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UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA - CEEI

EQUIPE:

Diego Arcangelo

João Mariano

Klayne Lorrayne Feitosa Navarro de Araújo Alves (114110...)

Mateus Araújo de Souza Celestino (11411078)

COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo Numérico

PROFESSOR: Marcus Salerno

TURMA: 01

PERÍODO: 2015.1

Método do

Trapézio

01 de junho de 2015

Campina Grande – PB
1. INTRODUÇÃO

2. REGRA DO TRAPÉZIO

2.1. Regra do Trapézio Simples

2.1.1 Análise Gráfica

2.1.2 Cálculo da Integral

2.1.3 Cálculo do Erro

2.1.4 Exemplo de aplicação

2.2. Regra do Trapézio Repetida

A Regra do Trapézio Simples é uma regra um tanto grosseira (que gera


muito erro) para o cálculo da integral de funções em um intervalo [a, b], em
especial das funções mais complexas. Porém, caso aplicarmos a regra do
trapézio várias vezes no mesmo intervalo [a, b] a aproximação será bem melhor
do que se utilizarmos a regra do trapézio simples, ou seja, quanto mais vezes
dividirmos o intervalo mais aproximado do valor real estará o resultado.

O intervalo quando for divido ele será divido em tamanho igual por se
tratar de uma Fórmula de Newton-Cotes.

A regra do trapézio repetida se assemelha bastante com o conceito


observado na soma de Riemann em que a única diferença é que o mesmo em vez
de utilizar trapézio utiliza retângulo.

2.1.1 Análise Gráfica

A regra consiste em dividir o intervalo em partes iguais e traçar


polinômios de grau 1 (um) que passem pelos valores da função dos pontos, em
que é gerado um polinômio entre cada ponto consecutivo, formando assim
vários trapézios.

Gráfico de uma função f(x) qualquer em que foi aplicada a regra do trapézio
repetida

2.1.2 Cálculo da Integral

Sabe-se que o valor da integral é a área entre a função e o eixo do x.


Assim, para o método do trapézio repetido o valor da integral será calculado pela
soma de todas as áreas dos trapézios.

xn

 f ( x)dx  2  f ( x )  f ( x )  2  f ( x )  f ( x )
h h
0 1 1 2
x0

 ... 
h
 f ( xN 1 )  f ( xN )
2

Observa-se que só os termos f(x0) e f(xn) não se repetem, assim, esta


fórmula pode ser simplificada em:
xN

 f ( x)dx  2  f ( x )  2 f ( x )  f ( x )  ...  f ( x )  f ( xN )
h
0 1 2 N 1
x0

2.1.3 Cálculo do Erro


Por se tratar da soma da área de trapézios em que o número de trapézios é
finito, o valor da integral apresenta uma taxa de erro quando comparado com o
valor real.

Assim, pode-se calcular o valor do erro pela seguinte fórmula:


(b  a) 3
E( f )  max f ´´(x) para um certo x [a, b], n  número de subdivisões
12n 2

2.1.4 Exemplo de aplicação

2.3. Aplicação do MATLAB

3. CONCLUSÃO

ANEXO – ALGORITMO ULIZIDO NA APLICAÇÃO DO MATLAB