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Um Padrão Exato

Certo dia uma loja de artigos em geral recebeu a visita de um inspetor do


governo a trabalho. Ele verificou a régua usada para tirar medidas e descobriu que ela
estava um centímetro menor do que o padrão aprovado. Seria correto o dono da loja
dizer:
- Um centímetro é muito pouco! Na verdade é quase nada.

Seria certo ele dizer:


- Meu pai usava essa régua antes de mim, e o que era bom para ele é bom para mim
também. Esta régua está há muitas gerações na minha família, não é possível que
tantas pessoas boas e bem intencionadas tenham enganado os fregueses…

O inspetor da loja teria dito:


- Embora, sem dúvida, o seu pai tenha sido um homem bom, ele estava enganado;
provavelmente ele não sabia que estava equivocado, mas você sabe. Você não pode
ser honesto e continuar usando uma régua falsa.

Existem muitas pessoas que, em termos de religião, falam exatamente como


esse dono na loja teria falado para se defender do seu engano involuntário e sem
intenção de lesar ninguém. Permitem um pequeno erro, engano ou equivoco por não
acharem que tenha muita importância. A respeito da música instrumental, do jeito de
adorar a Deus, de ignorar ensinamentos importantes, de critério para ofertar ou outras
inovações, elas dizem:
- É um detalhe muito pequeno, não se preocupe com isso.

Quem somos nós para decidir o que é um detalhe pequeno e o que é importante?
Ainda que o dono da loja considerasse um centímetro pouco, o oficial do governo era
quem deveria decidir, da mesma forma, ainda que consideremos algumas coisas
insignificantes na adoração da igreja; não cabe a nós decidir o que é significativo. O
modelo divino fornecido na Bíblia é o nosso único padrão; devemos enterrar nossos
próprios padrões e seguir o padrão inspirado.

Pessoas de boa moral, às vezes, dizem o seguinte quando são questionadas


sobre o denominacionalismo que abraçam:
- Meu pai e minha mãe eram pessoas boas. Eles eram membros desta
denominação, então eu acho que vou seguir o que eles seguiram.

Se o dono da loja continuasse a seguir o exemplo de seu pai usando uma régua de
um metro com um centímetro a menos, ele iria parar na cadeia por enganar seus
fregueses. O que você acha que vai acontecer com aquele que permite o equívoco ou
uma pequena doutrina infiltrada na adoração? A verdade sobre religião não é e não
pode ser decidida com base no que nossos pais fizeram ou não fizeram. Só há uma
maneira de saber a verdade – recorrendo à Bíblia.

Finalmente, consideremos os casos de Nadabe e Abiú em Levíticos 10:1-7 e de


Uzá em 2º Sm 6:1-7. Questione se eles não tinham boa intenção, se não pareceu
injusto terem sidos punidos por fazerem o que eles acreditavam ser o certo. Se você
der razão a eles, então estará dizendo que Deus agiu errado. Diz o ditado popular: “De
boa intenção, o inferno está cheio”. Não use sua fé pessoal e sem fundamentação na
palavra de Deus para tentar agradar a Deus, Ele pode ser justo com você castigando
aquele que O adora com boa intenção mas de uma forma que Ele não pediu.