvido o


Modelo de Contratação de Soluções de Tecnologia da Informação – MCTI, baseado nas
fases e processos descritos na IN 04/2010.

A IN 04/2010, em seu art. 8º, estabelece que “as contratações de Soluções de


Tecnologia da Informação deverão seguir três fases”. São elas:

 PCTI – Planejamento da Contratação de Soluções de TI;

 SFTI – Seleção do Fornecedor de Soluções de TI; e

 GCTI – Gerenciamento do Contrato de Solução TI.


Para cada fase, foram desenhados processos e atividades, e elaborados artefatos, que
serão descritos mais adiante. O MCTI possui 13 processos e 67 atividades. Além disso,
o Modelo produz 13 artefatos e prevê a participação de 14 atores. Os processos,
atividades, artefatos e atores do Modelo encontram-se distribuídos nas suas três fases,

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 17


conforme especificado na Tabela 1. A Figura 2 representa o Modelo de Contratação de
Soluções de TI.

Fases Processos Atividades Artefatos Atores


PCTI 5 41 8 7
SFTI 3 7 1 4
GCTI 5 19 4 5

Tabela 1: Distribuição dos Processos, Atividades, Artefatos e Atores do MCTI

Figura 2: Modelo de Contratação de Soluções de TI

Para descrever o MCTI, foi utilizado um modelo simples, didático e de fácil interpretação
por parte do leitor: a BPMN (acrônimo do inglês “Business Process Modeling Notation”,
em português “Notação para Modelagem de Processos de Negócio”). A figura 3
apresenta uma breve descrição dos componentes básicos da BPMN utilizados nos
diagramas deste guia.

- Início - Fim - Retorno a qualquer das atividades anteriores

- Decisão (OU) - Divisão/convergência (paralelismo; E) - Artefato

- Atividade - Subprocesso - Raias (papéis) - Anotação

- Associação - Fluxo de Mensagem - Fluxo de Sequência

Figura 3: Breve descrição dos elementos básicos da notação BPMN

Com o intuito de padronizar a identificação dos procedimentos (processos e atividades),

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 18


foram utilizadas siglas no seguinte formato: a inicial de cada uma das fases (PCTI, SFTI
e GCTI – conforme descritas anteriormente) seguidas pela letra “P” e por um indicador
numérico.

A seguir, detalhamos os atores, processos, atividades e artefatos que fazem parte de


cada uma das fases do MCTI.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 19


5 – ATORES DO MCTI

Segundo BOOCH, RUMBAUGH, e JACOBSON (2005), um ator representa um conjunto


coerente de papéis que os usuários do processo desempenham quando de sua
execução. Tipicamente, um ator representa um papel que uma entidade desempenha
durante a execução do processo. Neste contexto, um papel é visto como um conjunto de
atribuições, funções e/ou responsabilidades que um ator possui.

No MCTI os atores são pessoas, áreas da APF e da insituição eventualmente contratada,


elencadas na IN 04/2010. É importante ressaltar que, quando se pensa em atores, deve-
se entendê-los como papéis em vez de pessoas, pois, no MCTI, uma pessoa pode
desempenhar mais de um papel no Processo de Contratação. Por outro lado, pode haver
casos – especialmente na fase de Planejamento da Contratação – em que um mesmo
papel seja desempenhado por mais de uma pessoa.

O MCTI prevê a participação de 14 atores, cujas descrições seguem-se abaixo.

ÁREA REQUISITANTE DA SOLUÇÃO


Definição: Unidade do órgão ou entidade que demande a
contratação de uma Solução de Tecnologia da Informação.
Fase de que participa: PCTI.
Área Requisitante Atividade de que participa:
da Solução
 PCTI-P1: Iniciação.

Artefatos:

 Documento de Oficialização da Demanda (DOD).

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso I;

IN 04/2010, art. 9º.

Ver ator: Integrante Requisitante;

Ver ator: Fiscal Requisitante do Contrato.

Observação: As fases, processos ou atividades que contam com a participação do


Integrante Requisitante ou do Fiscal Requisitante do Contrato pressupõem a
participação da Área Requisitante da Solução.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 20


ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Definição: Unidade setorial ou seccional do SISP, bem como área
correlata, responsável por gerir a Tecnologia da Informação do
órgão ou entidade.

Fases de que participa: PCTI, SFTI.


Área de TI

Processos de que participa:

 PCTI-P1: Iniciação;

 SFTI-P2: Revisar Tecnicamente;

 SFTI-P3: Realizar Licitação.


Artefatos:

 Documento de Oficialização da Demanda (DOD);

 Termo de Referência ou Projeto Básico.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso II;

IN 04/2010, art. 23.

Ver ator: Integrante Técnico.

Ver ator: Fiscal Técnico do Contrato.

Observação: As fases, processos ou atividades que contam com a participação do


Integrante Técnico ou do Fiscal Técnico do Contrato pressupõem a participação da Área
de Tecnologia da Informação.

EQUIPE DE PLANEJAMENTO DA CONTRATAÇÃO


Definição: Equipe formada por servidores das áreas envolvidas no
planejamento da contratação, composta por:

 Integrante Técnico;

Equipe de  Integrante Administrativo;


Planejamento da
Contratação  Integrante Requisitante.
Fases de que participa: PCTI, SFTI.

Processos de que participa:

 PCTI-P1: Iniciação;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 21


 PCTI-P2: Análise de Viabilidade da Contratação;

 PCTI-P3: Plano de Sustentação;

 PCTI-P4: Análise de Riscos;

 PCTI-P5: Estratégia da Contratação;

 PCTI-P6: Consolidar Informações;

 SFTI-P2: Revisar Tecnicamente;

 SFTI-P3: Realizar Licitação.

Artefatos:

 Análise de Viabilidade da Contratação;


 Plano de Sustentação;

 Análise de Riscos;

 Estratégia da Contratação;

 Termo de Referência ou Projeto Básico.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso III;

IN 04/2010, art. 9º, § 2°, inciso III.

Ver ator: Integrante Técnico;

Ver ator: Integrante Administrativo;

Ver ator: Integrante Requisitante;


Ver ator: Fiscal Técnico do Contrato;

Ver ator: Fiscal Administrativo do Contrato;

Ver ator: Fiscal Requisitante do Contrato.

INTEGRANTE TÉCNICO
Definição: Servidor representante da Área de Tecnologia da
Informação, indicado pela autoridade competente dessa área, com
conhecimento técnico relacionado a Solução. É parte integrante da
Equipe de Planejamento da Contratação.

Integrante Técnico Fases de que participa: PCTI, SFTI.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 22


Processos de que participa:

 PCTI-P2: Análise de Viabilidade da Contratação;

 PCTI-P3: Plano de Sustentação;

 PCTI-P4: Análise de Riscos;

 PCTI-P5: Estratégia da Contratação;

 PCTI-P6: Consolidar Informações;

 SFTI-P2: Revisar Tecnicamente;

 SFTI-P3: Realizar Licitação.

Artefatos:
 Análise de Viabilidade da Contratação;

 Plano de Sustentação;

 Análise de Riscos;

 Estratégia da Contratação;

 Termo de Referência ou Projeto Básico.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso III, alínea a.

Ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

Ver ator: Área de Tecnologia da Informação;

Ver ator: Fiscal Técnico do Contrato.

INTEGRANTE ADMINISTRATIVO
Definição: Servidor representante da Área Administrativa, indicado
pela autoridade competente dessa área. É parte integrante da
Equipe de Planejamento da Contratação.

Fase de que participa: PCTI.


Integrante
Administrativo

Processos de que participa:

 PCTI-P2: Análise de Viabilidade da Contratação;

 PCTI-P3: Plano de Sustentação;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 23


 PCTI-P4: Análise de Riscos;

 PCTI-P5: Estratégia da Contratação;

 PCTI-P6: Consolidar Informações.

Artefatos:

 Análise de Viabilidade da Contratação;

 Plano de Sustentação;

 Análise de Riscos;

 Estratégia da Contratação;

 Termo de Referência ou Projeto Básico.


Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso III, alínea b;

Ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

Ver ator: Área Administrativa;

Ver ator: Fiscal Administrativo do Contrato.

INTEGRANTE REQUISITANTE
Definição: Servidor representante da Área Requisitante da
Solução, indicado pela autoridade competente dessa área, com
capacidade técnica relacionada a área de negócio em que a
mesma atua. É parte integrante da Equipe de Planejamento da
Integrante Contratação.
Requisitante
Fase de que participa: PCTI.

Processos de que participa:

 PCTI-P2: Análise de Viabilidade da Contratação;

 PCTI-P3: Plano de Sustentação;

 PCTI-P4: Análise de Riscos;


 PCTI-P5: Estratégia da Contratação;

 PCTI-P6: Consolidar Informações.

Artefatos:

 Análise de Viabilidade da Contratação;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 24


 Plano de Sustentação;

 Análise de Riscos;

 Estratégia da Contratação;

 Termo de Referência ou Projeto Básico.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso III, alínea c.

Ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

Ver ator: Área Requisitante da Solução;

Ver ator: Fiscal Requisitante do Contrato.

ÁREA ADMINISTRATIVA
Definição: Órgão, área ou setor de uma Entidade da Administração
Pública contratante responsável pela execução dos atos
administrativos elencados no MCTI.

Área Fases de que participa: PCTI, SFTI.


Administrativa

Processos de que participa:

 PCTI-P1: Iniciação;

 SFTI-P4: Assinar Contrato;

 SFTI-P5: Destituir Equipe de Planejamento da Contratação;

 SFTI-P6: Nomear Gestor e Fiscais.

Artefatos:

 Documento de Oficialização da Demanda;

 Contrato.
Referências: IN 04/2010, art. 9º, § 2°;

IN 04/2010, art. 24, § 1°;

Ver ator: Integrante Administrativo;

Ver ator: Fiscal Administrativo do Contrato.

Observação: As fases, processos ou atividades que contam com a participação do


Integrante Administrativo ou do Fiscal Administrativo do Contrato pressupõem a

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 25


participação da Área Administrativa.

ÁREA DE LICITAÇÕES
Definição: Órgão, área ou setor de uma Entidade da Administração
Pública contratante responsável pelas atividades envolvidas no
processo licitatório.

Área de Licitações Fase de que participa: SFTI.

Processo de que participa:


 SFTI-P3: Realizar Licitação.

Artefatos:

 Termo de Referência ou Projeto Básico;

 Contrato.

Referências: IN 04/2010, art. 21;

IN 04/2010, art. 22.

CONTRATADA
Definição: Entidade provedora da Solução de Tecnologia da
Informação, vencedora do processo de Seleção do Fornecedor.

Fases de que participa: SFTI, GCTI.


Contratada

Processos de que participa:

 SFTI-P4: Assinar Contrato;

 GCTI-P1: Iniciação;

 GCTI-P2: Encaminhar Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens.

 GCTI-P3: Monitoramento da Execução.

 GCTI-P4: Transição Contratual.

 GCTI-P5: Encerramento do Contrato.

Artefatos:

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 26


 Contrato;

 Termo de Ciência;

 Termo de Compromisso;

 Ordem de Serviço;

 Nota Fiscal;

 Termo de Encerramento do Contrato.

Referências: IN 04/2010, art. 2°, inciso VIII;

IN 04/2010, art. 7°, inciso IV;

IN 04/2010, art. 25, incisos I, II, III e IV.


Ver ator: Preposto.

Observação: As fases, processos ou atividades que contam com a participação do


Preposto ou do Representante Legal da Contratada pressupõem a participação desta.

GESTOR DO CONTRATO
Definição: Servidor com atribuições gerenciais, técnicas e
operacionais relacionada ao processo de gestão do contrato,
indicado pela autoridade competente.

Gestor do Fase de que participa: GCTI.


Contrato

Processos de que participa:

 GCTI-P1: Iniciação;

 GCTI-P2: Encaminhar Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens;

 GCTI-P3: Monitoramento da Execução;

 GCTI-P4: Transição Contratual;

 GCTI-P5: Encerramento do Contrato.

Artefatos:

 Contrato;

 Termo de Ciência;
 Termo de Compromisso;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 27


 Ordem de Serviço;

 Nota Fiscal;

 Termo de Encerramento do Contrato.

Referências: IN 04/2010, art. 2°, inciso IV;

IN 04/2010, art. 24, inciso I;

IN 04/2010, art. 25;

IN 04/2010, art. 26.

FISCAL TÉCNICO DO CONTRATO


Definição: Servidor representante da Área de Tecnologia da
Informação, indicado pela autoridade competente dessa área para
fiscalizar tecnicamente o contrato.

Fiscal Técnico Fase de que participa: GCTI.

Processos de que participa:

 GCTI-P1: Iniciação;

 GCTI-P3: Monitoramento da Execução;

 GCTI-P4: Transição Contratual.

 GCTI-P5: Encerramento do Contrato.

Artefatos:

 Contrato;

 Ordem de Serviço.

Referências: IN 04/2010, art. 2°, inciso V;

IN 04/2010, art. 24, inciso II;

IN 04/2010, art. 25, inciso III;

Ver ator: Integrante Técnico.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 28


FISCAL ADMINISTRATIVO DO CONTRATO
Definição: Servidor representante da Área Administrativa, indicado
pela autoridade competente dessa área para fiscalizar o contrato
quanto aos aspectos administrativos.

Fiscal Fase de que participa: GCTI.


Administrativo

Processos de que participa:

 GCTI-P1: Iniciação;

 GCTI-P3: Monitoramento da Execução;

 GCTI-P4: Transição Contratual.

 GCTI-P5: Encerramento do Contrato.


Artefatos:

 Contrato;

 Ordem de Serviço.

Referências: IN 04/2010, art. 2°, inciso VI;

IN 04/2010, art. 24, inciso IV;

IN 04/2010, art. 25, inciso III;

Ver ator: Integrante Administrativo.

FISCAL REQUISITANTE DO CONTRATO


Definição: Servidor representante da Área Requisitante da
Solução, indicado pela autoridade competente dessa área para
fiscalizar o contrato do ponto de vista funcional da Solução de
Tecnologia da Informação.
Fiscal
Requisitante Fase de que participa: GCTI.

Processos de que participa:

 GCTI-P1: Iniciação;

 GCTI-P3: Monitoramento da Execução;

 GCTI-P4: Transição Contratual.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 29


 GCTI-P5: Encerramento do Contrato.

Artefatos:

 Contrato;

 Ordem de Serviço.

Referências: IN 04/2010, art. 2°, inciso VII;

IN 04/2010, art. 24, inciso III;

IN 04/2010, art. 25, inciso III;

Ver ator: Integrante Requisitante.

PREPOSTO
Definição: funcionário representante da contratada, responsável
por acompanhar a execução do contrato e atuar como interlocutor
principal junto à contratante, incumbido de receber, diligenciar,
encaminhar e responder as principais questões técnicas, legais e
Preposto administrativas referentes ao andamento contratual.

Fase de que participa: GCTI.

Processos de que participa:

 GCTI-P1: Iniciação;

 GCTI-P2: Encaminhar Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens.

 GCTI-P3: Monitoramento da Execução.

 GCTI-P4: Transição Contratual.


 GCTI-P5: Encerramento do Contrato.

Artefatos:

 Termo de Ciência;

 Termo de Compromisso;

 Ordem de Serviço;
 Nota Fiscal;

Referências: IN 04/2010, art. 2°, inciso VIII;

IN 04/2010, art. 7°, inciso IV;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 30


IN 04/2010, art. 25, incisos I, II, III e IV.

Ver ator: Contratada.

Observação: As atividades do GCTI em que está caracterizado relacionamento da


instituição contratante com a contratada pressupõe a participação do preposto.

Uma vez conhecidos os atores participantes do Modelo de Contratação de Soluções de


Tecnologia da Informação, descrevemos, a seguir, as fases, processos e atividades
envolvidas no MCTI.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 31


6 – PLANEJAMENTO DA CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TI
A IN 04/2010, em seu art. 4º, afirma que “as contratações deverão ser precedidas de
planejamento, elaborado em harmonia com o PDTI, alinhado ao planejamento
estratégico do órgão ou entidade”.

Assim sendo, a primeira fase do MCTI é a fase de Planejamento da Contratação de


Soluções de TI – PCTI. Esta fase é composta por cinco processos, 41 atividades e
produz oito artefatos. Além disso, sete atores participam desta fase, que está estruturada
da seguinte forma:

 PCTI-P1 – Iniciação;

 PCTI-P2 – Análise de Viabilidade da Contratação;

 PCTI-P3 – Plano de Sustentação;

 PCTI-P4 – Estratégia da Contratação;

 PCTI-P5 – Análise de Riscos;

 PCTI-P6 – Consolidar Informações;


 Artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

 Artefato: Plano de Sustentação;

 Artefato: Modelo de Termo de Compromisso;

 Artefato: Modelo de Termo de Ciência;

 Artefato: Estratégia da Contratação;

 Artefato: Análise de Riscos;

 Artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico;

 Ator: Área Administrativa;

 Ator: Área Requisitante da Solução;

 Ator: Área de Tecnologia da Informação;

 Ator: Integrante Técnico;

 Ator: Integrante Administrativo;

 Ator: Integrante Requisitante;

 Ator: Equipe de Planejamento da Contratação.

O Planejamento da Contratação se inicia com o envio do Documento de Oficialização da


Demanda – DOD à Área de Tecnologia da Informação. Nesta etapa, chamada de

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 32


Iniciação do PCTI, é consolidado o DOD e é instituída a Equipe de Planejamento da
Contratação.

Em seguida, três processos são executados em paralelo: a Análise de Viabilidade da


Contratação; o Plano de Sustentação e a Análise de Riscos, sendo que este último
permeia todas as etapas do Planejamento da Contratação.

O processo Análise de Viabilidade da Contratação tem por objetivo realizar uma análise
detalhada sobre a viabilidade, ou não, da demanda gerada na fase de Iniciação e se
encerra com a produção do artefato Análise de Viabilidade da Contratação.
O processo Plano de Sustentação tem como principal atividade a geração do artefato
Plano de Sustentação, o qual visa garantir a continuidade do negócio, enquanto este for
necessário à Administração Pública.

Após a produção da Análise da Viabilidade e do Plano de Sustentação, deverá ser


realizado o processo Estratégia da Contratação. Este processo visa a definição de
critérios técnicos, obrigações contratuais, responsabilidades e definições de como os
recursos humanos e financeiros serão alocados para atingir o objetivo da contratação.

Paralelamente, na Análise de Riscos, são identificadas e analisadas as ameaças que


comprometem o sucesso da contratação, bem como da execução contratual. Para cada
ameaça descrita, são definidos os respectivos procedimentos de mitigação, tratamento
e/ou contingenciamento, conforme o caso.

A Análise de Riscos deve ser finalizada somente após o término dos demais processos
que compõem o Planejamento da Contratação, uma vez que todos os artefatos
produzidos nestas etapas são insumos para a execução da referida análise.

Vale ressaltar que a IN 04/2010 em seu art. 18 afirma que:

“é obrigatória a execução da fase de Planejamento da Contratação,


independentemente do tipo de contratação, inclusive nos casos de:

I - Inexigibilidade;

II - Dispensa de licitação ou licitação dispensada;


III - Criação ou adesão à Ata de Registro de Preços; e

IV - Contratações com uso de verbas de organismos internacionais, como


Banco Mundial, Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento, e
outros”.

Logo, conclui-se que é imprescindível a realização do Planejamento, independentemente


da fase de Seleção do Fornecedor, uma vez que “planejar” é dever constitucional da
Administração Pública.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 33


A Figura 4 representa o PCTI. O Anexo I apresenta o fluxo da fase de Planejamento da
Contratação em tamanho real.

A seguir descrevemos os processos e atividades envolvidos nesta fase.

Figura 4: Planejamento da Contratação de Soluções de TI – PCTI

6.1 – PCTI-P1: Iniciação

O processo de Iniciação possui seis atividades e valida o artefato Documento de


Oficialização da Demanda. Três atores participam deste processo, que está estruturado
da seguinte forma:

 PCTI-P1.1 – Verificar Requisitos do DOD;

 PCTI-P1.2 – Alterar DOD;

 PCTI-P1.3 – Indicar Integrante Técnico;

 PCTI-P1.4 – Analisar DOD;


 PCTI-P1.5 – Indicar Integrante Administrativo;

 PCTI-P1.6 – Instituir Equipe de Planejamento da Contratação;

 Ator: Área Administrativa;

 Ator: Área Requisitante da Solução;

 Ator: Área de TI;

 Artefato: Documento de Oficialização da Demanda.

O processo começa com o envio do DOD para Área de TI, que verifica os requisitos do

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 34


mesmo e, caso necessário, devolve-o à Área Requisitante da Solução para correções.
Realizadas as correções, o DOD é reenviado para a Área de TI.

Esta interação entre as áreas Requisitante e de TI pode ser caracterizada como uma
análise prévia das necessidades de negócio, e sofrerá tantas iterações quantas forem
necessárias até que se obtenha um DOD satisfatoriamente consolidado.

Cabe ressaltar que se deve evitar o trâmite desnecessário de documentos, promovendo


a cooperação sensata e produtiva entre as áreas.

Uma vez consolidado o DOD, a Área de TI deve indicar o Integrante Técnico da Equipe
de Planejamento da Contratação e encaminhar o Documento para a Autoridade
Competente da Área Administrativa, que deverá analisá-lo e decidir sobre a continuidade
ou não da contratação. Caso decida pela continuidade da contratação, a Autoridade
Competente da Área Administrativa deve indicar o Integrante Administrativo, instituindo,
em seguida, a Equipe de Planejamento da Contratação.

A Figura 5 representa o processo de Iniciação do PCTI, apresentado em tamanho real no


Anexo II. A seguir descrevemos as atividades envolvidas neste processo.

Figura 5: PCTI-P1: Iniciação

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 35


VERIFICAR REQUISITOS DO DOD
Objetivo: Verificar se o Documento de Oficialização da Demanda
foi preenchido corretamente.

Responsável: Área de Tecnologia da Informação.

Entrada: Documento de Oficialização da Demanda.


PCTI-P1.1
Saída: Sugestões para alteração do DOD.

Descrição: Receber o Documento de Oficialização da Demanda, enviado pela Área


Requisitante da Solução, e verificar se o conteúdo mínimo, descrito na IN 04/2010 em
seu art. 9º, incisos I a IV, está presente no documento recebido:

I - vinculação das necessidades, considerando os objetivos estratégicos e as


necessidades corporativas da instituição, e alinhadas ao PDTI;

II - explicitação da motivação e demonstrativo de resultados a serem alcançados com a


contratação da Solução de Tecnologia da Informação;

III - indicação da fonte dos recursos para a contratação; e

IV - indicação do Integrante Requisitante para composição da Equipe de Planejamento


da Contratação.

Referências: IN 04/2010, art. 9º, incisos I a IV;

ver artefato: Documento de Oficialização da Demanda;

ver ator: Área de Tecnologia da Informação.

Observação: Não faz parte do escopo desta atividade a verificação do mérito da


contratação, somente do conteúdo e da forma como o Documento de Oficialização da
Demanda foi redigido pela Área Requisitante da Solução.

ALTERAR DOD
Objetivo: Alterar o Documento de Oficialização da Demanda para
que ele possua o conteúdo mínimo citado nos incisos de I a IV do
art. 9º da IN 04/2010.

Responsável: Área Requisitante da Solução.


PCTI-P1.2

Entrada: Sugestões para Alteração do DOD.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 36


Saída: Documento de Oficialização da Demanda alterado.

Descrição: Receber o Documento de Oficialização da Demanda, enviado pela Área de


Tecnologia da Informação, com a indicação das correções necessárias, e realizar as
alterações pertinentes.

Referências: IN 04/2010, art. 9º, incisos I a IV;

ver artefato Documento de Oficialização da Demanda;

ver ator: Área Requisitante da Solução.

INDICAR INTEGRANTE TÉCNICO


Objetivo: Indicar o Integrante Técnico da Equipe de Planejamento
da Contratação.

Responsável: Autoridade Competente da Área de Tecnologia da


Informação.
PCTI-P1.3

Entrada: Documento de Oficialização da Demanda.

Saída: Documento de Oficialização da Demanda atualizado.


Descrição: Indicar um servidor da Área de Tecnologia da Informação para ser o
Integrante Técnico da Equipe de Planejamento da Contratação. A indicação deve ser
então devidamente transcrita para o DOD, o qual, nesta etapa, já deverá conter a
indicação do Integrante Requisitante.

Feita a citada indicação, o DOD deverá ser enviado à Autoridade Competente da Área
Administrativa, para aprovação.

Referências: IN 04/2010, art. 9º, § 1º;

ver artefato Documento de Oficialização da Demanda;

ver ator: Área de Tecnologia da Informação.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 37


ANALISAR DOD
Objetivo: Analisar o Documento de Oficialização da Demanda e
decidir sobre o prosseguimento da contratação.

Responsável: Autoridade Competente da Área Administrativa.

Entrada: Documento de Oficialização da Demanda.


PCTI-P1.4

Saída: Documento de Oficialização da Demanda analisado.

Descrição: Receber o DOD, enviado pela Área de Tecnologia da Informação, analisar


seu conteúdo e decidir, motivadamente, se a contratação deverá prosseguir ou ser
arquivada.

Referências: IN 04/2010, art. 9º, § 2º;

ver artefato Documento de Oficialização da Demanda;

ver ator: Área Administrativa.

INDICAR INTEGRANTE ADMINISTRATIVO


Objetivo: Indicar o Integrante Administrativo da Equipe de
Planejamento da Contratação.

Responsável: Autoridade Competente da Área Administrativa.

Entrada: Documento de Oficialização da Demanda.


PCTI-P1.5

Saída: Documento de Oficialização da Demanda.

Descrição: Indicar um servidor da Área Administrativa para ser o Integrante


Administrativo da Equipe de Planejamento da Contratação. A indicação deve,
preferencialmente, fazer parte do Documento de Oficialização da Demanda, o qual,
nesta etapa, já deverá conter a indicação do Integrante Requisitante e do Integrante
Técnico.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, § 2° inciso, III, alínea “b”;

IN 04/2010, art. 9º, § 2° inciso, II;


ver artefato Documento de Oficialização da Demanda;

ver ator: Área Administrativa.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 38


INSTITUIR EQUIPE DE PLANEJAMENTO DA CONTRATAÇÃO
Objetivo: Instituir Equipe da Planejamento da Contratação.

Responsável: Autoridade Competente da Área Administrativa.

Entrada: Documento de Oficialização da Demanda.


PCTI-P1.6

Saída: Nomeação da Equipe de Planejamento da Contratação.

Descrição: Instituir a Equipe de Planejamento da Contratação composta pelo


Integrante Técnico, Integrante Requisitante e Integrante Administrativo indicados pelas
respectivas áreas. A instituição da equipe deverá ser feita em documento próprio
contendo os dados de contato de cada um dos integrantes.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso III;

IN 04/2010, art. 9º, § 2º, inciso III;

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação.

ver atividade: SFTI-P5 – Destituir Equipe de Planejamento da


Contratação.

6.2 – PCTI-P2: Análise de Viabilidade da Contratação

O processo de Análise de Viabilidade da Contratação possui nove atividades e produz o


artefato Análise de Viabilidade da Contratação. Três atores participam deste processo,
que está estruturado da seguinte forma:

 PCTI-P2.1 – Definir Requisitos;

 PCTI-P2.2 – Especificar Requisitos;

 PCTI-P2.3 – Identificar Soluções;

 PCTI-P2.4 – Avaliar Soluções

 PCTI-P2.5 – Escolher Solução;

 PCTI-P2.6 – Justificar Solução Escolhida;

 PCTI-P2.7 – Avaliar Necessidades de Adequação;


 PCTI-P2.8 – Consolidar Informações;

 PCTI-P2.9 – Aprovar Análise de Viabilidade;

 Ator: Integrante Técnico;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 39


 Ator: Integrante Requisitante;

 Ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

 Artefato: Análise de Viabilidade da Contratação.

A Análise de Viabilidade da Contratação inicia-se com a definição dos requisitos da


Solução de Tecnologia da Informação, seguida pela especificação destes requisitos.
Estas informações compõem o conteúdo do documento chamado Especificação de
Requisitos. Concluída a Especificação de Requisitos, é necessária a indicação das
soluções que atendem aos requisitos definidos no art. 11, inciso II, alíneas “a” a “g” da IN
04/2010. Deve-se realizar também a análise e comparação dos Custos Totais de
Propriedade – TCO, das soluções identificadas. Deste conjunto de soluções, deve ser
escolhida uma solução específica. Esta escolha deve ser devidamente justificada. Além
disso, há de se avaliar ainda se existem necessidades de adequação no ambiente que
devem ser satisfeitas para viabilizar a contratação.

As informações devem ser consolidadas no documento Análise de Viabilidade da


Contratação.

A Figura 6 representa o processo de construção da Análise de Viabilidade da


Contratação. O Anexo III apresenta o processo de Análise de Viabilidade da Contratação
em tamanho real. A seguir, descrevemos as atividades envolvidas neste processo.

Figura 6: PCTI-P2: Análise de Viabilidade da Contratação

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 40


DEFINIR REQUISITOS
Objetivo: Definir requisitos de negócio, de capacitação, legais, de
manutenção, temporais, de segurança, sociais, ambientais e
culturais.

Responsável: Integrante Requisitante.


PCTI-P2.1
Entrada: Documento de Oficialização da Demanda.

Saída: Especificação de Requisitos.

Descrição: Essa atividade encontra-se descrita no art. 11, inciso I, alíneas “a” a “c” da
IN 04/2010. A atividade deve começar com a avaliação do Documento de Oficialização
da Demanda e o levantamento das seguintes informações:

a) demandas dos potenciais gestores e usuários da Solução de Tecnologia da


Informação;

b) soluções disponíveis no mercado; e


c) análise de projetos similares realizados por outras instituições;

O levantamento e a avaliação explicitados acima devem servir de base para a definição


e especificação dos seguintes requisitos:

 de negócio, que independem de características tecnológicas e definem as


necessidades dos serviços e os aspectos funcionais da Solução de TI;

 de capacitação, que definem a necessidade de treinamento presencial ou à


distância, carga horária e entrega de materiais didáticos;

 legais, que definem as normas às quais a Solução de Tecnologia da


Informação deverá respeitar;

 de manutenção, que independem de configuração tecnológica e definem a


necessidade de serviços de manutenção preventiva, corretiva, evolutiva e
adaptativa;

 temporais, que define a data limite para entrega da Solução de Tecnologia


da Informação contratada;

 de segurança, com o apoio da Área de Tecnologia da Informação; e

 sociais, ambientais e culturais, que definem requisitos que a Solução de


Tecnologia da Informação deve atender para respeitar necessidades
específicas relacionadas a costumes, idiomas e ao meio ambiente.

Assim que a definição de requisitos for realizada, as informações geradas deverão ser

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 41


repassadas à Área de Tecnologia da Informação para que esta especifique os requisitos
tecnológicos (atividade PCTI.2.2).

Referências: IN 04/2010, art. 11, inciso I, alíneas “a” a “g”;

IN 04/2010, art. 12;

ver artefato Documento de Oficialização da Demanda.

ver artefato Análise de Viabilidade da Contratação.

ver ator: Integrante Requisitante.

ESPECIFICAR REQUISITOS
Objetivo: Especificar, quando aplicáveis, os requisitos tecnológicos
com base nos requisitos definidos na atividade PCTI-P2.1.

Responsável: Integrante Técnico.

PCTI-P2.2 Entrada: DOD, Especificação de Requisitos.

Saída: Especificação de Requisitos.

Descrição: Da mesma forma que a atividade anterior, a atividade Especificar


Requisitos começa com a avaliação do Documento de Oficialização da Demanda e o
levantamento das seguintes informações:
a) demandas dos potenciais gestores e usuários da Solução de Tecnologia da
Informação;

b) soluções disponíveis no mercado; e

c) análise de projetos similares realizados por outras instituições;

De posse das informações acima e dos requisitos definidos na atividade anterior (PCTI-
P2.1), deverão ser feitas as seguintes especificações, quando aplicáveis, conforme IN
04/2010, art. 13:

I. de arquitetura tecnológica, composta de hardware, software, padrões de


interoperabilidade, linguagem de programação, interface, dentre outros;

II. de projeto e de implementação, que estabelecem o processo de


desenvolvimento de software, técnicas, métodos, forma de gestão, de
documentação, dentre outros;

III. de implantação, que definem o processo de disponibilização da solução em


ambiente de produção, dentre outros;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 42


IV. de garantia e manutenção, que definem a forma como será conduzida a
manutenção e a comunicação entre as partes envolvidas;

V. de capacitação, que definem o ambiente tecnológico dos treinamentos a serem


ministrados, perfil do instrutor, dentre outros;

VI. de experiência profissional da equipe que projetará, implementará e implantará


a Solução de Tecnologia da Informação, que definem a natureza da experiência
profissional exigida e as respectivas formas de comprovação dessa
experiência, dentre outros;

VII. de formação da equipe que projetará, implementará e implantará a Solução de


Tecnologia da Informação, que definem cursos acadêmicos e técnicos, formas
de comprovação dessa formação, dentre outros;

VIII. de metodologia de trabalho;

IX. de segurança da informação; e

X. demais requisitos aplicáveis.

Referências: IN 04/2010, art. 11, inciso I, alíneas “a” a “c”;

IN 04/2010, art. 13;

ver artefato: Documento de Oficialização da Demanda;

ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

ver ator: Integrante Técnico.

Observação: Cabe à Área Requisitante da Solução repassar à Área de TI o


levantamento realizado anteriormente para que os mesmos sirvam de subsídio para a
especificação dos requisitos tecnológicos.

IDENTIFICAR SOLUÇÕES
Objetivo: Identificar as diferentes soluções que atendam aos
requisitos especificados nas atividades anteriores (PCTI-P2.1 e
PCTI-P2.2).

Responsáveis: Integrante Técnico e Integrante Requisitante.


PCTI-P2.3

Entradas: DOD, Especificação de Requisitos, Soluções de TI disponíveis na


Administração Pública Federal e no Portal do Software Público Brasileiro, Soluções de
Mercado, Soluções Aderentes aos Padrões e-Ping, ICP-Brasil, e-Arq, Orçamento

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 43


Estimado.

Saída: Soluções de Tecnologia da Informação.

Descrição: Conforme descrito no inciso II do art. 11 da IN 04/2010, deverão ser


identificadas diferentes soluções que atendam aos requisitos especificados nas
atividades anteriores, considerando:

a) disponibilidade de solução similar em outro órgão ou entidade da Administração


Pública;

b) soluções existentes no Portal do Software Público Brasileiro


(http://www.softwarepublico.gov.br);
c) capacidade e alternativas do mercado, inclusive a existência de software livre
ou software público;

d) observância às políticas, premissas e especificações técnicas definidas pelos


Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico - e-PING e Modelo de
Acessibilidade de Governo Eletrônico - e-MAG;

e) aderência às regulamentações da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira -


ICP-Brasil, quando houver necessidade de utilização de certificação digital;

f) a observância às orientações, premissas e especificações técnicas e funcionais


definidas pelo Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão
Arquivística de Documentos – e-ARQ Brasil, quando o objetivo da solução
abranger a gestão de documentos arquivísticos digitais e não digitais, conforme
Resolução do CONARQ nº 25, de 27 de abril de 2007; e

g) orçamento estimado.

Referências: IN 04/2010, art. 11, inciso II;

ver artefato: Documento de Oficialização da Demanda;

ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

ver ator: Integrante Técnico.

ver ator: Integrante Requisitante.

Observação: para a elaboração da estimativa de preços recomenda-se observar a


Orientação Técnica nº 01/2010 do sítio TIControle, URL: http://www.ticontrole.gov.br.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 44


AVALIAR SOLUÇÕES
Objetivo: Obter uma análise comparativa dos Custos Totais de
Propriedade das Soluções identificadas.

Responsáveis: Integrante Técnico e Integrante Requisitante.

Entrada: Soluções de Tecnologia da Informação.


PCTI-P2.4
Saída: Análise TCO.

Descrição: Receber a lista de Soluções identificadas na atividade anterior (PCTI-P2.3)


e, para cada uma delas, calcular o TCO. Em seguida elaborar uma análise comparativa
das soluções em termos de TCO. Esta análise servirá como instrumento para escolha
da Solução (PCTI-P2.5) e posterior justificação desta escolha (PCTI-P2.6).

Referências: IN 04/2010, art. 11, inciso III;

ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

ver ator: Integrante Técnico.

ver ator: Integrante Requisitante.

ESCOLHER SOLUÇÃO
Objetivo: Escolher a Solução de Tecnologia da Informação que
será contratada.

Responsáveis: Integrante Técnico e Integrante Requisitante.

Entrada: Soluções de Tecnologia da Informação, Análise TCO.


PCTI-P2.5

Saída: Solução de Tecnologia da Informação Escolhida.

Descrição: Receber a lista de Soluções identificadas na atividade anterior (PCTI-P2.3),


juntamente com a Análise comparativa do TCO e escolher a opção mais adequada aos
objetivos da contratação.

Referências: IN 04/2010, art. 11, inciso IV;

ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

ver ator: Integrante Técnico.

ver ator: Integrante Requisitante.

Orientação Técnica nº 01/2010 - sítio TIControle:

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 45


http://www.ticontrole.gov.br.

JUSTIFICAR SOLUÇÃO ESCOLHIDA


Objetivo: Justificar a solução escolhida na atividade anterior
(PCTI-P2.5).

Responsáveis: Integrante Técnico e Integrante Requisitante.

Entrada: Solução de Tecnologia da Informação Escolhida, Análise


PCTI-P2.6
TCO.

Saída: Justificativa para escolha da Solução de TI.

Descrição: Justificar a solução escolhida na atividade anterior (PCT-P2.5), conforme


inciso IV do art. 11 da IN 04/2010:

a) descrição sucinta, precisa, suficiente e clara da Solução de TI escolhida,


indicando os bens e serviços que a compõem;

b) alinhamento em relação às necessidades; e

c) identificação dos benefícios a serem alcançados com a solução escolhida em


termos de eficácia, eficiência, efetividade e economicidade.

Esta justificativa servirá de insumo para a elaboração do Termo de Referência ou


Projeto Básico (PCTI-P6).

Referências: IN 04/2010, art. 11, IV;

ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

ver artefato Termo de Referência ou Projeto Básico;


ver ator: Integrante Técnico.

ver ator: Integrante Requisitante.

AVALIAR NECESSIDADES DE ADEQUAÇÃO


Objetivo: Avaliar as necessidades de adequação para execução
contratual.

Responsáveis: Integrante Técnico e Integrante Requisitante.

PCTI-P2.7 Apoio: Integrante Administrativo.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 46


Entrada: Solução de TI Escolhida, Especificação de Requisitos, Ativos e Processos
Organizacionais.

Saída: Necessidades de Adequação.

Descrição: A avaliação das necessidades de adequação para a execução contratual


deverá abranger:

a) infraestrutura tecnológica;

b) infraestrutura elétrica;

c) logística;

d) espaço físico;
e) mobiliário; e

f) outros que se apliquem.

O artefato produzido nesta atividade servirá de subsídio para a criação do Plano de


Inserção.

Referências: IN 04/2010, art. 11, V;

ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

ver ator: Integrante Técnico.

ver ator: Integrante Requisitante.

CONSOLIDAR INFORMAÇÕES
Objetivo: Consolidar as informações para a geração do documento
Análise de Viabilidade da Contratação.

Responsáveis: Integrante Técnico e Integrante Requisitante.

PCTI-P2.8 Apoio: Integrante Administrativo.

Entrada: DOD, Especificação de Requisitos, Soluções de TI, Solução de TI Escolhida,


Justificativa para Escolha da Solução de TI, Necessidades de Adequação, Análise TCO.

Saída: Análise de Viabilidade da Contratação.

Descrição: Deve-se consolidar as informações geradas no processo de Análise de


Viabilidade da Contratação (PCTI-P2), com o objetivo de gerar um documento único
que demonstre a viabilidade da contratação. Este documento deve conter, pelo menos,
os seguintes itens:

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 47


 Especificação dos Requisitos (PCTI-P2.1 e PCTI-P2.2);

 Identificação e avaliação das Soluções Disponíveis (PCTI-P2.3);

 Estimativa Orçamentária (PCTI-P2.3 item f);

 Solução escolhida e respectiva justificativa;

 Necessidades de adequação do ambiente; e

 Outros aplicáveis.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, XI;

ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

ver ator: Integrante Técnico.


ver ator: Integrante Requisitante.

AVALIAR ANÁLISE DE VIABILIDADE


Objetivo: Avaliar o documento de Análise de Viabilidade da
Contratação para fins de aprovação.

Responsáveis: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Análise de Viabilidade da Contratação.


PCTI-P2.9

Saída: Análise de Viabilidade da Contratação aprovada.

Descrição: Analisar o documento de Análise de Viabilidade da Contratação conforme


requisitos definidos no inciso XI, do art. 2º da IN 04/2010.

A aprovação do documento se dará por meio das assinaturas da Equipe de


Planejamento da Contratação. Caso não haja aprovação, deve-se retornar para uma ou
mais atividades do processo para efetuar as devidas correções, para posteriormente
refazer a análise.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, XI.

IN 04/2010, art. 11.

ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;


ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 48


6.3 – PCTI-P3: Plano de Sustentação

O processo de elaboração do Plano de Sustentação possui seis atividades e produz o


artefato Plano de Sustentação. Três atores participam deste processo, que está
estruturado da seguinte forma:

 PCTI-P3.1 – Definir Recursos Materiais e Humanos;

 PCTI-P3.2 – Definir Atividades de Transição e Encerramento do Contrato;

 PCTI-P3.3 – Elaborar Estratégia de Continuidade;

 PCTI-P3.4 – Elaborar Estratégia de Independência;


 PCTI-P3.5 – Consolidar Informações;

 PCTI-P3.6 – Avaliar Plano de Sustentação;

 Ator: Integrante Técnico;

 Ator: Integrante Requisitante;

 Ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

 Artefato: Plano de Sustentação.

Segundo o art. 14 da IN 04/2010, para elaborar do Plano de Sustentação, é preciso


identificar os recursos materiais e humanos necessários à continuidade do negócio.
Deve-se definir ações de contingência para garantir a “continuidade do fornecimento da
Solução de Tecnologia da Informação em eventual interrupção contratual”, bem como as
atividades a realizar em caso de eventual transição contratual e encerramento do
contrato. Também é necessário definir e descrever uma “estratégia de independência do
órgão ou entidade contratante com relação à contratada”. Todas estas informações
compõem o artefato Plano de Sustentação.

“O Plano de Sustentação deverá ser aprovado e assinado pela Equipe de Planejamento


da Contratação” [IN 04/2010, art. 14, Parágrafo único].

A Figura 7 representa o processo de elaboração do Plano de Sustentação. O Anexo IV


apresenta o processo de elaboração do Plano de Sustentação em tamanho real.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 49


Figura 7: PCTI-P3: Plano de Sustentação

A seguir, descrevemos as atividades envolvidas neste processo.

DEFINIR RECURSOS MATERIAS E HUMANOS


Objetivo: Identificar os recursos materiais e humanos necessários
à continuidade do negócio.

Responsáveis: Integrante Técnico e Integrante Requisitante.

Entrada: Documento de Oficialização da Demanda, Ativos e


PCTI-P3.1 Processos Organizacionais.

Saída: Recursos Materiais e Humanos.

Descrição: Analisando a demanda devem ser identificados, dentre os ativos e os


processos organizacionais do Órgão aqueles recursos materiais e humanos que serão
fundamentais para a continuidade do negócio da instituição.

Referências: IN 04/2010, art. 14, inciso I;

ver ator: Integrante Técnico;

ver ator: Integrante Requisitante;

ver artefato: Plano de Sustentação.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 50


DEFINIR ATIVIDADES DE TRANSIÇÃO E ENCERR. DO CONTRATO
Objetivo: Estabelecer procedimentos que devem ser seguidos
em uma eventual transição contratual e no encerramento do
contrato.

Responsáveis: Integrante Técnico e Integrante Requisitante.


PCTI-P3.2 Entrada: Documento de Oficialização da Demanda.
Saída: Atividades de Transição e Encerramento do Contrato.

Descrição: Analisando a demanda, sevem ser elaborados procedimento para:

a) entrega de versões finais dos produtos e da documentação;

b) transferência final de conhecimentos sobre a execução e a manutenção da


Solução;

c) devolução de recursos;

d) revogação de perfis de acesso;

e) eliminação de caixas postais;

f) outros que se apliquem.

Referências: IN 04/2010, art. 14, inciso III;

ver ator: Integrante Técnico;

ver ator: Integrante Requisitante;


ver ator: Integrante Administrativo;

ver artefato: Plano de Sustentação.

ELABORAR ESTRATÉGIA DE CONTINUIDADE


Objetivo: Definir mecanismos que permitam a continuidade do
fornecimento da Solução em eventual interrupção contratual.

Responsáveis: Integrante Técnico e Integrante Requisitante.

PCTI-P3.3

Entrada: Documento de Oficialização da Demanda, Ativos e Processos


Organizacionais.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 51


Saída: Estratégia de Continuidade de Fornecimento.

Descrição: Baseado em uma análise da demanda, dos ativos e dos processos


organizacionais do Órgão, deve-se detectar, no tempo, situações de interrupção
contratual e, para cada uma delas, descrever ações necessárias para dar continuidade
ao fornecimento da Solução de Tecnologia da Informação.

Referências: IN 04/2010, art. 14, inciso II;

ver ator: Integrante Técnico;

ver ator: Integrante Requisitante;

ver artefato: Plano de Sustentação.

ELABORAR ESTRATÉGIA DE INDEPENDÊNCIA


Objetivo: Estabelecer diretrizes que minimizem dependência da
Contratante em relação a Contratada.

Responsáveis: Integrante Técnico e Integrante Requisitante.

Entrada: Documento de Oficialização da Demanda.


PCTI-P3.4

Saída: Estratégia de Independência.

Descrição: Baseado em uma análise da demanda, definir:

a) forma de transferência de conhecimento tecnológico; e

b) direitos de propriedade intelectual e direitos autorais da Solução de TI sobre os


diversos documentos e produtos produzidos ao longo do contrato, incluindo a
documentação, os modelos de dados e as bases de dados, justificando os casos
em que tais direitos não vierem a pertencer à Administração direta, autárquica e
fundacional do Poder Executivo Federal.

Referências: IN 04/2010, art. 14, inciso IV;

ver ator: Integrante Técnico;

ver ator: Integrante Requisitante;

ver artefato: Plano de Sustentação.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 52


CONSOLIDAR INFORMAÇÕES
Objetivo: Consolidar as informações para a geração do
documento Plano de Sustentação.

Responsáveis: Integrante Técnico e Integrante Requisitante.

Apoio: Integrante Administrativo


PCTI-P3.5

Entrada: Ativos e Processos Organizacionais, DOD, Recursos Humanos e Materiais,


Estratégia de Continuidade de Fornecimento, Atividades de Transição e Encerramento
do Contrato, Estratégia de Independência.

Saída: Plano de Sustentação.


Descrição: Deve-se consolidar as informações geradas no processo Plano de
Sustentação (PCTI-P3), com o objetivo de gerar um documento único contendo, pelo
menos, os seguintes itens:

I – recursos materiais e humanos necessários à continuidade do negócio;

II – continuidade do fornecimento da Solução de Tecnologia da Informação em


eventual interrupção contratual;

III – atividades de transição contratual e encerramento do contrato;

IV – estratégia de independência do órgão ou entidade com relação à


contratada.

Referências: IN 04/2010, art. 14;

ver ator: Integrante Técnico;

ver ator: Integrante Requisitante;

ver artefato: Plano de Sustentação.

AVALIAR PLANO DE SUSTENTAÇÃO


Objetivo: Avaliar o Plano de Sustentação.

Responsável: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Plano de Sustentação.


PCTI-P3.6 Saída: Plano de Sustentação aprovado.

Descrição: O objetivo desta atividade é realizar uma verificação no conteúdo descrito


no artefato Plano de Sustentação e avaliar a sua aplicabilidade. O conteúdo mínimo do
Plano de Sustentação, suas especificações e requisitos necessários estão listados no

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 53


art. 14 da IN 04/2010.

Caso o Plano de Sustentação não esteja em conformidade com as especificações


encontradas no art. 14 da IN 04/2010 ele deverá ser corrigido pela respectiva área
responsável e ser submetido à nova avaliação para aprovação.

Referências: IN 04/2010, art. 14, Parágrafo único;

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Plano de Sustentação.

6.4 – PCTI-P4: Estratégia da Contratação

O processo de elaboração da Estratégia da Contratação possui nove atividades e produz


o artefato Estratégia da Contratação. Três atores participam deste processo, que está
estruturado da seguinte forma:

 PCTI-P4.1 – Indicar Solução de TI;

 PCTI-P4.2 – Indicar Termos Contratuais;

 PCTI-P4.3 – Definir Responsabilidades da Contratada;

 PCTI-P4.4 – Elaborar Modelos de Documentos;

 PCTI-P4.5 – Definir Critérios Técnicos de Julgamento;


 PCTI-P4.6 – Elaborar Orçamento Detalhado;

 PCTI-P4.7 – Elaborar Estimativa de Impacto;

 PCTI-P4.8 – Consolidar Informações;

 PCTI-P4.9 – Avaliar Estratégia da Contratação;

 Ator: Integrante Técnico;

 Ator: Integrante Requisitante;

 Ator: Integrante Administrativo;

 Ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

 Artefato: Estratégia da Contratação.

Segundo o art. 15 da IN 04/2010, a “Estratégia da Contratação será elaborada a partir da


Análise de Viabilidade da Contratação e do Plano de Sustentação”. O processo de
elaboração da Estratégia da Contratação se inicia com a indicação da Solução de
Tecnologia da Informação a ser contratada.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 54


A Estratégia da Contratação deve conter os termos contratuais, indicando todas as
responsabilidades da Contratada, os critérios técnicos de julgamento das propostas que
serão apresentadas na fase de Seleção do Fornecedor, o orçamento detalhado e uma
estimativa do impacto econômico-financeiro que a contratação causará na Contratante.

Nestas definições, deve-se levar em consideração princípios como oportunidade e


conveniência e a manutenção do equilíbrio financeiro do futuro contrato.

“A Estratégia da Contratação deverá ser aprovada e assinada pela Equipe de


Planejamento da Contratação”. [IN 04/2010, art. 15, § 6°]
A Figura 8 representa o processo de elaboração da Estratégia da Contratação. O Anexo
V apresenta o processo de elaboração da Estratégia da Contratação em tamanho real.

Figura 8: PCTI-P4: Estratégia da Contratação

A seguir, descrevemos as atividades envolvidas neste processo.

INDICAR SOLUÇÃO DE TI
Objetivo: Indicar a Solução de Tecnologia da Informação a ser
contratada.

Responsável: Integrante Técnico.

Entrada: Plano de Sustentação e Análise de Viabilidade da


PCTI-P4.1 Contratação.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 55


Saída: Solução de TI.

Descrição: Indicar a Solução de TI a ser contratada. Essa tarefa já foi executada nas
atividades PCTI-P2.3, PCTI-P2.4 e PCTI-P2.5. Portanto, dentro do contexto do
processo de Estratégia da Contratação cabe o detalhamento e revisão no documento
final.

As informações geradas nesta atividade serão utilizadas para elaboração da descrição


da Solução de Tecnologia da Informação escolhida no Termo de Referência ou Projeto
Básico, consolidado na atividade PCTI-P6.

Referências: IN 04/2010, art. 15, inciso I.

ver ator: Integrante Técnico;

ver artefato: Estratégia da Contratação.

INDICAR TERMOS CONTRATUAIS


Objetivo: Indicar os Termos Contratuais que farão parte do
Contrato.

Responsáveis: Equipe de Planejamento da Contratação.

PCTI-P4.2 Entrada: Plano de Sustentação e Análise de Viabilidade da


Contratação.
Saída: Termos Contratuais.

Descrição: Neste processo deverão ser indicados os Termos Contratuais a serem


utilizados no item VI - Elementos para Gestão do Contrato do Termo de Referência ou
Projeto Básico, consolidado na atividade PCTI-P6. Para sua construção, deverá ser
observado o disposto nos §§ 2º e 3º do art. 15 da IN 04/2010:

“Art. 15 ...

§ 2º A aferição de esforço por meio da métrica homens-hora apenas poderá ser


utilizada mediante justificativa e sempre vinculada à entrega de produtos de acordo com
prazos e qualidade previamente definidos.

§ 3º É vedado contratar por postos de trabalho alocados, salvo excepcionalmente os


casos justificados, mediante a comprovação obrigatória de resultados compatíveis com
o posto previamente definido.”

Conforme descrito no inciso III do art. 15 da IN 04/2010, os termos contratuais deverão


conter:

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 56


a) fixação de procedimentos e Critérios de Aceitação dos serviços prestados ou bens
fornecidos, abrangendo métricas, indicadores e valores mínimos aceitáveis;

b) quantificação ou estimativa prévia do volume de serviços demandados ou quantidade


de bens fornecidos, para comparação e controle;

c) definição de metodologia de avaliação da qualidade e da adequação da Solução de


Tecnologia da Informação às especificações funcionais e tecnológicas;

d) garantia de inspeções e diligências, quando aplicáveis, e suas formas de exercício;

e) definição de direitos autorais e de propriedade intelectual;

f) cronograma de execução física e financeira;

g) forma de pagamento, que deverá ser efetuado em função dos resultados obtidos;

h) definição de mecanismos formais de comunicação a serem utilizados para troca de


informações entre a contratada e a Administração; e

i) definição clara e detalhada das sanções administrativas, de acordo com os Arts. 86,
87 e 88 da Lei nº 8.666, de 1993, juntamente com o art. 7° da Lei n° 10.520, de 2002,
observando:

1. vinculação aos termos contratuais;

2. proporcionalidade das sanções previstas ao grau do prejuízo causado pelo


descumprimento das respectivas obrigações;

3. as situações em que advertências ou multas serão aplicadas, com seus


percentuais correspondentes, que obedecerão uma escala gradual para as sanções
recorrentes;

4. as situações em que o contrato será rescindido por parte da Administração devido


ao não atendimento de termos contratuais, da recorrência de aplicação de multas ou
outros motivos;

5. as situações em que a contratada terá suspensa a participação em licitações e


impedimento para contratar com a Administração; e

6. as situações em que a contratada será declarada inidônea para licitar ou contratar


com a Administração, conforme previsto em Lei;

A Lei nº 8.666/93, em seus arts. 86, 87 e 88, estabelece:

“Art. 86. O atraso injustificado na execução do contrato sujeitará o contratado à multa


de mora, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato.

§ 1o A multa a que alude este artigo não impede que a Administração rescinda

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 57


unilateralmente o contrato e aplique as outras sanções previstas nesta Lei.

§ 2o A multa, aplicada após regular processo administrativo, será descontada da


garantia do respectivo contratado.

§ 3o Se a multa for de valor superior ao valor da garantia prestada, além da perda


desta, responderá o contratado pela sua diferença, a qual será descontada dos
pagamentos eventualmente devidos pela Administração ou ainda, quando for o caso,
cobrada judicialmente.

Art. 87. Pela inexecução total ou parcial do contrato a Administração poderá,


garantida a prévia defesa, aplicar ao contratado as seguintes sanções:

I - advertência;

II - multa, na forma prevista no instrumento convocatório ou no contrato;

III - suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar


com a Administração, por prazo não superior a 2 (dois) anos;

IV - declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública


enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida
a reabilitação perante a própria autoridade que aplicou a penalidade, que será
concedida sempre que o contratado ressarcir a Administração pelos prejuízos
resultantes e após decorrido o prazo da sanção aplicada com base no inciso anterior.

§ 1º Se a multa aplicada for superior ao valor da garantia prestada, além da perda


desta, responderá o contratado pela sua diferença, que será descontada dos
pagamentos eventualmente devidos pela Administração ou cobrada judicialmente.

§ 2º As sanções previstas nos incisos I, III e IV deste artigo poderão ser aplicadas
juntamente com a do inciso II, facultada a defesa prévia do interessado, no respectivo
processo, no prazo de 5 (cinco) dias úteis.

§ 3º A sanção estabelecida no inciso IV deste artigo é de competência exclusiva do


Ministro de Estado, do Secretário Estadual ou Municipal, conforme o caso, facultada a
defesa do interessado no respectivo processo, no prazo de 10 (dez) dias da abertura de
vista, podendo a reabilitação ser requerida após 2 (dois) anos de sua aplicação.

Art. 88. As sanções previstas nos incisos III e IV do artigo anterior poderão também
ser aplicadas às empresas ou aos profissionais que, em razão dos contratos
regidos por esta Lei:

I - tenham sofrido condenação definitiva por praticarem, por meios dolosos, fraude fiscal
no recolhimento de quaisquer tributos;

II - tenham praticado atos ilícitos visando a frustrar os objetivos da licitação;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 58


III - demonstrem não possuir idoneidade para contratar com a Administração em virtude
de atos ilícitos praticados.”

Referências: Lei nº 8.666/93, arts. 86, 87 e 88.

Lei nº 8.666/93, art. 65, inciso II, b.

Lei nº 8.666/93, art. 73, inciso I, b.

IN 04/2010, art. 15, inciso III.

IN 04/2010, art. 15, §§ 2º e 3º.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Estratégia da Contratação.

DEFINIR RESPONSABILIDADES DA CONTRATADA


Objetivo: Definir as responsabilidades da contratada.

Responsáveis: Integrante Técnico.

Entrada: Plano de Sustentação e Análise de Viabilidade da


PCTI-P4.3 Contratação.

Descrição: Nesta atividade, devem ser descritas as responsabilidades da Contratada


relacionadas à execução contratual. Devem ser observadas a legislação, as normas e
os padrões pertinentes relacionados ao objeto da contratação e aos contratos
administrativos, bem como outras fontes relacionadas.

Referências: IN 04/2010, art. 15, inciso II.

ver ator: Integrante Técnico;

ver artefato: Estratégia da Contratação.

ELABORAR MODELOS DE DOCUMENTOS


Objetivo: Elaborar modelos de documentos a serem entregues
pela contratada na reunião inicial (GCTI-P1.3).

Responsável: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Plano de Sustentação e Análise de Viabilidade da


PCTI-P4.4
Contratação.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 59


Saída: Modelo de Termo de Compromisso, Modelo de Termo de Ciência.

Descrição: Elaborar os modelos de documentos a serem entregues pela contratada na


reunião inicial, conforme art. 25, inciso I, alínea “b” da IN 04/2010.

Neste processo deverão ser elaborados dois modelos de documentos: Termo de


Compromisso e Termo de Ciência. O primeiro documento deve ser assinado pelo
Representante Legal e pelo Preposto da Contratada, e o segundo documento deve ser
assinado por todos os empregados da contratada diretamente envolvidos na
contratação.

Referências: IN 04/2010, art. 15, inciso VI;

IN 04/2010, art. 25, inciso I, alínea “b”;

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Termo de Compromisso;

ver artefato: Termo de Ciência;

ver artefato: Estratégia da Contratação.

DEFINIR CRITÉRIOS TÉCNICOS DE JULGAMENTO


Objetivo: Definir os critérios técnicos de julgamento das propostas
para a fase de Seleção do Fornecedor.

Responsáveis: Integrante Técnico.

PCTI-P4.5 Entrada: Plano de Sustentação e Análise de Viabilidade da


Contratação.

Saída: Critérios Técnicos de Julgamento das Propostas.

Descrição: Definir os critérios técnicos de julgamento das propostas para a fase de


Seleção do Fornecedor, observando o seguinte:

a) utilização de critérios correntes no mercado;

b) a Análise de Viabilidade da Contratação;


c) possibilidade de considerar mais de um atestado relativo ao mesmo quesito de
capacidade técnica, quando necessário para a comprovação da aptidão;

d) vedação da indicação de entidade certificadora, exceto nos casos previamente


dispostos em normas do governo federal;

e) vedação da pontuação com base em atestados relativos à duração de trabalhos

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 60


realizados pelo licitante;

f) vedação da pontuação progressiva de mais de um atestado para o mesmo quesito de


capacidade técnica; e

g) justificativa dos critérios de pontuação em termos do benefício que trazem para o


contratante.

Referências: IN 04/2010, art. 15, inciso VII;

ver ator: Integrante Técnico;

ver artefato: Estratégia da Contratação.

ELABORAR ORÇAMENTO DETALHADO


Objetivo: Elaborar orçamento detalhado da contratação.

Responsáveis: Integrante Administrativo e Integrante Técnico.

Entrada: Plano de Sustentação, Análise de Viabilidade da


Contratação.
PCTI-P4.6
Saída: Orçamento Detalhado.

Descrição: Conforme descrito no inciso IV do art. 15 da IN 04/2010, o orçamento


detalhado será elaborado pelo Integrante Administrativo com o apoio do Integrante
Técnico e deve ser fundamentado em pesquisa de mercado. Como subsídio à sua
elaboração, deve-se utilizar:

 o Plano de Sustentação;

 a Análise de Viabilidade, especialmente o item “orçamento estimado” levando


em conta os artefatos produzidos nas atividades PCTI-P2.3, PCTI-P2.4 e PCTI-
P2.5;

 contratações similares;

 valores oficiais de referência;

 pesquisa junto a fornecedores;


 tarifas públicas.

Referências: IN 04/2010, art. 15, inciso IV.

ver ator: Integrante Administrativo;

ver ator: Integrante Técnico;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 61


ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

ver artefato: Plano de Sustentação;

ver artefato: Estratégia da Contratação.

ELABORAR ESTIMATIVA DE IMPACTO


Objetivo: Elaborar a Estimativa de Impacto Econômico-Financeiro
no orçamento do órgão ou entidade.

Responsável: Integrante Requisitante.

PCTI-P4.7 Entrada: Orçamento Detalhado, Plano de Sustentação, Análise de


Viabilidade.

Saída: Estimativa de Impacto Econômico-Financeiro.

Descrição: O Integrante Requisitante da Solução deverá elaborar estimativa de


impacto econômico-financeiro no orçamento do órgão ou entidade. Esta estimativa
deverá ser elaborada à luz do art. 16 da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de
2000 – Lei de Responsabilidade Fiscal – que afirma:

“Art. 16. A criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação governamental que acarrete


aumento da despesa será acompanhado de:

I - estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar


em vigor e nos dois subsequentes;

II - declaração do ordenador da despesa de que o aumento tem adequação


orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano
plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias.

§ 1o Para os fins desta Lei Complementar, considera-se:

I - adequada com a lei orçamentária anual, a despesa objeto de dotação específica e


suficiente, ou que esteja abrangida por crédito genérico, de forma que somadas todas
as despesas da mesma espécie, realizadas e a realizar, previstas no programa de
trabalho, não sejam ultrapassados os limites estabelecidos para o exercício;
II - compatível com o plano plurianual e a lei de diretrizes orçamentárias, a despesa que
se conforme com as diretrizes, objetivos, prioridades e metas previstas nesses
instrumentos e não infrinja qualquer de suas disposições.

§ 2o A estimativa de que trata o inciso I do caput será acompanhada das premissas e


metodologia de cálculo utilizadas.

§ 3o Ressalva-se do disposto neste artigo a despesa considerada irrelevante, nos

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 62


termos em que dispuser a lei de diretrizes orçamentárias.

§ 4o As normas do caput constituem condição prévia para:

I - empenho e licitação de serviços, fornecimento de bens ou execução de obras;

II - desapropriação de imóveis urbanos a que se refere o § 3o do art. 182 da


Constituição.”

Referências: IN 04/2010, art. 15, inciso V;

Lei Complementar nº 101, de 04/05/2000, art. 16;

ver ator: Integrante Requisitante;

ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

ver artefato: Plano de Sustentação;

ver artefato: Estratégia da Contratação.

CONSOLIDAR INFORMAÇÕES
Objetivo: Consolidar as informações para a geração do documento
Estratégia da Contratação.

Responsáveis: Equipe de Planejamento da Contratação.

PCTI-P4.8

Entrada: Solução de TI, Termos Contratuais, Modelo do Termo de Ciência, Modelo do


Termo de Compromisso, Critérios Técnicos de Julgamento das Propostas, Orçamento
Detalhado, Fonte de Recursos, Estimativa de Impacto Econômico-Financeiro, Plano de
Sustentação e Análise de Viabilidade.

Saída: Estratégia da Contratação.

Descrição: Consolidar as informações geradas no processo Estratégia da Contratação


(PCTI-P4) e gerar o artefato Estratégia da Contratação o qual deverá conter:

 definição de critérios técnicos;

 obrigações contratuais;

 definição de responsabilidades;

 explicitação de como os recursos humanos e financeiros serão alocados para


atingir o objetivo da contratação.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 63


Referências: Definição - IN 04/2010, art. 2º, inciso XIII.

IN 04/2010, art. 14.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

ver artefato: Plano de Sustentação;

ver artefato: Estratégia da Contratação.

AVALIAR ESTRATÉGIA DA CONTRATAÇÃO


Objetivo: Avaliar a Estratégia da Contratação gerado no processo
anterior (PCTI-P4.9).

Responsáveis: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Estratégia da Contratação.


PCTI-P4.9

Saída: Estratégia da Contratação Aprovada.

Descrição: Neste processo, a Equipe de Planejamento da Contratação deverá avaliar a


Estratégia da Contratação, conforme especificações constantes no art. 2º e art. 15 da
IN 04/2010. Em caso de não conformidade com o especificado nestes artigos, a
Estratégia da Contratação deverá ser encaminhada ao responsável para correção dos
itens específicos. Após a correção, o documento deve ser reavaliado.

Referências: IN 04/2010, art. 15, § 6º.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Estratégia da Contratação.

6.5 – PCTI-P5: Análise de Riscos

O processo de Análise de Riscos possui dez atividades e produz o artefato Análise de


Riscos. Três atores participam deste processo, que está estruturado da seguinte forma:

 PCTI-P5.1 – Identificar Riscos que Comprometem o Sucesso;

 PCTI-P5.2 – Identificar Riscos de Não Atendimento das Necessidades;

 PCTI-P5.3 – Identificar Probabilidade de Ocorrência;

 PCTI-P5.4 – Identificar Danos Potencias;

 PCTI-P5.5 – Definir Ações de Prevenção;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 64


 PCTI-P5.6 – Definir Responsáveis;

 PCTI-P5.7 – Definir Ações de Contingência;

 PCTI-P5.8 – Definir Responsáveis;

 PCTI-P5.9 – Consolidar Informações;

 PCTI-P5.10 – Avaliar Análise de Risco;

 Ator: Integrante Técnico;

 Ator: Integrante Requisitante;

 Ator: Integrante Administrativo;


 Ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

 Artefato: Análise de Riscos.

A Análise de Riscos está descrita no o art. 16. da IN 04/2010. Segundo este, “a Análise
de Riscos deverá ser elaborada pela Equipe de Planejamento da Contratação”.

Para isso, devem ser identificados os riscos que possam comprometer o sucesso da
contratação e da gestão contratual e os riscos de a Solução não vir a alcançar os
resultados que atendam às necessidades da Contratante.

Para cada risco identificado, devem ser relacionados os potenciais danos que a
ocorrência do evento relacionado ao risco pode provocar, bem como sua probabilidade.

Para cada risco, também devem ser definidas as respectivas ações de prevenção e
contingência, bem como seus responsáveis.

“A Análise de Riscos será aprovada e assinada pela Equipe de Planejamento da


Contratação”. [IN 04/2010, art. 16, § 2º]

Vale ressaltar que a Análise de Riscos da contratação permeia todas as fases do


processo de Planejamento da Contratação e deverá ser consolidada no documento final
Análise de Riscos. [IN 04/2010, art. 16, § 1°]

A Figura 9 representa o processo de elaboração da Análise de Riscos. O Anexo VI


apresenta o processo de elaboração da Análise de Riscos em tamanho real.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 65


Figura 9: PCTI-P5: Análise de Riscos

A seguir, descrevemos as atividades envolvidas neste processo.

IDENTIFICAR RISCOS QUE COMPROMETEM O SUCESSO


Objetivo: Identificar os riscos que comprometem o sucesso da
contratação.
Responsável: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Documento de Oficialização da Demanda, Análise de


PCTI-P5.1 Viabilidade, Plano de Sustentação, Estratégia da Contratação.

Saída: Riscos que Comprometem o Sucesso da Contratação.

Descrição: Nesta atividade, a Equipe de Planejamento da Contratação deverá


identificar os principais riscos que possam comprometer o sucesso do processo de
contratação.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso XV.

IN 04/2010, art. 16, inciso I.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Documento de Oficialização da Demanda;

ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

ver artefato: Plano de Sustentação;

ver artefato: Estratégia da Contratação;

ver artefato: Análise de Riscos.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 66


IDENTIFICAR RISCOS DE NÃO ATENDIMENTO DAS NECESSID.
Objetivo: Identificar os riscos de não atendimento das
necessidades da Contratante.

Responsável: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Documento de Oficialização da Demanda, Análise de


PCTI-P5.2
Viabilidade, Plano de Sustentação, Estratégia da Contratação.

Saída: Riscos da Solução não Atender as Necessidades.

Descrição: Nesta atividade, a Equipe de Planejamento da Contratação deverá


identificar os principais riscos que possam fazer com que os serviços prestados ou os
bens fornecidos não atendam às necessidades do órgão contratante, o que poderá
resultar na necessidade da realização de uma nova contratação.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso XV.

IN 04/2010, art. 16, inciso II.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Documento de Oficialização da Demanda;

ver artefato: Análise de Viabilidade da Contratação;

ver artefato: Plano de Sustentação;


ver artefato: Estratégia da Contratação;

ver artefato: Análise de Riscos.

IDENTIFICAR PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA


Objetivo: Definir a probabilidade de ocorrência de cada evento
relacionado aos riscos identificados.

Responsável: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Riscos que Comprometem o Sucesso da Contratação,


PCTI-P5.3
Riscos de Não Atendimento das Necessidades.

Saída: Relação “Risco x Probabilidade”.

Descrição: A Equipe de Planejamento da Contratação deverá calcular a possibilidade


de ocorrência de cada um dos eventos relacionados a cada risco identificado nas
atividades anteriores (PCTI-P5.1 e PCTI-P5.2).

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 67


Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso XV.

IN 04/2010, art. 16, inciso III.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Análise de Riscos.

IDENTIFICAR DANOS POTENCIAIS


Objetivo: Mapear os danos potenciais de cada um dos eventos
identificados nos riscos.

Responsável: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Riscos que Comprometem o Sucesso da Contratação,


PCTI-P5.4
Riscos de Não Atendimento das Necessidades.

Saída: Relação 'Risco x Danos Potenciais'.

Descrição: Nesta atividade, a Equipe de Planejamento da Contratação deverá mapear


os danos potenciais de cada um dos eventos relacionados aos riscos identificados nas
atividades PCTI-P5.1 e PCTI-P5.2.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso XV.

IN 04/2010, art. 16, inciso III.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Análise de Riscos.

DEFINIR AÇÕES DE PREVENÇÃO


Objetivo: Definir as ações a serem tomadas para reduzir ou
eliminar as chances de ocorrência dos eventos identificados.

Responsável: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Riscos que Comprometem o Sucesso da Contratação,


PCTI-P5.5
Riscos de Não Atendimento das Necessidades, Relação “Risco x
Probabilidade”.

Saída: Ações para Reduzir ou Eliminar as Chances de Ocorrência.

Descrição: Nesta atividade, a Equipe de Planejamento da Contratação deverá definir


as ações a serem tomadas para reduzir ou eliminar as chances de ocorrência dos

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 68


eventos relacionados aos riscos identificados nas atividades PCTI-P5.1 e PCTI-P5.2.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso XV.

IN 04/2010, art. 16, inciso IV.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Análise de Riscos.

DEFINIR RESPONSÁVEIS
Objetivo: Definir os responsáveis por cada uma das ações de
prevenção definidas na atividade anterior (PCTI-P5.5).

Responsável: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Ações para Reduzir ou Eliminar as Chances de


PCTI-P5.6
Ocorrência.

Saída: Ações para Reduzir ou Eliminar as Chances Ocorrência Atualizadas.

Descrição: Nesta atividade, a Equipe de Planejamento da Contratação deverá definir


os responsáveis por cada uma das ações de prevenção definidas na atividade anterior.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso XV.

IN 04/2010, art. 16, inciso VI.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Análise de Riscos.

DEFINIR AÇÕES DE CONTINGÊNCIA


Objetivo: Definir as ações que devem ser executas após a
ocorrência dos eventos relacionados aos riscos.

Responsável: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Relação “Risco x Danos Potenciais”.


PCTI-P5.7

Saída: Ações de Contingência.

Descrição: Conforme art. 16, inciso V da IN 04/2010, a Equipe de Planejamento da


Contratação deverá definir as ações de contingência para os riscos identificados.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 69


Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso XV.

IN 04/2010, art. 16, inciso V.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Análise de Riscos.

DEFINIR RESPONSÁVEIS
Objetivo: Definir os responsáveis por cada uma das ações de
contingência definidas na atividade anterior (PCTI-P5.7).

Responsável: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Ações de Contingência.


PCTI-P5.8

Saída: Ações de Contingência atualizadas.

Descrição: Conforme art. 16, inciso VI da IN 04/2010, nesta atividade Equipe de


Planejamento da Contratação deverá definir os responsáveis por cada uma das ações
de contingência definidas na atividade anterior (PCTI-P5.7).

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso XV.

IN 04/2010, art. 16, inciso VI.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Análise de Riscos.

CONSOLIDAR INFORMAÇÕES
Objetivo: Consolidar as informações para a geração do documento
Análise de Riscos.

Responsáveis: Equipe de Planejamento da Contratação.

PCTI-P5.9

Entrada: Riscos que Comprometem o Sucesso da Contratação, Riscos da Solução


Não Atender as Necessidades, Relação: Risco x Probabilidade, Relação: Risco x Danos
Potencias, Ações Para Reduzir ou Eliminar as Chances de Ocorrências, Ações de
Contingência.

Saída: Análise de Riscos.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 70


Descrição: Nesta atividade, a Equipe de Planejamento da Contratação deverá
consolidar as informações geradas no processo Análise de Riscos (PCTI-P5) e gerar o
artefato Análise de Riscos, o qual deverá conter:

 identificação dos principais riscos que possam comprometer o sucesso do


processo de contratação (PCTI-P5.1);

 identificação dos principais riscos que possam fazer com que os serviços
prestados ou bens entregues não atendam às necessidades do contratante,
podendo resultar em nova contratação (PCTI-P5.2);

 identificação das possibilidades de ocorrência e dos danos potenciais de cada


risco identificado (PCTI-P5.3 e PCTI-P5.4);

 definição das ações a serem tomadas para reduzir ou eliminar as chances de


ocorrência do evento (PCTI-P5.5);

 definição das ações de contingência a serem tomadas caso o risco se


concretize (PCTI-P5.7); e

 definição dos responsáveis pelas ações de prevenção dos riscos e dos


procedimentos de contingência (PCTI-P5.6 e PCTI-P5.8).

Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso XV.

IN 04/2010, art. 16.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;


ver artefato: Análise de Riscos.

AVALIAR ANÁLISE DE RISCOS


Objetivo: Avaliar o documento Análise de Riscos gerado no
processo anterior (PCTI-P5.9).

Responsável: Equipe de Planejamento da Contratação.

Entrada: Análise de Riscos.


PCTI-P5.10

Saída: Análise de Riscos aprovada.


Descrição: Nesta atividade a Equipe de Planejamento da Contratação deverá avaliar o
documento Análise de Riscos gerado na atividade anterior (PCTI-P5.9). Caso não seja
aprovada, devem ser realizadas novamente as atividades necessárias para prover os
devidos ajustes no documento, visando sua aprovação em nova análise.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 71


Referências: IN 04/2010, art. 2º, inciso XV.

IN 04/2010, art. 16, § 2°.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Análise de Riscos.

6.6 – PCTI-P6: Consolidar Informações


Esta é a última atividade da fase de Planejamento da Contratação.
Aqui deve-se consolidar as informações geradas durante a fase em um
documento intitulado Termo de Referência ou Projeto Básico.

Conforme definido no art. 17, § 1º da IN 04/2010, o Termo de Referência ou Projeto


Básico será elaborado pela Equipe de Planejamento da Contratação.

De posse dos artefatos gerados durante a fase de Planejamento da Contratação (Análise


de Viabilidade da Contratação, Plano de Sustentação, Estratégia da Contratação e
Análise de Riscos) a Equipe de Planejamento da Contratação deverá gerar o Termo de
Referência ou Projeto Básico, conforme template do Anexo XVI. Este documento deve
ser aprovado pelas autoridades competentes [IN 04/2010, art. 17, § 4°].

Em seguida, conforme art. 19 da IN 04/2010, as áreas Requisitante da Solução ou de


Tecnologia da Informação deverão decidir sobre a disponibilização do documento em
audiência ou consulta pública. Tal disponibilização tem como objetivo avaliar a
completude e a coerência da Especificação de Requisitos e a adequação e
exequibilidade dos critérios de aceitação.

Vale lembrar que, conforme art. 39 da Lei nº 8.666/93, sempre que o valor estimado para
uma licitação, ou para um conjunto de licitações simultâneas ou sucessivas, for superior
a R$ 150 milhões, o processo licitatório será iniciado, obrigatoriamente, com uma
audiência pública.

Segue o respectivo texto:

“Art. 39. Sempre que o valor estimado para uma licitação ou para um conjunto de
licitações simultâneas ou sucessivas for superior a 100 (cem) vezes o limite previsto no
art. 23, inciso I, alínea "c" desta Lei, o processo licitatório será iniciado, obrigatoriamente,
com uma audiência pública concedida pela autoridade responsável com antecedência
mínima de 15 (quinze) dias úteis da data prevista para a publicação do edital, e
divulgada, com a antecedência mínima de 10 (dez) dias úteis de sua realização, pelos
mesmos meios previstos para a publicidade da licitação, à qual terão acesso e direito a
todas as informações pertinentes e a se manifestar todos os interessados.”

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 72


A elaboração do Termo de Referência ou Projeto Básico marca o final da fase de
Planejamento da Contratação.

Referências: IN 04/2010, art. 17.

IN 04/2010, art. 19.

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 73


7 – SELEÇÃO DO FORNECEDOR DE SOLUÇÕES DE TI (SFTI)
A fase de Seleção do Fornecedor de Soluções TI possui sete atividades e três
processos, produzindo o artefato Contrato. Quatro atores participam desta fase, que está
assim estruturada:

 SFTI-P1 – Avaliar TR/PB;

 SFTI-P2 – Revisar Tecnicamente;

 SFTI-P3 – Realizar Licitação;

 SFTI-P4 – Assinar Contrato;

 SFTI-P5 – Destituir Equipe de Planejamento da Contratação;

 SFTI-P6 – Nomear Gestor e Fiscais;

 Ator: Contratada;

 Ator: Área Administrativa;

 Ator: Área de Licitações;

 Ator: Área de Tecnologia da Informação;


 Artefato: Contrato.

Segundo a art. 22 da IN 04/2010, “caberá à Área de Licitações conduzir as etapas da


fase de Seleção do Fornecedor”. Por este motivo, detalhamos apenas as atividades que
a Área de TI está diretamente envolvida.
A IN 04/2010 afirma em seu art. 21 que “a fase de Seleção do Fornecedor terá início com
o encaminhamento do Termo de Referência ou Projeto Básico pela Área de Tecnologia
da Informação à Área de Licitações”. Assim sendo, a Área de Licitações deve avaliar o
Termo de Referência ou Projeto Básico e, caso existam necessidades de adequação,
este deve ser devolvido à Área de TI, que ficará responsável por revisar tecnicamente o
documento, para posteriormente reencaminhá-lo à Área de Licitações.

Prosseguindo nesta fase, caberá a Área de Tecnologia da Informação apoiar


tecnicamente o pregoeiro ou a Comissão de Licitação nas respostas aos
questionamentos ou às impugnações dos licitantes. Também caberá à Área de
Tecnologia da Informação apoiar tecnicamente o pregoeiro na análise e julgamento das
propostas e dos recursos apresentados pelos licitantes.

Após a assinatura do Contrato, deve ser destituída a Equipe de Planejamento da


Contratação e nomeados o Gestor e os respectivos Fiscais do Contrato.

A Figura 10 representa a fase de Seleção do Fornecedor de Soluções de Tecnologia da


Informação. O Anexo VII apresenta a fase de Seleção do Fornecedor de Soluções

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 74


Tecnologia da Informação em tamanho real.

A seguir, descrevemos algumas das atividades que compõem esta fase.

Figura 10: Seleção do Fornecedor de Soluções de TI – SFTI

AVALIAR TR/PB
Objetivo: Avaliar o Termo de Referência ou Projeto Básico gerado
na fase de Planejamento da Contratação - PCTI.

Responsáveis: Área de Licitações e Área Jurídica.

Entradas: Termo de Referência ou Projeto Básico.


SFTI-P1

Saída: Recomendações.

Descrição: Finalizada a fase Planejamento da Contratação, a Área de TI remeterá o


Termo de Referência - TR ou Projeto Básico - PB à Área Administrativa que, por meio
de sua Comissão de Licitação, abrirá o processo administrativo, conforme art. 38 da Lei
nº 8.666/93. O processo administrativo, além do TR ou PB, conterá o Edital e os demais
itens pertinentes e deverá ser remetido à Área Jurídica para análise, conforme o
procedimento interno da instituição.
As áreas de Licitações e Jurídica devem ratificar o Termo de Referência ou Projeto
Básico gerado na fase de Planejamento da Contratação. Se a Área de Licitações ou a
Área Jurídica sugerirem alguma alteração no TR ou PB, a recomendação deve ser
encaminhada à Área de Tecnologia da Informação, para que esta, por sua vez, realize

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 75


as correções necessárias (conforme atividade SFTI-P2). Caso não sejam necessárias
alterações, o fluxo segue com a execução da atividade SFTI-P3 – Realizar Licitação.

Referências: IN 04/2010, art. 21, caput.

ver ator: Área de Licitações;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

REVISAR TECNICAMENTE
Objetivo: Revisar Tecnicamente o Termo de Referência ou Projeto
Básico conforme recomendações geradas na atividade anterior
(SFTI-P1).

Responsáveis: Área de Tecnologia da Informação com


SFTI-P2
participação do Integrante Técnico.

Entradas: Recomendações.

Saída: Termo de Referência ou Projeto Básico revisado.

Descrição: Conforme inciso I do art. 23 da IN 04/2010, nesta atividade, a Área de


Tecnologia da Informação deverá revisar o Termo de Referência ou Projeto Básico
conforme recomendações geradas na atividade SFTI-P1. Realizadas as alterações
pertinentes e concluída a revisão, o documento atualizado deverá ser reencaminhado à
Área de Licitações e/ou à Área Jurídica para nova avaliação, conforme o caso.

Referências: IN 04/2010, art. 23, caput.

IN 04/2010, art. 23, inciso I.


ver ator: Área de Tecnologia da Informação;

ver ator: Integrante Técnico;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

7.1 – SFTI-P3: Realizar Licitação

O processo Realizar Licitação possui duas atividades e dois subprocessos, produzindo o


artefato Contrato. Três atores participam deste processo, que está assim estruturado:

 SFTI-P3.1 – Responder Questões / Impugnações Técnicas;

 SFTI-P3.2 – Analisar Propostas;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 76


 Subprocesso: Conduzir Licitação;

 Subprocesso: Encerrar Certame;

 Ator: Área de Licitações;

 Ator: Área de Tecnologia da Informação;

 Ator: Área Administrativa;

 Artefato: Contrato.

Conforme art. 22 da IN 04/2010, cabe à Área de Licitações conduzir as etapas da fase


de Seleção do Fornecedor. Considerando que os processos licitatórios variam conforme
a modalidade e o tipo, e que seu detalhamento não está no escopo deste guia,
detalhamos somente os processos e atividades que envolvem a Área de Tecnologia da
Informação, e no que concerne à IN04/2010, quais sejam: SFTI-P3.1 e SFTI-P3.2.

O processo Realizar Licitação tem como entrada o Termo de Referência ou Projeto


Básico e como saída o Contrato.

A Figura 11 representa este processo.

Figura 11: SFTI-P3: Realizar Licitação

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 77


A seguir, descrevemos as atividades envolvidas nesta fase.

RESPONDER QUESTÕES / IMPUGNAÇÕES TÉCNICAS


Objetivo: Responder as questões ou as impugnações dos
licitantes.

Responsáveis: Pregoeiro ou Comissão de Licitação com apoio


técnico da Área de TI e do Integrante Técnico.
SFTI-P3.1
Entrada: Questões/Impugnações Técnicas.

Saída: Resposta as Questões/Impugnações Técnicas.

Descrição: A Área de Licitações deve responder às questões ou impugnações feitas


pelos licitantes. Quando as questões ou impugnações forem de ordem técnica a Área
de Licitações poderá solicitar apoio da Área de TI para a elaboração da resposta. Caso
seja solicitado apoio, a Área de TI, com a participação do Integrante Técnico, deverá
fornecer todos os subsídios técnicos necessários para a elaboração da resposta
solicitada.

Referências: IN 04/2010, art. 23, caput;

IN 04/2010, art. 23, inciso II;

Lei nº 8.666/93, art. 41;

ver ator: Área de Licitações;

ver ator: Área de Tecnologia da Informação;

ver ator: Área Administrativa;

ver ator: Integrante Técnico;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

ANALISAR PROPOSTAS
Objetivo: Analisar e julgar as propostas apresentadas pelos
licitantes.

Responsáveis: Pregoeiro ou Comissão de Licitação com apoio


técnico da Área de Tecnologia da Informação e do Integrante
Técnico.
SFTI-P3.2
Entrada: Propostas técnicas.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 78


Saída: Propostas técnicas analisadas.

Descrição: A Área de Licitações deve analisar as propostas apresentadas pelos


licitantes. Caso a Área de Licitações detecte a necessidade de um apoio técnico para a
análise e julgamento das respostas este deverá ser prestado pela Área de Tecnologia
da Informação, com a participação do Integrante Técnico.

Referências: IN 04/2010, art. 23, inciso III.

ver ator: Área de Licitações;

ver ator: Área de Tecnologia da Informação;

ver ator: Área Administrativa;

ver ator: Integrante Técnico;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

ASSINAR CONTRATO
Objetivo: Assinar o Contrato gerado na fase de planejamento da
contratação PCTI-P4.2.

Responsáveis: Área Administrativa e Contratada.

Entrada: Contrato.
SFTI-P4 Saída: Contrato Assinado.

Descrição: Nesta atividade será procedida a assinatura do contrato com o(s)


vencedor(es) da licitação realizada.

Referências: IN 04/2010, art. 24, caput.

ver ator: Área de Licitações;

ver ator: Área Administrativa;

ver ator: Contratada.

DESTITUIR EQUIPE DE PLANEJAMENTO DA CONTRATAÇÃO


Objetivo: Destituir a Equipe de Planejamento da Contratação.

Responsável: Área Administrativa.

Entrada: Equipe de Planejamento da Contratação.


SFTI-P5 Saída: Destituição da Equipe de Planejamento da Contratação.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 79


Descrição: Esta atividade marca o final dos trabalhos da Equipe de Planejamento da
Contratação. Segundo o art. 24 da IN 04/2010 a equipe será automaticamente
destituída quando da assinatura do contrato, pela Autoridade Competente da Área
Administrativa.

Referências: IN 04/2010, art. 24, § 1º.

ver ator: Área Administrativa;

ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação.

NOMEAR GESTOR E FISCAIS


Objetivo: Nomear o Gestor e os Fiscais do contrato.

Responsável: Área Administrativa.

Entrada: Contrato.
SFTI-P6 Saída: Nomeação dos Gestores e Fiscais do Contrato.

Descrição: Esta atividade encontra-se descrita no art. 24 da IN 04/2010. A fase de


Seleção do Fornecedor se encerrará com a assinatura do contrato e com a nomeação
pela Autoridade Competente da Área Administrativa do:

I. Gestor do Contrato;

II. Fiscal Técnico do Contrato;

III. Fiscal Requisitante do Contrato; e

IV. Fiscal Administrativo do Contrato.

Referências: IN 04/2010, art. 24;

Lei nº 8.666/93, art. 67;

ver ator: Área Administrativa;

ver ator: Gestor do Contrato;

ver ator: Fiscal Técnico do Contrato;

ver ator: Fiscal Requisitante do Contrato;


ver ator: Fiscal Administrativo do Contrato.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 80


8 – GERENCIAMENTO DO CONTRATO DE SOLUÇÃO DE TI

A fase de Gerenciamento do Contrato possui cinco processos e dezenove atividades,


produzindo quatro artefatos. Cinco atores participam deste processo, que está assim
estruturado:
 GCTI-P1 – Iniciação;

 GCTI-P2 – Encaminhar Ordem de Serviço;

 GCTI-P3 – Monitoramento da Execução;

 GCTI-P4 – Transição Contratual;

 GCTI-P5 – Encerramento do Contrato;

 Artefato: Ordem de Serviço;

 Artefato: Termo de Recebimento Provisório;

 Artefato: Termo de Recebimento Definitivo;

 Artefato: Termo de Encerramento do Contrato.

O art. 25 da IN 04/2010 afirma que “a fase de Gerenciamento do Contrato visa


acompanhar e garantir o fornecimento dos bens e a adequada prestação dos serviços
que compõem a Solução de Tecnologia da Informação durante todo o período de
execução do contrato”. Para isso, é necessária a realização de uma reunião inicial para
consolidação de uma base de conhecimentos para todos os outros processos da fase de
Gestão Contratual.

Durante a execução contratual, a Contratante encaminha Ordens de Serviço à


Contratada. Paralelamente, deve ocorrer o processo de Monitoramento da Execução
Contratual. Este processo é o mais amplo processo do MCTI. Ele é composto por 15
atividades.

Em caso de assinatura de novo contrato, deve ocorrer necessariamente o processo de


transição contratual. É importante observar que, durante esta fase, “o Gestor do Contrato
deverá, com base na documentação contida no Histórico de Gerenciamento do Contrato
e nos princípios da manutenção da necessidade, economicidade e oportunidade da
contratação, encaminhar à Área Administrativa, com pelo menos 60 dias de
antecedência do término do contrato, documentação explicitando os motivos para tal
aditamento”. [IN 04/2010, art. 26. caput]. Finda a execução do contrato, temos o
processo Encerramento do Contrato.

É importante destacar ainda que “os softwares resultantes de serviços de


desenvolvimento deverão ser catalogados pelo contratante e, sempre que aplicável,
disponibilizados no Portal do Software Público Brasileiro de acordo com regulamento do

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 81


Órgão Central do SISP”. [IN 04/2010, art. 27. caput]

A Figura 12 representa a fase de Gerenciamento do Contrato de Solução de TI. O Anexo


VIII apresenta a fase de Gerenciamento do Contrato de Solução de TI em tamanho real.

Figura 12: Grenciamento do Contrato de Soluções de TI

A seguir, descrevemos os processos e atividades envolvidas nesta fase.

8.1 GCTI-P1: Iniciação

O processo de Iniciação possui três atividades, um subprocesso e produz o artefato


Plano de Inserção. Além disso, são assinados os Termos de Ciência e de Compromisso.
Quatro atores participam deste processo, que está assim estruturado:

 GCTI-P1.1 – Elaborar Plano de Inserção;

 GCTI-P1.2 – Convocar Reunião Inicial;

 GCTI-P1.3 – Realizar Reunião Inicial;

 GCTI-P1.4 – Alterar Ata;


 Ator: Gestor do Contrato;

 Ator: Fiscal Técnico do Contrato;

 Ator: Fiscal Requisitante do Contrato;

 Ator: Fiscal Administrativo do Contrato;

 Artefato: Plano de Inserção;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 82


 Artefato: Termo de Compromisso;

 Artefato: Termo de Ciência.

A Iniciação começa com a elaboração do Plano de Inserção, elaborado pelo Gestor do


Contrato, com apoio dos Fiscais Técnico, Administrativo e Requisitante.

Em seguida, o Gestor deve convocar uma Reunião Inicial com todos os envolvidos na
contratação, gerando uma ata que deve ser aprovada por todos os participantes. Nesta
Reunião, devem ser entregues pela Contratada, devidamente assinados, o Termo de
Compromisso e o Termo de Ciência.
A Figura 13 representa a fase de Iniciação da Gestão Contratual. O Anexo IX apresenta
o processo de Iniciação da Gestão Contratual em tamanho real. A seguir, descrevemos
as atividades envolvidas no processo.

Figura 13: GCTI-P1: Iniciação

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 83


ELABORAR PLANO DE INSERÇÃO
Objetivo: Elaborar o Plano de Inserção da Contratada.

Responsáveis: Gestor do Contrato, Fiscais Técnico, Administrativo


e Requisitante.

Entrada: Análise de Viabilidade.


GCTI-P1.1 Saída: Plano de Inserção.

Descrição: Esta atividade consiste na elaboração, pelo Gestor do Contrato, com apoio
do Fiscal Técnico, do Fiscal Administrativo e do Fiscal Requisitante, do Plano de
Inserção. Esse plano prevê os procedimentos, atividades e alocação de material,
necessários para o início da execução do contrato, e contemplará, no mínimo:

1. o repasse à contratada de conhecimentos necessários à execução dos


serviços ou ao fornecimento de bens; e

2. a disponibilização de infraestrutura à contratada, quando couber.

Para elaboração do referido plano, devem-se utilizar como subsídio as informações


geradas no procedimento PCTI-P2.6 – Avaliar Necessidades de Adequação.

Referências: IN 04/2010, art. 2º, XVI.

IN 04/2010, art. 25, I, a.

ver ator: Gestor do Contrato;

ver ator: Fiscal Técnico do Contrato;

ver ator: Fiscal Requisitante do Contrato;

ver ator: Fiscal Administrativo do Contrato;

ver artefato: Análise de Viabilidade;

ver artefato: Plano de Inserção.

CONVOCAR REUNIÃO INICIAL


Objetivo: Convocar a reunião inicial e elaborar sua pauta.

Responsável: Gestor do Contrato.


Entrada: Contrato.

GCTI-P1.2 Saída: Pauta da Reunião Inicial e Convocação para a Reunião


Inicial.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 84


Descrição: Esta atividade será desempenhada pelo Gestor do Contrato, que deverá
convocar para participar da reunião:

 o Fiscal Técnico;

 o Fiscal Requisitante;

 o Fiscal Administrativo;

 o Representante Legal e o Preposto da Contratada; e

 os demais Intervenientes cuja presença se considere necessária.

No convite para participar da Reunião Inicial devem constar:

 a data da reunião;

 o local de realização;

 o horário de início e de término; e

 a pauta da reunião.

É importante uma confirmação prévia da participação de cada um dos convidados e, se


possível, envio de lembrete com antecedência de 24 horas da reunião.

Para elaborar a pauta da reunião inicial, devem ser observados os seguintes quesitos:

1. presença do representante legal da empresa contratada, que apresentará o


Preposto, “funcionário representante da contratada, responsável por
acompanhar a execução do contrato e atuar como interlocutor principal junto à
contratante, incumbido de receber, diligenciar, encaminhar e responder as
principais questões técnicas, legais e administrativas referentes ao andamento
contratual;” [IN 04/2010, art. 2º, VIII];

2. entrega, por parte da contratada, do Termo de Compromisso de manutenção de


sigilo e ciência das normas de segurança vigentes no órgão ou entidade,
assinado pelo representante legal;

3. definição dos meios de comunicação formais entre a contratante e a


contratada; e

4. esclarecimentos relativos a questões operacionais, administrativas e de


gerenciamento do contrato.

Referências: IN 04/2010, art. 25, I, b.

ver ator: Gestor do Contrato.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 85


REALIZAR REUNIÃO INICIAL
Objetivo: Realizar a reunião inicial do contrato.

Responsável: Gestor do Contrato.

Entrada: Plano de Inserção da Contratada e Pauta da Reunião


Inicial.
GCTI-P1.3

Saída: Termo de Compromisso; Termo de Ciência.

Descrição: Conforme inciso I, alínea “b” do art. 25 da IN 04/2010, o Gestor do Contrato


é o responsável pela realização da reunião inicial.

Segue a transcrição do citado trecho da norma:

“Art. 25. A fase de Gerenciamento do Contrato visa acompanhar e garantir o


fornecimento dos bens e a adequada prestação dos serviços que compõem a Solução
de Tecnologia da Informação durante todo o período de execução do contrato e envolve
as seguintes tarefas:

I - início do contrato, que abrange:

...

b) realização de reunião inicial convocada pelo Gestor do Contrato com a participação


dos Fiscais Técnico, Requisitante e Administrativo do Contrato, da contratada e dos
demais intervenientes por ele identificados, cuja pauta observará, pelo menos:

1. presença do representante legal da contratada, que apresentará o preposto da


mesma;

2. entrega, por parte da contratada, do termo de compromisso e do termo de ciência,


conforme art. 15, inciso VI;

3. esclarecimentos relativos a questões operacionais, administrativas e de


gerenciamento do contrato;”

Essa reunião deve seguir a pauta elaborada na atividade anterior (GCTI-P1.2) e deve
utilizar, como subsídio, o Plano de Inserção da Contratada, elaborado na atividade
GCTI-P1.1.
Após a realização da reunião inicial, o Gestor do Contrato deve preparar a respectiva
Ata, contendo uma breve descrição dos assuntos discutidos na reunião inicial, e
encaminhá-la para aprovação por cada um dos participantes. Caso haja alguma
discordância sobre o conteúdo da mesma, esta deve ser alterada (ver a próxima

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 86


atividade) e novamente submetida à apreciação dos participantes, para aprovação.

Referências: IN 04/2010, art. 25, I, “b”.

ver ator: Gestor do Contrato;

ver ator: Preposto;

ver ator: Fiscal Técnico do Contrato;

ver ator: Fiscal Requisitante do Contrato;

ver ator: Fiscal Administrativo do Contrato;

ver artefato: Termo de Compromisso;

ver artefato: Termo de Ciência.

ALTERAR ATA
Objetivo: Realizar as alterações necessárias na Ata da Reunião
Inicial.

Responsável: Gestor do Contrato.

Entrada: Ata da Reunião Inicial.


GCTI-P1.4
Saída: Ata da Reunião Inicial Corrigida.

Descrição: Esta atividade só acontecerá caso a Ata gerada na atividade anterior


(GCTI-P1-3) não tenha sido aprovada pelos participantes. Após a alteração da Ata, esta
deverá ser novamente submetida à apreciação por parte dos participantes, para
aprovação.

Referências: IN 04/2010, art. 25, I, b.


ver ator: Gestor do Contrato;

8.2 – GCTI-P2: Encaminhar Ordem de Serviço ou de Fornecimento


de Bens

Nesta atividade, o Gestor do Contrato encaminhará formalmente as


Ordens de Serviço ou de Fornecimento de Bens ao Preposto da
Contratada. A Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens, conforme art. 25, inciso II
da IN 04/2010, deverá conter:
a) a definição e a especificação dos serviços a serem realizados ou bens a serem

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 87


fornecidos;

b) o volume de serviços a serem realizados ou a quantidade de bens a serem


fornecidos, segundo as métricas definidas;

c) o cronograma de realização dos serviços ou entrega dos bens, incluídas todas


as tarefas significativas e seus respectivos prazos; e

d) a identificação dos responsáveis pela solicitação do bem ou serviço na Área


Requisitante da Solução.

Vale observar que a IN 04/2010 em seu art. 25, § 2º, estabelece que:
“Para cada contrato, deverá haver pelo menos uma Ordem de Serviço ou de
Fornecimento de Bens, ou tantas quantas forem necessárias para consecução do objeto
contratado”.

Dessa forma, cabe ao Gestor e aos Fiscais avaliar a oportunidade e conveniência da


emissão das ordens de Serviço ou de Fornecimento de Bens, considerando as
condições definidas durante a fase de Planejamento da Contratação, especialmente nos
artefatos Estratégia da Contratação e TR ou PB, e em consonância com o Cronograma
de Execução Física e Financeira do Contrato (ver art. 15, III, alínea “f” da IN 04/2010).

8.3 – GCTI-P3: Monitoramento da Execução

O processo de Monitoramento da Execução contratual possui quinze atividades e produz


dois artefatos. Cinco atores participam deste processo que está assim estruturado:

 GCTI-P3.1 – Receber Objeto;

 GCTI-P3.2 – Elaborar Termo de Recebimento Provisório;

 GCTI-P3.3 – Avaliar Qualidade;

 GCTI-P3.4 – Analisar Desvios de Qualidade;

 GCTI-P3.5 – Encaminhar Demandas de Correção;

 GCTI-P3.6 – Efetuar Correções;

 GCTI-P3.7 – Verificar Aderência aos Termos Contratuais;


 GCTI-P3.8 – Indicar Termos Não Aderentes;

 GCTI-P3.9 – Encaminhar Sanções Para Área Administrativa;

 GCTI-P3.10 – Elaborar Termo de Recebimento Definitivo;

 GCTI-P3.11 – Autorizar Emissão de Nota Fiscal;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 88


 GCTI-P3.12 – Emitir Nota Fiscal;

 GCTI-P3.13 – Verificar Irregularidades Fiscais, Trabalhistas e Previdenciárias;

 GCTI-P3.14 – Verificar Manutenção da Necessidade, Economicidade e


Oportunidade;

 GCTI-P3.15 – Encaminhar Pedido de Alteração Contratual;

 Ator: Gestor do Contrato;

 Ator: Fiscal Técnico do Contrato;

 Ator: Fiscal Requisitante do Contrato;


 Ator: Fiscal Administrativo do Contrato;

 Ator: Contratada;

 Artefato: Termo de Recebimento Provisório;

 Artefato: Termo de Recebimento Definitivo.

O monitoramento se inicia com o recebimento, pelo Fiscal Técnico, do Objeto da


Contratação. Tal recebimento se dá de forma total ou parcial. No caso de recebimento
parcial, o Fiscal Técnico receberá os itens constantes da Ordem de Serviço ou de
Fornecimento de Bens específica. O processo deve ser executado tantas vezes quantas
forem necessárias para o recebimento total do objeto do contrato.

Uma vez recebidos todos os itens constantes da OS ou OFB, deve-se elaborar um


Termo de Recebimento Provisório, a ser entregue ao Preposto ou Representante da
Contratada. Este documento garante à Contratada que o(s) item(s) constante(s) da
Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens foram entregues à Contratante para
avaliação.

Após receber o Objeto e emitir o Termo de Recebimento Provisório, o Fiscal Técnico


deve avaliar a qualidade dos itens recebidos de acordo com os critérios de aceitação
definidos no Contrato. Os desvios de qualidade identificados devem ser encaminhados
ao Gestor do Contrato, que é o responsável por decidir sobre o encaminhamento para a
aplicação de penalidade ou o envio para correção dos desvios pela Contratada. No caso
de aplicação de penalidade, as mesmas devem ser identificadas e enviadas à Área
Administrativa para aplicação das sanções previstas em contrato. Caso os desvios de
qualidade identificados sejam enviados à Contratada para correção, caberá ao Fiscal
Técnico nova avaliação da qualidade dos itens corrigidos. A eventual devolução para
correção de desvios não isenta a Contratada de eventuais penalidades, a serem
aplicadas quando do recebimento definitivo.

Em se verificando a conformidade dos itens, o Fiscal Administrativo deve verificar se a

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 89


execução da Ordem de Serviço se deu de forma aderente aos termos contratuais. Em
caso de não aderência, o Fiscal Administrativo deve indicar os termos que não estão
aderentes ao Contrato e o Gestor do Contrato deve, então, encaminhar as devidas
sanções para Área Administrativa. Estando o processo aderente, o Gestor do Contrato e
o Fiscal Requisitante do Contrato devem elaborar o Termo de Recebimento Definitivo,
que será entregue à Contratada.

Em seguida, o Gestor do Contrato deve autorizar a emissão de Nota Fiscal e o Fiscal


Administrativo deve verificar a regularidade Fiscal, Trabalhista e Previdenciária da
Contratada. Caso sejam identificadas irregularidades, as mesmas devem ser relatadas
ao Gestor, para que este encaminhe as respectivas sanções à Área Administrativa.
Inexistindo irregularidades, o Fiscal Requisitante deve verificar a manutenção da
necessidade, economicidade e oportunidade da Contratação, dando continuidade à
execução contratual. Caso verifique que não se mantêm as condições supracitadas, o
Fiscal Demandante deve solicitar ao Gestor que encaminhe a devida alteração
contratual, com o objetivo de assegurar a manutenção da necessidade, economicidade
e/ou oportunidade da contratação. O Gestor encaminha, então, para a Área
Administrativa o Pedido de Alteração Contratual.

A cada atividade do processo de Monitoramento da Execução, deve ser verificado pelo


Fiscal Técnico do Contrato e pela Área Requisitante da Solução se as condições
elencadas no Plano de Sustentação estão sendo mantidas. Da mesma forma, o Gestor
do Contrato deve manter o “Histórico de Gerenciamento do Contrato, contendo registros
formais de todas as ocorrências positivas e negativas da execução do contrato, por
ordem histórica”. [IN 04/2010, art. 25, III, “n”]

A Figura 14 representa o processo de Monitoramento do Contrato.

O Anexo X apresenta o processo de Monitoramento do Contrato em tamanho real.

Em seguida, descrevemos as atividades envolvidas no processo.

Figura 14: GCTI-P3: Monitoramento da Execução

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 90


RECEBER OBJETO
Objetivo: Receber o objeto ou suas parcelas.

Responsáveis: Fiscal Técnico do Contrato.

Entrada: Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens.

GCTI-P3.1

Descrição: O Fiscal Técnico do Contrato deve receber da Contratada os itens


especificados na Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens que fazem parte do
Objeto da Contratação. A forma de recebimento deve estar definida em contrato.

Referências: IN 04/2010, art. 25, III, alínea a;

ver ator: Fiscal Técnico do Contrato;

ver artefato: Ordem de Serviço ou Fornecimento de Bens;

ELABORAR TERMO DE RECEBIMENTO PROVISÓRIO


Objetivo: Emitir o Termo de Recebimento Provisório.

Responsável: Fiscal Técnico.

Entrada: Ordem de Serviço.

GCTI-P3.2

Saída: Termo de Recebimento Provisório.

Descrição: Nesta atividade, o Fiscal Técnico deverá emitir o Termo de Recebimento


Provisório quando da entrega do objeto resultante de cada Ordem de Serviço ou de
Fornecimento de Bens, conforme alínea “a”, inciso III, do art. 25 da IN 04/2010.

O Termo de Recebimento Provisório é a declaração formal do Fiscal Técnico do


Contrato de que os serviços foram prestados ou os bens foram entregues, para
posterior análise das conformidades de qualidade baseadas nos Critérios de Aceitação.
O processo em tela também é referenciado pela Lei de Licitações e Contratos (Lei
8.666/1993), em seu art. 73:

“Art. 73. Executado o contrato, o seu objeto será recebido:

I - em se tratando de obras e serviços:

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 91


a) provisoriamente, pelo responsável por seu acompanhamento e fiscalização,
mediante termo circunstanciado, assinado pelas partes em até 15 (quinze) dias da
comunicação escrita do contratado;...

II - em se tratando de compras ou de locação de equipamentos:

a) provisoriamente, para efeito de posterior verificação da conformidade do material


com a especificação;...

§ 1º Nos casos de aquisição de equipamentos de grande vulto, o recebimento far-se-á


mediante termo circunstanciado e, nos demais, mediante recibo...”

Referências: IN 04/2010, art. 2º, XVII.


IN 04/2010, art. 25, III, a.

Lei nº 8.666/93, art. 73, I, a c/c art. 73, II, a c/c art. 73, § 1º.

ver ator: Fiscal Técnico do Contrato;

ver artefato: Ordem de Serviço ou Fornecimento de Bens;

ver artefato: Termo de Recebimento Provisório.

AVALIAR QUALIDADE
Objetivo: Avaliar a qualidade dos serviços realizados ou dos bens
entregues.
Responsável: Fiscal Técnico e Fiscal Requisitante.

Entrada: Critérios de Aceitação.


GCTI-P3.3
Saída: Desvios de Qualidade.

Descrição: Nesta atividade, o Fiscal Técnico e o Fiscal Requisitante deverão realizar a


avaliação da qualidade dos serviços realizados ou dos bens entregues, de acordo com
os Critérios de Aceitação previamente definidos.

A partir daí, o fluxo pode seguir dois caminhos diferentes, dependendo da aderência, ou
não, aos Critérios de Aceitação.
Caso a qualidade esteja de acordo com os Critérios de Aceitação estabelecidos, o fluxo
segue direto para a atividade GCTI-P3.7 – Verificar Aderência aos Termos Contratuais;
do contrário, passa-se para a próxima atividade (GCTI-P3.4). Neste último caso, os
desvios de qualidade deverão ser descritos e enviados ao Gestor para que ele, por sua
vez, tome as medidas pertinentes.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 92


Referências: IN 04/2010, art. 25, III, b;

ver ator: Fiscal Técnico do Contrato;

ver ator: Fiscal Requisitante do Contrato;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

ANALISAR DESVIOS DE QUALIDADE


Objetivo: Analisar os Desvios de Qualidade gerados na atividade
anterior (GCTI-P3.3) e decidir sobre a aplicação de sanções ou
encaminhamento de demandas de correção à Contratada.

Responsável: Gestor do Contrato.


GCTI-P3.4
Entrada: Desvios de Qualidade.

Descrição: Nesta atividade, o Gestor deve analisar os Desvios de Qualidade gerados


na atividade anterior (GCTI-P3.3) e decidir sobre a aplicação de sanções ou
encaminhamento de demandas de correção à Contratada. Caso opte pela aplicação de
sanções, o fluxo segue para a atividade GCTI-P3.9 – Encaminhar Sações para Área
Administrativa; do contrário, prossegue com a próxima atividade (GCTI-P3.5).

Referências: IN 04/2010, art. 25, III, b.

ver ator: Gestor do Contrato;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

ENCAMINHAR DEMANDAS DE CORREÇÃO


Objetivo: Encaminhar as Demandas de Correção à Contratada.

Responsável: Gestor do Contrato.

Entrada: Desvios de Qualidade.

GCTI-P3.5 Saída: Demandas de Correção.

Descrição: Esta atividade consiste no encaminhamento das demandas de correção à


contratada. As demandas de correção devem ser baseadas no documento de Desvios
de Qualidade gerado na atividade anterior (GCTI-P3.4).

Referências: IN 04/2010, art. 25, III, f.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 93


ver ator: Gestor do Contrato;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

EFETUAR CORREÇÕES
Objetivo: Efetuar as correções descritas no documento Demandas
de Correção.

Responsável: Contratada.

Entrada: Demandas de Correção.


GCTI-P3.6
Saída: Itens Corrigidos.

Descrição: Nesta atividade a Contratada deverá realizar as correções descritas no


documento “Demandas de Correção” gerado na atividade anterior (GCTI-P3.5).

Referências: IN 04/2010, art. 25, III, c.

ver ator: Contratada;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

VERIFICAR ADERÊNCIA AOS TERMOS CONTRATUAIS


Objetivo: Verificar a aderência aos termos contratuais.
Responsável: Fiscal Administrativo do Contrato.

Entrada: Contrato.

GCTI-P3.7

Descrição: Nesta atividade, o Fiscal Administrativo deverá verificar a aderência do


objeto aos termos contratuais definidos na atividade PCTI-P4.2 – Indicar Termos
Contratuais. Dependendo de haver ou não aderência aos Termos Contratuais, o fluxo
pode seguir dois caminhos diferentes.

Caso o Fiscal Administrativo entenda que há plena aderência do objeto aos Termos
Contratuais, o fluxo segue diretamente para a atividade GCTI-P3.10 – Elaborar Termo
de Recebimento Definitivo; do contrário, o fluxo continua com a próxima atividade,
GCTI-P3.8 – Indicar Termos Não Aderentes.

Referências: IN 04/2010, art. 25, III, d.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 94


ver ator: Fiscal Administrativo do Contrato;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

INDICAR TERMOS NÃO ADERENTES


Objetivo: Indicar os termos aos quais a execução da respectiva
Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens não está aderente.

Responsável: Fiscal Administrativo.

GCTI-P3.8 Entrada: Contrato.

Saída: Termos Contratuais Não Aderentes.

Descrição: Nesta atividade, o Fiscal Administrativo elabora um documento indicando


os termos contratuais aos quais o objeto da OS ou OF não está aderente, com base na
verificação realizada na atividade anterior (GCTI-P3.7). Este documento de, então, ser
encaminhado ao Gestor do Contrato.

Referências: IN 04/2010, art. 25, III, “d”;

ver ator: Fiscal Administrativo do Contrato;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

ENCAMINHAR SANÇÕES PARA ÁREA ADMINISTRATIVA


Objetivo: Encaminhar as sanções para a área administrativa.

Responsável: Gestor do Contrato.

Entrada: Contrato, Termos Contratuais Não Aderentes,


Irregularidades.
GCTI-P3.9
Saída: Sanções Aplicáveis.

Descrição: Esta atividade consiste no envio da relação das possíveis sanções a aplicar
para a área administrativa. Tais sanções podem ser geradas em três diferentes
momentos do fluxo de processos do monitoramento da execução (GCTI-P3):

 Analisar Desvios de Qualidade (GCTI-P3.4);

 Indicar Termos Não Aderentes (GCTI-P3.8); e

 Verificar Irregularidades Fiscais, Trabalhistas e Previdenciárias (GCTI-P3.13).

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 95


Referências: IN 04/2010, art. 25, III, “g”.

ver ator: Gestor do Contrato;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

ELABORAR TERMO DE RECEBIMENTO DEFINITIVO


Objetivo: Elaborar o Termo de Recebimento Definitivo.

Responsáveis: Gestor do Contrato e Fiscal Requisitante da


Solução.

GCTI-P3.10 Entrada: Termo de Recebimento Provisório, Ordem de Serviço ou


Fornecimento de Bens, Contrato.

Saída: Termo de Recebimento Definitivo.

Descrição: Nesta atividade, o Gestor do Contrato, juntamente com a Área Requisitante


da Solução deverão elaborar o Termo de Recebimento Definitivo para fins de
encaminhamento de pagamento. Somente de posse deste artefato devidamente
assinado é que o Gestor do Contrato poderá autorizar à contratada a Emissão de Nota
Fiscal.

Referências: IN 04/2010, art. 25, III, h.

ver ator: Gestor do Contrato;

ver ator: Fiscal Requisitante do Contrato;

ver artefato: Termo de Recebimento Provisório;

ver artefato: Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens;


ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico;

ver artefato: Termo de Recebimento Definitivo.

AUTORIZAR EMISSÃO DE NOTA FISCAL


Objetivo: Autorizar a emissão de Nota Fiscal à Contratada.

Responsável: Gestor do Contrato.

Entrada: Termo de Recebimento Definitivo.


GCTI-P3.11 Saída: Autorização para Emissão de Nota Fiscal.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 96


Descrição: Após receber o Termo de Recebimento Definitivo gerado na atividade
anterior (GCTI-P3.11), o Gestor deverá emitir uma Autorização para Emissão de Nota
Fiscal ao Preposto da Contratada. Somente de posse deste artefato é que a contratada
poderá realizar a próxima atividade (GCTI-P3.12).

Referências: IN 04/2010, art. 25, III, i.

ver ator: Gestor do Contrato;

ver artefato: Termo de Recebimento Definitivo.

EMITIR NOTA FISCAL


Objetivo: Emitir nota fiscal para recebimento.

Responsável: Contratada.

Entrada: Autorização Para Emissão de Nota Fiscal.


GCTI-P3.12 Saída: Nota Fiscal.

Descrição: Ao receber a Autorização Para Emissão de Nota Fiscal do Gestor do


Contrato, o Preposto da Contratada deve providenciar a emissão desta última, para fins
de recebimento.

Referências: IN 04/2010, art. 25, III, i.

ver ator: Contratada.

VERIFICAR REGULARIDADES FISCAIS, TRABALHISTAS E PREV.


Objetivo: Verificar Regularidades Fiscais, Trabalhistas e
Previdenciárias.

Responsável: Fiscal Administrativo.

Entrada: Legislação Tributária, Trabalhista e Previdenciária.


GCTI-P3.13
Saída: Irregularidades.

Descrição: Nesta atividade, o Fiscal Administrativo deve verificar a regularidade Fiscal,


Trabalhista e Previdenciária da empresa contratada. Caso não sejam identificadas
irregularidades, o fluxo segue direto para a atividade GCTI-P3.14 – Verificar
Manutenção da Necessidade, Economicidade e Oportunidade; caso contrário, segue
para a próxima atividade (GCTI-P3.13).

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 97


Referências: IN 04/2010, art. 25, III, j.

ver ator: Fiscal Administrativo.

VERIFICAR MANUTENÇÃO DA NEC., ECON. E OPORTUNIDADE


Objetivo: Verificar manutenção da necessidade, economicidade e
oportunidade da contratação.

Responsável: Fiscal Requisitante da Solução.

GCTI-P3.14 Entrada: Plano de Diretor de Tecnologia da Informação,


Documento de Oficialização da Demanda, Pesquisa de Mercado,
Contrato.

Saída: Solicitação de Modificação Contratual.

Descrição: Nesta atividade, o Fiscal Requisitante do Contrato deve verificar se os


quesitos de necessidade, economicidade e oportunidade da contratação continuam
sendo satisfeitos. Caso positivo, o fluxo do GCTI.P3 – Monitoramento da Execução se
encerra aqui. Caso negativo, o Fiscal Requisitante deve elaborar uma Solicitação de
Modificação Contratual, relatando os quesitos não satisfeitos, e encaminhá-la ao Gestor
do Contrato, seguindo o fluxo para a atividade seguinte, GCTI-P3.15 – Encaminhar
Pedido de Alteração Contratual.

Referências: IN 04/2010, art. 25, III, “k”.

ver ator: Fiscal Requisitante da Solução;

ver artefato: Documento de Oficialização da Demanda;

ver artefato: Termo de Referência ou Projeto Básico.

ENCAMINHAR PEDIDO DE ALTERAÇÃO CONTRATUAL


Objetivo: Encaminhar Pedido de Alteração Contratual para a Área
Administrativa.

Responsável: Gestor do Contrato.

GCTI-P3.15 Entrada: Solicitação de Modificação Contratual.

Saída: Pedido de Alteração Contratual.


Descrição: Nesta atividade, o Gestor deve elaborar, com base na solicitação

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 98


encaminhada pelo Fiscal Requisitante na atividade anterior (GCTI-P3.14), um Pedido
de Alteração Contratual, indicando as condições que não mais atendem os quesitos de
manutenção da necessidade, economicidade e/ou oportunidade da contratação, em
conformidade como o art. 65 da Lei n° 8.666 de 21 de junho de 1993, e encaminhá-lo à
Área Administrativa, para providências. O Gestor poderá incluir, neste pedido,
sugestões de alterações necessárias, devidamente justificadas. Com esta atividade,
encerra-se o fluxo do processo GCTI-P3 – Monitoramento da Execução.

Referências: IN 04/2010, art. 25, III, m.

ver ator: Gestor do Contrato;


ver ator: Área Administrativa.

8.4 – GCTI-P4: Transição Contratual

A transição contratual deve ser cuidadosamente planejada, de modo


a minimizar o risco da descontinuidade de serviços ou fornecimento
de bens, observando-se, conforme o caso, a manutenção dos níveis
dos serviços. O prazo de transição deve ser suficientemente
planejado, de forma que não haja interrupção dos serviços e/ou do fornecimento dos
bens. Deve-se utilizar o Plano de Sustentação como insumo para a execução deste
processo. Algumas atividades elencadas no processo de Encerramento do Contrato
também devem ser realizadas neste processo.

8.5 – GCTI-P5: Encerramento do Contrato

O processo de Encerramento do Contrato é formalizado pela


assinatura do artefato Termo de Encerramento do Contrato. Para
isso, o Gestor do Contrato deve preparar e apresentar tal termo
ao Preposto ou ao Representante Legal da Contratada,
observando o adequado tratamento dos aspectos legais da contratação. Este termo deve
ser assinado pelos representantes legais da Contratante e da Contratada.

Os requisitos para o encerramento formal do contrato devem estar definidos no próprio


Contrato e incluídos no Plano de Sustentação.
Recomenda-se uma análise das lições aprendidas, resultando em recomendações de
melhoria nos processos para o melhor planejamento e realização de futuras
contratações.

Além disso, devem ser executados procedimentos específicos que assegurem a


continuidade dos serviços, quando se tratar de serviços contínuos ou de substituição da

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 99


Contratada.

No caso de rescisão antecipada, a Administração poderá assumir o objeto do contrato e


os recursos da Contratada necessários à sua execução, reter créditos e executar
judicialmente garantias e multas devidas.

Deve-se também atentar para os seguintes procedimentos:

 recuperação ou transferência de recursos de propriedade da Contratante;

 remoção de perfis de acesso relacionados ao contrato em descontinuação ou


transição;
 troca de todas as senhas e/ou chaves de acesso que sejam de conhecimento
dos empregados da Contratada;

 assegurar-se de que todo o conhecimento de arquitetura e operação da


infraestrutura e dos sistemas pertencentes à contratante tenham sido
adequadamente transferidos para equipe interna;

 recuperação de todos os documentos classificados ou que devam permanecer


com o contratante;

 demais procedimentos específicos da contratação.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 100


9 – ARTEFATOS

Neste Capítulo, descrevemos os principais artefatos envolvidos no Modelo de


Contratação de Soluções de Tecnologia da Informação. Alguns artefatos envolvidos no
MCTI compõem conteúdos parciais de outros artefatos maiores que encerram uma fase
ou um processo. Estes artefatos são descritos na medida da sua relevância no processo.

Um bom exemplo disso é o artefato Análise de Riscos, que nada mais é do que o
encadeamento do conteúdo dos artefatos gerados na fase de mesmo nome. Assim
sendo, descrevemos aqui o artefato Análise de Riscos, mas não o artefato Relação
Risco x Probabilidade, pois seu conteúdo já está descrito naquele.

DOCUMENTO DE OFICIALIZAÇÃO DA DEMANDA – DOD


Construção: Área Requisitante da Solução.

Participação: Área de Tecnologia da Informação e

Autoridade Competente da Área Administrativa.

Objetivos do artefato:

 Formalizar o início do processo de planejamento da contratação de TI;

 Vincular as necessidades da contratação desejada aos objetivos estratégicos e


às necessidades corporativas da instituição, todas elas alinhadas ao Plano
Diretor de Tecnologia da Informação – PDTI;

 Indicar a fonte de recursos para a contratação;

 Indicar os integrantes da Equipe de Planejamento da Contratação.


Conteúdo:

O Documento de Oficialização da Demanda contém o detalhamento da necessidade da


Área Requisitante da Solução e seu conteúdo é formado por:

IDENTIFICAÇÃO DA ÁREA REQUISITANTE DA SOLUÇÃO

 Unidade/Setor/Departamento: Unidade Administrativa responsável pela


requisição de contratação. Esta unidade é a demandante, que tem
necessidade(s) vinculada(s) a objetivos estratégicos no PDTI.

 Data: Data em que a oficialização da demanda está sendo efetivada.

 Nome do Projeto: Nome que distingua o projeto das demais demandas ou

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 101


contratações da instituição.

 Responsável pela Demanda: Nome da pessoa responsável pela demanda de


contratação que está sendo gerada.

 Telefone do Responsável: Número do telefone do responsável pela demanda.

 E-mail do Responsável: Endereço eletrônico do responsável pela demanda.

 SIAPE do Responsável: Número da matrícula SIAPE do responsável pela


demanda.

 Integrante Requisitante: Nome do servidor indicado como Integrante


Requisitante que fará parte da Equipe de Planejamento da Contratação.

 Telefone do Integrante Requisitante: Número do telefone do Integrante


Requisitante.

 E-mail do Integrante Requisitante: Endereço eletrônico do Integrante


Requisitante.

 Fonte de Recursos: Fonte dos recursos que serão utilizados para a


contratação (programa, projeto, convênio, etc.).

DEMAIS INTEGRANTES DA EQUIPE DE PLANEJAMENTO DA CONTRATAÇÃO

 Integrante Técnico: Nome do servidor indicado como Integrante Técnico, que


fará parte da Equipe de Planejamento da Contratação.

 Telefone do Integrante Técnico: Número do telefone do Integrante Técnico.


 E-mail do Integrante Técnico: Endereço eletrônico do Integrante Técnico.

 Integrante Administrativo: Nome do servidor indicado como Integrante


Administrativo, que fará parte da Equipe de Planejamento da Contratação.

 Telefone do Integrante Administrativo: Número do telefone do Integrante


Administrativo.

 E-mail do Integrante Administrativo: Endereço eletrônico do Integrante


Administrativo.

OBJETIVO ESTRATÉGICO

Relação dos objetivos estratégicos a serem favorecidos pela contratação.

 Objetivo Estratégico: Listagem dos objetivos estratégicos que constam no


Planejamento Estratégico da Instituição - PEI, conforme descrito no PDTI, e
que se relacionam com as necessidades de contratação demandadas.

 Necessidades Elencadas no PDTI: Vinculação das necessidades do PDTI

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 102


que devem ser total ou parcialmente atendidas pela contratação demandada,
para o atingimento dos objetivos estratégicos relacionados.

 Motivação / Justificativa: Descrição da motivação e justificativa da


contratação.

 Metas do Planejamento Estratégico a Serem Alcançadas: Descrição dos


resultados a serem alcançados, em termos de metas, com o sucesso no
fornecimento de bens ou prestação de serviços demandados.

ENCAMINHAMENTO (Área de Tecnologia da Informação)

 Ao receber o documento de Oficialização da Demanda consolidado e assinado


pela Autoridade Competente da Área Requisitante, a Autoridade Competente
da Área de TI deve lançar as informações de Nome, Telefone e Endereço
Eletrônico do Integrante Técnico para compor a Equipe de Planejamento da
Contratação.

APROVAÇÃO (Autoridade Máxima da Área Administrativa)

 O documento é assinado pela Autoridade Competente da Área de TI e


encaminhado à Autoridade Competente da Área Administrativa, responsável
por autorizar a despesa, que, por sua vez, se julgar conveniente e oportuno o
prosseguimento da contratação, lança as informações de Nome, Telefone e
Endereço Eletrônico do Integrante Administrativo e assina o DOD, aprovando-o.
O Anexo XI é um modelo de Documento de Oficialização da Demanda.

ANÁLISE DE VIABILIDADE DA CONTRATAÇÃO


Construção: Integrante Técnico.

Apoio: Integrante Requisitante e Integrante Administrativo.

Objetivo do Artefato: A Análise de Viabilidade da Contratação


demonstra a viabilidade técnica e econômica da contratação e
compõe-se das seguintes seções:

 Especificação dos Requisitos (PCTI-P2.1 e PCTI-P2.2);

 Avaliação das Soluções Disponíveis (PCTI-P2.3);

 Estimativa Orçamentária (PCTI-P2.3); e

 Outras análises que sejam aplicáveis.

Conteúdo:

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 103


A Análise de Viabilidade contém as seguintes informações:

1 – DESCRIÇÃO DA SOLUÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

 Descrição da Solução de Tecnologia da Informação expressa de forma


suficientemente detalhada para diferenciá-la inequivocamente das demais
soluções existentes.

2 – REQUISITOS DE NEGÓCIO DA ÁREA REQUISITANTE

2.1 – Necessidades de Negócio

Relação das necessidades de negócio previstas no PEI e PDTI que se pretende


atender com a contratação desejada.

 Necessidade: Descrição da necessidade vinculada aos objetivos de negócio


para alcance de metas previstas no PEI ou para resolução de uma situação
indesejável, já devidamente previstos no PDTI.

 Funcionalidade: Para cada necessidade, elaborar uma relação das


funcionalidades que devem fazer parte da Solução de TI desejada. Aqui pode-
se pensar em termos de casos de uso.

 Ator Envolvido: Para cada funcionalidade (caso de uso), elaborar uma lista
dos usuários e operadores (atores) de cada uma das funcionalidades
elencadas, inclusive possíveis beneficiários externos à Área Requisitante ou
mesmo à Instituição.
2.2 – Demais Requisitos

Descrição dos demais requisitos pertinentes à solução, tais como:

 Requisitos de Capacitação: Definição dos requisitos de capacitação dos


usuários da Solução de Tecnologia da Informação com todos os detalhes, como
o local onde o treinamento se dará, material didático, carga horária,
capacitação do instrutor, dentre outros.

 Requisitos Legais: Levantamento de leis e normas que devem ser observadas


na construção e operação da Solução de TI a ser contratada.

 Requisitos de Manutenção: Necessidade de continuidade no fornecimento da


Solução de TI em caso de falhas. Deve ser avaliada a necessidade de tempo
de resposta, solução de problemas, prazos de duração de garantia e
manutenção da Solução de TI a ser contratada.

 Requisitos Temporais: Definição das datas de implementação da Solução de


TI ou de suas parcelas.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 104


 Requisitos de Segurança: Levantamento dos itens de segurança que devem
ser observados, assim como normas e políticas que devem ser observadas na
contratação e implementação da Solução de TI.

 Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais: Levantamento de características


e requisitos que a Solução de TI deve apresentar ou obedecer, como limites de
emissão sonora de equipamentos, espaço máximo que deverá ocupar,
linguagem e textos em português, descarte sustentável de resíduos, dentre
outros que se apliquem.
3 – LEVANTAMENTO DAS ALTERNATIVAS

Relação das possíveis soluções ou alternativas que atenderiam as necessidades de


negócio relacionadas no item anterior.

 Nome da Solução: Identificação da Solução de TI ou do projeto.

 Entidade: Identificação da instituição que tenha contratado ou implantado a


Solução de TI, caso se aplique.

 Valor: Valor pago pela Solução de TI.

 Descrição: Descrição detalhada da solução alternativa de TI para posterior


análise frente aos requisitos técnicos e de negócio, e frente a outras soluções
disponíveis.
 Fornecedor: Identificação da empresa que fornece a solução

4 – DETALHAMENTO DAS ALTERNATIVAS EXISTENTES

Quadro-resumo da aplicabilidade dos requisitos elencados no art. 11, II, alíneas “a” a
“f”, da IN 04/2010, para cada uma das alternativas relacionadas no item 3.
5 – JUSTIFICATIVA DA SOLUÇÃO ESCOLHIDA

5.1 – Solução Escolhida

 Nome: Identificação da Solução de Tecnologia da Informação ou do projeto.

 Descrição: Descrição detalhada da Solução de TI para posterior análise frente


aos requisitos de negócio e técnicos, e frente a outras soluções disponíveis.

 Bem / Serviço: Listagem dos bens e serviços que compõem a Solução de


Tecnologia da Informação escolhida.

 Valor Estimado: Valor de cada um dos itens que compõem a Solução de


Tecnologia da Informação escolhida.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 105


5.2 – Benefícios Esperados

Relação dos benefícios advindos da contratação e da entrega ou implementação da


Solução de TI escolhida.

6 – NECESSIDADES DE ADEQUAÇÃO DO AMBIENTE PARA EXECUÇÃO


CONTRATUAL
Relação das necessidades de adequação do ambiente da instituição necessárias para
viabilizar a execução contratual para a Solução de TI escolhida.

 Tipo de Necessidade: Definição do tipo de necessidade de adequação, tal


como: de infraestrutura, de espaço físico, mobiliária, etc.

 Descrição: Descrição das necessidades de adequação do ambiente do órgão


para execução satisfatória do contrato, necessárias para que a Solução de TI
escolhida atinja seus objetivos.

Ao final, assinam todos os integrantes da Equipe de Planejamento da Contratação,


preenchendo-se a data de aprovação do artefato.

O Anexo XII é um modelo de Análise de Viabilidade da Contratação.

PLANO DE SUSTENTAÇÃO
Construção: Integrante Técnico.

Apoio: Integrante Requisitante, Integrante Administrativo.

Objetivo do artefato: O Plano de Sustentação visa garantir a


continuidade do negócio durante e após a entrega da Solução de
Tecnologia da Informação, bem como após o encerramento do
contrato.

Conteúdo:
Deverá conter as seguintes informações:

1 – INTRODUÇÃO

Descrição resumida do conteúdo e da finalidade do Plano de Sustentação.

2 – RECURSOS NECESSÁRIOS À CONTINUIDADE DO NEGÓCIO DURANTE E


APÓS A EXECUÇÃO DO CONTRATO

Relação dos recursos materiais e humanos necessários à continuidade do negócio.

2.1 - Recursos Materiais

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 106


 Recurso: Definição sucinta do recurso material necessário para suportar a
solução durante e após a execução do contrato.

 Quantidade: Definição da quantidade necessária do recurso relacionado.

 Disponibilidade: Definição da disponibilidade temporal requerida do recurso,


em termos de semanas, meses, anos; ou de horas/dia, dias/semana, etc.,
conforme se aplique.

 Ação para Obtenção do Recurso: Regras e/ou condições de aquisição e


reposição do recurso.

 Responsável: Identificar o responsável pela ação de obtenção do recurso.


2.2 - Recursos Humanos

 Função: Definição do papel do recurso humano necessário para operação da


solução, bem como para o suporte à contratação, gestão, fiscalização e
avaliação da contratação da solução.

 Formação: Definição da formação profissional do recurso humano necessário.

 Atribuições: Para cada função, definir as atribuições a serem desempenhadas.

 Carga horária: Definição da carga horária semanal necessária.

3 – ESTRATÉGIA DE CONTINUIDADE CONTRATUAL

Relação dos eventos que possam causar interrupção contratual, das ações de
prevenção e contingência, e dos responsáveis pelas mesmas.
 Evento: Definição do evento que possa causar interrupção contratual.
 Ação de contingência: Definição de uma ação alternativa a ser tomada no
caso de ocorrência do evento.

 Responsável: Identificação do responsável pela ação de contingência.


4 – AÇÕES PARA TRANSIÇÃO E ENCERRAMENTO CONTRATUAL

Relação das ações que devem ser realizadas quando da transição ou encerramento do
contrato relativo à solução escolhida, tais como: a entrega de versões finais dos
produtos e da documentação; a transferência final de conhecimentos sobre a execução
e a manutenção da Solução de Tecnologia da Informação; a devolução de recursos; a
revogação de perfis de acesso; a eliminação de caixas postais; outras que se apliquem.

 Ação: Descrição da ação relativa ao encerramento ou transição contratual.

 Responsável Identificação do responsável pela ação.

 Data início: Definição da data inicial da ação.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 107


 Data fim: Definição da data prevista para a finalização da ação.

5 – ESTRATÉGIA DE INDEPENDÊNCIA

Relação de todas informações necessárias e suficientes ao perfeito funcionamento ou


operação da solução escolhida, a serem transferidas pela contratada à instituição, e da
forma de transferência de cada informação, bem como das definições quanto à
propriedade intelectual, quando aplicável.

5.1 – Transferência de Conhecimento

 Item: Descrição das informações que deverão ser transmitidas pela contratada.

 Forma de transferência de conhecimento: Descrição de como estas


informações deverão ser transmitidas à instituição pela contratada.

5.2 – Direitos de Propriedade Intelectual

 Cláusulas: Descrição das cláusulas sobre os direitos de propriedade intelectual


do contratante e da contratada.

Ao final, assinam todos os integrantes da Equipe de Planejamento da Contratação,


preenchendo-se a data de aprovação do artefato.

O Anexo XIII é um modelo de Plano de Sustentação.

ESTRATÉGIA DA CONTRATAÇÃO
Construção: Equipe de Planejamento da Contratação,

Objetivo do artefato: Definir e formalizar a estratégia para a


contratação.

Conteúdo:

A Estratégia da Contratação deve contemplar:

 a definição de critérios técnicos;

 as obrigações contratuais;

 a definição de responsabilidades;
 a explicitação de como os recursos humanos e financeiros serão alocados para
atingir o objetivo da contratação.

A Estratégia da Contratação contém as seguintes informações:

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 108


1 – SOLUÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

1.1 – Descrição da Solução Escolhida

Descrever detalhadamente a Solução de Tecnologia da Informação para posterior


análise frente aos requisitos de negócio e aos requisitos técnicos, bem como frente a
outras soluções disponíveis.

1.2 – Detalhamento dos Bens e Serviços que Compõem a Solução

 Bens Que Compõem a Solução: Descrever em detalhes cada bem definido


no item 5.1 da Análise de Viabilidade.

 Serviços Que Compõem a Solução: Descrever em detalhes cada serviço


definido no item 5.1 da Análise de Viabilidade.

1.3– Definição da Solução

 Atendimento da Solução: A partir do confrontamento da Solução de TI a ser


contratada frente aos critérios relacionados (especificados em lei), haverá,
oportunamente, a definição do tipo de contratação, modalidade de licitação, etc.

2 – RESPONSABILIDADES DA CONTRATANTE E DA CONTRATADA

2.1– Deveres e Responsabilidades da Contratante

Definir quais são os deveres e responsabilidades da contratante para composição do


contrato.

2.2 – Deveres e Responsabilidades da Contratada


Definir quais são os deveres e responsabilidades da contratada para composição do
contrato. A contratada não poderá se eximir destas..

3 – INDICAÇÃO DOS TERMOS CONTRATUAIS

Relação de critérios, volumes, métodos e procedimentos para qualificação do bem ou


serviço a receber, para fins de aceitação.

3.1 – Procedimentos e Critérios de Aceitação

 Etapa / Fase / Item: Definição da etapa, fase ou item do projeto em que deve
ser aplicada a mensuração.

 Indicador: Definição do indicador mensurado ou unidade de medida utilizada.

 Valor Mínimo Aceitável: Definição do valor mínimo aceitável para o item.

3.2 – Estimativa de Volume de Serviços ou Bens

 Item: Nome do serviço ou bem que compõe a Solução de TI.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 109


 Estimativa: Quantidade estimada dos bens e serviços que compõem a
Solução de TI.

 Forma de Estimativa: Metologia, forma ou fonte das quantidades estimadas.

3.3 – Metodologia de Avaliação da Qualidade e da Adequação

 Etapa / Fase / Item: Definição da etapa, fase ou item do projeto em que será
avaliada a qualidade da Solução de TI.

 Método de Avaliação: Definição objetiva de como será aferida a qualidade na


etapa, fase ou item indicado, bem como sua devida adequação às
especificações funcionais e tecnológicas definidas.
3.4 – Inspeções e Diligências

 Tipo: Descrição do tipo de inspeção ou diligência.

 Forma de Execução: Descrição dos respectivos procedimentos de execução


de cada inspeção ou diligência relacionada.

3.5 – Forma de Pagamento

Modo ou forma de segmentação do objeto e percentual que será pago por cada
entrega, em função do resultado obtido.

3.6 – Cronograma de Execução Físico-Financeira

 Entrega: Descrição do item (bem ou serviço; integral ou parcial) a ser entregue.

 Data da Entrega: Definição da data de entrega do produto, serviço ou parcela.


 Percentual Pago: Percentual do desembolso referente à entrega relacionada.

 Valor: Valor referente ao produto, serviço ou parcela a ser paga.

 Total: Somas das colunas Percentual e Valor.

3.7 – Mecanismos Formais de Comunicação

Relação dos mecanismos de comunicação que serão utilizados ao longo do contrato e


suas características.

 Função de Comunicação: Descrição do que deverá ser contemplado neste


mecanismo de comunicação.

 Documento: Nome do documento a ser entregue.

 Emissor: Pessoa (papel) emissora do documento de comunicação.

 Destinatário: Pessoa (papel) receptora do documento de comunicação.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 110


 Meio: Forma com que o documento deverá ser produzido e entregue.

 Periodicidade: Definição da frequência com que os documentos deverão ser


emitidos e entregues pela contratada ou pela administração.

3.8 – Regras Para Aplicação de Multas e Sanções

Relação dos eventos que ensejarão multas e sanções e suas respectivas penalidades.

 Ocorrência: Descrição clara da situação em que se caracterizará a infração a


algum termo contratual. Devem ser descritas as não conformidades, ou outras
situações ou ocorrências em que devem ser aplicadas sanções pela Área
Administrativa.
 Sanção / Multa: Descrição da sanção/multa a ser aplicada, de acordo a
situação ou ocorrência relacionada.

As multas e sanções devem ser proporcionais ao impacto que a ocorrência


provocará no órgão e à quantidade de reincidências.

4 – ORÇAMENTO DETALHADO

Relação dos bens e serviços que compõem a solução e seus valores estimados.

 Bens/Serviços: Nome do bem ou serviços que integra a Solução de TI.

 Valor Estimado: Para cada bem ou seviço, descrever o valor estimado.

5 – ADEQUAÇÃO ORÇAMENTÁRIA

5.1 – Fonte de Recursos


 Valor: Valor de cada uma das fontes orçamentárias utilizadas para a
contratação.

 Fonte (Programa/Ação): Identificação da fonte de custeio da contratação

 Total: Valor total da contratação.


5.2 – Estimativa de Impacto Econômico-Financeiro

 Valor: Valor estimado para cada exercício financeiro.

 Exercício Financeiro: Indicação do exercício financeiro.

 Percentual do Orçamento: Percentual do custo total da Solução de TI para o


exercício relacionado.

 Análise e Conclusão: Análise do cálculo realizado com a representatividade e


impacto do valor no orçamento e a conclusão sobre os resultados.

6 – CRITÉRIOS DE JULGAMENTO DAS PROPOSTAS

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 111


6.1 – Proposta Técnica

6.1.1 – Organização da Proposta

Descreve como as propostas devem estar formatadas para avaliação.

6.1.2 – Critérios Técnicos Pontuáveis (apenas para melhor técnica ou técnica e


preço)

 Critério: Item, característica ou requisito a ser atendido para pontuação das


propostas técnicas.

 Pontuação: Valor da pontuação de cada item.

 Percentual: Percentual que cada item representa na pontuação total.


 Justificativa: Justificativa da escolha do item e da proporcionalidade da
pontuação.

6.2 – Critérios de Seleção

 Modalidade: Definição da modalidade da licitação (pregão ou concorrência).

 Tipo: Definição do tipo de licitação (melhor técnica, melhor preço ou técnica e


preço).

 Justificativa para Aplicação do Direito de Preferência: Especificação das


razões que justificam a aplicação das preferências previstas na LC 123/2006
(Estatuto da Micro e Pequena Empresa) e Lei 8.248/1991 (preferências para
bens e serviços de informática e automação com tecnologia desenvolvida no
país e de acordo com o Processo Produtivo Básico - PPB), conforme se
apliquem ao bem ou serviço objeto da contratação.

 Justificativa para Contratação Direta: Especificação das razões para


inexigibilidade, dispensa ou licitação dispensada, caso se aplique à contratação
em pauta.

6.3 – Qualificação Técnica

Relação de requisitos de capacidade técnica da contratada e sua equipe para execução


satisfatória do contrato.

6.3.1 – Requisitos de Capacitação e Experiência

Lista de requisitos de capacitação e experiência que a licitante vencedora deverá


apresentar no ato de assinatura do contrato, caso se apliquem.

6.3.2 – Requisito de Qualificação das Equipes Técnicas

Lista dos requisitos de experiência, qualificação e capacitação da equipe responsável

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 112


pela execução contratual, caso se apliquem.

Ao final, assinam todos os integrantes da Equipe de Planejamento da Contratação,


preenchendo-se a data de aprovação do artefato.

O Anexo XIV é um modelo de Estratégia da Contratação.

ANÁLISE DE RISCOS
Construção: Integrante Técnico.

Apoio: Integrante Requisitante e Integrante Administrativo.

Objetivo do artefato: Descrever e avaliar as ameaças que possam


vir a comprometer o sucesso e o objetivo da contratação, bem
como definir de que formas devem ser tratadas.

Conteúdo:

O artefato Análise de Riscos é definido no inciso XV do art. 2º da IN 04/2010, e deve


conter, consoante o art. 16 da mesma norma, os seguintes itens:

1 – RISCOS DO PROCESSO DE CONTRATAÇÃO

Relação dos riscos que podem impactar no processo de contratação, seus danos
potenciais e ações de mitigação e contingência.

 Risco: Identificação dos riscos que podem comprometer o processo de


contratação, resultando em atrasos ou em comprometimento da contratação.

 Probabilidade: Percentual que representa a probabilidade de ocorrência do


evento relacionado ao risco identificado.

 Dano: Relação dos danos potenciais que o risco pode gerar no processo de
contratação.

 Impacto: Descrição do impacto que o dano pode causar no processo de


contratação.
 Ação Preventiva: Definição das ações a serem executadas para evitar a
ocorrência do evento relacionado ao risco identificado.

 Ação de Contingência: Definição das ações que devem ser tomadas para
remediar o impacto da ocorrência do evento relacionado ao risco identificado.

 Responsável: Identificar o responsável pela execução da ação relacionada.

2 – RISCOS DA SOLUÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 113


Relação dos riscos que podem impactar no sucesso da contratação, isto é, no
cumprimento do objetivo da contratação, seus danos potenciais e ações de mitigação e
contingência.

 Risco: Identificação dos riscos que podem fazer com que, após o serviço ter
sido contratado ou o bem entregue, este não atenda às necessidades de
negócio especificadas.

 Probabilidade: Percentual que representa a probabilidade de ocorrência do


evento relacionado ao risco identificado.

 Dano: Relação dos danos potenciais que o risco pode gerar no processo de
contratação.

 Impacto: Descrição do impacto que o dano pode causar no processo de


contratação.

 Ação Preventiva: Definição das ações a serem executadas para evitar a


ocorrência do evento relacionado ao risco identificado.

 Ação de Contingência: Definição das ações que devem ser tomadas para
remediar o impacto da ocorrência do evento relacionado ao risco identificado.

 Responsável: Identificar o responsável pela execução da ação relacionada.

Ao final, assinam todos os integrantes da Equipe de Planejamento da Contratação,


preenchendo-se a data de aprovação do artefato.
O Anexo XV é um modelo de Análise de Riscos.

TERMO DE REFERÊNCIA OU PROJETO BÁSICO


Construção: Área de Tecnologia da Informação.

Apoio: Integrante Requisitante e Integrante Administrativo.

Objetivo do artefato: Descrever os elementos necessários e


suficientes, com nível de precisão adequado, para subsidiar o
processo licitatório.

Conteúdo:

O Termo de Referência ou Projeto Básico deve conter, no mínimo:

I - definição do objeto;

II - fundamentação da contratação;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 114


III - descrição da Solução de Tecnologia da Informação;

IV - requisitos da solução;

V - modelo de prestação de serviços ou de fornecimento de bens;

VI - elementos para gestão do contrato;

VII - estimativa de preços;

VIII - adequação orçamentária;

IX - definições dos critérios de sanções; e

X - critérios de seleção do fornecedor.

Seu conteúdo é composto das seguintes informações:


1 – DEFINIÇÃO DO OBJETO

Indicação sucinta, precisa, suficiente e clara, do meio pelo qual um determinado objetivo
da Administração será satisfeito, vedadas especificações que, por excessivas,
irrelevantes ou desnecessárias, limitem ou frustrem a competição ou a realização do
fornecimento.

Suas partes essenciais são: a declaração do objeto como prestação de serviço(s) ou


aquisição de produto(s), o núcleo imutável do objeto e o prazo.

É vedada a caracterização do objeto exclusivamente como fornecimento de mão-de-


obra.

2 – FUNDAMENTAÇÃO DA CONTRATAÇÃO
2.1 – Relação Demanda X Necessidade

 Demanda Prevista: Relação das demandas de bens e serviços previstos para o


período definido na descrição do Objeto da Contratação.

 Quantitativo a ser contratado: Definição da quantidade e da unidade de


medida do item a ser contratado para atendimento da respectiva demanda
prevista.

2.2 – Motivação

Descrição das razões que justificam a necessidade da solução a ser contratada e dos
benefícios esperados com a contratação, se possível através de indicadores e da
quantificação de tais benefícios.

Esta descrição precisa é importante para que posteriormente se comprove que os


requisitos foram definidos de acordo com a necessidade e o objetivo a ser atingido e
que, finda a contratação, a Solução de TI atende estes requisitos e supre as

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 115


necessidades levantadas.

2.3 – Resultados a serem alcançados

Relação dos resultados a alcançar com a contratação.

 Tipo: Tipo de resultado que se pretende alcançar, em termos de


economicidade, agilidade, eficiência, eficácia, etc.

 Resultado: Descrição dos resultados a serem alcançados (metas, objetivos,


etc.).

2.4 - Justificativa da solução escolhida.

 Necessidade: Relação das necessidades de negócio que serão atendidas com


a contratação Estas necessidades foram definidas anteriormente no PDTI.

 Benefício: Indicação dos benefícios que serão alcançados com o atendimento


de cada necessidade identificada.

 Tipo: Descrição do tipo de benefício alcançado: econômico, social, ambiental,


etc.

3 – DESCRIÇÃO DA SOLUÇÃO DE TI

3.1 – Descrição

Descrição detalhada da Solução de TI que será contratada.

 Bem/Serviço: Relação dos bens e serviços que compõem a Solução de TI.

 Valor Estimado: Estimativa do valor do bem relacionado, com base na


descrição detalhada da Solução de TI a contratar.

4 – ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (REQUISITOS DA SOLUÇÃO)

4.1 – Considerações Gerais

Descrição da situação atual do ambiente onde o(s) produto(s) ou serviço(s) será(ão)


instalados(s), evidenciando a necessidade da contratação.

4.2 – Requisitos Internos

4.2.1 – Requisitos Internos Funcionais

São aqueles ligados diretamente ao objetivo da demanda, constituindo-se nas


funcionalidades esperadas pelos clientes. Entre eles estão:

 Requisitos Funcionais Obrigatórios da Solução: Especificação das ações ou


atividades que o produto e/ou serviço deve prover para a contratada, sem levar
em consideração restrições físicas.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 116


 Requisitos de Evolução / Manutenção da Solução: Descrição das
necessidades futuras de evolução ou de manutenção da Solução, indicando os
prazos de garantia do produto e/ou serviço, e das necessidades de continuidade
no fornecimento da Solução de TI em caso de falhas.

4.2.2 – Requisitos Internos Não-Funcionais

São aqueles ligados ao contexto da demanda, constituindo-se em restrições ambientais.


Entre eles estão:

 Requisitos Temporais: Identificação das Entregas previstas que comporão a


Solução e definição da data ou quantidade em dias para cada entrega
identificada.

 Requisitos Operacionais: São aqueles não ligados diretamente à demanda do


cliente, mas igualmente importantes para sua satisfação ou para a operação da
solução (como desempenho e disponibilidade), ou ainda de aderência aos
padrões internos da organização (como carga de processamento, uso de
objetos e processos padronizados). Dentre eles destacamos:

– Serviços de Suporte: Especificação da forma de prestação de suporte à


Solução, podendo-se estabelecer normas procedimentais e padrões
específicos.

– Requisitos de Qualidade: Indicação das características e padrões de


qualidade da Solução, como confiabilidade, usabilidade, acessibilidade,
portabilidade, etc..

– Requisitos de Padronização: Especificação de requisitos de conformidade


com padrões ou normas internas, tais como: padrões de desenvolvimento de
projeto, de aquisição de bens ou fornecimento de serviços, padrões de
documentação, padrões de controle, de comunicação, etc.

– Requisitos de Compatibilidade: Especificação, caso se apliquem, dos


requisitos exigidos para interação com outros processos, produtos e/ou
serviços.

– Requisitos de Desempenho: Especificação dos padrões de desempenho


exigidos para a Solução, tais como: disponibilidade do serviço, tempo de
resposta, tempo de recuperação, facilidade de uso do recurso e outros.

– Requisitos de Segurança da Informação: Especificação dos requisitos de


segurança que foram definidos pela Área de TI da Instituição.

– Requisitos de Segurança Institucional: Especificação dos requisitos de


segurança vigentes no Órgão e na Área Requisitante.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 117


– Requisitos de Gestão Documental: Especificação das normas e
procedimentos técnicos referentes à produção, tramitação, classificação,
avaliação, uso e arquivamento dos documentos durante todo o seu ciclo de
vida.

– Requisitos de Gestão do Conhecimento: A Gestão do Conhecimento


possui o objetivo de controlar e facilitar o acesso, bem como de manter um
gerenciamento integrado sobre as informações em seus diversos meios.
Devem-se descrever as técnicas e/ou os métodos formais de identificação,
criação, apresentação e distribuição do conhecimento dentro do contexto
corporativo referente à contratação e à Solução a ser adquirida.

– Requisitos de Proteção do Direito Patrimonial e da Propriedade


Intelectual: Descrição dos direitos de propriedade intelectual e patrimonial
afetos à Solução de TI. Atualmente, estes requisitos são definidos com base
na Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996 e na Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro
de 1998.

– Requisitos de Gestão de Riscos: Especificação de políticas e


procedimentos que permitam uma gestão adequada do risco, contendo
regras sobre os limites de risco aceitável, os responsáveis pela aceitação do
risco e os procedimentos a serem executados no caso da aceitação de
riscos excessivos.

– Requisito de Gestão de Pessoas: Descrição de um conjunto de métodos,


políticas, técnicas e práticas que a orientam o comportamento e as relações
humanas, de maneira a maximizar o potencial do capital humano no
ambiente de trabalho.

– Requisitos de Gestão Orçamentária: Identificação e descrição dos


aspectos de gestão orçamentária relacionados ao Objeto da Contratação.

– Requisitos de Gestão de Controlabilidade: Especificar os elementos


essenciais da contratação para que seu controle seja exequível.

4.3 – Requisitos Externos

São aqueles gerados fora da organização, como as demandas legais e regulatórias,


para garantir a aderência à legislação em vigor e às políticas públicas. Deve-se realizar
um minucioso levantamento dos requisitos constitucionais, legais e infralegais, de modo
que o modelo de prestação de serviços ou de fornecimento de bens adotado seja o mais
aderente possível a tais requisitos, sem perda da objetividade da contratação.

Dentre eles, destacamos os seguintes:

 Políticas de Segurança da Informação: Relação das normas legais, padrões e

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 118


políticas de segurança que deverão ser observados.

 Padrões de Homologação e Certificação de Qualidade de Produtos de


Informática: Definição dos padrões de qualidade exigidos para homologação e
certificação dos produtos ou serviços fornecidos.

 Políticas de Controle de Acesso: Definição das políticas de controle de


acesso adequadas à solução contratada que promovem a segurança e reduzem
os custos através da administração centralizada.

 Metodologia de Gerenciamento de Projeto: Definição da metodologia e das


ferramentas de gerenciamento de projeto a serem utilizadas no
acompanhamento da implementação da solução.

 Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas: Definição, quando


necessário, da metodologia de desenvolvimento de sistemas da solução e
estabelecimento dos requisitos que devem ser observados e monitorados
durante os projetos, abrangendo métodos a serem utilizados, padrões de projeto
e documentação.

 Normas Técnicas de Saúde e Segurança do Trabalho: Definição das normas


técnicas de saúde e segurança do trabalho que devam ser observadas.

 Normas Gerais de Pessoal: Definição das normas gerais de conduta,


circulação e ética para o pessoal da Contratada.
 Políticas Públicas de Proteção: Relação das políticas públicas de proteção
social e ambiental que devam ser observadas.

5 – MODELO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO / FORNECIMENTO DE BENS

5.1 – Justificativa do parcelamento do objeto


Demonstração da viabilidade técnica e econômica do parcelamento da solução a ser
contratada, caso se apliquem.

 Objeto: Relação dos objetos a serem parcelados.

 Forma de Parcelamento: Descrição de como será feito o parcelamento do


objeto relacionado.

 Justificativa: Demonstração da viabilidade técnica e econômica do


parcelamento.

5.2 – Metodologia de Trabalho

 ID Bem / Serviço: Identificação dos bens e serviços que compõem a Solução


conforme definido no item 3.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 119


 Forma de Execução / Fornecimento: Definição da forma de execução dos
serviços ou fornecimento dos bens (direta ou indireta).

 Justificativa: Justificativa para escolha desta forma de execução de serviços ou


de fornecimento de bens.

6 – ELEMENTOS PARA GESTÃO CONTRATUAL

Relação e descrição das características dos mecanismos previstos para viabilizar a


gestão do contrato.

6.1 – Papéis e Responsabilidades

 Papel: Identificação dos Papéis envolvidos na gestão do contrato da Solução de


TI.

 Entidade: Identificação da entidade à qual o papel relacionado pertence.

 Responsabilidade: Definição do conjunto de responsabilidades inerentes ao


papel que compõe o processo de gestão contratual.

6.2 – Deveres e responsabilidades da contratante

 Dever / Responsabilidade: Relação das cláusulas que obrigam a contratante,


tais como:

– permissão de acesso dos empregados da contratada ao ambiente de


execução da prestação dos serviços ou do fornecimento do material;

– forma de prestação de informações e esclarecimentos que venham a ser


solicitados pela contratada;

– forma de solicitação de reparação do objeto do contrato, que esteja em


desacordo com a especificação apresentada e aceita ou apresente defeito;

– fiscalização e acompanhamento da execução do objeto do contrato;


– pagamento no prazo previsto no contrato;

– outros que se apliquem.

6.3 – Deveres e responsabilidades da contratada

 Dever / Responsabilidade: Relação das cláusulas que obrigam a Contratada,


tais como:

– responsabilidade, em relação aos seus empregados, por todas as despesas


trabalhistas decorrentes da execução do objeto;

– responsabilidade por quaisquer danos causados diretamente à


Administração ou a terceiros, decorrentes de sua culpa ou dolo na

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 120


execução do contrato (a fiscalização ou o acompanhamento do contrato
pela Administração não exclui ou reduz a responsabilidade do contratado);

– manutenção dos seus empregados devidamente identificados, devendo


substituí-los imediatamente caso sejam considerados inconvenientes;

– responsabilidade por despesas decorrentes de infrações praticadas por


seus empregados nas instalações da Administração;

– forma de comunicação à Administração, por escrito, de qualquer


anormalidade de caráter urgente;

– outros que se apliquem.


6.4 – Formas de acompanhamento do contrato

Relação dos eventos contratuais notáveis para os entregáveis estabelecidos,


acompanhados das descrições dos respectivos instrumentos de acompanhamento.

 Evento: Descrição dos eventos previstos na execução do contrato.

 Forma de Acompanhamento: Descrição da Forma de Acompanhamento da


ocorrência do evento relacionado, tais como verificações de conformidade com
o edital, de execução contratual e da forma de fornecimento de bens ou
prestação dos serviços contratados.

6.5 – Metodologia de avaliação da qualidade

 Etapa / Fase / Item: Indicação da Etapa, Fase ou Item a ser avaliado.


 Método de Avaliação: Definição dos métodos que serão utilizados para avaliar
o Nível de Serviço ou a Qualidade do Bem, de acordo com a Etapa, Fase ou
Item.

6.6 – Níveis de Serviço

 Etapa / Fase / Item: Indicação da Etapa, Fase ou Item a ser avaliado.

 Indicador: Definição do indicador e do respectivo valor de referência.

 Valor mínimo aceitável: Definição do valor mínimo aceitável em relação ao


valor de referência.

6.7 – Estimativa de volume de bens / serviços

 Bem / Serviço: Indicação dos Bens e/ou serviços que compõem a Solução.

 Estimativa: Informação da quantidade e/ou do volume estimado para cada Bem


ou Serviço.

 Forma de Estimativa: Descrição da metodologia a ser utilizada para a

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 121


estimativa.

6.8 – Prazos e Condições

 Etapa / Fase / Item: Indicação da Etapa, Fase ou Item a ser avaliado.

 Prazo e Condição: Definição dos prazos e condições de realização de cada


Etapa, Fase ou Item.

6.9 – Aceite, Alteração e Cancelamento

 Condição de Aceite: Definição das condições de aceitação dos Bens


fornecidos e/ou Serviços prestados.

 Condição de Alteração: Definição das condições em que poderá haver


alteração contratual.

 Condição de Cancelamento: Definição das condições que ensejarão o


cancelamento do contrato.

6.10 – Condições para pagamento

 Etapa / Fase /Item: Indicação da Etapa, Fase ou Item a ser avaliado.

 Condição de Pagamento: Descrição das condições de aceite para pagamento


referentes ao item relacionado.

6.11 – Garantia

Descrever as condições e prazos de garantia da Solução de TI a ser contratada.

6.12 – Propriedade, sigilo e restrições


 Direito de Propriedade: Descrição dos direitos de propriedade de cada item,
baseados na Lei nº 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

 Condição de Manutenção de Sigilo: Descrição das medidas de segurança a


serem tomadas no tocante ao sigilo das informações contratuais e à segurança
dos documentos que compõem a contratação.

 Restrição Adicional: Descrever outras restrições aplicáveis.

6.13 – Mecanismos Formais de Comunicação

Relação dos Mecanismos Formais de Comunicação que serão utilizados ao longo da


execução do contrato.

 Função de Comunicação: Nome do pacote de informações que deveram ser


contempladas neste mecanismo de comunicação.

 Documento: Nome do documento a ser entregue.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 122


 Emissor: Pessoa emissora do documento de comunicação.

 Destinatário: Pessoa receptora do documento de comunicação.

 Meio: Forma com que o documento deverá ser produzido e entregue.

 Periodicidade: Definição da frequência que os documentos deverão ser


emitidos e entregues pela contratada ou pela administração.

7 – ESTIMATIVA DE PREÇO

 Bem/Serviço: Relação dos bens e serviços que compõem a Solução de TI.

 Valor Estimado: Valor estimado do bem ou serviço relacionado.

8 – ADEQUAÇÃO ORÇAMENTÁRIA

8.1 – Fonte de Recursos

 Valor: Valor referente à fonte de recursos.

 Fonte (Programa/Ação): Indicação da fonte de recursos da dotação


orçamentária.

 Total: Valor total orçado da solução

9 – SANÇÕES APLICÁVEIS

 Ocorrência: Descrição das ocorrências previstas que ensejam a aplicação de


sanções contratuais.

 Sanção: Descrição da sanção correspondente à ocorrência relacionada.

10 - CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DO FORNECEDOR


10.1 – Proposta Técnica

10.1.1 - Organização

 Item: Identificação dos itens que devem integrar a Proposta Técnica.

 Descrição: Descrição dos detalhes, características e peculiaridades de cada


item que deverá constar na Proposta Técnica.

10.2 – Qualificação técnica:

10.2.1 – Requisitos de Capacitação e Experiência

 Papel: Relação dos papeis a serem desempenhados pela contratada no


fornecimento da Solução de TI.

 Requisitos: Para cada papel, indicaçar dos requisitos de capacitação


necessários para execução do contrato.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 123


10.3 – Critérios de seleção:

10.3.1 – Caracterização da Solução de Tecnologia da Informação

Descrição detalhada da Solução de TI de modo a caracteriza-la como produto ou


serviço e de natureza comum ou não-comum.

10.3.2 – Licitação:

Definição das características a serem observadas no processo licitatório.

 Modalidade: Definição da modalidade de licitação que será empregada.


 Tipo: Definição do tipo de licitação que será empregado na seleção do
fornecedor.
 Justificativa: Justificativa da escolha da Modalidade e do Tipo de Licitação
acima definidos.

Justificativa para aplicação do direito de preferência (Lei Complementar nº 123/06


e Lei nº 8.428/91):

Em sendo o caso de aplicação do direito de preferência, apontar o dispositivo legal


constante das referidas Leis.

Justificativa para a contratação direta:

Justificativa no caso de contratação direta, apontando os dispositivos legais da Lei nº


8.666/93.

Critérios Técnicos de Habilitação:


Descrição dos critérios técnicos que serão utilizados para habilitação dos licitantes,
seguidos das respectivas justificativas que levaram à sua exigência, considerando o
objetivo da contratação e a legislação pertinente.

Critérios Técnicos Obrigatórios:

Descrição dos critérios técnicos obrigatórios, considerando o disposto no art. 30 da Lei


nº 8.666/93, acompanhados das devidas justificativas.

Critérios Técnicos Pontuáveis:

Descrição dos critérios técnicos pontuáveis, em caso de licitação tipo “técnica e preço”.

 Critério Técnico Pontuável: Descrição do critério pontuável a ser contabilizado;

 Pontuação: Descrição da pontuação relacionada ao critério escolhido.

 Percentual (%): Definição do percentual que o mesmo representa em relação à


pontuação total.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 124


 Justificativa: Justificativa motivada para a escolha do critério relacionado.

Critérios de Aceitabilidade de Preços Unitários e Globais:

Relação dos critérios que serão utilizados para aceitação ou não dos respectivos preços
mínimo e máximo, com a respectiva justificativa para sua escolha.

Critérios de Julgamento:

Descrição dos critérios de julgamento, considerando os requisitos habilitatórios objetivos


previamente definidos, os quais não devem contrariar as normas e princípios
estabelecidos por Lei, com a respectiva justificativa motivada para a escolha.

Recomenda-se a leitura do art. 45 da Lei nº 8.666/93.

Ao final, assinam todos os integrantes da Equipe de Planejamento da Contratação,


preenchendo-se a data de aprovação do artefato.

O Anexo XVI é um modelo de Termo de Referência / Projeto Básico.

PLANO DE INSERÇÃO
Construção: Gestor do Contrato.

Fiscal Técnico

Fiscal Requisitante

Fiscal Administrativo

Objetivo do artefato: Descrever as atividades de alocação de recursos e preparação


das condições necessárias para a contratada iniciar o fornecimento da Solução de TI.

Conteúdo:

O Plano de Inserção deve conter as seguintes informações:


1 – IDENTIFICAÇÃO

 Área Requisitante da solução: Identificação da Área Requisitante da Solução.

 Contratada: Identificação da empresa contratada para prover a solução.

 Nome do projeto: Nome exclusivo para o projeto, diferente dos demais


projetos da instituição.

 Contrato: Número do contrato.

2 – VISÃO GERAL DO PROJETO

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 125


Descrição sucinta e clara do objeto da contratação.

2.1 – Justificativa da Contratação

Justificativa do motivo da contratação.

2.2 – Objetivos da Contratação

Detalhamento dos objetivos a serem alcançados com a contratação, alinhados as


metas e objetivos estratégicos definidos no PDTI e no Planejamento Estratégico do
Órgão.

3 – METODOLOGIA DE TRABALHO

3.1 – Ordens de Serviço ou de Fornecimento de Bens


 Forma de Encaminhamento: Descrição da maneira como serão repassadas
as Ordens de Serviço ou de Fornecimento de Bens à Contratada, detalhando
seu procedimento.

3.2 – Execução do Projeto

Descrever os principais procedimentos para execução do projeto.

3.3 – Ferramentas de Controle

Relação das ferramentas que serão utilizadas para controle do contrato.

 Ferramenta: Descrição da ferramenta a ser utilizada para controle do projeto.

 Controle: Descrição dos controles realizados por cada uma das ferramentas.

4 – EXECUÇÃO DO CONTRATO
4.1 – Papéis e Responsabilidades

 Participante: Definição dos perfis profissionais envolvidos no projeto. Aqui


pode-se definir o papel ou ator.

 Responsabilidades: Descrição das responsabilidades atribuídas no decorrer


do projeto para o perfil relacionado.

4.2 – Partes Interessadas

 Área / Órgão / Setor: identificação das áreas, órgãos e setores interessados


no projeto.

 Impacto: Definição do grau de importância do projeto para cada


área/órgão/setor.

4.3 – Fatores Críticos de Sucesso

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 126


Descrição das melhorias indipensáveis a serem obtidas com a implantação da solução.

4.4 – Premissas da Contratação

Relação das premissas a serem observadas para a implementação da solução, isto é,


das condições essenciais ao sucesso do projeto que se assume estarão presentes ou
serão atendidas ao longo da sua execução.

4.5 – Restrições da Contratação

Descrição das restrições a serem observadas no decorrer da execução do projeto, ou


seja, das condições em que determinadas atividades que integram o projeto devem ser
realizadas.
4.6 – Possíveis Entregas da Contratação

Relação dos objetos entregáveis previstos no andamento contratual.

 Entrega: Descrição do objeto entregável.

 Marco: Estabelecimento do respectivo marco de projeto necessário para


viabilizar a entrega relacionada.

 Duração: Definição do tempo de execução para o entregável relacionado.

 Data de entrega: Data prevista para a entrega.

4.7 – Infraestrutura a ser Disponibilizada à Contratada

Relação dos recursos a serem disponibilizados pela Contratante à Contratada para


viabilizar a execução do contrato.
 Pessoa/Recurso: Definição do recurso necessário.

 Duração: Período de tempo demandado ao recurso relacionado.

 Início: Data inicial de disponibilidade do recurso relacionado.

 Fim: Data final de disponibilidade do recurso relacionado.

4.8 – Indicadores de Qualidade

Relação dos indicadores de qualidade a serem utilizados para o controle da execução


do contrato.

 Indicador: Descrição dos indicadores de qualidade a serem observados no


projeto.

 Métrica: Identificação ou descrição da unidade de medida adotada para cada


indicador.

4.9 – Resultados Esperados

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 127


Relação dos resultados a serem alcançados com a contratação.

 Entrega: Descrição do resultado esperado.

 Valor: Descrição dos benefícios a serem auferidos com estes resultados.

5 – INSTRUÇÕES COMPLEMENTARES

Descrever qualquer instrução complementar que deva ser observada para viabilizar ou
facilitar o sucesso da execução contratual.

Ao final, assinam o Gestor e os Fiscais do Contrato, responsáveis pela elaboração do


Plano, preenchendo-se a data de aprovação do artefato.

O Anexo XVII é um modelo de Plano de Inserção.

TERMO DE CIÊNCIA
Construção: Equipe de Planejamento da Contratação.

Objetivo do artefato: Obter comprometimento formal dos


empregados da contratada diretamente envolvidos no projeto sobre
o conhecimento da declaração de manutenção de sigilo e das
normas de segurança vigentes na Instituição.

Conteúdo:

Texto declarativo.

Caso o objeto do contrato seja prestação de serviços, o documento é assinado por


todos os funcionários da Contratada envolvidos no projeto que tenham acesso a
informações da Contratante, mesmo que o ingresso nas suas dependências não seja
necessário para a execução.

No caso de entrega de bens com serviços de instalação nas dependências da


Contratante, a equipe da Contratada responsável pelos serviços assina o artefato.

O Anexo XVIII é um modelo de Termo de Ciência.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 128


TERMO DE COMPROMISSO
Construção: Equipe de Planejamento da Contratação.

Objetivo do artefato: Obter comprometimento formal da


Contratada sobre o sigilo dos dados e informações de uso da
Contratante, bem como suas normas e políticas de segurança.

Conteúdo:

Texto declarativo.

O documento é assinado, de parte da Administração, pela Autoridade Competente da


Área Administrativa e/ou pelo Gestor do Contrato; e, de outra parte, pelo Representante
Legal da Contratada. Assinam também duas testemunhas.

O Anexo XIX é um modelo de Termo de Compromisso.

ORDEM DE SERVIÇO OU DE FORNECIMENTO DE BENS


Construção: Gestor do Contrato.

Apoio: Fiscal Requisitante.


Objetivo do artefato: Solicitar formalmente à Contratada a
prestação de serviço ou o fornecimento de bens relativos ao objeto
do contrato.

Conteúdo:

A Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens deve conter:


IDENTIFICAÇÃO

 OS/OFB: Identificação da Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens.

 Área Requisitante do Serviço: Identificação da Área Requisitante.

 Data de Emissão: Data de elaboração do documento por parte do Gestor.

 Nome do Projeto: Identificação única do projeto.

 Sigla: Sigla do projeto, se houver.

 Emergencial: Informação sobre a urgência ou não da OS/OFB.

 Contratada: Identificação da Contratada.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 129


 Contrato: Número do contrato.

1 – ESPECIFICAÇÃO DOS PRODUTOS / SERVIÇOS E VOLUMES

Relação dos entregáveis que compõem a OS/OFB.

 Produto / Serviço: Descrição dos produtos e/ou serviços requisitados na


OS/OFB.

 Métrica: Descrição da unidade de medida para avaliação do serviço ou


fornecimento para o item relacionado.

 Quantidade: Quantidade do produto ou serviço a entregar de acordo com a


unidade de medida definida para o item.

 Preço: Preço do(s) produto(s) ou serviço(s) que compõe(m) a OS/OFB.

2 – INSTRUÇÕES COMPLEMENTARES

Descrever instruções necessárias à execução da OS/OFB.

3 – CRONOGRAMA

 Tarefa: Descrição das tarefas incluídas na OS/OFB.

 Início: Data de início da tarefa.

 Fim: Data de conclusão da tarefa.

4 – DOCUMENTOS ENTREGUES

Descrever os documentos que foram entregues à Contratada juntamente com a


OS/OFB, para subsidiar a execução do(s) serviço(s) ou a entrega do(s) bem(ns).
5 – DATAS E PRAZOS

 Data Prevista para Início dos Produtos / Serviços: Data prevista para o início
da execução da OS/OFB.

 Data prevista para Entrega dos Produtos / Serviços: Data final prevista para
entrega da totalidade dos produtos ou serviços que compõem a OS/OFB.

 Prazo total do Contrato (com a Garantia): Prazo do contrato, incluído o


período de garantia dos produtos e/ou serviços.

Ao final, assinam o Gestor, o Fiscal Requisitante (ou o Responsável pelo Projeto na


Área Requisitante) e o Preposto, que preenche também a data de recebimento do
artefato.

O Anexo XX é um modelo de Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 130


TERMO DE RECEBIMENTO PROVISÓRIO
Construção: Fiscal Técnico do Contrato.

Objetivo do artefato: Declarar formalmente para a Contratada que


os serviços foram prestados ou os bens foram recebidos para
posterior análise das conformidades de qualidade, baseadas nos
critérios de aceitação definidos em contrato.

Conteúdo:

O Termo de Recebimento Provisório deve conter:

IDENTIFICAÇÃO

 Contrato: Número do Contrato a que o termo se refere.

 Nº da OS/OFB: Identificação da OS/OFB que autorizou a execução dos


serviços ou a entrega dos bens objetos do termo.

 Objeto: Relação sucinta do objeto do termo, ou seja, dos serviços ou bens


entregues para verificação.

 Contratante: Identificação da Instituição que recebe os serviços ou bens.

 Contratada: Identificação da empresa responsável pela execução da OS/OFB.

Ao final, o Fiscal Técnico deverá preencher, se conveniente, o período previsto para o


recebimento definitivo, e assinar o artefato, juntamente com o Preposto.

O Anexo XXI é um modelo de Termo de Recebimento Provisório.

TERMO DE RECEBIMENTO DEFINITIVO


Construção: Gestor do Contrato.

Fiscal Requisitante.

Objetivo do artefato: Declarar formalmente para a Contratada que


os serviços prestados ou os bens fornecidos foram devidamente
avaliados e atendem aos requisitos estabelecidos em contrato.

Conteúdo:

O Termo de Recebimento Provisório deve conter:

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 131


IDENTIFICAÇÃO

 Contrato Número: Número do contrato a que o termo se refere.

 Nº da OS/OFB: Identificação da OS/OFB que autorizou a execução dos


serviços ou a entrega dos bens objetos do termo.

 Objeto: Relação sucinta do objeto do termo, ou seja, dos serviços ou bens


entregues para verificação.

 Gestor do Contrato: Nome completo do Gestor.

 Fiscal Requisitante do Contrato: Nome completo do Fiscal Requisitante.

TEXTO DECLARATIVO
Ao final, assinam o Gestor, o Fiscal Requisitante (ou o Responsável pelo Projeto na
Área Requisitante), preenchendo-se a data de emissão do artefato.

O Anexo XXII é um modelo de Termo de Recebimento Definitivo.

TERMO DE ENCERRAMENTO DO CONTRATO


Construção: Gestor do Contrato.

Participação: Autoridade da Área Administrativa .

Representante Legal da Contratada.

Objetivo do artefato: Encerrar formalmente o pacto contratual


entre a Contratante e a Contratada.

Conteúdo:

O Termo de Recebimento Provisório deve conter:

IDENTIFICAÇÃO DO CONTRATO
 Contrato Número: Número do contrato a que o termo se refere.

 Objeto: Descrição sucinta do objeto contratual.

 Contratante: Identificação da Instituição Contratante.

 Contratada: Identificação da empresa Contratada.

TERMOS

Declaração das normas e políticas de segurança da Contratada que se apliquem


diretamente ou indiretamente à prestação do(s) serviço(s) ou entrega do bem(ns)

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 132


objeto(s) do Contrato.

O Gestor do Contrato preenche os campos referentes ao motivo do encerramento do


contrato e às pendências legais, se houver.

Ao final, assinam a Autoridade Competente da Área Administrativa e o Representante


Legal da Contratada, preenchendo-se a data de assinatura do artefato.

O Anexo XXIII é um modelo de Termo de Encerramento do Contrato.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 133


10 – REFERÊNCIAS

 BOOCH, G.; RUMBAUGH, J.; JACOBSON, I. UML - Guia Do Usuário - 2ª


Edição. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2005.

 COBIT 4.1, Control Objectives for Information and related Technology.


Information Systems Audit and Control Association – ISACA, 2007.

 Constituição da República Federativa do Brasil, de 05 de outubro de 1988.

 Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967.

 Decreto nº 3.555, de 8 de agosto de 2000.

 Decreto nº 5.450, de 31 de maio de 2005.

 Decreto nº 7.174, de 12 de maio de 2010.

 EGTI, Estratégia Geral de Tecnologia da Informação. Sistema de Administração


de Recursos de Informação e Informática – SISP, 2010.

 Instrução Normativa SLTI/MP nº 04, 12 de novembro de 2010. (IN 04/2010).

 ITIL V3, Information Technology Infrastructure Library. Office for Government


Commerce – OCG, 2007.

 Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.

 Lei nº 10.520, de 17 de julho de 2002.

 Nota Técnica n° 1/2008 – SEFTI/TCU.

 OLIVEIRA, D. de P.R. Sistemas, Organização e Métodos – uma abordagem


gerencial. São Paulo: Atlas S.A., 2002.

 Orientação Técnica nº 01/2010 da TIControle.

 PDTI, Modelo de Referência do Plano Diretor de Tecnologia da Informação.


Sistema de Administração de Recursos de Informação e Informática – SISP,
2010.

 PMBOK GUIDE, Conjunto de Conhecimento do Gerenciamento de Projeto.


Pennsylvania: Project Management Institute, 2003.

 REZENDE, Denis Alcides. Planejamento de Sistemas de Informação e


Informática. São Paulo: Atlas, 2003, p. 20.

 SORO, Maria. Planejamento Institucional: capacidade de conduzir ações. São


Paulo em Perspectiva, São Paulo: Fundação Seade, 2003.

 TURBAN, E.; RAINER JR., R. K.; POTTER, R. E. Administração de tecnologia


da informação: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 134


11 – ÍNDICE TEMÁTICO ALFABÉTICO

–A–

ANÁLISE DE RISCOS

 definição – art. 2º, XV


 fase de Planejamento da Contratação – art. 10, IV

 elaboração, apoio e auxílio – art. 16, caput

 conteúdo – art. 16, incisos

 consolidação e documento final – art. 16, § 1º

 aprovação e assinatura – art. 16, § 2º

 base para elaboração do Termo de Referência ou Projeto Básico – art. 17, caput

ANÁLISE DE VIABILIDADE DA CONTRATAÇÃO

 definição – art. 2º, XII

 fase de Planejamento da Contratação – art. 10, I

 condução, tarefas - art. 11, caput

 aprovação, assinatura – art. 11, parágrafo único

 base para elaboração da Estratégia da Contratação – art. 15, caput

 base para elaboração dos critérios técnicos de julgamento da proposta para a


fase de seleção do fornecedor – art. 15, VII

 base para elaboração do Termo de Referência ou Projeto Básico – art. 17, caput

ÁREA ADMINISTRATIVA

 indicação do Integrante Administrativo – art. 2º, III, b

 indicação do Fiscal Administrativo do Contrato – art. 2º, VI


 recebimento do documento de Oficialização da Demanda – art. 9º, § 2º

 apoio na indicação dos termos contratuais – art. 15, III

 nomeação pela Área Administrativa de Gestor e Fiscais; encerramento da fase


de Seleção do Fornecedor – art. 24, caput, incisos I a IV e § 1°

 participação na reunião inicial – art. 25, I, b

 recebimento de sanções – art. 25, III, g

 recebimento de pedidos de modificação contratual – art. 25, III, m

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 135


 recebimento de documentação explicitando o interesse de aditamento contratual
– art. 26, caput

ÁREA DE COMPRAS

 apoio às atividades da contratação, de acordo com suas atribuições regimentais


– art. 29, caput

ÁREA DE CONTRATOS

 apoio às atividades da contratação, de acordo com suas atribuições regimentais


– art. 29, caput
ÁREA DE LICITAÇÕES

 recebimento do Termo de Referencia ou Projeto Básico – art. 21

 conduzir as etapas da fase de Seleção do Fornecedor – art. 22

 recomendar alterações no Termo de Referência ou Projeto Básico e demais


documentos – art. 23, I

 apoio às atividades da contratação, de acordo com suas atribuições regimentais


– art. 29, caput

ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

 definição – art. 2º, II

 indicação do Integrante Técnico – art. 2º, III, a

 indicação do Fiscal Técnico do Contrato – art. 2º, V

 início da fase de Planejamento da Contratação, recebimento do documento de


Oficialização da Demanda – art. 9º, caput

 indicação do Integrante Técnico para composição da Equipe de Planejamento da


Contratação – art. 9º, § 1º

 indicação de diferentes soluções que atendam aos requisitos – art. 11, II

 justificativa da solução escolhida – art. 11, IV

 avaliação das necessidades de adequação do ambiente para a execução


contratual – art. 11, V
 aprovação e assinatura da Análise de Viabilidade da Contratação – art. 11,
parágrafo único

 apoio na definição dos requisitos de segurança – art. 12, VI

 especificação dos requisitos tecnológicos – art. 13, caput

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 136


 apoio na elaboração do Plano de Sustentação – art. 14, caput

 aprovação e assinatura do Plano de Sustentação – art. 14, parágrafo único

 apoio na indicação da Solução de TI a ser contratada – art. 15, I

 apoio na definição das responsabilidades da contratada – art. 15, II

 apoio na indicação dos termos contratuais – art. 15, III

 apoio na definição dos critérios técnicos de julgamento da proposta – art. 15, VII

 apoio na elaboração da Análise de Riscos – art. 16, caput

 aprovação e assinatura da Análise de Riscos – art. 16, § 2º


 construção do Termo de Referência ou Projeto Básico – art. 17, § 1º

 decisão sobre a disponibilização do Termo de Referência ou Projeto Básico em


consulta ou audiência pública – art. 19, caput

 encaminhamento do Termo de Referência ou Projeto Básico à Área de


Licitações; início da fase de Seleção do Fornecedor – art. 21, caput

 papéis durante a fase de Seleção do Fornecedor – art. 23

 participação na reunião inicial – art. 25, I, b

ÁREA JURÍDICA

 recomendar alterações no Termo de Referência ou Projeto Básico e demais


documentos – art. 23, I

ÁREA REQUISITANTE DA SOLUÇÃO (ver Requisitante da Solução)

AUTORIDADE COMPETENTE

 da Área de Tecnologia da Informação; indica um servidor de sua área para o


papel de Integrante Técnico – art. 2º, III, a

 da Área Administrativa; indica um servidor de sua área para o papel de


Integrante Administrativo – art. 2º, III, b

 da Área Requisitante; indica um servidor de sua área para o papel de Integrante


Requisitante – art. 2º, III, c

 indica o Gestor do Contrato – art. 2º, IV


 da Área de Tecnologia da Informação; indica um servidor de sua área para o
papel de Fiscal Técnico do Contrato – art. 2º, V

 da Área Administrativa; indica um servidor de sua área para o papel de Fiscal


Administrativo do Contrato – art. 2º, VI

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 137


 da Área Requisitante da Solução; indica um servidor de sua área para o papel
de Fiscal Requisitante do Contrato – art. 2º, VII

 da Área Administrativa; recebimento do DOD – art. 9º, § 2º

 da Área Administrativa; decide motivadamente sobre o prosseguimento da


contratação – art. 9º, § 2º, I

 da Área Administrativa; indica o Integrante Administrativo para composição da


Equipe de Planejamento da Contratação – art. 9º, § 2º, II

 da Área Administrativa; institui a Equipe do PCTI – art. 9º, § 2º, III


–C–

CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO

 definição de Termo de Recebimento Provisório – art. 2º, XVIII

 definição – art. 2º, XX

 item dos Termos Contratuais – art. 15, III, a

 adequação e exequibilidade; consulta ou audiência pública – art. 19


 avaliação da qualidade – art. 25, III, b

CONTRATADA

 Plano de Inserção: documento que prevê as atividades de alocação de recursos


necessários para a contratada iniciar o fornecimento da Solução de Tecnologia
da Informação – art. 2º, XVI

 Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens: documento utilizado para


solicitar à Contratada a prestação de serviço ou fornecimento de bens relativos
ao objeto do contrato – art. 2º, XVII

 vedação; a contratada que provê a Solução de Tecnologia da Informação não


poderá ser a mesma que a avalia, mensura ou fiscaliza – art. 6º

 vedação; demandar tarefas fora do escopo do objeto da contratação – art. 7º, IV

 item do documento Plano de Sustentação; estratégia de independência do órgão


ou entidade contratante com relação à Contratada – art. 14, IV

 item do documento Estratégia da Contratação; responsabilidades da contratada


– art. 15, II

 termos contratuais – art. 15, III

 assinatura do termo de compromisso – art. 15, VI, a

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 138


 todos os empregados da contratada diretamente envolvidos na contratação;
assinatura do termo de ciência da declaração de manutenção de sigilo e das
normas de segurança vigentes no órgão ou entidade – art. 15, VI, b

 entregar modelos de documentos na reunião inicial – art. 15, § 1º

 Plano de Inserção da Contratada – art. 25, I, a

 participação na reunião inicial – art. 25, I, b

 recebimento formal de Ordens de Serviço ou Fornecimento de bens – art. 25, II

 recebimento de demandas de correção – art. 25, III, f


 recebimento de autorização para emissão de Nota Fiscal – art. 25, III, i

 entrega dos termos de ciência da declaração de manutenção de sigilo e das


normas de segurança vigentes no órgão ou entidade – art. 25, § 1º

–D–

DOCUMENTO DE OFICIALIZAÇÃO DA DEMANDA

 definição – art. 2º, XI


 início da fase de Planejamento da Contratação – art. 9º, caput

 conteúdo mínimo – art. 9º, incisos I a IV

 indicação do Integrante Técnico – art. 9º, § 1º

 encaminhado à autoridade competente da Área Administrativa – art. 9º, § 2º

 instituição da Equipe de Planejamento da Contratação – art. 9º, § 2º, III

 utilização na definição e especificação dos requisitos – art. 11, I

–E–

EQUIPE DE PLANEJAMENTO DA CONTRATAÇÃO

 definição; composição – art. 2º, III

 indicação do Integrante Requisitante para composição da Equipe de


Planejamento da Contratação – art. 9º, IV

 indicação do Integrante Técnico para composição da Equipe de Planejamento da


Contratação – art. 9º, § 1º

 indicação do Integrante Administrativo para composição da Equipe de


Planejamento da Contratação – art. 9º, § 2º, II

 instituição – art. 9º, § 2º, III

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 139


 atribuições; acompanhamento e apoio das fases do processo de Planejamento
da Contratação e Seleção do Fornecedor – art. 9º, § 3º

 elaboração dos modelos de documentos a serem entregues pela contratada na


reunião inicial - art. 15, VI

 aprovação e assinatura do documento de Estratégia da Contratação – art. 15, §


 avaliação da viabilidade de parcelamento da Solução de Tecnologia da


Informação a ser contratada – art. 17, § 2º
 avaliação da necessidade de licitações e contratações separadas – art. 17, § 3º

 aprovação e assinatura do Termo de Referência ou Projeto Básico – art. 17, § 4º

 destituição – art. 24, § 3º

 indicação preferencial dos integrantes da Equipe de Planejamento da


Contratação para os papéis de fiscais – art. 24, § 2º

ESTRATÉGIA DA CONTRATAÇÃO
 definição – art. 2º, XIV

 documento da fase de Planejamento da Contratação – art. 10, III

 elaboração – art. 15, caput

 aprovação e assinatura – art. 15, § 6º

 base para elaboração do Termo de Referência ou Projeto Básico – art. 17, caput

ESTRATÉGIA GERAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - EGTI

 definição – art. 3º

ESTRATÉGIA DE INDEPENDÊNCIA

 do órgão ou entidade contratante com relação à Contratada - art. 14, IV

–F–

FISCAL ADMINISTRATIVO

 definição – art. 2º, VI

 nomeação – art. 24, IV

 indicação preferencial dos Integrantes da Equipe de Planejamento da


Contratação para o papel de Fiscal Administrativo – art. 24, § 2º

 apoio na elaboração do Plano de Inserção da Contratada – art. 25, I, a

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 140


 verificação de aderência aos termos contratuais – art. 25, III, d

 verificação da manutenção das condições classificatórias – art. 25, III, e

 verificação das regularidades fiscais, trabalhistas e previdenciárias para fins de


pagamento – art. 25, III, j

FISCAL REQUISITANTE

 definição – art. 2º, VII

 nomeação – art. 24, III

 indicação preferencial dos Integrantes da Equipe de Planejamento da


Contratação para o papel de Fiscal Requisitante – art. 24, § 2º

 apoio na elaboração do Plano de Inserção da Contratada – art. 25, I, a

 avaliação e justificativas da qualidade dos serviços realizados ou bens entregues


– art. 25, III, b

 identificação de não conformidade com os termos contratuais – art. 25, III, c

 verificação da manutenção da necessidade, economicidade e oportunidade da


contratação – art. 25, III, k

 apoio na manutenção do Plano de Sustentação – art. 25, III, l

FISCAL TÉCNICO

 definição – art. 2º, V

 declaração formal de que os serviços foram prestados ou bens foram entregues;


Termo de Recebimento Provisório – art. 2º, XVIII

 nomeação pela Área Administrativa – art. 24, II

 indicação preferencial dos Integrantes da Equipe de Planejamento da


Contratação para o papel de Fiscal Técnico – art. 24, § 2º

 apoio na elaboração do Plano de Inserção da Contratada – art. 25, I, a

 confecção e assinatura do Termo de Recebimento Provisório – art. 25, III, a

 justificativas e avaliação da qualidade dos serviços realizados ou bens entregues


– art. 25, III, b

 identificação de não conformidade com os termos contratuais – art. 25, III, c

 verificação da manutenção das condições classificatórias – art. 25, III, e

 manutenção do Plano de Sustentação – art. 25, III, l

FORNECEDOR (ver Contratada)


Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 141
–G–

GESTOR DO CONTRATO

 definição – art. 2º, IV

 declaração formal de que os serviços prestados ou bens fornecidos atendem aos


requisitos estabelecidos no contrato; Termo de Recebimento Definitivo – art. 2º,
XVIII

 nomeação pela Área Administrativa – art. 24, I

 elaboração do Plano de Inserção da contratada – art. 25, I, a


 convocação da reunião inicial – art. 25, I, b

 encaminhamento formal de Ordens de Serviço ou Fornecimento de bens – art.


25, II

 encaminhamento das demandas de correção para a Contratada – art. 25, III, f

 encaminhamento de indicação de sanções à Área Administrativa – art. 25, III, g

 confecção e assinatura do Termo de Recebimento Definitivo para fins de


encaminhamento para pagamento – art. 25, III, h

 autorização para emissão de Nota Fiscal – art. 25, III, i

 encaminhamento à Área Administrativa de eventuais pedidos de modificação


contratual – art. 25, m

 manutenção de registros formais de todas as ocorrências positivas e negativas


da execução do contrato – art. 25, n

 aditamento contratual, encaminhamento à Área Administrativa – art. 26

–I–

IMPACTO ECONÔMICO-FINANCEIRO

 no orçamento do órgão ou entidade; conteúdo do documento Estratégia da


Contratação – art. 15, V

INTEGRANTE ADMINISTRATIVO

 definição – art. 2º, III, b

 indicação para composição da Equipe de Planejamento da Contratação – art. 9º,


§ 2º, II

 elaboração do orçamento detalhado – art. 15, IV

 apoio na construção do Termo de Referência ou Projeto Básico – art. 17, § 1º

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 142


INTEGRANTE REQUISITANTE

 definição – art. 2º, III, c

 indicação para composição da Equipe de Planejamento da Contratação – art. 9º,


IV

 condução da Análise de Viabilidade da Contratação – art. 11, caput

 participação na indicação de soluções que atendam aos requisitos – art. 11, II

 definição de requisitos – art. 12, caput

 apoio na elaboração do Plano de Sustentação – art. 14, caput


 indicação dos termos contratuais – art. 15, III

 apoio na elaboração da Análise de Riscos – art. 16, caput

 apoio na construção do Termo de Referência ou Projeto Básico – art. 17, § 1º

INTEGRANTE TÉCNICO

 definição – art. 2º, III, a

 indicação para composição da Equipe de Planejamento da Contratação – art. 9º,


§ 1º

 condução da Análise de Viabilidade da Contratação – art. 11, caput

 elaboração do Plano de Sustentação – art. 14, caput

 indicação da Solução de Tecnologia da Informação a ser contratada – art. 15, I

 definição das responsabilidades da contratada – art. 15, II

 indicação dos termos contratuais – art. 15, III

 apoio na elaboração do orçamento detalhado – art. 15, IV

 definição dos critérios técnicos de julgamento da proposta para a fase de


Seleção do Fornecedor – art. 15, VII

 elaboração da Análise de Riscos – art. 16, caput

 participação na construção do Termo de Referência ou Projeto Básico – art. 17, §


 participação na fase de Seleção do Fornecedor – art. 23, caput


–N–

NECESSIDADES

 de informação e tecnológicas; definição de PDTI – art. 2º, XXII

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 143


 necessidade da contratação; item do DOD – art. 9º, I

 alinhamento em relação às necessidades; justificativa da solução escolhida – art.


11, IV, “b”

 avaliação das necessidades de adequação do ambiente para viabilizar a


execução contratual, subsídio para o Plano de Inserção da Contratada – art. 11,
V

 requisitos de negócios; necessidades e os aspectos funcionais da Solução de


Tecnologia da Informação – art. 12, I
 requisitos de capacitação; necessidade de treinamento presencial ou à distância,
carga horária e entrega de materiais didáticos – art. 12, II

 requisitos de manutenção; necessidade de serviços de manutenção preventiva,


corretiva, evolutiva e adaptativa – art. 12, IV

 requisitos sociais, ambientais e culturais; necessidades específicas relacionadas


a costumes e idiomas, e ao meio ambiente – art. 12, VII
 identificação dos riscos da Solução de Tecnologia da Informação não alcançar os
resultados que atendam à necessidade da contratação; Análise de Riscos – art.
16, I

 necessidades da contratante; Análise de Riscos – art. 16, II

 necessidade de licitações e contratações separadas – art. 17, § 3º

 monitoramento da execução; verificação da manutenção da necessidade,


economicidade e oportunidade da contratação – art. 25, III, k

 aditamento contratual; manutenção da necessidade, economicidade e


oportunidade da contratação – art. 26

NOTA FISCAL

 autorização para emissão de nota(s) fiscal(is) – art. 25, III, i

–P–

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

 do órgão ou entidade; alinhamento das contratações – art. 4º, caput

 inexistência, utilizar Plano Plurianual ou instrumento equivalente; registro no


PDTI – art. 4º, parágrafo único

 Oficialização da Demanda, item necessidade da contratação; considerar


objetivos estratégicos – art. 9º, I

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 144


PLANO DE INSERÇÃO DA CONTRATADA

 definição – art. 2º, XV

 avaliação das necessidades de adequação do ambiente do órgão ou entidade


para viabilizar a execução contratual; subsídio para o Plano de Inserção da
Contratada – art. 11, V

 elaboração – art. 25, I, “a”

PLANO DE SUSTENTAÇÃO

 definição – art. 2º, XIII


 fase de Planejamento da Contratação – art. 10, II

 elaboração, conteúdo mínimo - art. 14

 aprovação, assinatura – art. 14, parágrafo único

 base para elaboração da Estratégia da Contratação – art. 15, caput

 base para elaboração do Termo de Referência ou Projeto Básico – art. 17, caput

 manutenção de suas condições – art. 25, III, l

 transição contratual, encerramento do contrato – art. 25, IV

PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - PDTI

 definição – art. 2º, XXII

 subsídio à elaboração – art. 3º

 contratações; harmonia com o PDTI – art. 4º, caput

 registro da ausência do planejamento estratégico – art. 4º, parágrafo único

 Oficialização da Demanda, item necessidade da contratação; alinhamento ao


PDTI – art. 9º, I

PREPOSTO

 definição – art. 2°, VIII

 vedação, demandar tarefas fora do escopo do objeto da contratação – art. 7º, IV

 assinar termo de compromisso – art. 15, VI, a

 definição dos meios de comunicação formais – art. 25, I, b, 3

 recebimento formal de Ordens de Serviço ou Fornecimento de bens – art. 25, II

 recebimento de autorização para emissão de Nota Fiscal – art. 25, III, i

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 145


 entrega dos termos de ciência da declaração de manutenção de sigilo e das
normas de segurança vigentes no órgão ou entidade – art. 25, § 1º

–R–

REPRESENTANTE LEGAL (DO FORNECEDOR)

 assinar termo de compromisso – art. 15, VI, a

 presença e apresentação do preposto na reunião inicial – art. 25, I, b, 1

 entrega do termo de compromisso de manutenção de sigilo e ciência das normas


de segurança vigentes no órgão ou entidade assinados – art. 25, I, b, 2
REQUISITANTE DA SOLUÇÃO

 definição – art. 2º, I

 área envolvida no planejamento da contratação – art. 2º, III, c

 definição de Fiscal Requisitante do Contrato – art. 2º, VII

 necessidade da Requisitante da Solução; conteúdo do documento de


Oficialização da Demanda – art. 2º, XI
 definição do Termo de Recebimento Definitivo – art. 2º, XVIII

 início da fase de Planejamento da Contratação – art. 9º, caput

 identificação de diferentes soluções que atendam aos requisitos – art. 11, II

 avaliação das necessidades de adequação do ambiente do órgão ou entidade


para viabilizar a execução contratual – art. 11, V

 aprovação e assinatura da Análise de Viabilidade da Contratação – art. 11,


parágrafo único

 apoiar o Integrante Requisitante na definição de requisitos – art. 12, caput

 aprovar e assinar o Plano de Sustentação – art. 14, parágrafo único

 indicação da fonte de recursos para a contratação, estimativa do impacto


econômico-financeiro no orçamento do órgão ou entidade - art. 15, V

 auxílio na elaboração da Análise de Riscos – art. 16, caput

 aprovação e assinatura da Análise de Riscos – art. 16, § 2º


 apoio na construção do Termo de Referência ou Projeto Básico – art. 17, § 1º

 decisão sobre a disponibilização do Termo de Referência ou Projeto Básico em


consulta ou audiência pública – art. 19

 participação na reunião inicial - art. 25, I, b


Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 146
 responsabilidade da solicitação; conteúdo da Ordem de Serviço ou Fornecimento
de Bens – art. 25, II, d

 confecção do Termo de Recebimento Definitivo – art. 25, III, h

REQUISITOS

 definição – art. 2º, X

 definição de Análise de Viabilidade da Contratação – art. 2º, XII

 requisitos estabelecidos no contrato; definição do Termo de Recebimento


Definitivo – art. 2º, XIX
 definição de Critérios de Aceitação – art. 2º, XX

 tarefa de definição e especificação dos requisitos; Análise de Viabilidade – art.


11, I

 identificação das diferentes soluções que atendam aos requisitos – art. 11, II

 Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de


Documentos – e-ARQ Brasil – art. 11, II, f

 competência para definição – art. 12, caput

 requisitos de negócios – art. 12, I

 requisitos tecnológicos – art. 13

 vedação; critérios de pontuação técnica não relacionados com os requisitos –


art. 15, § 4º, I

 requisitos da solução; conteúdo do Termo de Referência ou Projeto Básico – art.


17, § 1º, IV

 audiência pública; avaliar a completude e a coerência da especificação dos


requisitos – art. 19

REUNIÃO INICIAL

 elaboração dos modelos de documentos a serem entregues assinados pela


contratada – art. 15, VI

 entrega dos modelos de documentos – art. 15, § 1º


 convocação; participantes; pauta – art. 25, I, b

 presença e apresentação do preposto na reunião inicial – art. 25, I, b, 1

 entrega do termo de compromisso de manutenção de sigilo e ciência das normas


de segurança vigentes no órgão ou entidade assinados – art. 25, I, b, 2

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 147


 esclarecimento de questões operacionais, administrativas e de gerenciamento
do contrato – art. 25, I, b, 3

 entrega dos modelos de documentos – art. 25, § 1º

–S–

SOLUÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

 definição – art. 2º, IX

 definição de requisitos – art. 2º, X

 definição do plano de sustentação – art. 2º, XIII


 definição de Plano de Inserção; iniciar o fornecimento da Solução de Tecnologia
da Informação – art. 2º, XVI

 vedação, mais de uma solução em único contrato – art. 5º, I

 avaliação da qualidade; poderá ser objeto de contratação, desde que sob


supervisão exclusiva de servidores do órgão ou entidade – art. 5º, parágrafo
único

 vedação; segregação de funções – art. 6º

 explicitação da motivação e demonstrativo de resultados; conteúdo do


Documento de Oficialização da Demanda – art. 9º, II

 demandas dos potenciais gestores e usuários – art. 11, I, a

 identificação das diferentes soluções – art. 11, II

 observância às orientações, premissas e especificações técnicas e funcionais


definidas pelo e-ARQ Brasil quando o objetivo da solução abranger a gestão de
documentos arquivísticos digitais e não digitais – art. 11, II, f

 justificativa da solução escolhida – art. 11, IV

 descrição – art. 11, IV, a

 benefícios a serem alcançados – art. 11, IV, c

 aspectos funcionais – art. 12, I

 requisitos legais – art. 12, III

 requisitos temporais – art. 12, V

 requisitos sociais, ambientais e culturais – art. 12, VII

 requisitos de implantação – art. 13, III

 requisitos de experiência profissional da equipe – art. 13, VI


Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 148
 requisitos de formação da equipe – art. 13, VII

 continuidade do fornecimento – art. 14, II

 atividades de encerramento do contrato; transferência final de conhecimentos


sobre a execução e a manutenção da Solução de Tecnologia da Informação –
art. 14, III, b

 indicação – art. 15, I

 metodologia de avaliação da qualidade – art. 15, III, c

 vedações para licitações do tipo técnica e preço – art. 15, § 4º, I


 Análise de Riscos; identificação dos riscos da Solução de Tecnologia da
Informação não alcançar os resultados que atendam à necessidade da
contratação – art. 16, II

 descrição; item do Termo de Referencia ou Projeto Básico – art. 17, § 1º, III

 requisitos da solução; item do Termo de Referencia ou Projeto Básico – art. 17, §


1º, IV
 viabilidade de parcelamento – art. 17, § 2º

 objetivo da fase de Gerenciamento do Contrato – art. 25, caput

SANÇÕES ADMINISTRATIVAS

 detalhamento – art. 15, III, h

 encaminhamento da indicação de sanções – art. 25, III, g

–T–

TERMOS CONTRATUAIS

 indicação; definição – art. 15, III

 sanções administrativas; vinculação – art. 15, III, h, 1

 situações de rescisão do contrato por parte da Administração – art. 15, III, h, 4

 verificação de não conformidade – art. 25, III, c

 verificação de aderência – art. 25, III, d

TERMO DE REFERÊNCIA OU PROJETO BÁSICO

 fase de Planejamento da Contratação – art. 10, V

 base para construção – art. 17, caput

 responsável pela construção, participação, apoio – art. 17, §1º

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 149


 conteúdo mínimo – art. 17, §1º, incisos

 aprovação e assinatura – art. 17, § 4º

 disponibilização em consulta ou audiência pública – art. 19

 início da fase de Seleção do Fornecedor – art. 21

 recomendações das Áreas de Licitações e Jurídica – art. 23, I

TERMO DE RECEBIMENTO PROVISÓRIO

 definição – art. 2º, XVIII

 confecção e assinatura – art. 25, III, a


TERMO DE RECEBIMENTO DEFINITIVO

 definição – art. 2º, XIX

 confecção e assinatura – art. 25, III, h

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ANEXO I

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 151


ANEXO II

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 152


ANEXO III

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 153


ANEXO IV

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 154


ANEXO V

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 155


ANEXO VI

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 156


ANEXO VII

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 157


ANEXO VIII

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 158


ANEXO IX

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 159


ANEXO X

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 160


ANEXO XI

DOCUMENTO DE OFICIALIZAÇÃO DA DEMANDA


I D E N T I F I C A Ç Ã O D A Á R E A R E Q U I S I TA N T E D A S O L U Ç Ã O
Data:
Unidade/Setor/Depto.:

N o me d o P ro j et o:

R e s po ns áve l pe la Te l e f o n e
Demanda: do Resp.:
E - mai l d o SIAPE do
Re sp ons á v el : Resp.:
I nt e g r a nt e Te l e f o n e
Requisit ant e: do I.R..:
E - mai l d o I n teg r ant e
Requisit ant e:
F o nt e d e R e c ur s o s :

DEMA IS INTEG RANTE S DE EQ UIP E DE P LANEJAME NTO DA


C O N T R ATA Ç Ã O
I nt e g r a nt e T é c ni c o : Te l e f o n e
d o I . T. :
E - mai l d o I n teg r ant e
Técnico:
I nt e g r a nt e Te l e f o n e
A d mi ni s t r a ti v o: do I.A.:
E - mai l d o I n teg r ant e
A d mi ni s t r a ti v o:

Id O B J E T I V O E S T R AT É G I C O Id NECES S ID ADES
ELENCAD AS N O P DTI
1 1
2
3
...
2 1
2
3
...
3 1
2
3
...
... 1
2
3
...

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 161


M O T I VA Ç Ã O / J U S T I F I C AT I VA

Id M E TA S D O P L A N E J A M E N T O E S T R AT É G I C O A S E R E M
ALCAN ÇADAS
1
2
3
...

ENCA MINHA MENTO


Em conformidade com o art. 9°, § 2° da Instrução Normativa n° 4 de 12 de novembro de 2010,
emitida pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão, encaminha-se a <autoridade competente da Área Administrativa> para:

I - decidir motivadamente sobre o prosseguimento da contratação;

II - indicar o Integrante Administrativo para composição da Equipe de Planejamento da Contratação,


quando da continuidade da contratação; e

III - instituir a Equipe de Planejamento da Contratação conforme exposto no art. 2º, inciso III da IN
04 /2010.

Á r e a R e q u i s i t a n t e d a S ol u ç ã o Á r e a d e Te c n o l o g i a d a I n f o r m a ç ã o

___________________________ _________________________
<No me > <No m e >
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

____________________________, ________ de _____________________ de 20_____

A P R O VA Ç Ã O
Aprovo o prosseguimento da contratação, considerando sua relevância e oportunidade em relação aos
objetivos estratégicos e as necessidades da Área Requisitante.

A ut or i d ad e Má x i ma d a Á re a A d mi n i st r at i v a

______________________________
<No me >

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 162


M a t r í c u l a : < M a t r. >

____________________________, ________ de _____________________ de 20_____

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 163


ANEXO XII

ANÁLISE DE VIABILIDADE DA CONTRATAÇÃO


1 – DE SCRI ÇÃ O DA S OL UÇ ÃO DE TE CN OL OG I A DA I NF O RM AÇÃ O

2 – R E Q U I S I T O S D E N E G Ó C I O D A Á R E A R E Q U I S I TA N T E
2. 1 – NE CE SSI DADE S DE NE G ÓC I O
Nec es s i d ad e 1:
Id F unci o nali d ad e Id At or E nv ol vid o
1 1
2
3
...
2 Id At or E nv ol vid o
1
2
3
...
3 Id At or E nv ol vid o
1
2
3
...
... Id At or E nv ol vid o
1
2
3
...

Nec es s i d ad e 2:
Id F unci o nali d ad e Id At or E nv ol vid o
1 1
2
3
...
2 Id At or E nv ol vid o
1
2
3
...
3 Id At or E nv ol vid o
1
2
3
...
... Id At or E nv ol vid o
1
2
3
...

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 164


Nec es s i d ad e 3:
Id F unci o nali d ad e Id At or E nv ol vid o
1 1
2
3
...
2 Id At or E nv ol vid o
1
2
3
...
3 Id At or E nv ol vid o
1
2
3
...
... Id At or E nv ol vid o
1
2
3
...

Nec es s i d ad e …:
Id F unci o nali d ad e Id At or E nv ol vid o
1 1
2
3
...
2 Id At or E nv ol vid o
1
2
3
...
3 Id At or E nv ol vid o
1
2
3
...
... Id At or E nv ol vid o
1
2
3
...

2. 2 – DE MAIS RE QU IS IT OS
Id Tipo Req ui si t o
1
2
3
...

3 – L E VA N TA M E N T O D A S A LT E R N AT I VA S
S ol uçã o 1 N ome d a S ol uçã o En t id ad e Va l o r

De sc ri çã o:

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 165


F or nec ed or :

S ol uçã o 2 N ome d a S ol uçã o En t id ad e Va l o r

De sc ri çã o:
F or nec ed or :

S ol uçã o 3 N ome d a S ol uçã o En t id ad e Va l o r

De sc ri çã o:
F or nec ed or :

S ol u çã o . . . N ome d a S ol uçã o En t id ad e Va l o r

De sc ri çã o:
F or nec ed or :

4 - D E TA L H A ME N T O D A S A LT E R N AT I VA S E X I S T E N T E S
Req u i si t o I d d a S ol uçã o Si m Nã o Nã o se
Aplica
A S olu çã o en cont r a -s e i mpl an t ad a
e m out r o ór gão ou en t i d ade d a
Ad mi n ist r ação Pú bl i ca F ed er al ? X
X
A S ol u ç ão es t á d i s p on í vel n o
P or t al do Softw are P ú bl i c o
Brasil eiro ?

A S o l u ç ã o é u m s o f t w a r e l i vr e o u
s oft w ar e pú bl i co ?

A Sol u çã o é aderente às
p ol í t i cas , pr emi s s as e
e s p e c i f i c a ç õ e s t é c n i c a s d e fi n i d a s
p e l o s P a d r õ e s e - P I N G, e - M A G ?
A Sol u çã o é aderente às X
r e gul a ment açõ es da IC P -B r as i l ?
( qu an d o h ou ve r ne ces si d ad e d e
cer t i fi caçã o d i gi t al )
A Sol u çã o é aderente às
or i ent a çõ es, pr emi s sa s e
esp eci fi ca çõ es t é cn i c as e
fu n ci on ai s d o – e -AR Q Br asi l ?

5 – J U S T I F I C AT I VA D A S O L U Ç Ã O E S C O L H I D A
5.1 – SOLUÇÃO ESCOL HIDA
N ome:
Desc ri çã o:
B en s e S e rvi ços : Id Bem / Serviço Va l o r
Esti mado
1
2
3
...

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5. 2 – BENEF ÍCIO S ESP ERA DOS
Id Benef í ci o
1
2
3
...

6 – NECESSIDADES DE ADEQUAÇÃO DO AMBIENTE PARA EXECUÇÃO CONTRATUAL


Id Tipo de De sc ri çã o
Nec es s i d ad e
1
2
3
...

E Q U I P E D E P L A N E J A M E N T O D A C O N T R TA Ç Ã O
I nt e g r a nt e I nt eg r ant e I nt e g r a nt e
T é c ni c o Requisit ant e A d mi nis t r at i v o

______________________ ____________________ ________________________


<No m e> <No m e > <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

____________________________, ________ de _____________________ de 20_____

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 167


ANEXO XIII

PLANO DE SUSTENTAÇÃO
1 – INTRODUÇ ÃO

2 – RE CURS OS NE CE S SÁR IO S À CO NT I N UIDA DE DO N E G ÓC I O


D U R A N T E E A P Ó S A E X E C U Ç Ã O D O C O N T R AT O
2 . 1 – R E C U R S O S M AT E R I A I S
Recurs o 1: Quant. Di s p oni bi l i d ad e:
Id Açã o p ar a Obt en çã o d o R e curs o Responsá vel
1
2
3
...

Recurs o 2: Quant. Di s p oni bi l i d ad e:


Id Açã o p ar a Obt en çã o d o R e curs o Responsá vel
1
2
3
...

Recurs o 3: Quant. Di s p oni bi l i d ad e:


Id Açã o p ar a Obt en çã o d o R e curs o Responsá vel
1
2
3
...

Rec urs o …: Quant. Di s p oni bi l i d ad e:


Id Açã o p ar a Obt en çã o d o R e curs o Responsá vel
1
2
3
...

2. 2 – RE CURS OS HUM AN OS
Id F unção F ormação Atri b ui çõ es h/ s e m.
1 1
2
3
...
2 1
2
3
Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 168
...
3 1
2
3
...
... 1
2
3
...

3 – E S T R AT É G I A D E C O N T I N U I D A D E C O N T R AT U A L
E v e nt o 1 : Id Açã o d e Responsá vel
C o nt i ng ê nc i a
1
2
3
...

E v e nt o 2 : Id Açã o d e Responsá vel


C o nt i ng ê nc i a
1
2
3
...

E v e nt o 3 : Id Açã o d e Responsá vel


C o nt i ng ê nc i a
1
2
3
...

E v e nt o …: Id Açã o d e Responsá vel


C o nt i ng ê nc i a
1
2
3
...

4 – A Ç Õ E S PA R A T R A N S I Ç Ã O E E N C E R R A M E N T O C O N T R AT U A L
Id Açã o Responsá vel Data Data
I ní c i o Fim
1
2
3
...

5 – E S T R AT É G I A D E I N D E P E N D Ê N C I A
5. 1 – T RANSF E RÊ N CI A DE C ON HE CI ME NTO
Id Ite m F o r m a d e Tr a n s f e r ê n c i a d o C o n h e c i m e n t o
1
2
3
...

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 169


5. 2 – DIRE IT OS DE P R OP RIE D ADE I NT E L E CT UAL
Id C l á us ul a s s e g u n d o a Le i nº 9 . 6 1 0 , d e 1 9 d e fe ve re i ro d e 1 9 9 8 .
1
2
3
...

E Q U I P E D E P L A N E J A M E N T O D A C O N T R ATA Ç Ã O
I nt e g r a nt e I nt eg r a nt e I nt e g r a nt e
T é c ni c o Requisit ant e A d mi nis t r at i v o

______________________ ______________________ _____________________


<No m e> <No m e > <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

____________________________, ________ de _____________________ de 20_____

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 170


ANEXO XIV

ESTRATÉGIA DA CONTRATAÇÃO
1 – SOL UÇ ÃO DE T E CN OL OG I A DA I NF O RMA ÇÃ O
1. 1 – DE SCRIÇ ÃO D A S OL U ÇÃ O

1 . 2 – D E TA L H A M E N T O D O S B E N S E S E R V I Ç O S Q U E C O M P Õ E M A
SOLUÇÃO
Id Be ns Q ue C o mp õ e m a S ol uçã o
1
2
3
...

Id Se rvi ç os q u e C omp õ e m a S ol u çã o
1
2
3
...

1. 2 – DEF INIÇÃ O DA S OLUÇ ÃO


Cri t éri o Ate ndi mento
da S ol uçã o
É p o ss í v e l es p e ci f i c a r o s e r v i ç o u s a nd o p ar â met ro s
us uai s de me rc ad o?
É p oss í ve l me di r o d e s e mp e nh o d a q ual i d a de u s a nd o
pa râ me t r os us uai s d e me rc ad o?
O obj e t o d a c on t r at aç ã o s e e s t e nd e ne c e s s a ri a me nt e p or
mai s d e um an o?
O obj et o d a c on t r at açã o é es s en ci al p ar a o n egó ci o?

2 – R E S P O N S A B I L I D A D E S D A C O N T R ATA N T E E D A C O N T R ATA D A
2 . 1 – D E V E R E S E R E S P O N S A B I L I D A D E S D A C O N T R ATA N T E
Id Dev er / Re s p ons ab i l i d ad e
1
2
3
...

2 . 2 – D E V E R E S E R E S P O N S A B I L I D A D E S D A C O N T R ATA D A
Id Dev er / Re s p ons ab i l i d ad e
1
2
3
...

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 171


3 – I N D I C A Ç Ã O D O S T E R M O S C O N T R AT U A I S
3 . 1 – P R O C E D I M E N T O S E C R I T É R I O S D E A C E I TA Ç Ã O
Id E t ap a / F as e / It e m I ndi cad or Va l o r M í n i m o
Aceitá vel
1
2
3
...

3 . 2 – E S T I M AT I VA D E V O L U M E D E S E R V I Ç O S O U B E N S
Id Servi ço E s t i ma ti v a F or ma de E st i ma t i va
1
2
3
...

3 . 3 – METODOLOG IA DE AVAL IAÇÃ O DA Q UALIDA DE E DA ADEQUAÇÃ O


Id E t ap a / F as e / It e m M é t o d o d e Av a l i a ç ã o
1
2
3
...
3. 4 – INSP E ÇÕE S E DIL IGÊ N CIAS
Id Tipo F or ma de E x e rcí ci o
1
2
3
...

3 . 5 – F O R M A D E PA G A M E N T O

3. 6 – CRON OG RAM A DE E X E CUÇÃO F ÍSI CO - F I NAN CE IR A


Id En t reg a Data P er c e nt ua l Va l o r
1
2
3
...
Tot a l :

3. 7 – MECAN IS MO S FORMAIS DE C OMU N ICAÇ ÃO


F unç ã o de C o m. 1:
D oc u ment o E mi s s o r Dest i natá ri o Meio P eri odi ci .

F unç ã o de C o m. 2:
D oc u ment o E mi s s o r Dest i natá ri o Meio P eri odi ci .

F unç ã o de C o m. 3:
Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 172
D oc u ment o E mi s s o r Dest i natá ri o Meio P eri odi ci .

Função de Com. ...:


D oc u ment o E mi s s o r Dest i natá ri o Meio P eri odi ci .

3 . 8 – R E G R A S PA R A A P L I C A Ç Ã O D E M U LTA S E S A N Ç Õ E S
Id Ocorrênci a S a nç ã o / M ul t a
1
2
3
...

4 – O R Ç A M E N T O D E TA L H A D O
Id Bens / Serviço Va l o r E s t i m a d o
1
2
3
...

5 – ADEQUA ÇÃO OR ÇAME NTÁ RIA


5. 1 – F ONTE DE RECURS O S
Id Va l o r F o nt e (P r og r a ma / Aç ã o )
1
2
3
...
= To t a l

5 . 2 – E S T I M AT I VA D E I M PA C T O E C O N O M I C O - F I N A N C E I R O
Id Va l o r Exe rcí ci o P erc ent ual A ná l i s e e C o nc l us ã o
1
2
3

6 – C R I T É R I O S T É C N I C O S D E J U L G A M E N T O D A S P R O P O S TA S
6 . 1 – P R O P O S TA T É C N I C A
6 . 1 . 1 – O r g a n i za ç ã o d a P r o p o s t a

6 . 1 . 2 – C r i t ér i os T éc ni c o s P o nt uá v ei s ( a pe na s p a r a me l h or t é c ni c a ou
t é c ni c a e p re ç o )
Id Cri t éri o P o nt ua ç ã o % Jus t i fi c at i va
1
2
3
...

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 173


6. 2 – CRIT É RI OS DE SE L E ÇÃ O
Li ci t açã o
M od al i d a de: Ti p o:
J u s t i f i c a t i v a p a r a A p l i c a ç ã o d o D i r e i t o d e P re f e r ê n c i a
Lei C ompl emen t a r n° 1 23/ 0 6 e L ei n° 8. 2 48/ 9 1

Jus t i f i c at i va p ar a C ont rat a çã o Di ret a

6. 3 – QUALIF I CAÇ ÃO TÉ CNI CA


6 . 3 . 1 – R e q ui s i t os de C a p a c i t a çã o e E x p e ri ê nci a
Id Req ui si t o
1
2
3
...

6 . 3 . 1 – R e q ui s i t os de Q ua l i fi c aç ã o d as E q u i pe s T é c ni c a s
Id Qualificação
1
2
3
...

E Q U I P E D E P L A N E J A M E N T O D A C O N T R ATA Ç Ã O
I nt e g r a nt e I nt eg r a nt e I nt e g r a nt e
T é c ni c o Requisit ant e A d mi nis t r at i v o

______________________ ______________________ ______________________


<No m e> <No m e > <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

____________________________, ________ de _____________________ de 20_____

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 174


ANEXO XV

ANÁLISE DE RISCOS
1 – R I S C O S D O P R O C E S S O D E C O N T R ATA Ç Ã O
Ri s co Ri s c o:
1 P rob ab il i d ad e: Id Da n o Imp a ct o
1
2
3
...
Id Açã o P rev ent i va Re s p on s á vel
1
2
3
...
Id A çã o d e C o nt i ng ê nc i a Re s p on s á vel
1
2
3
...

Ri sco Ri s c o:
2 P rob ab il i d ad e: Id Da n o Imp a ct o
1
2
3
...
Id Açã o P reve nt i va Re s p ons á v el
1
2
3
...
Id Aç ã o d e C o nt i ng ê nc i a Re s p ons á v el
1
2
3
...

Ri sco Ri s c o:
3 P rob ab il i d ad e: Id Dano Impacto
1
2
3
...
Id Açã o P reve nt i va Re s p ons á v el
1
2
3
...
Id Aç ã o d e C o nt i ng ê nc i a Re s p ons á v el
1
2
3
...

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 175


Ri sco Ri s c o:
... P rob ab il i d ad e Id Dano Impacto
: 1
2
3
...
Id Açã o P reve nt i va Re s p ons á v el
1
2
3
...
Id Aç ã o d e C o nt i ng ê nc i a Re s p ons á v el
1
2
3
...

2 – RISC OS DA S OLU ÇÃO DE TECNOL O GIA DA INFOR MA ÇÃ O


Ri s co Ri s c o:
1 P rob ab il i d ad e: Id Dan o Impact o
1
2
3
...
Id Açã o P reve nt i va Re s p ons á v el
1
2
3
...
Id Aç ã o d e C o nt i ng ê nc i a Re s p ons á v el
1
2
3
...

Risco Ri s c o:
2 P rob ab il i d ad e: Id Dan o Impact o
1
2
3
...
Id Açã o P reve nt i va Re s p ons á v el
1
2
3
...
Id Aç ã o d e C o nt i ng ê nc i a Re s p ons á v el
1
2
3
...

Risco Ri s c o:
3 P rob ab il i d ad e: Id Dan o Impact o

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 176


1
2
3
...
Id Açã o P reve nt i va Re s p ons á v el
1
2
3
...
Id Aç ã o d e C o nt i ng ê nc i a Re s p ons á v el
1
2
3
...

Risco Ri s c o:
... P rob abi l i d ad e: Id Dan o Impact o
1
2
3
...
Id Açã o P reve nt i va Re s p ons á v el
1
2
3
...
Id Aç ã o d e C o nt i ng ê nc i a Re s p ons á v el
1
2
3
...

E Q U I P E D E P L A N E J A M E N T O D A C O N T R ATA Ç Ã O
I nt e g r a nt e I nt eg r a nt e I nt e g r a nt e
T é c ni c o Requisit ant e A d mi nis t r at i v o

______________________ ______________________ ______________________


<No m e> <No m e > <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

____________________________, ________ de _____________________ de 20_____

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ANEXO XVI
TERMO DE REFERÊNCIA OU PROJETO BÁSICO
1 – DEFINIÇÃ O DO OBJE TO

2 – F U N D A M E N TA Ç Ã O D A C O N T R ATA Ç Ã O
2. 1 – RELAÇÃO DE MA NDA X NECESS IDA DE
Id Demand a Previs t a Qu ant i t at i vo a s er
C ont r at ad o
1
2
3
...

2 . 2 - M O T I VA Ç Ã O

2 . 3 – R E S U LTA D O S A S E R E M A L C A N Ç A D O S
Id Tip o R e s ul t ad o
1
2
3
...

2 . 4 – J U S T I F I C AT I VA D A S O L U Ç Ã O E S C O L H I D A
Id Ne cessi d ad e Be nef í ci o Tipo
1
2
3
...

3 – DESCRI ÇÃ O DA S OLUÇ ÃO DE T I
Des c ri çã o:

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 178


Bens e Id B em / S er vi ç o Va l o r
Se rvi ços: Estimad o
1
2
3
...

4 – E SP E CIF ICA ÇÃO T É CN ICA ( RE QU I S I TOS DA S OL U ÇÃ O)


4. 1 – CONS IDE RA ÇÕE S G E RAIS

4. 2 – REQUIS ITOS INTERN O S


4 . 2 . 1 – R e q ui s i t os I nt e r n os F unc i ona i s
Id Requisit o
1
2
3
...

4 . 2 . 2 – R e q ui s i t os I nt e r n os Nã o- F un ci o n a i s
Id Requisit o
1
2
3
...

4. 3 – REQUIS ITOS EX TERN OS


A S ol u ç ão De ve E s t ar d e Aco rd o C o m as Segui nt es N or mas / Pad r õe s /
Políti cas:
Id Requisit o
1
2
3
...

5 – M O D E L O D E P R E S TA Ç Ã O D E S E R V I Ç O S / F O R N E C I M E N T O D E
BENS
5 . 1 – J U S T I F I C AT I VA PA R A PA R C E L A M E N T O D O O B J E T O

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 179


Id Ob j et o F or ma d e P a rc el a me nt o Jus t i f i cat i v a
1
2
3
...

5. 2 – METOD OLOG IA DE TRAB ALHO


Id F or ma de E x e c uç ã o / F or ne c i me nt o J ustifi cativ a
B e m / S e r v.

...

6 – E L E M E N T O S PA R A G E S T Ã O D O C O N T R AT O
6 . 1 – PA P É I S E R E S P O N S A B I L I D A D E S
Id P ap el En t id ad e Id Re sp ons abilid a d e
1
2
1
3
...
Id Re sp ons abilid a d e
1
2 2
3
...
Id Re sp ons abilid a d e
1
3 2
3

Id Re sp ons abilid a d e
1
... 2
3
...

6 . 2 – D E V E R E S E R E S P O N S A B I L I D A D E S D A C O N T R ATA N T E
Id Dever / Respons abilidade
1
2
3
...

6 . 3 – D E V E R E S E R E S P O N S A B I L I D A D E S D A C O N T R ATA D A
Id Dever / Respons abilidade
1
2
3

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 180


...

6 . 4 – F O R M A S D E A C O M PA N H A M E N T O D O C O N T R AT O
Id Evento F or ma de A c omp an ha me nt o
1
2
3
...

6 . 5 – M E T O D O L O G I A D E AVA L I A Ç Ã O D A Q U A L I D A D E
Id Etap a / Fase / Ite m M é t o d o d e Av a l i a ç ã o
1
2
3
...

6. 6 – NÍVEIS DE SERVIÇ O
Va l o r M í n i m o
Id Etap a / Fase / Ite m I ndi c ad o r
Ac ei t á v el
1
2
3
...

6 . 7 – E S T I M AT I VA D E V O L U M E D E B E N S / S E R V I Ç O S
Id B e m / S er vi ç o Esti mativa F orma de Estimati va
1
2
3
...

6. 8 – P RAZOS E CON DI ÇÕES


Id Etap a / Fase / Ite m P r azo / C on d i çã o
1
2
3
...

6 . 9 – A C E I T E , A LT E R A Ç Ã O E C A N C E L A M E N T O
Id C ond i çã o d e Aceit e
1
2
3
...

Id Condi ção de Alteração


1
2
3
...

Id C ondi ç ã o d e C anc e l a me nt o
1
2
3

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 181


...

6 . 1 0 – C O N D I Ç Õ E S PA R A PA G A M E N T O
Id Etap a / Fase / It em C ondi ç ã o d e P ag a me nt o
1
2
3
...

6 . 11 – G A R A N T I A
Id Garanti a
1
2
3
...

6. 12 – P ROP RIE DA DE , SIG I L O E RE ST R I ÇÕE S


Id Direi t o d e P rop ri ed ad e
1
2
3
...

Id C ond i çã o d e M anu t e nçã o d e Si g i l o


1
2
3
...

Id Re st ri çã o Adi ci onal
1
2
3
...
6. 1 3– MECAN IS MO S F OR MAI S DE COMU NICAÇÃ O
F unç ã o de C o m. 1:
D oc u ment o E mi s s o r Dest i natá ri o Meio P eri odi ci .

F unç ã o de C o m. 2:
D oc u ment o E mi s s o r Dest i natá ri o Meio P eri odi ci .

Função de C om. 3:
D oc u ment o E mi s s o r Dest i natá ri o Meio P eri odi ci .

Função de Com. ...:


D oc u ment o E mi s s o r Dest i natá ri o Meio P eri odi ci .

7 – E S T I M AT I VA D E P R E Ç O
Id Bens / Serviço Va l o r E s t i m a d o
1
2
3
...

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 182


8 – ADEQUA ÇÃO OR ÇAME NTÁ RIA
8. 1 – F ONTE DE RECURS O S
Id Va l o r F ont e ( P rogr am a / Açã o)
1
2
3
...
= To t a l

9 – SANÇÕES APLICÁVEI S
Id Oc or rê nci a Sançã o
1
2
3
...

10 – CRITÉR IOS DE S ELEÇÃO D O F OR N ECEDO R


1 0 . 1 – P R O P O S TA T É C N I C A
1 0 . 1 . 1 – O rg a ni za çã o
Id Item De sc ri çã o
1
2
3
...

10 . 2 – QUALIF ICAÇ ÃO TÉ CNICA


10 . 2. 1 – Req ui si t os d e C ap a ci t açã o e E xp eri ênci a
Id P ap el Id Req ui s i t os
1 1
2
3
...
2 1
2
3
...
3 1
2
3
...
... 1
2
3
...

10.3 – CRITÉRIOS DE SELEÇÃO


C a r a c t e r i z a ç ã o d a S o l u ç ã o d e Te c n o l o g i a d a I n f o r m a ç ã o

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 183


L i ci t açã o
M od al i d a de: Tipo:
Ju st i f i cati v a:

J u s t i f i c a t i v a p a r a A p l i c a ç ã o d o D i r e i t o d e P re f e r ê n c i a
L ei C ompl emen t a r n° 1 23/ 0 6 e L ei n° 8. 2 48/ 9 1

Jus t i f i c at i va p ar a C ont rat a çã o Di ret a

Id C ri t ér i o T é c ni c o d e J us t i fi c at i va
H ab il i t açã o
1
2
3
...

Id Cr i t ér i o T é c ni c o J us t i fi c at i va
Ob ri g at ó ri o
1
2
3
...

Id Cri t éri o T é cni c o P o nt ua ç ã o % Justifi cati va


P ont uá v el
(p ar a t é c ni c a e p re ç o )
1
2
3
...

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 184


Tot a l =

Id Cri t éri o d e J us t i fi c at i va
A c e i t a b i l i d a d e d e P re ç o s
Uni t á ri os e G l ob ais
Míni mo Má xi mo
1
2
3
...

Id C r i t é r i o d e J ul g a me nt o J us t i fi c at i va
1
2
3
...

E Q U I P E D E P L A N E J A M E N T O D A C O N T R ATA Ç Ã O

Encaminha-se à <nome da área de licitações> para abertura de processo administrativo e


iniciação de procedimento licitatório, segundo o art. 38 da Lei n° 8.666, de 21 de junho de
1993.
I nt e g r a nt e I nt eg r a nt e Integrante
T é c ni c o Requisit ant e A d mi ni st r at i v o

______________________ ______________________ ______________________


<No m e> <No m e > <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

____________________________, ________ de _____________________ de 20_____

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 185


ANEXO XVII

PLANO DE INSERÇÃO

1 – IDENTIFI CAÇÃO
Área Req ui si t ant e
d a S ol uçã o:
Cont ratada:

N ome d o P r oj e t o: Cont rato


N°:

2 – VISÃ O G E RAL DO P R OJ E T O

2 . 1 – J U S T I F I C AT I VA D A C O N T R ATA Ç Ã O

2 . 2 – O B J E T I V O S D A C O N T R ATA Ç Ã O
Id Obj et i vo
1
2
3
...

3 – METODOL OGIA DE TR ABAL HO


3. 1 – ORDE NS DE S ERVI Ç O O U DE F OR N E CIM E NT O DE B E NS
Id F or ma de E nc a mi nh a me nt o
1
2
3
...

3. 2 – EX ECUÇÃO DO P R OJETO
De s cri çã o d o P roce s s o d e E xe cu çã o d o P roj et o

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 186


3. 3 - F er r a me nt as d e C ont r ol e
Ferrament a 1: C on t rol e: 1
2
3
..
.
Ferrament a 2: C on t rol e: 1
2
3
..
.
Ferrament a 3: C on t rol e: 1
2
3
..
.
Ferrament a … : C on t rol e: 1
2
3
..
.

4 – E X E C U Ç Ã O D O C O N T R AT O
4 . 1 – PA P É I S E R E S P O N S A B I L I D A D E S
P art i ci p a nt e: Respons abi 1
lidades: 2
3
...
P art i ci p a nt e: Respons abi 1
lidades: 2
3
...
P art i ci p a nt e: Respons abi 1
lidades: 2
3
...

4 . 2 – PA R T E S I N T E R E S S A D A S
Id Área / Órgão / Setor Impacto
1
2
3
...

4 . 3 - E X P E C T I VA S
Id E x pect at i va
1
2
3
...

4 . 4 – FAT O R E S C R Í T I C O S D E S U C E S S O

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 187


Id F at or d e S uc es s o
1
2
3
...

4 . 5 – P R E M I S S A S D A C O N T R ATA Ç Ã O
Id P remi ssa
1
2
3
...

4 . 6 – R E S T R I Ç Õ E S D A C O N T R ATA Ç Ã O
Id Re stri çã o
1
2
3
...

4 . 7 – P O S S Í V E I S E N T R E G A S D A C O N T R ATA Ç Ã O
Id En t reg a M arco D ur a ç ã o Data de
En t reg a
1 √
2
3 √
...

4 . 8 – I N F R A E S T R U T U R A A S E R D I S P O N I B I L I Z A D A À C O N T R ATA D A
Id Re cu rs o Dura çã o I ní c i o Fim
1
2
3
...

4. 9 – INDICA DORES DE QUAL IDA DE


Id I ndi cad or Mét ri c a
1
2
3
...

4 . 1 0 – R E S U LTA D O S E S P E R A D O S
Id En t reg a Va l o r
1
2
3
...

5 – I N S T R U Ç Õ E S C O M P L E M E N TA R E S

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 188


E QUIP E DE E L AB OR AÇÃ O
Gest or d o C ont rat o

______________________
<No me >
M a t r í c u l a : < M a t r. >

F i s c al F i sc al Fiscal
T é c ni c o Requisit ant e A d mi nis t r at i v o

______________________ ______________________ ______________________


<No m e> <No m e > <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

____________________________, ________ de _____________________ de 20_____

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ANEXO XVIII

TERMO DE CIÊNCIA
Cont rato N°:
Obj eto:
G est or d o Co nt rat o: M a t r. :
C ont rat a nt e ( Órg ã o) :
Cont ratada: CNPJ:
P re p os t o d a CPF:
Cont ratada:

Por este instrumento, os funcionários abaixo-assinados declaram ter ciência e conhecer a


declaração de manutenção de sigilo e das normas de segurança vigentes na Contratante.

_______________________________,______ de _____________________ de 20_____.

CIÊN CIA
C O N T R ATA D A
F un ci on ári os

______________________ ______________________
<No m e> <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

______________________ ______________________
<No m e> <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

______________________ ______________________
<No m e> <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

______________________ ______________________
<No m e> <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

______________________ ______________________
<No m e> <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

______________________ ______________________
<No m e> <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 190


ANEXO XIX

TERMO DE COMPROMISSO

O <NOME DO ÓRGÃO>, sediado em <ENDEREÇO>, CNPJ n.° <CNPJ>, doravante denominado


CONTRATANTE, e, de outro lado, a <NOME DA EMPRESA>, sediada em <ENDEREÇO>, CNPJ
n.° <CNPJ>, doravante denominada CONTRATADA;

CONSIDERANDO que, em razão do CONTRATO N.º XX/20XX doravante denominado


CONTRATO PRINCIPAL, a CONTRATADA poderá ter acesso a informações sigilosas do
CONTRATANTE;
CONSIDERANDO a necessidade de ajustar as condições de revelação destas informações sigilosas,
bem como definir as regras para o seu uso e proteção;
CONSIDERANDO o disposto na Política de Segurança da Informação da CONTRATANTE;
Resolvem celebrar o presente TERMO DE COMPROMISSO DE MANUTENÇÃO DE SIGILO,
doravante TERMO, vinculado ao CONTRATO PRINCIPAL, mediante as seguintes cláusulas e
condições:

Cláusula Primeira – DO OBJETO


Constitui objeto deste TERMO o estabelecimento de condições específicas para regulamentar as
obrigações a serem observadas pela CONTRATADA, no que diz respeito ao trato de informações
sensíveis e sigilosas, disponibilizadas pela CONTRATANTE, por força dos procedimentos
necessários para a execução do objeto do CONTRATO PRINCIPAL celebrado entre as partes e em
acordo com o que dispõe o Decreto 4.553 de 27/12/2002 - Salvaguarda de dados, informações,
documentos e materiais sigilosos de interesse da segurança da sociedade e do Estado.

Cláusula Segunda – DOS CONCEITOS E DEFINIÇÕES


Para os efeitos deste TERMO, são estabelecidos os seguintes conceitos e definições:
Informação: é o conjunto de dados organizados de acordo com procedimentos executados por meios
eletrônicos ou não, que possibilitam a realização de atividades específicas e/ou tomada de decisão.
Informação Pública ou Ostensiva: são aquelas cujo acesso é irrestrito, obtida por divulgação
pública ou por meio de canais autorizados pela CONTRATANTE.
Informações Sensíveis: são todos os conhecimentos estratégicos que, em função de seu potencial no
aproveitamento de oportunidades ou desenvolvimento nos ramos econômico, político, científico,
tecnológico, militar e social, possam beneficiar a Sociedade e o Estado brasileiros.
Informações Sigilosas: são aquelas cujo conhecimento irrestrito ou divulgação possam acarretar
qualquer risco à segurança da sociedade e do Estado, bem como aquelas necessárias ao resguardo da
inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das pessoas.
Contrato Principal: contrato celebrado entre as partes, ao qual este TERMO se vincula.

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 191


Cláusula Terceira – DAS INFORMAÇÕES SIGILOSAS
Serão consideradas como informação sigilosa, toda e qualquer informação escrita ou oral, revelada a
outra parte, contendo ou não a expressão confidencial e/ou reservada. O TERMO informação
abrangerá toda informação escrita, verbal, ou em linguagem computacional em qualquer nível, ou de
qualquer outro modo apresentada, tangível ou intangível, podendo incluir, mas não se limitando a:
know-how, técnicas, especificações, relatórios, compilações, código fonte de programas de
computador na íntegra ou em partes, fórmulas, desenhos, cópias, modelos, amostras de idéias,
aspectos financeiros e econômicos, definições, informações sobre as atividades da CONTRATANTE
e/ou quaisquer informações técnicas/comerciais relacionadas/resultantes ou não ao CONTRATO
PRINCIPAL, doravante denominados INFORMAÇÕES, a que diretamente ou pelos seus
empregados, a CONTRATADA venha a ter acesso, conhecimento ou que venha a lhe ser confiada
durante e em razão das atuações de execução do CONTRATO PRINCIPAL celebrado entre as partes.

Parágrafo Primeiro – Comprometem-se, as partes, a não revelar, copiar, transmitir, reproduzir,


utilizar, transportar ou dar conhecimento, em hipótese alguma, a terceiros, bem como a não permitir
que qualquer empregado envolvido direta ou indiretamente na execução do CONTRATO
PRINCIPAL, em qualquer nível hierárquico de sua estrutura organizacional e sob quaisquer
alegações, faça uso dessas informações, que se restringem estritamente ao cumprimento do
CONTRATO PRINCIPAL.

Parágrafo Segundo – As partes deverão cuidar para que as informações sigilosas fiquem restritas ao
conhecimento das pessoas que estejam diretamente envolvidas nas atividades relacionadas à
execução do objeto do CONTRATO PRINCIPAL.

Parágrafo Terceiro – As obrigações constantes deste TERMO não serão aplicadas às


INFORMAÇÕES que:
I – Sejam comprovadamente de domínio público no momento da revelação;
II – Tenham sido comprovadas e legitimamente recebidas de terceiros, estranhos ao presente
TERMO;
III – Sejam reveladas em razão de requisição judicial ou outra determinação válida do Governo,
somente até a extensão de tais ordens, desde que as partes cumpram qualquer medida de proteção
pertinente e tenham sido notificadas sobre a existência de tal ordem, previamente e por escrito,
dando a esta, na medida do possível, tempo hábil para pleitear medidas de proteção que julgar
cabíveis.

Cláusula Quarta – DOS DIREITOS E OBRIGAÇÕES


As partes se comprometem e se obrigam a utilizar a informação sigilosa revelada pela outra parte

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exclusivamente para os propósitos da execução do CONTRATO PRINCIPAL, em conformidade com
o disposto neste TERMO.

Parágrafo Primeiro – A CONTRATADA se compromete a não efetuar qualquer tipo de cópia da


informação sigilosa sem o consentimento expresso e prévio da CONTRATANTE.

Parágrafo Segundo – A CONTRATADA compromete-se a dar ciência e obter o aceite formal da


direção e empregados que atuarão direta ou indiretamente na execução do CONTRATO PRINCIPAL
sobre a existência deste TERMO bem como da natureza sigilosa das informações.
I – A CONTRATADA deverá firmar acordos por escrito com seus empregados visando garantir o
cumprimento de todas as disposições do presente TERMO e dará ciência à CONTRATANTE dos
documentos comprobatórios.

Parágrafo Terceiro – A CONTRATADA obriga-se a tomar todas as medidas necessárias à proteção da


informação sigilosa da CONTRATANTE, bem como evitar e prevenir a revelação a terceiros, exceto
se devidamente autorizado por escrito pela CONTRATANTE.

Parágrafo Quarto – Cada parte permanecerá como fiel depositária das informações reveladas à outra
parte em função deste TERMO.
I – Quando requeridas, as informações deverão retornar imediatamente ao proprietário, bem como
todas e quaisquer cópias eventualmente existentes.

Parágrafo Quinto – A CONTRATADA obriga-se por si, sua controladora, suas controladas,
coligadas, representantes, procuradores, sócios, acionistas e cotistas, por terceiros eventualmente
consultados, seus empregados, contratados e subcontratados, assim como por quaisquer outras
pessoas vinculadas à CONTRATADA, direta ou indiretamente, a manter sigilo, bem como a limitar a
utilização das informações disponibilizadas em face da execução do CONTRATO PRINCIPAL.

Parágrafo Sexto - A CONTRATADA, na forma disposta no parágrafo primeiro, acima, também se


obriga a:
I – Não discutir perante terceiros, usar, divulgar, revelar, ceder a qualquer título ou dispor das
informações, no território brasileiro ou no exterior, para nenhuma pessoa, física ou jurídica, e para
nenhuma outra finalidade que não seja exclusivamente relacionada ao objetivo aqui referido,
cumprindo-lhe adotar cautelas e precauções adequadas no sentido de impedir o uso indevido por
qualquer pessoa que, por qualquer razão, tenha acesso a elas;

II – Responsabilizar-se por impedir, por qualquer meio em direito admitido, arcando com todos os
custos do impedimento, mesmo judiciais, inclusive as despesas processuais e outras despesas

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 193


derivadas, a divulgação ou utilização das Informações Proprietárias por seus agentes, representantes
ou por terceiros;
III – Comunicar à CONTRATANTE, de imediato, de forma expressa e antes de qualquer divulgação,
caso tenha que revelar qualquer uma das informações, por determinação judicial ou ordem de
atendimento obrigatório determinado por órgão competente; e

IV – Identificar as pessoas que, em nome da CONTRATADA, terão acesso às informações sigilosas.

Cláusula Quinta – DA VIGÊNCIA


O presente TERMO tem natureza irrevogável e irretratável, permanecendo em vigor desde a data de
sua assinatura até expirar o prazo de classificação da informação a que a CONTRATADA teve
acesso em razão do CONTRATO PRINCIPAL.

Cláusula Sexta – DAS PENALIDADES


A quebra do sigilo e/ou da confidencialidade das informações, devidamente comprovada,
possibilitará a imediata aplicação de penalidades previstas conforme disposições contratuais e
legislações em vigor que tratam desse assunto, podendo até culminar na rescisão do CONTRATO
PRINCIPAL firmado entre as PARTES. Neste caso, a CONTRATADA, estará sujeita, por ação ou
omissão, ao pagamento ou recomposição de todas as perdas e danos sofridos pela CONTRATANTE,
inclusive as de ordem moral, bem como as de responsabilidades civil e criminal, as quais serão
apuradas em regular processo administrativo ou judicial, sem prejuízo das demais sanções legais
cabíveis, conforme Art. 87 da Lei nº. 8.666/93.

Cláusula Sétima – DISPOSIÇÕES GERAIS


Este TERMO de Confidencialidade é parte integrante e inseparável do CONTRATO PRINCIPAL.

Parágrafo Primeiro – Surgindo divergências quanto à interpretação do disposto neste instrumento, ou


quanto à execução das obrigações dele decorrentes, ou constatando-se casos omissos, as partes
buscarão solucionar as divergências de acordo com os princípios de boa fé, da eqüidade, da
razoabilidade, da economicidade e da moralidade.

Parágrafo Segundo – O disposto no presente TERMO prevalecerá sempre em caso de dúvida e, salvo
expressa determinação em contrário, sobre eventuais disposições constantes de outros instrumentos
conexos firmados entre as partes quanto ao sigilo de informações, tal como aqui definidas.

Parágrafo Terceiro – Ao assinar o presente instrumento, a CONTRATADA manifesta sua


concordância no sentido de que:
I – A CONTRATANTE terá o direito de, a qualquer tempo e sob qualquer motivo, auditar e

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monitorar as atividades da CONTRATADA;
II – A CONTRATADA deverá disponibilizar, sempre que solicitadas formalmente pela
CONTRATANTE, todas as informações requeridas pertinentes ao CONTRATO PRINCIPAL.
III – A omissão ou tolerância das partes, em exigir o estrito cumprimento das condições estabelecidas
neste instrumento, não constituirá novação ou renúncia, nem afetará os direitos, que poderão ser
exercidos a qualquer tempo;
IV – Todas as condições, TERMOs e obrigações ora constituídos serão regidos pela legislação e
regulamentação brasileiras pertinentes;
V – O presente TERMO somente poderá ser alterado mediante TERMO aditivo firmado pelas partes;
VI – Alterações do número, natureza e quantidade das informações disponibilizadas para a
CONTRATADA não descaracterizarão ou reduzirão o compromisso e as obrigações pactuadas neste
TERMO, que permanecerá válido e com todos seus efeitos legais em qualquer uma das situações
tipificadas neste instrumento;
VII – O acréscimo, complementação, substituição ou esclarecimento de qualquer uma das
informações disponibilizadas para a CONTRATADA, serão incorporados a este TERMO, passando a
fazer dele parte integrante, para todos os fins e efeitos, recebendo também a mesma proteção descrita
para as informações iniciais disponibilizadas, sendo necessário a formalização de TERMO aditivo a
CONTRATO PRINCIPAL;
VIII – Este TERMO não deve ser interpretado como criação ou envolvimento das Partes, ou suas
filiadas, nem em obrigação de divulgar Informações Sigilosas para a outra Parte, nem como
obrigação de celebrarem qualquer outro acordo entre si.

Cláusula Oitava – DO FORO


A CONTRATANTE elege o foro da <CIDADE DA CONTRATANTE>, onde está localizada a sede
da CONTRATANTE, para dirimir quaisquer dúvidas originadas do presente TERMO, com renúncia
expressa a qualquer outro, por mais privilegiado que seja.

E, por assim estarem justas e estabelecidas as condições, o presente TERMO DE COMPROMISSO


DE MANUTENÇÃO DE SIGILO é assinado pelas partes em 2 vias de igual teor e um só efeito.
_________________________, ___________ de ________________________ de 20____

DE ACOR DO
C O N T R ATA N T E C O N T R ATA D A

_______________________________ ________________________________
<No m e> <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > <Q ua l ifi ca ção >
Te s t e m u n h a 1 Te s t e m u n h a 2

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______________________________ ________________________________
<No m e> <No m e>
<Q ua l i fi ca ção > <Q ua l ifi ca ção >

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ANEXO XX
ORDEM DE SERVIÇO OU DE FORNECIMENTO DE BENS
IDENT IF ICA ÇÃO
Requisit an Dat a de
OS / OF B :
te: E mi s s ã o:
N ome d o Sigla: E me r- S i m( )
P roj et o: gencial: Nã o ( )
Cont ratada: C o nt r at o :

1 – ESP ECIF ICA ÇÃO DO S P RODUTOS / S ERVIÇOS E VOLU MES


Id P RODU TO / SERV IÇ O MÉTRI CA Q U A N T. PREÇO R$
1 R$
2 R$
3 R$
... R$
TOTAL = R$

2 – I N S T R U Ç Õ E S C O M P L E M E N TA R E S

3 – CRONOGRAMA
Id Ta r e f a I ní ci o Fim
1
2
3
...

4 – DOCU ME NT OS E N T RE G UE S
( ) – ____________________________ ( ) – ____________________________
( ) – ____________________________ ( ) – ____________________________
( ) – ____________________________ ( ) – ____________________________
( ) – ____________________________ ( ) – ____________________________

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5 – D ATA S E P R A Z O S
Data Prevista para Início dos Data Prevista para Entrega dos Prazo Total do Contrato
Produtos / Serviços Produtos / Serviços (com a Garantia)

____ de _____________de 20___ ____ de _____________ de 20___ ____ (____________) dias

CIÊN CIA
C O N T R ATA N T E
Á rea / Fi s cal R eq ui s i t an te d a S ol uç ã o Gest or d o C ont rat o

______________________ ______________________
<No m e> <Nome>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >
C O N T R ATA D A
P rep ost o

________________________________
<No me >
<Q ual i f i ca çã o >

____________________________, ________ de _____________________ de 20_____

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ANEXO XXI

TERMO DE RECEBIMENTO PROVISÓRIO


IDENT IF ICAÇÃ O
Cont rato: N° da OS / OF B :
Obj eto:
C ont rat a nt e:

Cont ratada:

Por este instrumento, atestamos, para fins de cumprimento do disposto no art. 25, inciso III,
alínea “a” da Instrução Normativa nº 4 do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão –
MPOG, de 12/11/2010, que os serviços (ou bens), relacionados na O.S. acima identificada,
foram recebidos nesta data e serão objetos de avaliação quanto à conformidade de qualidade, de
acordo com os Critérios de Aceitação previamente definidos pela Contratante.

Ressaltamos que o recebimento definitivo destes serviços (ou bens) ocorrerá em até ___ dias,
desde que não ocorram problemas técnicos ou divergências quanto às especificações constantes
do Termo de Referência correspondente ao Contrato supracitado.

DE ACOR DO
C O N T R ATA N T E C O N T R ATA D A
F i sc al T é c ni c o d o C o nt r at o P rep os t o

______________________ ______________________
<No m e> <Nome>
M a t r í c u l a : < M a t r. > <Q ual i f i ca çã o >

____________________________, ________ de _____________________ de 20_____.

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ANEXO XXII

TERMO DE RECEBIMENTO DEFINITIVO

IDENT IFICA ÇÃO


C ont r at o N ú me r o : N° da OS / OFB:
Obj eto:
G est or d o Co nt rat o:
F is c al R e q ui si t a n t e
d o C on t r at o:

Por este instrumento, os servidores acima identificados atestam, para fins de cumprimento do
disposto no art. 25, inciso III, alínea “g” da Instrução Normativa nº 4 do Ministério do
Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG, de 12/11/2010, que o(s) serviço(s) ou bem(ns)
integrantes da Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens acima identificada possui(em)
qualidade compatível com a especificada no Termo de Referência / Projeto Básico do Contrato
supracitado.

DE ACOR DO
C O N T R ATA N T E

G es t or d o C on t r at o F i s c al R e q ui s i t a nt e d o C on t r a t o

______________________ ______________________
<No m e> <No m e>
M a t r í c u l a : < M a t r. > M a t r í c u l a : < M a t r. >

____________________________, ________ de _____________________ de 20_____.

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ANEXO XXIII

TERMO DE ENCERRAMENTO DO CONTRATO


I D E N T I F I C A Ç Ã O D O C O N T R AT O
C ont r at o N ú me r o:
Ob j et o:
Cont ratada:
Cont rat a nt e:

TERMOS
Por este instrumento, as partes acima identificadas resolvem registrar o encerramento do contrato em
epígrafe e ressaltar o que segue:

O presente contrato está sendo encerrado por motivo de <motivo>.

As partes concedem-se mutuamente plena, geral, irrestrita e irrevogável quitação de todas as


obrigações diretas e indiretas decorrentes deste contrato, não restando mais nada a reclamar de parte
a parte, exceto as relacionadas no parágrafo a seguir.

Não estão abrangidas pela quitação ora lançada e podem ser objeto de exigência ou
responsabilização, mesmo após o encerramento do vínculo contratual:

 As obrigações relacionadas a processos iniciados de penalização contratual;

 As garantias sobre bens e serviços entregues ou prestados, tanto legais quanto


convencionais;

 A reclamação de qualquer tipo sobre defeitos ocultos nos produtos ou serviços


entregues ou prestados.

 <inserir pendências, se houver>.

E assim tendo lido e concordado com todos os seus termos, firmam as partes o presente instrumento,
em duas vias iguais, para que surta seus efeitos jurídicos.

DE ACOR DO
C O N T R ATA N T E C O N T R ATA D A
A u t o r i d a d e d a Á re a A d m i ni s t r a t i v a Rep re s ent at e L eg al

______________________ ______________________
<No m e> <No me >
M a t r í c u l a : < M a t r. > <Qu al i f i ca ção >

____________________________, ________ de _____________________ de 20_____.

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ANEXO XXIV

INSTRUÇÃO NORMATIVA PARA CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE


TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04 de 12 de novembro de 2010.


Dispõe sobre o processo de contratação de Soluções de
Tecnologia da Informação pelos órgãos integrantes do
Sistema de Administração dos Recursos de Informação e
Informática (SISP) do Poder Executivo Federal.

A SECRETÁRIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, no uso de suas


atribuições que lhe confere o Decreto nº 7.063, de 13 de janeiro de 2010, e tendo em vista o
disposto na Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, na Lei nº 10.520, de 17 de junho de 2002, no
Decreto nº 1.048, de 21 de janeiro de 1994, no Decreto nº 2.271, de 7 de julho de 1997, no
Decreto nº 3.555, de 8 de agosto de 2000, no Decreto nº 3.931, de 19 de setembro de 2001, no
Decreto nº 5.450, de 31 de maio de 2005, e no Decreto nº 7.174, de 12 de maio de 2010,
resolve:

Art. 1º As contratações de Soluções de Tecnologia da Informação pelos órgãos e entidades


integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática - SISP
serão disciplinadas por esta Instrução Normativa.

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 2º Para fins desta Instrução Normativa, considera-se:

I - Área Requisitante da Solução: unidade do órgão ou entidade que demande a contratação


de uma Solução de Tecnologia da Informação;

II - Área de Tecnologia da Informação: unidade setorial ou seccional do SISP, bem como


área correlata, responsável por gerir a Tecnologia da Informação do órgão ou entidade;

III - Equipe de Planejamento da Contratação: equipe envolvida no planejamento da


contratação, composta por:

a) Integrante Técnico: servidor representante da Área de Tecnologia da Informação,


indicado pela autoridade competente dessa área;

b) Integrante Administrativo: servidor representante da Área Administrativa, indicado


pela autoridade competente dessa área;

c) Integrante Requisitante: servidor representante da Área Requisitante da Solução,


indicado pela autoridade competente dessa área;

IV - Gestor do Contrato: servidor com atribuições gerenciais, técnicas e operacionais


relacionadas ao processo de gestão do contrato, indicado por autoridade competente;

V - Fiscal Técnico do Contrato: servidor representante da Área de Tecnologia da


Informação, indicado pela autoridade competente dessa área para fiscalizar tecnicamente o

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 202


contrato;

VI - Fiscal Administrativo do Contrato: servidor representante da Área Administrativa,


indicado pela autoridade competente dessa área para fiscalizar o contrato quanto aos
aspectos administrativos;

VII - Fiscal Requisitante do Contrato: servidor representante da Área Requisitante da


Solução, indicado pela autoridade competente dessa área para fiscalizar o contrato do
ponto de vista funcional da Solução de Tecnologia da Informação;

VIII - Preposto: funcionário representante da contratada, responsável por acompanhar a


execução do contrato e atuar como interlocutor principal junto a contratante, incumbido de
receber, diligenciar, encaminhar e responder as principais questões técnicas, legais e
administrativas referentes ao andamento contratual;

IX - Solução de Tecnologia da Informação: conjunto de bens e serviços de Tecnologia da


Informação e automação que se integram para o alcance dos resultados pretendidos com a
contratação;

X - Requisitos: conjunto de especificações necessárias para definir a Solução de


Tecnologia da Informação a ser contratada;

XI - Documento de Oficialização da Demanda: documento que contém o detalhamento da


necessidade da Área Requisitante da Solução a ser atendida pela contratação;

XII - Análise de Viabilidade da Contratação: documento que demonstra a viabilidade


técnica e econômica da contratação;

XIII - Plano de Sustentação: documento que contém as informações necessárias para garantir
a continuidade do negócio durante e após a implantação da Solução de Tecnologia da
Informação, bem como após o encerramento do contrato;

XIV - Estratégia da Contratação: documento contendo a definição de critérios técnicos,


obrigações contratuais, responsabilidades e definições de como os recursos humanos e
financeiros serão alocados para atingir o objetivo da contratação;

XV - Análise de Riscos: documento que contém a descrição, a análise e o tratamento dos


riscos e ameaças que possam vir a comprometer o sucesso em todas as fases da
contratação;

XVI - Plano de Inserção: documento que prevê as atividades de alocação de recursos


necessários para a contratada iniciar o fornecimento da Solução de Tecnologia da
Informação;

XVII - Ordem de Serviço ou de Fornecimento de Bens: documento utilizado para solicitar


à contratada a prestação de serviço ou fornecimento de bens relativos ao objeto do
contrato;

XVIII - Termo de Recebimento Provisório: declaração formal do Fiscal Técnico do


Contrato de que os serviços foram prestados ou os bens foram entregues, para posterior
análise das conformidades de qualidade baseadas nos Critérios de Aceitação;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 203


XIX - Termo de Recebimento Definitivo: declaração formal do Gestor e do Fiscal
Requisitante do Contrato de que os serviços prestados ou bens fornecidos atendem aos
requisitos estabelecidos no contrato;

XX - Critérios de Aceitação: parâmetros objetivos e mensuráveis utilizados para verificar


se um bem ou serviço recebido está em conformidade com os requisitos especificados;

XXI - Gestão: conjunto de atividades superiores de planejamento, coordenação, supervisão


e controle, relativas às Soluções de Tecnologia da Informação que visam garantir o
atendimento dos objetivos do órgão ou entidade; e

XXII - Plano Diretor de Tecnologia da Informação - PDTI: instrumento de diagnóstico,


planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa
atender às necessidades tecnológicas e de informação de um órgão ou entidade para um
determinado período.

Art. 3º Em consonância com o Art. 4º do Decreto nº 1.048, de 1994, o órgão central do SISP
elaborará, em conjunto com os órgãos setoriais e seccionais do SISP, a Estratégia Geral de
Tecnologia da Informação - EGTI para a Administração direta, autárquica e fundacional do
Poder Executivo Federal, revisada e publicada anualmente, para servir de subsídio à elaboração
dos PDTI pelos órgãos e entidades integrantes do SISP.

Art. 4º As contratações de que trata esta Instrução Normativa deverão ser precedidas de
planejamento, elaborado em harmonia com o PDTI, alinhado ao planejamento estratégico do
órgão ou entidade.

Parágrafo único. Inexistindo o planejamento estratégico formalmente documentado, será


utilizado o documento existente no órgão ou entidade, a exemplo do Plano Plurianual ou
instrumento equivalente, registrando no PDTI a ausência do planejamento estratégico do órgão
ou entidade e indicando os documentos utilizados.

Art. 5º Não poderão ser objeto de contratação:

I - mais de uma Solução de Tecnologia da Informação em um único contrato; e

II - gestão de processos de Tecnologia da Informação, incluindo gestão de segurança da


informação.

Parágrafo único. O suporte técnico aos processos de planejamento e avaliação da qualidade das
Soluções de Tecnologia da Informação poderá ser objeto de contratação, desde que sob
supervisão exclusiva de servidores do órgão ou entidade.

Art. 6º Nos casos em que a avaliação, mensuração ou fiscalização da Solução de Tecnologia da


Informação seja objeto de contratação, a contratada que provê a Solução de Tecnologia da
Informação não poderá ser a mesma que a avalia, mensura ou fiscaliza.

Art. 7º É vedado:

I - estabelecer vínculo de subordinação com funcionários da contratada;

II - prever em edital a remuneração dos funcionários da contratada;

III - indicar pessoas para compor o quadro funcional da contratada;


Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 204
IV - demandar ao preposto que os funcionários da contratada executem tarefas fora do
escopo do objeto da contratação;

V - reembolsar despesas com transporte, hospedagem e outros custos operacionais, que


devem ser de exclusiva responsabilidade da contratada;

VI - prever em edital exigências que constituam intervenção indevida da Administração na


gestão interna dos fornecedores; e

VII - prever em edital exigência que os fornecedores apresentem, em seus quadros,


funcionários capacitados ou certificados para a fornecimento da Solução, antes da
contratação.

CAPÍTULO II

DO PROCESSO DE CONTRATAÇÃO
Art. 8º As contratações de Soluções de Tecnologia da Informação deverão seguir três fases:

I - Planejamento da Contratação;

II - Seleção do Fornecedor; e

III - Gerenciamento do Contrato.

SEÇÃO I

PLANEJAMENTO DA CONTRATAÇÃO
Art. 9º A fase de Planejamento da Contratação terá início com o recebimento pela Área de
Tecnologia da Informação do Documento de Oficialização da Demanda, a cargo da Área
Requisitante da Solução, que conterá no mínimo:

I - necessidade da contratação, considerando os objetivos estratégicos e as necessidades


corporativas da instituição, bem como o seu alinhamento ao PDTI;

II - explicitação da motivação e demonstrativo de resultados a serem alcançados com a


contratação da Solução de Tecnologia da Informação;

III - indicação da fonte dos recursos para a contratação; e

IV - indicação do Integrante Requisitante para composição da Equipe de Planejamento da


Contratação.

§ 1º Após o recebimento do Documento de Oficialização da Demanda, a Área de Tecnologia da


Informação indicará o Integrante Técnico para composição da Equipe de Planejamento da
Contratação.

§ 2º O Documento de Oficialização da Demanda será encaminhado à autoridade competente da


Área Administrativa, que deverá:

I - decidir motivadamente sobre o prosseguimento da contratação;

II - indicar o Integrante Administrativo para composição da Equipe de Planejamento da


Contratação, quando da continuidade da contratação; e
Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 205
III - instituir a Equipe de Planejamento da Contratação conforme exposto no art. 2º, inciso
III.

§ 3º A Equipe de Planejamento da Contratação deverá acompanhar e apoiar, no que for


determinado pelas áreas responsáveis, todas as atividades presentes nas fases de Planejamento
da Contratação e Seleção do Fornecedor.

Art. 10. A fase de Planejamento da Contratação consiste nas seguintes etapas:

I - Análise de Viabilidade da Contratação;

II - Plano de Sustentação;

III - Estratégia da Contratação;

IV - Análise de Riscos; e

V - Termo de Referência ou Projeto Básico.

Parágrafo único. Os documentos resultantes das etapas elencadas nos incisos I a IV poderão ser
consolidados em um único documento, a critério da Equipe de Planejamento da Contratação.

Art. 11. A Análise de Viabilidade da Contratação será realizada pelos Integrantes Técnico e
Requisitante, compreendendo as seguintes tarefas:

I - definição e especificação dos requisitos, conforme os arts. 12 e 13 desta Instrução


Normativa, a partir da avaliação do Documento de Oficialização da Demanda e do
levantamento de:

a) demandas dos potenciais gestores e usuários da Solução de Tecnologia da


Informação;

b) soluções disponíveis no mercado; e

c) análise de projetos similares realizados por outros órgãos ou entidades da


Administração Pública;

II - identificação das diferentes soluções que atendam aos requisitos, considerando:

a) a disponibilidade de solução similar em outro órgão ou entidade da Administração


Pública;

b) as soluções existentes no Portal do Software Público Brasileiro


(http://www.softwarepublico.gov.br);

c) a capacidade e alternativas do mercado, inclusive a existência de software livre ou


software público;

d) a observância às políticas, premissas e especificações técnicas definidas pelos


Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico - e-PING e Modelo de
Acessibilidade em Governo Eletrônico - e-MAG, conforme as Portarias Normativas
SLTI nº 5, de 14 de julho de 2005, e nº 3, de 7 de maio de 2007;

e) a aderência às regulamentações da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira -

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 206


ICP-Brasil, conforme a Medida Provisória nº 2.200-2, de 24 de agosto de 2001, quando
houver necessidade de utilização de certificação digital; e

f) a observância às orientações, premissas e especificações técnicas e funcionais


definidas pelo Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão
Arquivística de Documentos - e-ARQ Brasil, quando o objetivo da solução abranger a
gestão de documentos arquivísticos digitais e não digitais , conforme Resolução do
CONARQ nº 25, de 27 de abril de 2007;

g) o orçamento estimado;

III - análise e comparação entre os custos totais de propriedade das soluções identificadas,
levando-se em conta os valores de aquisição dos ativos, insumos, garantia e manutenção;

IV - escolha da Solução de Tecnologia da Informação e justificativa da solução escolhida,


que contemple, no mínimo:

a) descrição sucinta, precisa, suficiente e clara da Solução de Tecnologia da Informação


escolhida, indicando os bens e serviços que a compõem;

b) alinhamento em relação às necessidades de negócio e requisitos tecnológicos; e

c) identificação dos benefícios a serem alcançados com a solução escolhida em termos


de eficácia, eficiência, efetividade e economicidade;

V - avaliação das necessidades de adequação do ambiente do órgão ou entidade para


viabilizar a execução contratual, que servirá de subsídio para o Plano de Inserção,
abrangendo no que couber:

a) infraestrutura tecnológica;

b) infraestrutura elétrica;

c) logística;

d) espaço físico;

e) mobiliário; e

f) outras que se apliquem.

Parágrafo único. A Análise de Viabilidade da Contratação será aprovada e assinada pela Equipe
de Planejamento da Contratação.

Art. 12. Compete ao Integrante Requisitante definir, quando aplicáveis, os seguintes requisitos,:

I - de negócio, que independem de características tecnológicas e que definem as


necessidades e os aspectos funcionais da Solução de Tecnologia da Informação;

II - de capacitação, que definem a necessidade de treinamento, de carga horária e de


materiais didáticos;

III - legais, que definem as normas com as quais a Solução de Tecnologia da Informação
deve estar em conformidade;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 207


IV - de manutenção, que independem de configuração tecnológica e que definem a
necessidade de serviços de manutenção preventiva, corretiva, evolutiva e adaptativa;

V - temporais, que definem datas de entrega da Solução de Tecnologia da Informação


contratada;

VI - de segurança, juntamente com o Integrante Técnico; e

VII - sociais, ambientais e culturais, que definem requisitos que a Solução de Tecnologia
da Informação deve atender para estar em conformidade com costumes, idiomas e ao meio
ambiente, dentre outros.

Art. 13. Compete ao Integrante Técnico especificar, quando aplicáveis, os seguintes requisitos
tecnológicos:

I - de arquitetura tecnológica, composta de hardware, software, padrões de


interoperabilidade, linguagens de programação, interfaces, dentre outros;

II - de projeto e de implementação, que estabelecem o processo de desenvolvimento de


software, técnicas, métodos, forma de gestão, de documentação, dentre outros;

III - de implantação, que definem o processo de disponibilização da solução em ambiente


de produção, dentre outros;

IV - de garantia e manutenção, que definem a forma como será conduzida a manutenção e


a comunicação entre as partes envolvidas;

V - de capacitação, que definem o ambiente tecnológico dos treinamentos a serem


ministrados, os perfis dos instrutores, dentre outros;

VI - de experiência profissional da equipe que projetará, implementará e implantará a


Solução de Tecnologia da Informação, que definem a natureza da experiência profissional
exigida e as respectivas formas de comprovação dessa experiência, dentre outros;

VII - de formação da equipe que projetará, implementará e implantará a Solução de


Tecnologia da Informação, que definem cursos acadêmicos e técnicos, formas de
comprovação dessa formação, dentre outros;

VIII - de metodologia de trabalho;

IX - de segurança da informação; e

X - demais requisitos aplicáveis.

Parágrafo único. Os requisitos tecnológicos citados neste artigo deverão ser especificados em
conformidade àqueles definidos no art. 12.

Art. 14. O Plano de Sustentação será elaborado pelos Integrantes Técnico e Requisitante,
contendo no mínimo:

I - recursos materiais e humanos necessários à continuidade do negócio;

II - continuidade do fornecimento da Solução de Tecnologia da Informação em eventual


interrupção contratual;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 208


III - atividades de transição contratual e encerramento do contrato, que incluem:

a) a entrega de versões finais dos produtos e da documentação;

b) a transferência final de conhecimentos sobre a execução e a manutenção da Solução


de Tecnologia da Informação;

c) a devolução de recursos;

d) a revogação de perfis de acesso;

e) a eliminação de caixas postais;

f) outras que se apliquem.

IV - estratégia de independência do órgão ou entidade contratante com relação à


contratada, que contemplará, pelo menos:

a) forma de transferência de conhecimento tecnológico; e

b) direitos de propriedade intelectual e direitos autorais da Solução de Tecnologia da


Informação sobre os diversos documentos e produtos produzidos ao longo do contrato,
incluindo a documentação, os modelos de dados e as bases de dados, justificando os
casos em que tais direitos não vierem a pertencer à Administração direta, autárquica e
fundacional do Poder Executivo Federal.

Parágrafo único. O Plano de Sustentação será aprovado e assinado pela Equipe de Planejamento
da Contratação.

Art. 15. A Estratégia da Contratação será elaborada a partir da Análise de Viabilidade da


Contratação e do Plano de Sustentação, contendo no mínimo:

I - indicação, pelo Integrante Técnico, da Solução de Tecnologia da Informação a ser


contratada;

II - definição, pelo Integrante Técnico, das responsabilidades da contratada que não poderá
se eximir do cumprimento integral do contrato mesmo havendo subcontratação;

III - indicação, pela Equipe de Planejamento da Contratação, dos termos contratuais,


observado o disposto nos §§ 1º e 2º deste artigo, sem prejuízo do estabelecido na Lei nº
8.666, de 1993, relativos a:

a) fixação de procedimentos e Critérios de Aceitação dos serviços prestados ou bens


fornecidos, abrangendo métricas, indicadores e valores mínimos aceitáveis;

b) quantificação ou estimativa prévia do volume de serviços demandados ou quantidade


de bens a serem fornecidos, para comparação e controle;

c) definição de metodologia de avaliação da qualidade e da adequação da Solução de


Tecnologia da Informação às especificações funcionais e tecnológicas;

d) garantia de inspeções e diligências, quando aplicáveis, e suas formas de exercício;

e) forma de pagamento, que será efetuado em função dos resultados obtidos;

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 209


f) cronograma de execução física e financeira;

g) definição de mecanismos formais de comunicação a serem utilizados para troca de


informações entre a contratada e a Administração; e

h) definição clara e detalhada das sanções administrativas, de acordo com os arts. 86, 87
e 88 da Lei n º 8.666, de 1993, juntamente com o art. 7º da Lei nº 10.520, de 2002,
observando:

1. vinculação aos termos contratuais;

2. proporcionalidade das sanções previstas ao grau do prejuízo causado pelo


descumprimento das respectivas obrigações;

3. as situações em que advertências ou multas serão aplicadas, com seus percentuais


correspondentes, que obedecerão uma escala gradual para as sanções recorrentes;

4. as situações em que o contrato será rescindido por parte da Administração devido


ao não atendimento de termos contratuais, da recorrência de aplicação de multas ou
outros motivos;

5. as situações em que a contratada terá suspensa a participação em licitações e


impedimento para contratar com a Administração; e

6. as situações em que a contratada será declarada inidônea para licitar ou contratar


com a Administração, conforme previsto em Lei;

IV - elaboração, pelos Integrantes Administrativo e Técnico, do orçamento detalhado em


preços unitários, fundamentado em pesquisa no mercado, a exemplo de: contratações
similares, valores oficiais de referência, pesquisa junto a fornecedores ou tarifas públicas;

V - elaboração, pelo Integrante Requisitante, da estimativa do impacto econômico-


financeiro no orçamento do órgão ou entidade, com indicação das fontes de recurso;

VI - elaboração, pela Equipe de Planejamento da Contratação, dos seguintes modelos de


documentos:

a) termo de compromisso, contendo declaração de manutenção de sigilo e respeito as


normas de segurança vigentes no órgão ou entidade, a ser assinado pelo representante
legal da fornecedor; e

b) termo de ciência da declaração de manutenção de sigilo e das normas de segurança


vigentes no órgão ou entidade, a ser assinado por todos os empregados da contratada
diretamente envolvidos na contratação;

VII - definição, pelo Integrante Técnico, dos critérios técnicos de julgamento das propostas
para a fase de Seleção do Fornecedor, observando o seguinte:

a) a utilização de critérios correntes no mercado;

b) a Análise de Viabilidade da Contratação;

c) a possibilidade de considerar mais de um atestado relativo ao mesmo quesito de


capacidade técnica, quando necessário para a comprovação da aptidão;
Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 210
d) a vedação da indicação de entidade certificadora, exceto nos casos previamente
dispostos em normas do governo federal;

e) a vedação de pontuação com base em atestados relativos à duração de trabalhos


realizados pelo licitante;

f) a vedação de pontuação progressiva de mais de um atestado para o mesmo quesito de


capacidade técnica; e

g) a justificativa dos critérios de pontuação em termos do benefício que trazem para a


contratante.

§ 1º Os documentos descritos no inciso VI do caput devem ser entregues pela contratada,


devidamente assinados, na reunião inicial descrita no art. 25, inciso I, alínea “b”.

§ 2º A aferição de esforço por meio da métrica homens-hora apenas poderá ser utilizada
mediante justificativa e sempre vinculada à entrega de produtos de acordo com prazos e
qualidade previamente definidos.

§ 3º É vedado contratar por postos de trabalho alocados, salvo excepcionalmente os casos


justificados mediante a comprovação obrigatória de resultados compatíveis com o posto
previamente definido.

§ 4º Nas licitações do tipo técnica e preço, é vedado:

I - incluir critérios de pontuação técnica que não estejam diretamente relacionados com os
requisitos da Solução de Tecnologia da Informação a ser contratada ou que frustrem o caráter
competitivo do certame; e

II - fixar os fatores de ponderação das propostas técnicas e de preço sem justificativa.

§ 5º Nas licitações do tipo técnica e preço, deve-se:

I - incluir, para cada atributo técnico da planilha de pontuação, sua contribuição percentual
com relação ao total da avaliação técnica; e

II - proceder a avaliação do impacto de pontuação atribuída em relação ao total de pontos,


observando se os critérios de maior peso são de fato os mais relevantes e se a ponderação
atende ao princípio da razoabilidade.

§ 6º A Estratégia da Contratação será aprovada e assinada pela Equipe de Planejamento da


Contratação.

Art. 16. A Análise de Riscos será elaborada pela Equipe de Planejamento da Contratação
contendo os seguintes itens:

I - identificação dos principais riscos que possam comprometer o sucesso dos processos de
contratação e de gestão contratual;

II - identificação dos principais riscos que possam fazer com que a Solução de Tecnologia
da Informação não alcance os resultados que atendam às necessidades da contratação;

III - identificação dos principais riscos que possam fazer com que os serviços prestados ou
bens entregues não atendam às necessidades da contratante;
Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 211
IV - mensuração das probabilidades de ocorrência e dos danos potenciais relacionados a
cada risco identificado;

V - definição das ações previstas a serem tomadas para reduzir ou eliminar as chances de
ocorrência dos eventos relacionado a cada risco;

VI - definição das ações de contingência a serem tomadas caso os eventos correspondentes


aos riscos se concretizem; e

VII - definição dos responsáveis pelas ações de prevenção dos riscos e dos procedimentos
de contingência.

§ 1º A análise de riscos permeia todas as etapas da fase de Planejamento da Contratação e será


consolidada no documento final Análise de Riscos.

§ 2º A Análise de Riscos será aprovada e assinada pela Equipe de Planejamento da Contratação.

Art. 17. O Termo de Referência ou Projeto Básico será elaborado a partir da Análise de
Viabilidade da Contratação, do Plano de Sustentação, da Estratégia da Contratação e da Análise
de Riscos.

§ 1º O Termo de Referência ou Projeto Básico será elaborado pela Equipe de Planejamento da


Contratação e conterá, no mínimo, as seguintes informações:

I - definição do objeto, conforme art. 11, inciso IV, alínea “a”;

II - fundamentação da contratação, conforme art. 9º, incisos I e II e art. 11, inciso IV;

III - descrição da Solução de Tecnologia de Informação, conforme art. 15, inciso I;

IV - requisitos da solução, conforme art. 11, inciso I;

V - modelo de prestação de serviços ou de fornecimento de bens, conforme art. 13, inciso


VIII;

VI - elementos para gestão do contrato, conforme art. 15, inciso III, arts. 25 e 26;

VII - estimativa de preços, conforme art. 15, inciso IV;

VIII - adequação orçamentária, conforme art. 15, inciso V;

IX - definições dos critérios de sanções, conforme art. 15, inciso III, alínea “h”; e

X - critérios de seleção do fornecedor, conforme art. 15, inciso VII.

§ 2º A Equipe de Planejamento da Contratação avaliará a viabilidade de parcelamento da


Solução de Tecnologia da Informação a ser contratada, em tantos itens quanto sejam
tecnicamente possíveis e suficientes.

§ 3º A Equipe de Planejamento da Contratação avaliará, ainda, a necessidade de licitações e


contratações separadas para os itens que, devido a sua natureza, possam ser divididos em tantas
parcelas quantas se comprovarem técnica e economicamente viáveis, procedendo-se à licitação
com vistas ao melhor aproveitamento dos recursos disponíveis no mercado e à ampliação da
competitividade sem perda da economia de escala, conforme disposto no art. 23, § 1°. da Lei n°

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 212


8.666/93.

§ 4º O Termo de Referência ou Projeto Básico será assinado pela Equipe de Planejamento da


Contratação e aprovado pelas autoridades competentes.

Art. 18. É obrigatória a execução da fase de Planejamento da Contratação, independentemente


do tipo de contratação, inclusive nos casos de:

I - Inexigibilidade;

II - Dispensa de licitação ou licitação dispensada;

III - Criação ou adesão à Ata de Registro de Preços; e

IV - Contratações com uso de verbas de organismos internacionais, como Banco Mundial,


Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento, e outros;

Art. 19. O Termo de Referência ou Projeto Básico, a critério da Área Requisitante da Solução ou
da Área de Tecnologia da Informação, poderá ser disponibilizado em consulta ou audiência
pública a fim de avaliar a completude e a coerência da especificação dos requisitos, a adequação
e a exequibilidade dos critérios de aceitação.

SEÇÃO II

SELEÇÃO DO FORNECEDOR
Art. 20. A fase de Seleção do Fornecedor observará as normas pertinentes, incluindo o disposto
na Lei n º 8.666, de 1993, na Lei nº 10.520, de 2002, no Decreto nº 2.271, de 1997, no Decreto
nº 3.555, de 2000, no Decreto nº 3.931, de 2001, no Decreto nº 5.450, de 2005 e no Decreto nº
7.174, de 2010.

Parágrafo único. Em consequência da padronização existente no mercado de tecnologia da


informação, é recomendada a utilização da modalidade Pregão para as contratações de que trata
esta Instrução Normativa, conforme os arts. 1° e 2° da Lei nº 10.520, de 2002,
preferencialmente na forma eletrônica, de acordo com o Decreto nº 5.450, de 2005.

Art. 21. A fase de Seleção do Fornecedor terá início com o encaminhamento do Termo de
Referência ou Projeto Básico pela Área de Tecnologia da Informação à Área de Licitações.

Art. 22. Caberá a Área de Licitações conduzir as etapas da fase de Seleção do Fornecedor.

Art. 23. Caberá a Área de Tecnologia da Informação, com a participação do Integrante Técnico,
durante a fase de Seleção do Fornecedor:

I - analisar as sugestões feitas pelas Áreas de Licitações e Jurídica para o Termo de


Referência ou Projeto Básico e demais documentos;

II - apoiar tecnicamente o pregoeiro ou a Comissão de Licitação na resposta aos


questionamentos ou às impugnações dos licitantes; e

III - apoiar tecnicamente o pregoeiro ou a Comissão de Licitação na análise e julgamento


das propostas e dos recursos apresentados pelos licitantes.

Art. 24. A fase de Seleção do Fornecedor se encerrará com a assinatura do contrato e com a

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 213


nomeação do:

I - Gestor do Contrato;

II - Fiscal Técnico do Contrato;

III - Fiscal Requisitante do Contrato; e

IV - Fiscal Administrativo do Contrato.

§ 1º As nomeações descritas neste artigo serão realizadas pela autoridade competente da Área
Administrativa, observado o disposto nos incisos IV, V, VI e VII do Art. 2º;

§ 2º Os Fiscais Técnico, Requisitante e Administrativo do Contrato serão, preferencialmente, os


Integrantes da Equipe de Planejamento da Contratação;

§ 3º A Equipe de Planejamento da Contratação será automaticamente destituída quando da


assinatura do contrato.

SEÇÃO III

GERENCIAMENTO DO CONTRATO
Art. 25. A fase de Gerenciamento do Contrato visa acompanhar e garantir a adequada prestação
dos serviços e o fornecimento dos bens que compõem a Solução de Tecnologia da Informação
durante todo o período de execução do contrato e compreende as seguintes tarefas:

I - início do contrato, que abrange:

a) elaboração do Plano de Inserção da contratada, observando o disposto no art. 11,


inciso V desta norma, pelo Gestor do Contrato e pelos Fiscais Técnico, Administrativo e
Requisitante do Contrato, que contemplará no mínimo:

1. o repasse à contratada de conhecimentos necessários à execução dos serviços ou


ao fornecimento de bens; e

2. a disponibilização de infraestrutura à contratada, quando couber;

b) realização de reunião inicial convocada pelo Gestor do Contrato com a participação


dos Fiscais Técnico, Requisitante e Administrativo do Contrato, da contratada e dos
demais intervenientes por ele identificados, cuja pauta observará, pelo menos:

1. presença do representante legal da contratada, que apresentará o preposto da


mesma;

2. entrega, por parte da contratada, do termo de compromisso e do termo de ciência,


conforme art. 15, inciso VI;

3. esclarecimentos relativos a questões operacionais, administrativas e de


gerenciamento do contrato;

II - encaminhamento formal de Ordens de Serviço ou de Fornecimento de Bens pelo Gestor


do Contrato ao preposto da contratada, que conterão no mínimo:

a) a definição e a especificação dos serviços a serem realizados ou bens a serem


Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 214
fornecidos;

b) o volume de serviços a serem realizados ou a quantidade de bens a serem fornecidos


segundo as métricas definidas em contrato;

c) o cronograma de realização dos serviços ou entrega dos bens, incluídas todas as


tarefas significativas e seus respectivos prazos; e

d) a identificação dos responsáveis pela solicitação na Área Requisitante da Solução.

III - monitoramento da execução, que consiste em:

a) confecção e assinatura do Termo de Recebimento Provisório, a cargo do Fiscal


Técnico do Contrato, quando da entrega do objeto resultante de cada Ordem de Serviço
ou de Fornecimento de Bens;

b) avaliação da qualidade dos serviços realizados ou dos bens entregues e justificativas,


de acordo com os Critérios de Aceitação definidos em contrato, a cargo dos Fiscais
Técnico e Requisitante do Contrato;

c) identificação de não conformidade com os termos contratuais, a cargo dos Fiscais


Técnico e Requisitante do Contrato;

d) verificação de aderência aos termos contratuais, a cargo do Fiscal Administrativo do


Contrato;

e) verificação da manutenção das condições classificatórias referentes à pontuação


obtida e à habilitação técnica, a cargo dos Fiscais Administrativo e Técnico do Contrato;

f) encaminhamento das demandas de correção à contratada, a cargo do Gestor do


Contrato;

g) encaminhamento de indicação de sanções por parte do Gestor do Contrato para a


Área Administrativa;

h) confecção e assinatura do Termo de Recebimento Definitivo para fins de


encaminhamento para pagamento, a cargo do Gestor e do Fiscal Requisitante do
Contrato, com base nas informações produzidas nas alíneas “a” a “g” deste inciso;

i) autorização para emissão de nota(s) fiscal(is), a ser(em) encaminhada(s) ao preposto


da contratada, a cargo do Gestor do Contrato;

j) verificação das regularidades fiscais, trabalhistas e previdenciárias para fins de


pagamento, a cargo do Fiscal Administrativo do Contrato;

k) verificação da manutenção da necessidade, economicidade e oportunidade da


contratação, a cargo do Fiscal Requisitante do Contrato;

l) verificação de manutenção das condições elencadas no Plano de Sustentação, a cargo


dos Fiscais Técnico e Requisitante do Contrato;

m) encaminhamento à Área Administrativa de eventuais pedidos de modificação


contratual, a cargo do Gestor do Contrato; e

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 215


n) manutenção do Histórico de Gerenciamento do Contrato, contendo registros formais
de todas as ocorrências positivas e negativas da execução do contrato, por ordem
histórica, a cargo do Gestor do Contrato;

IV - transição contratual, quando aplicável, e encerramento do contrato, que deverá


observar o Plano de Sustentação.

§ 1º No caso de substituição ou inclusão de empregados por parte da contratada, o preposto


deverá entregar termo de ciência assinado pelos novos empregados envolvidos na execução
contratual, conforme art. 15, inciso VI.

§ 2º Para cada contrato, deverá haver pelo menos uma Ordem de Serviço ou de Fornecimento de
Bens, ou tantas quantas forem necessárias para consecução do objeto contratado.

Art. 26. No caso de aditamento contratual, o Gestor do Contrato deverá, com base na
documentação contida no Histórico de Gerenciamento do Contrato e nos princípios da
manutenção da necessidade, economicidade e oportunidade da contratação, encaminhar à Área
Administrativa, com pelo menos 60 dias de antecedência do término do contrato, documentação
explicitando os motivos para tal aditamento.

Art. 27. Os softwares resultantes de serviços de desenvolvimento deverão ser catalogados pela
contratante e, sempre que aplicável, disponibilizados no Portal do Software Público Brasileiro
de acordo com o regulamento do Órgão Central do SISP.

CAPÍTULO III

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS


Art. 28. Aplica-se subsidiariamente às contratações de que trata esta norma o disposto na
Instrução Normativa nº 2, de 30 de abril de 2008, que disciplina as contratações de serviços
gerais.

Art. 29. As Áreas de Compras, Licitações e Contratos dos órgãos e entidades apoiarão as
atividades da contratação, de acordo com as suas atribuições regimentais.

Art. 30. As normas dispostas nesta Instrução Normativa deverão ser aplicadas nas prorrogações
contratuais, ainda que de contratos assinados antes desta IN.

Parágrafo único. Nos casos em que os ajustes não forem considerados viáveis, o órgão ou
entidade deverá justificar esse fato, prorrogar uma única vez pelo período máximo de 12 (doze)
meses e imediatamente iniciar novo processo de contratação.

Art. 31. Esta Instrução Normativa entrará em vigor a partir de 2 de janeiro de 2011.

Art. 32. Esta Instrução Normativa revogará a Instrução Normativa SLTI/MP nº 4, de 19 de maio
de 2008, em 2 de janeiro de 2011.

MARIA DA GLÓRIA GUIMARÃES DOS SANTOS

Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de TI 216


O Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de
Tecnologia da Informação descreve o novo Modelo de
Contratação de Soluções de TI – MCTI da Administração
Pública Federal - APF.

O MCTI consiste em um conjunto de boas práticas para


contratação de Soluções de TI pela APF. O Modelo descreve
os processos, as atividades, os participantes e os
documentos necessários para a contratação de Soluções
de TI.

O MCTI é um produto da Instrução Normativa para


Contratação de Soluções de Tecnologia da Informação – IN
04/2010, publicada pela Secretaria de Logística e
Tecnologia da Informação – SLTI do Ministério do
Planejamento, Orçamento e Gestão.

A IN 04/2010 surgiu como produto do processo de revisão


da Instrução Normativa SLTI/MP N° 04, de 19 de maio de
2008.