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Exemplo 2: Efeitos gerais da deformabilidade do solo

Comparar: hipótese de apoios indeslocáveis vs apoios deformáveis (ISE):


Reações de apoio: seções dos pilares junto às fundações
Momentos fletores nas vigas (seções mais próximas das fundações)
Deslocamentos horizontais do edifício
DADOS DO PROBLEMA (ANÁLISE)
Ações verticais
Peso próprio do concreto = 25kN/m3 Pisos e revestimentos = 1,0 kN/m2
Sobrecarga = 2,0kN/m2 Alvenaria = 2,5 kN/m2
Ações horizontais (vento)
Vo = 45m/s
S1 = 1,0 Vento não turbulento
S3 = 1,0 Terreno plano com poucos obstáculos (cota média 3,0m)

Combinações de ações analisadas


Para dimensionamento da base das sapatas
Fd  1,0Fg  1,0Fq,sob  1,0Fq,vento
Para demais análises:

Fd  1,4Fg  1,4Fq,sob  0,84Fq,vento


Fd  1,4Fg  0,98Fq,sob  1,4Fq,vento (Vento à 90)
Propriedades dos materiais (para vigas, pilares e lajes)

Módulo de deformação longitudinal do concreto: E = 23800 MPa


Coeficiente de Poisson do concreto: 0,2
Modelo estrutural empregado

Pórtico espacial com diafragmas rígidos (lajes)


Deformabilidade do solo: molas elásticas nos pés dos pilares
(Modelo A – sem discretização da fundação)

Parâmetros de deformabilidade do solo

Módulo de deformação longitudinal a partir dos resultados SPT


Coeficiente de Poisson (correlações empíricas)
Teixeira & Godoy (1996)
TIPOS DE SOLO ANALISADOS
PERFIL DO SOLO 01
NÍVEL DA ÁGUA = -2,6m

E
COTA N SPT
(kN/cm²)
0,0 m
20 3,30
0 -2,0 m 13 2,15 Cota 0,00 m para o programa recalques
1 10 1,65 Areia fina argilosa medianamente compacta, cinza escuro.
2 6 0,99 α= 3 Solo 01
3 8 1,32 K = 0,55 MPa
4 4 0,66 ν = 0,2
5 10 1,65
6 5 0,83 Alta deformabilidade
7 20 3,30
8 -10,0 m 12 1,98
9 1 0,14
9 1 0,14
9 1 0,14 Argila marinha siltosa muito mole, preta. Tensão admissível do solo
9 1 0,14 α= 7
9
10
1
2
0,14
0,28
K = 0,2 MPa
ν = 0,4
 0,14MPa
10 2 0,28
10 -18,0 m 2 0,28
11 50 8,25
Areia fina argilosa, medianamente a muito compacta, cinza
12 36 5,94
escuro.
13 20 3,30 α= 3
14 26 4,29 K = 0,55 MPa
15 54 8,91 ν= 0,4
16 -24,0 m 19 3,14
PERFIL DO SOLO 02
NÍVEL DA ÁGUA = -0.70m Solo 02
E
COTA N SPT
(kN/cm²)
-1,0 m 5 Solo orgânico, superficial, areia fina muito pouco argilosa,
0 -2,0 m 7 1,47 cor preta, orgânica, friável, compacidade pouco compacta.
Cota 0,00 m para o programa recalques, cota de
1 14 2,94
assentamento da sapata. Tensão admissível
2
3
11
14
2,31
2,94 Argila arenosa, cor variegada, plástica, consistência média à rija.
do solo
3 14 2,94 α= 7
4
5
17
13
3,57
2,73
K = 0,3 MPa
ν = 0,4
 0,24MPa
6 -9,0 m 14 2,94
7 -10,0 m 12 1,98 Areia média muito pouco
8 12 2,52 argilosa, cor cinza escuro, α= 3
9 22 4,62 friável, compacidade K = 0,55 MPa
10 -13,0 m 28 5,88 medianamente compacta. ν = 0,3
Argila arenosa com silte, cor
variegada, pouco plástica, consistência α= 7
rija a dura. K = 0,3 MPa
ν = 0,4

Menor deformabilidade em relação ao solo 01


METODOLOGIA EMPREGADA
E
ANÁLISE DE RESULTADOS
ESCOLHA DAS DIMENSÕES DA BASE DA SAPATA

 Pré-dimensionamento:
Com base, por exemplo, na hipótese de apoios indeslocáveis

 Verificação da tensão admissível do solo


Interferência do projetista nas dimensões da sapata se não
houver atendimento
Dimensões da base das sapatas após verificação da tensão admissível: Solo 01

(Medidas em cm)
Dimensões da base das sapatas após verificação da tensão admissível: Solo 02

(Medidas em cm)
CÁLCULO DOS COEFICIENTES DE REAÇÃO VERTICAL

1 – Valores padronizados (tabelas)


2 – Ensaio de placa

3 – Recalque vertical estimado

Método de AOKI-LOPES (1975)

Equações de MINDLIN
Considera o efeito do carregamento das sapatas vizinhas

Ténica de STEINBRENNER
Considera a estratificação do solo (camadas)

Observação: apenas recalques imediatos (elásticos)


Coeficiente de reação vertical


kv  (Calculado para cada sapata)
d

 = pressão (carga vertical por unidade de área)


d = recalque estimado

Coeficientes de mola à translação vertical e aos giros (sapatas rígidas)


ANÁLISE DE RESULTADOS: SOLO 01
Recalques obtidos:
Combinação analisada (apenas ações verticais):
Fd  1,0Fg 1,0Fq,sob
Sapata Recalque relativo (cm)
1 0.00
2 3.62
3 4.53
4 3.62
5 0.00
Sapatas centrais recalcam mais
6 2.60 que as de extremidade
7 6.83
8 7.82
9 6.83
10 2.60 Sapatas de extremidade recalcam
11 0.00 mais que as de canto
12 3.62
13 4.53
14 3.62
15 0.00
Força normal nos pilares

Combinação analisada:

Fd  1,4Fg  1,4Fq,sob  0,84Fq,vento

8
PILAR 08 (central) Pilar P8:
7
Junto às fundações:
6
Indeslocavel
Solo-Estrutura
ANDAR

5
Apoios indeslocáveis
4
N = 4056 kN
3

2 Interação solo-estrutura
1
0 1000 2000 3000 4000 5000
N = 2555 kN
ESFORÇO NORMAL (kN)
8

7
PILAR 03 (extremidade)
Pilar P3:
6
Junto às fundações:
Indeslocavel
ANDAR

5
Solo-Estrutura Apoios indeslocáveis
4

3
N = 2123 kN
2 Interação solo-estrutura
1
0 500 1000 1500 2000 2500 3000 N = 2422 kN
ESFORÇO NORMAL (kN)

7
PILAR 01 (canto)
Pilar P1:
6 Junto às fundações:
Indeslocavel
ANDAR

5
Solo-Estrutura Apoios indeslocáveis
4

3
N = 1100 kN
2 Interação solo-estrutura
1
0 500 1000 1500 2000 2500 N = 1962 kN
ESFORÇO NORMAL (kN)
Momentos fletores nos pilares (“na direção do vento a 90 graus”)

Combinação analisada
Fd  1,4Fg  0,98Fq,sob  1,4Fq,vento

PILAR 08 (central) Pilar P8:


8
Topo
7
Junto às fundações:

6
Apoios indeslocáveis
Indeslocavel Y Base
5
Base Indeslocavel Y Topo
M = 283,92 kN.m
ANDAR

4 Solo-Estrutura Y Base
Solo-Estrutura Y Topo Interação solo-estrutura
3

2
M = 86,79 kN.m
Fundação Fundação

1
-200 -100 0 100 200 300 400
MOMENTO FLETOR (kN.m)
PILAR 03 (extremidade)
8
Pilar P3:
7

ANDAR
6 Junto às fundações:
5 Apoios indeslocáveis
Topo Indeslocavel Y Base
4
Indeslocavel Y Topo
Solo-Estrutura Y Base
M = 142,48 kN.m
3
Solo-Estrutura Y Topo
Interação solo-estrutura
2
Fundação
Bas
e 1
M = 94,86 kN.m
-300 -200 -100 0 100 200 300
MOMENTO FLETOR (kN.m) Fundação

PILAR 01 (canto)
8
Topo
7
Pilar P1:
6 Indeslocavel Y Base
Indeslocavel Y Topo
Junto às fundações:
ANDAR

5 Solo-Estrutura Y Base
Bas Solo-Estrutura Y Topo Apoios indeslocáveis
e 4

3 M = 56,01 kN.m
2
Fundação Interação solo-estrutura
1
-200 -150 -100 -50 0
MOMENTO FLETOR (kN.m)
50 100
Fundação
150 200
M = 74,51 kN.m
Momentos fletores na viga V6 (“na direção do vento a 90 graus”)

Combinação analisada
Fd  1,4Fg  0,98Fq,sob  1,4Fq,vento
Indeslocavel - apoio P3 VIGA V6
Indeslocavel - apoio P8
Solo-Estrutura - apoio P3 8
Solo-Estrutura - apoio P8
7

6
Inversão de momentos
5
ANDAR

1
-500 -400 -300 -200 -100 0 100 200 300
MOMENTO FLETOR (kN.m)

Migração (redistribuição) de esforços para apoio P3


Observação sobre a INVERSÃO DE MOMENTOS

A norma NBR 6118 alerta sobre a possibilidade de inversão de momentos


no item 18.3.2:

Para os casos de 18.3.2.4-b) e c), em apoios intermediários, o comprimento de


ancoragem pode ser igual a 10 , desde que não haja qualquer possibilidade da
ocorrência de momentos positivos nessa região, provocados por situações
imprevistas, particularmente por efeitos de vento e eventuais recalques.
Quando essa possibilidade existir, as barras devem ser contínuas ou emendadas sobre
o apoio.
Formatos dos DMF produzidos pelas ações do vento e recalque de apoio

VENTO

DMF: apenas vento DMF: apenas recalque


do apoio central
Deslocamentos horizontais do edifício (“na direção do vento a 90 graus”)

Combinação analisada
Fd  1,4Fg  0,98Fq,sob  1,4Fq,vento

No topo do edifício
Apoios indeslocáveis
dh = 5,11cm
Interação solo-estrutura
dh = 9,57cm
Algumas conclusões do exemplo (solo 01)
Efeitos da interação solo-estrutura:
Alívio de esforços nos pilares centrais (mais carregados): P7e P9; P8
Sapatas com dimensões e armaduras menores

Migração (redistribuição) esforços para pilares periféricos (extremidade e canto)

Hipótese de apoios indeslocáveis: resultados contra à segurança

Migração de esforços das vigas: dos apoios centrais para os periféricos

Hipótese de apoios indeslocáveis: resultados contra à segurança

Nos apoios de extremidade (subestimar momentos negativos)


Nos apoios de centrais (não capturar momentos positivos)

Aumento dos deslocamentos horizontais do edifício


Essencial considerar ISE em solos muito deformáveis
ANÁLISE DE RESULTADOS: SOLO 02
Recalques obtidos:
Combinação analisada:
Fd  1,0Fg 1,0Fq,sob
Sapata Recalque absoluto (cm)
1 1.32
2 1.83
3 1.87
4 1.83
5 1.32 Sapatas centrais recalcam mais
6 1.85 que as de extremidade
7 2.44
8 2.48
9 2.44
10 1.85 Sapatas de extremidade recalcam
11 1.32 mais que as de canto
12 1.83
13 1.87
14 1.83
15 1.32
Força normal nos pilares

Combinação analisada:

Fd  1,4Fg  1,4Fq,sob  0,84Fq,vento


PILAR 08 (central)
8
Pilar P8:
7

6
Indeslocavel Junto às fundações:
Solo-Estrutura
ANDAR

5
Apoios indeslocáveis
4
N = 4057 kN
3

2 Interação solo-estrutura
1
0 500 1000 1500 2000 2500 3000 3500 4000 4500
N = 3845 kN
ESFORÇO NORMAL (kN)
PILAR 03 (extremidade)
8
Pilar P3:
7

6
Indeslocavel Junto às fundações:
Solo-Estrutura
Apoios indeslocáveis
ANDAR

4
N = 2123 kN
3

2
Interação solo-estrutura
1
0 500 1000 1500 2000 2500
N = 2251 kN
ESFORÇO NORMAL (kN)

PILAR 01 (canto)
8
Pilar P1:
7

6
Indeslocavel Junto às fundações:
Solo-Estrutura

Apoios indeslocáveis
ANDAR

4
N = 1100 kN
3

2 Interação solo-estrutura
1
0 200 400 600 800 1000 1200 1400 N = 1242 kN
ESFORÇO NORMAL (kN)
Momentos fletores nos pilares (“na direção do vento a 90 graus”)

Combinação analisada
Fd  1,4Fg  0,98Fq,sob  1,4Fq,vento
PILAR 08 (central)

Topo
8
Pilar P8:
7
Junto às fundações:
6

Indeslocavel Y Base
Base
5
Indeslocavel Y Topo
Apoios indeslocáveis
ANDAR

4 Solo-Estrutura Y Base
Solo-Estrutura Y Topo M = 283,92 kN.m
3

2
Fundação
Fundação
Interação solo-estrutura
1
-200 -150 -100 -50 0 50 100 150 200 250 300 350
M = 239,67 kN.m
MOMENTO FLETOR (kN.m)
PILAR 03 (extremidade) Indeslocavel Y Base
8 Indeslocavel Y Topo
Solo-Estrutura Y Base
Pilar P3:
7 Solo-Estrutura Y Topo
Topo
6
Junto às fundações:
5 Apoios indeslocáveis

ANDAR
Base
4
M = 142,48 kN.m
3

2
Fundação
Fundação
Interação solo-estrutura
1 M = 120,60 kN.m
-200 -150 -100 -50 0 50 100 150 200
MOMENTO FLETOR (kN.m)

PILAR 01 (canto) Indeslocavel Y Base


8 Indeslocavel Y Topo

7
Solo-Estrutura Y Base
Solo-Estrutura Y Topo
Pilar P1:
6
Junto às fundações:
Topo
ANDAR

5
Apoios indeslocáveis
4

3
M = 56,01 kN.m
Fundação
Base
2
Interação solo-estrutura
1
-100 -80 -60 -40 -20 0 20 40 60 80 100 M = 52,85 kN.m
MOMENTO FLETOR (kN.m)
Momentos fletores na viga V6 (“na direção do vento a 90 graus”)

Combinação analisada
Fd  1,4Fg  0,98Fq,sob  1,4Fq,vento

Migração (redistribuição) de esforços para apoio P3


VIGA V6

6 Não há inversão de momentos

ANDAR
5

Indeslocavel - apoio P3
3
Indeslocavel - apoio P8
Solo-Estrutura -apoio P3
2
Solo-Estrutura - apoio P8

1
-300 -250 -200 -150 -100 -50 0
MOMENTO FLETOR (kN.m)
Deslocamentos horizontais do edifício (“na direção do vento a 90 graus”)

Combinação analisada
Fd  1,4Fg  0,98Fq,sob  1,4Fq,vento

No topo do edifício
Apoios indeslocáveis
dh = 5,11cm
Interação solo-estrutura
dh = 6,15cm
Algumas conclusões do exemplo (solo 02)

Efeitos da interação solo-estrutura:


Em termos de redistribuição de esforços

conclusões similares ao exemplo 1

Menores diferenças em relação à hipótese de apoios indeslocáveis

Entretanto, as diferenças não são insignificantes


SUMÁRIO DA AULA
1- Introdução

2 - Modelos para a consideração da ISE

3 – Metodologia usual para a consideração da ISE

4 – Coeficientes de reação (vertical e horizontal) do solo

5 – Coeficientes de mola (Modelos A e B)

6 - Exemplos numéricos e análise de resultados

7 - Considerações finais
Considerações finais
Principal vantagem da consideração da interação solo-estrutura em projetos

Análise estrutural mais realista na verificação dos Estados Limites

Benefícios específicos:

1) Captura redistribuição de esforços decorrente da deformabilidade do solo

Alívio de esforços nos pilares mais carregados


Acréscimo de esforços nos pilares menos carregados
Idem para as redistribuições em vigas

Favorece melhor alocação dos materiais estruturais na estrutura


2) Melhor avaliação dos recalques diferenciais e absolutos

Efeitos dos distorções sob elementos não estruturais


(ex: paredes de alvenaria)

Captura a tendência de uniformização dos recalques diferenciais


(efeito da ISE)

3) Melhor avaliação dos deslocamentos horizontais da superestrutura

Limitações do ELS para as flechas horizontais do edifício

Efeitos de segunda ordem globais: Coeficiente gamaz. Método P-Delta


Aplicação da hipótese de apoios indeslocáveis:

Em solos bastante rígidos, com pouca deformabilidade


Hipótese fornece resultados mais satisfatórios

Análise e dimensionamento preliminar do projetista estrutural


Estudos / Ensaios geotécnicos não concluídos
Avaliação da concepção estrutural
Orçamentos preliminares

Avaliação preliminar dos recalques da estrutura


Dimensões preliminares da estrutura de fundação

Na inexistência ou desconhecimento de dados geotécnicos


Entretanto maiores incertezas
Alguns atuais desafios na consideração da ISE:

Não há como considerar a interação solo-estrutura sem ensaios geotécnicos

Consideração da interação solo-estrutura em estruturas de pequeno porte

Necessidade de interação entre projetista estrutural e projetista fundações

Grande variabilidade dos parâmetros mecânicos do solo


Sugestão de leitura sobre a consideração da ISE em projetos de edifícios
Sistemas SISEs da TQS Informática
http://www.tqs.com.br/
Referências:
AOKI, N.; CINTRA, J.C. Notas de aula disciplina SGS – 404 Fundações, EESC-USP –
DEPARTAMENTO DE GEOTECNIA, EESC, USP, SÃO CARLOS, 2004.

AOKI, N.; LOPES, F. R.. Estimating stress and settlements due to deep foundation. In: V Pan
American Conference on Soil Mechanics and Foundation Engineering, Buenos Aires, v.1,
p.377-386, 1975.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118: Projeto de estruturas de


concreto. Rio de Janeiro, 2014.

BOUSSINESQ, J. Application des potentiels à l´equilibre et du mouvements


des solides élastiques. Gauthier-Villard, Paris, 1885.

MORAES, M.C. Estruturas de Fundações. São Paulo: MCGRAW-HILL, 1976.

TEIXEIRA, A. H.; GODOY, N. S. Análise, projeto e execução de fundações rasas. In:


HACHICH et al. (eds.). Fundações: Teoria e Prática. São Paulo: Pini. Cap.7, p.227-264, 1996.