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Análise do campo lexical família1

Raiany Alves de Souza2


Rebeca Hadassa da Costa Arouche Ferreira3

RESUMO: O objeto de estudo deste artigo é o campo lexical família. A importância em se abordar o
tema família se dá ao fato de sua utilização relações cotidianas e sociais, por isso o aprendiz precisa
conhecer esse léxico. A finalidade está em propor uma reformulação de atividade didática para o ensino
do léxico aos aprendizes de Português do Brasil como segunda língua – PBSL, a pesquisa empregou o
método descritivo-analítico. Os percursos metodológicos se darão pela identificação do objeto de estudo
no livro didático “Tudo bem? Português para a nova geração” de Ponce, Burim e Florissi (2012). Para a
análise da atividade didática de campo lexical família, o artigo se baseará nas tipologias de exercícios
lexicológicos proposto por Binon e Verlinde, (2000), que a partir dos autores norteiam-se, classificam-se
e avaliam os tipos de exercícios existentes. A proposta de reformulação da atividade para o ensino de
PBSL será proposto uma nova visão e abordagem de ensino do léxico, utilizando a Abordagem Lexical,
em que o vocabulário é apresentado de modo abrangente e contextualizado, e dá ao aprendiz mais
autonomia, consciência e fluidez no português. Houve contribuição para a valorização e a divulgação de
abordagens adequadas de ensino do léxico em aulas de português como segunda língua, tanto para o
educador, quanto para o educando que almeja novas possibilidades de aprender.
PALAVRAS-CHAVE: Léxico. Segunda língua. Família.

1
Artigo produzido sob a orientação da Profa. Michelle Machado de Oliveira Vilarinho para obtenção de
menção da disciplina Lexicologia, Semântica e Pragmática Constrastivas do curso de licenciatura em
letras Português do Brasil como Segunda Língua (PBSL) da Universidade de Brasília (UnB).
2
Graduanda do curso de licenciatura em letras Português do Brasil como Segunda Língua (PBSL) da
Universidade de Brasília (UnB) UnB, raiany.alves2010@gmail.com
3
Graduanda do curso de licenciatura em letras Português do Brasil como Segunda Língua (PBSL) da
Universidade de Brasília (UnB) UnB, rebeca_hadassa@hotmail.com
Introdução

Esta pesquisa se insere na linha de pesquisa Léxico e Terminologia. O estudo


está no bojo do projeto “Aplicação dos percursos metodológicos da Lexicologia, da
Lexicografia, da Terminologia e da Terminografia para sistematização de lexemas e de
termos”, coordenado pela Profª. Drª. Michelle Machado de Oliveira Vilarinho.
O objeto de estudo é o léxico do campo lexical família a fim de analisar o modo
como ele está sendo disposto nas atividades escolhidas do livro didático Tudo bem?:
português para a nova geração, de Ponce, Burim e Florissi (2012). O tema família é
utilizado nas relações cotidianas e sociais, por isso o aprendiz precisa conhecer esse
léxico, o que nos motivou a estudá-lo. Os percursos metodológicos foram: i)
identificação do objeto de estudo no livro didático ii) elaboração de atividade para o
ensino de PBSL. O método empregado foi o descritivo-analítico.
Nesta pesquisa, apresentaremos as seções a seguir: O Léxico, apresentando um
panorama sobre o que é léxico, como o campo lexical é utilizado; 2) apresentação da
atividade didática do livro Tudo bem?: português para a nova geração; 3) nova
proposta de atividade didática para o ensino do PBSL, aplicando a Lexicologia nas
atividades sobre família, trabalhando o léxico na Abordagem Lexical e realizando uma
nova reformulação da atividade.

1. O léxico

1.1 O campo lexical

O léxico sofre mudanças constante e tem sua importância no contexto da


aprendizagem da língua portuguesa. Ter conhecimento lexical é um fator efetivo na
comunicação entre as pessoas e no papel de professor deve-se ter consciência que as
palavras são instrumentos necessários para interagir com textos diversificados e que
saber usar com competência produzindo sentido no que se lê. Para uma leitura a
compreensão do léxico é um dos principais pontos de contato com o texto. O campo
lexical abrange uma articulação de traços semânticos dentro do campo de significação

A memória registra, de maneira ordenada, o sistema lexical. A experiência


cotidiana comprova a existência de processos mnemônicos, estruturalmente
ordenados, de tal forma que quando queremos lembrar de um vocabulário,
desencadeia-se um processo que nos fornece, normalmente em série, várias
palavras que integram um mesmo subsistema léxico ou então, um
determinado campo semântico. (BIDERMAN, 1981, p.144)

No ponto de vista cognitivo, o léxico está relacionado a uma determinada língua:

Léxico é a parte da língua que primeiramente configura a realidade


extralinguística e arquiva o saber linguístico duma comunidade. Avanços e
recuos civilizacionais, descobertas e inventos, encontros entre povos e
culturas, mitos e crenças, afinal quase tudo, antes de passar para a língua e
para a cultura dos povos, tem um nome e esse nome faz parte do léxico. O
léxico é o repositório do saber linguístico e é ainda a janela através da qual
um povo vê o mundo. Um saber partilhado que apenas existe na consciência
dos falantes duma comunidade. (VILELA, 1994: p. 10)

O léxico constrói uma visão de mundo e de uma realidade, em que a língua


deixa de ser interna para assumir uma estrutura externa estabelecendo relações sociais,
por meio das palavras que constituem os sistemas linguísticos de uma cultura, que as
pessoas conseguem se interagir.

1.2 Uma outra abordagem para o campo lexical família


Nos exercícios do livro didático Tudo bem?: português para a nova geração das
de Ponce, Burim e Florissi observamos que a abordagem comunicativa foi utilizada
para desenvolver o exercício aplicado para os alunos. Notamos que ela desenvolve a
competência comunicativa, visando à interação, sendo a atividade relacionada ao seu
contexto social e cotidiano.
A proposta para reformulação dos exercícios de campo lexical família será
baseada na Abordagem Lexical, o seu princípio é de que a linguagem é um léxico
gramaticalizado organizado por blocos de palavras. De acordo com Michael Lewis
(1993, p. 152) descreve o léxico por meio de porções léxico-gramaticais chamadas de
chunks:

Chunks são colocações ou polipalavras ensinadas em textos (escritos ou


orais). Por meio desses textos o aluno entra em contato com as porções
lexicais e toma consciência da presença destas unidades na comunicação
falada e escrita. A metodologia proposta pode ser entendida pela aplicação de
atividades como a identificação de chunks (porções), também por
combinações, preenchimento de espaços em branco, categorização,
sequenciamento e eliminação de itens lexicais não associados, por meio de
exemplos retirados de fonte autêntica. (LEWIS, 1993)

Essa abordagem prioriza a combinatória das palavras atendendo a necessidade


de métodos que foquem a uso adequado das palavras em produções textuais orais ou
escritas, englobando a utilização de vocabulários, termos técnicos e por diante. A
diferença dessa abordagem para a abordagem comunicativa é que o conceito de
vocabulário é ampliado para Itens Lexicais que já é integrado na gramática. De acordo
com o teórico Lewis (1993, p. 2 apud SEIDE e DURÃO, 2015, p. 15), é “um conjunto
integrado de pressupostos teóricos e práticos que abrangem tanto o currículo quanto a
metodologia (...) [que] fornece princípios com os quais se decide que tipos de conteúdo
e de procedimentos são adequados”. O aluno aprende expressões, colocações, frases,
sentenças e etc, que são utilizadas no seu cotidiano, ajudando o aluno a se desenvolver
melhor na língua-alvo, aplicando o ensino em situações que realmente ele enfrentará,
despertando assim sua autonomia
Segundo Seide e Durão (2015, p.15) a Abordagem Lexical teve como ponto de
partida os estudos de Nattinger sobre o modo como os itens lexicais são armazenados na
memória pelo falante nativo de um idioma:

Muitas teorias sobre desempenho linguístico sugerem que o vocabulário é


armazenado de forma redundante, não apenas como morfemas separados,
mas também como partes de sintagmas, ou inclusive como blocos mais
extensos do discurso e é frequentemente recuperado da memória em forma de
blocos pré-montados. (NATTINGER, 1988, p.75 apud SEIDE e DURÃO,
2015, p.15)

O ensino do vocabulário é proposto por blocos de palavras e auxilia os alunos a


desenvolverem uma pronúncia mais fluida. No que se refere à escrita, textos que são
utilizados comercialmente, podem ser mais facilmente elaborados pela aplicação de
blocos de palavras e inserção de itens lexicais em pontos determinados do texto. E
também, a expansão do vocabulário sendo feita de modo abrangente e contextualizado,
leva a uma expressão oral e escrita mais natural e espontânea tanto para alunos que
precisam utilizar o português ou em contextos coloquiais quanto para os que estudam o
idioma visando à sua utilização em determinado âmbito profissional. É pensando nesses
pontos apresentados que será apresentado adiante uma nova reformulação dos
exercícios do livro didático apresentado.

2. Apresentação da Atividade Didática

De acordo com Ponce; Burim e Florissi, (2012), o livro didático Tudo bem?:
português para a nova geração” é voltado para as necessidades do público jovem e
apresenta o português do Brasil falado pelo adolescente brasileiro, com a linguagem
coloquial e com referências à gramatica.” Segundo as autoras (2012 p.1), prioriza “a
comunicação no processo de aprendizagem de português como língua estrangeira,
integrando atividades de conversação, compreensão oral, escrita e leitura, no contexto
do dia-a-dia”
As atividades que foram escolhidas são do campo lexical família. Conforme a
figura 1, há uma sinalização inicial de gramática do que será visto como verbos,
concordâncias, advérbios etc., e em seguida um texto de uma apresentação sobre a
família em geral. Logo abaixo há um organograma sobre a família do menino Carlos.
Em seguida, é importante observar que há texto extra. Ele se chama Psiu! e há
vocabulário referente ao estado civil das pessoas. Na figura 2 se inicia com algumas
perguntas referentes à família, posteriormente temos dois exercícios. 1.a e 1.b. No
exercício 1.a pede-se para que complete as lacunas, preenchendo de acordo com a
árvore genealógica o grau de parentesco. No exercício 1.b já se pede para que façam
uma arvore genealógica de sua família e produzam frases do mesmo cunho do exercício
1.a.

Figura 1: Trecho do livro Tudo Bem? Família


Fonte: (OTUKI DE PONCE; ANDRADE BURIM; FLORISSI, 2012 p. 18)

Figura 2: Trecho do livro Tudo Bem? Exercícios sobre família


Fonte: (OTUKI DE PONCE; ANDRADE BURIM; FLORISSI, 2012 p. 19)

A árvore genealógica foi algo que trouxe bastante relevância, porque, de acordo
com Binon e Verline (2000, p. 132) “considerar que a construção do sentido e a
formação de hipóteses não são feitas aleatoriamente - mas com base em certos
esquemas, cenários e paradigmas lexicais”, ou seja, esquematizar, mapear uma família,
ajuda as compreender e absorver o conteúdo proposto. Percebe-se uma ausência de
palavras que não são apresentadas na árvore genealógica, tais como primo, irmão, irmã,
sobrinho e neto.
Para se fazer uma análise dos exercícios, basearemos nas tipologias de
exercícios lexicológicos que Binon e Verlinde, (2000) nos traz. Na figura 2, o próprio
livro didático diz que se baseia em uma proposta na abordagem comunicativa para o
público adolescente. Percebe-se, a partir disto, que os exercícios pedem informações no
qual não há na parte introdutória sobre família. O aluno teria que recorrer ao professor e
perguntar, ou ao seu dicionário que tivesse para poder responder algumas questões
conforme já tido anteriormente como primo, irmão, irmã, sobrinho e neto. Baseando-se
nos autores, o exercício 1.a seria uma sequência lógica, em que “a criação ou a
reativação de redes conceituais que facilitam, portanto, a ancoragem cognitiva e a
memorização”. (BINON e VERLINDE, 2000, p.135). No exercício 1.b, há um exercício
de produção, com base nos autores, este tipo de exercícios exige uma definição analítica
ou sinonímica que ressalte os papéis semânticos4 em que as relações são escolhidas pelo
verbo da oração. Ou pode-se recorrer do mesmo modo ao procedimento conhecido
como a definição frasal, apresentada no Dicionário Cobuild. É um método dos quais os
professores mais fazem uso para esclarecer o sentido de uma palavra.
O que pode observar nestes exercícios com base nessas duas tipologias de
exercícios lexicológicos de acordo com Binon e Verlinde (2000) é que

O vocabulário é adquirido também por meio das atividades de comunicação


escrita ou oral, e por meio de aprendizagem ocasional e de consulta aos
dicionários, com o intuito de fornecer contato com a língua alvo. Um dos
desafios mais difíceis no ensino de vocabulário é a transformação dos
exercícios lexicológicos em atividades de comunicação. (BINON E
VERLINDE, 2000, p. 160)

Apontamos também que o exercício lexicológico pode ser um exercício de


reflexão, que permite o aluno a ter consciência de seu processo de aprendizagem e
ativar estratégias metacognitvas. Pode se ter até um rendimento didático se houver um
exercício de comunicação oral e discutir com o aluno um dos tipos de exercícios
lexicógrafos para que o aluno com sua maneira perceba, faça e aborde juntamente com
o professor para ter essa consciência na hora da aprendizagem.

3. Apresentação da nova proposta da atividade

4
Aqui se entende como papel semântico “a relação de sentido que se estabelece entre o verbo (e também
alguns nomes, adjetivos e locuções prepositivas) e seus complementos – sujeito e outros, sendo que na
literatura, em geral, faz-se confusão entre argumento e complemento. Considerando argumento um
elemento semântico – que pode ser ou não realizado sintaticamente. Complemento é um elemento
morfossintaticamente realizado (sujeito, objeto etc.) de acordo com NETA, Maria Madalena Loredo
(2014, pag. 16)
Nessa atividade colocaremos os alunos para assistir o vídeo e escutar a música
“Família” da banda Titãs e iremos distribuir a letra da música. Após que assistirem o
vídeo, passaremos 2 vezes para que possam ter a melhor compreensão e finalizando
introduziremos as definições das palavras em família. Discutiremos sobre essas palavras
e seus significados, se atentando também para os hábitos, costumes, valores e tradições
da “família” presente na letra da música. Será utilizado o site Dicionário Online
Analógico http://www.dicionarioonlineanalogico.com.br/5 para apresentar as definições
das palavras de família. Em seguida, será proposto que façam uma atividade associando
a imagem do personagem da família com a definição dada do Dicionário Online
Análogo. Esta atividade será baseada no “Exercícios de associação funcional que
relaciona as palavras nas duas colunas de maneira a obter associações funcionais e
apresentá-las em seguida num contexto significativo. ” (BINON e VERLINDE, 2000 p.
137). E como última proposta, terá uma questão para que descreva sobre sua família.
A música escolhida para a proposta da atividade tem como objetivo desenvolver
o conhecimento sobre o tema família, por meio de análise visando conhecer e
compreender o vocabulário referente à família. A música relata os cotidianos das
famílias e suas adversidades no qual elas passam. O objetivo dessa atividade é fazer
com que os alunos venham ter a melhor compreensão do vocabulário família e assim
desenvolver melhor o significado das palavras nesse contexto. E também trazer a
relação com o meio que os aprendizes estão inseridos, para que possam comparar com
sua realidade e ter o seu melhor desenvolvimento no conteúdo.

Atividade

1) Assista ao vídeo e escute a música que será tocada pelo professor e depois leia a letra e
responda as questões a seguir:
Letra da música:
Família
Titãs6
Composição: Arnaldo Antunes/Toni Bellotto

5
O site Dicionário Online Analógico de Português do Brasil foi criado pela Profª. Drª. Michelle Machado
de Oliveira Vilarinho no ano de 2013.
6
Letra da música Titãs. Álbum: Cabeça Dinossauro. Disponível em: <
https://www.letras.mus.br/titas/48973/ > Acesso em: 20 maio 2018.
Família, família Família!
Papai, mamãe, titia Família êh! Família ah!
Família, família Família!
Almoça junto todo dia
Nunca perde essa mania Família, família
Cachorro, gato, galinha
Mas quando a filha quer fugir de casa Família, família
Precisa descolar um ganha-pão Vive junto todo dia
Filha de família se não casa Nunca perde essa mania
Papai, mamãe, não dão nem um tostão
A mãe morre de medo de barata (Uô!
Família êh! Família ah! Uô!)
Família! O pai vive com medo de ladrão
Família êh! Família ah! Jogaram inseticida pela casa (Uô! Uô!)
Família! Botaram cadeado no portão

Família, família Família êh! Família ah!


Vovô, vovó, sobrinha Família!
Família, família Família êh! Familia ah!
Janta junto todo dia Família!
Nunca perde essa mania
Família êh! Família ah!
Mas quando o neném fica doente (Uô! Família!
Uô!) Família êh! Família ah!
Procura uma farmácia de plantão Família!
O choro do neném é estridente (Uô!
Uô!) Família êh! Família ah!
Assim não dá pra ver televisão Família!
Família êh! Família ah!
Família êh! Família ah! Família

2) Leia as definições dos verbetes dos membros da família a seguir e associe com a arvore
genealógica com base no respectivo parentesco.

Avô - pai do pai ou da mãe.


Avó - mãe do pai ou da mãe.
Bisavó - mãe do avô ou da avó.
Bisavô - pai do avô ou da avó.
Filho - pessoa do sexo masculino cujos pais geram ou criam, cuidam, educam,
amam, cuja função é honrar os pais.
Irmã - menina ou mulher que tem os mesmos pais que outra pessoa.
Irmão - menino ou homem que tem os mesmos pais que outra pessoa.
Mãe - mulher que deu a luz e/ou cuida do filho para nutrir, amar e educar.
Pai - homem que gera ou cria filho; genitor, progenitor, protetor.
Primo - filho de tio (a), parente que compartilham os mesmos avós, mas não
são irmãos
Sobrinho - filho (a) de irmão ou de cunhado.
Tio - irmão do pai ou da mãe, ou marido da tia.

3) Descreva como é sua família.


Resultados

Ao se analisar as atividades, percebemos a presença da Abordagem


Comunicativa, e como proposta de uma nova reformulação de atividade, vimos a
necessidade de trabalharmos uma nova abordagem. A nova proposta de usar a
Abordagem Lexical estava em focar o uso adequado das palavras nas produções textuais
orais ou escritas, na utilização de vocabulários aplicados nas atividades que foram
desenvolvidas com os alunos e também para que o aluno tenha uma fala mais fluida.
Tendo em vista os aspectos apresentados sobre a questão social, o meio que o aluno é
inserido, a relação com família, cotidiano e classe, baseamo-nos no desenvolvimento da
pesquisa para buscar a melhor abordagem para o ensino da língua. Percebemos que
além da interação aluno e professor, nota-se que a língua é um instrumento essencial,
sendo ela de grande importância para a ampliação de mais o vocabulário do aprendiz no
seu no seu dia a dia, tornando-o com mais confiança e autonomia. Espera-se que esta
pesquisa possa contribuir para a valorização e a divulgação de abordagens adequadas de
ensino do léxico em aulas de português como segunda língua, tanto para o educador,
como para o educando que almeja novas possibilidades de aprender.
Referências

BIDERMAN, Maria Teresa. A Estrutura Mental do Léxico. In: Teoria Linguística.


Linguística quantitativa e computacional. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
1981.

BINON, J. e VERLINDE, S. Como otimizar o ensino e a aprendizagem de vocabulário


de uma língua estrangeira ou segunda? In: LEFFA, V. J. As palavras a sua companhia:
o léxico na aprendizagem das línguas. Pelotas: EDUCAT, 2000, p. 119-166.

LEWIS, M. The Lexical Approach. The State of ELT and a Way Forward. Inglaterra:
Language Teaching Publications, 1993.

NETA, Maria Madalena Loredo. Objeto direto: condições de omissão no português do


Brasil. 2014. 195 f. Tese (Doutorado) - Curso de Letras, Universidade Federal de Minas
Gerais, Belo Horizonte, 2014.

OTUKI DE PONCE, Maria Harumi; ANDRADE BURIM, Silvia RB; FLORISSI,


Susanna. Tudo bem?: português para a nova geração. SBS, 2012.

SEIDE, Marcia; DURÃO, Adja. A Abordagem Lexical no ensino de língua portuguesa


como língua materna. Revista Gtlex, [s.l.], v. 1, n. 1, p.11-32, 31 dez. 2015. EDUFU -
Editora da Universidade Federal de Uberlândia.

VILELA, Mário. Estudos de lexicologia do português. Coimbra: Almedina,1994.