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Nome da Unidade: Escola Agrotécnica Federal de Uberlândia

CNP/CGC: 73.875.502/0001_30

Data: 29/11/2000

Número do Plano: 003

Plano de Curso para:

01 Habilitação 1: Técnico em Agroindústria


Área 01. Agropecuária
Carga Horária: 1392 horas

02 Qualificação 1: Controle de Qualidade


Área 01.Agropecuária
Carga Horária: 580 horas

03 Qualificação 2: Processamento de Produtos de Origem Vegetal


Área 01.Agropecuária
Carga Horária: 520 horas

04 Qualificação 3: Processamento de Produtos de Origem Animal


Área 01.Agropecuária
Carga Horária: 600 horas

05 Qualificação 4: Processamento de Frutas e Hortaliças


Área 01.Agropecuária
Carga Horária: 460 horas

06 Qualificação 5: Processamento de Cereais e Oleoginosas


Área 01.Agropecuária
Carga Horária: 380 horas

07 Qualificação 6: Processamento de Produtos Lácteos


Área 01.Agropecuária
Carga Horária: 460 horas

08 Qualificação 7: Processamento de Carnes e Derivados


Área 01.Agropecuária
Carga Horária: 460 horas

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 1
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA
ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE UBERLÂNDIA – MG
DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL

ÁREA PROFISSIONAL: AGROPECUÁRIA

HABILITAÇÃO: TÉCNICO EM AGROINDÚSTRIA

1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS:

1.1. JUSTIFICATIVA:

A Reforma do Ensino Profissional prevista na nova LDB tem o objetivo precípuo


de tornar as Escolas Agrotécnicas mais eficientes, através da oferta de currículos
condizentes com a realidade do mercado de trabalho aliada a diversificação na oferta
de cursos, flexibilização nas entradas e saídas e conseqüente ampliação da clientela.
Sob a ótica da integração Escola-Empresa, estamos inseridos em um mundo
onde os avanços tecnológicos e a globalização da economia exigem trabalhadores
cada vez mais especializados e criativos. Nesse contexto, cabe ao mercado
determinar o perfil do técnico e do curso que será oferecido pela Escola. Esse perfil
deve estar fortemente vinculado ao nível de empregabilidade de nossos egressos, ao
contexto geográfico e à análise sócio-econômica da região.
A cidade de Uberlândia, onde está localizada a Escola Agrotécnica, atende
uma vasta região que vai do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba até o sul de Goiás e
Noroeste de São Paulo. Servido por oito rodovias e quatro ferrovias, o município conta
ainda com o entroncamento natural das ferrovias Leste/Oeste e Norte do país, que dá
acesso aos portos do Atlântico. O Sistema Hidroelétrico é formado por 12 grandes
usinas em operação e mais duas em construção, num raio de 250 Km, com
aproximadamente 20.000 MW de potencial instalado.
Uberlândia está caminhando para tornar-se um dos grandes pólos de
desenvolvimento de agribusiness do país. Suas principais indústrias de transformação
são: Cargill (grãos e oleaginosas), Souza Cruz (fumo), Rezende Alimentos (aves e
suínos), CALU (laticínios), BRASPELCO (couro), DAIWA (fibras),Granja Rezende S.A,
ADM (processamento de grãos), Monsanto (processamento de sementes) e ABC
INCO ( grãos e oleaginosas). O setor industrial é composto hoje por 42 indústrias
extrativas, 2030 indústrias de transformação e 786 indústrias de construção.
Tendo como uma de suas principais vocações a produção de grãos, em
especial milho e soja, o município consegue, em condições de irrigação, colher três
safras por ano. Soma-se a esse total também, uma representativa produção de
hortaliças, frutas e alimentos para silagem, que contribuem significativamente para a
condição de maior centro atacadista da América Latina.
Em Uberlândia, a avicultura, a produção leiteira, a produção e abate de bovinos
e suínos possuem representatividade nacional. As três maiores fábricas de

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processamento de soja – Rezende, Cargill e ABC INCO – estão operando com
projeção no mercado internacional.
O município apresenta uma média de crescimento de 5% ao ano, bem superior
à média nacional. É os terceiros centro urbano do estado em arrecadação de ICMS –
com participação de aproximadamente 12% e crescimento de 24% - é o 25º do país
em arrecadação de tributos federais.
Diante dessa enorme diversificação econômico-produtiva da área agropecuária
da região, do crescimento acentuado da população economicamente ativa e do
número de consumidores, o mercado nos aponta para a habilitação: Técnico em
Agroindústria.

1.2. OBJETIVO:

As diretrizes curriculares nacionais da área agropecuária estabelecem


mudanças na concepção e na construção da estrutura curricular, possibilitando,
quando necessário, uma rápida adequação às transformações do contexto produtivo e
proporcionando uma formação profissional voltada ao permanente desenvolvimento de
competências e habilidades que garantam a capacidade de evolução contínua da vida
produtiva, com uma postura crítica, criativa e autônoma.
Dessa forma, o curso Técnico em Agroindústria tem como objetivo formar
pessoas capazes de exercer atividades de gestão, planejamento, produção animal,
vegetal e agro-industrial, estruturadas e aplicadas de forma sistemática para atender
às necessidades de organização e produção dos diversos segmentos da cadeia
produtiva do agronegócio, visando à qualidade e à sustentabilidade econômica,
ambiental e social.

2. REQUISITOS DE ACESSO:

O acesso aos cursos da área de agropecuária da Escola se dará através de


provas escritas de conhecimento do ensino básico, de conhecimento prático em
atividades do campo e de aptidão vocacional. Além disso, de acordo com a legislação
em vigor, o referido acesso será exclusivo a alunos que estejam cursando ou já
tenham concluído o Ensino Médio, independente da idade, mesmo quando se tratar de
incursão em apenas um módulo específico do curso em questão, pois a qualificação
requerida é de nível técnico.
As competências requeridas para os candidatos aos cursos devem estar
vinculadas à integração do projeto individual ao projeto da sociedade em que se
situam. Isso requer alunos que tenham desenvolvido uma boa capacidade de
raciocínio, de pesquisa, de busca de informações, que estejam aptos para analisá-las
e selecioná-las, que possam aprender, criar, formular, desenvolver e compreender os
fundamentos científicos e tecnológicos dos processos produtivos e sejam conscientes
do seu papel como pessoas humanas, com uma boa formação ética e um senso
crítico apurado.
São competências e bases que os candidatos deverão ter constituído
previamente para ingresso no curso:
• Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como
meios de: organização cognitiva da realidade pela constituição de significados,
expressão, comunicação e informação;

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• Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens,
relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função,
organização e estrutura das manifestações, de acordo com as condições de
produção e recepção;
• Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de
significações e integradora da organização do mundo e da própria identidade;
• Entender os princípios das tecnologias da comunicação e da informação,
associá-las aos conhecimentos científicos, às linguagens que lhes dão suporte
e aos problemas a que se propõem solucionar;
• Compreender as ciências como construções humanas, entendendo como elas
se desenvolvem por acumulação, continuidade ou ruptura de paradigmas, e
relacionando o desenvolvimento científico com a transformação da sociedade;
• Entender e aplicar métodos e procedimentos próprios das ciências naturais;
• Apropriar-se dos conhecimentos da física, da química e da biologia e aplicar
esses conhecimentos para explicar o funcionamento do mundo natural,
planejar, executar e avaliar ações de intervenção na realidade natural;
• Identificar, analisar e aplicar conhecimentos sobre valores de variáveis,
representados em gráficos, diagramas ou expressões algébricas, realizando
previsão de tendências, extrapolações, interpolações e interpretações;
• Identificar, representar e utilizar o conhecimento geométrico para o
aperfeiçoamento da leitura, da compreensão e da ação sobre a realidade;
• Compreender conceitos, procedimentos e estratégias matemáticas e aplicá-las
a situações diversas no contexto das ciências, da tecnologia e das atividades
cotidianas;
• Compreender os elementos cognitivos, afetivos, sociais e culturais que
constituem a identidade própria e a dos outros;
• Compreender a sociedade, sua gênese, transformação e os múltiplos fatores
que nela intervêm como produtos da ação humana, a si mesmos como
agentes sociais e os processos sociais como orientadores da dinâmica dos
diferentes grupos de indivíduos;
• Compreender o desenvolvimento da sociedade como processo de ocupação
de espaços físicos e as relações da vida humana com a paisagem, em seus
desdobramentos político-sociais, culturais, econômicos e humanos;
• Compreender a produção e o papel histórico das instituições sociais, políticas
e econômicas, associando-as às práticas dos diferentes grupos e atores
sociais, aos princípios que regulam a convivência em sociedade, aos direitos e
deveres da cidadania, à justiça e à distribuição dos benefícios econômicos;
• Traduzir os conhecimentos sobre a pessoa, a sociedade, a economia, as
práticas sociais e culturais em condutas de indagação, análise,
problematização e protagonismo diante de situações novas, problemas ou
questões da vida pessoal, social, política, econômica e cultural;
• Entender o impacto das tecnologias associadas às ciências sobre sua vida
pessoal, os processos de produção, o desenvolvimento do conhecimento e a
vida social.

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Quando surgir vaga durante o curso, por motivo de desistência, a escola poderá
matricular novos alunos em módulos ou submódulos, desde que não haja pré-
requisitos entre eles. Essa entrada será acompanhada de pré-avaliação de
competências já estabelecidas pelo requisitante e permitirá uma recomposição do
tempo perdido pelo mesmo, já que ele poderá transitar pelos submódulos e módulos
em horários, etapas, períodos e cursos diferentes.
A vida útil do curso ao longo do tempo será determinada por estudos de
demanda de mercado e de acompanhamento de egressos a realizar-se anualmente
pela Coordenação de Integração Escola Comunidade (CIEC), que proporá ao
Departamento de Desenvolvimento de Ensino, ao final do terceiro ano consecutivo de
criteriosa análise e avaliação, a continuidade ou não do referido curso.

3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO:

3.1. CARACTERIZAÇÃO

O técnico em Agroindústria é o profissional habilitado para atuar junto a empresas


públicas e privadas do setor agroindustrial, em atividades de gestão, planejamento,
projetos, transformação de produtos de origem animal e vegetal tendo como
competência básica atender de forma sistemática às necessidades de organização
e produção dos diversos segmentos da cadeia produtiva do agronegócio para
melhorar a qualidade e a sustentabilidade econômica, ambiental e social do país

3.2. COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS GERAIS DO TÉCNICO DA ÁREA:

• Analisar as características econômicas, sociais e ambientais, identificando as


atividades peculiares das áreas a serem implementadas;
• Planejar, organizar e monitorar:
- O processo de aquisição, preparo, conservação e armazenamento da
matéria-prima e dos produtos agroindustriais.
• Identificar famílias de organismos e microorganismos, diferenciando os
benéficos dos maléficos;
• Elaborar, aplicar e monitorar programas profiláticos, higiênicos e sanitários na
produção animal e agro-industrial;
• Identificar e aplicar técnicas mercadológicas para distribuição e
comercialização de produtos;
• Projetar e aplicar inovações nos processos de montagem, monitoramento e
gestão de empreendimentos;
• Elaborar relatórios e projetos de impacto ambiental;
• Elaborar laudos, perícias, pareceres, relatórios e projetos, inclusive de
incorporação de novas tecnologias.

3.3. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS:

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• Operar e monitorar processos agroindustriais;
• Planejar e executar a inspeção e a manutenção autônoma e preventiva,
rotineira em equipamentos, linhas, instrumentos e acessórios;
• Otimizar o processo produtivo, utilizando as bases conceituais dos processos
químicos;
• Realizar análises físicas e físico-químicas em equipamentos de laboratório e
em processos “online”;
• Organizar e controlar a estocagem e a movimentação de matérias-primas,
insumos, produtos e embalagens;
• Aplicar princípios básicos de gestão de processos industriais e laboratoriais;
• Aplicar técnicas de boas práticas de fabricação nos processos industriais e
laboratoriais de controle de qualidade;
• Controlar a operação de processos químicos e equipamentos, tais como
caldeira industrial, torre de resfriamento, troca iônica e refrigeração industrial
• Controlar mecanismos de transmissão de calor, operação de equipamentos
com trocas térmicas, destilação, absorção, extração e cristalização;
• Selecionar e utilizar técnicas de amostragem, preparo e manuseio de
amostras;
• Interpretar e executar análises instrumentais no processo;
• Coordenar programas e procedimentos de segurança e de análise de riscos
de processos industriais e laboratoriais, aplicando princípios de higiene
industrial, controle ambiental e destinação final dos produtos;
• Utilizar técnicas de manipulação asséptica de culturas de células animais e
vegetais.

3.4. ONDE TRABALHA O TÉCNICO EM AGROINDÚSTRIA


Linhas de produção de indústrias alimentícias;
Analistas de laboratórios de controle de qualidade de matérias primas e
alimentos;
Supervisão e controle de qualidade em cozinhas industriais;
Inspeção sanitária de alimentos;
Responsável técnico em linhas de produção industrial e empresas
produtoras/comercializadoras de alimentos em função do porte do
empreendimento;
Consultoria técnica e treinamento na área alimentar.

3.5. QUALIDADES PESSOAIS ESPERADAS


Perícia prática e habilidade manual em análises laboratoriais;
Habilidades oral e escrita para comunicação com chefias, equipes e na
elaboração de relatórios técnicos;
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 6
Resolução de problemas, sabendo identificá-los, suas causas potenciais,
possíveis soluções e propor cuidadosas recomendações;
Trabalhar e/ou interagir com indivíduos de diversas culturas;
Atuar com liderança em situações variadas;
Manipular múltiplas tarefas e pressões;
Negociar em situações de conflito individual ou de grupos;
Desenvolver habilidades necessárias para educar-se continuamente por si
mesmo;
Administrar o tempo efetivamente.

3.6. COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DA HABILITAÇÃO TÉCNICA


• Compreender as bases químicas, propriedades e reações de vários
componentes dos alimentos.
• Ser capaz de utilizar técnicas comuns a química de alimentos básica e
aplicada.
• Compreender os princípios atrás das técnicas analíticas associadas com
alimentos.
• Ser capaz de selecionar a técnica analítica apropriada, quando apresentado
um problema prático.
• Demonstrar perícia prática em análises laboratoriais de alimentos.
• Identificar os microrganismos patogênicos e deterioradores de importância em
alimentos e as condições sob as quais eles irão crescer.
• Compreender os princípios básicos e práticas de limpeza e sanitização em
operações de processamento de alimentos.
• Ser capaz de aplicar princípios de estatística em ciência dos alimentos .
• Ser capaz de aplicar princípios de ciência dos alimentos para controlar e
garantir a qualidade de produtos alimentícios
• Compreender princípios básicos de análise sensorial.
• Compreender as regulamentações governamentais requeridas para a
fabricação e venda de produtos alimentícios.
• Definir um problema, identificar causa potenciais e possíveis soluções, e
propor cuidadosas recomendações.
• Aplicar habilidades de pensamento crítico a novas situações.
• Submeter-se aos elevados padrões de integridade profissional e valores
éticos.
• Atuar com liderança em situações variadas.
• Negociar em situações de conflito individual ou de grupos.
• Pesquisar independentemente informações científicas e não científicas.

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 7
• Utilizar competentemente fontes bibliográficas..
• Facilitar trabalhos de grupo.
• Compreensão das bases químicas, propriedades e reações de vários
componentes dos alimentos de origem agroindustriall.
• Ter conhecimentos suficientes de química de alimentos para controlar reações
em alimentos de origem agroindustrial.
• Compreender as principais reações químicas que limitam a vida de prateleira
de alimentos de origem agroindustrial.
• Identificar as condições sob as quais os principais patógenos são comumente
inativados , mortos ou têm sua patogenicidade reduzida em alimentos de
origem agroindustrial.
• Conhecer os princípios envolvendo a conservação de alimentos de origem
agroindustrial através de processos fermentativos.
• Conhecer o papel e significância da inativação microbiana , adaptação e
fatores ambientais ( isto é Aa, pH, temperatura) sobre o crescimento e
respostas dos microrganismos em vários ambientes.
• Ser capaz de identificar as condições, incluindo práticas de sanificação, sob as
quais microrganismos patogênicos e deterioradores importantes são
comumente inativados, mortos ou minimizados em alimentos de origem
agroindustrial.
• Compreender as fontes e variabilidade das matérias primas alimentícias e seu
impacto sobre as operações de processamento.
• Conhecer mecanismos de apodrecimento e a deterioração em alimentos de
origem agroindustrial e métodos de controle.
• Compreender os princípios que tornam um produto alimentício de origem
agroindustrial seguro para o consumidor.
• Conhecer fenômenos de transporte e operações unitárias em processamento
de alimentos de origem agroindustrial tanto conceitualmente como em
práticas laboratoriais
• Ser capaz de utilizar balanços de massa e energia para um dado processo de
alimentos de origem agroindustrial.
• Compreender operações unitária requeridas para produzir um dado produto
alimentício de origem agroindustrial.
• Compreender os princípios e práticas usuais de técnicas de processamento e
os efeitos dos parâmetros de processo sobre a qualidade do produto de
origem agroindustrial
• Compreender as propriedades e uso de diferentes materiais de embalagem de
produtos de origem agroindustrial .
• Compreender os princípios básicos e práticas de limpeza e sanitização em
operações de processamento de alimentos de origem agroindustrial.
• Compreender os requerimentos para utilização de água e manejo de
efluentes em alimentos de origem agroindustrial e processamento.

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• Ser capaz de aplicar e incorporar os princípios de ciência de alimentos na
prática, em situações do mundo real e problemas.
• Saber como utilizar computadores para resolver problemas em ciência de
alimentos.
• Ser capaz de aplicar princípios de ciência dos alimentos para controlar e
garantir a qualidade de produtos alimentícios de origem agroindustrial
• Estar ciente de tópicos atuais de importância para a indústria alimentícia.
• Compreender as regulamentações governamentais requeridas para a
fabricação e venda de produtos alimentícios.

3.7. COMPETÊNCIAS PROFISSIONAISS DA QUALIFICAÇÃO DE NÍVEL


TÉCNICO EM CONTROLE DE QUALIDADE

• Compreender as bases químicas, propriedades e reações de vários


componentes dos alimentos.
• Ser capaz de utilizar técnicas comuns a química de alimentos básica e
aplicada.
• Compreender os princípios atrás das técnicas analíticas associadas com
alimentos.
• Ser capaz de selecionar a técnica analítica apropriada, quando apresentado
um problema prático.
• Demonstrar perícia prática em análises laboratoriais de alimentos.
• Identificar os microrganismos patogênicos e deterioradores de importância em
alimentos e as condições sob as quais eles irão crescer.
• Compreender os princípios básicos e práticas de limpeza e sanitização em
operações de processamento de alimentos.
• Ser capaz de aplicar princípios de estatística em ciência dos alimentos .
• Ser capaz de aplicar princípios de ciência dos alimentos para controlar e
garantir a qualidade de produtos alimentícios
• Compreender princípios básicos de análise sensorial.
• Compreender as regulamentações governamentais requeridas para a
fabricação e venda de produtos alimentícios.
• Definir um problema, identificar causa potenciais e possíveis soluções, e
propor cuidadosas recomendações.
• Aplicar habilidades de pensamento crítico a novas situações.
• Submeter-se aos elevados padrões de integridade profissional e valores
éticos.
• Trabalhar efetivamente com os outros.
• Atuar com liderança em situações variadas.
• Negociar em situações de conflito individual ou de grupos.

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 9
• Pesquisar independentemente informações científicas e não científicas.
• Utilizar competentemente fontes bibliográficas.
• Administrar o tempo efetivamente.
• Facilitar trabalhos de grupo.

3.8. COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DA QUALIFICAÇÃO DE NÍVEL


TÉCNICO EM PROCESSAMENTO DE PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL

• Compreensão das bases químicas, propriedades e reações de vários


componentes dos alimentos de origem vegetal.
• Ter conhecimentos suficientes de química de alimentos para controlar reações
em alimentos de origem vegetal.
• Compreender as principais reações químicas que limitam a vida de prateleira
de alimentos de origem vegetal.
• Identificar as condições sob as quais os principais patógenos são comumente
inativados , mortos ou têm sua patogenicidade reduzida em alimentos de
origem vegetal.
• Conhecer os princípios envolvendo a conservação de alimentos de origem
vegetal através de processos fermentativos.
• Conhecer o papel e significância da inativação microbiana , adaptação e
fatores ambientais ( isto é Aa, pH, temperatura) sobre o crescimento e
respostas dos microrganismos em vários ambientes.
• Ser capaz de identificar as condições, incluindo práticas de sanificação, sob as
quais microrganismos patogênicos e deterioradores importantes são
comumente inativados, mortos ou minimizados em alimentos de origem
vegetal.
• Compreender as fontes e variabilidade das matérias primas alimentícias e seu
impacto sobre as operações de processamento.
• Conhecer mecanismos de apodrecimento e a deterioração em alimentos de
origem vegetal e métodos de controle.
• Compreender os princípios que tornam um produto alimentício de origem
vegetal seguro para o consumidor.
• Conhecer fenômenos de transporte e operações unitárias em processamento
de alimentos de origem vegetal tanto conceitualmente como em práticas
laboratoriais
• Ser capaz de utilizar balanços de massa e energia para um dado processo de
alimentos de origem vegetal.
• Compreender operações unitária requeridas para produzir um dado produto
alimentício de origem vegetal.
• Compreender os princípios e práticas usuais de técnicas de processamento e
os efeitos dos parâmetros de processo sobre a qualidade do produto de
origem vegetal

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• Compreender as propriedades e uso de diferentes materiais de embalagem de
produtos de origem vegetal .
• Compreender os princípios básicos e práticas de limpeza e sanitização em
operações de processamento de alimentos de origem vegetal.
• Compreender os requerimentos para utilização de água e manejo de
efluentes em alimentos de origem vegetal e processamento.
• Ser capaz de aplicar e incorporar os princípios de ciência de alimentos na
prática, em situações do mundo real e problemas.
• Saber como utilizar computadores para resolver problemas em ciência de
alimentos.
• Ser capaz de aplicar princípios de ciência dos alimentos para controlar e
garantir a qualidade de produtos alimentícios de origem vegetal
• Estar ciente de tópicos atuais de importância para a indústria alimentícia.
• Compreender as regulamentações governamentais requeridas para a
fabricação e venda de produtos alimentícios.

3.9. COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DA QUALIFICAÇÃO DE NÍVEL


TÉCNICO EM PROCESSAMENTO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

• Compreensão das bases químicas, propriedades e reações de vários


componentes dos alimentos de origem animal.
• Ter conhecimentos suficientes de química de alimentos para controlar reações
em alimentos de origem animal.
• Compreender as principais reações químicas que limitam a vida de prateleira
de alimentos de origem animal.
• Identificar as condições sob as quais os principais patógenos são comumente
inativados , mortos ou têm sua patogenicidade reduzida em alimentos de
origem animal.
• Conhecer os princípios envolvendo a conservação de alimentos de origem
animal através de processos fermentativos.
• Conhecer o papel e significância da inativação microbiana , adaptação e
fatores ambientais ( isto é Aa, pH, temperatura) sobre o crescimento e
respostas dos microrganismos em vários ambientes.
• Ser capaz de identificar as condições, incluindo práticas de sanificação, sob as
quais microrganismos patogênicos e deterioradores importantes são
comumente inativados, mortos ou minimizados em alimentos de origem
animal.
• Compreender as fontes e variabilidade das matérias primas alimentícias e seu
impacto sobre as operações de processamento.
• Conhecer mecanismos de apodrecimento e a deterioração em alimentos de
origem animal e métodos de controle.
• Compreender os princípios que tornam um produto alimentício de origem
animal seguro para o consumidor.

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 11
• Conhecer fenômenos de transporte e operações unitárias em processamento
de alimentos de origem animal tanto conceitualmente como em práticas
laboratoriais
• Ser capaz de utilizar balanços de massa e energia para um dado processo de
alimentos de origem animal.
• Compreender operações unitária requeridas para produzir um dado produto
alimentício de origem animal.
• Compreender os princípios e práticas usuais de técnicas de processamento e
os efeitos dos parâmetros de processo sobre a qualidade do produto de
origem animal
• Compreender as propriedades e uso de diferentes materiais de embalagem de
produtos de origem animal .
• Compreender os princípios básicos e práticas de limpeza e sanitização em
operações de processamento de alimentos de origem animal.
• Compreender os requerimentos para utilização de água e manejo de
efluentes em alimentos de origem animal e processamento.
• Ser capaz de aplicar e incorporar os princípios de ciência de alimentos na
prática, em situações do mundo real e problemas.
• Saber como utilizar computadores para resolver problemas em ciência de
alimentos.
• Ser capaz de aplicar princípios de ciência dos alimentos para controlar e
garantir a qualidade de produtos alimentícios de origem animal
• Estar ciente de tópicos atuais de importância para a indústria alimentícia.
• Compreender as regulamentações governamentais requeridas para a
fabricação e venda de produtos alimentícios.

3.10.COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DA QUALIFICAÇÃO DE NÍVEL


TÉCNICO EM PROCESSAMENTO DE FRUTAS E HORTALIÇAS

• Compreensão das bases químicas, propriedades e reações de vários


componentes das frutas e hortaliças.
• Ter conhecimentos suficientes de química de alimentos para controlar reações
em frutas e hortaliças.
• Compreender as principais reações químicas que limitam a vida de prateleira
de frutas e hortaliçaas.
• Identificar as condições sob as quais os principais patógenos são comumente
inativados , mortos ou têm sua patogenicidade reduzida em frutas e hortaliças.
• Conhecer os princípios envolvendo a conservação de frutas e hortaliças
através de processos fermentativos.
• Conhecer o papel e significância da inativação microbiana , adaptação e
fatores ambientais ( isto é Aa, pH, temperatura) sobre o crescimento e
respostas dos microrganismos em vários ambientes.

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 12
• Ser capaz de identificar as condições, incluindo práticas de sanificação, sob as
quais microrganismos patogênicos e deterioradores importantes são
comumente inativados, mortos ou minimizados em frutas e hortaliças.
• Compreender as fontes e variabilidade das matérias primas alimentícias e seu
impacto sobre as operações de processamento.
• Conhecer mecanismos de apodrecimento e a deterioração em frutas e
hortaliças e métodos de controle.
• Compreender os princípios que tornam um produto alimentício de frutas e
hortaliças seguro para o consumidor.
• Conhecer fenômenos de transporte e operações unitárias em processamento
de frutas e hortaliças tanto conceitualmente como em práticas laboratoriais
• Ser capaz de utilizar balanços de massa e energia para um dado processo de
frutas e hortaliças.
• Compreender operações unitária requeridas para produzir um dado produto
alimentício de frutas e hortaliças.
• Compreender os princípios e práticas usuais de técnicas de processamento e
os efeitos dos parâmetros de processo sobre a qualidade do produto de
origem em frutas e hortaliças
• Compreender as propriedades e uso de diferentes materiais de embalagem de
produtos de origem em frutas e hortaliças.
• Compreender os princípios básicos e práticas de limpeza e sanitização em
operações de processamento de alimentos de origem em frutas e hortaliças.
• Compreender os requerimentos para utilização de água e manejo de
efluentes em alimentos de origem em frutas e hortaliças e processamento.
• Ser capaz de aplicar e incorporar os princípios de ciência de alimentos na
prática, em situações do mundo real e problemas.
• Saber como utilizar computadores para resolver problemas em ciência de
alimentos.
• Ser capaz de aplicar princípios de ciência dos alimentos para controlar e
garantir a qualidade de produtos alimentícios de origem em frutas e hortaliças
• Estar ciente de tópicos atuais de importância para a indústria alimentícia.
• Compreender as regulamentações governamentais requeridas para a
fabricação e venda de produtos alimentícios.

3.11.COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DA QUALIFICAÇÃO DE NÍVEL


TÉCNICO EM PROCESSAMENTO DE CEREAIS E OLEOGINOSAS

• Compreensão das bases químicas, propriedades e reações de vários


componentes dos cereais e oleoginosas.
• Ter conhecimentos suficientes de química de alimentos para controlar reações
em cereais e oleoginosas.
• Compreender as principais reações químicas que limitam a vida de prateleira
de cereais e oleoginosas.
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 13
• Identificar as condições sob as quais os principais patógenos são comumente
inativados , mortos ou têm sua patogenicidade reduzida em cereais e
oleoginosas.
• Conhecer os princípios envolvendo a conservação de cereais e oleoginosas
através de processos fermentativos.
• Conhecer o papel e significância da inativação microbiana , adaptação e
fatores ambientais ( isto é Aa, pH, temperatura) sobre o crescimento e
respostas dos microrganismos em vários ambientes.
• Ser capaz de identificar as condições, incluindo práticas de sanificação, sob as
quais microrganismos patogênicos e deterioradores importantes são
comumente inativados, mortos ou minimizados em cereais e oleoginosas.
• Compreender as fontes e variabilidade das matérias primas alimentícias e seu
impacto sobre as operações de processamento.
• Conhecer mecanismos de apodrecimento e a deterioração em cereais e
oleoginosas e métodos de controle.
• Compreender os princípios que tornam um produto alimentício de origem em
cereais e oleoginosas seguro para o consumidor.
• Conhecer fenômenos de transporte e operações unitárias em processamento
de alimentos de origem em cereais e oleoginosas tanto conceitualmente
como em práticas laboratoriais
• Ser capaz de utilizar balanços de massa e energia para um dado processo de
alimentos de origem em cereais e oleoginosas.
• Compreender operações unitária requeridas para produzir um dado produto
alimentício de origem em cereais e oleoginosas.
• Compreender os princípios e práticas usuais de técnicas de processamento e
os efeitos dos parâmetros de processo sobre a qualidade do produto de
origem em cereais e oleoginosas
• Compreender as propriedades e uso de diferentes materiais de embalagem de
produtos de origem em cereais e oleoginosas.
• Compreender os princípios básicos e práticas de limpeza e sanitização em
operações de processamento de alimentos de origem em cereais e
oleoginosas.
• Compreender os requerimentos para utilização de água e manejo de
efluentes em alimentos de origem em cereais e oleoginosas e processamento.
• Ser capaz de aplicar e incorporar os princípios de ciência de alimentos na
prática, em situações do mundo real e problemas.
• Saber como utilizar computadores para resolver problemas em ciência de
alimentos.
• Ser capaz de aplicar princípios de ciência dos alimentos para controlar e
garantir a qualidade de produtos alimentícios de origem em cereais e
oleoginosas
• Estar ciente de tópicos atuais de importância para a indústria alimentícia.

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 14
• Compreender as regulamentações governamentais requeridas para a
fabricação e venda de produtos alimentícios.

3.12.COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DA QUALIFICAÇÃO DE NÍVEL


TÉCNICO EM PROCESSAMENTO DE PRODUTOS LÁCTEOS

• Compreensão das bases químicas, propriedades e reações de vários


componentes dos alimentos de origem láctea.
• Ter conhecimentos suficientes de química de alimentos para controlar reações
em alimentos de origem láctea.
• Compreender as principais reações químicas que limitam a vida de prateleira
de alimentos de origem láctea.
• Identificar as condições sob as quais os principais patógenos são comumente
inativados , mortos ou têm sua patogenicidade reduzida em alimentos de
origem láctea.
• Conhecer os princípios envolvendo a conservação de alimentos de origem
láctea através de processos fermentativos.
• Conhecer o papel e significância da inativação microbiana , adaptação e
fatores ambientais ( isto é Aa, pH, temperatura) sobre o crescimento e
respostas dos microrganismos em vários ambientes.
• Ser capaz de identificar as condições, incluindo práticas de sanificação, sob as
quais microrganismos patogênicos e deterioradores importantes são
comumente inativados, mortos ou minimizados em alimentos de origem láctea.
• Compreender as fontes e variabilidade das matérias primas alimentícias e seu
impacto sobre as operações de processamento.
• Conhecer mecanismos de apodrecimento e a deterioração em alimentos de
origem láctea e métodos de controle.
• Compreender os princípios que tornam um produto alimentício de origem
láctea seguro para o consumidor.
• Conhecer fenômenos de transporte e operações unitárias em processamento
de alimentos de origem láctea tanto conceitualmente como em práticas
laboratoriais
• Ser capaz de utilizar balanços de massa e energia para um dado processo de
alimentos de origem láctea.
• Compreender operações unitária requeridas para produzir um dado produto
alimentício de origem láctea.
• Compreender os princípios e práticas usuais de técnicas de processamento e
os efeitos dos parâmetros de processo sobre a qualidade do produto de
origem láctea
• Compreender as propriedades e uso de diferentes materiais de embalagem de
produtos de origem láctea .
• Compreender os princípios básicos e práticas de limpeza e sanitização em
operações de processamento de alimentos de origem láctea.

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 15
• Compreender os requerimentos para utilização de água e manejo de
efluentes em alimentos de origem láctea e processamento.
• Ser capaz de aplicar e incorporar os princípios de ciência de alimentos na
prática, em situações do mundo real e problemas.
• Saber como utilizar computadores para resolver problemas em ciência de
alimentos.
• Ser capaz de aplicar princípios de ciência dos alimentos para controlar e
garantir a qualidade de produtos alimentícios de origem láctea
• Estar ciente de tópicos atuais de importância para a indústria alimentícia.
• Compreender as regulamentações governamentais requeridas para a
fabricação e venda de produtos alimentícios.

3.13.COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DA QUALIFICAÇÃO DE NÍVEL


TÉCNICO EM PROCESSAMENTO DE CARNES E DERIVADOS

• Compreensão das bases químicas, propriedades e reações de vários


componentes das carnes e derivados.
• Ter conhecimentos suficientes de química de alimentos para controlar reações
em carnes e derivados.
• Compreender as principais reações químicas que limitam a vida de prateleira
de carnes e derivados.
• Identificar as condições sob as quais os principais patógenos são comumente
inativados , mortos ou têm sua patogenicidade reduzida em carnes e
derivados.
• Conhecer os princípios envolvendo a conservação de carnes e derivados
através de processos fermentativos.
• Conhecer o papel e significância da inativação microbiana , adaptação e
fatores ambientais ( isto é Aa, pH, temperatura) sobre o crescimento e
respostas dos microrganismos em vários ambientes.
• Ser capaz de identificar as condições, incluindo práticas de sanificação, sob as
quais microrganismos patogênicos e deterioradores importantes são
comumente inativados, mortos ou minimizados em carnes e derivados.
• Compreender as fontes e variabilidade das matérias primas alimentícias e seu
impacto sobre as operações de processamento.
• Conhecer mecanismos de apodrecimento e a deterioração em carnes e
derivados e métodos de controle.
• Compreender os princípios que tornam um produto alimentício de origem em
carnes e derivados seguro para o consumidor.
• Conhecer fenômenos de transporte e operações unitárias em processamento
de carnes e derivados tanto conceitualmente como em práticas laboratoriais
• Ser capaz de utilizar balanços de massa e energia para um dado processo de
alimentos de origem em carnes e derivados.

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 16
• Compreender operações unitária requeridas para produzir um dado produto
alimentício de origem em carnes e derivados.
• Compreender os princípios e práticas usuais de técnicas de processamento e
os efeitos dos parâmetros de processo sobre a qualidade do produto de
origem em carnes e derivados
• Compreender as propriedades e uso de diferentes materiais de embalagem de
produtos de origem em carnes e derivados.
• Compreender os princípios básicos e práticas de limpeza e sanitização em
operações de processamento de alimentos de origem em carnes e derivados.
• Compreender os requerimentos para utilização de água e manejo de
efluentes em alimentos de origem em carnes e derivados e processamento.
• Ser capaz de aplicar e incorporar os princípios de ciência de alimentos na
prática, em situações do mundo real e problemas.
• Saber como utilizar computadores para resolver problemas em ciência de
alimentos.
• Ser capaz de aplicar princípios de ciência dos alimentos para controlar e
garantir a qualidade de produtos alimentícios de origem em carnes e derivados
• Estar ciente de tópicos atuais de importância para a indústria alimentícia.
• Compreender as regulamentações governamentais requeridas para a
fabricação e venda de produtos alimentícios.

4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR:

4.1.FORMA DA ORGANIZAÇÃO
A matriz curricular foi construída a partir do estudo da organização da agropecuária
e agroindústria brasileiras, da sedimentação do trabalho na via produtiva e dos
indicadores das tendências futuras nas relações entre capital, emprego e trabalho. A
organização dessa matriz, no que se refere às competências e habilidades, baseia-se
na própria estruturação do mundo do trabalho, organizado em áreas profissionais com
atividades cujos processos produtivos são semelhantes e segmentados em funções
específicas: Controle Industrial, Análises Laboratoriais, Tecnologias de Produtos de
Origem Vegetal, Tecnologias de Produtos de Origem Animal, Infra-Estrutura
Agroindustrial e Gestão.
A estrutura matricial é organizada em submódulos e módulos, sendo os
módulos com caráter terminal, articulados entre si, flexíveis de tal forma que permitam
ao aluno entradas e saídas parciais.
Os submódulos que compõem o módulo Controle Industrial representam as
bases conceituais onde as ciências de engenharia, biologia, e físicas serão utilizadas
para estudar a natureza dos alimentos, as causas da deterioração, princípios básicos
do processamento de alimentos e a melhoria dos alimentos para o consumidor. Sua
execução didática é de caráter teórico-prático, sendo as atividades práticas
desenvolvidas nos setores produtivos da Escola, Laboratórios de Química, de
Microbiologia e Biologia ou, quando necessário, nas empresas. Ao final deste módulo
o aluno deverá dominar e aplicar os princípios de química de alimentos, conservação
dos alimentos, microbiologia e segurança alimentar.

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 17
Os submódulos que compõem o módulo de Análises Laboratoriais propiciarão
ao aluno o conhecimento e aplicação dos princípios, métodos e técnicas qualitativas e
quantitativas de análises químicas, físicas e microbiológicas de alimentos e
ingredientes, bem como selecionar a técnica analítica apropriada, quando apresentado
um problema prático e interpretar os resultados obtidos.
Os submódulos que compõem o módulo Tecnologias de Produtos de Origem
Animal desenvolvem em caráter teórico prático o planejamento, orientação, avaliação
e monitoramento da obtenção de produtos de carnes e seus derivados e
processamento de leite e seus derivados. Estes módulos desenvolvem-se nos
laboratórios de Tecnologia de Carnes e Derivados e Laboratório de Tecnologia de Leite
e Derivados. As aulas são desenvolvidas tendo os alunos como coordenadores da
produção, avaliando desde as características das matérias primas empregadas,
controle de qualidade do processo, do produto, cálculo das formulações, etc. O
professor atua como facilitador.
Os sub-módulos que compõem o módulo Tecnologia de Produtos de Origem
Vegetal desenvolvem em caráter teórico prático o planejamento, orientação, avaliação
e monitoramento da obtenção de produtos de frutas e hortaliças e processamento de
cereais e oleaginosas. Estes módulos desenvolvem-se nos laboratórios de Tecnologia
de Frutas e Hortaliças e Padaria, podendo estender-se as empresas, quando
necessário. Assim como no módulo supra, as aulas são desenvolvidas tendo os alunos
como coordenadores da produção, avaliando desde as características das matérias
primas empregadas, controle de qualidade do processo, do produto, cálculo das
formulações, etc. O professor atua como facilitador.
Os sub-módulos que compõem o módulo de Infra Estrutura desenvolvem em
caráter teórico prático princípios de engenharia, incluindo balanço de energia e massa,
termodinâmica, dinâmica de fluídos, transferência de calor e massa, relacionados a
equipamentos e processos agroindustriais. O módulo abrange todos os aspectos de
instalações para agroindústria, trabalhando a avaliação das instalações e
equipamentos disponíveis e também projetos.
Os fundamentos adquiridos no módulo Controle Industrial, como a química e
bioquímica de alimentos, microbiologia e nutrição serão essenciais para que o aluno
se aproprie com sucesso dos princípios e metodologias analíticas a serem
desenvolvidos durante o módulo de Análises Laboratoriais.
A compreensão da estrutura e propriedades dos componentes dos alimentos,
incluindo água, carboidratos, proteínas, lipídeos e outros nutrientes e, aditivos
alimentícios assim como a química das alterações que ocorrem durante o
processamento, armazenamento e utilização do alimento, competências adquiridas
também no módulo de Controle Industrial, mais os princípios de preservação de
alimentos, incluindo altas e baixas temperaturas, atividade d’água, etc. e os princípios
e técnicas de higiene são ferramentas para o pleno desenvolvimento dos Módulos de
Tecnologia de Produtos de Origem Animal e Vegetal, os quais trabalham a aplicação
dessas competências de uma forma mais específica, desdobrando os processos de
conservação vistos no módulo anterior.
Ainda nos Módulos de Tecnologia de Produtos de Origem Animal e Vegetal a
habilidade que o aluno deverá apresentar em ser capaz de aplicar princípios de
ciência dos alimentos para controlar e garantir a qualidade de produtos alimentícios
bem como compreender os princípios que tornam um produto alimentício seguro para
o consumidor, implicarão nas bases de conhecimento da legislação, análise e
interpretação dos resultados trabalhados no módulo Análises Laboratoriais

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 18
Ressaltamos também a importância dos submódulos de Infra-Estrutura
Agroindustrial e Gestão na habilitação técnica, pois apesar de não oferecerem
terminalidade, são imprescindíveis na formação do técnico, pois propiciam ao mesmo
conhecimento claro de como se comporta o mercado produtivo e, o mais importante,
desenvolvem sua capacidade empreendedora.
Caso o aluno conclua apenas um submódulo poderá requerer um certificado
de conclusão de submódulo. A conclusão de um conjunto de submódulos, que forma
um módulo, dará direito a um certificado de qualificação de nível técnico nos seguintes
casos:

4.1.1. Qualificação Profissional de Nível Técnico em Controle de Qualidade


composta do módulo de Controle Industrial e mais o módulo de Análises
Laboratoriais, num total de 580 horas.

4.1.2. Qualificação Profissional de Nível Técnico em Processamento de


Produtos de Origem Vegetal composta do módulo de Controle Industrial
mais o módulo de Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal, num total
de 520 horas.

4.1.3. Qualificação Profissional de Nível Técnico em Processamento de


Produtos de Origem Animal composta do módulo de Controle Industrial
mais o módulo de Tecnologia de Produtos de Origem Animal, num total de
600 horas.

4.1.4. Qualificação Profissional de Nível Técnico em Processamento de Frutas


e Hortaliças composta do módulo de Controle Industrial mais o
submódulo de Tecnologia de Frutas e Hortaliças pertencente ao módulo
de Tecnologias de Produtos de Origem Vegetal, num total de 460 horas.

4.1.5. Qualificação Profissional de Nível Técnico em Processamento de


Cereais e Oleoginosas composta do módulo de Controle Industrial mais
o submódulo de Tecnologia de Cereais e Oleoginosas pertencente ao
módulo de Tecnologias de Produtos de Origem Vegetal, num total de 380
horas.

4.1.6. Qualificação Profissional de Nível Técnico em Processamento de


Produtos Lácteos composta do módulo de Controle Industrial mais o
submódulo de Tecnologia de Produtos Lácteos pertencente ao módulo de
Tecnologias de Produtos de Origem Animal, num total de 460 horas.

4.1.7. Qualificação Profissional de Nível Técnico em Processamento de


Carnes e Derivados composta do módulo de Controle Industrial mais o
submódulo de Tecnologia de Carnes e Derivados, pertencente ao módulo
de Tecnologias de Produtos de Origem Animal, num total de 460 horas.

Todas as qualificações profissionais de nível técnico definidas estão em


consonância com a realidade do mercado regional e com as condições de infra-

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 19
estrutura da Escola.. Adotamos Qualificações Profissionais de Nível Técnico mais
específicas - Controle de Qualidade, Processamento de Produtos de Origem Vegetal,
Processamento de Produtos de Origem Animal, Processamento de Frutas e
Hortaliças, Processamento de Cereais e Oleoginosas, Processamento de Produtos
Lácteos e Processamento de Carnes e Derivados, com cargas horárias mais elevadas,
visando oportunizar alunos que já trabalham nas áreas especificadas e/ou pequenos e
médios produtores rurais da região que pretendem diversificar, agregar valor aos seus
produtos ou empreender seu próprio negócio, ou seja, estamos permitindo uma maior
flexibilidade, um melhor nível de conhecimento e qualificação para aqueles alunos que
tem interesse numa fatia específica do mercado.
Os submódulos que compõem os módulos de Controle Industrial, Análises
Laboratoriais, Tecnologias de Produtos de Origem Vegetal e Tecnologias de Produtos
de Origem Animal representam a base curricular do processo produtivo e sua
execução didática é de caráter teórico e prático, devendo ser exercidas
concomitantemente e articuladas, sem que uma prevaleça sobre a outra e,
desenvolvidas, nos laboratórios, setores produtivos e agroindustriais da Escola ou,
quando necessário, nas empresas.
Nos submódulos de Tecnologias de Produtos de Origem Vegetal e de Origem
Animal, o aluno ou grupo de alunos elaborará(ão) um Projeto Produtivo em Parceria
com a Escola, que deverá ser apresentado durante o desenvolvimento do respectivo
módulo e onde ele(s) aplicará(ão) todos os conhecimentos de Planejamento e Projeto
adquiridos no Módulo de Controle Industrial. Caso o(s) aluno(s) optem pela não
apresentação do referido projeto, deverá(ão) participar do projeto produtivo da Escola.
O Projeto Produtivo em Parceria com a Escola tem a seguinte concepção: a
Escola oferece os produtos, os ingredientes, as máquinas e equipamentos e o(s)
aluno(s) se responsabilizam pela transformação/agregação de valores aos mesmos.
No momento da comercialização, é subtraído o valor do investimento inicial e
devolvido à Escola e, do lucro obtido, metade é dos alunos e metade da Instituição.
No caso específico dos cursos pós-ensino médio, a Escola poderá oferecer
um Módulo de Nivelamento com carga horária não computada no total geral da
habilitação especificada, que visa a recompor competências básicas do ensino médio
não adquiridas pelos alunos ingressantes. (ANEXO A)
Será oferecida ainda a Vivência Profissional, um estágio interno de no mínimo
40 horas que visa a integração do aluno ao mundo do trabalho e a aprendizagem do
convívio social e coletivo. Trata-se do ensino do trabalho na Escola, já que passamos
a maior parte de nossa vida trabalhando e as escolas em geral, não ensinam esse
ofício ao aluno. Consta da apresentação de projetos elaborados por um aluno ou
grupo de alunos, orientados por um professor-coordenador, sendo estes executados e
avaliados no seu dia-a-dia escolar. Se o projeto apresentado, por exemplo, for de
limpeza de áreas da Escola, deverá estar relacionado com a conservação do meio
ambiente, higiene, saúde e proliferação de pragas, inclusive com acompanhamento de
proposta de soluções para tais problemas (ANEXO B).
Completados todos os módulos, num total de 1220 horas e mais o estágio
supervisionado de 172 horas, o aluno receberá o diploma de Técnico em
Agroindústria.

4.2. O ESTÁGIO
Estágio é um processo que, por meio da experiência prática, oferece ao aluno
oportunidade de compreender-se e compreender a atividade a que se propõe como
profissional. Nessa fase, o aluno pode avaliar sua opção profissional e sua
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 20
potencialidade, bem como conhecer as dificuldades do setor por ele escolhido, e até
mesmo oferecer soluções práticas no sentido de simplificar os processos de produção,
sem comprometer a qualidade do produto final.
O estágio não é apenas um meio de formar bons profissionais. Ao estagiar, o
estudante tem as seguintes vantagens:
a) Entra em contato com o ambiente de trabalho em que irá exercer, depois de
formado, na sua profissão;
b) Aprende na prática o que lhe ensinam teoricamente no curso;
c) Leva para o curso, durante avaliação do estágio, a experiência que adquiriu na
empresa. Isto o coloca em posição de transmitir informações, úteis aos
professores e colegas, sobre a atividade empresarial;
d) Participa, antes de terminar o curso, de tarefas que auxiliarão na sua formação
profissional;
e) Conhece o “modus operandi” empresarial e tem contato com novas técnicas, num
treinamento prático de grande eficácia;
f) Conquista mais créditos para a vida escolar, pois sem a oportunidade do estágio o
estudante enfrenta, depois de formado, grandes dificuldades para tornar-se um
profissional de reconhecida capacidade.
g) Identifica com maior clareza, a finalidade de seu curso;
h) Tem a oportunidade de detectar as próprias deficiências e de buscar seu
aprimoramento;
i) Desenvolve uma atitude de trabalho sistematizado, com consciência da
produtividade.
j) Reduz naturalmente sua insegurança de recém-formado;
k) Possibilita o exercício do senso crítico, da observação e da criatividade;
l) Adquire experiências que servirão de pré-requisitos na busca de trabalho;
m) Relaciona-se com pessoas ligadas ao seu futuro campo de trabalho.

4.2.1. BENEFÍCIOS DO ESTÁGIO:

4.2.1.1.À EMPRESA:
- melhorar a qualificação de recursos humanos;
- incrementar a produtividade;
- otimizar investimentos na formação de recursos humanos;
- atualizar conhecimentos dos programas e currículos escolares;
- conhecer o espírito crítico e a criatividade das novas gerações
profissionais;.

4.2.1.2.À ESCOLA:
- melhorar a qualidade de ensino;
- possibilitar a revisão e atualização dos currículos e programas
escolares;
- obter informações sobre a realidade do mercado de trabalho.

4.2.2. NORMAS DA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO:

1º - O estágio curricular deverá:


I – Estar de acordo com a Lei nº 6.494/77, o Decreto nº 87.497/82 e a CLT.

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 21
II – Ser acompanhado pela Escola, através da CIEC (Coordenação de
Integração Escola Comunidade), sob as seguintes condições:
a) A CIEC somente entregará a “pasta de estágio” para o aluno quando a
empresa/instituição já estiver cadastrada na Escola, devendo o proprietário ou
responsável pelos estágios confirmar, por escrito, a aceitação do estagiário
assinando os Termos e Convênio e Compromisso, antes do início do estágio
diretamente com a Escola ou por meio de agentes de integração. E, ainda, o aluno
deverá estar regularmente matriculado e ter participação no seguro coletivo
proposto pela Escola;
b) O registro da carga horária do estágio só ocorrerá quando o aluno passar pela
equipe de avaliação do referido estágio e for aprovado;
c) A avaliação será feita por uma banca constituída por dois professores da área
técnica e um professor da formação geral. Acontecerá em forma de seminário, em
data e horário programados pela Escola, possibilitando a participação de toda a
comunidade escolar;
d) O candidato a estagiário deverá procurar a CIEC no mínimo trinta dias antes da
data do início do estágio.
III – Ser realizado em empresas ou instituições que desenvolvam atividades na linha
de formação do estudante e que possuam profissionais qualificados e habilitados
para acompanhá-lo e orientá-lo e ainda registrar as atividades por ele desenvolvidas.
IV – Ser realizado em áreas em que o aluno já tenha adquirido as habilidades e
competências correspondentes.
V – Ter uma carga horária total mínima de 172 horas podendo cumpri-las
parcialmente, no final de cada módulo, desde que obedecidas as competências já
concluídas; ou no final do curso, integralmente.

2º - O aluno deve estar regularmente matriculado na Escola para que possa realizar o
estágio. Esse aluno deve, também, antes de sair para o estágio e com boa
antecedência, procurar orientações com o professor da área na qual irá estagiar.

Obs: A Escola adotará a renovação de matrícula para todos os alunos que no


ano/semestre seguinte ao da conclusão dos outros submódulos do curso,
necessitarem concluir a carga horária mínima do estágio curricular.

3º - O aluno estagiário deverá entregar, à CIEC, a sua pasta de estágio num prazo
máximo de sessenta dias após o término do estágio.

4º - A Escola, por meio da CIEC, encaminhará aos avaliadores a pasta de estágio,


sendo que estes deverão desenvolvê-la, acompanhada da ficha de avaliação
devidamente preenchida e assinada, num prazo máximo de 03 dias.

5º Os estágios terão uma duração máxima de 6 meses. A carga horária diária do


estágio, não deve ultrapassar oito horas, perfazendo um total máximo de 44 horas
semanais, nos períodos de férias ou após a conclusão do curso. Já os estágios
realizados paralelamente ao curso não poderão ultrapassar 4 horas/dia. Em todos os
casos, após 6 dias consecutivos de atividade, o estagiário deverá ter 1 dia de
descanso.

6º - Para a avaliação de estágios, o estagiário deverá entrar em contato com a CIEC,


conforme datas previstas para cada ano letivo.

7º - O comportamento do aluno na empresa será avaliado, pois o estágio é um


prolongamento do processo de ensino-aprendizagem desenvolvido na Escola.

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 22
8º - Atribuições:
I – Do Coordenador do Estágio na Escola:
a) Planejar as atividades de encaminhamento e avaliação do estagiário;
b) Supervisionar os documentos emitidos e recebidos dos estagiários;
c) Convocar os estagiários, sempre que houver necessidade, a fim de
solucionar problemas atinentes ao estágio;
d) Orientar previamente o estagiário quanto a:
- exigência da empresa;
- normas de estágio;
- ética profissional;
- encaminhar os relatórios dos estagiários à equipe de avaliação do
estágio;
- reunir-se periodicamente com os professores envolvidos com as
atividades de estágio.
II – Dos professores envolvidos com o estágio:
a) Orientar os estagiários quanto:
- às atividades inerentes ao estágio
- à elaboração do relatório
b) Propor alternativas operacionais para as tarefas;
c) Zelar pela qualidade das atividades;
d) Avaliar o rendimento das atividades do estagiário na execução, elaboração
e apresentação do relatório de estágio.
III – Do supervisor de Estágio na Empresa:
a) Elaborar, com o estagiário, o plano de atividades;
b) Orientar as atividades do estagiário;
c) Orientar e acompanhar a execução do plano;
d) Manter contatos com o coordenador de estágios na Escola;
e) Oportunizar ao estagiário vivenciar outras situações de aprendizagem que
permitam uma visão real da profissão;
f) Avaliar o rendimento do estagiário durante as atividades de execução
g) Observar sempre o regulamento de Estágios da Escola.

9º - Deveres dos alunos estagiários:


I – Antes da realização:
a) Estabelecer contatos com Empresas para fins de estágios;
b) Efetuar o Cadastramento das Empresas;
c) Solicitar o estágio na CIEC em formulário próprio, pelo menos 30 dias antes da
data em que pretende iniciar o estágio.
Obs: O aluno não poderá encaminhar mais de um
pedido, ao mesmo tempo para um mesmo período,
devendo aguardar a resposta ou um mínimo de 30
dias para fazer outra solicitação.
d) Participar de atividades de orientação sobre o estágio.
e) Observar sempre o regulamento de Estágios da Escola.
f) Retirar na CIEC os documentos necessários à realização do seu estágio.

II – Durante a realização:
a) Conhecer a organização da empresa
b) Elaborar planejamentos juntamente com o supervisor do estágio na Empresa;
c) Acatar as normas estabelecidas pela Empresa;
d) Sempre que necessário, dirigir-se primeiro ao seu supervisor de estágio,
mantendo sempre uma conduta condizente com sua formação profissional;

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 23
e) Enviar, em tempo hábil, os documentos solicitados pela Empresa;
f) Zelar pelo nome da Empresa e da Escola;
g) Manter um clima harmonioso com a equipe de trabalho;
h) Cumprir o plano pré-estabelecido.

III – Depois da Realização:


a) Elaborar o relatório final da atividades, de acordo com as normas exigidas,
contendo a avaliação feita pelo supervisor; descrição das atividades
desenvolvidas diariamente e a ficha de auto-avaliação.
b) Entregar à CIEC os relatórios finais, assinados e em tempo hábil;
c) Apresentar sugestões que contribuam para o aprimoramento do curso;
d) Apresentar o estágio em seminário, perante a equipe de avaliação, na data
estabelecida pela Escola.

10º - Local do Estágio:


I – Será de responsabilidade do aluno estagiário a iniciativa de procurar o local
do estágio com o assessoramento da Escola, por meio da Coordenação de Integração
Escola – Comunidade – CIEC
II – O local do estágio será aceito se a empresa for previamente cadastrada e
aprovada pelo coordenador de estágio da Escola.

11º - Acompanhamento do Estágio:


I – O estágio na empresa será acompanhado por um profissional indicado pela
própria empresa.
II – A Escola acompanhará o estagiário mediante:
- Fichas de Acompanhamento;
- Contatos telefônicos e/ou visitas de professores, quando possível.

12º - Prazo para Emissão de Declarações:


A CIEC terá um prazo de 30 dias, após a avaliação do estágio, para a emissão
de declarações de conclusão.

13º - Relatórios:
I – As atividades deverão ser relatadas em impresso padronizado pela Escola
e assinadas pelo supervisor.
II – Nos relatórios deverão constar todas as atividades desenvolvidas dia-a-dia
III – Aos relatórios, poderão ser anexados outros elementos que sirvam para
um maior enriquecimento dos mesmos, tais como: mapas, gráficos, desenhos, fotos,
relatórios técnicos específicos, etc.

14º - Disposições Gerais:


I – O período de realização do estágio será definido pela Coordenação de
estágios no decorrer do ano;
II – O aluno deverá cumprir toda sua carga horária de estágio curricular
supervisionado em no máximo 3 empresas/instituições. Após o cumprimento da carga
horária mínima do curso a escola não fará o seu encaminhamento para outras
empresas/instituições. O último estágio acompanhado pela escola será aquele com o
qual o aluno complementará a carga horária mínima, podendo ter uma duração
máxima de 6 meses;
III – O aluno que não realizar o estágio no período previsto ou for reprovado,
deverá fazê-lo em outra oportunidade e será avaliado em data a ser estabelecida pela
Escola até o prazo máximo correspondente ao tempo previsto para a duração do
curso que é de 5 (cinco) anos;

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 24
IV – O estagiário, como tal, continua sujeito às normas constantes no
Regulamento Interno, Manual do Aluno e Código Disciplinar da Escola;
V – A Cerimônia Oficial de Colação de Grau deverá ocorrer no ano/semestre
subsequente ao da conclusão do curso e a data marcada à critério da Escola. Para
participar da cerimônia, o aluno deverá ter sido aprovado em todos os submódulos do
curso, inclusive no estágio curricular supervisionado.

15º - Os alunos, que não se habilitarem para participar da colação de grau com sua
turma, poderão fazê-lo com a turma posterior, ou se inscrever junto à CIEC, para uma
das datas propostas para Avaliação do Estágio e posterior recebimento do Diploma e
Histórico Escolar na Secretaria.

16° - Ao aluno que optar por uma qualificação profissional não será obrigatório o
estágio supervisionado.

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 25
ANÁLISE DO PROCESSO PRODUTIVO
ÁREA PROFISSIONAL: AGROPECUÁRIA
HABILITAÇÃO: TÉCNICO EM AGROINDÚSTRIA

FUNÇÕES SUB-FUNÇÕES
Controle industrial Planejamento e Projeto Bioquímica e Aquisição, Nutrição Higiene e
microbiologia geral conservação e sanitização na
Estudo da Elaboração
de alimentos armazenamento da produção
Vocação de projetos matéria prima e de agroindustrial ----
Regional produtos
agroindustriais
Análises laboratoriais Biotecnologia Análises Análises físicas, Análise sensorial
microbiológicas químicas e físico-
----
químicas
Tecnologias de Tecnologia de frutas e Tecnologia de
produtos de origem hortaliças cereais e
vegetal oleaginosas
Tecnologias de Tecnologia de produtos Tecnologia de
produtos de origem lácteos carnes e derivados
animal
Infra-estrutura Máquinas para a Instalações
agroindustrial agroindústria agroindustriais
----- ----- ----- -----
Gestão Montagem e Elaboração do Monitoramento do Monitoramento,
monitoramento da plano de negócios processo de controle e avaliação
estrutura administrativa comercialização do processo
do empreendimento produtivo

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 26
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 27
4.3. PROCESSO PRODUTIVO – Funções e Subfunções

4.3.1.CONTROLE INDUSTRIAL:

SF 4.3.1.1- Planejamento e Projeto


SF 4.3.1.1.1- Estudo da vocação regional
SF 4.3.1.1.2- Elaboração de projetos
SF 4.3.1.2- Bioquímica e microbiologia geral de alimentos
SF 4.3.1.3- Aquisição, conservação e armazenamento da matéria prima e de
produtos
SF 4.3.1.4- Nutrição
SF 4.3.1.5- Higiene na produção agroindustrial

4.3.2. ANÁLISES LABORATORIAIS

SF 4.3.2.1- Biotecnologia
SF 4.3.2 2- Análises microbiológicas
SF 4.3.2.3- Análises físicas, químicas e físico-químicas
SF 4.3.2.4- Análise sensorial

4.3.3. TECNOLOGIAS DE PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL

SF 4.3.3.1- Tecnologia de frutas e hortaliças


SF 4.3.3.2- Tecnologia de cereais e oleaginosas

4.3.4.TECNOLOGIAS DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

SF 4.3.4.1- Tecnologia de produtos lácteos


SF 4.3.4.2- Tecnologia de carnes e derivados

4 3 5.INFRA-ESTRUTURA AGROINDUSTRIAL
SF 4.3.5.1- Máquinas para a agroindústria
SF 4.3.5.2- Instalações agroindustriais

4.3.6.GESTÃO
SF.4.3.6.1-.Montagem e monitoramento da estrutura administrativa do
empreendimento
SF 4.3.6.2- Elaboração do plano de negócios
SF 4.3.6.3- Monitoramento do processo de comercialização
SF 4.3.6.4- Monitoramento, controle e avaliação do processo produtivo

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 28
Matriz Curricular CONTROLE INDUSTRIAL

Modalidade: Educação Profissional


Planejamento e Projeto 60
Área Profissional: Agropecuária
Bioquímica e Microbiologia Geral
Habilitação: Técnico em Agroindústria 100
dos Alimentos
Turno: Diurno
Aquisição, Conservação e
Armazenamento da Matéria 60
Carga Matricial 1220 Prima e Produtos Agroindustriais

Estágio Supervisionado 172 Nutrição 40

Carga Total Higiene Agroindustrial e Segurança


1392 60
Alimentar

ANÁLISES LABORATORIAIS

Biotecnologia 40 TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE TECNOLOGIA DE PRODUTOS


ORIGEM VEGETAL DE ORIGEM ANIMAL
Análises Microbiológicas 90
Tecnologia de Frutas e Tecnologia de Produtos 140
Analises Físicas, Químicas 140
90 Hortaliças Lácteos
e Físico-Químicas
Tecnologia de Cereais e Tecnologia de Carnes e 140
60
Análise Sensorial 40 Oleoginosas Derivados

Infra-estrutura 100 Gestão 60 Estágio Supervisionado 172

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 29
FUNÇÃO 01- CONTROLE INDUSTRIAL

SUB-FUNÇÃO 1.1- PLANEJAMENTO E PROJETO

SUB-FUNÇÃO 1.1.1- Estudo da Vocação Regional

COMPETÊNCIAS:

• Sistematizar e avaliar dados estatísticos


• Analisar a situação técnica, econômica e social e os recursos disponíveis na
região
• Pesquisar as atividades agroindustriais e de prestação de serviços principais,
secundários e potenciais da região
• Analisar tendências de mercado
• Interpretar legislação pertinente

HABILIDADES:

• Coletar e compilar dados estatísticos de pesquisa de mercado


• Elaborar instrumentos para coleta de dados de produção, produtividade, de
recursos humanos, de prestação de serviços e de infra-estrutura disponíveis na
região
• Relacionar as agências de crédito, fornecimento de insumos, armazenagem,
difusão de tecnologia presentes na região
• Cumprir legislação pertinente

BASES TECNOLÓGICAS

• Técnicas e métodos de pesquisa


• Tipos de coleta
• Técnicas de elaboração e aplicação de questionários e realização de entrevistas
• Análise
• Interpretação
• Avaliação de dados de recursos naturais
- Relevo
- Água
- Clima
- Solo
- Vegetação

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 30
• Política agrícola
• Fatores sócio culturais e econômicos da região
• Legislação agrícola, zootécnica, agro-industrial e ambiental
• Agroecossistema

FUNÇÃO 01- CONTROLE INDUSTRIAL

SUB-FUNÇÃO 1.1- PLANEJAMENTO E PROJETO

SUB-FUNÇÃO 1.1.2- Elaboração de Projetos

COMPETÊNCIAS:

• Analisar os recursos disponíveis e a situação técnica, econômica e social da


propriedade
• Identificar as atividades a serem implementadas na propriedade
• Planejar a execução das atividades na propriedade
• Comparar os resultados e avaliar o custo/benefício das atividades
• Avaliar o impacto ambiental
• Interpretar legislação e normas pertinentes

HABILIDADES:

• Fazer o levantamento dos recursos disponíveis na propriedade


• Fazer o levantamento das atividade agroindustriais da propriedade
• Verificar a aptidão, aspiração e nível tecnológico do produtor
• Inventariar benfeitorias, instalações, máquinas, implementos, equipamentos e
materiais
• Auxiliar na elaboração do relatório de impacto no ambiente
• Dimensionar benfeitorias e instalações
• Quantificar e compatibilizar a necessidade de mão-de-obra, recursos humanos,
máquinas, implementos, equipamentos e materiais
• Elaborar cronograma físico-financeiro e fluxo de caixa das atividades a serem
realizadas
• Interpretar legislação e normas pertinentes

BASES TÉCNOLÓGICAS:

• Planejamento
- Conceito

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 31
- Objetivos
- Importância
- Etapas
- Técnicas
• Projeto
- Conceito
- Objetivos
- Importância
- Tipos, Etapas, Técnicas
- Elementos
. Econômico
. Técnico
. Financeiro (custeio e investimento)
.Jurídico
. Administrativo
. Social
. Ambiental
• Cronograma de produção
- Elaboração
• Construções e instalações
- Conceitos
- Estudo e gastos de materiais
- Tipos
- Dimensionamento
- Projetos Arquitetônicos
- Projetos Complementares
• Mercado
• Avaliação
- Objetivos
Critérios e Técnicas
Custos e Benefícios
Coeficientes
Rentabilidade, rotação de capital
Relação produto capital
Produtividade da mão-de-obra
• Legislação Específica
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 32
FUNÇÃO 01 CONTROLE INDUSTRIAL

SUB-FUNÇÃO 1.2.- Bioquímica e Microbiologia Geral de Alimentos

COMPETÊNCIAS:

• Classificar e caracterizar os principais componentes químicos dos alimentos


• Compreender as reações bioquímicas e químicas que ocorrem nos alimentos
• Identificar os diferentes processos de reações bioquímicas, caracterizando-os em
maléficas ou benéficas
• Classificar os nutrientes dos alimentos de acordo com suas propriedades
• Reconhecer os principais grupos de microorganismos

HABILIDADES:

• Identificar os principais componentes químicos dos alimentos


• Ser capaz de utilizar técnicas comuns à química de alimentos básica e aplicada
• Interpretar os diferentes grupos de transformações bioquímicas que ocorrem nos
alimentos
• Conhecer os nutrientes e suas funções bioquímicas no alimento e na alimentação
humana
• Identificar os principais grupos de microorganismos e fatores que afetam seu
desenvolvimento
• Conhecer, morfofisiologicamente, os microrganismos e as formas de
contaminação microscópica de agentes parasitários veiculados por alimentos

BASES TECNOLÓGICAS:

• Principais grupos de alimentos e suas funções:


- Carboidratos
- Lipídeos
- Proteínas
- Vitaminas
- Sais Minerais
• Alterações bioquímicas dos alimentos
• Fatores que interferem nas reações bioquímicas dos alimentos
• Noções de enzimas e outros catalisadores

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 33
• Perigos de contaminação por alimentos alterados bioquimicamente
• Introdução
• Histórico da microbiologia
• Definição de microbiologia
• Microbiologia:
- Divisão do mundo vivo
- Morfologia e citologia dos principais grupos de interesse em alimentos
(bactérias, fungos e leveduras)
- Curva de crescimento de microorganismos
- Efeito dos fatores ambientais sobre os microorganismos (temperatura, PH,
oxigênio, luz, água)

FUNÇÃO 01- CONTROLE INDUSTRIAL

SUB-FUNÇÃO 1.3- Aquisição, Conservação e Armazenamento da Matéria-


Prima e de Produtos Agroindustriais

COMPETÊNCIAS:

• Planejar, orientar, avaliar, monitorar e acompanhar o processo de conservação,


aquisição e armazenamento da matéria-prima e dos produtos agroindustriais
• Adotar medidas de prevenção de alterações na matéria-prima e produtos
agroindustriais
• Interpretar legislação pertinente
• Avaliar as características, propriedades e condições da matéria-prima para a
agroindústria

HABILIDADES:

• Levantar as causas das alterações da matéria-prima e dos produtos


agroindustriais
• Fazer seleção dos métodos de conservação da matéria-prima e produtos
agroindustriais
• Aplicar a tecnologia de embalagem à matéria-prima e produtos agroindustriais
• Aplicar métodos e técnicas de armazenamento da matéria-prima e produtos
agroindustriais
• Cumprir legislação pertinente

BASES TECNOLÓGICAS:

• Conservação e armazenamento da matéria-prima e produtos agroindustriais:


- Importância
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 34
- Conceito
- Métodos
- Técnicas
• Aditivos:
- Conceito
- Classificação
- Normas Regulamentares
- Origem
- Funções
- Emprego
• Embalagens:
- Conceito
- Importância
- Tipos
- Tecnologia
• Legislação Pertinente

FUNÇÃO 01- CONTROLE INDUSTRIAL

SUB-FUNÇÃO 1.4- Nutrição

COMPETÊNCIAS:

• Definir e classificar os nutrientes dos alimentos


• Descrever o tipo de componente de cada classe de nutrientes
• Relacionar o desempenho dos nutrientes na alimentação
• Relacionar processamento e nutrientes

HABILIDADES:

• Citar as principais funções dos nutrientes


• Diferenciar as funções de cada nutriente
• Identificar os nutrientes e suas características
• Fazer o reconhecimento do papel desempenhado pelos nutrientes ao comensal
• Fazer o reconhecimento dos efeitos provocados pelo processamento aos
nutrientes

BASES TECNOLÓGICAS:

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 35
• Conceitos básicos de nutrição
• Alimento e alimentação
• Estudo dos nutrientes
• Qualidade nutricional do alimento processado
• Alimentos enriquecidos, misturas e concentrados protéicos
• Alimentação racional

FUNÇÃO 01- CONTROLE INDUSTRIAL

SUB-FUNÇÃO 1.5- Higiene na Produção Agro-industrial

COMPETÊNCIAS:

• Planejar, orientar, avaliar e monitorar o programa de higienização e sanitização


na produção agro-industrial
• Identificar a qualidade da água a ser utilizada como agente de higienização e
sanitização
• Identificar e reconhecer os principais agentes de higienização e sanitização e sua
utilização no ambiente de produção
• Interpretar a legislação vigente

HABILIDADES:

• Identificar o processo mais eficiente de higienização e sanitização para a


agroindústria
• Listar os produtos para a higienização e sanitização para a agroindústria
• Cumprir a legislação vigente

BASES TECNOLÓGICAS:

• Fundamentos de higienização e sanitização


• Boas práticas de fabricação
• Métodos de limpeza:
- Definição
- Importância
- Métodos químicos
- Detergentes
• Métodos de sanitização
- Definição
- Métodos químicos

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 36
- Cloro
- Iodo
- Compostos quaternários de amônia
- Métodos físicos
- Vapor
- Água quente
- Jatos de vapor
• Análise de perigos e pontos críticos de controle

FUNÇÃO 02- ANÁLISES LABORATORIAIS

SUB-FUNÇÃO 2.1- Biotecnologia

COMPETÊNCIAS

• Conhecer e avaliar os processos fermentativos básicos empregados na indústria


de alimentos

HABILIDADES

• Descrever os fundamentos e importância dos processos fermentativos para a


conservação de alimentos
• Distinguir os diferentes tipos de microrganismos envolvidos em fermentações de
interesse para a indústria de alimentos
• Classificar as fermentações
• Preparar produtos fermentativos
• Monitorar processos de fermentação

BASES TECNOLÓGICAS

• Introdução aos processos fermentativos


- Definição
- Histórico
- Fundamentos do processo fermentativo
• Microrganismos empregados em fermentação:
- Bactérias
- Bolores
- Leveduras
• Classificação das fermentações
• Preparação da matéria-prima
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 37
• Controle dos meios
• Fermentação láctica:
- Queijos
- Leite
- Azeitonas e Picles
• Fermentação alcoólica
- Bebidas
- Panificação
• Fermentação acética
• Vinagre
• Produção de microrganismos por fermentação:
- Produção de levedura
- Proteína microbiana

FUNÇÃO 02-ANÁLISES LABORATORIAIS

SUB-FUNÇÃO 2.2- Análises Microbiológicas

COMPETÊNCIAS:

Identificar os microorganismos patogênicos e determinadores de importância em


alimentos e as condições em que eles irão crescer

• Conhecer os métodos laboratoriais de identificação dos principais


microorganismos de importância para alimentos
• Conhecer os efeitos nocivos dos microorganismos nos alimentos destinados à
alimentação humana
• Identificar problemas ocasionados por microorganismos de ordem tecnológica e
espontânea nos alimentos e apontar soluções
• Ser capaz de selecionar a técnica analítica apropriada diante de um problema
prático

HABILIDADES:

• Descrever e aplicar procedimentos analíticoss apropriados em microbiologia de


alimentos
• Identificar as causas e efeitos nos alimentos dos microorganismos benéficos e
maléficos na industrialização vida de prateleira e armazenamento
• Manipular meios de cultura para propagação de microrganismos

BASES TECNOLÓGICAS
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 38
• Microorganismos patogênicos e deterioradores em alimentos
• Influencia do sistema alimentar sobre o crescimento e sobrevivência de
microorganismos
• Técnicas laboratoriais em microbiologia de alimentos
• Preparo de amostras para exame microbiológico
• Normas de segurança no trabalho em laboratório
• Metodologia e técnicas de análise de alimentos
- Contagem padrão em placas (p/ bactérias e fungos)
- Contagem de coliformes totais e fecais
- Enterobactérias
- Staphylococus aureus
- Bacillus cereus
- Clostrídium perfringens
• Interpretação das análises microbiológicas

FUNÇÃO 02- ANÁLISES LABORATORIAIS

SUB-FUNÇÃO 2.3.- Análises Físicas, Químicas e Físico-Químicas dos


Alimentos

COMPETÊNCIAS:

• Ser capaz de utilizar os métodos laboratoriais para identificação dos principais


componentes dos alimentos
• Ser capaz de selecionar a técnica analítica apropriada quando apresentado um
problema prático

HABILIDADES:

• Realizar amostragem e análises da matéria-prima e produto acabado


• Interpretar resultados de análises físicas, químicas e físico-químicas da matéria-
prima e produto acabado

BASES TECNOLÓGICAS:

• Composição química dos alimentos


• Propriedades organolépticas
• Composição centesimal
• Quantificação de aditivos em alimentos

FUNÇÃO 02- ANÁLISES LABORATORIAIS


CNPJ=PC_ 73875502000130_003 39
SUB-FUNÇÃO 2.4- Análise Sensorial

COMPETÊNCIAS:

• Avaliar a preferência e aceitabilidade de alimentos dentro do estudo de


desenvolvimento de novos produtos

HABILIDADES:

• Conhecer e aplicar os diferentes técnicas de avaliação sensorial de alimentos

BASES TECNOLÓGICAS:

• História e desenvolvimento da análise sensorial


• Os sentidos humanos
• Fatores que interferem na análise sensorial
• O laboratório de análise sensorial
• Métodos de análise sensorial
• Correlação de medidas sensoriais com medidas físicas e químicas

FUNÇÃO 03- TECNOLOGIAS DE PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL

SUB-FUNÇÃO 3.1- Tecnologia de Frutas e Hortaliças

COMPETÊNCIAS

• Definir e classificar matéria-prima


• Distinguir transformações da matéria-prima
• Selecionar as características das frutas e hortaliças de maior interesse para
agroindústria
• Controlar o armazenamento de matéria-prima e produto
• Planejar e orientar o uso de tecnologia para frutas e hortaliças

HABILIDADES

• Fazer seleção e classificação da matéria-prima


• Fazer amostragens da matéria-prima
• Listar as características da matéria-prima
• Utilizar procedimentos para o armazenamento de matéria-prima e produto
• Listar os equipamentos necessários para a produção agro-industrial
• Utilizar procedimentos de manutenção e operação de equipamentos

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 40
• Aplicar tecnologia de produção para obtenção de produtos agroindustriais de
origem vegetal

BASES TECNOLÓGICAS

• Verticalização da produção
• Matéria-prima
• Técnicas de amostragem
• Análises de plataforma da matéria-prima
• Seleção e classificação
• Equipamentos de industrialização de frutas e hortaliças
• Técnicas de higienização, sanitização e manutenção de equipamentos
• Despolpa
• Pasteurização
• Tecnologias de produção
- Polpa
- Geléia
- Compotas
- Frutas cristalizadas
- Doce em pasta e em barra
- Sucos concentrados
- Picles
- Extrato de tomate
- Catchup
• Embalagens específicas para frutas, hortaliças e derivados
• Conservação
• Armazenamento e comercialização
• Inspeção sanitária
• Legislação
• Tratamento de efluentes

FUNÇÃO 03- TECNOLOGIAS DE PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL

SUB-FUNÇÃO 3.2- Tecnologia de Cereais e Oleoginosas

COMPETÊNCIAS:

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 41
• Caracterizar os principais cereais e culturas oleaginosas usadas na produção de
alimentos
• Caracterizar os métodos de obtenção de produtos industrializados a partir de
cereais e oleaginosas
• Estabelecer controle de qualidade para produtos
• Caracterizar os equipamentos necessários a produção
• Distinguir e elaborar pães, bolachas e produtos de confeitaria
• Interpretar a legislação vigente sobre armazenamento de grãos

HABILIDADES:

• Identificar as culturas e seus produtos derivados


• Relacionar etapas do processo de transformação da matéria –prima em produto
acabado
• Executar análises de qualidade dos produtos de cereais, oleoginosas e de
padaria
• Identificar os equipamentos usados nos processos
• Cumprir legislação vigente

BASES TECNOLÓGICAS:

• Verticalização da produção
• Matéria prima
• Técnicas de amostragem
• Análise de plataforma da matéria prima
• Armazenamento de grãos
• Seleção e classificação
• Equipamentos de industrialização de cereais , oleaginosas e panificação
• Técnicas de higienização, sanitização e manutenção de equipamentos
• Tecnologias de produção: óleos, grãos, pães, bolos, bolachas e biscoitos
• Embalagens específicas para panificação e derivados
• Conservação, armazenamento e comercialização de cereais, oleoginosas e
produtos de panificação

FUNÇÃO 04-TECNOLOGIAS DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL

SUB-FUNÇÃO 4.1- Tecnologia de Produtos Lácteos

COMPETÊNCIAS

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 42
• Reconhecer a importância da cadeia de produção leiteira
• Planejar, orientar, avaliar e monitorar as tecnologias de beneficiamento e
produção de derivados do leite
• Projetar, coordenar e monitorar programas de higiene e sanitização nas unidades
produtoras de leite e derivados
• Interpretar a legislação relativa, a cadeia produtiva e suas implicações

HABILIDADES

• Realizar amostragens e análise da matéria-prima


• Avaliar resultados e selecionar matéria-prima
• Aplicar tecnologias para a produção de derivados do leite
• Relacionar operações de equipamentos em plantas de beneficiamento e
transformação do leite, garantindo qualidade na produção
• Utilizar subprodutos e tratar efluentes de laticínios
• Aplicar tecnologias de higiene, limpeza e sanitização
• Cumprir legislação pertinente

BASES TECNOLÓGICAS

• Verticalização da produção
• Matéria-prima
• Técnicas de amostragem
• Análises de plataforma da matéria-prima
• Seleção e classificação do leite:
- Leite Ácido
- Leite Alcalino
- Leite Bom
- Conceito
- Importância
- Métodos
• Tecnologia de Produção
- Leite fluído pasteurizado
- Iogurte
- Queijos
- Manteiga
- Doce de leite

FUNÇÃO 04-TECNOLOGIAS DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL


CNPJ=PC_ 73875502000130_003 43
SUB-FUNÇÃO 4.2- Tecnologia de Carnes e Derivados

COMPETÊNCIAS

• Reconhecer a importância do processo de verticalização na produção agro-


industrial da carne
• Planejar, orientar, avaliar e monitorar a obtenção de produtos derivados de carne
• Planejar e orientar o uso de tecnologias de produção de derivados de carne
• Interpretar a legislação vigente
• Planejar, orientar e monitorar programas de higiene, limpeza e sanitização e
tratamento de efluentes

HABILIDADES

• Fazer amostragem da matéria-prima


• Verificar contaminações da matéria-prima
• Fazer seleção e classificação da matéria-prima
• Aplicar tecnologia para produção de derivados de carnes
• Listar os equipamentos necessários à produção de derivados de carnes
• Utilizar subprodutos da produção agro-industrial de carnes
• Cumprir legislação pertinente
• Indicar o processo mais apropriado para higiene, limpeza e sanitização na
agroindústria de carne e o destino dos efluentes
• Citar os tipos de efluentes e seu destino

BASES TECNOLÓGICAS

• Verticalização da produção
• Matéria-prima
• Técnicas de amostragem
• Análises e diagnóstico da matéria-prima
• Seleção e classificação dos animais destinados ao abate
• Equipamentos de industrialização de carne e derivados
• Técnicas de higienização, sanitização e manutenção e equipamentos
• Abate de bovinos, suínos, ovinos e aves
• Tecnologias de produção:
- Corte comercial
- Embutidos
- Defumados
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 44
- Produtos curados
- Produtos cozidos
- Subprodutos
- Charque
• Embalagens específicas para carne e derivados
• Conservação de carnes e derivados
• Armazenamento e comercialização de carne e derivados
• Inspeção sanitária de carne e derivados
• Legislação de carne e derivados
• Tratamento de efluentes de carne e derivados
• Inspeção sanitária
• Tratamento de efluentes

FUNÇÃO 05-INFRA-ESTRUTURA AGROINDUSTRIAL

SUB-FUNÇÃO 5.1-Máquinas para a agroindústria

COMPETÊNCIAS:

• Identificar os princípios gerais de funcionamento das máquinas agroindustriais


• Orientar sobre a utilização de máquinas agroindustriais
• Orientar e coordenar plano de manutenção de equipamentos agroindustriais

HABILIDADES:

• Definir e converter unidades de medida


• Aplicar princípios de mecânica dos fluídos
• Descrever e aplicar princípios de transferência de calor
• Aplicar mecanismos de refrigeração
• Aplicar os princípios de secagem na indústria de alimentos
• Aplicar princípios de separação, classificação e seleção de equipamentos para
alimentos
• Elaborar e aplicar planos de manutenção de equipamentos agroindustriais

BASES TECNOLÒGICAS:

• Operações unitárias
• Processos unitários
• Análise dimensional
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 45
• Unidades de medida
• Mecânica de fluidos
• Hidrodinâmica
• Equação de Bernulli
• Transmissão de calor
• Penetração de calor
• Avaliação do processo térmico
• Noções de termodinâmica
• Refrigeração
• Evaporadores
• Função da manutenção
• Terminologia e conceitos básicos
• Formas de manutenção
• Intervalos e intervenção
• Natureza e classe dos equipamentos
• Custos da manutenção
• Gestão da manutenção

FUNÇÃO 05-INFRA-ESTRUTURA AGROINDUSTRIAL

SUB-FUNÇÃO 5.2-Instalações Agroindustriais

COMPETÊNCIAS:

• Avaliar projetos de construção e instalação agroindustrial


• Analisar dados instrumentais aplicados a construções e instalações
agroindustriais

HABILIDADES:

• Estudar conceitos e aspectos de construção e instalação agroindustrial


• Definir detalhes de construção e instalação
• Aplicar legislação pertinente

BASES TECNOLÓGICAS:

• Tipos de instalações agroindustriais


• Normas para planejamento e execução de instalações agroindustriais
• Tipos de instalações
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 46
• Lay-out das instalações agroindustriais.

FUNÇÃO 06- GESTÃO

SUB-FUNÇÃO 6.1- Montagem e monitoramento da estrutura administrativa do


empreendimento

COMPETÊNCIAS:

• Identificar e classificar as empresas rurais


• Organizar atividades administrativas
• Analisar fatores que interagem na estrutura administrativa
• Elaborar planejamento financeiro
• Planejar recursos humanos
• Elaborar proposta orçamentária e financeira
• Interpretar legislação tributária
• Desenvolver visão mercadológica que considere alternativas para inovações nos
planos e técnicas de trabalho
• Analisar e avaliar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos, considerando
as manifestações dos clientes
• Ler e interpretar legislação trabalhista, previdenciária, tributária e de proteção do
consumidor
• Coordenar o uso de recursos materiais, estabelecer estoques e supervisionar o
uso de equipamentos
• Analisar e interpretar preços do mercado, relativos a produtos e serviços

HABILIDADES:

• Elaborar instrumentos para coleta e organização de dados


• Exercer funções administrativas
• Gerir receitas, despesas, investimentos e saldos
• Inventariar patrimônio
• Cumprir o calendário fiscal
• Cumprir a legislação trabalhista
• Identificar e avaliar ações de gerenciamento organizacional
• Selecionar informações relativas a novos produtos e evolução das técnicas
aplicáveis nos planos de trabalho
• Levantar dados das manifestações dos clientes para análise e avaliação dos
produtos e serviços

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 47
• Induzir o pessoal a adquirir conhecimentos de novas tecnologias, inovações e
mudanças
• Atender normas legais e reportar-se às instituições oficiais responsáveis pelas
tributações
• Estocar e coordenar o uso de produtos, materiais, utensílios e equipamentos e
adotar métodos de controle de qualidade
• Pesquisar preços de produtos e serviços, organizando planilhas para confecção
de tabela de preços

BASES TECNOLÓGICAS:

• Administração
- Tipos de empresa
- Ambiente geral e operacional
- Gerenciamento
- Planejamento, organização, direção e controle
- Funções administrativas: de produção, comercial, financeira e de recursos
humanos
- Contabilidade rural
- Legislação
Tributária
Agrícola
- Noções de gestão empresarial
- Relações humanas no trabalho
- Fundamentos de segurança no trabalho
- Elaboração de orçamentos
- Estoque de materiais
• Técnicas de:
- Gerenciamento
- Mercadologia
- Pesquisa de aplicação de preços
- Elaboração de orçamentos
- Liderança
- Organização dos serviços
- Relacionamento pessoal
- Assessoramento do cliente
- Estoque de materiais
- Arquivamento

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 48
• Vocabulário técnico.

FUNÇÃO 06- GESTÃO

SUB-FUNÇÃO 6.2- Elaboração do plano de negócios

COMPETÊNCIAS:

• Definir as atividades agroindustriais a serem implementadas


• Dimensionar a exploração do projeto
• Definir os insumos necessários
• Elaborar o orçamento de cada atividade
• Identificar as necessidades e as possíveis fontes de crédito
• Definir as necessidades de obras, de infra-estrutura, construções e instalações
• Definir as necessidades de máquinas, materiais, equipamentos, implementos e
ferramentas
• Identificar a disponibilidade de armazenamento para os insumos
• Definir os recursos humanos necessários a cada tipo de empreendimento
• Avaliar a relação custo/benefício de cada atividade
• Elaborar cronogramas de produção e físico-financeiro
• Interpretar legislação pertinente

HABILIDADES:

• Coletar e compilar os resultados da análise dos fatores técnico-econômicos e as


perspectivas de mercado
• Fazer a elaboração dos custos de produção
• Quantificar e compatibilizar a necessidade de recursos por projeto
• Executar atividades previstas nos cronogramas
• Utilizar linhas de crédito
• Cumprir legislação pertinente

BASES TECNOLÓGICAS

• Critérios técnico-econômicos para definição das atividades agroindustriais e


prestação de serviços
- Recursos naturais disponíveis
- Alternativas de produção
- Tradição da propriedade

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 49
- Políticas governamentais para a região e setor
- Mercado
- Infra-estrutura: estradas, transporte, armazéns
- Riscos
• Política de crédito agrícola
• Custos de produção
- Insumos
- Recursos humanos
- Gastos gerais
- Custos indiretos
- Depreciação
- Amortização
- Despesa
- Receita
- Análise de resultados
• Legislação Trabalhista

FUNÇÃO 06- GESTÃO

SUB-FUNÇÃO 6.3- Monitoramento do processo de comercialização

COMPETÊNCIAS:

• Planejar, orientar e monitorar a comercialização


• Identificar as oportunidades e mercado
• Identificar a importância da qualidade e apresentação dos produtos
agroindustriais no processo de comercialização
• Elaborar cronogramas de atividades
• Interpretar legislação pertinente

HABILIDADES:

• Tomar decisão quanto à comercialização


• Verificar a qualidade e apresentação dos produtos agropecuários e
agroindustriais
• Fazer a embalagem dos produtos a serem comercializados
• Utilizar instrumentos de marketing
• Executar cronograma de atividades

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 50
• Cumprir legislação pertinente

BASES TECNOLÓGICAS

• Comercialização
- Conceitos
- Importância
- Estrutura
- Mercado
. Conceito
. Importância
. Índice de preços
. Comportamento
. Política governamental
. Intermediação
. Associativismo
CONCEX (Conselho Nacional de Comércio Exterior)
• Qualidade e apresentação dos produtos a serem comercializados
• Embalagem
• Análise do mercado consumidor
• Canais de distribuição
• Preços, produtos, praça, promoção e propaganda
• Legislação específica

FUNÇÃO 06- GESTÃO

SUB-FUNÇÃO 6.4- Monitoramento, Controle e Avaliação do Processo


Produtivo

COMPETÊNCIAS:

• Sistematizar o controle dos fatores produtivos


• Identificar as normas referentes à saúde e segurança do trabalho e do meio
ambiente
• Monitorar e avaliar o processo produtivo
• Avaliar a produtividade de cada atividade e projeto
• Avaliar a qualidade da produção
• Avaliar o rendimento das máquinas e equipamentos
• Avaliar os resultados econômico-financeiro de cada atividade e projeto
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 51
• Comparar índices técnicos
• Interpretar legislação pertinente

HABILIDADES:

• Registrar e contabilizar as etapas do processo de produção


• Registrar a produtividade da mão-de-obra por atividade e/ou projeto
• Registrar e efetuar pagamentos
• Registrar os gastos como manutenção e conservação de máquinas,
equipamentos, implementos e ferramentas
• Utilizar programas de computador aplicados às atividades de produção
• Verificar o cumprimento de normas de saúde e segurança no trabalho
• Cumprir legislação e normas de saúde e segurança no trabalho

BASES TECNOLÓGICAS

• Fatores de produção
• Sistemas de controle
- Convencionais
- Informatizados
• Sistemas de avaliação da produção
• Fluxograma
• Instrumentos de controle
• Legislação pertinente

5. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS


ANTERIORES

A lei assegura que o conhecimento adquirido na educação profissional, inclusive


no trabalho, poderá ser objeto de avaliação, reconhecimento e certificação para
prosseguimento ou conclusão de estudos. A Escola adotará os seguintes critérios para
avaliar conhecimentos e experiências anteriores:
1- análise curricular e/ou histórico escolar
2- prova de conhecimento teórico
3- prova de conhecimento prático

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 52
Após a realização das avaliações, se for constatado que o aluno possui as
competências e habilidades exigidas, será considerado “Apto” e a Escola lhe fornecerá
um certificado de conclusão de módulo ou etapa em análise.
Caso o aluno não possua, num determinado módulo ou etapa, todas as
competências e habilidades exigidas, poderá, a critério do professor, cursar apenas
aquelas que venham complementar a sua formação.
Feita a análise de todas as competências e habilidades do aluno requisitante e de
posse das conclusões de módulos ou qualificações profissionais certificadas pela Escola
e devidamente registradas no seu histórico escolar, quando for o caso, o aluno será
encaminhado para a etapa de prosseguimento do curso.

6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Para a Educação Profissional que estamos propondo, a avaliação torna-se
instrumento fundamental, na medida em que ela é exercida segundo o seu significado
constitutivo. Vale lembrar, desde já, que o mecanismo ação-reflexão-ação é importante
para que a avaliação cumpra o seu papel, vamos dizer ontológico, ou seja: o julgamento
qualitativo da ação deve estar em função do aprimoramento desta mesma ação. A
avaliação é um julgamento de valor sobre manifestações relevantes da realidade para
uma tomada de decisão. Essas manifestações são caracteres “físicos” da realidade.
Físicos, aqui, é tomado no sentido grego de pertencer à natureza do objeto. A avaliação
exige o uso da categoria da totalidade, e não o reducionismo focalista; exige uma tomada
de decisão; exige um posicionamento de não-indiferença diante do objeto que está sendo
ajuizado. Desse caráter, decorre o dinamismo constitutivo da avaliação. A avaliação, em
si mesma, é um instrumento de dinamismo e progresso conduzindo à transformação, ao
crescimento.
Numa pedagogia preocupada com a transformação, o exercício da avaliação não
poderá ser nem “piedoso” nem “durão”. Terá que ser adequado, normatizado pela própria
amplitude constitutiva desta ação, ou seja, norteada por uma visão de totalidade sobre
dados relevantes, nas competências adquiridas para a consolidação do conhecimento.
Um professor que acredita nas potencialidades do aluno, que está preocupado
com sua aprendizagem e com seu nível de satisfação, avalia de acordo com esta
posição. Parece conseqüência natural que o professor que tem uma boa relação com os
alunos preocupe-se com os métodos de avaliação e procure formas dialógicas de
interação. É através da produção do conhecimento que melhor se favorece o crescimento
da consciência crítica, e não pela tentativa de passar, unicamente , com a palavra, a
crítica aos outros. Avaliar conhecimentos significa colocar os sujeitos da aprendizagem
numa perspectiva de indagação que leve ao estudo e à reflexão. Estes podem tornar
possíveis, de forma coletiva, a avaliação do conhecimento sobre a própria realidade. A
pesquisa, nesta perspectiva, passa a ter um sentido especial e uma função política. É
preciso envolver o professor na tarefa de investigar e analisar o seu próprio mundo.
Somente quando o professor se sentir sujeito da História, consciente de sua prática,
capaz de estabelecer relações entre a sua e as demais condições sociais, é que poderá
avaliar seus alunos.
O educador é um ser do mundo. Não pode ser pensado independentemente desta
perspectiva; “não é um indivíduo isolado, uma individualidade à parte que emite
pareceres limitados numa relação unívoca com a escola e a sociedade” (FRANCO, 1984,
p.12). É independente e expressa uma contínua interação e influência com outros
sujeitos, com a escola e a sociedade.
Assim sendo, não se pode analisar as relações que o professor estabelece com o
aluno, senão a partir de situações concretas de sua história e de sua vida. Sua prática
cotidiana tem mais importância no seu modo de ser, do que a formação acadêmica que
porventura teve. Estes dados reforçam a necessidade de tratar os processos de
avaliação de forma contextualizada.
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 53
Avaliar não é somente medir. Avaliar é fazer pensar, é entender, é estimular a
interpretação e a resolução de problemas; para a elaboração de projetos; é ajudar a criar
novos hábitos de pensamento e de ação. Para isso, é necessário uma múltipla "abertura"
por parte dos docentes:
- conceitual, para dar entrada na avaliação de resultados não previstos e
acontecimentos imprevisíveis;
- investigadora, para dar lugar ao levantamento de evidências tanto do
processo como dos resultados;
- metodológica, para introduzir procedimentos informais frente à inflexível
estratégia formal, o que implica passar do monismo ao pluralismo
metodológico;
- ético-política, para recolher o caminho que vai da avaliação burocrática à
democrática. Isso implica reconhecer que os implicados também fazem
parte do processo de avaliação, não só como executores, mas também
como referenciais do próprio processo seguido e como partícipes das
decisões adotadas.
Portanto, as avaliações serão realizadas por desenvolvimento de competências,
envolvendo a interdisciplinaridade e a contextualização e com o objetivo de fornecer
subsídios para o aperfeiçoamento do processo ensino-aprendizagem. O sistema de
verificação das competências descritas para cada submódulo ou módulo será
desenvolvido através de múltiplos instrumentos, aspectos da compreensão do significado
das ciências e da matemática, da comunicação, do conhecimento científico-tecnológico
do processo produtivo, relacionando teoria e prática, atitudes e valores e o exercício da
cidadania.

Quando os instrumentos de avaliação se constituírem de provas, testes, visitas


técnicas, seminários, excursões, pesquisas, momentos de reflexão, trabalhos individuais
e grupais, entrevistas, leituras comentadas, exposições de sínteses individuais e grupais,
painéis, jogos, apresentações artísticas, estudos e estágios, serão computados através
de ficha de avaliação continuada e obedecerão aos seguintes critérios:

1- Aspecto Comportamento(ético ,estético e político),


2- Aspecto Conteúdo.
Quando os instrumentos tratarem do uso da técnica de resolução de problemas
ou da pedagogia de projetos, a avaliação será feita no final do projeto, através de banca
examinadora coordenada pelo professor/orientador da área. A apresentação será em
forma de seminário e/ou entrevista e terá de contemplar todos os resultados obtidos na
execução do referido problema e/ou projeto.
Para os alunos que não atingiram as competências estabelecidas em cada
módulo ou submódulo a Escola oferecerá Estudos de Recuperação Permanente
(paralela) e Final.
A recuperação Permanente será oferecida paralelamente às aulas, através de
estudos de reforço, com professores e/ou monitores, na classe ou extra-classe, durante e
após o término de cada semestre ou módulo. A avaliação dos alunos será formativa
(diagnóstica) visando obter informações claras das deficiências do processo ensino-
aprendizagem e do nível de operação mental dos alunos.
A Recuperação Final será oferecida no término de cada bimestre ou semestre,
visando recompor as competências não obtidas em cada submódulo ou módulo,
observando a predominância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. O período
destinado à recuperação final deverá perfazer um total de 10% da carga horária do
respectivo submódulo ou módulo, sendo que deste total, metade serão aulas e metade,

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 54
estudo orientado. A avaliação será somativa e o conceito substituído quando o aluno
conseguir construir as competências deficitárias.
No final de cada módulo ou etapa e após todo o trabalho de recomposição das
competências não atingidas, o aluno será considerado “Apto” (aprovado) ou “Inapto”
(reprovado).

7. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

7.1. INSTALAÇÕES

A Fazenda Sobradinho, onde se localiza a Escola Agrotécnica Federal de Uberlândia,


tem 286,5 hectares de terra nua, onde, aproximadamente 80% são agricultáveis e 20%
são reservas nativas. São 37.299,92 m² de área construída, dentre os quais: um prédio
didático/administrativo com seis salas de aula, um auditório com capacidade para 400
pessoas, uma sala de audiovisual, laboratórios de Física, Química, Análises Físico-
Químicas de Alimentos, Microbiologia e Biologia, 3 laboratórios de Informática com 22
microcomputadores cada, sala de mecanografia e reprografia, biblioteca com 7.256
volumes, consultório médico e odontológico, setor de agroindústria – processamento
de carnes, vegetais, laticínios e padaria, setores produtivos compostos de 8 salas
ambiente, 1 abatedouro de frango, 5 aviários para abrigar 8.000 aves de corte e 5.000 de
postura, uma fábrica e depósito de ração, um galpão de cunicultura, apiário, 2 represas e
6 tanques para criação de peixes, 3 estufas de plantação no solo e uma de hidroponia,
um viveiro de mudas, suinocultura com creche, maternidade, recria e engorda com 30
matrizes e 2 reprodutores, caprinocultura com aprisco, solário e sala de ordenha, como
30 matrizes e 2 reprodutores, bovinocultura de corte e de leite com 80 matrizes, estábulo,
bezerreiro coletivo, curral, 2 silos de superfície e 3 silos de trincheira, um setor de
mecanização com oficina, posto de gasolina, abrigo para máquinas, ônibus e caminhões,
um prédio com carpintaria e depósito de materiais de construção e um centro de
treinamento com 2 salas de aula e 7 apartamentos para 32 pessoas.

7.2. RECURSOS PEDAGÓGICOS DISPONÍVEIS

ESPECIFICAÇÃO QUANTIDADE
Retroprojetores 08
Projetor de Slides 03
Episcópios 02
Televisores 11
Vídeo Cassetes 08
Filmadora 02
Máquina Fotográfica 03
Projetor para Telão (TV e Vídeo) 03
Microcomputadores 60
Máquinas de Reprografia 04

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 55
Fitas de Vídeo 91
Rádio Toca-Fitas 02
Equipamentos de Som Disc Laser 02

7.3. ACERVO BIBLIOGRÁFICO

ExemplarNum de

Volume
Ano
Titulo Autor Editora publicaç
ão

A arte caseira de fazer vinhos


Lefort, Philipe Global 4 1987 0
licores e cervejas
A arte e a ciência do queijo - Globo rural 1 1985 0
A carne do futuro búfalo Marcantonio, Getulio Agropecuária 2 2000 0
A culinária da carne & o
Lazzarini neto, Sylvio Aprenda fácil 1 2000 0
churrasco brasileiro
A cultura da banana Borges, Ana Lúcia Embrapa 1 1999 0
A cultura da goiaba Gonzaga Neto, Luiz Embrapa 2 1998 0
Santos, Osmar Souza
A cultura da soja RS SC PR Globo 4 1988 1
dos
A cultura do arroz Silva, Manuel viana e Clássica 1 1980 0
Tavares, roberto
A cultura do milho Ediouro 10 1988 0
Pascoalino
A cultura do Trigo Osório, Eduardo Globo 2 1992 0
A fome: crise ou escândalo? Adas, Melhem Moderna 1 1988 0
A mandioca no trópico úmido Albuquerque, Milton de Editerra 1 1980 0
A prática do planejamento
Gandin, Danilo Vozes 1 1997 0
participativo
Carvalho, Nelson Funesp
A secagem de sementes 3 1994 0
Moreira Unesp
A soja Gomes, Pimentel Nobel 4 1981 0
A soja no Brasil central 1 Cargill Cargill 1 1986 1
A soja no Brasil central 2 Cargill Cargill 1 1986 2
Abacate Ital Ital 1 1985 0
Abacate para Exportação:
Aspectos Técnicos da Donadio, Luiz Carlos EMBRAPA 1 1995 0
Produção
Abacaxi para exportção: Cunha, Getúlio Augusto
Embrapa 1 1995 0
Aspectos técnicos da produção Pinto da
Abastecimento e
Puzzi, Domingos ICEA 1 1986 0
armazenagem de grãos
Roque, João Benedito e
Abate de suíno Embrapa 1 1998 0
outros
Abc da olericultura guia da Agronômica
Filgueira, Fernando Reis 10 1987 0
pequena horta Ceres
Acerola a cereja tropical Marino netto, Luiz Nobel 4 1986 0
Acerola para exportação:
Gonzaga Neto, Luiz Nobel 1 1988 0
Aspectos técnicos da produção
Acidez em leite e produtos - UFV 1 1989 0

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 56
lacteos aspectoss
Administração aplicada
- Varela 1 1987 0
unidade alimentação
Administração da empresa Hoffmam, Rodolfo e
Pioneira 10 1978 0
agrícola outros
Souza, Guimarães e
Administração da fazenda Globo 5 1992 0
outros
Administração da produção Harding, Hamish alan Atlas 5 1992 0
Administração de coopertivas Pinho, Diva Benevídes CNPQ 2 1982 3
Administração e economia
Mec/Sesg/Setc FAE 1 1987 0
rural
Administração rural a nível de
Barbosa, Jairo silveira Nobel 5 1983 0
fazendeiro
Administração técnica agrícola Canecchio Filho, Vicente ICEA 6 1978 0
Macêdo, Jorge Antônio Livraria
Águas & águas 1 2001 0
Barros de Varela
Alcool Etílico do cereal a
Macedo L C Ícone 1 1999 0
cachaça
Alho um santo remédio Martins, Solange Guerra Nobel 2 1988 0
Alho uma planta mágica com Camargo, Cassia Dix e
´cone 5 1988 0
um fruto outro
Alimento coleção reciclar Eko Scipione 1 1998 0
Alimentos Eko Scipione 1 1998 0
Alimentos - novos tempos e
Neves, Marcos Fava Pioneira 1 1999 0
conceitos na gestão
Alimentos - um estudo
Evangelista, José Atheneu 1 1998 0
abrangente
Alimentos em debate: visão
Evagelista, José Varela 1 1999 0
equilíbrio
Alimentos naturais milagrosos Dadonas, Magno Gaia 1 1998 0
Alimentos naturais para obter
Wade, Carlson Campus 1 2000 0
mais energia
Alimentos para fins especiais: Candido, Lys Mary
Varela 1 2000 0
dietéticos Bileski
Alimentos que curam Polunin Nobel 1
Alimentos seleção e preparo Crawford, aleta McDowll Record 2 1975 0
Alimentos transgênicos Leite Publifolha 1 2000 0
Ameixa Steinberg, Emerson Nobel 2 1990 0
Amendoim uma planta da
Martin, Paulo San ícone 3 1987 0
história
Amendoim uma planta da
Martin, Paulo San Ícone 3 1987 0
história no futuro brasilei
Análise sensorial glossário - UFV 1 1995 0
Apicultura ICEA ICEA 4 1992 0
Aproveitamento do leite
Tronco, Vania Maria Agropecuária 4 1996 0
elaborção de seus derivado
Arroz o prato do dia na mesa e Anselmi, Renato
Ícone 5 1988 0
na lavoura Vanderlei
As ervas Comestíveis
Zurlo,Cida e outro Globo 1 1989 0
descrição, ilustração e recei
As frutas silvestres brasileiras Andersen, Otto e outra Globo 2 1989 0
Camargo, Leocádio de Fundação
As Hotaliças e seus Cultivos 1 1992 0
Souza Cargill

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 57
As lavouras de inverno 1 aveia Baier, augusto Carlos e
Globo 1 1988 0
triticale centeio alfafa outros
As lavouras de inverno 2 Baldanzi, Giampiero e
Globo 2 1988 2
cevada, tremoço, linho, l outros
As soluções práticas do
Reis, Osmar Goeden Globo 1 1988 1
fazendeiro
As soluções práticas do
Reis, Osmar Goeden Globo 1 1985 0
fazendeiro 2 hortas frutas
As vitaminas do futuro - Mauad 1 1988 0
Aspargos Cardoso, Sérgio Malta Nobel 2 1988 0
Atlas de microscopia alimentar Beux, Marcia Regina Varela 2 1987 0
Avanço em análise sensorial - Varela 1 1986 0
Banana. Cultura, matéria-
prima, processamento e ITA Ita 1 1998 0
aspectos...
Bases operacionais do
Pinho, Diva Benevídes CNPQ 2 1982 2
cooperativismo
Batata doce Barrera, Paulo Ícone 1 1989 0
Freitas , Maria vieira e
Batatas Nobel 3 1988 0
outros
Bio 3 Lopes, Sônia Saraiva 2 1994 0
Bio volume único Lopes, Sônia Saraiva 1 1994 0
Biologia 1 Silva jr, Cesar da e outro Atual 10 1995 1
Biologia 1 Soares, José Luís Scipione 7 1985 1
Biologia 2 Silva jr, Cesar da e outro Atual 10 1995 2
Biologia 2 Soares, José Luís Scipione 7 1985 2
Biologia 3 Silva jr, Cesar da e outro Atual 10 1995 3
Biologia 3 Soares, José Luís Scipione 8 1985 3
Biologia coleção base vol. Favaretto, José Arnaldo
Moderna 1 1999 0
único e outra
Buscando recursos para seus Azevedo, Tasso
textonovo 1 1998 0
projetos Rezende de
Cabra e seus produtos Nobel Nobel 3 1985 0
Camarões de água doce
instalações caseiras comerciais Vieira, Márcio Infante Prata editora 1 1984 0
indústriais
Camomila uma planta
Alzugary, Domingo Três 1 1980 0
milagrosa
Carne e seus derivados
Terra Nobel 3 1986 0
tecnologia
Cebola Kassab, Alvaro Luiz Ícone 1 1986 0
Freitas, Maria Vieira e
Cebola e alho Nobel 3 1988 0
outros
Cerrado aproveitamento Almeida, Semíramis
Embrapa 1 1998 0
alimentar Pedrosa de
Cerrado espécies vegetais Almeida, Semíramis
Embrapa 1 1998 0
úteis Pedrosa de
Carneiro, Palmyos
Co operativismo Cooperativo 1 1981 0
Paixão
Codorna máquina produtora de
Corradello, Elaine de F A Ícone 1 1990 0
carne e ovos
Coelho + técnica = lucro Scandian, Alex Nobel 5 1991 0
Cogumelos comestíveis Bononi, Vera Lúcia Ícone 1 1986 0

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 58
Ramos e outra
Cogumelos guia prático Nobel Nobel 1 1999 0
José Arnaldo Fevaretto e
Coleção base biologia Moderna 1 1999 0
...
Colheita , secagem e
Silva, Juarez Sousa Aprenda fácil 1 2000 0
armazenagem de café
Comercialização agropecuária
Antunes Agropecuária 1 1999 0
mercado futuro e opções
Como administrar o tempo Hindle, Tim Publifolha 1 1999
Como aproveitar bem o leite no Behmer, Manuel Lecy
Nobel 2 1980 0
sitio ou chácara Arruda
Como defumar e fabricar
alimentos. o aproveitamento de Alencar, Newton de Ediouro 2 1993 0
suínos ...
Como eliminar pragas Lucchetti, Rubens
PBQ 1 2000 0
domésticas Francisco
Como reduzir custos Brunt, Peter D Nobel 1 1992
Global
Confrei - 1 1990 0
Ground
Silva, Eduardo roberto
Conservação de alimentos Scipione 2 1990 0
da
Controle Microbiano de Insetos Alves, Sérgio B Manole 3 1986 0
Controle Sanitário dos
Riedel, Guenther Atheneu 3 1990 0
alimentos
Cooperativa e prática
Maia, Isa Cortez 2 1985 0
democrática
Coopertecnico coop Iguaçu Coop Iguaçu 1 1980 0
Criação de camarões de água Valentini, Wagner
Nobel 2 1989 0
doce Cotroni
Criação prática de escargots Hanssen, João Evaldo Nobel 1 1989 0
Cultura da banana Embrapa Embrapa 1 1989 0
Cultura da batatinha Icea Icea 1 1985 0
Cultura da manga Araujo Nobel 1 1985 0
Cultura da melancia Embrapa Embrapa 1 1988 0
Cultura do abacaxi Sobral, Vitor de Sá Ediouro 8 1987 0
Cultura do abacaxi Sobral, Vitor Nobel 1 1996 0
Cultura do açaí Embrapa Embrapa 1 1996 0
Cultura do café Canécchio Filho, Vicente ICEA 3 1980 0
Cultura do guaraná Embrapa Embrapa 1 1998 0
Cultura do mamão Maranga Nobel 1 1998 0
Cunicultura a arte de criar
ICEA ICEA 4 1988 0
coelhos
Cupuaçu embrapa Textonovo 1 1998 0
Curso completo de química Sardella, Antônio Ática 2 1998
Curso de química v. 1 Sardella, Antônio e outro Ática 6 1987 1
Curso de química v. 2 Sardella, Antônio e outro Ática 6 1987 2
Curso de química v. 3 Sardella, Antônio e outro Ática 6 1987 3
Silva, Edson Braga da e Harper e Row
Curso de química v.1 3 1981 1
outro do Brasil
Silva, Edson Braga da e Harper e Row
Curso de química v.2 3 1981 2
outro do Brasil
Silva, Edson Braga da e Harper e Row
Curso de química v.3 3 1981 3
outro do Brasil

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 59
Dende embrapa Textonovo 1 1998 0
Derivados da mandioca Fundação
Normanha Edgard S 1 1982 0
terminologia e conceitos Cargill
Nova
Dicionário Aurélio Hollanda 4 1997 0
fronteira
Dicionário de nutrição e
Bender, Arnold e Roca 1 2000 0
tecnologia de alimentos
Dinheiro para sua causa como
obter fundos de particulares Kelley, Daniel Textonovo 1 1995 0
empresas...
Doces caseiros - Abril 10 1980 0
Embutidos, frios e defumados
Rocco, Sylvio Cesar Embrapa 1 1985 0
coleção saber
Enciclopedia dos serviços de
- Varela 1 1998 0
alimentos
Energia do alimento - Scipione 1 1997 0
Ervas guia prático - Nobel 1 1996 0
Ervas medicinais - Nobel 1 1989 0
Ervilha e lentilha Embrapa Textonovo 1 1999 0
Escargots - Criação caseira e
Vieira, Márcio Infante Prata Editora 1 1999 0
comercial
Fisiologia pós colheita Awada Nobel 1 1999 0
Carraro, Antônio
Frutas Brasileiras Exportação CODEVASF 1 1989 0
Fernando
Fruticultura brasileira Gomes, Pimentel Nobel 15 1980 0
Fruticultura comercial mamão,
Maranca, Guido Nobel 5 1991 0
goiaba e abacaxi
Fruticultura comercial manga e
Maranca, Guido Nobel 2 1978 0
abacate
Silva, José Antônio da e
Frutos Nativos dos Cerrados EMBRAPA 1 1994 0
outros
Gestão da qualidade
Gil, antônio de Loureiro Atlas 1 1997 0
empresarial
Girassol cultura e aspectos
Reyes, F G R Fund Cargill 1 1985 0
químicos nutricionais
Goiaba para Exportação: Gonzaga Neto, Luiz e
EMBRAPA 1 1994 0
Aspectos Técnicos da Produ outro
Graviola Embrapa Textonovo 1 1998 0
Herbicidas em alimentos Midio, Antônio Flavio Varela 1 1996 0
Higiene e vigilância sanitária de
- Varela 1 1997 0
alimentos
Higienização na indústria de Andrade, Nélio José de
Varela 3 1998 0
alimentos [et al]
Indústrias rurais Canecchio Filho, Vicente ICEA 4 1970 0
Introdução a química de
Bobbio, Florinda Varela 4 1996 0
alimentos
Livro dos alimentos
Love, Gilly Manole 1 1999 0
combinados
Maça Embrapa Textonovo 1 1995 0
Mamão para Exportação: Oliveira, Arlene Maria
EMBRAPA 1 1994 0
Aspectos Técnicos da Produ Gomes
Camargo, Carlos
Mandioca Ícone 8 1987 0
Eduardo Dias

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 60
Manipulação e comercialização
- Embrapa 1 1986 0
de hortaliças
Manual da produção de
- Varela 1 2000 0
agruardente de qualidade
Manual de boas práticas de Bastos, Maria do socorro
Embrapa 1 1999 0
fabricação de polpa de frutas rocha
Manual de controle higiênico
Eneo Varela 4 1996 0
sanitário em alimentos
Manual de dietas para
- Varela 1 1995 0
restaurantes industrial
Manual de Exportação de Carraro, Antônio
EMBRAPA 1 1994 0
frutas Fernando
Manual de higiene para Mc Lean,
Varela 3 1999 0
manipuladores de alimentos Hazelwood
Manual de laboratório de Bobbio, Florinda O e
Varela 4 1995 0
química de alimentos outro
Manual de limpeza e
desinfecção para unidades Rego, Josedira Carvalho Varela 1
produtivas
Manual de microbiologia de
- Embrapa 2 1991 0
alimentos
Manual de microbiologia de
Siqueira, Regina Silva de Varela 1 1996 0
alimentos
Manual de pesca Ciência e
Ogawa, Masayoshi Varela 1 1999 1
tecnologia do pescado
Manual de self-service - Varela 1 1998 0
Manual de suporte nutricional Buchman, Alan L. Varela 1 1996
Cataldo Filho, Antônio e
Manual do produtor de leite Ediouro 5 1980 0
outro
Manual prático higiene
sanidade unidades alimentos Cabrera Varela 1 1998 0
e nutrição
Manual prático para criação de Rodrigues, Mirian
Ícone 1 1991 0
caracóis Palazzo
Maravilhas da indústria caseira
Ribeiro Agropecuária 1 1990 0
de alimentos
Mel e muito mais Muxfeldt, Hugo Sagra 2 1986 2
Melhoramento genético de
espécies agroindustriais na Paiva, João Rodrigues
Embrapa 1 1998 0
amazônia estratégias e novas de
abordagens
Metodos de analise Rodrigues, Reginam Letras &
1
microscopica de alimentos Morelli letras
Microbilogia manual de
Neder, Rahme Nelly Nobel 3 1992 0
laboratório
Franco, Bernadette Dora
Microbiologia dos alimentos Atheneu 3 1993 0
G.de Melo
Monitoria patol. Suínos em
- Embrapa 1 2000 0
matadouro
Freitas, Maria Vieira e
Morango Nobel 1 1988 0
outros
Morango o delicado e saboroso
Padovani, Maria Izabel Ícone 4 1991 0
fruto da integração
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 61
Nutrição e dietética Sá, Neide gaudenci de Nobel 1 1996 0
Nutrição para quem não
Porto, Flavia Varela 1 1999 0
conhece nutrição
Global
O alho vida natural - 1 1989 0
Ground
O búfalo sinônimo de carne,
Fonseca, Walter Ícone 3 1986 0
leite manteiga e traba
Global
O guarana vida natural - 1 1989 0
ground
O livro de receitas do menino
Ziraldo Ática 1 1999 0
maluquinho
O mel e suas aplicações Angina, Rosina Nobel 3 1988 0
Global
O mel vida natural - 1 1985 0
ground
Óleos Essenciais Cítricos Barros, Cleide Bassani Fundação
1 1986 0
Especifícações de Cargill
Organização dos produtores
Sperry, Suzana Embrapa 1 1999 3
v.3 -
Os queijos na fazenda Epamig globo 3 1989 0
Pescado matéria prima e
Sanchez, Luiz Cargill 2 1989 0
processamento
Pessego Embrapa Textonovo 1 1991 0
Pêssego e nectarina Steinberg, Emerson Nobel 3 1989 0
Pêssego e nectarina beleza e
Maragarido, Sílvia M F Ícone 5 1988 0
delícias no pomar
Pimenta do reino uma das
Fornazieri filho, Antônio Ícone 1 1989 0
mais importantes especiarias
Planejamento estratégico
Oliveira, Djalma de
conceitos metodologia e Atlas 1 1200
Pinho R
práticas
Plantas aromáticas e
Francisco, Igor e outro Ícone 5 1991 0
medicinais - plantio e colheitas
Plantas medicinais
Castro Icea 1
condimentares e aromaticas
Peixoto, Ariosto
Plantas Oleaginosas Arbóreas Nobel 1 1973 0
Rodrigues
Plantio de hortaliças a lanço Martins, Solange Guerra Nobel 2 1988 0
Prática de congelamento Andersen Nobel 2 1989 0
Pré processamento de Instituto
Silva, Juarez de Sousa 1 1995 0
produtos agrícolas Maria
Princípios de nutrição Sá, Neide Gaudenci Nobel 3 1989 0
Princípios de tecnologia de
Gava, Altanir J Nobel 4 1978 0
alimentos
Processamento e analise de
Moretto, Eliane Varela 1 1999 0
biscoitos
Produtos para o controle de
qualidade microbiológica na Merck Merck 2 1997 0
indústria alimentos
Produza palmito A Cultura da Bonaccini, Luciano
SEBRAE 1 1997 0
Pupunha Alfredo
Projetos empresariais e
Clemente, Ademir Atlas 1 1998 0
públicos
Projetos planejamento, Mathias, Washington
Atlas 1 1996 0
elaboração e análise Franco
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 62
Proteinas alimentares Sgarbieri Varela 1 1996 0
Proteinas em alimentos
- Varela 2 1998 0
protéicos
Qualidade em nutrição Schilling, Magali Varela 1 1996 0
Rodrigues, Álvaro e
Queijo, manteiga e iogurte Global 4 1987 0
outra
Química 1 construção de
Maldaner, Otavio Aloisio Unijui 1 1992 0
conceitos fundamentais
Química a visão do presente Costa, Maria cláudia e
Lê 1 1995 1
v.1 outro
Química a visão do presente Costa, Maria cláudia e
Lê 1 1995 2
v.2 outro
Química a visão do presente Costa, Maria cláudia e
Lê 1 1995 3
v.3 outro
Trindade, Diamantino
Química básica experimental Ícone 2 1990
Fernandes e outros
Química curso completo Politi, Elie Moderna 1 1986
Química de alimentos
alteração dos componentes Laszlo, Herta e outros Nobel 5 1986 0
organização
Quimica de alimentos teoria e
Bobbio, Florinda Varela 1 1998 0
prática
Química do processamento de
Bobbio, Paulo Varela 2 1998 0
alimentos
Química fundamental v. 1 Sardella, Antôniio e outro Ática 4 1991 1
Química fundamental v. 2 Sardella, Antôniio e outro Ática 4 1991 2
Química fundamental v. 3 Sardella, Antôniio e outro Ática 4 1991 3
Química na abordagem do
Peruzzo, tito Miragaia Moderna 1 1996 0
cotidiano
Química orgânica v.1 Feltre, Ricardo e outro Moderna 2 1974 1
Química orgânica v.2 Feltre, Ricardo e outro Moderna 2 1974 2
Química orgânica v.3 Feltre, Ricardo e outro Moderna 2 1974 3
Química orgânica v.4 Feltre, Ricardo e outro Moderna 2 1974 4
Química v.1 Lembo, Antônio e outro Ática 3 1990 1
Química v.1 Gallo Netto, Carmo Scipione 4 1988 2
Química v.2 Lembo, Antônio e outro Ática 3 1990 2
Química v.2 Gallo Netto, Carmo Scipione 4 1988 2
Química v.3 Lembo, Antônio e outro Ática 3 1990 3
Química v.3 Gallo Netto, Carmo Scipione 4 1988 3
Receitas para serviços de
Agnelli, Regina H Varela 1 1987 0
alimentação
Reciclar Bonar, Veronica Scipione 1 1996
Reciclar alimentos - Scipione 1 1996
Repertório geral de alimentos Favier, Jean Claude Roca 1 2000 0
Soja Gomes, Pimentel Nobel 8 1990 0
Tabela de bolso de calorias
Braga Atheneu 1 2000 0
para dietas
Tabela de composição química
Franco, Guilherme Atheneu 1 2000 0
dos alimentos
Tabela para avaliação
Benzercy, Pinheiro,
consumo alimentos medid Atheneu 1 2000 0
Lacerda
caseiras
Tecnologia de alimentos Evangelista, José Atheneu 1 1998 0

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 63
Tecnologia de fabricação do
Marafante Ícone 1 1996 0
álcool e açucar
Behmer, Manuel Lecy
Tecnologia do leite- leite queijo Nobel 7 1999 0
Arruda
Tecnologia dos produtos Camargo, Rodolpho de e
Nobel 3 1984 0
agropecuários alimentos outros
Tecnologias de oleos e
Moretto, Eliane Varela 2 2000 0
gorduras vegetais
Teoria geral da administração
Chiavenato, Idalberto McGraw-Hill 3 1993 1
vol 1
Teoria geral da administração
Chiavenato, Idalberto McGraw-Hill 3 1993 2
vol 1
Teoria geral da administração
Chiavenato, Idalberto McGraw-Hill 3 1993 3
vol 3
tipologia cooperativista Pinho, Diva Benevídes CNPQ 2 1982 4
Topicos da tecnologia dos
Silva, Marsile Vinagre Varela 2 1999 0
alimentos
Toxicologia de alimentos Midio, Antonio Flavio Varela 1 2000 0
Toxinfecções e controle
Hobbs/Roberts Varela 1 2000 0
higiênico - sanit. Alimentos
Trigo da lavoura ao pão Edna, Bastos Ícone 2 1987 0
Trigo para o abastecimento Silva, Dijalma Barbosa
Embrapa 2 1996 0
familiar do plantio à mesa de e outro
Um cientista na cozinha This Ática 1 1999 0
Uma vida com mel e abelhas Muxfeldt, Hugo Sagra 2 1986 3
Urucum- coleção plantar embrapa Textonovo 1 1987 0
Vitaminas aspectos clinicos
Freire, Wesley Jorge Agropecuária 1 1999 0
terapeuticos

7.4. MÁQUINAS E IMPLEMENTOS

ESPECIFICAÇÃO QUANTIDADE
Trator MF 292 01
Trator MF 290 01
Trator MF 265 01
Trator MF 65 01
Trator MF 50 01
Trator MF 275 01
Micro Trator Yanmar 02
Plantadeira-Adubadeira (kit completo) 02
Grades Aradoras 02
Grades Niveladoras 03
Arados de Disco 02
Pulverizadores de Barras 02
Roçadeiras Centrais 02
Colhedeira de Milho de 01 linha 01
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 64
Cultivador Adubador 01
Enxada Rotativa 01
Arado de Aivecas 01
Subsolador 01
Adubador Pendular 01
Canteradeira Minami 01
Arado Reversível 3 Discos 28 Polegadas 01
Colhedeira de Forragens Cap 25 ton 01
Carreta Tanque Cap 4000 L 01
Distribuidor de Abubo Orgânico – Cap 3000 L 01
Carreta Graneleira – Cap 800 Kg 01
Carreta de Serviço – Cap de carga 600 Kg 03
Equipamentos para processamento de frutas e hortaliças 07
Equipamentos para processamento de cereais e oleoginosas 05
Equipamentos para processamento de carnes e derivados 08
Equipamentos para processamento de produtos lácteos 07

7.5.PARCERIAS COM OUTRAS ORGANIZAÇÕES

1. SENAR - Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - Convênio de


prestação de serviço para aplicação de cursos de formação de mão-de-
obra.
2. Sindicato Rural de Uberlândia - Convênio para prestação de serviço à
aplicação de cursos de qualificação profissional e formação de mão-de-
obra.
3. EMATER-MG - Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural -
Convênio de estágios curriculares e cursos de qualificação profissional,
realizações conjuntas da Semana da Família Rural.
4. Secretaria Municipal de Agricultura - Convênio de concessão de
estágios curriculares e execução de cursos de qualificação profissional de
nível básico
5. Granja Rezende/SADIA - Convênio de concessão de estágios curriculares
6. UFU - Universidade Federal de Uberlândia - Convênio de concessão de
estágios curriculares e parceria em projetos de pesquisa e extensão.
7. SEMTEC - Secretaria de Educação Média e Tecnológica - Convênio
para transferência de recursos financeiros.
8. EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Convênio
de concessão de estágios curriculares e parceria em projetos de pesquisa.
9. FNDE - Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação - Convênio
para aquisição de laboratório de informática, fitas de vídeo e acervo
bibliográfico.
10. CALU - Cooperativa Agropecuária Limitada de Uberlândia - Parceria na
elaboração da Semana do Produtor Rural e cursos de qualificação
profissional.

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 65
11. CEMIG - Centrais Elétricas de Minas Gerais - Parceria na elaboração de
cursos de qualificação profissional.
12. Fundação VITAE - Aquisição de equipamentos para Agroindústria.
13. NOVARTIS - Parceria em projetos de pesquisa
14. HOKKO - Parceria em projetos de pesquisa.
15. Clube Amigos da Terra(CAT) - Parceria na elaboração de cursos de
qualificação profissional
16. Lions Club Antonieta Vilela - Parceria na na formação de mão de obra
rural.

8. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO

8.1. SERVIDORES POR REGIME DE TRABALHO

Fixos Temporários Total


Servidor No órgão Cedido
s
Técnico 76 01 77
Administrativo
Docente 34 02 06 42
Total 110 03 06 119

8.2. SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS POR ESCOLARIDADE

GRAU DE FORMAÇÃO NS NI NA TOTAL


Graduação 7 15 -- 21
2º Grau -- 15 2 18
1º Grau -- 01 2 03
1º Grau Incompleto -- 13 22 35
Total 7 44 26 77

8.3. DOCENTES POR ESCOLARIDADE

GRAU FIXOS TEMPORÁRIOS TOTAL


Doutorado -- 01 01
Mestrado 02 02 04
Especialização 32 01 33
Aperfeiçoamento -- -- --
Graduação 01 02 03
2º Grau 01 -- 01
Total -- -- 42

8.4. DOCENTES QUE ATUARÃO NO CURSO

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 66
Formação Vinculação
Nome
Graduação Pós-graduação Contratual
Adriano de Almeida Franzão Agronomia contratado
Ângela Pereira da Silva Letras Especialização efetiva
Carlos Antonio Barbosa Física e Matemática Especialização efetiva
Firmino
Cinthia Maria Felício Química Mestrado contratado
Deborah Santesso Bonnas Agronomia Doutoranda contratado
Edson José Fragiorge Ciências e Biologia Mestrado efetiva
Juvenal Caetano de Ciências Agrárias Mestrando efetiva
Barcelos
Rodrigo Alves de Mello Ciências Biológicas Especialização em contratado
e Tecnologia de Produtos Cárneos
Alimentos
Maria Lúcia Ribeiro Vieira Veterinária Especialização efetiva
Zilda Correa de Lacerda Agronomia Mestranda efetiva

8.5. PLANO DE CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO

A Instituição tem uma grande preocupação com a capacitação de seus recursos


humanos. Além de quatro docentes estarem cursando mestrado, os nossos servidores
têm participado de diversos cursos, visitas técnicas e estágio em empresas,
treinamentos, congressos, seminários, encontros técnicos e similares. Atualmente
existem também dois professores que estão fazendo especialização por tutoria à
distância e para isso recebem ajuda de custos em passagens e diárias.
Sabemos que essa política de aprimoramento de recursos humanos é
imprescindível para o êxito de nosso objetivo maior que é tornarmo-nos um Centro de
Excelência em Educação Tecnológica.

8.5.1.CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO NO ANO DE 2001


Carg Beneficiários
a Técnico –
Item Cursos Realizados/Ofertados Docen Técnico –
Horá Pedagógic
te Administrativo
ria o
I Encontro Técnico do Curso de
01 40 h 01
Especialização em Informática
02 Curso de Licitações e Contratos 40 h 01 02
03 Curso Informática aplicada à Bovinocultura 16 h 01
Curso de Multiplicadores para Estruturação
04 40 h 01
de Textos Administrativos
Curso de Biologia e Cultivo de Cogumelos
05 32 h 01
Comestíveis na UFLA
06 Curso sobre PPA 16 h 01
07 Treinamento SIASG/SICAF 24 h 01 02
08 Treinamento em Finanças e Orçamento 40 h 01
09 Treinamento em Licitações e Contratos 32 h 03
10 Curso Informática Básica 40 h 02
11 Curso Ambientes de Aprendizagem 32 h 01
Treinamento Plano de Capacitação na área
12 62 h 02
de RH
13 Curso: Tudo sobre SICAF 32 h 02

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 67
14 Curso Esquema II 176 h 01
15 Treinamento do Extrator de Dados SIAFI 32 h 02
16 Treinamento SIDOR 16 h 02
VI Curso Internacional de Produção de
17 64 h 01
Hortaliças
18 Curso "Lei de Responsabilidade Fiscal" 32 h 01
Evento "MEC-SEBRAE de Capacitação de
19 32 h 02
Multiplicadores"
II Encontro Técnico do Curso de
20 Especialização em Informática na 40 h 01
Educação
Curso avançado "Atualização em
21 Fertilidade e Biodinâmica no sistema de 24 h 03
Plantio Direto"
22 Treinamento SIAPE 8h 01
Treinamento para Implantação CREA-
23 16 h 01
Júnior
1º Encontro do Curso de Pós Graduação
24 96 h 01
Latu Sensu em máquinas agrícolas
25 Treinamento Normativo SIASG/SIAFI 16 h 02
Curso Técnico Intensivo para produtores
26 32 h 01
Iniciantes em Flores e Plantas
27 Treinamento do Sistema SICAJ 24 h 01
Treinamento na área de Panificação e
28 24 h 01
Confeitaria
Curso Excelência no Atendimento ao
29 24 h 01
Cliente
Treinamento Operacional Sistema
30 24 h 01
SIDEC/SIASG
Treinamento para implantação do Módulo
31 56 h 01
SIAPECAD
Curso Gerenciamento de Compras e
32 40 h 01
Serviços
33 Curso de Secretariado 24 h 01
34 Curso "Lei de Responsabilidade Fiscal" 40 h 01
Treinamento "Cadastro Nacional de Cursos
35 16 h 01
Técnicos"
36 Treinamento Pré-empenho SIASG/SIAFI 16 h 03
37 Curso Transição SPIU/SPN 2000 16 h 01
38 Curso Formação de Pregoeiro 16 h 01
Curso " Uso Racional dos Recursos
39 Naturais e seus Reflexos no Meio 48 h 01 01
Ambiente
XVI Curso Sub-regional para formação de
40 Gerentes de Educação Técnica 64 h 01
Profissional
Cursos Técnicas de Massagem, Natação e
41 Recreação e Lazer em Situações de 40 h 01
Turismo
42 Treinamento de Cadastradores Parciais 8h 01
43 Esquema II - Rio Pomba-MG 40 h 01
Curso Aperfeiçoamento Industrial (Pão
44 24 h 01
Italiano e Esfiha)
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 68
45 Treinamento – CNCT 24 h 01
Curso "Licitações e Contratos na
46 40 h 03
Administração Pública"
47 Curso Contabilidade Pública 40 h 01
48 Tecnologia de Queijo II 28 h 02

9. CERTIFICADOS E DIPLOMAS

Segundo a Lei, cabe a cada Instituição de Ensino expedir históricos escolares,


declarações de conclusão de série e diplomas ou certificados de conclusão de cursos,
com especificações cabíveis. Os certificados de qualificação profissional deverão
explicitar o título da ocupação certificada. Os diplomas de técnico deverão explicitar o
correspondente título de técnico na respectiva habilitação profissional, mencionando a
área que se vincula Os históricos escolares, que acompanham os certificados e diplomas,
deverão explicitar, também, as competências definidas no perfil profissional de conclusão
do curso.
Portanto, se o aluno concluir qualquer submódulo ou módulo com grau “Apto” e
estiver impossibilitado de prosseguir os estudos , poderá requisitar da Escola um
certificado de conclusão de qualquer submódulo da matriz de referência ou de
Qualificação Profissional de Nível Técnico em Controle de Qualidade,
Processamento de Produtos de Origem Vegetal, Processamento de Produtos de
Origem Animal, Processamento de Frutas e Hortaliças, Processamento de Cereais
e Oleoginosas, Processamento de Produtos Lácteos e Processamento de Carnes e
Derivados, conforme especificado no item da .Organização Curricular. Se o aluno
concluir todos os submódulos e módulos que compõem a matriz de referência do curso
com grau “Apto” e mais o estágio curricular, receberá o diploma na Área Profissional de
Agropecuária com Habilitação de Técnico em Agroindústria.

10. EXPLICITAÇÃO DAS EXIGÊNCIAS LEGAIS PARA O TÉCNICO EM


AGROINDÚSTRIA

O técnico em Agroindústria, que para registro no CREA ainda é Técnico Agrícola


com habilitação em Agroindústria, está legalmente enquadrado como profissional liberal
nos termos da portaria do Ministério do Trabalho nº 3.156 de 28 de maio de 1987,
publicada no Diário Oficial da União, de 03 de junho de 1987-seção I, página 806.
Pertence ao 35º grupo, no plano da Confederação Nacional das Profissões Liberais, a
que se refere o artigo nº 577 da CLT-Consolidação das Leis Trabalhistas.
Assim sendo, o técnico em Agroindústria pode desenvolver suas atividades
profissionais como:
-Autônomo: sem vínculo empregatício e recebendo honorários com ampla
autonomia de atuação profissional;
-Empregado: com vínculo empregatício regido pela CLT, sendo
remunerado pelo trabalho prestado dentro das organizações empresariais;
-Servidor Público: com vínculo estatutário regido por leis próprias para o
funcionalismo público, sendo contratado através de concurso público e remunerado pelos
governos Federal, Estadual e Municipal.
Portanto e de acordo com a proposta Pedagógica deste curso, o Técnico
em Agroindústria (Técnico Agrícola com habilitação em agroindústria) pode ser descrito
como um profissional habilitado, conhecedor da realidade técnico-produtiva do setor
agroindustrial que busca sua realização profissional na promoção do bem-estar e na
melhoria da qualidade de vida da comunidade.
CNPJ=PC_ 73875502000130_003 69
11. ANEXOS

ANEXO A

Nivelamento

Informática Básica 40

Métodos Matemáticos 40

Português Instrumental 40

Química 40

ANEXO B

vi
Vivência Profissional 40

CNPJ=PC_ 73875502000130_003 70