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12/07/2018 Ananás – Wikipédia, a enciclopédia livre

Ananás
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O abacaxi (Ananas comosus), em Portugal também conhecido como
ananás, é uma infrutescência tropical produzida pela planta de mesmo nome, Abacaxi
caracterizada como uma planta monocotiledônea da família das bromeliáceas
da subfamília Bromelioideae.[1] É um símbolo das regiões tropicais e
subtropicais.[2] Os abacaxizeiros cultivados pertencem à espécie Ananas
comosus, que compreende muitas variedades frutíferas. Há também várias
espécies selvagens, pertencentes ao mesmo gênero. O fruto, quando maduro,
tem o sabor bastante ácido e, muitas vezes, adocicado.

Apesar do que dita o senso comum, o abacaxi não é uma fruta cítrica[3].

Ananas comosus

Índice Classificação científica

Etimologia Reino: Plantae


Histórico Divisão: Magnoliophyta
Características Classe: Liliopsida
Cultura Ordem: Poales
Moléstias e pragas Família: Bromeliaceae
Consumo Subfamília: Bromelioideae
Produção Género: Ananas
Outras espécies Espécie: A. comosus
Referências Nome binomial
Ligações externas Ananas comosus
(L.) Merr.

Etimologia
O termo "abacaxi" é oriundo da junção dos termos tupis i'bá (fruto) e ká'ti (recendente, que exala cheiro agradável e
intenso),[4] documentado já no início do séc. XIX.

O termo "ananás" (em português e espanhol) é do guarani e tupi antigo naná,[5] e documentado em português na primeira
metade do séc. XVI e em espanhol na segunda (1578), sendo empréstimo do português do Brasil ou da sua língua geral.

O abacaxi é um fruto-símbolo de regiões tropicais e subtropicais, de grande aceitação em todo o mundo, quer ao natural,
quer industrializado: agrada aos olhos, ao paladar e ao olfato. Por essas razões e por ter uma "coroa",[6] cabe-lhe, por vezes, o
cognome de "rei dos frutos", que lhe foi dado, logo após seu descobrimento, pelos portugueses.

Na linguagem corrente do Brasil, tal como em Angola, costuma-se designar por "ananás" os frutos de plantas não cultivadas,
de variedades menos conhecidas ou de qualidade inferior. Por sua vez, a palavra "abacaxi" costuma ser empregada não
apenas para designar o fruto de melhor qualidade, mas a própria planta que o produz.

Na gíria brasileira, "abacaxi" significa "algo que não dá bom resultado, coisa embrulhada ou que não presta". Este fato
provavelmente se deve a seu visual espinhoso e ressequido, bem como à dificuldade para descascá-lo sem se ferir com suas
farpas, presentes tanto na "coroa" quanto na própria casca. "Descascar o abacaxi", uma extensão da mesma gíria, significa
"resolver um problema difícil".

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Histórico
O abacaxi já era cultivado pelos indígenas em extensas regiões do Novo Mundo
antes da sua descoberta pelos europeus. Origina-se da América tropical e
subtropical (da região centro-sul do Brasil, nordeste da Argentina e Paraguai).

Acredita-se que os nativos do sul do Brasil e Paraguai disseminaram o abacaxi na


América do Sul e eventualmente, acabou por alcançar o Caribe, a América Central
e o México. Sendo que em 4 de novembro de 1493, Colombo e seus marinheiros
descobriram o abacaxizeiro em Guadalupe, nas Pequenas Antilhas, promovendo,
a partir deste momento, sua disseminação pelo mundo e tornando-o uma das
infrutescências mais apreciadas no globo.[7]

Os espanhóis introduziram a planta nas Filipinas, Havaí, Zimbabwe e Guam[8].


Os portugueses introduziram a fruta na India em 1550[9]. A planta foi levada para
Europa pelos Holandeses, sendo que o primeiro europeu a conseguir plantá-la no
continente utilizando estufas foi Pieter de la Court em Meerburg em 1658. Dado
Abacaxizeiro com fruto quase
as dificuldades de importação na época, e os proibitivos custos de equipamento e
maduro.
mão de obra necessários para plantar o abacaxi em climas temperados, a fruta
virou um simbolo de ostentação. Eles chegaram a ser usados em jantares apenas
como enfeites, e reutilizados continuamente, até apodrecer.[10]

Características
O abacaxizeiro é planta semiperene que alcança um metro de altura.
Primeiramente, produz um único fruto, situado no ápice; depois, com a
ramificação lateral do talo, aparecem outros frutos, de modo que a fase produtiva
pode prolongar-se por vários anos. Quando adulto, é constituído de raízes, talo
(caule), folhas, frutos e mudas. O sistema radicular, do tipo fasciculado, é
superficial, pois a maior parte das raízes fica nos primeiros 15 cm de solo. O talo
apresenta o formato de uma clava, relativamente curta e grossa. As folhas têm
forma de calha, com espinhos e estão inseridas no talo, formando uma densa
espiral dextrogira e levogira.[11]

A inflorescência é uma espiga, formada de flores completas, cada uma localizada


na axila de uma bráctea. O fruto é composto, do tipo sorose, e resulta da
coalescência de um grande número de frutos simples (100 a 200), do tipo baga,
denominados frutilhos, os quais estão inseridos num eixo central, coração ou
miolo, em disposição espiralada e intimamente soldados uns aos outros. No ápice
do fruto existe um tufo de folhas – a coroa – resultante do tecido meristemático Inflorescência de um Ananas
apical que a planta possui desde a sua origem. A conexão do fruto com o talo da comosus.
planta é feita através de um pedúnculo.[12]

A casca do abacaxi é formada pela reunião das brácteas e sépalas das flores. Logo abaixo da casca, inseridos na periferia de
depressões em forma de taça, podem ser encontrados restos de pétalas e de estames, enquanto de cada uma dessas
depressões aparece um vestígio de estilete. Na superfície de um fruto descascado de um modo pouco profundo, os restos de
estiletes dão ideia de espinhos. Por outro lado, quando o descascamento é feito de modo mais profundo, a superfície mostra-
se toda perfurada, por ficarem expostas as lojas ou lóculos dos ovários dos frutilhos. Dentro de tais lojas, em se tratando de
fruto de variedade cultivada, geralmente são encontrados apenas óvulos abortados, pois a formação de sementes é rara, por
serem as flores autoincompatíveis. Todavia, por meio de polinização manual com pólen de outra variedade, não é rara a
produção de duas mil a três mil sementes por fruto.[12]

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A parte comestível do abacaxi é a polpa, suculenta, formada pelas paredes das lojas dos frutilhos e pelo tecido
parenquimatoso que os une, bem como pela porção externa ou casca do coração. De acordo com a parte da planta em que são
produzidas, as mudas do abacaxizeiro são classificadas em quatro tipos:[13]

1. Coroa – muda do ápice do fruto;


2. Filhote – muda do pedúnculo;
3. Filhote-rebentão – muda da região de inserção do pedúnculo com o talo da planta;
4. Rebentão – muda do talo da planta.
O abacaxizeiro é uma planta muito sensível ao frio, mas resiste bem às secas. Embora seja planta tropical, nos dias de sol
muito intenso, os frutos podem sofrer queimaduras, quando não são protegidos. Pode ser cultivado em qualquer tipo de solo,
desde que seja permeável, isto é, não sujeito ao encharcamento; prefere, porém, solos leves, ricos em elementos nutritivos e
com pH entre 4,5 e 5,5, ainda que tolere aqueles de pH mais baixo. É bastante exigente em nutrientes.[14]

Geralmente, o florescimento natural do abacaxizeiro ocorre no inverno, por ser planta de dias curtos, ou seja, com a
diminuição do fotoperíodo e ou redução da temperatura, a gema apical é induzida a produzir uma inflorescência ao invés de
emitir folhas. O comprimento do ciclo natural pode variar de 10 a 36 meses, pois, além de condições climáticas, depende da
época de plantio, do tipo e do peso das mudas utilizadas, e também das práticas culturais adotadas.

Cultura
A principal variedade cultivada no mundo até a década de 1990 é a Cayenne (ou Smooth Cayenne). Dá fruto de polpa
amarelo-pálida ou amarela, rica em ácidos e açúcares, e a planta tem folhas com poucos espinhos, que se localizam apenas na
base e no ápice. No Brasil, a variedade mais plantada é a Pérola (conhecida no exterior como do grupo Pernambuco), que
produz fruto de polpa amarelo-pálida, quase branca, de sabor bastante doce e de baixa acidez; as folhas têm as margens
armadas de espinhos.[11]

O abacaxi é considerado o símbolo da hospitalidade. Para os povos antigos, colocar um abacaxi do lado de fora das casas é
sinal de que visitantes são bem vindos.

A cultura racional do abacaxizeiro, apesar de muito rentável, exige bastante


técnica e trato. Sua propagação é feita por mudas e são exploradas uma ou duas
safras. Muito útil é o fato de que a época de produção dos frutos pode ser
controlada artificialmente, mediante emprego de substâncias químicas, tais como
o carbureto de cálcio e o etephon. Culturas altamente tecnificadas podem dar, em
cada safra, de sessenta a oitenta toneladas de fruto por hectare. Na verdade,
porém, a produção de um abacaxizeiro depende de diversos fatores: clima e solo;
época de plantio e de colheita; idade da plantação; variedade; tipo e tamanho da
muda plantada; espaçamento de plantio; tratos culturais; adubação; estado
Cultura do abacaxi.
fitossanitário.[11]

Modernamente, o plantio é feito pelo sistema de linhas duplas e na base de 45 a 60 mil plantas por hectare. Nos países de
abacaxicultura avançada, usam-se máquinas que, simultaneamente, são capazes de incorporar pesticidas e fertilizantes ao
solo e, sobre ele, distribuir faixas de tecido negro de polietileno, em cima das quais é feito o plantio das mudas; além disso,
são empregados pulverizadores capacitados para distribuir, ao mesmo tempo, pesticidas e fertilizantes sobre diversas linhas
de plantação, assim como máquinas que possibilitam a colheita de até 12 toneladas de abacaxi por hora.

Moléstias e pragas
No Brasil, as principais pragas do abacaxi são a broca-do-fruto (Thecla basilides), a cochonilha (Dysmicoccus brevipes) e a
broca-do-talo (Strymon megarus), esta de ocorrência no Norte-Nordeste.[15]

Quanto a doenças, a mais grave e de de ocorrência generalizada é a fusariose ou gomose, causada pelo fungo Fusarium
subglutinans" f. sp. "ananas e que pode provocar grandes prejuízos. Entre outras doenças importantes citam-se a murcha,
causado pelo vírus PMWaV (Pineapple Mealybug Wilt-associated Virus) e a podridão-do-olho, causado pelo fungo
Phytophthora nicotianae var. parasitica.[15]
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No cenário mundial, algumas espécies de nematoides figuram como pragas de importância.[16]

Consumo
O abacaxi pode ser consumido in natura ou industrializado, sob a
Abacaxi (ao natural)
forma de fatias ou pedaços em calda, pedaços cristalizados, passa,
Valor nutricional por 100 g (3,53 oz)
picles, suco, xarope, geleia, licor, bebida fermentada[17], vinagre e
aguardente. Todavia, os principais produtos são as fatias ou pedaços
Energia 202 kJ (50 kcal)
em calda e o suco. Com o suco do abacaxi, podem ser preparados Carboidratos
refrescos, sorvetes, cremes, balas e bolos. Como subprodutos da Carboidratos totais 12,63 g
industrialização do abacaxi, obtêm-se álcool, ácido cítrico (citrato), • Açúcares 9,26 g
ácido málico, ácido ascórbico (vitamina C), bromelina (enzima
• Fibra dietética 1,4 g
proteolítica que entra na composição de diversos medicamentos) e
rações para animais; do restante da planta, são aproveitados, Gorduras
industrialmente, as fibras e o amido. O suco do abacaxi contém cerca Gorduras totais 0,12 g
de 12 por cento de açúcar e 1 por cento de ácidos orgânicos
Proteínas
(principalmente ácido cítrico); é considerado boa fonte de vitaminas A
e B1, bem como razoável fonte de vitamina C[7]. Proteínas totais 0,54 g

Vitaminas
Produção Tiamina (vit. B1) 0.079 mg (7%)

Os principais países produtores de abacaxi, segundo a Organização Riboflavina (vit. B2) 0.031 mg (3%)
das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (2008), são o Niacina (vit. B3) 0.489 mg (3%)
Brasil, a Tailândia, as Filipinas, a Costa Rica, a República Popular da Ácido pantotênico (B5) 0.205 mg (4%)
China, a Índia e a Indonésia.[18] Por sua vez, a sua industrialização é
Vitamina B6 0.110 mg (8%)
feita, principalmente, no Havaí; mas Formosa, Malásia, África do Sul,
Ácido fólico (vit. B9) 15 µg (4%)
Austrália e Costa do Marfim também se sobressaem. Os Estados
Unidos, a Alemanha, o Japão, o Reino Unido, o Canadá e a França são Vitamina C 36.2 mg (44%)
grandes consumidores do fruto industrializado. Minerais

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2009), os Cálcio 13 mg (1%)


principais Estados brasileiros produtores de abacaxi são a Paraíba, Ferro 0.28 mg (2%)
com 263 000 mil frutos; Minas Gerais, com 255 756 mil frutos; o Magnésio 12 mg (3%)
Pará, com 241 098 mil frutos; a Bahia, com 121 127 mil frutos; e o Rio
Manganês 0.9 mg (43%)
Grande do Norte, com 120 337 mil frutos.[19]
Fósforo 8 mg (1%)
O nível tecnológico empregado nos plantios brasileiros de abacaxi é Potássio 115 mg (2%)
bastante heterogêneo, com áreas que empregam toda a tecnologia Zinco 0.10 mg (1%)
disponível (análise de solo, correção da acidez, adubação no plantio e
Percentuais são relativos ao nível de ingestão diária
de cobertura, tratamento de indução floral, pulverizações contra recomendada para adultos.
pragas e doenças), enquanto em outras regiões as práticas ainda são Fonte: USDA Nutrient Database (http://www.nal.usda.gov/fnic/f
oodcomp/search/)
bastante rudimentares, com baixa produtividade. Outro fato típico de
abacaxicultura brasileira é o deslocamento constante das áreas de
produção, devido ao aparecimento de problemas fitossanitários. A grande maioria dos abacaxis produzidos no Brasil é
destinada ao consumo interno, como fruta fresca. São Paulo e os estados do Sul absorvem grande parte das produções de
abacaxi da Paraíba, Minas Gerais e Tocantins.

Outras espécies
Próximo do gênero Ananas, há Pseudananas, que contém uma única espécie, P. sagenarius, vulgarmente designado por
"gravatá-de-rede" ou "pseudo-ananás", cujos frutos não possuem coroa. São peculiares do gênero Pseudananas a presença
de estolhos ligados à base da planta e a ausência de mudas ligadas diretamente ao talo da planta ou ao pedúnculo do fruto.

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Outras características, não exclusivas desse gênero, são os espinhos bastante


agressivos da porção inferior da folha, voltados para baixo, e os dois apêndices na
face superior das pétalas, com forma de prega, os quais, no gênero Ananas, têm
forma de funil.

As espécies selvagens de abacaxis e suas variedades principais são: Ananas


ananassoides, var. nanus (ananaí-da-amazônia) e var. typicus (ananás-do-
campo); A. bracteatus, var. albus (ananás-branco-do-mato), var. rudis (ananás-
vermelho-do-mato), e var. tricolor; A. fritzmuelleri e A. lucidus (curauá-da-
amazônia). Todos têm as margens das folhas armadas de espinhos, exceto a
última, nas quais, praticamente, só existe um acúleo terminal.[20]

O ananás-do-campo constitui padrão de terra seca e pobre; suas folhas produzem


fibras tão boas como as do caroá; o fruto apresenta uns 10 centímetros de
comprimento e considerável número de sementes. As fibras das folhas do curauá
também são de excelente qualidade; o fruto tem apenas uns 6 centímetros de
comprimento; é planta que se adapta muito bem ao clima úmido. O fruto do
ananaí-da-amazônia atinge apenas 3 a 4 centímetros. A. fritzmuelleri tem por
ambiente natural o litoral sul do Brasil e produz fruto de uns 20 centímetros de Fruto do abacaxi (exterior e corte).
comprimento, enquanto a do ananás-do-mato é ligeiramente maior.

O ananás-de-agulha, ananás-de-cerca e ananás-de-raposa são outras variedades


também encontradas no Brasil.[21]

Outros tipos de abacaxis

Havaí
Jupí[22]
Pérola

Ananas nanus (ananaí-da-


Referências amazônia).

1. «Ananas - Bromelia» (http://bromelia.info/en/portfolio_page/ananas-gb/).


Bromelia (em inglês)
2. [1] (http://www.qualidadedesdeaorigem.com.br/e-tempo-de/abacaxi/)
3. https://www.ridiculum.pro/laranja-para-o-beb-fcil-citrus.html
4. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2ª edição. Rio de
Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 2.
5. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do
Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 326.
6. Ananás dos Açores (http://www.proveportugal.pt/produto/ananas-dos-acores)
- Prove Portugal. Acedido em 23 de abril de 2012
7. Origem do Abacaxi (http://www.agricolaepecuaria.com.br/2009/10/origem-do-
abacaxi-e-epoca-de-cultivo.html)
8. «Fruit of The Islands». Pittsburg Magazine
9. Colligham, Lizzie. "Curry: a Tale of Cooks and Conquerors". [S.l.: s.n.]
10. Beauman, Fancesca. The Pineapple: King of Fruits. [S.l.: s.n.]
11. Cultura do Abacaxizeiro (http://www.fruticultura.iciag.ufu.br/abacaxi-2.html)
12. Abacaxi - UFRGS (http://www.ufrgs.br/alimentus/feira/mpfruta/abacaxi/abaca
xi.htm)
13. Produção de Mudas de Abacaxi (http://www.fruticultura.iciag.ufu.br/repcultiva
r3.htm)
14. Orientações Básicas para o Cultivo do Abacaxizeiro (http://www.cnpmf.embra
pa.br/publicacoes/comunicados/comunicado_110.pdf)
15. Abacaxi - Embrapa Mandioca e Fruticultura (http://www.cnpmf.embrapa.br/in
dex.php?p=pesquisa-culturas_pesquisadas-abacaxi.php&menu=2)
16. Nematóides do Abacaxi (http://www.todafruta.com.br/portal/icNoticiaAberta.a
sp?idNoticia=1054)

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17. ALCÂNTARA, A. S. Vinho de abacaxi. Disponível em


http://agencia.fapesp.br/10574. Acesso em 16 de janeiro de 2013.
18. Produção Mundial (http://www.cnpmf.embrapa.br/planilhas/Abacaxi_Mundo_
2008.pdf)
19. Produção Brasileira de Abacaxi - 2009 (http://www.cnpmf.embrapa.br/planilh
as/Abacaxi_Brasil_2009.pdf)
20. Cultura do Abacaxizeiro - Introdução (http://www.fruticultura.iciag.ufu.br/repcu
ltivar1.htm)
21. [2] (http://www.hortibrasil.org.br/jnw/images/stories/servicodealimentacao/hort
iescolha/fichadosprodutos/abacaxi_fichadoproduto.pdf)
22. [3] (http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/abacaxi/abacaxi-6.php)

Ligações externas
Página da Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical (http://www.cnpmf.embrapa.br)
Página do Núcleo de Estudo em Fruticultura no Cerrado - UFU (http://www.fruticultura.iciag.ufu.br/abacaxi.html)
Toda Fruta (http://www.todafruta.com.br)
Brazilian Fruit (http://www.brazilianfruit.org)
IAC-SP (http://www.iac.sp.gov.br)
Fruit Life (http://www.fruitlife.de) (em alemão)
Levins (http://www.levins.com/pineapple.html) (em inglês) ]

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