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Resolução n.º. 1.02.2010 – GBPRINESPEC, de 27 de agosto de 2010.

EMENTA: Transforma o Projeto ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL do INSTITUTO DE


ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA, em instituição regular de ensino direcionado
a EDUCAÇÃO ESPECIAL, denominado CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL
ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC e dá outras providências.

A Presidente do Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura, no


uso de suas atribuições legais, fulcrada no estatuto da entidade(Art. 20 – Compete ao Presidente: I –
representar o Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura ativa e passivamente, judicial e
extrajudicialmente; II – cumprir e fazer cumprir este Estatuto e o Regimento Interno; III – convocar
e presidir a Assembléia Geral: IV – convocar e presidir as reuniões da Diretoria; V – assinar todos
os cheques, ordens de pagamento e títulos que representem obrigações financeiras do Instituto de
Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura) devidamente publicado na rede mundial de
computadores(http://wwwestatutoinespec.blogspot.com/);

CONSIDERANDO o que dispõe o estatuto nos seus artigos; Art.2º - O


Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura tem como objetivo principal manter instituições de
ensino de níveis: a) Médio; b) Superior; c) Projetos específicos de educação, cultura, extensão e
cultura; d) Manter organismos de defesa dos interesses difusos da sociedade civil. Art.3º – No
desenvolvimento de suas atividades, o Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura não fará
qualquer discriminação de raça, cor, sexo ou religião. Art.4º – O Instituto de Ensino Pesquisa,
Extensão e Cultura terá um Regimento Interno, que aprovado pela Assembléia Geral, disciplinará o
seu funcionamento. Art.5º – A fim de cumprir sua(s) finalidade(s), O Instituto de Ensino Pesquisa,
Extensão e Cultura poderá organizar-se em tantas unidades de prestação de serviços, quantas se
fizerem necessárias, as quais se regerão pelo seu Regimento Interno, pelo Regimento Interno do
Instituto de Ensino Pesquisa, Extensão e Cultura;

CONSIDERANDO que a educação abrange os processos formativos


que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de
ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações
culturais; A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos
ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu
preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho(Art. 1º e Art. 2º da Lei
Federal Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação
nacional);

CONSIDERANDO o que dispõe a LDB no CAPÍTULO V - DA


EDUCAÇÃO ESPECIAL - Art. 58. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a
modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para
educandos portadores de necessidades especiais. § 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio
especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial. §
2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que,
em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes
comuns de ensino regular. § 3º A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem
início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil. Art. 59. Os sistemas de ensino
assegurarão aos educandos com necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos
educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades; II - terminalidade
específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino
fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo o
programa escolar para os superdotados; III - professores com especialização adequada em nível
médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular
capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns; IV - educação especial para o
trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para
os que não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com os
órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas
artística, intelectual ou psicomotora; V - acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais
suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular. Art. 60. Os órgãos normativos
dos sistemas de ensino estabelecerão critérios de caracterização das instituições privadas sem fins
lucrativos, especializadas e com atuação exclusiva em educação especial, para fins de apoio técnico
e financeiro pelo Poder Público. Parágrafo único. O Poder Público adotará, como alternativa
preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com necessidades especiais na própria rede
pública regular de ensino, independentemente do apoio às instituições previstas neste artigo;

CONSIDERANDO o que dispõe a LEI FEDERAL Nº 12.014, DE 6


DE AGOSTO DE 2009.Altera o art. 61 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, com a
finalidade de discriminar as categorias de trabalhadores que se devem considerar profissionais da
educação;

CONSIDERANDO o que dispõe o Art. 62. A formação de docentes


para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação
plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para
o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental,
a oferecida em nível médio, na modalidade Normal(Lei Federal Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO
DE 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional);

CONSIDERANDO o que dispõe o DECRETO FEDERAL No 3.276,


DE 6 DE DEZEMBRO DE 1999. Dispõe sobre a formação em nível superior de professores para
atuar na educação básica, e dá outras providências;

CONSIDERANDO os fundamentos seguintes: a Educação Especial,


como modalidade da educação escolar, organiza-se de modo a considerar uma aproximação
sucessiva dos pressupostos e da prática pedagógica social da educação inclusiva, a fim de cumprir
os seguintes dispositivos legais e político-filosóficos: Constituição Federal, Título VIII, da ORDEM
SOCIAL: Artigo 208: III – Atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência,
preferencialmente na rede regular de ensino; IV - § 1º - O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é
direito público e subjetivo. V – Acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação
artística, segundo a capacidade de cada um; Art. 227: II - § 1º - Criação de programas de prevenção
e atendimento especializado para os portadores de deficiência física, sensorial ou mental, bem como
de integração social do adolescente portador de deficiência, mediante o treinamento para o trabalho
e a convivência, e a facilitação do acesso aos bens e serviços coletivos, com a eliminação de
preconceitos e obstáculos arquitetônicos. § 2º - A lei disporá normas de construção dos logradouros
e dos edifícios de uso público e de fabricação de veículos de transporte coletivo, a fim de garantir
acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência. Lei n°. 10.172/01. Aprova o Plano Nacional
de Educação e dá outras providências. O Plano Nacional de Educação estabelece vinte e sete
objetivos e metas para a educação das pessoas com necessidades educacionais especiais.
Sinteticamente, essas metas tratam: do desenvolvimento de programas educacionais em todos os
municípios – inclusive em parceria com as áreas de saúde e assistência social – visando à ampliação
da oferta de atendimento desde a educação infantil até a qualificação profissional dos alunos; das
ações preventivas nas áreas visual e auditiva até a generalização do atendimento aos alunos na
educação infantil e no ensino fundamental; do atendimento extraordinário em classes e escolas
especiais ao atendimento preferencial na rede regular de ensino; e da educação continuada dos
professores que estão em exercício à formação em instituições de ensino superior. Lei n°. 8.069/90.
Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente. O Estatuto da Criança e do Adolescente, entre
outras determinações, estabelece, no § 1o do Artigo 2o: "A criança e o adolescente portadores de
deficiências receberão atendimento especializado." Lei n°. 9.394/96. Estabelece as diretrizes e
bases da educação nacional. Art. 4º, III – atendimento educacional especializado aos portadores de
deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. Art. 58. Entende-se por educação especial,
para os efeitos desta lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede
regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais". § 1º Haverá, quando
necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da
clientela de educação especial. § 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou
serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for
possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular. § 3º A oferta de educação especial,
dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação
infantil. Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: I –
currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas
necessidades; II – terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido
para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir
em menor tempo o programa escolar para os superdotados; III – professores com especialização
adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do
ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns; IV – educação
especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive condições
adequadas para os que não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante
articulação com os órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma habilidade
superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora; V – acesso igualitário aos benefícios dos
programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular. Art. 60. Os
órgãos normativos dos sistemas de ensino estabelecerão critérios de caracterização das instituições
privadas sem fins lucrativos, especializadas e com atuação exclusiva em educação especial, para
fins de apoio técnico e financeiro pelo Poder Público. Parágrafo Único. O Poder Público adotará,
como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com necessidades
especiais na própria rede pública regular de ensino, independentemente do apoio às instituições
previstas neste artigo." Decreto Federal n°. 3.298/99. Regulamenta a Lei no. 7.853/89, que dispõe
sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas
de proteção e dá outras providências. Portaria MEC n°. 1.679/99. Dispõe sobre os requisitos de
acessibilidade a pessoas portadoras de deficiências para instruir processos de autorização e de
reconhecimento de cursos e de credenciamento de instituições. Lei Federal n°. 10.098/2000.
Estabelece normas gerais e critérios básicos para promoção da acessibilidade das pessoas portadoras
de deficiência ou com mobilidade reduzida e dá outras providências;

CONSIDERANDO que os fundamentos CENTRO DE


ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC e contribuir
ára a construção da inclusão na área educacional especial; e por educação especial, modalidade de
educação escolar – conforme especificado na LDBEN e no recente Decreto Federal nº 3.298, de 20
de dezembro de 1999, Artigo 24, § 1º – entende-se um processo educacional definido em uma
proposta pedagógica, assegurando um conjunto de recursos e serviços educacionais especiais,
organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos,
substituir os serviços educacionais comuns4, de modo a garantir a educação escolar e promover o
desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais
especiais, em todos os níveis, etapas e modalidades da educação; A educação especial, portanto,
insere-se nos diferentes níveis da educação escolar: Educação Básica – abrangendo educação
infantil, educação fundamental e ensino médio – e Educação Superior, bem como na interação com
as demais modalidades da educação escolar, como a educação de jovens e adultos, a educação
profissional e a educação indígena; A política de inclusão de alunos que apresentam necessidades
educacionais especiais na rede regular de ensino não consiste apenas na permanência física desses
alunos junto aos demais educandos, mas representa a ousadia de rever concepções e paradigmas,
bem como desenvolver o potencial dessas pessoas, respeitando suas diferenças e atendendo suas
necessidades; O respeito e a valorização da diversidade dos alunos exigem que a escola defina sua
responsabilidade no estabelecimento de relações que possibilitem a criação de espaços inclusivos,
bem como procure superar a produção, pela própria escola, de necessidades especiais. A proposição
dessas políticas deve centrar seu foco de discussão na função social da escola. É no projeto
pedagógico que a escola se posiciona em relação a seu compromisso com uma educação de
qualidade para todos os seus alunos. Assim, a escola CENTRO DE ATENDIMENTO
EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC deve assumir o papel de
propiciar ações que favoreçam determinados tipos de interações sociais, definindo, em seu
currículo, uma opção por práticas heterogêneas e inclusivas; De conformidade com o Artigo 13 da
LDBEN, em seus incisos I e II, ressalta-se o necessário protagonismo dos professores no processo
de construção coletiva do projeto pedagógico; Dessa forma, não é o aluno que se amolda ou se
adapta à escola, mas é ela que, consciente de sua função, coloca-se à disposição do aluno, tornando-
se um espaço inclusivo. Nesse contexto, a educação especial do CENTRO DE ATENDIMENTO
EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC é concebida para possibilitar que
o aluno com necessidades educacionais especiais atinja os objetivos da educação geral;

CONSIDERANDO que o CENTRO DE ATENDIMENTO


EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC terá como missão promover
acessibilidade, buscando inclusão, aprendizagem e a superação das barreiras pessoais que impedem
o desenvolvimento e bem estar de cada sujeito, para tanto se utilizará de uma Equipe
Interdisciplinar formada por diversos seguimentos profissionais: Psiquiatria; Psicologia;
Neurologia; Psicanálise; Psicopedagogia; Fonoaudiologia; Fisioterapia; Pedagogia; Educação
Especial; Neurolinguística; Psicomotricidade e Terapeuta Familiar; Neste espectro a escola para
todos não exclui, acolhe de forma incondicional todo e qualquer aluno. Não os inclui por uma
questão meramente filosófica, de solidariedade ou compaixão, mas especialmente por uma questão
de direito, que deve ser preservado por pais, professores e por todos nós, cidadãos conscientes de
nossos deveres relativos à infância; Sendo a educação um direito indisponível e do aluno, ele está
alinhado a uma série de outros princípios de ordem constitucional e educacional. Há no momento
uma grande preocupação relativa à inclusão escolar, dado que existem várias interpretações sobre o
que é uma escola para todas as crianças, sobre a exclusão escolar, sobre a inserção dos alunos com
deficiência e com altas habilidades nas escolas comuns e sobre o papel da educação especial, como
uma das garantias da inclusão desses alunos .Há também muitas versões equivocadas do que a
inclusão representa em termos de melhoria da qualidade do ensino das escolas;

CONSIDERANDO que o CENTRO DE ATENDIMENTO


EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC desenvolverá
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE, a escola deve
perpassar todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional especializado,
disponibiliza os recursos e serviços e orienta quanto a sua utilização no processo de ensino e
aprendizagem nas turmas comuns do ensino regular. Os sistemas de ensino devem matricular os
alunos com deficiência, os com transtornos globais do desenvolvimento e os com altas
habilidades/superdotação nas escolas comuns do ensino regular e ofertar o atendimento educacional
especializado – AEE, promovendo o acesso e as condições para uma educação de qualidade. O
atendimento educacional especializado - AEE tem como função identificar, elaborar e organizar
recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos
alunos, considerando suas necessidades específicas. Esse atendimento complementa e/ou
suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.
Consideram-se serviços e recursos da educação especial àqueles que asseguram condições de acesso
ao currículo por meio da promoção da acessibilidade aos materiais didáticos, aos espaços e
equipamentos, aos sistemas de comunicação e informação e ao conjunto das atividades escolares.
Para o atendimento às necessidades específicas relacionadas às altas habilidades/superdotação são
desenvolvidas atividades de enriquecimento curricular nas escolas de ensino regular em articulação
com as instituições de educação superior, profissional e tecnológica, de pesquisa, de artes, de
esportes, entre outros. Nos casos de escolarização em classe hospitalar ou em ambiente domiciliar, o
AEE é ofertado aos alunos público-alvo da educação especial, de forma complementar ou
suplementar. O AEE é realizado, prioritariamente, na Sala de Recursos Multifuncionais da própria
escola ou em outra escola de ensino regular, no turno inverso da escolarização, podendo ser
realizado, também, em centro de atendimento educacional especializado público ou privado sem
fins lucrativos, conveniado com a Secretaria de Educação;

CONSIDERANDO que o CENTRO DE ATENDIMENTO


EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC terá o seguinte PÚBLICO-
ALVO: Considera-se público-alvo do AEE: a. Alunos com deficiência: aqueles que têm
impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial, os quais, em
interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em
igualdade de condições com as demais pessoas. b. Alunos com transtornos globais do
desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento
neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras.
Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett,
transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação. c.
Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande
envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual,
acadêmica, liderança, psicomotora, artes e criatividade;

CONSIDERANDO que o CENTRO DE ATENDIMENTO


EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC terá que se encaixar dentro dos
critérios do Decreto Federal n.º. 6.571/08, os alunos público alvo da educação especial serão
contabilizados duplamente no FUNDEB, quando tiverem matrícula em classe comum de ensino
regular da rede pública e matrícula no atendimento educacional especializado - AEE, conforme
registro no Censo escolar/ MEC/INEP do ano anterior. Dessa forma, são contempladas: a. Matrícula
na classe comum e na sala de recursos multifuncional da mesma escola pública; b. Matrícula na
classe comum e na sala de recursos multifuncional de outra escola pública; c. Matrícula na classe
comum e no centro de atendimento educacional especializado público; d. Matrícula na classe
comum e no centro de atendimento educacional especializado privado sem fins lucrativos;

Resolve,
CAPITULO I
DA CRIAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO
Artigo. 1º – Fica instituída a unidade operacional do INESPEC - INSTITUTO DE ENSINO,
PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA, denominada CENTRO DE ATENDIMENTO
EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, com sede em Fortaleza, Ceará, à
Rua Dr. Fernandes Augusto, número 873, CEP 60540.260, e que reger-se-á pelo presente
REGIMENTO GERAL ESCOLAR CONSOLIDADO. .
Parágrafo Único. Com a criação da unidade em instituição regular de ensino direcionado a
EDUCAÇÃO ESPECIAL, fica incorporado o Projeto ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL do
INSTITUTO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA, incluso nesta incorporação
todos os direitos materiais e imateriais, bem como as responsabilidades inerentes ao acervo
acadêmico escolar dos alunos até aqui matriculados.
Artigo. 2º – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC gozará de autonomia didático cientifica, disciplinar, administrativa e financeira,
que será exercida na forma da lei, do estatuto do INESPEC, do presente diploma legal, e dos atos
derivados do poder administrativo da mantida e da mantenedora.
Parágrafo Único. As expressões INESPEC, ESCOLA, CAEE-ESEDE-INESPEC ou e ESEDE-
INESPEC nos atos oficiais expressam o nome: CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL
ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC ou CENTRO DE ATENDIMENTO
EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
CAPÍTULO II
DA NATUREZA E DOS FINS
Artigo. 3º – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC se fundamenta nas normas educacionais vigentes na República Federativa do
Brasil, e segue como princípios:
a) O Brasil é um Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

I - a soberania;

II - a cidadania;

III - a dignidade da pessoa humana;

IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

V - o pluralismo político, educacional, cultural e de diversidade socioeconômico.

b) Constituem objetivos fundamentais:

I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

II - garantir o desenvolvimento nacional;

III – contribuir com ações visando erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades
sociais e regionais;

IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer
outras formas de discriminação.

c) Nas suas relações a entidade escolar deve rege-se nas suas relações pelos seguintes princípios:

I - independência nacional;

II - prevalência dos direitos humanos;


III - autodeterminação dos povos;

IV – não intervenção nas autonomias de seu corpo institucional, salvo para a a manutenção da
legalidade;

V - defesa da paz;

VI - solução pacífica dos conflitos;

VII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;

IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;

d) Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos membros da
entidade o direito à liberdade, à igualdade e à segurança jurídica dos atos promovidos pela entidade
escolar.

Artigo. 4º – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC é uma ESCOLA privada, porém estando em curso convênios com os
PODERES PÚBLICOS, estes poderão definir os limites da gratuidade, no silêncio jurídico dos
convênios prevalece as regras do presente REGIMENTO GERAL ESCOLAR CONSOLIDADO.

Artigo. 5º – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC é uma ESCOLA laica, e lutará pelo direito da população a educação, tendo
como base que é dever da família e do Estado fomentar a formação cultural do cidadão e estará a
serviço das necessidades e características de desenvolvimento e aprendizagem dos alunos,
independentemente de sexo, raça, cor, situação socioeconômica, credo religioso e político e
quaisquer preconceitos e discriminações.
Artigo. 6º – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC é uma ESCOLA que tem por fim promover o Ensino na modalidade
EDUCAÇÃO ESPECIAL.
Artigo. 7º – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC é uma ESCOLA que desenvolverá esforços para assegurar, as crianças, jovens e
adultos, desenvolvimento de sua formação cidadã, assegurando-lhe a formação comum
indispensável para o exercício da cidadania e fornecendo-lhe meios para progredir no trabalho e em
estudos posteriores, tendo por princípios:
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;
III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;
IV - respeito à liberdade e apreço à tolerância;
V - coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
VI - garantia de padrão de qualidade;
VII - valorização da experiência extraescolar;
VIII - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais;
IX - elaborar e executar sua proposta pedagógica;
X - administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros;
XI - assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aulas estabelecidas;
XII - velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;
XIII - prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento;
XIV - articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade
com a escola;
XV- informar os pais e responsáveis sobre a frequência e o rendimento dos alunos, bem como sobre
a execução de sua proposta pedagógica.
CAPÍTULO III
DOS OBJETIVOS
Artigo. 8º – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC desenvolverar seus objetivos na prática escolar previamente definido no
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO.
Artigo. 9º – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC tem por objetivo a formação básica do aluno com uma consciência social,
crítica, solidária e democrática, onde esse aluno, inclusive se portador de necessidades especiais, vá
gradativamente se percebendo como agente do processo de construção do conhecimento e de
transformação das relações entre os homens em sociedade, através da ampliação e recriação de suas
experiências, da sua articulação com o saber organizado e da relação da teoria com a prática,
respeitando-se as especificidades do ensino fundamental, mediante:
I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da
leitura, da escrita e do cálculo;
II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos
valores em que se fundamenta a sociedade;
III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de
conhecimento e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância
recíproca em que se assenta a vida social.
CAPÍTULO IV
DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA
Artigo. 10. – CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC manterá a educação especial adequando-se as condições especificas de cada
aluno nas suas respectivas individualidades.
Artigo. 11. – Deve o CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO –
CAEE-ESEDE-INESPEC assegurar:
I - A obrigação de cumprimento da carga mínima anual aplicável ao aluno.
II - Cabe a administração assegurar o quadro de profissionais para garantir o cumprimento da carga
horária mínima anual.
Artigo. 12. – Deve o CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO –

CAEE-ESEDE-INESPEC assegurar: que os alunos matriculados na entidade com

deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação,

também devam se matricular nas classes comuns do ensino regular e, frequentar a escola como
complemento no Atendimento Educacional Especializado (AEE).
Artigo. 13. – O AEE realizado na CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL
ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC tem como função complementar ou suplementar a
formação do aluno por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias
que eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua
aprendizagem.
Artigo. 14. – Para fins de diretrizes, consideram-se recursos de acessibilidade na educação aqueles
que asseguram condições de acesso ao currículo dos alunos com deficiência ou mobilidade
reduzida, promovendo a utilização dos materiais didáticos e pedagógicos, dos espaços, dos
mobiliários e equipamentos, dos sistemas de comunicação e informação, dos transportes e dos
demais serviços.
Artigo. 15. – A Educação Especial no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL
ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC se realiza em todos os níveis, etapas e modalidades
de ensino, tendo o AEE como parte integrante do processo educacional.
Artigo. 16. – Com fins de Diretrizes, considera-se público-alvo do CENTRO DE ATENDIMENTO
EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC:
I – Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física,
intelectual, mental ou sensorial.
II – Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de
alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na
comunicação ou estereotipias motoras.
III - Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de
Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra
especificação.
IV – Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e
grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual,
liderança, psicomotora, artes e criatividade.
Artigo. 17 – O AEE no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO –
CAEE-ESEDE-INESPEC, será realizado, prioritariamente, na sala de recursos multifuncionais da
própria escola, no turno inverso da escolarização, não sendo substitutivo às classes comuns.
Artigo. 18 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC, poderá criar núcleos especializados de Atendimento Educacional Especializado
para complementar a rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas
sem fins lucrativos, a serem conveniadas com a Secretaria de Educação ou órgão equivalente no
Estado ou Municípios.
Artigo. 19 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC, poderá instituir Atendimento Educacional Especializado em ambiente hospitalar
ou domiciliar, ofertada aos alunos, em convênio com o respectivo sistema de ensino, sendo o
projeto da Educação Especial, neste caso, complementar ou suplementar.
Artigo. 20 – Os alunos com altas habilidades/superdotação matriculados no CENTRO DE
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, terão suas
atividades de enriquecimento curricular desenvolvidas no âmbito de escolas públicas de ensino
regular em interface com os núcleos de atividades para altas habilidades/superdotação do INESPEC
e com as instituições de ensino superior e institutos voltados ao desenvolvimento e promoção da
pesquisa, das artes e dos esportes.
Artigo. 21 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC, desenvolverá esforços técnicos para assegurar a contabilização duplamente, no
âmbito do FUNDEB, de acordo com o Decreto Federal nº 6.571/2008, para garantir convênios que possam assegurar a
funcionalidade operacional da entidade escolar, e nesta linha de ação deve recomendar aos pais e responsáveis pelos alunos que estes sejam matriculados
em classe comum de ensino regular público e de forma suplementar, e concomitante se matriculem
no AEE do CAEE-ESEDE-INESPEC.
Artigo. 22 – Para assegurar o financiamento pela via de convênios públicos – FUNDEB-MEC-
FNDE - do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC, a entidade deve quando da matrícula no AEE-CAEE-ESEDE-INESPEC,
condicionar à matrícula do aluno requerente ao ensino regular da rede pública, tomando como base
as recomendações das autoridades educacionais, em observância a densidade de dados registrados
no Censo Escolar/MEC/INEP do ano anterior.
Artigo. 23 – A elaboração e a execução do plano de AEE no âmbito do CENTRO DE
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, são de
competência dos professores que atuam na sala de recursos multifuncionais, em articulação,
podendo se articular com os demais professores do ensino regular, com a participação das famílias e
em interface com os demais serviços setoriais da saúde, da assistência social, entre outros
necessários ao atendimento.
Artigo. 24 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC, promoverá através do Conselho de Professores – promoverá CONGRESSOS,
SEMINÁRIOS, ENCONTROS e CURSOS DE ATUALIZAÇÃO, visando debater projetos
pedagógicos das escolas de ensino regular, visando avaliar e sugerir a institucionalização da oferta
do AEE, de forma a prevê na sua organização institucional - escola.
Artigo. 25 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC, deve viabilizar:
I – sala de recursos multifuncionais: espaço físico, mobiliário, materiais didáticos, recursos
pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos;
II – matrícula no AEE de alunos matriculados no ensino regular das escolas públicas do Estado do
Ceará ou de outra escola;
III – cronograma de atendimento aos alunos;
IV – plano do AEE: identificação das necessidades educacionais específicas dos alunos, definição
dos recursos necessários e das atividades a serem desenvolvidas;
V – professores para o exercício da docência do AEE;
VI – outros profissionais da educação: tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais, guia
intérprete e outros que atuem no apoio, principalmente às atividades de alimentação, higiene e
locomoção;
VII – redes de apoio no âmbito da atuação profissional, da formação, do desenvolvimento da
pesquisa, do acesso a recursos, serviços e equipamentos, entre outros que maximizem o AEE.
Parágrafo único. Os profissionais referidos no inciso VI atuam com os alunos público-alvo da
Educação Especial em todas as atividades escolares nas quais se fizerem necessários.
Artigo. 26 – A proposta de AEE, prevista no projeto pedagógico do CENTRO DE ATENDIMENTO
EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, deve ser apresentada a
Secretaria de Educação ou órgão equivalente, ao qual o CAEE-ESADE-INESPEC esteja
conveniando e receba repasse direto ou indireto de verbas do FUNDEB.
Artigo. 27 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC, deve cumprir as exigências legais estabelecidas pelo Conselho de Educação do
Estado do Ceará, quanto ao seu cadastro, credenciamento, autorização de funcionamento e
organização, em consonância com as orientações preconizadas neste regimento e no ordenamento
da educação nacional.
Artigo. 28 – Para atuação no AEE, do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL
ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, o professor deve ter formação inicial que o
habilite para o exercício da docência e formação específica para a Educação Especial ou que no seu
currículo escolar acadêmico seja contemplada alguma disciplina de educação inclusiva, nesta
hipótese requer-se ainda experiência anterior comprovada.
Artigo. 29 – São atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado do CENTRO
DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC:
I – identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e
estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público-alvo da Educação Especial;
II – elaborar e executar plano de Atendimento Educacional Especializado, avaliando a
funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade;
III – organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais;
IV – acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade
na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola;
V – estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na
disponibilização de recursos de acessibilidade;
VI – orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados
pelo aluno;
VII – ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos,
promovendo autonomia e participação;
VIII – estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à
disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias
que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.
CAPÍTULO V
DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO CAEE-ESADE-INESPEC
Artigo. 30 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC atenderá o aluno portador de necessidades especiais visando sua integração nas
classes comuns da ESCOLA REGULAR DE ENSINO INCLUSIVO, na conformidade do parágrafo
1º do artigo 58 e inciso III do artigo 59 da LDB(Art. 58. Entende-se por educação especial,
para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida
preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de
necessidades especiais. § 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio
especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de
educação especial. Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com
necessidades especiais: III - professores com especialização adequada em nível
médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do
ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes
comuns)
Parágrafo Único - Na impossibilidade do cumprimento do disposto anterior o aluno será
matriculado no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC mediante a apresentação junto a SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO
de relatórios médicos e psicopedagógicos que deverá confirmar esta impossibilidade, nos termos da
legislação vigente.
Artigo. 31 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-
ESEDE-INESPEC, através deste Regimento Escolar, descreve a especificidade oferecida à
Comunidade do ensino institucionalizado na Escola.
Artigo. 32 – O presente capítulo institui as diretrizes do CENTRO DE ATENDIMENTO
EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, para a educação de alunos que
apresentem necessidades educacionais especiais, na Educação Básica, em todas as suas etapas e
modalidades.
Artigo. 33 – O atendimento escolar desses alunos matriculados no CENTRO DE ATENDIMENTO
EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC terá início na educação infantil,
nas creches e pré-escolas, assegurando-lhes os serviços de educação especial sempre que se
evidencie, mediante avaliação e interação com a família e a comunidade, a necessidade de
atendimento educacional especializado.

Artigo. 34 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC deve matricular todos os alunos que requerer inscrições dentro de suas
limitações físicas cabendo à escola organizar-se para o atendimento aos educandos com
necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de
qualidade para todos.

Artigo. 35 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC deve notificar extrajudicialmente, judicialmente ou via Ministérios Públicos
Federal e Estadual, os sistemas de ensino para dar conhecer a demanda real de atendimento a
alunos com necessidades educacionais especiais, e instituir no ambito do CAEE sistemas de
informação e o estabelecimento de interface com os órgãos governamentais responsáveis pelo
Censo Escolar e pelo Censo Demográfico, para atender a todas as variáveis implícitas à qualidade
do processo formativo desses alunos.

Artigo. 36 – No âmbito do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO


– CAEE-ESEDE-INESPEC, entende-se por educação especial, modalidade da educação escolar,
que consiste em um processo educacional definido por uma proposta pedagógica que assegure
recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar,
complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de
modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos
educandos que apresentam necessidades educacionais especiais, em todas as etapas e modalidades
da educação básica.

Artigo. 37 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC deve articular-se com os sistemas de ensino e constituir uma interface junto ao
responsável pela educação especial, para se articular na busca de recursos humanos, materiais e
financeiros que viabilizem e dêem sustentação ao processo de construção da educação inclusiva
dentro e fora do Centro CAEE-ESADE-INESPEC.

Artigo. 38 – Como modalidade da Educação Básica, a educação especial considerará as situações


singulares, os perfis dos estudantes, as características biopsicossociais dos alunos e suas faixas
etárias e se pautará em princípios éticos, políticos e estéticos de modo a assegurar:

I - a dignidade humana e a observância do direito de cada aluno de realizar seus projetos de estudo,
de trabalho e de inserção na vida social;

II - a busca da identidade própria de cada educando, o reconhecimento e a valorização das suas


diferenças e potencialidades, bem como de suas necessidades educacionais especiais no processo de
ensino e aprendizagem, como base para a constituição e ampliação de valores, atitudes,
conhecimentos, habilidades e competências;

III - o desenvolvimento para o exercício da cidadania, da capacidade de participação social, política


e econômica e sua ampliação, mediante o cumprimento de seus deveres e o usufruto de seus
direitos.

Artigo. 39 – Consideram-se educandos com necessidades educacionais especiais os que, durante o


processo educacional, apresentarem:

I - dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento que


dificultem o acompanhamento das atividades curriculares, compreendidas em dois grupos:

a) aquelas não vinculadas a uma causa orgânica específica;

b) aquelas relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências;

II – dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos, demandando a


utilização de linguagens e códigos aplicáveis;
III - altas habilidades/super dotação, grande facilidade de aprendizagem que os leve a dominar
rapidamente conceitos, procedimentos e atitudes.

Artigo. 40 – Para a identificação das necessidades educacionais especiais dos alunos e a tomada de
decisões quanto ao atendimento necessário, a escola deve realizar, com assessoramento técnico,
avaliação do aluno no processo de ensino e aprendizagem, contando, para tal, com:

I - a experiência de seu corpo docente, seus diretores, coordenadores, orientadores e supervisores


educacionais;

II - o setor responsável pela educação especial do CAEE-ESADE-INESPEC;

III – a colaboração da família e a cooperação dos serviços de Saúde, Assistência Social, Trabalho,
Justiça e Esporte, bem como do Ministério Público, quando necessário.

Artigo. 41 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC incentivará o atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais,
fomentando a ideia de que deve ser realizado em classes comuns do ensino regular, em qualquer
etapa ou modalidade da Educação Básica.

Artigo. 42 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC deve prever e prover na organização classes comuns, e estes preparados também
para a educação especial, observando-se:

I - professores das classes comuns e da educação especial capacitados e especializados,


respectivamente, para o atendimento às necessidades educacionais dos alunos;

II - distribuição dos alunos com necessidades educacionais especiais pelas várias classes do ano
escolar em que forem classificados, de modo que essas classes comuns se beneficiem das diferenças
e ampliem positivamente as experiências de todos os alunos, dentro do princípio de educar para a
diversidade;

III – flexibilizações e adaptações curriculares que considerem o significado prático e instrumental


dos conteúdos básicos, metodologias de ensino e recursos didáticos diferenciados e processos de
avaliação adequados ao desenvolvimento dos alunos que apresentam necessidades educacionais
especiais, em consonância com o projeto pedagógico da escola, respeitada a frequência obrigatória;

IV – serviços de apoio pedagógico especializado, realizado, nas classes comuns, mediante:

a) atuação colaborativa de professor especializado em educação especial;

b) atuação de professores intérpretes das linguagens e códigos aplicáveis;

c) atuação de professores e outros profissionais itinerantes intra e interinstitucionalmente;


d) disponibilização de outros apoios necessários à aprendizagem, à locomoção e à comunicação.

V – serviços de apoio pedagógico especializado em salas de recursos, nas quais o professor


especializado em educação especial realize a complementação ou suplementação curricular,
utilizando procedimentos, equipamentos e materiais específicos;

VI – condições para reflexão e elaboração teórica da educação inclusiva, com protagonismo dos
professores, articulando experiência e conhecimento com as necessidades/possibilidades surgidas na
relação pedagógica, inclusive por meio de colaboração com instituições de ensino superior e de
pesquisa;

VII – sustentabilidade do processo inclusivo, mediante aprendizagem cooperativa em sala de aula,


trabalho de equipe na escola e constituição de redes de apoio, com a participação da família no
processo educativo, bem como de outros agentes e recursos da comunidade;

VIII – temporalidade flexível do ano letivo, para atender às necessidades educacionais especiais de
alunos com deficiência mental ou com graves deficiências múltiplas, de forma que possam concluir
em tempo maior o currículo previsto para a série/etapa escolar, principalmente nos anos finais do
ensino fundamental, conforme estabelecido por normas dos sistemas de ensino, procurando-se
evitar grande defasagem idade/série;

IX – atividades que favoreçam, ao aluno que apresente altas habilidades/superdotação, o


aprofundamento e enriquecimento de aspectos curriculares, mediante desafios suplementares nas
classes comuns, em sala de recursos ou em outros espaços definidos pelos sistemas de ensino,
inclusive para conclusão, em menor tempo, da série ou etapa escolar, nos termos do Artigo 24, V,
“c”, da Lei Federal n.º. 9.394/96.

Artigo. 43 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC pode criar, extraordinariamente, classes especiais, cuja organização fundamente-
se no Capítulo II da LDBEN, nas diretrizes curriculares nacionais para a Educação Básica, bem
como nos referenciais e parâmetros curriculares nacionais, para atendimento, em carácter
transitório, a alunos que apresentem dificuldades acentuadas de aprendizagem ou condições de
comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos e demandem ajudas e apoios intensos e
contínuos.

§ 1º Nas classes especiais, o professor deve desenvolver o currículo, mediante adaptações, e,


quando necessário, atividades da vida autônoma e social no turno inverso.

§ 2º A partir do desenvolvimento apresentado pelo aluno e das condições para o atendimento


inclusivo, a equipe pedagógica da escola e a família devem decidir conjuntamente, com base em
avaliação pedagógica, quanto ao seu retorno à classe comum.
Artigo. 44 – Os alunos que apresentem necessidades educacionais especiais e requeiram atenção
individualizada nas atividades da vida autônoma e social, recursos, ajudas e apoios intensos e
contínuos, bem como adaptações curriculares tão significativas que a escola comum não consiga
prover, podem ser atendidos, em carácter extraordinário no CENTRO DE ATENDIMENTO
EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, atendimento esse
complementado, sempre que necessário e de maneira articulada, por serviços das áreas de Saúde,
Trabalho e Assistência Social.

§ 1º O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-


INESPEC deve cumprir as exigências legais similares às de qualquer escola quanto ao seu processo
de CADASTRAMENTO, credenciamento e autorização de funcionamento de cursos e posterior
reconhecimento.

§ 2º No CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-


INESPEC, os currículos devem ajustar-se às condições do educando e ao disposto no Capítulo II da
LDBEN.

§ 3º A partir do desenvolvimento apresentado pelo aluno, a equipe pedagógica da escola especial -


CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC
e a família devem decidir conjuntamente quanto à transferência do aluno para escola da rede regular
de ensino, com base em avaliação pedagógica e na indicação, por parte do setor responsável pela
educação especial do sistema de ensino, de escolas regulares em condição de realizar seu
atendimento educacional.

Artigo. 45 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC recomendará às escolas e aos sistemas de ensino a constituição de parcerias com
instituições de ensino superior para a realização de pesquisas e estudos de caso relativos ao
processo de ensino e aprendizagem de alunos com necessidades educacionais especiais, visando ao
aperfeiçoamento desse processo educativo.

Artigo. 46 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC nos termos da Lei Federal 10.098/2000 e da Lei Federal n.º. 10.172/2001, deve
assegurar a acessibilidade aos alunos que apresentem necessidades educacionais especiais, mediante
a eliminação de barreiras arquitetônicas urbanísticas, na edificação – incluindo instalações,
equipamentos e mobiliário – e nos transportes escolares, bem como de barreiras nas comunicações,
provendo as escolas dos recursos humanos e materiais necessários.

§ 1º Para atender aos padrões mínimos estabelecidos com respeito à acessibilidade, deve ser
realizada a adaptação do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO –
CAEE-ESEDE-INESPEC e condicionada a autorização de construção e funcionamento de novas
salas ao preenchimento dos requisitos de infraestrutura definidos.

§ 2º Deve ser assegurada, no processo educativo de alunos que apresentam dificuldades de


comunicação e sinalização diferenciadas dos demais educandos, a acessibilidade aos conteúdos
curriculares, mediante a utilização de linguagens e códigos aplicáveis, como o sistema Braille e a
língua de sinais, sem prejuízo do aprendizado da língua portuguesa, facultando-lhes e às suas
famílias a opção pela abordagem pedagógica que julgarem adequada, ouvidos os profissionais
especializados em cada caso.

Artigo. 47 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC deve se articular com os sistemas de ensino, mediante ação integrada com os
sistemas de saúde, para organizar o atendimento educacional especializado a alunos
impossibilitados de frequentar as aulas em razão de tratamento de saúde que implique internação
hospitalar, atendimento ambulatorial ou permanência prolongada em domicílio.

Artigo. 48 – O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC em convênio de parceria poderá instituir as classes hospitalares e o atendimento
em ambiente domiciliar, sendo que este deve dar continuidade ao processo de desenvolvimento e ao
processo de aprendizagem de alunos matriculados em escolas da Educação Básica, contribuindo
para seu retorno e reintegração ao grupo escolar, e desenvolver currículo flexibilizado com crianças,
jovens e adultos não matriculados no sistema educacional local, facilitando seu posterior acesso à
escola regular.

§ 1º Nos casos de que trata este Artigo, a certificação de frequência deve ser realizada com base no
relatório elaborado pelo professor especializado que atende o aluno.

§ 2º Os sistemas públicos de ensino serão responsáveis pela aprovação, análise, avaliação da


qualidade e da idoneidade, bem como pelo credenciamento do CAEE-ESADE-INESPEC, com os
quais estabelecerão convênios ou parcerias para garantir o atendimento às necessidades
educacionais especiais de seus alunos, observados os princípios da educação inclusiva.

Artigo. 49 – A organização e a operacionalização dos currículos escolares são de competência e


responsabilidade do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO –
CAEE-ESEDE-INESPEC, devendo constar de seus projetos pedagógicos as disposições necessárias
para o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos, respeitadas, além das
diretrizes curriculares nacionais de todas as etapas e modalidades da Educação Básica, as normas
dos respectivos sistemas de ensino.

Artigo. 50 – É facultado ao CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO


– CAEE-ESEDE-INESPEC, esgotadas as possibilidades pontuadas nos Artigos 24 e 26 da LDBEN,
viabilizar ao aluno com grave deficiência mental ou múltipla, que não apresentar resultados de
escolarização previstos no Inciso I do Artigo 32 da mesma Lei, terminalidade específica do ensino
fundamental, por meio da certificação de conclusão de escolaridade, com histórico escolar que
apresente, de forma descritiva, as competências desenvolvidas pelo educando, bem como o
encaminhamento devido para a educação de jovens e adultos e para a educação profissional.

Artigo. 51 – Em consonância com os princípios da educação inclusiva, o CENTRO DE


ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, deve atender
alunos que apresentem necessidades educacionais especiais, mediante a promoção das condições de
acessibilidade, a capacitação de recursos humanos, a flexibilização e adaptação do currículo e o
encaminhamento para o trabalho, contando, para tal, com a colaboração do sector responsável pela
educação especial do respectivo sistema de ensino.

§ 1º O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-


INESPEC, poderá firmar convênios com as escolas de educação profissional podem realizar
parcerias com escolas especiais, públicas ou privadas, tanto para construir competências necessárias
à inclusão de alunos em seus cursos quanto para prestar assistência técnica e convalidar cursos
profissionalizantes realizados por essas escolas especiais.

§ 2º O CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-


INESPEC, pode avaliar e certificar competências laborais de pessoas com necessidades especiais
não matriculadas em seus cursos, encaminhando-as, a partir desses procedimentos, para o mundo do
trabalho.

Artigo. 52 – Cabe aos sistemas de ensino estabelecer normas para o funcionamento do CENTRO
DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, a fim de
que essas tenham as suficientes condições para elaborar seu projeto pedagógico e possam contar
com professores capacitados e especializados, conforme previsto no Artigo 59 da LDBEN e com
base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Docentes da Educação Infantil e dos
Anos Iniciais do Ensino Fundamental, em nível médio, na modalidade Normal, e nas Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior,
curso de licenciatura de graduação plena.

§ 1º No âmbito do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-


ESEDE-INESPEC, são considerados professores capacitados para atuar em classes comuns com
alunos que apresentam necessidades educacionais especiais aqueles que comprovem que, em sua
formação, de nível médio ou superior, foram incluídos conteúdos sobre educação especial
adequados ao desenvolvimento de competências e valores para:
I – perceber as necessidades educacionais especiais dos alunos e valorizar a educação inclusiva;

II - flexibilizar a ação pedagógica nas diferentes áreas de conhecimento de modo adequado às


necessidades especiais de aprendizagem;

III - avaliar continuamente a eficácia do processo educativo para o atendimento de necessidades


educacionais especiais;

IV - atuar em equipe, inclusive com professores especializados em educação especial.

§ 2º São considerados professores especializados em educação especial aqueles que desenvolveram


competências para identificar as necessidades educacionais especiais para definir, implementar,
liderar e apoiar a implementação de estratégias de flexibilização, adaptação curricular,
procedimentos didáticos pedagógicos e práticas alternativas, adequados ao atendimentos das
mesmas, bem como trabalhar em equipe, assistindo o professor de classe comum nas práticas que
são necessárias para promover a inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais.

§ 3º Os professores especializados em educação especial deverão comprovar:

I - formação em cursos de licenciatura em educação especial ou em uma de suas áreas,


preferencialmente de modo concomitante e associado à licenciatura para educação infantil ou para
os anos iniciais do ensino fundamental;

II - complementação de estudos ou pós-graduação em áreas específicas da educação especial,


posterior à licenciatura nas diferentes áreas de conhecimento, para atuação nos anos finais do ensino
fundamental e no ensino médio.

CAPÍTULO VI
DA GESTÃO DA ESCOLA
Artigo. 53 – A Gestão da ESCOLA, CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL
ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, deve ser entendida como um processo que rege o
seu funcionamento, compreendendo a tomada de decisão, planejamento, execução,
acompanhamento e avaliação referentes à política educacional no âmbito da unidade escolar, com
base na legislação em vigor e de acordo com as diretrizes fixadas pelas autoridades constituídas do
Sistema educacional respectivo.
Artigo. 54 – A Gestão da ESCOLA, CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL
ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, será desenvolvida de modo coletivo, sendo o
Conselho de Escola a instância de elaboração, deliberação consultiva, acompanhamento e avaliação
do planejamento e do funcionamento da ESCOLA.
CAPÍTULO VII
DO CONSELHO DE ESCOLA
Artigo. 55 – O Conselho de ESCOLA do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL
ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, é um Colegiado constituído, de acordo com as
normas traçadas neste Regimento, por representantes da categoria de servidores em exercício na
instituição ESCOLA, por representantes dos pais e de alunos.
Parágrafo Único - A atuação e representação de qualquer dos integrantes do Conselho de Escola
visará ao interesse maior dos educandos, inspiradas nas finalidades e objetivos da educação pública
e popular da Rede Social do Estado do Ceará.
Artigo. 56 – A ação do Conselho de Escola estará articulada com a ação dos profissionais que nela
atuam, preservada a especificidade de cada área de atuação.
Artigo. 57 – A autonomia do Conselho de Escola se exercerá nos limites da legislação em vigor, do
compromisso com a democratização da gestão escolar e das oportunidades de acesso e permanência
na escola CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-
INESPEC, de todos que a ela têm direito.
SEÇÃO I
DA NATUREZA
Artigo. 58 – O Conselho de Escola terá natureza consultiva, e as suas decisões depende de
homologação da Presidência do INSTITUTO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E
CULTURA, cabendo-lhe recomendar o estabelecimento para o âmbito da escola de diretrizes e
critérios gerais relativos à sua ação, organização, funcionamento e relacionamento com a
comunidade, compatíveis com as orientações e diretrizes da Política Educacional da entidade
mantenedora INESPEC, e dos pressupostos estabelecidos em convênios, participando e se
responsabilizando social e coletivamente pela implementação de suas deliberações quando
homologadas pela Presidência do INESPEC.
Artigo. 59 – O Conselho de Escola será presidido pelo Diretor da Escola, pelo Vice Diretor, e
quando presente nas sessões do Conselho, será presidido pela Presidência do INESPEC ou o Vice
Presidente do INESPEC.
Artigo. 60 – A Presidência do INESPEC poderá determinar de ofício que o Conselho de Escola seja
presidido em cargo de confiança por pessoa de sua inteira confiança e nomeação livre.
Artigo. 61 – Das decisões da Presidência do INESPEC na hipótese anterior na cabe recursos.
Artigo. 62 – Homologada e publicada a decisão da Presidência nas hipóteses anteriores ela será
cumprida em prazo não superior a 24 horas.
SEÇÃO II
DAS ATRIBUIÇÕES
Artigo. 63 – As atribuições do Conselho de Escola definem-se em função das condições reais da
ESCOLA, da organização do próprio Conselho de Escola e das competências dos profissionais em
exercício na ESCOLA.
Artigo. 64 – São atribuições do Conselho de Escola:
I - discutir e adequar para o âmbito da ESCOLA as diretrizes da Política Educacional naquilo que as
especificidades locais exigirem:
a) definindo as diretrizes, prioridades e metas de ação da escola para cada período letivo, que
deverão orientar a elaboração do Projeto Pedagógico;
b) elaborando, e se convocado pela Presidência do INESPEC, participar da Assembleia Geral para
aprovar o Projeto Pedagógico e acompanhar a sua execução;
c) avaliando o desempenho da escola, em face das diretrizes, prioridades e metas estabelecidas.
II - decidir sobre a organização e o funcionamento da escola, o atendimento à demanda e demais
aspectos pertinentes:
a) deliberando quanto ao atendimento e acomodação da demanda, turnos de funcionamento,
distribuição dos ciclos e classes por turnos, utilização do espaço físico, considerando a demanda e a
qualidade de ensino;
b) garantindo a ocupação e/ou cessão do prédio escolar, inclusive para outras atividades além das de
ensino, fixando critérios para o uso e preservação de suas instalações, a serem registrados no
Projeto Pedagógico;
c) propondo alternativas de solução aos problemas de natureza pedagógica e administrativa, tanto
aqueles detectados pelo próprio Conselho como os que foram a ele encaminhados;
e) discutindo, sugerindo e recomendando sobre critérios e procedimentos de avaliação relativos ao
processo educativo e à atuação dos diferentes segmentos da comunidade escolar.
IV – recomendar para deliberação da Presidência do INESPEC sobre normas disciplinares para o
funcionamento da escola, dentro dos parâmetros da legislação em vigor;
V – recomendar e sugerir junto a Presidência do INESPEC, sobre decisões e sobre procedimento
relativos à priorização de aplicação de verbas.
SEÇÃO III
DA CONSTITUIÇÃO E REPRESENTAÇÃO
Artigo. 65 – Os únicos membros nato do Conselho de Escola são:
a) Presidente do INESPEC;
b) Vice Presidente do INESPEC;
c) Diretor da Escola;
d) Vice Diretor.
Artigo. 66 – O Conselho de Escola será composto pelos representantes eleitos:
a) Da equipe Docente:
I) Professores em regência de classe;
II) Professores Substitutos;
III) Professores Readaptados;
IV) Professores Orientadores de Sala de Leitura;
V) Professores Orientadores de Informática Educativa;
VI) Professores de Bandas e Fanfarras.
b) Da Equipe Técnica:
I)Assistente de Diretor de Escola;
II)Coordenadores Pedagógicos;
c) Da Equipe Auxiliar de Ação Educativa:
I)Auxiliar de Direção;
I)Secretário de Escola;
II)Auxiliares Técnicos de Educação;
III)Agentes Escolares;
IV)Agentes Administrativos;
V)Vigilância;
VI)Oficial de Administração Geral.
d) Dos Discentes:
I – Observar as condições para a vida civil, e de ofício regular via Presidência do INESPEC, o
procedimento legal de eleição.
e) Dos Pais ou Responsável: pais ou responsável pelos alunos da ESCOLA.
Parágrafo Único: Poderão participar das reuniões do Conselho de ESCOLA, com direito a voz e não
a voto, os profissionais de outras unidades do INESPEC que atendam a ESCOLA, representantes do
parceiros que contribuam com a manutenção do CAEE-ESADE-INESPEC, Professores e
Instrutores de Bandas e Fanfarras, Representantes de Entidades Conveniadas, Membros da
Comunidade, Movimento Populares Organizados, A.P.M., Entidades Sindicais e Entidades
Estudantis.
Artigo. 67 – A representatividade do Conselho deverá contemplar o critério da paridade e
proporcionalidade:
§ 1º - A paridade numérica será definida de tal forma que a soma dos representantes dos pais e dos
alunos seja igual ao número dos representantes da Equipe Escolar.
§ 2º - A proporcionalidade estabelecida deverá garantir:
a) representatividade de todos os segmentos da comunidade escolar;
b) número de membros que possibilite o funcionamento efetivo do Conselho de Escola.
§ 3º - O Conselho de Escola será composto no mínimo pelos seguintes membros:
a) Presidente do INESPEC;
b) Vice Presidente do INESPEC;
c) Diretor da Escola;
d) Vice Diretor.
§ 4º - O Conselho de Escola deliberara com a presença, no mínimo pelos seguintes membros:
a) Presidente do INESPEC;
b) Vice Presidente do INESPEC;
c) Diretor da Escola;
d) Vice Diretor.
Artigo. 68 – A fixação do critério de proporcionalidade deverá contemplar todos os graus e
modalidade de ensino da seguinte forma:
a) 25% de pais ou responsáveis ;
b) 25% de alunos;
c) 25% de professores;
d) 25% das Equipes: Técnica e Auxiliar da Ação Educativa.
Parágrafo Único - Na composição do agrupamento a que se refere a alínea “d”, as duas Equipes
deverão estar representadas e, havendo vagas remanescentes, serão preenchidas, a partir de critérios
estabelecidos pela Presidência do INESPEC.

SUBSEÇÃO I
PROCESSO ELETIVO
Artigo. 69 – Os membros do Conselho de Escola, representantes dos servidores, dos pais e alunos,
bem como seus suplentes, serão eleitos em assembléia de seus pares, respeitadas as categorias, e/ou
em conformidade com o disposto na Resolução a ser publicada sob a responsabilidade da
Presidência do INESPEC.
§ 1º - Os segmentos representados no Conselho de Escola elegerão suplentes na proporção de 50%
de seus membros efetivos.
§ 2º - Os suplentes substituirão os membros efetivos nas suas ausências e/ou impedimentos.
Artigo. 70 – As assembléias para eleição dos representantes dos servidores em exercício na
ESCOLA, dos pais e dos alunos, serão convocadas pelo Presidente do INESPEC, em face de
procedimento administrativo interno.
§ 1º - O responsável pela convocação das assembléias mencionadas no “caput” deste artigo terá
obrigação de adotar as providências necessárias para divulgar sua realização, objetivo, data, horário
e local, com, pelo menos, uma semana de antecedência, garantindo que todos tomem conhecimento.
§ 2º - As assembléias mencionadas no “caput” deste artigo serão presididas pelo Presidente do
INESPEC ou pelo Vice Presidente.
§ 3º - As assembléias mencionadas no “caput” deste artigo serão realizadas em primeira convocação
com a presença de maioria simples (50% mais um), ou em Segunda convocação, 30 (trinta) minutos
após, com qualquer quorum.
§ 4º - As eleições dos representantes dar-se-ão por maioria simples dos presentes, nas diferentes
assembléias.
Artigo. 71 – Os mandatos dos integrantes do Conselho de Escola terão duração até a posse do novo
Conselho de Escola que deverá ocorrer entre 30 (trinta) e até 45 (quarenta e cinco) dias, após o
início do ano letivo, sendo permitida a reeleição.
Parágrafo Único: No caso de vacância e não havendo mais suplentes, serão convocadas novas
assembléias para preenchimento das vagas, obedecidas as mesmas disposições legais previstas.
Artigo. 72 – Uma vez constituído o Conselho de Escola, o Diretor da Escola assume a presidência
institucional do Conselho de Escola.
Artigo. 73 – Na hipótese da alínea “d” inciso “I” do artigo 66, deve-se observar as regras LEI
FEDERAL No 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002.

Institui o Código Civil. LEI FEDERAL No 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002.

Art. 3o São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil:

I - os menores de dezesseis anos;

II - os que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário


discernimento para a prática desses atos;

III - os que, mesmo por causa transitória, não puderem exprimir sua vontade.

Art. 4o São incapazes, relativamente a certos atos, ou à maneira de os exercer:

I - os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos;

II - os ébrios habituais, os viciados em tóxicos, e os que, por deficiência mental, tenham


o discernimento reduzido;

III - os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo;

IV - os pródigos.

Parágrafo único. A capacidade dos índios será regulada por legislação especial.

Art. 5o A menoridade cessa aos dezoito anos completos, quando a pessoa fica habilitada
à prática de todos os atos da vida civil.

Parágrafo único. Cessará, para os menores, a incapacidade:

I - pela concessão dos pais, ou de um deles na falta do outro, mediante instrumento


público, independentemente de homologação judicial, ou por sentença do juiz, ouvido o
tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos;

II - pelo casamento;

III - pelo exercício de emprego público efetivo;

IV - pela colação de grau em curso de ensino superior;

V - pelo estabelecimento civil ou comercial, ou pela existência de relação de emprego,


desde que, em função deles, o menor com dezesseis anos completos tenha economia
própria.

Artigo. 74 – Nas hipóteses do artigo 73 e da alínea “d” inciso “I” do artigo 66, e em consonância
com a LEI FEDERAL No 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002., a Presidência do INESPEC pode
deliberar sobre a indicação do representante discente, sem contrariar o espirito democrático da
participação e da autonomia coletiva da vontade, como ato jurídico.

Artigo. 75 – Compete a Presidência do INESPEC - INSTITUTO DE ENSINO, PESQUISA,


EXTENSÃO E CULTURA a nomeação do Diretor e Vice Diretor do CENTRO DE
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC.

Artigo. 76 – Os membros do Conselho de Escola do CENTRO DE ATENDIMENTO


EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, são civilmente responsáveis
pelos seus atos que nessa qualidade causem danos a terceiros, ressalvado direito regressivo contra
os causadores do dano, se houver, por parte destes, culpa ou dolo.

Artigo. 77 – Os membros do Conselho de Escola do CENTRO DE ATENDIMENTO


EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, são voluntários na instituição, e
qualquer prestação de assistência humanitária no CAEE será regulada pela lei federal n.º. 9.608, DE
18 DE FEVEREIRO DE 1998 - Dispõe sobre o serviço voluntário e dá outras providências; e
observância as alterações posteriores impostas pelas lei federais n.ºs: 11.692, DE 10 DE JUNHO
DE 2008 e 11.129, DE 30 DE JUNHO DE 2005.

Artigo. 78 – Considera-se serviço voluntário, junto ao CENTRO DE ATENDIMENTO


EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, para fins deste regimento, a
atividade não remunerada, prestada por pessoa física que tenha por objetivos ações de cunho
cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social, inclusive
mutualidade.

Artigo. 79 – O serviço voluntário no CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL


ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC não gera vínculo empregatício, nem obrigação de
natureza trabalhista previdenciária ou afim(Artigo 1.o. Parágrafo Único da LEI FEDERAL Nº
9.608, DE 18 DE FEVEREIRO DE 1998 - Dispõe sobre o serviço voluntário e dá outras
providências).

Artigo. 80 – O serviço voluntário será exercido no CENTRO DE ATENDIMENTO


EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC mediante a celebração de termo
de adesão entre a entidade e o prestador do serviço voluntário, dele devendo constar o objeto e as
condições de seu exercício.

Artigo. 81 – O prestador do serviço voluntário poderá ser ressarcido pelos cofres do CENTRO DE
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, pelas
despesas que comprovadamente realizar no desempenho das atividades voluntárias.

Parágrafo único. As despesas a serem ressarcidas deverão estar expressamente autorizadas pela
entidade INSTITUTO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA, INESPEC, mediante
a apresentação de processo administrativo regular instaurado na entidade de origem.

SEÇÃO IV
DO FUNCIONAMENTO DO CONSELHO DE ESCOLA
Artigo. 82 – O Conselho de Escola do CENTRO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL
ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, será um centro permanente de debate, de
articulação entre os vários setores da ESCOLA, tendo em vista o atendimento das necessidades
comuns e a solução dos conflitos que possam interferir no funcionamento da ESCOLA e nos
problemas administrativos e pedagógicos que esta enfrenta.
Artigo. 83 – A critério do próprio Conselho de Escola do CENTRO DE ATENDIMENTO
EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – CAEE-ESEDE-INESPEC, e para facilitar, sem burocratizar
seu funcionamento, poderão ser constituídos grupos ou comissões de trabalho.
§ 1º - Se for necessário, a critério do próprio Conselho, poderão ser estabelecidas normas
regimentais para seu funcionamento, observados os dispositivos deste Regimento.
§ 2º - A participação como membro do Conselho de Escola, de representante de qualquer segmento
da ESCOLA, será considerada relevante, devendo ser incentivada, valorizada e não remunerada.
Artigo. 84 – As reuniões do Conselho de Escola poderão ser ordinárias e extraordinárias.
I - As reuniões ordinárias serão, no mínimo, mensais, previstas no cronograma escolar e convocadas
pelo Presidente, pelo Vice, ou em caso de impedimento dos dois, pelo Diretor, com 72 (setenta e
duas) horas de antecedência, com pauta claramente definida na convocatória e precedida de
consultas aos pares;
II - As reuniões extraordinárias ocorrerão em casos de urgência, garantindo-se a convocação e
acesso à pauta a todos os membros do Conselho, e serão convocadas com comunicação de no
mínimo 72 (setenta e duas) horas:
a) pelo Presidente do Conselho de Escola;
b) a pedido da maioria simples de seus membros, em requerimento dirigido ao Presidente,
especificando o motivo da convocação.
Artigo. 85 – As reuniões serão realizadas em primeira convocação com a presença da maioria
simples dos membros do Conselho ou, em Segunda convocação, 30 (trinta) minutos após, com
qualquer quorum dos membros do Conselho, excetuando-se o disposto que autoriza a deliberação
com quorum mínimo.
Artigo. 86 – Os membros do Conselho de Escola que se ausentarem por 2 (duas) reuniões
consecutivas, sem justa causa, serão destituídos, assumindo o respectivo suplente.
CAPÍTULO VIII
DA EQUIPE ESCOLAR
Artigo. 87 – A Equipe Escolar da ESCOLA é constituída por:
I - Equipe Técnica - da qual fazem parte o Diretor de Escola, o Assistente do Diretor de Escola e os
Coordenadores Pedagógicos;
II - Equipe Docente - da qual fazem parte os professores titulares, adjuntos, comissionados estáveis
e não estáveis, regentes ou não de classe/aula, Orientador de Sala de Leitura, Orientador
Informática e Readaptados.
III - Equipe Auxiliar da Ação Educativa - da qual fazem parte o Auxiliar de Direção, o Secretário de
Escola, Auxiliares Técnicos de Educação, Agentes Escolares e Agentes Administrativos –
Vigilância.
Artigo. 88 – Os direitos e deveres de todos os que fazem parte da equipe escolar estão estabelecidos
nos princípios gerais deste Regimento e demais dispositivos legais vigentes, assegurada a eqüidade
para todos.
Parágrafo Único - Todos terão direito de requerer ou representar, pedir reconsideração e recorrer nas
formas previstas pela legislação em vigor.
SEÇÃO I
DA EQUIPE TÉCNICA
SUBSEÇÃO I
DO DIRETOR DE ESCOLA
Artigo. 89 – A função do Diretor de Escola deve ser entendida como a coordenação do
funcionamento geral da escola e da execução das deliberações coletivas do Conselho de Escola, de
acordo com as diretrizes da Política Educacional da entidade mantenedora INESPEC. e respeitada a
legislação em vigor.
Parágrafo Único - O cargo de Diretor de Escola é exercido por titular de cargo, de confiança da
Presidência do INESPEC e na forma da legislação em vigor.
Artigo. 90 – São competências do Diretor de Escola, além de outras que lhe forem delegadas,
respeitada a legislação pertinente:
I - Cumprir e/ou assegurar o cumprimento das disposições legais e das diretrizes da Política
Educacional da entidade mantenedora INESPEC;
II - Coordenar a utilização do espaço físico da ESCOLA no que diz respeito a:
a) ao atendimento e acomodação da demanda inclusive a criação e supressão de classe, ouvido a
manifestação do Conselho de Escola.
b) aos turnos de funcionamento;
c) à distribuição de classe por turno.
III - Encaminhar, na sua área de competência, os recursos e processos, bem como petições,
representações ou ofícios a qualquer autoridade e/ou remetê-los devidamente informados a quem de
direito, nos prazos legais, quando for o caso;
IV - Autorizar a matrícula e transferência dos alunos;
V - Aplicar as penalidades de acordo com as normas estatutárias, bem como as previstas nas normas
disciplinares da escola, elaboradas pelo Conselho de Escola e descritas no Projeto Pedagógico,
assegurada ampla defesa aos acusados;
VI - Encaminhar mensalmente a Presidência do INESPEC a prestação de contas sobre aplicação dos
recursos financeiros, oriundos de qualquer fonte.
VII - Apurar ou fazer apurar irregularidade de que venha a tomar conhecimento no âmbito da
escola, comunicando e prestado informações sobre as mesmas a Presidência do INESPEC;
VIII - Assinar, juntamente com o Secretário de Escola, todos os documentos relativos à Escola,
todos os documentos relativos à vida escolar dos alunos expedidos pela ESCOLA.
IX - Conferir e expedir diplomas e certificados de conclusão de curso;
X - Dar exercício a servidores nomeados ou designados para prestar serviços na escola;
XI - Decidir, nos casos de absoluta necessidade de serviço, sobre a impossibilidade de gozo de
férias regulamentares não usufruídas no exercício correspondente, por servidores com férias não
previstas no calendário escola;
XII - Controlar a frequência diária dos servidores, atestar a frequência mensal, bem como responder
pelas folhas de frequência e pagamento do pessoal;
XIII - Autorizar a retirada do servidor durante o expediente;
XIV - Delegar atribuições, quando se fizer necessário;
XV - Comunicar ao Ministério Público Estadual ou e Federal, além se necessário, ao Conselho
Tutelar, todos os casos considerados insolúveis pela escola e que contribuam para o não
aprendizado do alunado, inclusive faltas injustificadas dos mesmos.
Artigo. 91 – São atribuições do Diretor de Escola:
I - Participar da elaboração do Plano Escolar e acompanhar a sua execução , em conjunto com a
Equipe Escolar e o Conselho de Escola;
II - Participar da elaboração e acompanhar a execução de todos os projetos da escola;
III - Organizar com o Coordenador Pedagógico e a Equipe Escolar as reuniões pedagógicas da
ESCOLA.
IV - Organizar com a Equipe Técnica, a divisão de trabalho desta e sua execução;
V - Garantir a organização e atualização do acervo, recortes de leis, decretos, portarias,
comunicados e outros, bem como a sua ampla divulgação à Equipe Escolar e ao Conselho de
Escola;
VI - Diligenciar para que o prédio escolar e os bens patrimoniais da escola sejam mantidos e
preservados:
a) coordenando e orientando todos os servidores da escola sobre o uso dos equipamentos e materiais
de consumo;
b) coordenando e orientando a equipe escolar quanto à manutenção e conservação dos bens
patrimoniais da escola, atualizando o seu inventário, anualmente ou quando solicitado pela
administração superior do INESPEC;
c) adotando com o Conselho de Escola medidas que estimulem a comunidade a se co-
responsabilizar pela preservação do prédio e dos equipamentos escolares, informando aos órgãos
competentes as necessidades de reparos, reformas e ampliações.
VII - Coordenar e acompanhar as atividades administrativas, relativas a:
a) folhas de freqüência;
b) fluxo de documentos da vida escolar;
c) fluxo de documentos da vida funcional;
d) fornecimento de dados, informações e outros indicadores aos órgãos centrais, respondendo por
sua fidedignidade e atualização;
e) comunicação às autoridades competentes e ao Conselho de Escola dos casos de doença
contagiosa e irregularidades graves ocorridas na escola;
g) adoção de medidas de emergência em situações não previstas neste Regimento, comunicando-as,
de imediato, à Delegacia Regional de Educação, ouvindo o Conselho de Escola, quando possível,
ou ao seu “ad-referedum”;
VIII - Garantir a circulação e o acesso de toda a informação de interesse da comunidade e ao
conjunto de servidores e educandos da escola;
IX - Coordenar o processo de escolha e atribuição de classes, aulas e turnos;
X - Organizar o horário de trabalho da Equipe Escolar, de acordo com as normas previstas neste
Regimento e legislação pertinente, ouvidos os interessados;
XI - Decidir, junto à Equipe Técnica, sobre recursos interpostos pelos alunos ou seus responsáveis,
relativos à verificação do rendimento escolar, ouvido (s) o (s) professor (es) envolvido (s).
XII - Garantir a liberdade de expressão de manifestação e organização em todos os níveis, bem
como o acesso da representação sindical e estudantil na ESCOLA.
XIII - Expedir Portaria nomeando/cessando os Auxiliares de direção.
Artigo. 92 – A substituição do Diretor de Escola, nos seus eventuais impedimentos legais será feita
automaticamente pelo Vice Diretor e, na ausência e impedimento legal deste, por qualquer educador
da escola, indicado pela Presidência do INESPEC.
SUBSEÇÃO II
DO VICE DIRETOR DA ESCOLA
Artigo. 93 – Compete ao Vice Diretor:
I - Substituir o Diretor, em seu impedimento legal;
II - Responder pela coordenação da escola, em horário acordado com o Diretor tendo em vista as
necessidades de seu funcionamento global;
III - Colaborar com o Diretor no desempenho de suas atribuições específicas.
§ 1º - A substituição do Assistente de Diretor de Escola nos seus eventuais impedimentos legais, de
15 (quinze) a 30 (trinta) dias, em período letivo, dar-se-á por indicação da Presidência do
INESPEC, desde que devidamente habilitado.
§ 2º - Quando o impedimento legal prorrogar-se, ultrapassando o limite de 30 (trinta) dias, far-se-á
comunicação a Presidência do INESPEC para designar de substituto regular.
SUBSEÇÃO III
DO COORDENADOR PEDAGÓGICO
Artigo. 94 – A função do Coordenador Pedagógico deve ser entendida como o processo integrador
e articulado das ações pedagógicas e didáticas desenvolvidas na escola, de acordo com as diretrizes
da Política Educacional da Presidência do INESPEC e respeitadas a legislação em vigor.
Parágrafo Único: A Coordenação Pedagógica é exercida pelo Coordenador Pedagógico, de
provimento por indicação da Presidência do INESPEC de acordo com a legislação em vigor, e na
seguinte conformidade:
I - A ESCOLA terá pelo menos 02 (dois) Coordenadores Pedagógicos, que atuarão segundo um
plano único e integrado para toda a ESCOLA, estabelecendo uma divisão de trabalho que garanta
obrigatoriamente a presença e o atendimento pelos Coordenadores Pedagógicos a todos os turnos e
modalidades de ensino;
Artigo. 95 – Pelo menos, 1 (um) Coordenador Pedagógico deverá atender, alternadamente, a todos
os turnos de funcionamento.
Artigo. 96 – São atribuições do Coordenador Pedagógico:
I - Participar e assessorar o processo de elaboração do Projeto Escolar;
II - Participar da execução do Projeto Escolar, juntamente com a equipe escolar e o Conselho de
Escola:
a) Coordenando e avaliando as propostas pedagógicas da Escola, consideradas as modalidades de
ensino e turnos em funcionamento na ESCOLA.
b) Participando da definição de propostas de articulação das diferentes áreas do conhecimento,
visando à superação da fragmentação;
c) Garantindo a continuidade do processo de construção do conhecimento;
d) Estimulando, articulando e avaliando os Projetos Pedagógicos;
e) Organizando, com o Diretor e a Equipe Escolar, as reuniões pedagógicas;
f) Acompanhando e avaliando junto com a equipe docente o processo contínuo de avaliação, nas
diferentes atividades e componentes curriculares.
III - Identificar, junto com a Equipe Escolar, casos de educandos que apresentem necessidades de
atendimento diferenciado, orientando decisões que proporcionem encaminhamentos adequados;
IV - Participar, juntamente com a Equipe Escolar e o Conselho de Escola, da proposição, definição
e elaboração de propostas para o processo de formação permanente, assumindo os
encaminhamentos de sua competência;
V - Garantir os registros do processo pedagógico.
Artigo. 97 – A substituição do Coordenador Pedagógico nos seus eventuais impedimentos legais
por período superior a 30 (trinta) dias, em período letivo, dar-se-á através de processo de
autorização junto a Presidência do INESPEC.
§ 1º - Os candidatos ao processo de indicação de substituto do Coordenador Pedagógico serão,
preferencialmente, da ESCOLA, desde que devidamente habilitados em conformidade com a
legislação em vigor, pode porém a Presidência do INESPEC nomear pessoas estranha ao corpo
técnico da escola..
§ 2º - Nos impedimentos legais por período igual ou inferior a 30 (trinta) dias, não haverá
substituição do Coordenador Pedagógico.
SEÇÃO II
DA EQUIPE DOCENTE
Artigo. 98 – A docência deve ser entendida como processo planejado de intervenções diretas e
contínuas entre a experiência vivenciada do educando e o saber sistematizado, tendo em vista a
apropriação, construção e recriação de conhecimentos pelos educandos e o compromisso assumido
com o conjunto da escola, através da participação em ações coletivamente planejadas e avaliadas,
de acordo com as diretrizes da Presidência do INESPEC e respeitada a legislação em vigor.
Artigo. 99 – - A docência será exercida por:
I - Professor Titular de Ensino Fundamental I,
II - Professor Titular de Ensino Fundamental II,
III - Professor Adjunto de Ensino Fundamental I,
IV - Professor Adjunto de Ensino Fundamental II,
V - Professor de Bandas e Fanfarras,
VI - Professor Orientador de Sala de Leitura,
VII - Professor Orientador de Informática Educativa;
VIII - Outros Profissionais Docentes, com as denominações fixadas pela legislação em vigor, ou
criadas as funções por delegação e competência da Presidência do INESPEC.
Artigo. 100 – São atribuições da Equipe Docente:
I - Participar do processo de elaboração do Projeto Pedagógico;
II - Planejar, executar, avaliar e registrar os objetivos e as atividades do processo educativo, numa
perspectiva coletiva e integradora;
III - Planejar e executar estudos contínuos de recuperação e de compensação de ausências de tal
forma que sejam garantidas novas oportunidades de aprendizagem e maior tempo de reflexão aos
educandos;
IV - Discutir com os alunos e com os pais ou responsáveis:
a) as propostas de trabalho da escola;
b) o desenvolvimento do processo educativo;
c) as formas de acompanhamento da vida escolar dos educandos;
d) as formas e procedimentos adotados no processo de avaliação dos educandos;
e) as formas e procedimento para avaliação da ação da Equipe Escolar;
V - Identificar, em conjunto com o Coordenador Pedagógico, casos de alunos que apresentem
necessidades de atendimento diferenciado;
VI - Manter atualizados os Diários de Classe e registrar continuamente as ações pedagógicas, tendo
em vista a avaliação contínua do processo educativo;
VII - Participar das reuniões de avaliação do aproveitamento escolar:
a) apresentando registros referentes às ações pedagógicos e vida escolar dos educandos, visando ao
processo educativo;
b) analisando coletivamente as causa de aproveitamento não satisfatório e propondo medidas para
superá-las;
c) atribuindo conceitos, a partir da discussão e análise com o coletivo dos professores dos dados da
avaliação.
VIII - Encaminhar à Secretaria da Escola os conceitos de avaliações semestrais e anual e os dados
de apuração de assiduidade, referentes aos alunos de sua classe, conforme especificação e prazos
fixados pelo cronograma escolar;
IX - Comunicar ao Diretor da Escola e/ou Equipe Técnica os casos de suspeita ou constatação de
doenças infecto-contagiosas;
X - Participar da organização, planejamento, desenvolvimento e avaliação das reuniões
pedagógicas;
XI - Propor, discutir, apreciar e coordenar projetos para sua ação pedagógica;
XII - Buscar, numa perspectiva de formação permanente, o aprimoramento do seu desempenho
profissional e ampliação do seu conhecimento, podendo propor e/ou coordenar ações e grupos de
formação.
Artigo. 101 – Cabe aos Professores Orientadores da Sala de Leitura e Professor Orientador de
Informática Educativa participarem da elaboração do Projeto Pedagógico e das Reuniões
Pedagógicas, organizado e fazendo funcionar a Sala de Leitura e o Laboratório de Informática
Educativa.
Parágrafo Único - Os Professores Orientadores da Sala de Leitura e de Informática Educativa
deverão garantir, em conjunto com a Equipe Escolar, que seus recursos sejam utilizados pelos
alunos e professores, como atividade integrada às desenvolvidas em sala de aula, nos termos da
legislação em vigor.
SEÇÃO III
DA EQUIPE AUXILIAR DA AÇÃO EDUCATIVA

Artigo 102 - As atividades da Equipe Auxiliar da Ação Educativa se constituem no suporte


necessário ao processo educativo.
Artigo 103 - A Equipe Auxiliar da Ação Educativa compõe-se dos seguintes profissionais: Auxiliar
de Direção, Agente Administrativo – Vigilância, Auxiliares Técnicos de Educação I e II, Agente
Escolar, Secretário de Escola, de provimento na forma da legislação em vigor e das instruções
expedidas pela Presidência do INESPEC.
§ 1º - No desempenho de suas atividades, estes profissionais devem ter como princípio o caráter
educativo de suas ações.
§ 2º - Os profissionais da Equipe Auxiliar, da Ação Educativa participarão das Reuniões
Pedagógicas, sempre que se fizer necessário.
§ 3º - Aos profissionais da Equipe Auxiliar da Ação Educativa serão assegurados cursos e outras
modalidades de formação.
Artigo 104 - São atribuições do Auxiliar de Direção:
I - Auxiliar na organização do funcionamento do período no qual atua;
II - Atender a comunidade escolar, informando, orientando e agilizando os encaminhamentos
necessários, mantendo a integração com demais auxiliares objetivando estes encaminhamentos.
III - Acompanhar os projetos e/ou atividades de Saúde Escolar, estabelecendo a ligação entre a
ESCOLA e a Unidade Básica de Saúde;
IV - Acompanhar a merenda escolar, recebimento, controle e distribuição.
V - Executar outras atividades, após discussão e aprovação pelo Conselho de Escola e definidas no
Projeto Pedagógico.
Artigo 105 - São atribuições do Agente Administrativo – Vigilância:
I - Vigiar, inspecionar e vistoriar o prédio escolar e suas instalações, equipamentos e materiais;
II - Auxiliar no atendimento e organização dos educandos nos horários de entrada e saída;
III - Orientar e prestar informações ao público;
IV - Executar atividades correlatas, após discussão e aprovação pelo Conselho de Escola e definidas
no Projeto Pedagógico.
Artigo 106 - São atribuições do Auxiliar Técnico de Educação I:
I - Dar atendimento aos alunos, nos horários de entrada, saída, recreio e em período em que não
houver assistência do professor;
II - Comunicar ao Diretor de Escola eventuais enfermidades ou acidentes ocorridos com os alunos,
bem como outras ocorrências graves;
III - Executar atividades correlatas, após discussão e aprovação pelo Conselho de Escola e definidas
no Projeto Pedagógico.
Artigo 107 - São atribuições do Agente Escolar:
I - Limpeza, higiene, conservação, manutenção do prédio escolar e de suas instalações,
equipamentos e materiais;
II - Preparação e distribuição das refeições e merenda aos educandos;
III - Auxilio no atendimento e organização dos educandos nos horários de entrada, recreio, saída;
IV - Execução de atividades correlatas, após discussão e aprovação pelo Conselho de Escola e
definidas no Projeto Pedagógico.
Artigo 108 - Os profissionais que atuam na Secretaria da Escola são responsáveis pela escrituração,
documentação e arquivos escolares e devem garantir o fluxo de documentos e informações
facilitadores e necessários ao processo pedagógico e administrativo.
Artigo 109 - São atribuições do Secretario de Escola:
I - Programar, com seus auxiliares, as atividades da Secretaria, responsabilizando-se pela sua
execução;
II - Coordenar, organizar e responder pelo expediente geral da Secretaria:
a) computando e classificando dados referentes à organização da escola;
b) apontando a frequência dos funcionários, dando-lhes ciência da mesma;
c) atendendo ao público, na área de sua competência;
d) comunicando à Equipe Escolar os casos de alunos que necessitam regularizar sua vida escolar,
seja quanto à falta de documentação, lacunas curriculares, necessidade de adaptação e outros
aspectos pertinentes, observados os prazos estabelecidos pela legislação em vigor;
e) mantendo atualizados os registros de aproveitamento e frequência dos alunos.
III - Responder pela escrituração e documentação, assinando os documentos que devem, por lei,
conter sua assinatura;
IV - Organizar a divisão de tarefas, junto com os funcionários sob sua coordenação, e proceder a
sua implementação;
V - Fornecer, nas datas estabelecidas pelo cronograma anual da escola, dados e informações da
organização da ESCOLA necessários à elaboração e revisão do Projeto Pedagógico;
VI - Manter atualizado o registro da demanda escolar não atendida;
VII - Proceder à organização e efetivação da matrícula.
Artigo 110 - São atribuições do Auxiliar Técnico de Educação II:
I - Executar as tarefas administrativas relativas à sua função, em especial:
a) realizando os serviços gerais de datilografia;
b) recebendo, classificando, expedindo, protocolando, distribuindo e arquivando documentos em
geral;
c) preenchendo fichas e formulários que integram o prontuário dos alunos e dos profissionais da
escola;
d) atendendo ao público em geral, prestando informações e transmitindo avisos e recados;
e) mantendo atualizado o registro da demanda escolar não atendida.
II - Executar demais atribuições que lhes forem delegadas pelo Diretor e/ou pelo Secretário de
Escola, respeitada a legislação vigente.
CAPÍTULO IX
DA ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL
Artigo 111 - Os estudantes terão assegurado o direito de organizar-se livremente em Associações,
Entidades e Agremiações Estudantis, devendo a escola garantir o espaço e condições para esta
organização.
Parágrafo Único - Caberá aos estudantes a elaboração dos Estatutos de sua organização e na sua
ausência legal os seus responsáveis, curadores e tutores.
CAPÍTULO X
DOS DIREITOS E DEVERES DOS ALUNOS
SEÇÃO I
DOS DIREITOS
Artigo 112 - Os direitos dos alunos derivam substancialmente dos direitos e garantias fundamentais
dispostos na Constituição da República, bem como dos que fixam o Estatuto da Criança e do
Adolescente e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em vigor.
Artigo 113 - Ficam asseguradas aos alunos as mais amplas liberdades de expressão e organização,
para as quais a comunidade escolar deve concorrer ativamente, criando condições e oferecendo
oportunidades e meios.
Artigo 114 - Constitui direito do aluno o acesso às atividades escolares, cabendo à escola não criar
impedimento de qualquer natureza.
Artigo 115 - Os alunos têm o direito de participar da elaboração, acompanhamento e avaliação do
Projeto Pedagógico, inclusive na definição de normas disciplinares, e tomar conhecimento do
Projeto da Escola.
Artigo 116- Constitui direito do aluno ter asseguradas as condições de aprendizagem, além do
acesso aos recursos materiais e didáticos da escola.
Artigo 117 - Fica assegurado ao aluno o direito aos estudos de recuperação que devem garantir-lhes
novas oportunidades de aprendizagem.
Artigo 118 - O aluno terá direito de cumprir atividades escolares para compensar ausências, no
decorrer ou no final do período letivo.
Artigo 119 - Constitui direito personalíssimo do aluno ou de seu responsável legal recorrer dos
resultados das avaliações do processo de aprendizagem, ao longo do processo educativo e nos
termos da legislação em vigor.
SEÇÃO II
DOS DEVERES
Artigo 120 - Os deveres do aluno se consubstanciam em função dos objetivos das atividades
educacionais e da preservação dos direitos do conjunto da comunidade escolar.
Artigo 121 - São deveres dos alunos:
I - Conhecer, fazer conhecer e cumprir este Regimento;
II - Contribuir em sua esfera de atuação com a elaboração, realização e avaliação do projeto
educacional da escola, expresso no Projeto Pedagógico;
III - Comparecer pontualmente e assiduamente às atividades que lhe forem afetas, empenhando-se
no sucesso de sua execução;
IV - Cooperar e zelar para a boa conservação das instalações, dos equipamentos e material escolar,
concorrendo também para as boas condições de asseio das dependências da escola;
V - Não portar material que represente perigo para sua saúde, segurança e integridade física ou de
outrem;
VI - Participar ativamente da elaboração e cumprimento das normas disciplinares da escola.
Artigo 122 - A não observância dos deveres descritos nos incisos do artigo anterior deverá ser
apreciada de forma indissociada de um tratamento educativo, de acordo com as normas
estabelecidas neste Regimento.
CAPÍTULO V
DAS INSTITUIÇÕES AUXILIARES
Artigo 123 - A Escola poderá contar com Instituições Auxiliares.
Artigo 124 - As Instituições Auxiliares terão como objetivos prioritários o atendimento ao aluno e a
defesa da escola de educação especial e seus serviços públicos, a partir da ação da ESCOLA.
§ 1º - A atuação das Instituições Auxiliares deverá estar subordinada a ação do Conselho de Escola,
visando ao desenvolvimento de um trabalho integrado.
§ 2º – As Instituições Auxiliares poderão cobrar taxas de caráter obrigatório, quando devidamente
autorizadas pela Presidência do INESPEC.

Artigo 125 - As Instituições Auxiliares serão regidas por Regulamentos próprios, definidos pela
Presidência do INESPEC, de acordo com a legislação em vigor e as diretrizes da mantenedora.