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Súmulas dos
TRIBUNAIS
SUPERIORES
STF •STJ• TST
Élisson Miessa
Henrique Correia
Roberval Rocha
6ª edição
Revista, ampliada e atualizada

2017

1f);I fasPODIVM
EDITORA
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Tel: (71) 3363-8617 /Fax: (71) 3363-5050
• E-mail: fale@editorajuspodivm.com.br

Copyright: Edições JusPODIVM

Conselho Editorial: Eduardo Viana Portela Neves, Dirley da Cunha Jr., Leonardo de Medeiros Garcia, Fredie
Didier Jr., Josê Henrique Mouta, José Marcelo Vigliar, Marcos Ehrhardt Júnior, Nestor Távora, Robério Nunes
Fiiho, Roberval Rocha Ferreira Alho, Rodolfo Pamplona Filho, Rodrigo Reis Mazzei e Rogério Sanches Cunha.

Capa: Ana Caquetti

Diagramaçio: Linotec Fotocomposição e Fotolito Ltda. {www.linotec.com.br)

Fechamento desta edição: 12.12.2016.

5955 Súmulas dos Tribunais Superiores (STF, STJ e TST) organizadas por assunto: Inclui
orientações jurisprudenclais do TST I Élisson Mfessa, Henrique Correia, Roberval Rocha,
organizadores - 6. ed. rev~ ampt. e atual.- Salvador. Ed. JusPodivm, 2017.
480p.

Bibliografia.
ISBN 978-85-442-1303·2.

1. Jurisprudência. 2. Jurisprudência trabalhista. 1. Miessa, Élisson. li. Correia, Henrique. !11.


Rocha, Roberval. IV. Título.

CDD 340.68

Todos os direitos desta edição reservados à EdiçõesJusPODIVM.


É terminantemente proibida a reprodução total ou pardal desta obra, por qualquer meio ou processo,
sem a expressa autorização do autor e da EdiçõesJusPDDIVM. A violação dos direitos autorais caracteriza
crime descrito na legislação em vigor, sem prejuízo das sanções civis cabíveis.

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SOBRE OS
ORGANIZADORES

ÉLISSON MIESSA
Procurador do Trabalho.
Professor de Direito Processual do Trabalho do Curso CERS on-line.
Autor e Coordenador de livros publicados pela Editora Juspodivm.
!
www.elissonmiessa.com.br 1 elissonmiessa@hotmail.com 1Facebook: elisson.miessa Twitter:@Elisson-
Miessa ! lnstagram: @elissonmiessa 1Periscope: @ElissonMiessa

HENRIQUE CORREIA
Procurador do Trabalho.
Professor de Direito do Trabalho do CERS on-line {www.renatosaraiva.com.br)
Autor e Coordenador de diversos livros para concursos públicos pela Editora Juspodivm.
www.henriquecorreia.com.br ITwitter: @profcorreia l lnstagram: Prof_correia 1Periscope:@henrique_correia
Facebook:
- Grupo Magistratura e MPT: https://www.facebook.com/groups/MAGISTRATURAeMPT/
- Carreiras Trabalhistas: carreirastrabalhistascomElissoneHenrique

ROBERVAL ROCHA
Professor de Graduação e Pós-graduação em Direito.
Mestre em Direito Processual, Universidade Católica de Pernambuco.
Bacharel em Direito, Universidade Federal de Pernambuco.
Organizador da série Principais Julgamentos.
Coautor do livro Supremo Tribunal Federal: súmulas organizadas por assunto, anotadas e comentadas.
Coautor do livro Superior Tribunal de Justiça: súmulas organizadas por assunto, anotadas e comentadas.

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SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO................................................................................................ 27

CAP[TULO 1
DIREITO ADMINISTRATIVO.............................................................................. 31
1. Atos Administrativos........................................................................................................... 31
2. Bens Públicos......................................................................................................................... 31
3. Concurso Público.................................................................................................................. 31
4. Desapropriação..................................................................................................................... 32
5. Poder de Polícia..................................................................................................................... 32
6. Prescrição Administrativa.................................................................................................. 33
7. Processo Administrativo Disciplinar............................................................................... 33
8. Servidor Público.................................................................................................................... 33
8.1. Demissão.................................................................................................................... 33
8.2. Disponibilidade........................................................................................................ 33
8.3. Remuneração............................................................................................................ 34
8.4. Tempo de serviço.................................................................................................... 34
8.5. Vitaliciedade.............................................................................................................. 35
8.6. Nomeação.................................................................................................................. 35

CAPITULO 11
DIREITO CIVIL·................................................................................................... 37
1. Compromisso de Compra e Venda de Imóveis........................................................... 37
2. Concubinato........................................................................................................................... 37
3. Contratos................................................................................................................................. 37
4. Desquite ....................................................................-........................................................... 37
5. Direitos d-e Vizinhança......................................................................................................... 38
6. Pena de Comisso ...................................................-.............................................................. 38
7. Prescrição ..................................................................-............................................................ 38
8. Proteção Possessória ........................................................................................................... 38
9. Regime de Bens..................................................................................................................... 38
1O. Responsabilidade Civil....................................................................................................... 38
11. Usucapião................................................................................................................................ 39
12. Outros....................................................................................................................................... 39
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ÉLISSON • HENRIQUE e RoBERVAL
MiESSA (ORREIA ROCHA

CAPÍTULO Ili
DIREITO CONSTITUCIONAL •••..•••.•••.••....•.•..••••••.....••.•...•.•.....••....•••••...••..•.•..•••• 41
1. Ações Constitucionais ........................................................................................................ . 41
1.1. Ação popular ............................................................................................................ . 41

~~~od::~~~s~:~:~:~:~~~~:.:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::i::::::::::::::::
1.2. 41
1.3. 41
1.4. "Habeas corpus" ..............:...-:-.-; ................................................................................. . 41
2. Competência Legislativa .................................................................................................... 41
3. Direitos Fundamentais ......................,~ .............................................................................. .. 41
4. Direitos Políticos .................................................................................................................. ,. · ·42
Imunidade Parlamentar ...................................................................................................... ~\
5.
6.
------·- --
Magistratura........................................................................................................................... 42
7. Ministério Público................................................................................................................. 42
8. Precatórios.............................................................................................................................. 42
9. Processo Legislativo............................................................................................................. 42
10.Repartição de Receitas Tributárias.................................................................................. 42
11.Sistema Financeiro Nacional............................................................................................. 43
12. Tribunal de Contas............................................................................................................... 43

CAPITULO IV
DIREITO DO TRABALHO................................................................................... 4S
1. Acidente do Trabalho.......................................................................................................... 45
2. Estabilidade ............................................................................................................................ @
3. Falta Grave.............................................................................................................................. 45
4. FGTS.......................................................................................................................................... 45
5. Habitualidade........................................................................................................................ 4S
6. Indenização·························································································································:;:_ 46
7. Insalubridade ...................................................................................................................... :'. 46
8. Salário....................................................................................................................................... 46
9. Serviço Noturno.................................................................................................................... 46
1O. Servidor Público.................................................................................................................... 46
11.Síndicatos................................................................................................................................ 47
12. Outros....................................................................................................................................... 47

CAPITULO V
DIREITO EMPRESARIAL.................................................................................... 49
1. Exibição de Livros················································································································: 49
2. Falência e Concordata......................................................................................................... 49
3. Responsabilidade no Transporte Mercantil.................................................................. 49
4. Títulos de Crédito................................................................................................................. 49
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SUMÁRIO

CAPÍTULO VI
DIREITO INTERNACIONAL. .............................................................................. . 51 \5
1. Expulsao ................................................................................................................................. . 51 ,1
2. Extradição .............................................................................................................................. . 51 i:s
3. Homologação de Sentença Estrangeira ....................................................................... . 51

CAPÍTULO VII
DIREITO PENAL E EXECUÇÃO PENAL. ••..••••.•.••••..•.••.•...••••..•.••••••.•.••....•.•••..••••• S3
53
1. Pena ......................................................................................................................................... .
1.1. Aplicação da lei penal··············'············································································· 53
1.2. Execução penal ....................................................................................................... . 53
1.3. Regime de cumprimento da pena ................................................................... .. 53
1.4. "Sursis"........................................................................................................................ . 54
2. Prescrição Penal .................................................................................................................... 54
3. Tipificação Penal .................................................................................................................. . 54

CAPÍTULO VIII
DIREITO PREVIDENCIÁRIO .............................................................................. . 55
1. Benefícios Prevídenciários ................................................................................................. 55
2. Contribuições Previdenciárias ............................................................ :............................ . 55

CAPÍTULO IX
DIREITO PROCESSUAL CIVIL. .......................................................................... . 57
1. Ações···························:············································································································ 57
1.1. Ação direta de inconstitucionalidade ............................................................. .. 57
1.2. Ação popular ......:...................................................................................................... S7
1.3. Ação rescisória ......................................................................................................... . 57
2. Citação e Intimação ............................................................................................................ . 58
3. Competência ........................................................................................................................ .. 58
3.1. Competência da justiça estadual ...................................................................... . 58
3.2. Competência da justiça federal ......................................................................... . 58
3.3. Competência originária do STF ......................................................................... .. S8
3.4. Competência territorial ........................................................................................ . 58
3.5. Eleição de foro ......................................................................................................... . 58
3.6. Intervenção da União ........................................................................................... .. 59
3.7. Sociedades de economia mista ......................................................................... . 59
1

4. 6.xecução Fiscal ..................................................................................................................... . 59


S. Extinção do Processo ......................................................................................................... .. S9
6. Honorários Advocatícios ................................................................................................... . 59
7. Liminares ................................................................................................................................. 59
8. Preclusão ................................................................................................................................ . 60
9. Procurador ............................................................................................................................. . 60.
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tussoN HENR1ouE • RoeERVAL
9 (ORRE!A ROCHA
M!ESSA

1O. Provas....................................................................................................................................... 60
11. Reclamação Constitucional............................................................................................... 60
12.Reconvenção.......................................................................................................................... 60
13 Recursos................................................................................................................................... 60
13.1. Agravo ........................ :................................................................................................ 60
13.2. Apelação..................................................................................................................... 60
13.3. Embargos de declaração....................................................................................... 60
13.4. Embargos infringentes.......................................................................................... 61
13.5. Prazos.......................................................................................................................... 61
13.6. Recurso extraordinário.......................................................................................... 61
13.6.1. Admissibilidade - vários fundamentos............................................. 61
13.6.2. Fungibilidade............................................................................................ 62
13.6.3. Hipóteses de cabimento........................................................................ 62
13.6.4. Prazo ............................................................................................................ 63
13.6.5. Prequestionamento ....................................... ;........................................ 63
13.6.6. Requisitos formais................................................................................... 63
13.6.7. Outros.......................................................................................................... 63
14. Regimento Interno do STF ................................................................................................. 63
14.1. Embargos de divergência..................................................................................... 63
14.2. Emendas ao Regimento......................................................................................... 63
14.3. Impedimentos.......................................................................................................... 64
15. Remessa Necessária............................................................................................................. 64
16. Reserva de Plenário.............................................................................................................. 64
17.Revelia...................................................................................................................................... 64
18. Valor da Causa....................................................................................................................... 64

CAPÍTULO X
DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO........................................................... 65
1. Ação Acidentá ria................................................................................................................... 65
2. Competência.......................................................................................................................... 65
3. Execução Trabalhista........................................................................................................... 65
4. Honorários Advocatícios .................................................................................................... 65
5. Isenção de Custas................................................................................................................. 66
6. Prescrição................................................................................................................................ 66
7. Recursos................................................................................................................................... 66

CAPITULO XI
DIREITO PROCESSUAL PENAL......................................................................... 67
1. Ação Penal.............................................................................................................................. 67
2. Competência.......................................................................................................................... 67
3. Competência por Prerrogativa de Função.................................................................... 67
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SUMÁRIO

4. Denúncia................................................................................................................................. 68
5. "Habeas Corpus".................................................................................................................... 68
6. Legitimidade.......................................................................................................................... 68
7. Liberdade Provisória............................................................................................................. 69
8. Nulidades Processuais .......................l................................................................................. 69
9. Prazos....................................................................................................................................... 69
1O. Recursos................................................................................................................................... 69
11. Revisão Criminal................ .................................................................................................. 70
12. Suspensão Condicional do Processo.............................................................................. 70
13. Transação Penal..................................................................................................................... 70
14. Tribunal do Jún................. .................................................................................................... 70

CAPÍTULO XII
DIREITO TRIBUTÁRIO....................................................................................... 71
1. Administração Tributária.................................................................................................... 71
1.1. Constrições indiretas ao pagamento de tributos.......................................... 71
1.2. Fiscalização................................................................................................................ 71
1.3. Penalidades............................................................................................................... 71
2. Contribuições......................................................................................................................... 71
2.1. Cofins ........................................................................................................................... @
2.2. Contribuição confederativa.................................................................................. 71
2.3. Salário-educação..................................................................................................... 71
3. Crédito Tributário.................................................................................................................. 71
3.1. Concurso de preferência ......................................................... ,............................. 71
3.2. Prescrição e decadência........................................................................................ 72
3.3. ' Repetição de indébito............................................................................................ 72
4. Impostos.................................................................................................................................. 72
4.1. ICMS............................................................................................................................. 72
4.2. IOF................................................................................................................................ 72
4.3. IR .....;............................................................................................................................. GJ.5,>
4.4. IPI.................................................................................................................................. 72
4.5. IPTU .............................................................................................................................. 72
4.6. ISSQN ........................................................................................................................... 73
4.7. ITBI................................................................................................................................ 73
4.8. ITCMD .......................................................................................................................... 73
5. Imunidades ............................................................................................................................ . 74
6. Isenções .................................................................................................................................. . 74
7. Princípios Constitucionais Tributários ........................................................................... . 74
8. Taxas ......................................................................................................................................... 75
8.1. Identidade de base de cálculo ............................................................................ 75
8.2. Taxa de polícia .......................................................................................................... 75
8.3. Taxa de serviço......................................................................................................... 75
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ÉLISSON
MI ESSA

CAPÍTULO XIII
JUROS ...•.•..••••••.••••...•••••.•••••.••••••.•.•....•.••••..••••••.•••••..••....••.•••••••••••••......•••...•••••••• 77
1. Juros de Mora ....................................................................................................................... .. 77
2. Juros e Desapropriação ..................................................................................................... . 77

!: ~~:~sd::~~~:~~~.°.:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::r::::: 77
77

CAPITULO XIV
LOCAÇÃO IMOBILIÁRIA URBANA.................................................................... 79
1. Ação Revisionai..................................................................................................................... 79
2. Renovação de Contrato...................................................................................................... 79
3. Retomada do Imóvel........................................................................................................... 79
3.1. Prova da necessidade............................................................................................. 79
3.2. Retomada para construção mais útil................................................................. 79
3.3. Retomada para uso próprio ............................................................................. :... 79
3.4. Retomada por escopo empresarial.................................................................... 80
4. Outros....................................................................................................................................... 80

CAPÍTULO XV
MANDADO DE SEGURANÇA............................................................................ 81
1. Cabimento.............................................................................................................................. 81
2. Citação de Litisconsorte..................................................................................................... 81
3. Coisa Julgada......................................................................................................................... 81
4. Competência.......................................................................................................................... 81
5. Direito Líquido e Certo........................................................................................................ 82
6. Honorários Advocatícios .................................................................................................... 82
7. Legitimidade Ativa............................................................................................................... 82
8. Legitimidade Passiva........................................................................................................... 82
9. Liminares ................................................................................................................................. 82
1O. Mandado de Segurança Coletivo.................................................................................... 82
11. Prazo de Impetração............................................................................................................ 83
12. Recursos................................................................................................................................... 83
13. Via Processual Adequada................................................................................................... 83

CAPITULO XVI
MILITAR............................................................................................................. 85
1. Servidor Público Militar...................................................................................................... 85

CAPITULO 1
DIREITO ADMINISTRATIVO.............................................................................. 89
1. Bens Públicos......................................................................................................................... 89
12
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SUMÁRIO

2. Concurso Público ......................................................................... .,....................................... 89


3. Conselhos Profissionais...................................................................................................... 89
4. Desapropriação ..... :............................................................................................................... &2_
5. Prescrição................................................................................................................................ 90
6. Processo Administrativo..................................................................................................... 90
7. Servidor Público.................................................................................................................... 91

CAPITULO li
DIREITO CIVIL................................................................................................... 93
1. Direito de Família.................................................................................................................. 93
1.1. Alimentos................................................................................................................... 93
1.2. Bem de família .......................................................................................................... (93,
1.3. Divórcio....................................................................................................................... 93
1.4. Investigação de paternidade............................................................................... 93
2. Contratos................................................................................................................................. 93
3. Direito Autoral....................................................................................................................... 94
4. Direito Imobiliário ............................................................................................................... . 94
4.1. Convenção de condomínio ................................................................................. . 94
4.2. Hipoteca .................................................................................................................... . 94
4.3. Locação imobiliária urbana ..................................................:............................. .. 94
4.4. Registro imobiliário ................................................................................................. 94

~: ~~~~.~~.~~.~~.~~~~::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
94
95
Arguição pr6cessual ...............................................................................................
6.1. 95
Pretensão indenizatória ........................................................................................ .
6.2. 95
Pretensão indenizatória em contrato de seguro ......................................... ..
6.3. 95
Usucapião ................................................................................................................. .
6.4. 95
7. Responsabilidade Civil ...................................................................................................... .. 95
7.1. Acidente de trânsito .............................................................................................. . 95
7.2. Cálculo de indenização ........................................................................................ .. 95
7.3. Dano moral .......................................................................... .'..................................... 96
7.4. Furto em estacionamento.................................................................................... 96
7.5. Lei de Imprensa........................................................................................................ 96
7.6. Título de crédito....................................................................................................... 96

CA,PITU LO Ili
DIREITO CONSTITUCIONAL............................................................................. 97
1. Ação Civil Pública.................................................................................................................. 97
2. Direitos Fundamentais........................................................................................................ 97
3. "Habeas Data"......................................................................................................................... 97
4. Mandado de Segurança..................................................................................................... 97
5. Precatórios.............................................................................................................................. 98
13
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ÉussoN HENRIQUE Roa.eRvAL
MIESSA (ORREIA • ROCHA

CAPITULO IV
DIREITO DE TRANSITO..................................................................................... 99
1. Multas....................................................................................................................................... 99
2. Seguro Obrigatório.............................................................................................................. 99
3. Responsabilidade Civil ........ ,............................................................................................... 100

CAPITULO V
DIREITO DO CONSUMIDOR.............................................................................. 101
1. Instituições Financeiras ...................................................................................................... 101
2. Plano de Saúde...................................................................................................................... 101
3. Serviço de Proteção ao Crédito........................................................................................ 101
4. Serviços Públicos.................................................................................................................. 102
5. OutrosTemas ......................................................................................................................... 102

CAPITULO VI
DIREITO DO TRABALHO ••••..••.•••.•••.......•••.•••••••••.•••..••....•..• ,.............................. 103
1. Acidente do Trabalho .......................................................................................................... 103
2. FGTS .......................................................................................................................................... 103
3. Contribuição Sindical.......................................................................................................... 104

CAPITULO VII
DIREITO ELEITORAL.......................................................................................... 105
1. Competência .......................................................................................................................... 105

CAPITULO VIII
DIREITO EMPRESARIAL.................................................................................... 107
1. Arrendamento Mercantil.................................................................................................... 107
2. Contrato de Participação Financeira .............................................................................. 107
3. Falência.................................................................................................................................... 107
3.1. Direito processual .................................................................................................... 107
3.2. Falência....................................................................................................................... 108
3.3. Restituição de adiantamento de contrato de câmbio................................. 108
4. Marca Comercial................................................................................................................... 108
5. Títulos de Crédito................................................................................................................. 108
6. Transporte Comercial.......................................................................................................... 108

CAPITULO IX
DIREITO PENAL................................................................................................. 109
1. Execução Penal...................................................................................................................... 109
2. Extinção da Punibilidade .................................................................................................... 110
3. Pena .......................................................................................................................................... 110
4. Prescrição................................................................................................................................ 111
5. Tipificação Penal................................................................................................................... 111
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SUMÁRIO

CAPITULO X
DIREITO PREVIDENCIÃRIO............................................................................... 113
1. Ações Previdenciárias.......................................................................................................... 113
2. Aposentadoria e Pensão..................................................................................................... 113
3. Benefícios Previdenciários ................................. .\.............................................................. 114
4. Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social..................................... 114
5. Contribuições Previdenciárias.......................................................................................... 115
6. Débito Previdenciário.......................................................................................................... 11 s
7. Previdência Privada.............................................................................................................. 115
8. Salário de Contribuição...................................................................................................... 115
9. Seguro de Acidente do Trabalho..................................................................................... 115

CAPÍTULO XI
DIREITO PROCESSUAL CIVIL............................................................................ 117
1. Ações ........................................................................................................................................ 117
1.1. Ação declaratória..................................................................................................... 117
1.2. Ação de exibição de documentos...................................................................... 117
1.3. Ação de prestação de contas............................................................................... 117
1.4. Ação monitória......................................................................................................... 117
1.5. Ação Rescisória......................................................................................................... 118

~: t~:m~~t~ncia\:::::::::::::::::::::::::::::: :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: ~ ~:
3.1. Competência originária do STJ ........................................................................... 118
3.2. Intervenção da União............................................................................................. 118
3.3. Justiça estadual ........................................................................................................ (W
3.4.' Justiça federal........................................................................................................... 119
3.5. Outros.......................................................................................................................... 119
4. Execução.................................................................................................................................. 120
4.1. Embargos ................................................................................................................... 120
4.2. ~-···················································································································®
4.3. Título executivo........................................................................................................ 121
4.4. Prisão civil.................................................................................................................. 121
4.5. Outros.......................................................................................................................... 121
5. Execução Fiscal ..........................................................................._......................................... 121
5.1. Competência ............................................................................................................. 121
5.2. Despesas prOcessuais............................................................................................. 122
5.3. Embargos................................................................................................................... 122
5.4. Penhora ............................................................................-......................................... 122
5.5. Prescrição intercorrente ........................................................................................ 122
5.6. Leilão........................................................................................................................... 122
5.7. Responsabilidade tributária................................................................................. 122
5.8. Outros.......................................................................................................................... 123
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6. Extinção do Processo ........................ :.................................................................................. 123


7. Honorários .............................................................................................................................. 123
7.1. Honorários Advocatícios ....................................................................................... 123
7.2. Honorários periciais ................................................................................................ 124

:: ~~;~ii~:~~:t~:~·~~~~~~~·:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: ~
10.Prazos ....................................................................................................................................... 124
11. Recursos................................................................................................................................... 124
11.1. Agravo ......................................................................................................................... 124
11.2. Apelação..................................................................................................................... 124
11.3. Embargos de declaração....................................................................................... 124
11.4. Embargos de divergência..................................................................................... 124
11.5. Interesse recursai..................................................................................................... 125
11.6. Ministério Público.................................................................................................... 125
11.7. Preparo........................................................................................................................ 125
11.8. Recurso especial ...................................................................................................... 125
11.9. Recurso especial - divergência jurisprudencíal............................................. 125
11.1 O. Recurso especial - prequestionamento ........................................................... 126
12.Reexame Necessário ............................................................................................................ 126
13. Sucumbência......................................................................................................................... 126

CAPITULO XII
DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO........................................................... 127
1. Ação Acidentária ................................................................................................................... 127
2. Competência.......................................................................................................................... 127
2.1. Emenda Constitucional nº 45/2004................................................................... 127
2.2. FGTS ............................................................................................................................. 127
2.3. Junta de conciliação e julgamento.................................................................... 127
2.4. Servidor público....................................................................................................... 127
2.5. Tribunal regional do trabalho.............................................................................. 128

CAPITULO XIII
DIREITO PROCESSUAL PENAL......................................................................... 129
1. Alegação de Constrangimento Ilegal............................................................................. 129
2. Competência.......................................................................................................................... 129
2. 1. Competência por prerrogativa de função....................................................... 129
2.2. Conflito de competência entre justiça comum e justiça militar ............... 129
2.3. Conflito de competência entre justiça federal e justiça estadual............ 130
2.4. Outros.......................................................................................................................... 130
3. Intimação................................................................................................................................ 131
4. Investigação Criminal .......................................................................................................... 131
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SUMÁRIO

5. Suspensão Condicional do Processo.............................................................................. 131


6. Provas ....................................................................................................................................... 131
7. Recursos .............. _..................................................................................................·.................. 131
8. Resposta Preliminar............................................................................................................. 131
9. Outros Temas ......................................................................................................................... 131

CAPÍTULO XIV
DIREITO TRIBUTÁRIO ....................................................................................... 133
1. Administração Tributária.................................................................................................... 133
2. Contribuições ......................................... c............................................................................... 133
3. Ç,_ompensação ........................................................................................................................ @
4. Crédito Tributário.................................................................................................................. 133
5. Denúncia E~pontânea ......................................................................................................... 134
6. Depósito.................................................................................................................................. 134
7. ICMS .......................................................................................................................................... 134
8. Imposto de Renda ................................................................................................................ J35j
9. IOF ............................................................................................................................................... 135
10. IPI ............................................................................................................................................... 135
11.IPTU ........................................................................................................................................... 136
12.ISS .............................................................................................................................................. 136
13. REFIS ......................................................................................................................................... 136
14. Repetição de lndébito......................................................................................................... 136
15.Simples ..................................................................................................................................... 137
16.Taxas ..........................c.............................................................................................................. 137

CAPITULO XV
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE................................................ 139
1. Competência .......................................................................................................................... 139
2. Medida Socioeducativa ...................................................................................................... 139
3. Tipos Penais............................................................................................................................ 139

CAPITULO XVI
MILITARES ......................................................................................................... 141
1. Processo Penal Militar ......................................................................................................... 141
2. Servidor Militar ...................................................................................................................... 141

CAPITULO XVII
SISTEMA FINANCEIRO DA HABITAÇÃO.......................................................... 143
1. Atualização Monetária ........................................................................................................ 143
2. Hipoteca.................................................................................................................................. 143
3. Juros.......................................................................................................................................... 143
4. Legitimidade Processual .................................................................................................... 143
5. Seguros ..........c......................................................................................................................... 143
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CAPÍTULO XVIII
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL .................................................................. 145
1. Banco Central do Brasil....................................................................................................... 145
2. Bancos...................................................................................................................................... 145
3. Comissão de Permanência................................................................................................. '145
4. Contratos Bancários ............................................................................................................. 145
4.1. Alienação fiduciária................................................................................................ 145
4.2. Outros.......................................................................................................................... 146
s. Correção Monetária de Depósitos Judiciais ................................................................. 146
6. Indexadores............................................................................................................................ 146
7. Juros .......................................................................................................................................... 147

CAPÍTULO 1
REGULAMENTO DE EMPRESA, PRINCÍPIOS E PROGRAMA DE
INCENTIVO À DEMISSÃO VOLUNTÁRIA.......................................................... 1 Sl
1. Regulamento de Empresa (Norma Regulamentar) ................. :.................................. 151
1.1. Complementação de aposentadoria................................................................. 151
2. Princípio da Irretroatividade da Lei................................................................................. 153
3. Programa de Incentivo à Demissão Voluntária........................................................... 153

CAPITULO li
EMPREGADO E EMPREGADOR ........................................................................ 155
1. Empregado ............................................................................................................................. 155
1.1. Diretor eleito............................................................................................................. 155
1.2. Bancário ...................................................................................................................... 155
1.3. Empregado Rural..................................................................................................... 158
1.3.1. Enquadramento como trabalhador rural......................................... 158
1.3.2. Prescrição do trabalhador rural........................................................... 158
1.3.3. Salário-família rurícola........................................................................... 158

2. ~~-pre:~:;~:.~~.°.. °..°.~.~~~i~°..::::::: ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::~


CAPÍTULO Ili
TERCEIRIZAÇÃO ................................................................................................ 161

CAPITULO IV
CONTRATO DE TRABALHO ............................................................................... 163
1. Identificação Profissional de Empregado. Carteira de Trabalho e Previ-
dência Social - CTPS ............................................................................................................ 163
2. Contrato de Experiência e Contrato por Prazo Determinado ................................. @)
3. Da Nulidade do Contrato de Trabalho........................................................................... 163
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4. Alteração do Contrato de Trabalho................................................................................. 164


5. Suspensão e Interrupção do Contrato de Trabalho................................................... 16S

CAPITULO V
DURAÇÃO DO TRABALHO .......................................... ]..................................... 167
1. Duração do Trabalho ........................................................................................................... 167
1.1. Sobreaviso ................................................................................................................. 167
2. Fiscalização da Jornada...................................................................................................... 167
3. Horas ln ltlnere ....................................................................................................................... 168
4. Motorista, Gerente e Ferroviário Submetidos ao Art. 62 da CLT............................ 168
5. Turnos Ininterruptos de Revezamento .......................................................................... 169
6. Trabalho Noturno................................................................................................................. 170
7. Compensação de Jornada................................................................................................. 170
8. Jornada do Telefonista, Jornalista e Advogado........................................................... 171
8.1. Intervalos .................................................................................................................... 171
8.2. descanso semanal remunerado e feriados (Lei nº 605/1949).................... 172
8.3. @
Férias ...........................................................................................................................

CAPÍTULO VI
REMUNERAÇÃO ................................................................................................ 17S
1. Salário E Remuneração....................................................................................................... 175
2. Aumento Salarial Concedido pela Empresa e Salário Utilidade............................ 176
3. Comissões............................................................................................................................... 177
4. Gratificações........................................................................................................................... 177
5. Adicional de Risco do Portuário....................................................................................... 178
6. Adicional por Tempo de Serviço e Adicional Regional............................................. 178
7. Abono Previsto em Norma Coletiva............................................................................... 178
8. Gratificação. Natalina ou Décimo Terceiro Salário...................................................... 178
9. Adicionais................................................................................................................................ 179
9.1. Adicional de horas extraordinárias.................................................................... 179
9.2. Adicional noturno................................................................................................... 181
9.3. Adicional de transferência .................................................................................... 181
10.Adicional de Periculosidade .............................................................................................. 182
10.1. Integração do Adicional de Periculosidade .................................................... 182
10.2. Classificação de atividades perigosas............................................................... 182
10.2.1. Eletricitários............................................................................................... 182
10.2.2. Portuários................................................................................................... 183
10.2.3. Bomba de gasolina .........................,........................................................ 183
10.2.4. Sistema elétrico de potência .............................., ................................. 183
10.2.5. Radiação ionizante ou substância radioativa................................. 183
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10.2.6. Armazenamento dé líquido inflamável no prédio. Cons~


trução Vertical .......................................................................................... . 183
10.3. Perícia ......................................................................................................................... . 184
11.Adicional de Insalubridade ............................................................................................... . 184
11.1. Integração ................................................................................................................. . 184
11.2. Base de cálculo ........................................................................................................ . 184
11.3. Perícia ......................................................................................................................... . 184
11.4. Classificação da atividade insalubre. Relação oficial elaborada
peloMTE .................................................................................................................... . 185
11.4.1. Lixo urbano ............................................................................................... . 185
11.4.2. Raios solares ..............................................................................-. .............. . 185
11.4.3. Óleos minerais ......................................................................................... . 185
11.4.4. Direito adquirido ..................................................................................... . 185
11.5. Fornecimento de aparelho de proteção ......................................................... . 185
11.6. Substituição processual ...................................................................................... ;.. 186
11.7. Causa de pedir ......................................................................................................... . 186
12. Parcelas Indenizatórias ..................................................................................................... .. 186
12.1. Participação nos lucros e resultados ................................................................ . 186
12.2. Diárias ......................................................................................................................... . 186
12.3. Vale-transporte ....................................................................................................... . 186
12.4. Salário-família .......................................................................................................... . 186
12.S. Seguro-desemprego .............................................................................................. . 186
12.6. Auxílio-alimentação ............................................................................................... . 187
13. Equiparação Salarial ............................................................................................................ . 187
14. Descontos Salariais ............................................................................................................. . 189
14.1. Multa prevista nos artigos 467 e 477 ............................................................... . 189
14.2. Rescisão do contrato. Pagamento das verbas rescisórias .......................... . 189
14.3. Inadimplemento de verbas trabalhistas. Frutos. Posse de má-fé ............ . 189
15. Reajustes Salariais e Planos Econômicos ..................................................................... . 189
16. Efeitos Financeiros da Anistia. Emenda Constitucional n° 26/1985 .................... . 191

CAPITULO VII
ESTABILIDADE E GARANTIAS PROVISÓRIAS DE EMPREGO ........................ . 193
1. Estabilidade Provisória ....................................................................................................... . 193
2. Estabilidade Prevista na CLT (Decenal) ......................................................................... . 193
3. Dirigente Sindical ................................................................................................................ . 193
3.1. Estabilidade provisória do Conselheiro Fiscal ............................................... . 194
3.2. Estabilidade provisória do Delegado Sindical............................................... . 194
4. Gestante ................................................................................................................................. . 194
5. Empregado Representante da CIPA ............................................................................... . 195
6. Estabilidade Decorrente de Acidente do Trabalho ................................................... . 195
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7. CIPA ........................................................................................................................................... 195


8.- Diretores de Cooperativas................................................................................................. 196
9. Servidor Público Celetista. Empregado de Empresa Pública e Sociedade
de Economia Mista............................................................................................................... 196
9.1. Servidor público de fundação regido pela CLT.............................................. 196
1O. Estabilidade prevista em regulamento interno.......................................................... 196

CAPITULO VIII

00 FUNDO DE GARANTIA POR TEMPO DE SERVIÇO - FGTS............................... 197


1. lndicência do FGTS............................................................................................................... 197
1.1. Não incidência do FGTS......................................................................................... 197
1.2. Índice de correção ................................................................................................... 197
2. Multa de 40% do FGTS........................................................................................................ 197
3. Contrato Nulo ....................................................................................................................... . 198
4. Prescrição................................................................................................................................ 198
5. Expurgos Inflacionários ............................~......................................................................... 198

CAPÍTULO IX
AVISO .. PRÉVIO E TÉRMINO DO CONTRATO DE TRABALHO •. ;........................ 199
1. Aviso-prévio ........................................................................................................................... 199
2. Término do Contrato de Trabalho................................................................................... 201

CAPITULO X
PRESCRIÇÃO E DECAD~NCIA........................................................................... 203
1. Prescrição................................................................................................................................ 203
1.1. Prescrição total ......................................................................................................... 203
1.2. Prescrição parcial..................................................................................................... 204
1.3. Ação Rescisória. Prescrição total e parcial....................................................... 205
1.4. Suspensão do contrato de trabalho .............................e.................................... 205
1.5. Interrupção da prescrição..................................................................................... 205
1.6. Rurícola....................................................................................................................... 205
1.7. Prescrição intercorrente ........................................................................................ 205
1.8. FGTS ............................................................................................................................. 206
'1.9. Expurgos inflacionários ......................................................................................... 206
1.10. Açãodecumprimento ........................................................................................... 206
1.11. Mudança do regime celetista para estatutário.............................................. 206
1.12. Complementação de pensão e auxílio funeral.............................................. 206
1. 13. Ministério Público.................................................................................................... 206
2. Decadência............................................................................................................................. 207
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CAPÍTULO XI
DIREITO COLETIVO DO TRABALHO................................................................. 209
Introdução..................................................................................................................................... 209
Orientações Jurisprudenciais da SDC do TST ..................................................................... 210
1. Organização Sindical........................................................................................................... 21 O
2. Negociação Coletiva ............................................................................................................ 211
3. Greve ......................................................................................................................................... 212
ii(~D'f;{u~s;~~isi"-.f~l'F:~4:~i~11;'q;~R'.Q~~§~v~~~~~fl9?*;1
CAPÍTULO 1

CAPÍTULO li e
PRINCÍPIOS •.•••.••..••••.•.•...••.......•..•••.•...•••••••••.•••••.•.•.••.•..•..••••••.••••••••••...••••••••••••. 215

COMPETÊNCIA •.•.....•••••...•....•.•••.•.••.•..•••••.•••••••.•....•..•••.•.•.••..•••..•.....•••••..•.••••••••• 217


1. Imunidade De Jurisdição. Organização ou Organismo ln~ernacional ................. 217
2. Competência em Razão da Matéria................................................................................ 217
3. Competência Funcional .....................................................................:................................ 219
4. Competência Territorial-Funcional (ACP) ...................................................................... 219
5. Conflito de Competência................................................................................................... 219

CAPÍTULO Ili
MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO............................................................ 221

CAPÍTULO IV
AÇÃO. CONDIÇÕES DA AÇÃO.......................................................................... 223
1. Legitimidade.......................................................................................................................... 223
2. Impossibilidade Jurídica do Pedido................................................................................ 223
3. Interesse De Agir................................................................................................................... 223

CAPÍTULO V
PARTES E PROCURADORES NO PROCESSO DO TRABALHO.......................... 225
1. Jus Postulandi ......................................................................................................................... 225
2. Representação....................................................................................................................... 225
3. Advogado e Honorários Advocatícios ........................................................................... 227
4. Honorários Periciais............................................................................................................. 228
5. Justiça Gratuita...................................................................................................................... 229
6. Litisconsórcio ......................................................................................................................... 229
7. Intervenção de Terceiros.................................................................................................... 229

CAPÍTULO VI
ATOS PROCESSUAIS......................................................................................... 231
1. Notificação.............................................................................................................................. 231
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2. Prazos Processuais................................................................................................................ 231


3. Custas Processuais................................................................................................................ 233

CAPÍTULO VII
PETIÇÃO INICIAL •••••••••.•••.••••...••••.........••.•••••.•..•.......•......••••. !............................ 235
1. Indeferimento Liminar........................................................................................................ 235
2. Novo Valor da Causa e Mandado de Segurança......................................................... 235
3. Alçada ...................... ,................................................................................................................ 235
4. Comissão Paritária - Portuários....................................................................................... 235

CAPÍTULO VIII
TUTELA ANTECIPADA ..................................................._................................... 237

CAPÍTULO IX
AUDIÊNCIA ...........••.••.•....•.........•••.•••••••.•••••.••.••.•••.••••.......••••••••••••.•.•••••••.••••••.•.• 239
1·. Ausência Do Reclamante................................................................................................... 239
2. Revelia...................................................................................................................................... 239
3. Preposto.................................................................................................................................. 239
4. Conciliação............................................................................................................................. 239

CAPÍTULO X
RESPOSTA DO RÉU ........................................................................................... 241
1. Compensação........................................................................................................................ 241
2. Revelia...................................................................................................................................... 241

CAPÍTULO XI
PROVAS ••••••...••••••••..••.••••..•••.•••••••..•••.••••....••••..•••..••.••••.•••••.•.•••.•.••.....••••.••.•.•••.•• 243
1. ônus da Prova........................................................................................................................ 243
2. Prova Documental................................................................................................................ 243
3. Prova Testemunhal............................................................................................................... 244
4. Confissão................................................................................................................................. 244
5. Prova Pericial.......................................................................................................................... 244

CAPÍTULO XII
SENTENÇA......................................................................................................... 247

CAPÍTULO XIII
COISA JULGADA ............................................................................................... 249

CAPITULO XIV ~ .
RECURSO ......................................................... .,................................................ 251
1. Teoria Geral dos Recursos .................................................................................................. 251
1.1. Princípios recursais................................................................................................. 251
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Juízo de admissibilidade.......................................................................................
1.2. 252
Pressupostos recursais ...........................................................................................
1.3. 252
1.3.1. Legitimidade e ínteresse para recorrer............................................. 252
1.3.2. Tempestividade ........................................................................................ 253
1.3.3. Representação.......................................................................................... 254
1.3.4. Custas processuais ................................................................................... 255
1.3.5. Depósito Recursai.................................................................................... 256
1.3.6. Depósito de multas impostas pelo juízo.......................................... 257
1.4. Documentos.............................................................................................................. 257
1.5. Efeitos dos recursos................................................................................................ 257
1.6. Reexame necessário............................................................................................... 258
2. Recursos em Espécie........................................................................................................... 259
2.1. Embargos de declaração....................................................................................... 259
2.2. Recurso ordinário.................................................................................................... 259
2.3. Recurso de revista................................................................................................... 260
2.3.1. Prequestionamento ................................................................................ 260
2.3.2. Recurso de revista de acórdão regional que julga ação
rescisória ou mandado de segurança................................................ 260
2.3.3. Cabimento.................................................................................................. 261
2.3.4. Divergência Jurisprudencial ................................................................. 261
2.3.5. Violação literal de disposição de lei federal ou afronta,
direta e literal à Constituição Federal................................................ 263
2.3.6. Recurso de revista no rito sumaríssimo............................................ 263
2.4. Recurso de embargos à Seção de Dissídios Individuais do TST................ 263
2.4.1. Cabimento.................................................................................................. 263
2.4.2. Divergência Jurisprudencial ................................................................. 264
2.4.3. Embargos para a SDI no rito sumaríssimo....................................... 265
2.4.4. Embargos para a SDI na fase executiva ............................................ 266
2.5. Agravo de instrumento.......................................................................................... 266
2.6. Agravo de petição................................................................................................... 267
2.7. Agravo interno e regimental................................................................................ 267
2.8. Recurso adesivo....................................................................................................... 268

CAPITULO XV
EXECUÇÃO TRABALHISTA................................................................................ 269
1. Juros.......................................................................................................................................... 269
2. Correção Monetária............................................................................................................. 270
3. Contribuições Previdenciárias e Imposto de Renda.................................................. 271
4. Penhora.................................................................................................................................... 272
5. Depositário............................................................................................................................. 273
6. Embargos de Terceiros........................................................................................................ 273
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7. Empresas em liquidação Extrajudicial.......................................................................... 274


8. Entidade Pública................................................................................................................... 274

CAPÍTULO XVI
AÇÃO CAUTELAR.............................................................................................. 275

CAPÍTULO XVII
AÇÃO RESCISÓRIA............................................................................................ 277
1. Competência.......................................................................................................................... 277
2. legitimidade do Ministério Público do Trabalho e Litisconsórcio........................ 278
3. Decadência............................................................................................................................. 278
4. Pressupostos da Ação Rescisória..................................................................................... 279
4.1. Trânsito em julgado ................................................................................................ 279
4.2. Decisão de mérito................................................................................................... 280
5. Representação Processual. Procuração com Poderes Específicos para o
Ajuizamento de Reclamação Trabalhista. Irregularidade Verificada na
Fase Recursai.......................................................................................................................... 281
6. Petição Inicial......................................................................................................................... 281
7. Hipóteses de Cabimento.................................................................................................... 282
7.1. Incompetência absoluta........................................................................................ 282
7.2. Dolo ou colusão ........................................................................:.............................. 282
7.3. Coisa Julgada............................................................................................................ 282
7.4. Violação literal de disposição de lei................................................................... 283
7.4.1. Alcance da regra....................................................................................... 283
7.4.2. Decisão de mérito alicerçada em duplo fundamento.................. 284
7.4.3. Reexame de fatos e prova ..................................................................... 284
7.4.4. Pronunciamento explícito..................................................................... 284
7.4.5. Matéria controvertida nos Tribunais.................................................. 285
7.4.6. Casos específicos de violação literal de disposição de lei.......... 286
7.5. Docllmento novo..................................................................................................... 287
7.6. Ação rescisória para invalidar transação .......................................................... 288
7.7. Ação rescisória para invalidar confissão ...................... ~ .................................... 288
7.8. Ação rescisória fundada em erro de fato......................................................... 288
8. Respostas do Réu.................................................................................................................. 288
9. Recursos................................................................................................................................... 289
1O. Ação Cautelar para Suspender Execução da Decisão Rescindenda ..................... 289

CAPITULO XVIII
MANDADO DE SEGURANÇA............................................................................ 291
1. Valor da Causa e Prova Pré-Constituída........................................................................ 291
2. Cabimento.............................................................................................................................. 291
3. Contagem do Prazo para Impetração do Mandado de Segurança ...................... 294
4. Recursos................................................................................................................................... 294 ·
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tussoN O HENRIQUE • ROBERVAL
MI ESSA (ORRE!A ROCHA

CAPÍTULO XIX
DISS(OIO COLETIVO E AÇÃO OE CUMPRIMENTO........................................... 297
1. Dissídio Coletivo................................................................................................................... 297
2. Ação de Cumprimento........................................................................................................ 298

CAPÍTULO XX
HABEAS CORPUS.............................................................................................. 301

ÍNDICE EM ORDEM NUMÉRICA (STF) .•••.•••••.•••••••...•.••••••.•••.••••••••••••..•.•.••••...••. 305

ÍNDICE EM ORDEM NUMÉRICA (STJ)............................................................... 331

ÍNDICE EM ORDEM NUMÉRICA (TST) .••••.••....••...•••••••...•..••••.••.•••.••••••••••..•...•••• 3S9


1. Súmula do TST ....................................................................................................................... 359
2. Súmulas do STF ..................................................................................................................... 392
3. Orientações Jurisprudenciais da SDI - 1 do TST .................. :....................................... 392
4. Orientações Jurisprudenciais da SDI - li do TST ......................................................... 412
5. Orientações Jurisprudenciais da SDC do TST .............................................................. 420

ÍNDICE REMISSIVO........................................................................................... 425

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APRESENTAÇÃO
1
Esta obra tem o objetivo de agilizar a consulta da jurisprudência consoli-
dada, em vigor, dos Tribunais Superiores, servindo como ferramenta eficaz ao
operador do direito (procuradores, juízes, promotores de justiça, advogados e
professores).
Tem como finalidade, ainda, facilitar o estudo daqueles que se preparam
para concursos públicos das diferentes áreas jurídicas, vez que as súmulas e
também as orientações jurisprudenciais são, frequentemente, questionadas na
seleção pública.
Com a organização por temas, o leitor, ao procurar, por exemplo, a expres-
são bens públicos encontrará de modo rápido, efetivo e sistemático todas as sú-
mulas do STF e STJ relacionadas ao tema. Da mesma forma, se pretender loca-
lizar o assunto adicional de insalubridade ou recurso de revista encontrará toda a
jurisprudência relativa a essas matérias em um único tópico. Esse método, além
de facilitar a memorização, dinamiza o estudo da jurisprudência consolidada
dos Tribunais Superiores.
Caso o leitor busque o aprofundamento na matéria, com comentários e
detalhes da jurisprudência e da legislação atuais, indicamos nossos livros: Sú-
mulas do STF organizadas por assunto, anotadas e comentadas; Súmulas do STJ
organizadas por assunto, anotadas e comentadas; Súmulas e OrientaçõesJurispru-
denciais do TST comentadas e organizadas por assunto, todos publicados pela
Editora Juspodivm.
Por fim, esperamos que este livro possa alcançar nossa finalidade: facilitar a
vida de quern presta concursos, em especial, nas provas objetivas.

Os Autores

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. SÚMULAS
DO STF

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CAPÍTULO 1

DIREITO
ADMINISTRATIVO

SUMARIO .. 1. Atos administrativos - 2. Bens públicos - 3. Concurso público - 4. Desapropria-


ção - S. Poder de polícia - 6. Prescrição administrativa - 7. Processo administrativo disciplinar -
8. Servidor público: 8.1. Demissão; 8.2. Disponibilidade; 8.3. Remuneração; 8.4. Tempo de serviço;
8.5. Vitaliciedade; 8.6. Nomeação

" °'-'/-<"~,\ :V<\Y>Y:<:;o :;,,


1. ATOS ADMINISTRATIVOS , "<;.,\,-\)!_;;,\~1;·;;'·;:,~~1' \f:->

Pertencem ao domínio e administração da


União, nos termos dos artigos 4°, IV, e 186, da
Constituição Federal de 1967, as terras ocu-
A Administração Pública pode declarar a nu-
padas por silvícolas.
lidade dos seus próprios atos.

Os incisos i e XI do art. 20 da Constituição


A administração pode anular seus próprios Federal não alcançam terras de aldeamentos
atos, quando eivados de vícios que os tor- extintos, ainda que ocupadas por indígenas
nam ilegais, porque deles não se originam em passado remoto.
direitàs; ou revogá-los, por motivo de con-
3. CONCURSO PÚBLICO
veniência ou oportunidade, respeitados os
direitos adquiridos, e ressalvada, em todos º~'1f•'t/ml#.j~'lf1~~1J~I!<~"~~~
;y;}!~Y,~TI"'-__,,_""'*"' !J{..,"i'.~~;,,\, _____,,,,.,>< --·-- .,,. ~- :hn01-<1ü?0i'.-it~SS""'·
os casos, a apreciação judicial.
É inconstitucional toda modalidade de pro-
vimento que propicie ao servidor investir-se,
2. BENS PÚBLICOS
sem prévia aprovação em concurso público
destinado ao seu provimento, em cargo que
não integra a carreira na qual anteriormente
As concessões de terras devolutas situadas investido.
na faixa de fronteira, feitas pelos Estados,
autorizam, apenas, o uso, permanecendo o
domínio com a União, ainda que se mante- Só por lei se pode sujeitar a exame psko-
nha inerte ou tolerante, em relação aos pos- técnico a habilitação de candidato a cargo
suidores. público.

Dentro dó prazo de validade do concurso, o


As margens dos rios navegáveis são domínio candlélato aprovado tem o direito a nomea-
público, insuscetíveis de expropriação e, por ção, quando o cargo for preenchido sem ob-
isso mesmo, excluídas de indenização. servância da classificação.
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SUi\.\ULAS tussoN HENRIQUE • ROBERVAL
DO STF MIESSA • CORREIA ROCHA

Funcionário nomeado por concurso tem di- Pela demora no pagamento do preço da de-
reito a posse. sapropriação não cabe indenização comple-
mentar além dos juros.
50/>fULA N' 1JD-057f
SÚMULA~' 475 DO STF
A nomeação de funcionário sem concurso
pode ser desfeita antes da posse. A lei 4.686, de 21.06.1965, tem aplicação
imediata aos processos em curso, inclusive
em grau de recurso extraordinário.

O limite de idade para a inscrição em con- SJ~11~·~·476.eê'.~i61·~~~~1?-,~ .:::*"·-,n~t7:-r-,:--e1i;0t''


curso público só se legitima em face do art.
7°, XXX, da Constituição, quando possa ser Desapropriadas as ações de uma sociedade,
justificado pela natureza das atribuições do o poder desapropriante, imitido na posse,
cargo a ser preenchido. pode exercer, desde logo, todos os direitos
inerentes aos respectivos títulos.

É inconstitucional o veto não motivado à par-


ticipação de candidato a concurso público. Em desapropriação, é devida a correção mo-
netária até a data do efetivo pagamento da
indenização, devendo proceder-se à atuali-
4. DESAPROPRIAÇÃO
zação do cálculo, ainda que por mais de uma
vez.

Verificados os pressupostos legais para o


licenciamento da obra, não o impede a de-
A base de cálculo dos honorários de advoga-
claração de utilidade pública para desapro-
do em desapropriação é a diferença entre a
priação do imóvel, mas o valor da obra não
oferta e a indenização, corrigidas ambas mo-
se incluirá na indenização, quando a desa-
netariamente.
propriação for efetivada.

s6Mu0 -'NO:,t51-bô:Stp_: ~-:-~~:rrz~Tú~ '.~E'~ *_i,1't\ ~;-~ av SoMuL>\ ti". 61 s ôo sfr .


Na desapropriação, direta ou indireta, a taxa
t necessária prévia autorização do Presiden- dos juros compensatórios é de 12% (doze
te da República para desapropriação, pelos por cento) ao ano.
Estados, de empresa de energia elétrica.

Não contraria a Constituição o art. 15, § 1°,


No processo de desapropriação, são devidos do DL 3.365/41 (lei da Desapropriação por
juros compensatórios desde a antecipada Utilidade Pública).
imissão de posse, ordenada pelo juiz, por
motivo de urgência.
5. PODER DE POLICIA
'''"'~~Hl'"\14Kií:&;''"~'"'''.''i#lí~"FllllWilii
,. .,,.,,1, : •, ''·'iiw::;;"""'"lh~'•'!vi!•i!ij;'ii;,!"i~~· ~"""' ;~~gri!f1fléft~~~~/i~S,~-~~~;~:;
;§~M~LA NóJJ,§p<t_q1'.1~2:::; !-):~:~:_;'!/-:;?{''-: -f-'.~-c\"f ->~ f!J;1f'f1f
t competente o município para fixar o horá-
Na indenização por desapropriação incluem- rio de funcionamento de estabelecimento
-se honorários do advogado do expropriado. comercial.
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SUMUlAS
ÜiRElTO ADMINISTRATIVO
DO STí i

Ofende o ruin_çí~~DCQrrêru<ia-1~ É inadmissível segunda punição de servidor


municipal que impede a instalacão de esta- público, baseada no mesmo processo em
belecimentos comerciais do mesmo ramo que se fundou a primeira.
em determinada área.
--j
SOMÚ[A N; 3,~l)Ji!~ff ' \; ~~'. ::::
É necessário processo administrativo, com
O poder de polícia da Câmara dos Deputados ampla defesa, para demissão de funcionário
e do Senado Federal, em caso de crime come- admitido por concurso.
tido nas suas dependências, compreende, con- ''\''iX,l~é\''"1'.""''/ '·:i<, <"<''"'-'\--_'. ;1-\\'V-'1_-,.,,"1"·" i\f;\· ''\\' \
soante o regimento, a prisão em flagrante do
-~e a realização do tnquento.
'

SüMU0~'}1poSTF;;; .;'·>~.,,;:~. · "· ·


Funcionário em estágio probatório não pode
ser exonerado nem demitido sem inquérito
ou sem as formalidades legais de apuração
Os municípios têm competência para regular de sua capacidade.
o horário do comércio local, desde que não
infrinjam leis estaduais ou federais válidas. 8. SERVIDOR POBLICO
6. PRESCRIÇÃO ADMINISTRATIVA 8.1. Demissão

A prescrição em favor da Fazenda Pública Diretor de sociedade de economia mista


recomeça a correr, por dois anos e meio, a pode ser destituído no curso do mandato.
partir do ato interruptivo, mas não fica redu-
zida aquém de cinco anos, embora o titular
do direito a interrompa durante a primeira
metade do prazo. A nomeação a termo não impede a livre
demissão, pelo Presidente da República, de
«·.-f,'-'Y~

,,,_; <-i ~~-:~+_:,-;;~-\


ocupante de cargo dirigente de autarquia.

A prescrição das prestações anteriores ao 8.2. Disponibilidade


período previsto em lei não ocorre, quando
não tiver sido negado, antes daquele prazo,
o próprio direito reclamado, ou a situação ju-
rídica de que ele resulta. O estágio probatório não protege o funcio-
nário contra a extinção do cargo.
7. PROCESSO ADMINISTRATIVO DIS-
CIPLINAR

·~OM'UJ._:V1N2~111JN'~::~f!l~Tlt:«:;;r;_>,·~ : ; .~~~ii:Í~{; À falta de lei, funcionário em disponibilidade


não pode exigir, judicialmente, o seu apro-
A fa.lta de defesa técnica por advogado no veitamento; que fica subordinado ao critério
proCesso administrativo disciplinar não de conveniência da Administração.
ofende a Constituição.

t inconstitucional a vinculação do reajuste


Pela falta residual, não compreendida na ab- de vencimentos de servidores estaduais ou
solvição pelo juízo criminal, é admissível_ a municipais a índices federais de correção
punição administrativa do servidor público. monetária.
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8
DO STF M1ESSA • (ORREIA ROCHA

8.3. Remuneração

Süí<úLA V1NéuLAriTf'Nº 4 oo STF É inconstitucional a vinculação do reajuste de


vencimentos de servidores estaduais ou muni-
Salvo os casos previstos na Constituição Fe- cipais a índices federais de correção mon~tária.
deral, 1\) salário mínimo não poçie ser usado
como indexador de base de cálculo de van- ~úMf!I!t}t1Nçu0Ntf f!_º_ 5!J)g_-~!F, - -.- ~!~ - -
tagem de servidor público ou de emprega-
O reajuste de 28,86%, concedido aos ser-
do, nem ser substituído por decisão judicial.
vidores militares pelas Leis 8.622/1993 e
SúMULA VINCULA~ N' 15 DO srr:. 8.627 /1993, estende-se aos servidores civis
do Poder Executivo, observadas as eventu-
O cálculo de gratificações e outras vantagens ais compensações decorrentes dos reajustes
do servidor público não incide sobre o abo- diferenciados concedidos pelos mesmos di-
no utilizado para se atingir o salário mínimo. plomas legais.

SüMuLA V1Ntut.ÁNTÉNo 16 DO STF. SOMULA V1NcUlÂlltEN' 55 oos'fl'


Os artigos 7°, IV, e 39, § 3° (redação da EC O direito ao auxilio-alimentação não se es-
19/98), da Constituição, referem-se ao total da tende aos servidores inativos.
remuneração percebida pelo servidor público.
SüÁiut.A ,:, 0 ~59 oo S[F · .
SúMULA V1NCULANrr,,. 20 DO STF .
Ressalvada a revisão prevista em lei, os pro-
A Gratificação de Desempenho de Atividade ventos da inatividade regulam-se pela lei
Técnico-Administratlva - GDATA, instituída vigente ao tempo em que o militar, ou o ser-
pela Lei nº 10.404/2002, deve ser deferida vidor civil, reuniu os requisitos necessários.
aos inativos nos valores correspondentes a
37,5 (trinta e sete vírgula cinco) pontos no S/:/MfilJ.<fJó-671-(bdSfi'--°'" "'*tr{'·"I" 'ó<tr;io,i&:· <'\':.. -.~-~·~ --
_, - - -- '" "''"•",•',",',""-.'' - <\;J;oc'<i'\' '.-~;·
período de fevereiro a maio de 2002 e, nos
termos do artigo 5°, parágrafo único, da Lei Os servidores públicos e os trabalhadores em
nº 10.404/2002, no período de junho de geral têm direito, no que concerne à URP de
2002 até a conclusão dos efeitos do último abril/maio de 1988, apenas ao valor correspon-
ciclo de avaliação a que se refere o artigo 1° dente a 7/30 de 16, 19% sobre os vencimentos
da Medida Provisória nº 198/2004, a partir da e salários pertinentes aos meses de abril e maio
qual passa a ser de 60 (sessenta) pontos. de 1988, não cumulativamente, devidamente
corrigido até o efetivo pagamento.
~ü:WUiff'Vi~a~'.~~-ff~T#J\~l~\~1~~~~~t:,
A Gratificação de Desempenho de Atividade
de Seguridade Social e do Trabalho - GDA- Não ofende a Constituição a correção mone-
SST, instituída pela Lei 10.483/2002, deve tária no pagamento com atraso dos venci-
ser estendida aos inativos no valor corres- mentos de servidores públicos.
pondente a 60 (sessenta) pontos, desde o
advento da Medida Provisória 198/2004, 8.4. Tempo de serviço
convertida na Lei 10.971/2004, quando tais
inativos façam jus à paridade constitucional
sâ~il;;;V,"P/1AM!'if>'ú.ti!srf, ,,
(EC 20/1998, 41/2003e47/2005).
Aplicam-se ao servidor público, no que cou-
S,'aAii_0_:Y!!J,~.~:;;f;:~·-~~;t?R,§i~;'.~~~~~{:l~!t~t~~&\~ ber, as regras do regime geral da previdência
social sobre aposentadoria especial de que
Não cabe ao Poder Judiciário, que não tem
trata o artigo 40, § 4°, inciso Ili da Constitui~
função legislativa, aumentar vencimentos
de servidores públicos sob o fundamento de ção Federal, até a edição de lei complemen-
isonomia. tar específica.
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SUMULAS
ÜIREITO AOMINISTRATlVO
DO STF

SüMUlANº 567ooSTF SOMUlA N' 47 DO STF


A Constituição, ao assegurar, no § 3°, do art. Reitor de universidade não é livremente de-
102, a contagem integral do tempo de ser- missível pelo Presidente da República duran-
viço público federal, estadual ou municipal te o prazo de sua investidura.
para os efeitos de aposentadoria e disponibi-
lidade não proíbe à União, aos Estados e aos 8.6. Nomeação
Municípios mandarem contar, mediante lei,
para efeito diverso, tempo de serviço presta- _SüÃúJii Í'tNcuiiNfE' ~o 1~-_o(/5TF
do a outra pessoa de direito público interno.
A nomeação de cônjuge, companheiro ou
parente em linha reta, colateral ou por afini-
8,5, Vitaliciedade dade, até o terceiro grau, inclusive, da auto-
ridade nomeante ou de servidor da mesma
SOMULA N' 36 oo STF pessoa jurídica, investido em cargo de dire-
ção, chefia ou assessoramento, para o exer-
Servidor vitalício está sujeito a aposentado-
cício de cargo em comissão ou de confiança,
ria compulsória, em razão da idade.
ou, ainda, de função gratificada na Adminis-
tração Pública direta e indireta, em qualquer
dos Poderes da União, dos Estados, do Distri-
Desmembramento de serventia de justiça to Federal e dos municípios, compreendido
não viola o princípio de vitaliciedade do ser- o ajuste mediante designações recíprocas,
ventuário. viola a Constituição Federal.

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CAPÍTULO 11

DIREITO CIVIL

SUMARIO • 1. Compromisso de compra e venda de imóveis - 2. Concubinato - 3. Contratos -


4. Desquite - 5. Direitos de vizinhança - 6. Pena de comisso - 7. Prescrição-8. Proteção possessória -
9. Regime de bens - 1O. Responsabilidade civil - 11. Usucapião - 12. Outros

1. COMPR()MISSO DE COMPRA E VEN-


DA DE IMÔVEIS
A vida em comum sob o mesmo teto, "more
uxorio", não é indispensável à caracterização
do concubinato.
É inadmissível o arrependimento no com-
promisso de compra e venda sujeito ao regi- 3. CONTRATOS
me do Dec.-Lei 58, de 10.12.1937.

É válida a cláusula de' eleição do foro para os


Não se aplica o regime do Dec.-lei 58, de processos oriundos do contrato.
10.12.1937, ao compromisso de compra e
venda não inscrito no registro imobiliário,
salvo se o promitente veÍldedor se obrigou a
efetuar o registro. No compromisso de compra e venda com
cláusula de arrependimento, a devolução do
sinal, por quem o deu, ou a sua restituição
em dobro, por quem o recebeu, exclui in-
Para os efeitos do Dec.-Lei 58, de 10.12.1937,
denização maior a título de perdas e danos,
admite-se a inscrição imobiliária do compro-
salvo os juros moratórias e os encargos do
misso de compra e venda no curso da ação.
processo.

O compromisso de compra e venda de imó-


veis, ainda que não loteados, dá direito à A compra e venda de automóvel não preva-
execução compulsória, quando reunidos os lece contra terceiros, de boa-fé, se o contrato
requisitos legais. não foi transcrito no registro de títulos e do-
cumentos.
2. GONCUBINATO
4.DESQUITE

Comprovada a existência de sociedade de


fato entre os concubinas, é cabível a sua dis- Na ação de desquite, os alimentos são devi-
solução judicial, com a partilha do patrimô- dos desde a inicial e não da data da decisão
nio adquirido pelo esforço comum. · que os concede.
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SUMULAS ÉLISSON @' HENRIQUE RoBERVAL
0
DOSTF MI ESSA CORREIA ROCHA

o próprio direito reclamado, ou a situação ju-


SúMUlA N' 305 DO STF
rídica de que ele resulta
Acordo de desquite ratificado por ambos os
cônjuges não é retratável unilateralmente. B. PROTEÇÃO POSSESSÓRIA

SOMUlA N'37J DD STF SúMUtA N' 415 00 STF


No acordo de desquite não se admite renún- Servidão de trânsito não titulada, mas toma-
cia aos alimentos, que poderão ser pleitea- da permanente, sobretudo pela natureza das
dos ulteriormente, verificados os pressupos- obras realizadas, considera-se aparente, con-
tos legais. ferindo direito a proteção possessória.

5. DIREITOS DE VIZINHANÇA 9. REGIME DE BENS


SúMUlAN' 120[)QSTF
SúMUtA N' 377 ooSTF
Parede de tijolos de vidro translúcido pode
No regime de separação legal de bens, co-
ser levantada a menos de metro e meio do
municam-se os adquiridos na constância do
prédio vizinho, não importando servidão so-
casamento.
bre ele.

6. PENA DE COMISSO 1 O. RESPONSABILIDADE CIVIL

O enfiteuta pode purgar a mora enquanto O estabelecimento bancário é responsável


não decretado o comisso por sentença. pelo pagamento de cheque falso, ressalva-
das as hipóteses de culpa exclusiva ou con-
corrente do correntista.
,, ,,,-
Depende de sentença a aplicação da pena de
·SúMUJÂN'35boSTF '
comisso.
Em caso de acidente do trabalho ou de trans-
7. PRESCRIÇÃO porte, a concubina tem direito de ser indeni-
zada pela morte do amásio, se entre eles não
so~LA: iJài14g_-~$T~:t~~f~~\§',,1~zt1df3·--~t~~~1~s~g±-i0 havia impedimento para o matrimônio.
t: imprescritível a ação de investigação de
paternidade, mas não o é a de petição de
herança.
Cobrança excessiva, mas de boa fé, não dá lu-
5úMUi:AJ!-?J,5ppg~TEtui::'r,r,":, 0\\71;;i;:r,,· .\\.:.;~---!~MQ\':c:'f gar às sanções do art. 1.531 do Código Civil.
Prescreve a execução no mesmo prazo de
prescrição da ação.
Em contrato de transporte, é inoperante a
soi.iúl.Á!kl54tíbSTF' . . cláusula de não indenizar.
Simples vistoria não interrompe a prescrição.

A responsabilidade contratual do transpor-


A prescnçao das prestações anteriores ao tador, pelo acidente com o passageiro, não
período previsto em lei não ocorre, quando é elidida por culpa de terceiro, contra o qual
não tiver sido negado, antes daquele prazo, tem ação regressiva.
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SUMULAS
ÜJREITO ÜVIL
DO STF

SúMUlA N'.188 DD STF danos por este causados a terceiro, no uso


do carro locado.
O segurador tem ação regressiva contra o
causador do dano, pelo que efetivamente sol.iuJ.)j> 562 oo:SiF
pagou, até o limite previsto no contrato de Na indenização de danos materiais decorren-
seguro. tes de ato ilícito cabe a atualização de seu va-
lor, utilizando-se, para esse fim, dentre outros
SúMUtA N'.314 00 STF ..
critérios, os índices de correção monetária.
Na composição do dano por acidente do tra-
11. USUCAPIÃO
balho, ou de transporte, não é contrário à lei
tomar para base da indenização o salário do SóMUIA N' 23700.STF
tempo da perícia ou da sentença.
O usucapião pode ser arguido em defesa.
SúMUlA N' 490 00 STF
A pensão correspondente à indenização
SúMuJ.)j> 34000 STP
oriunda de responsabilidade civil deve ser Desde a vigência do Código Civil, os bens do-
calculada com base no salário-mínimo vi- minicais, como os demais bens públicos, não
gente ao tempo da sentença e ajustar-se-á podem ser adquiridos por usucapião.
às variações ulteriores.
12.0UTROS

soíXuU:li• íf/Jilôstf·
É indenizável o acidente que cause a morte
de filho menor, ainda que não exerça traba- É resgatável a enfiteuse instituída anterior-
lho remunerado. mente à vigência do Código Civil.

A empresa locadora de veículos responde, A cláusula de inalienabilidade inclui a inco-


civil e so!idariamente com o locatário, pelos municabilidade dos bens.

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CAPÍTULO lll

DIREITO CONSTITUCIONAL
SUMARIO• 1. Açõ1s constitucionais: 1.1. Ação popular; 1.2. Ação de constitucionalidade; 1.3.
Mandado de segurança; 1.4. "Habeas corpus" - 2. Competência legislativa -3. Direitos fundamen-
tais - 4. Direitos políticos - 5. Imunidade parlamentar - 6. Magistratura - 7. Ministério público -
8. Precatórios -9. Processo legislativo-10. Repartição de receitas tributárias - 11. Sistema finan-
ceiro nacional - 12. Tribunal de contas

1. AÇÕES CONSTITUCIONAIS
A definição dos crimes de responsabilidade
1.1. Ação popular
e o estabelecimento das respectivas normas
Vide súmulas no capítulo Direito Processual de processo e julgamento são da competên-
Civil -Ação Popular. cia legislativa privativa da União.

1.2. Ação de constitucionalidade 3. DIREITOS FUNDAMENTAIS

Vide súmulas no capítulo Direito Processual


Civil - Ação de constitucionalidade.
Ofende a garantia constitucional do ato jurí-
dico perfeito a decisão que, sem ponderar as
1.3. Mandado de segurança circunstâncias do caso concreto, desconside-
Vide súmulas no capftufo Mandado de Segu· ra a va\idez e a eficácia de acordo constante
rança. de termo de adesão instituído pela lei Com-
plementar 110/2001.
1.4. "Habeas corpus" '~rl<Vi~V~#iffjfiitJ'5Tf L'.
'"'•'• ,<;' ·, ~·->'"•·~-.·e-·'"''~\._"·/"

Vide súmulas no capítulo Direito Processual Só é lícito o uso de algemas em casos de re-
Penal~ "Habeas corpus~ sistência e de fundado receio de fuga ou de
perigo à integridade física própria ou alheia,
2. COMPET~NCIA LEGISLATIVA por parte do preso·ou de terceiros, justificada
a excepcionalidade por escrito, sob pena de
responsabilidade disciplinar, civil e penal do
agente ou da autoridade e de nulidade da pri-
É inconstitucional a lei ou ato normativo es- são ou do ato processual a que se refere, sem
tadual ou distrital que disponha sobre siste- prejuízo da responsabilidade civil do Estado.
mas de consórcios e sorteios, inclusive bin-
gos é.Joterias.

É direito do defensor, no interesse do repre-


sentado, ter acesso amplo aos elementos de
Compete privativamente à União legislar so- prova que, já documentados em procedimen-
bre vencimentos dos membros das polícias to investigatório realizado por órgão com
civil e militar e do corpo de bombeiros mili- competência de polícia judiciária, digam res-
tar do Distrito Federal. peito ao exercício do direito de defesa.
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SUlvlULAS
DO STF
ÊLISSON
MI ESSA • HENRIQUE
CoARE1A
0
RoBERVAL
ROCHA

7. MINISTÉRIO PÚBLICO
50Mut.A V!NcúIAf.rrE N" 21. DO STF

É inconstitucional a exigência de depósito


ou arrolamento prévios de dinheiro ou bens O Ministério Público tem legitimidade para
para admissibilidad~· de recurso administra- promover ação civil pública cujo fundamen-
1
tivo. to seja a ilegalidade de reajuste de mensali-
dades escolares.
SüMUú.V1ticut.Af.rrE Nº 25 DÓ STF·
8. PRECATÓRIOS
É ilícita a prisão civil de depositário infiel,
qualquer que seja a modalidade do depósito.
Durante o período previsto no parágrafo 1°
5úMULA V1NCULAN1f Nº 28 DO STF do artigo 1DO da Constituição, não incidem
juros de mora sobre os precatórios que nele
É inconstitucional a exigência de depósito sejam pagos.
prévio como requisito de admissibilidade de
ação judicial na qual se pretenda discutir a SüMulA N" 655 ao STF
exigibilidade de crédito tributário.
A exceção r,revista no art. 100, caput, da
Constituição, em favor dos créditos de na-
SúMUIA N" 654 ao STF:
tureza alimentícia, não dispensa a expedi··
A garantia da irretroatividade da lei, prevista ção de precatório, limitando-se a isentá-los
no art. 5°, XXXVI, da Constituição da Repúbli- da observância da ordem cronológica dos
ca, não é invocável pela entidade estatal que precatórios decorrentes de condenações de
a tenha editado. outra natureza.
9. PROCESSO LEGISLATIVO
4. DIREITOS POLÍTICOS

A medida provisória não apreciada pelo Con-


A dissolução da sociedade ou do vínculo gresso Nacional podia, até a E-menda Cons~
conjugal, no curso do mandato, não afasta a titucional 32/2001, ser reeditada dentro do
inelegibilidade prevista no§ 7° do artigo 14 seu prc:i.zo de eficácia de trinta dias, mantidos
da Constituição Federal. os efeitos de lei desde a primeira edição.
10. REPARTIÇÃO DE RECEITAS TRIBU-
5. IMUNIDADE PARLAMENTAR TARIAS

A imunidade parlamentar~ se estende ao É inconstitucional lei estadual que, a título


~ s~ essa prerrogativa. de incentivo fiscal, retém parcela do ICMS
pertencente aos municípios.
6. MAGISTRATURA

Não podem os Estados, a título de ressarci-


mento de despesas, reduzir a parcela de 20%
Integrante de lista de candidatos a determi- do produto da arrecadação do imposto de
nada vaga da composição de tribunal é parte circulação de mercadorias, atribuídas aos
legítima para impugnar a validade da nome- Municípios pelo art. 23, § 8°, da Constituição
ação de concorrente. Federal.
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SUMULAS
DIREIW CONSTITUCIONAL
DOS rF

11. SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

A revogação ou anulação, pelo Poder Exe-


É constitucional o § 2° do art. 6° da L
cutivo, de aposentadoria, ou qualquer outro
8.024/90, resultante da conversão da MPr ato aprovado pelo Tribunal de Contas, não
168/90, que fixou o BTN fiscal como índice produz efeitos antes de aprovada por aquele
de correção monetária aplicável aos depósi- tribunal, ressalvada a competência revisora
tos bloqueados pelo Plano Collor 1. do Judiciário.
SÚMÚfA/,i>J~lMST:fi:; ;y\\ 'ios..á
i .• A!•
12. TRIBUNAL DE CONTAS
O Tribunal de Contas, no exercício de suas
SúMUIA v1ucu1A!fil';;óitosff , • atribuições, pode apreciar a constituciona-
Nos processos perante o Tribunal de Con- lidade das leis e dos atos do Poder Público.
tas da União asseguram-se o contraditório
e a ampla defesa quando da decisão puder
resultar anulação ou revogação de ato admi- No Tribunal de Contas estadual, composto
nistrativo que beneficie o interessado, exce- por sete conselheiros, quatro devem ser es-
tuada a apreciação da legalidade do ato de colhidos pela Assembleia Legislativa e três
concessão inicial de aposentadoria, reforma pelo chefe do Poder Executivo estadual, ca-
e pensão. bendo a este indicar um dentre auditores e
outro dentre membros do Ministério Público,
e um terceiro à sua livre escolha.

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CAPÍTULO IV

DIREITO DO TRABALHO

SUMARIO• 1. Acidente do trabalho - 2. Estabilidade - 3. Falta grave - 4. FGTS - 5. Habitualida-


de - 6. Indenização - 7. Insalubridade - 8. Salário - 9. Serviço noturno - 1O. Servidor público -
11. Sindicatos - 12. Outros

1. ACIDENTE. DO TRABALHO
É de decadência o prazo de trinta dias para
instauração do inquérito judicial, a contar da
Em caso de acidente do trabalho ou de trans- suspensão, por falta grave, de empregado
porte, a concubina tem direito de ser indeni- estável.
zada pela morte do amásio, se entre eles não
havia impedimento para o matrimônio. 4.FGTS

Incide o percentual do Fundo de Garantia do


Tempo de Serviço (FGTS) sobre a parcela da
remuneração correspondente a horas extra-
ordinárias de trabalho.

5. HABITUALIDADE
Na composição do dano por acidente do tra-
balho, ou de transporte, não é contrário à lei
tomar para base da indenização o salário do As gratificações habituais, inclusive a de Na-
tempo da pericia ou da sentença. tal, consideram-se tacitamente convencio-
nadas, integrando o salário.
2. ESTABILIDADE

O salário-produção, como outras modalida-


des de salário-prêmio, é devido, desde que
A garantia da estabilidade provisória prevista
verificada a condição a que estiver subordi-
noart. 10, li, a, do ADCT, também se aplica ao
nado, e não pode ser suprimido unilateral-
suPlente do cargo de direção de comissões
mente pelo e.mpregador, quando pago com
internas de prevenção de acidentes {CIPA).
habitualidade.
3. FALTA GRAVE
~~~~tt;~~~.~l'~(~;g
No cálculo da indenização por despedida
injusta, incluem-se os adicionais, ou gratifi-
A simples adesão à greve não constitui falta cações, que, pela habitualidade, se tenham
grave. incorporado ao salário.
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SUMULAS ÉuSSON • HENRIQUE RoBEAVAL
8
DO STF MI ESSA CORREIA ROCHA

6. INDENIZAÇÃO so.ldvA'N' 202 oo sTF


SOMuLA NfÍf~ dp STF Na equiparação de salário, em caso de tra-
balho igual, toma-se em conta o tempo de
Para a indenização devida a empregado que
serviço na função, e não no emprego.
tinha direito a ser readmititilo, e não foi, le-
vam-se em conta as vanta~ens advindas a SúMliLA li" 46 Í DO STF
sua categoria no período do afastamento.
É duplo, e não triplo, o pagamento do salário
nos dias destinados a descanso.
A indenização devida a empregado estável,
9. SERVIÇO NOTURNO
que não é readmitido ao cessar sua aposen-
tadoria, deve ser paga em dobro. SüMULA li" 213 DO STF
SúMUÍÂ tfi 4i;3 DO STF Ê devido o adicional de serviço noturno, ain-
da que sujeito o empregado ao regime de
Para efeito de indenização e estabilidade,
revezamento.
conta-se o tempo em que o empregado
esteve afastado, em serviço militar obriga-
tório, mesmo anteriormente à Lei 4.072, de
01.06.62. A duração legal c;la hora de serviço noturno
(52 minutos e 30 segundos) constitui vanta-
7. INSALUBRIDADE gem suplementar, que não dispensa o salá-
rio adicional.

É competente o Ministro do Trabalho para a


especificação das atividades insalubres. Provada a identidade entre o trabalho diurno
e o noturno, é devido o adicional, quanto a
SüMUÍÂ ifi460 DO STF este, sem a limitação do art. 73, § 3°, da CLT,
Para efeito do adicional de insalubridade, a independentemente da natureza da ativida-
perícia judicial, em reclamação trabalhista, de do empregador.
não dispensa o enquadramento da atividade
entre as insalubres, que é ato da competên-
cia do Ministro do Trabalho e Previdência Vigia noturno tem direito a salário adicional.
Social.
10. SERVIDOR PÚBLICO
B.SALÃRIO

~º~~~·:Y1~0!~iti:€~·~.eb~rt:~::~::~~;t&~.~~:;~:.;"~ São inconstitucionais os incisos 1e Ili do art.


Salvo os casos previstos na Constituição Fe- 7° da Lei 8.162/91, que afastam, para efeito
deral, o salário mínimo não pode ser usado de anuênlo e de licença-prêmio, a contagem
como indexador de base de cálculo de van- do tempo de serviço regido pela CLT dos ser-
tagem de servidor público ou de emprega- vidores que passaram a submeter-se ao regi-
do, nem ser substituído por decisão judicial. me jurídico único.
'.•:W:!'.!'!.':O"~'.'
~u·ma ' ''lfi!liiR'!!c,l}*l''''~~ii\_'1"":·.2·
O salário das férias do empregado horista A fixação de vencimentos dos servidores
corresponde à média do período aquisitivo, públicos não pode ser objeto de convenção
não podendo ser inferior ao mínimo. coletiva.
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SUMULAS
DIREITO DO TRABALHO
DO STF

11. SINDICATOS

SüMULA.,,. 197 DO STF Conta-se a favor de empregado readmitido


O empregado com representação sindical só o tempo de serviço anterior, salvo se houver
pode ser despedido mediante inquérito em sido despedido por falta grave ou tiver rece-
que se apure falta grave. bido a indenização legal.

SúMU!A Nº 677 DO STF


Até que lei venha a dispor a respeito, incum- A transferência de estabelecimento, ou a sua
be ao Ministério do Trabalho proceder ao extinção parcial, por motivo que não seja de
registro das entidades sindicais e zelar pela força maior, não justifica a transferência de
observância do princípio da unicidade. empregado estável.
12.0UTROS
SüMOLA.'N" 225 00 STF .
SOMUl.A V1NcU1.ANTi Nº 53 da Sft: Não é absoluto o valor probatório das anota-
A competência da Justiça do Trabalho previs- ções da carteira profissional.
ta no artigo 114, inciso VIII, da Constituição
Federal alcança a execução de ofício das con- :soM~t;.~'&.22-i'&i~ff:Ji0\~0;J,-:J; "'"'0.;;: ;:!t«;:}
tribuições previdenciárias relativas ao objeto A concordata do empregador não impede
da condenação constante das sentenças que a execução de crédito nem a reclamação de
proferir e acordos por ela homologados. empregado na Justiça do Trabalho.

Ainda que exerça atividade rural, o empre~


gado de empresa industrial ou comercial é Os intervalos fixados para descanso e ali-
classificado de acordo com a categoria do mentação durante a jornada de seis horas
empregador. não descaracterizam o sistema de turnos
ininterruptos de revezamento para o efeito
do art. 7°, XIV, da Constituição.
Tem direito ao adicional de serviço perigoso
o empregado de posto de revenda de com-
bustível líquido.

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CAPÍTULO V

DIREITO
EMPRESARIAL

SUMARIO• 1. Exibição de livros - 2. Falência e concordata - 3. Responsabilidade no transporte


mercantil -4. Títulos de crédito

1. EXIBIÇÃO OE LIVROS ta, cabe, quando, ainda que consumida ou


transformada, não faça o devedor prova de
haver sido alienada a terceiro.
O exame de livros comerciais, em ação judi-
3. RESPONSABILIDADE NO TRANS·
cial, fica limitado às transações entre os liti-
PORTE MERCANTIL
gantes.
' ··~'

:$g11u~,·~:):~cl·ê§;~IF::illiL:~\t: %\fy;f/ ,,
Prescreve em um ano a ação do segurador
A exibição judicial de livros comerciais pode sub-rogado para haver indenização por ex-
ser requerida como medida preventiva. travio ou perda de carga transportada por
navio.
2. FAL~NCIA E CONCORDATA
4. TITULOS DE CRÉDITO

Para a restituição prevista no art 76, parágra- $0Afü[,. ~ 1 ªg Q(Í $[1:~[' .:,;~!tj '.•.·•· i ··. •
fo 2, da Lei de Falências, conta-se o prazo de Avais em branco e superpostos consideram-
quinze dias da entrega da coisa e não da sua -se simultâneos e não sucessivos.
remessa .

.sii~uél #:. 4iJgo STF•. A cambial emitida ou aceita com omissões,


Pode ser objeto de restituição, na falência, ou em branco, pode ser completada pelo
dinheiro em poder do falido, recebido em credor de boa-fé antes da cobrança ou do
nome de outrem, ou do qual, por lei ou con- protesto.
trato, não tivesse ele a disponibilidade.
."SQMU~.~:6Qõft;;J·:~'f#Jlr'.~f,~j~~~t<.;;it..:~; ~;_·.:; ;'.
Cabe ação executiva contra o emitente e
A reStituição em dinheiro da coisa vendida seus avalistàs, ainda que não apresentado o
a crédito, entregue nos quinze dias anterio- cheque ao sacado no prazo legal, desde que
res ao pedido de falência ou de concorda- não prescrita a ação cambiária.

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CAPÍTULO VI

DIREITO
INTERNACIONAL

SUMARIO• 1. Expulsão- 2. Extradição- 3. Homologação de sentença estrangeira

1.EXPULSÃO 3. HOMOLOGAÇÃO DE SENTENÇA ES·


TRANGEIRA
SVMULA N" 1 óCi STF
É vedada a expulsão de estrangeiro casado
Süí.<ÚLAN" 3Íl 1iJo STF
com brasileira, ou que tenha filho brasileiro, Não se homologa sentença de divórcio obti-
dependente da economia paterna. da por procuração, em país de que os cônju-
ges não eram nacionais.
2. EXTRADIÇÃO

Não se homologa sentença proferida no es-


Não impede a extradição a circunstância de
trangeiro sem prova do trânsito em julgado.
ser o extraditado casado com brasileira ou
ter filho brasileiro.

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CAPÍTULO Vil

DIREITQ PENAL E
EXECUÇAO PENAL

SUMARIO• 1. Pena: 1.1. Aplicação da lei penal; 1.2. Execução penal; 1.3. Regime de cumprimento
da pena; 1.4. "Sursis" - 2. Prescrição penal - 3. Tipificação penal

1.PENA
A pena unificada para atender ao límite de
1.1. Aplicação da lei penal trinta anos de cumprimento, determinado
pelo art. 75 do Código Penal, não é conside-
rada para a concessão de outros benefícios,
como o livramento condicional ou regime
Alei penal mais grave aplica-se ao crime con- mais favorável de execução.
tinuado ou ao crime permanente, se a sua vi-
gência é anterior à cessação da continuidade 1.3. Regime de cum·primento da pena
ou da permanência.

1.2. Execução penal Para efeito de progressão de regime no cum-


primento de pena por crime hediondo, ou
equiparado, o juízo da execução observará
a inconstitucionalidade do art. 2° da Lei n°
O disposto no artigo 127 da Lei nº 7.210/1984 8.072, de 25 de julho de 1990, sem prejuízo
(Lei de Execução Penal) foi recebido pela de avaliar se o condenado preenche, ou não,
ordem constitucional vigente, e não se lhe os requisitos objetivos e subjetivos do bene-
aplica o limite temporal previsto no caput do fício, podendo determinar, para tal fim, de
artigo 58. modo fundamentado, a realização de exame
criminológico.
fó~LtVi~tü;;.~TE'fiO
' '·, '•' ' · '
56' bo STF~>"·; zt>t*(~J·P.~Y:,·:»t'ff
' ' ' ',·,·,.,_, ....

A falta de estabelecimento penal adequado


não autoriza a manutenção do condenado Admite-se a progressão de regime de cum-
em regime prisional mais gravoso, deven- primento da pena ou a aplicação imediata
do-se observar, nesta hipótese, os parâme- de regime menos severo nela determinada,
tros fixados no Recurso Extraordinário (RE) antes do trânsito em julgado da sentença
condenatória.
64132à.

Não impede a progressão de regime de exe-


Transitada em julgado a sentença condena- cução da pena, fixada em sentença não tran-
tória, compete ao juízo das execuções a apli- sitada _em julgado, o fato de o réu se encon-
cação de lei mais benigna. trar em prisão especial.
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SUMULAS EussoN HENRIQUE RoBERVAL
3 0
DO STF MIESSA CORREIA ROCHA

SúMUtA N" 718 00 STF 3. TIPIFICAÇÃO PENAL

A opinião do julgador sobre a gravidade em SQMCK;."\f1NéULAN!f;No:24, D'0'$TF


abstrato do crime não constitui motivação Não se tipifica crime material contra a ordem
idônea para a imposição de regime mais tributária, previsto no art. 1°, incisos 1 a.,IV, da
severo do que o permitido segundo a penb Lei nº 8.137/90, antes do lançamento Çefini-
aplicada. tivo do tributo.
SúMUlA N" 719 DO STF SúMU/.A VINCULANTE Nº 46 DO STF
A imposição do regime de cumprimento A definição dos crimes de responsabilidade
mais severo do que a pena aplicada permitir e o estabelecimento das respectivas normas
exige motivação idônea. de processo e julgamento são da competên-
cia legislativa privativa da União.
1.4. nsursis"
SóMUtAN' 145 DDSTF
SüMuiA N"499 oo STF
Não há crime, quando a preparação do fla-
Não obsta a concessão do usursis" condena- grante peta polícia torna impossível a sua
ção anterior a pena de multa. consumação..

2. PRESCRIÇÃO PENAL sÔi:wl/~•246bo5TF ··


SüMUiAtf 146 DO STF Comprovado não ter havido fraude, não se
configura o crime de emissão de cheque sem
A prescrição da ação penal regula-se pela fundos.
pena concretizada na sentença, quando não
há recurso da acusaçãO.

so1.1oiJ.1f./d'497.1JlJSfFií~;ic!i1' Há crime de latrocínio, quando o homicídio


se consuma, ainda que não se realize o agen-
Quando se tratar de crime continuado, a te a subtração de bens da vítima.
prescrição regula-se pela pena imposta na
sentença, não se computando o acréscimo :,..-j)°'·'·;,.~>'6·-r.2··Jit6-T.t:t5··,.;;;ç'\ ov.t"ctéi'~vifo3,;~~"'f0'"'>'&i".!S· ·
?U~Út:A'N .1~ vuu,:· !F". .·~<_ ::.·l"·::~:~'.'~.::·,'.·:::;/f•\~Z.:.'.'"\:."' '
decorrente da continuação.
O art. 309 do Código de Trânsito Brasileiro,
que reclama decorra do fato perigo de dano,
derrogou o art. 32 da Lei das Contravenções
Nos crimes falimentares, aplicam-se as cau- Penais no tocante à direção sem habilitação
sas interruptivas da prescrição, previstas no em vias terrestres.
Código Penal.

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CAPÍTULO Vlll

DIREITO~
PREVIDENCIARIO

SUMÁRIO• 1. Benefícios previdenciários - 2. Contribuições previdenciárias

1. BENEFICIOS PREVIDENCIÁRIOS 2. CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIARIAS


SOMulA,,o6s7.oos'tF ,,,, So~ÜiÀ ri241 I!OSTÊ
A revisão de que trata o art. 58 do ADCT não A contribuição previdenciária incide sobre o
se aplica aos benefícios previdenciários con- abono incorporado ao salário.
cedidos após a promulgação da Constituição ., '!'·'.·'"°'.'".>><\<,.,.,, '""•';;;\t'.{\7/'.''.\:·.:·. ',··· ' '
de 1988. S. óMVLl N" ~88 Po ~' &;1, r;'/it' .•• • i. i'C\'./i.,.;.

É legítima a incidência da contribuição previ-


denciária sobre o 13° salário.

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CAPÍTULO IX

DIREITO
PROCESSUAL CIVIL
1

SUMÁRIO• 1. Ações: 1.1. Ação direta de inconstitucionalidade; 1.2. Ação popular; 1.3. Ação res-
cisória - 2. Citação e intimação - 3. Competênda: 3.1. Competência da justiça estadual; 3.2. Com-
petência da justiça federal; 3.3. Competência originária do STF; 3.4. Competência territorial; 3.5.
Eleição de foro; 3.6. Intervenção da união; 3.7. Sociedades de economia mista - 4. Execução fiscal
- 5. Extinção qo processo - 6. Honorários advocatícios - 7. Uminares - 8. Preclusão - 9. Procura-
dor - 1O. Provas - 11. Reclamação constitucional - 12. Reconvenção - 13. Recursos: 13.1. Agravo;
13.2. Apelação; 13.3. Embargos de declaração; 13.4. Embargos infringentes; 13.5. Prazos; 13.6. Re-
curso extraordinário; 13.6.1. Admissibilidade - vários fundamentos; 13.6.2. Fungibilidade; 13.6.3.
Hipóte-ses de cabimento; 13.6.4. Prazo; 13.6.S. Prequestionamento; 13.6.6. Requisitos formais;
13.6.7. Outros - 14. Regimento interno do STF: 14.1. Embargos de divergência; 14.2. Emendas ao
regimento; 14.3. Impedimentos - 15. Remessa neCessária-16. Reserva de plenário-17. Revelia -
18. Valor da causa

1.AÇÕES
1.1. Ação direta de inConstitucionali- A decisão na Ação Direta de Constituciona-
dade lidade n° 4 não se aplica à antecipação de
tutela em causa de natureza previdenciária.

1.2. Ação popular


Não há prazo de decadência para a repre-
sentação de inconstitucionalidade prevista
no art. 8°, parágrafo único, da Constituição
Federal. Pessoa jurídica não tem legitimidade para
propor ação popular.

Somente o Procurador-Geral da Justíça tem


1.3. Ação rescisória
leghimidade para propor ação direta inter-
ventiva por inconstitucionalidade de lei mu-
nidpaf.
É competente o Supremo Tribunal Federal
para a ação rescisória quando, embora não
tendo conhecido do recurso extraordinário,
Não cabe ação direta de inconstitucionalida- ou havendo negado provimento ao agravo,
de de lei do Distrito Federal derivada da sua_ tiver apreciado a questão federal controver-
competência legislativa municipal. tida.
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SUMULAS
DO STF
ÉLISSON
M1ESSA
.. HENRIQUE
(ORREIA O
RosERVAL
ROCHA

público de telefonia, quando a Anatei não


so1JoíÀ'No2s2noSTF
seja litisconsorte passiva necessária, assis-
Na ação rescisória, não estão impedidos juí- tente, nem opoente.
zes que participaram do julgamento rescin~
dendo. 50MULAN'501 ooSTF
1 '
t:ompete à justiça ordinária estadual .o pro-
SOMULA ,,Ól64 00 STF cesso e o julgamento, em ambas as instân-
Verifica-se a prescrição intercorrente pela pa- cias, das causas de acidente do trabalho,
ralisação da ação rescisória por mais de cinco ainda que promovidas contra a União, suas
anos. autarquias, empresas públicas ou sociedades
de economia mista.
SüMúLA N' 343 bÓ.STF. •
SOMULA N' 516 DO STF
Não cabe ação rescisória por ofensa a literal
dispositivo de lei, quando a decisão rescin- O Serviço Social da Indústria (SESI) está sujei-
denda se tiver baseado em texto legal de in- to à jurisdição da justiça estadual.
terpretação controvertida nos tribunais.
3.2, Competência da justiça federal
SOMULA N' 514oó STF SúMULA N' 689 DO STF·
Admite-se ação rescisória contra sentença O segurado pode ajuizar ação contra a insti-
transitada em julgado, ainda que contra ela tuição previdenciária perante o juízo federal
não se tenha esgotado todos os recursos. do seu domicílio ou nas varas federais da ca-
pital do Estado-membro.
SOMulÁ N' 515 oo STF
A competência para a ação rescisona não 3.3. Competência originária do STF
é do Supremo Tribunal Federal, quando a
questão federal, apreciada no recurso extra-
SoMOLA Nº 5o3 oo sTF •
ordinário ou no agravo de instrumento, seja A dúvida, suscitada por particular, sobre o
diversa da que foi suscitada no pedido res- direito de tributar, manifestado por dois Es-
cisório. tados, não configura litígio da competência
originária do Supremo Tribunal Federal.
2. CITAÇÃO E INTIMAÇÃO
§q~u~.?fZJt:nt;f~TfJ;;.;\: '.4~:cf :~:;:"·:~;:,:i~~!.1§;~:};: ,;x
SúMULAN'310ooSTF 1•
Para fim da competência originária do Supre-
Quando a intimação tiver lugar na sexta-fei- mo Tribunal Federal, é de interesse geral da
ra, ou a publicação com efeito de intimação magistratura a questão de saber se, em face da
for feita nesse dia, o prazo judicial terá início loman, os juízes têm direito à licença-prêmio.
na segunda-feira imediata, salvo se não hou-
ver expediente, caso em que começará no 3.4. Competência territorial
primeiro dia útil que se seguir.
soi.!ulí ~d353ÓO si-F
SüMuLAN' 391 ooSTF A pessoa jurídica de direito privado pode ser
O confinante certo deve ser citado pessoal- demandada no domicílio da agência, ou es~
mente para a ação de usucapião. tabelecimento, em que se praticou o ato.

3. COMPETÊNCIA 3.5. Eleição de foro


3. 1. Competência da justiça estadual
SOMuLAViNCtí!ANTEN'íl•D6STF~····
Compete à justiça estadual julgar causas en- É válida a cláusula de eleição do foro para os
tre consumidor e concessionária de serviço processos oriundos do contrato.
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SUMULAS
ÜIRtlTO PROCESSUAL ÜVIL
DO STF

3.6. Intervenção da União 6. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS

As sociedades de economia mista só têm Os honorários advocatícios incluídos na con-


foro na justiça federal, quando a União inter~ denação ou desta-cados do montante princi-
vém como assistente ou opoente. pal devido ao credor consubstanciam verba
de natureza ali-mentar cuja satisfação ocor-
3.7. Sociedades de economia mista rerá com a expedição de precatório ou requi-
sição de pe-queno valor, observada ordem
SúMuLA·~2S:1:ws·rf.;.tr.~?/..':. '~\:z+r.º'"5~>n;'J;"c1 v especial restrita aos créditos dessa natureza.
Responde a Rede Ferroviária Federal S A.
perante o foro comum e não perante o juízo
especial da Fazenda Nacional, a menos que a É dispensável pedido expresso para conde-
União intervenha na causa. nação do réu em honorários, com funda-
mento nos arts. 63 ou 64 do Código de Pro-
SüMüiÁ N' 508voSTF cesso Civil.
Compete à justiça estadual, em ambas as ins~
tâncias, processar e julgar as causas em que SúMULA .~257 00 STF
for parte o Banco do Brasil, S.A. São cabíveis honorários de advogado na
ação regressiva do segurador contra o cau-
sador do dano.
As sociedades de economia mista só têm
foro na justiça federal, quando a União inter-
vém como assistente ou opoente.
São devidos honorários de advogado sem-
pre que vencedor o beneficiário de justiça
gratuita.
É competente a justiça comum para julgar as
causas em que é parte sociedade de econo-
mia mista.
Não cabe condenação em honorários de ad-
4. EXECUÇÃO FISCAL vogado na ação de mandado de segurança.

A ampliação dos prazos a que se refere o ar- t: permitida a cumulação da multa contratual
tigo 32 do Código de-Processo Civil aplica-se com os honorários de advogado, após o ad-
aos executivos fiscais. vento do Código de Processo Civil vigente.

:··~~1fq~,~R}1~ti~t~!~*~ii~trJiiiYS,~;'.,g-
Aplica-se aos executivos fiscais o princípio A base de cálculo dos honorários de advoga-
da sucumbência a que se refere o art. 64 do do em desapropriação é a diferença entre a
Código de Processo Civil. oferta e a indenização, corrigidas ambas mo-
netariamente.
5. EXTINÇÃO DO PROCESSO
7. LIMINARES
Para decretação da absolvição de instância
pela paralisação do processo por mais de trinta
dias, é necessário que o autor, previamente in- Não cabe medida possessória liminar para
timado, não promova o andamento da causa. liberação alfandegária de automóvel.
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tUSSON • HENRIQUE ROBERVAL
DO STF MJESSA CORREIA • ROCHA

8. PRECLUSÃO 13 RECURSOS

13.1. Agravo

Transita em julgado o despacho saneador de ·if'"'>';,'.i:':iM\'.\~\Af:•c"\\f,J'•,ViiifJ,,•. '.-\,< .,,,,.. ·p'

que não houve recurso, excluídas as ques- ·soí'~LA'ti'!21i9.oosrF.ir ··• · '" •,,, .1
tões deixadas, explícita ou implicitamente, O provimento do agravo, por uma das tur-
para a sentença. mas do Supremo Tribunal Federal, ainda que
sem ressalva, não prejudica a questão doca-
9. PROCURADOR bimento do recurso extraordinário.

SQM~il·~~*~~,ifQ~~~l~~:~~::,;, '.'~}\:~~::: 'Y'/~:'.:.~~~J&:.~~ :


.. .;,., J-,,\,);'I'~:.>""'•'•\- •'•""'\''
.~!{MUt.A N?:·úf.1~5[F ··"'· /·;:: .:.;i;c,:'.::'Ç~~S'~. ~.·0' :.,~·.· ~ ~·

Ao titular do cargo de procurador de autar- O agravo despachado no prazci legal não fica
quia não se exige a apresentação de instru- prejudicado pela demora da juntada, por
mento de mandato para representá-la em culpa do cartório; nem o agravo entregue
juízo. em cartório no prazo legal, embora despa-
chado tardiamente.
10.PROVAS

SOMULA ""259 00 STF •... Não pode o magistrado deixar de encami-


nhar ao Supremo Tribunal Federal o agravo
Para produzir efeito em juízo não é necessá-
de instrumento interposto da decisão que
ria a Inscrição, no registro público, de docu-
não admite recurso extraordinário, ainda
mentos de procedência estrangeira, autenti- que referente a causa instaurada no âmbito
cados por via consular. dos juizados especiais

13.2. Apelação
Para a ação de indenização, em caso de ava-
ria, é dispensável que a vistoria se faça judi- sú~y/{rt. ~io· o~ SffiJ).yf::. (~';.\~:' r:/:t·:':~~;;:ri:,:f~·}f~ i\
cialmente.
A apelação despachada pelo juiz no prazo
legal não fica prejudicada pela demora da
11. RECLAMAÇÃO CONSTITUCIONAL juntada, por culpa do cartório.

SiÍí.iuíÀ ,,b 73~;,i,~j'f r"·.Jléú\'.ç,'i •··· ··· · ''' 50MtJ!Afl"428 ooSTf


.'·,~r1.0:iT:::'."'E::;0/<.ti..{'.'.>'.J'J::.e v:.
';;
Não cabe reclamação quando já houver tran- Não fica prejudicada a apelação entregue em
sitado em julgado o ato judicial que se alega cartório no prazo legal, embora despachada
tenha desrespeitado decisão do Supremo tardiamente.
Tribunal Federal.
13.3. Embargos de declaração
12. RECONVENÇÃO

São improcedentes os embargos declarató-


t. admissível reconvenção em ação declara- rios, quando não pedida a declaração do jul-
tória. gado anterior, em que se verificou a omissão. 1

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SlJMULAS
01REiro PROCESSUAL CIVIL
DO STF

13.4. Embargos infringentes 13.5. Prazos

/SJ~ftrJ;~~q~3éktSté::,$.~:.i.;·i;~t;.:,.~~;h~"~:\~:,:<~::~ch+ ;., ,,
A apelação despachada pelo juiz no prazo
São inadmissíveis embargos infringentes
legal não fica prejudicada pela demora da
contra decisão em matéria constitucional
juntad1', por culpa do cartório.
submetida ao plenário dos tribunais.
SOMULA li" 322 cii)STF . Jc(i! \\\ .
Não terá seguimento pedido ou recurso di-
São inadmissíveis embargos infringentes. rigido ao Supremo Tribunal Federal, quando
contra decisão do Supremo Tribunal Federal manifestamente incabível, ou apresentando
em mandado de segurança. fora do prazo, ou quando for evidente a in-
competência do Tribunal.

São inadmissíveis embargos infringentes


O prazo para recorrer de acórdão concessivo
contra decisão unânime do Supremo Tribu-
de segurança conta-se da publicação oficial
nal Federal em ação rescisória.
de suas conclusões, e não da anterior ciência
à autoridade para cumprimento da decisão.
··:SifMU~~~?9~,~:.~f1~\\~'.::;s~ti/~I'.~t~.f·:~;~~ · -,.
São inadmissíveis embargos infringentes SQMÜLA. :kÓ,~~2~' '~P':Srf;.$::tfS":~r~·:.: \,. '.,
sobre matéria não ventilada, pela turma, no O agravo despachado no prazo legal não fica
julgamento do recurso extraordinário. prejudicado pela demora da juntada, por
culpa do cartório; nem o agravo entregue
em cartório no prazo legal, embora despa-
chado tardiamente.
Em caso de embargos infringentes parciais,
é tardio o recurso extraordinário interposto
após o julgamento dos embargos, quanto à
parte da decisão embargada que não fora Não fica prejudicada a apelação entregue em
por eles abrangida. cartório no prazo legal, embora despachada
tardiamente.

'SúMULÂ .~··6.f tbóõ.SfFi.~~·~fr;fi. ~J\:':1+;: :'. '.:*:." '·


Não há embargos infringentes no processo Não se conta em dobro o prazo para recorrer,
de reclamação. quando só um dos lítisconsortes haja sucum-
bido.

13.6. Recurso extraordinário


Da decisão que se seguir ao julgamento de
constitucionalidade pelo Tribunal Pleno, são 13.6.1. Admissibilidade - vários funda-
inadn:iissíveis embargos infringentes quanto mentos
à matéria constitucional.

É inadmissível o recurso extraordinário,


Não cabem embargos infringentes de acór- quando a decisão recorrida assenta em mais
dão que, em mandado de segurança decidiu,. de um fundamento suficiente e o recurso
por maioria de votos, a apelação. não abrange todos eles.
1

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SUi\1ULAS HENRIQUE e RoBERVAL
DO SI F (ORREIA ROCHA

1
SüMULAN°454ooSTF
Interposto o recurso extraordinário por mais Simples interpretação de cláusulas contratu-
de um dos fundamentos indicados no art. ais não dá lugar a recurso extraordinário.
101, Ili, da Constituição, a admissão apenas Yoj -'
por um deles não prejudica o seu conheci- .SóMUlA'<'505 ooSTF
mento por qualquer dos outros.
Salvo quando contrariarem a Constituição,
13.6.2. Fungibilidade não cabe recurso para o Supremo Tribunal
Federal, de quaisquer decisões da Justiça do
Trabalho, inclusive dos presidentes de seus
SüMúiA N°ll2 óo STF
tribunais.
Não se admite como ordinário recurso extra-
ordinário de decisão denegatória de manda- SúMULA N' 513 00 STF
do de segurança.
A decisão que enseja a interposição de recurso
ordinário ou extraordinário não é a do plená-
13.6.3. Hipóteses de cabimento
rio, que resolve o incidente de inconstitucio-
nalidade, mas a do órgão (câmaras, grupos ou
turmas) que completa o julgamento do feito.
Para simples reexame de prova não cabe re-
curso extraordinário.
Não cabe recurso extraordinário por contra-
riedade ao princípio constitucional da legali-
Por ofensa a direito !oca! não cabe recurso dade, quando a sua verificação pressuponha
extraordinário. rever a interpretação dada a normas infra-
constitucionais pela decisão recorrida.

So~-~~:~'63iiiiS~±_s;~~"q.-:'f;-~i 1ú:;< ,,~.;:;+<':;fr---:. n.


É inadmissível o recurso extraordinário,
quando couber, na justiça de origem, recurso Não cabe recurso extraordinário contra acór-
ordinário da decisão impugnada. dão de tribunal de justiça que defere pedido
de intervenção estadual em município.
SôMtfiji,f389 Dó~TF t~ ;'.~\ig!}i,ik1.;~A ,,,
Salvo limite legal, a fixação de honorários de
advogado, em complemento da condena- A controvérsia sobre a incidência, ou não, de
ção, depende das circunstâncias da causa, correção monetária em operações de crédito
não dando lugar a recurso extraordinário. rural é de natureza infraconstitucional, não
viabilizando recurso extraordinário.
so~JrJ.iiõief9fJííisfF'ri'"' " ;~
Não cabe recurso extraordinário, por viola-
ção de lei federal, quando a ofensa alegada É cabível recurso extraordinário contra deci-
for a regimento de tribunal. são proferida por juiz de primeiro grau nas
causas de alçada, ou por turma recursai de
juizado especial cível e criminal.
Decisão que deu razoável interpretação à lei,
ainda que não seja a melhor, não autoriza re-
curso extraordinário pela letra a do art. 101, Não cabe recurso extraordinário contra decisão
Ili, da Constituição Federal. proferida no processamento de precatórios.
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SUtv\ULAS
DIREITO PROCESSUAL ÜVlt
DD STF

13.6.7. Outros

Não cabe recurso extraordinário contra acór-


dão que defere medida liminar. O Supremo Tribunal Federal, conhecendo do
recurso extraordinário, julgará a causa, apli-
13.6.4. Prazo cando o direito à espécie.

SoMuLA "° 12/l ~b frf, · · · -;-,l_.,;>f-


f•,O'fj•'

.:-i ;ii:~·~-;;_.f:C.,,, 14. REGIMENTO INTERNO DO STF

É de três dias o prazo para a interposição de 14.1. Embargos de divergência


recurso extraordinário contra decisão do Tri-
bunal Superior Eleitora\, contado, quando for SOMÚl.A li° 247 tiÔ STF
o caso, a partir da publicação do acórdão, na
O relator não admitirá os embargos da Lei
própria sessão de julgamento, nos termos do
623, de 19.2.49, nem deles conhecerá o Su-
art. 12 da lei 6.055/74, que não foi revogado premo Tribunal Federal, quando houver ju-
pela Lei 8.950/94 risprudência firme do Plenário no mesmo
sentido da decisão embargada.
13.6.S. Prequestionamento
SOMULA .. 290 DO STF
SúMULA Nº 2°??-o;,5ff.: Nos embargos da lei 623, de 19.02.1949,
a prova de divergência far-se-á por certi-
É inadmissível o recurso extraordinário, dão, ou mediante indicação do "Diário da
quando não ventilada, na decisão recorrida, Justiça" ou de repertório de jurisprudência
a questão federal suscitada. autorizado, que a tenha publicado, com a
transcrição do trecho que configure a di-
SüMULA N' ~56 00 STF vergência, mencionadas as circunstâncias
que identifiquem ou assemelhem os casos
O ponto omisso da decisão, sobre o qual não confrontados.
foram opostos embargos declaratórios, não
pode ser objeto de recurso extraordinário,
por faltar o requisito do prequestionamento. São incabíveis os embargos da lei 623, de
19.02.1949, contra provimento de agravo
13.6.6. Requisitos formais para subida de recurso extraordinário.

SüMüÍA ií6 598 DO STF


SóMUlA N'284 DO STF
Nos embargos de divergência não servem
É inadmissível o recurso extraordinário, como padrão de discordância os mesmos
quando a deficiência na sua fundamentação paradigmas invocados para demonstrá-la
não permitir a exata compreensão da contro- mas repelidos como não dissidentes no jul-
vérsia. gamento do recurso extraordinário.

14.2. Emendas ao Regimento


SüMULA N°2B7oo STF

Nega-se provimento do agravo quando a


deficiência na sua fundamentação, ou na do As emendas ao Regimento do Supremo Tri-
recurso extraordinário, não permitir a exata bunal Federal, sobre julgamento de questão
compreensão da controvérsia. constitucional, aplicam-se aos pedidos ajui-
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SUMULAS ÉusSON • HENRIQUE RoaeRVAL
DOSTF MI ESSA
8
CORREIA ROCHA

zados e aos recursos interpostos anterior- 16. RESERVA DE PLENÁRIO


mente à sua aprovação.

14.3. Impedimentos
Viola a cláusula de reserva de plenário (CF,
$OMU!A N' ll~'5t~J;
art. 97) a decisão de órgão fracionário de
tribunal que, embora não declare expressa-
No julgamento de questão constitucional, mente a inconstitucionalidade de lei ou ato
vinculada a decisão do Tribunal Superior normativo do Poder Público, afasta a sua in-
Eleitoral, não estão impedidos os ministros cidência no todo ou em parte.
do Supremo Tribunal Federal que ali tenham
funcionado no mesmo processo, ou no pro- 17.REVELIA
cesso originário.

15. REMESSA NECESSÁRIA O revel, em processo civil, pode produzir pro-


SOMUI.Á' No 423~·5rf~:i;;< ·''fY":<'i- ,~.::!3<·.··-<) · <\l.~ <:Z vas, desde que compareça em tempo opor-
tuno.
Não transita em julgado a sentença por ha-
ver omitido o recurso "ex-oficio", que se con- 18. VALOR DA CAUSA
sidera interposto"ex-lege':
5óMULA Nº 449 tXfSTfi>~ '? :-;,_,\~&\'' ··.o',·,~\?ft·~~·~:;' f5•
O valor da causa, na consignatória de alu-
guel, corresponde a uma anuidade.

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L
CAPÍTULO X

DIREITO
PROCESSUAL
DO TRABALHO
SUMÁRIO• 1. Ação acidentária - 2. Competência - 3. Execução trabalhista - 4. Honorários advo-
catícios - 5. Isenção de custas - 6. Prescrição - 7. Recursos

1. AÇÃO ACÍDENTÁRIA SüMuLA ésoi'oo SiF


Compete à justiça ordinária estadual o pro-
SúMUM v/~eu/.wrE!Jo 22 po STF . cesso e o julgamento, em ambas as instân-
cias, das causas de acidente do trabalho,
Ajustiça do trabalho é competente para pro-
ainda que promovidas contra a União, suas
cessar e julgar as ações de indenização por autarquias, empresas públicas ou sociedades
danos morais e patrimoniais decorrentes de de economia mista.
acidente de trabalho propostas por empre-
gado contra empregador, inclusive aquelas SúMULAN" 736 00 STF
que ainda não possuíam sentença de mérito
em primeiro grau quando da promulgação Compete à Justiça do Trabalho julgar as
da Emenda Constitucional n° 45/04. ações que tenham como causa de pedir o
descumprimento de normas trabalhistas re-
lativas à segurança, higiene e saúde dos tra-
balhadores.
São devidos honorários de advogado em
ação de acidente do trabalho julgada proce~ 3. EXECUÇÃO TRABALHISTA
dente.
SOMULA N' 458 00 STF

Compete à justiça ordinária estadual o pro- O processo da execução trabalhista não ex-
cesso e o julgamento, em ambas as instân- clui a remição pelo executado.
cias, das causas de acidente do trabalho,
ainda que promovidas contra a União, suas 4. HONORÃRIOS ADVOCATÍClOS
autarquias, empresas públicas ou sociedades
de economia mista. SúMULA N" 2J4 00 STF. .'·i;. • •
2. COMPET~NCIA São devidos honorários de advogado em ação
de acidente d6 trabalho julgada procedente.
Stiliuci'l'lmctitANTf N" 13 ili> STF
A Justiça do Trabalho é competente para
processar e julgar as ações possessórias ajui- É incabível a condenação em verba honorá-
zadas em decorrência do exercício do direito ria nos recursos extraordinários interpostos
de greve pelos trabalhadores da iniciativa em processo trabalhista, exceto nas hipóte~
privada. ses previstas na Lei 5.584/70.
65

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SUMULAS ÉLISSON G HENRIQUE @ RoernvAL
DO STF MI ESSA (ORREIA ROCHA

5. ISENÇÃO DE CUSTAS 7.RECURSOS

SüMULA N' 223 DD STF SúMULA Nõ 315 oo STF


Concedida isenção de custas ao empregado, Indispensável o traslado das razões da revis-
por elas não responde o sindicato que o re- ta, para julgarr1ento, pelo Tribunal Superior
presenta em juízo. " do Trabalho, do agravo para sua admissão.

6. PRESCRIÇÃO SúMULAN'457ooSTF
O Tribunal Superior do Trabalho, conhecen-
SúMULA N' 327 OD STf
do da revista, julgará a causa, aplicando o
O direito trabalhista admite a prescrição in- direito à espécie.
tercorrente.
SúMULA N' 505 DD STF
Salvo quando contrariarem a Constituição,
não cabe recurso para o Supremo Tribunal
Federal, de quaisquer decisões da Justiça do
Trabalho, inclusive dos presidentes de seus
tribunais.

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CAPÍTULO XI

DIREITO
PROCESSUAL PENAL
SUMARIO • 1. Ação penal - 2. Competência - 3. Competência por prerrogativa de função - 4.
Denúncia- 5. "Habeas corpus" -6. Legitimidade- 7. Liberdade provisória -8. Nulidades processu-
ais - 9. Prazos- 1O. Recursos-11. Revisão criminal -12. Suspensão condicional do processo- 13.
Transação Penal - 14. Tribunal do júri

1. AÇÃO PENAL

SúMULA N" 524 DD STF Compete à justiça dos Estados, em ambas


as instâncias, o processo e o julgamento dos
Arquivado o inquérito policial, por despacho crimes contra a economia popular.
do juiz, a requerimento do Promotor de Jus-
tiça, não pode a ação penal ser iniciada, sem
novas provas.
O foro competente para o processo e julga-
mento dos crimes de estelionato, sob a mo-
dalidade da emissão dolosa de cheque sem
O pagamento de cheque emitido sem pro-
provisão de fundos, é o do local onde se deu
visão de fundos, após o recebimento da a recusa do pagamento pelo sacado.
denúncia, não obsta ao prosseguimento da
ação penal.

Salvo ocorrência de tráfico com o exterior,


quando, então, a competência será da Justi-
No crime de estupro, praticado mediante
ça Federal, compete à justiça dos Estados o
violência real, a ação penal é pública incon-
processo e o julgamento dos crimes relativos
dicionada.
a entorpecentes.

t. pública incondicionada a ação penal por


crime de sonegação fiscal. t competente o tribunal de justiça para jul-
gar conflito de jurisdição entre juiz de direito
2. COMPETl:NCIA do Estado e a justiça militar local.

3. COMPETl:NCIA POR PRERROGATI-


VA DE FUNÇÃO
Compete à justiça federal comum proces-
sar e julgar civil denunciado pelos crimes
de falsificação e de uso de documento falso
quando se tratar de falsificação da caderneta A competência especial por prerrogativa de
de inscrição e registro (CIR) ou de carteira de função não se esteiide ao crime cometido
habilitação de amador {CHA), ainda que ex- após a cessação definitiva do exercício fun-
pedidas pela Marinha do Brasil. cional.
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SUMULAS tussoN HENRIQUE RosERVAL
DO STF MIESSA • (ORREIA • ROCHA

A competência do tribunal de justiça para Não se conhece de recurso de habeas corpus


julgar prefeitos restringe-se aos crimes de cujo objeto seja resolver sobre o ônus das
competência da justiça comum estadual; nos custas, por não estar mais em causa a liber-
demais casos, a competência originária ca- dade de locomoção.
berá ao respectivo tribunal de segundo grau.
SOMVIA Nº.606.pçiSTE :
'
SoMuJA
~ '
"° 103'if,,sTf:·
' ' ,,• ,,
Não cabe habeas corpus originário para o
A extinção do mandato do prefeito não im- Tribunal Pleno de decisão de turma, ou do
pede a instauração de processo pela prática plenário, proferida em habeas corpus ou no
dos crimes previstos no art 1° do DL 201/67. respectivo recurso.
' '-'" ·>-;:_...,. -'""'"'-\':>;,,: '.' '<<'ú\,\~'."\ ~:!/-')\' "\'' '\,,;\(·"'·'·~::..::,
?üMU!AN°l04·;,g SJf<.; / i;y\:;, <:f'F • SóMULA'Nº 691 ·f;o STF·:'t:\':L,;,.:'· dr :>;· .t>t: H;':f/.:,~.':(
Não viola as garantias do juiz natural, da am- Não compete ao Supremo Tribunal Federal
pla defesa e do devido processo legal a atra- conhecer de habeas corpus impetrado contra
ção por continência ou conexão do processo decisão do relator que, em habeas ,corpus re-
do co-réu ao foro por prerrogativa de função querido a tribunal superior, indefere a liminar.
de um dos denunciados.
SüM~LA' Nó',692 bb STF,:9iij·i::;.;f~Lt:,-f;,_;\~:~l-l.{~\'.L f,·~,;:\j<< " ',
4.DENONCIA
Não se conhece de habeas corpus contra
'SO~ui·~·4i~;~~ir;i)0;·~~!3i:~~"'f~ 1'1 ._,*:0""; ,,· -.:;::·i"i·" omissão de relator de extradição, se fundado
em fato ou direito estrangeiro cuja prova não
Não se aplicam à segunda instância o art. constava dos autos, nem foi ele provocado a
384 e parágrafo único do Código de Proces- respeito.
so Penal, que possibilitam dar nova definição
jurídica ao fato delituoso, em virtude de cir- so1,fú1.A tf'-i,-91-~ srfú:;:;:;.:'.f~j!~:~~h;t"~\t;~~fr~~~?~~s.
cunstflncia elementar não contida, explícita
ou implicitamente, na denúncia ou queixa. Não cabe habeas corpus contra decisão con-
denatória a pena de multa, ou relativo a pro-
cesso em curso por infração penal a que a
pena pecuniária seja a única cominada.
Salvo quando nula a decisão de primeiro
grau, o acórdão que provê o recurso contra
a rejeição da denúncia vale, desde logo, pelo
recebimento dela. Não cabe habeas corpus contra a imposição
da pena de exclusão de militar ou de perda
5. "HABEAS CORPUS" de patente ou de função pública.

SüMVIA N°695 ooSTF.


O assistente do Ministério Público não pode Não cabe habeas corpus quando já extinta a
recorrer, extraordinariamente, de decisão pena privativa de liberdade.
concessiva de habeas-corpus.
6. LEGITIMIDADE

Sentença de primeira instancia concessiva de


"habeas corpus~ em caso de crime praticado Os direitos de queixa e de representação po-
em detrimento de bens, serviços ou interes- dem ser exercidos, independentemente, pelo
ses da União, está sujeita a recurso"ex officio'~ ofendido ou por seu representante legal.
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L
DIREITO PROCESSUAL PENAL
DO SI F

É concorrente a legitimidade do ofendido, É relativa a nulidade decorrente da inobser~


mediante queixa, e do Ministério Público, vância da competência penal por prevenção.
condicionada à representação do ofendido,
para a ação penal por crime contra a honra SüMuiAN°707ooSTf.·• ,•.,.,·,,, ,:,,.:.' , •.. ,"
de servidor público em razão do exercfcio de
suas funções. Constitui nulidade a falta l:te intimação do de-
nunciado para oferecer contra-razões ao re-
7. LIBERDADE PROVISÓRIA curso interposto da rejeição da denúncia, não
a suprindo a nomeação de defensor dativo.
A proibição de liberdade provisória nos pro- SoMÚ!A ,;o1os oó sTf:''
cessos por crimes hediondos não veda o re-
laxamento da prisão processual por excesso t nulo o julgamento da apelação se, após a
de prazo. manifestação nos autos da renúncia do úni-
co defensor, o réu não foi previamente inti-
8. NULIDADES PROCESSUAIS
mado para constituir outro.
i'''<,v;\\\''-'>'>:':'''"'</4.Z::' :' .:,. '·;" ;~; :. \
SÔMUciJ'f!~' 1-$5:f:xJSJif,,'·~''I\ ;; i·< ;<,(><:0.1'\.r '"-i :)/,i /:/\·; '
SÚMULA N" 712 Óo STF
É relativa a nulidade do processo criminal
por falta de intimação da expedição de pre- É nula a decisão que determina o desafora-
catória para inquirição de testemunha. mento de processo da competência do júri
sem audiência da defesa.

9.PRAZOS
É nula a decisão do tribunal que acolhe, con-
tra o réu, nulidade não arguida no recurso da
acusação, ressalvados os casos de recurso de
ofício. No processo penal, contam-se os prazos da
data da intimação, e não da juntada aos au-
tos do mandado ou da carta precatória ou de
É nula a citação por edital de réu preso na ordem.
mesma unidade da federação em que o juiz
exerce a sua jurisdição. 10. RECURSOS
.sot:&t_.~~~~~'.iff~<i:·~"'.\::~:;~.-;~~. ::'.·~uY:::·:. :f,:
. ,,.'.,\~w::~:::~~
~ÚM~.LA-_N~2J.~.d9-~Tf, 1/·(. \<.J'.d·Ji.'r·· :·~; 7 . - t\ \
No processo penal, é nulo o exame realizado O assistente do Ministério Público pode re-
por um só perito, considerando-se impedido
correr, inclusive eXtraordinariamente, na
o que tiver funcionando anteriormente na
ação penal, nos casos dos arts. 584, § 1° e 598
diligência de apreensão.
do Código de Processo Penal.

50MUIAN'431 DDSTf;.'
Não' é pula a citação por edital que indica o
dispos,itivo da lei penal, embora não trans- É nulo o julga.mento de recurso criminal, na
creva a-denúncia ou queixa, ou não resuma segunda instância, sem prévia intimação, ou
os fatos em que se baseia. publicação da pauta, salvo em habeas-corpus.

No processo penal, a falta da defesa constitui O prazo para o assistente recorrer, supletiva-
nulidade absoluta, mas a sua deficiência só o mente, começa a correr imediatamente após
anulará se houver prova de prejuízo para o ~éu: o transcurso do prazo do Ministério Público.
69
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SUMULAS HENRIQUE RoBERVAL
9
DO STF (ORREIA ROCHA

SúMULANº 723 voSTF


O prazo para interposição de agravo, em pro- Não se admite a suspensão condicional do
cesso penal, é de cinco dias, de acordo com processo por crime continuado, se a soma da
a Lei 8.038/90, não se aplicando o disposto pena mínima da infr3ção mais grave com o
a respeito nas alterações da-Lei 8.950/94 ao aumento mínimo de lum sexto for sllperior a
Código de Processo Civil. um ano.
13. TRANSAÇÃO PENAL
SüMÍJLA No 700. Dó STF
É de cinco dias o prazo para interposição de
agravo contra decisão do juiz da execução
penal. A homologação da transação penal prevista
no artigo 76 da lei 9.099/1995 não faz coi-
SüMULAN" 705oo'STF sa julgada material e, descumpridas suas
cláusulas, retoma-se a situação anterior,
A renúncia do réu ao direito de apelação, ma-
possibilitando-se ao Ministério Público a
nifestada sem a assistência do defensor, não
continuidade da persecução penal mediante
impede o conhecimento da apelação por
oferecimento de denúncia ou requisição de
este interposta.
inquérito policial.
SúMÜ~A N" 71300 STF ·. 14. TRIBUNAL DO JÚRI
O efeito devolutivo da apelação contra deci-
sões do júri é adstrito aos fundamentos da
sua interposição. A competência constitucional do tribunal do
11. REVISÃO CRIMINAL júri prevalece sobre o foro por prerrogativa
de função estabelecido exclusivamente pela
constituição estadual.
Para requerer revisão criminal, o condenado
não é obrigado a recolher-se à prisão. SüMuLA.N" 1.56oosrfi:l ,,, '':tii"';; f' "
12. SUSPENSÃO CONDICIONAL DO É absoluta a nulidade do julgamento, pelo
PROCESSO júri, por falta d.e quesito obrigatório.

Reunidos os pressupostos legais permissivos É nulo o julgamento ulterior pelo júri com
da suspensão condicional do processo, mas a participação de jurado que funcionou em
se recusando o promotor de justiça a propô- julgamento anterior do mesmo processo.
-la, o juiz, dissentindo, remeterá a questão ao
procurador-geral, aplicando-se por analogia
o art 28 do Código de Processo Penal.
A competência para o processo e julgamen-
to de latrocínio é do juiz singular e não do
tribunal do júri.

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CAPÍTULO XII

DIREITO TRIBUTÁRIO
SUMÁRIO• 1. Administração tributária: 1.1. Constrições indiretas ao pagamento de tributos;
1.2. Fiscalização; 1.3. Penalidades - 2. Contribuições: 2.1. Cofins; 2.2. Contribuição confederativa;
2.3. Salário-educação - 3. Crédito tributário: 3.1. Concurso de preferência; 3.2. Prescrição e de-
cadência; 3.3. Repetição de índébito - 4. Impostos: 4.1. ICMS; 4.2. IOF; 4.3. IR; 4.4. IPI; 4.5. IPTU;
4.6. ISSQN; 4.7. ITBl; 4.8. ITCMD - 5. Imunidades- 6. !senções- 7. Princípios constitucionais tribu-
tários - 8. Taxas: 8.1. Identidade de base de cálculo; 8.2. Taxa de polícia; 8.3. Taxa de serviço

1. ADMINISTRAÇÃO TRIBUTARIA 2. CONTRIBUIÇÕES


1.1. Constrições indiretas ao paga- 2.1. Cofins
mento de tributos
SúMULA ~º 65.9 oo ST{
SúMULA Nº 70 Dó STF
É legítima a cobrança da Cofins, do PlS e do
É inadmissível a interdição de estabeleci- Finsocial sobre as operações relativas a ener-
mento como meio coercitivo para cobrança gia elétrica, serviços de telecomunicações,
de tributo. derivados de petróleo, combustíveis e mine~
rais do país. '

É inadmissível a apreensão de mercadorias 2.2. Contribuição confederativa


como meio coercitivo para pagamento de
tributos. so~fl;.::,~kli1~m~PPP~~z~~~1r~~.~1~1ti~l~i~:4·
A contribuição confederativa de que trata
o artigo 8°, IV, da Constituição Federal, só é
Não é lícito à autoridade proibir que o contri- exigível dos filiados ao sindicato respectivo.
buinte em débito adquira estampilhas, des-
pache mercadorias nas alfândegas e exerça 2.3. Salário-educação
suas atividades profissionais.

1.2. Fiscalização
É constitucional a cobrança da contribuição
SüMuLA N~ 4Í9 txi STF . do salário-educação, seja sob a Carta de
1969, seja sob a CF/1988, e no regime da Lei
Estão sujeitos à fiscalização tributária ou
9.424/96.
previdenciária quaisquer livros comerciais,
limitado o exame aos pontos objeto da in- 3. CRÉDITO TRIBUTÁRIO
vestigação.
3.1. Concurso de preferência
1.3. Penalidades

O concurSo de preferência a que se refere o


Não é inconstitucional a multa instituída pelo paráQrafo único, do art. 187, do Código Tri-
Estado-membro, como sanção pelo retarda- butário Nacional, é compatível com o dispos-
mento do início ou dêi ultimação do inventário. to no art. 9°, inciso 1, da Constituição Federal.
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SUMULAS ÉLISSON • HENRIQUE • RoaERVAl
DO STF MI ESSA (ORREIA ROCHA

3.2. Prescrição e decadência 4.2.IOF


'f .. "."' ·: •, < .'
SOMULA V1NcuÍf!Ntj'N'!/l}o SfF;
São inconstitucionais o parágrafo único do É inconstitucional o inciso V do art. 1° da
artigo 5° do Decreto-lei nº 1.569/1977 e os Lei 8.033/90, que. instituiu a incidência do
artigos 45 e 46 da Lei nº 8.212/1991, que tra- imposto nas operações de crédito, câmbio
tam de prescrição e decadência de crédito e seguros - IOF sobre saques efetuados em
tributário. caderneta de poupança.
3.3. Repetição de indébito 4.3.IR
5üMuLA N" 54Ó ppJTF · soi.iuúi.<>'9Joo5TF ·" ·i.'

Cabe a restituição do tributo pago indevi- Não está isenta do imposto de renda a ativi-
damente, quando reconhecido por decisão, dade profissional do arquiteto.
que o contribuinte "de jure" não recuperou
do contribuinte "de facto" o "quantum" res-
pectivo.
Ao imposto de renda calculado sob're .os ren-
4. IMPOSTOS dimentos do ano-base, aplica-se a lei :vigen-
_te no exercício financeiro em que deve ser
4.1. ICMS apresentada a declaração.
·;·,·;·; ,:(:'.\"-'d§:,.:'·~·:00,":;".. ''Y?,"''.,.·;- '•·"d .. SaMULA N'º'.586 oo:srf'}/,~;J::;:~:c~: ·35\t~{-~·;;i;;);.\i _ç:4fs.(·:t/.- ·,
5üMULA V1Ni'uo\11T1'N" 4800 STF
Incide imposto de renda sobre os juros reme-
Na entrada de mercadoria importada do ex-
tidos para o exterior, com base em contrato
terior, é legítima a cobrança do icms por oca-
de mútuo.
sião do desembaraço aduaneiro.
·:tiJ.;-···
5ü;ULA Nº 57,3i/o 5Tf •• ;• ,,.. SOMULA Nº 587 00 STF ', .',-'

Não constitui fato gerador do imposto de Incide imposto de renda sobre o pagamento
circulação de mercadorias a saída física de de serviços técnicos contratados no exterior
máquinas, utensílios e implementas a título e prestados no Brasil.
de comodato.
4.4.IPI
-'· \>.: . -·
SOAliJlÁ N" 591.·IJI) STF
A mercadoria importada de país signatário
do GATI, ou membro da ALALC, estende-se a A imunidade ou a isenção tributária do com-
isenção do imposto sobre circulação de mer- prador não se estende ao produtor, contri-
cadorias concedida a similar nacional. buinte do imposto sobre produtos industria-
lizados.
4.5.IPTU
É legítima a incidência do ICMS na comercia-
lização de exemplares de obras cinemato- soúuJ/v1Ncu~ tP ~2 00 m~~'iJ!; '.jà<lY±~1r;~~:::f. "<
gráficas, gravados em fitas de videocassete.
Ainda quando alugado a terceiros, permanece
"s/lfl(Jv,~$~3~1J~t~·'r'.:::~~~*' imune ao IPTU o imóvel pertencente a qual-
quer das entidades referidas pelo artigo 150,
O ICMS no incide sobre alienação de salva- inciso VI, alínea "c~ da Constituição Federal,
dos de sinistro pelas seguradoras. desde que o valor dos aluguéis seja aplicado
72
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L
SUMULAS
ÜIRÉITO TRIBUTARlO
DO STF

...
nas atividades para as quais tais entidades fo-
Sü~Ub!N'l!OpI'!~TF · ·
ram constituídas
O imposto de transmissão "inter vivos" não in-
cide sobre a construção, ou parte dela, realiza-
É constitucional a lei do município que reduz o da pelo adquirente, mas sobre o que tiver sido
imposto predial urbano sobre imóvel ocupado construído ao tempo da alienação do terreno.
pela residência do proprietário, que não pos- ! .,,,,,,..,,...
sua outro.
O imposto de transmissão "inter vivos" não inci-
:5iJMb~k'i.:5dJ;ocf~:,g,~~~·:§JJQ'tk\~@:?'lfX5/fiiFY1~k~Vf.Rrf:~
de sobre a construção, ou parte dela, realizada,
Promitente-comprador de imóvel residencial inequivocamente, pelo promitente compra-
transcrito em nome de autarquia é contribuin- dor, mas sobre o valor do que tiver sido cons-
te do imposto predial territorial urbano. truído antes da promessa de venda.

É inconstitucional a lei que estabelece alíquo-


tas progressivas para o imposto de transmissão
inter vivos de bens imóveis - ITB1 com base no
valor venal do imóvel.

4.8.ITCMD
É inconstitucional a lei municipal que tenha ~:SQ~ô1;4:~',:1.1.l"~;s~F:.: ··~,~·:: ;:~~~::.:;.~. ;.t:~ ..'{, ·'
estabelecido, antes da Emenda Constitucional
29/2000, alíquotas progressivas para o IPTU, O imposto de transmisSão "causa mortis" é
salvo se destinada a assegurar o cumprimento devido pela alíquota vigente ao tempo da
da função social da propriedade urbana. abertura da sucessão.

4.6.ISSQN
O imposto de transmissão "causa mortis" não
é exigível antes da homologação do cálculo.
É inconstitucional a incidência do Imposto so-
bre Serviços de Qualquer Natureza - ISS sobre
operações de locação de bens móveis.
Sobre os honorários do advogado contrata-
do pelo inventariante, com a homologação
do juiz, não incide o imposto de transmissão
O imposto sobre serviços não incide sobre os
"causa mortis".
depósitos, as comissões e taxas de desconto,
cobrados pelos estabelecimentos bancários.
~--iill~&-~'tl;'4!!!'.?:'lilí!i~l~Íià\
·~~~~~~ É legítima a incidência do imposto de trans-
Os §§ 1° e 30 do art. go do DL 406/68 foram re-
missão "causa mortis" no inventário por mor-
cebidos pela Constituição.
te presumida.
4.7.ITBI

11111111mnn:m
Sendo vendedora uma autarquia, a sua imu- Calcula-se o imposto de transmissão "causa
nidade fiscal não compreende o imposto de mortis" sobre o saldo credor da promessa de
transmissão "inter vivo~ que é encargo do compra e venda de imóvel, no momento da
comprador. abertura da sucessão do promitente vendedor.

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SUJ\1ULAS tussoN

'
DO STF MI ESSA

5. IMUNIDADE5 pelo art. 150, Vl, "c''. da Constituição, somente


~ •";":""':,''_ ''.''';- ---:'.·---
alcança as entidades fechadas de previdên-
SOA!UÍA fl!?Soo STF cia social privada se não houver contribuição
dos beneficiários.
Sendo vendedora uma autarquia, a sua imu-
nidade fiscal não compreende o imposto de
6.ISENÇÕES
transmissão "inter vivos': qüe é encargo do
comprador.
SúMULA Nº 539 Do5TF
sór.iut'f.1!°76 ooSTF. É constitucional a lei do Município que reduz
As sociedades de economia mista não estão o imposto predial urbano sobre imóvel ocu-
protegidas pela imunidade fiscal do art. 31, pado pela residência do proprietário, que
V, ..a~ Constituição Federal. não possua outro.

SdMuLA NO 324',,;, STF SüMULA Nº 544 DO STF


A imunidade do art. 31, V, da Constituição Fe- Isenções tributárias concedidas, sob condi-
deral não compreende as taxas. ção onerosa, não podem ser livremente su-
primidas.
soi'.uJ. NàJ16 Do srF
A imunidade da autarquia financiadora, SüMULA N" 581 DÇ STF .
quanto ao contrato de financiamento, não se
A exigência de transporte em navio de ban-
estende à compra e venda entre particulares,
deira brasileira, para efeito de isenção tribu-
embora constantes os dois atos de um só ins-
tária, legitimou-se com o advento do Decre-
trumento.
to-lei 666, de 02.7.69.
';;:'\'> .<1'.'-- -. ~--\:).".'rY>HF/
'\\; >'8.Y!l'tp\}'0,~';,, t'/'7'. '3-~·~;'AS.;\';1'.fi \'>I>f\.> .· '
SüMULAN°591ooSTF.'> >• · 'kif">c:7•'·
7. PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS
A imunidade ou a isenção tributária do com- TRIBUTÁRIOS
prador não se estende ao produtor, contri-
buinte do imposto sobre produtos industria~ soMuLA V1NcuíANTE N"so lio str ·
lizados.
Norma legal que altera o prazo de recolhi-
mento da obrigação tributária não se sujeita
A imunidade prevista no art. 150, VI, ud': da ao princípio da anterioridade.
CF abrange os filmes e papéis fotográficos
necessários à publicação de jornais e perió-
dicos. A Constituição Estadual não pode estabelecer
limite para o aumento de tributos municipais.
SüMULÀ.»Nf!?~f,aj STf;;'"' ·:,:.;_-·~<\c\?"iifAi»\'<-1\!):>:. "X·!:~F:1it~:0v
Ainda quando alugado a terceiros, perma- SôkOLA N°239:odsrF_t; ··\,; ,. J.:f'<C:::.~,\'.:J:fi~~\\t::'::o;i:;f:'"'""
nece imune ao IPTU o imóvel pertencente
Decisão que declara indevida a cobrança do
a qualquer das entidades referidas pelo art.
150, VI, uc•: da Constituição, desde que ova- imposto em determinado exercício não faz
lor dos aluguéis seja aplicado nas atividades coisa julgada em relação aos posteriores.
essenciais de tais entidades.

Viola a garantia constitucional de acesso à


A imunidade tributária conferida a institui- jurisdição a taxa judiciária calculada sem li-
ções de assistência social sem fins lucrativos mite sobre o valor da causa.
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SUJ\\ULAS
Üif!EITO TRIBUTARIO
DO STF

8.TAXAS SüMULA V1NCULANTE li° 19 DO STF


8.1. Identidade de base de cálculo A taxa cobrada exclusivamente em razão dos
serviços públicos de coleta, remoção e tra-
SúMULA VINCULANTE li° 29 DD STF tamento ou destinação de lixo ou resíduos
provenientes de imóveis, não viola o artigo
É constitucional a adoção, no cálculo do va-
145, li, da Constituição Federal.
lor de taxa, de um ou mais elementos da base
de cálculo própria de determinado imposto, solíüJ..i)j~iJJiíliT/l/>'4fS!.si-(''.•··· ·•'• Pw•c.
desde que não haja integral identidade entre
uma base e outra. O serviço de iluminação pública não pode
ser remunerado mediante taxa.
8.2. Taxa de polícia

SúMULA li° ~65 wSTF ~ inconstitucional a taxa municipal de con-

É constitucional a taxa de fiscalização dos


servação de estradas de rodagem cuja base
mercados de títulos e valores mobiliários de cálculo seja idêntica à do imposto terri-
instituída pela Lei 7.940/89. torial rural.

8.3. Taxa de serviço .~úA<.~lf:!f§€7~.§Tfaif ;ç~)'1;l ,.} •··••· .;;; ;.•... •.


Viola a garantia constitucional de acesso à
SúMULA V1NCULAmÚ/>J206STF .· jurisdição a taxa judíciária calculada sem li-
mite sobre o valor da causa.
A cobrança de taxa de matrícula nas univer-
sidades públicas viola o disposto no art. 206,
IV, da Constituição Federal.

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CAPÍTULO XIII

JUROS
\
SUMARIO. 1. Juros de mora - 2. Juros e desapropriação - 3. Juros e tributação- 4. Taxa de juros

1. JUROS DE MORA 3. JUROS E TRIBUTAÇÃO

?p;:{LJ(À7Rf§j~~~ft,t;~1:l:f~.:·. ·..
Salvo contra a Fazenda Pública •. sendo a obri- Incide imposto de renda sobre os juros reme-
gação ilfquida, contam-se os juros morató- tidos para o exterior, com base em contrato
rias desde a citação inicial para a ação. de mútuo.

4. TAXA DE JUROS
Incluem-se os juros moratórias na liquida-
ção, embora omisso o pedido inicial ou a
:~lp~g~(V~~µ,;~'.~~::?:~pq,~!f ,.:
condenação. A norma do parágrafo 3° do artigo 192 da
Constituição, revogada pela Emenda Consti-
2. JUROS E DESAPROPRIAÇÃO tucional 40/2003, que limitava a taxa de juros
reais a 12% ao ano, tinha sua aplicabilidade
condicionada à edição de lei complementar.
No processo de desapropriação, são devidos
juros compensatórios desde a antecipada
imissão de posse, ordenada pelo juiz. por É vedada a capitalização de juros, ainda que
motivo de urgência. expressamente convencionada.

Pela demora no pagamento do preço da de- As disposições do Decreto 22.626 de 1933


sapropriação não cabe indenização comple- não se aplicam às taxas de juros e aos outros
mentar além dos juros. encargos cobrados nas operações realizadas
por instituições públicas ou privadas, que in-
i@'"'•~~'ti1~;~l~~~'Bil!
··-,-~·.,~~;t;'ff;1l":,-,~"'' tegram o sistema financeiro nacional.
Na desapropriação, direta ou indireta, a taxa
dos juros compensatórios é de 12% (doze
por ce~to) ao ano.

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r
CAPÍTULO XIV

LOCAÇ_AO
IMOBILlÁRIA
URBANA

SUMÁRIO• 1. Ação revisionai -2. Renovação de contrato - 3. Retomada do imóvel; 3.1. Prova da
necessidade; 3.2. Retomada para construção mais útil; 3.3. Retomada para uso próprio; 3.4. Reto-
mada por escopo empresarial -4. Outros

1. AÇÃO REVISIONAL para onde o proprietário pretende transferir


residência, salvo se mantiver, também, a an-
SúMULA N" 357 DD STI'. terior, quando dita prova será exigida.
É lícita a convenção pela qual o locador re-
nuncia, duranté a vigência do contrato, à
ação revisionai do art. 31 do Decreto 24.150, Nas locações regidas pelo Decreto 24.150,de
de 20.4.34. 20 de abril de 1934, a presunção de sinceri-
dade do retomante é relativa, podendo ser
2. RENOVAÇÃO DE CONTRATO ilidida pelo locatário.
. :>•i ,. > ,;-, _,., , , ',_?> ,''}_'.-ô'.'
';};YJ;;\'''i>;

O locatário, que não for sucessor ou cessio-


nário d~ que o precedeu na locação, não Para a retomada de prédio situado fora do
pode somar os prazos concedidos a este, domicílio do locador exige-se a prova dane-
para pedir a renovação do contrato, nos ter- cessidade.
mos do Decreto 24.150.
3.2. Retomada para construção mais
3. RETOMADÀ DO IMÓVEL útil

3.1. Prova da necessidade

SúMULA N"-410 ooSTF, Na retomada para construção mais útil, não


é necessário que a obra tenha sido ordenada
Se o locador, utilizando prédio próprio para pela autoridade pública.
residência ou atividade comercial, pede o
imóvel locado para uso próprio, diverso do
3.3. Retomada para uso próprio
que tem o por ele ocupado, não está obriga-
do a provar a necessidade, que se presume.

Ao retomante, que tenha mais de um prédio


t dispensável a prova da necessidade, na alugado, cabe optar entre eles, salvo abuso
retomada do prédio situado em localidade de direito.
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SUMULAS tussoN • HENRIQUE e ROBERVAL
DO STF M1ESSA CORREIA ROCHA

SiiMU(A N'410oo5TF 4.0UTROS

Se o locador, utílizando prédio próprio para SúMÚb\""' 158 DO STF


residência ou atividade comercial, pede o
imóvel locado para uso próprio, diverso do Salvo estipulação contratual averbada no re-
que tem ci por ele ocupado, não está obriga- gistro imobiliário, não responde o adquiren-
do a prov<tr a necessidade, que se presume. te pelas benfeitorias do locatário.

SúMJ;_, NO 411 oo STF


3.4. Retomada por escopo empresarial
O locatário autorizado a ceder a locação
SúMUlA N" 481 DO STF pode sublocar o imóvel.
Se a locação compreende, além do imóvel, SúiliJLA N" 442 od STF
fundo de comércio, com instalações e per-
tences, como no caso de teatros, cinemas e A inscrição do contrato de locação no regis-
hotéis, não se aplicam ao retomante as res- tro de imóveis, para a validade da cláusula de
trições do artigo 8, "e': parágrafo único, do vigência contra o adquirente do imóvel, ou
Decreto 24.150, de 20.04.1934. perante terceiros, dispensa a transcrição no
registro de titulas e documentos. ·

SüMUlA N" 449 DO STF.


Admite-se a retomada para sociedade da
qual o locador, ou seu cônjuge, seja sócio, O valor da causa, na consignatória de alu-
com participação predominante no capital guel, corresponde a uma anuidade.
social.
·'$Vkiú,;\ N' 488 bi:i STF' :
A preferência a que se refere o artigo 9 da
Lei 3.912, de 03.07.1961, Constitui direito
pessoal. Sua violação resolve-se em perdas
e danos.

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CAPÍTULO XV

MANDADO
DE SEGURANÇA

SUMARIO• 1. Cabimento - 2. Citação de litisconsorte -3. Coisa julgada - 4. Competência - s. Di-


reito liquido e certo- 6. Honorários advocatícios - 7. Legitimidade ativa- B. Legitimidade passiva
-9. liminares-10. Mandado de segurança coletivo-11. Prazo de impetração- 12. Recursos-13.
Via processual a~~quada

1. CABIMENTO 2. CITAÇÃO DE LITISCONSORTE

Não cabe mandado de segurança contra lei ~r~..de,.roandado de se-


em tese. gurança se o jmpetrante não promove, no
prazo assinado, a citação do litiscon'sorte
passivo necessário.

Não cabe mandado de segurançá contra ato -~Ó~VfÀ':Jit'f61:!J:'%1-~~·~~·h,t~tl~· {i·:"f:J{f~(}is~·::


judicial passível de recurso ou correição.
No mandado de segurança impetrado pelo
Ministério Público contra decisão proferida
em processg RjQal, é obrigatória a dtacão
Não cabe mandado de segurança contra de- do réu mmn litisconsorte passivo.
cisão judicial com trânsito em julgado.
3. COISA JULGADA

Não cabe mandado de segurança para im~ Decisão denegatória de mandado de segu-
pugnar enquadramento da Lei 3.780, de 12 rança, não fazendo coisa julgada contra o im~
dejLilho de 1960, que envolva exame de pro- petrante,~.
va ou d~ situação funcional complexa.
4. COMPET~NCIA

A exjstência de recurso administrativo com


.efeito suspensiv~o ~impede o uso do man-
•t....allll
É competente, originariamente, o $.upremo
-º·~do de segurança contra omissão da auto~ Tribunalhderal, para mandado de ~guran­
ça contra ato do Tribunal de Contas da Uniã.s:i.
-~
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li SUMULAS
DO STF

SOMÚLA Nº 330 DO STF


ÉU550N
MI ESSA

8. LEGITIMIDADE PASSIVA

O Supremo Tribunal Federal não é compe- so!.lúLÀ'tÍ's100osrr.


tente para conhecer de mandado de segu- Praticadg.o /,t9,..!lºL autoridade, no exercício
@!!5ª contra atos dos tribunais de justiça dos de \:-:.õ!filJetêncja êt,,,legada contra el~ cabe ~
-·~·~) mandado de segurança ou a medidajudicial.

SüMOLAN'433DOSTF 1R{ SúMUlA •º 627DO STF


É competente o Tribunal Regional do Traba- No mandado de segurança contra a nomea:..
lho para julgar mandado de segurança con- ção de magistrado da competência do Presi-
tra ato de seu presidente em execução de _dente da Republica, este é considerado~
sentença trabalhista. ridade coatora, ainda que o fundamento da
impetração seja D.YJldarle ocarrjda em fase
SúMUlA li' 623 DO STF anterior do procedimento.
Não gera por si só a competência originária 9. LIMINARES
do Supremo Tribunal Federal para conhecer
do mandado de segurança com base no art. SüMUlA •' 405 DO STF
102, 1, n, da Constituição, dirigir-s o pedido
contra deliberação administrativ do tribu-
Denegado o mandado de segurança pela
nal de ongem, da qual haja participado a sentença, ou no julgamento do agravo, dela
maioria ou a totalidade de seus membros. interposto, fica sern_efeito a limin--ªLconcedi-
da, retroagirlciQo; efei!~19._decisão cootrá-
ria.

~ compete ao SÍJpre 00 o Trih, • 0 al Eede[al


conhecer ~ de mandado de A suspensão da liminar em mandado de
segurança contra atos de outros ':~b1 ipais. segurança, salvo determinação em contrá-
rio da decisão que a deferir, vigorará até o
5. DIREITO LIQUIDO E CERTO trânsito em julgado da decisão definitiva
de concessão da segurança ou, havendo re-
curso, até a sua manutenção pelo Supremo
Controvérsia sobre matéria de direito não im- Tfibuna[ Federal, desde que o objeto da limi~
pede concessão de mandado de segurança. nar deferida coincida, total Ou parcialmente,
com o da impetração.
6. HONORARIOS ADVOCAT[CIOS
10. MANDADO DE SEGURANÇA COLE·
SúMULA fJO 512 DO STF TIVO

Não cabe condenação em hon~s de ad- SàMULA li' 629.i!oSTE , :..


vo~ na ação de mandado de segurança. A impetração de mandado de segurança co-
k.t,tiw por entidade de classe em favor dos
7. LEGITIMIDADE ATIVA yssodad~~e da auta';.ização destes.
i

Integrante de lista de candidatos a determi- A entidade de classe tem legitimação para


nada vaga da composição de tribunal é parte o mandado de segurança ainda quando a
legitima para impugnar a validade da nome- pretensão veiculada interesse apenas a uma
ação de concorrente. parte da respectiva categoria.

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SUMULAS
MANDADO DE SEGURANÇA
DOSTF

11. PRAZO DE IMPETRAÇÃO


5oiiuf.AN° 392 DOSfF
SOMUlA N°430 DO STF O prazo para recorrer de acórdão concessivo
Pe.dido de reconsideração na vja administra- de segurança conta-se da publicação oficial
_tjVã~~nterrompe o prazo para o mandado çl_g__ suas conclusões, e não da anterior ciência
de segurança. à autoridade para cumprimento da decisão.

50MULA N'.63J DO STf 50Mu;ill" 59f;jô W '' ;: ':'


É constitucional lei que fixa o prazo de de- Não cabem em8at:Q_os infrin~tes de acór-
cadência para a impetração de mandado de dão que, em mandado de segurança decidiu,
segurança. por maioria de votos, a apelação.

12. RECURSOS 13. VIA PROCESSUAL ADEQUADA


,,. ,,,.,,,,
SúMUlA fJO 272 DO STF ' ic,f:;\?,.;'j.,. ":i·"

Não se admite como ordinário recurso extra- O mandado de segurança ~substitui a


ordinário de decisão denegatória de manda-
do de segurança ...~.,.,'··-<.'- ~.,..--·- - (~~'''-'-Q-<,-~"-

O mandado de segurança ~é substitutiyo


São inadmissív,eis em~qos infÍlnQ.entes de ação de cobrança.
contra decisão do Supremolnbunal F-~eral
em mandado de segurança. l'"•ail~--""'
~~M,~#1::ti-'I)~
Concessão de mandado de segurança não
produz efeitos patrimoniais, em relação;
O recurso ordinário e o extraordinário inter- período pretérito, os quais devem ser recla-
postos no rr~s~º- ~~de mados admjnj5trativamente ou pela via judi-
segurança, ou de ªhabeas-corpus': serão jul- cial própria.
ffáéiOSé;;)Juntamente pelo Tribunal PleR&:

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CAPÍTULO XVI

MILITAR

SUMARIO· 1. Servidor público militar

1. SERVIDOR PÚBLICO MILITAR


Não tem direito ao terço de campanha o
militar que não participou de operações de
Não viola a Constituição da República o esta- guerra, embora servisse na "zona de guerra".
belecimento de remuneração inferior ao sa-
lário mínimo para os praças prestadores de
serviço militar inicial. ·
O art. 125, § 4°, da Constituição, não impede
.a perda da graduação de militar mediante
procedimento administrativo.
O tempo de serviço militar conta-se para
efeito de disponibilidade e aposentadoria do
servidor público estadual. A anistia prevista no art. 8° do ADCT não
alcança os militares expulsos com base em
legislação disciplinar ordinária, ainda que
Militar da reserva está sujeito a pena discipli- em razão de atos praticados por motivação
nar. política.

Militar inativo não tem direito ao uso do uni-


forme, fora dos casos previstos em lei ou re-
gulamento.

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SÚMULAS
DO STJ

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L
1\
CAPÍTULO 1

DIREI1'0
ADMINISTRATIVO

SUMARIO• l. Bens públicos - 2. Concurso público- 3. Conselhos profissionais-4. Oesapropriação-


5. Prescrição-6. Processo administrativo- 7. Servidor público

1. BENS PÚBLICOS 3. CONSELHOS PROFISSIONAIS

SOM~_LA_ f.IO}O:J.-:og:~T4 :+;"-;;,\,- .,- ··\" ···;,/Jt :J\-~ •;-,, ,- so.'!V!i~J2o&i..:ST.ii.,,


Incluem-se entre os imóveis funcionais que po- O oficial de farmácia, inscrito no Conselho
dem ser vendidos os administrados pelas For- Regional de Farmácia, pode ser responsável
ças Armadas e ocupados pelos servidores civis. técnico por drogaria.

sú.iúJ.Nó 275 oóSTJ


A avaliação da indenização devida ao proprie-
O auxiliar de farmácia não pode ser respon-
sável técnico por farmácia ou drogaria.
tário do solo, em razão de alvará de pesquisa
minera~ é processada no juízo estadual da situ-
ação do imóvel.
O farmacêutico pode acumular a responsabi-
2. CONCURSO PÚBLICO lidade técnica por uma farmácia e uma droga-
ria ou por duas droga.rias.
SúMULA N" J66 DP.Sf.i " .
O diploma ou habilitação legal para o exercí- Sú~ULAtff6JooST)
cio do cargo deve ser exigido na posse e não Os Conselhos Regionais de Farmácia possuem
na inscrição para o concurso público. atribuição para fiscalizar e autuar as farmácias e
1 drogarias quanto ao cumprimento da exigência
_sa~v~--~-~}!7~0$~ttr} ;;:~: ,;'.~-'.:-:':,~,;):::;~::':!{tt~\'.':\:,:, de manter profissional legalmente habilitado
O portador de visão monocular tem direito (farmacêutico) durante todo o período de funcio-
de concórrer, em concurso público, às vagas namento dos respectivos estabelecimentos.
reservadas aos deficientes.
4. DESAPROPRIAÇÃO

O portador de surdez unilateral não se qualifica


como pessoa com deficiência para o fim de dis- .Em desapropriação, são cumuláveis juros
putar as vagas reservadas em concursos públicos. compensatórios e moratórias.
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SUMULAS

1 DO STJ
ÉLISSON
MI ESSA • HENRIQUE
CORREIA
8
RosrnvAL
ROCHA

SúMUIAN°56voSTJ SúMUIANº 141 ôoSTJ


Na desapropriação para instituir servidão Os honorários de advogado em desapropria-
administrativa são devidos os juros com~ ção direta são calculados sobre a diferença
pensatórios pela limitação de uso da pro- entre a indenização e a oferta, corrigidas mo-
priedade. netariamente. '

SúMUIA Nº 67 00 STJ SüMULA N" 354 00 STJ

Na desapropriação, cabe a atualização mo- A invasão do imóvel é causa de suspensão


netária, ainda que por mais de uma vez, in- do processo expropriatório para fins de re-
dependente do decurso de prazo superior a forma agrária.
um ano entre o cálculo· e o efetivo pagamen- SüMUIA Nº 408 DO STJ
to da indenização.
Nas ações de desapropriação, os juros com-
SúMUl.A Nº 69 DO STJ pensatórios incidentes após a Medida Provi-
sória nº 1.577, de 11.6.1997, devem ser fixa-
Na desapropriação direta, os juros compen- dos em 6o/o ao ano até 13.9.2001, e, a partir
satórios são devidos desde a antecipada de então, em 12% ao ano, na forma da Súmu-
imissão na posse e, na desapropriação indi- la nº 618 dó Supremo Tribunal Federal.
reta, a partir da efetiva ocupação do imóvel.
5. PRESCRIÇÃO

SúMUlA Nº 85 00 STJ
Os juros moratórias, na desapropriação di-
reta ou indireta, contam-se desde o trânsito Nas relações jurídicas de trato sucessivo em
em julgado da sentença. que a Fazenda Pública figure como devedo-
ra, quando não tiver sido negado o próprio
SdMUIANº 102 ooSTJ direito reclamado, a prescrição atinge ape-
nas as prestações vencidas antes do quinqu-
A incidência dos juros moratórias sobre oS ênio anterior à propositura da ação.
compensatórios, nas ações expropriatórias,
não constitui anatocismo vedado em lei. 6. PROCESSO ADMINISTRATIVO

SúMuiÂif )13ôQ STJri ~\5~~':il'f:'j\ '" cíí~,ifííí


Os juros compensatórios, na desapropriação É ilegítima a exigência de depósito prévio
direta, incidem a partir da imissão na posse, para admissibilidade de recurso administra-
calculados sobre o valor da indenização, cor~ tivo.
rigido monetariamente.
Sú!.fi.liA "'461~0 sri •·
SúMUtAN? 114DOST/r' · ··r•rrrn Prescreve em cinco anos, contados do térmi-
no do processo administrativo, a pretensão
Os juros compensatórios, na desapropriação
da Administração Pública de promover a
indireta, incidem a partir da ocupação, calcu-
execução da multa por infração ambiental.
lados sobre o valor da indenização, corrigido
monetariamente. 7. SERVIDOR PÚBLICO

SúMULA Nº 131 DO STJ '\,,,y ,--\:,'.",·,'íi'. :'.;i:;,;<?:t\f :+ft SúMµIA.N'97oof,TJ..,,:"•i'


Nas ações de desapropriação incluem-se no Compete à justiça do trabalho processar e
cálculo da verba advocatfcia as parcelas rela- julgar redamação de servidor público relati-
tivas aos juros compensatórios e moratórias, vamente a vantagens trabalhistas anteriores
devidamente corrigidas. à instituição do Regime Jurídico único.
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r ÜIRErfO ADMINISTRATIVO
SUMULAS
DO STJ

5üMULAN' 13loo5TJ SOMUIA Nº 113 00 STJ


Compete à justiça comum estadual proces- Compete à justiça federal processar e julgar
sar e julgar ação de servidor público muni- o pedido de reintegração em cargo público
cipal, pleiteando direitos relativos ao vínculo federal, ainda que o servidor tenha sido dis-
estatutário. pensado antes da instituição do Regime Ju-
rídico Único.
SúMULA Nº 170 DO STJ
Compete ao juízo onde primeiro for inten- SúMUIA N" 218 00 STJ
tada a ação envolvendo acumulação de pe- Compete à justiça dos estados processar e
didos, trabalhista e estatutário, decidi-la nos
julgar ação de servidor estadual decorrente
limites da sua jurisdição, sem prejuízo do
de direitos e vantagens estatutárias no exer-
ajuizamento de nova causa, com o pedido
cício de cargo em comissão.
remanescente, no juízo próprio.
SúMUIA N" 378 ooSTJ
Reconhecido o desvio de função, o servidor
faz jus às diferenças salariais decorrentes.

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l
l~I
CAPÍTULO li

DIREITO CIVIL
SUMARIO• 1. Direito de família: 1.1. Alimentos; 1.2. Bem de família; 1.3. Divórcio; 1.4. lnvestfga~
ção de paternidade - 2. Contratos - 3. Direito autoral - 4. Direito imobiliário: 4.1. Convenção de
condomínio; 4.2. Hipoteca; 4.3. Locação imobiliária urbana; 4.4. Registro imobiliário - 5. Fraude
contra credores - 6. Prescrição: 6.1. Arguição processual; 6.2. Pretensão indenizatória; 6.3. Preten-
são indenizatória em contrato de seguro; 6.4. Usucapião - 7. Responsabilidade civil: 7.1. Acidente
de trânsito; 7.2. Cálculo de indenização; 7.3. Dano moral; 7.4. Furto em estacionamento; 7.5. lei
de imprensa; 7.6. Título de crédito

1. DIREITO DE FAMILIA
1.1. Alimentos Em ação investigatória, a recusa do suposto
pai a submeter-se ao exame de DNA induz
presunção "juris tantum" de paternidade.
O cancelamento de pensão alimentícia de
filho que atingiu a maioridade está sujeito à
2. CONTRATOS
decisão judicial, mediante contraditório, ain-
da que nos próprios autos.
O avalista do título de crédito vinculado a
1.2. Bem de família contrato de mútuo também responde pelas
obrigações pactuadas, quando no contrato
figurar como devedor solidário.
O conceito de impenhorabilidaqe de bem
de família abrange também o imóvel perten-
cente a pessoas solteiras, separadas e viúvas. Incide correção monetária sobre as presta-
ções pagas, quando de sua restituição, em
virtude da retirada ou exclusão do partici-
A vaga de garagem que possui matrícula pante de plano de consórcio.
própria no registro de imóveis não constitui
bem de família para efeito de penhora.

1.3. Divórcio O seguro de vida cobre o suicídio não pre-


meditado.

O diVórcio direto pode ser concedido sem


que haj~ prévia partilha dos bens. A falta de registro do compromisso de com-
pra e venda de imóvel não dispensa a prévia
1 .4. Investigação de paternidade interpelação para constituir em mora o de-
vedor.

Julgada procedente a investigação de pater- llllllllAWllllll•~~~


nidade, os alimentos são devidos a partir da .É nula a cláusula contratual que sujeita o deve-
citação. dor à taxa de juros divulgada pela Anbid/Cetip.
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,,
i
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SUf\.1ULAS tussoN (t RoBERVAL

DO STJ M1ESSA ROCHA

SüMUIA Nº 322 00 STJ SOMUIA li' 228 DO STJ


Para a repetição de indébito, nos contratos t. inadmissível ointerdito proibitório para a
de abertura de crédito em conta corrente, proteção do direito autoral.
não se exige a prova do erro.
SOMULAN°261 DOSTJ \
SOMUIÀ Nº 332 00 STJ A cobrança de direitos autorais pelei retrans-
A fiança prestada sem autorização de um dos missão radiofônica de músicas, em estabele-
cônjuges implica a íneficácia total da garantia. cimentos hoteleiros, deve ser feita conforme
a taxa média de utilização do equipamento,
sot.iuiÁ •º380 oo STJ apurada em liquidação.
Asimples propositura da ação de revisão de con-
trato não inibe a caracterização da mora do autor. 4. DIREITO IMOBILIÁRIO
4. 1. Convenção de condomínio
SüMUIA Nº 402 DD STJ
SúMUIA Nº 260 00 STJ
O contrato de seguro por danos pessoais
compreende os danos morais, salvo cláusula A convenção de condomínio aprovada, ain-
expressa de exclusão. da que sem registro, é eficaz para regular as
relações el')tre os condôminos.
sóA.iJ~.~~~5 oo§it . .
4.2. Hipoteca
Ressalvada a hipótese de efetivo agravamen-
to do risco, a seguradora não se exime do SÜMÚ/,Á f2%~lici5t~
dever de indenizar em razão da transferência
A hipoteca firmada entre a construtora e o
do veículo sem a sua prévia comunicação.
agente financeiro, anterior ou posterior à cele-
bração da promessa de compra e venda, não
tem eficácia perante os adquirentes do imóvel.
A Lei de Arbitragem aplica-se aos contratos
que contenham cláusula arbitral, ainda que 4.3. Locação imobiliária urbana
celebrados antes da sua edição.
süZ~JJic2Y4di>srl;;":;:..... ., "·
O fiador na locação não responde por obrigações
No seguro de responsabilidade civil facultativo,
resultantes de aditamento ao qual não anuiu.
não cabe o ajuizamento de ação pelo terceiro
prejudicado direta e exclusivamente em face
da seguradora do apontado causador do dano.
Nos contratos de locação, é válida a cláusula
de renúncia à indenização das benfeitorias e
ao direito de retenção.
Em ação de reparação de danos, a seguradora
denunciada, se aceitar a denunciação ou con- 4.4. Registro imobiliário
testar o pedido do autor, pode ser condenada,
direta e solidariamente junto com o segurado,
ao pagamento da indenização devida à víti-
Os registros de propriedade particular de
ma, nos limites contratados na apólice.
imóveis situados em terrenos de marinha não
são oponíveis à União.
3. DIREITO AUTORAL
5. FRAUDE CONTRA CREDÓRES

São devidos direitos autorais pela retrans-


missão radiofônica de músicas em estabele- Em embargos de terceiro não se anula ato ju-
cimentos comerciais. rídico, por fraude contra credores.
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SUJ\1UlAS
ÜIREITO ÜVIL
DO STJ

6. PRESCRIÇÃO
6. 1. Arguição processual O termo inicial do prazo prescricional, na ação
de indenização, é a data em que o segurado
SúMULANº 106ooSTJ teve ciência inequívoca da incapacidade laboral.
--ji~~~~~~~~~~~~~~---'

Prbposta a ação no prazo fixado para o seu exer-


6.4. Usucapião
cício, a demora na citação, por motivos inerentes
ao mecanismo da Justiça, não justifica o acolhi-
mento da arguição de prescrição ou decadência.
A presença da União ou de qualquer de seus
6.2. Pretensão indenizatória
entes, na ação de usucapião especial, não
afasta a competência do foro da situação do
SüMUIA N' 85 DO STJ imóvel.
Nas relações jurídicas de trato sucessivo em
que a Fazenda Pública figure como devedo-
ra, quando não tiver sido negado o próprio O direito de uso de linha telefônica pode ser
direito reclamado, a prescrição atinge apenas adquirido por usucapião.
as prestações vencidas antes do quinquênio
anterior à propositura da ação. 7. RESPONSABILIDADE CIVIL

SúMULA 11'412 ooSTJ 7. 1. Acidente de trânsito


A ação de repetição de indébito de tarifas de
água e esgoto sujeita-se ao prazo prescricio-
nal estabelecido no Código Civil. A ausência de registro da transferência não
- '" '" implica a responsabilidade do antigo proprie-
SoMuLAN°547qoSTJ' :::::~·~·,,,z:. :\Ç»J,,_;_:-, ".\{·· ·:\'"·,"· tário por dano resultante de acidente que en-
Nas ações em que se pleiteia o ressarcimento volva o veiculo alienado.
dos valores pagos a título de participação finan-
ceira do cpnsumidor no custeio de construção
de rede elétrica, o prazo prescricional é de vinte No transporte desinteressado, de simples
anos na vigência do Código Civil de 1916. Na vi- cortesia, o transportador só será civilmente
gência do Código Civil de 2002, o prazo é de cin- responsável por danos causados ao transpor-
co anos se houver previsão contratual de ressar- tado quando incorrer em dolo ou culpa grave.
cimento e de três anos na ausência de cláusula
nesse sentido, observada a regra de transição
7.2. Cálculo de indenização
disciplinada em seu art. 2.028.

6.3. Pretensão indenizatória em con- Incide correção monetária sobre dívida por
trato de seguro ato ilícito a partir da data do efetivo prejuízo.

sd!ÁuiA ti' fBíb/jsTJ••


A ação de indenização do segurado em grupo Os j_~ rnpratórios fluem a partir do evento
contra a seguradora prescreve em um ano. danoso, em caso de responsabilidade extra-
contratual.~\.(~._.._ ~~-
·5~v\J·tfi(&;;~~~~~~-*~"$
. o,. J{l,fL<',;, . .\?'.~. ~,,,~;;_yA::f.(''°-,Y.fr·t;).éf.,'.;, fo','\\· V:;> A:&.:'·L-0,_,\
<o ·
O pedido 'do pagamento de indenização à se-
guradora suspende o prazo de prescrição até O valor do seguro obrigatório deve ser dedu-
que o segurado tenha ciência da decisão. zido da indenização judicialmente fixada.
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SUMULAS ÉLISSON
DO STJ MI ESSA

SüMULA N" 420 DO STJ


Em ação de indenização, procedente o pedi- Incabível, em embargos de divergência, dis-
do, é necessária a constituição de capital ou cutir o valor de indenização por danos morais.
caução fidejussóría para a garantia de paga-
mento da pensão, independentemente da 7 .4. Furto em estacionamento
situação financeira do demandado.
SOMutNN" 130 oo)[J..
SúMÚLA II' 362 oô STJ
A empresa responde, perante o cliente, pela
A correção monetária do valor da indenização reparação de dano ou furto de veículo ocorri-
do dano moral incide desde a data do arbitra- dos em seu estacionamento.
mento.
7 .3. Dano moral 7.5. Lei de Imprensa
··SüMUU/N0:.2:i1 ifô·Sr!l~:: . . ;,· :::5::::.~~0;.t:~':"
São civilmente responsáveis pelo ressarci-
São cumuláveis as indenizações por dano ma- mento de dano, decorrente de publicação
terial e dano moral oriundos do mesmo fato. pela imprensa, tanto o autor do escrito quan-
to o proprietário do veículo de divulgação.
SúMULA II' 227 {J(J STJ
A pessoa jurídica pode sofrer dano moral. SúMULAN"281 oo)[J

soMULA "'281 Ôo srJ A indenização por dano moral não está sujeita
à tarifação prevista na lei de Imprensa.
A indenização por dano moral não está sujeita
à tarifação prevista na lei de Imprensa. 7.6. Título de crédito

s~~qlArl~~:'tffi'itl:fJ ,..... · ·. ; ..· SúMU!AI1'4.75.'ÓoSTJ. .,; · i..;::.'IA,+i•L: .•. i,: ii


'»';e;

A correção monetária do valor da indenização Responde pelos danos decorrentes de pro-


do dano moral incide desde a data do arbitra- testo indevido o endossatário que recebe por
mento. endosso translativo título de crédito conten-
do vício formal extrínseco ou íntrínseco, fican-
do ressalvado seu direito de regresso contra
Caracteriza dano moral a apresentação ante- os endossantes e avalistas.
cipada de cheque pré-datado.
SúMULA 11'387.:poST) O endossatário de título de crédito por endos-
É lícita a cumulação das indenizações de dano so-mandato só responde por danos decorren-
estético e dano moral. tes de protesto indevido se extrapolar os po-
deres de mandatário.

A simples devolução indevida de cheque ca- SüMU!A 11'503 oô'STJ


racteriza dano moral. O prazo para ajuizamento de ação monitória
·~ÔMuLAlf'.402.~Sf/·~ em face do emitente de cheque sem força exe-
cutiva é quinquenal, a contar do dia seguinte à
O contrato de seguro por danos pessoais data de emissão estampada na cártula.
compreende os danos morais, salvo cláusula
expressa de exclusão.

O prazo para ajuízamento de ação monitó-


Independe de prova do prejuízo a indenização ria em face do emitente de nota promissória
pela publicação não autorizada de imagem de sem força executiva é quinquenal, a contar i
pessoa com fins econômicos ou comerciais. do dia seguinte ao vencimento do título.
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L
CAPÍTULO lll 1
DIREITO
CONSTITUCIONAL

SUMÁRIO • 1. Ação civil pública - 2. Direitos fundamentais - 3. "Habeas data~ - 4. Mandado de


segurança - 5. Precatórios

f
1. AÇÃO CIVIL PÚBLICA 4. MANDADO DE SEGURANÇA

SúMULA II' 329.Po STJ SúMULA!"'41.ooSTJ


O Ministério Público tem legitimidade para O Superior Tribunal de Justiça ~o t~

propor ação civil pública em defesa do patrí- competênciª-JJara processar e julgar,~


mônio público. ~.~mandado d~ segurança contra
ato de outros tribunais ou dos respectivos\.."-' 1
órgãos. 'Q...<:) ~ .... ...._~r~ .. x.:;,.--~ ~ ""- ~-<--

Reconhecida a ~ia, devem ser~­


@.s na justiça federal as açõe's, civis públicas
propostas nesta e na justiça estadual. Na ação de mandado de segurança, não se
admite condenação em ho~os ad~­
2. DIREITOS FUNDAMENTAIS tícios.

O art. 35 do Decreto-lei nº 7.661, de 1945, O Superior Tribunal de Justiça é incompe~

que estabelece a prisão administrativa, foi tentê paraProcessar e julgar, originaría~


revogado pelos incisos LXI e LXVll do art. 5" mente, mandado de.segurança contra ato
da Constituição Federal de 1988. de órgão colegiado presidido por m_i_njstro
de Estado.
so;,;Ji.!:~11~~ii/>S'riZ ~ t:;';'.''' ' . ::,:,
Descabe a prisão civil do depositário judicial
..$0Mll~k]ii21asTJ;:; 1 '•>e" < , ·.

infiel. A impetração de segurança por terceíro .f2!:!: 1.

tra ato judicial, iião se condiciona à interpo- ,... ...


. ~ d ~~~'!>.... ..:"~"·' ....;;.."•''""~
3. "HABEAS DATA" s1çao e recurso. ~~~ ._.. ~ ,. ._,~_;;,.._,.~

:t~t;:,~~~~~;r~~ii~~t~tI::i:'.:~~!:::::~?t: . , \'.
Não cabe o"habeas data"(CF, art. 5°, lXXll, le- Cabe mandado de segurança contra ato pra-
tra "a") se não houve recusa de informações ticado em licitação promovidãj)õr socieda~
por parte da autoridade administrativa. de de economia mista ou empresa pública.
97

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1 SVMULAS
DO STJ

SuMul.K.ti< 37fioo5TJ
ÉussoN
M1ESSA
0
HENRIQUE
(ORREIA
• ROBERVAL
ROCHA

SÚMULA;,. 311 DD STJ


Compete à~ processar e julgar Os atos do Presidente do Tribunal que dispo-
o mandado de segurança contra ato de jui- nham sobre processamento e pagamento de
zado especial. precatório não têm caráter jurisdicio,na!.

5. PRECATÓRIOS SúMOLA N" 525 DD STJ


A Câmara de vereadores não possui per-
SúMULA .~144 00 STJ
sonalidade jurídica, apenas personalidade
Os créditos de natureza alimentícia gozam judiciária, somente podendo demandar em
de preferência, desvinculados os precatórios juízo para defender os seus direitos institu-
da ordem cronológica dos créditos de natu- cionais.
reza diversa.

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CAPÍTULO IV

DIREITO
DE TRANSITO
SUMÁRIO• 1. Multas - 2. Seguro obrigatório - 3. Responsabilidade civil

1. MULTAS SúMu(. N" 4l6 o~STJ .


SúMULA N" 127 ooSTJ Os juros de mora na indenização do seguro
DPVAT fluem a partir da citação.
É ilegal condicionar a renovação da licença
de veículo ao pagamento de multa da qual o
SüMULA Nº 474 DO STJ
infrator não foi notificado.
A indenização do seguro OPVAT, em caso de
SúMULANº 312 ooSTJ invalidez parcial do beneficiário, será paga
No processo administrativo para imposição de forma proporcional ao grau da invalidez.
de multa de trârisito, são necessárias as noti-
ficações da autuação e da aplicação da pena \5üAtu.tA~:s4ô·:·Mi5iJ ~:\\~·:. :·~r;·;~~1;:;f~'.:\h~~;;~;:\~t,~/:.·~t;,:1::1i
decorrente da infração. Na ação de cobrança do seguro DPVAT, cons-
SúMULA ti< 434 00 sú. titui faculdade do autor escolher entre os fo-
ros do seu domicílio, do local do acidente ou
O pagamento da multa por infração de trân-
ainda do domicílio do réu.
sito não inibe a discussão judicial do débito.

SúMULÀ 11'(51o00 STJ


'So1.1.uJN<>s44 &Ah. ,::, i'&<;·· .P;PP·i'P ;;; i•/ ;
A liberação de veículo retido apenas por trans- É válida a utilização de tabela do Conselho Na-
porte irregular de passageiros não está condi- cional de Seguros Privados para estabelecer a
cionada ao pagamento de multas e despesas. proporcionalidade da indenização do seguro
DPVAT ao grau de invalidez também na hipótese
2. SEGURO OBRIGATÓRIO de sinistro anterior a 16/12/2008, data da entra-
SúMULA/V" Ú6.o~siI.:'
da em vigor da Medida Provisória n. 451/2008.

O valor do seguro obrigatório deve ser de-


duzido da indenização judicialmente fixada.
.,.
Nas ações de indenização decorrente de seguro
SúMuLA ~ 0}S7.6o
,'
sT) •.. ',' '"'•

',\';;'f!';:,;.i. DPVAT, a ciência inequívoca do caráter perma-


A falta de pagamento do prêmio do segu- nente da invalidez, para fins de contagem do
ro obrigatório de Danos Pessoais Causados prazo prescri-cional, depende de laudo médico,
por Veículos Automotores de Vlas Terrestres exceto nos casos de invalidez permanente no-
(DPVAT) não é motivo para a recusa do paga- tória ou naqueles em que o conhecimento an-
mento da indenização. terior resulte comprovado na fase de instrução.

A ação de cobrança do seguro obrigatório A correção monetária nas indenizações do se-


(DPVAT} prescreve em três ~nos. guro DPVAT por morte ou invali-dez, prevista no
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SUMULAS tusSON HENRIQUE ROBERVAL
DO STJ M!ESSA lf (oRREIA \D ROCHA

§ 7°do art. 5°da Lei n. 6.194/1974, redação dada tário por dano resultante de acidente que en-
pela Lei n. 11.482/2007, incide desde a data do volva o veículo alienado.
evento danoso.
SúMUlA N' 145 DO STJ
3. RESPONSABILIDADE CIVIL
No transporte desinteressado, de simples
SúMULA Nº92 ooSJJ cortesia, o transportador só será civilmente
responsável por danos causados ao trans-
A terceiro de boa-fé não é oponível a aliena- portado quando incorrer em dolo ou culpa
ção fiduciária não anotada no certificado de grave.
registro do veículo automotor.
SüMULA N' 246 Do STJ
SúMUlA N' 132 00 STJ
O valor do seguro obrigatório deve ser de-
A ausência de registro da transferência não duzido da indenização juditialmente fixada.
implica a responsabilidade do antigo proprie-

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CAPÍTULO V

DIREITO
DO CONSUMIDOR
SUMARIO. 1. Instituições financeiras - 2. Plano de saúde - 3. Serviço de proteção ao crédito -
4. Serviços públicos - 5. Outros temas.

1. INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
S,bMDf!.''f'~?·~4.í{J;§"f/:~t::1'.'.~[~~:I;::.:.i~~·>,'.:::~~~,::r·:)11 .•.:~~:~ Aplica-se o Código de Defesa do Consumi-
Nos contratos bancários posteriores ao Códi- dor aos contratos de plano de saúde.
go de Defesa do Consumidor incide a multa
moratória nele prevista.
3. SERVIÇO DE PROTEÇÃO AO CRÉDITO

..sóMúLA N° 323 oo STJ,. :.; :>: ·;; .'.' c;'.r:'< """'~-"''./:< ."'"
o Código de Defesa do Consumidor é aplicá~ A inscrição do nome do devedor pode ser
vel às instituições financeiras. mantida nos serviços de proteção ao crédito
até o prazo máximo de cinCo anos, indepen-
dentemente da prescrição da execução.
A decadência do art. 26 do CDC não é aplicá-
vel à prestação de contas para- obter esclare-
cimentos sobre cobrança de têlxas, tarifas e Cabe ao órgão mantenedor do Cadastro de
encargos bancários. Proteção ao Crédito a notificação do devedor
antes de proceder à inscrição.
SOMUJ.A N' 479,p6STJ ·
SOMULAji>JÍ;i;qoSrf.
As instituições financeiras respondem objeti-
vamente pelos danos gerados por fortuito in- Da anotação irregular em cadastro de prote-
terno relativo a fraudes e delitos praticados por ção ao crédito, não cabe indenização por dano
terceiros no âmbito de operações bancárias. moral, quando preexistente legítima inscrição,
ressalvado o direito ao cancelamento.
SúMUlA N' 532 Do STJ
Constitui prática comercial abusiva o envio SVMULA N' 404 00 STJ ;
de cartão de crédito sem prévia e expressa É dispensável o aviso de recebimento (AR} na
solicitação do consumidor, configurando-se
carta de comunicação ao consumidor sobre
ato ilícito.indenizável e sujeito à aplicação de
a negativação de seu nome em bancos de
multa adtninistrativa.
dados e cadastrós.
2. PLANO DE SAÚDE

s9~yLA li" iP? og STJ .::'C, ,, ;<,\


:<(\<;\; Incumbe ao credor a exclusão do registro da dí-
É abusiva a cláusula contratual de plano de vida em nome do devedor no cadastro de ina-
saúde que limita no tempo a internação hos- dimplentes no prazo de cinco dias úteis, a partir

l
pitalar do segurado. - do integra1 e efetivo pagamento do débito.
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SÚMULAS
DO STJ
ÉLISSON
M1ESSA
.. HENRIQUE
CORREIA @
Rosi:RvAL
ROCHA

SúMULA "° 550 DO STJ SúMULAN°412 ooSTJ


A utilização de escore de crédito, método es- A ação de repetição de indébito de tarifas de
tatístico de avaliação de risco que não cons- água e esgoto sujeita-se ao prazo prescricio-
titui banco de dados, dispensa o consenti- nal estabelecido no Código Civil.
mento do consumidor, que terá o direito de
solicitar esclarecimentos sobre as informa- SúMULA Nº 506 DO STJ
ções pessoais valoradas e as fontes dos da- A Anatei não é parte legítima nas demandas
dos considerados no respectivo cálculo. entre a concessionária e o usuário de telefo-
nia decorrentes de relação contratual.
SúMULA N' 572 DO STJ
O Banco do Brasil, na condição de gestor 5. OUTROS TEMAS
do Cadastro de Emitentes de Cheques sem
SúMULA IP 543ooSTJ
Fundos (CCF), não tem a responsabilidade
de notificar previamente o devedor acerca Na hipótese de resolução de contrato de
da sua inscrição no aludido cadastro, tam- promessa de compra e venda de imóvel sub-
pouco legitimidade passiva para as ações de metido ao Código de Defesa do Consumidor,
reparação de danos fundadas na ausência de deve ocorrer a imediata restituição das par-
prévia comunicação. celas pag'as pelo promitente comprador- in-
tegralmente,-em caso de culpa exclusiva do
4. SERVIÇOS PÚBLICOS promitente veildedor/construtor, ou parcial-
mente, caso tenha sido o comprador quem
SOMuLÂiv"3S600STI.1.
--« ' " '
« - _,.,_, .... ,·;..·•,,• '.-.-," -
'' ,,, .. '
-_,, :" ---
---~,,-
deu causa ao desfazimento
É legítima a cobrança da tarifa básica pelo
uso dos serviços de telefonia fixa.
O Código de Defesa do Consumidor é apli-
cável às entidades abertas de previdência
É legítima a cobrança da tarifa de água, fiXa- complementar, não incidindo nos contratos
da de acordo com as categorias de usuários previdenciários celebrados com entidades
e as faixas de consumo. fechadas.

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CAPÍTULO VI

DIREITO
DO TRABALHO

SUMÁRIO• 1. Acidente do trabalho- 2. FGTS - 3. Contribuição sindical

1. ACIDENTE DO TRABALHO dos juros, na forma do art. 4° da Lei nº 5.107,

SúMUCA "° 89 DO STJ. de 1966.

A ação acidentárla prescinde do exaurimen-


S~Muu.:;.2to.oo,.5fJ '"<Ju--: Pc:!:.;.~;"Y\f;",. <t;·.- -
to da via administrativa. A ação de cobrança das contribuições para o
FGTS prescreve em trinta (30) anos.

O Ministério Público tem legitimidade para


recorrer na ação de acidente do trabalho,
A Caixa Econômica Federal tem legitimidade
ainda que o segurado esteja assistido por
passiva para integrar processo em que se dis-
advogadq.
cute correção monetária do FGTS.
SúMULA Nº 351 DDSTJ
50MÚLAN°ÍSllXiSfJ .
A alíquota de contribuição para o Seguro de
Acidente do Trabalho (SAT) é aferida pelo Os saldos das contas do FGTS, pela legisla-
grau de risco desenvolvido em cada empre- ção infraconstitucional, são corrigidos em
sa, individualizada pelo seu CNPJ, ou pelo 42,72% {IPC) quanto às perdas de janeiro de
grau de risco da atividade preponderante 1989 e 44,80o/o (IPC) quanto às de abril de
quando houver apenas um registro. 1990, acolhidos pelo STJ os índices de 18,02%
(LBC) quanto às perdas de junho de 1987, de
2. FGTS
5,38% (BTN) para maio de 1990 e 7,00% (TR)
SúMULA "° 82 DO STJ para fevereiro de 1991, de acordo com o en-
tendimento do STF {RE 226.855-7-RS).
Compete à justiça federal, excluídas as recla-
mações trabalhistas, processar e julgar os fei-
SOMULJÍ,,. 349 DO STJ
tos relativos à movimentação do FGTS.
Compete à justiça federal ou aos juízes com
SúMULAN° 754ooSTJ competência delegada o julgamento das
Os optantes pelo FGTS, nos termos da lei nº execuções fiscais de contribuições devidas
5.958, de 1973, tem direito à taxa progressiva pelo empregador ao FGTS.
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SUMULAS ÉussoN HENRIQUE RoaERVAL
DO STJ M1ESSA • CORREIA • ROCHA

SúMÍÍLA N' 3S_3 ooSTJ SúMULAN' 514ooSTJ


As disposições do Código Tributário Nacio- A CEF é responsável pelo fornecimento dos
nal não se aplicam às contribuições para o extratos das contas individualizadas vincu-
FGTS. ladas ao FGTS dos Trabalhadores partici-
pantes do Funda de Garantia do Tempo de
SúMULA N' 398ooSTJ Servl.ço, inclusive para fins de exibição em
juízo, independentemente do período em
A prescrição da ação para pleitear os juros
discussão.
progressivos sobre os saldos de conta vincu-
lada do FGTS não atinge o fundo de direito, SúMULAN°571 ooSTJ
límitando-se às parcelas vencidas.
A taxa progressiva de juros não se aplica às
SúMULA N" 445 00 STJ contas vinculadas ao FGTS ·de tra-balhadores
qualificados como avulsos.
As diferenças de correção monetária resul-
tantes de expurgos inflacionários sobre os SúMULA N" 578 DO STJ
saldos de FGTS têm como termo inicial a
Os empregados que laboram no cultivo da ca-
data em que deveriam ter sido creditadas.
na-de-açúcar para empresa agroindUstrial liga-
SOMULA N" 459 ooSrl da ao setor sucroalcooleiro detêm a qualidade
de rurícola, ensejando a isenção do FGTS des-
A Taxa Referencial (TR) é o índice aplicável, de a edição da Lei Complementar n. 11/1971
a título de correção monetária, aos débitos até a promulgação da Constituição Federal de
com o FGTS recolhidos pelo empregador 1988.
mas não repassados ao fundo.
3. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL
SúMULA •'396 00 STJ
O titular da conta vinculada ao FGTS tem o di-
reito de sacar o saldo respectivo quando decla- A Confederação Nacional da Agricultura tem
rado nulo seu contrato de trabalho por ausên- legitimidade ativa para a cobrança da contri-
cia de prévia aprovação em concurso público. buição sindical rural.

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L
li
CAPÍTULO Vil

DIREITO
ELEITORAL

SUMARIO• 1. Competência

1. COMPETÊNCl.A
--,.5
- -_·uMuLA i•, _3·-"~-;;<
;"·_·.-,- -·::; :: '~s~+1·' >'~.:..:.·-. :;..i-~.:;:. J~.:.·.~.:'. -!.~..\•f.:~-;· .•.:'_·.·__'.<"...;:.~~-;::~
-~-DO:--.Jj)'t.--____ __
:-·-:- ·:: ~-
. x;::.;..:
Compete à justiça eleitoral processar e julgar
Compete à justiça comum estadual proces-
a ação para anular débito decorrente de mul-
sar e julgar os pedidos de retificação de da-
ta eleitoral.
dos cadastrais da justiça eleitoral.

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r CAPÍTULO V[JJ

DIREITO
1EMPRESARIAL
1

SUMÁRIO· 1- Arrendamento mercantil -2. Contrato de participação financeira -3. Falência; 3.1.
Direito processual; 3.2. Falência; 3.3. Restituição de adiantamento de contrato de câmbio- 4. Mar~
ca comercial - 5. Títulos de crédíto-6. Transporte comercial

1. ARRENDAMENTO MERCANTIL SúMULA l{'SSl DO.STJ•.


SúMULA N" 138 DO STJ Nas demandas por complementação de ações
de empresas de telefonia, admite-se a conde-
O 155 incide na operação de arrendamento nação ao pagamento de dividendos e juros
mercantil de coisas móveis. sobre capital próprio independentemente de
SüMULA Nº 293 no STJ pedido expresso. No entanto, somente quan-
do previstos no título executivo, poderão ser
A cobrança antet:ipada do valor residual ga- objeto de cumprimento de sentença.
rantido (VRG) não descaracteriza o contrato
de arrendamento mercantil. 3.FALÊNCIA
3.1. Direito processual
No contrato de arrendamento mercantil (le-
asing), ainda que haja cláusula resolutiva ex- Süíiiit~:;;;,~~5~h<J5[J:~;-:;-5}4f:;t:~z-.~,,í;_-'-is;,;::-z;, T ,,
pressa, é necessária a notificação prévia do Nas ações da Lei de Falências, o prazo para a
arrendatário para constituí-lo em mora.
interposição de recurso conta-se da intima-
SúMULA N°_ 564 ºº sri--:-'::~ <--:·;~'t-;:}-":\f~~~::rt:j\é~_;~ ~ _:;'. ção da parte.

No caso de reintegração de posse em arrenda-


mento mercantil financeiro, quando a soma da
importância antetipada a título de valor resi-
t. irrecorrível o ato judicial que apenas man-
da processar a concordata preventiva.
dual garantido (VRG) com o valor da venda do
bem ultrapassar o total do VRG previsto contra- soMútA-f;l'48.6 rfc3;5rJtt:&tt ~i1'.~_:-~1if:~1J!'_'.#':'~t ±1i;~\ 0::1" -:
tualmente, o arrendatário terá direito de rece-
ber a respectiva diferença, cabendo, porém, se O juízo da recuperação judicial não é com-
estipulado no contrato, o prévio desconto de petente para decidir sobre a constrição de
outras despesas ou encargos pactuados. bens não abrangidos pelo plano de recupe-
ração da empresa.
i 2. CONTRATO DE PARTICIPAÇÃO FI-
NANCEIRA
t A recuperação judicial do devedor principal
1
Nos contratos de participação fin<::tncelra não impede o prosseguimento das ações e
para a aquisição de linha telefônica, o Valor exeaições ajuizadas contra terceiros deve-
Patrimonial da Ação (VPA) é apurado com dores solidários ou coobrigados em geral,
base no balancete do mês da integralização. por garantia cambial, real ou fidejussória.
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SUMULAS ÉussoN HENRIQUE ROBERVAL
DO STI M1ESSA • CORREIA ft ROCHA

3.2. Falência ·· :. '


SOMVLA N' 26 DO STJ
·

O avalista do título de crédito vinculado a


contrato de mútuo também responde pelas
No pagamento em juízo para elidir falência, obrigações pactuadas, quando no contrato
são devidos correção monetária, juros e ho- figurar como .deveçjor solidário.
norários de advogado.
1
S!iMULA N' 248 od STJ SóMUl.AN°60ooSTJ
Comprovada a prestação dos serviços, a du- t nula a obrigação cambial assumida por
plicata não aceita, mas protestada, é título procurador do mutuário vinculado ao mutu-
hábil para instruir pedido de falência. ante, no exclusivo interesse deste.

SOMULAN' 361 OQ.stJ;: . SOMUIA N' 93 00 STJ .


A notificação do protesto, para requerimen- A legislação sobre cédulas de crédito rural,
to de falência da empresa devedora, exige a comercial e industrial admite o pacto de ca-
identificação da pessoa que a recebeu. pitalização de juros.
3.3. Restituição de adiantamento de SúMUlA .o258 00 STJ
contrato de câmbio
A nota promissória vinculada a contrato de
Sü~uLA N° 36 ;;{fS:rjJ.~1{~:\w. ,.:,>t ··,. · ,\+ :·:f+ ·;e ·'
0 abertura de crédito não goza de autonomia
em razão da iliquidez do título que a originou.
A correção monetária integra o valor da resti-
tuição, em caSo de adiantamento de câmbio, ?úM(!LA:~ 47$.fX!.STÍ., ~~:~:-\.: ÓiJ~< .:;,:;~:!::;~;:·: ·'.&á:. ·;r.
requerida em concordata ou falência.
Responde pelos danos decorrentes de pro-
JJq'Afy&·:tto i33rliõ:·~r11]}~·~~%~{~·;~~:~~'.;;\.1::,::.;.,::~t'.~'.:;~;,f·· testo indevido o endossatário que recebe
por endosso translativo títu!Ó de crédito con-
A restituição da importância adiantada, a con- tendo vício formal extrínseco ou intrínseco,
ta de contrato de câmbio, independe de ter ficando ressalvado seu direito de regresso
sido a antecipação efetuada nos quinze dias contra os endossantes e avalistas.
anteriores ao requerimento da concordata.
SOMUlA N' 476 00 STJ
SrJliuLA., 301 oosw· O endossatário de título de crédito por en-
A restituição de adiantamento de contrato dosso-mandato só responde por danos de-
de câmbio, na falência, deve ser atendida an- correntes de protesto indevido se extrapolar
tes de qualquer crédito. os poderes de mandatário.

4. MARCA COMERCIAL SÚMULA ,~53::1;ciJ'~SrJr:~f;~*;~~~t:t{:;;~~;~,,i-~;,· 1à;~:~ 0'

Em ação monitória fundada em cheque pres-


crito, ajuizada contra o emitente, é dispensá-
Prescreve em cinco anos a ação de perdas e vel a menção ao negócio jurídico subjacente
danos pelo uso de marca comercial. à emissão da cártula.

6. TRANSPORTE COMERCIAL
5. TÍTULOS DE CRÉDITO

O reconhecimento do direito a indenização,


A legislação ordinária sobre crédito rural não por falta de mercadoria transportada via ma- 1
veda a incidência da correção monetária. rítima, independe de vistoria.

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L
CAPÍTULO IX \
DIREITO
PENAL
SUMÁRIO. 1. Execução penal - 2. Extinção da punibilidade - 3. Pena - 4. Prescrição - 5. Tipifica-
ção penal

1. EXECUÇÃO PENAL
o benefício de saída temporária no âmbito
SoMiítt;:~~·a;l?Q·S-tdf~:::k·'.·;;~~~(::~;;4\:~~;,;/~::,;:i:_JI da execução penal é ato jurisdicional insus-
Para obtenção dos, benefícios de saída tempo- cetível de delegação à autoridade adminis-
rária e trabalho externo, considera-se o tempo trativa do estabelecimento prisional.
de cumprimento da pena no re~ime fechado.
~~~VA~~:f~~~~J~i:·:::A:~::;·~~\\i:·:J#i~. :.,
O reconhecimento de falta grave decorrente
Compete ao juízo das execuções penais do do cometimento de fato definido como cri-
estado a execução das penas impostas a sen- me doloso no cumprimento da pena prescin-
tenciados pela justiça federal, militar ou elei- de do trânsito em julgado de sentença penal
toral, quando recolhidos a estabelecimentos condenatória no processo penal instaurado
sujeitos à administração estadual. para apuração do fato. ·
·~··· . ·11· . ·~·,··" ''.0i.3'i0f'"'
·s'"Ji',~*. '.·.';~."' ~.<i!)..vli. .~1;.:~x.·.'IA
. . .$TJC\~ \l\\::~~\if:.~t
. .
-<·7'~·tf.\~;;;;;(à~i~,:
.Q~l{l,A ~.i:~ "'-11vP.R, "~ "·4<,·i!.. · ,,~. . ~H1'\ .. féii14.1@tf,.,, :v·. ·'~ ",
Ãfrequência a curso de ensino formal é causa Para o reconhecimento da
de remição de parte do tempo de execução disciplinar no âmbito da execução penal,
de pena sob regime fechado ou semiaberto. é imprescindível a instauração de procedi-
·sQM·ü~ ~~;,:3~:ifP.$fj~[~1Wttt;~,i~~f~~;~'~i,~;~7:'':;t~ ~4'.;;;:~ mento administrativo pelo diretor do esta-
belecimento prisional, assegurado o direito
Admite-se o exame criminológico pelas pe- de defesa, a ser realizado por advogado
culiaridades do caso, desde que em decisão constituído ou defensor público nomeado.
motivada.

A prática de falta grave interrompe a


A falta grave não interrompe o prazo para gem do prazo para a progressão de regime
obtenção de livramento condiciona\. de cumprimento de pena, o qual se reinicia a
partir do cometimento dessa infração.

Os condenados por crimes hediondos ou as-

__,_
semelha-dos cometidos antes da vigência da
A prática de falta grave não interrompe o
Lei nº 11':464/2007 sujeitam-se ao disposto no
prazo para fim de comutação de pena ou in-
art. 112 da Lei nº 7.21 0/1984 (Lei de Execução
dulto.
Penal) para a progressão de regime prisional.
-....:·1llli.··~·
· . ·-',\\'.t5
*~~!{~~?~~~~$ ',· ;C, .. · V · ~ .... '. '.13~_,,,iij

É inadmissível a chamada progressão "per


i: possível a remição de parte do tempo de

L
·execução da pena quando o condenado, em
saltum" de regime prisional.
109

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SÚMULAS ÉLISSON HENRIQUE @ ROBERVAL

1 DO STJ M1ESSA " CORREIA ROCHA

regime fechado ou semiaberto, desempenha


SúMULAN°440ooSTJ
atividade laborativa, ainda que extramuros.
Fixada a pena-base no mínimo legal, é ve-
2. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE dado o estabelecimento de regime prisional
SúMULA Nº 18 ooSTJ mais gravoso do que o cabível em razão da
sanção imposta, com base apenas nà gravida-
A sentença concessiva do perdão judicial é de abstrata do delito.
declaratória da extinção da punibilidade, não
subsistindo qualquer efeito condenatório. SúMULAN'442 ooSTJ
SúMULANº438 ooSTJ Éinadmissível aplicar, no furto qualificado, pelo
concurso de agentes, a majorante do roubo.
É inadmissível a extinção da punibilidade pela
prescrição da pretensão punitiva com funda- SüMuLA N"443 ooSTJ
mento em pena hipotética, independentemen-
te da existência ou sorte do processo penal. O aumento na terceira fase de aplicação da
pena no crime de roubo circunstanciado exi-
SúMULA N" 513 ooSTJ ge fundamentação concreta, não sendo sufi-
A "abolitio criminis" temporária prevista na ciente para a sua exasperação a mera indica-
Lei nº 10.826/2003 aplica-se ao crime de pos- ção do número de majorantes.
se de arma de fogo de uso permitido com
numeração, marca ou qualquer outro sinal
SOMULA N" 444 oP STJ
de identificação raspado, suprimido ou adul- É vedada a utilização de:.> inquéritos policiais e
terado, praticado somente até 23.10.2005. ações penais em curso para agravar a pena-base.
3.PENA SQMY<A~42~6Ôsfi~····
50M,y~,:.~l4}D9.?TJj;KY~~· {;;:1:': ;i+ZiX\y~,:if)J';.·· É inadmissível a fixação de pena substitutiva
Para efeitos penais, o reconhecimento da (art. 44 do CP) como condição especial ao re-
menoridade do réu requer prova por docu- gime aberto.
mento hábil.
sJ;.,ui:. .,,Ofôí i:>ti stY ·
Cabível a aplicação retroativa da Lei
Cominadas cumulativamente, em lei especial, 11.343/2006, desde que o resultado da inci-
penas privativa de liberdade e pecuniária, é dência das suas disposições, na íntegra, seja
defeso a substituição da prisão por multa. mais favorável ao réu do qLie o advindo da
aplicação da Lei 6.368/76, sendo vedada a
combinação de leis.
A incidência da circunstância atenuante não
pode conduzir à redução da pena abaixo do
mlnimo legal.
t. possível o reconhecimento do privilégio
previsto no§ 2° do art. 155 do CP nos casos de
crime de furto qualificado, se estiverem pre-
A reincidência penal não pode ser considera- sentes a primariedade do agente, o pequeno
da como circunstância agravante e, simulta- valor da coisa e a qualificadora for de ordem
neamente, como circunstância judicial. objetiva.

S.•OMUtAif~69JjQ'srJi\·Y'>}X
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. .?'.'.·.~J~)ii:.~.':'
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t. admissível -a adoção do regime prisional
semiaberto aos reincidentes condenados a O tempo de duração da medida de segurança
pena igual ou inferior a quatro anos se favorá- não deve ultrapassar o limite máximo da pena
veis as circunstâncias judiciais. abstratamente cominada ao delito praticado.
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r ÜIREITO PENAL
SUMULAS
DO STJ

SúMULA Nº 545 00 STJ SúMUlA N' 96 00 STJ


Quando a confissão for utilizada para a for- O crime de extorsão consuma-se indepen-
mação do convencimento do julgador, o réu dentemente da obtenção da vantagem inde-
fará jus à atenuante prevista no art. 65, IH, d, vida.
do Código Pena!. \ SúMULA Nº 502 00 STJ
4. PRESCRIÇÃO Presentes a materialidade e a autoria, afigu-
ra-se típica, em relação ao crime previsto no
SúMULANº 191 ooSTJ artigo 184, parágrafo 2°, do Código Penal, a
A pronúncia é causa interruptiva da prescri- conduta de expor à venda COs e OVOs piratas.
ção, ainda que o Tribunal do Júri venha ades-
SúMULA N" 52Z DO STJ
classificar o crime.
A conduta de atribuir-se falsa identidade pe-
SúMULA Nº 220 00 STJ rante autoridade policial é típica, ainda que
em situação de alegada autodefesa.
A reincidência não influi no prazo da prescri-
ção da pretensão punitiva. SOMULA Nº 567 DO STJ
Sistema de vigilância realizado por moni-
SúMUlANº 33BooSTJ toramento eletrônico ou por existência de
segurança no interior de estabelecimento
A prescrição penal é aplicável nas medidas
comercial, por si só, não torna impossível a
socioeducativas. configuração do crime de furto.

SúMULAN"415 DO STJ .5-üM,Jit.1.f'?:.si4.~'$tl;,;<l~:1~, ;.:ri:?~i.;::..::3(.J.Zt'-:cf.~;,:l,.'R~>t:


O período de suspensão do prazo prescricional Para a configuração do delito de violação de
é regulado pelo máximo da pena cominada. direito autoral e a comprovação de sua mate-
rialidade, é suficiente a perícia realizada por
S. TIPIFICAÇÃO PENAL amostragem do pro-duto apreendido, nos
aspectos externos do material, e é desneces-
SüMUlA ),o 17 DO STJ sária a identificação dos titulares dos direitos
autorais violados ou daqueles que os repre-
Quando o falso se exaure no estelionato, sem sentem.
mais potencialidade lesiva, é por este absorvido.

Constitui crime a conduta de permitir, confiar


Aplica-se ao crime de estelionato em que fi- ou entregar a direção de veículo automotor
gure como vítima entidade autárquica da Pre- a pessoa que não seja habilitada, ou que se
vidência Social a qualificadora do§ 3° do art. encontre em qualquer das situações previs-
171 do Código Penal. tas no art. 310 do CTB, independentemente
da ocorrência de lesão ou de perigo de dano
SOMútA N" 51 DO STJ concreto na condução do veículo.

A punição do intermediador, no jogo do bi- S11i.1u!XN"s8:í 66'5fJíA.i' '!, ~ !\;


cho, independe da identificação do "aposta-
dor'.' ou do"banqueiro". Consuma-se o crime de roubo com a inversão
da posse do bem mediante emprego de vio-
lência ou grave ameaça, ainda que por breve
e
tempo em seguida à perseguição imediata
i A utilização de papel moeda grosseiramente ao /agente e recuperação da coisa roubada,
i falsificado configura, em tese, o crime de es-
telionato, da competência da justiça estadual.
sendo prescindível a posse mansa e pacífica
ou desvigiada.

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L
CAPÍTULO X

DIREITO~
PREVlDEN CIARIO

SUMARIO• 1. Ações previdenciárias - 2. Aposentadoria e pensão - 3. Benefícios previdenciários -


4. Certificado de entidade beneficente de assistênda social - 5. Contribuições previdenciárias -6.
Débito previdenciário - 7. Previdência privada-8. Salário de contribuição -9. Seguro de acidente
do trabalho

1. AÇÕES PREVIDENCIÃRIAS
Os juros de mora nas ações relativas a be-
nefícios previdenciários incidem a partir da
A Caixa Econômica Federal é parte ilegíti- citação válida.
ma para figurar no polo passivo das ações
relativas às contribuições para o fundo PIS/
Pasep. Cabe ação declaratória para reconhecimento
de tempo de serviço para fins previdenciários.

A isenção do pagamento de honorários ad-


vocatícios, nas ações acidentárias, é restríta O INSS não está obrigado a efetuar depósito
prévio do preparo por gozar das prerrogati-
ao segurado.
vas e privilégios da Fazenda Pública.
1jSo~üLA ·~· t rf oos.T1 :~~:.~.f~.:;~~J:~\\?f.;~ç;/,: ~i.:·f§t::ft:
2. APOSENTADORIA E PENSÃO
Os honorários advocatícios, nas ações previ-
denciárias, não incidem sobre as prestações
li
vencidas após a sentença. O trabalhador rural, na condição de segurado
especial, sujeito à contribuição obrigatória so- 1
bre a produção rural comercializada, somente
faz jus à aposentadoria por tempo de serviço,
Descabe o depósito prévio nas ações rescisó-
se recolher contribuições facultativas.
rias pro~ostas pelo INSS.

A mulher que renunciou aos alimentos na


O INSS não goza de isenção do pagamento separação judicial tem direito à pensão pre-
de custas e emolumentos, nas ações aciden- videnciária por morte do ex-marido, com-
tárias e de beneffcios, propostas na justiça provada a necessidade econômica superve-

L
estadual. "niente.
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SUMULAS ÉLISSON • HENRIQUE «fll ROBERVAL
DO STJ MlESSA (ORREIA ROCHA

SOMULA N' 340 DO STJ SüMULA N" 148 00 STJ


A lei aplicável à concessão de pensão previ- Os débitos relativos a benefício previdenciá-
denciária por morte é aquela vigente na data rio, vencidos e cobrados em juízo após a vi-
do óbito do segurado. gência da Lei nº 6.899/1981, devei:n ser cor-
rigidos monetariamente na form~ prevista
SOMULA N" 416 00 STJ nesse diploma legal.
É devida a pensão por morte aos dependen-
tes do segurado que, apesar de ter perdido SúMULAN' 149ooSTJ
essa qualidade, preencheu os requisitos le- A prova exclusivamente testemunhal não
gais para a obtenção de aposentadoria até a basta à comprovação da atividade rurícola,
data do seu óbito. para efeito da obtenção de benefício previ-
denciário.
SOMULA N" 507 DO STJ
A acumulação de auxílio-acidente com apo- SüMULA N" 204 00 STJ
sentadoria pressupõe que a lesão incapaci- Os juros de mora nas ações relativas a bene-
tante e a aposentadoria sejam anteriores a fícios preyidenciários incidem a partir da ci-
11.11.1997, observado o critério do art. 23 da
tação válida.
Lei nº 8.213/1991 para definição do momento
da lesão nos casos de doença profissional ou SüMULA N" 507 ef(l STJ
do trabalho.
A acumulação de auxílio-acidente com apo-
sentadoria pressupõe que a lesão incapaci-
tante e a aposentadoria sejam anteriores a
Ausente requerimento administrativo no
11.11.1997, observado o critério do art. 23 da
INSS, o termo inicial para a implan-tação da
Lei nº 8.213/1991 para definição do momento
aposentadoria por invalidez concedida j~di­
da lesão nos casos de doença profissional ou
cialmente será a data da citação válida.
do trabalho.

SüMUlA ii!.551 ()dSTJ \:


t: possível reconhecer o tempo de serviço
A renda mensal inicial (RMI) alusiva ao benefí-
rural anterior ao documento mais antigo
cio de aposentadoria por iÍlvalidez precedido
apresentado, desde que amparado em con-
de auxílio-doença será apurada na forma do
vincente prova testemunhal colhida sob o
art. 36, § 7°, do Decreto n. 3.048/1999, obser-
contraditório.
vando-se, porém, os critérios previstos no art.
29, § 5°, da Lei n. 8.213/1991, quando interca-
3. BENEFÍCIOS PREVIDENCIÃRIOS
lados períodos de afastamento e de atividade
SüMULA N" 44 DO STJ laboral.

A definição, em ato regulamentar, de grau 4. CERTIFICADO DE ENTIDADE BENE-


mínimo de disacusia, não exclui, por si só, a FICENTE DE ASSIST~NCIA SOCIAL
concessão do benefício previdenciário.

'5oMiii'.rN6',1 ~6 tXfSTl~/ ><'. 11 r~~{'~: ,:'"':tf{::,::t'tt;~~3~t/\ A obtenção ou a renovação do Certificado de


O segurado, vítima de novo infortúnio, faz jus Entidade Beneficente de Assistência Social
a um único benefício somado ao salário de (Cebas) não exime a entidade do cumprimen-
contribuição vigente no dia do acidente. to dos requisitos legais supervenientes.

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l
DIREITO PREVlDENCIARIO

5. CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS SüMULA N'427 DO STJ


SUMULAS
DO STJ

SúMULAN'458 ooSTJ A ação de cobrança de diferenças de valores de


complementação de aposentadoria prescreve
A contribuição previdenciária incide sobre a
em cinco anos contados da data do pagamento.
comissão paga ao corretor de seguros. 1
SüMULA N' 505 DO STJ
SOMULA N" 468 00 STJ
A competência para processar e julgar as
A base de cálculo do PIS, até a edição da MP demandas que têm por objeto obrigações
n° 1.212/1995, era o faturamento ocorrido decorrentes dos contratos de planos de pre-
no sexto mês anterior ao do fato gerador.
vidência privada firmados com a Fundação
6. DÉBITO PREVIDENCIÁRIO Rede Ferroviária de Seguridade Social - Refer
é da justiça estadual.
SOMULA N"65 ooSTJ
8. SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO
O cancelamento, previsto no art. 29 do De-
creto-lei 2.303, de 21.11.86, não alcança os SOMUlA N" 310 DO STJ
débitos previdenciários.
O auxílio-creche não integra o salário-de-
-contribuição.
7. PREVID~NCIA PRIVADA
SúMULA N' 289 00 STJ 5úMULA N' 456 00 STJ

A restituição das parcelas pagas a plano de É incabível a correção monetária dos salários
previdência privada deve ser objeto de cor- de contribuição considerados no cálculo dosa-
reção plena, por índice que recomponha a lário de benefício de auxílio-doença, aposenta-
efetiva desvalorização da moeda. doria por invalidez, pensão ou auxílio-reclusão
concedidos antes da vigência da CF/1988.
SúMULA N" 290 00 STJ
9.SEGURO DE ACIDENTE DO TRABALHO
Nos planos de previdência privada, não cabe
ao beneficiário a devolução da contribuição SOMULA N' 351 DO STJ
efetuada pelo patrocinador.
A alíquota de contribuição para o Seguro de
SüMULAti>,29l ooSTJ Acidente do Trabalho (SAT) é aferida pelo
grau de risco desenvolvido em cada empre-
A ação de cobrança de parcelas de comple- sa, individualizada pelo seu CNPJ, ou pelo
mentação de aposentadoria pela previdên-
grau de risco da atividade preponderante
cia privada prescreve em cinco anos.
quando houver apenas um registro.

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CAPÍTULO XI

DIREITO
PROCESSUAL CIVIL
SUMARIO • 1. Ações: 1.1. Ação declaratória; 1.2. Ação de exibição de documentos; 1.3. Ação de
prestação de contas; 1.4. Ação monitória; 1.5. Ação rescisória - 2. Citação - 3. Competência: 3.1.
Competência originária do STJ; 3.2. Intervenção da união; 3.3. Justiça estadual; 3.4. Justiça fede-
ral; 3.5. Outros - 4. Execução: 4.1. Embargos; 4.2, Penhora; 4.3. Titulo executivo; 4.4. Prisão civil;
4.5. Outros - 5. Execução fiscal: 5.1. Competência; 5.2. Despesas processuais; 5.3. Embargos; 5.4.
Penhora; 5.5. Prescrição intercorrente; 5.6. Leilão; 5.7. Responsabilidade tributária; 5.8. Outros -
6. Extinção do processo - 7. Honorários; 7.1. Honorários advocatícios; 7.2. Honorários periciais
- 8. Justiça gratuita - 9. liquidação de sentença - 10. Prazos - 11. Recursos: 11.1. Agravo; 11.2.
Apelação; 11.3. Embargos de declaração; 11.4. Embargos de divergência; 11.5. Interesse recursai;
11.6. Ministério público; 11.7. Preparo; 11.8. Recurso especial; 11.9. Recurso especial - divergên-
cia jurisprudencial; 11.1 O. Recurso especial - prequestionamento - 12. Reexame necessário -
13. Sucumbência

1.AÇÕES 1.4. Ação monitória


1.1. Ação declaratória

O contrato de abertura de crédito em conta


É admissível ação declaratória, visando a ob- corrente, acompanhado do demonstrativo
ter certeza quanto à exata interpretação de de débito, constitui documento hábil para o
cláusula contratual. ajuizamento da ação monitória.
SJ;y~-~~ '2~lfiâ§,f1_~v;;:~; ;~~:;;_ ,::;!!r:I,-;;~~~::: ,-?::;~:-~~::-
cabe ação declaratória para reconhecimento Cabe a citação por edital em ação monitória.
de tempo de serviço para fins previdenciários.

1.2. Ação de exibição de documentos


A reconvenção é cabível_ na ação monitória, após
a conversão do procedimento em ordinário.

A comprovação do pagamento do ªcusto do ~~W~:~~~Jl$J1tt;z'.f1~-~i:~~~~~})-~


serviço" referente ao fornecimento de certi- Éadmissível a ação monitória fundada em che-
dão de assentamentos constantes dos livros que prescrito.
da companhia é requisito de procedibilidade
da ação çle exibição de documentos ajuizada
em face da sociedade anônima.
-~~--~~;
~
cabível ação monitória contra a Fazenda
1.3. Ação de prestação de contas Pública.
. . ~·
-'IB"'~·,·-íltBI'
: :?L&; ·J~. '"''"
12tY1%""" 1

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Cabe ação monitória para haver saldo rema-

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A ação de prestação de contas pode ser pro- nescente oriundo de venda extrajudicial de
posta pelo titular de conta corrente bancária. bem alienado fiduciariamente em garantia.
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SÚMULAS ÉUSSON 0- HENRIQUE tll ROBERVAL

1 DO STJ MI ESSA CORREIA RocKA

dado de segurança contra ato de órgão cole-


SúMU!A N" S03 oo STJ giado presidido por ministro de Estado.
O prazo para ajuizamento de ação monitória
em face do emitente de cheque sem força exe- 3.2. Intervenção da União
cutiva é quinquenal, a contar do dia seguinte à SOMU!A N" 11 oó5D
data de emissão estampada n_a cártula.
A presença da União ou de qualquer de seus en-
SúMU!A N" S04 oo STJ tes, na ação de usucapião especial, não afasta a
competência do foro da situação do imóvel.
O prazo para ajuizamento de ação monitória
em face do emitente de nota promissória sem SúMUUIN"150ooSTL
força exeet.1tiva é quinquenal, a contar do dia
seguinte ao vencimento do título. Compete à justiça federal decidir sobre a exis-
tência de interesse jurídico que justifique apre-
SúMUUI N" 531 Dó STJ sença, no processo, da União, suas autarquias
Em ação monitória fundada em cheque pres- ou empresas públicas.
crito, ajuizada contra o emitente, é dispensável
a menção ao negócio jurídico subjacente à SúMU!A N" 224 00 STJ
emissão da cártula. Excluído do feito o ente federal cuja presença
levara o jui.z: estadual a declinar da competên-
1.5. Ação Rescisória cia, deve o juiz federal restituir os autos e não
suscitar conflità.
SOMU!AN"401 ooSTJ
O prazo decadencial da ação rescisória só se SúMUUIN"254 DO STJ
inicia quando não for cabível qualquer recurso A decisão do juízo federal que exclui da relação
do último pronunci?mento judicial. processual ente federal não pode ser reexami-
nada no juízo estadual.
2.CITAÇÃO

SúMU!A N" 106 DOSTJ


Só' MJJ."7fsí'l(fb/}STJ:'
-'·'-- ""'-'·'<".°\•---<···.•,-,-p·," ;-,._,/' .--_;-;----

Proposta a ação no prazo fixado para o seu exer- O protesto pela preferência de crédito, apre-
cício, a demora na citação, por motivos inerentes sentado por ente federal em execução que
ao mecanismo da Justiça, não justifica o acolhi- tramita na justiça estadual, não desloca a com-
mento da arguição de prescrição ou decadência. petência para a justiça federal.

SüMUiAN"42Qt>ç>ST1
Acitação postal, quando autorizada por lei, exi- A intervenção da União como sucessora da Rede
ge o aviso de recebimento. Ferroviária Federal SIA {RFFSA) desloca a compe-
tência para ajustiça federal ainda que a sentença
3. COMPETÊNCIA tenha sido proferida por juízo estadual.
3.1. Competência originária do STJ
s01.iuU:f<o5sJSo srJ:"d ''" ,.,,,,, ,, ·
" ,,. - ~-·-- --· - - "'"'~.-. ,_,.. ' ''""'
SúMU!A N" 41 Do STJ Nos casos de empréstimo compulsório sobre o
O Superior Tribunal de Justiça não tem com.pe- consumo de energia elétrica, é competente a
tência para processar e julgar, originariamente, justiça estadual para o julgamento de demanda
mandado de segurança contra ato de outros proposta exclusivamente contra a Eletrobrás.
tribunais ou dos respectivos órgãos. Requerida a intervenção da União no felto após
a prolação de sentença pelo juízo estadual, os
~q1Jpf!:ff~jll-Wi.~N~:~';::,;:.·~;!~~~t~·;;~,~~~:-.::;_::!~~~-~:;f;;; autos devem ser remetidos ao tribunal regional
O Superior Tribunal de Justiça é incompetente federal competente para o julgamento da apela-
para processar e julgar, originariamente, man- ção se deferida a intervenção.
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1
3.3. Justiça estadual
ÜiRErfO PROCESSUAL CIVIL
SUMULAS
DO STJ

1 SúM,U1At/",15ooSJJ,, Compete à justiça federal processar justifica-


i ções judiciais destinadas a instruir pedidos
Compete à justiça estadual processar e julgar
os litígios decorrentes de aqç!_entedo trabalho. perante entidades que nela têm exclusivida-
de de foro, ressalvada a aplicação do art.. 15
S.úMUlil.tJ" 34 00 STJ .. 11, da Lei 5010/1966. '

sa~u0:J..66/i>:S,rJ.•.
Compete à justiça estadual processar e julgar
causa relativa a mensalidade escolar, cobra-
da por estabelecimento particular de ensino. Compete à justiça federal processar e julgar
execução fiscal promovida por conselho de
SúMULA/1"42 ooSTJ <• fiscalização profissional.
Compete à justiça comum estadual proces-
soM~'U·tf:~324 _óõ:SfJ':i.''.-'.:f ,. ·"f'.: ,:?-f' ·./· ·
sar e julgar as causas cíveis em que é parte
sociedade de economia mista e os crimes Co~pete à justiça federal processar e julgar
praticados em seu detrimento. a:oes de que participa a Fundação Habita-
cional do Exército, equiparada à entidade
SOMU!A N" 55 DO STJ autárquica federal, supervisionada pelo Mi-
Tribunal regional federal não é competente para nistério do Exército.
julgar recurso de decisão proferida por juiz esta-
dual não investido de jurisdição federal. . ". __N"349
SúMUJA obSU .;'.• "J·;;\_;-\;-;f,;{}J.;,\b; · <
, ,' ---- --- ".,, '" .,.·/+-. { y--? /,.---);,});:

SúMUlil"' Í3Bpo5Ti ·· Compete à justiça federal ou aos juízes mm


competência delegada o julgamento das
A avaliação da indenização devida ao proprietá- execuções fiscais de contribuições deWdas
rio do solo, em razão de alvará de pesquisa mi- pelo empregador ao FGTS.
neral, é processada no juízo estadual da situação
do imóvel
sol.fiiA~3~Jiii;~T)\%l~i~'"'\; .. +i '\\ ,/.' Compete ao tribunal regional federal decidir
Compete à justiça estadual processar e julgar os conflitos de competência entre juizado
a ação de cobrança ajuizada por profissional especial federal e juízo federal da mesma se-
ção judiciária.
liberal contra cliente.

sil~lfa'fijf~~Ífií~f!l'!~~;c;.·3~c;~r;'.·"}~··T;· ,.
Compete à justiça comum estadual proces- Compete à justiça federal o processamento e
sar e julgar os pedidos de retificação de da- julgamento de demanda em que se disrute
dos cadastrais da justiça eleitoral. a ausência de ou o obstáculo ao credencia-
mento de instituição particular de ensinoSll-
50!.ÍVU.•,,,.,!i95•ex>STJ..;:f• '" perior no Ministério da Educação como COll-
dição de expedição de diploma de ensino a
Acompetência para processar e julgar as deman- distância aos estudantes.
das que têm por objeto obrigações decorrentes
dos contratos de planos de previdência privada 3.5.0utros
firmados com a Fundação Rede Ferroviária de
Seguridade Social - Reter é da justiça estadual.
O foro do domicílio ou da residência do ali-
3.4. Justiça federal mentando é o competente para a ação de
i investigação de paternidade, quando cumu-
lada COfr! a de alimentos.
1 Compete ao tribunal regional federal dirimir

1
conflito de competência verificado, na res-
pectiva região, entre juiz federal e juiz esta-
dual investido de jutisdição federal.
~)~-·"
A mcompetênda relativa não pode serdeda-
rada de ofício.
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SUMULAS tussoN • HENRIQUE • RoaEAVAL
DO STI M1ESSA CORREIA ROCHA

t:so<:' u .·>~1:i~f.'8:U:~~~(:.;;J:\;(·:;.·~. -J· <,, ::f-'\':1,~1::,· ·/


·i ..J~!...~.~,;·,?,e,,íJi,1J~.i>J1~s§&0.>Sl. y, :;: '..>: ''if:.\/!,!f}:'fJN\i!f. •;, · SOMud N" 196 do STJ.
Proposta a execução fiscal, a posterior mu- Ao executado que, citado por edital ou por
dança de domicílio do executado não deslo-
hora certa, permanecer revel, será nomea-
ca a competência já fixada.
do curador especial, com legitimidade para
:SoMuLA J/S?~H!/STJ'~,;'.'.':~·. •:;:.~.~:;_~:';"'··., apresentação de embargos.
Não há conflito de competência se já existe SúMULA Íl'i.~(Ú oo STJ.
sentença com trânsito em julgado, proferida
por um dos juízos conflitantes. Em embargos de terceiro, quem deu causa à
~: ..~.: .·.\· ,c.,: A/'f"''J't...:... ;.1"<.. y"->.l-'',L;..y, constrição indevida deve arcar com os hono-
SOM.uLA.N° 2Qq Rfl sr..1.. :·;;;.;;:;>i(&.,,·.i.0/t<i·' ,,:.·,,;:>. /1}J" .·'!. rários advocatícios.
A existência de vara privativa, instituída por
lei estadual, não altera a competência terri-
torial resultante das leis de processo. São devidos honorários advocatícios pela Fa-
zenda Pública nas execuçôes individuais de
sentença proferida em açôes coletivas, ainda
A conexão não determina a reunião dos pro- que não embargadas.
cessos, se um deles já foi julgado. Si!í.iul.À No 487 06 STJ ..
'SoMuLA tt'.374"'~ s·r1:\.~y:;!,:~
...... , .:'.;:;~~~·~;:;;~:;:~'.:·:·
,:;\;, ......... ' ,,;\+."'·
"')' O parágrafo único do art. 741 ~CPC não se
Compete à justiça eleitoral processar e julgar aplica às sentenças transitadas em julgado
a ação para anular débito decorrente de mul- em data anterior à da sua vigência.
ta eleitoral.
4.2. Penhora
4.EXECUÇÃO
4.1. Embargos
SÓ;.;~;,.;,. l05 ooSTJ ··•• • ~.;•.i'C\~ffeÍi#,~~\f ~:~.•
A Lei 8.009/1990 aplica-se à penhora realiza-
da antes de sua vigência.
Na execução por carta, os embargos do deve- 5üMUl.A N" 319 DO STJ.
dor serão decididos no juízo deprecante, sal-
vo se versarem unicamente vícios ou defeitos O encargo de depositário de bens penhora-
da penhora, avaliação ou alienação dos bens. dos pode ser expressamente recusado.

Sb~·;;u· ~·l28.Çosr1 .:"<~~ ú:- .;· :., e:: ~:Xf;4;~: .*1Jy~di·:i~.:.,: . :


É admissível a oposição de embargos de ter- Na execução contra instituição financeira, é pe-
ceiro fundados em alegação de posse advin- nhorável o numerário disponível, excluídas as 1
da do compromisso de compra e venda de reservas bancárias mantidas no Banco Central. !
imóvel, ainda que desprovido do registro. '.
l'_\"'•····:·: :: ,'·Z·!·M·\t0;:.''" "·"N.,~'0'"'''.'.~'>1'J."'~,'l',\~l'\l.P\','('\W\'f'.-\- .,""'/'
~S~MUi.A
\,-". ·.. "·
13fDQ
N" ~v;h\ ..h.
5Tf.'.,J!'ll~~!l1Jtl:t;'.·~<
., )'.:ff. '>,. ;,ç\J;(,;v,,:/~~1·\"JW)', ... ,ê :- ::.. -\'.•" O conceito de impenhorabilidade de bem
Embora intimado da penhora em imóvel do de família abrange também o imóvel perten-
casal, o cônjuge do executado pode opor em- cente a pessoas solteiras, separadas e viúvas.
bargos de terceiro para defesa de sua meação.
i!ií«J;Y('.'. '.'o••~\,c,i!ii@'.~Jl;t
-~fA.l{°:i!g5~~~--ll Na execução civil, a penhora de dinheiro na
Em embargos de terceiro não se anula ato ordem de nomeação de bens não tem cará-
jurídico, por fraude contra credores.
120
ter absoluto.
l
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L
SUMULAS
DO STJ

É impenhorável o único imóvel residencial do O fiador que não integrou a relação proces-
devedor que esteja locado a terceiros, desde sual na ação de despejo não responde pela
que a renda obtida com a locação seja revertida execução do julgado.
l?ara a subsistência ou a níora?~a ila sua famliâ.
so~uiAN"3lSbo sii
SÜ1'u,], N"497ooST.{.
O reconhecimento da fraude à execução
Os créditos das autarquias federais preferem depende do registro da penhora do bem
aos créditos da fazenda estadual desde que alienado ou da prova de má-fé do terceiro
coexistam penhoras sobre o mesmo bem.
adquirente.
SúMuÚNó549Dl/~TJ' · '·' ,,, ,,
É válida a penhora de bem de família perten-
A prévia intimação pessoal do devedor cons-
cente a fiador de· contrato de locação.
titui condição necessária para a cobrança de
4.3. Título executivo multa pelo descumprimento de obrigação
de fazer ou não fazer.
5.iJMUl.A Nº ll DO STJ
SOMULAN"452oo5TJ
Pode a execução fundar-se em mais de um tí-
tulo extrajudicial relativos ao mesmo negóci:>. A extinção das ações de pequeno valor é fa-
SóMÚb..~:~231lJO·S·Í.J»,\/. ,\f:;t;:~htr~·: - , :.-D.:~~~ culdade da Administração Federal, vedada a
atuação judicial de ofício:
O contrato de abertura de crédito, ainda que
acompanhado de extrato da conta corrente,
não é título executivo.
Na execução de crédito relativo a cotas con-
sé~ii"N-119ôlisriT' ;:;;;;t<::v·,;::::'(''~~' dominiais, este tem preferência sobre o hi-
É cabível execução por título extrajuãlâal potecário.
contra a Fazenda Pública.
5. EXECUÇÃO FISCAL
5.1. Competência
O instrumento de confissão de dívida, ainda
5ÓMIÍU. N<>ss~liSTi
que originário de contrato de abertura de
crédito, constitui título executivo. Proposta a execução fiscal, a posterior mu-
dança de domicílio do executado não deslo-
4.4. Prisão civil ca a competência já fixada.
·, ~iJMÜÍ:A· tJó:66 ''15J'f"~.\.;i:;.~bk1;3;;,,0~0;<4.,*,;', \,) ~i~L~f ,4;, ;\:
O débito alimentar que autoriza a prisão civl do
alimentante é o que compreende as três pres- Compete à justiça federal processar e julgar
taçõeS:·anteriores ao ajuizamento da execução e execução fiscal promovida por conselho de
as que se.vencerem no curso do processo. fiscalização profissional.

4.5.0utros
Compete à justiça federal ou aos juízes com
O direito à adjudicação compulsória não se competência delegada o julgamento das
condiciona ao registro do compromisso de execuções fiscais de contribuições devidas
compra e venda no cartório de imóveis. pelo empregador ao FGTS.
121

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SUMULAS ÉLISSON
DO STJ MIESSA

5.2. Despesas processuais ano, findo o qual se inicia o prazo da prescri-


ção quinquenal intercorrente.
SúMuLA'N'153[JoSTJ .,_, .... ' '

501.!ULA N'1?W9.1JO STJ.


A desistência da execução fiscal, após o ofe~
recimento dos embargos, não exime o exe- Em execução fiscal, a prescrição ocorrida an-
quente dos encargos da sucumbência. tes da propositura da ação pode ser· decreta-
da de ofício (art. 219, § 5°, do CPC).
so~~ú'.•' 19â''DüsrJ ·
Na execução fiscal, processada perante a justi- 5.6. Leilão
ça estadual, cumpre à Fazenda Pública anteci-
par o numerário destinado ao custeio das des-
SÔMvtA "'1121 ooSTJ
pesas com o transporte dos oficiais de justiça. Na execução fiscal, o devedor deverá ser inti-
mado, pessoalmente, do ciia e hora da realiza-
SüMULAfi'400bo SÚ ção do leilão.
O encargo de 20% previsto no DL nº
1.025/1969 é exigível na execução fiscal
soMuwf" 12siXisii
Na execução fiscal, haverá segundo leilão se, no
proposta contra a massa falida.
primeiro, n?o houver lanço superior à avaliação.
5.3. Embargos 5.7. Respons~bilidade tributária
SüMUL~ ~' 39200 STJ soí.iow)<>íst·oo\Srl; ;;:
"'" ,. .....-· .. ,;,_,,.,.,,..,""''"
A Fazenda Pública pode substituir a certidão A meação só responde pelo ato ilícito quando
de dívida ativa (COA) até a prolação da sen- o credor, na execução fiscal, provar que o enri-
tença de embargos, quando se tratar de cor- quecimento dele resultante aproveitou ao casal.
reção de erro material ou formal, vedada a
modificação do sujeito passivo da execução. ,,~g~fi!A~·3t.1:PR'.~10~~-0;~s~+~%~X*i~:2~~:~;.\;;;i0i:\,, <:; ,_ ,. :.·.
Em execução fiscal, não localizados bens pe-
nhoráveis, suspende-se o processo por um
ano, findo o qual se inicia o prazo da prescrição
É admissível, em embargos à execução, com-
quinquenal intercorrente.
pensar os valores de imposto de renda retidos
indevidamente na fonte com os valores resti-
tuídos apurados na declaração anual.
O inadimplemento da obrfgação tributária
5.4. Penhora pela sociedade não gera, por si só, a responsa-
bilidade solidária do sócio-gerente.
so"1ütAi1'43sooSTi'
A Fazenda Pública pode recusar a substitui- Presume-se dissolvida irregularmente a em-
ção do bem penhorado por precatório. presa que deixar de funcionar no seu domicílio
fiscal, sem comunicação aos órgãos competen-
tes, legitimando o redirecionamento da execu-
É legítima a penhora da sede do estabeleci- ção fiscal para o sócio-gerente.
mento comercial.

S.S. Prescrição intercorrente Na hipótese de sucessão empresarial, a respon-


sabilidade da sucessora abrange não apenas os
tributos devidos pela sucedida, mas também as
Em execução fiscal, não localizados bens pe- multas moratórias ou punitivas referentes a fa-
nhoráveis, suspende-se o processo por um tos geradores ocorridos até a data da sucessão.
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SUMULAS -
DIREITO PROCESSUAL ÜVIL
DO STJ

5.8.0utros 6. EXTllilÇÃO DO PROCESSO


SúMUlA N".139,oosTJ
Cabe à Procuradoria da Fazenda Nacional pro- Aextinçmdo processo, por abandono da causa

l!
por execução fiscal para cobrança de crédito pelo! a~depende de requerimento do réu.
relativo ao ITR.
SOMUIA N° 789 oo STJ
SÚMULA N"482 oo STJ
É desnecessária a intervenção do Ministério A falta deajuizamento da ação principal no
prazo doart. 806 do CPC acarreta a perda da
Público nas execuções fiscais.
eficácia dii liminar deferida e a extinção do
1f sú~u;,,MJísi~siJ.... ;;,~. !;;L./..;\,~. ·• processo<autelar.
A meação só responde pelo ato1lífcito quando
o credor, na execução fiscal, provar que o enri- 7. HONOftÁRI05
quecimento dele resultante aproveitou ao casal.
7 .1. Honorários Advocatícios
SúMULA "° 393 DO STj SúMutA;,.UfuSTÍ
A exceção de pré-executividade é admissível Arbitrados m honorários advocatícios em per-
na execução fiscal relativamente às matérias centual :sobe o valor da causa, a correção mo-
conhecíveis de ofício que não demandem di- netária irlli:te a partir do respectivo ajuizamento.
lação probatória.

Na ação demandado de segurança, não se ad-


A citação por edital na execução fiscal é cabível mite condenação em honorários advocatícios.
quando frustradas as demais modalidades.
sq~~;~t1J§:~l4$~Ki~~:~~tiiii~~~'.~J1ktS~-
Nas ações de desapropriação incluem-se no
f A reunião de execuções fiscais contra o mes-
cálculo daverba advocatícia as pa;celas rela-
mo devedor constitui faculdade do Juiz. tivas aosjuros compensatórios e moratórias,
devidamente corrigida·s.
1 so"1uiA "'ss<J oosr1;:. ,. .
i em~~~~!
;/ ' ... ' ,», ,., ·~

Em ações de execução fiscal, é desnecessária a


instruçãó da petição inicial com o demonstrati- Os honorários de advogado

!
ção direta são calculados sob;; a
vo de cálculo do débito, por tratar-se de requi-
entre a indenização e a oferta, corrigidas mo-
sito não previsto no art 6° da Lei n. 6.830/1980.
netariamente.

if ~oM~iA}J~_·s~~·?~:$fJ:ti~L1~~~:\'.l~'~;~i;·~~t~~;-::~:;·',"' :·.<,
Em ações de execução fiscal, a petição inicial
:5a~~fi~~ffe:fiJ~i!~-t(fiirt!~~f:'!J~'i:~~~;.~~
Os honorários advocatícios não podem ser
nãO pode ser indeferida sob o argumento da
1 falta de indicação do CPF e/ou RGou CNPJ da
fixados em salários-mínimos.
parte executada.
Em embalgos de terceiro, quem deu causa à
constrição indevida deve arcar com os hono-
A decretação da indisponibilidade de bens e rários advucatícios.
direitos, na forma do art 185-A do CTN, pres-
supõe o exaurimento das diligências na busca
por bens penhoráveis, o qual fica caracteriza-
do quando infrutíferos o pedido de constri- A remessa oficial devolve ao tribunal o ree-
ção sobre ativos financeiros e a expedição de xarrle de todas as parcelas da condenação
ofícios aos registros públicos do domicílio do suportadas pela Fazenda Pública, inclusive
executado, ao Denatran ou Detran. dos honoiários de advogado.
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SU1\1ULAS
DO STJ
ÉllSSON
MIESSA • HENRIQUE
CORREIA
G ROBERVAL
RocHA

SüMUfAN° 34SJí.ôST[ .. 10. PRAZOS

São devidos honorários advocatídos pela Fa- SüMULAN•11iÕosrr


zenda Pública nas execuções individuais de A inobservância do prazo de 48 horas, entre
sentença proferida em ações coletivas, ainda a publicação de pauta e o julgamento sem a
presença das partes, acarreta nulidade.
que não embargadas.
11. RECURSOS
~0MUlAN°421 ooSTJ.
11.1.Agravo
Os honorários advocatícios não são devidos
à Defensoria Pública quando ela atua contra SúMULA N' 118.oo ST) ,:
a pessoa jurídica de direito público à qual O agravo de instrumento é o recurso cabível
pertença. da decisão que homologa a atualização do
cálculo da liquidação.

SüMuLÁf't!:1.82oo~TJ:<.;;• i'i
O § 2° do art. 6° da Lei n. 9.469/1997, que
É inviável o agravo do art. 545 do CPC que
obriga à repartição dos honorários advoca- deixa de atacar especificamente os funda-
tícios, é inaplicável a -acordos ou transações mentos da decisão agravada.
celebrados em data anterior à sua vigência.
SüMuLÁ ii0 l2ÍbdSTJ ·..
7 .2. Honorários periciais A certidão de intimação do acórdão recorri-
do constitui peça obrigatória do instrumen~
to de agravo.
A Fazenda Pública, quando parte no proces- 11.2. Apelação
so, fica sujeita à exigência do depósito prévio
dos honorários do perito. süi/tif;\.;;J;ijf•cifsiJ>' i ~\ ni\ i:, i ';f
8. JUSTIÇA GRATUITA A apelação interposta contra sentença que
julga embargos à arrematação tem efeito
•SdMuül N"48ÍooSTJ ..:::.:.:p::::J.:.:: meramente devolutivo.
Faz jus ao benefício da justiça gratuita a pes- 11.3. Embargos de declaração
soa jurídica com ou sem fins lucrativos que
demonstrar sua impossibilidade de arcar $ri,..w0 li' 98 oos1/
com os encargos processuais. Embargos de declaração manifestados com
notório propósito de prequestionamento
9. LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA não têm caráter protelatório.

SüMULAN'313boST/': ·•!•::.• SüMufAN°2l1oaSTJ.


Inadmissível recurso especial quanto à questão
Em ~ão de indenizaçã~ procedente o pedi- que, a despeito da oposição de embargos decla-
do, ~ necessária a constituição de capital ou ratórios, não foi apreciada pelo tribunal "a quo''.
caução fidaj_ussória para a garantia de paga-
mento da pensão, i~te da
11.4. Embargos de divergência
s~.~--do.

·.:~eMPÃ~;)~14[~,f!~~~l'll~11~~;~Yf'.~ Não se presta a justificar embargos de diver~


gência o dissídio com acórdão de turma ou
A liquidação por forma diversa da estabele- seção que não mais tenha competência para
cida na ~a não ofende a coisa julgada. a matéria neles versada.
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SUJ\.1.ULAS
ÜIREITO PROCESSUAL ÜVJL
DO SlJ

11.8. Recurso especial


·5üMVLAN°l6890STJ e

Não cabem embargos de divergência, quan- SOMVLANº 5 rloi5.TJ/..


do a jurisprudência do Tribunal se firmou no A simples interpretação de cláusula contra-
mesmo sentido do acórdão embargado. tual não enseja recurso especial.
SüMULA Nº 7 DO STJ

Cabem embargos de divergência contra A pretensão de simples reexame de prova


não enseja recurso especial.
acórdão que, em agravo regimental, decide
recurso especial. .SüMULA N° 86 oo.STJ.,
Cabe recurso especial contra acórdão proferi-
do no julgamento de agravo de instrumento.
Incabível, em embargos de divergência, dis-
cutir o valor de indenização por danos morais. _.;~q~µ~:~.;i~~3~~-~t~·I~:.t;.~{;~:ihL,, .·
A decisão que admite, ou não, o recurso espe-
11.S. Interesse recursai cial deve ser fundamentada com o exame dos
seus pressupostos gerais e constitucionais.
:.~óMUtA·~. it6·&J;STJiti:.;;,\;'.-~\\s\;··:i'.-):\;Sf.i;:.:;fi,- .":1 ·
Formulado pedido certo e determinado, so-
mente o autor tem interesse recursai em ar- É inadmissível recurso especial, quando o acór-
guir o vício da sentença ilíquida. dão recorrido assenta em fundamentos cons-
titucional e infraconstitucional, qualquer deles
11.6. Ministério Público suficiente, por si só, para mantê-lo, e a parte
vencida não manifesta recurso extraordinário.
'..'SJ..."~.';C.·'\·•'<"i-(~\\'i,W&~.ºli~'&il,_.•.*~{;ct.~~'i'bi····.·..""'.'fj.ef·.',·1~
.. '. ·. '.'(·W·y;..&!.0í·fi1•$i~;.•
.~Soí;jmi'J·f~9}t/{i:?~~-~%.fc;~fR+:~t<Jr:(t;~.éfK!~'V{;::;,
:sãU~IJ;tt?~:ô~$::sfJ::~i'.~~~~t$f:~~~:n:t~i\-~~;,_;
O Ministério Público tem legitimidade para re-
Não cabe recurso especial contra decisão
correr no processo em que oficiou como fiscal proferida por órgão de segundo grau dos
da lei, ainda que não haja recurso da parte. juizados especiais.

A Fazenda Pública e o Ministério Público têm O relator, monocraticamente e no Superior


Tribunal de Justiça, poderá dar ou negar pro-
prazo em dobro para interpor agravo regi-
vimento ao recurso quando houver entendi-
mental no Superior Tribunal de Justiça. mento dominante acerca do tema.

11.7. Preparo ..5üt.1ULAtf 579p;,siJX . ·.


Não é necessário ratificar o recurso especial
sb~uLJl.•ij48.í'IJO.STJ.. interposto na pendência do jul-gamento dos
O INSS não está obrigado a efetuar depósito embargos de declaração, quando inalterado
prévio ·do preparo por gozar das prerrogati- o resultado anterior.
vas e pri~~légios da Fazenda Pública.
11.9. Recurso especial - divergência
?QMvLA'·~.1~:q~;srJ:::\:j:;_;:r2~:.;;:,/0:f'.;:.:;.:;· jurisprudencial
Admite-se que o preparo seja efetuado no :~a~~ttfÍ'fj•'~ii§l:f::~;~':,;!:~~*>r1~,~,,'.~.·'>:,;~::'y.·. .<:.;,-_"'. ·',i:'
primeiro dia útil subsequente, quando a in-
terposição do recurso ocorrer após o encer- A divergência entre julgados do mesmo tri-
ramento do expediente bancário. bunal não enseja recurso especial.
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1 SÚMULAS
DO STJ

SOMUlMf' 83 DO STJ
ÉussoN
MIESS.~

Não se conhece do recurso especial pela di-


SOMULA Nº 253 DD STJ
O art. 557 do CPC, que autoriza o relator a
r
vergência, quando a orientação do tribunal decidir o recurso, alcança o reexame neces-
se firmou no mesmo sentido da decisão re- sário.
corrida.
SOMULA Nº 325 DO STJ
11.10. Recurso especial - prequestio- A remessa oficial devolve ao tribunal o ree-
namento xame de todas as parcelas da condenação
suportadas pela Fazenda Pública, inclusive
SOMULA Nº 98 DO STJ
dos honorários de advogado.
Embargos de declaração manifestados com
notório propósito de prequestionamento SÓMiJLA fio 490 BoSTI
não têm caráter protelatório. A dispensa de reexame necessário, quando
o valor da condenação ou do direito contro-
SOMUlAN° 211 DO STJ vertido for inferior a sessenta salários míoi-
Inadmissível recurso especial quanto à ques- ...!!!.QS, não se aplica a sentenças ilíquidas.
tão que, a despeito da oposição de embar-
13. SUCUMBÊNCIA
gos declaratórios, não foi apreciada pelo tri-
bunal "a quo': ~q:,uu.l,é'3.16Óó~TJ ·.·
12. REEXAME NECESSARIO Na ação de indenização por dano moral, a
condenação em montante inferior ao pos-
tulado na inicial não implica sucumbência
No reexame necessário, é defeso ao tribunal recíproca.
agravar a condenaÇão imposta a Fazenda Pú-
blica.
Nas ações em que representa o FGTS, a CEF,
quando sucumbente, não está isenta de re-
embolsar as custas antecipadas pela parte
vencedora.

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r DIREITO PROCESSUAL
CAPÍTULO XII

DO TRABALI:IO

SUMARIO• 1. Ação acidentária - 2. Competência; 2.1. Emenda Constitucional nº 45/2004; 2.2.


FGTS; 2.3. Junta de conciliação e julgamento; 2.4. Servidor público; 2.5. Tribunal Regional do Tra-
balho

1. AÇÃO ACIDENTARIA PIS/Pasep e FGTS, em decorrência do faleci-


mento do titular da conta.
SOMUlA N' 89 DO STJ
2.3. Junta de conciliação e julgamento
A ação acidentária prescinde do exaurimen-
to da via administrativa.
SúMuÍAN'IOooSTJ
SOMUlA N'226no STJ. Instalada a junta de conciliação e julgamen-
O Ministério Público tem legitimidade para to, cessa a competência do juiz de direito em
recorrer na ação de acidente do trabalho, matéria trabalhista, inclusive para a execu-
ainda que o segurado esteja assistido por ção das sentenças por ele proferidas.
advogado.
SüMúlAN° 18oDOSTJ. •: "'
2. COMP,ETÊNCIA Na lide trabalhista, compete ao tribunal re-
giona! do trabalho dirimir conflito de com-
2.1. Emenda Constitucional nº 45/2004 petência verificado, na respectiva região,
entre juiz estadual e junta de conciliação e
SOMuú.N' J.6l DO STJ. julgamento.
A competência ·estabelecida pela EC n.
45/2004 não alcança os processos já senten- 2.4. Servidor público
ciados.
SOMULA N' 9lôo STJ
2.2. FGTS Compete à justiça do trabalho processar e
julgar reclamação de servidor público relati-
SüMULA ""8200 STJ
vamente a vantagens trabalhistas anteriores
Compete à justiça federal, excluídas as recla- à instituição do Regime Jurídico Único.
mações trabalhistas, processar e julgar os fei-
tos relativos à movimentação do FGTS. soMulA •º 1~1 00 sp •·:< < :.•·.
Compete à justiça comum estadual proces-
sar eiulgar ação de servidor público muni-
É da competência da justiça estadual autori- cipal, pleiteando direitos relativos ao vínculo
zar o levantamento dos valores relativos ao estatutário.
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SUMULAS ÉLISSON • HENRIQUE • RoBERVAL
DO STJ MI ESSA CORREIA ROCHA

SI)MULA~· .l.70 ooSTJ de direitos e vantagens estatutárias no exer-


cício de cargo em comissão.
Compete ao juízo onde primeiro for inten-
tada a ação envolvendo acumulação de pe- 2.5. Tribunal regional do trabalho
didos, trabalhista e estatutário, decidi-la nos
limites da sua jurisdição, sem prejuízo do SÜ~ULA Nº 225 DO STJ·'
ajuizamento de nova causa, com o pedido
Compete ao tribunal regional do trabalho
remanescente, no juízo próprio.
apreciar recurso contra sentença proferida
SúMULA N" 173 DO STJ por órgão de primeiro grau da justiça traba-
lhista, ainda que para declarar-lhe a nulidade
Compete à justiça federal processar e julgar
em virtude de incompetência.
o pedido de reintegração em cargo público
federal, ainda que o servidor tenha sido dis-
pensado antes da instituição do Regime Ju-
rídico Único. Não compete ao Superior Tribunal de Justiça
dirimir conflitos de competência entre juízes
SúMULA N" j 1~ooST} trabalhistas vinculados a tribunais regionais
Compete à justiça dos estados processar e do trabalho diversos.
julgar ação de servidor estadual decorrente

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L
CAPÍTULO XI LI

DIREITO
PROCESSUAL PENAL
SUMÁRIO• 1. Alegação de constrangimento ilegal - 2. Competência; 2.1. Competência por prer-
rogativa de função; 2.2. Conflito de competência entre justiça comum e justiça militar; 2.3. Con-
flito de competência entre justiça federal e justiça estadual; 2.4. Outros - 3. Intimação - 4. Inves-
tigação criminal - 5. Suspensão condicional do processo - 6. Provas - 7. Recursos - 8. Resposta
preliminar- 9. Outros temas.

1. ALEGAÇÃO DE CONSTRANGIMEN- saMuLÀ,,., 209&JsiJ '''


TO ILEGAL .
Compete à justiça estadual processar e julgar
,-,
·::;s::.-:;: ''?"·' h~:~i~.;t~
prefeito por desvio de yerha transferida e in-
_sorporada ao patrimônio mun\5JJ~I.
Pronunciado o réu, fica superada a alegação
do constrangimento ilegal da prisão por ex- SúMULt<.~~·~1ª.·~~!j$:~$;füÍi~~~Jfe:~~·'.)·'0:t~~/1>zÇ'.··":~ •
cesso de prazo na instrução. Compete ao juiz federal do local da apreensão da
droga remetida do exterior pela via postal pro-
cessar e julgar o crime de tráfico internacional.
Encerrada a instrução criminal, fica superada
a alegação de constrangimentà por excesso .~ SÓ~:lÚ&·irP%4B,--l;iifsrJI-:J~~~io~;,~~'Lt'~:-~'l-'i <': ,, ".:
de prazo. A competência para processar e julgar o
crime de uso de documento falso é firmada
SüMuLANº64ooSTl: ,,,
~ da entidade ou órgão ao qual foi
Não constitui constrangimento ilegal o excesso a resentado o document úbli nao im-
de prazo na instrução, provocado pela defesa. portando a qualificação do órgão expedidor.

2. COMPETeNCIA 2.2. Conflito de competência entre jus-


tiça comum e justiça militar
2.1. Competência por prerrogativa de
função
Compete à justiça comum estadual proces-
sp;~:~;t§4.;:;:~r;):~~:~~;~·:4~~1:~1;~~~,:.~ ::"~::f:~;ef4. sar e julgar delito decorrente de acidente de
O prefeito municipal, após a extincão do man- trânsito envolvendo viatura de polícia mi-
dato, continua sujeito a processo por crime pre- litar, salvo se autor e vítima forem policiais
~no art.
1° do Decreto-lei n° 201.....de 27.2.67. militares em situação de atividade.

'~9M~0J;f;~'4P'.~irt1~~~tt~~:
Compete à !ustka teder'\I processar e julgar Compete à justiça comum estadual proces-
prefeito municipal por desvio de verba sujeita sar e julgar civil acusado de prática de crime

L
a .erestação de contas perante órgão federal. · contra instituições militares estaduais.
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1 SUtv\ULAS
DO STJ

~ÜMULAN'l5'bosrj;
ÊUSSON
MI ESSA

-:>: ;,'
HCENR1QUE
ORREIA
e
0
RR0, ~:v:L
._,.,"

~ülÁULA N'.IOlbaSfJ
Compete à justiça comum estadual preces~ Compete à justiça comum estadual proces-
sar e julgar o policial militar por crime de sar e julgar crime de estelionato praticado
promover ou facilitar a fuga de preso de es- mediante falsificação das guias de recolhi-
tabelecimento penal. mento das contribuições previdenciárias,
quando não ocorrente lesão à autarquia fe-
SOMULA N" 90 DO STJ deral.
Compete à justiça estadual militar processar
e julgar o policial militar pela prática do cri-
me militar, e à comum pela prática do crime Compete à justiça federal o processo e jul-
comum simultâneo àquele. gamento unificado dos crimes conexos de
competência federal e estadual, não se apli-
SüMULA N" 172 DO STJ cando a regra do art. 78, I!, "a': do Código de
Processo Penal.
Compete à justiça comum processar e julgar
militar por crime de abuso de autoridade,
SüMiJLA él40 [)() f;fj <C
ainda que praticado em serviço.
Compete à justiça comum estadual proces-
2.3. Conflito de competência entre jus- sar e julgar crime em que o indígena figure
tiça federal e justiça estadual como autor ou vítima.

Compete à justiçá estadual comum, na vi- Compete à justiça federal processar e julgar
gência da Constituição de 1988, o processo os crimes praticados contra funcionário pú-
por contravenção penal, ainda que praticada blico federal, quando relacionados com o
em detrimento de bens, serviços ou interes- exercício da função.
se da União ou de suas entidades.
2.4.0utros
SOMULA N°.4t[)() STJ
Compete à justiça comum estadual proces-
sar e julgar as causas cíveis em que é parte Compete ao juízo do locai da obtenção da
sociedade de economia mista e os crimes vantagem ilícita processar e julgar crime de
praticados em seu detrimento. estelionato cometido mediante falsificação
de cheque.
SüMULA N' 62.!"'51J. ...
SOMULA N" S9 DO STJ
Compete à justiça estadual processar e julgar
o crime de falsa anotação na Carteira de Tra- Não há conflito de competência se já existe
balho e Previdêncía Social, atribuído a em- sentença com trânsito em julgado, proferida
presa privada. por um dos juízos conflitantes.

~ó~U0l'º· J,Q1},p $·!~·,:.;·: - <\<>rp,; 4~1; :i<é{:f-~,:u:< ;:.:·;ç-,.


Compete à justiça estadual o processo e jul- A competência para o processo e julgamen-
gamento dos crimes de falsificação e uso de to por crime de contrabando ou descaminho
documento falso relativo a estabelecimento define-se pela prevenção do juízo federal do
particular de ensino. lugar da apreensão dos bens.

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SUMULAS
Ülf!E!TO PROCB'.SUAL PENAL
DO STJ

SúMULA N' 165 DO STJ SüMULAN' 33looST~


Compete à justiça federal processar e julgar t: cabível a suspensão condicional do proces-
crime de falso testemunho cometido nopro- so na desclassificação do crime e na proce-
cesso trabalhista. dência parcial da pr~tensão punitiva.
SOMULA N' 200 00 STJ '
SOMULA N' 536 DO STJ
O juízo federal competente para processar e A suspensão condicional do processo e a
julgar acusado de crime de uso de passapor- transação penal não se aplicam na hipótese
te falso é o do lugar onde o delito se consu- de delitos sujeitos ao rito da Lei Maria da Pe-
mou. nha.

SüMULA N' 244 00 STJ . 6.PROVAS


Compete ao foro do local da recusa proces-
SúMULA Nº455 ooSTJ
sar e julgar o crime de estelionato mediante
cheque sem provisão de fundos. A decisão que determina a produção anteci-
pada de provas com base no art. 366 do CPP
3. INTIMAÇÃO deve ser concretamente fundamentada, não
a justificando unicamente o mero decurso
SüMULA N" 273 00 STJ
do tempo.
Intimada a defesa da expedição da cartapre-
catória, torna-se desnecessária íntimaçãoda 7.RECURSOS
data da audiência no juízo deprecado.

4. INVESTIGAÇÃO CRIMINAL O conhecimento de recurso de apelação do


réu independe de sua prisão.
SüMULA N" 234 DO STL
A participação de membro do MinistérioN~ 8. RESPOSTA PRELIMINAR
blico na fase investigatória criminal nãoarar-
reta o seu'impedimento ou suspeição paao SüMÚÍA N' 330 [)()STJ . • • , .
oferecimento da denúncia. É desnecessária a resposta preliminar de que
trata o artigo 514 do Código de Processo
S. SUSPENSÃO CONDICIONAL 00 Penal, na ação penal instruída por inquérito
PROCESSO policial.

SóMuí.AN' 241o:JsTJ. • ' 9. OUTROS TEMAS


O benefício da suspensão do processo não é
SüMUÚt.' S42 DO STJ
aplicável em relação às infrações penaism-
metidas em concurso material, concursob- A ação penal relativa ao crime de lesão cor-
mal ou continuidade delitiva, quando a pena poral resultante de violência doméstica con-
mínima comi nada, seja pelo somatório, seja tra a mulher é pública incondicionada
pela incidência da majorante, ultrapassar o
limite de um (01) ano.

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DIREITO TRIBUTÁRIO
CAPÍTULO XIV
, 1

SUMARIO• 1. Administração tributária - 2. Contribuições - 3. Compensação - 4. Crédito tribu-


tário - 5. Denúncia espontânea - 6. Depósito - 7. ICMS - 8. Imposto de renda -9. IOF - 10. IPI -
11. IPTU - 12. ISS - 13. REFIS -14. Repetição de indébito - 15. Simples -16. Taxas

1. ADMINISTRAÇÃO TRIBUTARIA . 3. COMPENSAÇÃO

$üMLJtÁ~569·;~.'.$f!;~~.ç~;;;~; ";,·;.::,:",::4:;;,:;:.,\;;\~;:i;:·;. . *i~:'.. s.·.flMúlA wº 1-(2'."nó:SfJtk.,t"Jt~<;+.';~.~>·_:~J ;;_;~:.--•-'_, :'


'' - • ., <'•',<.Ô<'c_; '« N'< "--'' ,e_, ,~,t~\.,,,,_~

A compensação de créditos tributários não


Na importação, é indevida a exigência de pode ser deferida em ação cautelar ou por
nova certidão negativa de débito no desem- medida liminar cautelar ou antecipatória.
baraço aduaneiro, se já apresentada a com-
provação da quitação de tributos federais .s:~~B0N&-~Yk~~-f&;t~~~~'.4:~~~~1~~t~-5:
quando da concessão do benefício relativo O ~ilndado de segurança constitui ação
ao regime de"drawback'~ adequada para a declaração do direito à
compensação tributária.
2. CONTRIBUIÇÕES

i~\ o mandado de segurança para


A Contribuição para Financiamento da Segu- convalidar a compensação tributária realiza-
ridade Social -Cofins incide sobre as receitas da pelo contribuinte.
provenientes das operações de locação de
bens móveis.
O contribuinte pode optar por receber, por
meio de precatório ou por compensação, o
As empresas prestadoras de serviços estão indébito tributário certificado por'·sentenca
sujeitas às contribuições ao Sesc e Senac, sal- declaratória transitada em julgado.
vo se integradas noutro serviço social.
A regra de imputação de pagamentos estabe-
lecida no art. 354 do Código Civil não se aplica
A isenção da Cofins concedida pelo art. 6°, li, às hipóteses de compensação tributária.
da LC n. 70/1991 às sociedades civis de pres-
tação de serviços profissionais foi revogada 4. CRÉDITO TRIBUTÁRIO
pelo ar~. 56 da lei n. 9.430/1996.
tv4~~~:4-36~_Sf4,:<:_\i,\\~~;;~~ ;:k)~_;':;-'2::s-v,:"--'
Sà~u;;._~:~:Si6J;;:s:fJ?~··~ X'< ·; '" ~''.~:*; 1 >\~-\:~·~'.''.;~~{-,~rt'~--
1
. A entrega de declaração pelo contribuinte
reconhecendo débito fiscal constitui o cré-
A Contribuição de Intervenção no Domínio
dito tributário, dispensada qualquer outra
Econômico (Cide) para o Incra (Decreto-lei providência por parte do fisco.
1.110/70), devida por empregadores rurais e
urbanos, não foi extinta pelas leis 7.787/89,
8.212/91 e 8.213/91, não podendo ser com- _Declarado e não pago o débito tributário
pensada com a contribuição ao INSS. pelo contribuinte, é legítima a recusa de
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li SUMULAS
DO STJ
ÉLISSON
Mi ESSA

expedição de certidão negativa ou positiva


com efeito de negativa.
.. HENRIQUE
CORREIA
e RosrnvAL
ROCHA

SúMULA N' 135 DO STJ


O ICMS não incide na gravação e distribuição
SOMULA N' 55S oo STJ de filmes e videoteipes.
Quando não houver declaração do débito, o
prazo decadencia1 quinquenal para o Fisco SúMUlA N' 155 DOSTJ.•. .
constituir o crédito tributário conta-se exclusi- O ICMS incide na importação de aeronave,
vamente na forma do art. 173, 1, do CTN, nos por pessoa física, para uso próprio.
casos em que a legislação atribui ao sujeito
passivo o dever de antecipar o pagamento sem SúMULA N' 163 oo§TJ
prévio exame da autoridade administrativa.
O fornecimento de mercadorias com a si-
5. DENÚNCIA ESPONTÃNEA multânea prestação de serviços em bares,
restaurantes e estabelecimentos similares
SúMUlA N" 360 DO STJ constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre
O benefício da denúncia espontânea não se o valor total da operação.
aplica aos tributos sujeitos a lançamento por
homologação regularmente declarados, mas
SOMULA N' 166ooSTJ
pagos a destempo. Não constitui fato gerador do lCMS o simples
deslocamentb de mercadoria de um para ou-
6.DEPÓSITO tro estabelecimento do mesmo contribuinte.

.SÚMuLAtt 112 DO STJ.


O depósito somente suspende a exigibillda- Na importação de veículo por pessoa física,
de do crédito tributário se for integral e em destinado a uso próprio, incide o ICMS.
dinheiro.
so.:ti&Niil:ii&ST:l' ····•·
SoMÜÍÃN"373 ÍloSTJ
Nas operações com cartão de crédito, os en-
É ilegítima a exigência de depósito prévio cargos relatlvo·s ao financiamento não são
para admissibilidade de recurso administra- considerados no cálculo do ICMS.
tivo.

7.ICMS
O ICMS não incide no serviço dos provedores
SÚMULA·"" 20 oo.STj de acesso à internet.

A mercadoria importada de país signatário Soí.iüiXíio 35ódo STJ


do GAIT é isenta do !CM, quando contem- O ICMS não incide sobre o serviço de habili-
plado com esse favor o similar nacional. tação de telefone celular.
SÜi<uUI No 68 dó STJ. SOMU!A N" 391op~rJ·. ··. ii·• '
A parcela relativa ao tCM inclui-se na base de O ICMS incide sobre o valor da tarifa de ener-
cálculo do PIS. gia elétrica correspondente à demanda de
potência efetivamente utilizada.
SOM.UlA N' 95 DO 5Tj
A redução da alíquota do imposto sobre pro-
~~M~0#?~i~i:~:·;::,,:-~;,:~,.,(u\<c1t~_.,-, <-(}~T::<Y»·-
dutos industrializados ou do imposto de im- o ICMS incide sobre o valor da venda a prazo
portação não implica redução do lCMS. constante da nota fiscal.
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r
1 É ilegal a cobrança de ICMS com base nova-
DIREITO TlllBUTÁRIO

Incide o imposto de renda sobre o resultado


SUMULAS
DO STJ

l
lor da mercadoria submetido ao regime de das aplicações financeiras realizadas pelas
pauta fiscal. cooperativas.

SúMUi,!,;~386 fiiJSÚ •······


1

1 $úMU!A N°~32 º·ºSTJ


••
1
As empresas de construção civil não estão São isentas.de imposto de renda as indenizações
f obrigadas a pagar ICMS sobre mercadorias defétjawropegio-Di!© y:spectiYO.ª.S:lifiQIJ~l
1 adquiridas como insumos em operações in- "'-'' ·.• _,,__ (':-<'rr::-t1 .... '-h'::-·-'""'i-'i'_ ---.' \'";."'-'-''!T'/. 'S~']'.::S:tJ:. ;'"
1 SúMy[),fl'i4'f.1op.ST~. ;1;•c•;;:;:•1; •.•. ,..•.,. •...
terestaduais.
Os Estados e o Distrito Federal são partes legíti-
SúMULA N" 433 DO STJ
mas na ação de restituição de imposto de renda
O produto semielaborado, para fins de in- retido na fonte proposta por seus servidores.
cidência de lCMS, é aquele que preenche
SüMULA!t463 ooSTJ
cumulativamente os três requisitos do art. 1°
da Lei Complementar n° 65/1991. Incide imposto de renda sobre os valores

SúMU!A N" 457 DO STJ


Os descontos incondicionais nas operações
'jjêrêebidos a título de indenizacão por horas
extraordinárias trahalharlas, ainda gue de-
correntes de acordo coletivo.
--
mercantis não sé incluem na base de cálculo
dolCMS.
Não jncide imposto de renda sobre a indeni-
zação por ~era~
É lícito ao comerciante de boa~fé aproveitar
SoMút.A.-""556 vo srf,n-;<·'.-i-c :t-6 :>,:.t;:: i;)>l )'~ "-<f'b.-
os créditos de ICMS decorrentes de nota fiscal
posteriormente declarada inidônea, quando de- É indevida a incidência de imposto de renda
sobre o valor da complementação de aposen-
monstrada a veracidade da compra e venda. tadoria pago por entidade de previdência pri-
vada e em relação ao resgate de contribuições
8.~~ND'A"f recolhidas para referidas entidades patrocina-
doras no período de 1°.1.1989 a 31.12.1995,
SúMi.JíÀ No-i2i ix»~fJf7:;;. ,ú>-"'ú;;;Y.:: Jfft< >r:·;i:t~:~:,/,1,;~ em razão da isenção concedida pelo art. 6°,
VII, b, da Lei n. 7.713/1988, na redação ante-
O pagamento de férias não gozadas po~
rior à que lhe foi dada pela Lei n. 9.250/1995.
cessidade do serviço~ está sujeito à inci-
dência do imposto de renda. 9.IOF
, _,,,_,, SôAilii:AiltltSfÍD STJ
SúMUlA N" 136 DO STJ ,-,,,-,

O pagamento de 1icença-p.rêmio não gozada Nos depósitos judiciais, não incide o imposto
sobre operações financeiras.
por necessidade do serviço não está sujeito
ao imposto de renda. 10.IPI

É devida ,a correção monetária ao creciita-


A indenização recebida pela adesão a progra-
mento do IPI quando há oposição ao seu
ma de incentivo à demissão voluntária não aproveitamento decorrentes de resistência
está sujeita à incidência do imposto de renda. ilegítima do Fisco.
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SUMULAS EussoN HENRIQUE RoBERVAL
DO STJ MIESSA • CORREIA • ROCHA

O benefício fiscal do ressarcimento do crédi- O ISS incide sobre o valor dos serviços de
to presumido do IPI relativo às exportações assistência médica, incluindo·se neles as re-
incide mesmo quando as matérias-primas ou feições, os medicamentos e as diárias hospi-
os insumos sejam adquiridos de pessoa física talares.
ou jurídica não contribuinte do PIS/Pasep.
SúMtÍLA ·,;o 424 DO STJ
So"1ÜLA N" 49s1Sci'STJ'i' ''
É legítima a incidência de ISS sobre os servi-
A aquisição de bens integrantes do ativo ços bancários congêneres da lista anexa ao
permanente da empresa não gera direito a Dl n° 406/1968 e à LC nº 56/1987.
creditamento de !PI.
13. REFIS
11. IPTU
SÚMÚÍÀ íti 355 ooSTJ ., .
:so~ULAN° 1·6á6l/&'f:l3::·. :\.';?:t·· :,:r;:, ;:·:(f
É válida a notificação do ato de exclusão do
É defeso, ao Município, atualizar o IPTU, me-
programa de recuperação fiscal do Refis pelo
diante decreto, em percentual superior ao
Diário Oficial ou pela Internet.
índice oficial de correção monetária.
'"'''' SúMUlA Nº 437 DO STJ
SOMULANº 397DD5TJ:p ·, ·
A suspensão da exigibilidade do crédito tri-
O contribuinte do IPTU é notificado do lança-
butário superior a quinhentos mil reais para
mento pelo envio do carnê ao seu endereço.
opção pelo Refis pressupõe a homologação
SoMiJLA N° 399\PQ~f~:'~'.~:;*hti~i;~?+1i~:t·.:0.'.~:j. \;i#:,'<·.;: expressa do comitê gestor e a constituição de
garantia por meio do arrolaníento de bens.
Cabe à legislação municipal estabelecer o
sujeito passivo do IPTU. súMulÀii>si4oo5TJ
12.ISS
No tocante à base de cálculo, o ISSQN incide
apenas sobre a taxa de agenciamento quando
sü~t,;, N"iis'iiP.stI o serviço prestado por sociedade empresária
de trabalho temporário for de intermediação,
O ISS incide na operação de arrendamento devendo, entretanto, englobar também os
mercantil de coisas móveis. valores dos salários e encargos sociais dos tra-
. ':..'.(!,. <· ...,. -i'... ·:>::;i.>ttr·· .·;zc::-..:.;1;:-::At~.?.~~~'.·'\\'f;\'~"·::~·::;;,.\:. balhadores por ela contratados nas hipóteses
SÚMULA N" 156 ao.> J •• .• , "< ,, .• ···n
i- 0 '.\

de fornecimento de mão de obra.


A prestação de serviço de composição grá-
14. REPETIÇÃO DE INDÉBITO
fica, personalizada e sob encomenda, ainda
que envolva fornecimento de mercadorias, 'SúMuâfló.'t62 oo·sr.P··< "'' ;'?;;,0E:ivi(0
está sujeita, apenas, ao 15S.
Na repetição de indébito tributário, a corre-
ção monetária incide a partir do pagamento
indevido.
O fornecimento de concreto, por empreita-
da, para construção civil, preparado no tra-
jeto até a obra em betoneiras acopladas a Os juros moratórias, na repetição do indébi~
caminhões, é prestação de serviço, sujeitan- to tributário, são devidos a partir do trânsito
do-se apenas à incidência do 15S.
136
em julgado da sentença.

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SUMULAS
ÜIREITO TRIBUTAR!O
DO STJ

SüMULA Nº 523 DO STJ 'S.úMULA N" 448 DO STJ


A taxa de juros de mora incidente na repeti- A opção pelo Simples de estabelecimentos
ção de indébito de tributos estaduais deve dedicados às atividades de creche, pré-esco·
corresponder à utilizada para cobrança do la e ensino fundamental é admitida somente
tributo pago em atraso, sendo legítima a in- a partir de 24.10.2000, data de vigência da
cid\~ncia da taxa Selic, em ambas as hipóteses, Lei nº 10.034/2000.
quando prevista na legislação local, vedada
sua cumulação com quaisquer outros índices. 16. TAXAS

15.SIMPLES SúMULA No 1j/J DO STJ


O INSS não goza de isenção do pagamento
SüMULÀ Nº.425 DQ 5.TJ de custas e emolumentos, nas ações aciden-
A retenção da contribuição para a seguri- tárias e de benefícios, propostas na justiça
dade social pelo tomador do serviço não se estadual.
aplica às empresas optantes pelo Simples.

'
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L 137
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CAPÍTULO XV

ESTATUTO DA CRIANÇA
E DO ADOLESCENTÉ , 1

SUMÁRIO • 1. Competência - 2. Medida socioeducativa; 3. Tipos penais

1. COMPETÊNCIA Soi.wiAfi0342 DO STJ

SÚMULA li' 383 oofü No procedimento para aplicação de medida


socioeducativa, é nula a desistência de ou-
A competência para processar e julgar as tras provas em face da confissão do adoles-
ações conexas de interesse de menor é, em cente.
princípio, do foro do domicílio do detentor
de sua guarda.

2. MEDIDA SOCIOEOUCATIVA O ato infracional análogo ao tráfico de dro-


gas, por si só, não conduz obrigatoriamente
à imposição de medida socioeducativa de
internação do adolescente.
A aplicação de medidas socioeducativas ao
adolescente, pela prática de ato infracional, 3. TIPOS PENAIS
é da competência exclusiva do juiz.

s·oM~tx~.~65'ifc)SfJI~:z~~';;~~r:::r?·>:1:::t~?:;.:":1~1 :~11:;;::~\~:s:~J
A configuração do crime previsto no artigo
É necessária a altiva do menor infrator antes 244-B do Estatuto da Criança e do Adoles-
de decretar-se a regressão da medida socio- cente independe da prova da efetiva corrup-
educativa. ção do menor, por se tratar de delito formal.

A prescrição penal é aplicável nas medidas


socioeducativas.

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CAPÍTULO XVI

MILITARES
1
SUMARIO• 1. Processo penal militar - 2. Servidor militar

1. PROCESSO PENAL MILITAR delito tenha sido praticado em outra unida-


de federativa.

Compete à justiça comum estadual proces-


sar e julgar delito decorrente de acidente de Compete à justiça estadual militar processar
trânsito envolvendo viatura de polícia mi- e julgar o policial militar pela prática do cri-
litar, salvo se autor e vítima forem policiais me militar, e à comum pela prática do crime
militares em situação de atividade. comum simultâneo àquele.

Compete à justiça comum processar e julgar


militar por crime de abuso de autoridade,
ainda que praticado em serviço.

2. SERVIDOR MILITAR
Compete à justiça comum estadual proces-
sar e julgar o policial militar por trime de
promover ou facilitar a fuga de preso de es- É vedada aos militares temporários, para
tabelecimento penal. aquisição de estabilidade, a contagem em
dobro de férias e licenças não gozadas.

Compete à justiça militar processar e julgar


policial de corporação estadual, ainda que o

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r
:
CAPÍTULO XV!l

SISTEMA FINANCEIRO
DA HABITAÇÃO
SUMÁRIO • 1. Atualização monetária - 2. Hipoteca - 3. Juros - 4. legitimidade processual - 5.
Seguros

1. ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA 3.JUROS


SúMULA N"450 ooSTJ SüMUlA N" 422 DO STJ
Nos contratos vinculados ao SFH, a atualiza- Os juros remuneratórios não estão limitados
ção do saldo devedor antecede sua amorti- nos contratos vinculados ao Sistema Finan-
zação pelo pagamento da prestação. ceiro da Habitação.

Süi.<ULAll"4540ÓSTJ·' ·?'" :>: · :;::: ·::: 4. LEGITIMIDADE PROCESSUAL


Pactuada a correção monetária nos contratos
do SFH pelo mesmo índice aplicável à cader-
neta de poupança, incide a taxa referencial Nas ações referentes ao Sistema Financei-
(TR) a partir da vigência da lei nº 8.177/1991. ro da Habitação, a Caixa Econômica Federal
tem legitimidade como sucessora do Banco
2.HIPOTECA Nacional da Habitação.

SóMui~ N" 199 ooSTJ . '\i·" S.SEGUROS


Na execução hipotecária de crédito vincula-
do ao Sistema Financeiro da Habitação, nos
termos da Lei nº S.741 /1971, a petição inicial A aquisição, pelo segurado, de mais de um
deve ser instruída com, pelo menos, dois avi- imóvel financiado pelo Sistema Financeiro
sos de cobrança. da Habitação, situados na mesma localidade,
não exime a seguradora da obrigação de pa~
gamento dos seguros.
A hipoteca firmada entre a construtora e o
agente financeiro, anterior ou posterior à
celebração da promessa de compra e venda, O mutuário do SFH não pode ser compelido
não tem eficácia perante os adquirentes do a contratar o seguro habitacional obrigató-
imóvel. rio com a instituição financeira mutuante ou
com a seguradora por ela indicada.

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CAPÍTULO XVIII

SISTEMA FINANCEIRO
NACIONAL
1
SUMARIO• 1. Banco Central do Brasil - 2. Bancos - 3. Comissão de permanência - 4. Contratos
bancários: 4.1. Alienação fiduciária; 4.2. Outros - 5. Correção monetária de depósitos judiciais -
6. Indexadores - 7. Juros

1. BANCO CENTRAL DO BRASIL


Não" é potestativa a cláusula contratual que
prevê a comissão de permanência, calculada
pela taxa média de mercado apurada pelo
Banco Central do Brasil, limitada à taxa do
contrato.
"Sí"l!M;~:f-,sll;lil'
L"~~~t- ~·" 'WJ·_,Jf.1'f:'=&., ~wr~..
•--,_;e- '';\"""'

As administradoras de consórcio têm liberda-


Os juros remuneratórios, não cumuláveis com
de para estabelecer a respectivà taxa de ãd-
a comissão de permanência, são devidos no
ministração, ainda que fixada em percentual
período de inadimplência, à taxa média de
superior a dez por cento. mercado estipulada pelo Banco Central do
Brasil, limitada ao percentual contratado.
2.BANCOS

Ls··~"··. ;:,~ r"'"'


"".;·iJíi\1;11:!!!4,'li<\~""ii*;<\i"*'. ',)ti.fd}Xf~'4~'1'~-'~,.t!\l~c.
->-Y~~0J"'~- ~-}!tJ_;oJ,_;ç;rs /-}·r-;\:,,;,'.->'-"-'Y-">>c·""' /;.·o: '~:~0~~
A cobrança de comissão de permanência -
A fixação do horário bancário, para aten- cujo valor não pode ultrapassar a soma dos
dimento ao público, é da competência da encargos remuneratórios e moratórias pre-
União. vistos no contrato - exclui a exigibilidade dos
juros remuneratórios, moratórias e da multa
contratual.

Os bancos comerciais não estão sujeitos a re- 4. CONTRATOS BANCÁRIOS


gistro nos conselhos regionais de economia.
4.1. Alienação fiduciária
3. COMISSÃO DE PERMANENCIA

O contrato de alienação fiduciária em garan-


A comissão de permanência e a correção mo- tia. pode ter por objeto bem que já integrava
netária são inacumuláveis. -·-o patrimônio do devedor.
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li SUMULAS
DO STJ

SüMU!A N' 72 ixJ STJ


ÉLlSSON
MIESSA
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HENRIQUE
CORREIA
0
RoeERVAL
ROCHA

SÚMULA Nº 530 DO STJ


A comprovação da mora é imprescindível à Nos contratos bancários, na impossibilidade
busca e apreensão do bem alienado fiducia- de comprovar a taxa de juros efetivamente
riamente. contratada - por ausência de pactuação ou
1
1 pela falta de juntada do instrumento aos au-
SüMUlA N" 92 DO STJ tos -, aplica-se a taxa média de mércado, di-
A terceiro de boa-fé não é oponível a aliena- vulgada pelo Bacen, praticada nas operações
da mesma espécie, salvo se a taxa cobrada for
ção fiduciária não anotada no certificado de
mais vantajosa para o devedor.
registro do veículo automotor.
SVMiilA'N" 56500 STJ
SüMUlA rii45~ STJ
A pactuação das tarifas de abertura de crédi-
A notificação destinada a comprovar a mora
to (TAC) e de emissão de carnê (TEC), ou outra
nas dividas garantidas por alienação fiduciá-
denominação para o mesmo fato gerador, é
ria dispensa a indicação do valor do débito. válida apenas nos contratos bancários an-
teriores ao início da vigência da Resolução-
SúMUlA N'.384 DO STJ -CMN n. 3t518/2007, em 30.4.2008.
Cabe ação monitória para haver saldo rema-
nescente oriundo de venda extrajudicial de
bem alienado fiduciariamente em garantia. Nos contratos bancários posteriores ao início
da vigência da Resolução-CMN n. 3.518/2007,
4.2. Outros em 30.4.2008, pode ser cobrada a tarifa de
cadastro no início do relacionamento entre o
consumidor e a instituição financeira.

A renegociação de contrato bancário ou a


5. CORREÇÃO MONETÁRIA DE DEPÓSI·
confissão da dívida não impede a possibilida-
TOS JUDICIAIS
de de discussão sobre eventuais ilegalidades
dos contratos anteriores.

O estabelecimento de crédito que recebe di-


nheiro, em depósito judicial, responde pelo
O alongamento de dívida originada de crédi-
pagamento da correção monetária relativa
to rural não constitui faculdade da instituição
aos valores recolhidos.
financeira, mas direito do devedor, nos ter-
mos da lei.
'""V'n·•'•W"''''·'-,'t
SüMULA N" 379 DO SrJ ·" .;:~~~.;{5~~.;.:rf1.1.>,z A correção monetária dos depósitos judiciais
independe de ação específica contra o banco
Nos contratos bancários não regidos por legis- depositário.
lação específica, os juros moratórios poderão
ser convencionados até o limite de 1% ao mês. 6. INDEXADORES

Nos contratos bancários, é vedado ao julga- A Taxa Básica Financeira (TBF) não pode ser
dor conhecer, de ofício, da abusividade das utilizada como indexador de correção mone-
cláusulas. tária nos contratos bancários.
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SÚMULAS
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL
DO STJ

período de inadimplência, à taxa média de


SüMU!A Nº 28~ DO STJ
mercado estipulada pelo Banco Central do
A Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) pode Brasil, limitada ao percentual contratado.
ser utilizada como indexador de correção mo-
netária nos cOntratos bancários. soMoJ. ;.;&3/3z DO STJ
SúMUlA N' 295 DO STJ A estipulação de juros remuneratórios supe-
riores a 12% ao ano, por si só, não indica abu-
A Taxa Referencial (TR) é indexador válido sividade.
para contratos posteriores à lei n°8.177/1991,
1 desde que pactuada.
É. permitida a capitatização de juros com
7.JUROS
1 periodicidade inferior à anual em contra-
t SúMUlA N" 176 DO STJ tos celebrados corn instituições integrantes
do Sistema Financeiro Nacional a partir de
É nula a cláusula contratual que sujeita o deve- 31/3/2000 (MP 1.963-17/00, reeditada como
dor à taxa de juros divulgada pela Anbid/Cetip. MP 2.170-36/01), desde que expressamente
pactuada.
SüMUlA N" 283 DO STJ
SúMUlA N" 54 j DO STJ .
As empresas administradoras de cartão de
crédito são instituições financeiras e, por isso, A previsão no contrato bancário de taxa de
os juros remuneratórios por elas cobrados juros anual superior ao duodécuplo da men-
não sofrem as limitações da Lei de Usura. sal é suficiente para permitir a cobrança da
taxa efetiva anual contratada.

Os juros remuneratórios, não cumuláveis com


a comissão de permanência, são devidos no

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PARTE 1
DIREITO DO
TRABALHO

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CAPÍTULO l

REGULAMENTO DE ~

EMPRESA, PRINCIPIOS E
PROGRAMA DE INCENTIVO
À DEMISSÃO VOLUNTÁRIA

SUMÁRIO• 1. Regulamento de empresa (norma regulamentar): 1.1. Complementação


de aposentadoria - 2. Princípio da irretroatividade da lei - 3. Programa de incentivo à
demissão voluntária

1. REGULAMENTO DE EMPRESA (NOR-


MA REGULAMENTAR)
Punição. Nula é a punição de empregado
se não precedida de inquérito ou sindicân-
cia internos a que se obrigou a empresa por
Norma regulamentar. Vantagens e opção norma regulamentar.
pelo novo regulamento. Art. 468 da CLT.
1 - As cláusulas regulamentares, que revo- ~~ll~lW~l,f
gueffi ou alterem vantagens deferidas an- Licença- prêmio. Conversão em pecúnia. Re-
teríorme'nte, só atingirão os trabalhadores gulamento da empresa.
admitidos após a revogação ou alteração do A licença- prêmio, na vigência do contrato de
regulamento. trabalho, não pode ser convertida em pecú-
nia, salvo se expressamente admitida a con-
li - Havendo a coexistência de dois regula-
versão no regulamento da empresa.
mentos da empresa, a opção do empregado
por um deles tem efeito jurídico de renúncia
às regras do sistema do outro.
,u~q~~Jiilfiimt:1t'''1'
Nossa Caixa-Nosso Banco (Caixa Econômica
do Estado de São Paulo). Regulamento. Gra-
tificação especial e/ou anuênios
Gratificação por tempo de serviço. Compen-
Direito reconhecido apenas àqueles empre-
sação.
gados que tinham 25 anos de efetivo exercí-
Existindo, ao mesmo tempo, gratificação por cio prestados exclusivamente à Caixa.
tempo de serviço outorgada pelo emprega-
dor e outra da mesma natureza prevista em 1.1. Complementação de aposentadoria
acordo coletivo, convenção coletiva ou sen-
tença notmativa, o empregado tem direito a
receber, exclusivamente, a que lhe seja mais Complementação dos proventos da aposen-
benéfica. tadoria
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tusSON • HENRIQUE O ROBERVAL
MI ESSA (ORREIA ROCHA

1- A complementação dos proventos de apo- empresa, expressamente dependente de re-


sentadoria, instituída, regulamentada e paga gulamentação, as condições desta devem ser
diretamente pelo empregador, sem víncu- observadas como parte integrante da norma.
lo com as entidades de previdência privada
fechada, é regida pelas normas em vigor na
data de admissão do empregado, ressalvadas Ação declaratória. Complementação de apo-
as alterações que forem mais benéficas {art. sentadoria
468daCLT);
É incabível ação declaratória visando a de-
li - Na hipótese de coexistência de dois regu- clarar direito à complementação de aposen-
lamentos de planos de previdência comple- tadoria, se ainda não atendidos os requisitos
mentar, instituídos pelo empregador ou por necessários à aquisição do direito, seja por
entidade de previdência privada, a opção do via regulamentar, ou por acordo coletivo.
beneficiário por um deles tem efeito jurídico
de renúncia às regras do outro; ;'§6'!1Jt;iii{~b4::T}~:;:;5,\~.t ~ . t.?:~·:::~;::_. ·T :'~·.~.h:ç.{4;t~J:' .;.~
Ili - Após a entrada em vigor das leis Com- Aposentadoria. O prêmio-aposentadoria ins-
plementares n. 0 s 108 e 109 de 29/5/2001, tituído por norma regulamentar da empresa
reger-se-á a complementação dos proventos não está condicionado ao disposto no § 2°
de aposentadoria pelas normas vigentes na do art. 14 da lei n° 8.036, de 11.05.1990.
data da implementação dos requisitos para
obtenção do benefício, ressalvados o direito .())fi.2:24)),,,sbi-1 oo TST.
adquirido do participante que anteriormente
implementara os requisitos para o benefício e Complementação de aposentadoria. Reajus-
o direito acumulado do empregado que até te. lei n° 9.069, de 29.06.1995.
então não preenchera tais requisitos. 1- A partir da vigência da Medida Provisória
IV - O entendimento da primeira parte do nº 542, de 30.06.1994, conv,alidada pela Lei
item Ili aplica-se aos processos em curso no nº 9.069, de 29.06.1995, o critério de reajuste
Tribunal Superior do Trabalho em que, em da complementação de aposentadoria pas-
12/4/2016, ainda não haja sido proferida deci- sou a ser anual e não semestral, aplicando-
são de mérito por suas Turmas e Seções. -se o princípio rebus sic stantibus diante da
nova ordem econômica.
li - A alteração da periodicidade do reajuste
Previdência privada da complementação de aposentadoria - de
Se o empregado, ou seu beneficiário, já re- semestral para anual -, não afeta o direito
cebeu da instituição previdenciária privada, ao resíduo inflacionário apurado nos meses
criada pela empresa, vantagem equivalente, é de abril, maio e junho de 1994, que deverá
cabível a dedução de seu valor do benefício a incidir sobre a correção realizada no mês de
que faz jus por norma regulamentar anterior.
julho de 1995.
~m'l"·)[C''·.··'.~«·...··'''~'- ... ;Y't"f\•~1l1i'
....''""il·· .. l'lci!)l'f,"'!fil1.'\\/f+'JJ~~~.'f~X:.•.W
k<QA.ulAN-.92:' l'lt~i~"'"~ll!à\l
. · , .rr""·J·>
W·> ..·/·.· .... ,.,.,.,,,.,,, ..'"'"", ........., .'iif!'}/'@@ij
Aposentadoria
Complementação de aposentadoria. Propor-
O direito à complementação de aposenta-
cionalidade. Banespa
doria, criado pela empresa, com requisitos
próprios, não se altera pela instituição de be- A complementação de aposentadoria, pre-
nefício previdenciário por órgão oficial. vista no art. 106, e seus parágrafos, do regu-
lamento de pessoal editado em 1965, só é
integral para os empregados que tenham 30
Aposentadoria. Complementação. Instituída (trinta) ou mais anos de serviços prestados
complementação de aposentadoria por ato da exclusivamente ao banco.
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REGULAMENTO DE EMPRESA, PRINCÍPIOS E PROGRAMA DE INCENTIVO
À DEMISSÂO VOLUNTÁRIA

de 11.05.1990, aos contratos declarados nu-


SOMULAll~ 332 DO TST
los celebrados antes da vigência da Medida
Complementação de aposentadoria. Petro- Provisória nº 2.164-41, de 24.08.2001.
bras. Manual de pessoal. Norma programática
SOMULA N'307 DO TST
As normas relativas à complementação de
aposentadoria, inseridas no Manual de iºes- Juros. Irretroatividade do Decreto-lei n°
soal da Petrobras, têm caráter meramente 2.322, de 26.02.1987
programático, delas não resultando direito à A fórmula de cálculo de juros prevista no De-
referida complementação. creto-Lei nº 2.322, de 26.02.1987 somente é
aplicável a partir de 27.02.1987. Quanto ao
O}N' 18 DASD/-1 DO TST
período anterior, deve-se observar a legisla-
Complementação de aposentadoria. Banco ção então vigente.
do Brasil
1 - O valor das horas extras integra a remu- 3. PROGRAMA DE INCENTIVO À DE-
neração do empregado para o cálculo da MISSÃO VOLUNTÁRIA
complementação de aposentadoria, desde
OJ Nº 270 DA SDI -1 DO TST
que sobre ele incida a contribuição à Caixa
de Previdência dos Funcionários do Banco Programa de incentivo à demissão voluntá-
do Brasil - PREVI, observado o respectivo re- ri_a. Transação extrajudicial. Parcelas oriundas
gulamento no tocante à integração; do extinto contrato de trabalho. Efeitos
li - Os adicionais AP e ADI não integram o A transação extrajudicial que importa resci-
cálculo para a apuração do teto da comple- são do contrato de trabalho ante a adesão do
mentação de aposentadoria; empregado a plano de demissão voluntária
Ili - No cálculo da complementação de apo- implica quitação exclusivamente das parce-
sentadoria deve-se observar a média trienal; las e valores constantes do recibo.
IV - A complementação de aposentadoria m N" 3560, SOl-1 oo TST
proporcional aos anos de ser~iço prestados
exclusivamente ao Banco do Brasil somen- Programa de incentivo à demissão voluntá-
te se verifica a partir da Circular Funci nº ria {PDV). Créditos trabalhistas reconhecidos
436/1963; em juízo. Compensação. Impossibilidade
V - O telex DlREC do Banco do Brasil nº Os créditos tipicamente trabalhistas reco-
5003/1987 não assegura a complementação nhecidos em juízo não são suscetíveis de
de aposentadoria integral, porque não apro- compensação com a indenização paga em
vado pelo órgão competente ao qual a insti- decorrência de adesão do trabalhador a Pro-
tuição se subordina. grama de Incentivo à Demissão Voluntária
(PDV).
2. PRINCIPIO DA IRRETROATIVIDADE
DALEI DJ N" 207 DASDJ ': I CiO TST
Programa de incentivo à demissão voluntá-
.OJ NºJp2óASDF1oo.TST ria. Indenização. Imposto de renda. Não-in-
Contrato'11ulo. Efeitos. FGTS. Medida provisó- cidência
ria 2.164-4-1, de 24.08.2001, e art. 19-A da lei A indenização paga em virtude de adesão a
nº 8.036, de 11.05.1990. Irretroatividade programa de incentivo à demissão voluntá-
Não afronta o princípio da irretroatividade ria não está sujeita à incidência do imposto
da lei a aplicação do art. 19-A da lei nº 8.036, de renda.

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CAPÍTULO li

EMPREGADO E
EMPREGADOR

SUMÁRIO• 1. Empregado: 1.1. Diretor eleito; 1.2. Bancário; 1.3. Empregado rural: 1.3.1. Enqua-
dramento como trabalhador rural; 1.3.2. Prescrição do trabalhador rural; 1.3.3. Salário-família rurícola;
lA. Empregado doméstico- 2. Empregador

1. EMPREGADO
1.1. Diretor eleito Bancário. Cargo de confiança
1 - A configuração, ou não, do exercício da
função de confiança a que se refere o art.
224, § 2°, da CLT, dependente da prova das
Diretor eleito. Cômputo do período como
reais atribuições do empregado, é insuscetí-
tempo de serviço
vel de exame mediante recurso de revista ou
O empregado eleito para ocupar cargo de di- de embargos.
retor tem o respectivo contrato de trabalho li - O bancário que exerce a função a que se
suspenso, não se computando o tempo de refere o§ 2° do art. 224 da CLT e recebe grati-
serviço desse período, salvo se permanecer ficação não inferior a um terço de seu salário
a subordinação jurídica inerente à relação de já tem remuneradas as duas horas extraordi-
.emprego. nárias excedentes de seis.
Ili - Ao bancário exercente de cargo de con-
1.2. Bancário
fiança previsto no artigo 224, § 2°, da CLT
são devidas as 7ª e 8ª horas, como extras, no
período em que se verificar o pagamento a
Jornada de trabalho. Gerente bancário menor da gratificação de 1/3.
A jornada de trabalho do empregado de IV - O bancário sujeito à regra do art. 224, §
banco gerente de agência é regida pelo art. 2°, da CLT cumpre jornada de trabalho de 8
224, § 2°, da CLT. Quanto ao gerente-geral de (oito) horas, sendo extraordinárias as traba-
agência bancária, presume-se o exercício de lhadas além da oitava.
encargo de gestão, aplicando-se-lhe o art. 62 V- O advogado empregado de banco, pelo
da CLT. simples exercício da advocacia, não exerce
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ÉUSSON HENRIQUE ROBERVAL
MtESSA • CORREIA • ROCHA

cargo de confiança, não se enquadrandorpor- b) 200, para os empregados submetidos à jor-


tanto, na hipótese do§ 2° do art. 224 da CLT. nada de oito horas, nos termos do § 2° do art.
VI - O caixa bancário, ainda que caixa executi- 224da CLT.
vo, não exerce cargo de confiança. Se perceber 11 - Nas demais hipóteses, aplicar-se-á o divi-
gratificação igual ou superior a um terço dosa- sor:
lário do posto efetivo, essa remunera apenas a
maior responsabilidade do cargo e não as duas a) 180, para os empregados submetidos à jor-
horas extraordinárias atém da sexta. nada de seis horas prevista no caput do art.
224daCLT;
VH - O bancário exercente de função de con-
fiança, que percebe a gratificação não inferior b) 220, para os empregados submetidos à jor-
ao terço legal, ainda que norma coletiva con- nada de oito horas, nos termos do § 2° do art.
temple percentual superior, não tem direito 224 da CLT.
às sétima e oitava horas como extras, mas tão
somente às diferenças de gratificação de fun-
ção, se postuladas.
Bancário. Sábado. Dia útil.
SüMULA .. 109 DO TST O sábado do bancário é dia útil não trabalha-
Gratificação de função do, não dia de repouso remunerado. ~ão cabe
a repercussão do pagamento de horas extras
O bancário não enquadrado no § 2° do art.
habituais em sua remuneração.
224 da CLT, que receba gratificação de função,
não pode ter o salário relativo a horas extra-
OJ11'178DASD/-/oo TST
ordinárias compensado com o valor daquela
vantagem. Bancário. Intervalo de 15 minutos. Não com-
putável na jornada de trabalho.
Não se computa, na jornada do bancário sujei-
Bancário. Pré-contratação de horas extras to a seis horas diárias de trab'alho, o intervalo
1 - A contratação do serviço suplementar, de quinze minutos para lanche ou descanso.
quando da admissão do trabalhador bancá-
rio, é nula. Os valores assim ajustados apenas .:5JMUtA N°.?26'áif5f;. ;,::<.:2·:·.%';'.> :y:!· .•c·s~~?~~:;··>·
remuneram a jornada normal, sendo devidas
Bancário. Gratificação por tempo de serviço.
as horas extras com o adicional de, no míni-
mo, 50% (cinqüenta por cento), as quais não Integração no cálculo das horas extras.
configuram pré-contratação, se pactuadas A gratificação por tempo de serviço integra o
após a admissão do bancário. cálculo das horas extras.
li - Em se tratando de horas extras pré-con-
tratadas, opera-se a prescrição total se a ação
não for ajuizada no prazo de cinco anos, a par- Bancário. Gratificação de função e adicional
tir da data em que foram suprimidas. por tempo de serviço.
5úMULAll'124oqTST .. O adicional por tempo de serviço integra o
cálculo da gratificação prevista no art. 224, §
Bancário. Hora de salário. Divisor
2°, da CLT.
1- O divisor aplicável para o cálculo das horas
extras do bancário, se houver ajuste individu- 5úMULANoi47'iJo J:st '
al expresso ou coletivo no sentido de consi-
derar o sábado como dia de descanso remu- Quebra de caixa. Natureza jurídica
nerado, será: A parce:a paga aos bancários sob a denomi-
a) 150, para os empregados submetidos à jor- nação u quebra de caixa" possui natureza sa-
nada de seis horas, prevista no caput do art. larial, integrando o salário do prestador de
224da CLT; serviços, para todos os efeitos legais.
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EMPREGADO E EMPREGADOR

Os empregados de cooperativas de crédi-


to não se equiparam a bancário, para efeito
Bancário de aplicação do art. 224 da CLT, em razão da
Integra a remuneração do bancário a vanta- inexistência de expressa previsão legal, con-
gem pecuniária por ele auferida na coloca- siderando, ainda, as diferenças-estruturais e
ção ou na venda de papéis ou valores mobi- operacionais entre as instituições financei-
liários de empresas pertencentes ao mesmo ras e as cooperativas de crédito. Inteligência
grupo econômico, se exercida essa atividade das Leis n°s 4.594, de 29.12.1964, e 5.764, de
no horário e no local de trabalho e com o 16.12.1971.
consentimento, tácito ou expresso, do banco
empregador. .SüMQ~ •' 257 oo TSF•
Vigilante
$,üMúZ\ ·N9~2i~Jc;ó':{$'[;):;;\'. ~,.·::~:t;>~~ :'>*·.
O vigilante, contratado diretamente por ban-
Bancário. Empregado de empresa de proces- co ou por intermédio de empresas especiali-
samento de dados zadas, não é bancário.
É bancário o empregado de empresa de pro-
cessamento de dados que presta serviço a
banco integrante do mesmo grupo econô-
Bancário. Categoria diferenciada
mico, exceto quando a empresa de proces-
samento de dados presta serviços a banco e Não se beneficiam do regime legal relativo
a empresas não bancárias do mesmo grupo aos bancários os empregados de estabeleci-
econômico ou a terceiros. mento de crédito pertencentes a categorias
profissionais diferenciadàs.
·'.·oi~J'111bí:~Dl"ifíYMffSr:~;~i. ~.(:·
,, ' ' .:.. ' ' ""' ."',' ' " '• 'ê

Bancários. Ajuda alimentação. A ajuda ali-


mentação prevista em norma coletiva em Banco do brasil. ACP. Adicional de caráter
decorrência de prestação de' horas eXtras pessoal. Indevido
tem natureza indenizatória e, por isso, não A isonomia de vencimentos entre servidores
integra o salário do empregado bancário. do Banco Central do Brasil e do Banco do
Brasil, decorrente de sentença normativa,
alcançou apenas os vencimentos e vanta-
Financeiras. As empresas de crédito, finan- gens de caráter permanente. Dado o caráter
ciamento ou investimento, também denomi- personalíssimo do Adicional de Caráter Pes-
nadas financeiras, equiparam-se aos estabe- soal - ACP e não integrando a remuneração
lecimentos bancários para os efeitos do art. dos funcionários do Banco do Brasil, não foi
224da CLT. ele contemplado na decisão normativa para
efeitos de equiparação à tabela de venci-
mentos do Banco Central do Brasil.
Jornada de trabalho
.._,
Os empiegados de empresas distribuidoras
e corretOras de títulos e valores mobiliários Banco do Brasil. AP e ADI
não têm direito à jornada especial dos ban- Os adicionais AP, ADI ou AFR, somados ou
cá rios. considerados isoladamente, sendo equiva-
lentes a 1/3 do salário do cargo efetivo (art.
224, § 2°, da CLT), excluem o empregado
Empregado de cooperativa de crédito. Ban- ocupante de cargo de confiança do Banco
cário. Equiparação. Impossibilidade do Brasil da jornada de 6 horas.
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ÉLISSON @: HENRIQUE 4l RosrnvAL
M1ESSA CORREIA ROCHA

1.3. Empregado Rural 1.3.3. Salário-família rurícola


1.3.1. Enquadramento como trabalha- SOMULA ,.,ó344 DD TST
dor rural
Salário-família. Trabalhador rural
OJÍIÓ~BÓÁ SDI,- I rio TST 1
1
O salário-família é devido aos trabalhado-
res rurais somente após a vigência.da lei nº
Empregado que exerce atividade rural. Em- 8.213, de 24.07.1991.
presa de reflorestamento. Prescrição própria
do rurícola. (Lei n° 5.889/73, art. 10 e decreto 1.4. Empregado Doméstico
nº 73.626/74, art. 2°, § 4°)
SÚMULA ,.,ó 377 DD TST
O empregado que trabalha em empresa de
reflorestamento, cuja· atividade está direta- Preposto. Exigência da condição de empre-
mente ligada ao manuseio da terra e de ma- gado
téria-prima, é rurícola e não industriário, nos S,_xc~to quanto_ à reclama-ª2...~~~o
termos do Decreto nº 73.626, de 12.02.1974, ~. ou contra micro ou pequeno em-
art. 2º, § 4°, pouco importando que o fruto presário, o_preposto deve ser necessariamente
de seu trabalho seja destinado à indústria. empregado do reclamado. Inteligência do art.
Assim, aplica-se a prescrição própria dos ru- 843, § 1°, çia CLT e do art. 54 da Lei Comple-
rícolas aos direitos desses empregados. mentarnº 123,de 14 de dezembro de 2006.
2. EMPREGADOR
1.3.2. Prescrição do trabalhador rural Sd,:,~/., Nó 12CJDD TS~. ·.·
9-!tmflc!!Jfo§Qt.,.i:P§.i?:f: Contrato de trabalho. Grupo econômico
Rurícola. Prescrição. Contrato de emprego A prestação de serviços a mais de uma em-
extinto. Emenda constitucional nº 28/2000. presa do mesmo grupo econômico, durante
Inaplicabilidade a mesma jornada de trabalho, não caracteri-
za a coexistência de mais de um c ntrato de
O prazo prescricional da pretensão do ruríco- trabalho, alvo ajuste em contrário.
la, cujo contrato de emprego já se extinguira
ao sobrevir a Emenda Constitucional nº 28, 9/~26!pA,.SQl;;;{DfJ,TSL, •. ;.>ii-C; ,,~:.··
BancosG;cessão trabalhist~
de 26/05/2000, tenha sido ou não ajuizada
a ação trabalhista, prossegue regido pela lei
vigente ao tempo da extinção do contrato de As obrigações trabalhistas, inclusive as con-
emprego. tíaídas à época em que os empregados tra-
balhavam para o banco sucedido, são de
01 '/f.'4i!;;;. '~01~ 1wrs.f · responsabilidade do sucessor, uma ~
a este foram transferidos os ativos, a~­
Prescrição. Trabalhador rural. Rurícola. Con- cias, os direitos e deveres contratuais, carac-
trato de trabalho em curso. Emenda const. te;"izando típica sucessão trabalhista. -
28/2000. CF/88, art. 7°, XXIX. CLT, art. 11. ----'-~""'-·v'"'~

Não há prescrição total ou parcial da pre- 01 /;?22.\'~~~D{ cLiJDJSf ,·


tensão do trabalhador rural que reclama Contrato de concessão de serviço público.
direitos relativos a contrato de trabalho Responsabilidade trabalhista
que se encontrava em curso à época da pro- Celebrado contrato de concessão de serviço
mulgação da Emenda Constitucional 28, de público em que uma empresa (primeira con-
26/05/2000, desde que ajuizada a demanda cessionária) outorga a outrá (segunda con-
no prazo de cinco anos de sua publicação, cessionária), o todo ou em parte, mediante
observada a prescrição bienal. arrendamento, ou qualquer olitra forma
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EMPREGADO E EMPREGADOR

contratual, a título transitório, bens de sua terior privatização. Convalídação. Insubsis-


propriedade: tência do vício.
1 - em caso de rescisão do contrato de tra- Convalidam-se os efeitos do contrato de
balho após a entrada em vigor da concessão, trabalho que, considerado nulo por ausên-
a segunda concessionária, na condição de cia de concurso público, quando celebrado
sucessora, responde pelos direitos decor- originalmente com ente da Administração
rentes do contrato de trabalho, sem prejuízo Pública Indireta, continua a existir após a sua
da responsabilidade subsidiária da primeira privatização.
concessionária pelos débitos trabalhistas
contraídos até a concessão; 0) N" 343 DA SD/-1 oo TST
li - no tocante ao contrato de trabalho~­ Penhora. Sucessão. Art. 100 da CF/1988. Exe-
.,!9...arites da vigência da concessão, a respon- cução
sabffi'êiã'd"e pelos direitos dos trabalhadores
Éválida a penhora em bens de pessoa jurídica
será ~1sivamente da antecessora.
de direito privado, realizada anteriormente à
OJN"411 oASDl-looTST sucessão pela União ou por Estado-membro,
não podendo a execução prosseguir me-
Sucessão trabalhista. Aquisição de empresa diante precatório. A decisão que a mantém
pertencente a grupo econômico. Responsabi- não viola o art. 100 da CF/1988.
lidade solidária do sucessor por débitos traba-
lhistas de empresa não adquirida. Inexistência. 50MULAN°51 ooTSI
O sucessor não responde solidariamente por
Norma regulamentar. Vantagens e opção
débitos trabalhistas de empresa não adqui- pelo novo regulamento. Art. 468 da CLT
rida, integrante tio mesmo grupo econômi-
co da empresa sucedida, quando, à época, 1 - As cláusulas regulamentares, que revo-
a empresa devedora direta era solvente ou guem ou alterem vantagens deferidas an-
idônea economicamente, ressalvada a hipó- teriormente, só atingirão os trabalhadores
tese de má-fé ou fraude na sucessão. admitidos após a revogação ou alteração do
regulamento.
li - Havendo a coexistência de dois regula-
Desmembramento de municípios. Respon- mentos da empresa, a opção do empregado
sabilidadi: trabalhista por um deles tem efeito jurídico de renúncia
às regras do sistema do outro.
Em caso de criação de novo município, por
desmembramento, cada uma das novas en- s/Jr.uiA f,ii 77 lÍÔ rst e)· .•
tidades responsabiliza-se pelos direitos tra-
balhistas do empregado no período em que Punição
figurarem como r'eal empregador. Nula é a punição de empregado se não pre-
cedida de inquérito ou sindicância internos a
SOMULA N' 430 DÓ TST que se obrigou a empresa por norma regu-
Administração pública indireta. Contratação. lamentar.
Ausência de concurso público. Nulidade. UI-

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CAPÍTULO Ili

TERCEIRIZAÇÃO

SOMU!A N" 331 DO TST pregadora. A aludida responsabilidade não


Contrato de prestação de serviços. Legalida- decorre de mero inadimplemento das obri-
de gações trabalhistas assumidas pela empresa
regularmente contratada.
1 - A contratação de trabalhadores por em-
presa interposta é ilegal, formando-se o vín- VI - A responsabilidade subsidiária do to-
culo diretamente com o tomador dos servi- mador de serviços abrange todas as verbas
ços, salvo no caso de trabalho temporário decorrentes da condenação referentes ao
(Lei nº 6.019, de 03.01.1974). período da prestação laboral.

l1 - A contratação irregular de trabathador, 0JN°321 DASD/-looTST


mediante empresa interposta, não gera vín-
culo de emprego com os órgãos da adminis- Vinculo empregatício com a administração
tração pública direta, indireta ou fundacional púbHca. Período anterior à CF/88
(art. 37, li, da CF/1988). Salvo os casos de trabalho temporário e de
Ili - Não forma vínculo de emprego com o serviço de vigilância, previstos nas Leis n°s
tomador a contratação de seív_iços de vigi- 6.019, de 03.01.74, e 7.102, de 20.06.83, é
lância (Lei nº 7.102, de 20.06.1983) e de con- ilegal a contratação de trabalhadores por
servação e limpeza, bem como a de' serviços empresa interposta, formando-se o vínculo
especializados ligados à atividade-meio do empregatício diretamente com o tomador
tomador, desde que inexistente a pessoali- dos serviços, inclusive ente público, em rela-
dade e a subordinação direta. ção ao período anterior à vigência da CF/88.
IV - O inadimplemento das obrigações tra- OJ Nº 185 DA 501-1 Í)() TST
balhistas, por parte do empregador, implica
a responsabilidade subsidiária do tomador Contrato de trabalho com a associação de
dos serviços, quanto àquelas obrigações, pais e mestres- APM. Inexistência de respon-
desde que hajam participado da relação sabilidade solidária ou subsidiária do estado
processual e constem também do título O Estado-Membro não é responsável subsi-
executivo judicial (art. 71 da Lei nº 8.666, de diária ou solidariamente com a Associação
21.06.1993). de Pais e Mestres pelos encargos trabalhistas
V - Os entes integrantes da administração dos empregados _contratados por esta últi-
pública direta e indireta respondem subsi- ma, que deverão ser suportados integral e
diariamente, nas mesmas condições do item exclusivamente pelo real empregador.
IV, caso evidenciada a sua conduta culposa
no cumprimento das obrigações da Lei nº
··o·•
'~'3'';;...,,,.
_ ~-~-, lUDA .,.a·1··.
_ - '.,•• rs·•"• ·"'' "ii&• ''' ·'"'
DO,. ___ ,!;(t~-·.f:;\§;;;-~;;::};,·-·,,-.,

8.666/93, especialmente na fiscalização do Terceirízação. Empregados da empresa pres-


cumprimento das obrigações contratuais e _!adora de serviços e da tomadora. Isonomia.
legais da prestadora de serviço como em- Art. 12, "a~ da Lei nº 6.019, de 03.01.1974
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A contratação irregular de trabalhador, me- Ô)No 191 DASD/-1 oo TST


diante empresa interposta, não gera vínculo
de emprego com ente da Administração Pú- Contrato de empreitada. Dono da obra de
blica, não afastando, contudo, pelo princípio construção civil. Responsabilidade
da isonomia, o direito dos empregados ter- !(1iante da inexistência de previsão, legal es-
ceirizados às mesmas verbas trabalhistas le- pecífica, o contrato de empreitada. de cons-
gais e normativas asseguradas àqueles con- trução civil entre o dono da obra e o emprei-
tratados pelo tomador dos serviços, desde teiro não enseja responsabilidade solidária
que presente a igualdade de funções. Aplica- ou subsidiária nas obrigações trabalhistas
ção analógica do art. 12, "a''. da Lei n° 6.019, contraídas pelo empreiteiro, salvo sendo o
de 03.01-1974. dono da obra uma empresa construtora ou
incorporadora.

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CAPÍTULO IV

CONTRATO
DE TRABALHO

SUMÁRIO• 1. Identificação profissional de empregado. Carteira de trabalho e previdência social -


CTPS- 2. Contrato de experiência e contrato por prazo determinado-3. Da nulidade do contrato
de trabalho - 4. Alteração do contrato de trabalho - 5. Suspensão e interrupção do contrato de
trabalho

1. IDENTIFICAÇÃO PROFISSIONAL DE 'SüMulA N' 125'bóTSF' '"


EMPREGADO. CARTEIRA DE TRABA· Contrato de trabalho. Art. 479 da CLT
LHO E PREVID~NCIA SOCIAL - CTPS
O art.479 da CLT aplica-se ao trabalhador op-
tante pelo FGTS admitido mediante contrato
por prazo determinado, nos termos do art.
Carteira profissional
30, § 3°, do Decreto n° 59.820, de 20.12.1966.
As anotações apostas pelo empregador na
carteira profissional do empregado não ge- 3. DA NULIDADE DO CONTRATO DE
ram presunção juris et de jure, mas apenas TRABALHO
juris tantum.
,,;,;Q2o·•··s··a····1:cr'.oo'"~.>.•·'1'.;.·:,_}.·J!'·
Q'J1r ,.. f l">I'
''''· .,, .,,
~'~f~'·>::>:,-/
Contrato nulo. Efeitos
Aviso-prévio. Baixa na CTPS
A contratação de servidor público, após a
A data de saída a ser anotada na CTPS deve CF/1988, sem prévia aprovação em concur-
corresponder à do término do prazo do avi- so público, encontra óbice no respectivo art.
so-prévio; ainda que indenizado. 37, li e § 2°, somente lhe conferindo direito
ao pagamento da contraprestação pactuada,
2. CONTRATO DE EXPERl~NCIA E CON-
em relação ao número de horas trabalhadas,
TRATO POR PRAZO DETERMINADO
respeitado o valor da hora do salário míni-
SúMuLA NÕ18aÔO rfr'' mo, e dos valores referentes aos depósitos
do FGTS.
Contrato de trabalho. Experiência. Prorroga-
ção
O contrato de experiência pode ser prorro- Contrato nulo. Administração pública. Efei-
gado, respeitado o limite máximo de 90 dias.
tos. Conhecimento do recurso por violação
do art. 37, li e § 2°, da CF/88 A nulidade da
contratação sem concurso público, após a
Aviso-prévio. Contrato de experiência CF/88, befn como a limitação de seus efeitos,
Cabe aviso .prévio nas rescisões antecipadas soménte poderá ser declarada por ofensa ao
dos contratos de experiência, na forma do art. 37, li, se invocado concomitantemente o
art. 481 da CLT (ex-Prejulgado nº 42). seu§ 2°, todos da CF/88.
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OJ N' 65 QA 501 -1 DO T5T


Professor adjunto. Ingresso no cargo de pro- Policial militar. Reconhecimento de vínculo
fessor titular. Exigência de concurso público empregatício com empresa privada
não afastada pela constituição federal de Preenchidos os requisitos do art 3° da CLT,
1988 (CF/1988, arts. 37, li e 206, V) é legítimo o reconhecimento de relação de
O acesso de professor adjunto ao cargo de emprego entre policial militar e empresa pri-
professor titular só pode ser efetivado por vada, independentemente do eventual cabi-
meio de concurso público, conforme dis- mento de penalidade disciplinar prevista no
Estatuto do Policial Militar.
põem os arts. 37, inciso li, e 206, inciso V, da
CF/88. 5úMULAtP430oótst:
01"' 366 oA 501 - foo rsr Administração pública indketa. Contratação.
Ausência de concurso público. Nulidade. Ul-
Estagiário. Desvirtuamento do contrato de
terior privatização. Convalidação. Insubsis-
estágio. Reconhecimento do vínculo empre- tência do vício
gatício com a administração pública direta
Convalidam-se os efeitos do contrato de
ou indireta. Período posterior à constituição
trabalho que, considerado nulo p~r ausên-
federal de 1988. lmpossibílidade
cia de concurso público, quando celebrado
Ainda que desvirtuada a finalidade do con- originalmente com ente da Administração
trato de estágio celebrado na vigência da Pública Indireta, continua a existir após a sua
Constituição Federal de 1988, é inviável ore- privatização.
conhecimento do vínculo empregatício com
ente da Administração Pública direta ou indi- 4. ALTERAÇÃO DO CONTRATO DE
reta, por força do art 37, li, da CF/1988, bem TRABALHO
como o deferimento de indenização pecuni-
SúMULAN' 372 DoTSf'
ária, exceto em relação às parcelas previstas
na Súmula nº 363 do TST, se requeridas. Gratificação de função. Supressão ou redu-
ção. Limites
OJ Nº 164 oÚD/~ /!JO TST 1 - Percebida a gratificação de função por
Oficial de justiça ad hoc. Inexistência de vín- dez ou mais anos pelo empregado, se o em-
culo empregatício pregador, sem justo motivo, revertê-lo a seu
cargo efetivo, não poderá retirar-lhe a gratifi-
Não se caracteriza o vínculo empregatício na cação tendo em vista o princípio da estabili-
nomeação para o exercício das funções de dade financeira.
oficial de justiça ad hoc, ainda que feita de
li - Mantido o empregado no exercício da
forma reiterada, pois exaure-se a cada cum-
função comissionada, não pode o emprega-
primento de mandado. dor reduzir o valor da gratificação.

OJ N' 208 oA 501-1 do TST


Jogo do bicho. Contrato de trabalho. Nuli- Radiologista. Gratificação de raios X. Redu-
dade. Objeto ilícito. Arts. 82 e 145 do código ção. Lei nº 7.923/89.
civil
A alteração da gratificação por trabalho com
É nulo o contrato de trabalho celebrado para raios X, de quarenta para dez por cento, na
o desempenho de atividade inerente à prá- forma da Lei n° 7.923/89, não causou preju-
tica do jogo do bicho, ante a ilicitude de seu ízo ao trabalhador porque passou a incidir
objeto, o que subtrai o requisito de validade sobre o salário incorporado com todas as de-
para a formação do ato jurídico. mais vantagens.
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(ONTRATO DE TRABALHO

SOMULA Nº 265 DO TST. OJ N.' ?8 DA 501 ~/DO TST


Adicional noturno. Alteração de turno de tra- Correção monetária sobre as diferenças sa-
balho. Possibilidade de supressão lariais. Universidades federais. Devida. Lei nº
7.596/1987
A transferência para o período diurno de tra-
balho implica a perda do direito ao adicional Incide correção monetária sobre as diferen-
ças salariais do~ servidores das universidades
noturno.
federais, decorrentes da aplicação retroativa
OJN'308oA50/.-llJOT5r:, dos efeitos financeiros assegurados pela Lei
nº 7.596/87, pois a correção monetária tem
Jornada de trabalho. Alteração. Retorno à como escopo único minimizar a desvaloriza-
jornada inicialmente contratada. Servidor ção da moeda em decorrência da corrosão
público inflacionária.
O retorno do servidor público (administra-
ção direta, autárquica e fundacional) à jor-
suMuLAN'.43 ºº rsr
Transferência
nada inicialmente contratada não se insere
nas vedações do art. 468 da CLT, sendo a sua Presume-se abusiva a transferência de que
jornada definida em lei e no contrato de tra- trata o § 1° do art. 469 da CLT, sem compro-
vação da necessidade do serviço.
balho firmado entre as partes.
O}N' 113 OA5Dl~I DO T5T
OJ N' 244 oA SDJ-1 ooT5T
Adicional de transferência. Cargo de confian-
Professor. Redução da carga horária. Possibi- ça ou previsão contratual de transferência.
Hdade Devido. Desde que a transferência seja pro-
A redução da carga horária do professor, em visória
virtude da diminuição do número de alunos, O fato de o empregado exercer cargo de con-
não constitui alteração contrat1,1al, uma v_ez fiança ou a existência de previsão de trans-
que não implica redução do valor da hora- ferência no contrato de trabalho não exclui
-aula. o direito ao adicional. O pressuposto legal
apto a legitimar a percepção do mencionado
OJ N' 159 OA 501-1 DO TST. adicional é a transferência provisória.

Data de pagamento. Salários. Alteração SVMULA N' 29 DO T5T


Diante da inexistência de previsão expressa Transferência
em contrato ou em instrumento normati- Empregado transferido, por ato unilateral do
vo, a alteração da data de pagamento pelo empregador, para locai mais distante de sua
empregador não viola o art. 468, desde que residência, tem direito a suplemento salarial
observado o parágrafo único do art. 459, am- correspondente ao acréscimo da despesa de
bos da CLT. transporte.

SúMULAN~~81 ooTST 5. SUSPENSÃO E INTERRUPÇÃO DO


CONTRATO DE TRABALHO
Correção rti.onetária. Salário. Art. 459 da CLT
O pagamento dos salários até o 5° dia útil
do mês subseqüente ao vencido não está Ausência ao serviço
sujeito à correção monetária. Se essa data As horas em que o empregado falta ao ser-
limite for ultrapassada, incidirá o índice da viço para comparecimento necessário, como
correção monetária do mês subseqüente ao parte, à Justiça do Trabalho não serão des-
da prestação dos serviços, a partir do dia 1°. contadas de seus salários.
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a fluência da prescrição quinquenal, ressal-


SóMul)Í~o t6ô DD TST
vada a hipótese de absoluta impossibilidade
Aposentadoria por invalidez de acesso ao Judiciário.
Cancelada a aposentadoria por invalidez,
SúMUL' N' 440 DD TST
mesmo após cinco anos, o trabalhador terá ~~-\~~~~~~~~~~~~~~

direlto de retornar ao erriprego, facultado, Auxílio-doença acidentário. Aposentadoria


porém, ao empregador, indenizá-lo na forma por invalidez. Suspensão do contratd de tra-
da lei. balho. Reconhecimento do direito à manu-
tenção de plano de saúde ou de assistência
OJN' 375 oASD/-1 ooTST médica
Auxílio-doença. Aposentadoria por inva- Assegura-se o direito à manutenção de pla-
lidez. Suspensão do contrato de trabalho. no de saúde, ou de assistência médica, ofere-
Prescrição. Contagem cido pela empresa ao empregado, não obs-
A suspensão do contrato de trabalho, em tante suspenso o contrato de trabalho em
virtude da percepção do auxílio-doença ou virtude de auxílio-doença acidentário ou de
da aposentadoria por invalidez, não impede aposentadoria por invalidez.

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CAPÍTULO V

DURAÇÃO
DO TRABALHO

SUMÁRIO • 1. Duração do trabalho: 1.1. Sobreaviso - 2. Fiscalização da jornada - 3. Horas in iti-


nere - 4. Motorista, gerente e ferroviário submetidos ao art. 62 da CLT - 5. Turnos ininterruptos
de revezamento - 6. Trabalho noturno - 7. Compensação de jornada - 8. Jornada do telefonis-
ta, jornalista e advogado: 8.1. Intervalos; 8.2. Descan:;o semanal remunerado e feriados {lei nº
605/1949); 8.3. Férias

1. DURAÇÃO DO TRABALHO ll - Considera-se em sobreaviso o emprega-


do que, à distancia e submetido a controle
patronal por instrumentos telemáticos ou
Tempo à disposição do empregador. Art. 4° informatizados, permanecer em regime de
da CLT. Período de deslocamento entre a plantão ou equivalente, aguardando a qual-
portaria e o local de trabalho. quer momento o chamado para o serviço
durante o período de descanso.
Considera-se à disposição do empregador,
na forma do art. 4° da CLT, o tempo neces- 2. FISCALIZAÇÃO DA JORNADA
sário ao deslocamento do trabalhador entre
a portaria da empresa e o local de trabalho, Só~ü~:~'3)8'.:®.:r~.t:tl~t~~~i~\~;,~t·1'~ '."!~':. \i/,.
desde qu~ supere o limite de 10 minutos di-
Fiscalização da jornada. Registro. ônus da
ários. prova.
1.1. Sobreaviso 1 - É ônus do empregador que conta com
mais de 10 (dez) empregados o registro da
SoAúJ!;.;;~29b~i5f;'.'+:.:t;i;:;;1~5\~ ::J·!:~~~{~~~~~~,~~-i\i jornada de trabalho na forma do art. 74, § 2°,
da CLT. A não apresentação injustificada dos
Sobreaviso. Eletricitários controles de frequência gera presunção rela-
Por aplicação analógica do art 244, § 2°, da tiva de veracidade da jornada de trabalho, a
CLT, as horas de sobreaviso dos eletricitários qual pode ser elidida por prova em contrário.
são remuneradas à base de 1/3 sobre a totali- 11-A presunção de veracidade da jornada de
dade das parcelas de natureza salarial. trabalho, ainda que prevista em instrumen-
to normativo, pode ser elidida por prova em
SüMUlA N' 428 DQ TST
contrário.
SOBREAVISO. APLICAÇÃO ANALÓGICA DO Ili - Os cartões de ponto que demonstram
ART. 244, § 2°, DA CLT horários de entrada e saída uniformes são in-
I· - O uso de instrumentos telemáticos ou válidos como meio de prova, invertendo-se
informatizados fornecidos pela empresa ao o ônuS da prova, relativo às horas extras, que
empregado, por si só, não caracteriza regime passa a ser do empregador, prevalecendo a
de sobreaviso. jornada da inicial se dele não se desincumbir.
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ÉLISSON HENRIQUE • RoBERVAL
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CORREIA ROCHA

empresa, as horas "in ítinereu remuneradas


limitam-se ao trecho não alcançado pelo
Não serão descontadas nem computadas transporte público.
como jornada extraordinária as variações de V - Considerando que as horas "in itinere"
horário do registro de ponto não excedentes são computáveis na jornada de trabalho, o
de cinco minutos, observado o limite máxi-
tempo que extrapbla a jornada legal é consi-
mo de dez minutos diários. Se ultrapassado derado como extraordinário e sobre ele deve
esse limite, será considerada como extra a incidir o adicional respectivo.
totalidade do tempo que exceder a jornada
normal, pois configurado tempo à disposi- SOMULA N" 320 DQ TSF
ção do empregador, não importando as ati-
vidades desenvolvidas pelo empregado ao Horas ín ítínere. Obrigatoriedade de cômpu-
longo do tempo residual (troca de uniforme, to na jornada de trabalho
lanche, higiene pessoal, etc). O fato de o empregador cobrar, parcialmente
ou não, importância pelo transporte forneci-
SOMULA N" 449 DO TSF do, para local de difícil acesso ou não servido
Minutos que antecedem e sucedem a jornada de transporte regular, não afasta o direito à
de trabalho. Lei nº 10.243, de 19.06.2001. Nor- percepção das horas in itínere.
ma coletiva. Flexibilização. Impossibilidade
4. MOTORISTA, GERENTE E FE.RRO-
A partir da vigência da Lei n° 10.243, de VIÃRIO SUBMETIDOS AO ART. 62 DA
27.06.2001, que acrescentou o§ 1° ao art. 58
CLT
da CLT, não mais prevafece cláusula prevista
em convenção ou acordo coletivo que e!as-
tece o limite de 5 minutos que antecedem e
sucedem a jornada de trabalho para fins de Motorista. Horas extras. Atjvidade externa.
apuração das horas extras. Controle de jornada por tacógrafo. Resolu-
ção nº 816/1986 do Contran
3. HORAS IN ITINERE O tacógrafo, por si só, sem a existência de
outros elementos, não serve para controla'r a
SDMu'u N° 9d"66 Tfr' jornada de trabalho de empregado que exer-
Horas in itinere. Tempo de serviço ce atividade externa.
1 - O tempo despendido pelo empregado,
em condução fornecida pelo empregador,
SOMULA li° 287 DO rsr
até o local de trabalho de difícil acesso, ou Jornada de trabalho. Gerente bancário
não servido por transporte público regular, e A jornada de trabalho do empregado de
para o seu retorno é computável na jornada banco gerente de agência é regida pelo art.
de trabalho. 224, § 2°, da CLT. Quanto ao gerente-geral
li - A incompatibilidade entre os horários de de agência bancária, presume-se o exercício de
início e término da jornada do empregado e encargo de gestão, aplicando-se-lhe o art. 62
os do transporte público regular é circuns- daCLT.
tância que também gera o direito às horas
"in itinere"..
Ili - A mera insuficiência de transporte pú- Ferroviário
blico não enseja o pagamento de horas "in Aos ferroviários que trabalham em estação
itinereu. do interior, assim classificada por autoridade
IV -Se houver transporte público regular em competente, não são devidas horas extras
parte do trajeto percorrido em condução da (art. 243 da CLT).
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ÜURAÇÃO r::io TRABALHO

s. TURNOS ININTERRUPTOS DE REVE-


ZAMENTO
, ·.·--·.e· ' Turno ininterrupto de revezamento. Hora no-
;y.p ;\ <·,;~ 1i,~i;;.,1 <{;;'. turna reduzida. Incidência.
O trabalho em regime de turnos ininterrup-
Turno ininterrupto de revezamento.
tos de revezamento ni'ío retira o direito à
Fixação de jornada de trabalho mediante ne- hora noturna reduzida,lnão havendo incom-
gociação coletiva. Validade. patibilidade entre as disposições contidas
Estabelecida jornada superior a seis horas nos arts. 73, § 1°, da CLT e 7°, XIV, da Consti-
e limitada a oito horas por meio de regular tuição Federal.
negociação coletiva, os empregados subme-
tidos a turnos ininterruptos de revezamento
não têm direito ao pagamento da 7ª e 8ª ho-
Turno ininterrupto de revezamento. Horista.
ras como extras. Horas extras e adicional. Devidos
Inexistindo instrumento coletivo fixando jor-
nada diversa, o empregado horista submeti-
Turnos ininterruptos de revezamento. Elaste-
do a turno ininterrupto de revezamento faz
cimento da jornada de trabalho. Norma cole-
jus ao pagamento das horas extraordinárias
tiva com eficácia retroativa. Invalidade.
laboradas além da 6ª, bem como ao respec-
É inválido o instrumento normativo que, re- tivo adicional.
gularizando situaçôes pretéritas, estabelece
jornada de oito horas para o trabalho em tur- .OfN" 396oA SDI '-1 D();fsTt\!. ; Í?\/ •é,
nos ininterruptos de revezamento
Turnos ininterruptos de revezamento, Altera-
,,;·\\'1~>1/R.~. º'<i:V''·'~''":.·:;_>·_:'"'.·.'""'"· 4$/:>_'.~~'.t.~.···:"'.·.>:_:> 7"'·º ' .,.•~"' ção da jornada de 8 para 6 horas diárias. Em-
:IMÍ!',~li0.1/!i?,Qk;fnp[ST~." !'1%·•.j. i?;'; ; .•.í.
pregado horista. Aplicação do divisor 180.
Turno ininterrupto de revezamento. Dois
Para o cálculo do salário hora do empregado
turnos. Horário diurno e noturn'o. Caracte.ri-
horista, submetido a turnos ininterruptos de
zação revezamento, considerando a alteração da
Faz jus à jornada especial prevista no art. 7°, jornada de 8 para 6 horas diárias, aplica-se o
XIV, da CF/1988 o trabalhador que exerce divisor 180, em observância ao disposto no
suas atividades em sistema de alternância de art. 7°, VI, da Constituição Federal, que asse-
turnos, ainda que em dois turnos de trabalho, gura a irredutibilidade salarial.
que compreendam, no todo ou em parte, o
horário diurno e o noturno, pois submetido •OJN" 274 DKSPl"'{~~~~~~~;~~-i-\;~1;
à alternância de horário prejudicial à saúde,
Turno ininterrupto de revezamento. Ferrovi·
sendo irrelevante que a atividade da empre-
ário. Horas extras. Devidas
sa se desenvolva de forma ininterrupta.
O ferroviário submetido a escalas variadas,
'.:'~Y~Ú(~Y~f1§;~~~~$~:f:~;.~~i\IJ;~i~~tL\;i:~~ com alternância de turnos, faz jus à jornada
especial prevista no art. 7°, XIV, da CF/1988.
Turnos inii'lterruptos de revezamento. Inter-
valos intràjornada e semanal
A interrupção do trabalho destinada a re-
Petroleiros. Lei n° 5.811/1972. Turno ininter-
pouso e alimentação, dentro de cada turno,
rupto de revezamento. Horas extras e altera·
ou o intervalo para repouso semanal, não
ção da jornada para horário fixo
descaracteriza o turno de revezamento com
jornada de 6 (seis) horas previsto no art. 7°, _1-: A Lei nº 5.811/1972 foi recepcionada pela
XIV, da CF/1988. CF/88 no que se refere à duração da jornada
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de trabalho em regime de revezamento dos


óJN°60vÀSDl-ÍDo rST
petroleiros.
li - A previsão contida no art. 1O da Lei nº Portuários. Hora noturna. Horas extras. {Lei
5.811/1972, possibilitando a mudança do nº 4.860/65, arts. 4º e 7°, § Sº)
regime de revezamento para horário fixo, 1- A hora notuiyna no regime de tr~balho no
constitui alteração lícita, -hão violando os porto, compre&ndida entre dezenove horas
arts. 468 da CLT e 7°, VI, da CF/1988. e sete horas do dia seguinte, é d~ sessenta
minutos.
6. TRABALHO NOTURNO li - Para o cálculo das horas extras prestadas
pelos trabalhadores portuários, observar-se-
OJ N" 127 D~ S.DI -1 DO TST -á somente o salário básico percebido, exclu-
Hora noturna reduzida. Subsistência após a ídos os adicionais de risco e produtividade.
CF/1988
7. COMPENSAÇÃO DE JORNADA
O art. _73, § 1° da CLT, que prevê a redução da
hora noturna, não foi revogado pelo inciso IX SúMUlA N' 85 DO TST
do art. 7° da CF/1988 Compensação de jornada
SúMUlA N" 26S DO TST l - A CoIT)pensação de jornada de trabalho
deve ser ajustada por acordo individual es-
Adicional noturno. Alteração de turno de tra- crito, acordo coletivo ou convenção coletiva.
balho. Possibilidade de supressão
li - O acordo individual para compensação
A transferência para o período diurno de tra- de horas é válido, salvo se houver norma co-
balho implica a perda do direito ao adicional letiva em sentido contrário.
noturno. Ili - O mero não-atendimento das exigên-
cias legais para a compensação de jornada,
O}é~BBp1s61-/DOTSL,1 ;;;:. y.y
inclusive quando encetada mediante acordo
Jornada 12x36. Jornada mista que compre- tácito, não implica a repetição do pagamen-
enda a totalidade do período noturno. Adi- to das horas excedentes à jornada normal
cional noturno. Devido. diária, se não dilatada a jornada máxima
semanal, sendo devido apenas o respectivo
O empregado submetido à jornada de 12
adicional.
horas de trabalho por 36 de descanso, que
compreenda a totalidade do período notur- IV - A prestação de horas extras habituais
no, tem direito ao adicional noturno, relati- descaracteriza o acordo de compensação de
vo às horas trabalhadas após as 5 horas da jornada. Nesta hipótese, as horas que ultra-
passarem a jornada semanal normal deve-
manhã.
rão ser pagas como horas extraordinárias e,
SüMUlA N' 112 DO TST quanto àquelas destinadas à compensação,
deverá ser pago a mais apenas o adicional
Trabalho noturno. Petróleo por trabalho extraordinário.
O trabalho noturno dos empregados nas ati- V - As disposições contidas nesta súmula
vidades de exploração, perfuração, produção não se aplicam ao regime compensatório na
e refinação do petróleo, industrialização do modalidade" banco de horas': que somente
xisto, indústria petroquímica e transporte de pode ser instituído por negociação coletiva.
petróleo e seus derivados, por meio de du- VI - Não é válido acordo de compensação de
tos, é regulado pela Lei 5.811/72, não se lhe jornada em atividade insalubre, ainda que
aplicando a hora reduzida de 52 (cinquenta estipulado em norma coletiva, sem a neces-
e dois) minutos e 30 (trinta) segundos do art. sária inspeção prévia e permissão da autori-
73, § 2°, da CLT. dade competente, na forma do art. 60 da CLT.
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atividade do empregador, tem direito à jorna-


SúMUlA N" 444 bo TST
da reduzida prevista no artigo 303 da CLT.
Jornada de trabalho. Escala 12 por 36. Vali- .\:;.f,p1. ,;,:;;,;, i;
dade '';t~<{; ·0· 0

É valida, em caráter excepcional, a jornada Advogado empregado. Contratação anterior


de 12 horas de trabalho por trinta e seis de a Lei n° 8.906, de 04.07 .1994. Jornada de tra-
descanso, prevista em lei ou ajustada ex-
1 clusivamente mediante acordo coletivo de
balho mantida com o advento da lei. Dedica-
t trabalho ou convenção coletiva de trabalho,
ção exclusiva. Caracterização
assegurada a remuneração em dobro dos O advogado empregado contratado para
fe~iados trabalhados. O empregado não tem jornada de 40 horas semanais, antes da edi-
1 direito ao pagamento de adicional referente ção da Lei n° 8.906, de 04.07.1994, está su-
ao labor prestado na décima primeira e déci- jeito ao regime de dedicação exclusiva dis-
ma segunda horas. posto no art. 20 da referida leí, pelo que não
tem direito à jornada de 20 horas semanais
OJ N" 323 ÓA 501 ~roo TST ou 4 diárias.
1 Acordo de compensação de jornada. "Sema-
na espanhola': Validade 8.1. Intervalos
É válido o sistema de compensação de ho-
rário quando a jornada adotada é a deno-
minada "semana espanhola': que alterna a Jornada de trabalho. Horas extras
prestação de 48 J1oras em uma semana e 40
Os intervalos concedidos pelo empregador
horas em outra, não violando os arts. 59, §
na jornada de trabalho, não previstos em lei,
2°, da CLT e 7°, XIII, da CF/1988 o seu ajuste
representam tempo à disposição da empre-
mediante acordo ou convenção coletiva de
trabalho sa, remunerados como serviço extraordiná-
rio, se acrescidos ao final da jornada.
8. JORNADA DO TELEFONISTA, JOR·
NALl5TA E ADVOGADO
Intervalo intrajornada para repouso e ali-
mentação. Aplicação do art. 71 da CLT. (con-
Telefonista. Art. 227, e parágrafos, da CLT. versão das Orientações Jurisprudenciais nºs
Aplicabili~ade 307. 342, 354, 380 e 381 da SBDl-1)
É aplicável à telefonista de mesa de empresa 1- Após a edição da Lei no 8.923/94, a não
que não explora p serviço de telefonia o dis- concessão total ou a concessão parcial do
posto no art. 227, e seus parágrafos, da CLT. intervalo intrajornada mínimo, para repouso
,/ .~) ~3·.
so1· 'J' •""TS ' ·.:.:j:;;,T~,:·:;,;;~_:::·:'
:r.,x, .. •
e alimentação a empregados urbanos e ru-
º
. ·'"º21 .º~' ~;!lo ·"'"''"''v ...
Telex. Operadores. Art. 227 da CLT. Inaplicável
rais, implica o pagamento total do período
correspondente, e não apenas daquele su-
O operador de telex de empresa, cuja ativi- primido, com acréscimo de, no mínimo, 50%
dade econômica não se identifica com qual- sobre o valor da remuneração da hora nor-
quer uma das previstas no art. 227 da CLT, mal de trabalho {art. 71 da CLT), sem prejuízo
não se beneficia de jornada reduzida. do cômputo da efetiva jornada de labor para
efeito de remuneração.
li - É inválida cláusula de acordo ou conven-
Jornalista. Empresa não jornalística. Jornada ção coletiva de trabalho contemplando a
de trabalho reduzida. Arts. 302 e 303 da CLT supressão ou redução do intervalo intrajor-
O jornalista que exerce funções típicas de sua nada porque este constitui medida de higie-
profissão, independentemente do ramo de ne, saúde e segurança do trabalho, garantida
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MIESSA CORREJA ROCHA

por norma de ordem pública (art. 71 da CLT O desrespeito ao intervalo míninio interjor-
e art. 7°, XXII, da CF/1988), infenso à negocia- nadas previsto no art. 66 da CLT acarreta, por
ção coletiva. analogia, os mesmos efeitos previstos no§ 4°
111- Possui natureza salarial a parcela prevista do art. 71 da CLT e na Súmula nº 11 O do TST,
no art. 71, § 4°, da CLT, com redação introdu- devendo-se pagar a integralidade das horas
zida pela Lei no 8.923, de 27 de julho de 1994, que foram subtraídas do intervalo, acresci-
quando não concedido ou reduzido pelo das do respectivo adicional.
empregador o intervalo mínimo intrajornada
para repouso e alimentação, repercutindo, SúMUl.A N°438 DO TST:
assim, no cálculo de outras parcelas salariais.
Intervalo para recuparação térmica do em-
IV - Ultrapassada habitualmente a jornada pregado. Ambiente artificialmente frio. Horas
de seis horas de trabalho, é devido o gozo do extras. Art. 253 da CLT. Aplic~ção analogical
intervalo intrajornada mínimo de uma hora,
O empregado submetido a trabalho contí-
obrigando o empregador a remunerar o pe-
nuo em ambiente artificialmente frio, nos
ríodo para descanso e alimentação não usu-
termos do parágrafo único do art. 253 da CLT,
fruído como extra, acrescido do respectivo
adicional, na forma prevista no art. 71, caput ainda que não labore em câmara frigorífica,
e§ 4°, da CLT." tem direito ao intervalo intrajornada previs-
to no caput do art. 253 da CLT.
SúMULA N" 44Íi DO TST' ' ..... '' '•'"f<" _.,,

soMuLA •' uoºº· rsr;" f:::11 ·


Maquinista ferroviário. Intervalo intrajorna-
da. Supressão parcial ou total. Horas extras Jornada de trabalho. Intervalo.
devidas. Compatibilidade entre os arts 71, § No regime de revezamento, as horas trabalha-
4°, e 238, § 5°, da CLT. das em seguida ao repouso semanal de 24 ho-
A garantia ao intervalo intrajornada, prevista ras, com prejuízo do intervajo mínimo de 11
no art. 71 da CLT, por constituir-se em me- horas consecutivas para descanso entre jor-
dida de higiene, saúde e segurança do em- nadas, devem ser remuneradas como extr!'lor- 1
pregado, é aplicável também ao ferroviário dinárlas, inclusive com o respectivo adicional. !
maquinista integrante da categoria "c" (equi-
pagem de trem em geral), não havendo in- 8.2. Descanso semanal remunerado e
compatibilidade entre as regras inscritas nos feriados (Lei nº 605/1949)
arts. 71, § 4°, e 238, § 5°, da CLT.
..
1
-.,._ ,< _, <''.\ii,X:-.<"ii·;,-.'.;-:,,,:,,'-!)i·.·,··'{''1'2:-0·'>· SOMULANº15Dof5T;; •f.I ·:<11:1 -.·-:"·*''\ "~ ·\''"
?ú~~LA N° ~~~-D!? l~~r:,~~t- •'{~·' :-;-;}; -'.•~:- A;\~·'.:'i~ _
. .:'it;f ~.:\;;. Atestado médico
Digitador. Intervalos intrajornada. Aplicação
A justificação da ausência do empregado
1
analógica do art. 72 da CLT
motivada por doença, para a percepção do
Os digitadores, por aplicação analógica do art.
salário-enfermidade e da remuneração do
72 da CLT, equiparam-se aos trabalhadores nos
repouso semanal, deve observar a ordem
serviços de mecanografia (datilografia, escri-
preferencial dos atestados médicos estabe-
turação e cálculo), razão pela qual têm direito
lecida em lei.
a intervalos de descanso de 10 (dez) minutos
a cada 90 (noventa) de trabalho consecutivo.

'Hl1:635f;;;sor'.?'i1.íl!ir<~l''~:"!''!i~~;~:l!!
,~,.!1'/,._. , , ..,,-.< ... ,fy.~;4:.,w-rn~·(fi:gM!itt~1·Affi. Abono de faltas. Serviço médico da empresa
Intervalo interjornadas. Inobservância. Ho- Ao serviço médico da empresa ou ao manti-
ras extras. Período pago como sobrejornada. do por esta última mediante convênio com-
Art. 66 da CLT. Aplicação analógica do§ 4° do pete abonar os primeiros 15 (quinze) dias de
art. 71 da CLT. ausência ao trabalho.
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percute no cálculo das férias, da gratificação


natalina, do aviso prévio e do FGTS, sob pena
Trabalho em domingos e feriados, não com- de caracterização de bis in idem.
pensado
só'Mu;;_~,2i"vo tsr
O trabalho prestado em domingos e feria-
dos, não compensado, deve ser pago em do- Comissionista
. i
bro, sem prejuízo da remuneração relativa ao E devida a remuneração do repc!iuso semanal
repouso semanal. remunerado e dos dias feriados ao emprega-
do comissionista, ainda que pracista.

Repouso semanal remunerado. Concessão


após o sétimo dia consecutivo de trabalho. Gorjetas. Natureza jurídica. Repercussões
Art. 7°, XV, da CF. Violação As gorjetas, cobradas pelo empregador na
nota de serviço ou oferecidas espontanea-
Viola o aít. 7°, XV, da CF a concessão de re-
mente pelos clientes, integram a remune-
pouso semanal remune.rado após o sétimo
ração do empregado, não servindo de base
dia consecutivo de trabalho, importando no de cálculo para as parcelas de aviso-prévio,
seu pagame.nto em dobro. adicional noturno, horas extras e repouso se-
manal remunerado.

Repouso semanal. Cálculo. Gratificações por SúMULA N".351 DO TST


tempo de serviço e produtividade Professor. Repouso semanal remunerado.
As gratificações por tempo de serviço e pro- Art. 7°, § 2°, da Lei n° 605, de 05.01.1949 e
dutividade, pagas mensalmente, não reper- art. 320 da CLT
cutem no cálculo do repouso semanal remu- O professor que recebe salário mensal à base
nerado. de hora-aula tem direito ao acréscimo de 1/6
. . _..,, f'Yt.'·o··~·;,ss;;0s-:vo~-~r:nr"'';".("."'rs<\'·'rw.:_:P'..,A':tÃ": a título de repouso semanal remunerado,
9l N'!} '~DA .' 1>-z.••eti. . .,.,.•::i'.,\jy./,A •. ' ''. ... .,, considerando-se para esse fim o mês de qua-
Adicional de insalubridade. Repous0 sema- tro semanas e meia.
nal e feriados
O adicional de insalubridade já remunera os
dias de repouso semanal e feriados. Bancário. Sábado. Dia útil
O sábado do bancário é dia útil não traba-
lhado, não dia de repouso remunerado. Não
cabe a repercussão do pagamento de horas
Repouso remunerado. Horas extras. Cálculo
extras habituais em sua remuneração.
Computam-se no cálculo do repouso sema-
nal remunerado as horas extras habitual- 8.3. Férias
mente prestadas.
i5â~~~~~89ll<J TST
·-_~Jif '391!5~m1~1JtP'~~~~~~-~:0~:'.~-~-;~;;~~:-- §~_,k Falta ao serviço
Repouso sémanal remunerado - RSR. Inte- Se as faltas já são justificadas pela lei, conside-
gração das horas extras. ram-se como ausências legais e não serão des-
Não repercussão no cálculo das férias, do dé- contadas para o cálculo do período de férias.
cimo terceiro salário, do aviso-prévio e dos
depósitos do FGTS
A majoração do valor do repouso semanal Acidente de trabalho
remunerado, em razão da integração das ho- A.s .faltas ou ausências decorrentes de aci-
ras extras habitualmente prestadas, não re- dente do trabalho não são consideradas para !
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os efeitos de duração de férias e cálculo da base na remuneração devida ao empregado


gratificação natalina. na época da reclamação ou, se for o caso, na


SÔ#U~ 321l DO TST
da extinção do contrato.

SúMÍJi.A N° 171 Do TST


Férias. Terço constitucional '" '· ' i ' ·,
O pagamento das férias, integrais ou pro- Férias prooorcionais. Cd>ntrato de trabalho.
porcionais, gozadas ou não, na vigência da Extinção ·
CF/88, sujeita-se ao acréscimo do terço pre- \ Salv~a hipótese de dispensa do emprega-
visto no respectivo art. 7°, XVII. 'cro por j.usta causa, a extinção do contrato_ge
trabalho sujeita o empregador ao pagamen-
to da remuneração das férias proporcionais,
Tarefeiro. Férias ainda que incompleto. o período aquisitivo
A remuneração das férias do tarefeiro deve de 12 (doze) meses.
ser calculada com base na média da produ-
ção do período aquisitivo, aplicando-se-lhe a SúMULA Nº 261 DO TST
tarifa da data da concessão. Férias proporcionais. Pedido de demissão.
Contrato vigente há menos de um ano
SúMÍJLA Nº 81 DO TST
O empregado que se demite antes de com-
Férias pletar 12 (é.loze) meses de serviço tem direito
Os dias de férias gozados após o período le- a férias propotcionais.
gal de concessão deverão ser remunerados
em dobro. SúMULAN" 70ooTST
SüMllq11°4~ÕóÓTIT• .;1'c;'.f Professor. Dispensa sem justa causa. Término
do ano letivo ou no curso de férias escolares.
Férias. Gozo na época própria. Pagamento Aviso-prévio
fora do prazo. Dobra devida. Arts. 137 e 145
da CLT. O direito aos salários assegurados {artigo
322, caput e parágrafo 3° da CLT) não exclui o
É devido o pagamento em dobro da remu-
direito também ao aviso-prévio, na hipótese
neração de férias, incluído o terço constitU-
de dispensa sem justa causa ao término do
cional, com base no art. 137 da CLT, quando,
ainda que gozadas na época própria, o em- ano letivo ou no curso das férias escolares.
pregador tenha descumprido o prazo previs-
to no art. 145 do mesmo diploma legal.
OJ1Í01!15 DA5Df ~ÍDO rsr...
Férias indenizadas. FGTS. Não-incidência
Não incide a contribuição para o FGTS sobre
Férias as férias indenizadas.
A indenização pelo não-deferimento das fé-
rias no tempo oportuno será calculada com

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CAPÍTULO VI

REMUNERAÇÃO
SUMARIO• 1. Salário e remuneração - 2. Aumento salarial concedido pela empresa e salário utilida-
de - 3. Comissões- 4. Gratificações- 5. Adicional de risco do portuário-6. Adicional por tempo de
serviço e adicional regional- 7. Abono previsto em norma coletiva - 8. Gratificação natalina ou dé-
cimo terceiro salário - 9. Adicionais: 9.1. Adicional de horas extraordinárias; 9.2. Adicional noturno;
9.3. Adicional de transferência- 10. Adicional de periculosidade: 10.1. Integração do adicional de
periculosidade; 10.2. Classificação de atividades perigosas: 10.2.1. Eletricitários; 10.2.2. Portuários;
10.2.3. Bomba de gasolina; 10.2.4. Sistema elétrico de potência; 10.2.5. Radiação ionizante ou subs-
tância radioativa; 10.2.6. Armazenamento de líquido inflamável no prédio. Construção vertical; 10.3.
Perícia - 11. Adicional de insalubridade: 11.1. Integração; 11.2. Base de cálculo; 11.3. Perícia; 11.4.
Classificação da atividade insalubre. Relação oficial elaborada pelo MTE: 11.4.1. Lixo urbano; 11.4.2.
Raios solares; 11.4.3. Óleos minerais; 11.4.4. Direito adquirido; 11.5. Fornecimento de aparelho de
proteção; 11.6. Substituição processual; 11.7. Causa de pedir-12. Parcelas indenizatórias: 12.1. Par-
ticipação nos lucros e resultados; 12.2. Diárias; 12.3. Vale-transporte; 12.4. Salário-família; 12.5. Segu-
ro-desemprego; 12.6. Auxílio-alimentação - 13. Equiparação salarial - 14. Descontos salariais: 14.1
Multa prevista nos artigos 467 e 477; 14.2 Rescisão do contrato. Pagamento das verbas rescisórias;
14.3. Inadimplemento de verbas trabalhistas. Frutos. Posse de má-fé-15. Reajustes salariais e pla-
nos econômicos- 16. Efeitos financeiros da anistia. Emenda constitucional n° 26/1985

1. SALÁRIO E REMUNERAÇÃO ção de empregado público inferior ao salá-


rio mínimo, ainda que cumpra jornada de
_sqMU[A_N~,J,S.~ DP; TS:t-.;:,"f\Y;\';,x:-'J)t\x:.->t;t \\·1;:;\;;it~"-1,~':'.'.-*'~ -, trabalho reduzida. Precedentes do Supremo
Gorjetas'. Natureza jurídica. Repercussões Tribunal Federal.
As gorjetas, cobradas pelo empregador na nota
de serviço ou oferecidas espontaneamente pe-
{'P/~JR~~~Q{~~?i~W~•i;i~it~tittiii~~i;~
los clientes, integram a remuneração do empre- Professor. Jornada de trabalho especial. Art.
gado, não servinçjo de base de cálculo para as 318 da CLT. Salário mínimo. Proporcionalidade
parcelas de aviso-prévio, adicional noturno, ho-
A contraprestação mensal devida ao profes-
ras extras e repouso semanal remunerado.
sor, que trabalha no limite máximo da jornada
">' '\'', ,'!V'W\_' •'H"':-~!n'-,11" ,,-_,,
prevista no art. 318 da CLT, é de um salário mí-
.O!, ~~.§.-~~J?À,.$Q(.'.'.\ .(.pgTS.h.sry.iw>··>!i-'t;ftbb•·t'-<'-w~#'i'
nimo integral, não se cogitando do pagamen-
Salário mínimo e piso salarial proporcional à jor-
to proporcional em relação a jornada prevista
nada reduzida. Empregado. Servidor público.
no art. 7°, XIII, da Constituição Federal.
1 - Havendo contratação para cumprimento
de jornada reduzida, inferior à previsão cons- '.'d~';f1'."f.4ill:i:Sw'.1!1~~!/T1~ra,\\1;§5i1iliià;1~
,;. . "•\''·'' ,\,;,-'~·<+,·""''":;;,'O,\- .. ,Jt~~.;.w;-~~~\&~-,.-.1;,Yi.\0:;11\+ifi'
titucional de oito horas diárias ou quarenta
e quatro semanais, é lícito o pagamento do Professor. Redução da carga horária. Possibilidade
piso salarial ou do salário mínimo proporcio- A redução da carga horária do professor, em vir-
nal ao te~-po trabalhado. tude da diminuição do número de alunos, não
li - Na Administração Pública direta, autár- constitui alteração contratual, uma vez que não
quica e fundacional não é válida remunera- implica redução do valor da hora-aula.
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Médico e engenheiro. Jornada de trabalho. Salário-utilidade. Percentuais


Leis n°s 3.999/1961 e 4.950-A/1966 Os percentuais fixados em lei relativos ao sa-
Tendo em vista que as Leis nº 3.999/1961 e lário in natura apenas se referem às hipóte-
4.950-A/1966 não estipulam a jornada re- ses em que o empregado percebe salário-mí-
duzida, mas apenas estabelecem o salário nimo, apurando-se, nas demais, o real valor
mínimo da categoria para uma jon1ada de 4 da utilidade.
horas para os médicos e de 6 horas para os
engenheiros, não há que se falar em horas 1
extras, salvo as excedentes à oitava, desde
que seja respeitado o salário mínimo/horário
das categorias.
,,,. \],,
Utilidades "in natura': Habitação. Energia
elétrica. Veículo. Cigarro. Não integração ao
salário ·
!
·>--:ti.,\;.,... ~"' }tS~ .' ;:. 1 - A habitação, a energia elétrica e veículo
Salário profissional fornecidos pelo empregador ao empregado,
quando indispensáveis para a realização do
O salário profissional dos médicos e dentis-
trabalho, não tém natureza salarial, ainda
1
tas guarda proporcionalidade com as horas
efetivamente trabalhadas, respeitado o míni-
mo de 50 (cinqüenta) horas.

sÜMtlLA ""358 09 rst ''


que, no caso de veículo, seja ele uti'Hzado
pelo empregado também em atividades par-
ticulares.
li - O cigarro não se considera salário-utilida-
!
1
Radiologista. Salário profissional. Lei nº de em face de sua nocividade à saúde.
7.394, de 29.10.1985
SaMIJLÁN"241 iíoTSt' 1
O salário profissional dos técnicos em radio-
logia é igual a 2 (dois) salários mínimos e não Salário-utilidade. Alimentação 1
a 4 (quatro). O vale refeição, fornecido por força do con-
trato de trabalho, tem caráter salarial, inte-
só.iu!,, N" 91.ooTST ' grando a remuneração do empregado para
Salário complessivo todos os efeitos legais.
Nula é a cláusula que fixa determinada im-
portância ou percentagem para atender en-
bJ k> 123 DA sor-' 1t1o Tsliir· '''i" :ii~ ii;\\i»Í;~J,,'
globadamente vários direitos legais ou con- Bancários. Ajuda alimentação
tratuais do trabalhador. A ajuda-alimentação prevista em norma co-
letiva em decorrência de prestação de horas
2. AUMENTO SALARIAL CONCEDIDO
PELA EMPRESA E SALÃRIO UTILIDADE extras tem natureza indenizatória e, por isso,
não íntegra o salário do empregado bancá-
dJNài2s/,iso121 o/Jf?~··A'• ·t~!~'.''.?i· .. rio.
Aumento salarial concedido pela empresa. ,.,3xil"vs""o',-.,.,,.t?-1";·;:.Y'rsr•h''.··"'~t1r"t51':·tikt$'&>\~~~}~.,.,­
·o";'t~§;;;1·:1'"3·
... "'·~:~, ,. yA ·: ,09,, ..;'J_ ::: :. : ,..v._;r:":·. :::;·;-;,.)'· .. ;,
Compensação no ano seguinte em antecipa-
ção sem a participação do sindicato profis- Ajuda alimentação. PAT. Lei nº 6.321/76. Não
sional. Impossibilidade integração ao salário
O aumento reaf, concedido pela empresa a A ajuda-alimentação fornecida por empresa
todos os seus empregados, somente pode participante do programa de alimentação ao
ser reduzido mediante a participação efetiva trabalhador, instituído pela Lei nº 6.321/76,
do sindicato profissional no ajuste, nos ter- não tem caráter salarial. Portanto, não inte-
mos do art. 7°, VI, da CF/1988. gra o salário para nenhum efeito legal.
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REMUNERAÇÃO

gado cortador de cana, a quem é devido o


pagamento das horas extras e do adicional
Auxílio-alimentação. Alteração da natureza respectivo.
jurídica. Norma coletiva ou adesão ao PAT.
(DEJT divulgado em 14, 15 e 16.02.2012)
A pactuação em norma coletiva conferindo Comissionista misto. Horas extras. Ejase de
caráter indenizatório à verba ~auxilio-alimen­ cálculo. Aplicação da Súmula nº 340 do TST.
tação" ou a adesão posterior do empregador
O empregado que recebe remuneração mis-
ao Programa de Alimentação do Trabalhador
ta, ou seja, uma parte fixa e outra variável,
- PAT - não altera a natureza salarial da par-
.tem direito a horas extras pelo trabalho em
cela, instituída anteriormente, para aqueles
empregados que, habitualmente, já perce- sobrejornada. Em relação à parte fixa, são
biam o benefício, a teor das Súmulas nos 51, devidas as horas simples acrescidas do adi-
1,e241 doT5T. cional de horas extras. Em relação à parte va-
riável, é devido somente o adicional de horas
3. COMISSÕES extras, aplicando-se à hipótese o disposto na
Súmula nº 340 do TST.
VJ N" 181'o~SDi-;1.tipTST. i i •v, .
Comissões. Correção monetária. Cálculo 4. GRATIFICAÇÕES

O valor das comissões deve ser corrigido sô~vL<J ts2cioiSf


monetariamente para em seguida obter-se
a média para efeito de cálculo de férias, 13° Gratificação. Ajuste tácito
salário e verbas rescisórias. O fato de constar do recibo de pagamento
de gratificação, o caráter de liberalidade não
basta, por si só, para excluir a existência de
Comissionista um ajuste tácito.
f: devida a remuneração do repàuso semaÍ1al
remunerado e dos dias feriados ao emprega-
S.üfAUL\.N" ns Tsr •
DO

do comissionista, ainda que pracista. Repouso semanal. Cálculo. Gratificações por


tempo de serviço e produtividade
s~~1i;, "'~~ri"i!í~sr.·"~f,,~j[t,~~r;;, •. ,1•• ;, As gratificações por tempo de serviço e pro-
Comissionista. Horas extras dutividade, pagas mensalmente, não reper-
o empregado, sujeito a controle de horário, cutem no cálculo do repouso semanal remu-
remunerado à base de comissões, tem direi- nerado.
to ao adicional de, no mínimo, 50% (cinquen-
ta por cento) pelo trabalho em horas extras,
calculado sobre o valor-hora das comissões Gratificação por tempo de serviço. Natureza
recebidas no mês, considerando-se como salarial
divisor ,o número de horas efetivamente tra-
balhada·s. · A gratificação por tempo de serviço integra o
salário para todos-os efeitos legais .
••,,,,,~,~~~~~ffti':ll'.;\llllll!&!
!'1~~::~~5;~~~
Horas extras. Salário por produção
Bancário. Gratificação por tempo de serviço.
O empregado que recebe salário por pro-
Integração no cálculo das horas extras
dução e trabalha em sobrejornada tem
direito à percepção apenas do adicional .A gratificação por tempo de serviço integra o
de horas extras, exceto no caso do empre- cálculo das horas extras.
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O adicional de tempo de serviço {qüinqüê-


nio} é devido, nas condições estabelecidas
Gratificação por tempo de serviço. Compen- no art. 19 da Lei nº 4.345, de 26.06.1964,
sação aos contratados sob o regime da CLT, pela
Existindo, ao mesmo tempo, gratificação por empresa a que se refere a m~ndonada lei,
tempo de serviço outorgada pelo emprega- inclusive para o fim de comp1J·meÍ1tação de
dor e outra da mesma natureza prevista em aposentadoria.
acordo coletivo, convenção coletiva ou sen-
tença normativa, o empregado tem direito a
,Sú~~;_,, ~~'i14 oo· rSi
receber, exclusivamente, a que lhe seja mais Adicional regional
benéfica. O adicional regional, instituído pela Pe-
SOMULAN° 372rio TST •. trobras, não contraria o art. 7°, XXXll, da
CF/1988.
Gratificação de função. Supressão ou redu-
ção. Limites 7. ABONO PREVISTO EM NORMA CO·
1 - Percebida a gratificação de função por LETIVA
dez ou mais anos pelo empregado, se o em-
pregador, sem justo motivo, revertê-lo a seu bJ H' 346 DA SOi -/DO TST
cargo efetivo, não poderá retirar-lhe a gratifi- Abono previsto em norma coletiva. Natureza
cação tendo em vista o princípio da estabili- indenizatória. Concessão apenas aos empre-
dade financeira. gados em atividade. Extensão aos inativos.
li - Mantido o empregado no exercício da Impossibilidade
função comissionada, não pode o emprega-
A decisão que estende aos inativos a con-
dor reduzir o valo~ da gratificação.
cessão de abono de natureza jurídica inde-
·süMii'&.iiP3fo{l rir········ nizatória, previsto em norma coletiva apenas
para os empregados em atividade, a ser pago
Gratificação. Ferroviário de uma única vez, e confere natureza salarial
Chefe de trem, regido pelo estatuto dos fer- à parcela, afronta o art. 7°, XXVI, da CF/88.
roviários {Decreto nº 35.530, de 19.09.1959},
não tem direito à gratificação prevista no res- 8. GRATIFICAÇÃO NATALINA OU DÉ·
pectivo art. 11 O. CIMO TERCEIRO SALÁRIO
5. ADICIONAL DE RISCO DO PORTU÷ sô~~lA ;;.;4~f)()t5f'. ··• ''"í''· •1•·
RIO
Serviço suplementar
OJ~31.6pA501~/oo TST A remuneração do serviço suplementar,
Portuários. Adicional de risco. Lei n° 4.860/65 habitualmente prestado, integra o cálculo
da gratificação natalina prevista na Lei n°
O adicional de risco dos portuários, previsto
4.090/62.
no art. 14 da Lei n°4.860/65, deve ser propor-
cional ao tempo efetivo no serviço conside-
rado sob risco e apenas concedido àqueles
que prestam serviços na área portuária. Gratificação semestral. Repercussões
A gratificação semestral não repercute no
6. ADICIONAL POR TEMPO DE SERVI· cálculo das horas extras, das férias e do avi-
ÇO E ADICIONAL REGIONAL so-prévio, ainda que indenizados. Repercute,
contudo, pelo seu duodécimo na indeniza-
ção por antiguidade e na gratificação nata-
Tempo de serviço lina.
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SúMUlAN'4i;dOf5T ..• 9. ADICIONAIS

Acidente de trabalho 9.1. Adicional de horas extraordinárias


As faltas ou ausências decorrentes de aci-
dente do trabalho não são consideradas para
os efeitos de duração de férias e cálculo da Horas extras habituais. Apuração. Média física
gratificação natalina.
O cálculo do valor das horas extras habituais,
para efeito de reflexos em verbas trabalhis~
SüMÍllAN' 151voTST(.
tas, observará o número de horas efetiva-
Gratificação mente prestadas e a ele aplica-se o valor do
A gratificação instituída pela Lei nº 4.090, de salário-hora da época do pagamento daque-

l 13.7.62, é devida na resilíção contratual de


iniciativa do empregado.
las.
-SúM1Ji)ttf 264rió;.r§t::,:t :;;; i,: ·:;:1 ;:<.;,t:Ji&;.;t;,'.
SúÚili.A ~º 14 oo·Tsr Hora suplementar. Cálculo
Culpa recíproca A remuneração do serviço suplementar é
composta do valor da hora normal, integra-
Reconhecida a culpa recíproca na rescisão
do por parcelas de natureza salarial e acres-
do contrato de trabalho (art. 484 da CLT),
cido do adicional previsto em lei, contrato,
o empregado tem direito a 50% (cinquen-
acordo, convenção coletiva ou sentença nor-
ta por cento} do valor do aviso prévio, do
mativa.
décimo terceiro salário e das férias propor-
cionais.

s~dl.4 ki .1·~s,&rrsr;· .:·::,::-:~:i·1i, .:",\; "*~\;;t~~%~~/ Horas extras. Adicional noturno. Base de cál-
culo
Gratificação natalina
O adicional noturno integra a base de cál-
É computável a gratificação de Natal para culo das horas extra' prestadas no período
efeito de ,cálculo de indenização. noturno.

SoMÔ~·.'if 2'42 ~:i5-c>::~.:\:~s?.~'41~áftj. r~:f j~;ij}~0r~;\~ ·'t~J~~~~~,S~l,_61~:-!§ç~:~~;i!1;~~~:~~:~-·~y~:


Indenização adicional. Valor Hora extra. Adicional de insalubridade. Base
A indenização adicional, prevista no art. 9° de cálculo
da Lei n°6.708, d"e 30.10.1979 e noart. 9°da A base de cálculo da hora extra é o resultado
Leí nº 7 .238 de 28.10.1984, corresponde ao da soma do salário contratual mais o adicio-
salário mensal, no valor devido na data da nal de insalubridade.
comunicação do despedimento, integrado
pelos adicionais legais ou convencionados,
figados à unidade de tempo mês, não sendo Adicional de periculosidade. Integração
computável a gratificação .natalina.
1- O adicional de periculosidade, pago em
caráter permanente, integra o cálculo de in-
denização e de horas extras.
Gratificação natalina 11- Durante as horas de sobreaviso, o empre·
A gratificação natalina, instituída pela Lei nº gado n~.o se encontra em condições de risco,
4.090, de 1~.07 .1962, é devida pela empresa razãa Pela qual é incabível a integração do
cessionária ao servidor público cedido en- adicional de pericutosidade sobre as men-
quanto durar a cessão. cionadas horas.
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SúMVLAN'3l6)Jo TST
Horas extras. Limitação. Art. 59 da CLT. Reflexos Gratificação semestral. Repercussões
1- A limitação legal da jornada suplementar A gratificação semestral não repercute no
a duas horas diárias não exime o emprega- cálculo das horas extras, das férias e do avi-
dor ~e pagar todas as horas trabalhadas. so-prévio, ainda que indenizados. Repercute,
li - ô valor das horas extras habitualmente contudo, pelo seu duodécimo na indenização
prestadas integra o cálculo dos haveres tra- por antiguidade e na gratificação natalina.
balhistas, independentemente da limitação
prevista no ucaput" do art. 59 da CLT. SÓ~UlA ~' 24 ,X, TST
Serviço extraordinário
5üMULAN"172ooT5T
Insere-se no cálculo da indenização por an-
Repouso remunerado. Horas extras. Cálculo tigüidade o salário relativo à serviço extraor-
Computam-se no cálculo do repouso sema- dinário, desde que habitualmente prestado.
nal remunerado as horas extras habituat-
Sú~~iA-''J> Í9tDo f5i<.,',,- ':)~{-wç::,~~~1!.->\;' -, Li;+.<:>'
mente prestadas.
Horas extras. Habitualidade. Supr~ssão. In-
OlN' 394oASD/-IDo TST
denização
Repouso semanal remunerado - RSR. Inte- A supressão total ou parcial, pelo emprega~
gração das horas extras. Não repercussão no dor, do serviço suplementar prestado com
cálculo das férias, do décimo terceiro salário, habitualidade, durante pelo menos 1 (um)
do aviso-prévio e dos depósitos do FGTS ano, assegura ao empregado o direito à in-
A majoração do valor do repouso semanal denização correspondente ao valor de 1
remunerado, em razão da integração das ho- (um) mês das horas suprimidas, total ou par-
ras extras habitualmente prestadas, não re- cialmente, para cada ano 01,1 fração igual ou
percute no cálculo das férias, da gratificação superior a seis meses de prestação de serviço
natalina, do aviso prévio e do FGTS, sob pena acima da jornada normal. O cálculo observa-
de caracterização de bis in idem. rá a média das horas suplementares efeti-
vamente trabalhadas nos últimos 12 (doze)
saMulA N'4siio rsrr meses, anteriores à mudança, multiplicada
Serviço suplementar pelo valor da hora extra do dia da supressão.
A remuneração do serviço suplementar,
habitualmente prestado, integra o cálculo
da gratificação natalina prevista na Lei n° Professor. Horas extras. Adicional de SOo/o
4.090/62. Excedida a jornada máxima (art. 318 da CLT),
SúMULA 'N"63oo rsr > ,-;\,ú;c;{,,;:',;;-;;j;~-:; ;t{::;'ç:'. {-~~ ,' as horas excedentes devem ser remuneradas
com o adicional de, no mínimo, 50% (art. 7°,
Fundo de Garantia XVI, CF/1988).
A contribuição para o Fundo de Garantia do
Tempo de Serviço incide sobre a remunera-
SPMUiA Nd'.96 nútsr+t7f: ,;,(~;~: ~i11;~~h;.ç~,;~(t_,-~': :i:k~>_1:,tJ
ção mensal devida ao empregado, inclusive Marítimo
horas extras e adicionais eventuais.
A permanência do tripulante a bordo do na-
vio, no período de repouso, além da jorna-
da, não importa presunção de que esteja à
Horas extras. Gratificações semestrais disposição do empregador ou em regime de
O valor das horas extras habituais integra a prorrogação de horário, circunstâncias que
remuneração do trabalhador para cálculo devem resultar provadas, dada a natureza do
das gratificações semestrais. serviço.
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O adicional de periculosidade deve com-


por a base de cálculo do adicional noturno,
Horas extras. Comprovação de parte do pe· já que também neste horário o trabalhador
ríodo alegado permanece sob as condições de risco.
A decisão que defere horas extras com base
em prova oral ou documental não ficará li- f))~' 395 OA. SDhl QO TS.T
""""-"--'-""'-""-"'-'-----~--~-- 1-
mitada ao tempo por ela abrangido, desde Turno ininterrupto de revezamento. Hora nd-
que o julgador fique convencido de que o turna reduzida. Incidência.
procedimento questionado superou aquele
período. O trabalho em regime de turnos ininterrup-
tos de revezamento não retira o direito à
hora noturna reduzida, não havendo incom-
Salário hora. Empregado sujeito ao regime patibilidade entre as disposições contidas
geral de trabalho. (art. 58, caput, da CLT). 40 nos arts. 73, § 1°, da CLT e 7°, XIV, da Consti-
horas semanais. Cálculo. Aplicação do divisor tuição Federal.
200.
Para os empregados a que alude o art. 58,
caput, da CLT, quando sujeitos a 40 horas se- Vigia
manais de trabalho, aplica-se o divisor 200 É assegurado ao vigia, sujeito ao trabalho
para o cálculo do valor do salário hora. nOturno, o direito ao respetivo adicional.
o;~· 4'[5~~ so/'.--/iJ,;rsf'. ' SqMµLA Nº 65 DO TS~
Horas extras. Reconhecimento em juízo.
Vigia
Critério de dedução/abatimento dos valores
comprovadamente pagos no curso do con- O direito à hora reduzida de 52 minutos e 30
trato de trabalho. segundos aplica-se ao vigia noturno.
A dedução das horas extras comprovada-
9.3. Adicional de transferência
mente pagas daquelas reconhecidas em ju-
ízo não pode ser limitada ao mês ,de apura-
ção, devendo ser integral e aferida pelo total OJN".113 DA SDJ ·d ooJS~
das horas extraordinária_s quitadas durante o Adicional de transferência. Cargo de confian-
período imprescrito do contrato de trabalho. ça ou previsão contratual de transferência.
Devido. Desde que a transferência seja pro-
9.2. Adicional noturno
visória
'?@Júti?,,~~:®::rsf'~à~1's::~,~-::;,<;~~~;-:~::?~,-;o1::, : ,,. <: ,-. ,0, O fato de o empregadq exercer cargo de con-
fiança ou a existência de previsão de trans-
Adicional noturno. Integração no salário e
ferência no contrato de trabalho não exclui
prorrogação em horário diurno
o direito ao adicional. O pressuposto legal
1 - O adicional noturno pago com habitua- apto a legitimar a percepção do mencionado
lidade integra o salário do empregado para
adicional é a transferência provisória.
todos os ~feitos.
li - Cumprida integralmente a jornada no
período noturno e prorrogada esta, devido é
também o adicional quanto às horas prorro~ Transferência
gadas. Exegese do art. 73, § 5°, da CLT. Empregado transferido, por ato unilateral do
empregador, para local mais distante de sua
residência, tem direito a suplemento salarial
Adicional noturno. Base de cálculo. Adicional cor-respon_çtente ao acréscimo da despesa de
de periculosidade. Integração transporte.
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10. ADICIONAL DE PERICULOSIDADE O adicional de periculosidade deve compor


a base de cálculo do adicional noturno, já
Sú~ULÁ;,. l6~ dcl j'sf' que também nesse horário o trabalhador
Adicional de periculosidade. Exposição permanece sob as condições de risco.
eventual, permanente e intermitente
01.~0 172oASD/-loõTST \
1- Tem direito ao adicional de pericutosidade
o empregado exposto permanentemente ou Adicional de insalubridade ou periéulosida-
que, de forma intermitente, sujeita-se a con- de. Condenação. Inserção em folha de paga-
dições de risco. Indevido, apenas, quando o mento
contato dá-se de forma eventual, assim con- Condenada ao pagamento do adicional de in-
siderado o fortuito, ou o que, sendo habitual, salubridade ou periculosidade, a empresa de-
dá-se por tempo extremamente reduzido. verá inserir, mês a mês e enquanto o trabalho
li - Não é válida a cláusula de acordo ou for executado sob essas condições, o valor cor-
convenção coletiva de trabalho fixando o respondente em folha de pagamento.
adicional de periculosidade em percentual
ínferior ao estabelecido em lei e proporcio- SúMULA Nº 70 DO TST
nal ao tempo de exposição ao risco, pois tal Adicional de periculosidade
parcela constitui medida de higiene, saúde e
O adiciona) de periculosidade não incide so-
segurança do trabalho, garantida por norma
bre os triêrÍios pagos pela Petrobras.
de ordem pública (arts. 7°, XXII e XXlll, da CF
e 193, § 1°, da CLT). 10.2. Classif'lcação de atividades peri-
gosas
10.2.1. Eletricitários
Adicional de periculosidade. Permanência a
bordo durante o abastecimento da aerona-
ve. Indevido. Adicional de periculosidade. Incidência. Base
Os tripulantes e demais empregados em ser- de cálculo.
viços auxiliares de transporte aéreo que, no 1- O adicional de periculosidade incide ape-
momento do abastecimento da aeronave, per- nas sobre o salário básico e não sobre este
manecem a bordo não têm direito ao adicional acrescido de outros adicionais.
de periculosidade a que aludem o art. 193 da
CLT e o Anexo 2, item 1, "c", da NR 16 do MTE. li - O adicional de periculosidade do empre-
gado eletricitário, contr_atado sob a égide da
10.1. Integração do Adicional de Peri- Lei nº 7.369/1985, deve ser-calculado sobre a
culosidade totalidade das parcelas de natureza salarial.
SúMÚf.A ti' 13:Zdo TST; Não é válida norma coletiva mediante a qual
se determina a incidência do referido adicio-
Adicional de periculosidade. Integração nal sobre o salário básico.
1 - O adicional de periculosidade, pago em Ili - A alteração da base de cálculo do adicio-
caráter permanente, integra o cálculo de in- nal de periculosidade do eletricitário promo-
denização e de horas extras. vida pela Lei nº 12.740/2012 atinge somente
li - Durante as horas de sobreaviso, o empre- contrato de trabalho firmado a partir de sua
gado não se encontra em condições de risco, vigência, de modo que, nesse caso, o cálculo
razão pela qual é incabível a integração do será realizado exclusivamente sobre o salá-
adicional de periculosidade sobre as men- rio básico, conforme determina o§ 1° do art.
cionadas horas. 193 da CLT.
<\\oi.\'t):~;;f25~1§J'\Sât!1Y<ffôm~f!:'&%~~t1J~~~~~T1'?:~J'.~~tK
\_, l.!,,g"'°'"' -' ""r,>4,,.lli!,·'··"r'.Jtt,-""0 '<J rP:1v~»»"aww"fi,f'f,n1'\flMl'\"d,
Adicional noturno. Base de cálculo. Adicional Adicional de periculosidade. Eletricitários.
de pericutosidade. Integração Exposição intermitente
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O trabalho exercido em condições perigosas, çam risco equivalente, ainda que em unida-
embora de forma intermitente, dá direito ao de consumidora de energia elétrica.
empregado a receber o adicional de pericu-
losidade de forma integral, porque a Lei n. 10.2.5. Radiação ionizante ou substân-
7.369/85 não estabeleceu nenhuma propor- cia radioativa
cionalidade em relação ao seu pagamento. ÓIN°d45 ;,; StJl .:.JliO TST :.t: ••ii$0,~<\~F°~§'(Ú •
10.2.2. Portuários Adicional de periculosidade. Radiação ioni-
zante ou substância radioativa. Devido
01N°402D~5Dl-fooTST ·
A exposição do empregado à radiação io-
Adicional de risco. Portuário. Terminal pri- nizante ou à substância radioativa enseja a
vativo. Arts. 14 e 19 da Lei nº 4.860, de percepção do adicional de periculosidade,
26.11.1965. lndevido pois a regulamentação ministerial (Porta-
O adicional de risco previsto no artigo 14 da rias do Ministério do Trabalho nºs 3.393, de
Lei nº 4.860, de 26.11.1965, aplica-se somen- 17.12.1987, e 518, de 07.04.2003), ao reputar
te aos portuários que trabalham em portos perigosa a atividade, reveste-se de plena efi-
organizados, não podendo ser conferido aos cácia, porquanto expedida por força de dele~
que operam terminal privativo. gação legislativa contida no art. 200, "caput':
10.2.3. Bomba de gasolina e inciso VI, da CLT. No período de 12.12.2002
a 06.04.2003, enquanto vigeu a Portaria nº
SüMuLA N~j!) ~~ TST 496 do Ministério do Trabalho, o empregado
Periculosidade faz jus ao adicional de insalubridade.
Os empregados que operam em bomba de 10.2.6. Armazenamento de líquido in-
gasolina têm direito ao adicional de pericu- flamável no prédio. Construção Vertical
losidade (Lei nº 2.573, de 15.8.55).
10.2.4. Sistema elétrico de potência
Adicional de periculosidade. Devido. Arma-
01li"347oASDl-loo TST. >e:·••• · '>>' · zenamento de líquido inflamável no prédio.
Adiciónal de periculosidade. Sistema elétri- Construção vertical.
co de potência. Lei nº 7.369, de 20.09.1985, É devido o pagamento do adicional de pe-
regulamentada pelo Decreto n° 93.412, de riculosidade ao empregado que desenvolve
14.10.1986. Extensão do direito aos cabistas, suas atividades em edifício (construção ver-
instaladores e reparadores de linhas e apare- tical), seja em pavimento igual ou distinto
lhos em empresa de telefonia daquele onde estão instalados tanques para
É devido o adicional de periculosidade aos armazenamento de liquido inflamável, em
empregados cabistas, instaladores e repara- quantidade acima do limite legal, conside-
dores de linhas e aparelhos de empresas de rando-se como área de risco toda a área in-
telefonia, desde que, no exercício de suas terna da construção vertical.
funções, fiquem expostos a condições de ris- 10.3. Perícia
co equivalente ao do trabalho exercido em
contato com sistema elétrico de potência. ;01~765:-':"-.: SiJF!5f,:x::::p~'j{f::Vij;;T'.1f::7~:t:.:~'.:'.»i-I>:::~1'
, ,, ,,.A·_,. <.f'1. '"·''~~;,,.W,\ _jJ,i~~jVll\>i\\1j1A::S<'S.-:&lfA~'.!\i
._ÓJ ~ 17~@_-sp~:-+ #,bo'!S~~:á~:':':},~;~:t%1~1h~~:·&i~.~, Perícia. Engenheiro ou médico. Adicional de
insalubridade e periculosidade. Válido. Art.
Adicional de periculosidade. Sistema elétrico 195 da CLT
de potência. Decreto nº 93.412/86, art. 2°, § 1° O art. 195 da CLT não faz qualquer distinção
É assegurado o adicional de periculosidade entre o f!lédico e o engenheiro para efeito
apenas aos empregados que trabalham em de caracterização e classificação da insalu-
sistema elétrico de potência em condições bridáde e periculosidade, bastando para a
de risco, ou que o façam com equipamentos elaboração do laudo seja o profissional devi-
e instalações elétricas similares, que afere- damente qualificado.
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Adicional de periculosidade. Pagamento es- Adicional de insalubridade. Repouso sema-


pontâneo. Caracterização de fato incontro- nal e feriados
verso. Desnecessária a perícia de que trata o O adicional de insalubridade já remunera os
art 195 da C1-T dias de repouso semanal e feriados.
O pagamentb de adicional de periculosidade
efetuado por mera liberalidade da empresa, 11.2. Base de cálculo
ainda que de forma proporcional ao tempo de ' ._, - '.·..' -- ··\·\ ' " " .".\, .,,
exposição ao risco ou em percentual inferior SúMULA V1NCuLANTEN°4oaSTF
ao máximo legalmente previsto, dispensa are- Salvo nos casos previstos na Constituição, o
alização da prova técnica exigida pelo art. 195 salário-mínimo não pode ser usado como in-
da CLT, pois torna incontroversa a existência do dexador de base de cálculo de vantagem de
trabalho em condições perigosas. servidor público ou de empregado, nem ser
substituído por decisão judicial.
OJ N" 278 ~ S6J -1 °'1 rs( '
SúMULA f,oj.28 00 TST .
Adicional de insalubridade. Perícia. Local de
trabalho desativado Adicional de insalubridade. Base d~ cálculo.
A realização da perícia é obrigatória para Súmula cuja eficácia está suspensa por deci-
verificação de insalubridade. Quando não são liminar do Supremo Tribunal Federal
for possível sua realização como em caso de A partir de 9 de maio de 2008, data da publi-
fechamento da empresa, poderá o julgador cação da Súmula Vinculante no 4 do Supre-
utilizar-se de outros meios de prova. mo Tribunal Federal, o adicional de insalubri-
dade será calculado sobre o salário básico,
11. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE salvo critério mais vantajoso fixado em ins-
11.1. Integração trumento coletivo.
,. · _-,< ,., ,y_-::c,·,"w:pi\\\\·.·'··· <'<• '•·•'.
SúMULA N' 139 DO TST. >;' . 'F.'
11.3. Perícia
Adicional de insalubridade
0J',,o21a,j,$o12ioo rsr
Enquanto percebido, o adicional de insalu-
bridade integra a remuneração para todos Adicional de insalubridade. Perícia. Local de
os efeitos legais. trabalho desativado
A realização da perícia é obrigatória para
verificação de insalubridade. Quando não
for possível sua realização como em caso de
Hora extra. Adicional de insalubridade. Base
fechamento da empresa, poderá o julgador
de cálculo
utilizar-se de outros meios de prova.
O trabalho executado em condições insalu-
bres, em caráter intermitente, não afasta, só fJJ.ifi\~~:P~-~ql-~:;~ :'fs,f<_·''.ii_ _ '~~''--'°tK~i"::w~::-;:,~~:, ·'1_. _
por essa circunstância, o direito à percepção
Perícia. Engenheiro ou médico. Adicional de
do respectivo adicional.» 102
insalubridade e periculosidade. Válido. Art.
195 da CLT
O art. 195 da CLT não faz qualquer distinção
Hora extra. Adicional de insalubridade. Base entre o médico e o engenheiro para efeito
de cálculo de caracterização e classificação da insalu-
A base de cálculo da hora extra é o resultado bridade e periculosidade, bastando para a
da soma do salário contratual mais o adicio- elaboração do laudo seja o profissional devi-
nal de insalubridade. damente qualificado.
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REMUNERAÇÃO

li - Tem direito à percepção ao adicional de


insalubridade o empregado que exerce ativi-
Adicional de periculosidade. Pagamento es- dade exposto ao calor acima dos limites de to~ \
pontâneo. Caracterização de fato incontro- lerância, inclusive em ambiente externo com 1
verso. Desnecessária a perícia de que trata o carga solar, nas condições previstas no Anexo
art. 195 da CLT 3 da NR 15 da Portaria No 3.214/78 do MTE.
O pagamento de adicional de periculosidade
11.4.3. Óleos minerais
efetuado por mera liberalidade da empresa,
ainda que de forma proporcional ao tempo OJN"< 111DA$Dl-f ooTg: 1
de exposição ao risco ou em percentual in-
Adicional de insalubridade. Óleos minerais.
ferior ao máximo legalmente previsto, dis-
pensa a realização da prova técnica exigida
pelo art. 195 da CLT, pois torna incontroversa
Sentido do termo "manipulação"
Para efeito de concessão de adicional de insa-
!
a existência do trabalho em condições peri- lubridade não há distinção entre fabricação e
gosas. manuseio de óleos minerais-Portaria nº 3214
do Ministério do Trabalho, NR 15, Anexo XIII.
11.4. Classificação da atividade insalu-
bre. Relação oficial elaborada pelo MTE
11.4.4. Direito adquirido
1
11.4.1. Lixo urbano
SúMuLA f,o'í/4s'liô rst SuMuLA "º248 ºº rsr
Atividade insalubre. Caracterização. Previsão Adicional de insalubridade. Direito adquirido
na norma regulamenta dora n. 15 da Porta~ A reclassificação ou a descaracterização da
ria do Ministério do Trabalho e Emprego n. insalubridade, por ato da autoridade compe-
3.214/78. Instalações sanitárias. tente, repercute na satisfação do respectivo
1- Não basta a constatação da insalubridade adicional, sem ofensa a direito adquirido ou
por meio de laudo pericial para que o empre- ao princípio da irredutibilidade salarial.
gado tenha direito ao respectivo adicional,
sendo necessária a classificação da atividade 11.S. Fornecimento de aparelho de
insalubre na relação oficial elaborada pelo proteção
Ministério do Trabalho.
11 - A higienização de instalações sanitárias SÚMULA N" 289ooTST
de uso público ou coletivo de grande circula- Insalubridade. Adicional. Fornecimento do
ção, e a respectiva coleta de lixo, por não se aparelho de proteção. Efeito
equiparar à limpeza em residências e escri-
tórios, enseja o pagamento de adicional de O simples fornecimento do aparelho de
insalubridade em grau máximo, incidindo o proteção pelo empregador não o exime do
disposto no Anexo 14 da NR-15 da Portaria pagamento do adicional de insalubridade.
do MTE nº 3.214/78 quanto à coleta e indus- Cabe-lhe tomar as medidas que conduzam
trialização de lixo urbano. à diminuição ou eliminação da nocividade,
11.4.2. Raios solares entre as quais as relativas ao uso efetivo do
equipamento pelo empregado.
JJJfí6..fl'J;ôXSó/ ~ 100~fi~i.~i~:.:,: .. A •. •• :'.;.

Adicional Cte insalubridade. Atividade a céu


aberto. Exposição ao sol e ao calor. Insalubridade
1- Ausente previsão legal, indevido o adicio-
A eliminação da insalubridade mediante forneci~
nal de insalubridade ao trabalhador em ati-
vidade a céu aberto por sujeição à radiação menta de aparelhos protetores aprovado:; pelo
solar (art. 195 da CLT e Anexo 7 da NR 15 da órgão competente do Poder Executivo exclui a
Portaria No 3.214/78 do MTE}. percepção do respectivo adicional.
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11.6. Substituição processual


sa!Juu N~.31 iJ ºº rst
Ô,J ~ojj'j DA5pl-tlJ9T~T · Diárias. Base de cálculo para sua Integração
no salário
Substituição processual. Diferença do adicio-
nal de insalubridade. Legitimidade Tratando-se de empregado mensalista, a in-
tegração das diárias no salário deve ser feita
O sindicato tem legitimidade para atuar na
tomando-se por base o salário mensal por
qualidade de substituto processual para plei-
ele percebido e não o valor do dia de salário,
tear diferença de adicional de insalubridade.
somente sendo devida a referida integração
11.7. Causa de pedir quando o valor das diárias, no mês, for supe-
rior à metade do salário mensal.
so;.;uL< ~ 2t3'.fi6 rst e - ·
12.3. Vale-transporte
Adicional de insalubridade. Causa de pedir.
Agente nocivo diverso do apontado na inicial
01"°21/i óA sot-1 ºº rsr
A verificação mediante perícia de prestação
Vale-transporte. Servidor público celetista.
de serviços em condições nocivas, conside-
Lei nº 7.418/85. Devido
rado agente insalubre diverso do apontado
na inicial, não prejudica o pedido de adicio- Aos servidores públicos celetistas é devi-
nal de insalubridade. do o vale~transporte, instituído pela Lei nº
7.418/85, de 1~ de dezembro de 1985.
12. PARCELAS INDENIZATÓRIAS
12.4. Salário-família
12.1. Participação nos lucros e resultados
50MQlA li" 34400 TST:/
Salário-família. Trabalhador rural
Participação nos lucros e resultados. Resci-
são contratual anterior à data da distribuição O salário-família é devido aos trabalhado-
res rurais somente após a vigência da Lei nº
dos lucros. Pagamento proporcional aos me-
8.213/91.
ses trabalhados. Princípio da isonomia ·
Fere o princípio da isonomia instituir vanta- SOMUlA li" 254 Do TST
gem mediante acordo coletivo ou norma re-
Salário-família. Termo inicial da obrigação
gulamentar que condiciona a percepção da
parcela participação nos lucros e resultados O termo inicial do direito ao salário-família
ao fato de estar o contrato de trabalho em coincide com a prova da fifiêlção. Se feita em
vigor na data prevista para a distribuição dos juízo, corresponde à data de ajuizamento do
lucros. Assim, inclusive na rescisão contratu- pedido, salvo se comprovado que anterior-
al antecipada, é devido o pagamento da par- mente o empregador se recusara a receber a
cela de forma proporcional aos meses traba- respectiva certidão.
lhados, pois o ex-empregado concorreu para
12.5. Seguro-desemprego
os resultados positivos da empresa.

12.2. Diárias SúMUIA li" 3$9 oo. TST


Seguro-desemprego. Competência da justi-
SúMUIAN" 1Q1 bofif;\:• ;\. > :~i···
ça do trabalho. Direito à indenização por não
Diárias de viagem. Salário liberação de guias
Integram o salário, pelo seu valor total e para 1 - Inscreve-se na competência material da
efeitos indenizatórios, as diárias de viagem Justiça do Trabalho a lide entre empregado
que excedam a 50% (cinquenta por cento) e empregador tendo por objeto indenização
do salário do empregado, enquanto perdu- pelo não-fornecimento das guias do seguro-
rarem as viagens. desemprego.

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H - O não-fornecimento pelo empregador IV - t desnecessário que, ao tempo da recla-


da guia necessária para o recebimento do mação sobre equiparação salarial, reclaman-
seguro-desemprego dá origem ao direito à te e paradigma estejam a serviço do estabe-
indenização. lecimento, desde que o pedido se relacione
com situação pretérita.
12.6. Auxílio-alimentação V - A cessão de empregados não exclui a
equiparação salarial, embora exercida a fun-
OJí/ 0 413oASDl~looTST. ção em órgão governamental estranho à
Auxílio-alimentação. Alteração da natureza cedente, se esta responde pelos salários do
jurídica. Norma coletiva ou adesão ao PAT. paradigma e do reclamante.
(DEJT divulgado em 14, 15e16.02.2012) VI - Presentes os pressupostos do art. 461
A pactuação em norma coletiva conferindo da CLT, é irrelevante a circunstância de que
caráter indenizatório à verba "auxílio-alimen- o desnível salarial tenha origem em decisão
judicial que beneficiou o paradigma, excetC':
tação" ou a adesão posterior do empregador
a} se decorrente de vantagem pessoal ou de
ao Programa de Alimentação do Trabalhador
tese jurídica superada pela jurisprudência de
- PAT - não altera a natureza salarial da par-
Corte Superior; b) na hipótese de equipara-
cela, instituída anteriormente, para aqueles
ção salarial em cadeia, suscitada em defesa,
empregados que, habitualmente, já perce-
se o empregador produzir prova do alegado
biam o benefício, a teor das Súmulas nos 51,
fato modificativo, impeditivo ou extintivo do
1, e 241 doTST. direito à equiparação salarial em relação ao
paradigma remoto, considerada irrelevante,
para esse efeito, a existência de tempo de
Bancários. Ajuda alimentação serviço na função superior a dois anos entre
A ajuda alimentação prevista em norma co- o reclamante e todos os demais empregados
letiva em decorrência de prestação de horas paradigmas componentes da cadeia equipa-
extras tem natureza indenizatória e, por isso, ratória que nâo seja o paradigma imediato.
não integra o salário do empregado bancário. VH - Desde que atendidos os requisitos do
art. 461 da CLT, é passivei a equiparação sala-
13. EQUIPARAÇÃO SALARIAL rial de trabalho intelectual, que pode ser ava-
liado por sua perfeição técnica, cuja aferição
terá critérios objetivos.
Equiparação salarial. Art. 461 da CLT VIII - É do empregador o ônus da prova do
1- Para os fins previstos no § 2° do art. 461 da fato impeditivo, modificativo ou extintivo da
CLT, só é válido q quadro de pessoal organi- equiparação salarial.
zado em carreira quando homologado pelo IX - Na ação de equiparação salarial, a pres-
Ministério do Trabalho, excluindo-se, apenas, crição é parcial e só alcança as diferenças sa-
dessa exigência o quadro de carreira das en- lariais vencidas no período de 5 (cinco) anos
tidades de direito público da administração que precedeu o ajuizamento.
direta, autárquica e fundacional aprovado X - O conceito de "mesma localidade" de que
por ato administrativo da autoridade com- trata o art. 461 da CLT refere-se, em princípio,
petente. ao mesmo município, ou a municípios dis-
li - Para efeito de equiparação de salários em tintos que, comprovadamente, pertençam à
caso de trabalho igual, conta-se o tempo de mesma região metropolitana.
serviço na função e não no emprego.
Ili - A equiparação salarial só é possível se 'DJ~.~f~~~~~!tf/l~'
o empregado e o paradigma exercerem a Equipara·Ção salarial. Plano de cargos e sa-
mesma função, desempenhando as mesmas lários. Aprovação por instrumento coletivo.
tarefas, não importando se os cargos têm, ou Ausência de alternância de critérios de pro-
não, a mesma denominação. moção por antiguidade e merecimento.
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Não constitui óbice à equiparação salarial a paração salarial do simples atendente com o
existência de plano de cargos e salários que, auxiliar de enfermagem.
referendado por norma coletiva, prevê crité-
rio de promoção apenas por merecimento SúMUlA N" 301 00 TST
ou antiguidade, não atendendo, portanto, o
requisito de alternância dos critérios, previs- Auxiliar de laboratório. Ausência de diploma.
to no art. 461, § 2°, tja CLT. Efeitos. O fato de b empregado não possuir
diploma de profissionalização de auxiliar de la-
OJ N" 297 DA SDI -1 oo TST boratório não afasta a observância das normas
Equiparação salarial. Servidor público da ad- da Lei nº 3.999, de 15.12.1961, uma vez com-
ministração direta, autárquica e fundacional. provada a prestação de serviços na atividade.
Art. 37, XIII, da CF/1988
SúMUlA N" ·19 00 TST . \
O art. 37, inciso XIII, da CF/1988, veda a equi-
paração de qualquer natureza para o efeito Quadro de carreira. A Justiça do Trabalho é
de remuneração do pessoal do serviço públi- competente para apreciar reclamação de em-
co, sendo juridicamente impossível a aplica- pregado que tenha por objeto direito fundado
ção da norma infraconstitucional prevista no em quadro de carreira
art. 461 da CLT quando se pleiteia equipara-
ção salarial entre servidores públicos, inde-
pendentemente de terem sido contratados
SOMuLAN" 121 oorst.
pela CLT. Quadro de carreira. Quadro de pessoal organi-
zado em carreira, aprovado pelo órgão com-
50MU1A N"455QD TSL petente, excluída a hipótese de equiparação
Equiparação salarial. Sociedade de economia salarial, não obsta reclamação fundada em
mista. Art. 37, XIII, da CF/1988. Possibilidade preterição, enquadramento ou reclassificação.
·" ··.v ''"''•'ccN' ·'·'«t· "';A". ·0·<···.'-jr•\·'
Asociedade de economia mista não se aplica a OJN".1~$.DA5Dl~/QDT5.T;; "''';; ; . ;•;: ;.
vedação à equiparação prevista no art. 37, Xllf,
da CF/1988, pois, ao admitir em pregados sob o Contrato de trabalho. Art. 479 da CLT
regime da CLT, equipara-se a empregador pri- O simples desvio funcional do empregado não
vado, conforme disposto no art. 173, § 1°, li, da gera direito a novo enquadramento, mas ape-
CF/1988. nas às diferenças salariais respectivas, mesmo
SúMUJAN" 75900 TST que o desvio de função haja iniciado antes da
vigência da CF/1988.
Substituição de caráter não eventual e vacân-
cia do cargo.1- Enquanto perdurar a substitui- QJNo38JDÁSDl'-laoTST; ,;
ção que não tenha caráter meramente eventu-
Terceirização. Empregados da empresa presta-
al, inclusive nas férias, o empregado substituto
dora de serviços e da tomadora. Isonomia. Art.
fará jus ao salário contratual do substituído.!!-
12, "a': da lei n°6.019,de 03.01.1974
Vago o cargo em definitivo, o empregado q'ue
passa a ocupá-lo não tem direito a salário igual A contratação irregular de trabalhador, me-
ao do antecessor. diante empresa interposta, não gera vínculo de
emprego com ente da Administração Pública,
OJN"296DASDl~/ooTST ,· não afastando, contudo, pelo princípio da iso-
Equiparação salarial. Atendente e auxiliar de nomia, o díreito dos empregado.S terceirizados
enfermagem. Impossibilidade às mesmas verbas trabalhistas legais e norma-
Sendo regulamentada a profissão de auxiliar tivas asseguradas àqueles contratados pelo
de enfermagem, cujo exercício pressupõe tomador dos serviços, desde que presente a
habilitação técnica, realizada pelo Conselho igualdade de funções. Aplicação analógica do
Regional de Enfermagem, impossível a equi- art. 12, "a'; da Lei n° 6.019, de 03.01.1974.
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14. DESCONTOS SALARIAIS tadas na primeira audiência, com acréscimo


de 50% (cinqüenta por cento).

Descontos salariais. Art. 462 da CLT


14,3, Inadimplemento de verbas tra-
balhistas. Frutos. Posse de má-fé
Descontos salariais efetuados pelo emprega-
dor, com a autorização prévia e por escrito do
empregado, para serem integrados em planos 50/,fu/.A ·"° 445 oo ISI
de assistência odontológica, médico-hospita- Inadimplemento de verbas trabalhistas. Fru-
lar, de seguro, de previdência privada, ou de tos. Posse de má-fé. Art. 1.216 do Código Ci-
entidade cooperativa, cultural ou recreativo- vil. Inaplicabilidade ao Direito do Trabalho.
-associativa de seus trabalhadores, em seu be-
A indenização por frutos percebidos peta
nefício e de seus dependentes, não afrontam
posse de má-fé, prevista no art. 1.216 do Có-
o disposto no art. 462 da CLT, salvo se ficar de-
digo Civil, por tratar-se de regra afeta a direi-
monstrada a existência de coação ou de outro
tos reais, mostra-se incompatível com o Di-
defeito que vicie o ato jurídico.
reito do Trabalho, não sendo devida no caso
·Pi'tf#r:W§4,~4,~~L~t1d}j/f~fk~C,~;:,;fil~?.ffx~:i.:;~~;,' : ·.~J:t de inadimplemento de verbas trabalhistas.
Descontos salariais. Autorização no ato da
admissão. Validade 15, REAJUSTES SALARIAIS E PLANOS
ECONÔMICOS
É inválida a presunção de vício de consentimen-
to resultante do fato de ter o empregado anuído SúMiJfÀ N" 375 óo TST
expressamente com descontos salariais na opor-
tunidade da admissão. Éde se exigir demonstra- Reajustes salariais previstos em norma coleti-
ção concreta do vício de vontade. va. Prevalência da legislação de política salarial

g;,J:2if.~Pi;~~(~H:ifi.i:STt~~,·~~~~;;;~~i~\Ç~~~.';~:1~;~{'ft Os reajustes salariais previstos em norma co-


letiva de trabalho não prevalecem frente à
Descontos. frentista. Cheques sem fundos legislação superveniente de política salarial.
É lícito o desconto salarial Íeferente à .de-
volução de cheques sem fundos, quando o
frentista não observar as recomendações
Diferenças salariais. Planos econômicos. Limite
previstas em instrumento coletivo.
Os reajustes salariais decorrentes dos chama-
14,1 Multa prevista nos artigos 467 e 477 dos "gatilhos" e URPs, previstos legalmente
como antecipação, são devidos tão-somente
SúMUJ.A. N". 3~Bf!PTS.T;. ,.';io .·.
até a data-base de cada categoria.
Massa falida. Arts. 467 e 477 da CLT. Inapli-
cabilidade ÓJi/>58DASÓl-fr:ioTST'" ·• ·•··
A Massa Falida não se sujeita à penalidade
Plano Bresser. IPC Jun/1987. Inexistência de
do art. 467 e nem à multa do§ 8° do art. 477,
direito adquirido
ambos da CLT.
Inexiste direito adquirido ao IPC de junho de
14.2 Rescisão do contrato. Pagamento 1987 {Plano Bresser), em face da edição do
das verbas rescisórias Decreto-Lei nº 2~335/87.
·sô ~/.:- \-:~~§·. ·:s"+s·r:\:_l,?~:.;~1\;~}·;<;{.:.:<\.<~r,- . ~· -, . ·, '.;ij:J \.';
Wl~í~~ii•sô/.:J~9tift~: ;.,;~:;~
, A[Uµ! ~;.y .,.fJQJ., .......,•1.c;1., .....,. • ···
Rescisão do contrato
Plano verão. URP de fevereiro de 1989. Ine-
A partir da Lei nº 10.272, de 05.09.2001, ha-
xistência de direito adquirido
vendo rescisão do contrato de trabalho e
sendo revel e confesso quanto à matéria de Inexiste direito adquirido à URP de fevereiro
fato, deve ser o empregador condenado ao de.l 989 (Plano Verão), em face da edição da
pagamento das verbas rescisórias, não qui- Lei n° 7.730/89.
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rios pelo mecanismo denominado "gatilho':


de que tratam os Decretos-leis nºs 2.284, de
IPC de março/1990. Lei nº 8.030, de 10.03.1986 e 2.302, de 21.11.1986.
12.04.1990 (Plano Collor). lnexistência de di-
reito adquirido 01 Nó.339 a, SDÍ-1 DO TST

A partir da vigência da Medida Provisória Teto remuneratório. Empresa pública e socie-


nº 154, de 15.03.1990, convertida na Lei nº dade de economia mista. Art. 37, XI, da CF/1988
8.030, de 12.04.1990, não se aplica o IPC de As empresas públicas e as sociedades de
março de 1990, de 84,32% (oitenta e quatro economia mista estão submetidas à obser~
vírgula trinta e dois por cento), para a corre- vância do teto remuneratório previsto no
ção dos salários, porque o direito ainda não inciso XI do art. 37 da CF/1988, sendo aplicá-
se havia incorporado ao patrimônio jurídico vel, inclusive, ao período anterior à alteração
dos trabalhadores, inexistindo ofensa ao in- introduzida pela Emenda Constitucional nº
ciso XXXVI do art. 5° da CF/1988. 19/1998.
oJlf43ÍH)SDI-:1 ooTST SúMUWI" 336 DO TST

Conversão de salários de cruzeiros para cru- Constitucionalidade.§ 2°do art. 9° do Decreto-


zados. Decreto-lei nº 2.284/86 -lei nº 1.971, de 30.11.1982
A conversão de salários de cruzeiros para É constitucional o§ 2° do art. 9° do Decreto-lei
cruzados, nos termos do Decreto-Lei n° nº 1:971, de 3Ó.11.1982, com a redação dada
2.284/86, não afronta direito adquirido dos pelo Decreto-Lei nº 2.100, de 28.12.1983.
empregados.

Salário-mínimo. Servidor. Salário-base infe-


PCCS. Devido o reajuste do adiantamento. rior. Diferenças. Indevidas
Lei nº 7.686/88, Art. 1° A verificação do respeito ao direito ao sa-
É devido o reajuste da parcela denominada lário-mínimo não se apura pelo confronto
"adiantamento do PCCS': conforme a reda- isolado do salário-base com o mínimo legal,
ção do art. 1° da Lei n° 7.686/88. mas deste com a soma de todas as parcelas
de natureza salarial recebidas pelo emprega-
.01~?~f!Asqt:vJ!idrsJJ.,;,~\;,;;r:J;:,;,1 '·' ,, do diretamente do empregador.
URP de abril e maío de 1988. Decreto-lei n°
2.425/1988
Existência de direito apenas ao reajuste de Salário. Reajuste. Entes Públicos
7/30 de 16, 19% a ser calculado sobre o salá- Os reajustes salariais previstos em legislação
rio de março e incidente sobre o salário dos federal devem ser observados pelos Esta-
meses de abril e maio, não cumulativamente dos-membros, suas Autarquias e Fundações
e corrigidos desde a época própria até a data Públicas nas relações contratuais trabalhistas
do efetivo pagamento. que mantiverem com seus empregados.

·. oJ!f:$r'f}j:~P,t~!;W~t~~lfulfN;'~ff.i~~j~:·:._.:fa::,:~:-- :~
Reajustes salàriais ("gatilhos"). Aplicação aos Legislação eleitoral. Empresas públicas e so-
servidores públicos contratados sob a égide ciedades de economia mista.
da legislação trabalhista Aos empregados das empresas públicas e
Aplicam-se aos servidores públicos, contra- das sociedades de economia mista regidos
tados sob o regime da CLT, os reajustes de- pela CLT aplicam-se as vedações dispostas
correntes da correção automática dos salá- no art. 15 da Lei n° 7.773, de08.06.1989.
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16. EFEITOS FINANCEIROS DA ANIS- 0) 11"91 DASD/-1 DÔTST


TIA, EMENDA CONSTITUCIONAL N°
26/1985 Anistia. Art. 8°, § 1°, ADCT. Efeitos financeiros.
ECT
OJfÍ'> 12riÀSDl-loo TST Em 19.05.1997, a SDI - Plena decidiu, pelo voto
Anistia. Emenda constitucional nº 26/1985. prevalente do Exmo. Sr. Presidente, que os efei-
Efeitos financeiros da promulgação tos financeiros da readmissão do empregado
Os efeitos financeiros decorrentes da anistia anistiado serão contados a partir do momento
em que este manifestou o desejo de retornar
concedida pela Emenda Constitucional nº
ao trabalho e, na ausência de prova, da data do
26/1985 contam-se desde a data da sua pro-
mulgação. ajuizamento da ação.

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ESTABILIPADE E GARANTIAS
PROVISORIAS DE EMPREGO
CAPÍTULO VI l
1
SUMARIO • 1. Estabilidade provisória - 2. Estabilidade prevista na CLT (decenal) - 3. Dirigente
sindical: 3.1. Estabilidade provisória do conselheiro fiscal; 3.2. Estabilidade provisória do delegado
sindical - 4. Gestante - 5. Empregado representante da cipa - 6. Estabilidade decorrente de aci-
dente do trabalho -6. CIPA- 7. Diretores de cooperativas- 8. Servidor público celetista. Emprega-
do de empresa pública e sociedade de economia mista: 8.1. Servidor público de fundação regido
pela CLT - 9. Estabilidade prevista em regulamento interno

1. ESTABILIDADE PROVISÓRIA reito ao mínimo de 60% (sessenta por cento)


do total da indenização em dobro, calculada
SdM~lA il>396oô Ts;T sobre o maior salário percebido no emprego.
Estabilidade provisória. Pedido de reintegra- Se houver recebido menos do que esse total,
ção. Concessão do salário relativo ao período q·ualquer que tenha sido a forma de transa-
de estabilidade já exaurido. Inexistência de ção, assegura-se-lhe a complementação até
julgamento extra petita aquele limite.

:~6M~~\!f!>~~1YJ%Li~+f~:e\f.:~~:::;:.\,;:;."' "\,
1 - Exaurido o período de estabilidade, são
devidos ao empregado apenas os salários do
período compreendido entre a data da des- FGTS. Indenização. Equivalência. Compatibi-
pedida e o final do período de estabilidade, lidade
não lhe sendo assegurada a reintegraçãó no
1- A equivalência entre os regimes do Fundo
emprego.
de Garantia do Tempo de Serviço e da estabi-
li~ Não há nulidade por julgamento extra
lidade prevista na CLT é meramente jurídica
petita da decisão que deferir salário quando e não econômica, sendo indevidos valores a
o pedido for de reintegração, dados os ter- título de reposição de diferenças.
mos do art. 496 da CLT.
11 - A estabilidade contratual ou a derivada
SáMULAJ•' 28 bo T~T '"' >; '. F • de regulamento de empresa são compatíveis
com o regime do FGTS. Diversamente ocorre
Indenização
com a estabilidade legal (decenal, art. 492
No caso de converter a reintegração em in- da CLT), que é renunciada com a opção pelo
denização dobrada, o direito aos salários é FGTS.
assegurado até a data da primeira decisão
que determinou essa conversão. 3. DIRIGENTE SINDICAL
2. ESTABILIDADE PREVISTA NA CLT ~ifu:üt;A ~]!9:tiq!..fsf~'f:1i~·0$ii)A': '>:,··· ···:,>,
(DECENÀL) Dirigente sindical. Despedida. Falta grave. in-
quérito judicial. Necessidade
O dirigente sindical somente poderá ser
Optante dispensado por falta grave mediante a apu-
Rescindindo por acordo seu contrato de tra- - _ração em inquérito judicial, inteligência dos
balho, o empregado estável optante tem di- arts. 494 e 543, § 3°, da CLT.
193
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e

ÉuSSON HENRIQUE RoBERVAL
MIESSA (ORREIA ROCHA

IV - Havendo extinção da atividade empresa-


OJ#ó j(59 oASi)I - / 6o TST
rial no âmbito da base territorial do sindica-
Estabilidade provisória. Delegado sindical. to, não há razão para subsistir a estabilidade.
Inaplicável V - O registro da candidatura do empregado
O delegado sindical não é beneficiário da es- a cargo de dirigente sindical durante o perí-
tabilidade provisória prevista no art. 8°, VIII, odo de aviso prévio, ainda que intjenizado,
da CF/88, a qual é dirigida, exclusivamente, não lhe assegura a estabilidade, visto que
àqueles que exerçam ou ocupem cargos de inaplicável a regra do§ 3° do art. 543 da Con-
direção nos sindicatos, submetidos a proces- solidação das Leis do Trabalho.
so eletivo.
4.GESTANTE
3.1. Estabilidade pr:-ovisória do Conse-
lheiro Fiscal Sú~UlA ·' 244 DD TST
Gestante. Estabilidade provisória
OJ li" 365 DA 501 -1 DO TST 1 - O desconhecimento do estado gravídico
Estabilidade provisória. Membro de conse- pelo empregador não afasta o direito ao pa-
lho fiscal de sindicato. Inexistência gamento da indenização decorrente da esta-
Membro do conselho fiscal de sindicato não bilidade (a,rt 1 O, li, "b" do ADCT).
tem direito a estabilidade prevista nos arts. li - A garantia de emprego à gestante só au-
543, § 3°, da CLT e art. 8°, VIII, da CF/88, por- toriza a reintegração se esta se der durante
quanto não representa ou atua na defesa de o período de estabilidade. Do contrário, a
direitos da categoria respectiva, tendo sua garantia restringe-se aos salários e demais
competência limitada à fiscalização da ges- direitos correspondentes ao período de es-
tão financeira do si~dicato. tabilidade.
Ili - A empregada gestante tem direito à es-
3.2. Estabilidade provisória do Delega- tabilidade provisória prevista no art. 1O, inci-
do Sindical so li, alínea b, do ADCT, mesmo na hipótese
de admissão mediante contrato por tempo
SüMU!A li" 369 DD TST . determinado.
Dirigente sindical. Estabilidade provisória
01N"399 DA Sf!/-1 DO TST
1- t. assegurada a estabilidade provisória ao
empregado dirigente sindical, ainda que a Estabilidade provisória.-Ação trabalhista ajui-
comunicação do registro da candidatura ou zada após o término do período de garantia
da eleição e da posse seja realizada fora do no emprego. Abuso do exercício do direito de
prazo previsto no art. 543, § 5°, da CLT, desde ação. Não configuração. Indenização devida.
que a ciência ao empregador, por qualquer O ajuizamento de ação trabalhista após de-
meio, ocorra na vigência do contrato de tra- corrido o período de garantia de emprego
balho. não configura abuso do exercício do direito
li - O art. 522 da CLT foi recepcionado pela de ação, pois este está submetido apenas ao
Constituição Federal de 1988. Fica limitada, prazo prescricional inscrito no art. 7°, XXIX,
assim, a estabilidade a que alude o art. 543, da CF/1988, sendo devida a indenização des-
§ 3°, da CLT a sete dirigentes sindicais e igual de a dispensa até a data do término do perí-
número de suplentes. odo estabilitário.
Ili - O empregado de categoria diferenciada OJN" 30 DA Sl)Cp'ã 1'51}
eleito dirigente sindical só goza de estabili-
dade se exercer na empresa atividade perti- Estabilidade da gestante. Renúncia ou tran-
nente à categoria profissional do sindicato sação de direitos constitucionais. Impossibi-
para o qual foi eleito dirigente. lidade.
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ESTABILIDADE E GARANTIAS PROV1SÓRIAS DE EMPREGO

Nos termos do art. 1O, ll, "b': do ADCT, a pro- 11- São pressupostos para a concessão da es-
teção à maternidade foi erigida à hierarquia tabilidade o afastamento superior a 15 dias
constitucional, pois retirou do âmbito do e a consequente percepção do auxílio-do-
direito potestativo do empregador a possibi- ença acidentário, salvo se constatada, após
lidade de despedir arbitrariamente a empre- a dispensa, doença profissional que guarde
gada em estado gravídíco. Portanto, a teor relação de causalidade com a execução do
do artigo 9°, da CLT, torna-se nula de pleno contrato de emprego.
direito a cláusula que estabelece a possibili-
dade de renúncia ou transação, pela gestan- IH - O empregado submetido a contrato de
te, das garantias referentes à manutenção do trabalho por tempo determinado goza da
emprego e salário. garantia provisória de emprego, decorrente
de acidente de trabalho, prevista no art. 118
0111;44 DAs61-li>!i'iS~:,: · ·,, ,,, ;;,,;;r;:;,r,,, da Lei no 8.213/1991.
Gestante. Salário maternidade
b/fl': ~1lP1' .~Qf~.l. cx(cy,~;·>:< :\c\:+'t ~~i'·~·,:4.!i:':
t. devido o salário maternidade, de 120 dias, Estabilidade. Instrumento normativo. Vigên-
desde a promulgação da CF/1988, ficando a
cargo do empregador o pagamento do perí- cia. Eficácia
odo acrescido pela Carta. Preenchidos todos os pressupostos para a
aquisição de estabilidade decorrente de aci-
5. EMPREGADO REPRESENTANTE DA dente ou doença profissional, ainda durante
CIPA a vigência do instrumento normativo, goza o
empregado de estabilidade mesmo após o
término da vigência deste.
ClPA. Suplente. Garantia de emprego.
CF/1988
1- O suplente da CIPA goza da garantia de Estabilidade do acidentado. Acordo homolo-
emprego prevista no art. 1O, 11, "a~ do ADCT gado. Prevalência. Impossibilidade. Violação
a partir da promulgação da Constituição Fe- doart.118dalein°8.213/91.
deral de 1988. Não é possível a preval~ncia de acordo so-
li - A estal:>ilidade provisória do cipeiro não bre legislação vigente, quando ele é menos
constitui vantagem pessoal, mas garantia benéfico do que a própria lei, porquanto o
para as atividades dos membros da CIPA, que caráter imperativo dessa última restringe o
somente tem razão de ser quando em ativi- campo de atuação da vontade das partes.
dade a empresa. Extinto o estabelecimento,
não se verifica a d.espedida arbitrária, sendo 7.CIPA
impossível a reintegração e indevida a inde-
nização do período estabilitário.

6. ESTABILIDADE DECORRENTE DE CIPA. Suplente. Garantia de emprego.


ACIDENTE DO TRABALHO CF/1988,
1- O suplente da CIPA goza da garantia de
SQM~tx~1t~iJP:t>,F~?$1~~~i~~~~;~!'i~~4i~1~~l:t:; emprego prevista no art. 10, li, '"a", do ADCT
Estabilidade provisória. Acidente do traba- a partir da promulgação da Constituição Fe-
lho. Art. 118 da Lei nº 8.213/1991. Constitu- deral de 1988.
cionalidade. Pressupostos li - A estabilidade provisória do cipeiro não
1 - t. constitucional o artigo 118 da Lei n. constitui vantagem pessoal, mas garantia
8.213/91 que assegura o direito à estabilida- para as atiVidades dos membros da CIPA, que
de provisória por período de 12 meses após somelíte tem razão de ser quando em ativi-
a cessação do auxílio-doença ao empregado dade a empresa. Extinto o estabelecimento,
acidentado. não se verifica a despedida arbitrária, sendo
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EussoN HENRIQUE RoaERVAL
• CORREJA
6 ROCHA
MI ESSA

impossível a reintegração e indevida a-inde- li - A validade do ato de despedida do em-


nização do período estabilitário. pregado da Empresa Brasileira de Correios e
Telégrafos (ECT) está condicionada à moti-
8. DIRETORES DE COOPERATIVAS vação, por gozar a empresa do mesmo trata-
mento destinado à Fazenda Pública em rela-
61 N".253 DASDí'-t DO TST ção à imunidade tributária e à execução por
Estabilidade provisória. Cooperati~·a. Lei nº precatório, além das prerrogativas de foro,
5.764/71. Conselho fiscal. Suplente. Não as- prazos e custas processuais.
segurada
9. 1. Servidor público de fundação re-
O art. 55 da Lei n. 5.764/71 assegura a ga- gido pela CLT
rantia de emprego apenas aos empregados
eleitos diretores de Cooperativas, não abran-
gendo os membros suplentes.
01N°364bASDl~/pp7;St;•. \· ".L
Estabilidade. Art. 19 do ADéT. Servidor públi-
9. SERVIDOR PÚBLICO CELETISTA. co de fundação regido pela CLT.
EMPREGADO DE EMPRESA PÚBLICA E Fundação instituída por lei e que recebe do-
SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA tação ou subvençao do Poder Público para
realizar atividades de interesse dp Estado,
SúMULA •' 390 DÓ TST
ainda que tenha personalidade jurídica de
Estabilidade. Art. 41 da CF/1988. Celetista. direito privado, ostenta natureza de funda-
Administração direta, autárquica ou funda- ção pública. Assim, seus servidores regidos
cional. Aplicabilidade. Empregado de em- pela CLT são beneficiários da estabilidade
presa pública e sociedade de economia mis- excepcional prevista no art. 19 do ADCT.
ta. Inaplicável
1O. ESTABILIDADE PREVISTA EM RE-
1 - O servidor público celetista da adminis- GULAMENTO INTERNO
tração direta, autárquica ou fundacional é
beneficiário da estabilidade prevista no art. .SOMiJtA.N!'-'-345 oo TST;.;,,>s.·----.';l ,,.: .Ú'-'·:;r;,;\' 1 "·./· •

41 da CF/88.
BANDEPE. Regulamento interno de pessoal
li - Ao empregado de empresa pública ou não confere estabilidade aos empregados.
de sociedade de economia mista, ainda que
O Regulamento Interno de Pessoal (RIP) do
admitido mediante aprovação em concurso Banco do Estado de Pernambuco - BANDE-
público, não é garantida a estabilidade pre- PE, na parte que trata de seu regime discipli-
vista no art.41 da CF/88. nar, não confere estabilidade aos seus em-
pregados.
OJ N" 247 DA 501-1 DO TST
Servidor público. Cetetista concursado. Des- SÚMiJiANó3S.5'óóTSf;'.";'' ' ·;
pedida imotivada. Empresa pública ou socie- CONAB. Estabilidade. Aviso DIREH nº 2 de
dade de economia mista. Possibilidade 12.12.1984
1- A despedida de empregados de empresa O aviso DIREH n° 2, de 12.12.1984, que
pública e de sociedade de economia mista, concedia estabilidade aos empregados da
mesmo admitidos por concurso público, CONAB, não tem eficácia, porque não apro-
independe de ato motivado para sua vali- vado pelo Ministério ao qual a empresa se
dade; subordina.

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CAPÍTULO Vlll

FUNDO DE GARANTIA POR


TEMPO DE SERVIÇO - FGTS

SUMÁRIO. 1. lndicência do FGTS: 1.1. Não incidêÍlcia do FGTS; 1.2. Índice de correção - 2. Multa
de 40% do FGTS - 3. Contrato nulo - 4. Prescrição - 5. Expurgos inflacionários

1. INDICÊNCIA DO FGTS 1 ~2. lndice de correção


SúMuÚI No'63 óoTST ••.i; •• . ·•;;•• ... •'< •., . O] N'l302 DASDI -1 D~ TST
Fundo de Garantia FGTS. Índice de correção. Débitos trabalhistas
A contribuição para o Fundo de Garantia do Os créditos referentes ao FGTS, decorrentes
Tempo de Serviço incide sobre a remunera- de condenação judicial, serão corrigidos pe-
ção mensal devida ao .empregado, inclusive los mesmos índices aplicáveis aos débitos
horas extras e adicionais eventuais. trabalhistas.
_1 . "',,\;.,' -"·;i'.>:,,;-_. ,.;:;:; '-"!-". :;:.;;-;![.;:"< Y-t'i;\.;1\'.•.i.\';qf2t:" ."Z''l;~'J,/:'Sp\(,J;~->' '
O)N" 232DÀSDl-foi5TSP·'
. ,. ••··••;'· ·-~---< 2. MULTA DE 40% DO FGTS
FGTS. Incidência. Empregado transferido
para o exterior. Remuneração
6J!f.42 DA SDÍ-.fóó TsT '•'
o FGTS incide sobre todas as parcelas de FGTS. Multa de 40%
natureza salarial pagas ao empregado em 1- É devida a multa do FGTS sobre os saques
virtude de prestação de serviços no exterior. corrigidos monetariamente ocorridos na vi-
·51:,,:iuiA~~ iOS. Da iSi'::;-'.>' ".'\":o:c":. ~\ '">il',r::s gência do contrato de trabalho.
li - O cálculo da multa de 40% do FGTS de-
Fundo de garantia do tempo de serviço. Inci- verá ser feito com base no saldo da conta
dência sobre o aviso - prévio vinculada na data do efetivo pagamento das
o pagamento relativo ao período de aviso- verbas rescisórias, desconsiderada a proje-
-prévio, trabalhado ou não, está sujeito à ção do aviso prévio indenizado, por ausência
contribuição para o FGTS. de previsão legal:

1.1. Não i"ncidência do FGTS


Contrato de trabalho. Art. 479 da CLT
01;, 0 fos[,,\SDi"tooT5Téol.i•'
O art. 479 da CLT aplica-se ao trabalhador op-
Férias indenizadas. FGTS. Não-incidência tante pelo FGTS admitido mediante contrato
Não incide a contribuição para o FGTS sobre por. prazo_ determinado, nos termos do art
as férias indenizadas. 30, § 3°, do Decreto n° 59.820, de 20.12.1966. 1

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ÉLISSON HENRlQUE RoseRvAL

MI ESSA (ORREIA O ROCHA

3. CONTRATO NULO 5. EXPURGOS INFLACIONÁRIOS

SGM);f;\ t1bj~3 btl TST ' oJN" 341f,,soh/DOTST 1

Contrato nulo. Efeitos FGTS. Multa de 40o/o. Diferenças decorrentes


A contratação de servido~ público, após a dos expurgos inflacionários. RespOnsabilida-
CF/1988, sem prévia aprovação em concur- de pelo pagamento
so público, encontra óbice no respectivo art. É de responsabilidade do empregador o
37, li e § 2°, somente lhe conferindo direito pagamento da diferença da multa de 40%
ao pagamento da contraprestação pactuada, sobre os depósitos do FGTS, decorrente da
em relação ao número de horas trabalhadas, atualização monetária em face dos expurgos
respeitado o valor da hora do salário míni- inflacionários.
mo, e dos valores referentes aos depósitos
do FGTS. OJ N' 344 DA SD/-100 TST
FGTS. Multa de 40%. diferenças decorrentes
OJN' 362.DJ(SDl-.I oo TST
dos expurgos inflacionários. Prescrição. Ter-
Contrato nulo. Efeitos. FGTS. Medida provisó- mo inicial
ria 2.164-41, de 24.08.2001, e art. 19-A da Lei O termo inicial do prazo prescricional para o
nº 8.036, de 11.05.1990. Irretroatividade empregado pleitear em juízo diferenças da
Não afronta o princípio da irretroatividade multa do FG)"S, decorrentes dos expurgos
da lei a aplicação do art. 19-A da Lei nº 8.036, inflacionários, deu-se com a vigência da Lei
de 11.05.1990, aos contratos declarados nu- Complementai' nº 11 o, em 30.06.01, salvo
los celebrados antes da vigência da Medida comprovado trânsito em julgado de decisão
Provisória n° 2.164-41, de 24.08.2001. proferida em ação proposta anteriormente
na Justiça Federal, que reconheça o direito à
4. PRESCRIÇÃO atualização do saldo da conta vinculada.

soÍi<vi:4N"362 o<>fsr
FGTS - Prescrição FGTS. Multa de 40%. Diferenças dos expur-
1 - Para os casos em que a ciência da lesão gos inflacionários. Prescrição. Interrupção
ocorreu a partir da 13.11.2014, é quinquenal decorrente de protestos judiciais
a prescrição do direito de reclamar contra O ajuizamento de protesto judicial dentro do
o não-recolhimento de contribuição para o biênio posterior à Lei Complementar nº 11 O,
FGTS, observado o prazo de dois anos após o de 29.06.2001, interrompe a prescrição, sen-
término do contrato; do irrelevante o transcurso de mais de dois
li - Para os casos em que o prazo prescricio- anos da propositura de outra medida acau-
nal já estava em curso em 13.11.2014, apli- telatória, com o mesmo objetivo, ocorrida
ca-se o prazo prescricional que se consumar antes da vigência da referida lei, pois ainda
primeiro: trinta anos, contados do termo não iniciado o prazo prescricional, conforme
inicial, ou cinco anos, a partir de 13.11.2014 disposto na Orientação Jurisprudencial nº
(STF-ARE-709212/DF). 344 da SBDl-1.

Sü~Ü~;,~·~~-~;fw;_:;t#*i;~%~~1~~~i;,'.\;;-~ -.·~f%~:{-(ii
Incidência sobre parcelas prescritas
A prescrição da pretensão relativa às parce-
las remuneratórias alcança o respectivo reco-
lhimento da contribuição para o FGTS.

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í AVISO-PRÉVIO E
CAPÍTULO IX

TÉRMINO DO CONTRATO
' DE TRABALHO
SUMARIO• 1. Aviso-prévio - 2. Término do contrato de trabalho

1. AVISO-PRÉVIO go, ante a incompatibilidade dos dois ins-


titutos.
SÚMULA tf' 441 00 TST
Aviso-prévio. Proporcionalidade
OJ tf' 268 DA 501.-.100 rsr,:
O direito ao aviso-prévio proporcional ao Indenização adicional. Leis n°s 6.708/79 e
tempo de serviço somente é assegurado nas 7 .238/84. Aviso-prévio. Projeção. Estabilida-
rescisões de confrato de trabalho ocorridas a de provisória
partir da publicação da Lei no 12.506, em 13 Somente após o término do período estabi-
de outubro de 2011. litário é que se inicia a contagem do prazo
do aviso prévio para efeito das indenizações
SOMULA N'380 DÓ TST . previstas nos artigos 9° da Lei nº 6.708/79 e
Aviso prévio. Início da contagem. Art. 132 do 9° da Lei nº 7.238/84.
código civil de 2002 SúMULAN'230ooTSF 't , ·
Aplica-se' a regra prevista no caput do art.
132 do Código Civil de 2002 à contagem do Aviso prévio. Substituição pelo pagamento
prazo do aviso-prévio, excluindo-se o dia do das horas reduzidas da jornada de trabalho
começo e incluindo o do seu vencimento. É ilegal substituir o período que se reduz da
jornada de trabalho, no aviso-prévio, pelo
soMuLA .f>216 ilo isr' pagamento das horas correspondentes.
Aviso prévio. Renúncia pelo empregado SiiMul.A'~.-: Í63 UpfS'f-'.;P;;;-;· :S~,·y_;i·+~i;::';;. --Sf:.:?S~-: "->-V'
O direito ao aviso-prévio é irrenunciável pelo
empregado. O pedido de dispensa de cum- Aviso prévio. Contrato de experiência
primento não exime o empregador de pagar Cabe aviso prévio nas rescisões antecipadas
o respectivo valor, salvo comprovação de dos contratos de experiência, na forma do
haver o prestador dos serviços obtido novo art. 481 da CLT (ex-Prejulgado nº 42).
emprego.
SúMU,,; NOil4 ~o rS[ . '
SóMuiA N' 348 oo TST
Aviso-prévio
Aviso prévio. Concessão na fluência da ga- A ces:;açã'b da atividade da empresa, com o
rantia de emprego. Invalidade pagámento da indenização, simples ou em
É inválida a concessão do aviso prévio na dobro, não exclui, por si só, o direito do em-
fluência da garantia provisória de empre- pregado ao aviso-prévio.
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tussoN • HENRIQUE • ROBERVAL
MIESSA CORREIA ROCHA

o empregado tem direito a SOo/o (cinquenta


por cento) do valor do aviso-prévio, do dé-
Aviso-prévio. Baixa na CTPS cimo terceiro salário e das férias proporcio-
A data de saída a ser anotada na CTPS deve nais.
corresponder à do término do prazo do avi- _,;_ -\ '\.: _\, ,,_,,, t. ·' -.
OJ,N" 140A5Dl~ltJOTST
so-prévio, ainda que indenizado.
Aviso-prévio cumprido em casa. Verbas res-
01 .. 367 DA 501.:: 1DO rsr·· J
cisórias. Prazo para pagamento
Aviso-prévio de 60 dias. Elastecimento por Em caso de aviso-prévio cumprido em casa,
norma coletiva. Projeção. Reflexos nas parce- o prazo para o pagamento das verbas resci-
las trabalhistas sórias é até o décimo dia da notificação da
O prazo de aviso-prévio de 60 dias, concedi- despedida.
do por meio de norma coletiva que silencia
sobre alcance de seus efeitos jurídicos, com-
SoMU!AN;7g oois'r
puta-se integralmente como tempo de ser- Despedida. Justa causa
viço, nos termos do § 1° do art. 487 da ClT, A ocorrência de justa causa, salvo a de aban-
repercutindo nas verbas rescisórias. dono de emprego, no decurso do,prazo de
5üMULA N' 305 DO rsr'' aviso-prévio dado pelo empregador; retira
do empregado qualquer direito às ~erbas
Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. In- rescisórias de natureza indenizatória.
cidência sobre o aviso prévio.
O pagamento relativo ao período de aviso-
-prévio, trabalhado ou não, está sujeito a Aviso-prévio. Indenização compensatória.
contribuição para o FGTS. Lei n° 6. 708, de 30. 10.1979
OJ ;,< 83 DA SDI ~ Joo:TST.• cc;• O tempo do aviso prévio, mésmo indenizado,
conta-se para efeito da indenização adicio-
Aviso prévio. Indenizado. Prescríção nal prevista no art. 9° da lei nº 6.708/1979.
A prescrição começa a fluir no final da data
do término do aviso prévio. Art. 487, § 1°, CLT. SUMULA "'!)42 DO rsr..
Indenização adicional. Valor
SüMULA N"311 DO TST.
A indenização adicional, prevista no art. 9°
Aviso-prévio indenizado. Efeitos. Superveni- da lei n° 6.708, de 30.10. 1979 e no art. 9° da
ência de auxílio-doença no curso deste lei n° 7.238 de 28.10.1984, corresponde ao
A projeção do contrato de trabalho para o salário mensal, no valor devido na data da
futuro, pela concessão do aviso-prévio inde- comunicação do despedimento, integrado
nizado, tem efeitos limitados às vantagens pelos adicionais legais ou convencionados,
econômicas obtidas no período de pré-aviso, ligados à unidade de tempo mês, não sendo
ou seja, salários, reflexos e verbas rescisórias. computável a gratificação natalina.
No caso de concessão de auxílio-doença no
curso do aviso-prévio, todavia, só se concre- ~qMIJ~i<iiHvq~J;.:·: ..i. 11.,;,\, . ;.:;,.
tizam os efeitos da dispensa depois de expi- Indenização adicional. Verbas rescisórias. Sa-
rado o benefício previdenciário. lário corrigido
.~e;,;,;, i; 14ô6T5( : •· •.. Se ocorrer a rescisão contratual no período
de 30 dias que antecede à data-base, o paga-
Culpa recíproca mento das verbas rescisórias com o salário já
Reconhecida a culpa recíproca na rescisão corrigido não afasta o direito à indenização
do contrato de trabalho (art. 484 da CLT}, adlcional.
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Av1sO-PR(V!O E T~RMINO 00 CONTRATO OE TRABALHO

2. TÉRMINO DO CONTRATO DE TRA- ocasião da sua dispensa imotivada, o empre-


BALHO gado tem direito à multa de 40% do FGTS so-
-i ." - ' :- . .. -:. ·::_ -.;:-\-ic\ ·:Z_"-:':'C:. -.'.':J<}·\,;,; -..,J';'' bre a totalidade dos depósitos efetuados no
.SóMUif4:fl°:'17;:tJO/J'.~fl-f\1~%1J;1:fi~§&J~~~~i~~~~1{1iJ.., curso do pacto laboral.
Férias proporcionais. Contrato de trabalho.
Extinção
Salvo na hipótese de dispensa do emprega- Servidor público. Celetista concursado. Des-
do por justa causa, a extinção do contrato de pedida imotivada. Empresa pública ou socie-
trabalho sujeita o empregador ao pagamen- dade de economia mista. Possibilidade
to da remuneração das férias proporcionais, 1- A despedida de empregados de empresa
ainda que incompleto o período aquisitivo pública e de sociedade de economia mista,
de 12 (doze) meses. mesmo admitidos por concurso público, in-
depende de ato motivado para sua validade;
li - A validade do ato de despedida do em-
Férias proporcionais. Pedido de demissão. pregado da Empresa Brasileira de Correios e
Contrato vigente há menos de um ano Telégrafos {ECT) está condicionada à moti-
O empregado que se demite antes de com- vação, por gozar a empresa do mesmo trata-
pletar 12 (doze} meses de serviço tem direito m_ento destinado à Fazenda Pública em rela-
a férias proporcionais. ção à imunidade tributária e à execução por
precatório, além das prerrogativas de foro,
prazos e custas processuai.s.
Dispensa discriminatória. Presunção. Empre-
gado portador de doença grave. Estigma ou
preconceito. Direito à reintegração. Readmissão
Presume-se discriminatória a· despedida de Em caso de readmissão, conta-se a favor do
empregado portador do vírus HIV ou de ou-
empregado o período de serviço anterior,
tra doença grave que suscite estigma ou pre-
encerrado com a saída espontânea.
conceito. Inválido o ato o empregado tem
direito à reintegração no emprego.

~SJt~fiM:~~~~~tt~:·.;.~~t~l'r;·_~G~~~~lJ~1 Mora
Abandono de emprego O só pagamento dos salários atrasados em
audiência não elide a mora capaz de deter-
Presume-se o abandono de emprego se o
trabalhador não retornar ao serviço no prazo minar a rescisão do coritrato de trabalho.
de 30 dias após a cessação do benefício pre-
videnciário nem justificar o motivo de não o
fazer. Multa. Art. 477 da CLT. Contagem do prazo.
Aplicável o art. 132 do Código Civil de 2002
A contagem do·- prazo para quitação das
Aposentadoria espontânea. Unicidade do verbas decorrentes da rescisão contratual
contrato de trabalho. Multa de 40% do FGTS prevista no artigo 477 da CLT exclui neces-
sobre todo o período sariamente o dia da notificação da demis-
A aposentadoria espontânea não é causa são e inclui o dia do vencimento, em obedi-
de extinção do contrato de trabalho se o ência ao disposto no artigo 132 do Código
empregado permanece prestando serviços Civil de 2002 (artigo 125 do Código Civil de
ao empregador após a jubilação. Assim, por 1916),
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goria, ao empregador, com observância dos


requisitos exigidos nos parágrafos do art.
Multa. Art. 477 da CLT. Pessoa jurídica de di- 477, da CLT, tem eficácia liberatória em rela-
reito público. Aplicável ção às parcelas expressamente consignadas
Submete-se à multa do artigo 477 da CLT a pes- no recibo, salvo se oposta ressalva- .expressa-
soa jurídica de direito público que não observa mente e especificada ao valor dado à parcela
o prazo para pagamento das verbas rescisórias, ou parcelas impugnadas.
pois nivela-se a qualquer particular, em direitos 1 - A quitação não abrange parcelas não
e obrigações, despojando-se do jus imperii ao consignadas no recibo de quitação e, conse-
celebrar um contrato de emprego. quentemente, seus reflexos em outras par-
celas, ainda que essas constem desse recibo.
So!.IÓLlll".ÍlJ i!O TSJ; ,! , , •> li - Quanto a direitos que deveriam ter sido
Salário. Empresa. Cessação das atividades satisfeitos durante a vigência do contrato de
Extinto, automaticamente, o vínculo empregatí- trabalho, a quitação é válida em relação ao
cio com a cessação das atividades da empresa, os período expressamente consignado no reci-
salários só são devidos até a data da extinção. bo de quitação.

S.üMUU\ li" 462 DO TST

Culpa recíproca Multa do art. 477, § 8°, da CLT. Incidência.


Reconhecimento judicial da relação de em-
Reconhecida a culpa recíproca na resc1sao
prego.
do contrato de trabalho (art. 484 da CLT), o
empregado tem direito a 50% (cinquenta A circunstância de a relação de emprego ter
por cento) do valor do aviso prévio, do déci- sido reconhecida apenas em juízo não tem o
mo terceiro salário e das férias proporcionais. condão de afastar a incidência da multa pre-
vista no art. 477, §8°, da CLT. A referida multa
não será devida apenas quando, comprova-
damente, o empregado der causa à mora no
Contrato nulo. Efeitos pagamento das verbas rescisórias.
A contratação de servidor público, após a
CF/1988, sem prévia aprovação em concurso
público, encontra óbice no respectivo art. 37,
Compensação
li e § 2°, somente lhe conferindo direito ao
pagamento da contraprestação pactuada, em A compensação, na JuStiça do Trabalho, está
relação ao número de horas trabalhadas, res- restrita a dívidas de natureza trabalhista.
peitado o valor da hora do salário mínimo, e
dos valores referentes aos depósitos do FGTS.
Lei nº 8.880/94, Art. 31. Constitucionalidade
É constitucional o art. 31 da Lei n° 8.880/94,
Quitação. Validade que prevê a indenização por demissão sem
A quitação passada pelo empregado, com justa causa.
assistência da entidade sindical de sua cate-

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CAPÍTULO X

PRESCRIÇÃO
E DECADÊNCIA
SUMARIO· 1. Prescrição; 1.1. Prescrição total; 1.2. Prescrição parcial; 1.3. Ação rescisória. Pres-
crição total e parcial; 1.4. Suspensão do contrato de trabalho; 1.5. Interrupção da prescrição; 1.6.
Rurícola; 1.7. Prescrição intercorrente; 1.8. FGTS; 1.9. Expurgos inflacionários; 1.1 O. Ação de cum-
primento; 1.11. Mudança do regime celetista para estatutário; 1. 12. Complementação de pensão
e auxílio funeral; 1.13. Ministério público - 2. Decadência

1. PRESCRIÇÃO li - A norma constitucional que ampliou o


prazo de prescrição da ação trabalhista para
SúMUU\ Nº 153 DO TST 5 (cinco) anos é de aplicação imediata e não
atinge pretensões já alcançadas pela pres-
Prescrição
crição bienal quando da promulgação da
Não se conhece de prescrição não argüida na CF/1988.
instância ordinária

SúMUU\11" 15600 TST


Prescrição. Marco inicial. Ação condenató-
Prescrição. Prazo ria. Trânsito em julgado da ação declaratória
com mesma causa de pedir remota ajuizada
Da extinção do último contrato começa a
antes da extinção do contrato de trabalho.
fluir o prazo prescricional do direito de ação
O marco inicial da contagem do prazo pres-
em que se objetiva a soma de períodos des-
cricional para o ajuizamento de ação conde-
contínuos de trabalho.
natória, quando advém a dispensa do em-
pregado no curso de ação declaratória que
possua a mesma causa de pedir remota, é o
Aviso-prévio. Indenizado. Prescrição trânsito em julgado da decisão proferida na
A prescrição começa a fluir no final da data ação declaratória e não a data da extinção do
do término do aviso prévio. Art. 487, § 1°, CLT. contrato de trabalho.

1.1. Prescrição total

Prescrição quinquenal ':SoMüL~!~~--pi;'f:Sf:~,} '\' .;:\ ,:;- :- >', , / -''':7,':(1*{i·~"li

l - Respeitado o biênio subsequente à ces- Prescrição. Alteração contratual. Trabalhador


sação contratual, a prescrição da ação traba- urbano
lhista concerne às pretensões imediatamen- Tratando-se de ação que envolva pedido de
te anteriores a cinco anos, contados da data prestações sucessivas decorrente de altera-
do ajuizamento da reclamação e, não, às an- ção dci pactuado, a prescrição é total, exceto
teriores ao quinquênio da data da extinção quando o direito à parcela esteja também
do contrato. assegurado por preceito de lei.
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Comissões. Alteração ou Supressão. Prescri- Complementação de aposentadoria. Prescri-


ção total ção total
A supressão das comissões, ou a alteração A pretensão à complementação de aposen-
quanto à forma ou ao percentual, em preju- ~adoriajamais recebida prescreve em 2 (dois)
ízo do empregado, é suscetível de operar a ~nos contados da cessação do contrato de tra-
prescrição total da ação, nos termos da Sú- balho.
mula nº 294 do TST, em virtude de cuidar-se
de parcela não assegurada por preceito de
'(J},; 243 ;,,;_5iJi ~ jb,, TST
lei. Prescrição total. Planos econômicos

01"° 242Msoi~raórfr' Aplicável a prescrição total sobre o direito de


reclamar diferenças salariais resultantes de pla-
Prescrição total. Horas extras. Adicional. In- nos econômicos.
corporação
Embora haja previsão legal para o direito à
hora extra, inexiste previsão para a incorpo- Substituição dos avanços trienais por'qüinqüê-
ração ao salário do respectivo adicional, ra- nios. Alteração do contrato de trabalho. Pres-
zão pela qual deve incidir a prescrição total. crição total. CEEE
A alteração contratual consubstanciada na
Sú~ULAN°-199;oá.Tsr:1 :-,:~,;-):>,
substituição dos avanços trienais por qüinqüê-
Bancário. Pré-contratação de horas extras nios decorre de ato único do empregador, mo-
1 - A contratação do serviço suplementar, mento em que começa a fluir o prazo fatal de
prescrição.
quando da admissão do trabalhador bancá-
rio, é nula. Os valores assim ajustados apenas 1.2. Prescrição parcial
remuneram a jornada normal, sendo devidas
as horas extras com o adicional de, no míni-
mo, 50% (cinqüenta por cento), as quais não
soiJuiA."° 2d11JO rst:
configuram pré-contratação, se pactuadas Prescrição. Alteração contratual. Trabalhador
após a admissão do bancário. urbano
11 - Em se tratando de horas extras pré-con- Tratando-se de ação que envolva pedido de
tratadas, opera-se a prescrição total se a ação prestações sucessivas decorrente de alteração
não for ajuizada no prazo de cinco anos, a do pactuado, a prescrição é total, exceto quan-
partir da data em que foram suprimidas. do o direito à parcela esteja também assegura-
do por preceito de lei.
"-~li~ii~ ~ 27$~&/iS~~;:~:;J~:~'i~:;\'1:+'\~\s:;;:~:-:; -'i'
Prescrição. Desvio de função e reenquadra-
Na ação de equiparação salarial, a prescrição é
mento
parcial e só alcança as diferenças salariais ven-
1 - Na ação que objetive corrigir desvio fun- cidas no período de 5 (cinco) anos que prece-
cional, a prescrição só alcança as diferenças deu o ajuizamento.
salariais vencidas no período de 5 (cinco) ;f#.i
anos que precedeu o ajuizamento.
li - Em se tratando de pedido de reenquadra- Diferenças salariais. Plano de cargos e salários.
mento, a prescrição é total, contada da data Descumprimento. Critérios de promoção não
do enquadramento do empregado. observados. Prescrição parcial.
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PRESCRIÇÃO E DECAOfNCIA

Tratando-se de pedido de pagamento de dife- aposentadoria por invalidez, não impede a


renças salariais decorrentes da inobservância fluência da prescrição quinquenal, ressalva-
dos critérios de promoção estabelecidos em da a hipótese de absoluta impossibilidade de
Plano de Cargos e Salários criado pela empresa, acesso ao Judiciário.
a prescrição aplicável é a parcial, pois a lesão é
sucessiva e se renova mês a mês. 1.5. Interrupção da prescrição
,,,,,_, ; '-' -' - '-'·//+'' ''-'··(,,\"'F'.f'\\W;W-(:t''••J,,\'/•%V;;"1!' ·' '\?··
SúMW...,/1° 3;Z7po !,~Jj;;~L&fi;;;;r_~t--_n:~:--·;1.:;11;\' :·.-· ·
Complementação de aposentadoria. Diferen- Prescrição. Interrupção. Ação trabalhista Ar-
ças. Prescrição parcial quivada
A pretensão a diferenças de complementação A ação trabalhista, ainda que arquivada, inter-
de aposentadoria sujeita-se à prescrição parcial rompe a prescrição somente em relação aos
e quinquenal, salvo se o pretenso direito decor- pedidos idênticos.
rer de verbas não recebida"s no curso da relação
de emprego e já alcançadas pela prescrição, à (ij~392 aifil!iPl~'ff57:,'zr,i1 r.,'!iif'~ i i'"
época da propositura da ação.
Prescrição. Interrupção. Ajuizamento de pro-
59~LJLA. ;jo:J!~}j2m~: .~~~.1:::;:_~~ -·.~~~ ;·:~: ,"'..
1 1 7
-~,~ :·:.•: testo judicial. Marco inicial
Gratificação semestral. Congelamento. Prescri- O protesto judicial é medida aplicável no
ção parcial pr6cesso do trabalho, por força do art. 769
da CLT e do art. 15 do CPC de 201 5. O ajuiza-
Tratando-se de pedido de diferença de gratifica-
mento da ação, por si só, interrompe o prazo
ção semestral que teve seu valor congelado, a
prescricional, em razão dá inaplicabilidade
prescrição aplicável é a parcial.
do§ 2° do art. 240 do CPC de 2015 (§ 2° do
1.3. Ação Rescisória. Prescrição total e art. 219 do CPC de 1973), incompatível com
parcial o disposto no art. 841 da .CLT.
'''"---"·-~-
~€{:;~
1.6. Rurícola

Ação rescisória. Prazo prescricional. Total ou par- 0111'2'1 aASól~ 1iJà rsr ·
cial. Violação do art. 7°, XX.IX, da CF/1988. Maté-
ria infraconstitucional Rurícola. Prescrição. Contrato de emprego
extinto. Emenda constitucional n° 28/2000.
Não procede ação res_cisória calcada em viola-
Inaplicabilidade
ção do art. 7°, XXIX, da CF/1988 quando a ques-
tão envolve discussão sobre a espécie de prazo O prazo prescricional da pretensão do ruríco-
prescricional aplicável aos créditos trabalhistas, la, cujo contrato de emprego já se extinguira
se total ou