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Bioquímica Vegetal

Aula 11

Carboidratos

Engenharia Ambiental
Prof. Chiara Valsecchi
1

Resumo

Composição dos carboidratos

Ligação glicosídica

Exemplo de carboidratos
comuns

Celulose e amido
Glicogênio
Quitina

Glicoconjugados

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Carboidratos

Algodão pronto para colheita Fibras de algodão vistas ao microscópio
eletrônico

Muitos carboidratos, mas não todos, têm fórmula empírica n(CH2O); daí a
palavra carboidrato, que significa hidrato de carbono

Os carboidratos são aldeídos ou cetonas polihidroxílicos (muitos grupos OH)

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Carboidratos Eles formam polímeros como as proteínas. Por isso existe a classificação dependendo do número de unidades constituintes .Oligosacarídeos: até 20 unidades monoméricas .Monosacarídeos: um só carboidrato .Polisacarídeos: podem chegar até milhares de unidades Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 4 .

• Monossacarídeos de mais de quatro átomos de carbono tendem a ter estruturas cíclicas D-glicose Estrutura aberta Estrutura fechada Prof. 1. Monossacarídeos Monossacarídeos (açúcares simples) Consistem de um único carboidrato • O monossacarídeo mais abundante na natureza é o açúcar de 6 carbonos D-glicose. também chamado dextrose. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 5 .

C3) Gliceraldeído Dihidroxiacetona D-Ribose 2-deoxi-D-ribose D-glicose D-frutose Monosacarídeos são sólidos cristalinos incolores. 1. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 6 . A maioria possui sabor doce (açucares) Monosacarídeos de cinco e seis carbonos são chamados de pentoses e hexoses (Notar o final –ose típico dos açucares) Um carbono sempre tem uma ligação dupla com oxigênio e os outros tem 1 grupo hidroxila Prof. muito solúveis em água e insolúveis em solventes polares. Monossacarídeos Pentoses (C5) Hexoses (C6) Trioses (três carbonos.

o outro isômero L . Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 7 . Carboidratos têm centros assimétricos espelho Todos os monossacarídeos contêm um ou mais átomo de carbono assimétrico (quiral) e por isso ocorrem formas isoméricas opticamente ativas A aldose mais simples (gliceraldeído) apresenta dois isômeros ópticos. podemos usar fórmulas de projeção de Fischer D-Gliceraldeído L-Gliceraldeído A maioria das açucares presentes nos fórmulas de Fisher organismos vivos são isômeros D. ou enantiômeros Por convenção. uma destas duas formas é D-Gliceraldeído L-Gliceraldeído chamado isômero D. Para representar as estruturas tridimensionais de açúcares no papel.

D-Aldoses (família da glicose) Três carbonos Quatro carbonos Cinco carbonos Carbono quiral D-Gliceraldeído D-eritrose D-Threose D-ribose D-Arabinose D-Xilose D-Lixose Seis carbonos D-Allose D-Altrose D-Glicose D-Gulose D-Idose D-Galactose D-Talose Os carbonos dos açúcares são numerados começando da extremidade mais próxima à carbonila (C=O) Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 8 .

uma espécie de cereja rica neste açúcar) Prof. frutos são ricos neste açúcar)  ex.: sorbose (de Sorbus.: frutose. "fruto". Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 9 . D –Cetoses (frutose) Quatro Cinco Seis carbonos Três carbonos carbonos carbonos Carbono quiral Dihidroxiacetona D-Eritrulose D-Ribulose D-Psicose D-Frutose D-Xilulose D-Sorbose D-Tagatose As cetoses são nomeados de outra forma:  ex. (Do latim fructus.

Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 10 . Monômeros Seis carbonos Cinco Seis carbonos carbonos D-Glicose D-galactose (epímero no C-4) D-Ribulose D-Frutose D-Gliceraldeído Prof.

Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 11 . Epímeros Dois açúcares que diferem apenas na configuração de um átomo de carbono são chamados epímeros D-Glicose D-galactose (epímero no C-4) Prof.

D-glicose Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 12 . Ciclização • Em solução aquosa predominantemente na forma cíclica • o grupo carbonila (C-1) forma uma ligação covalente com o hidroxila do penúltimo carbono (C-5 glicose) • O carbono do carbonílico C-1 é chamado carbono anomérico.

Os OH que estão a direita na forma linear se encontram abaixo do anel na forma cíclica a-D-glicose b-D-glicose Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 13 . Ciclização Essas reações produzem um átomo de carbono assimétrico adicional e pode duas formas estereoisoméricas designadas como a e b.

Ciclização Reconhecer qual é o carbono 5 e qual o carbono 2 na frutose a-D-Frutose b-D-Frutose O carbono 1 é sempre o primeiro depois do oxigênio do anel em sentido horário Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 14 .

Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 15 . Conformações espaciais Duas formas possíveis em “cadeira” conformações de uma molécula são intercambiáveis sem a quebra de ligações covalentes a-D-Glicose Lembrar que a estrutura cíclica não é plana Prof.

Glucono-d-loactona é o resultante da oxidação da hidroxila em C-1 Ácido siálico é um açúcar encontrado nas paredes celulares de bactérias Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 16 . Derivados de hexoses b-D-Glicose b-D-Glucosamina a-L-Ramnose N-acetil-b-D-Glicosamina b-D-Glicose-6-fosfato Ácido Siálico Na Glucosamina a hidroxila em C-2 é substituída por um grupo amino Glicose 6-fosfato tem sua hidroxila do C-6 fosforilada L-ramnose são açúcares. presentes em polissacarídeos de plantas. glicoproteínas e glicolipídios.

Açúcares como agentes redutores Oxidação 1 b-D-Glicose D-Glucono-d-lactona • Monossacarídeos podem ser oxidados por agentes oxidantes • Glicose e outros açúcares capazes de reduzir são chamados de açúcares redutores • Essa propriedade pode ser usada para determinar a concentração de açúcar numa amostra de sangue e na urina em pacientes suspeitos de diabetes Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 17 .

• Os mais abundantes são os dissacarídeos Ex. 2. que consiste na união dos açúcares de seis carbonos D-glucose e D-frutose glicose frutose sacarose Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 18 . Oligossacarídeos Oligossacarídeos • Polissacarídeos de cadeias curtas • Unidos por ligações características chamadas ligações glicosídicas. típico é a sacarose (açúcar da cana).

Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 19 .H que faz parte de um grupo OH no segundo monômero Prof. Ligação Glicosídica 6 6 5 Carbono 1 5 4 4 3 2 3 2 Glicose Glicose Reação de Condensação: -OH do carbono 1 do primeiro monômero .

Ligação Glicosídica (α14) Celulose Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 20 .

lactose é um dissacarídeo redutor. um açúcar não redutor. sacarose não contém nenhum átomo de carbono anomérico livre. portanto. Em contraste com a lactose. portanto. O carbono anomérico da glicose (C-1) está disponível para oxidação. ambos estão envolvidos na ligação glicosídicas.Lactose Sacarose Gal (b1  4) Glc Glc (a1  2b) Fru O dissacarídeo lactose ocorre naturalmente somente no leite. e. A sacarose é. É sintetizado por plantas. Prof. A sacarose (açúcar de mesa) é um dissacarídeo de glicose e frutose. mas não pelos animais. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 21 . Dissacarídeos comuns b.

Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 22 . Pontos Importantes Carboidratos em água existem em forma cíclica Na natureza: D-carboidrados (penúltimo –OH é a direita) O carbono C-1 é chamado de carbono anomérico e determina: .Sacarose: glicose + frutose Glc (a12b) Fru Prof.A configuração a ou b da forma cíclica (OH para cima ou baixo) .Se o açúcar é redutor (quando não está envolvido em ligações) Dissacarídeos: .Lactose: glicose + galactose Gal (b14) Glc .

formam cadeias lineares. são ramificados. e outros. mas diferem no tipo de ligação glicosídica. no grau de ramificação e. 3. têm funções biológicas e propriedades muito diferentes glicogênio Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 23 . como glicogênio. • Glicogênio e celulose são composto de unidades repetitivas de D-glicose. conseqüentemente. como celulose. Polissacarídeos São polímeros que contem 20 ou mais unidades de monossacarídeos (milhares de unidades) • Alguns polissacarídeos.

forma e suporte para células. servem como: ramificado • formas de armazenamento de monossacarídeos que são utilizados como combustíveis (amido e glicogênio) • elementos estruturais das paredes das célula vegetais e dos exoesqueletos de animais. que formam uma matriz que mantém as células juntas e fornece proteção. Polissacarídeos Homopolissacarídeos Homopolissacarídeos contem apenas um único tipo de Ramificado Não monômero. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 24 . •Presentes em: Não ramificado múltiplos monômeros • Paredes celulares das bactérias • Em tecidos animais. tecidos e órgãos. O espaço extracelular é ocupado por vários tipos de heteropolissacarídeo. (celulose e quitina) Heteropolissacarídeos Heteropolissacarídeos contêm dois ou mais tipos Ramificado. Prof.

formada por bactérias sobre a superfície dos dentes. hepatócitos (manchas escuras). Armazenamento energético Homopolissacarídeos utilizados como reservas de combustível o amido em células vegetais o glicogênio em células animais Grânulos de amido Grandes grânulos de amido em um Grânulos de glicogênio em único cloroplasto. Prof. Dextranas são polissacarídeos de bactérias e leveduras. A placa dental. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 25 . é rica em dextranas.

a16 Prof. compacta As ligações a-14 Só glicose Unidades de celulose ligadas por ligação a14 Amilose: cadeias lineares de a14 Amilopectina: linear a14 e ramificadas. Amido (glicose)  Hélice. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 26 .

Amido (α16) (α14) Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 27 .

Glicogênio (Glicose) Cadeias lineares ligação a14 e ramificações ligações a16 Como a amilopectina. mas ramificações a cada 6-8 unidades de glicose Proteínas e enzimas de síntese e hidrólise ligadas ao glicogênio glicogênio Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 28 .

Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 29 . fibrosa. Estabilizada por pontes de hidrogênio Flor do algodão Fibra de algodão Prof. Homopolissacarídeo estrutural Celulose Linear. Constitui grande parte da massa de madeira Algodão é quase celulose pura D-glicose ligação Ligação b(14): diferença no espaço b(14). resistente Insolúvel em água Encontrada nas paredes celulares das plantas.

É provavelmente o segundo polissacarídeo mais abundante.. Prof. Homopolissacarídeo estrutural Quitina N-acetilglucosamina A quitina é um homopolissacarídeo linear composto por resíduos N-acetilglucosamina. a diferença da celulose é só a substituição no C-2 Quitina forma fibras estendidas semelhantes às da celulose: não pode ser digerida A quitina é o componente principal do exoesqueleto insetos. depois da celulose. lagostas e caranguejos.. na natureza. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 30 .

Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 31 . Agarose Presente nas paredes celulares de algas do mar Copolímero de D-Galatose modificado: SO3- Usado na industria de alimentos como espessante Forma géis: utilizado no laboratório para separar moléculas de DNA Agarose D-Gal 3.6-anidro-L-Gal2S (b1 4) Prof.

Glicoconjugados FUNÇÕES interações célula-célula Interações célula-matriz Migração celular na coagulação Resposta imune Proteoglicanos Presentes na: • Superfície celular Glicolipídeos • Matriz extracelular Lipídeos onde o grupo- Contém glicosaminoglicanos cabeça é um oligossacarídeo Organizadores dos tecidos Agem como Mediam atividades de hormônios reconhecimento em Moléculas principais da cartilagem interações celulares Glicoproteínas Encontrados: na face externa da membrana plasmática Vesículas especializadas Formam sitos específicos de reconhecimento onde se ligam proteínas Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 32 .

Peptídeoglicanos Parede celular de bactérias Podem ser destruídos pela enzima lisozima (lágrima. saliva) Tem síntese inibida por penicilina N-acetilglicosamina Staphylococcus (GlcNAc) N acetilmurâmico aureus ácido (Mur2Ac) (b14) Local de clivagem da lisozima Extremidade redutora Pentapeptídeo de Gly Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 33 .

Proteoglicanos Proteoglicano de membrana Proteoglicano da matriz extracelular Heparan sulfato Condroitina sulfato Fora Disacarídeos Dentro Sacarídeos Proteínas Hialuronato Mais de 50.000 repetições de dissacarídeos Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 34 .

ligado N-ligado Serina Asparagina Os açúcares se ligam covalentemente às cadeias laterais de aminoácido Ligação a serina ou treonina (OH)  O.ligados Ligação à asparagina (NH2)  N-ligados Prof. Como os açúcares se ligam às proteínas O. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 35 .

Glicosaminoglicanos Hialuronato Componentes da matriz extracelular 50000 X glicosaminoglicanos Sustentação mecânica Difusão de moléculas GlcA GlcNAc Polímeros lineares unidades repetitivas de dissacarídeos Sempre contém Heparina N-acetil glicosamina 15–90 X N-acetil galactosamina GlcA2S GlcNS3S6S Açucares sulfatados ou IdoA2S Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 36 .

Glicídios de superfície na inflamação Glicoproteína Glicoproteína Integrina Diapedese é a passagem de Selectina P linfócitos da circulação para o tecido Linfócito T conjuntivo Célula do endotélio Rolamento A inflamação faz com que o endotélio expresse mais integrinas e selectinas Adesão A ligação de integrinas e selectinas a glicoproteínas de superfície do Local da linfócito faz com este role sobre o inflamação endotélio e difunda no tecido Passagem inflamado Fluxo do sangue Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 37 .

é um dos principais determinantes do sorotipo (reatividade imunológica) da bactéria Porção central Estrutura comum a muitas bactérias Alvos primários dos anticorpos produzidos pela resposta imune Lipidio A Estrutura comumum a maioria das bactérias ácidos graxos Prof. Chiara Valsecchi Unipampa – Bioquímica 38 . Lipopolissacarídeo bacteriano (LPS) Cadeia específica Váriavel entre diferentes bactérias.

Resumo de polissacarídeos e glicoconjugados – mapa concetual Parede Homopolissacarídos Celulose vegetal Exoesqueletos Quitina Parede Glicogênio Amido Peptídeoglicano bacteriana Membrana Lilopolossacarídeo bacteriana Reserva energética Parede Agarose de algas Estruturais Proteoglicanos Matriz extracelular Polissacarídeos Glicoproteínas Glicosaminoglicans (GAGs) Heteropolissacarídos 39 .