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25/04/2017

CIMENTOS
ODONTOLÓGICOS

FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU - CARUARU


DISCIPLINA: MATERIAIS ODONTOLÓGICOS
PROFESSORA: ANNA REBECA PALMEIRA

CIMENTOS ODONTOLÓGICOS

 Cimento de Hidróxido de Cálcio


 Cimento de Ionômero de Vidro
 Cimento de Óxido de Zinco e Eugenol
 Cimento de Fosfato de Zinco
 Cimentos Resinosos

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CIMENTOS ODONTOLÓGICOS

 Cimento de Hidróxido de Cálcio FORRAMENTO

 Cimento de Ionômero de Vidro BASE

 Cimento de Óxido de Zinco e Eugenol

 Cimento de Fosfato de Zinco

 Cimentos Resinosos

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CIMENTO DE ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL


 Diversas indicações e
apresentações comerciais

Cirurgia e Periodontia

Cimento cirúrgico

http://probexperiodontia.blogspot.com.br/2016/08/aumento-de-coroa-clinica-atraves-da_93.html

CIMENTO DE ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL


 Diversas indicações

Endodontia

Cimento obturador de
canais radiculares

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CIMENTO DE ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL


 Diversas indicações

Prótese

Agente cimentante
provisório

http://www.ultrabio.eu/sites/default/files/subespecialidades/protese-fixa-ponte.jpg

CIMENTO DE ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL


 Diversas indicações

- BASE cavitária restaurações


Dentística metálicas *
- Restaurador provisório

PRINCIPAL INDICAÇÃO

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CIMENTO DE ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL

 Formado a partir da reação entre o Óxido de Zinco e o Eugenol


 1890 – Indicado pela primeira vez
 Eugenol – Efeito sedativo em baixas concentrações

COMPONENTES DO PÓ COMPONENTES DO LÍQUIDO


Óxido de Zinco Eugenol
Colofônia hidrogenada Óleo de amêndoas
Colofônia Ácido acético glacial
Sulfato de bário
Borato de sódio anidro
(Reis & Loguercio, 2009)

CLASSIFICAÇÃO - ZOE

 Especificação n° 30 da American Dental Association (ADA)


 4 tipos, de acordo com suas formulações e uso

TIPO INDICAÇÃO APRESENTAÇÃO


COMERCIAL
Tipo I Cimento provisório pasta / pasta
Tipo II Cimento definitivo pasta / pasta ou
pó / líquido
Tipo III Materiais restauradores temporários e bases pó / líquido
Tipo IV Forradores cavitários pó / líquido ou
Pasta / pasta

(Reis & Loguercio, 2009)

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REAÇÃO DE PRESA - ZOE

 Reação de quelação, que envolve basicamente o óxido de zinco e o eugenol


 Na presença de água, formam uma matriz de Eugenolato de Zinco
 O eugenol é totalmente consumido na reação

(Reis & Loguercio, 2009)

PROPRIEDADES - CIMENTO DE ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL

 Cimento dentário que possui as menores propriedades mecânicas


 Uso justificado pela propriedade “terapêutica” pela liberação do eugenol
 Em contato com umidade, ocorre a hidrólise da matriz de eugenolato de zinco, causando a
liberação do eugenol

EUGENOL EUGENOL
BAIXA ALTA CONCENTRAÇÃO
CONCENTRAÇÃO
Efeitos danosos
Efeito sedativo e (inflamação crônica e
Antiinflamatório necrose pulpar)

 Não é indicado para cavidades muito profundas ou em contato com a polpa

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EUGENOL
EFEITO TERAPÊUTICO

EFEITO ANTINFLAMATÓRIO EFEITO SEDATIVO

Ocorre pela inibição da


síntese da prostraglandina, que
Inibição da atividade sensorial
é a substância liberada pelos
das células nervosas locais
leucócitos durante um
processo inflamatório.

PROPRIEDADES - CIMENTO DE ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL

 O cimento de óxido de zinco e eugenol NÃO deve ser utilizado como base sob restaurações de
resina composta
 O eugenol interfere e inibe a reação de polimerização da resina composta

- Adequação do meio bucal


- Inviabilidade de realizar a restauração definitiva na mesma sessão
- Sintomatologia dolorosa, quando se deseja prevenir uma exposição pulpar

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- Radiopacidade - Eugenol irrita os tecidos


- Tempo de presa adequado - Sabor desagradável
- Fácil aplicação e manipulação - Em restaurações provisórias, o
- Baixa solubilidade eugenol interfere na polimerização
- Baixo custo dos monômeros resinosos
- Bom escoamento - Baixa resistência mecânica

MANIPULAÇÃO – RESTAURAÇÕES PROVISÓRIAS

 A dosagem do pó e do líquido deve ser feita de acordo com a aplicação / indicação de


cada cimento
 Restaurações provisórias:
 Não existe proporção pré estabelecida (CONVENCIONAIS)
 Deve-se obter um material de alta viscosidade, na consistência de massa
 Facilita a inserção na cavidade
 Melhoria das propriedades mecânicas e terapêuticas

TEMPO DE PRESA NA
TEMPO DE MISTURA TEMPO DE TRABALHO
PLACA DE VIDRO
3 minutos 30 minutos
2 horas

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MANIPULAÇÃO – RESTAURAÇÕES PROVISÓRIAS

 A quantidade do líquido dispensado vai depender do tamanho da cavidade


 Frasco do líquido posicionando perpendicular a placa de vidro
 Manipulação utilizando uma pequena área da placa de vidro
 Pressionar o pó sobre a massa
 A massa obtida deve ser homogênea, com aspecto pouco brilhante
 Consistência adequada:
 Cimento de óxido de zinco se desloca tanto da placa quanto da espátula, sem grudar

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CIMENTO DE ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL REFORÇADOS

 Melhores propriedades mecânicas do óxido de zinco e eugenol convencional


 Apresentam proporções recomendadas pelo fabricante para manipulação

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CIMENTO DE FOSFATO DE ZINCO

 Citado pela primeira vez na literatura em 1879


 Química dos produtos comercialmente disponíveis foi estabelecida em 1902
 Cimento para cimentação mais antigo e com longo registro de sucesso
 Usado para cimentação de peças protéticas metálicas
 Coloração branco opaco

http://www.ultrabio.eu/sites/default/files/subespecialidades/protese-fixa-ponte.jpg http://www.henriquemasson.com.br/wp-
content/uploads/2017/01/metaloceramicaxmetalfree-700x376.jpg

CIMENTO DE FOSFATO DE ZINCO

COMPONENTES DO PÓ COMPONENTES DO LÍQUIDO


Óxido de Zinco (+ de 75%) Ácido Fosfórico (38 a 59%)
Óxido de magnésio (+ de 13%) Fosfato de zinco (Até 10%
Dióxido de silício (facilita a calcinação) Fosfato de alumínio (2 a 3%)
Trióxido de bismuto (dá lisura a massa)
Fluoreto de tanino (fontes de íons flúor)
(Adaptado de Reis & Loguercio, 2009; Anusavice et al., 2012)

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REAÇÃO QUÍMICA

 Reação química EXOTÉRMICA, durante a mistura, reação com liberação de calor

 1. Ácido fosfórico dissolve as partículas de óxido de zinco


 2. Reagindo com o fosfato de alumínio
 3. Forma um gel de aluminofosfato de zinco

 Cimento após presa = Óxido de zinco que não reagiu encapsulado numa matriz de aluminofosfato de zinco

MANIPULAÇÃO – CIMENTO DE FOSFATO DE ZINCO

 Requer mistura cuidadosa para minimizar os efeitos da geração de calor


 Pó dispensado na placa e dividido em 6 porções
 Líquido só é dispensado após o pó ser dispensado e dividido, para evitar evaporação

1/16

1/4 1/4 1/4 1/16

1/8

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MANIPULAÇÃO – CIMENTO DE FOSFATO DE ZINCO

 Mistura iniciada pela incorporação da menor porção do pó, com movimentos de espatulação
rápidos
 Uma grande área da placa deve ser utilizada para dissipar o calor
 Manipular cada incremento de 15 a 20 segundos antes de adicionar o próximo incremento
 Tempo de mistura total: 1,5 a 2 minutos
 Consistência correta: Fio de até 2 cm
 Acima de 2cm, cimento muito viscoso; incorreto
 Depois que a peça protética recebe uma camada de cimento e é assentada, deve ser mantida
em posição sob pressão durante a presa do cimento
 O campo operatório deve ser mantido seco durante todo o processo de cimentação

(Anusavice et al., 2012)

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http://www.laboratorioalianca.com.br/artigos/artigo5/8dente.png

MANIPULAÇÃO – CONTROLE DO TEMPO DE TRABALHO

 Utilizar uma placa de vidro grossa, de preferência resfriada entre 18 e 24°C

 Utilizar toda a extensão da placa na espatulação

 Acrescentar o pó ao líquido de maneira lenta e proporcional, para permitir a neutralização do


líquido e dissipação do calor

 Evitar a adição de água, exemplo: placa de vidro úmida

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APLICAÇÕES CLÍNICAS - CIMENTO DE FOSFATO DE ZINCO

PROPRIEDADES - CIMENTO DE FOSFATO DE ZINCO

 Solubilidade baixa

 Degradação por ácido láctico, acético e cítrico

 Coloração branco opaco

 O ácido fosfórico no líquido torna a mistura bastante acídica e portanto, citotóxica. Para
camadas finas de dentina, um material de forramento é necessário

 Tempo de presa: 2,5 a 8 minutos

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CIMENTOS RESINOSOS - COMPOSIÇÃO

 Similar à das resinas compostas


 Diferença básica

Menor percentual de carga

Menor viscosidade

Diferenças quanto à forma de


polimerização

Matriz
resinosa

Partícula de
carga

Agente de
união

(ANUSAVICE, 2005)

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CLASSIFICAÇÃO DOS CIMENTOS RESINOSO

 Quimicamente ativados (autopolimerizáveis)

 Fotopolimerizáveis

 Duais (ativados pela luz e por reação química)

CLASSIFICAÇÃO DOS CIMENTOS RESINOSO

 Cimentos resinosos convencionais


 Necessitam da aplicação de um sistema adesivo

 Cimentos resinosos autocondicionantes


 Usados diretamente sobre o substrato

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CIMENTOS RESINOSOS

VANTAGENS DESVANTAGENS
Alta resistência à compressão Sensibilidade à técnica de aplicação
Alta resistência à tração Baixa rigidez
Dureza Possibilidade de infiltração marginal
Baixa solubilidade Sensibilidade dental
União micromecânica aos tecidos dentais, ligas metálicas Dificuldade na remoção dos excessos*
e superfícies cerâmicas
Controle do tempo de trabalho (duais e
fotopolimerizáveis)
Várias opções de cores disponíveis (Reis & Loguercio, 2009)

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PASTAS DE PROVA – TRY IN

Pastas de prova solúveis em água que


apresentam as mesmas cores do
cimento resinoso

CIMENTOS RESINOSOS - MANIPULAÇÃO

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BIBLIOGRAFIA

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