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Exercícios matriz

ALUNO(A): No: TURMA:

MATRIZES E DETERMINANTES - GABARITO

1) Dadas as matrizes A e B, determine a matriz X de 2a ordem que é solução da equação matricial A.X + B = 0, onde
0 representa a matriz nula de ordem 2.

Solução.
a b 1 2 a b 4 3 0 0
Seja X     A.X + B = 0        
c d 3 4 c d 2 1 0 0
 a  2c b  2d  4 3 0 0
   
3a  4c 3b  4d 2 1 0 0

 a  2c  4 b  2d  3  0 0
    . Então:
3a  4c  2 3b  4d  1 0 0

 2b  4d  6 0 b  2d  3  0

 b  2d  3  0    2  3b  4d  1 0 5  2d  3  0
  
3b  4d  1  0 b5 0 2d  8
 2a  4c  8  0 a  2c  4  0
b 5 d  4 
 a  2c  4  0    2  3a  4c  2  0 6  2c  4  0
  
3 a  4c  2  0 a6  0 2c  10
 6 5
. Logo, a matriz X é 
 5
.
 4 a  6 c  5

2) Seja A = [aij] a matriz 2 x 2 real definida por aij = 1 se i ≤ j e aij = -1 se i > j. Calcule A2.

Solução.
a11  1, pois 1  1
a12  1, pois 1  2  1 1  1 1  1 1  1  1 1  1   0 2  0 2
A   A2  A  A           A2   
a 21  1, pois 2  1  1 1  1 1  1 1  1  1  1  1  2 0  2 0
a 22  1, pois 2  2

3) Os números reais x, y e z que satisfazem a equação matricial mostrada a seguir, são tais que sua soma é igual a:

1
a) - 3 b) - 2 c) - 1 d) 2 e) 3

Solução. Letra e.

x  1 y  2  1  1  3 0  x  1  1   y  2  0  x  1    1   y  2  1  3 0
       
 z x  y  z  0 1  2 5  z  1   x  y  z  0 z    1   x  y  z   1   2 5

 x  1  x  1  y  2   3 0  x  1  x  y  3  3 0
      
 z  z  x  y  z   2 5  z x  y   2 5

 x 1 3  x4  x  y  3 x  y  5
  
 z   2  z   2  xy5 x 1 5
    
 x  y  3  0  x  y  3 2y  2 x4
 x  y  5  x  y  5 y 1
Portanto, x = 4, y = 1 e z =  2. Então, x + y +z = 4 + 1  2 = 3.

4) Sejam A e B matrizes quadradas de ordem 2. Se I e 0 são, respectivamente, as matrizes identidade e nula, de


ordem 2, é verdade que:
a) A + B ≠ B + A
b) (A. B).C = A.(B.C)
c) A.B = 0  A = 0 ou B = 0
d) A.B = B.A
e) A.I = I

Solução. Letra b.

Veja as propriedades das operações com matrizes no livro texto de matemática.

5) (UFF-2006) Por recomendação médica, João está cumprindo uma dieta rigorosa com duas refeições diárias.
Estas refeições são compostas por dois tipos de alimentos, os quais contêm vitaminas dos tipos A e B nas
quantidades fornecidas na seguinte tabela (fig. 1).
De acordo com sua dieta, João deve ingerir em cada refeição 13.000 unidades de vitamina A e 13.500 unidades
de vitamina B.
Considere nesta dieta:
x = quantidade ingerida do alimento 1, em gramas.
y = quantidade ingerida do alimento 2, em gramas.

Solução. Letra c.
 20 30   20 50 
A matriz M é a matriz transposta da matriz   , então M    , pois
 50 45   30 45 

2
Al.1 Al.2 Quant.ingerida Quant.ingerida
Vitamina A 20 50 Al.1  x  Vitamina 1  13.000
       
Vitamina B 30 45 Al.2  y  Vitamina 2  13.500 

6) Sendo as matrizes A = (aij) e B = (bij), quadradas de ordem 2 com aij = i2  j2 e bij =  i2 + j2, o valor de A  B é:

0 0�
� 0 6 �
� 0 6 �
� �0 6 �
a) � � b) � c) � d) �
0 0�
� 6 0�
� � 0 0�
� � �6 0 �

Solução. Letra b.

0  3  0 3 0  3  0 3 0  6
A    e B    . Então A  B     
3 0   3 0 3 0    3 0   6 0 

7) (UERJ-2008) Observe parte da tabela do quadro de medalhas dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro em
2007 (tabela I).
Com base na tabela, é possível formar a matriz quadrada A cujos elementos a ij representam o número de
medalhas do tipo j que o país i ganhou, sendo i e j pertencentes ao conjunto {1, 2, 3}.
Para fazer outra classificação desses países, são atribuídos às medalhas os seguintes valores:
- ouro: 3 pontos;
- prata: 2 pontos;
- bronze: 1 ponto.
3
��
V  ��
2 .
Esses valores compõem a matriz ��
��
1
��

Tabela I – Quadro de medalhas Jogos Pan-americanos RJ 2007

Determine a partir do cálculo do produto A.V, o número de pontos totais obtidos pelos três países separadamente.

Solução.

97 88 52  3 97  3  88  2  52  1 519  Estados Unidos: 519


         Cuba: 288
A  V  59 35 41  2   59  3  35  2  41  1  A  V  288 
54 40 67   1 54  3  40  2  67  1 309 
3
Brasil: 309

8) Sejam as matrizes A e B, respectivamente, 3 x 4 e p x q. Se a matriz A.B é 3 x 5, então é verdade que


a) p = 5 e q = 5
b) p = 4 e q = 5
c) p = 3 e q = 5
d) p = 3 e q = 4
e) p = 3 e q = 3.

Solução. Letra b.

A  a
  
ij 4 x3 , aij  i
j
9) Sejam A e B as matrizes  . Se C = A.B, então c22 vale:

 B  b  
ij 3 x 4, b ij  ji

a) 3 b) 14 c) 39 d) 84 e) 258

Solução. letra d.

1 1 1 1 1 1
  1 2 3 4    1 2 3 4 
2 4 8    2 4 8   
A  , B  1 4 9 16  e A  B    1 4 9 16 
3 9 27 1 8 3 9 27  

 4 16

  27 64  
 4 16
 1 8 27 64 
 64   64 

Como pede-se apenas o elemento c 22, não precisamos multiplicar todos os elementos das matrizes A e B. O
elemento c22 é obtido operando-se os elementos da segunda linha da matriz A com os elementos da segunda
coluna da matriz B. Assim, c22 =2.2 + 4.4 + 8.8 = 4 + 16 + 64 = 84.

10) Ao comprar os produtos necessários para fazer uma feijoada, uma dona de casa resolveu pesquisar preços em
três supermercados. A matriz P dos preços está representada a seguir; a primeira linha mostra os preços por kg
do supermercado A; a segunda, do supermercado B; a terceira, do supermercado C. Esses preços são relativos,
respectivamente, aos produtos feijão, linguiça, tomate e cebola.

Sabendo que a matriz Q representa as quantidades necessárias, respectivamente, de feijão, linguiça, tomate e
cebola, a dona de casa economizará mais se efetuar as compras no supermercado:
a) A. b) B. c) C. d) A ou B indiferentemente. e) A ou C indiferentemente.

Solução. Letra c

5
2,05 9,89 2,48 1,78     2,05  5  9,89  3  2,48  2  1,78.3 
  3  
P  Q   1,93 11,02 2,00 1,60      1,93  5  11,02  3  2,00  2  1,60.3 
2
 1,70 10,80 2,40 1,20    1,70  5  10,80  3  2,40  2  1,20.3
3
Quantia gasta
10,25  29,67  4,96  5,34 50,22 Supermercado A
   
P  Q   9,65  33,06  4,00  4,80    51,51 Supermercado B
 8,50  32,24  4,80  3,60   49,14  Supermercado C
A dona de casa economizará mais
se efetuar as compras no supermercado C.

4
2  3  1
   
11)A e B são matrizes e At é a matriz transposta de A. Se A   1 y  e B  2 então a matriz At.B será nula
 x 2   1
para:
x y
a) x + y = -3 b) x . y = 2 c) =-4 d) x . y2 = -1 e) =-8
y x
Solução. Letra d.

2  3
   2 1 x
A  1 y   At   
 x 2   3 y 2

 1
 2 1 x    2.1  1.2  x.1  0 x  4 0
At B  O      2         
 3 y 2 2 x 3
 1   3.1  y.2  2.1 2x1 0 2x1 2y  1 2x1 0 2x1
3 x1

 x  4  0  x  4

2y  1  0  2y  1  y  1
 2

Verificando as opções temos:

a) x + y = - 4 +1/2= - 3,5
b) x . y = ( - 4) .1/2 = - 2
c) x/y = - 4/(1/2) = - 4.2 = - 8
d) x . y2 = ( - 4) .(1/2)2 = ( - 4) .1/4 = - 1
e) y/x = (1/2)/ - 4 = (1/2) / (- ¼) = -1/ 8

Logo, a opção correta é a letra d.


12) (UFF-2011) A transmissão de mensagens codificadas em tempos de conflitos militares é crucial. Um dos
métodos de criptografia mais antigos consiste em permutar os símbolos das mensagens. Se os símbolos são
números, uma permutação pode ser efetuada usando-se multiplicações por matrizes de permutação, que são
matrizes quadradas que satisfazem as seguintes condições:
· cada coluna possui um único elemento igual a 1 (um) e todos os demais elementos são iguais a zero;
· cada linha possui um único elemento igual a 1 (um) e todos os demais elementos são iguais a zero.

�0 1 0 � �a �
 �0 0 1� �b �,
Por exemplo, a matriz M � � permuta os elementos da matriz coluna Q  ��

�1 0 0 � � �
�c �

�b �
��
transformando-a na matriz p  �c �, pois P = M . Q.

�a �

�a � �c �
�b �, ��
Pode-se afirmar que a matriz que permuta � � transformando-a em �a �, é

�c �
� �
�b �

�0 0 1� �1 0 0 � �0 1 0 � �0 0 1� �1 0 0 �
� � � � � � � � � �
a) �1 0 0 �. b) �0 0 1�. c) �1 0 0 �. d) �0 1 0 �. e) �0 1 0 �.

�0 1 0 �
� �
�0 1 0 �
� �
�0 0 1�� �
�1 0 0 �
� �
�0 0 1��

Solução. Letra a.

5
0 0 1 a  0.a  0.b  1.c  c 
      
1 0 0.b   1.a  0.b  0.c   a
0 1 0 c  0.a  1.b  0.c  b 

13) A matriz A é de ordem n = 4, e seu determinante é 8. Na equação det(2A) = 2x  150, o valor de x é:
a) 11 b) 16 c) 43 d) 67

Solução. Letra b.

Como det(2A) = 24.det A = 16. (8) = 128, temos que: det(2A) = 2x 150 128 = 2x 150 2x = 32 x = 16.
x y z
14) Sabendo que m n p  2 , calcule os seguintes determinantes:
r s t

x y z x y z d)
a) 5m 5n 5p  5. m n p  5.2  10 x y z x y z
r s t r s t m n  p  ( 1).(1).( 1). m n p  ( 1).(1
r s t r s t
b)
x 3y 4z x y z e)
m 3n 4p  3.4. m n p  3.4.2  24 2x 10 y 2z x y z
r 3s 4t r s t m 5n p  2.3.5. m n p  2.3.5.2  60
3r 15s 3t r s t
c)
x y z x y z r s t x y z
m n p  ( 1).( 1). m n p  ( 1).( 1).2 
f) 2m n p  m n p  2
r s t r s t x y z r s t

x 3m 2r x m r x y z
g)
y 3n 2s  3.2. y n s  3 .2 . m n p  3.2.2  12
15) z 3p 2t z p t r s t Sejam as matrizes
 3 2 log 0,01 0 
A  e B  . Calcule:
log 0,1 5  4  3

a) o determinante da matriz A

Solução.
 3 2  3 2 x x 1
A  , pois log 0,1  x  10  0,1  10  10  x  1
log 0,1 5    1 5 

 3 2
det A  det    3.5  2.  1  15  2  17  det A  17.
 1 5

b) o determinante da matriz B
Solução.

log 0,01 0   2 0  x x  2  x  2.


B    , pois log 0,01  x  10  0,01  10  10
 4  3   4  3 
  2 0 
det B  det    2.  3   0.4  6.1  0  6  det B  6.
 4  3 

c) o determinante da matriz A-1


Solução.
6
1 1
det A 1   .
det A 17

d) o determinante da matriz Bt
Solução.
det B t  det B  6.

e) o determinante da matriz (B – A)
Solução.
 2 0   3 2  5  2 5 2
BA       det  B  A      5 .  8     2.5  40  10  50
 4  3    1 5  5  8 5 8

f)a matriz inversa da matriz (B – A)


Solução.
1  8 2  1  8 2  1  8 2   8 / 50 2 / 50    4 / 25
 B  A  1      .  
det( B  A )  5  5 det( B  A )  5  5 50  5  5  5 / 50  5 / 50   1/ 10
g) o determinante da matriz (A.B)
Solução.
det (A.B) = det A. det B = 17. 6 = 102  det (A.B) = 102.

 1 0
16) Verifique se a matriz A    é invertível. Em caso afirmativo, calcule a matriz inversa de A.
3 2
Solução.
 1 0
det A  det    1.2  0.3  2  0  2  det A  2  0. Logo, a matriz A é invertível. Portanto,
3 2
1  2 0 1  2 0  1 0   1 0 
A 1          . Assim, A 1   
det A   3 1  2   3 1    3 / 2 1 / 2    3 / 2 1/ 2 

17) (UFRRJ-2006) Determine a inversa da matriz A = (aij)2x2, em que os elementos de A são definidos por
�sen  i  j  π, se i  j

a ij = �
�cos j  i π, se i � j
�  
Solução.

a11 = sen (2) = 0, a12 = cos  = -1, a21 = cos (- ) = -1 e a22 = sen (4) = 0.

 0  1 0 1
Então, A    e det A =  0.0  ( 1).( 1)  0  1  1  0
1 0  1 0

1  1  0 1 1  0 1   0  1  0  1
Portanto, A         . Assim, A 1   
det A  1 0  1 1 0   1 0  1 0 

 1 0 1 

18) O determinante da inversa da matriz a seguir   1  2 0  é:
 1 
 4 3
 5 

a) - 52/5 b) - 48/5 c) - 5/48 d) 5/52 e)


5/48

Solução. Letra c

7
 1 0 1   1 0 1 
  1 1 2  48
M    1  2 0   det   1  2 0   1.(2).3  1.(1).4  0.0.  1.(2).  0.4.1  ( 1).0.3  10  
 1   1  5 5 5 5
 4 3  4 3
 5   5 

1 1 5 5
48 det M1     det M  
Entâo det M  e det M  48 48 48 .
5
5

1 0�
� � 1 sen x �
19) Dadas as matrizes A  � �e B  � , assinale com um X o que for correto.
� 1�
0 
� sen x 1 � �

( ) Se x = π então det B = 0.

Solução.

1 sen x
det B   1.( 1)  ( sen x ).sen x  1  sen2 x  1  1  cos 2 x   1  1  cos2 x   co
 sen x 1  
Se x    det B   cos 2     1 2  1.

( ) A matriz A.B é transposta de B.

Solução.

1 0   1 sen x   1.1  0.  sen x  1.sen x  0.(1)   1  0 sen x  0


A. B   .    
0  1  sen x  1  0.1  ( 1).  sen x  0.sen x    1.  1  0  sen x 0 1 

 1 sen x  t  1  sen x  t
A. B    e B    A.B  B .
sen x 1  sen x 1 

( )B–A=–B

Solução.
 1 sen x   1 0   1 1 sen x  0  0 sen x 
BA      
 sen x  1  0  1   sen x  0  1  ( 1)   sen x 0 

 1 sen x    1  sen x 
 B      B  A  B .
 sen x  1  sen x 1 

( X ) det ( A.B) = cos2x

Solução.

1 sen x
det B   1.( 1)  ( sen x ).sen x  1  sen2 x  1  1  cos 2 x   1  1  cos2 x   cos2 x
 sen x 1  
1 0
det A   1.( 1)  0.0  1
0 1
det  A. B   det A. det B    1.
  cos 2 x 

  cos 2 x  det

 A. B   cos 2 x.

8
(X) det B �0, para todo x �R.

Solução.
1 sen x
det B    cos 2 x  0, para todo x real.
 sen x 1

1 2   2 1
20) Sejam as matrizes A   , D    e B tais que A-1BA = D, então o determinante de B é
1  1   1 2
igual a:

a) 3 b) -5 c) 2 d) 5
e) -3

Solução. Letra d
Como A-1BA = Ddet (A-1BA) =det D det A-1.detB.detA =det D (1/det A).detB.detA =det D detB
=detD.
 2 1 2 1
det B  det     2.2  1.( 1)  4  1  5  det B  5.
  1 2   1 2
�cos(2x) senx 0 �
� �
21) Considere a função f definida pela expressão f(x)  det �cos x 1 0 �.
2
� �
� 1 0 2�
� �
a) Calcule f(0) e f = � �
�4 �
Solução.
cos 0 sen0 0 1 0 0
1 1 1 1
f (0)  cos 0 0  1 0  1. .2  1.0.0  1.0.0  0.1.  0.0.1  0.1.2  1  0  0  0  0
2 2 2 2
1 0 2 1 0 2

  2
cos  sen  0 0 0
2 4 2
  1 2 1 1 2 2 1 2 2
f    cos  0  0  0. .2  .0.0  1. . 0  0 . 1.  0 . 0. 0  .
4 4 2 2 2 2 2 2 2 2 2
1 0 2 1 0 2


Logo, f (0 )  1 e f    1.
4
b) Para quais valores de x se tem f(x) = 0?

Solução.
cos(2x ) sen( x ) 0
1 1 1
f ( x )  cos( x ) 0  cos(2x ). .2  cos(x ).0.0  sen( x ).1.0  0.1.  0.0. cos(2x )  2. cos
2 2 2
1 0 2
f ( x )  cos(2x )  0  0  0  0  2. cos( x ).sen( x )  cos(2x )  sen(2x )
  k
f ( x )  0  cos(2x )  sen(2x )  0  cos(2x )  sen(2x )  2x   k  x   , onde k é núm
4 8 2

 cos 25 o sen65 o 
22) Seja a matriz X   o  , calcule o determinante de X.
sen120 cos 390 o 

9
(2 2) (3 3) ( 3)
a) . b) . c) . d) 1. e) 0.
3 2 2

Solução. Letra e
sen120 º = sen 60º , cos 390º = cos 30 º, cos 25 º = sen65º , sen60 º = cos 30º. Então:

 cos 25 o sen65 o  sen65 o sen65 o   sen65 o sen65 o 


X   
o cos 390 o  sen60 o cos 30 o  cos 30 o cos 30 o 
sen120

sen65 o sen65 o
det X   sen 65 o cos 30 o  sen65 o cos 30 o  0  det X  0.
cos 30 o cos 30 o

23) Considere a matriz A dada abaixo, onde x varia no conjunto dos números reais.

Calcule:

a) o determinante da matriz A;
Solução.

1 0 2
det A  2 sen x 0  1.sen x. cos x  2.2.2  0.0.0  2.0.sen x  1.2.0  0.2. cos x  sen x. cos x 
0 2 cos x
1 1
det A  senx cos x  8  sen ( 2x )  8  det A  sen ( 2x )  8.
2 2
1
Observação: sen(2x )  2.senx cos x  senx cos x  sen (2x )
2

b) o valor máximo e o valor mínimo deste determinante.

Solução.
Como, 1  sen ( 2x )  1 temos que:

o menor valor que sen (2x) assume é -1, e o maior valor é 1. Logo, o menor valor do det A é

1 1
sen (2x )  8  ( 1)  8  0,5  8  7,5 . E o maior valor do det A é
2 2
1 1
sen (2x )  8  .1  8  0,5  8  8,5 .
2 2

Assim, o valor mínimo do determinante é 7,5, e o valor máximo é 8,5.

10