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Formadora: Susana Silva

susanaisabelsilva@gmail.com
 Enunciar osprincípios relativos á gestão eficaz do
tempo, tendo em vista a planificação das atividades;

 Identificar eselecionar formas de registo: observação

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e planificação da ação.
 Registo e planificação de atividades
 Importância do registo
 Grelhas de observação e registo
 Do registo á planificação
 Utilização eficaz do tempo
 Formas de planeamento de atividades
 Listagem detalhada de atividades de rotina

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 Previsão do tempo necessário por tarefa
 Horário diário/semanal
 Tomada de decisões
 Comunicação
 Tempo dos outros
 Observação e planificação da ação
 Desenvolvimento de catividades com crianças
 Entrada e acolhimento das crianças e familiares
 Atividades pedagógicas na sala e no exterior
 A observação

• Observar / Problematizar é importante para avaliar e intervir;

• É necessário adequar o tipo de observação ao tipo de crianças;

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• Os acompanhantes de crianças têm que ter competências para

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a organização da informação.

• Através do desenvolvimento da criança, percebe o


desenvolvimento cognitivo.

• A competência é importante para a acção adequada


 É importante dominar e conhecer as formas de
registo e os instrumentos.

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 É importante para repensar e orientar a acção
educativa
Problemas que podem surgir na
observação
 Efeito de Halo – tendência para ser influenciado

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por um traço particular ou por uma impressão

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geral acerca de uma pessoa.

 Ex: quando uma pessoa é simpática tudo nela é bom,


ou vice-versa)
 Efeito Pigmaleão (Rosental) – traduz a influencia que as
expectativas do professor exercem sobre o
desenvolvimento do aluno

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 Efeito de Hawthone – traduz os resultados positivos ou

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negativos que não são devidos aos factores experimentais
mas sim ao efeito psicológico que a consciência de
participar numa investigação e de ser objecto de uma
atenção especial exerce sobre o individuo.
 Formas e Meios de Observação e Registo

 Direta - impõe a presença do observador na


situação a observar

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 Indireta - não é necessário estar presente o
observador (ex: desenhos, questionários,
entrevistas)
 Observação direta:

 Experimental (Qualitativa)
 O observador leva a ideia do que quer observar e regista

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os acontecimentos como acontecem e não tem a

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preocupação de quantificá-los
 Clínica

 Naturalista

 Incidentes críticos
• Clínica - conseguida na base do diálogo, não se resume a um
trabalho pontual, é um trabalho prolongado. Pode-se
relacionar e analisar os meninos que constituem uma classe ou
uma escola (ex.: psicólogos)

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• Naturalista – existe uma preparação em contextualizar a
situação; os dados recolhidos são de natureza descritiva e as
sequências dos acontecimentos são registados o mais
fielmente possível. O meio de registo é uma folha em branco e
uma caneta. Observa-se o objecto no seu “habitat” natural.
 Ocasional ou técnica de incidentes críticos

 esta técnica de observação ocasional é realizada geralmente por um


observador que não está envolvido directamente nos acontecimentos.

 Os comportamentos a registar serão escolhidos por se considerarem

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características de determinado aluno ou pelo contrário de serem pouco

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habituais nele.

 Os registos devem ser descrições detalhadas e precisas do


comportamento e da situação que originou. São observações realizadas
de forma expontanea. O observador regista a observação que não está
prevista, algo que acontece sem ele prever, uma situação que acontece
sem ele esperar que ocorra e depois o observador regista.
 Sistemática (Quantitativa)
 o observador preocupa-se principalmente com o
comportamento observável e quantificável. Existência de

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um objectivo que permita utilizar um objecto de

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quantificação – grelha. Interessa mais contabilizar, é mais
objectiva.
Como confiar na observação:
 Saber o quê e como observar;
 Definir a configuração espaco-temporal e a duração
da observação;

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 Fazer registos organizados;
 Saber fazer registos descritivos;
 Ter em conta a diversidade das situações;
 Ter cuidado relativamente ao tempo escolhido para
fazer as anotações imediatas.
 Planificação a longo prazo

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 Planificação a médio prazo

 Planificação a curto prazo


 Planificação a longo prazo

 Este tipo de planificação faz-se no começo do ano e tem como


principal objectivo seleccionar e distribuir os conteúdos, tendo
em vista o melhor para a escola e baseando-se nas orientações

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curriculares. As opções que se fazem a este nível vão sofrer
ajustamentos ao longo do ano, e para cada grupo em
particular, após se conhecer as crianças. Pois, é a partir da
avaliação que o educador ou técnico faz das necessidades de
cada grupo, que pode intervir directamente sobre elas.
 Planificações a médio prazo
 Designa-se por planificação a médio prazo os planos de um
período de aulas. Para planificar uma unidade é necessário
interligar objetivos, conteúdos e atividades. Desta forma vai-se

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traçar o percurso para uma série de aulas e, vai refletir a
compreensão que o educador ou técnico tem tanto ao
conteúdo como ao processo de ensino. É também necessário
equacionar os materiais necessários de forma mais concreta, a
motivação das crianças, os instrumentos de avaliação, entre
outros.
 Planificações a curto prazo/ planos de atividades
 Estes planos são aqueles a que o educador e técnico
disponibiliza mais atenção. É também aqui que melhor se
percebe a forma como o educador e técnico encara a dinâmica

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do ensino/aprendizagem. Normalmente, estes planos
esquematizam o conteúdo a ser ensinado, as técnicas
motivacionais a serem exploradas, os passos e atividades
específicas preconizadas para as crianças, os materiais
necessários e os processos de avaliação.
 Observar (para poder planear, observar as rotinas, as crianças –
os seus interesses, capacidades das crianças (registo e avaliação
diagnostica – saber em que ponto de partida está a criança)

 Planear (ter em conta as observações realizadas, definir os

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objectivos (aquilo que quero que a criança desenvolva) a partir
daí ter estratégias/actividades – depois os materiais e por último
o espaço e o tempo). Ter em conta as necessidades de cada
criança, fazendo uma pedagogia diferenciada.

 Agir (colocar na prática o que foi planeado, tendo em conta a


flexibilidade e o improviso).
 Avaliar (verificar se as crianças adquiriram determinadas
competências. No fim ter acesso a esta informação será mais fácil
planear, não fazendo diferenciação no desenvolvimento de
idades – deve existir heterogeneidade). É um suporte do

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planeamento.

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 Comunicar (a educadora com os pais, com parceiros educativos,
com auxiliares para troca de informações sobre o grupo de
crianças).

 Articular (continuidade educativa: os temas não devem ser vistos


isoladamente. Os temas devem-se relacionar uns com os outros).
 A partir daqui a actividade pensada pelo educador será posta em
acção. É fundamental que o educador já tenha traçado os
objectivos, técnicas/meios/actividades.

 É durante a actividade que o educador observa a evolução e o

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desenvolvimento da criança, no qual recorre a registos.

 No decorrer da actividade poderemos fazer reajustamentos e


adaptações. No final avalia-se para poder voltar a planificar. O
educador deve ter sempre em atenção à dimensão da sala, às
condições ambientais…
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 Ideias sobre o Tempo
• Guardarmos algum tempo por dia para rever a forma
como gerimos o tempo
Debruçarmo-nos sobre um assunto difícil e resolvê-lo

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imediatamente
• Pensarmos no nosso dia quando vamos para o
trabalho
• Delegarmos sempre as tarefas que não tenham para
nós uma relação tempo-eficiência
 Fatores que ajudam a desperdiçar o tempo:
 Limites pouco claros de autoridade e de responsabilidade

 Desorganização do local de trabalho

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 Informações insuficientes ou atrasadas

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 Falta de formação dos próprios colaboradores

 Reuniões desnecessárias ou mal conduzidas

 Ausência de planeamento, objetivos e prioridades


 Técnicas de Gestão do Tempo
 Planeamento - É um processo complexo. Constitui a
chave para aliviar o stress provocado pela escassez de
tempo. Planear é a maneira de se estruturar o futuro.
O planeamento é tipicamente de curto prazo ou de
longo prazo.

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 Instrumentos de auxilio no planeamento a longo prazo
 Project Educativo
 Plano Anual de Atividades
 Projeto Curricular de Sala
 Instrumentos de auxilio no planeamento a curto prazo Os
planos a curto prazo desenvolvem-se e calendarizam-se melhor
numa base semanal ou diária.
 Planos semanais
 Planos diários
 O jardim de infância é considerado como um
estabelecimento de educação que presta serviços
orientados para o desenvolvimento e a aprendizagem
da criança proporcionando-lhe catividades educativas
e catividades complementares de apoio à família.

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 Sabemos assim que é no decurso dos primeiros anos
de vida que se elaboram as estruturas fundamentais
da personalidade (afetividade, inteligência,
competências comunicativas e sociais).
 Uma Intervenção Educativa com qualidade
implica:

 Organizar o contexto educativo (espaço, materiais,


tempo, clima, grupo) onde o jardim de infância

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funciona, de forma motivadora e adequada à idade e
ao desenvolvimento das crianças para proporcionar-
lhes experiências variadas e com sentido.
 Acolher as crianças estabelecendo com elas relações
afetuosas, construindo um clima de interações
positivas baseado na confiança empatia e no respeito
mútuo.
 Adequar as atividades e as experiências ao nível do
desenvolvimento e às necessidades das crianças.
 Utilizar metodologias globalizantes centradas na criança
(nas suas possibilidades e interesses), dando liberdade e o
tempo para a criança experimentar, comparar, combinar os
materiais, entrar em relação com os outros e descobrir o

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meio que a cerca numa educação orientada para a
autonomia e para a cidadania responsável
 Deixar a criança aprender através da sua própria ação. A
aprendizagem ativa estimula a imaginação e incentiva a
criança a ter uma boa imagem de si própria. Nesta prática
pedagógica a criança é tomada como o centro da
aprendizagem, participando, colaborando e manifestando
os seus interesses, exercitando a sua iniciativa e autonomia.
 Favorecer o prazer que as crianças têm pela
descoberta e pela pesquisa, através da qual realizam
um conjunto de catividades viradas para a ação.
Durante este processo vão adquirir competências,
atitudes e saberes.

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 Promover e apoiar catividades lúdicas e de descoberta,
de acordo com as áreas de conteúdo numa perspetival
integrada.

 Valorizar os conhecimentos que as crianças já trazem e


criar um ambiente estimulante e seguro, para elas
construírem aprendizagens significativas.
 O trabalho em jardim de infância implica o
desempenho de tarefas específicas:

 Observar as crianças a fim de obter informações que lhes


permitam conhecer a diversidade das suas experiências e
vivências no contexto familiar e no meio onde as crianças
vivem, bem como dos níveis de desenvolvimento

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psicomotor, social, afetivo cognitivo e linguístico muito
diferentes. A observação da criança e do grupo leva ao
conhecimento das suas capacidades, interesses e
dificuldades, constituindo a base do planeamento e da
avaliação.

 Detetar dificuldades (sensoriais, motoras ou outras) por


forma a encaminhar o seu tratamento precoce e zelar pela
saúde e higiene das crianças.
 Planear, avaliar e reajustar a sua intervenção junto das
crianças, os espaços, os materiais e o tempo, com base
nas observações dos seus interesses e necessidades,
para poder proporcionar catividades com sentido e,
integrada nos domínios curriculares, bem como as
propostas implícitas das crianças.

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 Avaliar, registar e comunicar os progressos realizados
por cada criança, bem como a natureza e a eficácia da
sua própria ação pedagógica em função dos objetivos
da educação pré escolar.
 Envolver as famílias e a comunidade
consciencializando-as para a participação e
envolvimento ativo no trabalho desenvolvido no
jardim de infância e ainda solicitar o apoio aos
parceiros, nacionais e internacionais, que trabalham
em benefício da criança.

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 Facilitar a transição das crianças para a escola,
colaborando com os professores do 1º ano de
escolaridade no sentido de uma efetiva articulação
entre os dois níveis educativos.
 O processo de aprendizagem constrói-se no tempo. As
crianças necessitam de tempo para:

 a ação;
 a relação;
 se descobrirem a si próprios e aos outros;

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 se situarem no mundo e organizarem a realidade.

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 No entanto, é conveniente lembrar que cada criança
tem o seu ritmo próprio de auto – estruturação
emocional, cognitiva e social. O respeito pelo ritmo de
cada criança e pela sua vivência do tempo é o melhor
caminho para que ela se perceba única, diferente,
reconhecida, valorizada e aceite.
 A organização temporal deve contemplar momentos para
satisfazer as necessidades das crianças, na construção
gradual de uma rotina diária coerente, que lhes dê a
oportunidade de:
 comunicar
 conversar entre si
 planear

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 pôr em prática os seus planos
 participar nas catividades de grupo
 rever o que fez
 brincar no recreio
 comer
 descansar.
 Os ritmos das catividades das crianças são marcados pelas
suas rotinas quotidianas mais significativas.
 São essas rotinas que lhes proporcionarão segurança e
lhes permitirão diferenciar de forma progressiva os
diferentes momentos do dia, chegando a prever e a
antecipar o momento seguinte da sua ação.

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 Para a criança interiorizar essas sequências temporais
é necessário frequentar regularmente o jardim de
infância.

 Na organização e planificação da rotina deve-se ter em


conta que todos os momentos são educativos.
 As rotinas diárias são planeadas de forma a:

 Apoiar as iniciativas das crianças: dar tempo e espaço para


expressarem o que pretendem fazer, para realizarem as suas
ações. Isso torna-as mais autónomas e consequentemente
menos dependentes da presença e da orientação constante e,
por vezes opressiva, do adulto.

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 Proporcionar uma organização de catividades lúdicas e
educativas diárias: os acontecimentos diários não acontecem
desordenadamente.

 Criação de um entendimento entre as crianças e os adultos


sobre o que se pretende fazer diariamente, qual a sequência
temporal em que as catividades se devem realizar e com quem
se prevê executá-las. Através desta prática desenvolve-se a
noção de grupo.
 Promover a flexibilidade na realização das catividades:
em princípio os acontecimentos diários desenvolvem-
se em momentos previamente planeados, mas esses
momentos não devem ser de forma alguma rígidos,

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uma vez que se torna bastante difícil prever com

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exatidão aquilo que as crianças vão fazer. Assim, há
que dar espaço para que as crianças expandam as suas
iniciativas sempre que mostrarem interesse em o fazer,
bem como para situações e descobertas imprevistas;
 Alternar as atividades que requerem maior esforço, físico ou
mental, com outras menos cansativas e variar as situações e o
material ao dispor das crianças, de acordo com o interesse que
suscitam.
 Prever e dinamizar os momentos de transição (mudança de um
espaço/atividade para outro) e ter também estratégias para

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anunciar o início e o fim das catividades (gestos, símbolos).

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 Combinar com as crianças sobre o que vão fazer ao longo do
período do dia.
 Dar segurança às crianças mantendo a mesma organização e
sequência dos períodos de tempo; qualquer mudança deverá
ter uma explicação. Todos os períodos têm igual importância,
quer sejam de catividades, de descanso, de recreio, de comer,
de ir à casa de banho, etc. Por isso, todos devem ser previstos
e planeados
 Alguns momentos a considerar:

 momento do acolhimento e do planeamento: acontece à


chegada das crianças ao jardim de infância e pode ocorrer
no período da manhã ou no período da tarde, conforme os
períodos de frequência dos grupos. Este momento é
importante e deve ser cumprido, pois é uma oportunidade

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ideal para motivar e preparar a criança para as catividades

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do dia: os jogos ao ar livre, as catividades de grupo, etc.;

 momento de atividade em pequeno grupo para as crianças


poderem realizar atividades nas diferentes áreas
organizadas na sala pintar; desenhar; fazer jogos e
construções; brincar na casinha das bonecas, etc.; trabalhar
em pequenos projetos de iniciativa das crianças ou
propostos pelo adulto;
 momento em grande grupo (pode surgir mais do
que uma vez na rotina diária): é o momento em que
crianças e adultos se juntam para realizarem em
comum atividades diversas: cantar, jogar, conversar,
ler ou contar histórias, realizar catividades de

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música, fazer jogos orientados e sessões de

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movimento, para avaliarem o seu trabalho e as suas
produções, etc. Participar no grande grupo dá às
crianças e aos adultos a oportunidade de
trabalharem juntas, de construírem, partilharem e
avaliarem experiências. Isto tudo leva as crianças a
construir a noção de comunidade;
 momento de recreio: é o momento do dia destinado
às brincadeiras realizadas em espaços exteriores onde
as crianças se sentem livres, à vontade para se
movimentarem, falarem e fazerem explorações. É
neste momento que têm lugar as brincadeiras que

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requerem força física, como as correrias e os jogos que

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elas próprias inventam com as suas próprias regras e
que normalmente são realizadas em conjunto.
 momento do lanche/refeição leve: é o período de
interrupção das catividades para uma refeição leve, já
que, normalmente, as nossas crianças só permanecem
no jardim de infância apenas durante o dia – período
da manhã e da tarde;
 Torna-se pertinente fazer aqui referência aos
conteúdos da área do Desenvolvimento Pessoal e
Social, apresentados pelas Orientações
Curriculares, pois terão que estar presentes na
construção de um ambiente saudável que visa
levar a criança a sentir-se segura, valorizada,

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confiante e autónoma.

 Para estas idades a afetividade é fundamental


bem como a existência de regras claras e eficazes,
para que a criança se sinta segura e autónoma e
aprenda normas de convivência social.
 momento de atividades relaxantes: é o período para
relaxar e praticar catividades lúdicas individuais e mais
calmas. É também um tempo de aprendizagem e de
descoberta.

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Éimportante incluir na rotina diária momentos

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para a criança:

 Planear - ter ideias e expressar o que quer fazer;


 Fazer - experimentar a sua ideia;
 Rever - pensar sobre o que fez; partilhar;
 Para a organização do grupo de crianças não existem regras fixas.
Estas dependem do contexto e das condições oferecidas pelo
jardim de infância.
 A Lei de Bases define a idade de frequência das crianças dos 3
aos 6 anos. Pode-se organizar o grupo com crianças da mesma
idade (grupos de três anos, quatro anos e de cinco anos) e

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também organizar o grupo com crianças de idades diferentes

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(três, quatro, e cinco anos juntas).
 É de se ter em conta que as crianças embora tendo a mesma
idade não têm o mesmo ritmo de desenvolvimento, as mesmas
necessidades e aptidões.
 A convivência de crianças de várias faixas etárias, significa uma
vivência num grupo social mais alargado, o que irá promover o
confronto entre saberes e experiências diversas, facilitando o
desenvolvimento e a aprendizagem.
 O adulto deverá criar condições para a realização de catividades
entre pares, grandes grupos e pequenos grupos a fim de permitir
esse confronto.
 As catividades em pequenos grupos (de 5 a 10 crianças)
destinam-se ao trabalho das áreas organizadas nas salas, à
brincadeira espontânea, ou à elaboração de pequenos projetos
com o apoio específico do adulto

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 As catividades em grande grupo são constituídas por propostas

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dos (as) educadores (as), isto é, catividades dirigidas, tais como:
histórias, poesias, lengalengas, música, jogos de regras e sessões
de movimento.
 O acolhimento, o planeamento e a avaliação (rever o que se fez e
mostrar aos outros) também são habitualmente realizados em
grande grupo todavia, é preciso ter em atenção o facto de que as
crianças pequenas têm necessidade de tratamento mais
individualizado não sendo por isso aconselhável criar grupos
muito grandes.
 A criação de um clima de relação positivas no
grupo de crianças terá que ser baseada na
confiança, no respeito e na cooperação.
 Para o seu funcionamento é indispensável que as
regras sejam construídas com as crianças e que

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respondam a uma necessidade.
 Deste modo elas poderão entendê-las, ao mesmo
tempo que se vão apropriando da sua razão de ser
para o bem- estar pessoal e social, adquirindo
competências de cidadania
 Segundo as Orientações Curriculares, a
catividades desenvolvidas nos jardins de infância,
estão inseridas em três grandes áreas de
conteúdo: Desenvolvimento Pessoal e Social;
Expressão e Comunicação; Conhecimento do
Mundo, como foi referido.

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 Na concretização das catividades deveremos ter
em conta que elas devem ser planeadas,
organizadas e realizadas de forma a pôr em
prática os diferentes objetivos da Educação de
Infância.
 Devem ser abordadas segundo uma metodologia que
corresponda aos princípios:

 Abordagem globalizante, lúdica, significativa e centrada na


experiência ativa da criança.

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 No tocante ao planeamento das catividades, deve ser
cumprido o princípio de adequação ao desenvolvimento das
crianças, respeitando as suas necessidades e interesses.

 Neste planeamento também deve ser levado em conta


o contexto familiar e social, tendo em atenção as
mudanças do tempo, as festas e tradições locais, os
aniversários das crianças, etc.
 Podem ser atividades de  Podem ser atividades de
grande grupo: pequenos grupos ou
 Jogos de roda, individuais:
 Jogos tradicionais,  Puzzles
 Ver filmes  Construções

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 Ouvir histórias  Expressão plástica

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 Psicomotricidade  Representação dramática
 Relaxamento  Jogos de matemática e
lógica
 Atividades musicais e dança
Aspetos a ter em consideração:
Ter em conta a faixa etária dos grupos
O tempo para cada atividade
O número de adultos para acompanhar
A receção e entrega das crianças