Anda di halaman 1dari 5

Cópia não autorizada

ABR 1992 NBR 11852


Caixa de descarga
ABNT-Associação
Brasileira de
Normas Técnicas

Sede:
Rio de Janeiro
Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar
CEP 20003 - Caixa Postal 1680
Rio de Janeiro - RJ
Tel.: PABX (021) 210 -3122
Telex: (021) 34333 ABNT - BR
EndereçoTelegráfico:
NORMATÉCNICA

Especificação

Origem: Projeto 02:009.15-001/1991


CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção Civil
CE-02:009.15 - Comissão de Estudo de Caixas de Descarga
NBR 11852 - Flush tank - Specification
Copyright © 1990, Descriptors: Flush tank. Flush equipment
ABNT–Associação Brasileira Reimpressão da EB-2152, de SET 1991
de Normas Técnicas
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavras-chave: Caixa de descarga. Aparelho de descarga 5 páginas
Todos os direitos reservados

SUMÁRIO abastecimento indireto (pressão estática máxima


1 Objetivo na alimentação de 400 kPa);
2 Documentos complementares
3 Definições - caixas para uso em instalações com abasteci-
4 Condições gerais mento direto ou indireto (pressão estática máxi-
5 Condições específicas ma na alimentação de 700 kPa).
6 Inspeção
7 Aceitação e rejeição c) quanto ao tipo de bacia com que podem ser
utilizadas:

1 Objetivo - caixa de descarga independente para uso com


bacias comercializadas como peças indepen-
1.1 Esta Norma fixa as condições a que devem atender as dentes;
caixas de descarga destinadas à limpeza de bacias sa-
nitárias. - caixa de descarga para uso específico com deter-
minado tipo ou modelo de bacia, com a qual é
1.2 As caixas de descarga a que se aplica esta Norma se comercializada em conjunto;
classificam:
- caixa de descarga independente para uso com
a) quanto à posição relativa entre a caixa de descarga bacias VDR comercializadas como peças inde-
e a bacia: pendentes;

- acoplada; - caixa de descarga para uso específico com deter-


minado tipo ou modelo de bacia VDR, com a qual
- baixa externa; é comercializada em conjunto.

2 Documentos complementares
- média altura de embutir;
Na aplicação desta Norma é necessário consultar:
- média altura externa;
NBR 6414 - Rosca para tubos onde a vedação é fei-
- elevada externa. ta pela rosca - Designação, dimensões e tolerân-
cias - Padronização
b) quanto à pressão máxima de alimentação:
NBR 6452 - Aparelhos sanitários de material cerâ-
- caixas para uso restrito em instalações com mico - Especificação
Cópia não autorizada
2 NBR11852/1992

NBR 8133 - Rosca para tubos onde a vedação não 3.10 Tempo entre utilizações consecutivas
é feita pela rosca - Designação, dimensões e to-
lerâncias - Padronização Tempo, expresso em segundos, entre o início de uma
descarga e o momento em que a água, no interior da
NBR 12096 - Caixa de descarga - Verificação de de- caixa, atinge o nível no qual, se a mesma fosse acionada,
sempenho - Método de ensaio descarregaria um volume igual a 90% do volume útil(1).

3 Definições 3.11 Tubo de descarga

Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições Tubo de ligação entre a saída da caixa de descarga e a
de 3.1 a 3.13. entrada de água da bacia sanitária.

3.1 Caixa de descarga acoplada 3.12 Vazão de regime

Caixa de descarga montada justaposta à bacia sanitária, Vazão, expressa em litros/segundo, relativa à fase da
sem a utilização de tubo de descarga. des-carga que exclui o primeiro e o último litro
descarregados.
3.2 Caixa de descarga alta
3.13 Volume útil
Caixa de descarga que, instalada, tem o ponto mais baixo
do corpo a um altura não inferior a 1,70 m do piso acabado. Volume, expresso em litros, descarregado pela caixa,
previamente cheia até o nível operacional, com a admis-
3.3 Caixa de descarga baixa são de água aberta. Incluindo, quando for o caso, o vo-
lume de água consumida no refil do fecho hídrico.
Caixa de descarga que, instalada, tem o ponto mais baixo
do corpo a uma altura não superior a 0,80 m do piso aca- 4 Condições gerais
bado.
4.1 Materiais
3.4 Caixa de descarga média altura
4.1.1 Nenhum material constituinte da caixa de descarga
Caixa de descarga que, instalada, tem o ponto mais baixo deve facilitar o desenvolvimento de bactérias ou qualquer
do seu corpo a uma altura entre 0,80 m e 1,30 m do piso atividade biológica capaz de causar risco à saúde.
acabado.
4.1.2 Os materiais e peças que constituem a caixa de des-
3.5 Caixa de descarga para bacia VDR carga devem ser resistentes à corrosão. No caso de uti-
lização de vários metais, deve-se evitar o contato entre
Caixa de descarga destinada ao uso exclusivo com bacias eles a fim de impedir a corrosão eletrolítica.
VDR (volume de descarga reduzido), tal como definido na
NBR 6452. 4.2 Corpo e tampa

3.6 Nível de extravasão 4.2.1 O corpo e a tampa das caixas de descarga, quando
fabricadas em material cerâmico, devem obedecer à
Nível mais baixo que possibilita a penetração da água NBR 6452.
oriunda do interior da caixa no extravasor.
4.2.2 O corpo da caixa de descarga de embutir deve ter
3.7 Nível operacional profundidade máxima de 110 mm e superfície externa
que permita a aderência de argamassa de revestimento.
Nível mais alto da água no interior da caixa em condições
normais de operação. O nível operacional deve ser ade- 4.2.3 A caixa de descarga de embutir deve permitir a troca
quadamente marcado pelo fabricante (ver 4.7.1.) porque é dos componentes que apresentem desgaste (ex: torneira
ele quem define o volume útil da caixa de descarga. de bóia, sede do obturador da caixa, mecanismo de des-
carga e mecanismo de acionamento), sem a remoção da
3.8 Refil de fecho hídrico caixa. A caixa de descarga externa deve permitir a troca de
seus componentes, podendo ser removida ou não.
Dispositivo acoplado à torneira de bóia que, durante o en-
chimento da caixa, conduz água ao poço da bacia sanitária, 4.2.4 Os orifícios para fixação à parede de caixa de descar-
de modo a repor o fecho hídrico da mesma. ga externa, de fixação da tampa ou de órgão de comando,
ou qualquer outra abertura no corpo da caixa por onde
3.9 Tempo de enchimento eventualmente possa vazar água devem estar, no mínimo,
20 mm acima do nível de extravasão.
Tempo, expresso em segundos, entre o início de uma
descarga e o momento em que a água, no interior da 4.2.5 A caixa de descarga deve ter tampa fixada ou en-
caixa, atinge o nível operacional(1). caixada de modo a impedir sua remoção acidental.

(1)
Medido em condições padronizadas de alimentação da caixa de descarga.
Cópia não autorizada
NBR11852/1992 3

4.3 Conexões e identificado de maneira indelével no interior da caixa, em


local facilmente visível com a tampa removida, com a in-
4.3.1 A conexão da caixa de descarga com o tubo de des- dicação “nível máximo”. Caso não haja esta marcação,
carga ou com o corpo da bacia, no caso das caixas aco- este nível máximo deve estar 10 mm abaixo do nível de
pladas, deve ser estanque. extravasão.

4.3.2 A conexão para ligação ao sub-ramal de água fria de- 4.7.2 A caixa de descarga deve trazer gravado de forma
ve ser feita através de peça com rosca macho G 1/2 B indelével, em região visível após a instalação, a marca ou
ou R 1/2, respectivamente conforme a NBR 8133 ou o nome do fabricante. Da mesma forma, deve constar a
NBR 6414. expressão “NÃO DEVE SER LIGADA DIRETAMENTE À
REDE PÚBLICA”, quando for o caso.
4.4 Extravasor
4.7.3 As caixas de descarga para uso com bacias VDR in-
O nível de entrada de água no extravasor deve estar, no
mínimo, 10 mm acima do nível operacional. dependentes, referenciadas em 1.2 alínea c), devem trazer
indicado na parte externa do corpo, em situação facilmente
4.5 Torneira de bóia visível, a expressão: “PARA USO EXCLUSIVO COM BA-
CIAS DE VOLUME DE DESCARGA REDUZIDO”.
4.5.1 A superfície da sede do obturador na torneira de bóia
deve ter acabamento uniforme, sem apresentar arestas 4.8 Intruções para instalação e operação
cortantes, a fim de minorar o desgaste do vedante; e a
região adjacente a ela deve estar livre de rebarbas e O fabricante deve fornecer, junto com a caixa de descarga,
falhas. instruções por escrito sobre o modo de instalar correta-
mente a caixa bem como sobre os tipos e dimensões do
4.5.2 Quando o corpo da torneira de bóia se constituir de tubo de descarga que podem ser utilizados e sobre como
mais de uma parte, elas devem ser solidamente ligadas, proceder às regulagens que se fizerem necessárias. Quan-
através de roscas, soldas ou encaixes que impeçam que do aplicável, devem constar as restrições relativas ao uso
alguma destas partes se destaque do conjunto durante apenas em instalações com abastecimento indireto. A
a operação. restrição relativa às caixas para uso com bacias VDR de-
vem estar explicitadas.
4.5.3 A torneira de bóia deve ser construída de modo a
possibilitar o ajuste correto do nível operacional. Para tan- 4.9 Unidade de compra
to, deve ser possível o dobramento da haste ou haver dis-
positivo de regulagem adequado. A unidade de compra é a caixa de descarga, incluso corpo,
tampa, mecanismo de descarga, mecanismo de aciona-
4.6 Segurança do usuário e do instalador
mento e torneira de bóia.
A c a ix a d e d e s c a rg a e s e u s m e c a n is m o s n ã o d e v e m
5 Condições específicas
oferecer risco de injúria física ao usuário ou instalador,
p e la e x is tê n c ia d e r e b a r b a s , p a r te s p o n tia g u d a s o u
5.1 Volume útil
a re s ta s c o rta n te s .

4.7 Marcação Os valores máximos admissíveis do volume útil para os


diversos tipos de caixa de descarga estão indicados na
4.7.1 Recomenda-se que o nível operacional seja marcado Tabela.

Tabela - Volume útil

Valores máximos do volume útil (L)

Tipo de caixa de descarga Caixa sem refil Caixa com refil


de fecho hídrico de fecho hídrico

Caixa de descarga independente;


baixa, média altura ou elevada 9,0 -
(ver 1.2-c) - 1ª subalínea

Caixa de descarga acoplada


(ver 1.2-c) - 2ª subalínea - 12,0

Caixa de descarga para bacia VDR


(ver 1.2-c) - 3ª e 4ª subalíneas 5,0 5,0
Cópia não autorizada
4 NBR11852/1992

5.2 Vazão de regime 5.9 Resistência do mecanismo de acionamento

A vazão de regime deve apresentar valores entre 1,5 L/s e Não devem ocorrer fraturas ou deteriorações que impe-
2,2 L/s. Esta condição não é exigível nas caixas de descarga çam o funcionamento normal da caixa de descarga, ou al-
classificadas em 1.2-c) 2ª e 4ª subalíneas. terem seu aspecto, quando aplicado no órgão de comando
um esforço igual a cinco vezes o esforço mínimo necessário
5.3 Tempo de enchimento e tempo entre utilizações para acionar a caixa e não menor que 150 N no caso de
consecutivas operação por puxador, 3,5 N.m no caso de operação
aplicando torque e 100 N nos outros casos.
Para os diversos tipos de caixa de descarga, o tempo de
enchimento deve ser, no máximo, 300 s e o tempo entre 5.10 Estanqueidade da bóia
utilizações consecutivas deve ser, no máximo, 180 s.
As bóias ocas não devem permitir penetração de água em
5.4 Capacidade do extravasor seu interior, e as não-ocas, geralmente fabricadas em
plástico expandido, não devem apresentar absorção de
Se a torneira de bóia falhar, não estancando o fluxo de água.
água na alimentação, o nível da água dentro de qualquer
tipo de caixa de descarga deve alcançar a altura máxima 5.11 Resistência ao uso(2)
de 15 mm acima do nível de extravasão e mínima de 5 mm
abaixo do nível de afogamento do dispositivo anti-retorno A caixa de descarga após ser submetida a 5000 ciclos de
da torneira de bóia ou da extremidade da saída de água funcionamento não deve apresentar quebra ou dano me-
dessa torneira, quando não houver o referido dispositivo. cânico em qualquer das partes da torneira de bóia ou dos
mecanismos de acionamento e descarga, e deve continuar
5.5 Estanqueidade da torneira de bóia atendendo os requisitos estabelecidos em 5.5, 5.7 e 5.8.

5.5.1 A torneira de bóia de caixa de descarga, para a qual 5.12 Resistência à carga estática
não haja restrição para ligação direta à rede pública de
A caixa de descarga externa que, quando instalada, ficar
abastecimento, deve fechar de maneira estanque contra a
com seu ponto mais baixo a menos de 1,50 m do piso aca-
pressão de 1,0 MPa.
bado, deve resistir a um esforço de compressão de 100 N,
5.5.2 A torneira de bóia de caixa de descarga, destinada ao
aplicado durante 5 min, através de um disco de 150 mm,
nas diversas regiões da superfície externa da caixa, inclusi-
uso exclusivo em instalações com abastecimento indireto,
ve da tampa, sem que ocorram fraturas ou deteriorações
deve fechar de maneira estanque contra a pressão de ali-
que impeçam seu funcionamento normal ou alterem seu
mentação de 0,6 MPa.
aspecto exterior.
5.6 Proteção contra a retrossifonagem
5.13 Resistência ao impacto de corpo duro
A caixa de descarga de qualquer tipo não deve permitir re-
5.13.1 A caixa de descarga externa deve resistir a impactos
torno de água do seu interior, através da torneira de bóia,
de 2,0 J nos pontos que se situarem, após a instalação, em
no caso de ser submetida a pressão negativa (vácuo) na
cota abaixo de 1,50 m do piso acabado, e de 1,0 J nos
entrada desta última.
pontos em cota superior, aplicados com esfera de aço de
0,5 kg de massa, sem que ocorram impressões, fissuras
5.7 Estanqueidade da caixa de descarga
do revestimento, fraturas do corpo ou outras deteriorações
que impeçam o funcionamento normal da caixa.
A caixa de descarga não deve apresentar vazamento pelo
obturador. Não deve vazar por qualquer parte do corpo ou, 5.13.2 Ficam dispensadas da verificação desta condição
no caso de material que absorva água, permitir a formação
as caixas de descarga de material cerâmico.
de gotas por exsudação.
5.14 Rigidez do corpo
5.8 Esforço de acionamento
5.14.1 A caixa de descarga externa não deve sofrer defor-
O esforço mínimo necessário para acionar a caixa e iniciar mação superior a 6 mm na região frontal ou ter a tampa
a descarga deve ser, no máximo: deslocada da posição fechada, em função do enchimento
com água até o nível operacional.
a) 50 N, no caso de caixa elevada com puxador;
5.14.2 Ficam dispensadas da verificação desta condição
b) 50 N, no caso de caixa com botão para acionamento as caixas de descarga de material cerâmico.
por pressão;
6 Inspeção
c) 30 N, no caso de caixa acionada por alavanca;
6.1 Verificação de tipo
d) 1 N.m, no caso de caixa com órgão de comando
que exija a aplicação de um torque. A verificação da conformidade a esta Norma, de determi-

(2)
O objetivo deste requisito não é avaliar a vida útil da caixa de descarga, mas avaliar a capacidade da caixa superar o período de falhas
precoces.
Cópia não autorizada
NBR11852/1992 5

nado tipo de caixa de descarga, deve ser feita em dois ção do tipo, conforme 6.1, que comprovem a conformida-
exemplares. de a esta Norma.

6.1.1 Deve ser verificado o atendimento das condições fi- 6.2.2 O comprador deve inspecionar todos os exemplares
xadas nos Capítulos 4 e 5. entregues pelo fornecedor, no que diz respeito à identidade
entre estes e o tipo e às condições fixadas no pedido de
6.1.2 A verificação das condições fixadas no Capítulo 5 compra.
deve ser feita em conformidade com a NBR 12096.
7 Aceitação e rejeição
6.1.3 O documento técnico contendo os resultados da ve-
rificação do tipo deve identificar a caixa de descarga (mar- 7.1 O comprador deve rejeitar, total ou parcialmente, uma
ca, modelo e fabricante) e descrevê-la pelo menos no que partida de caixas de descarga se na inspeção referida em
diz respeito ao princípio de funcionamento, aos diversos 6.2.2 forem encontrados exemplares diferentes do tipo, no
materiais utilizados nas diversas partes e às característi- que diz respeito ao princípio de funcionamento, aos mate-
cas dimensionais, incluindo desenho esquemático. riais constituintes das partes e às características dimen-
sionais.
6.2 Recebimento em obra
7.2 O com prador deve aceitar um a partida de caixas de
6.2.1 Quando solicitado, o fornecedor deve apresentar descarga se o docum ento técnico apresentado pelo forne-
previamente ao comprador o documento técnico emitido cedor com provar a conform idade do tipo e se a inspeção
por laboratório capacitado, com resultados de verifica- referida em 6.2.2 não encontrar exem plares diferentes dele.