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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

ABORDAGENS E MÉTODOS NO ENSINO DE MODALIDADES COLETIVAS E O


DESENVOLVIMENTO DE MODALIDADES COLETIVAS E DO ATLETISMO NAS
AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA.

Macapá
2018
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GREGÓRIO, Alan de Oliveira1


LAUNE, Juliano Decesaris de Almeida2
MATOS, Otoniel Barbosa de3
DIAS, Tissiany Caroline Brito4

ABORDAGENS E MÉTODOS NO ENSINO DE MODALIDADES COLETIVAS


E O DESENVOLVIMENTO DE MODALIDADES COLETIVAS E DO
ATLETISMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA.

Trabalho do curso Licenciatura em


Educação Física, apresentado a
Universidade Norte do Paraná – UNOPAR,
como requisito parcial de obtenção de nota
semestral nas disciplinas: Metodologia do
ensino do Voleibol, Metodologia do ensino
do Basquetebol, Metodologia do ensino do
Atletismo, Cinesiologia e Biomecânica e
Seminários da prática - Metodologia do
ensino de modalidades coletivas e
atletismo; Sob orientação dos docentes:
Ana Claudia Carolina Vargas Prudêncio
Cosmos (Tutor Eletrônico) e Breno
Cardoso do Amaral (Tutor de Sala).

Macapá
2018
3

Sumário

1. INTRODUÇÃO ....................................................................................... 4

2. DESENVOLVIMENTO ............................................................................ 5

2.1 - ABORDAGENS E MÉTODOS NO ENSINO DE MODALIDADES COLETIVAS. ..... 5

3. CONCLUSÃO ................................................................................................. 7

4. REFERÊNCIAS ...................................................................................... 8

5. DESENVOLVIMENTO DE MODALIDADES COLETIVAS E DO


ATLETISMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA. .............................. 9

5.1 – PESQUISA DE CAMPO: AULA E ENTREVISTA NA ESCOLA (Entrevista com o


professor). ........................................................................................................................ 9

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS DO GRUPO 01 ........................................ 11

7. PRODUÇÃO DOS PLANOS DE AULA ............................................... 12

8. CONSIDERAÇÕES FINAIS DO GRUPO 02 ........................................ 15


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1. INTRODUÇÃO

A educação física, pela histórica perspectiva dualista de corpo e mente, se


vê por vezes, questionada no ambiente escolar, recebendo pequena carga
horária nos currículos e dificultando a organização e sistematização de
conteúdos por parte dos professores. Os jogos esportivos coletivos se
caracterizam pelo confronto por equipes, sendo delimitados pelo espaço,
tempo e situação, contendo um sistema de referências com vários
componentes. Apresentam importância técnica-tática, fazendo com que o
atleta/aluno elabore planos de situações de acordo com as ações técnicas
adquiridas em busca da melhor estruturação motora para atingir um objetivo

A propósito o esporte deve ser ensinado de forma gratificante, respeitando


a individualidade, o interesse dos alunos e ainda considerando o seu caráter
multidimensional (COSTA, VIEIRA NASCIMENTO, 2004), sem esquecer da
aplicação dos princípios didáticos (GONZALEZ, PÉREZ, DIEZ, 2004) como no
caso particular dos métodos de ensino, são procedimentos que permitem
alcançar um determinado objetivo (SERNA, 1986, DELGADO, 1994) dentro do
processo de ensino-aprendizagem.
Entretanto, são muitos os métodos de ensino empregados nas áreas da
aprendizagem motora e o treinamento desportivo (VERNETTA, DELGADO,
LOPEZ, 1996), utilizando tradicionalmente os métodos analítico e global e,
recentemente, o método estrutural, termos que na atualidade são amplamente
conhecidos como estratégias de ensino dentro das modalidades esportivas
coletivas. Estas estratégias devem envolver capacidades cognoscitivas e
motoras, a motivação para aprendizagem, a relação professor-aluno e a
complexidade das tarefas (COSTA, VIEIRA NASCIMENTO, 2004), na qual o
objetivo do treinador é conseguir que o jogador aprenda os conceitos e discuta
as soluções sem dizer-lhes de uma forma direta, exceto pela resolução através
de jogos, atividades e práticas de treinamento (LILLO, 2000).

Nas modalidades ou Jogos Esportivos Coletivos (JEC), são exigidos um


raciocínio individual e coletivo, capacidades cognitivas e tomada de decisão,
capacidades perceptivas, físicas, psicológicas, cognitivas, motoras, técnico-
táticas entre outras. Os JEC são um grande elemento da cultura de nosso país
e um excelente meio para a formação de melhores cidadãos, visto os
excelentes benefícios que essa prática realizada de forma criteriosa, sadia e
provida de objetivos claros pode trazer às crianças.

Neste presente trabalho que tem como objetivo principal as abordagens e


métodos de ensino na modalidade de jogos esportivos coletivos, para que nós,
como futuros profissionais de educação física, possamos planejar uma aula de
qualidade e resultado, melhorando o aprendizado do aluno.
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2. DESENVOLVIMENTO

2.1 - ABORDAGENS E MÉTODOS NO ENSINO DE MODALIDADES


COLETIVAS

No âmbito escolar, os jogos esportivos nas escolas buscam analisar as


vantagens para os alunos e para a prática pedagógica. Para muitos, os jogos
esportivos coletivos têm como sua principal característica o jogo em grupo,
levando em consideração a cooperação de todos os jogadores da mesma
equipe. No entanto, existem três formas de ensinar os JECs: a técnica, o jogo
formal e o jogo condicionado, sendo que para cada forma terá um aprendizado
diferente. Para ter uma boa aplicação dos jogos esportivos coletivos é
necessário primeiramente obter um objetivo, um terreno delimitado, metas e
saber as regras. Os jogos devem trabalhar formas que incorpore as dimensões
afetivas, cognitivas e socioculturais dos alunos. Porém não trabalhando apenas
a formação do atleta, mas também preocupando com a formação humana, já
que o objetivo não é o alto rendimento do aluno e sim o aprendizado. Não se
esquecendo de que os jogos esportivos tem caráter lúdico, que através das
brincadeiras geram convivência e afinidades entre os membros da equipe.

Conforme Galatti, Paes e Darido (2010), os esportes coletivos, além destas


características, possuem uma lógica interna regida pelas regras específicas de
cada jogo, as quais podem ser modificadas em contextos não profissionais de
prática, o que é indicado na iniciação esportiva, para que o jogo se adeque às
possibilidades dos praticantes. Reforça-se a idéia de complementaridade, de
agregarmos às atividades práticas propostas pelo professor de Educação
Física. Ao lidar com os esportes coletivos, um material didático escrito,
concreto, que o oriente na discussão dos temas ligados às questões técnicas,
táticas, de regras, de valores morais, entre outros. É necessária uma maior
organização no processo de ensino e aprendizagem dos esportes coletivos,
buscando dar a estes um tratamento pedagógico correto como ensino formal,
assim como introduzir didaticamente os conhecimentos pertinentes as
modalidades, ampliando sua presença na escola, para ampliar o lado afetivo,
cognitivo dos alunos. (GALATTI, PAES e DARIDO, 2010).

O esporte é capaz de forjar o hábito, a necessidade e vontade de viver


sadiamente, sendo a forma mais rica e adaptada de nosso tempo, sendo que
uma das finalidade do esporte é a educação. Apesar de se remeter ao esporte
alguns objetivos tais como a saúde, a moral e o valor educativo, ele não o será,
a menos que um professor/educador faça dele um objeto e um meio de
educação. O esporte é capaz de dignificar o indivíduo, educar-lo, tornar-lo uma
pessoa do bem, transformá-lo em uma pessoa melhor. Na escola faz-se
necessária as aulas de Educação Física para exercita o corpo e a mente dos
alunos.
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Segundo Thorpe, Bunker & Almond (1984) propõem quatro princípios


pedagógicos para as modalidades e métodos de ensino coletivo: a) Critério na
escolha dos jogos para proporcionar variabilidade nas experiências vividas
pelos alunos, facilitando a compreensão dos elementos táticos do jogo, b) a
modificação por representação, que modifica a complexidade do jogo formal,
tornando-o mais simples, através de alterações no espaço, tempo e materiais
utilizados, c) a modificação por exagero, através do estabelecimento de regras
de funcionamento do jogo que considerem situações específicas de
determinados aspectos do jogo, colocando os alunos em situação de
superioridade ou inferioridade numérica, d) a complexidade tática que deve ser
evidenciada progressivamente.

Os jogos desportivos coletivos têm sido praticados por crianças,


adolescentes e adultos das mais diferentes etnias e culturas desde sua origem.
Podem se constituir por modalidades como – voleibol, handebol, futebol de
salão, basquete - entre outras (SANTANA, 2001). Nos dias atuais, a mídia abre
um grande espaço para as modalidades esportivas coletivas, logo, o índice da
popularidade desses esportes vem crescendo de forma significativa em relação
às décadas passadas. Esse aumento de assistência coloca os esportes
coletivos em uma posição indiscutível de destaque e essa visibilidade, desperta
nas crianças a vontade de ser como um ídolo, viver o momento de fazer o gol
(ponto, cesta), o desejo de praticar esporte (SOARES, 2009).

De acordo com o artigo Jogos Esportivos Coletivos: dos princípios


operacionais aos gestos técnicos - a partir das ideias de Claude Bayer em o
ensino dos desportos colectivos”, de 1979, diz que as modalidades esportivas
coletivas podem ser associadas em uma única categoria pelo qual todas
possuem seis invariantes: uma bola, um espaço de jogo, parceiros com os
quais se joga, adversários, um alvo sendo este atacar ou defender e regras
especificas, e são essas invariantes que geram a categoria esporte coletivo ou
jogo esportivo coletivo, permitindo visualizar uma mesma estrutura de jogo.

Há seis princípios operacionais comuns divididos em dois grandes grupos,


um para o ataque e o outro para defesa, seguindo os princípios de Bayer. Os
princípios operacionais de ataque são: conservação individual e coletiva da
bola, progressão da equipe e da bola em direção ao alvo adversário e
finalização da jogada, objetivando a obtenção de pontos. Os três princípios
operacionais de defesa são: recuperação da bola, e impedir o avanço da
equipe contraria e da bola em direção ao próprio alvo, tendo em vista que se
deve impedir a finalização da equipe adversaria.

Entende-se que método de ensino é o conjunto de ações, passos,


condições externas e procedimentos que o professor utiliza ao dirigir e
estimular o processo de ensino em função da aprendizagem dos alunos. O
processo de ensino e aprendizagem dos jogos coletivos, compreendendo que
as etapas ocorrem simultaneamente e de maneira individualizada, muitos
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professores acreditem que ao desenvolver suas atividades pedagógicas


esportivas no ambiente escolar estão desenvolvendo apenas o ensino, na
verdade, estão desenvolvendo todo processo.

Dessa forma, para que o aprendizado seja eficaz para o aluno, exige um
grande estímulo do professor, portanto, o mesmo deve se embasar através de
uma pedagogia, metodologia e planejamento para o ensino-aprendizagem,
garantindo uma progressão cognitiva, afetiva, social e motora do aluno,
atingindo o resultado esperado deste planejamento, diferente de antigamente
onde o aluno aprendia mais por si próprio em seus momentos de lazer, como
praticar esportes nos campos de areia e na rua, do que um professor que não
possuía o embasamento teórico, e planejamento necessário para chegar a um
resultado satisfatório de aprendizado (FREIRE, 2006).
3. CONCLUSÃO

Concluímos que os esportes coletivos apresentam situações imprevisíveis e


fácil de se achar uma solução durante um jogo/partida. Portanto, é necessário
desenvolver atividades que possibilitem a adaptação dos jogadores a essas
situações. Vale ressaltar que existem três métodos principais a serem
seguidos: o analítico-sistêmico, onde se trabalha as habilidades em forma de
fundamentos que são aprendidos em um contexto fora do jogo em si, visando
melhor forma de aprimorar a técnica. O método misto, caracterizado pela
utilização dos dois primeiros métodos, aplicando o ensino da técnica fora do
jogo e apenas incorporando ao jogo real quando o aluno possui um nível
adequado para a prática efetiva. Por último o método global-funcional, que
desperta nos alunos interesse, estimulando suas vontades e perspectivas,
proporcionando diversas situações de jogo real, este é considerado o mais
apropriado para utilização escolar e é, de fato, o método mais utilizado na
comunidade escolar atualmente, porém, alguns professores de educação física
traduzem de forma erronia a sua aplicação, deixando de oportunizar um
“realimentação”, uma correção, aos seus alunos, assim dando uma aula sem
planejamento algum, que resulta em objetivos não alcançados, simplesmente:
“rolando a bola para que os alunos joguem”.
Nesse sentido, os diversos autores citados no trabalho descrevem os jogos
coletivos como adaptações para uma melhor compreensão e aprendizagem
dos alunos em todo o âmbito escolar. Entretanto, a literatura considera ideal
que exista uma divisão entre as idades para que ocorra a iniciação esportiva,
sendo estas classificadas como: a primeira etapa da iniciação esportiva - o
aluno conhecerá o princípio das habilidades técnicas, utilizando em grande
parte do trabalho o ensino lúdico; a segunda etapa da iniciação esportiva -
ocorre a lapidação das técnicas introduzidas anteriormente; e a terceira etapa
da iniciação esportiva - acontece a especialização dentro de um esporte,
voltada ao processo de enriquecimento dos movimentos aprendidos;
Considerando, em todas as etapas, a condição do aluno referente à técnica
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natural, idade e sua realidade. Para Rochefort (1998), a formação do professor


de Educação Física influencia a maneira como o esporte vem sendo ministrado
nas escolas. Dessa forma, tanto os profissionais que atualmente estão nas
escolas ensinando as modalidades coletivas como os que estão ainda em
formação, poderiam estar preparados para, no mínimo, refletir acerca de novas
abordagens no ensino dos esportes coletivos, tão necessários diante da
realidade de ensino.
4. REFERÊNCIAS

[1] A PEDAGOGIA DO ESPORTE E AS DIMENSÕES DOS CONTEÚDOS:


CONCEITUAL, PROCEDIMENTAL E ATITUDINAL, disponível em:
http://eduem.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/3884/4440.

[2] COSTA, L.C. & VIEIRA Do NASCIMENTO, J. O ensino da técnica e da


tática: novas abordagens metodológicas. R. da Educação Física/UEM Maringá,
v. 15, n. 2, p. 49-56, 2. sem. 2004.

[3] CONHECIMENTO E APLICAÇÃO DE MÉTODOS DE ENSINO PARA OS


JOGOS ESPORTIVOSCOLETIVOS NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM
EDUCAÇÃO FÍSICA, disponível em:
http://www.seer.ufrgs.br/Movimento/article/viewFile/2086/4829.

[4] GONZALEZ, M., PEREZ, H. & DIEZ GONZALEZ, M. Importancia de los


métodos de enseñanza utilizados en la educación física y el entrenamiento
deportivo. UNIVERSITARIAS, Santiago (104) 2004.

[5] METODOLOGIAS DE ENSINO DOS ESPORTES COLETIVOS NA


INICIAÇÃO ESPORTIVA ESCOLAR EM ATIVIDADES
EXTRACURRICULARES, disponível em:
http://portaldeperiodicos.unibrasil.com.br/index.php/anaisevinci/article/view/128/
122.

[6] O ENSINO DA TÉCNICA E DA TÁTICA: NOVAS ABORDAGENS


METODOLÓGICAS, disponível em:
http://ojs.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/viewFile/3421/2445.

[7] SERNA, A. El método didáctico y sus variables en educación física.


Educación física y deporte, vol, 8, n 1, 1986.

[8] THORPE, R. BUNKER, D.J. & ALMOND, L. (1984). A change in focus for
the teaching of games. In M. Pieron & G. Graham (Eds.). Sport pedagogy:
Olympic scientific congress proceedings (Vol. 6). Champaign, IL: Human
Kinetics.
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5. O DESENVOLVIMENTO DE MODALIDADES COLETIVAS E DO


ATLETISMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA.

5.1 – PESQUISA DE CAMPO: AULA E ENTREVISTA NA ESCOLA


(Entrevista com o professor).

Foi feita uma pesquisa de campo, na qual tinha o intuito de uma entrevista
para levantamento de dados sobre a realidade do trabalho pedagógico dos
professores de educação física no desenvolvimento de modalidades coletivas e
do atletismo; a mesma foi realizada na Escola Estadual Afonso Arinos,
Santana/AP com o professor Eduardo da Silva Souza, que respondeu as
seguintes baterias de perguntas:

 A partir de sua experiência, quais esportes os alunos mais gostam de


praticar?
R: Bom trabalho muito com alunos do ensino médio (não deixando de ressaltar
os alunos do fundamental), mas a maioria opta pelo Voleibol, mas tem aqueles
que gostam do futebol de salão, handebol e basquete.

 Entre o voleibol e o basquete, qual desses os alunos gostam mais de


praticar?
R: Eles gostam do voleibol, pois é mais dinâmico e coletivo.

 Entre o basquete e o voleibol, qual desses, você, professor, consegue


melhor desenvolver o trabalho pedagógico? Porque?
R: No voleibol, o mesmo pode ser adaptado as condições físicas dos
jogadores, e também há mais espirito de competitividade e menos contanto
com o adversário; diferente do basquete que exige bastante técnica e contato.

 Qual desses dois esportes os alunos têm maior facilidade em


apreender? Porque?
R: O voleibol, pois ele melhora a coordenação motora, a resistência física, as
capacidades coordenativas, a saúde dos ossos e aumenta a muscular, bem
como suas regras são fáceis de memorizar.

 Em relação a sua prática pedagógica, cite duas dificuldades encontradas


por você no ensino voleibol e duas dificuldades encontradas no ensino
do basquete. Como procura superá-las?
R: No voleibol as dificuldades que posso citar são: exige muitos saltos, o que
acaba gerando um grande impacto nas juntas dos membros inferiores e exige
um bom condicionamento físico. Já o basquete, exige alguma técnica para a
sua realização e também é necessário que o praticante apresente um bom
condicionamento físico. Procuro superá-las de acordo com o estado físico de
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cada aluno, ou seja adaptando o esporte, pois tenho alguns alunos que são
portadores de necessidades especiais.

 Cite duas dificuldades enfrentadas pelos alunos no aprendizado do


voleibol e outras duas dificuldades encontradas no aprendizado do
basquete. Como procura superá-las?
R: No vôlei tem-se a altura do aluno em relação a rede, e o posicionamento em
relação as regras do jogo. Já no basquete, tem-se também a altura e a
coordenação motora em relação aos arremessos da bola no aro. Os dois
esporte procuro superar de forma mais dinâmica, diminuindo as regras do jogo
e ensinando os princípios básicos de cada modalidade.

 Qual método ou abordagem de ensino você utiliza em suas aulas para o


desenvolvimento do aprendizado de modalidades coletivas?
R: Global parcial.

 O conteúdo Atletismo faz parte de seus planejamentos escolares?


Explicitar o porquê.
R: Não faz parte, pois é um conteúdo que se for colocado em prática, exige
muito condicionamento físico e demanda várias modalidades de esporte, como
a corrida, saltos, marcha, arremessos, etc.

 Sua escola possui materiais específicos para o ensino do atletismo,


como barreiras, peso, dardo, disco, caixa de areia, espaço físico
adequado, etc.
R: Infelizmente não.

 Qual sua visão sobre o conteúdo atletismo na escola? Você acredita, a


partir de sua experiência profissional, que ele tem um espaço adequado
no planejamento da educação física escolar, assim como os demais
esportes? Explicite.
R: O atletismo como conteúdo escolar é de suma importância, pois ele é
uma indução esportiva no cotidiano do aluno, na qual se obtém uma adaptação
a um melhor condicionamento físico na transferência do processo de ensino-
aprendizagem para outro esporte do componente curricular Educação Física
(por envolver diversas modalidades). Ele tem espaço adequando no
planejamento, pois é possível se desenvolver desde as primeiras fases do
ambiente escolar, porém de forma lúdica. E é através dessas diversas
modalidades que se descobrem alguns atletas.
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6. CONSIDERAÇÕES FINAIS DO GRUPO 01

Diante dos fatos mencionados pelo professor entrevistado e de acordo


com a literatura pesquisada, verifica-se que todos os esportes citados
promovem a coletividade, pois não se joga sozinho tais esportes, neles é
focado atividades de trabalho em equipe, afim de fortalecer o grupo que atua
junto. A abordagem de ensino que o professor utiliza em suas aulas para o
desenvolvimento do aprendizado de modalidades coletivas e a global parcial.
Pois o método global ou o “do todo” consiste na utilização de toda
complexidade e dinâmica do conteúdo a ser aprendido. Conforme Eduardo
(2018), além das modalidades mencionadas, o método de ensino que estimula
o aluno, é a ação do professor ao dirigir e incentivar o processo de ensino em
função da aprendizagem dos mesmos, quando utiliza intencionalmente um
conjunto de ações, passos, condições externas e procedimentos. Sendo assim,
entendemos que o método é a forma como se desenvolve a prática do ensino
podendo esperar um determinado resultado do processo de ensino.
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7. PRODUÇÃO DOS PLANOS DE AULA

01

01

X
Data: 19/05/2018 Horário: 13:00 h – 14:00 h Ano: 7º Turma: 127-A
Nº de alunos: 22

Tema da aula: Corrida com barreira

Conteúdo: Inicio de vivencia de corrida, coletividade, saltos com barreiras

Objetivo: Desenvolver o raciocínio rápido, a corrida e saltos com barreiras.


Recursos materiais: Quadra, Apito, Cadeiras, e Tubos (de hidroterapia).

Procedimentos didáticos:

Atividade 1: Alongamento, aquecimento e volta andando em círculos na quadra, forma


ordenada.
Atividade 2: Aquecimento com corrida na quadra e deslocamento nas laterais.
Atividade 3: Serão formadas duas filas indianas com 11 alunos em cada equipe (uma do
lado da outra); serão colocados 5 obstáculos em forma de círculos (feitos com duas cadeiras
uma de frente para a outra e um tubo de hidroterapia entre as mesmas).
Atividade 4: O professor irá soar o apito para que saia um aluno de cada fila e complete de
forma rápida o percurso saltando os obstáculos; o mesmo retornará e irá tocar na mão do
próximo da fila e faça o percurso, ganhará a equipe que terminar o número de alunos de
forma mais rápida.

Avaliação: A atividade obteve êxito, pois tinha como objetivo principal avaliar as estratégias,
rapidez, coletividade, domínio de corpo, e agilidades nos saltos com os obstáculos.
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02

02

X
Data: 19/05/2018 Horário: 14:00 h – 15:00 h Ano: 6º Turma: 126-B

Nº de alunos: 20
Tema da aula: Revezamento

Conteúdo: Fundamentos da revezamento, corrida e coletividade.

Objetivo: Trabalhar os princípios básicos do revezamento, coordenação motora ao correr, e


coletividade na competição.

Recursos materiais: Apito e Quadra.

Procedimentos didáticos:

Atividade 1: Todos irão fazer Alongamento forma ordenada e em círculo.


Atividade 2: Serão dividas duas equipes com 10 alunos cada equipe, e formarão duas
fileiras.
Atividade 3: O professor ficará a uma distância considerável “longe” das duas filas, ele
servirá como um ponto fixo.
Atividade 4: Ao soar do apito do professor, um aluno de cada fila sairá e se desloca até
onde o professor vai estar e tocar na mão dele. O segundo aluno só sairá quando o primeiro
voltar e tocar na mão dele também, e assim sucessivamente até o termino da equipe.

Avaliação: A atividade obteve êxito, pois tinha como objetivo principal analisar junto com
eles (alunos), a agilidade na corrida, os princípios básicos de revezamento e a coletividade
de cada equipe.
14

03

03

Data: 19/05/2018 Horário: 15:00 h – 16:00 h Ano: 8º Turma: 128-C


Nº de alunos: 21
Tema da aula: Arremesso de dardo

Conteúdo: Fundamentos do lançamento de dardos

Objetivo: Arremessar dardos de uma determinada distância e testar a coordenação de


arremesso.

Recursos materiais: Campo de futebol, dardos de papel (1 metro) e bambolê.

Procedimentos didáticos:

Atividade 1: Os alunos farão alongamento nas pernas e braços.


Atividade 2: O bambolê será preso em uma trave para fixação, os alunos em fila tentarão
acerta o alvo (bambolê em alvo) a partir do local delimitado, cerca de 5m do alvo.
Atividade 3: O aluno poderá pegar impulso podendo correr até o limite demarcado antes de
lançar o dardo no alvo, ganhará o aluno que mais vezes acerta dentro do alvo em 10
tentativas.

Avaliação: A atividade obterá êxito, pois tinha como objetivo principal avaliar (observar) a
coordenação motora, o modo de lançar o dardo e a pontaria no lançamento.
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8. CONSIDERAÇÕES FINAIS DO GRUPO 02

No tocante da literatura abordada em todo o trabalho, foi possível observar


que a disciplina atletismo nas aulas de Educação Física se concentra em
poucas modalidades, geralmente corridas e saltos. Além disso, em muitas
escolas, o atletismo é desenvolvido com o objetivo clássico de sobrepujar o
adversário, através de procedimentos metodológicos que visam ao rendimento,
estando à margem da criatividade, da construção de novas formas de
movimento e da inserção das mesmas no contexto pedagógico dos outros
esportes. Diante dos fatos, foi possível identificar que há significativa
resistência para se desenvolver aulas da modalidade atletismo nas escolas;
essa dificuldade desencadeia-se, na opinião dos professores, principalmente
pela falta de condições de trabalho favoráveis (local, materiais e infraestrutura),
bem como o incentivo de programas sociais.

Em suma, podemos concluir que além das dificuldades citadas,


infelizmente, o atletismo ainda é um esporte pouco difundido, nas escolas
raramente os alunos vivenciam algumas de suas provas, quer seja pela
motivação dos envolvidos, quer seja pelas deficiências em relação ao espaço
físico e material. Entretanto, é preciso que os profissionais que se dedicam ao
trabalho com o atletismo sejam incentivados, tanto aqueles que trabalham em
clubes, escolinhas e principalmente no âmbito escolar. As evidências apontam
para casos de sucesso quando há envolvimento da comunidade escolar,
resultando em melhora na qualidade de ensino, em mais interesse e aumento
do número de praticantes desta modalidade esportiva. Acredita-se que, ao se
incentivar o trabalho com atletismo e pensando na diversificação das atividades
para o seu ensino e no seu valor instrumental, isso ajuda a ganhar mais
conhecimento no quesito ensino-aprendizagem, isso acaba gerando uma
sustentação, na qual pode ser a transformação do atletismo nas aulas de
Educação Física.