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CURSO DE SÚMULAS, OJS e INFORMATIVOS DO TST

Direito do Trabalho
Henrique Correia

Duração do trabalho Súmula n.º 320 do TST. Horas in itinere.


Obrigatoriedade de cômputo na jornada de
Súmula nº 338 do TST. Fiscalização da trabalho
jornada. Registro. Ônus da prova. O fato de o empregador cobrar, parcialmente
I – É ônus do empregador que conta com ou não, importância pelo transporte fornecido,
mais de 10 (dez) empregados o registro da para local de difícil acesso ou não servido de
jornada de trabalho na forma do art. 74, § 2º, transporte regular, não afasta o direito à
da CLT. A não apresentação injustificada dos percepção das horas in itinire.
controles de frequência gera presunção Sobreaviso e Prontidão.
relativa de veracidade da jornada de trabalho,
a qual pode ser elidida por prova em Súmula nº 229 do TST. Sobreaviso.
contrário. Eletricitários
II – A presunção de veracidade da jornada de As horas de sobreaviso dos eletricitários, por
trabalho, ainda que prevista em instrumento aplicação analógica do art. 244, § 2º, da CLT,
normativo, pode ser elidida por prova em são remuneradas à razão de 1/3 sobre as
contrário. parcelas de natureza salarial.
III – Os cartões de ponto que demonstram
horários de entrada e saída uniformes são Súmula nº 428 do TST. Sobreaviso. Aplicação
inválidos como meio de prova, invertendo-se analógica do art. 244, § 2º, da CLT
o ônus da prova, relativo às horas extras, que I – O uso de instrumentos telemáticos ou
passa a ser do empregador, prevalecendo a informatizados fornecidos pela empresa ao
jornada da inicial se dele não se desincumbir. empregado, por si só, não caracteriza regime
de sobreaviso.
Trajeto para o trabalho. Hora in itinere II – Considera‐se em sobreaviso o empregado
que, à distancia e submetido a controle
Súmula nº 90 do TST. Horas in itinere. Tempo patronal por instrumentos telemáticos ou
de serviço informatizados, permanecer em regime de
I - O tempo despendido pelo empregado, em plantão ou equivalente, aguardando a
condução fornecida pelo empregador, até o qualquer momento o chamado para o serviço
local de trabalho de difícil acesso, ou não durante o período de descanso.
servido por transporte público regular, e para Variação do registro de ponto. Limite de
o seu retorno é computável na jornada de tolerância
trabalho.
II - A incompatibilidade entre os horários de Súmula nº 366 do TST. Cartão de ponto.
início e término da jornada do empregado e Registro. Horas extras. Minutos que
os do transporte público regular é antecedem e sucedem a jornada de trabalho
circunstância que também gera o direito às Não serão descontadas nem computadas
horas in itinere. como jornada extraordinária as variações de
III - A mera insuficiência de transporte público horário do registro de ponto não excedentes
não enseja o pagamento de horas in itinere. de 5 minutos, observado o limite máximo de
IV - Se houver transporte público regular em dez minutos diários. Se ultrapassado esse
parte do trajeto percorrido em condução da limite, será considerada como extra a
empresa, as horas in itinere remuneradas totalidade do tempo que exceder à jornada
limitam-se ao trecho não alcançado pelo normal.
transporte público.
V - Considerando que as horas in itinere são Súmula nº 449 do TST. Minutos que
computáveis na jornada de trabalho, o tempo antecedem e sucedem a jornada de trabalho.
que extrapola a jornada legal é considerado Lei nº 10.243, de 19.6.2001. Norma coletiva.
como extraordinário e sobre ele deve incidir o Flexibilização. Impossibilidade
adicional respectivo. A partir da vigência da Lei nº 10.243, de
27.6.2001, que acrescentou o § 1º ao art. 58
da CLT, não mais prevalece cláusula prevista
em convenção ou acordo coletivo que

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elastece o limite de 5 minutos que antecedem turnos, ainda que em dois turnos de trabalho,
e sucedem a jornada de trabalho para fins de que compreendam, no todo ou em parte, o
apuração das horas extras. horário diurno e o noturno, pois submetido à
alternância de horário prejudicial à saúde,
Empregados sem limitação de jornada sendo irrelevante que a atividade da empresa
se desenvolva de forma ininterrupta.
Orientação Jurisprudencial nº 332 da SDI – I
do TST. Motorista. Horas extras. Atividade Súmula nº 360 do TST. Turnos ininterruptos
externa. Controle de jornada por tacógrafo. de revezamento. Intervalos intrajornada e
Resolução nº 816/1986 do Contran semanal

O tacógrafo, por si só, sem a existência de A interrupção do trabalho destinada a repouso


outros elementos, não serve para controlar a e alimentação, dentro de cada turno, ou o
jornada de trabalho de empregado que exerce intervalo para repouso semanal, não
atividade externa. descaracteriza o turno de revezamento com
jornada de 6 horas previsto no art. 7º, XIV, da
Súmula nº 61 do TST. Ferroviário CF/1988.
Aos ferroviários que trabalham em estação do
interior, assim classificada por autoridade Orientação Jurisprudencial nº 395 da SDI – I
competente, não são devidas horas extras do TST. Turno ininterrupto de revezamento.
(art. 243 da CLT). Hora noturna reduzida. Incidência.

Turnos ininterruptos de revezamento. O trabalho em regime de turnos ininterruptos


de revezamento não retira o direito à hora
Súmula nº 423 do TST. Turno ininterrupto de noturna reduzida, não havendo
revezamento. Fixação de jornada de trabalho incompatibilidade entre as disposições
mediante negociação coletiva. Validade. contidas nos arts. 73, § 1º, da CLT e 7º, XIV,
da Constituição Federal.
Estabelecida jornada superior a 6 horas e
limitada a 8 horas por meio de regular Súmula nº 391 do TST. Petroleiros. Lei nº
negociação coletiva, os empregados 5.811/1972. Turno ininterrupto de
submetidos a turnos ininterruptos de revezamento. Horas extras e alteração da
revezamento não têm direito ao pagamento jornada para horário fixo
da 7ª e 8ª horas como extras. I - A Lei nº 5.811/1972 foi recepcionada pela
CF/88 no que se refere à duração da jornada
Orientação Jurisprudencial nº 420 da SDI – I de trabalho em regime de revezamento dos
do TST. Turnos ininterruptos de revezamento. petroleiros.
Elastecimento da jornada de trabalho. Norma II - A previsão contida no art. 10 da Lei nº
coletiva com eficácia retroativa. Invalidade. 5.811/1972, possibilitando a mudança do
regime de revezamento para horário fixo,
É inválido o instrumento normativo que, constitui alteração lícita, não violando os arts.
regularizando situações pretéritas, estabelece 468 da CLT e 7º, VI, da CF/1988.
jornada de oito horas para o trabalho em Transferência do período noturno para o
turnos ininterruptos de revezamento. diurno

Orientação Jurisprudencial nº 360 da SDI – I Súmula nº 265 do TST. Adicional noturno.


do TST. Turno ininterrupto de revezamento. Alteração de turno de trabalho. Possibilidade
Dois turnos. Horário diurno e noturno. de supressão
Caracterização A transferência para o período diurno de
trabalho implica a perda do direito ao
Faz jus à jornada especial prevista no art. 7º, adicional noturno.
XIV, da CF/1988 o trabalhador que exerce Prorrogação do horário noturno. Jornada
suas atividades em sistema de alternância de 12X36

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Orientação Jurisprudencial nº 388 da SDI – I Compensação na escala 12 por 36.


do TST. Jornada 12x36. Jornada mista que Necessidade de acordo ou convenção
compreenda a totalidade do período noturno. coletiva
Adicional noturno. Devido.
O empregado submetido à jornada de 12 Súmula nº 444 do TST. Jornada de trabalho.
horas de trabalho por 36 de descanso, que Escala 12 por 36. Validade
compreenda a totalidade do período noturno, É valida, em caráter excepcional, a jornada de
tem direito ao adicional noturno, relativo às 12 horas de trabalho por trinta e seis de
horas trabalhadas após as 5 horas da manhã. descanso, prevista em lei ou ajustada
Trabalho noturno dos petroleiros exclusivamente mediante acordo coletivo de
trabalho ou convenção coletiva de trabalho,
Súmula nº 112 do TST. Trabalho noturno. assegurada a remuneração em dobro dos
Petróleo feriados trabalhados. O empregado não tem
O trabalho noturno dos empregados nas direito ao pagamento de adicional referente
atividades de exploração, perfuração, ao labor prestado na décima primeira e
produção e refinação do petróleo, décima segunda horas
industrialização do xisto, indústria
petroquímica e transporte de petróleo e seus
derivados, por meio de dutos, é regulado pela
Lei 5.811/72, não se lhe aplicando a hora
reduzida de 52 (cinquenta e dois) minutos e
30 (trinta) segundos do art. 73, § 2º, da CLT.
Compensação da Jornada

Súmula nº 85 do TST. Compensação de


jornada
I - A compensação de jornada de trabalho
deve ser ajustada por acordo individual
escrito, acordo coletivo ou convenção
coletiva.
II - O acordo individual para compensação de
horas é válido, salvo se houver norma coletiva
em sentido contrário.
III - O mero não atendimento das exigências
legais para a compensação de jornada,
inclusive quando encetada mediante acordo
tácito, não implica a repetição do pagamento
das horas excedentes à jornada normal diária,
se não dilatada a jornada máxima semanal,
sendo devido apenas o respectivo adicional.
IV - A prestação de horas extras habituais
descaracteriza o acordo de compensação de
jornada. Nesta hipótese, as horas que
ultrapassarem a jornada semanal normal
deverão ser pagas como horas
extraordinárias e, quanto àquelas destinadas
à compensação, deverá ser pago a mais
apenas o adicional por trabalho
extraordinário.
V - As disposições contidas nesta súmula não
se aplicam ao regime compensatório na
modalidade “banco de horas”, que somente
pode ser instituído por negociação coletiva.

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