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CONCRETO – RESISTÊNCIA À TRAÇÃO NA FLEXÃO EM CORPO DE

PROVA PRISMÁTICO

- DOCUMENTOS BÁSICOS
- NBR 12142
- EQUIPAMENTOS
- Máquina de ensaio à compressão
- Dispositivos para flexão.
- Cronômetro digital (utilizado apenas para ajuste da velocidade).
- Paquímetro.
- Régua metálica graduada.

- ENSAIOS

- DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA À TRAÇÃO NA FLEXÃO

- Alinhar os dispositivos inferiores e superiores na prensa .


- Retirar o corpo de prova da câmara úmida e mantê-lo com a superfície úmida.
- Marcar linhas verticais nas faces 1 e 3, distanciadas entre si 450 mm (Figura 2).

- Centralizar o corpo de prova sobre os cutelos do dispositivo inferior com a face 1


voltada para a esquerda.
- Zerar a prensa com o pistão subindo, retorná-lo à posição inicial e abaixar o
dispositivo superior até distanciar os cutelos de 3 a 4 mm da face 2 do
corpo de prova.
- Carregar o corpo de prova, continuamente e sem choques, com velocidade
constante de 130 N/s (13 Kgf/s), ou seja, girar a válvula no sentido anti-
horário até a posição 6 (seis), até a ruptura.

- Determinar, na seção de ruptura, a altura e a largura (média de três


determinações) do corpo de prova, utilizando paquímetro, com
aproximação de 1 mm.
- Caso a ruptura ocorra fora do terço médio, determinar a posição da linha de
ruptura, d, na face de tração (face 4), que será a média de três medidas,
com aproximação de 1 mm, entre a linha de ruptura e a linha traçada na
direção do apoio. Deve ser utilizada a parte do corpo de prova na qual a
medida d apresente o menor valor. Essas três medidas devem ser
obtidas uma no centro e as outras duas a 2 cm de cada aresta da face 4
(Figura 3).

OBS: Caso a média d seja inferior a 130 mm, invalidar o ensaio.

- RESULTADOS

- Calcular a resistência à tração na flexão, com aproximação de 0,01 MPa para os


resultados individuais e expressar a média com aproximação de 0,05
MPa.
Ruptura no terço médio:

Ruptura fora do terço médio:

onde,

fctM,j = resistência à tração na flexão, na idade j;


P = carga de ruptura, em N.
l = largura média, em mm;
h = altura média, em mm;
d = definido anteriormente;

CONCRETO – RESISTÊNCIA À TRAÇÃO POR COMPRESSÃO DIAMETRAL

- DOCUMENTOS BÁSICOS
- EQUIPAMENTOS
- Máquina de ensaio à compressão
- Pratos metálicos (200 x 400 mm).
- Dispositivo para compressão diametral.
- Ripas de madeira (seção transversal de 15 x 5 mm), ou tiras de papelão.
- Cronômetro digital (utilizado apenas para ajuste da velocidade).
- CORPOS DE PROVA
- Corpos de prova moldados de acordo com o procedimento de montagem e
colocados em condições de cura especificadas e testados na idade
desejada.
- Os topos dos corpos de prova devem estar perpendiculares ao eixo e planos.
DIMENSÕES DOS CORPOS DE PROVA
- O diâmetro de cada corpo de prova deve ser medido a 20 mm de cada
extremidade e também no ponto médio do comprimento do corpo de prova, com
aproximação de 1 mm, sendo calculada a média dessas três determinações.
- O comprimento do corpo de prova deve ser determinado como a média de três
comprimentos dos lados do cilindro.
- ENSAIOS
- Marcação do corpo de prova
- Traçar, em cada extremidade do corpo de prova, uma linha reta diametral, de
modo que as duas linhas resultantes fiquem contidas no mesmo plano axial.
- Posicionamento do corpo de prova

- Colocar o corpo de prova de forma que fique em repouso ao longo de uma


geratriz sobre o prato da máquina de compressão.
- Centralizar e alinhar o corpo de prova no dispositivo de compressão diametral,
colocando ripas de madeira nas faces de contato entre eles (Figura 1).
OBS: Se o corpo de prova não ficar parado na posição, calçar com madeira,
papelão ou borracha e retirar os calços do carregamento.
- A carga deve ser aplicada continuamente, sem choque, a uma velocidade de
(0,05 + 0,02) MPa/s, ou seja, girar a válvula no sentido anti-horário e estacionar na
posição 5 (cinco), até a ruptura do corpo de prova.
- RESULTADOS
- A resistência à tração por compressão diametral, com aproximação de 0,05 MPa
deve ser calculada pela expressão
onde,
ft,D = resistência à tração por compressão diametral, em MPa;
F = carga máxima obtida no ensaio, em N;
d = diâmetro do corpo de prova, em mm;
L = altura do corpo de prova, em mm.
- CUIDADOS A SEREM TOMADOS
- Manter o corpo de prova e o dispositivo de compressão centralizados e
alinhados.
- Zerar a prensa com o corpo de prova em posição correta e o pistão subindo.
- Manter a velocidade correta de carregamento até surgirem trincas no corpo de
prova.
- O término da ruptura acontecerá quando não houver mais acréscimo de carga.

CONCRETO – DETERMINAÇÃO DOS MÓDULOS ESTÁTICOS DE


ELASTICIDADE E DE DEFORMAÇÃO E DA CURVA TENSÃO-
DEFORMAÇÃO
- DOCUMENTOS BÁSICOS – NBR 8522
- EQUIPAMENTOS
- Máquina de ensaio à compressão
- Compressômetro
- Cronômetro com precisão de 0,01s*
- Capeador para corpos de prova cilíndricos de concreto.
* Utilizado apenas para ajuste de velocidade.

- CORPOS DE PROVA
- Corpos de prova moldados e colocados em condições de cura especificadas e
testados na idade desejada.
- Os topos dos corpos de prova devem estar perpendiculares ao eixo e planos.
- DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO

- Usar corpos de prova “irmãos” para determinar a resistência à compressão


antes do teste de módulo de elasticidade.
- AJUSTE DO CORPO DE PROVA NA MÁQUINA DE ENSAIO.
- Manter a temperatura e umidade ambiente o mais constante possível durante o
teste. Marcar qualquer variação não usual de temperatura ou umidade no
relatório.
- Coloque e centralize na prensa o corpo de prova, com o equipamento de medição
de deformação.

Descreve a obtenção do módulo de elasticidade tangente inicial, ao qual,


segundo a definição da norma, é considerado equivalente ao módulo de
elasticidade secante (ou cordal) entre uma tensão fixa (σa = 0,5 MPa) e 30% da
resistência à compressão do concreto. A segunda metodologia descreve a
obtenção do módulo de elasticidade secante, definido como sendo o coeficiente
angular da reta secante à curva tensão-deformação passando por dois pontos
do gráfico, em que o primeiro corresponde à tensão de 0,5 MPa e o segundo
corresponde ao nível de tensão desejado

- PROCEDIMENTO
– A resistência à compressão do concreto deve ser determinada em dois corpos
de prova similares, preferencialmente do mesmo tamanho e forma dos que serão
utilizados para determinar o módulo de elasticidade, provenientes da mesma
betoneira, preparados e curados sob as mesmas condições, devendo ser
ensaiados à compressão, exceto os devem ser rompidos à velocidade de
carregamento.
– A partir do valor médio da resistência à compressão obtida ou estimada, fc,
determinam-se os níveis de carregamento a serem aplicados conforme
8.5 à 9.1.
– Para cada determinação de módulo de elasticidade, de módulo de deformação
ou curva tensão-deformação, devem ser ensaiados três corpos de prova.
– O corpo de prova devidamente instrumentado deve ser centralizado nos pratos
da máquina.
– Posicionado o corpo de prova, aplicar o carregamento e aumentar a deformação
específica à velocidade nº 5, até que seja alcançada uma tensão de
aproximadamente 40% da resistência à compressão do concreto (σ b).
– Este nível de tensão deve ser mantido por 60s. Em seguida, reduzir a carga
à mesma velocidade do processo de carregamento até o nível da tensão
básica(σ a). Devem ser realizados mais dois ciclos de pré-carga
adicionais, obedecendo às mesmas velocidades de carga e descarga e
mantendo as tensões extremas (σ a e σ b) constantes, alternadamente,
durante períodos de 60s cada. Depois do último ciclo de pré-carga e do
período de 60 s sob a tensão σ a, registrar as deformações específicas
lidas, ε a, tomadas em no máximo 30 s.
– Carregar novamente o corpo de prova com a tensão σ b à velocidade
especificada e registrar as deformações lida, ε b, tomadas em no máximo 30 s,
após uma espera de 60 s.
– Quando todas as leituras de deformação tiverem sido efetuadas, aumentar a
carga no corpo de prova à velocidade especificada até que se produza a ruptura.
– Se a resistência efetiva (f cef) à compressão do corpo de prova diferir de fc em
mais de 20%, os resultados do corpo de prova devem se descartados.
- CÁLCULOS
- Calcule o módulo de elasticidade, com precisão de 0,1 GPa como segue:

Onde:

= é a deformação específica média dos corpos de prova ensaiados sob


tensão maior;
= é a deformação específica média dos corpos de prova ensaiados sob
a tensão básica;
= é a tensão maior, em megapascals ( =0,3 fc );
= é a tensão básica, em megapascals ( = 0,5 MPa)

Observação: Os resultados devem ser arredondados para a primeira casa decimal


e expressos em gigapascals.
MÓDULOS DE DEFORMAÇÃO SECANTES ( )
– PROCEDIMENTO
Uma vez ajustado o corpo de prova à máquina de ensaio e, se necessário, feita
a compatibilizarão de deformação das bases de medida, aplicar um
carregamento crescente à velocidade especificada em 8.0, com pausas
de 60 s nas tensões de 0,5 MPa e , para leitura das respectivas
deformações em no máximo 30s.
- Prosseguir o carregamento à velocidade especificada para obter a resistência
efetiva (f cef). Essa resistência não deve diferir de fc em mais de 20 %
para o ensaio ser válido.
– CÁLCULOS
- O módulo de deformação secante, Еcs, a uma tensão indicada , em gigapascals,
dado pela fórmula:

Onde:

= é a deformação específica média dos corpos de prova ensaiados sob


tensão maior;
= é a deformação específica média dos corpos de prova ensaiados sob
a tensão básica;
= é a tensão maior, em megapascals;
= é a tensão básica, em megapascals ( = 0,5 MPa);

Os resultados de devem ser arredondas para a primeira casa decimal,


expressos em gigapascals.
- ENSAIOS
Uma vez ajustado o corpo de prova à máquina de ensaio deve ser feita a
compatibilização das bases de medida. Aplicar um carregamento crescente à
velocidade especificada em 8,0, com pausa de 60s nas tensões indicadas, para as
leituras de deformação seguintes:

a) leitura lo, à tensão = (0,5 ± 0,1)Mpa;


b) leitura l2, à tensão de 0,2 fc;
c) leitura l3, à tensão de 0,3 fc;
d) leitura l4, à tensão de 0,4 fc;
e) leitura l5, à tensão de 0,5 fc;
f) leitura l6, à tensão de 0,6 fc;
g) leitura l7, à tensão de 0,7 fc;
h) leitura l8, à tensão de 0,8 fc;
i) leituras ln , a tensões iguais a (n/10) fc, até que se produza a ruptura do
corpo de prova, anotando a tensão de ruptura efetiva (f cef).

As deformações devem ser lidas em no máximo 30 s após as pausas de 60 s,


cada etapa de carregamento.
Se a resistência efetiva (f cef) à compressão do corpo de prova diferir de fc em
mais de 20%, esse resultado deve ser descartado.