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1º Bloco I. Termos Acessórios da Oração.

2º Bloco I. Continuação de Termos Acessórios da Oração.

I. Sintaxe do Período Composto;


3º Bloco II. Orações Coordenadas.

I. Continuação de Orações Coordenadas;


4º Bloco II. Orações Subordinadas.

5º Bloco I. Exercícios Relativos ao Encontro.

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução total ou parcial desse material ou divulgação com fins
comerciais ou não, em qualquer meio de comunicação, inclusive na Internet, sem autorização do Alfa Concursos Públicos Online.
Observações importantes:
Objeto indireto:
 Ligado ao verbo
 Preciso de grana.
 Gosto de você.
Complemento nominal:
 Não-ligado ao verbo
 Necessidade de grama.
 Esperança de vitória.

I. TERMOS ACESSÓRIOS DA ORAÇÃO


 Adjunto Adnominal;
 Adjunto Adverbial;
 Aposto;
 Vocativo;
 Predicativo do Objeto.
 ADJUNTO ADNOMINAL
O Adjunto Adnominal é o termo que determina um nome. Podem ser:
Artigos:
 Os alunos serão aprovados.
Pronomes Adjetivos:
 Aquela aluna será aprovada.
Numerais Adjetivos:
 Duas alunas serão aprovadas.
Adjetivos:
 Aluno estudioso é aprovado.
Locuções Adjetivas:
 Aluno do professor Pablo é aprovado.
Exemplo:
 O aluno comprou um carro novo.
 ADJUNTO ADVERBIAL
O Adjunto Adverbial é o termo que exprime circunstância ao verbo e, às vezes, ao adjetivo e ao advérbio.
Serão adjuntos adverbiais:
Advérbios:
 Os povos antigos trabalhavam mais.
Locuções Adverbiais:
 Li vários livros durante as férias.

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Alguns Tipos:
Tempo:
 Choveu muito ontem.
Lugar:
 Gostaria de que me encontrasse na esquina da padaria.
Modo:
 Alfredo executou a ária fantasticamente.
Meio:
 Fui para a escola a pé.
Causa:
 Por amor, cometem-se loucuras.
Instrumento:
 Quebrou a vidraça com uma pedra.

I. CONTINUAÇÃO DE TERMOS ACESSÓRIOS DA ORAÇÃO


 APOSTO
O Aposto é o termo que esclarece outro(s).
Exemplo:
 Joé, o salvador da Terra, falhou em sua missão.
 O poeta Mário de Andrade foi um modernista brasileiro.
Tipos de Aposto:
Explicativo:
 Alencar, escritor romântico, tem méritos.
Resumitivo ou recapitulativo:
 Estudo, esporte, cinema, tudo o chateava.
Enumerativo:
 Preciso de duas coisas: saúde e dinheiro.
Especificativo:
 A notícia foi publicada na revista Rock Brigade.
Oracional:
 Desejo uma só coisa: que você passe no concurso.
Distributivo:
 Havia dois grupos interessados: o da direita e o da esquerda.

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 VOCATIVO
O Vocativo é uma interpelação, é um chamamento. Normalmente, indica com quem se fala.
Exemplos:
 Ó mar, por que não me levas contigo?
 Vem, minha amiga, abraçar um vitorioso.
 PREDICATIVO DO OBJETO
Uma qualidade ou opinião do sujeito em relação ao objeto:
 Torcedores chamam Ronaldo de pipoqueiro.
 Leila deixou o garoto louco.
 O diretor nomeou João chefe da repartição.

I. SINTAXE DO PERÍODO COMPOSTO


Período Simples:

 Eu gosto de Português.

Período Composto:

 Eu estudo e trabalho.

Se você tinha dificuldades para entender os processos de coordenação e de subordinação, chegou o momento de
acabar com todas elas. Na verdade, é muito fácil entender o período composto, basta iniciar a análise como um
período simples qualquer, depois estender a nomenclatura para a composição do período, sendo que, todo o segredo
está em avaliar as conjunções presentes na sentença.
Há dois processos de composição de período em Língua Portuguesa. São eles: coordenação e subordinação.
Coordenação: Ocorre quando são unidas orações independentes sintaticamente. Ou seja, são autônomas do ponto
de vista estrutural. Vamos a um exemplo.
 Altamiro pratica esportes e estuda Gramática.
Pode-se ver, no exemplo acima que há duas orações. Conte os verbos para descobrir o número de orações. Bem,
a primeira oração já está completa, do ponto de vista sintático. Afinal, possui Sujeito (Altamiro), Verbo (pratica) e
complemento (esportes). Tal e qual a segunda oração: Sujeito (oculto), Verbo (estuda, intransitivo aqui) e Adjunto
Adverbial (muito). O que acontece é a união dessas duas sentenças por meio de uma conjunção aditiva (e). É o que
se denomina coordenação.
Subordinação: Ocorre quando são unidas orações que possuem dependência sintática. Ou seja, não estão
completas em sua estrutura. O processo de subordinação ocorre de três maneiras:
 Substantiva: quando a oração desempenhar a função de um substantivo na sentença (sujeito, predicativo,
objeto direto, objeto indireto, complemento nominal ou aposto).
 Quero que você passe no concurso. (Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta)
 Adjetiva: quando a oração desempenhar a função de Adjunto Adnominal na sentença.
 O Brasil, que é um belíssimo país, possui vegetação exuberante. (Oração Subordinada Adjetiva
Explicativa)
 Adverbial: quando a oração desempenhar a função de Adjunto Adverbial na sentença.
 Quando José entrou na sala, Manoel saiu. (Oração Subordinada Adverbial Temporal)

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II. ORAÇÕES COORDENADAS
Há dois tipos de Orações coordenadas: Assindéticas e Sindéticas
 ASSINDÉTICAS:
O nome vem da palavra síndeto, que significa conjunção. Ou seja, oração que não possui conjunção quando está
colocada ao lado de outra.
 Valdevino correu, correu, correu o dia todo.
Perceba que não há conjunções para ligar os verbos, ou seja, as orações estão colocadas uma ao lado da outra
sem síndeto, portanto, são ORAÇÕES COORDENADAS ASSINDÉTICAS.
 SINDÉTICAS:
Contrariamente às assindéticas, as sindéticas possuem conjunção para exprimir uma relação lógico semântica.
Cada oração recebe o nome da conjunção que a introduz. É por isso que eu disse para você, quando falava sobre
Morfologia, que seria necessário decorar as conjunções. Vamos lá:
Aditivas: são introduzidas pelas conjunções e, nem, mas também, também, como (após "não só"), como ou quanto
(após "tanto"), ainda, outrossim, mais, etc, dando a ideia de adição à oração anterior.
 A seleção brasileira venceu a Dinamarca / e empatou com a Inglaterra. (Oração Coordenada Assindética
/ Oração Coordenada Sindética Aditiva)
Adversativas: são introduzidas pelas conjunções mas, porém, todavia, contudo, entretanto, no entanto, não
obstante, senão, apesar disso, embora, etc, indicando uma relação de oposição à sentença anterior.
 O time batalhou muito, / mas não venceu o adversário. (Oração Coordenada Assindética / Oração
Coordenada Sindética Adversativa)
Alternativas: são introduzidas pelas conjunções ou… ou, ora… ora, já… já, quer… quer, seja… seja, nem… nem,
etc, indicando uma relação de alternância entre as sentenças.
 Ora estuda, / ora trabalha, (Oração Coordenada Sindética Alternativa / Oração Coordenada Sindética
Alternativa)

I. CONTINUAÇÃO DE ORAÇÕES COORDENADAS


Conclusivas: são introduzidas pelas conjunções pois (posposto ao verbo), logo, portanto, então, por conseguinte,
por consequência, assim, desse modo, destarte, com isso, por isto, consequentemente, de modo que, indicando uma
relação de conclusão do período anterior.
 Comprei a carne e o carvão, / portanto façamos o churrasco. (Oração Coordenada Assindética / Oração
Coordena Sindética Conclusiva)
 Estou doente, / não posso, pois, ir à aula. (Oração Coordenada Assindética / Oração Coordena Sindética
Conclusiva)
Explicativas: são introduzidas pelas conjunções que, porque, porquanto, por, portanto, como, pois (anteposta ao
verbo), ou seja, isto é, indicando uma relação de explicação para com a sentença anterior.
 Não converse, / pois estou estudando. (Oração Coordenada Assindética / Oração Coordenada Sindética
Explicativa)

II. ORAÇÕES SUBORDINADAS


Vejamos, agora, o período composto pelo processo de Subordinação.
Substantivas: dividem se em 6 tipos. Introduzidas, geralmente, pelas conjunções “que” e “se”.
Subjetiva (O.S.S.S.): exercem função de sujeito do verbo da oração principal.
 É provável / que ele chegue ainda hoje. (Oração Principal / Oração subordinada substantiva subjetiva)

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Objetiva Direta (O.S.S.O.D.): exercem função de objeto direto (não possui preposição).
 Desejo / que todos estudem. (Quem deseja, deseja algo, alguma coisa); (Oração Principal / Oração
subordinada substantiva Objetiva Direta)
Objetiva Indireta (O.S.S.O.I.): exercem função de objeto indireto (possui preposição obrigatória, que vem depois de
um VERBO).
 Necessitamos / de que todos estudem. (Quem necessita, necessita DE algo); (Oração Principal / Oração
subordinada substantiva Objetiva Indireta)
Predicativas (O.S.S.P.): exercem função de predicativo.
 Meu desejo era / que vocês estudassem; (Oração Principal / Oração subordinada substantiva Predicativa)
Completivas Nominais (O.S.S.C.N.): exercem função de complemento nominal de um nome da oração principal.
 Tenho esperança / de que ela volte; (Oração Principal / Oração subordinada substantiva Completiva
Nominal)
Apositivas (O.S.S.A.): geralmente introduzidas por dois pontos (:), possuem a função de aposto da sentença
principal.
 Desejo-te uma coisa: / que sejas muito feliz. (Oração Principal / Oração subordinada substantiva
Apositiva)

I. EXERCÍCIOS RELATIVOS AO ENCONTRO


(L.1) Eu não gosto de ninguém, ele quase respondeu, refreando-se a tempo; faz sentido, ele mesmo concluía — é
o pior momento da minha vida, sem a mulher, sem o filho, sem (L.4) dinheiro, e desgraçadamente sem literatura.
Uma letra de tango. Ou "um maneirista da própria sombra", como escreveu Eusébio de Mattos no Suplemento de
Arte, demolindo-o até a última (L.7) linha com o sadismo certeiro dos grandes críticos. Para um país sem crítica,
aquele texto chegava a ser uma boa surpresa, ainda que deixasse entrever mais o prazer do ataque que o lamento
(L.10) sincero de um estudioso honesto, o tsc tsc tsc diante de um escritor que nunca "chegou lá" na corrida de
cavalos letrados do panorama nacional — e Donetti sentiu a respiração opressa (L.13) pelo rancor. O célebre homem
brasileiro cordial é cordial não porque seja polido, o que ele nunca foi, mas porque nada nunca passa pelo cérebro
antes de chegar à vida — é só um coração (L.19) batendo forte no meio da rua, que é o seu lugar.
Cristóvão Tezza, Um erro emocional. Rio de Janeiro: Record, 2010, p. 91 (com adaptações)

Em relação às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima, julgue o item a seguir.


1. No trecho "ainda que deixasse entrever" (L.8-9), a locução conjuntiva "ainda que" poderia ser substituída por
embora, sem que fosse alterado o sentido da oração.
(L.1) Bandos de homens armados perpetram anualmente 450 roubos a bancos e carros-fortes no Brasil. Tais
episódios põem em risco a vida de clientes, agentes de segurança e (L.4) policiais, mas o prejuízo financeiro é
relativamente pequeno para as instituições. Para os bancos, a maior ameaça está embutida nos serviços prestados
pela Internet ou por outros (L.7) meios eletrônicos. As perdas resultantes de assaltos são de 50 milhões de reais
anuais. Já os crimes cujas armas são os computadores devem, em 2010, ser responsáveis por perdas (L.10) de 900
milhões de reais, dezoito vezes mais que nos assaltos convencionais.
Os crimes eletrônicos proliferam porque oferecem (L.13) pouco risco aos bandidos, e as autoridades têm
dificuldade de puni-los. O Código Penal não prevê os crimes virtuais. Quando são presos, os criminosos respondem
geralmente por (L.16) estelionato, cuja pena máxima é de cinco anos de cadeia. Se fossem condenados por assalto
a banco, eles poderiam ser punidos com até quinze anos de prisão. Por causa dessas (L.19) vantagens, há de 100 a
150 quadrilhas virtuais em atividade no país. Para reverter esse quadro, a Federação Brasileira de Bancos tenta
convencer o Congresso Nacional a criar uma (L.22) legislação específica para punir os delitos eletrônicos,
semelhante àquela adotada há nove anos pela União Europeia.
André Vargas. Assalto.com.br, In: Veja, 24/11/2010 (com adaptações)

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução total ou parcial desse material ou divulgação com fins
comerciais ou não, em qualquer meio de comunicação, inclusive na Internet, sem autorização do Alfa Concursos Públicos Online.
Julgue o item, relativo à estrutura linguística do texto.
2. A conjunção "mas" (L.4) poderia ser substituída, no texto, sem afetar o sentido ou a correção gramatical deste,
por todavia ou por entretanto.
(L.1) A característica central da modernidade, não seria demais repetir, é a institucionalização do universalismo —
e seu duplo, a igualdade — como princípio organizador da esfera (L.4) pública. Com base nesse pressuposto,
argumento que, em nossa sociedade, na esfera pública, duas formas de particularismo — o das diferenças e o das
relações pessoais — se reforçam e se (L.7) articulam em diversas arenas e situações, na produção e reprodução de
desigualdades sociais e simbólicas. O particularismo das diferenças produz exclusão social e (L.10) simbólica,
dificultando os sentimentos de pertencimento e interdependência social, necessários para a efetiva institucionalização
do universalismo na esfera pública. (L.13) O particularismo das relações pessoais atravessa os novos arranjos
institucionais que vêm sendo propostos como mecanismos de construção de novas formas de sociabilidade e (L.16)
ação coletiva na esfera pública. Finalmente, considero que, embora a formação de novos sujeitos sociais e políticos e
de arenas de participação da sociedade na formulação e gestão das (L.19) políticas públicas traga as marcas de
nossa trajetória histórica, constitui, ao mesmo tempo, possibilidade aberta para outra equação entre universalismo e
particularismo na sociedade (L.22) brasileira.
Jeni Vaitsman, Desigualdades sociais e particularismos na sociedade brasileira, In: Cadernos de
Saúde Pública, Rio de Janeiro, nº 18 (Suplemento), p. 38 (com adaptações)

Julgue o seguinte item, a respeito dos sentidos e da organização do texto acima.


3. Por meio da conjunção "e", empregada duas vezes na linha 17 e uma vez na linha 18, é estabelecida a seguinte
organização de ideias: a primeira ocorrência liga duas características de "novos sujeitos" (L.17); a segunda liga
dois complementos de "formação" (L.17); a terceira, dois complementos de "arenas de participação da
sociedade" (L.18).
(L.1) Nos quase 500 anos que durou o processo de plena ocupação e integração do espaço nacional, foi
apresentada sempre a construção de uma rede unificada de transportes (L.4) como a única forma de assegurar a
integridade do território. Todavia, foi somente após a Independência que começou a se manifestar explicitamente, no
Brasil, a preocupação com (L.7) o isolamento das regiões do país como um obstáculo ao desenvolvimento
econômico. Durante os governos do Império (1822-1889), e de igual forma após a proclamação (L.10) da República,
significativo número de brilhantes engenheiros brasileiros elaborou planos detalhados e ambiciosos de transportes
para o Brasil. Tendo como principal propósito a (L.13) interligação das distantes e isoladas províncias com vistas à
constituição de uma nação-Estado verdadeiramente unificada, esses pioneiros da promoção dos transportes no
(L.16) país explicitavam firmemente a sua crença de que o crescimento era enormemente inibido pela ausência de
um sistema nacional de comunicações e de que o (L.19) desenvolvimento dos transportes constituía um fator crucial
para o alargamento da base econômica do país. Acreditavam, também, que a existência de meios de comunicação
viria (L.22) promover mudanças estruturais na economia brasileira, ao permitir o povoamento das áreas de baixa
densidade demográfica e, sobretudo, por possibilitar a descoberta e o (L.25) desenvolvimento de novos recursos que
jaziam ocultos no vasto e inexplorado interior da nação.
Olímpio J. de Arroxelas Galvão, In: Internet <www.ipea.gov.br> (com adaptações)

Considerando o texto acima, julgue o item.


4. O termo "Todavia" (L.5) estabelece uma relação de causa entre as ideias expressas no primeiro e no segundo
períodos do texto.
(L.1) Com um alto grau de urbanização, o Brasil já apresenta cerca de 80% da população nas cidades, mas, como
advertem estudiosos do assunto, o país ainda tem (L.4) muito a aprender sobre crescimento e planejamento urbanos.
Os problemas decorrentes dessa falta de experiência estão cada vez mais presentes, e a maioria deles é facilmente
(L.7) detectável, do trânsito caótico à poluição sonora ou do ar. A propósito da poluição do ar, sabendo-se que ela
afeta não apenas quem o respira, não chegam a surpreender (L.10) descobertas e constatações recentes.
A poluição do ar aumenta em 50% o risco de morte de recém-nascidos em cidades como São Paulo,
conforme (L.13) análise dos dados de 214 mil crianças nascidas na capital paulista.

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução total ou parcial desse material ou divulgação com fins
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A exposição das gestantes à poluição, em especial (L.16) nos três primeiros meses de gestação, leva à
diminuição do peso dos bebês ao nascer, um dos principais determinantes da saúde infantil. As consequências mais
imediatas — e (L.19) moderadas — de encher os pulmões todos os dias com o ar das metrópoles são logo sentidas:
entupimento das vias aéreas, mal-estar, crises de asma, irritação dos olhos. Há, (L.22) porém, outras mais graves,
que se instalam lentamente no organismo, como o aumento da pressão arterial e a ocorrência de paradas cardíacas.
Estas podem passar (L.25) despercebidas, já que nem sempre apresentam uma relação tão clara e direta com o fator
ambiental. De imediato, existe o alerta: onde morar em metrópoles? É melhor optar por uma (L.28) casa ou um
apartamento o mais distante possível — a dois quarteirões, no mínimo — das ruas e avenidas mais movimentadas.
Os poluentes emitidos pelo motor de (L.31) automóveis, ônibus e caminhões geralmente se espalham por um raio de
até 150 metros a partir do ponto em que são lançados e transformam as grandes avenidas em imensas (L.34)
chaminés que despejam sobre a cidade toneladas de partículas e gases tóxicos. O poluente associado à maior
probabilidade de morte dos fetos é o monóxido de carbono (L.37) (CO), um gás sem cor nem cheiro que resulta da
queima incompleta dos combustíveis. Como se vê, a qualidade do ar é questão que merece atenção urgente dos
administradores (L.40) públicos.
Gazeta do Povo (PR), 8/1/2009 (com adaptações)

Com base no texto apresentado, julgue o item.


5. A locução "já que" (L.25) estabelece uma relação de comparação no período.
(L.1) A qualidade do ambiente urbano torna-se, cada vez mais, uma destacada fonte de cobrança da população
sobre seus governantes. Repleta de problemas nessa área, a cidade (L.4) de São Paulo experimenta, nos últimos
anos, uma notável mudança de comportamento das autoridades municipais, que passam a incorporar o tema em
suas prioridades de gestão.
(L.7) Depois de ter implementado uma reforma nos passeios públicos da avenida Paulista, a prefeitura, agora,
promove uma blitz com o fito de acabar com as diversas (L.10) formas de invasão da calçada naquela via. Rampas
de garagem, escadarias e jardins se apropriam, sem mais, de um espaço reservado ao pedestre.
(L.13) Construções e usos de interesse particular desrespeitam sistematicamente os códigos de obra e as leis de
ocupação do solo. Invadem o espaço público, e o (L.16) resultado é uma cidade de edificação monstruosa e hostil ao
transeunte.
É preciso, portanto, que o espírito da blitz na (L.19) avenida Paulista seja estendido para toda a cidade. O
DNA Paulistano, série de pesquisas realizadas, no ano passado, pelo Datafolha, revelou fatias surpreendentemente
elevadas (L.22) de pessoas que, nas diversas regiões da cidade, costumam caminhar até o trabalho.
No Bom Retiro, por exemplo, 64% dos moradores (L.25) vão a pé de casa até o emprego. Mas basta
percorrer essa e outras áreas do centro — onde, compreensivelmente, mais se caminha — para notar o estado
precário das calçadas e as (L.28) constantes irregularidades.
O transtorno que esse problema representa no cotidiano dos cidadãos — que se toma dramático no caso de
(L.31) idosos e deficientes físicos — requer uma resposta abrangente e firme da prefeitura.
Folha de S. Paulo, Editorial, 8/1/2009 (com adaptações)

Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.


6. A palavra "portanto" (L.18) estabelece relação de condição entre segmentos do texto.
(L.1) Podemos criticar nossas leis processuais pelo número exagerado de recursos à disposição dos advogados.
Mas, enquanto as regras forem essas, não haverá o que fazer. Mais (L.4) do que a faculdade, os advogados têm o
dever de lutar pelo interesse de seus clientes usando todas as armas da lei. E o Poder Judiciário não pode saltar
etapas em um julgamento (L.7) nem agir de maneira que desrespeite o devido processo legal. Todos gostaríamos
que o processo no Brasil fosse ágil e enxuto.
Entrevista com a ministra Ellen Gracie Northfleet, Veja, 12/3/2008 (com adaptações)

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7. Assinale a opção correspondente a trecho do texto em que a conjunção marca duas ações paralelas atribuídas
ao mesmo sujeito.
a) "Podemos criticar nossas leis processuais pelo número exagerado de recursos à disposição dos advogados"
(L.1-2)
b) "enquanto as regras forem essas, não haverá o que fazer" (L.3)
c) "os advogados têm o dever de lutar pelo interesse de seus clientes" (L.4-5)
d) "o Poder Judiciário não pode saltar etapas em um julgamento nem agir de maneira que desrespeite o devido
processo legal" (L.5-7)
e) "Todos gostaríamos que o processo no Brasil fosse ágil e enxuto" (L.8-9)
(L.1) No Brasil, as distâncias abismais entre os diferentes estratos sociais e o caráter intencional do processo
formativo da estratificação social condicionaram a camada senhorial para encarar (L.4) o povo como mera força de
trabalho destinada a desgastar-se no esforço produtivo e sem outros direitos senão o de comer enquanto trabalha,
para refazer as suas energias produtivas, e o de (L.7) reproduzir-se para repor a mão-de-obra gasta.
Nem podia ser de outro modo no caso de um patronato que se formou lidando com escravos, tidos como
coisas e manipulados (L.10) com objetivos puramente pecuniários, procurando tirar de cada peça o maior proveito
possível. Quando ao escravo sucede o parceiro, depois, o assalariado agrícola, as relações continuam
(L.13) impregnadas dos mesmos valores, que se exprimem na desumanização do trabalho.
Em consequência, nas vilas próximas às fazendas, se (L.16) concentra uma população detritária de velhos
desgastados no trabalho e de crianças entregues a seus avós. O grosso da população em idade ativa passa a vida
fora, sobre os caminhões de boias-frias (L.19) ou como empregadas domésticas, prostitutas etc.
Nas metrópoles, essa situação se agrava e, também, se abranda. Nas camadas mais pobres, se podem
distinguir famílias se (L.22) esforçando para ascender e outras tantas soterradas cada vez mais na pobreza, na
delinquência e na marginalidade.
Além disso, dada a diversidade de situações regionais, de (L.25) prosperidade e de pobreza, o simples
translado de um trabalhador, que vá de uma região a outra, pode representar ascensão substancial, se ele consegue
incorporar-se a um núcleo mais (L.28) próspero.
Darcy Ribeiro, O povo brasileiro, São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 194-5 (com adaptações)

8. Com base no texto, assinale a opção correta no que se refere ao valor lógico e sintático das preposições e
conjunções.
a) No primeiro parágrafo, a preposição "para", em suas três ocorrências (l.3,6,7), introduz a idéia de finalidade.
b) Na linha 11, a conjunção "Quando" tem valor condicional e, por isso, poderia ser substituída por Se, sem prejuízo
para os sentidos do texto.
c) Mantendo-se as relações de sentido originais do texto, os dois períodos do terceiro parágrafo poderiam ser
ligados por meio da conjunção embora, desde que a forma verbal "passa" (l.18) fosse substituída pelo subjuntivo
passe, o ponto-final que separa os dois períodos fosse substituído por vírgula e fosse feita a troca da letra inicial
maiúscula "O" por minúscula.
d) Sem alterar o sentido original do texto e mantendo-se a correção gramatical, o trecho "dada a diversidade de
situações regionais" (l.24) poderia ser corretamente reescrito da seguinte forma: devido a diversidade de
situações regionais.
e) A conjunção "se", na linha 27, poderia, sem prejuízo para a correção sintática do período, ser substituída por
caso.

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(L.1) O Projeto Fome Zero inclui, além de medidas estruturais: política de apoio efetivo à agricultura familiar; direito
à Previdência Social para todos os trabalhadores (L.4) familiares, da economia rural ou da economia informal urbana,
garantindo a universalidade prevista na Constituição; direito à complementação de renda para que todas as (L.7)
crianças das famílias pobres possam ter formação educacional adequada; ampliação da merenda escolar, atingindo
todas as crianças que frequentam escolas públicas, (L.10) incluindo as creches; e, finalmente, apoio aos inúmeros
programas criados por governos estaduais, municipais e pela sociedade civil organizada que buscam combater a
fome por (L.13) meio de restaurantes populares, bancos de alimentos, modernização do abastecimento, incentivo à
agricultura urbana, apoio ao auto consumo alimentar e à agricultura (L.16) familiar.
A fim de atacar de imediato o problema da fome, é fornecido "o cartão de alimentação" para as famílias muito
(L.19) pobres, possibilitando-lhes comprar os alimentos de que necessitam.
Internet <www.historianet.com.br> (com adaptações)

Considerando o texto acima, julgue o item subsequente.


9. A expressão "para que" (L.6) estabelece, no texto, uma relação de condição.
GABARITO
1 - CORRETO
2 - CORRETO
3 - CORRETO
4 - ERRADO
5 - ERRADO
6 - ERRADO
7-D
8-A
9 - ERRADO

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