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A Guerra Fria:

a era das
superpotências
A divisão da Europa após a Segunda Guerra Mundial

A cortina de ferro A Europa estava dividida em dois blocos


políticos e ideológicos antagónicos

Os EUA e o mundo ocidental defendiam:


- os sistemas de mercado livre;
- a democracia parlamentar;
- que estes princípios fossem adotados, não só
na Europa, mas também noutras regiões do
mundo.

A URSS defendia:
- o socialismo e a economia planificada;
- a tomada de poder pelos comunistas na Europa
de Leste;
- o apoio aos movimentos de libertação nas
nações ainda submetidas ao colonialismo.
A divisão da Europa após a Segunda Guerra Mundial

O papel do plano Marshall Integrado


 Tinha como objetivo apoiar a recuperação económica
da Europa, garantindo a contenção da agitação social,
que favorecia a expansão do comunismo, e mantendo
próspera a economia americana. Doutrina Truman

Defendia

- a manutenção da paz;
- a expansão da prosperidade;
- a implantação do modelo
americano.
A Guerra Fria e a política de blocos

A Guerra Fria e o equilíbrio do terror Principais caraterísticas


da Guerra Fria

Recurso dos dois blocos em


confronto:
 à espionagem;
 à propaganda ideológica;
 à corrida aos armamentos;
 à utilização do direito de
veto no Conselho de
Segurança das Nações
Unidas.
A Guerra Fria e a política de blocos

As alianças militares e as áreas de influência estratégica


O Terceiro Mundo face à bipolarização do mundo

O papel do Movimento dos Não Alinhados (MNA)


A ambiguidade do não alinhamento e a
Objetivos do MNA divergência entre os seus membros
contribuíram para o fracasso da organização.
– Definir o papel dos países do chamado
Terceiro Mundo face às grandes potências, no
contexto da Guerra Fria;
– Organizar uma maior intervenção política
destes países na cena internacional, de forma a
conseguirem relações mais justas com o Norte.

O MNA procurou desenvolver uma


terceira via política, a do não
alinhamento por nenhum dos blocos,
Leste e Oeste, no período da Guerra Fria.
A coexistência pacífica e o desanuviamento

Coexistência pacífica  desanuviamento das relações Leste-Oeste

1953 – Morte de Estaline e subida ao poder de Nikita


Kruchtchev.
1955 – Condenação do MacCarthismo nos EUA.
1956 – Início de um processo de «desestalinização»,
com a denúncia do poder pessoal e do culto da
«personalidade».
1963 – Criação do célebre «telefone vermelho» entre o
Kremlin e a Casa Branca.
1972 – Assinatura do 1.° Tratado de Limitação de Armas
Estratégicas (SALT I).
1975 – Conferência de Helsínquia.
1979 – Assinatura do Tratado de Limitação de Armas
Estratégicas (SALT II).
Capa do Komsomolskaya Pravda, de 10.05.1945 – Jornal soviético
Um novo mapa político surge na Europa com o fim da Guerra Fria

A Europa após o fim da Guerra Fria


O fim da guerra fria

Acontecimentos que conduziram ao fim da Guerra Fria

1985 – Mikhail Gorbatchev lançou a Perestroika


(reestruturação) e a Glasnost (transparência).
1986 – Assinatura do Tratado de Washington,
primeiro acordo de verdadeiro desarmamento
nuclear e convencional.
1988 – As tropas soviéticas retiram do
Afeganistão.
Selo ilustrativo da Cimeira de Malta.

1989 – Queda do Muro de Berlim e derrocada


do bloco de Leste.
1991 – Dissolução do Pacto de Varsóvia e
assinatura do Tratado Start I (Strategic Arms
Reductions Talks).
Setor do Muro de Berlim.
Fim