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O papel da Psicologia na

Contemporaneidade
Aula de Introdução
A aplicação da psicoterapia e suas consequências
Dados da existência
• Falar de um ponto referencial a partir de onde posicionamos uma
leitura sobre o viver e seu sentido.
• A própria noção de existir aponta uma cena, um ato em
desenvolvimento que se confirma na medida em que se repete.
• Existir é portanto um ato de lançar-se num projeto de ser.
O que é nossa vida?
• Relações afetivas;
• Trabalho;
• Produção intelectual;
• Conquistas.
Valor relativo de nossas ações determina
nosso status o sentido de nossa existência
• Relações afetivas: Amores e frustrações
• Trabalho: reconhecimento e desprestígio
• Produção intelectual: valor e descrédito
• Conquistas: sucessos e fracassos
A questão do sofrimento mental
• Trata-se do efeito percebido sobre um indivíduo gerado a partir de
uma situação de ameaça.
• Podemos pensar em respostas crônicas ou transitórias e situacionais.
O sofrimento mental é um problema?
• Quando o sofrimento mental se torna um problema?
• Precisamos apontar que isso acontece quando se produz um impacto
sobre a autonomia do indivíduo, isto é, a sua capacidade de agenciar
a sua vida e viver em coletividade sustentando suas decisões.
• Mas o critério para avaliar não deve e nem pode ser cristalizado.
O sofrimento crônico considerado patologia
• A noção de patologia nos remete diretamente à ideia de doença.
Tomar o sofrimento dessa forma é um equívoco primeiro porque se
naturaliza o sofrimento, e segundo porque o desloca das condições
de sua produção. Confundimos efeito com causa e toda a terapêutica
desenvolvida a partir dessa noção se dirige para minimizar o efeito
sem lidar com as causas.
A noção de psicopatologia é útil?
A psicopatologia pode representar um risco e na maioria das vezes
pode nos conduzir ao erro.
Mas se entendermos que ela apenas é uma forma modelar de
representar a situação vivida para dimensionar o problema e pensar
soluções ela pode ser útil.
A ideia de normalidade
• Normalidade como frequência
• Normalidade como padrão
• Ideia de padrão aplicada a condições de submissão, defesas de
privilégios
• Há condições de desigualdades denunciadas pelos movimentos
sociais (feminismo, discussões de gênero, movimentos de defesa de
grupos étnicos, etc)
O poder e suas estruturas
• Duas formas clássica de entender o fenômeno do poder:
• Marx (O poder corresponde ao exercício de dominação e opera sobre
o sujeito)
• Foucault (O poder corresponde a uma rede que envolve os agentes
de uma dada relação e delimitas as formas do dizer e do agir)
Respostas da Psicologia
• Se tomarmos a noção de psicoterapia como sendo uma
transformação, um método utilizado o sentido da alteração de uma
condição teremos dois caminhos possíveis para essa transformação:
• 1- A mudança do sujeito no sentido da redução do atrito entre
indivíduo e meio.
• 2- O trabalho com o sujeito perseguindo uma mudança de qualidade
na sua relação com o meio apostando na afirmação do indivíduo
frente a esse meio.
O campo da Psicologia e a área Clínica
• Para melhor situar os modelos teóricos que serão apresentados neste
semestre é importante lembrar do foco ou propósito de aplicação dos
modelos.
• Uma “clínica” é definida como uma intervenção que busca promover
uma mudança no individuo.
Sentidos da transformação
• Em que direção devemos promover essa mudança?
• Qual o grau de direcionamento é aceitável?
• Quais são os indicadores da transformação subjetiva?
As duas faces da intervenção psicológica
• Adaptação: foco no ajustamento da conduta ou modo de pensamento
ao modo predominante ou aceitável de comportamento. Define que
quanto menor o desgaste entre sujeito e meio, melhor o estado geral
de sua saúde mental.
• Emancipação: foco na responsabilização do indivíduo sobre suas
escolhas, admite que é necessário ou desejável algum grau de tensão
entre as ideias e comportamentos e o quadro normativo de uma
sociedade.
Ética e técnica
• A psicologia em sua busca por ser reconhecida como ciência deixou-
se enquadrar por um tecnicismo irrefletido?
• O que é ética em psicologia?
Dimensões de uma intervenção clínica
• Leitura clínica (construção da capacidade de raciocínio clínico)
• Formulação da hipótese de trabalho (qual transformação cabe neste
caso específico)
• Reconhecimento de potenciais e riscos
• Autoconsciência do limite de sua intervenção, e mesmo da
capacidade descritiva de sua teoria
• Verificação dos resultados da intervenção para manutenção ou
interrupção do processo