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A ÉTICA DEONTOLÓGICA, defendida por Kant, valoriza a intenção da ação, de

acordo com o dever, independentemente das consequências.

Deontologia significa “teoria do dever” ou “estudo do que convém”, em termos de ação.


Agir por dever e em função de uma boa intenção são os princípios que determinam a
boa ação. Agir bem implica uma boa intenção e uma boa vontade. O que é que isto
quer dizer? A ação é boa se a intenção (razão ou motivo) for boa e se ela for pensada
como boa vontade, ou seja, se for universal. Será universal se o que decidirmos for
bom para nós próprios e para os outros (todos). Se não for uma ação egoísta ou só
pensada em função de mim próprio terá uma dimensão ética, de maneira que, como
diz KANT: “age de tal maneira que uses a humanidade tanto na tua pessoa como na
pessoa de qualquer outro sempre como um fim e nunca simplesmente como um meio”.
Por outras palavras, devemos tratar os outros como nos tratamos a nós próprios;
assim se compreende a dimensão universal dos nossos atos, defendida por KANT. Por
isso se diz que a ética de KANT é uma Ética Formal: não indica normas concretas de
conduta, mas dá indicações gerais de como devemos agir com os outros. Não diz
como em concreto devemos fazer para tratar os outros como “fins em si”, do tipo, como
fazer para a velhinha passar a estrada, mas, em geral, sugere posturas universais
aplicáveis a todas as situações (devemos tratar os outros como pessoas que têm valor
por si próprias e que nunca devemos usar para nosso benefício).

A ÉTICA TELEOLÓGICA, defendida por autores com ARISTÓTELES é uma Ética


consequencialista. Isto significa que a boa ação se deve medir pelas consequências.
Ou seja, o fim da ação é o que determina todo o agir. E o fim último e mais importante
é a felicidade. Todos os homens se devem reger por esta finalidade.
Teleologia significa o “estudo do fim”; aliás, “teleos” significa fim, o fim da ação. Em
concreto, numa ação concreta, o mais importante não é saber se a intenção é boa,
mas sim se teve boas consequências. Por isso se diz que é uma Ética do Concreto,
que diria com se deve atingir a felicidade e com se deveria ajudar a velhinha a passar
a estrada.
Para ARISTÓTELES, o ser humano deve procurar o fim adequado à sua natureza
(Humana) e esse fim é a virtude e a felicidade. Nos atos humanos devemos procurar
agir em equilíbrio de maneira a não prejudicar os outros. Um ato virtuoso é um ato
equilibrado que não peca por defeito nem por excesso. Assim, a coragem excessiva
pode levar à morte e a cobardia pode resultar da mesma forma; neste caso a
ponderação da ação com vista ao fim que se deseja é a melhor das ações, sendo o
meio-termo a melhor solução. Em Ética e segundo este autor, no meio é que está a
virtude.