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Avaliação de Tromboembolismo

Pulmonar - TEP
Prof. Claudio Souza
Tromboembolismo Pulmonar - TEP
O termo, tromboembolismo pulmonar (TEP), refere-se ao transporte de coágulos sanguíneos,
trombos, desenvolvidos em algum local da circulação venosa sistêmica, com posterior
impactação dentro de um ou mais ramos da artéria pulmonar. É importante compreender o TEP
não como uma desordem isolada, mas, sim, como uma complicação da trombose venosa
profunda (TVP).
Trombose venosa profunda
Trombose venosa profunda é uma doença potencialmente grave causada pela formação de
coágulos (trombos) no interior das veias profundas. Na maior parte das vezes, o trombo se forma
na panturrilha, ou batata da perna, mas pode também instalar-se nas coxas e, ocasionalmente, nos
membros superiores.
Causas
Estase venosa Lesão do vaso Hipercoagulabilidade
situações em que há o vaso sanguíneo normal possui situações em que o sangue
diminuição da velocidade da paredes internas lisas por onde o fica mais suscetível à
circulação do sangue, por sangue passa sem coagular (como formação de coágulos
exemplo: pessoas acamadas, uma mangueira por onde flui a espontâneos, como por
cirurgias prolongadas, água). Lesões, rupturas na parede exemplo, tumores, gravidez,
posição sentada por muito interna do vaso propiciam a uso de anticoncepcionais,
tempo (viagens longas em formação de trombos, como por diabete, doenças do sangue.
espaços reduzidos - avião, exemplo em traumas, infecções,
ônibus). medicações endovenosas.
Tratamentos
Heparina (E.V)
Na fase inicial o uso da heparina é essencial. A heparina inibe de imediato o
crescimento do trombo, apressando a resolução do trombo, reduzindo o tamanho do
êmbolo, no entanto um paciente heparinizado permanece com risco de embolia até que
o trombo tenha se dissolvido ou se organizado.
Varfarina (V.O)
Um anticoagulante oral deve ser iniciado no quinto ou sétimo dia de heparina, desde
que o paciente não tenha desenvolvido nenhum sinal de sangramento excessivo.
Tratamentos
Filtros de veia cava inferior
A colocação de dispositivos na cava inferior, como o filtro de Greenfield, está indicado nos
pacientes com TVP, nos quais a anticoagulação está contra-indicada ou, ainda naqueles com
baixa probabilidade de sobrevida a fenômenos de TEP recorrente.
Protocolo para aparelho Multidetector
Posicionamento
Orientação do paciente
A orientação do paciente em relação ao gantry pode ser em head first (cabeças primeiro), ou feet first (pés
primeiro), tudo vai depender de como foi montado o protocolo e as condições do cliente isso em casos de
politraumatizados, porém usualmente se utiliza em feet first, com MMSS abduzidos acima da cabeça.

Referência anatômica
Tanto com o paciente em head first ou feet first utilizamos SN como ponto de referência e a linha
lateral no meio da estrutura.
Técnica
Técnica
Scout anterior 0º em inspiração
profunda
Inicio dos cortes: Cúpulas diafragmáticas.
Término: Arco da aorta
Espessura de corte: 2 a 3 mm
Incremento: 2 a 3 mm
F.O.V: 30 cm
Kv: 140
Ma: 250
Fluxo do contraste: 3,5 a 4ml/s. Jelco 18, em
MSD
MPR: Coronal e coronal com MIP
Nº de cortes: +- 80 imagens
Algoritmos: Standard
Monitoramento
Imagens
Imagens
Cortes axiais de pacientes distintos demonstra claramente a diferença entre uma imagem com tronco e
artérias pulmonares integras, e uma com a presença de tromboembolia.
Imagens
OBRIGADO!!!

“Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No


sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.”
Confúcio