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Colhedora de Cana

A8000 / A8800

Manual do Operador

Print No. 84158928


1ª Edição
Portuguese 08/09
Colhedora de Cana
A8000 / A8800

Manual do Operador

Print No. 84158928


1ª Edição
Portuguese 08/09
INDICE
Seção 1 - Ao pr oprietário
proprietário
Generalidades ...................................................................................................................................... 1
Limpeza da Colhedora ......................................................................................................................... 1
Segurança ............................................................................................................................................ 1
Revisão das primeiras 50 horas ........................................................................................................... 1
Peças de serviço .................................................................................................................................. 1
Garantia ................................................................................................................................................ 2
Armazenamento .................................................................................................................................... 2
Ao proprietário ...................................................................................................................................... 3
Recomendações de uso da colhedora ................................................................................................ 3
Compartimento para guardar o manual do operador ........................................................................... 3
Identificação do produto e número de série ......................................................................................... 4
Localização dos componentes ............................................................................................................. 5
Componentes da máquina ................................................................................................................... 9
Ecologia e o meio ambiente ............................................................................................................... 14

Seção 2 - Segurança / Adesivos


Segurança .......................................................................................................................................... 15
Regras de segurança ......................................................................................................................... 15
Segurança pessoal ............................................................................................................................. 17
Segurança do banco de instrução ..................................................................................................... 17
Segurança na manutenção ................................................................................................................. 18
Segurança contra incêndio ................................................................................................................. 18
Segurança das baterias ...................................................................................................................... 19
Segurança na operação da máquina ................................................................................................. 19
Produtos químicos perigosos ............................................................................................................. 20
Precauções de segurança .................................................................................................................. 20
Obrigações legais ............................................................................................................................... 21
Extintor de incêndio ............................................................................................................................ 22
Adesivos de segurança ...................................................................................................................... 23
Símbolos universais ............................................................................................................................ 25

Seção 3 - Contr oles e instr


Controles umentos
instrumentos
Controles e instrumentos .................................................................................................................... 27
Assento do operador .......................................................................................................................... 28
Painéis de instrumentos - Console do lado direito .............................................................................. 30
Faróis .................................................................................................................................................. 37
Painel superior direito ......................................................................................................................... 38
Controles e funções da tração eletrônica ........................................................................................... 41
Outros comandos internos da cabine ................................................................................................ 41
Console do lado direito localizado na coluna da cabine da máquina ................................................ 44
Localizações de componentes, conectores e chicotes elétricos ....................................................... 48
Monitor AFS 200 .................................................................................................................................. 53
Abrangência do manual .............................................................................................................. 54
Mostrador ..................................................................................................................................... 54
Ferramentas de navegação e de entrada ................................................................................... 56
Utilização do painel eletrônico ..................................................................................................... 57
Configuração do operador .......................................................................................................... 62
Geral ............................................................................................................................................ 71
Motor ............................................................................................................................................ 73
Corte de base .............................................................................................................................. 74
Calibração (Calibration) ............................................................................................................... 77
Opções ........................................................................................................................................ 80
Picador ......................................................................................................................................... 82
Extrator primário ........................................................................................................................... 82
Criação do marcador de campo ................................................................................................. 84
Receptor GPS .............................................................................................................................. 86
Rendimento (Performance) .......................................................................................................... 88
Modo avançado ........................................................................................................................... 94
Gerenciamento de dados (Data management) ......................................................................... 105
Diagnósticos (Diagnostics) ........................................................................................................ 112
Posição do GPS e memória extra .............................................................................................. 118
Diagnósticos .............................................................................................................................. 122
Colheita (Harvest) ...................................................................................................................... 122
Tela Executar (Run screen) ........................................................................................................ 124
Inclinação da cabine ........................................................................................................................ 125
Basculamento do teto da cabine ...................................................................................................... 127

Seção 4 - Operação de campo


Antes da operação ........................................................................................................................... 129
Antes de ligar o motor ....................................................................................................................... 130
Procedimento normal de partida ...................................................................................................... 134
Acelerador do motor ......................................................................................................................... 135
Procedimento de parada do motor ................................................................................................... 135
Reboque da colhedora ..................................................................................................................... 135
Dirigindo a colhedora ....................................................................................................................... 136
Percurso em estrada - A8000 ........................................................................................................... 137
Direção da colhedora em locais públicos ........................................................................................ 137
Obtenção da melhor colheita ........................................................................................................... 138

Seção 5 - Lubrificação e manutenção


Informações gerais ........................................................................................................................... 143
Durante as primeiras 50 horas de operação .................................................................................... 143
Abastecimento da colhedora ............................................................................................................ 144
Requisitos de combustível ................................................................................................................ 144
Capacidades .................................................................................................................................... 146
Especificações de fluidos ................................................................................................................. 146
Lubrificação - óleos e filtros .............................................................................................................. 150
Programa de lubrificação e manutenção .......................................................................................... 152
Manutenção diária ..................................................................................................................... 152
Manutenção 50 Horas ............................................................................................................... 154
Manutenção 250 Horas ............................................................................................................. 155
Manutenção 500 Horas ............................................................................................................. 156
Manutenção 750 Horas ............................................................................................................. 156
Manutenção 1000 Horas ........................................................................................................... 157
Manutenção 1500 Horas ........................................................................................................... 157
Manutenção 2500 Horas ........................................................................................................... 157

Seção 6 - Especificações ............................................................................................................. 215


SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO 1

Generalidades Limpeza da Colhedora

Este Manual foi preparado para ajudar com o Ao limpar a colhedora, em particular se for utilizar
procedimento correto de condução, operação e uma lavadora de alta pressão, deve-se tomar
para a manutenção de sua nova colhedora. precauções para proteger os componentes e
conexões elétricas. A pressão gerada por algumas
Leia este Manual cuidadosamente e mantenha-o destas máquinas é tal que não se pode garantir
em local conveniente para futuras referências. uma proteção completa contra o ingresso de água.
Caso necessite, a qualquer hora, de
aconselhamento em relação a sua colhedora, não Ao lavar a colhedora com uma máquina de alta
hesite em entrar em contato com o seu pressão, não fique muito perto da colhedora e evite
Concessionário Case IH. Eles são treinados pela direcionar o jato para as conexões elétricas,
Fábrica e oferecem peças genuínas do fabricante respiros, vedações, tampas de enchimento, etc.
e possuem os equipamentos necessários para Nunca direcione um jato de água fria para o motor
realizar todas as suas exigências de serviços. ou escapamento quentes.

Sua colhedora foi projetada e construída para Antes de proceder lavagem na máquina, consultar
fornecer o máximo desempenho, economia e o descritivo da Operação 70 da seção 5 deste
facilidade de operação em uma grande variedade manual.
de condições de operação. Antes da entrega, a
colhedora foi cuidadosamente inspecionada, tanto Segurança
na Fábrica quanto pelo seu Concessionário para
garantir que você a receba em condições ideais. As páginas a seguir, contêm uma lista de
Para manter esta condição e operação livre de precauções a serem observadas para garantir a
problemas, é importante que as revisões de rotina, sua segurança e a de outros. Leia as precauções
conforme especificado neste Manual, sejam de segurança e siga os conselhos oferecidos
realizadas nos intervalos recomendados. antes de operar a colhedora.

“Esquerda” e “Direita” utilizados neste manual, são Revisão das primeiras 50 horas
determinados considerando-se sentado no banco
do operador, olhando para frente. Seu concessionário Case IH deve ser contatado
para realizar a revisão de 50 horas recomendada
NOTA:
NOTA: pelo fabricante. Certifique-se do preenchimento
• Como esta publicação é distribuida através de do cupom com a assinatura do Gerente de
nossa Rede Internacional, os equipamentos Serviços/Concessionário.
ilustrados, como Standard ou Acessórios,
podem variar de acordo com o país no qual o Peças de serviço
equipamento será utilizado.
Deve ser ressaltado que as peças originais foram
• Diversas figuras desse manual mostram
examinadas e aprovadas pela Fábrica. A
proteções de segurança ou proteções
instalação e/ou uso de produtos “não originais”
adicionais, legalmente requeridas em certos
pode ter efeitos negativos nas características do
países, abertas ou removidas para melhor
projeto da sua colhedora e, portanto, afetar a sua
ilustrar uma característica particular ou uma
segurança. A Fábrica não se responsabiliza por
regulagem. A máquina não deve ser utilizada
quaisquer danos provocados pelo uso de peças
nesta condição. Para sua própria segurança,
e acessórios “não originais”.
assegure-se de que todas as proteções estejam
fechadas ou recolocadas antes de operar a Somente peças de reposição Originais Case IH
máquina. devem ser utilizadas. O uso de peças não originais
poderá invalidar as aprovações legais associadas
a este produto.

É proibido realizar quaisquer modificações na


colhedora, a não ser com autorização específica,
por escrito, do departamento de Pós Vendas da
fábrica.
2 SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

Garantia

A sua colhedora está garantida de acordo com a


legislação vigente em seu país e com contratos
acordados com o Concessionário no momento da
venda. Entretanto, a garantia não terá validade se
as regras e instruções de uso e manutenção da
colhedora descritas neste Manual não forem
seguidas.

Para obter mais detalhes da garantia, consulte o


Livrete de Garantia fornecido junto com este
Manual.

Armazenamento
NO FIM DA SAFRA DURANTE O PERÍODO ENTRE AS SAFRAS

LIMPE a máquina completamente, sem deixar FUNCIONE a máquina durante 1 hora no mínimo
resíduos de sujeira. Cuide para não submeter pelo menos uma vez por mês, operando todos os
rolamentos e retentores à alta pressão das acionamentos e comandos.
mangueiras ou do vapor de limpeza.
MANTENHA a bateria carregada quando não
INSPECIONE toda a máquina com cuidado estiver em uso.
meticuloso. Obtenha assistência de seu
Concessionário Case IH Austoft para este serviço. PROTEJA os pneus da exposição à luz do sol.

CORRIJA qualquer desgaste, dano ou defeito que APOIE a estrutura da suspensão dianteira em um
possa prejudicar o desempenho ou confiabilidade bloco de madeira.
da máquina durante a próxima colheita.
INSPECIONE todas as peças de reposição e
EXECUTE todas as rotinas de manutenção. ferramentas. Reponha os estoques se necessário.
Consulte o seu Concessionário Case IH Austoft.
APLIQUE óleo inibidor de ferrugem em todas as
peças metálicas não pintadas.

RETRAIA todos os cilindros hidráulicos e cubra


as hastes expostas dos pistões com graxa ou
inibidor de corrosão (AKCELA Multi-Purpose
Grease) para protegê-los contra danos.
SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO 3

AO PROPRIETÁRIO
Este manual contém informações importantes Este Manual do Operador deve ser guardado no
sobre a operação segura, ajustes e manutenções compartimento para o manual existente nesta
de rotina das colhedoras de Cana Case IH Austoft máquina. Certifique-se de que este manual esteja
A8000 e A8800. Consulte o índice detalhado no em boas condições. Contate o seu concessionário
início deste manual para localizar itens específicos Case IH para obter manuais adicionais. Contate o
da colhedora. seu concessionário para qualquer outra
informação ou assistência para a sua máquina. O
NÃO opere ou permita que alguém opere ou efetue seu concessionário possui peças de reposição
algum serviço nesta máquina antes que você ou aprovadas pela Case IH. O seu concessionário
outras pessoas tenham lido este manual. Use possui técnicos especialmente treinados que
somente operadores treinados que tenham conhecem os melhores procedimentos de reparo
demonstrado habilidade para operar ou efetuar e manutenção para a sua colhedora.
serviço nesta máquina de forma correta e segura.

RECOMENDAÇÃO DE USO DA COLHEDORA


A colhedora de Cana Case IH Austoft A8000 e Consulte um concessionário autorizado ou a Case
A8800, com o equipamento standard e acessórios IH sobre mudanças, adições ou alterações que
autorizados, é para ser utilizada em trabalhos podem ser necessárias para esta máquina
normais relacionados à agricultura no campo, atender as várias regulamentações e requisitos
fazendas e terrenos nivelados. NÃO use esta de segurança. Modificações não autorizadas
máquina para qualquer outro propósito diferente podem causar ferimentos sérios ou morte.
do descrito neste manual. Qualquer pessoa que faça tais modificações não
autorizadas é responsável pelas consequências.

COMPARTIMENTO PARA GUARDAR O MANUAL DO OPERADOR


(Sob o banco do operador)

Figura 1

Mantenha o Manual do Operador no NOTA:


NOT A: Os lados direito e esquerdo da colhedora
compartimento existente na sua colhedora, abaixo usados neste manual são os mesmos lados direito
do banco do operador. O Manual do Operador e esquerdo quando sentado no banco do
deve estar disponível para uso por todos os operador olhando para frente.
operadores.
4 SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E NÚMEROS DE SÉRIE


Modelo da colhedora e número de iden-
tificação do produto

00000000
A placa de identificação do produto está localizada
na parte frontal da caixa do motor no lado Nº SERIE / SERIAL NUMBER

esquerdo da máquina.
Nº CHASSI / CHASSIS NO. MODELO / MODEL

Esses números deverão ser fornecidos ao


CNH LATIN AMERICA LTDA.
revendedor ao pedir peças de reposição. RUA JOSÉ COELHO PRATES JÚNIOR, 1020
PIRACICABA - SÃO PAULO - CNPJ 60.850.617/0010-19
INDÚSTRIA BRASILEIRA

Figura 2

Número do chassi

O número do chassi está gravado na parte traseira


da máquina, lado direito.

Figura 3

Número de série do motor Case IH 9L e


plaqueta de identificação

O número de série (1) do motor está localizado no


lado esquerdo da parte dianteira do motor.

As plaquetas de identificação (2) do motor estão 1 2


localizadas na parte superior e frontal do motor.

Figura 4 Figura 5
SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO 5

LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES

1
5

2
6
3
7
4

10 9
Figura 6

1 - Filtro de combustível 5 - Tubo de alta pressão para o "common rail"


2 - Sensor da roda sônica 6 - Coletor de admissão e grade aquecedora por
3 - Bomba de alta pressão detrás
4 - Regulador de alta pressão do fluxo - controlado 7 - Alternador
por PWM, atua como um dispositivo tipo 8 - Compressor do ar condicionado
acelerador controlando a pressão do "rail" de forma 9 - Unidade de controle do motor
efetiva através da regulagem da quantidade de
10 - Motor de partida
combustível disponível para os êmbolos de alta
pressão na bomba de alta pressão.

11

14
12

13

15

17 16
Figura 7

11 - Válvula Blow-by 14 - Sensor do volante


12 - Fiação para o sensor de pressão do "rail" e 15 - Filtro de óleo
para cada injetor individual 16 - Trocador de calor
13 - Sensor do líquido de arrefecimento 17 - Bomba de água
6 SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

F 2 C E 9 6 8 4 H * E 0 1 0 -

Número de série

Variante

Nível de emissão de gás, E = Tier 3

Nível de potência do motor ou torque

Uso agrícola

Alimentação de combustível + injeção (TCA, direct injection diesel)

Número de cilindros

Número de cilindrada específica e posição (9 =E.G.R)

Motor

Evolução da família de motor (igual ou diferente deslocamento)

Indicação de família do motor


SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO 7

Número de série do motor Scania e


plaqueta de identificação

O código de identificação do motor indica o tipo


do motor, cilindrada, uso ao qual está destinado,
etc.

O código de identificação e o número de série do


motor estão gravados no lado direito do bloco do
motor.

Figura 8

DC 9 68 A 02 P

Tipo T ipo de rregulador


egulador
DC: Motor Diesel sobrealimentado P: Sistema de comando do
com intercooler refrigerado por ar. motor EMS com PDE e S6.

Cilindrada em dm3 Versão 01-99

Prestações e código de homologação


Prestações
Indica, junto com o código de aplicação, a
potência bruta do motor. A potência real do
motor figura na tarja do motor.

Aplicação
A: Para aplicações industriais em geral.
8 SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES

3 4 5 6
2

1 7

10
12 11

13

18

17 16 15 14
Figura 9
1. Tipo designação, impresso no bloco do motor. 10. Filtro de óleo
2. Número do motor, impresso no bloco do motor 11. Filtro de óleo
3. Ventilação do cárter 12. Drenagem, óleo do motor
4. Completamento do nível de óleo 13. Filtro de combustível
5. Turbocompressor 14. Bomba de combustível manual
6. Radiador de óleo 15. Motor de partida
7. Bomba de líquido de arrefecimento 16. Vareta do nível de óleo
8. Tensionador da correia automático 17. Unidade do comando S6
9. Drenagem, líquido de arrefecimento 18. Alternador

NOTA:
NOT A: A ilustração mostra uma versão normal de um motor DC9. Seu motor pode ter equipamentos diferentes
dos mostrados na ilustração.
SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO 9

COMPONENTES DA MÁQUINA

9 7 1

10
3

2
8

6 5 4
Figura 10

1. Cortador/triturador de pontas 4. Caixa do corte de base 7. Extrator primário 10. Flap


2. Divisores de linhas 5. Trem de rolos 8. Elevador
3. Disco de corte lateral 6. Picador 9. Extrator secundário

Cor tador de pontas


Cortador

Corta a ponteira da cana em um único pedaço e


a arremessa para o lado selecionado pelo
operador.
- Altura controlada pelo operador.

Figura 11

Triturador de pontas

Corta a ponteira da cana em pedaços menores


de 100 mm e os arremessa para o lado
selecionado pelo operador.
- Altura controlada pelo operador.

Figura 12
10 SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

Divisores de linha
Divisores

Levantam a cana caída e separam a cana da linha


de corte da cana da rua lateral. Altura controlada
pelo operador.
- Inclinação controlada pelo operador.

Figura 13

Discos de cor te lateral


corte

Auxiliam na colheita de cana crua e cana trançada,


separando a linha de corte da rua lateral. Altura
controlada pelo operador.

Figura 14

Rolo tombador

Ajustável para auxiliar na alimentação da cana


caída.
- Acionamento hidráulico ou mecânico (opcional).

Hidráulico Figura 15

Mecânico Figura 16
SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO 11

Rolo alimentador

Direciona a cana na direção do cortador de base.

Figura 17

Sapatas laterais flutuantes

Direcionam os talos caidos para o cortador de


base, reduzindo a perda da cana (Ajustável).

Figura 18

Cor tador de base


Cortador

Corta a cana rente ao solo e alimenta o conjunto


de rolos alimentadores. Altura controlada pelo
operador.

Figura 19

Rolo levantador

Levanta a cana cortada pelo cortador de base


direcionando-a aos rolos alimentadores.

Figura 20
12 SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

Conjunto de rrolos
olos alimentadores (T
alimentadores (Trrem de rrolos)
olos)

Transportam a cana cortada para o picador e


permitem queda livre de impurezas.

Vista superior Figura 21

Extrator primário

Provoca fortes correntes ascendentes de ar,


retirando impurezas dos toletes de cana, enquanto
estes caem no elevador.
- Rotação variável, controlada pelo operador de
acordo com a necessidade.

Figura 22

Capuz do extrator primário

Direciona as impurezas para fora do elevador e


outras áreas. Giro hidráulico ou mecânico.

Figura 23

Picador

Rolos giratórios equipados com lâminas que picam


a cana em toletes.

Figura 24
SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO 13

Elevador

Transporta os toletes de cana para o transbordo e


permite a queda livre de impurezas. Giro
controlado pelo operador.

Figura 25

Extrator secundário

Provoca forte corrente de ar, retirando impurezas


do tolete de cana, enquanto estes caem no
transbordo.
- Rotação fixa.

Figura 26

Capuz do extrator secundário

Redireciona o fluxo de impurezas para fora do


transbordo.
- Giro hidráulico.

Figura 27
14 SEÇÃO 1 - AO PROPRIETÁRIO

ECOLOGIA E O MEIO AMBIENTE


O solo, o ar e a água são fatores vitais para a 3. Os óleos modernos contêm aditivos. Não
agricultura e para a vida em geral. Onde a queimar combustíveis contaminados e/ou
legislação ainda não dita o tratamento para resíduos de óleo em sistemas de aquecimento
algumas substância que são necessárias para a comuns.
tecnologia avançada, o bom senso deverá
governar o uso e descarte de produtos de 4. Evitar derramamentos ao drenar misturas de
natureza química e petroquímica. arrefecimento do motor, óleos hidráulicos e da
caixa de mudança e do motor, fluidos de freio,
Seguem recomendações que podem ajudar: etc. Não misturar fluidos de freio ou
• Aprender e compreender a legislação combustíveis drenados com lubrificantes.
relacionada aplicável ao seu país. Armazená-los com segurança até que possam
ser descartados de forma adequada para
• Onde não houver legislação, obter informações
cumprir com a legislação local e os recursos
dos fornecedores de óleos, filtros, baterias,
disponíveis.
combustíveis, agentes de limpeza, etc. com
respeito ao seu efeito em pessoas e na natureza
5. As misturas de arrefecimento modernas, isto é,
e como armazenar, utilizar e descartar estas
anti-congelante e outros aditivos, devem ser
substâncias com segurança.
trocadas nos intervalos determinados no
Manual do Operador. Não se deve permitir que
Dicas úteis elas contaminem o solo, elas devem ser
recolhidas e descartadas com segurança e os
1. Evitar abastecer tanques utilizando recipientes devidos cuidados ao meio ambiente.
abertos ou sistemas pressurizados de
abastecimento de combustível inapropriados 6. Reparar imediatamente quaisquer vazamentos
que podem provocar derramamentos. ou defeito nos sistemas de arrefecimento do
motor e hidráulico.
2. No geral, evitar contato da pele com todos os
combustíveis, óleos, ácidos, solventes, etc. A 7. Não aumentar a pressão em um circuito
maioria deles contém substâncias que podem pressurizado, pois pode levar o componente a
ser prejudiciais à saúde. explodir.

8. Proteger as mangueiras ao soldar, pois os


respingos de solda podem furar ou enfraquecê-
las, causando perda de óleo, refrigerante, etc.
SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS 15

Esta seção for nece infor


fornece mações de segurança impor
informações tantes para a sua colhedora.
importantes

SEGURANÇA
Compreenda que a sua segurança e a de outras As informações de segurança fornecidas neste
pessoas depende de como você conserva e opera manual não substituem as regras de segurança,
esta máquina. Conheça as posições e operação requisitos de seguros, leis federais, estaduais e
de todos os controles antes de tentar operá-la. locais. Certifique-se de que sua máquina possui
CERTIFIQUE-SE DE VERIFICAR TODOS OS o equipamento adequado exigido pelas
CONTROLES EM UMA ÁREA SEGURA ANTES DE regulamentações e leis locais.
INICIAR O SEU TRABALHO.
Continuamos a trabalhar por sua segurança
LEIA ESTE MANUAL COMPLETAMENTE e fabricando colhedoras com melhor proteção e
certifique-se de que você entendeu os controles. fornecendo estas regras de operação segura.
Todo equipamento tem um limite. Certifique-se de
que você entendeu as características de
velocidade, freios, estabilidade de direção e carga
desta máquina antes de iniciar a operação.

ADVER TÊNCIA: ESTE SÍMBOLO DE ALERTA DE SEGURANÇA


ADVERTÊNCIA:
INDICA MENSAGENS DE SEGURANÇA IMPORTANTES NESTE
MANUAL. AO VER ESTE SÍMBOLO, LEIA CUIDADOSAMENTE
A MENSAGEM QUE SEGUE E FIQUE ATENTO PARA A
POSSIBILIDADE DE FERIMENTOS PESSOAIS OU MORTE.

ADVER TÊNCIA: SEMPRE CALÇAR EMBAIXO DO CENTRO


ADVERTÊNCIA:
DOS DISCOS DO CORTADOR DE BASE OU EMBAIXO DA
PARTE DIANTEIRA DA MÁQUINA ANTES DE TRABALHAR
EMBAIXO DA MÁQUINA.

REGRAS DE SEGURANÇA
• Não suspender a máquina com macaco a • A velocidade deve ser tal que permita o controle
menos que o macaco e a máquina estejam bem completo, mantendo sempre a estabilidade da
firmes no solo. Verificar se o macaco está bem máquina. Deve-se tomar cuidado ao operar
apoiado. Nunca trabalhar embaixo da máquina perto de diques, aterros e buracos. Reduza a
a menos que existam calços de segurança velocidade quando girar, operar em elevações
posicionados. e em superfícies acidentadas ou enlameadas.

• Opere os controles somente quando sentado • O encontro de tráfego de estrada em alta


no assento do operador. velocidade e máquinas de deslocamento lento
pode provocar ferimentos pessoais ou morte.
• São causas freqüentes de ferimentos ou morte Em estradas ou quando operar ao redor de uma,
a queda e atropelamento de pessoas. Não utilize sempre luzes piscando e sinais de veículo
permita que outras pessoas dirijam. Somente longo e todas as leis locais devem ser
uma pessoa - o operador - deve estar na observadas. Encoste à direita para deixar o
máquina durante a operação. Ver tópico tráfego mais rápido passar. Diminua a
“Assento do operador” mais adiante. velocidade e sinalize antes de fazer uma curva.

• IMPOR TA N T E : Durante o transporte, de


RT • Sempre verificar o perfeito funcionamento dos
colhedora com pneus “A8000”, o operador deve freios.
parar de vinte em vinte minutos e girar o volante
em todo o seu curso para realinhar a • Jamais operar o motor em um prédio fechado.
convergência nas rodas dianteiras. Uma ventilação adequada é necessária sob
todas as circunstâncias.
16 SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

• Nunca operar a máquina sem blindagens. • A colhedora de cana Case IH Austoft A8000/
A8800, possui sistemas de segurança que
• O liquido de arrefecimento "aquecido" sob devem ser testados periodicamente para
pressão pode respingar se a tampa do tanque certificar-se do seu perfeito funcionamento.
de expansão for removida. Para retirar a tampa - Banco do operador: se não estiver ocupado,
do tanque de expansão esperar o sistema desliga os implementos e aciona o freio de
esfriar. estacionamento.
- Porta do lado das correias (lado direito): se
• O vazamento de óleo hidráulico ou combustível
aberta, desliga o motor diesel e/ou não aciona
diesel sob pressão pode penetrar na pele e
a partida.
causar infecção ou outras lesões. Para Evitar
Lesões Pessoais: - Nível de óleo hidráulico do tanque principal:
- Liberar toda a pressão antes de desconectar se abaixo do nível desliga o motor diesel.
as linhas de fluidos. - Botão que inibe as funções de colheita (Botão
- Antes de aplicar pressão, certificar-se de que amarelo).
todas as conexões estejam apertadas e os - Botão que inibe o funcionamento do motor
componentes estejam em boas condições. diesel - parada de emergência - (Botão
vermelho).
- Nunca usar as mãos para verificar
vazamentos de óleo e/ou água sob pressão. - Baixa pressão do óleo motor: diminui a
Usar um pedaço de papelão ou madeira para rotação do motor diesel.
esse fim. - Alta temperatura do motor: diminui a rotação
- Se houver lesões provocadas por vazamentos do motor diesel e desliga o motor.
de fluidos, consultar o médico imediatamente.
ADVER TÊNCIA: É possível desativar
ADVERTÊNCIA:
• Poderá haver explosão da bateria e/ou danos
o sistema de segurança por 2 min.
em componentes elétricos, resultantes da
segurando o botão da desaceleração
conexão errada de baterias reforçadoras ou
e dando a partida. Esse procedimento
carregador. Conectar terminal positivo a positivo
deverá ser utilizado apenas em caso
e negativo a negativo. Externamente, o ácido
de emergência, e é de responsabilida-
da bateria pode causar queimaduras, cegar e
de do operador. Como exemplo de
é tóxico se ingerido.
casos de emergência, podemos citar:
• É uma boa prática manter dois extintores de casos de incêndio na lavoura;
incêndio na máquina. Certificar-se de que os carregamento e descarregamento
extintores sejam mantidos corretamente e devido ao transporte da colhedora;
conhecer sua utilização adequada. casos de emergência devido a
acidentes pessoais.
• Devido à natureza inflamável dos resíduos de
cultura encontrados pelas colhedoras, os riscos • Sempre garantir que a chave de isolamento da
de incêndios são altos. Esse risco pode ser colhedora esteja desligada quando trabalhar na
minimizado pela remoção freqüente de material colhedora; por exemplo, na troca das lâminas
de cultura acumulado na máquina e pela do picador, lâminas do cortador de base. Em
verificação de componentes da máquina todas as operações de soldagem e limpeza da
superaquecidos. No caso de vazamento de máquina desconectar os cabos da bateria.
óleo, reapertar parafusos ou substituir gaxetas
e vedações conforme necessário. • Sempre usar roupas adequadas quando operar
ou trabalhar na máquina.
• Recomenda-se verificar diariamente todos os
dispositivos de segurança na colhedora para • Sempre olhar para cima para garantir folga
garantir a proteção total de todos os adequada no elevador e no cortador de pontas.
componentes.

ADVER TÊNCIA: A colhedora possui


ADVERTÊNCIA:
um sistema de segurança do
equipamento e que também inibe a
partida durante determinados tipos de
manutenção.
SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS 17

SEGURANÇA PESSOAL
Ao longo deste manual e nos adesivos de • CUIDADO: Indica uma situação potencial de
segurança da máquina, voce encontrará risco que, se não evitada, pode resultar em
recomendações de precaução: P E R I G O , ferimentos moderados ou mínimos. Pode ser
ADVER T Ê N C I A o u C U I D A D O seguido de
RT também usada para alertar contra práticas
instruções específicas ou dois símbolos pictoriais inseguras. A cor associada com Cuidado é
de segurança ISO. Estas precauções são para sua AMARELA.
segurança pessoal.
Os adesivos de dois símbolos pictoriais ISO são
Não seguir corretamente as instruções de definidos como segue:
PERIGO, ADVER TÊNCIA ou CUIDADO pode
ADVERTÊNCIA • O primeiro símbolo indica a natureza do risco.
resultar em ferimentos graves ou morte.
• O segundo símbolo indica o procedimento
PERIGO, ADVER TÊNCIA ou CUIDADO são
ADVERTÊNCIA apropriado de evitar o risco.
definidos como segue: • A cor de fundo é AMARELA.
• PERIGO
PERIGO: Indica uma situação de risco imediata
que, se não evitada, resultará em morte ou Símbolos de proibição, tais como
ferimentos graves. A cor associada com Perigo
é VERMELHA. STOP
se usados, são VERMELHOS.

• ADVER TÊNCIA
ADVERTÊNCIA
TÊNCIA: Indica uma situação potencial
de risco que, se não evitada, pode resultar em
morte ou ferimentos graves. A cor associada
com Advertência é LARANJA.

SEGURANÇA DO BANCO DE INSTRUÇÃO

• Terceiros, especialmente crianças, não são • Quando o Banco de Instrução for ocupado, as
permitidos andar de carona na máquina. seguintes precauções devem ser tomadas:

• O Banco de Instrução deve ser utilizado A. Dirija a máquina em uma velocidade mais
somente para treinamento de um novo operador baixa e em terreno nivelado.
ou quando um técnico estiver diagnosticando B. Evite dirigir em rodovias ou estradas
um problema mecânico. públicas.
C. Evite partidas e paradas bruscas.
• NÃO é permitido que outros andem de carona,
exceto no assento de instrução designado, D. Evite curvas fechadas.
quando em treinamento. E. Use sempre o cinto de segurança (quando
disponível no banco de instrução).
F. Mantenha a porta da cabine fechada em
todos as ocasiões.

ADVER TÊNCIA: Antes de dar partida no motor assegure-se de que o cinto de segurança
ADVERTÊNCIA:
esteja devidamente apertado. O cinto de segurança pode ajudar a garantir sua segurança se
for usado e mantido adequadamente. Nunca use o cinto de segurança solto ou com folga no
sistema. Nunca use o cinto de segurança torcido ou preso entre as peças da estrutura do
banco.
18 SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

ADVER TÊNCIA: NÃO permita que outros andem de carona, exceto no assento de instrução
ADVERTÊNCIA:
designado.

SEGURANÇA NA MANUTENÇÃO

• Mantenha sempre os adesivos de segurança e • Nunca tente remover obstruções ou objetos da


de informações limpos e visíveis. Substitua os máquina com o motor funcionando.
adesivos danificados, perdidos, pintados por
cima ou ilegíveis. • Sempre desligue o motor e retire a chave da
ignição ao sair do banco do operador ou da
• Durante montagem, operação ou manutenção máquina.
na máquina, vista roupas de proteção e
equipamentos de segurança pessoal • Para efetuar manutenção na máquina, coloque-
necessários para o procedimento em particular. a sempre em uma superfície firme e plana. . Se
Alguns equipamentos de segurança que remover ou abrir proteções para manutenção,
podem ser necessários são sapatos de sempre recoloque-as antes de operar a
segurança, protetores faciais e/ou para os olhos, máquina. Nunca opere a máquina com as
capacete, luvas, máscara de filtragem e proteções abertas ou sem elas.
protetores auriculares.
• Mantenha a área utilizada para manutenção
• Não use jóias ou roupas folgadas que podem limpa e seca. Pisos molhados ou oleosos são
enroscar-se com peças em movimento. Use escorregadios. Locais molhados podem ser
sempre roupas justas. Mantenha mãos, pés, perigosos quando trabalhando com
roupas e cabelo afastados de peças em equipamento elétrico. Certifique de que saídas
movimento. elétricas e ferramentas sejam apropriadamente
aterradas.

ADVER TÊNCIA: SEMPRE CALÇAR EMBAIXO DO CENTRO


ADVERTÊNCIA:
DOS DISCOS DO CORTADOR DE BASE OU EMBAIXO DA
PARTE DIANTEIRA DA MÁQUINA ANTES DE TRABALHAR
EMBAIXO DA MÁQUINA.

SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

• Riscos de incêndio podem ser minimizados pela • O combustível do motor pode causar explosão
limpeza freqüente de material acumulado da ou incêndio. NÃO abasteça o tanque com o
colheita ou resíduos da máquina. motor funcionando, se estiver próximo a fogo,
soldando, fumando, etc.
• Remova diariamente material da colheita ou
resíduos da máquina. Em especial, verifique a Consulte Prevenção Contra Fogo na Seção
área do motor e sistema de escapamento. Manutenção deste manual para informações
adicionais.
SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS 19

SEGURANÇA DAS BATERIAS


• NÃO provoque faíscas ou chama próximo à Lave com água durante 15 minutos e procure
bateria. um médico imediatamente. BATERIAS
PRODUZEM GASES EXPLOSIVOS. Mantenha
• Ao desconectar os terminais da bateria, remova faíscas, chamas e cigarros distantes. Ventile
primeiro o cabo Negativo (-); depois remova o quando carregando ou usando em locais
Positivo (+). Ao conectar os cabos, conecte fechados. Use sempre óculos de proteção
primeiro o Positivo (+), depois o Negativo (-). quando trabalhando próximo de baterias. Lave
as mãos após o manuseio. MANTENHA FORA
• Desconecte a bateria (ambos os terminais) DO ALCANCE DE CRIANÇAS.
antes de soldar qualquer parte da máquina. Não
tomar este cuidado pode causar danos a • Quando trabalhando próximo de baterias
componentes elétricos sensíveis. estocadas, lembre que partes expostas de
metal estão energizadas. Nunca encoste um
• ÁCIDO DE BATERIA PROVOCA objeto de metal nos terminais pois pode ocorrer
QUEIMADURAS GRAVES. Baterias contém uma faísca, curto circuito, explosão ou ferimento
ácido sulfúrico. Evite contato com a pele, olhos pessoal.
ou roupas. Antídoto: EXTERNO - Lave com
água. INTERNO - Beba grandes quantidades • Polos de bateria, terminais e outras peças
de água ou leite. NÃO provoque vômito. Procure relativas contém chumbo e compostos de
assistência médica imediatamente. OLHOS - chumbo. Lave as mãos após o manuseio.

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DA MÁQUINA

• NÃO permita que outras pessoas andem de • Mantenha-se afastado de áreas perigosas
carona na máquina. Estas pessoas podem cair como valas e barrancos. Caminhe pelo local
ou causar um acidente. de trabalho antes de iniciá-lo e observe os
perigos.
• NÃO opere a máquina sob efeito de álcool ou
drogas.

• Fique atento e sempre saiba a localização de


todos os trabalhadores na sua área. Mantenha
outras pessoas afastadas da sua máquina. Não
observar estas instruções pode resultar em
ferimentos ou morte.
20 SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

PRODUTOS QUÍMICOS PERIGOSOS


• Se você ficar exposto ou em contato com • Antes de efetuar serviços de manutenção em
produtos químicos perigosos, você pode sua máquina, verifique a MSDS de cada fluido,
machucar-se gravemente. Os fluidos, lubrificante, etc., utilizados. Esta informação
lubrificantes, tintas, adesivos, líquidos indica os riscos e como efetuar a manutenção
refrigerantes, etc., usados em sua máquina de forma segura. Siga estas informações ao
podem ser perigosos. executar serviços na máquina.

• As Folhas de Especificações de Segurança de • Antes de executar serviços nesta máquina e


Materiais (MSDS) fornecem informações sobre antes de descartar fluidos e lubrificantes
substâncias químicas dentro de um produto, usados, lembre-se sempre do ambiente. NÃO
procedimentos seguros de manuseio, medidas jogue óleo ou fluidos no solo ou em recipientes
de primeiros socorros e procedimentos a serem que possam vazar.
seguidos em casos de vazamentos acidentais
dos produtos. MSDS estão disponíveis no seu • Verifique com a autoridade local de proteção
concessionário Case IH. ambiental ou de reciclagem, ou com o seu
concessionário, o procedimento correto para
descarte.

PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA

Muitos acidentes podem ser evitados pela • Não freie bruscamente para evitar desequilibrar
observação de certas precauções. Para previní- a máquina.
los, leia as orientações abaixo antes de operar a
colhedora. Os equipamentos devem ser operados • Antes de movimentar a máquina, verifique se
apenas por pessoas responsáveis e instruídas todas as blindagens estão fechadas e travadas
para isso. na posição.

Operação • Antes de ligar o motor, acione a buzina várias


vezes e certifique-se de que nao haja ninguém
• A máquina deve ser operada por pessoal nas proximidades.
treinado e familiarizado com todos os controles,
comandos e técnicas da colheita e em solos • Mantenha as crianças afastadas da máquina
com até 10% de declividade para colhedoras em todas as circunstâncias.
de pneu (A8000) e 15% para colhedoras de
esteira (A8800). O trabalho com equipamento • Verifique, diariamente, o torque de aperto das
desconhecido, pode dar origens a acidentes rodas dianteiras e traseiras (A8000) e da roda
graves. guia (A8800).

• Ao dirigir em estradas: • Não tente limpar, lubrificar ou ajustar qualquer


parte da máquina com o motor em
- Observe as normas de trânsito.
funcionamento.
- Utilize velocidade compatível com as
condições locais e assegure-se de que todas • Antes de deixar a plataforma do operador,
as luzes de tráfego estejam em perfeito desacione o sistema industrial, aplique o freio
funcionamento. de estacionamento e retire a chave do
- Aplique a trava de interligação dos pedais de interruptor de partida.
freio para operá-los simultaneamente. (A8000)
• Não se coloque em baixo da máquina sem que
• Não permita que outras pessoas além do haja em calço nos cilindros da suspensão.
operador estejam na máquina enquanto ela
estiver operando.
SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS 21

• Não se aproxime da máquina usando roupas • Muito cuidado para evitar contato com óleo
frouxas que possam engatar em qualquer uma quente. Caso o óleo do motor esteja muito
de suas partes rotativas. quente, deixe-o esfriar até uma temperatura
moderada, para então removê-lo com
• Mantenha as mãos afastadas de peças em segurança.
movimento.
• Não manusear filtro de óleo quente com as
• Mantenha o extintor de incêndio carregado e mãos desprotegidas.
ao alcance do operador e dentro do prazo de
validade. Combustível
• Não tente subir sobre a cabine. • Nunca remova a tampa do tanque ou abasteça
com o motor em funcionamento ou quente.

• Não fume enquanto estiver abastecendo ou


Motor próximo ao combustível.

• Mantenha a área do motor livre de poeira e palha • Não encha o tanque completamente; deixe
para evitar a possibilidade de incêndios. algum espaço para expansão.

• Não opere a colhedora em compartimentos • Limpe os respingos de combustível


fechados sem ventilação adequada; os gases imediatamente.
de escapamento podem causar a morte.
• Sempre mantenha a tampa do tanque
• Tenha cuidado ao remover a tampa do radiador firmemente apertada.
com o motor quente. Caso não seja possível
esperar que o motor esfrie para abrí-la, cubra- • Em caso de perda da tampa, reponha-a com
a com um pano e gire-a até o primeiro batente uma tampa original CASE IH; uma tampa não
para aliviar a pressão. NUNCA adicione água aprovada, pode não ser segura.
fria ao radiador quente. Em caso de perda da
tampa do tanque de expansão, reponha-a • Nunca use diesel para fins de limpeza.
sempre por uma tampa original Case IH. Uma
tampa não aprovada, pode não ser segura. • Mantenha o equipamento limpo e com a correta
manutenção.
• O sistema de injeção está sob pressão e o óleo
diesel vazando pode penetrar na pele. Não • Não conduza a colhedora próxima ao fogo.
tente ajustar ou fazer reparos na bomba ou
bicos injetores. • Mantenha a tela (filtro) dentro do bocal de
enchimento mesmo durante o abastecimento.
• Contato prolongado com o óleo lubrificante
usado, pode causar problemas à pele. Procure
usar luvas de borracha ao manuseá-lo.

OBRIGAÇÕES LEGAIS
Sua colhedora pode ser equipada com protetores e outros dispositivos em cumprimento à legislação.
Alguns deles, exigem aplicação ativa do operador. Além disto, verifique a legislação local sobre a utilização
de colhedoras.
22 SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

EXTINTOR DE INCÊNDIO
É recomendado manter um extintor de incêndio
nas colhedoras quando ela estiver operando para
ajudar a apagar principios de incêndios.

AVISO

É imprescindível que os extintores recebam


manuntenção adequada e que o operador receba
instruções de como usá-lo.

Verificações mensalmente

1. Verificar se o extintor está dentro do prazo de Figura 1

validade.
2. Verificar se o indicador de pressão está na faixa Instruções de operação e uso
verde.
3. Verificar se o lacre está integro. O usuário deve possuir conhecimentos mínimos
para a correta utilização do produto. A seqüência
4. Verificar se existe a marca de conformidade do básica de operação é mostrada no quadro de
INMETRO. instruções (rótulo) do extintor.
5. Verificar se os prazos de durabilidade e validade
do teste hidrostático não estão vencidos. As informações a seguir são complementares e
podem ser utilizadas para o treinamento dos
6. Verificar se a aparência geral externa está em usuários:
boas condições (sem ferrugem, amassados e
outros danos). 1. Retire o extintor do suporte de fixação.
2. Aperte o gatilho e movimente o jato em forma
ATENÇÃO: Se alguns dos itens acima estiverem
ATENÇÃO de leque. Se o combustível for líquido, não
em desacordo, substitua o extintor. aplique o jato diretamente sobre a superfície
para evitar aumento da área em queima.
3. Quando o fogo estiver extinto, fique atento para
Precauções de segurança a uma possível reignição. Apenas os pós ABC
permitem razoável segurança à reignição
1. Não testar o extintor, qualquer uso causará quando aplicados em sólidos inflamáveis.
perda de pressão, tornando-o inoperante. 4. Evacue e ventile a área. A fumaça é sempre
2. O contato involuntário com resíduos do agente tóxica podendo causar irritações nas vias
extintor poderá causar irritações na pele, nos respiratórias ou até mesmo levá-lo à perda de
olhos e nas vias aéreas. consciência.

3. Permanecendo algum desconforto físico, IMPORTANTE:


IMPORT
procurar um médico.
a) O tempo de descarga dos extintores KIDDE
4. Conteúdo sobre pressão. Nunca perfure, com carga de pó é pequeno. Devido à curta
amasse ou exponha ao fogo mesmo depois de duração da descarga, o operador deve estar
descarregado.. atento quanto a evitar desperdícios de agente
extintor.
Especificação do extintor b) O combate em combustíveis líquidos (Classe
Part number Case: 00943470 B) deve ser realizado com descarga contínua,
Capacidade extintora: 2A: 20-B: C sem interrupções do jato.
Classe de fogo: ABC c) Para combustíveis sólidos (Classe A),
Carga: 4 kg dependendo das proporções do fogo, pode ser
Agente extintor: Fosfato Monoamonico necessário o uso de descarga intermitente.
SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS 23

ADESIVOS DE SEGURANÇA
IMPOR
IMPORT TANTE: Coloque adesivos novos se os antigos estiverem danificados, perdidos, pintados ou não
puderem ser lidos. Quando substituir peças que possuam adesivos, certifique-se de colocar um adesivo
novo em cada peça nova. Mantenha os adesivos limpos. Quando limpar os adesivos, use somente um
pano, água e sabão. Não utilize solvente, gasolina, etc.

NOTA: Adesivos novos estão disponíveis no seu concessionário Case IH.


NOTA:
24 SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS
SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS 25

SÍMBOLOS UNIVERSAIS
Como guia para a utilização de sua colhedora, foram utilizados nos instrumentos, comandos, interruptores
e caixa de fusíveis. Estes símbolos estão indicados abaixo, bem como o respectivo significado.

Termostado do Filtro de ar Pressão do óleo


sistema auxiliar Luzes de freio
obstruido da transmissão
de partida

Carga do
alternador Buzina
Freio de
estacionamento Cuidado !
Nível de
combustível Rádio

Nível do óleo
Corte dos freios
automático de Memória de Sinalização de
combustível emergência emergência

Freio do
RPM do motor
reboque
(rpm x 100)
Indicadores
de direção Controle variável
Horas de
trabalho Sinalizador

Indicadores de
direção - um
Pressão do óleo Pressurizado ! Abra
reboque
do motor Cuidado ! cuidadosamente
Substância
corrosiva
Indicadores de
Temperatura do
direção - dois
sistema de arrefe-
reboques
cimento do motor
Tomada auxiliar
de corrente
Tomada de
Nível do sistema Força (TDF)
de arrefecimento Limpa-lava
pára-brisas

Transmissão em Filtros do
Luzes da hidráulico e da
ponto-morto
colhedora Comando da transmissão
temperatura do
aquecimento

Luz alta Bloqueio do


diferencial Anomalia ! Veja o
Ventoinha do Manual do
aquecimento Operador

Luz baixa
Temperatura do
Ar
óleo do eixo
Condicionado
Faróis de traseiro Anomalia !
serviço (símbolo
alternativo)
26 SEÇÃO 2 - SEGURANÇA / ADESIVOS

NOTAS:
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 27

CONTROLES E INSTRUMENTOS
Antes da operação
CUIDADO Não dar a partida no motor, nem tentar dirigir ou
operar a colhedora sem antes estar totalmente
Antes de dirigir ou operar a colhedora, estudar as acostumado com todos os comandos. É tarde
precauções de segurança no inicio deste Manual. demais para aprender depois que a colhedora
estiver em movimento. Em caso de dúvidas em
relação a qualquer aspecto da operação da
Leia com muita atenção essa seção. Ela detalha colhedora, consultar o seu Concessionário CASE
a localização e operação dos vários instrumentos, IH.
interruptores e comandos em sua colhedora.
Mesmo que você opere outras colhedoras, deve Ter atenção especial com as recomendações de
ler esta seção do manual profundamente e amaciamento para garantir que a sua colhedora
certificar-se de estar familiarizado com a possa lhe proporcionar o serviço para o qual foi
localização e função de todos os recursos da projetada por muito tempo e com confiabilidade.
colhedora.
28 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

ASSENTO DO OPERADOR
Antes de operar a colhedora, é importante regular o assento na posição mais confortável. Consultar o texto
e as ilustrações a seguir para obter detalhes.

1 2 3
9

4 5 6 7 8

Figura 1

1. Cinto de segurança
2. Apoio de braço
3. Ajuste lombar
4. Ajuste horizontal
5. Ajuste horizontal da suspensão (MODO TRANSPORTE)
6. Ajuste pneumático de altura do assento
7. Fita indicadora de peso
8. Ajuste do encosto do banco
9. Encosto da cabeça
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 29

• Para prevenir danos, é imprescindível que o RISCO GRANDE DE ACIDENTE


banco funcione muito bem e esteja ajustado a
seu peso e estatura. Para isso, mantenha o seu Não se deve colocar objetos que não
banco em perfeito estado dedicando-lhe os correspondam ao uso normal sobre os bancos do
devidos cuidados. operador que possuam interruptores para
reconhecimento de disponibilidade do assento,
NOT A: No mínimo, os controles de manutenção
NOTA: pois do contrário o veículo poderia colocar-se em
devem coincidir com os intervalos de manutenção movimento sem o operador.
do veículo.
Se o peso for removido da superfície do assento,
produz-se uma parada do veículo.
Durante o funcionamento, com o banco do
Indicações de segurança operador suportando carga, não deve-se apertar
o fole para dentro.
• A fim de evitar lesões, não coloque objetos que
interfiram nas regulagens do banco.

• Antes da colocação em serviço do banco do PERIGO DE APRISIONAMENTO


operador, deve-se retirar os materiais de
embalagem eventualmente existentes no Deve-se evitar que qualquer objeto ou líquido entre
encosto e assento do banco. no interior do banco do operador.
O banco do operador não é impermeável e deve-
• Para evitar o risco de acidentes, antes de se evitar que seja salpicado por água.
colocar o veículo em marcha, certifique-se que
todos os dispositivos de ajuste tenham
encaixado corretamente.

Os dispositivos de ajuste e regulagem do banco


não devem ser acionados durante a marcha.

• Se o estofado do encosto tiver sido removido, o


respectivo dispositivo de ajuste somente deverá
ser acionado no caso em que se retenha o
encosto com a mão. Se não se levar isso em
conta, existe um grande risco de lesão ao
deslocar-se o encosto bruscamente para a
frente.

• Periodicamente deve-se verificar a firmeza das


uniões com parafusos. Um movimento do banco
do operador pode ser sintoma de parafusos
soltos ou de outro tipo de defeito.

• Antes de colocar o veículo em funcionamento,


deve assegurar-se que os interruptores que
possam existir no banco do operador (para a
suspensão de elementos adicionais ao
abandonar o banco do operador ou o veículo)
funcionem corretamente. Em caso de anomalias
no funcionamento, não deve colocar-se o
veículo em funcionamento.
30 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

PAINÉIS DE INSTRUMENTOS - CONSOLE DO LADO DIREITO

17 24 25 7 1 2
23

21

20
8
22
3

9
18 P

19 4

11 5

12 10

13 6

14 26
Figura 2

15 16

1. Sistema de bloqueio (Somente modelos 14. Acionamento do disco de corte lateral


A8000) esquerdo
2. Transbordo traseiro / Cortador de pontas 15. Altura do disco de corte lateral direito
dobrável (Opcional) 16. Acionamento do disco de corte lateral
3. Giro capuz do extrator primário direito
4. Rotação do extrator primário 17. Home (Retorno tela principal monitor
5. Modo transporte / Colheita eletrônico)
6. Indicadores de direção (Esquerdo / Direito) 18. Sair (Esc) do monitor eletrônico
7. Freio de estacionamento 19. Botão de navegação do monitor eletrônico
8. Extrator primário 20. Posições do rolo tombador
9. Extrator secundário 21. Rotação do motor diesel
10. Pisca alerta 22. Giro do capuz do extrator secundário
11. Altura do elevador 23. Alavanca multifunção
12. Inclinação de corte de base (Opcional) 24. Parada de emergência
13. Altura do disco de corte lateral esquerdo 25. Funções de colheita
26. Porta copo
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 31

Interruptores

Posição (1) - Sistema de bloqueio (Somente modelos A8000)


- Um toque liga.
- Um toque desliga.

Posição (2) - Transbor


Transbordo traseir
ransbordo o / Cor
traseiro tador de pontas dobrável
Cortador
• Quando transbordo
- Um toque para frente, sobe transbordo
- Um toque para trás, desce transbordo

• Quando mastro dobrável


- Um toque para frente, sobe mastro
- Um toque para trás, desce mastro

Posição (3) - Giro do capuz do extrator primário


Giro
- Toque para frente, gira para direita.
- Toque para trás, gira para esquerda.

Posição (4) - Rotação do extrator primário


- Toque para frente, aumenta a rotação.
- Toque para trás, diminui a rotação.

Posição (5) - Acionamento de função transpor te / campo


transporte
- Um toque sentido transporte.
- Um toque sentido campo.
NOTA: Visualizado na parte superior esquerda do display.
NOTA:

Posição (6) - Indicador de direção


direção
- Toque para frente, seta para direita.
- Toque para trás, seta para esquerda.
NOTA: Quando ligada, aciona o alarme sonoro.
NOTA:
32 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Posição (7) - Freio de estacionamento


Freio
- Um toque libera o freio.
- Um toque aciona o freio.
NOT A: Ao acionar o freio de estacionamento, aparecerá o símbolo (P) em destaque no
NOTA:
display e não haverá deslocamento da máquina.

Posição (8) - Aciona o extrator primário


- Um toque liga o extrator primário.
- Um toque desliga o extrator primário.
NOTA:
NOTA: Não acionar em alta rotação do motor diesel.

Posição (9) - Aciona o extrator secundário


- Um toque liga o extrator secundário.
- Um toque desliga o extrator secundário.
NOTA:
NOTA: Não acionar em alta rotação do motor diesel.

Posição (10) - Aciona o pisca aler ta


alerta
a. Liga o pisca alerta.
a b. Desliga o pisca alerta.
NOT
NOTA:A: Ao se acionar o pisca alerta, será acionado o alarme sonoro intermitente no
interior da cabine.
b

Posição (11) - Aciona sobe / abaixa elevador


a. Sobe o elevador.
a
b. Abaixa o elevador

Posição (12) - Inclinação do cor te de base (Opcional)


corte
a. Sobe a parte traseira do cortador de base.
a
b. Abaixa a parte traseira do cortador de base.

b
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 33

Posição (13) - Altura do disco de cor te lateral esquer


corte do
esquerdo
a. Estende o disco de corte lateral.
a b. Retrai o disco de corte lateral.

Posição (14) - Acionamento e sentido de rrotação


otação do disco de cor te lateral esquer
corte do
esquerdo
a. Acionamento sentido colheita (1 toque liga, 1 toque desliga).
a b. Acionamento sentido reversão (1 toque liga, 1 toque desliga).
NOT A: TEMPORIZADOR: Caso o operador altere do sentido da colheita para o sentido
NOTA:
b reversão de uma só vez, antes de reverter, o sistema primeiro entrará em neutro e
depois acionara o sentido reverso. Lembrar de diminuir a rotação da colhedora.

Posição (15) - Altura do disco de cor te lateral dir


corte eito
direito
a. Estende o disco de corte lateral.
a
b. Retrai o disco de corte lateral.

Posição (16) - Acionamento e sentido de rrotação


otação do disco de cor te lateral dir
corte eito
direito
a. Acionamento sentido colheita (1 toque liga, 1 toque desliga).
a b. Acionamento sentido reversão (1 toque liga, 1 toque desliga).
NOT A: TEMPORIZADOR: Caso o operador altere do sentido da colheita para o sentido
NOTA:
b reversão de uma só vez, antes de reverter, o sistema primeiro entrará em neutro e
depois acionara o sentido reverso. Lembrar de diminuir a rotação da colhedora.

Posição (17) - Retor na para a tela principal do monitor eletrônico


Retorna

Posição (18) - Retor na para a tela anterior do monitor eletrônico


Retorna

Posição (19) - Botão de navegação do monitor eletrônico


- Girar o botão para navegar no display.
- Pressionar o botão para confirmar a função selecionada no display.
34 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Posição (20) - Avanço e rrecuo


Avanço ecuo do rrolo
olo tombador hidráulico
a. Avanço do rolo tombador.
a
b. Neutro.
b c. Recuo do rolo tombador.
c

Posição (21) - Rotação do motor


a. Aumenta a rotação do motor.
a
b. Diminui a rotação do motor.
NOT A: O motor possui 3 rotações pré determinadas, baixa, intermediária e alta. Cada
NOTA:
b toque no interruptor irá aumentar/diminuir a rotação para uma das 3 rotações.

a b Posição (22) - Acionamento do giro do capuz do extrator secundário


giro
a. Gira o capuz do extrator para a direita.
b. Gira o capuz do extrator para a esquerda.
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 35

Posição (23) - Alavanca Multifuncional (Par te Dianteira)


(Parte

Figura 3

Posição (23) - Alavanca Multifuncional (Par te T


(Parte raseira)
Traseira)

a. Shift (Mudança de função)


b. Acionamento manual da reversão do
ventilador do sistema de refrigeração
c. Buzina
a

NOTA:
NOT A: Acionar a reversão da hélice do
pacote de refrigeração preferencialmente
com o motor em alta rotação.
Figura 4

Comando Função
A1 Divisor de linha – lado esquerdo – levantar
Shift + A1 Divisor de linha – lado esquerdo – inclinar para fora
A2 Divisor de linha – lado esquerdo – abaixar
Shift + A2 Divisor de linha – lado esquerdo – inclinar para dentro
B1 Divisor de linha – lado direito – levantar
Shift + B1 Divisor de linha – lado direito – inclinar para fora
B2 Divisor de linha – lado direito – abaixar
Shift + B2 Divisor de linha – lado direito – inclinar para dentro
C1 Corte de Base – levantar a frente da máquina
36 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Comando Função
Shift + C1 Levantar os Divisores de Linha: lado esquerdo e lado
direito juntos
C2 Corte de Base – abaixar a frente da máquina
Shift + C2 Abaixar os Divisores de Linha: lado esquerdo e lado direito
juntos
D Levantar o Cortador de Pontas
G Abaixar o Cortador de Pontas
H Acionar o Cortador de Pontas para o lado esquerdo
B Acionar o Cortador de Pontas para o lado direito
E Esteira do Elevador - ligar / desligar
Shift + E Esteira do Elevador – inverter a rotação
C Implementos de colheita – ligar / desligar (Divisores de Linha,
Corte de Base, Rolos Alimentadores, Rolos Picadores)
Shift + C Reversão dos Implementos de Colheita
Shift + M Shift M (1x) -> Ativa faixa de pressão e altura
Shift M (2x) -> Desativa altura
M (1x) Colocar a máquina na altura de corte pré-determinada no
auto-tracker (certifique-se de altura de corte esteja pré
determinada)
M (2x) Colocar a máquina na altura de manobra pré-determinada
no auto-tracker
+ Inclinar o Defletor para fora (Abrir o Flap)
- Inclinar o Defletor para dentro (Fechar o Flap)

Posição (24) - Parada de emergência (Botão


ver melho)
vermelho)
NOT
NOTA: A: Ao acionar a parada de emergência o motor
será desligado imediatamente. Essa função deverá ser
utilizada somente em casos de extrema necessidade.
Se a chave de ignição for acionada com o botão de
emergência pressionado a máquina não dá partida e
não aciona a buzina também, com isso irá aparecer
mensagem de erro no monitor.

Posição (25) - Funções de colheita (Botão amarelo)


amarelo)
- Botão para cima funções de colheita habilitadas.
- Botão para baixo funções de colheita desabilitadas.
NOT A: Ao desabilitar o botão "funções de colheita", irão
NOTA:
ser desabilitados o motor do cortador de pontas,
motores dos discos de corte lateral, sistema industrial,
motor extrator primário, motor extrator secundário, e
motores da esteira do elevador.
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 37

Posição (26) - Por ta copos


Porta

FARÓIS

1. Farol externo

2. Farol intermediário

3. Farol interno
1 2 3

Figura 4a
38 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

PAINEL SUPERIOR DIREITO

1 2 3 5 6 9 10 11

Figura 5

15 4 7 8 15 12 13 14

Posição (1)
a. Liga os dois faróis de trabalho interno e habilita os demais interruptores dos
faróis de trabalho e tráfego.
b. Desligado.
a b c c. Habilita os interruptores dos faróis de trabalho e tráfego.
NOT A: Ao ativar as posições “a” ou “c”, acenderá a lâmpada de iluminação do
NOTA:
console direito e haverá uma queda de luminosidade no display.

Posição (2)
Opcional

Posição (3) e (4)


Opcional
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 39

Posição (5) - Liga os dois faróis inter mediários dianteir


intermediários os
dianteiros
a. Liga.
b. Desliga.
NOTA: Tecla 1 deve estar habilitada.
NOTA:
a b

Posição (6) - Habilita o interruptor (7)


a. Habilita o interruptor (7).
b. Desligado.

a b

Posição (7) - Direcionador dos faróis de trabalho exter


Direcionador nos esquer
externos do ou
esquerdo
direito
direito
a. Liga o farol esquerdo e apaga o direito.
b. Liga ambos os lados.
a b c c. Liga o farol direito e apaga o esquerdo.

Posição (8) - Aciona os faróis de trabalho traseiros (Cabine e Elevador)


traseiros
a. Liga os faróis de trabalho traseiros.
b. Desliga.
NOTA: Tecla 1 deve estar habilitada.
NOTA:
a b

Posição (9) - Ventilador (3 velocidades)


Ventilador
a
b a. Desligado
c b. Velocidade baixa
d c. Velocidade intermediária
d. Velocidade alta

Posição (10) - Controle de temperatura do ar condicionado


Controle
a. Totalmente para esquerda: temperatura mínima (frio).
b. Totalmente para direita: temperatura máxima (quente).
NOT A: Com a tecla do ar condicionado (11) ligada, não se deve posicionar
NOTA:
a b o botão (10) no indicador (faixa) vermelho.
40 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Posição (11) - Aciona o compressor do ar condicionado


compressor
a. Liga o compressor do ar condicionado.
a
b. Desliga o compressor do ar condicionado.

Posição (12) - Aciona o limpador de pára-brisa


a. Velocidade alta
b. Intermitente
c. Desligado
a b c

Posição (13) - Aciona o limpa/lava pára-brisas


a. Liga o limpa/lava pára-brisas.
b. Desliga o limpa/lava pára-brisas.

a b

Posição (14) - Aciona o sinalizador rrotativo


otativo
a. Liga o sinalizador rotativo.
b. Desliga o sinalizador rotativo.

a b

Posição (15) - Iluminação do painel


SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 41

CONTROLES E FUNÇÕES DA TRAÇÃO ELETRÔNICA

3 1

Figura 6
1. Engata a última velocidade programada
2. Ligar opção manobra: opção manobra/manual
3. Velocidade de deslocamento: para frente aumenta a
velocidade, para tras reduz a velocidade

OUTROS COMANDOS/INSTRUMENTOS NA CABINE

Pedais de giro do elevador


giro
a. Gira o elevador para o lado esquerdo.
b. Gira o elevador para o lado direito.

b
a
Figura 7
42 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Alavanca de aber tura da por


abertura ta (1)
porta
Alavanca de abertura da porta do lado direito.

Figura 8

Por ta-luvas
Porta-luvas
Compartimento utilizado para guardar objetos. É
refrigerado.

Figura 9

Cinzeiro
Cinzeiro
Compartimento utilizado para colocar cinzas.
NOT A: Não é recomendado fumar dentro da
NOTA:
cabine do operador.

Figura 10

Alavanca (1)
Alavanca utilizada para fazer o deslocamento
horizontal do console do lado direito. Puxe para
liberar.

Figura 11
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 43

Quebra-sol

Figura 12

Lâmpada do teto 3 posições


a. Desligado
b. Acende com a porta aberta
a
c. Acesa

c
Figura 13

Pedais de freio
freio
Pedais disponíveis apenas na maquina A8000. O
pedal direito freia a roda direita; o pedal esquerdo
freia a roda esquerda.
NOT A: A trava de interligação do pedal de freio
NOTA:
deve estar desacoplada.

Figura 14

Trava do pedal de freio


freio
Pedais disponíveis apenas na máquina 8000. Esta
trava possibilita frear as duas rodas ao mesmo
tempo, quando colocada na posição de
interligação dos pedais.
O pedal direito freia o motor de roda direito, o pedal
esquerdo freia o motor de roda esquerdo.
NOT A: Se a máquina estiver em transporte os
NOTA:
pedais do freio devem estar interligados. Caso
contrario pode ocorrer o desequilíbrio da
colhedora.
Figura 15
44 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

CONSOLE DO LADO DIREITO LOCALIZADO NA COLUNA DA CABINE DA MÁQUINA

2
1. Tomada de 12 V, 120 W e 10 A
2. Tomada do acendedor de cigarros
3 3. Tomada de diagnóstico do motor eletrônico
4. Chave de Ignição
a. Desligado
b. Positivo pós chave
c. Partida
a b
c
NOT A: A chave de partida possuí um sistema de trava
NOTA:
que impossibilita girar a chave após a mesma ter sido
levada até a posição de partida (C). Caso a colhedora
4 não entre em funcionamento na primeira partida, retornar
a chave para a posição desligado (A), aguardar
aproximadamente 30 segundos e tentar novamente.
Figura 16
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 45

IMPORTANTE
IMPORT • Tenha certeza de que o Corte de Base não está
muito baixo antes de movimentar a colhedora.
• O botão vermelho no console do operador, Você pode levantar o Corte de Base erguendo
próximo à alavanca multifuncional, é o botão a frente da máquina através do comando C1
que aciona a parada de emergência
emergência. Este na alavanca multifuncional (C2 é o comando
botão irá desligar o motor e todas as funções para descer).
da máquina e somente deve ser utilizado em
casos extremos de urgência. Para voltar a • Os controles de deslocamento da máquina são
posição normal desse botão, levantar o anel de muito sensíveis. Mova o joystick muito
travamento (logo abaixo do botão vermelho) e cuidadosamente quando da primeira vez que
ao mesmo tempo puxar o botão vermelho para você operar a máquina.
cima. Após esse procedimento, desligar a
chave de ignição, desligando assim o positivo • O deslocamento é controlado pelo joystick, o
pós-chave. Caso o operador gire a chave sem qual é acionado pela mão esquerda do
dar a partida com o botão vermelho abaixado, operador. O operador só conseguirá mover a
aparecerá uma mensagem no display. Será máquina quando estiver no assento e se o freio
necessário voltar a chave, liberar o botão e dar de estacionamento não estiver acionado. O
partida novamente. acionamento ou liberação do freio de
estacionamento podem ser feitos através do
• O botão amarelo, quando levantado, libera as botão (7) na figura do console do lado direito.
funções de colheita
colheita: Cortador de pontas, Disco Aperte uma vez para liberar e aperte novamente
de Corte Lateral, Sistema Industrial, Extrator para acionar. O tempo necessário entre liberar
Primário, Extrator Secundário e Esteira do e ativar o freio de estacionamento é de 2
Elevador. Se abaixado irá parar ou impedir todas segundos. A configuração do estado do freio
essas funções. Para voltar à posição normal de estacionamento é mostrada no painel
desse botão, levantar o anel de travamento eletrônico.
(logo abaixo do botão amarelo) mesmo tempo
puxar o botão amarelo para cima.

• Comando de giro do elevador. Atenção quanto


aos pedais do elevador, tenha certeza de que
seu pé esquerdo não está descansando nos
comandos que ficam no piso. Os comandos
são bastante sensíveis, apenas um leve toque
já pode causar movimento não intencional e
perigoso do elevador.
46 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

A ilustração de uma colhedora de cana com um


“P”, indica que o freio de estacionamento está
acionado (Figura 15).

Figura 17

A mesma ilustração, porém com um “M”, ou sem


nenhuma letra, indica que a colhedora está
habilitada para ser dirigida no modo manual,
sendo assim controlada pelo joystick, localizado
no lado esquerdo do banco do operador. O freio
de estacionamento não está acionado. Neste
caso, portanto, a máquina está pronta para se
movimentar (Figuras 18 e 19).

Figura 18

Figura 19
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 47

Modo Manobra No Modo de Colheita Automático o operador


consegue acionar os botões para aumentar ou
No modo Manobra o operador utiliza o joystick diminuir a velocidade conforme a necessidade e
para controlar tanto a direção quanto a velocidade em seguida acionar a tecla Confirmar para
da colhedora. Nesse modo, não é possível habilitar armazenar o último ajuste.
o Cruiser Control (Modo Automático), ou seja, não
funcionarão os botões de controle de velocidade. Para sair do Modo de Colheita Automático o
Deve ser utilizado para “embarcar” a colhedora operador poderá desligar a tecla que habilita as
ou movimentá-la em locais de espaço reduzido, funções do joystick – o que faz com que se retorne
como por exemplo, barracões. ao Modo de Manobra - ou mover o joystick na
direção oposta ao movimento – o que faz com que
Modo de Colheita Manual se retorne ao Modo de Colheita Manual.

No modo de colheita manual o operador utiliza o Em ambos os casos o joystick assumirá o controle.
joystick para controlar tanto direção quanto a O sinal de comando mudará então de acordo com
velocidade da colhedora. Nesse modo, é possível a nova posição do joystick.
habilitar o Cruise Control (Modo Automático),
facilitando assim, a operação de colheita. Para embarque da colhedora, a mesma não pode
estar no Cruiser.
Modo de Colheita Automático

No Modo de Colheita Automático a velocidade da


Colhedora é determinada por uma pré-ajustagem
da velocidade feita pelo operador. O operador
move o joystick para frente até atingir a velocidade
desejada e aperta o botão para aumentar a
velocidade ou o botão Confirmar para,
automaticamente, atingir a última velocidade pré-
ajustada.

Sequência de ícones que aparecem na tela do Controlador:

Figura 20

O Controle de Colheita (Cruiser) funciona somente na direção para frente da máquina.

Sistema de Proteção da transmissão


Proteção

O sistema de proteção possui dispositivos sensores de forma que qualquer eventualidade que os mesmos
acusem, a bomba irá mecanicamente para a posição neutra ou não permitirá sair dessa posição neutra.
Este sistema inclui a tecla de liberação do freio de estacionamento e o sensor de presença no banco do
operador.
48 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

LOCALIZAÇÕES DE COMPONENTES, CONECTORES E CHICOTES ELÉTRICOS

Localização do chicote elétrico


Cabine inferior: lado direito
direito

Chicote principal da cabine que liga 3 módulos


SCM, sendo:
- da esquerda nº 26
- intermediario nº 27
- da direita nº 28

Figura 21

Localização e identificação dos fusíveis


e relés
O compartimento está localizado do lado direito,
atrás do banco do operador. Para acessar o
compartimento, remover a tampa.

NOT A : Para acessar os componentes no


TA
compartimento, girar os dois botões de ajuste da
parte superior.

Figura 22

Figura 23
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 49

13 11 12 14

Figura 24

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

1. Conector Cabine C-409 7. Conector Cabine C-407 13. Alimentação 12V


2. Conector Frontal C-403 8. Conector Frontal C-404 Bateria
3. Conector Cabine C-410 9. Conector Motor C-405 14. Ponto de teste
4. Conector Motor C-406 10. Conector Auxiliar C-402
5. Conetor GPS C-401 11. Relés 001 a 019
6. Conector Cabine C-408 12. Fusíveis F001 a F070

Identificação dos fusíveis


NOTA: Ao substituir fusíveis, os mesmos devem ser repostos por outros de mesma amperagem, nunca de
NOTA:
amperagem superior.
Localização
Amperagem Identificação dos fusíveis
dos fusíveis
F-001 40A Alimentação do relé de potência dos faróis de serviço
F-002 40A Alimentação do relé de potência dos faróis de serviço
F-003 -
F-004 15A Espera
F-005 15A Rolo tombador
F-006 15A Alimentação da bobina do relé 12 / 24V
F-007 5A Luz de freio
F-008 10A Válvula piloto 1 / piloto 2 / Articulação do cortador de pontas /
Transbordo
continua...
50 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Localização
Amperagem Identificação dos fusíveis
dos fusíveis
F-009 15A Giro do cortador de pontas LE / LD
F-010 15A Luzes traseiras de transporte (opcional)
F-011 15A Luzes dianteiras de transporte (opcional)
F-012 15A Luzes dianteiras de transporte (opcional)
F-013 10A Acendedor de cigarros
F-014 10A Tomada 12V
F-015 20A Limpador de pára-brisa
F-016 10A Corte de base subir/descer / Cortador de pontas subir/descer
F-017 10A Divisor de linha direito/esquerdo (subir/descer)
F-018 5A Alarme de ré / Buzina / Inibidor de partida
F-019 10A Alimentação pós chave para rádio/CD e módulo do ar condicionado
F-020 10A Alimentação pós chave do monitor de rendimento do elevador
(opcional)
F-021 10A Alimentação pós chave do motor do limpador de pára-brisa
F-022 10A Alimentação pós chave do GPS
F-023 15A Alimentação do motor do banco do operador
F-024 5A Alimentação pós chave dos interruptores do console LD
F-025 15A Giro do disco de corte lateral direito/esquerdo
F-026 10A Disco de corte lateral direito/esquerdo estender e retrair
F-027 10A Inclinação do divisor de linha direito/esquerdo
F-028 –
F-029 –
F-030 –
F-031 25A Faróis traseiros
F-032 3A Luzes dianteiras e traseiras (opcional)
F-033 3A Luzes dianteiras e traseiras (opcional)
F-034 15A Faróis dianteiros (externos)
F-035 15A Faróis dianteiros (intermediários)
F-036 25A Faróis cortador de base e cortador de pontas (opcional)
F-037 5A Chave de ignição
F-038 5A Alimentação do módulo SCM 1
F-039 10A Giroflex / luz do teto da cabine
F-040 20A Rádio/CD e rádio transmissor
F-041 25A Faróis de trabalho
F-042 7.5A Display / conector de diagnóstico / console LD
F-043 10A Rotação corte de base / picador sent. colheita e reversão
F-044 5A Espera
F-045 10A Inclinação do corte de base
continua...
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 51

Localização
Amperagem Identificação dos fusíveis
dos fusíveis
F-046 3A Alimentação do módulo SCM 1
F-047 3A Alimentação pós chave do módulo SCM 2
F-048 3A Alimentação pós chave do módulo SCM 3
F-049 10A Válvula PWM comprimento do tolete / Extrator primário / PWM extrator
primário
F-050 15A Elevador subir/descer Flap/ Extrator secundário / Piloto bloco / Esteira
do elevador
F-051 15A Giro do elevador esquerdo/direito Bloqueio / Freio de estacionamento
F-052 15A Luz indicadora de direção esquerda/direita
F-053 10A Giro do capuz do extrator secundário esquerdo/direito
F-054 10A Giro do capuz do extrator primario esquerdo/direito
F-055 –
F-056 –
F-057 30A Alimentação dos relés da 1ª 2ª 3ª velocidade do sopradores de ar
F-058 10A Alimentação do relé do módulo da tração (maestro)
F-059 7.5A Alimentação da bobina do compressor do ar condicionado
F-060 25A Alimentação do relé da buzina
F-061 15A Atuador da escova rotativa
F-062 25A Espera
F-063 30A Espera
F-064 5A Teste de fusíveis
F-065 Vazio Reserva
F-066 Vazio Reserva
F-067 Vazio Reserva
F-068 Vazio Reserva
F-069 Vazio Reserva
F-070 Vazio Reserva
F-071 Vazio Teste de fusível
F-100 40A Módulo IVECO
52 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Identificação do relé

Relé Descrição
RLY-001 Segurança módulo SCM 1
RLY-002 Segurança módulo SCM 2
RLY-003 Segurança módulo SCM 3 / Módulo tração maestro
RLY-004 Relé mestre
RLY-005 Temporizador display
RLY-006 Alimentação módulo SCM 1
RLY-007 Alimentação módulo SCM 2
RLY-008 Alimentação módulo SCM 3
RLY-009 Ativação dos faróis de serviço
RLY-010 Ativação dos faróis de serviço
RLY-011 Buzina
RLY-012 –
RLY-013 2ª velocidade ventilador
RLY-014 3ª velocidade ventilador
RLY-015 1ª velocidade ventilador
RLY-016 Luzes traseiras (opcional)
RLY-017 Compressor ar condicionado
RLY-018 Ativação módulo tração maestro
RLY-019 Ativação da partida
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 53

MONITOR AFS 200 Veículo


Cada vez mais, o AFS 200 será considerado uma
Introdução ferramenta primária de interligação com o veículo,
seja ele um trator, colhedora, pulverizador ou
O AFS 200 deve ser usado como um interface do plantadeira. Hoje em dia, em algumas colhedoras,
operador: o operador não apenas gere, como controla as
• Para o software do AFS 200 operações de debulha diretamente apartir do AFS
200. Em alguns veículos o operador controla a
• Para aplicações precisas na colheita direção automatizada com o AFS 200.
• Para aplicações específicas no veículo A8000
O veículo utiliza o AFS 200 para comunicar as suas
• Terminal virtual para veículos, implementos e necessidades exclusivas de controle e de gestão
sistemas em conformidade com a norma ISO ao operador, ao mesmo tempo que oferece um
11783. maior controle do rendimento e de regeneração.

Arquitetura feita por camadas


Arquitetura ISO 11783
O AFS 200 utiliza uma arquitetura aplicada em Criado pela Organização Internacional para a
camadas para simplificar substancialmente a Estandardização (ISO), a norma 11783 é uma
aprendizagem de qualquer operador. Cada norma eletrônica para equipamentos agrícolas.
camada herda as capacidades da camada
anterior. Isto cria recursos, ferramentas e telas A norma trata cada aspecto de como controlar e
estandardizadas para todas as aplicações. comunicar com veículos agrícolas, mostradores,
implementos, software, armazenamento de dados,
Estrutura cabos e até ligadores que devem ser
Os recursos, ferramentas e telas partilhadas estandardizados e simplificados para aumentar as
significa menos tempo de aprendizagem e mais opções de utilização de equipamentos dos
tempo para utilizar programas no AFS 200. agricultores.

Os recursos partilhados devem ser preferências Quando usado como Terminal Virtual em um
do operador, descrições do implemento, tipos de implemento que cumpra a norma ISO 11783, o
colheitas, produtor—cultivo—campo—estrutura AFS 200 recebe as funções de controle e
da tarefa, etc. informação proveniente do implemento. (O
implemento descarrega as suas janelas no
Uma vez introduzida, esta informação partilha os mostrador). Estas funções e janelas são da
dados que estão disponíveis em qualquer veículo responsabilidade do fabricante do implemento.
e em qualquer aplicação de software no mostrador.
Leia o manual do Operador do fabricante do
Teclados secundários e janelas com opções implemento antes de utilizá-lo. Obedeça a todas
estandardizados são exemplos de ferramentas as mensagens de segurança no manual e nos
partilhadas. decalques do implemento quando utilizá-lo.

As mesmas ferramentas são usadas para criar


listas, selecionar opções e para introduzir nomes
ou valores. Uma vez assimiladas, são acedidas e
usadas da mesma forma por qualquer aplicação
no mostrador.

Os ícones comuns e a organização da tela


principal simplificam a navegação em todas as
aplicações de software no mostrador.
54 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

ABRANGÊNCIA DO MANUAL
O software agrícola da Case disponível para o AFS A finalidade deste Manual do Mostrador é:
200 consegue vantagens suplementares da sua
arquitetura feita por camadas. Há aplicações do • Explicar as ferramentas standard usadas em
veículo, aplicações agrícolas (por exemplo, todas as aplicações do AFS 200,
debulha, plantação, etc.) e aplicações com
características adicionais (por exemplo, • Explicar a navegação do software para todas
agricultura de precisão, computador de bordo, as aplicações no mostrador,
etc.) que podem ser acomodados em conjunto
no seu mostrador. • Introduzir as telas das Ferramentas comuns
usadas em cada uma das aplicações no
Neste contexto, os manuais de operação do mostrador,
software também têm mudado.
• Introduzir os componentes agrícolas de
O manual básico para todas as aplicações é o precisão usados em todas as aplicações de
Manual do Mostrador. Está então disponível um GPS,
Manual de Aplicações para qualquer veículo
específico ou software de função agrícola. • Introduzir as telas de Gestão de dados comuns,

• Introduzir as telas de Diagnóstico comuns.

MOSTRADOR
Memória exter na USB
externa

É usada uma memória externa USB standard na


indústria para gravar e recuperar informação
durante as operações agrícolas.

Figura 25

O veículo determina o local da porta USB. Na


colhedora está localizado abaixo do monitor.

Figura 26
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 55

Cuidados com a tela

A área da tela do monitor apenas deverá ser limpa


com um pano macio, do tipo não abrasivo e com
um limpa-vidros. Não utilize produtos de limpeza
do tipo solvente.

Figura 27

Ligar e Desligar o Mostrador

Quando liga a chave de ignição, o AFS 200


apresenta sua primeira tela e logo após ouve-se
um longo beep para indicar que o mostrador está
pronto para o funcionamento. Se o mostrador não
estiver ligado, verifique o cabo na parte de trás
do mostrador e, em seguida, verifique os fusíveis
na cabina que alimentam o mostrador, ou contate
o seu concessionário CASE IH e solicite
assistência. Este problema deve ser solucionado
para o rendimento adequado do mostrador.

Quando desliga o interruptor de ignição, há um Figura 28

retardamento de 5 segundos antes da tela ficar


em branco. Durante estes 5 segundos, o AFS 200
utiliza a corrente de desativação para gravar as
regulagens atuais e para fechar todos as pastas
de memória do mostrador ou na memória externa
USB.

A tela apresenta um ícone “NÃO retire a memória


externa” até o mostrador desligar completamente.
Os dados poderão perder-se se a memória externa
for retirada antes de todas as pastas serem
fechadas adequadamente. O AFS 200 toca três
curtos beeps quando o processo está completo.
A ausência destes curtos beeps pode indicar que
a corrente de desativação pode não estar presente
no mostrador. Quando isto ocorre, a informação
na memória externa USB pode estar corrompida
ou ser perdida. Figura 29
56 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

FERRAMENTAS DE NAVEGAÇÃO E DE
ENTRADA
O AFS 200 possui um teclado acesso rápido (1)
para a barra de navegação da tela (5), um teclado 1
de navegação (3), um teclado de acesso rápido
(4), um teclado para incrementos (2) e uma tela
com mostrador colorido. Na parte traseira do
mostrador encontra-se um alto-falante e uma
conexão para vídeo.

Todas as teclas do AFS 200 são iluminadas para


facilitar a localização noturna. As teclas iluminadas Figura 30
indicam também que o mostrador recebe energia.
4 3 2
Teclado suave (1, 5)
As seis teclas suaves (1) proporcionam acesso
instantâneo às telas que aparecem na barra de
navegação (5). A barra de navegação (5) é a linha
vertical dos ícones da tela, localizadas
imediatamente à esquerda das teclas suaves (1). 5
As aplicações agrícolas no AFS 200 determinam
que ícones aparecem em qualquer tela.

Em qualquer tela, se estiver presente um texto ou


um ícone com um gráfico para uma tecla suave, a
tecla tem uma função. Se não estiver presente
nenhum ícone, a tecla não tem nenhuma função.
Figura 31
Apertando numa tecla suave (1) aparece
imediatamente a tela descrita pelo ícone à sua
esquerda (5). O ícone não necessita ser
selecionado para que a tecla suave atue.

Teclas de navegação (2, 3)


O teclado de navegação (3) contém setas e a tecla
Enter (Confirmar).

Teclas de acesso rápido (4)


Este teclado contém três teclas para rápido acesso
à tela principal, para a aplicação de software
seguinte ou para sair da tela ou ação em que se
encontra.

Teclas de incrementos (2)


incrementos
O teclado de incrementos (2) contém as teclas
Mais (+) e Menos (--) para aumentar ou diminuir
um valor num determinado campo.
NOT A: Estas teclas podem não ser usadas na sua
NOTA:
função incremental em cada aplicação disponível
do AFS 200.
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 57

UTILIZAÇÃO DO PAINEL ELETRÔNICO

1 - Telas da Caixa de ferramentas


Este capítulo apresenta as telas básicas na Caixa
de Ferramentas que são comuns a todas as
aplicações no AFS200. A informação que entra
nestas telas é uma base partilhada para todas as
aplicações no mostrador.
As técnicas aqui utilizadas para aferir o
IntelliViewII, operadores, apresentação da tela de
trabalho e o nome do veículo podem ser usadas
em qualquer outra aplicação.

CONFIGURAÇÃO DO MOSTRADOR
Utilize a tela de aferição do mostrador:
• Para introduzir a data e a hora atuais no
mostrador
• Para selecionar o formato da hora
• Para selecionar o idioma
• Para selecionar o nível de interface do operador
• Para ajustar a luminosidade para todas as
aplicações
• Para selecionar o tipo de veículo atual.
Na tela principal, utilize as teclas de setas para
realçar o ícone na Caixa de Ferramentas.
Clique na tecla Enter para acessar as telas da
Caixa de Ferramentas.

Figura 32

Clique na tecla referente a posição Disp


(mostrador) para acessar a tela de configuração
do mostrador.

Figura 33
58 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Data (Mês, Dia, Ano)

Utilize a tecla de seta para realçar a janela do Mês.


Clique na tecla Enter para selecionar a janela.
NOTA:
NOT A: A janela, quando selecionada, muda de
cor.
NOTA:
NOT A: O mostrador deve ser acertado para a data
atual, uma vez que toda a informação é gravada
e registada com a data e a hora.

Figura 34

Para alterar selecione o campo e tecle Enter.


Com a seta direcional, selecione o número
desejado e tecle Enter.
Quando encerrar, clique em Inserir.

Figura 35

Utilize o mesmo procedimento para alterar as


janelas do Dia e do Ano, se necessário:
1. Ponha a janela em realce com as teclas das
setas
2. Clique na tecla Enter para editar o campo
3. Utilize o teclado virtual, que aparece para
colocar novo texto
4. Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

Figura 36

Horas
Ponha em realce a janela das Horas com as teclas
das setas.
Clique na tecla Enter para editar a janela.
NOTA:
NOT A: A janela, quando selecionada, muda de
cor.
NOTA:
NOT A: O mostrador deve ser acertado para a hora
atual, uma vez que toda a informação é gravada
e registada com a data e a hora.

Figura 37
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 59

Para alterar selecione o campo e tecle Enter.


Como a seta direcional, selecione o número
desejado e tecle Enter.
Quando encerrar, clique em Inserir.

Figura 38

Dia / Noite
Ponha em realce a janela Dia / Noite com as teclas
das setas.
Clique na tecla Enter para acessar a janela
secundária com opções.
Utilize as teclas das setas para realçar ”AM” (até
ao meio-dia) ou ”PM” (depois do meio-dia).
Clique na tecla Enter para gravar a alteração.
Clique em Escape para sair da janela sem alterar
o valor.
Figura 39

Idioma
Uma alteração de idioma na tela de ajuste do
mostrador provoca a alteração do idioma em todas
as aplicações do AFS200. Se o idioma selecionado
não estiver disponível numa aplicação do software,
esta será utilizada, por defeito, num outro idioma.
Ponha em realce a janela do idioma com as teclas
das setas.
Clique na tecla Enter para acessar a janela
secundária com opções.
Ponha em realce o idioma desejado.
Figura 40
Clique na tecla Enter para gravar a alteração.
Clique em Escape para sair da janela secundária
sem alterar o idioma.
Se for selecionado um novo idioma, aparecerá
uma mensagem para reiniciar o processo para que
o novo idioma seja memorizado no mostrador.
Clique na tecla Enter com o botão Yes (sim) em
realce para carregar o novo idioma na memória
do mostrador.
Clique na tecla Enter com o botão No (não) em
realce para cancelar a operação.
O novo idioma permanece ativo até ser alterado.
Figura 41
60 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Nível de inter face do operador


interface
A janela do nível de interface determina a porção
de estrutura agrícola de precisão que está visível
ao operador.
A designação ”Modo Básico” é usada neste
manual para descrever o funcionamento do
mostrador quando é selecionado ”Básico” na
janela do nível de interface. A designação ”Modo
Avançado” é usada para descrever o
funcionamento do mostrador quando é
selecionado ”Avançado” na janela do nível de
interface.

No Modo Básico, apenas estão visíveis ao


operador as janelas Campo, Tarefa, Tipo de cultura
e Etiqueta para todos os veículos. As janelas
Campo, Tarefa e Tipo de colheita devem ser
preenchidas com os dados da produção. A janela
Etiqueta é opcional.
Os nomes Campo e Tarefa são gerados pelo
software no formato que se mostra. Estes nomes
podem ser aceitos pelo operador ou editados caso
necessário.
Campo, Tarefa, Tipo de cultura e Etiqueta,
juntamente com qualquer dado da produção para
Figura 42
todos os veículos, apenas são gravados na
memória do mostrador.

No Modo Avançado, toda a estrutura agrícola de


precisão é visível ao operador. As janelas Produtor,
Cultivo, Campo, Tarefa e Tipo de cultura devem
ser preenchidas com os dados da produção para
todos os veículos. A janela Etiqueta é opcional.

O nome Tarefa é gerado pelo software no formato


que se mostra. O nome pode ser aceito pelo
operador ou ser editado caso necessário.

O Campo, Tarefa, Tipo de cultura e Etiqueta,


juntamente com qualquer dado da produção para
todos os veículos, são gravados na memória
externa e na memória do mostrador. Figura 43
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 61

Ponha em realce a janela do nível de interface com


as teclas das setas para selecionar um modo.
Clique na tecla Enter para aparecer a janela
opcional secundária.
Utilize as teclas das setas para realçar o nível
desejado.
Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

Figura 44

Figura 45

Luz de presença (luminosidade)


presença
Ponha em realce o gráfico de barras da
luminosidade para alterar o brilho do mostrador.
IMPOR
IMPORT TANTE: Alguns veículos suportam ambos
os ajustes, da hora diurna e noturna para a
luminosidade do mostrador. Desligue os faróis
quando proceder à regulagem diurna. Ligue os
faróis quando proceder à regulagem noturna.
Clique na tecla Enter para acessar a janela do
gráfico de barras.
Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (–) para
Figura 46
aumentar ou diminuir a luminosidade da tela, em
incrementos de 5%.
O brilho da tela reflete imediatamente a nova
regulagem à medida que é feita.
Clique na tecla Enter para gravar a alteração.
62 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

CONFIGURAÇÃO DO OPERADOR
Utilize a tela de configuração do operador:
• Para criar uma lista ao operador de todas as
aplicações de software no AFS200 ou
selecionar o seu nome para o percurso de
trabalho,
• Para selecionar preferências para cada
operador; quaisquer alterações feitas nas
janelas enquanto estiver selecionado um
operador, estas são automaticamente
registadas nesse nome:
• Unidades de medida
• Modo do mostrador
• Linhas da grade
• Formato da data
• Formato da hora
• Símbolo decimal
• Volume do altofalante do mostrador.
Na tela principal, utilize as teclas das setas para
selecionar o ícone da Caixa de Ferramentas.
Clique na tecla Enter para acessar as telas da
Caixa de Ferramentas.

Figura 47

Clique na tecla suave Oper (operador) na barra


de navegação para aparecer a tela de
Configuração do Operador.
Crie ou selecione um operador antes de alterar as
janelas nesta tela. Aparecerá uma mensagem
informativa se uma janela for alterada sem ter
selecionado um operador.

Figura 48
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 63

Criar um operador
Apenas está previsto um ID (uma identificação)
para cada operador para obtenção de relatórios
com base no software. Para partilhar uma lista
comum de operadores com múltiplos veículos, crie
a lista como sendo um veículo apenas e, de
seguida, transfira a lista através da memória
externa para os outros veículos. Isto assegura a
que seja usado o mesmo ID interno para um
operador em todos os veículos.
Podem ser criados um máximo de 20 operadores.
Utilize a tecla Seta para a esquerda para pôr em Figura 49
realce a janela do Operador.
Clique na tecla Enter para aparecer a janela
opcional secundária.
Se não for introduzido nenhum operador, a única
opção é ”Novo” para criar um novo operador.
Em seguida, as opções são ”Selecionar”, ”Editar
Nome” ou ”Novo”.
Utilize ”Selecionar” para escolher o seu nome da
lista atual.
Utilize ”EditarNome” para corrigir a escrita a partir
de um operador da lista atual.
NOT
NOTA:A: Não utilize Editar Nome para substituir o
Figura 50
nome do operador por outro nome: Editar Nome
não altera o ID atribuído para obtenção de
relatórios.
Utilize ”Novo” para adicionar o seu nome à lista
atual.
Utilize as teclas das setas para realçar a opção
desejada.

Selecionar um operador
Se fizer realçar ”Selecionar”, clique na tecla Enter
para que apareça uma janela secundária de
operadores atuais.
Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (–) para subir
ou baixar a página na janela.
Utilize as teclas das setas para colocar em realce
o seu nome na lista.
Clique na tecla Enter para confirmar a seleção.
Quaisquer preferências no mostrador associadas
com os nomes dos operadores têm efeito após a
seleção.
Figura 51
A tela fica atualizada com o nome do novo
operador.
64 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Criar / Editar um operador


Clique na tecla Enter para apresentar o teclado
alfanumérico se for selecionado ”Editar Nome” ou
”Novo”.
Utilize as teclas das setas para realçar letras
individuais seguido da tecla Enter para criar o
nome no teclado.
Realce o botão Enter no teclado e, em seguida,
carregue na tecla Enter para gravar o nome.
IMPORT
IMPOR TANTE: Seja consistente quando introduzir
nomes de operadores, em especial se o AFS200
Figura 52
for utilizado em diferentes tipos de veículos.
PEDRO, Pedro e pedro são três operadores
diferentes no software. A sua capacidade para
medir produtividade ou resumir resultados da
produção pode ser complicada se as tarefas do
trabalho tiverem de ser ligadas a um indivíduo nos
diferentes identificados como PEDRO, Pedro e
pedro.
Nomes duplicados não são permitidos. Aparece
uma mensagem de erro se tentar gravar um nome
que já exista.
A mensagem ocorre quando carrega na tecla Enter
para gravar a seleção.
Clique na tecla Enter ao reconhecer a situação e Figura 53
apagar a mensagem.
Clique na tecla Escape para sair do teclado sem
alterar o nome original ou utilize o teclado para
modificar ou selecionar uma variante ao nome para
continuar.

Preferências do operador
Preferências
As preferências do operador podem ser alteradas
em qualquer altura modificando as seleções na
tela de configuração do operador. As
configurações são gravadas imediatamente para
o operador selecionado à medida que as
preferências forem alteradas e as configurações
são usadas em todas as aplicações residentes
no mostrador.
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 65

Unidades de medida
Utilize as teclas das setas para realçar a janela
das Unidades e selecionar as unidades de medida
preferidas.
Clique em Enter para fazer aparecer a janela de
opções secundárias. As seleções disponíveis são:
• Métrico
• U.S.A. (Americanas)
• Imperiais
Ponha em realce a sua preferência com as teclas
das setas. Figura 54

Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

Linhas de grade
As linhas de grade são as linhas verticais e
horizontais que separam as janelas.
Ponha em realce a janela das Linhas de grade
com as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela
de opções secundária.
Ponha em realce ”No” (Não) ou ”Yes” (Sim) para
desativar ou ativar as linhas de grade.
Clique na tecla Enter para gravar a alteração.
Figura 55

For mato da Hora


Formato
Utilize as teclas das setas para realçar a janela
do formato da Hora e escolha entre relógio com
24 horas ou relógio com AM / PM.
Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela
de opções secundária.
Ponha em realce as suas preferências com as
teclas das setas.
Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

Figura 56

Volume do altofalante
Utilize as teclas das setas para realçar a janela
do Volume do altofalante.
Clique na tecla Enter para acessar o gráfico de
barras do Volume. Este gráfico ajusta o volume
para qualquer beep de advertência ou de
mensagem que venha a ouvir no mostrador.
Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (-) para
aumentar ou diminuir o nível do volume em
incrementos de 5%.
O altofalante fará um beep quando cada nova
regulagem for selecionada. Figura 57

Clique na tecla Enter para gravar a alteração.


66 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Modo do Mostrador
Utilize as teclas das setas para realçar a janela
do Modo do mostrador e escolher um dos quatro
modos do mostrador: Ícone / Ícone, Misto / Ícone,
Misto / Texto e Texto / Texto.
Veja as próximas ilustrações para compreender
as diferenças entre os quatro modos antes de
efetuar uma escolha.
NOTA:
NOT A: Cada janela não altera a sua aparência
para todos os quatro modos.
Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela
Figura 58
de opções secundária.
Ponha em realce as suas preferências com as
teclas das setas.
Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

Modos do Mostrador

Figura 59 Figura 60
Modo Ícone / Ícone Modo Misto / Ícone
No modo Ícone / Ícone, a barra de navegação e No modo Misto / Ícone, a barra de navegação
as janelas aparecem apenas com ícones - sem aparece apenas com ícones (sem etiquetas de
quaisquer etiquetas de texto. texto) e as janelas aparecem com ícones e
etiquetas de texto.

Figura 61 Figura 62

Modo Misto / Texto


Texto Modo Texto / T
Texto exto
Texto
No modo Misto / Texto, a barra de navegação No modo Texto / Texto, a barra de navegação e as
aparece com etiquetas de texto (sem ícones) e as janelas aparecem apenas com etiquetas de texto
janelas aparecem com ícones e etiquetas de texto. (sem ícones).
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 67

For mato da Data


Formato
Utilize as teclas das setas para realçar a janela
do formato da Data.
Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela
de opções secundária.
Ponha em realce a sua preferência com as teclas
das setas.
Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

Figura 63

Símbolo decimal
Utilize as teclas das setas para realçar a janela
do Símbolo decimal. Utilize esta janela para
selecionar o símbolo no mostrador sempre que
um valor decimal é necessário.
Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela
de opções secundária.
Ponha em realce a sua preferência com as teclas
das setas.
Clique na tecla Enter para gravar a alteração.

Figura 64

CONFIGURAÇÃO DAS TELAS EXECU-


TAR (COMO MONTAR AS TELAS PARA
VISUALIZAÇÃO DURANTE COLHEITA)
Para a configuração das telas Executar, realizar o
seguinte:

Acessar a tela ao lado, teclando em Home (Casa).

Com as setas ir para a pasta Toolbox


(Ferramentas) e clicar Enter (Confirmar).

Figura 65

Selecionar a pasta Esquema (1) para visualizar


as janelas das telas Executar.

• Esquema Atual: Nome da configuração


• Selecionar Executar: essa janela apresenta qual
a Executar a ser configurada.
• Número de linhas: proporciona a escolha do 1
número de linhas a ser apresentado na Tela
Executar.

Figura 66
68 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Selecionar a janela Esquema Atual, clicando Enter


para confirmar e acessar as opções.

Três opções são mostradas:


• Selecionar uma já existente;
• Editar o nome de um esquema já existente;
• Criar um novo esquema;

Utilizar as setas e a tecla Enter para a seleção da


letra e repetir esse processo até finalizar o nome
desejado. Finalizando o nome desejado, ir com
as setas até o botão virtual Inserir e clicar em Enter
para confirmar. Figura 67

Para a janela Número de Linhas, ir até a janela


utilizando as setas e clicar Enter para confirmar.

Selecionar com as setas o número de linhas e


colunas desejável para a tela Executar que irá ser
configurada. Quando esta estiver iluminada, como
mostrado na figura ao lado, clicar em Enter para
confirmar a seleção. As opções vão desde 1x4 a
1x6 e de 2x4 a 2x6.

Nesse caso o exemplo escolhido é o de 2 colunas


com 4 linhas.
Figura 68

As janelas na região indicada aparecerão, elas


podem estar vazias ou não. Ir até uma das janelas
e clicar em Enter.

Uma janela com as opções disponíveis será


apresentada no visor.

Selecionar a função que é desejada a ser


visualizada durante a operação e clicar em Enter
para confirmar.

Figura 69

Selecionado a altura do corte de base, passar para


a janela de baixo, utilizando as setas.

Clicar Enter, para confirmar. Repetir o passo acima


para as outras janelas até completar todas as
linhas. Assim ao final temos a configuração
conforme mostrado na figura ao lado.

A tecla Home volta o monitor para a tela inicial.

Figura 70
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 69

Retornar à tela inicial, para voltarmos as telas


Executar utilizadas durante a colheita.

Teclar Enter na pasta em laranja, conforme figura


ao lado. Com isso acessamos a tela Executar 1
(Figura 33).

Figura 71

Para montar as outras telas Executar, repetir o


procedimento acima para cada uma delas,
selecionando as demais telas Executar de 1 a 6.

Figura 72

Selecionar telas de trabalho


Utilize as teclas das setas para realçar a janela
da tela de trabalho.
Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela
de opções secundária.
Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (-) para subir
ou baixar a página na janela.
Ponha em realce a tela desejado para o habilitar
ao cliente com as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para confirmar a seleção.
Figura 73
Aparece a apresentação da tela de trabalho
selecionado.
NOTA:
NOT A: As entradas que aparecem na janela de
opções dependem do veículo e da aplicação do
software residente no mostrador. A ”Área
esquerda” não aparece na janela de opções a não
ser que o veículo suporte a configuração da área
esquerda.
As telas de resumo apenas aparecem na janela
de opções se a aplicação Agrícola de Precisão
estiver instalada no mostrador.

Figura 74
70 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Utilize as teclas das setas para realçar qualquer


janela na tela de apresentação.
NOTA:
NOT A: Estes exemplos são representativos.
Mostram o funcionamento da tela de apresentação
de trabalho e não documentam as janelas
disponíveis provenientes de uma aplicação
agrícola específica.
Clique na tecla Enter para fazer aparecer a janela
de opções secundária.

Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (-) para subir


ou baixar a página na janela, ou o controle giratório
no console.
Com as teclas das setas ponha em realce a janela
desejada.
Clique na tecla Enter para confirmar a seleção.
A etiqueta da janela aparece no local selecionado
na tela de apresentação.
Para selecionar mais janelas para colocação,
proceda da seguinte forma:
1. Ponha uma janela em realce.
Figura 75
2. Clique na tecla Enter para fazer aparecer a
janela de opções secundária para todas as
aplicações agrícolas.
3. Ponha em realce a janela desejada para
colocação.
4. Clique na tecla Enter para confirmar a seleção.

Para verificar em qualquer altura a aparência da


tela de trabalho adaptado ao cliente:
1. Clique na tecla Home (Inicial) para regressar à
tela principal.
Figura 76
2. Selecione o ícone da tela de trabalho com as
teclas das setas e, em seguida, clique na tecla
Enter para acessar as telas de trabalho.

3. Clique na tecla suave da tela de trabalho


apropriado e verifique os resultados da
apresentação.

Figura 77
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 71

GERAL

Selecione a opção Geral e tecle Enter.

Figura 90

Código do país
Neste campo o operador informa para o programa
em qual país a máquina esta trabalhando.
Para editar, utilize o teclado direcional para
selecionar o código do país, e tecle Enter.
NOTA:
NOTA: A janela quando selecionada muda de cor.

Figura 91

Tipo de máquina
Neste campo o operador informa para o programa
em qual maquina o software esta instalado.
Para editar, utilize o teclado direcional para
selecionar o campo tipo de maquina, e tecle Enter.
No caso das colhedoras de cana apenas a opção
Sugarcane esta disponível para ser escolhida.
NOTA:
NOTA: A janela quando selecionada muda de cor.

Figura 92

Modelo de máquina
Neste campo o operador informa para o programa
qual é o modelo de máquina que o software esta
instalado.
Para editar, utilize o teclado direcional para
selecionar o campo tipo de máquina, e tecle Enter.
NOTA:
NOTA: A janela quando selecionada muda de cor.

Figura 93
72 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Número de série
Número
O operador não consegue editar este campo, ele
é configurado na fábrica.

Figura 94

Usuário mestre
mestre

Figura 95

Distância entre linhas


entre
Neste campo o operador informa qual é a distância
entre linhas da cultura a ser colhida.
Para editar, utilize o teclado direcional para
selecionar o campo distância entre linhas, e tecle
Enter.
NOTA:
NOTA: A janela quando selecionada muda de cor.

Figura 96

Intervalo da escova (opcional)


Neste campo o operador edita de quanto em
quanto tempo o motor da escova interna da tela
rotativa é acionado.
Para editar, utilize o teclado direcional para
selecionar o campo intervalo da escova, e tecle
Enter.

Figura 97
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 73

Supressão de er
Supressão errro
As mensagem de erro são divididas em duas
categorias, os erros críticos (mensagem vermelha)
estes erros param a máquina e os erros menos
críticos (mensagem amarela) estes erros não
param o funcionamento da máquina.
Quando o operador suprimir as mensagens de
erro (off) o monitor não apresentará as mensagens
amarelas.
Para suprimir, utilize o teclado direcional para
selecionar o campo suprimir erro, e tecle Enter.
Figura 98

MOTOR
Selecione a opção Motor e tecle Enter.

Modelo do motor
Esta é uma opção configurada na fábrica, o
operador tem apenas acesso de leitura.

Figura 99

Rotação inter mediária do motor


intermediária
Neste campo o operador determina qual será a
rotação intermediária do motor.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 100
74 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

CORTE DE BASE
HOME > FERRAMENTAS > CORTE DE BASE

Nesta opção o operador configura as opções do


corte de base.

Pressão em vazio
Pressão
Campo para ajuste da pressão qual o sistema
entende que a máquina deve se elevar para
manobra.
Toda vez que a pressão de vazio for atingida, a Figura 101
altura da máquina será elevada para o valor de
altura de vazio. Isto ocorre normalmente em
manobras.
Valor de referência: 380 PSI ou 26,2 bar
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Pressão de trabalho
Pressão
Campo de ajuste do valor ideal de pressão para o
corte de base durante a operação.
Valor de referência: 1000 PSI ou 69 bar
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 102

Pressão de embuchamento
Pressão
Campo que estabelece a pressão limite a partir
da qual o alarme de embuchamento soará e a
máquina levantará a suspensão.
Se a pressão atual do corte de base ficar acima
do valor de pressão máxima por mais de 03
segundos, o sistema corta o controle e acusa
embuchamento.
Valor de referência: 1800 PSI – 124 bar
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 103

Altura de trabalho
Campo de ajuste da altura média de corte. Esta é
a altura que o sistema tentará manter durante o
corte.
Valor de referência: 100
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 104
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 75

Altura de vazio (manobra)


Campo para ajuste da altura de manobra no final
da linha.
Posição para qual a máquina se eleva para
manobra. Utilizada quando constatado que a
máquina está na pressão de vazio. A altura de
vazio deve ser sempre maior que a altura de corte.
Valor de referência: 250
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 105

Tempo máximo acima da pressão de trabalho


pressão
Campo de ajuste de tempo de retardo para subida
da máquina quando ocorre pico de pressão.
Valor de referência: 500 ms
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 106

Cor
Corrrente mínima da válvula
Neste campo o operador programa o tempo de
resposta dos implementos durante a colheita.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 107

Cor
Corrrente máxima da válvula
Neste campo o operador programa o tempo de
resposta dos implementos quando a máquina não
estiver colhendo.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 108
76 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Base C (Units Control)


Control)
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 109

Máxima unidade PWM


Campo para ajustar a velocidade máxima do
cilindro da suspensão.
Valor de referência: 800
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 110

Sensor de rrotação
otação do cor te de base
corte
Nesta campo o operador liga ou desliga o sensor
de rotação do corte de base.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 111

Ajuste da altura rreduzida


eduzida do cor te de base
corte
Campo de ajuste da altura de corte reduzida
permitindo ajuste rápido da altura do corte de base
durante a colheita.
Valor de altura de corte a ser reduzido por certo
período. Utilizado quando houver depressões no
terreno dentro da linha de cana.
Valor de referência: 20 UN
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 112
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 77

Ajuste da pressão extra


pressão
Campo de ajuste da pressão extra, sem
reprogramar o parâmetro de pressão.
A pressão extra representa um sistema de
aumento temporário da pressão de trabalho.
Utilizada por exemplo em cana tombada, quando
há alteração no volume da cana.
Valor de referência: 250 PSI
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 113

Tempo para infor mar quando ocor


informar ocorrrer um er
errro
Neste campo o operador define o tempo que o
sistema vai levar para lhe apresentar um erro.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 114

CALIBRAÇÃO
Esta seção o operador utilizará para fazer as
calibrações do auto tracker, do sistema de
transmissão e do sistema de direção.

Figura 240

Calibração do auto tracker


Para cessar, ilumine a opção Calibração.
Selecione a opção corte de base e tecle Enter.

Figura 241
78 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

O AFS 200 passará para o operador as instruções


de como proceder.
Primeiramente o software pede para o operador
estacionar a máquina com o motor ligado e
pressionar continuar.

Figura 242

O software pede para o operador baixar a máquina


para calibrar o ponto 0.
NOTA:
NOTA: Ao baixar a máquina, pressione continuar.
NOTA:
NOT A: Note que as operações que já foram
realizadas o texto aparece sem realce.

Figura 243

O software pede ao operador que coloque a


máquina na altura máxima para calibrar o ponto
400.

Figura 244

Após calibrado os pontos 0 e 400 o software


informa ao operador que a máquina esta
calibrada.

Figura 245
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 79

Calibração das condições de trabalho: Pressão


Pressão
de trabalho e altura de trabalho
NOTA:
NOT A: A calibração das condições de trabalho
assemelha-se a Autocalibração realizadas nas
máquinas da série anterior a 8000, equipadas com
o Autotracker.

Figura 246

Ao clicar em condições de trabalho o programa


informará que esta calibração deverá ser feita,
durante colheita normal (altura de corte e pressão
de corte), durante um período de no mínimo de 1
minuto e máximo de 10 minutos.

NOTA:
NOT A: O operador pode interromper a calibração
a qualquer momento a partir de 1 (um) minuto.

Figura 247

Inicialmente deve-se colher 3 - 4 metros da linha


de cana e após clicar em continue.

Após o clique em continue, o programa estará


coletando os dados de colheita da rua de cana.
Depois de um minuto de coleta de dados, o
operador poderá parar a auto calibração, com isso
o programa retornará os dados de pressão de
trabalho e altura de trabalho, para que o operador
aceite ou aborte os valores coletados.

Nos casos em que o operador não parar a


autocalibração, após os dez minutos, o programa
Figura 248
encerra a coleta de dados e apresenta os valores
de pressão de trabalho e altura de trabalho, para
que o operador aceite ou não.

NOTA:
NOT A: Quanto maior for o tempo de coleta de
dados, maior será a precisão dos dados
coletados.

NOT
NOTA:A: Caso ocorra algum problema durante a
coleta de dados (corte da linha de cana no modo
de CALIBRAÇÃO), como por exemplo: parada
devido à falta de transbordo e/ou caminhão ou
qualquer outro incidente que faça a máquina parar,
o operador deve recomeçar a coleta de dados
em outra linha.
80 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

OPÇÕES
HOME > FERRAMENTAS > OPÇÕES

Selecione a opção Motor e tecle Enter.

Transbordo
ransbordo
Neste campo o operador informa para o software
se a máquina está configurada com transbordo
traseiro.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.
Figura 115

Inclinação do divisor de linha


Neste campo o operador informa para o software
se a máquina está configurada com inclinação do
divisor de linha.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 116

Altura do rrolo
olo tombador
Neste campo o operador informa para o software
se a máquina está configurada com ajuste
hidráulico de altura do rolo tombador.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 117

DCL Liga/desl
Neste campo o operador informa para o software
se a máquina está configurada com disco de corte
lateral.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 118
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 81

Controle de altura do DCL


Controle
Neste campo o operador informa para o software
se a máquina está configurada com ajuste
hidráulico de altura do disco de corte lateral.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 119

Inclinação do cor te de base


corte

Neste campo o operador informa para o software


se a máquina está configurada com inclinação do
corte base.

Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 120

Escova
Neste campo o operador informa para o software
se a máquina está configurada com escova para
limpeza interna da tela rotativa.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 121

Sensor de rrotação
otação do picador
Neste campo o operador informa para o software
se a máquina está configurada com sensor de
rotação do picador.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 122
82 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

PICADOR
HOME > FERRAMENTAS > PICADOR

Nesta opção o operador configura as opções do


picador.

Porcentagem da rrotação
Porcentagem otação picador
Neste campo o operador ajusta o tamanho do
tolete de cana a ser cortado.
Aumentado a porcentagem, o operador aumenta
a rotação dos rolos transportadores e
consequentemente aumenta o tamanho do tolete. Figura 123

Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Cor
Corrrente mínima válvula do picador
Neste campo o operador ajusta a corrente elétrica
mínima para o valvistor do picador.
Valor de referência: 400 mA
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 124

Cor
Corrrente máxima válvula do picador
Neste campo o operador ajusta a corrente elétrica
máxima para o valvistor do picador.
Valor de referência: 1400 mA
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 125

EXTRATOR PRIMÁRIO
HOME > FERRAMENTAS > EXTRATOR PRIMÁRIO

Nesta opção o operador configura as opções do


extrator primário.

RPM desejado no extrator primário


Neste campo o operador ajusta a rotação do
extrator primário.
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 126
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 83

Cor
Corrrente mínima válvula do extrator primário
Neste campo o operador ajusta a corrente elétrica
mínima no valvistor do extrator primário.
Valor de referência: 600 mA - 800rpm
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 127

Cor
Corrrente máxima válvula do extrator primário
Neste campo o operador ajusta a corrente elétrica
máxima no valvistor do extrator primário.
Valor de referência: 900 mA - 1100 rpm
Para editar este campo selecione-o e tecle Enter.

Figura 128
84 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Telas do rresumo
esumo de dados
As telas do resumo de dados, acessíveis através
do ícone do Rendimento, estão também
habilitadas ao cliente com a tela de apresentação.
As telas de resumo contêm informação do
rendimento relativa ao veículo e às suas funções.
Por exemplo, para colhedoras o conteúdo do
resumo difere do conteúdo do resumo para
ceifeiras.
NOTA:
NOT A: Esta tela de resumo apresenta as janelas
de resumo no Modo Avançado. No Modo Básico,
apenas são apresentadas janelas de resumos da
Figura 78
Colheita, do Campo e das Tarefas.
Para habilitar uma tela do resumo de dados ao
cliente:
1. Selecione ”Resumo de dados 1” ou ”Resumo
de dados 2” na janela da tela de trabalho.
2. Selecione a sua apresentação preferida
(número de colunas e linhas) com a janela do
Número de Janelas.
3. Selecione um local na tela de apresentação
para acessar a janela de opções secundária.
4. Selecione uma etiqueta da janela para
colocação.
5. Repita os passos 3 e 4 até que a apresentação Figura 79
esteja completa.
NOT
NOTA:A: Estão disponíveis janelas únicas para as
telas do resumo de dados e que não estão
disponíveis nas telas de trabalho. Outras janelas
são partilhadas em comum com as telas de
trabalho.

CRIAÇÃO DO MARCADOR DE CAMPO


Para criar ou editar marcadores de campo, a partir
da tela principal, selecione o ícone da Caixa de
ferramentas para acessar ás telas da caixa de
ferramentas.

Figura 80
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 85

Clique na tecla suave do ícone dos Marcadores


na barra de navegação para aparecer a tela de
Regulagem do Marcador de campo.

Figura 81

Utilize as teclas das setas para pôr em realce a


janela do Marcador de campo. Clique na tecla
Enter para acessar a janela de opções secundária.
NOTA:
NOT A: A primeira vez que a janela é selecionada
a única opção é ”Novo”. Posteriormente, as
opções são ”Selecionar”, ”Editar Nome” e ”Novo”.

Figura 82

Com ”Selecionar” em realce, clique na tecla Enter


para eleger o marcador de campo desejado a
partir da janela de opções secundária dos
marcadores de campo já criados pelo operador.
NOTA:
NOT A: O nome do marcador de campo também
grava o tipo de botão. Quando um marcador de
campo é selecionado para ser novamente usado,
tanto o nome como o tipo de botão são ambos
ativados.

Figura 83

Com ”Editar Nome” em realce, clique na tecla Enter


para acessar o teclado alfanumérico e editar o
nome de um marcador de campo existente.
Utilize o teclado para editar ou corrigir o nome.
Ponha em realce o botão Enter no teclado e, em
seguida, clique na tecla Enter para gravar o nome.

Figura 84
86 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Com ”Novo” em realce, clique na tecla Enter para


acessar o teclado alfanumérico e criar um novo
marcador de campo.
Pode ser criado um máximo de 20 marcadores
de campo. Uma vez criado, os marcadores de
campo estão disponíveis para qualquer das
janelas 1 - 4 dos Marcadores de campo.
Utilize o teclado para introduzir o nome.
Ponha em realce o botão Enter no teclado e, em
seguida, clique na tecla Enter para gravar o novo
marcador de campo.
Figura 85

A janela do Tipo de botão apenas aparece depois


de um marcador de campo ser nomeado.
Ponha em realce a janela do Tipo de botão e, em
seguida, clique na tecla Enter para acessar a
janela de opções secundárias.
Selecione ”Fecho” para o botão de fecho.
Selecione ”Carregar” para um botão de carregar
momentaneamente. clique na tecla Enter para
confirmar a seleção.

Figura 86

Repita este procedimento até que todos os


marcadores de campo tenham sido aferidos.

Figura 87

RECEPTOR GPS
Na tela principal, ponha em realce o ícone da
Caixa de ferramentas com as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para acessar as telas da
Caixa de ferramentas.

Figura 88
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 87

Clique na tecla suave do ícone do GPS na barra


de navegação para apresentar a tela de
Regulagem do GPS.
A posição para o receptor GPS é, por padrão, ”Não
instalado”. Quando é selecionado ”Não instalado”,
não estão disponíveis nenhumas opções de
regulagem do receptor nem das janelas da tela
de trabalho do GPS até que a situação seja
alterada.
NOTA:
NOT A: A janela Escrever no Cartão não aparece
no modo Básico de agricultura de precisão.
Figura 89
88 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

RENDIMENTO (PERFORMANCE)

MODO BÁSICO
O modo Básico está disponível para os utilizadores
que pretendam acessar a todas as características
de produtividade e apenas alguns dos relatórios
de produtividade provenientes das diferentes
aplicações agrícolas e para os utilizadores que
não tenham verdadeiro interesse em guardar nem
analisar esta informação por um período de tempo
longo.
O modo Básico oferece uma utilização imediata Figura 129
das ferramentas de produtividade num ambiente
de trabalho simplificado. Ao mesmo tempo,
oferece um percurso de crescimento rápido na
agricultura avançada de precisão.
No modo Básico, toda a informação criada pelo
utilizador é gravada apenas para aparecer na
memória; a informação não é gravada da memória
externa. Isto inclui quaisquer campos, tarefas,
etiquetas, apresentações de telas de trabalho,
dados de resumo, dados de GPS, etc. Quando a
memória do mostrador está cheia - excedido o
número máximo de tarefas ou campos, o utilizador
é alertado de imediato para apagar os dados para
continuar a trabalhar.
Como a informação não é gravada da memória
externa, a informação criada pelo utilizador não
pode ser arquivada num computador para
utilização com o software de análise.
As calibrações necessárias do veículo são
gravadas da memória externa. Isto elimina a
necessidade de voltar a calibrar o veículo em cada
sessão de trabalho.
Na tela principal, utilize as teclas das setas para
fazer realçar o ícone do Rendimento.
Clique na tecla Enter para acessar as telas do
Rendimento.

Figura 130

Clique na tecla suave do ícone Perfil para


apresentar a tela do Perfil.

Figura 131
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 89

No modo Básico, apenas as janelas Campo,


Tarefa, Tipo de colheita e Etiqueta estão visíveis
ao operador para todos os veículos. As janelas
Campo, Tarefa e Tipo de colheita devem ser
preenchidas para acomodar os dados da
produção. A janela Etiqueta é opcional.
Os nomes dos Campos são gerados através do
software neste formato: yy/mm/dd—nnn. Os
nomes podem ser aceitos pelo operador ou
editados conforme necessidade.
yy = ano
mm = mês Figura 132

dd = dia
nnn = sequência: 001, 002, 003, etc.
NOTA:
NOT A: O formato do nome do campo gerado
automaticamente não pode ser alterado, não
sendo influenciado ao selecionar a janela Formato
da data na tela de Regulagem do operador na
Caixa de ferramentas.
Os nomes das Tarefas são gerados através do
software neste formato: yy/mm/dd—hh:mm:ss. Os
nomes podem ser aceitos pelo operador ou
editados conforme necessidade.
yy = ano
Figura 133
mm = mês
dd = dia
hh = hora
mm = minutos
ss = segundos
NOTA:
NOT A: O formato do nome da tarefa gerado
automaticamente não pode ser alterado, não
sendo influenciado ao selecionar a janela Formato
da data na tela de Regulagem do operador na
Caixa de ferramentas.

Campo
Um campo é uma área geográfica onde uma tarefa
de produção de colheita é realizada num tipo de
colheita específico.
Para criar, editar ou selecionar um campo, fazer
realçar a janela do Campo com as teclas das
setas.
Clique na tecla Enter para acessar a janela de
opções secundária.
Se nenhum campo deu entrada, a única opção é
Novo.
Figura 134
90 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Em seguida, as opções são ”Selecionar”, ”Editar


Nome” ou ”Novo”.
Utilize ”Selecionar” para recolher um campo da
lista atual.
Utilize ”Editar Nome” para editar o nome gerado
pelo software.
NOTA:
NOT A: A função editar não deverá ser usada para
criar um campo novo, uma vez que não altera o
ID exclusivo para cada campo.
Utilize ”Novo” para adicionar um campo à lista
atual.
Figura 135
Utilize as teclas das setas para realçar a opção
desejada e, de seguida, clique na tecla Enter.

Se escolheu ”Selecionar” aparece uma janela de


opções secundária.
Ponha em realce o campo desejado com as teclas
das setas.
Clique na tecla Enter para selecionar o campo.

Figura 136

Se escolheu ”Novo” o software gera


imediatamente um nome de campo novo neste
formato: yy/mm/ dd-nnn. O operador pode aceitar
este nome ou usar Editar nome para alterar o
nome.

Figura 137

Se escolheu ”Editar nome” aparece o teclado


alfanumérico.
Utilize as setas para pôr em realce caracteres
individuais no teclado seguido da tecla Enter para
editar o nome.
Quando completar, ponha em realce o botão Enter
no teclado com as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para gravar o nome.

Figura 138
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 91

Tarefa
arefa
Uma tarefa é o rendimento de trabalho num tipo
de colheita específica e num determinado campo.
Sempre que for criado um novo campo, é gerada
automaticamente uma tarefa para esse campo. No
entanto, pode ser criada uma nova tarefa em
qualquer altura, e múltiplas tarefas podem ser
atribuídas ao mesmo campo.
Para criar, editar ou selecionar uma tarefa, fazer
realçar a janela da tarefa com as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para acessar a janela de
opções secundária. Figura 139

As opções da Tarefa são ”Selecionar”, ”Editar


Nome” ou ”Nova”.
Utilize ”Selecionar” para recolher uma tarefa da
lista atual.
Utilize ”Editar Nome” para editar o nome gerado
pelo software.
NOTA:
NOT A: A função editar não deverá ser usada para
criar uma tarefa nova, uma vez que não altera o
ID exclusivo para cada tarefa.
Utilize ”Nova” para adicionar uma tarefa à lista
atual.
Figura 140
Utilize as teclas das setas para realçar a opção
desejada e, em seguida, clique na tecla Enter.
Se escolheu ”Selecionar” aparece uma janela de
opções secundária.
Ponha em realce a tarefa desejada com as teclas
das setas.
Clique na tecla Enter para selecionar a tarefa.

Figura 141

Se escolheu ”Nova” o software gera


imediatamente um nome de tarefa novo neste
formato: yy/mm/dd- hh:mm:ss. O operador pode
aceitar este nome ou usar ”Editar nome” para
alterar o nome.

Figura 142
92 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Se escolheu ”Editar nome” aparece o teclado


alfanumérico.

Utilize as setas para pôr em realce caracteres


individuais no teclado seguido da tecla Enter para
editar o nome.

Quando completar, ponha em realce o botão Enter


no teclado com as teclas das setas.

Clique na tecla Enter para gravar o nome.

Figura 144

Tipo de colheita
Tipo de colheita está associado à tarefa e, desta
forma, ao campo. O tipo de colheita não pode ser
alterado uma vez que os dados foram gravados
para a tarefa selecionada.
Ponha em realce a janela do Tipo de colheita com
as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para selecionar uma colheita
a partir da lista filtrada na janela secundária.
IMPORT
IMPOR TANTE: O conteúdo da lista de colheita é
controlado através da tela de filtro na Gestão de
Figura 145
dados.
Ponha em realce a colheita necessária com as
teclas das setas.
Clique na tecla Enter para gravar a regulagem.

Etiqueta
Uma etiqueta atua, no operador, como uma nota
eletrônica para gravar outra variável na produção
da colheita. As etiquetas são opcionais. Podem
ser úteis quando efetua avaliações de rendimento
no terreno, em práticas fertilizantes ou em práticas
de lavoura.
A Etiqueta está associada à tarefa, podendo
apenas ser atribuída uma Etiqueta a cada tarefa.
Podem ser criadas 20 Etiquetas no máximo
estando apenas associado um único ID a cada
Etiqueta.
Fazer realçar a janela da Etiqueta com as teclas
das setas.
Figura 146
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 93

Clique na tecla Enter para acessar a janela de


opções secundária.
Se nenhuma Etiqueta deu entrada, a única opção
é ”Nova”.
Em seguida, as opções são ”Selecionar”, ”Editar
Nome” ou ”Nova”.
Utilize ”Selecionar” para recolher uma etiqueta da
lista atual.
Utilize ”Editar Nome” para editar o nome de uma
etiqueta.
NOTA:
NOT A: A função editar não deverá ser usada para Figura 147
criar uma etiqueta nova, uma vez que não altera o
ID exclusivo para cada etiqueta.
Utilize ”Nova” para adicionar uma etiqueta à lista
atual.
Utilize as teclas das setas para realçar a opção
desejada e, em seguida, clique na tecla Enter.
Utilize ”Selecionar” para eleger a etiqueta
desejada a partir da janela secundária.

Figura 148

Utilize ”Editar Nome” para escrever correctamente


com o teclado alfanumérico.
Utilize ”Novo” para adicionar uma Etiqueta com o
teclado alfanumérico.

Figura 149

Condição de trabalho, Operador e Operação


As aplicações agrícolas individuais determinam
se as janelas da Condição de trabalho, Operador
e Operação são requeridas ou necessárias. Estas
janelas não são parte da tela do Perfil no
Rendimento. As janelas podem ser adicionadas a
qualquer tela de trabalho pelo operador ou podem
aparecer em uma tela exclusiva do veículo.

Figura 150
94 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

MODO AVANÇADO
O Produtor, Cultivo, Campo, Tarefa, Tipo de
colheita e Etiqueta são os blocos a construir na
agricultura de precisão avançada, sendo os filtros
primários da visualização dos resultados da
produção. Com exceção da janela da Etiqueta,
estas janelas devem ser preenchidas sempre que
for utilizado o modo de agricultura de precisão
avançada.
Com exceção da Tarefa, a informação às janelas
pode ser criada no mostrador e ser partilhada entre
veículos. A informação da Tarefa é específica do Figura 151

veículo e apenas pode ser introduzida no


mostrador.

As seleções nas janelas da tela do Perfil são o


conjunto de dados ativos para os quais os
resultados da produção são registados. As janelas
são agrupadas na tela do Perfil para fácil acesso
do operador. Qualquer das janelas pode ser
adicionada a qualquer tela de trabalho para
conveniência do operador.
O conjunto de dados tem uma estrutura
hierárquica:
Para cada produtor pode haver muitos cultivos.
Para cada cultivo pode haver muitos campos. Para Figura 152

cada campo pode haver muitas tarefas. A tarefa é


o último nível em que os dados são gravados e,
cada tarefa apenas tem um tipo de colheita e uma
etiqueta.

Na tela principal, utilize as teclas das setas para


fazer realçar o ícone do Rendimento.
Clique na tecla Enter para acessar as telas do
rendimento.

Figura 153

Clique na tecla suave do ícone do Perfil para


aparecer a tela Perfil.

Figura 154
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 95

Produtor
Produtor

Os dados recolhidos na tela para as suas


operações agrícolas estão organizados por
produtores, cultivos, campos, tarefas e etiquetas.
Podem ser criados 150 produtores e cada um está
associado a um único ID.

Um Produtor é um negócio agrícola independente.

Para adicionar, editar ou criar um produtor, ponha


em realce a janela Produtor com as teclas das
setas.
Figura 155

Clique na tecla Enter para acessar a janela de


opções secundária.

Se nenhum Produtor deu entrada, a única opção


é ”Novo”.

Em seguida, as opções são ”Selecionar”, ”Editar


Nome” ou ”Novo”.
Utilize ”Selecionar” para recolher um produtor da
lista definida pelo operador.
Utilize ”Editar Nome” para escrever corretamente.
NOTA:
NOT A: A função editar não deverá ser usada para
criar um produtor novo, uma vez que não altera o
ID exclusivo para cada produtor.
Utilize ”Novo” para adicionar um produtor à lista
atual.
Utilize as teclas das setas para realçar a opção Figura 156
desejada e, de seguida, clique na tecla Enter.

Se escolheu ”Selecionar” aparece uma janela de


opções secundária.
Ponha em realce o produtor desejado com as
teclas das setas.
Clique na tecla Enter para selecionar o produtor.

Figura 157
96 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Se escolheu ”Editar nome” ou ”Novo” aparece o


teclado alfanumérico.
Utilize as setas para pôr em realce caracteres
individuais no teclado seguido da tecla Enter para
criar ou editar o nome.
Quando completar, ponha em realce o botão Enter
no teclado com as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para gravar o nome.

Notas operativas Figura 158

Quando é criado um novo produtor, as janelas


Cultivo e Campo estão em branco uma vez que
anteriormente não deu entrada nenhum cultivo ou
campo.
Quando o produtor é alterado, as janelas Cultivo
e Campo mostram o último cultivo e o último campo
que o operador utilizou para esse produtor.
Se for selecionado ”Nenhum” na janela do
Produtor, as janelas Cultivo e Campo ficam em
branco. As janelas não podem ser preenchidas
até que seja criado ou selecionado um produtor.
Aparece uma mensagem com instruções se tal
for tentado. Figura 159

Cultivo e Campo
Para o mostrador e software do computador, um
Cultivo é uma grande entidade geográfica,
composta por entidades menores chamadas
Campos, todos eles definidos pelas coordenadas
do GPS. Todas as tarefas da produção ocorrem
dentro do campo que, por sua vez, é parte de
uma entidade maior chamada Cultivo.
Assim, todas as tarefas da produção estão ligadas
a um Campo, e o Campo está ligado a um Cultivo.
Um Campo é plantado com um tipo de cultura este
ano. No ano seguinte, o mesmo campo é plantado
Figura 160
com um tipo de cultura diferente. E, em zonas onde
duas culturas podem ser típicas na mesma
campanha, o mesmo campo pode ser plantado
com dois tipos diferentes de cultura no mesmo
ano.
O mostrador e software do computador tratam o
Campo como um recipiente geográfico onde as
tarefas da cultura e os dados da produção são
registados para esta campanha ou este ano. Essas
tarefas da cultura e os resultados das suas
produções têm um tempo de vida útil relativamente
curto quando comparado como tempo de vida de
um Campo ou Cultivo, pelo que; o Campo, a Tarefa
e o Tipo de colheita são independentes.
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 97

As opções das janelas para um Cultivo ou Campo


são as mesmas que para um Produtor.
Utilize ”Selecionar” para recolher um Cultivo da
lista definida pelo operador em Culturas:
1. Ponha em realce ”Selecionar” com as teclas das
setas.
2. Clique na tecla Enter para acessar a janela de
opções secundária para Cultivos.
3. Ponha em realce o Cultivo necessário com as
teclas das setas.
4. Clique na tecla Enter para gravar a seleção. Figura 161

Utilize ”Editar Nome” para escrever corretamente


um nome para um Cultivo.
Utilize ”Novo” para adicionar um Cultivo à lista
atual de Cultivos.
1. Utilize as teclas das setas para realçar ”Editar
Nome” ou ”Novo”.
2. Clique na tecla Enter para acessar o teclado
alfanumérico.
3. Utilize as teclas das setas para pôr em realce
caracteres individuais no teclado seguido da
tecla Enter para criar ou editar o nome.
Figura 162
4. Ponha em realce o botão Enter no teclado com
as teclas das setas.
5. Clique na tecla Enter para gravar o nome.

Notas operativas
Um Cultivo não pode ser criado ou selecionado
enquanto a janela do Produtor não estiver
preenchida.
Se esta ação for tentada, aparecerá uma
mensagem com instruções.
Quando um Cultivo é alterado, a janela do Campo
mostra o último campo que o operador utilizou
para esse Cultivo.
Um Cultivo apenas pode ser criado ou alterado
quando o veículo não estiver trabalhando - ou seja,
nenhum dado está sendo obtido.
Podem ser criados 150 cultivos no máximo.
98 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Auto Field Select (Selecionar o Campo Auto)


A janela opcional para um Campo adiciona uma
seleção importante que não é comum nem ao
Produtor nem ao Cultivo: o AutoSelect. Como
AutoSelect, com base na localização atual do
veículo num campo, o software pesquisa todos
os limites para todos os produtores e cultivos na
memória externa para localizar o campo atual.
NOTA:
NOT A: O veículo deve estar equipado com um
receptor GPS ativo, devendo ser criado um limite
para o campo para que a função Auto Select
trabalhe.
Figura 163

Aparece uma mensagem breve indicando que a


pesquisa está a ter lugar.
Com o botão Cancel em realce, clique na tecla
Enter se necessário, para apagar a mensagem e
regressar a outras operações no mostrador.

Figura 164

Quando o campo é localizado, aparece outra


mensagem a indicar que o campo encontrado está
agora ativo. As janelas do Produtor, Cultivo e
Campo são automaticamente preenchidas com a
informação correta para o campo.
Com o botão OK em realce, clique na tecla Enter
para apagar a mensagem e prosseguir com a
seleção ou criação da Tarefa.

Figura 165

Se o campo não puder ser localizado, aparece


outra mensagem a indicar que o campo deve ser
selecionado manualmente pelo operador.
Isto pode ocorrer se um limite não existir nesse
campo, se o veículo não estiver dentro do limite
do campo ou o campo não estiver na memória
externa.
Com o botão OK em realce, clique na tecla Enter
para apagar a mensagem e selecionar um campo
manualmente.

Figura 166
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 99

As outras seleções na janela de opções para o


Campo são idênticas às do Produtor ou Cultivo.
Utilize ”Selecionar” para recolher um Campo da
lista de Campos definida pelo utilizador:
1. Ponha em realce ”Selecionar” com as teclas das
setas.
2. Clique na tecla Enter para acessar a janela de
opções secundária para Campos.
3. Utilize as teclas das setas para pôr em realce o
Campo necessário.
4. Clique na tecla Enter para gravar a seleção. Figura 167

Utilize ”Editar Nome” para escrever corretamente


um nome para um Campo.
Utilize ”Novo” para adicionar um Campo à lista
atual de Campos.
1. Utilize as teclas das setas para realçar ”Editar
Nome” ou ”Novo”.
2. Clique na tecla Enter para acessar o teclado
alfanumérico.
3. Utilize as teclas das setas para pôr em realce
caracteres individuais no teclado seguido da
tecla Enter para criar ou editar o nome.
Figura 168
4. Ponha em realce o botão Enter no teclado com
as teclas das setas.
5. Clique na tecla Enter para gravar o nome.

Notas operativas
Um Campo não pode ser criado ou selecionado
enquanto a janela do Cultivo não estiver
preenchida.
Se esta acção for tentada, aparecerá uma
mensagem com instruções.
Um Campo apenas pode ser criado ou alterado
quanto o veículo não estiver a trabalhar — ou seja,
nenhum dado está a ser obtido.
Podem ser criados 350 campos no máximo.
100 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Tarefa
arefa
Uma tarefa é o rendimento de trabalho num tipo
de colheita específica e num determinado campo
de um cultivo de um produtor.
Por exemplo:
• Quando faz colheita, um operador pode
combinar cana de açucar de uma determinada
marca (etiqueta) no campo FD321 em Plank
Road para o produtor AB Farms.
Uma nova tarefa é criada automaticamente
quando é criado um novo campo. O software cria
Figura 169
o nome da tarefa onde é registado o dia e a hora
para essa tarefa – yy/mm/dd-hh:mm:ss.
yy = ano
mm = mês
dd = dia
hh = hora
mm = minutos
ss = segundos
NOTA:
NOT A: O formato do nome da tarefa gerado
automaticamente não pode ser alterado, não
sendo influenciado ao selecionar a janela Formato
da data na tela de Regulagem do operador na
Caixa de ferramentas.
O operador pode editar o nome da tarefa se o
desejar. Pode ser criada uma nova tarefa em
qualquer altura.
Cada tarefa está limitada a cerca de 8 horas de
trabalho (sistema de recolha de dados do GPS).
Após esse período de tempo, aparece uma
mensagem a alertar o operador de que foi
automaticamente criada uma nova tarefa.
Em alguns casos então, dependendo da sua
duração, o trabalho realizado no campo pode ser
composto por múltiplas tarefas.
Podem ser criadas 1200 tarefas no máximo.
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 101

Notas operativas
Todos os dados de Resumo e do GPS são
gravados ao nível da Tarefa. Para tornar esta
informação mais útil ao utilizador:
• Apenas uma Etiqueta deve ser associada a uma
Tarefa. Quando uma Etiqueta diferente é
necessária durante o trabalho atual, deve ser
criada uma nova Tarefa. Altere primeiro a Tarefa
e depois altere a Etiqueta.
• Apenas um operador deve estar associado a
uma Tarefa. Quando um operador diferente
toma conta do trabalho atual, deve ser criada
uma nova Tarefa. Altere primeiro a Tarefa e
depois altere o operador.
• Apenas uma operação deve estar associada a
uma Tarefa. Quando é selecionada uma nova
operação para o mesmo campo, deve ser
criada uma nova Tarefa. Altere primeiro a Tarefa
e depois altere a operação.
• Apenas um veículo deve estar associado a uma
Tarefa. As Tarefas não devem ser partilhadas
entre veículos.

Ponha em realce a janela Tarefa com as teclas


das setas.
Clique na tecla Enter para acessar a janela de
opções secundária.
Se nenhuma tarefa deu entrada, a única opção é
”Nova”.
Em seguida, as opções são ”Selecionar”, ”Editar
Nome” ou ”Nova”.
Utilize ”Selecionar” para recolher uma tarefa da
lista atual.
Utilize ”Editar Nome” para editar o nome por Figura 170
defeito ou alterar o nome de uma tarefa.
Utilize ”Nova” para adicionar uma tarefa à lista
atual.
Utilize as teclas das setas para realçar a opção
desejada e, em seguida, clique na tecla Enter.
102 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Se escolheu ”Selecionar” aparece uma janela com


opções secundária das tarefas atuais.
NOTA:
NOT A: A janela com opções pode conter entradas
em itálico. Estas entradas não podem ser
selecionadas porque foram criadas por veículos
diferentes, em aplicações agrícolas diferentes ou
por um sensor diferente durante a calibração do
cultivo.
Ponha em realce a tarefa necessária com as teclas
das setas.
Clique na tecla Enter para selecionar a tarefa.
Figura 171

Se escolheu ”Nova” o software gera


automaticamente um nome à nova tarefa neste
formato: yy/ mm/dd-hh:mm:ss.
O operador pode aceitar este nome para a tarefa.
OU
O operador pode editar o nome:
1. Ponha em realce novamente a janela Tarefa com
as teclas das setas.
2. Clique na tecla Enter para acessar a janela de
opções secundária.
Figura 172
3. Ponha em realce ”Editar Nome” com as teclas
das setas.
4. Clique na tecla Enter para acessar o teclado
alfanumérico.
Se escolheu ”Editar Nome” aparece o teclado
alfanumérico.
Utilize as teclas das setas para pôr em realce
caracteres individuais no teclado seguido da tecla
Enter para criar ou editar o nome.
Quando completar, realce o botão Enter no teclado
com as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para gravar o nome.
Figura 173

Tipo de Colheita
O Tipo de colheita está ligado à tarefa e, depois
ao campo, cultivo e produtor. O tipo de colheita
não pode ser alterado uma vez que os dados
foram gravados para a tarefa selecionada.
Ponha em realce a janela do Tipo de colheita
comas teclas das setas.
Clique na tecla Enter para selecionar uma colheita
a partir da lista filtrada na janela secundária.
IMPOR
IMPORT TANTE: O conteúdo da lista da colheita é
controlado pela tela do Filtro na Gestão de dados.
Figura 174
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 103

Etiqueta
Uma etiqueta atua como uma nota eletrônica para
o produtor ou operador para gravar outra variável
na produção da colheita e para filtrar os resultados
da produção dessa variável. Pode ser útil quando
efetua avaliações de rendimento no terreno de
variedades de sementes, em práticas fertilizantes
ou em práticas de lavoura.
A Etiqueta está associada à tarefa, podendo
apenas ser atribuída uma Etiqueta a cada tarefa.
Podem ser criadas 20 Etiquetas no máximo e
apenas está associado um único ID a cada
Figura 175
Etiqueta.
NOTA:
NOT A: Altere primeiro a Tarefa e, em seguida,
altere a Etiqueta para assegurar que os dados são
mantidos para as Etiquetas anterior e
subsequente.
Quando se utilizam múltiplos veículos, as Tarefas
devem ser criadas num veículo e, de seguida,
transferidas através da memória externa para os
outros veículos. Isto assegura a que as Tarefas
sejam identificadas num conjunto uniforme de ID
em todos os veículos.
Ponha em realce a janela Etiqueta comas teclas
das setas.
Clique na tecla Enter para acessar a janela de Figura 176

opções secundária.

Utilize ”Selecionar” para recolher a etiqueta


desejada da janela secundária.

Figura 177

Utilize ”Editar Nome” para escrever corretamente


com o teclado alfanumérico.
Utilize ”Nova” para adicionar uma Etiqueta com o
teclado alfanumérico.

Figura 178
104 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Sumario de dados 1
Selecione a opção SUM 1.
Nesta tela o operador tem acesso as informações
de consumo de combustível durante a colheita.

Figura 179

Sumario de dados 2
Selecione a opção SUM 2.
Nesta tela o operador tem acesso as informações
de consumo de combustível durante transporte.

Figura 180
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 105

GERENCIAMENTO DE DADOS (DATA MANAGEMENT)

Este Capítulo explica:


• Como importar informação do computador ou
de outro veículo
• Como filtrar a informação do tipo de colheita
para todas as aplicações
• Como apagar informação da memória do
mostrador e da memória externa USB.
Com o AFS200 a informação pode ser partilhada:
• Entre aplicações agrícolas
• Entre veículos do mesmo tipo (trator com trator)
Figura 181
• Entre veículos de diferentes tipos (colhedora
com trator e vice-versa)
• Entre o mostrador e o software do computador.
A troca de informação ocorre fazendo partilhar a
memória externa entre veículos e / ou o software
do computador. Para conseguir isto, as aplicações
do mostrador e as agrícolas necessitam de um
meio para diferenciar umveículo do outro. A troca
de informação através damemória externa não se
aplica no modo Básico de agricultura de precisão.
Cada veículo já tem um número de identificação
exclusivo o seu número de identificação de
produto (PIN) ou o número de série. Nenhum outro
veículo, seja uma colhedora, um trator ou um
pulverizador, possui o mesmo PIN ou número de
série.
O AFS200 identifica claramente a informação
proveniente de cada veículo usando o seu PIN ou
número de série.
A janela com o Nome do veículo na Caixa de
ferramentas permite que o operador chame um
nome mais fácil e representativo ao veículo. Este
nome representativo do veículo, uma vez criado,
será o que aparece nomostrador e no software do
computador.
NOTA:
NOT A: O PIN ou o número de série do veículo
entra na instalação do software no mostrador. Nas
colhedoras, a tela da Colhedora na Caixa de
Ferramentas é o único local onde o número de
série aparece.
NOT A: A janela do Nome do veículo pode ser
NOTA:
colocada em qualquer tela de trabalho para
conveniência do operador.
Qualquer informação que o produtor necessite de
partilhar com um veículo é trocada inserindo a
memória externa de um veículo no mostrador de
outro veículo.
106 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Par tilhar automático


Partilhar NOTA:
NOT A: Este é o método recomendado para
partilhar estes tipos de dados, uma vez que os
Alguma informação é partilhada automaticamente
ID’s dos dados permanecem idênticos nos
e não necessita de ser importada.
veículos. Isto simplifica substancialmente o
A estrutura Produtor-Cultivo-Campo pode ser processamento de dados como software do
partilhada inserindo simplesmente a memória computador.
externa no mostrador ao mesmo tempo que dá
corrente ao monitor para que este ligue. Por
Infor mação específica do veículo
Informação
exemplo, o Veículo A tem a estrutura atual
Produtor-Cultivo-Campo para o seu negócio Alguma informação nunca é partilhada entre
agrícola na sua memória externa; o Veículo B é veículos.
novo e não a tem. Se a memória externa do Veículo As calibrações específicas do veículo nunca são
A for inserida no mostrador do Veículo B, o partilhadas. Qualquer calibração que reflita as
mostrador reorganiza a nova informação que não propriedades específicas de rendimento de um
tenha e carrega-a na memória do mostrador. veículo não pode ser partilhada.
NOTA:
NOT A: A informação na memória do mostrador é
gravada quando desliga a corrente no veículo. T ipos de dados impor tados
importados
Quando a memória externa do Veículo B é Os tipos de dados analisados nos Dados de
novamente inserida no mostrador e o mostrador é Importação nas páginas seguintes são as
ligado, este regista a estrutura Produtor-Cultivo- informações que não são partilhadas
Campo da memória para a sua própria memória automaticamente entre veículos. Na maioria dos
externa. casos, os dados que são importados são
Os tipos de dados que são automaticamente acrescentados aos dados existentes no mostrador.
partilhados entre veículos e/ou o computador são:
• Produtor
• Cultivo
• Campo
• Operador
• Linhas da fileira (provenientes do software do
Auto Steering)

IMPORTAÇÃO DE DADOS
Na tela principal, fazer realçar o ícone de Gestão
de dados com as teclas das setas. Clique na tecla
Enter para acessar as telas de dados.
IMPORT
IMPOR TANTE: A memória externa a partir da qual
os dados se vão importar deve ser inserida antes
do monitor ser ligado.

Figura 182
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 107

Clique na tecla suave do ícone Importar na barra


de navegação para apresentar a tela importar.
NOTA:
NOT A: O botão Importar permanece desativado
até que as janelas do Tipo de dados e de Nome
do veículo sejam preenchidas.

Figura 183

Fazer realçar a janela do Tipo de dados com as


teclas das setas.
Clique na tecla Enter para acessar a janela de
opções secundária.
As opções que aparecem dependem do veículo.
Quando importa dados adicionais que excedam
o número máximo permitido para o tipo de dados,
aparece uma mensagem. Para importar dados
adicionais quando o número máximo é atingido, a
informação atual no mostrador deve ser apagada.
Ponha em realce a seleção desejada com as teclas
Figura 184
das setas.
Clique na tecla Enter para gravar a selecção.

Ponha em realce a janela do Nome do veículo com


as teclas das setas. Clique na tecla Enter para
acessar a janela de opções secundária.
Ponha em realce o veículo selecionado e carregue
na tecla Enter para gravar a seleção.
NOTA:
NOT A: O nome do veículo atual nunca aparece
no mostrador: o veículo atual já tem a sua
informação própria. Apenas aparecem os nomes
dos outros veículos.

Figura 185

Ponha em realce o botão Importar e, em seguida,


clique na tecla Enter para importar os dados
selecionados.
Aparece uma mensagem de confirmação.

Figura 186
108 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Ponha em realce o botão Yes (sim) e, em seguida,


clique na tecla Enter para importar os dados.
Ponha em realce o botão No (não) e, em seguida,
clique na tecla Enter para cancelar a importação.
Repita este processo para importar os Tipos de
dados adicionais.

Figura 187

Filtragem de dados - Tipo de colheita


Na maioria das operações agrícolas não é
necessária a lista completa de colheitas. O
operador utiliza a tela de Filtro para cancelar a
seleção dos tipos de colheitas que não serão
usados. O cancelamento da seleção de um tipo
de colheita sem este filtro remove o tipo de colheita
em todas as aplicações no mostrador, reduzindo
o risco de selecionar um tipo de colheita errado.
A lista de filtragem das colheitas selecionadas
pode ser modificada em qualquer altura,
selecionando ou cancelando os tipos de colheitas Figura 188

à medida que as operações agrícolas mudam.


Na tela principal, fazer realçar o ícone de Gestão
de dados com as teclas das setas. Clique na tecla
Enter para acessar as telas de dados.
Clique na tecla suave do ícone Filtrar na barra de
navegação para apresentar a tela do Filtro.

Ponha em realce o botão Filtrar a Lista de colheitas


com as teclas das setas.
A lista de colheitas contém todos os tipos de
colheitas disponíveis para o veículo. Utilize este
filtro para limitar os tipos de colheitas que
aparecem na janela do Tipo de colheita para os
que forem usados na sua operação. Esta lista pode
ser alterada em qualquer altura sem afetar
nenhuns dos dados gravados.
NOTA:
NOT A: Por padrão, são selecionados todos os
tipos de colheitas.
Clique na tecla Enter para apresentar a janela com
opções.
Figura 189
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 109

As colheitas selecionadas nesta lista aparecem


na janela do Tipo de colheita da tela Perfil e nas
telas de Trabalho. Se não for selecionada uma
colheita nesta lista, ela não pode ser selecionada
na janela do Tipo de colheita.
NOTA:
NOT A: A lista de seleção da colheita varia com o
tipo de veículo - colhedoras, tratores, etc.
Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (-) para subir
ou baixar pela lista.

Figura 190

Figura 191

Ponha em realce a caixa ao lado do nome da


colheita com as teclas das setas e, em seguida,
clique na tecla Enter para selecionar ou cancelar
a caixa, dependendo do seu estado atual. Um ”X”
indica que a caixa está selecionada.
NOTA:
NOT A: Os nomes dos Tipos de colheitas não
podem ser editados.

Figura 192

Ou ponha em realce o botão Nenhum com as


teclas das setas e, em seguida, clique na tecla
Enter para cancelar a seleção de todas as
colheitas.
IMPORT
IMPOR TANTE: O botão Nenhum apenas pode ser
selecionado na última página da lista de filtragem.
Prossiga novamente pela lista e selecione apenas
as colheitas de interesse para o seu negócio
agrícola.

Figura 193
110 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Ponha em realce o botão Todos (All) com as teclas


das setas e, em seguida, clique na tecla Enter para
selecionar todas as colheitas.
IMPOR
IMPORT TANTE:
ANTE:O botão Todos apenas pode ser
selecionado na última página da lista de filtragem.
Quando estiver satisfeito com as colheitas
selecionadas, ponha em realce o botão Enter na
janela de opções e, em seguida, clique na tecla
Enter para gravar a seleção.
IMPORT
IMPOR TANTE: O botão Enter apenas pode ser
selecionado na última página da lista de filtragem.

APAGAR DADOS
Utilize a tela Apagar para gerir a informação na
memória do mostrador e/ou na memória externa.
No modo Básico, apagar os tipos de dados -
campo, etiqueta, condição de trabalho, etc. -
apaga a informação da memória do mostrador.
Esta informação não pode ser recuperada depois
de ter sido apagada.
As telas para apagar são automaticamente
ajustados para excluir os tipos de dados (produtor
e cultivo, por exemplo) os quais não são visíveis
no modo básico.
No modo Avançado, apagar os tipos de dados -
produtor, cultivo, campo, tarefa, etc. - apaga a
informação da memória do mostrador e da
memória externa.
Esta informação não pode ser recuperada se não
tiver sido arquivada.
É preferível que a exclusão de qualquer
informação na memória externa seja efetuada
depois da informação ter sido arquivada no seu
computador com o software próprio. Esta prática
evita o apagamento acidental da informação que
necessita.
Haverá ocasiões onde uma mensagem de ”cartão
cheio” tentará criar espaço apagando dados
gravados para que você possa continuar a
trabalhar.
Saiba o que está a apagar e que tem uma cópia
de informação arquivada antes de prosseguir.
Na tela principal, ponha em realce o ícone de
Gestão de dados comas teclas das setas.
Clique na tecla Enter para acessar as telas de
dados.
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 111

Clique na tecla suave do ícone Apagar na barra


de navegação para apresentar a tela Apagar.
NOTA:
NOT A: O botão Apagar e outras janelas são
desativadas e canceladas se a memória do
mostrador ou a memória externa não contiverem
o tipo apresentado na janela do Tipo de dados.

Figura 194

Ponha em realce a janela do Tipo de dados com


as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para acessar a janela de
opções secundária.

Figura 195

Utilize as teclas Mais (+) ou Menos (-) para subir


ou baixar pelas opções da janela.
Ponha em realce o tipo de dados desejado com
as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para selecionar o tipo de
dados.

Operador
Uma vez que cada operador tem um único ID, não Figura 196
apague um operador(s) até ter a certeza de que
no futuro não irá usar o operador. A recriação do
mesmo operador mais tarde, origina um novo
operador com um ID diferente, requerendo um
maior esforço de gestão com o software do
computador.
O apagar de operadores requer:
• A seleção do ”Operador” na janela do Tipo de
dados.
• A seleção de ”Todos” ou de operadores
específicos com a janela do Operador.

Figura 197
112 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

DIAGNOSTICOS

As telas da Versão, Posição CAN e Arquivos de Avarias em Diagnósticos são comuns em todas as aplicações
no AFS200. A informação nestas telas pode ser requerida pelo pessoal do concessionário da CaseIH para
resolver um problema ao saber como está o seu equipamento a trabalhar.
Este Capítulo explica:
• Como verificar as versões do software
• Como verificar a Posição do controlador
• Como investigar códigos de avarias.

VERIFICAR AS VERSÕES DO SOFTWARE


SOFTWARE
Na tela principal, ponha em realce o ícone
Diagnósticos com as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para acessar as telas de
diagnósticos.

Figura 198

Clique na tecla suave do ícone Versão na barra


de navegação para apresentar a tela Versão.

Figura 199
A tela Versão mostra o número de peça (1) de 8
dígitos, o software (2) e o nível de revisão (3) para
cada aplicação que está a trabalhar no mostrador.
O software inclui o mostrador necessário, a
especificação do veículo e as aplicações
agrícolas.
Apenas as aplicações agrícolas para o veículo no
qual o mostrador está instalado são apresentadas
como aplicações ativas. Se o mostrador estiver
instalado na colhedora, apenas as aplicações
apropriadas da colhedora aparecem na tela da
Versão. Quando o mostrador é colocado numa
ceifeira, apenas aparecem as aplicações
apropriadas na tela da Versão.
Figura 200
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 113

No exemplo apresentado, a estrutura de trabalho


e o BSP pertencem ao mostrador. As colhedoras
grandes estão no software do veículo. Agricultura
de Precisão e Auto Steering são aplicações
agrícolas.

Figura 201

VERIFICAR A POSIÇÃO DO CONTROLADOR


Na tela principal, ponha em realce o ícone
Diagnósticos com as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para acessar as telas de
diagnósticos.

Figura 202

Clique na tecla suave do ícone CAN na barra de


navegação para apresentar a tela de Posição
CAN.

A tela CAN informa a posição e endereço da fonte


para cada controlador no CAN bus, incluindo os
controladores do veículo. Este exemplo mostra o
GPS (receptor) e o controlador Navigation II usado
no Auto Steering.
A posição atual para cada controlador pode ser
uma das cinco situações:
1. Online (Ligado): O controlador está a funcionar
normalmente Figura 203

2. Offline (Desligado): O controlador foi detectado,


mas não há mais comunicação
3. Não detectado: O controlador não é detectado
no CAN bus
4. Degradado: O controlador está a trabalhar num
estado degradado
5. Desativado: O controlador desativou--se a si
próprio e está a informar a sua condição de
desativação
O veículo determina se o número de série, versões
de hardware e software para o controlador são
comunicados ao mostrador.
Figura 204
114 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

INVESTIGAR CÓDIGOS DE AVARIAS


AV

Na tela principal, ponha em realce o ícone


Diagnósticos com as teclas das setas.

Clique na tecla Enter para acessar as telas de


diagnósticos.

Figura 205

Clique na tecla suave do ícone Avaria na barra de


navegação para apresentar a tela de Arquivo de
Avaria.
Por padrão, é apresentado o arquivo da avaria no
mostrador.
Os códigos de avarias nomostrador usam uma
letra de prefixo para identificar a fonte da
informação: por exemplo,
”AG” para a aplicação Auto Steering
”PF” para a aplicação da agricultura de
precisão (incluindo os itens relacionados com
Figura 206
o receptor GPS)
”NAV” para o controlador de Navegação do
Auto Steering.

Para ver o arquivo de avarias para outros


controladores, ponha em realce a janela do
Arquivo de Avarias com as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para apresentar a janela das
opções secundária.
Ponha em realce ”Selecionar Lista” com as teclas
das setas. Clique na tecla Enter para acessar a
janela de opções secundária.
Figura 207

A janela apresenta que arquivos de avarias estão


disponíveis pelo nome do controlador. Se aparecer
apenas ”Mostrador”, nenhum outro controlador no
veículo informa as avarias ao Mostrador.
Se forem listados outros controladores, ponha em
realce o controlador com as teclas das setas e,
em seguida, clique na tecla Enter para ver este
arquivo.
A tela é restaurado para apresentar o arquivo
desse controlador.

Figura 208
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 115

Em cada ocorrência de avaria aparece estampado


o dia e a hora, com as avarias mais recentes a
aparecerem em primeiro lugar.
Múltiplas ocorrências da mesma avaria são
consideradas num único código com ”contagens”
múltiplas. As avarias são armazenadas para que
se saiba quantas foram as ocorrências registadas
no passado e assim ajudar a diagnosticar um
problema atual.
NOTA:
NOT A: Se todos os códigos de avarias não
puderem ser visualizados em uma única tela,
aparecerá uma barra de correr na tela para ver o
Figura 209
arquivo de avarias, se necessário.

A cor do texto da avaria na tela de arquivo reflete


a sua situação: vermelho para ativado, verde para
avarias passadas que já não estão ativas ou
cinzento (desativado) para avarias aferidas para
serem ignoradas. O operador pode determinar a
sua situação quando responder a uma mensagem
secundária.
Selecionando o botão OK na mensagem
secundária ativa a detecção da avaria para o
problema.
A mensagem secundária volta a aparecer até que
o problema seja resolvido. Os códigos de avarias Figura 210
ativados são de cor vermelha.

Selecionando o botão Ignorar na mensagem


secundária desativa a detecção da avaria para o
problema.
A condição da avaria permanece mas não voltam
a aparecer mensagens no mostrador até que este
seja desligado e seja novamente ligado ou até que
a situação seja alterada manualmente. Os códigos
de avarias ignorados ou desativados são de cor
cinzenta.
Se uma condição de avaria for corrigida - resolvida
por si mesmo ou que tenha sido resolvida pelo
operador, o código de avaria permanece inativo e
Figura 211
a sua cor é verde.

Para alterar a situação de uma avaria, ponha em


realce a janela individual da avaria com as teclas
das setas.
Clique na tecla Enter para acessar a janela de
opções secundária.

Figura 212
116 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Ponha em realce ”Ativar” e, em seguida, clique


na tecla Enter para alterar a situação da avaria de
ignorada para ativada.
Ponha em realce ”Ignorar” e, em seguida, clique
na tecla Enter para alterar a situação da avaria de
ativada para ignorada.
NOTA:
NOT A: A opção na janela de Entrada da Avaria
altera com a situação da avaria selecionada.

Figura 213

Para ver mais informação numa avaria:


1. Ponha em realce a janela individual da avaria
com as teclas das setas.
2. Clique na tecla Enter para acessar a janela de
opções secundária.
3. Ponha em realce ”Informação da Avaria” com
as teclas das setas.
4. Clique na tecla Enter para apresentar a janela
de informação.

Figura 214

A janela de informação contém:


• O título da avaria

• O número da avaria

• A mensagem consultiva.

Clique na tecla Menos (-) para baixar a página


para obter a restante informação.

Figura 215

A informação continua:
• O número de ocorrências da mesma avaria
• A hora e data da última ocorrência.
Clique na tecla Menos (-) para baixar a página
para obter a restante informação.

Figura 216
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 117

A informação continua:
• A hora e data de quando a avaria foi apagada
pela última vez.
Clique na tecla Enter com o botão OK em realce
para sair da janela de informação.

Figura 217

Apagar as avarias da agricultura de precisão


precisão
Para apagar todas as avarias num arquivo
selecionado:
1. Mude a janela do Arquivo de Avarias para
apresentar o controlador desejado
2. Clique na tecla Enter para apresentar a janela
de opções secundária
3. Ponha em realce ”Apagar tudo” na janela do
Arquivo de Avarias
4. Clique na tecla Enter para apagar o arquivo de
avarias para o controlador selecionado. Figura 218

NOTA:
NOT A: As avarias com o prefixo ”AG” e ”NAV”
apenas podem ser apagadas com a tela Apagar
(delete) na Gestão de dados.
IMPORT
IMPOR TANTE: Apenas as avarias inativas (de cor
verde) podem ser apagadas.

Restaurar o arquivo de avarias


arquivo
Para restaurar o mostrador da tela do arquivo
selecionado:
1. Mude a janela do Arquivo de Avarias para
apresentar o controlador desejado
2. Clique na tecla Enter para apresentar a janela
de opções secundária Figura 219

3. Ponha em realce ”Restaurar a Lista” na janela


do Arquivo de Avarias
4. Clique na tecla Enter para restaurar o mostrador
da tela para o controlador selecionado.
118 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

POSIÇÃO DO GPS E MEMÓRIA EXTERNA

Este Capítulo dá seguimento de informação dos


componentes da Agricultura de precisão e explica:
• As telas da posição do GPS e do GPS RDI
(Interface de Diagnóstico do Receptor) em
Diagnósticos
• A tela de Posição do Cartão em Diagnósticos.

POSIÇÃO DO GPS
O tipo(s) de correção ativada no receptor GPS
determina o conteúdo da tela de posição do GPS.
Por exemplo, a janela de Regulação HP/XP apenas
está presente quando o receptor está ativado para
este tipo de correção.
A tela de posição do GPS contém múltiplas janelas
de relatório:
• Para o receptor GPS e estado do sinal
• Para a posição do veículo e fase inicial
• Para a situação da subscrição, se aplicável
As janelas são agrupadas na tela de posição do
GPS para fácil acesso do operador. A maioria das
janelas podem ser adicionadas a qualquer tela de
Trabalho para conveniência do operador, com
posição para subscrições e restaurar HP/XP como
as exceções.
Na tela principal, ponha em realce o ícone
Diagnósticos com as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para acessar as telas de
diagnóstico.

Figura 220

Clique na tecla suave do ícone do GPS na barra


de navegação para apresentar a tela de Posição
do GPS.

Figura 221
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 119

Altitude do GPS
Aplicação da etiqueta: Altitude do GPS
A janela Altitude informa a posição em tempo real
do veículo como elevação acima do nível do mar.
O valor é reportado em metros ou pés,
dependendo das unidades de medida
selecionadas.

Figura 222

GPS HDOP
Aplicação da etiqueta: GPS HDOP
A janela (HDOP) da diluição da posição horizontal
(GPS PDOP) informa a qualidade do sinal GPS do
local no veículo. DOP horizontal indica se um
objeto num plano horizontal entre o veículo e a
fonte de mensagem de correção está a ser um
problema. (O objeto poderia ser um arvoredo, uma
elevação no terreno ou montanhas). Em geral,
qualquer valor abaixo de 7 oferece bons
resultados de trabalho.
Figura 223

Iniciação do GPS
Aplicação da etiqueta: Iniciação do GPS
A janela de iniciação do GPS informa a fase inicial
do veículo em graus, nos 360° de direção de
deslocação possíveis: 0° indica o Norte, 90° indica
o Leste, 180° indica o Sul, 270° indica o Oeste.

Figura 224

Latitude do GPS
Aplicação da etiqueta: Latitude do GPS
A janela de latitude do GPS informa a posição em
tempo real do veículo em distância angular Norte
ou Sul do equador medido a 90°.

Figura 225
120 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Longitude do GPS
Aplicação da etiqueta: Longitude do GPS
A janela de longitude do GPS informa a posição
em tempo real do veículo, em distância angular e
expressa em graus, num círculo de referência a
partir do meridiano zero.

Figura 226

GPS PDOP
Aplicação da etiqueta: GPS PDOP
A janela (PDOP) da diluição da posição informa a
qualidade do sinal GPS do local no veículo. A
posição DOP oferece a melhor panorâmica, uma
vez que reflecte a geometria dos satélites acima
do veículo. Um baixo PDOP significa que a posição
dos satélites é boa, sendo esperada uma boa
precisão posicional. Em geral, qualquer valor
abaixo de 7 oferece bons resultados de trabalho.

Figura 227
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 121

Situação do Car tão


Cartão
Na tela principal, ponha em realce o ícone
Diagnósticos com as teclas das setas.
Clique na tecla Enter para acessar as telas de
diagnóstico.

Figura 228

Clique na tecla suave do ícone Cartão na barra


de navegação para aparecer a tela de Situação
do Cartão.
Usando a tela de Situação do Cartão, o operador
pode determinar se a memória externa atual é
suficiente para o trabalho planeado para esse dia
ou se será necessário um cartão adicional. O
gráfico de barras apresenta o armazenamento
total disponível e a percentagem usada no cartão
instalado.
As janelas de utilização do Produtor, Cultivo,
Campo e Tarefa mostram tanto o armazenamento
Figura 229
usado como o restante para cada tipo. Cada
memória externa pode conter:
• 150 produtores,
• 150 cultivos,
• 350 campos,
• e 1200 tarefas.
122 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

DIAGNÓSTICOS
DIAGNÓSTICO > DIAG

Nesta seção é possível o operador chegar se os


comandos da aáquina estão operando facilitando
assim em uma pré análise da falhar.
Para acessar
Ilumine a guia Diagnástico.
Tecle Enter.

Figura 230

Ilumine a opção que de se deseja testar, como


exemplo Elevador.
Tecle Enter.
E sem acionar o comando selecionado, observe
se a máquina realiza a tarefa escolhida no monitor.

Figura 231

COLHEITA
Nesta seção o operador tem acesso as
informações dos implementos da máquina.

Figura 232

Motor

Figura 233
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 123

Elétrica

Figura 234

Extrator primário

Figura 235

Cor te de base
Corte

Figura 236

Picador

Figura 237
124 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

TELA EXECUTAR (RUN SCREEN)


Esta tela mostra ao operador as informações que
ele definiu na seção Caixa de ferramentas
(toolbox).

Figura 238

Figura 239
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 125

INCLINAÇÃO DA CABINE

A cabine da colhedora pode ser inclinada para a


direita. Isso permite o acesso a caixa do motor e 1
outras funções sob a cabine.

Para inclinar a cabine, primeiro remova os pinos


lynch (1) e abaixe as travas de segurança nas
bases da cabine no lado esquerdo (As bases
podem ser acessadas através da saia de borracha
(2) em volta da parte inferior da cabine).

Figura 249

2
Figura 250

Após o levantamento da saia de borracha e


retirada dos pinos, deverá ser inserida uma
alavanca no macaco localizado sob a cabine. 2 1
A cabine deve ser levantada e abaixada
acionando a alavanca do macaco.

Figura 251

1 - Local de inserção da alavanca para levantar/


abaixar cabine; 2 - Alavanca da válvula na
posição inferior
126 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

Para levantar a cabine, mova a alavanca (1) da


válvula para a posição superior e acione a
alavanca. 1

Para abaixar a cabine, mova a alavanca (1) da


válvula para a posição inferior e acione a alavanca.

Figura 252

Basculamento da cabine.

Figura 253

Com a cabine inclinada é possível o acesso à


caixa do motor e também as funções sob a cabine.

Figura 254
SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS 127

BASCULAMENTO DO TETO DA CABINE

Remover os parafusos (1) localizados na parte


externa do teto.

Figura 255

Figura 256

Soltar o parafuso (2) localizado no interior da


cabine. 2

Figura 257

Bascular o teto da cabine e posicionar a trava de


segurança.

NOTA:
NOT A: Abaixar o teto vagarosamente, cuidando
para não danificar as vedações.

NOTA:
NOT A: Ao fechar o teto da cabine, todos os
parafusos de fixação devem ser recolocados no
seus respectivos locais.

Figura 258
128 SEÇÃO 3 - CONTROLES E INSTRUMENTOS

NOTAS:
SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO 129

Antes da operação Não trabalhar com a colhedora, não conduzir, nem


utilizar a mesma enquanto não estiver totalmente
ADVERTÊNCIA
ADVERTÊNCIA familiarizado com todos os comandos. Será tarde
demais para aprender depois que a colhedora já
Antes de dirigir ou operar a colhedora, estudar as se encontrar em movimento. Se tiver dúvida sobre
precauções de segurança no inicio deste Manual. qualquer aspecto relacionado com o
funcionamento da colhedora, consultar seu
Concessionário CASE IH.
Ler esta seção atentamente. Ela contém
informações importantes que facilitam a operação
e os ajustes necessários no campo para o perfeito
rendimento da sua colhedora. Mesmo que trabalhe
com outras colhedoras, ler cuidadosamente esta
seção do Manual e assegurar-se de que está
perfeitamente familiarizado com a localização e a
função de todas as características da colhedora.
130 SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

ANTES DE LIGAR O MOTOR


Para operações de verificação de níveis, a
colhedora deve estar nivelada em relação ao solo
e também estar em terreno nivelado.

Antes de ligar a colhedora pela primeira vez e


antes de cada período de operação posterior,
fazer as seguintes verificações:

1. Verificar se todas as pessoas que operam ou


fazem manutenção compreendem a
importância de utilizar combustível limpo e de
qualidade.

2. Andar em volta da máquina e verificar qualquer


vestígio de vazamento de óleo ou de água. Se
encontrar qualquer vazamento, verificar a causa
e reparar.
NOTA:
NOT A: Não verificar vazamentos com as mãos
e despressurizar o sistema antes de fazer
manutenção.
Se encontrar alguma dificuldade, consultar o
seu Distribuidor Case IH.

3. Verificar todos os pontos de lubrificação


conforme mostrado nas “Tabelas de
Lubrificação”, no capítulo de Manutenção neste
manual.

4. Verificar, e se necessário, corrigir o nível de óleo


no cárter do motor. Usar a vareta (2) de medição
para verificar se o nível de óleo está entre as
marcas superior e inferior da vareta. Inserir a
vareta duas vezes e utilizar somente a segunda 1
leitura. Se necessário, adicionar óleo no bocal
de enchimento (1). Não misturar diferentes tipos
de óleos. 2
Verificar o nível de óleo antes de ligar o motor,
ou mais de cinco minutos após desligar o motor.
Para limpar a vareta de verificação de nível,
utilizar um pano limpo e que nao desprenda
material.
Limpar ao redor da vareta antes de retirá-la para
inspeção, e também a tampa do bocal de
enchimento.

Figura 1
SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO 131

5. Verificar e corrigir o nível do líquido de


arrefecimento no tanque de expansão quando 1
o motor estiver frio. O nível deve alcançar o
indicador de nível (2).
Se o nível estiver baixo, adicionar líquido
refrigerante pela abertura (1) do bocal de
enchimento no tanque de expansão. 2
Efetuar o enchimento sempre com a máquina
parada, motor desligado e frio.
NOTA:
NOT A: Nunca repor com apenas água. Prepare
a solução em um recipiente antes de adicioná-
la ao sistema. A mistura correta é:
Figura 2

- Para SCANIA DC9: 7-12% anticorrosivo + 93-


88% água
- Para motor Case IH 9L: 50% anticorrosivo + 50%
água

CUIDADO
Não remover a tampa enquanto o líquido
refrigerante estiver quente, pois a água pode
esguichar.

6. Verificar e corrigir o nível de óleo hidráulico (2).

Figura 3

Figura 4
132 SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

7. Verificar se o nível de óleo da caixa de bombas


está correto. Se necessário, completar o nível
de óleo.
Este visor está localizado dentro da caixa do
motor, no lado esquerdo.
NOTA:
NOT A: O excesso de óleo na caixa da bomba
poderá danificar a caixa e as vedações das
bombas.
Este procedimento deve ser feito com a
máquina desligada e nivelada.

Figura 5

8. Verificar o nível de combustível no monitor da


cabine. Encher o tanque de combustível no
tubo de enchimento após cada dia de
operação e sempre que estiver vazio.
OBSER
OBSERV AÇÃO: Limpar ao redor da tampa do
VAÇÃO
tanque de combustível antes de remover a
tampa.
1
Caso o monitor indique que há água no filtro
separador (1), drenar a água.
Caso ocorra entrada de ar ao drenar a água,
seguir o procedimento de retirada de ar do
sistema de combustível na seção de
manutenção.
Remover qualquer volume de água ou
quaisquer sedimentos do filtro separador de
água. Figura 6

9. Verificar se as portas da caixa do motor estão


devidamente fechadas.

NOT
NOTA:A: Existe um interruptor (1) na porta da caixa
do motor (lado das correias) que não permitirá que
o motor seja operado se esta porta não estiver
fechada corretamente. A distância entre o 1
interruptor e a porta deve estar entre 2mm - 4mm.
1

10. Verificar a pressão de ar dos pneus (A8000). Figura 7

11. Verificar o aperto de porcas e parafusos;


reapertar se necessário. É necessário uma
verificação especial para o suporte do filtro
de ar, silenciador e turbo compressor.

12. Remover todas as impurezas acumuladas na


máquina.

13. Verificar se há fios cortados, curto-circuitos e


terminais soltos.
SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO 133

14. Verificar o indicador de poeira (1). Quando o


elemento do purificador de ar estiver obstruído,
o pistão vermelho do indicador de poeira
atinge o nível de serviço e fica travado. Uma
mensagem de alerta aparecerá na tela do
monitor.
Nesse caso, limpar o elemento e logo após,
pressionar o botão para retornar o pistão
vermelho à posição original.
1
15. Antes da colhedora entrar em movimento,
cuidar para que a máquina esteja sem calço
ou ferramentas em baixo. Figura 8

16. Observar se os registro que ligam os tanques


hidráulicos às bombas estão ABERTOS.
134 SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

PROCEDIMENTO NORMAL DE PARTIDA

Fazer as verificações pré-operacionais


apresentadas no tópico Antes de ligar o motor no
início desta seção.

Verificar se todos os comandos estão NEUTRO.

Verificar se o botão de acionamento de parada


de emergência (botão vermelho), localizado no
1
console do operador da mão direita, está
acionado. Caso o botão esteja acionado levantar
o anel de travamento localizado abaixo do botão
vermelho.
Figura 9
Ligar a chave geral (1) localizada no assoalho da
máquina lado esquerdo.

Colocar a chave no painel (2) do lado direito da


cabine.

Dar mais de um toque de advertência com a


buzina.

Girar a chave de ignição e dar partida na máquina.


Quando o motor ligar, soltar a chave que voltará
para posição LIGADO.

NOT
NOTA:A: Não deixar a chave na posição PARTIDA
2
durante mais de 20 segundos. Se o motor não Figura 10
funcionar, aguardar cerca de 2 minutos antes de
ligar novamente.

Verificar se o joystick direcional (mão esquerda)


está na posição de neutro.

• Após ligar o motor elevar e deixar a rotação na


rotação intermediária (1600 rpm) até atingir a
temperatura operacional de 80°C.

• Ligar os implementos para aquecer o óleo


hidráulico (temperatura de trabalho do óleo
hidráulico (80 °C).

Verificar a cor dos gases de escape e ruídos


anormais.

ATENÇÃO

Para todas as verificações realizadas de dentro


da cabine, o operador DEVE estar sentado no
banco do operador.
SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO 135

ACELERADOR DO MOTOR

Quando em colheita, ajustar o acelerador do motor


na posição máxima (até 2100 rpm). Se a
velocidade do motor com aceleração total cair
para baixo de 2100 rpm durante a colheita, isso
indica que a colhedora está sobrecarregada ou o
motor está com defeito e a velocidade de tração
deve ser reduzida.

RPM do motor com aceleração máxima durante


a colheita: 2100 rpm a carga total.

NOT
NOTA:A: O botão do acelerador é programado para
que com dois toques, seja atingida a máxima
Figura 11
rotação. No primeiro toque, a rotação vai à 1600
rpm; e no segundo toque, a rotação vai à 2100
rpm.

PROCEDIMENTO DE PARADA DO MOTOR


Resfriar o motor gradualmente, colocando a máquina em rotação intermediaria (1600 rpm).
Deixar o motor funcionando em rotação média durante 5 minutos e em seguida colocar a máquina em
baixa rotação durante 1 minuto.
Retornar a chave de partida para a posição DESLIGADO para desligar o motor.
NOTA
NOT A : NUNCA parar o motor bruscamente. Isso poderá comprometer a vida útil do motor. A não ser em
caso de emergência.

REBOQUE DA COLHEDORA
NOT A: Quando rebocar a colhedora para trás,
NOTA:
conectar a corrente de reboque nos pontos (1) de
reboque traseiros localizados no chassi.

Quando rebocar a colhedora em vias de transporte


públicos, ativar o interruptor do sinalizador rotativo
localizado no painel superior, lado direito (verificar
legislação de transito).
1
A colhedora é dotada de setas que devem ser
usadas para indicar direção à direita ou à
Figura 12
esquerda. As setas são ativadas por um interruptor
localizado no console direito.

NOT A : Os freios de estacionamento nas


TA
colhedoras A8000 e A8800 são ativados
automaticamente quando a máquina é desligada.
Para permitir o reboque da máquina, o motor
precisa estar funcionando e o freio de
estacionamento na posição DESLIGADO. Se isso
não for possível, os pinhões devem ser removidos
dos cubos traseiros para deixar as rodas livres.

Figura 13
136 SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

DIRIGINDO A COLHEDORA

Antes de dirigir uma colhedora de cana


A. Observar cuidadosamente a parte da frente, de trás e cada lado da colhedora.

B. Verificar se há alguma pessoa na máquina ou perto da máquina.

C. Ligar o motor conforme explicado no tópico Procedimento Normal de Partida no início desta seção.

D. Verificar se o elevador não está virado para um dos lados, a não ser que seja necessário para equilibrar
em um declive.

E. Verificar se existe espaço suficiente acima da máquina para o cortador de pontas e o elevador.

F. Verificar se o cortador de base está bem acima do solo.

G. Verificar se os divisores de linhas estão bem acima do solo.

H. Acionar a buzina para alertar qualquer pessoa perto da máquina.

Direção da Colhedora
Direção

Certificar-se que o freio de estacionamento não está acionado.

1. Ajustar o acelerador para meia aceleração (1500 rpm).

2. Para movimentar a colhedora para frente, mover o joystick (lado esquerdo) para frente. Esse procedimento
fará a colhedora se movimentar para frente.

3. Para movimentar a colhedora para trás, mover o joystick para trás.

4. Ajustar a velocidade conforme necessário acionando o botão de aceleração no joystick para frente.

5. Para parar a colhedora, mover o joystick para a posição neutra. Se a colhedora estiver em velocidade
alta, primeiro deve-se diminuir a velocidade, para depois colocá-la em neutro.

CUIDADO
Não alterar o movimento diretamente de avanço para ré ou de ré para avanço. Sempre parar a colhedora,
com o joystick de tração na posição neutra, antes de mudar o sentido do movimento.

6. Para virar para a direita, mover o joystick para a direita. Caso queira virar para a esquerda, mover o
joystick para a esquerda.

7. Não dirigir a colhedora em velocidade alta constantemente. Uma velocidade alta acelera o desgaste
dos elos e rolos da esteira e da engrenagem intermediária.

8. Não girar constantemente em um mesmo sentido, pois isso provocará o desgaste desigual das esteiras.

9. Sempre manter o ajuste correto das esteiras de acordo com as condições do terreno. O tensionamento
excessivo das esteiras, aumenta a carga e os desgastes dos componentes do conjunto.
SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO 137

PERCURSO EM ESTRADA - A8000


Durante um percurso longo em estrada, o operador deve parar de vinte em vinte ou de trinta em trinta
minutos e movimentar o joystick para direita e para esquerda, para realinhar a convergência nas rodas
dianteiras. Não seguir esse procedimento poderá causar desgaste prematuro dos pneus dianteiros.

DIREÇÃO DA COLHEDORA EM LOCAIS PÚBLICOS


Antes de dirigir a colhedora em locais públicos, verificar se as autorizações exigidas etc. foram obtidas e
se a colhedora está sendo dirigida de acordo com os regulamentos do Ministério dos Transportes.

Quando dirigir a colhedora em locais públicos, ativar o interruptor do sinalizador rotativo localizado no
painel superior do console direito.

A colhedora é dotada de setas que devem ser usadas para indicar entrada à direita ou à esquerda. As
setas são ativadas por um interruptor localizado no console direito.
138 SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

OBTENÇÃO DA MELHOR COLHEITA Manter a máquinas sem sujeira

O operador deve: • Parar e retirar toda sujeira pelo menos de 2


horas em 2 horas, ou sempre que possível.
• Preparar a máquina inteira antes da colheita e
mantê-la em sua melhor condição antes, • Verificar se os rolos do trem de alimentação
durante e depois do período de trabalho. superior estão livres para subir e descer.

• Realizar os diversos ajustes de colheita e • Livrar os rolos de qualquer acúmulo de lama e


controles para obter cana mais limpa na caixa sujeira.
com o mínimo de impureza e terra.
• Examinar a máquina quanto a vazamentos de
óleo e corrigir se necessário.

• Sempre desligar o motor antes de realizar


Preparação da Máquina manutenções na máquina. Desligar o interruptor
de segurança na caixa de eletricidade do
• Preparar a máquina no final do trabalho diário,
console direito. Manter a chave geral no bolso.
deixando-a pronta para o dia seguinte.

• Eliminar toda sujeira e terra.

• Inspecionar a máquina completamente. Cuidados com a esteira

• Reparar quaisquer defeitos encontrados • O ajuste de tensão das esteiras deverá ser
durante a inspeção. mantido sempre conforme especificação, para
melhor desempenho de buchas e rodas
• Abastecer com combustível, óleo e água até motrizes (poupando esforços também no
os níveis recomendados. redutor e na transmissão). O ajuste de tensão
deverá ser realizado no ambiente de trabalho
• Aplicar graxa e óleo de acordo com a rotina da máquina, no qual a presença de acúmulo
diária e qualquer rotina de manutenção do terreno será real.
recomendada neste manual.
• Não operar em alta velocidade.

• Realizar limpeza diária do sistema de material


Manter sempre todas as facas afiadas rodante.

• Inspecionar as facas do picador a cada 2 horas, • Observar os padrões para a detecção de


ou sempre que possível, quanto à afiação e ao desgaste desequilibrado causado por condição
bom funcionamento. Substituir quando de operação ou desalinhamento.
necessário.
• Alternar manobras de retorno para ambos os
• Observar se não há cana mal cortada. lados.

• Inspecionar as facas do cortador de base a • Não provocar derrapagem das esteiras.


cada 2 horas, ou sempre que posível. Substituir
se estiverem não afiadas ou arredondadas nos • Inspecionar subconjuntos lubrificados (roletes,
cantos. rodas-guia e esteiras lubrificadas) quanto a
vazamentos.
NOT
NOTA A : O comprimento máximo da faca do
cortador de base é 89 mm. Deixar de observar
este limite pode resultar em danos à esteira
rodante.

• Inspecionar as facas do cortador de pontas de


2 em 2 horas, ou sempre que possível. Substituir
conforme necessário.
SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO 139

Cortador de pontas
Ter o objetivo de cortar no último nó totalmente
formado: abaixo desse ponto irá cortar cana boa;
acima aumentará a sujeira na caixa.

Ajustar a altura do cortador de pontas na altura


média da cana se a altura variar ao longo da linha.

Sempre use o cortador de pontas, mesmo em


colheita com cana deitada.

Sentido de rrotação:
otação:

Ajustar o sentido de rotação do tambor de forma


a jogar as partes superiores cortadas longe das
culturas.

Cortar o campo, se possível, a partir do lado para


o qual o vento sopra, de modo que as partes
superiores cortadas e outros materiais estranhos Figura 14

sejam retirados da cultura e da máquina pelo


vento.

Comprimento do tolete
Para estabelecer o comprimento do tolete ajustar
a configuração no display até obter o comprimento
desejado.

Cortador de base
Ajustar o cortador de base para cortar a cana no Parar, sair e examinar os tocos cortados no início
nível do solo. Cortar abaixo do nível do solo da operação de corte e sempre que possível.
aumenta as cargas nas partes hidráulicas (por
exemplo, bomba, motores etc.) e nas caixas de Observar sinais de corte muito baixo (ou seja, terra
engrenagem, reduzindo sua vida útil. Além disso, jogada para os lados pelos cortadores de base
o aumento de terra penetrando na máquina irá ou poeira e terra expelidas pelos extratores de
acelerar as taxas de desgaste das lâminas do sujeira).
cortador de base, discos, rolos de alimentação,
facas do picador, lâminas do extrator e de todas Observar sinais de corte muito alto (ou seja, cepos
as peças metálicas que entram em contato com a de cana visíveis nos tocos cortados ou cana
cana. dividida e danificada no corte devido à falta de
um apoio firme).
Levantar o cortador de base apenas o suficiente
para livrar a superfície ao trabalhar em solo NOT
NOTAA : Ajustar o ângulo da caixa do cortador de
irregular e pedregoso. base de acordo com as condições de campo,
melhora as condições de colheita.
Verificar se o cortador de base está ajustado na
melhor altura.
140 SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

Divisor de linhas
Ajustar a altura do divisor de linhas de modo que
a ponta apenas toque no solo e pegue a cana
caída usando os cilindros de inclinação do divisor
de linhas (opcional).

Levantar os divisores de linhas apenas o suficiente


para livrar a superfície ao trabalhar em solo
irregular e pedregoso ou com mato denso.

Reajustar a altura do divisor de linhas, se


necessário, quando a altura do cortador de base
for alterada.

Substituir a ponta do divisor de linhas se não Figura 15


estiver se projetando abaixo da parte inferior da
sapata.

Velocidade de tração Direção


Controlar a taxa de corte da cana, variando a Dirigir o mais reto possível, bem no centro da linha,
velocidade de tração para melhor resultado. de modo que o cortador de base passe acima do
centro da cana.
Ajustar o controle do acelerador do motor para a
rotação de trabalho e mantê-lo nesse ponto. Um cultivo estreito pode tornar necessário dirigir
ligeiramente para um lado para não danificar a
Se a velocidade do motor cair em carga para
cana na linha adjacente.
menos que a rpm nominal, reduzir a velocidade
de tração para evitar sobrecarga.

Observar sinais de movimentação muito rápida (ou


seja, queda da velocidade do motor, trem de rolos
Solo muito úmido e enlameado
e picador sobrecarregados, entupimentos e
Observar diferentes condições de solo no campo.
obstruções na entrada da máquina, quebra dos
Os campos úmidos frequentemente possuem
divisores de linhas e cana arrancada com raiz) ou
pontos “macios” que requerem diferentes ajustes
elevador falhando com a cana.
dos cortadores de base e dos divisores de linhas,
bem como da velocidade de tração.
Diminuir a velocidade ao:
Observar após uma inundação, as toras, tocos de
• Colher uma cultura caída, para permitir que os
árvores e detritos semelhantes que
divisores de linhas levantem e separem a cana
freqüentemente ficam nos campos de cana
caída sem quebrá-la.
quando as águas abaixam.
• Colher cana mal queimada ou verde, para obter
melhor desempenho dos extratores.

• Fazer curvas fechadas em solo irregular e


sempre que necessário para garantir a
estabilidade da máquina.
SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO 141

Cana caída Manter as facas do picador bem afiadas. Esse


procedimento ajudará na extração da sujeira,
Evitar cortar a cana a partir de um ponto que garantindo que a folha da cana seja cortada em
alimente as partes superiores da cana na pequenos comprimentos.
colhedora antes das bases, pois o trem de rolos
pode arrancar as raízes. Sempre se aproximar da Verificar constantemente o trem de rolos, extratores
base da cana primeiro. e o piso do elevador quanto ao aumento de sujeira.

Quando a cana está deitada nas linhas, entrar no


campo no lado que permite aos divisores de linhas
operar sobre as bases da cana (com as partes Linhas plantadas muito próximas
superiores longe da colhedora, em direção à cana
que ainda será colhida). Dirigir o mais perto possível da cana em pé sem
passar por cima da mesma. Posicionar os
Reduzir a Velocidade para permitir aos divisores cortadores de base um pouco para um lado da
de linhas separar a cana sem quebrá-la ou linha de tocos que está sendo cortada.
arrancá-la.

Tocos de cana plantados em sulcos pro-


Encostas íngremes fundos
Dirigir com cuidado de forma a não prejudicar a Ajustar o cortador de base em altura suficiente
estabilidade da máquina. Se possível, girar o para evitar abrir as laterais do sulco, mesmo que
elevador para equilibrar a máquina. isso signifique cortar a cana um pouco mais alto
que o normal. Cortar mais baixo produzirá apenas
Evitar sobrecarregar a máquina. Se possível, cortar cana suja, muita terra e desgaste na colhedora.
apenas encosta abaixo.

Entrar no campo pelo lado superior, onde as linhas


correm ao longo do declive. Esse procedimento O motivo
permitirá girar o elevador para o lado da subida
para equilibrar a máquina. A usina de açúcar determina o valor da cultura e
só recebe cana limpa e de boa qualidade.

A cana é uma planta viva. Ela deteriora como


Solo pedregoso qualquer outro vegetal. Quando cortada, pode
perder rapidamente o valor, pois a cana cortada
Levantar o cortador de base e os divisores de deteriora mais rapidamente no ponto de corte,
linhas, se necessário, para evitar desgaste onde fica exposta ao ar. Um corte definido e limpo
excessivo em solo irregular e pedregoso. ficará mais tempo em boas condições. Uma cana
machucada, quebrada ou mal cortada, com
extremidades afuniladas ou esmagadas
deteriorará muito rápido. Na hora em que chega
Cana verde na usina poderá perder muito do seu valor.

Reduzir a Velocidade para melhorar o Sujeira e terra na cana podem constituir um


desempenho de limpeza dos extratores. Os inconveniente caro na usina de açúcar.
extratores ficam mais capacitados para extrair a
maior quantidade de sujeira se o processamento Portanto, a usina deve avaliar o valor da cultura
de cana for reduzido. de acordo com a quantidade de sujeira e terra
contidas na cana.
Ajustar o cortador de pontas para remover a maior
parte possível das partes superiores e manter as
lâminas bem afiadas.
142 SEÇÃO 4 - OPERAÇÃO DE CAMPO

Uma cana queimada deteriora rapidamente no • Ângulo do cor tador de base incor
cortador incorrreto
campo logo após a queima. Se não for colhida Grande desgaste nos discos do cortador de
em poucos dias, começará a perder valor e base. Tocos danificados. Cana deixada no
qualidade. Evitando atrasos e sabendo como campo.
operar sob condições adversas, um operador
qualificado com uma máquina bem ajustada • Lâminas do cor te de base não afiada
corte
geralmente poderá salvar uma colheita que de
Cana danificada. Cana não reunida. Tocos
outra forma seria perdida.
danificados.
Se as instruções descritas no tópico anterior • Divisores de linhas muito baixos
Divisores
Obtenção da Melhor Colheita , não forem
observadas, o resultado só poderá ser custos e Terra na cana. Grande desgaste na ponteira.
prejuízos desnecessários. Aumento no consumo de combustível.

Por exemplo: • Picador cego (sem “fio”) - Facas do picador


Talos de cana mal cortados. A cana pode
• Máquina não pr eparada com antecedência
preparada
deteriorar no caminho até a usina. Peso
Terra e sujeira na máquina. Inspeção mal feita. reduzido da cana em um recipiente cheio.
Má lubrificação. Defeitos não encontrados. Amostra suja no recipiente.
Vazamentos de óleo não encontrados. Grande
desgaste. Superaquecimento. Lâminas não • Lâminas do rrolo
olo desgastadas, dobradas ou
afiadas. Cana suja e danificada na caixa. obstruídas com terra
Máquina não confiável. Tempo perdido em Bloqueios. Cana danificada. Cana suja. Talos
partidas atrasadas e paralisações. curtos.
• Máquina negligenciada durante o dia • Velocidade muito alta
Lâminas não afiadas. Rolos obstruídos. Bloqueios. Cana danificada. Talos curtos. Má
Extratores obstruídos. Piso do elevador extração de sujeira. Motor sobrecarregado.
bloqueado. Cana danificada. Cana suja. Telas
do ar de refrigeração bloqueadas. • Velocidade muito baixa
Superaquecimento. Paralisações. Aumento do
Colheita muito demorada.
consumo de combustível.

• Cor tador de pontas muito alto


Cortador
Excesso de folha na caixa. Partes superiores
das folhas mal cortadas. O cortador de pontas
fica obstruído.

• Cor tador de pontas muito baixo


Cortador
Cana descartada em bom estado.

• Lâminas não afiadas do cor tador de pontas


cortador
Muita folha na caixa. Obstrução no cortador de
pontas. Colheita lenta. Consumo extra de
combustível. Cana mal cortada.

• Cor tador
Cortador es de base muito altos
tadores
Cana boa deixada no campo.

• Cor tador
Cortador es de base muito baixos
tadores
Cana suja. Lâminas não afiadas. Cana
danificada. Terra na máquina. Aumento no
consumo de combustível.
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 143

INFORMAÇÕES GERAIS DURANTE AS PRIMEIRAS 50 HORAS


DE OPERAÇÃO
Apresentação
IMPOR
IMPORT ANTE: Os itens relacionados na revisão
TANTE
Esta seção fornece detalhes completos dos das Primeiras 50 Horas são importantes. Se não
procedimentos de manutenção necessários para forem executados, pode resultar em falha de
manter a sua colhedora com a máxima eficiência. componentes e vida útil reduzida da colhedora.
O quadro de lubrificação e manutenção das
páginas logo adiante, fornece uma referência
imediata a estes requisitos.
ADVERTÊNCIA
ADVERTÊNCIA
Cada operação é numerada para facilitar a
referência. Em caso de dúvidas em relação a PREVENÇÃO CONTRA CONTAMINAÇÃO DO
qualquer aspecto de lubrificação e manutenção, SISTEMA
consultar o seu Concessionário Case IH.
Para evitar a contaminação ao trocar óleos, filtros,
etc., sempre limpar a área em torno das tampas
Precauções de segurança de enchimento, bujões de nível e de drenagem,
varetas e filtros antes de removê-los. Para evitar a
Ler e observar todas as precauções de segurança entrada de sujeira durante colocação de graxa,
relacionadas em Manutenção na Colhedora e na limpar a sujeira nas graxeiras antes de aplicar a
seção de Introdução deste Manual. graxa. Limpar o excesso de graxa da graxeira
depois de colocar graxa.
OBSER
OBSERV VAÇÃO: Descartar adequadamente os
filtros e fluidos usados.

CUIDADO Flexibilidade dos intervalos de


Não fazer verificações, lubrificação, manutenção manutenção
ou ajustes na colhedora com o motor funcionando.
Os intervalos relacionados no quadro de
lubrificação e manutenção são diretrizes a serem
seguidas quando operar em condições normais
de trabalho.

NOTA: Consultar livrete da Garantia.


NOTA:

Quadro de lubrificação e manutenção


O quadro de lubrificação e manutenção, relaciona
os intervalos nos quais as verificações,
lubrificação, revisões e/ou regulagens de rotina
devem ser realizadas. Utilizar o quadro como uma
referência rápida ao fazer revisões na colhedora.
144 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

ABASTECIMENTO DA COLHEDORA Quadro de seleção do diesel


combustível
CUIDADO

Ao manusear óleo diesel, observar o seguinte: Classificação


Geral do No. 1-D No. 2-D
Não fumar perto do óleo diesel. Em nenhuma Combustível
circunstâncias deve-se adicionar gasolina, álcool
ou querosene ao óleo diesel devido ao risco Ponto de
aumentado de incêndios ou explosões. Em um Ebulição 288° C 357° C
recipiente fechado, como um reservatório de Final (Máx.) (550° F) (675° F)
combustível, estas misturas são mais explosivas
do que gasolina pura. NÃO usar estas misturas. Índice de
45* 45
Cetano (Mín.)
• Limpar a área da tampa de enchimento e mantê-
la livre de detritos Teor de 0,3% 0,5%
Enxofre (Máx.)
Enxofre
• O reservatório de combustível deve ser
completado ao final de cada dia para reduzir a
condensação durante a noite. * Quando for operar continuamente a baixas
• Nunca retirar a tampa nem abastecer com o temperaturas ou grandes altitudes, é necessário
motor funcionando. um índice de cetano mínimo de 45.

• Manter controle da mangueira de combustível


ao encher o reservatório. NOTA
NOT A : Quando longos períodos em marcha lenta
ou em condições climáticas abaixo de 0° C (32°
• Não encher o reservatório até a sua capacidade F) forem enfrentados, ou quando operar
máxima. Deixar espaço para expansão. Se a continuamente a altitudes acima de 1500 m (5.000
tampa original do reservatório de combustível ft), usar combustível Número 1-D.
for perdida, substituir por uma tampa original e
apertar firmemente. NOT A: O uso de óleo diesel com teor de enxofre
NOTA:
• Limpar combustível derramado imediatamente. acima de 0,5% requer trocas antecipadas de óleo
e de filtros do que as relacionadas no programa
• Manter/repor a peneira localizada no bocal de de manutenção.
enchimento durante o abastecimento.
O uso de óleo diesel com teor de enxofre acima
de 1,3% não é recomendado.
REQUISITOS DO COMBUSTÍVEL Para obter a melhor economia de combustível,
usar o de Número 2-D sempre que a temperatura
A qualidade do combustível usado é um fator
permitir.
importante para desempenho confiável e vida útil
satisfatória do motor. Os combustíveis devem ser
Não usar o Número 2-D em temperaturas abaixo
limpos, bem refinados e não corrosivo para as
de -7° C (20° F). As temperaturas frias engrossam
peças do sistema de combustível. Certificar-se de
o combustível, que pode impedir o funcionamento
usar combustível de qualidade conhecida e de
do motor. Se isto ocorrer, entrar em contato com o
um fornecedor com boa reputação.
seu Concessionário Case IH.
• Usar o Número 2-D em temperaturas acima de
Para certificar-se de que o combustível atende às
-7° C (20° F)
propriedades requisitadas, busque ajuda de um
fornecedor de óleo combustível com boa
• Usar o Número 1-D em temperaturas abaixo de
reputação.
-7° C (20° F)
A responsabilidade por combustível limpo é tanto
Para obter uma combustão ideal e o mínimo de
do fornecedor quanto do usuário do combustível.
desgaste do motor, o combustível selecionado
para o uso deverá estar em conformidade com a
aplicação e os requisitos das suas propriedades
descritas no quadro a seguir.
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 145

Armazenagem do combustível
Tomar as precauções a seguir para garantir que o
combustível armazenado fique livre de sujeira,
água e outros contaminantes.

1. Armazenar o combustível em reservatórios de


ferro pretos, não galvanizados, pois o
revestimento de zinco reagirá com o
combustível e formará compostos que
danificam a bomba injetora e os injetores de
combustível.

2. Os reservatórios de armazenagem a granel


devem ficar protegidos do sol Figura 1.
Figura 1
Manter o reservatório levemente inclinado
Figura 2 de modo que os sedimentos fiquem
acumulados longe do tubo de saída.

3. Para facilitar a remoção de umidade e


sedimentos, instalar um bujão de drenagem no
ponto mais baixo, do lado contrário do tubo de
saída.

4. Se o combustível não for filtrado no reservatório A


de armazenagem, colocar um funil com uma
tela de malha fina no gargalo de enchimento
quando abastecer.

5. Organize a compra de combustível de modo


que os combustíveis com classificação para o A - Bujão de dreno Figura 2

verão não sejam guardados e usados no


inverno, ou seja, não armazene diesel por um
longo período (>6 meses).

Enchimento do reservatório de
combustível
1. Limpar a área em volta da tampa de enchimento
para evitar a entrada de sujeira, contaminando
o combustível.

2. Remover a tampa e colocá-la em uma superfície


limpa ao abastecer.

3. Depois de encher o reservatório, colocar a


tampa de combustível e apertar.

IMPOR
IMPORT ANTE: Sempre substituir uma tampa
TANTE
perdida ou danificada por uma tampa de
reposição original.

4. Abastecer com a peneira (filtro) que se localiza


dentro do bocal de enchimento.
146 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

CAPACIDADES ESPECIFICAÇÕES DE FLUIDOS


Combustível do motor - Diesel: Óleo de lubrificação do motor
• 480 litros (106 galões imperiais) nominal O uso de óleos lubrificantes de qualidade,
combinado com drenagem de óleo e troca de filtro
Óleo do motor em intervalos adequados, é um fator crítico na
manutenção do desempenho e durabilidade do
• Motor SCANIA DC9: 27 a 34 litros
motor.
• Motor Case IH 9L: 20 a 24 litros
• Motor SCANIA DC9: SAE 15W-40; API CI-4;
Água do sistema ACEA E5; AKCELA N°1-Engine Oil

• Motor SCANIA DC9: 53 litros • Motor Case IH 9L: SAE 15W-40; API CI-4; ACEA
E5; AKCELA N°1 - Engine Oil
• Motor Case IH 9L: 44 litros

Óleo do sistema hidráulico


• 480 litros (106 galões imperiais) nominal no Óleo hidráulico
reservatório de óleo hidráulico e
aproximadamente 120 litros no restante do A especificação a seguir é de um óleo hidráulico
sistema, totalizando 600 litros de base petrolífera, contendo aditivos anti-
ferrugem, anti-oxidantes, anti-desgaste, anti-
Óleo da caixa de engrenagens de acionamento
engrenagens espumantes e de melhoria do índice de
das bombas viscosidade.
• 1,6 litros - óleo hidráulico (AKCELA AW100) Se o óleo cumprir a especificação a seguir, é
adequado para uso nos sistemas hidráulicos das
Óleo da caixa de engrenagens do cor
engrenagens tador de
cortador colhedoras Case IH Austoft.
base
• 9,5 litros - óleo de engrenagens SAE 85W-140, Enchimento inicial da fábrica: AKCELA AW100
API GL-5, AKCELA GEAR 135H EP

Óleo da caixa de engrenagens do picador


engrenagens
• 7,5 litros - óleo de engrenagem SAE 85W-140,
AKCELA GEAR 135H EP

Óleo do cubo da rroda


oda traseira
• 6 litros - óleo de engrenagem SAE 85W-140,
AKCELA GEAR 135H EP

Ar condicionado
• Compressor: 7,6 +/- 0,5 onça fluida (228 +/- 15
cc) Óleo P.A.G. SP20
• Refrigerante: 51 +/- 5 onças (1.450 +/- 150
gramas) HFC R134A

Óleo do sistema hidráulico da suspensão


(Autotracker)
• TCH FLUID
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 147

Propriedades físicas do óleo hidráulico (IP 35) ............................. 240 mínima

Liberação de Ar
Aspecto .......................... Claro e brilhante
(IP 313) ........................... 660 Segundos no
Densidade a 15°C máximo
(IP 160) ........................... 0,880 - 0,890
Viscosidade após
(Normalmente 0,882)
1.000 horas -
Viscosidade a 40°C KV a 100° C .................... 10,5 cSt mínima
cSt (IP 71) ...................... 66 - 100

Viscosidade a 100°C
cSt (IP 71) ...................... 11 mínima

Viscosidade na Óleo de engrenagem


temperatura de
trabalho máxima ............ 13 mínima • AKCELA GEAR 135H EP, API GL-5, SAE 85W-
140
Índice de Viscosidade
(IP 226) ........................... 150 mínima

% de Zinco Alquídico Graxa


em Peso ......................... 0.04
Uma graxa à base de lítio com número de
Ponto de Anilina °C
consistência N.L.G.I. 2, que também contenha
(IP2) ................................ 100 mínima
aditivos de extrema pressão, inibidores de
Demulsibilidade oxidação e inibidores de corrosão (por exemplo,
(Classe ISO 68 - ASTM Estearato de Hidróxido de Lítio).
D1401) ........................... 40/37/3 (30) a 54°C De fabricação AKCELA, Multi-Purpose Grease,
Demulsibilidade 251H, EP
(Classe ISO 100 -
ASTM D1401) ................. 40/37/3 (30) a 82°C

Filtrabilidade (Denison Bateria


TP-02100) ....................... Pass
Usar água destilada.
Proteção contra
Ferrugem (ASTM
D665) ............................. Usar água destilada
....................................... Usar água do mar Líquido refrigerante do motor
sintética
Motor SCANIA DC9
Estabilidade contra
Oxidação ........................ 2500 mínima. Horas
O líquido de arrefecimento deve conter
para 2,0 mg KOH/
anticorrosivo para proteger o sistema de
gm ASTM D943
arrefecimento contra a corrosão. Deve ser limpo
Ponto de Derramamento e com pH de 6-9.
°C (IP 15) ........................ -35 máximo
O líquido de arrefecimento deve ser trocado
Ponto de Fulgor .............. 190 mínimo - fechado quando o sistema de arrefecimento estiver limpo:
(IP34) °C. 210 a cada 4.800 horas ou no mínimo a cada 5 anos.
mínimo - aberto
(IP35) °C A cada 1000 horas verificar o liquido inibidor de
corrosão do liquido de arrefecimento (contatar a
Ponto de Queima °C sua concessionária Scania).
148 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

A cada 2500 horas completar com 1,0% de anti- Segurança


corrosivo Scania por volume.
A segurança, primeiros socorros e manipulação
Se houver o risco de congelamento, o refrigerante básica do R134a são semelhantes aos requisitos
deve consistir em um volume mínimo de 30% e do R12 e as mesmas precauções de segurança
máximo de 60% de Glicol. Se não houver esse gerais devem ser adotadas em qualquer situação.
risco, ele deve consistir em 7 - 12% por volume
de anti-corrosivo Scania. Não misturar o R134a com pressões de ar em
sistemas de ar-condicionado - em certas
Para motor IVECO, usar 50% / 50%. condições ele pode se tornar inflamável.

A SCANIA recomenda um produto sem nitrila e


anti-congelante - BASF G48 ou BASF G542.
Compatibilidade do R134a
A IVECO recomenda o uso de anticongelante
Premium Anti-Freeze da AKCELA. O R134a é totalmente incompatível com o R12 e
com óleos minerais (como o 5GS) atualmente
usados em um sistema R12.

Cuidado Misturas de R134a e R12 em algumas proporções


podem formar um azeótropo e as pressões de
NÃO misturar anticorrosivo Scania com Glicol. vapor podem aumentar até 100%.

Usar o 5GS com o R134a pode causar viscosidade


e queda do nível de óleo. Haverá falha no
compressor.
Ar condicionado
Todas as máquinas possuem compressores A/C
projetados para o uso de refrigerante R134a e Secadores/Dessecantes R134a
Secadores/Dessecantes
lubrificante Sanden P.A.G. SP20.
O R134a requer diferentes dessecantes e deve-
• Refrigerante R134a (Tetrafluoroetane - se observar o seguinte.
CH2FCF3).
• Dessecante XH5 - R12
O R134a é um gás estável, incolor, atóxico, não
inflamável, liquefeito com leve odor de éter. É um • Dessecante XH7 - R12, R134a
item HFC e portanto não contém o elemento
clorado de destruição da camada de ozônio, por • Dessecante XH9 – R12, R134a, Misturas
ter ODP (Potencial de Destruição do Ozônio) zero. Ternárias
Apresenta um potencial de efeito estufa menor que
10% com relação ao R12.

Contate um distribuidor autorizado para fazer a


limpeza do sistema de A/C uma vez ao ano.

Potencial de
Refrigerante Efeito
Destruição do
Estufa
Ozônio
R11 1 1
R12 1 3.0
R134a 0 0.29
Mistura
Ternária
(HCFC22 + 0.02 0.15
HFC152A +
HCFC124)
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 149

R134a Válvulas e Tubos de Orifícios TX


Tubos Exemplos de problemas de mistura
problemas

As válvulas TX normais e tubos de orifícios • R134a com 5GS


projetados para sistemas automotivos R12 não são Incompatível. Causará viscosidade, queda do
afetados fisicamente pelo R134a. Entretanto, a nível de óleo e falha do compressor.
classificação ou o valor nominal se altera devido
ao aumento da pressão operacional do R134a. • R134a com P AG/5GS
PAG/5GS
Incompatível. Causará separação do óleo,
• Uma válvula de 1.0 toneladas com R12 se
viscosidade, queda do nível de óleo e falha do
tornará uma válvula de 1.2 toneladas com
compressor.
R134a.
• R12 com P AG
PAG
• Uma válvula de 1,5 toneladas com R12 se
tornará uma válvula de 1,8 toneladas com Incompatível. PAG e R12 não são miscíveis; a
R134a. falta de lubrificação causará falha do
compressor.
• Uma válvula de 2,0 toneladas com R12 se
tornará uma válvula de 2,4 toneladas com • R12 com P AG/5GS
PAG/5GS
R134a. Incompatível. Causará separação do óleo e
queda do nível de óleo, com falha do
(uma tonelada de refrigerante = 12.000 btus) compressor.

Lubrificantes R134a

O R134a é totalmente incompatível com todos os


óleos minerais usados nos sistemas R12. Qualquer
tentativa de usar 5GS com R134a resultará em
falha do compressor.

O óleo PAG (Polyalkylene Glycol) foi desenvolvido


especialmente para utilização com o R134a e
nenhum outro lubrificante deve ser usado. Os
óleos de classes e tipos diferentes não devem ser
misturados. Algumas misturas causarão
viscosidade, queda do nível de óleo e separação
do óleo. Em outras palavras, falha do compressor.

Os óleos PAG são muito mais higroscópicos que


o 5GS, portanto com esses lubrificantes é
essencial uma boa limpeza e tempo de evacuação
correto com bomba de vácuo capaz de produzir
vácuo de 200 mícrons (29,9 pol HG ou 101 KPA
manométricos).

Obser vação: O tipo de óleo PAG pode variar para


Observação:
diferentes marcas e modelos de compressores.
Verificar as especificações do fabricante.
150 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

LUBRIFICAÇÃO – ÓLEOS E FILTROS

Óleo do sistema hidráulico


Obser vação: Os dois registros entre o tanque
Observação:
coletor e o tanque principal devem ser fechados
para evitar perda de óleo do sistema quando os
filtros forem trocados ou se uma mangueira for
desconectada ou rompida. A máquina não deve
entrar em funcionamento com os registros
fechados.

Enchimento
Verificar diariamente o nível no visor (1) localizado
no tanque coletor. Verificar se a máquina e o 1
cortador de pontas estão paralelos ao solo e se
óleo está frio. O nível de óleo deve ser mantido no
meio da faixa do visor.

Quando verificar o nível de óleo no visor, verificar


também se o óleo está limpo e claro. Se o óleo
tiver uma aparência branca leitosa, isso indica
água no óleo. Nesse caso, drenar e encher com
óleo novo.

Figura 3

Drenagem
Anualmente, logo após o final da safra, drenar o
tanque hidráulico. Encher os tanques de óleo
hidráulico com óleo novo ou que atenda a
especificação Case IH.

Obser vação: O acesso ao dreno do tanque


vação
Observação
hidráulico e à tampa da placa de inspeção (1)
ficam localizados por baixo da parte traseira da
colhedora.

Figura 4
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 151

Procedimento de dreno e enchimento


1. Manter as mãos, as ferramentas e todas as
conexões do sistema hidráulico sempre limpas.

2. Com todos os cilindros hidráulicos na posição


totalmente retraída, esvaziar o tanque
removendo o bujão de dreno na parte inferior.
Remover a placa de inspeção para acessar o
interior do tanque.

3. Se necessário, limpar o tanque com ar em baixa


pressão ou solvente.

4. Substituir os elementos do filtro de retorno e os


filtros de sucção.

5. Montar novamente a placa de inspeção no


tanque. Usar uma nova junta. Apertar os
parafusos por igual. Encher os tanques com
óleo novo.

Obser vação: Este procedimento não prevê o


Observação:
dreno e substituição substancial de óleo nas
bombas, motores e mangueiras. Se houver
necessidade de substituição devido à
contaminação de óleo com terra ou água,
consultar o seu Distribuidor Case IH.

Filtros hidráulicos
Localização
Localização: Os filtros de sucção são montados
na parte externa da caixa do motor, na parede
traseira. Também existem três filtros de retorno de
óleo hidráulico localizados no tanque inferior de
óleo hidráulico.

Troca dos filtr os de sucção: De 250 em 250 horas


filtros
substituir os quatro elementos do filtro de sucção.

Impor tante: Diariamente verificar a leitura de


Importante:
sucção no vacuômetro montado entre os dois
filtros ou a lâmpada de aviso. Com o motor
funcionando, esse manômetro deve indicar menos
de 7 polegadas (180 mm) de Hg quando o óleo
atingir a temperatura operacional normal. Se a
leitura for maior, substituir os elementos do filtro.
152 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

PROGRAMA DE LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Estacionar a colhedora em solo (terreno) plano, deixando a mesma nivelada. Esperar cerca de 1 minuto e
verificar os níveis de óleo das caixas de engrenagens do Corte de Base e do Picador. Os mesmos devem
estar com volume de óleo até o nível do bujão dos mesmos.

ATENÇÃO
Para a atividade a seguir, proceder primeiramente com as verificações de segurança utilizando os EPI´s
(Luva, óculos, sapatos e roupas apropriadas). Somente pessoas treinadas devem efetuar trabalhos de
operação e manutenção nessa colhedora. Seguir as recomendações de segurança contidas nesse manual,
ver seção 2.

Manutenção diária
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Operação Requisito de Manutenção I C Q R P Pág.
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1 • Nível de óleo do motor Diesel X . . . . 158


2 • Nível do líquido de arrefecimento X . . . . 158
3 • Nível de óleo hidráulico (visor tanque superior) e ajuste da folga da
embreagem do volante do picador X . . . . 159
4 • Nível de óleo da caixa de engrenagens das bombas (cx de 4 furos),
corte de base e picador (conferência/ajuste de folga nas pernas do
cortador de base) X . . . . 159
5 • Purificador de ar-externo (coletor de pó) X . . . X 160
6 • Indicador de restrição do filtro de ar do motor diesel* X . . . X 161
7 • Admissão do filtro de ar - Borrachas e Abraçadeiras X . . . . 162
8 • Radiadores de água, óleo hidráulico, ar/ar (intercooler), condensador do A/C,
alternador e telas e grades do “Cooling package”,
(utilizar ar comprimido “seco”) X . . . X 163
9 • Rolamentos inferiores dos divisores de linha X . . X X 164
10 • Bandejas inferiores e superiores dos divisores de linha X . . X X 164
11 • Mastro do cortador de pontas X . . X X 165
12 • Giro do extrator primário / Secundário X . . X X 165
13 • Cilindro de giro do elevador X . . X X 165
14 • Rolo tombador X . . X X 166
15 • Rolo alimentador X . . . X 166
16 • Rolo levantador X . . . X 166
17 • Extrator primário / Secundário (limpeza e conferência/ajuste de folga no
cubo dos extratores) X . X . X 167
18 • Bandejas da suspensão (A8000) X . . X . 167
19 • Piso do elevador X . . . X 167
20 • Depósito do elevador (Cesto) X . . . X 168
21 • Mangueiras hidráulicas sem friccionar X . . . X 168
22 • Lâminas do cortador de base X . . . . 168
23 • Trem de rolos . . . . X 170
24 • Lâminas do cortador de pontas X . . . . 170
25 • Lâminas do picador X . . . X 171
26 • Vacuômetros X . . . . 173
27 • Filtro separador de água do combustível X . . . X 173

(*) Limpar o elemento se o indicador acusar marca vermelha. Máximo 4 limpezas. continua...
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 153

Manutenção diária (continuação)


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Operação Requisito de Manutenção I C Q R P Pág.
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28 • Pressão dos pneus X . . . . 173


29 • Rolos Flutuantes (altura dos batentes e movimento livre) X . . . X 174
30 • Tensionamento da esteira (material rodante) X . . . X 174
31 • Operação do sistema de segurança do motor X . . . . 175
32 • Funcionamento de todos os controles da cabine X . . . . 175
33 • Aba do escape X . . . . 176
34 • Alinhamento das polias do sistema de refrigeração (polia da hélice com
a polia do eixo da tela rotativa e polia do eixo do motor com a polia da hélice
dos radiadores X . . . . 176
35 • Fechos das portas da caixa do motor, lado esquerdo e direito X . . . . 177
36 • Fechamento das janelas de inspeção superiores da caixa do motor X . . . . 177
37 • Escovas de vedação da tela rotativa X . . . . 177
38 • Funções do monitor eletrônico X . . . . 177
39 • Eixo de acionamento da tela rotativa . . . X X 178
39a • Aplicação de graxa no eixo da hélice do pacote de refrigeração . . . X . 178
40 • Sujeira acumulada na estrutura da máquina, incluindo caixa do motor e
estrutura dos radiadores . . . . X 178
41 • Tensão da correia do ventilador, alternador e ar condicionado, folgas nas
polias e hélices do motor diesel X . X . . 179
42 • Vazamentos nas linhas hidráulica dos rolos X . . . . 180
43 • Tensão na corrente do elevador X . . . . 180
44 • Condições das proteções das mangueiras (substituir se necessário) X . . . . 181
45 • Fim de curso do mecanismo de giro do elevador X . . . . 181
46 • Verificar tubulação e mangotes do intercooler X . . . . 181
47 • Tubulação e mangotes do tubo de resfriamento X . . . . 181
48 • Respiros da caixa de bomba . . . . X 182
49 • Respiro do tanque de óleo hidráulico . . . . X 182
50 • Respiros das caixas de engrenagens do corte de base e picador . . . . X 182
51 • Respiro do redutor (A8000) . . . . X 183
52 • Retirar ar do redutor (A8800) X . . . . 183
52a • Nível do reservatório de óleo do Autotracker X . . . . 183

(*) Limpar o elemento se o indicador acusar marca vermelha. Máximo 4 limpezas.


154 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Manutenção 50 Horas

Todos os itens contidos neste relatório devem se repetir em intervalos de 50 horas, exceto para o ítem
TROCAR, referindo-se ao manual do fabricante/operador.
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Operação Requisito de Manutenção I C Q R P Pág.
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53 • Óleo da caixa de engrenagens das bombas (caixa de 4 furos)* . X . . . 184


54 • Óleo da caixa de engrenagens do cortador de base* . X . . . 185
55 • Óleo da caixa de engrenagens do picador* . X . . . 185
56 • Óleo da caixa de engrenagens do cubo redutor traseiro* . X . . . 186
57 • Elementos dos filtros de sucção da transmissão* . X . . . 186
58 • Elementos dos filtros da linha de retorno* . X . . . 188
59 • Nível de eletrólito da bateria X . . . . 189
60 • Verificar aperto dos parafusos da roda (A8000) . . X . . 190
61 • Verificar aperto dos parafusos da roda motriz (A8800) . . X . . 190
62 • Rolos Transportadores (com bomba manual) . . . X . 190
63 • Disco de corte do cortador de pontas / triturador . . . X . 190
64 • Tambores do cortador de pontas / triturador . . . X . 191
65 • Extrator primário (rolamento) . . . X . 191
66 • Extrator secundário (rolamento) . . . X . 191
67 • Eixo inferior e superior do elevador . . . X . 192
68 • Eixo Tandem . . . X . 192
69 • Filtros do ar condicionado (cabine) . . . . X 193
70 • Lavar a máquina completa . . . . X 194
71 • Se há folga no rolamento da hélice do ventilador radiadores X . . . . 194
72 • Se há folga no rolamento da pá de limpeza dos radiadores X . . . . 194

(*) Primeiras 50 horas de uso, demais conforme programação.


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 155

Manutenção 250 Horas

Todos os itens contidos neste relatório devem se repetir em intervalos de 250 horas inclusas as de 50
horas, devem se repetir em intervalos de 250 horas, referindo-se ao manual do fabricante/operador.
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73 • Óleo da caixa de engrenagens das bombas (caixa de 4 furos) . X . . . 194


74 • Óleo da caixa de engrenagens do cortador de base . X . . . 195
75 • Óleo da caixa de engrenagens do picador . X . . . 195
76 • Óleo da caixa de engrenagens do cubo redutor traseiro . X . . . 195
77 • Elementos dos filtros de sucção da transmissão . X . . . 195
78 • Óleo e filtro do motor diesel * . X . . . 196
79 • Filtro separador de água do combustível . X . . . 197
80 • Filtro de diesel do motor . X . . . 198
81 • Filtro rotativo DC9 . . . . X 198
82 • Fixação dos anéis trava dos pinos da mesa do giro do elevador X . . . . 201
83 • Aperto dos coxins do motor diesel X . . . . 201
84 • Alternar as taliscas do elevador em um elo (não coberto pela garantia) X . . . . 201
85 • Pré-carga do eixo tandem (A8800) . . X . . 202
86 • Caixa de engrenagens do picador (com bomba manual) . . . X . 202
87 • Motores dos cubos do picador (com bomba manual) . . . X . 202
88 • Elementos do filtro de ar do motor X . . . X 202
89 • Pré-Carga do rolamento do extrator primário X . . . . 203
(*) Ver NOTA na Seção 5 (Quadro de seleção do diesel combustível), informações sobre intervalos de troca em função da
composição do combustível.
156 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Manutenção 500 Horas

Todas as manutenções contidas neste relatório, inclusas as 500 e 250 horas, conforme observado, devem
se repetir em intervalos de 500 horas, referindo-se ao manual do fabricante/operador.
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Operação Requisito de Manutenção I C Q R P Pág.
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90 • Pré-Carga do rolamento de roda dianteira (A8000) X . . . . 203


91 • Retirar um elo da corrente do elevador (se necessário) (não coberto pela
garantia) X . . . . 203
92 • Folga de válvulas do motor Scania DC9 * X . . . . 204
93 • Filtro de diesel do motor (motor Scania DC9) . X . . . 204
94 • Programar e efetuar inspeção no material rodante no campo
(não coberto pela garantia). Se necessário consulte um revendedor BERCO. X . . . . 207
95 • Troca de filtro Blow-by dos motores Case IH 9L e DC9 . X . . . 207
95a • Desgaste das correntes, trilhos e engrenagens do elevador
(não coberto pela garantia) X . . . . 207

(*) Máquinas configuradas com motor Scania DC9 acionar o representante Scania da região para realizar a primeira
regulagem de válvula, depois a regulagem passa a ser feita a cada 2500 horas.

Manutenção 750 Horas

Todas as manutenções contidas neste relatório, inclusas as de 50, 250 e 500 horas, conforme observado,
devem se repetir em intervalos de 750 horas, referindo-se ao manual do fabricante/operador.

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Operação Requisito de Manutenção I C Q R P Pág.
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96 • Programar e efetuar inspeção no material rodante no campo


(não coberto pela garantia). Se necessário consulte um revendedor BERCO. . X . . . 209
97 • Elementos do filtro de retorno de óleo hidráulico . X . . . 209
98 • Carga de nitrogênio no conversor de volume do controlador eletrônico de altura X . . . . 209
99 • Pressão do acumulador da suspensão * (não coberto pela garantia) X . . . . 210
100 • Pressão do acumulador da suspensão - frente larga *
(não coberto pela garantia) X . . . . 210
101 • Pressão do acumulador do cortador de pontas * (não coberto pela garantia) X . . . . 210

(*) Conforme configuração da máquina (vide manual do operador/serviço).


SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 157

Manutenção 1000 Horas

Todas as manutenções contidas neste relatório, inclusas as de 50, 250 e 500 horas, conforme observado,
devem se repetir em intervalos de 750 horas, referindo-se ao manual do fabricante/operador.
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Operação Requisito de Manutenção I C Q R P Pág.
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102 • Nível de anti-corrosivo no líquido de arrefecimento


(contatar concessionário SCANIA) X . . . . 212
103 • Folga de válvulas Motor Case IH 9L X . . . . 212

(*) Conforme configuração da máquina (vide manual do operador/serviço).

Manutenção 1500 Horas

Todas as manutenções contidas neste relatório, inclusas as de 50, 250 e 500 horas, conforme observado,
devem se repetir em intervalos de 1500 horas, referindo-se ao manual do fabricante/operador.
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Operação Requisito de Manutenção I C Q R P Pág.
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104 • Abrir redutores traseiros, avaliar arruelas de enconsto. Fazer a inversão dos
lados das planetárias e engrenagem anel X . . . . 212

Manutenção 2500 Horas

Todas as manutenções contidas neste relatório, inclusas as de 50, 250 e 500 horas, conforme observado,
devem se repetir em intervalos de 1500 horas, referindo-se ao manual do fabricante/operador.
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Operação Requisito de Manutenção I C Q R P Pág.
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105 • Revisão do motor Diesel - Regulagem de válvulas


(Acionar revendedor SCANIA) X . . . . 212
106 • Completar com 1,0 % de Anticorrosivo Scania por volume
(não coberto pela garantia) . X . . . 213
107 • Lavar a máquina e avaliar condições gerais dos equipamentos
(Estrutura e componentes hidráulicos) . . . . X 213
108 • Verificação / Ajuste dos balancins das unidades de injeção (PDE) X . . . . 213
158 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

MANUTENÇÃO DIÁRIA

Operação 1

Verificação do nível de óleo (Diariamen-


te) 1

NOT A: Antes de verificar o nível de óleo, desligar


NOTA:
o motor e aguardar por pelo menos um minuto
antes de proceder a verificação.

• O óleo estará no nível correto quando chegar


entre as marcas da vareta de nível (1). Complete Figura 5

quando o nível de óleo estiver abaixo da marca


da vareta de nível.

• Completar com óleo CASE Engine Oil N°1 - SAE


15W-40, API CI-4, ACEA E3/E4/E5

• Remover a tampa de abastecimento de óleo


para liberar a pressão no cárter.

• Verificar o óleo na vareta de nível. O óleo deve


estar 10mm acima da marca “mínimo” ou 10mm
abaixo da marca “maximo”. Corrigir caso
necessário.

Figura 6

Operação 2
1
Verificação do nível do líquido de
arrefecimento (Diariamente)
• Abrir a tampa de abastecimento (1) do tanque
de expansão e verificar o nível do líquido de
arrefecimento.

• Motor frio: o nível do líquido de arrefecimento


deve estar aproximadamente 50 mm abaixo do
gargalo de enchimento.
Figura 7

• M o t o r q u e n t e : o nível do líquido de
arrefecimento deve estar aproximadamente 25
mm abaixo da linha de tanque cheio.

• Outros tipos de tanque de expansão de acordo


com as instruções do instalador.

• Completar com o líquido de arrefecimento


conforme necessário.
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 159

NOT
NOTA:A: Ao abastecer grandes quantidades de
líquido de arrefecimento: Nunca despeje líquido
de arrefecimento frio em um motor quente. Isso
pode provocar rachaduras no bloco de cilindros
e no cabeçote do cilindro.

ADVERTÊNCIA
ADVERTÊNCIA

Motor quente com sistema de arrefecimento


pressurizado: Abra a tampa com cuidado. Água
e vapor podem espirrar. Existe risco de
queimaduras.

IMPOR
IMPORT TANTE: Sempre completar o nível com
líquido de arrefecimento misturado pronto.

Operações 3 e 4

Verificação do nível de óleo hidráulico


• Verificar o nível do óleo (1) com a colhedora
estacionada sobre uma superfície plana, com
o motor desligado a pelo menos 5 minutos.

NOT
NOTA:A: Observe se o nível de óleo está entre a
indicação de “Mínimo” (3) e de “Máximo” (2) do
visor.

1
3

VIsor da caixa de engrenagens das bombas Figura 8 Visor da caixa de engrenagens das bombas Figura 9

1
2

Visor do tanque superior Figura 10 Visor do tanque superior Figura 11


160 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Verificação do nível de óleo na caixa de


engrenagens do picador
engrenagens

Figura 11a

Verificação do nível de óleo do cor te de base


corte

Verificar/Ajustar a folga da embreagem


do volante do picador
• Com as duas mãos, segurar em dois lados
opostos do volante e forçá-lo para e “dentro e Figura 11b

para fora”. Caso seja verficada folga proceder


ajuste.
• Afrouxar o parafuso “trava” (2), e também a
porca (1).
2
• Apertar a porca (1), até não ter mais folga no
volante e marcar no volante esse ponto.
1
• Em seguida, proceder um aperto de mais ½
volta em relação a marca realizada
anteriormente.
• Conferir se há folga. Caso não tenha,
acompanhar a colhedora trabalhando e
observar o funcionamento da embreagem do
volante, a mesma deve disparar em casos de Figura 11c
“embuchamento”.

Operação 5

Verificação e limpeza do purificador de


ar externo (coletor de pó)
• Quando o volume de pó atingir o nível indicado,
proceder a limpeza conforme indicado no
próprio coletor de pó.

ATENÇÃO: Após a limpeza, certifique-se que ao


montar o purificador de ar externo, o mesmo fique
perfeitamente fixado e vedado, impedindo a
entrada de água. Figura 12
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 161

Operação 6

Manutenção do filtro de ar do motor


Limpar o elemento externo quando indicar no
monitor.
1
1. Soltar a trava (1), do alojamento dos filtros e
retirar sua tampa. Suavemente retirar o
elemento externo (2) do conjunto do filtro de
ar.

IMPOR
IMPORT TANTE: Não retirar nem tocar no elemento Figura 13
interno (3), exceto para substiuí-lo.

2. Examinar o interior do elemento externo, se


2
estiver danificado, o mesmo deve ser
substituído por outro novo. O elemento interno
deverá também ser substituído neste
momento.

3. Limpar o elemento externo, utilizando o


método A ou B, dependendo do estado do
elemento.

NOT
NOTA:A: Substituir o elemento externo do filtro após
ter sido limpo 4 vezes no máximo pelos métodos Figura 14

A ou B, ou quando danificado.

IMPOR
IMPORT TANTE: A manutenção e o cuidado com o
sistema de limpeza de ar, que inclui os elementos 3
do filtro, é de responsabilidade do proprietário.

Figura 15

Método A

• Bater levemente na palma da mão os extremos


do elemento.

IMPOR
IMPORT TANTE: Para não danificar o elemento não
bater contra superfícies duras.

Figura 16
162 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Método B

• Utilizar ar comprimido que não exceda 2 bar


(30 psi): introduzir o bocal da mangueira de ar
dentro do elemento mantendo-o afastado 150
mm, soprando a poeira do interior para o
exterior.

CUIDADO

Utilizar óculos de proteção ao executar esta


operação.

Figura 17

4. Examinar os danos no elemento colocando


uma lâmpada acesa dentro dele. Substituir o
elemento se verificar a passagem de um fio
de luz, ou se existirem áreas onde o papel
esteja menos espesso.

5. Verificar a existência de aglomerados no


elemento, deformação no invólucro e danos
na junta de borracha. Substituir o elemento do
filtro se estiver danificado.

6. Limpar o interior do alojamento do filtro de ar,


com uma vareta e pano úmido: não danificar
Figura 18
o elemento interno. Certificar de que o extremo
interno do alojamento esteja limpo e liso, para
garantir uma boa fixação da vedação da
borracha do elemento.
1
7. Instalar o elemento externo (1) já limpo ou um
novo.

NOT
NOTA:A: Se a lâmpada indicadora de restrição
continuar acesa após a limpeza, poderá ser
necessário substituir os elementos interno ou
externo.

Figura 19

Operação 7

Verificação das borrachas e


abraçadeiras de admissão do filtro de
ar
• Verificar se as abraçadeiras não estão soltas e
se as borrachas e mangotes não estão partidas.

Figura 20
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 163

Operação 8

Verificação e limpeza das telas e grades


dos radiadores de água e óleo
hidráulico

• Manter sempre limpa as telas do cooling


package.

NOT
NOTAA : O acumulo de sujeira nesta região dificulta
a passagem do ar e consequentemente pode
aquecer a máquina.

• Limpar as telas do pacote de refrigeração com


ar em baixa pressão no sentido de expulsar a
sujeira (de dentro para fora).

Máquinas equipadas com TELA ROTATIVA Figura 21 Máquinas equipadas com TELA ROTATIVA Figura 22

Máquinas equipadas com TELA FIXA Figura 22a Máquinas equipadas com TELA FIXA Figura 22b
164 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Limpeza dos radiadores e condensador

• Limpar os radiadores e condensador com ar


comprimido em baixa pressão no sentido de
expulsar a sujeira.

Máquinas equipadas com TELA ROTATIVA Figura 23

Máquinas equipadas com TELA FIXA Figura 23a

Operação 9

Aplicação de graxa nos rolamentos


inferiores dos divisores de linha

• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,


251H, EP nos pontos indicados.

Figura 24

Operação 10

Aplicação de graxa nas bandejas


inferiores e superiores dos divisores de
linha

• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,


251H, EP nos pontos indicados.

Figura 25
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 165

Operação 11

Aplicação de graxa no mastro do


cortador de pontas
• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos pontos indicados.

Figura 26

Operação 12

Aplicação de graxa no giro do extrator


primário / secundário
• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos pontos indicados.

Figura 27

Figura 28 Figura 29

Operação 13

Aplicação de graxa no cilindro de giro


do elevador
• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos pontos indicados.

Figura 30
166 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Operação 14

Aplicação de graxa na articulação do


rolo tombador
• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos pontos indicados.

Figura 31

Operação 15

Limpeza do rolo alimentador


• Manter sempre limpo o rolo alimentador, para
melhor eficiência do sistema de alimentação.

Figura 32

Operação 16

Limpeza do rolo levantador


• Manter sempre limpo o rolo levantador, para
melhor eficiência do rolo.

Figura 33
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 167

Operação 17

Limpeza do extrator primário /


secundário
• Manter os extratores sempre limpos, inclusive
a parte do eixo.

NOT
NOTAA : O acumulo de impurezas no conjunto dos
extratores pode desbalancear o conjunto,
provocando perda de eficiência, vibração na
máquina e possível quebra do conjunto.
Figura 34

Figura 35

Operação 18

Aplicação de graxa nas bandejas da


suspensão (A8000)
• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos pontos indicados.

Figura 36

Operação 19

Limpeza e ajuste do piso do elevador


• Manter o piso do elevador sempre limpo e
ajustar quando necessário.

Figura 37
168 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Operação 20

Limpeza do depósito do elevador


(Cesto)
• Manter o depósito do elevador sempre limpo.

Figura 38

Operação 21

Verificação das mangueiras hidráulicas


sem friccionar
• Verifique se as mangueiras não apresentam
desgaste que possa ocasionar o rompimento
das mesmas.

Figura 39

Operação 22

Verificação das lâminas do cortador de


base (seguir recomendações de
segurança)
Inspecionar os seguintes pontos, todo dia depois
das colheitas:
• Lâminas afiadas nos dois lados.
• Cantos não arredondados.
• Lâminas não dobradas, cortadas ou quebradas. Figura 40

• Parafusos apertados.
• Disco não desgastado. (Diâmetro mínimo - 546
mm).
• Lâminas no comprimento total.
• Respiro da caixa de engrenagem não
bloqueado.
• Tubos hidráulicos e mangueiras sem
vazamento, não danificados.

ADVER TÊNCIA: SEMPRE CALÇAR EMBAIXO DO CENTRO DOS DISCOS DO CORTADOR


ADVERTÊNCIA:
DE BASE OU EMBAIXO DA PARTE DIANTEIRA DA MÁQUINA ANTES DE TRABALHAR
EMBAIXO DA MÁQUINA.
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 169

Substituição da lâmina do cortador de


base
Procedimento
Procedimento

1. Remover o parafuso de retenção.

2. Verificar a lâmina, se estiver desgastada ou


danificada, descartar.

3. Guardar as porcas e parafusos para


reutilização. Descartar quaisquer porcas e
parafusos desgastados ou danificados. Usar
apenas as peças de reposição corretas.

4. Apertar o parafuso de retenção com firmeza.

IMPOR
IMPORT ANTE: O comprimento máximo da lâmina
TANTE
do cortador de base é de 89 mm. Deixar de
observar esse limite pode resultar em danos aos
pneus dianteiros ou as lâminas poderão bater na
estrutura da esteira.

ADVER TÊNCIA: SEMPRE CALÇAR EMBAIXO DO CENTRO DOS DISCOS DO CORTADOR


ADVERTÊNCIA:
DE BASE OU EMBAIXO DA PARTE DIANTEIRA DA MÁQUINA ANTES DE TRABALHAR
EMBAIXO DA MÁQUINA.

Substituição do disco do cortador de


base
O diâmetro de um novo disco é 22 1/4 polegadas
{565 mm}. Substituir o disco quando o diâmetro
estiver desgastado até 21 1/2 polegadas (546 mm)
no ponto mais estreito.

Procedimento
Procedimento

1. Remover os cinco parafusos de montagem de


16 mm que prendem o disco (1) na perna da
caixa de engrenagem do cortador de base.
Remover o disco (1) do cortador de base.

2. Montar o disco na perna do cortador de base.


Substituir os parafusos de montagem e apertar.
1

ADVERTÊNCIA: SEMPRE CALÇAR


ADVERTÊNCIA: Figura 41
EMBAIXO DO CENTRO DOS
DISCOS DO CORTADOR DE BASE
OU EMBAIXO DA PARTE DIANTEIRA
DA MÁQUINA ANTES DE
TRABALHAR EMBAIXO DA
MÁQUINA.
170 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Ajuste do ângulo do disco do cortador


de base
Procedimento
Procedimento

1. Apoiar a caixa de engrenagem do cortador de


base para levantar ou abaixar a dianteira do
disco do cortador de base.

2. Remover os parafusos dianteiros, nos dois lados


da máquina, que montam a caixa do cortador
de base. Girar a caixa de engrenagem para
aumentar ou diminuir o ângulo da caixa. Figura 42
Substituir os dois parafusos dianteiros na nova
posição. Apertar os dois parafusos dianteiros.

Operação 23

Limpeza do trem de rolos


Manter o trem de rolos livre de acúmulo de terra e
impurezas.

Operação 24

Verificação das lâminas do cortador de


pontas
Inspecionar os seguintes pontos, todo dia depois
das colheitas:
• Lâminas afiadas nos dois lados.
• Parafusos apertados.
• Nenhuma sujeira presa nas peças.
• Tubos hidráulicos e mangueiras sem Figura 43
vazamento, não danificados.

Substituição da lâmina do cortador de


pontas
Procedimento
Procedimento

1. Remover os parafusos de retenção. Remover a


lâmina usada e limpar área de assentamento
da lâmina.

2. Montar novas porcas. Manter os parafusos para


reutilização. Descartar quaisquer porcas e
parafusos desgastados ou danificados. Usar
apenas peças de reposição corretas.
Lâminas do cortador de pontas Figura 44
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 171

3. Segurar a peça de substituição com a face


cônica para baixo e apontando para fora do
disco do cortador de pontas. Instalar os
parafusos nos furos do disco e passando na
lâmina montada abaixo do disco. Montar a
porca e apertar com firmeza. Parafusos muito
compridos não devem ser usados pois ficarão
para fora das porcas e favorecerão o acúmulo
de sujeira na colhedora.

Cortador de pontas, Padrão Figura 45

Triturador de pontas Figura 46

Operação 25

Verificação das lâminas do picador


Inspecionar os seguintes pontos, todo dia depois
das colheitas:
• Lâminas afiadas.
• Lâminas não danificadas.
• Parafusos apertados.
• Respiro da caixa de engrenagem não
bloqueado.
• Tubos hidráulicos e mangueiras sem
vazamento, não danificados.
• Sincronismo
172 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Substituição da lâmina do picador


NOT
NOTA A : As lâminas do picador de barras são do
tipo descartável, 65 mm de largura. Elas são
presas no tambor do picador por uma barra de
fixação.

Procedimento
Procedimento

1. Girar o volante de modo que as lâminas fiquem


numa posição acessível. Afrouxar os parafusos
de fixação e remover a lâmina. Limpar a área
de assentamento.

2. Montar a nova lâmina primeiro no tambor


superior para minimizar o risco de ferimento
causado pela lâmina inferior. A lâmina superior
é montada com a face chanfrada voltada para
baixo do trem de roletes da máquina A lâmina
inferior é montada com a face chanfrada voltada
para o extrator primário. A lâmina superior deve
sempre estar na frente no corte. Apertar os
parafusos de fixação com firmeza.

3. Para reapertar o acoplamento das lâminas, as


lâminas inferiores podem deslizar levemente
para fora; reapertar os parafusos da placa de
fixação.

IMPOR
IMPORT ANTE: Nunca apertar o acoplamento com
TANTE
lâminas antigas montadas ajustando o
funcionamento da caixa do picador pois,
danificando os mancais, poderá causar falha
prematura do picador e perder a garantia.

4. Para verificar a sincronização da lâmina, aplicar


uma mistura de chumbo vermelho e graxa ou
azul da Prússia nas lâminas do tambor inferior.
Girar o volante e verificar a marca deixada pelas
facas do tambor superior nas facas do tambor
inferior. As lâminas devem estar marcadas em
todo o comprimento.

NOT
NOTA A : O projeto do corte diferencial promove o
aumento de uma ação de limpeza e assim estende
o tempo de contato das lâminas do cortador de
barras. Isso permite obter melhor corte e
capacidade de empurrar a sujeira. Como o tempo
Tambores e lâminas do picador Figura 47
de contato da lâmina aumenta, a necessidade de
um acoplamento de lâmina pesado, como
necessário no corte rotativo normal, é reduzida.
O contato de lâmina muito apertado pode provocar
falha prematura nos componentes da caixa de
engrenagem.

NOT
NOTAA : Devido às tolerâncias de fabricação nas
lâminas, não pode ser obtida uma marca em todo
o comprimento.
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 173

OPERAÇÃO 26

Verificação do vacuômetro
Nas máquinas equipadas com o vacuômetro
analógico, verficar com o motor ligado e com o
óleo hidráulico na temperatura de trabalho 80° C
se o vacuômetro indica menos de 7 pol de Hg ou
180 mmHg. Caso indique superior a esse valor,
substituir os filtros.

Figura 48

OPERAÇÃO 27

Verificação do filtro separador de água


do combustível
1. Soltar o conector (1).

2. Soltar a borboleta (2), até sair toda a água.


1

2
Figura 49

OPERAÇÃO 28

Verificação da pressão dos pneus


Pneu Medidas Pressão
Pressão
Dianteiro 400/60 - 15.5 14 lonas 45 psi
Traseiro (industrial) 23.5 x 25 - 12 lonas 40 a 45 psi
Traseiro (agrícola) 23.1 x 26 - 16 lonas 45 a 47 psi
174 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 29

Verificação dos rolos flutuantes (altura


dos batentes e movimento livre)
• Verificar se a distância do alojamento do motor
do rolo até o chassi (1) encontra-se em até 6mm.
Se estiver menor, virar o batente (2).
1

Figura 50

Figura 51

OPERAÇÃO 30

Verificação da tensão da esteira (mate-


rial rodante)
• Verificar o ajuste de tensão das correntes. A
folga da esteira deve estar entre 45 e 65 mm no
maior vão (entre a roda-guia e o rolete superior),
medidos sobre a garra da sapata.

Figura 52
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 175

Ajuste da corrente da esteira


NOT
NOTA A : A colhedora deve estar ao nível do solo e
ser dirigida no sentido de avanço antes de iniciar
o ajuste da tensão da corrente de trilho completo.

1. Ligar o motor e operar qualquer alavanca de


controle do cilindro de ajuste de altura até o
cilindro atingir o final do curso, o niple de graxa
(1) deve estar “solto”, mantendo a alavanca
nessa posição por alguns segundos. Esse
procedimento permitirá estender o cilindro de
ajuste da esteira e tensionar a corrente até a
medida recomendada - 45mm a 65mm.

OPERAÇÃO 31

Verificação da operação do sistema de


segurança do motor
• Com a máquina com o motor ligado, abrir a
porta do lado das correias.

OPERAÇÃO 32

Verificação do funcionamento de todos


os controles da cabine
• Testar os controles da cabine e acionar os
implementos da máquina.

OPERAÇÃO 33

Verificação da aba do escape


• Verificar se a aba do escapamento está com
movimentos livre.

Figura 54
176 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 34

Verificação do alinhamento das polias 1


do sistema de refrigeração (polia da
hélice com a polia do eixo da tela
rotativa e polia do eixo do motor com a
polia da hélice dos radiadores)
1. Verificar o alinhamento das correias e fazer os
devidos ajustes, utilizando uma régua de 2m
(1). Verificar se alguma das correias está
encostando em alguma parte da montagem.
Figura 55

2. Caso seja necessário o ajuste, a referência da


posição deve ser SEMPRE a polia do motor, uma
vez que a mesma não possui ajuste. Nas
demais, executar o ajuste conforme abaixo.

Alinhamento da polia do eixo da tela rrotativa:


otativa:
1. Soltar os pontos A e B.
2. Reposicionar os rolamentos até a polia ficar
alinhada.
3. Fixar novamente os pontos e esticar a correia. 1

Figura 56
Alinhamento polia da hélice:
4. Soltar o suporte (2) da polia.
5. Reposicionar o suporte até a polia ficar alinhada.
6. Fixar novamente os pontos e esticar a correia. B

Figura 57

Figura 58
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 177

OPERAÇÃO 35

Verificação dos fechos das portas da


caixa do motor, lado esquerdo e direito
• Verificar se as da caixa do motor estão
devidamente fechada.

NOT A: Se a porta da caixa do motor do lado das


NOTA:
correias estiver aberta, o sistema de segurança
da máquina inibirá a partida.

Figura 59

OPERAÇÃO 36

Verificação do fechamento das janelas


de inspeção superiores da caixa do
motor
• Verificar se a porta de inspeção da máquina
está fechada corretamente.

NOT
NOTA: A: Se a porta de inspeção estiver aberta, pode
facilitar a entrada de palha na caixa do motor.

Figura 60

OPERAÇÃO 37

Verificação das escovas de vedação da


tela rotativa
• Verificar se as escovas da tela rotativa, tanto a
de vedação quanto a raspadora da tela, não
apresenta avarias.

Figura 61

OPERAÇÃO 38

Verificação das funções do monitor


eletrônico
• Verificar se o monitor eletrônico esta operando
corretamente.

Figura 62
178 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 39

Aplicação de graxa no eixo de


acionamento da tela rotativa

• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,


251H, EP nos pontos indicados.

Figura 63

Figura 64

OPERAÇÃO 39a

Aplicação de graxa no eixo da hélice do


pacote de refrigeração

• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,


251H, EP no ponto indicado.

Figura 64a

OPERAÇÃO 40

Limpeza da sujeira acumulada na


estrutura da máquina, incluindo caixa
do motor e estrutura dos radiadores

• Manter a máquina sempre limpa para evitar


possíveis princípios de incêndio.
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 179

OPERAÇÃO 41

Verficação da tensão da correia do


ventilador, alternador e ar condicionado
Antes de acionar a sua máquina verifique:

• As correias deverão trabalhar livres de atritos


com peças estranhas (isto poderá causar cortes
na capa protetora da correia).

• Polias desalinhadas provocam desgaste


excessivo e ocasionam a “virada” da correia Figura 65
na polia. As polias variadoras de velocidade não
deverão ter um desalinhamento.

• Verificar periodicamente os canais. Se as polias


estiverem desgastadas, efetue sua substituição
(a borracha também é um agente de desgaste
de metal).

• O tensionamento. Na impossibilidade de uso


de uma ferramenta de aplicação prática, use
seu bom senso (use seus olhos e ouvidos para
detectar se a correia patina quando em
funcionamento, aplicando-se uma força no vão
da transmissão para verificar se está frouxa ou
tensa demais).
Figura 66
O melhor tensionamento é aquele ponto em que
a transmissão está com o menor tensionamento
sem a correia patinar.
Uma correia pouco tensionada provoca
desgaste e superaquecimento pelo atrito.
Quando super tensionada, poderá
comprometer os eixos, mancais e rolamentos
pela fadiga prematura.
A substituição de correias sempre deve ser feita
sem o uso de ferramentas que entrem em
contato com a correia ou com a polia. Assim
procedendo, você preservará a vida dos
cordonéis e manterá as polias intactas.
Figura 67
NOT
NOTA:A: Nunca use spray ou qualquer outro produto
destinado a aumentar a aderência da correia.
Estes produtos atacam a borracha causando a sua Entr e-safra: A colhedora deverá ficar sempre
Entre-safra:
deterioração. Agregam poeira e desgastam as estacionada em local fresco e coberta (à sombra),
polias. devendo ser lavada após o uso apenas com jato
d'água. O uso de derivados de petróleo e outros
Em operação: Deve-se evitar ao máximo os produtos químicos diminuem a vida útil de seus
"trancos" (cargas de choque) na máquina, bem componentes.
como partidas sem motor de arranque,
Não se deve pulverizar com óleo queimado após
desembuchamentos, etc. Assim, evitará a ruptura
a lavagem. Se possível afrouxeas correias.
prematura das correias. A correia atua como
fusível, rompe-se antes de comprometer outros
Ar mazenamento: As correias para reposição
Armazenamento:
componentes (eixos, mancais e rolamentos).
devem ser armazenadas em local fresco à sombra,
livres de dobraduras (vincos) ou sob pesos.
180 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 42

Verificação do vazamentos nas linhas


hidráulica dos rolos
Verificar visualmente se há algum tipo de
vazamento de óleo nas linhas hidráulicas, caso
seja verificado algum vazamento corrigir a falha.

Figura 68

OPERAÇÃO 43

Verificação da tensão na corrente do


elevador
Procedimento
Procedimento

1. Abaixar o elevador.

2. Afrouxar os quatro parafusos de montagem da


caixa do mancal em cada lado do eixo dianteiro
do elevador.

3. Afrouxar os três parafusos de montagem


localizados no painel de ajuste do piso do
elevador.

4. Desaparafusar as contra-porcas nos parafusos


de ajuste e gradualmente girar cada parafuso
no sentido horário para ajustar a corrente do
elevador. Apertar cada corrente até que o Figura 69
movimento livre na seção inferior da corrente
permita apenas um movimento total para cima
e para baixo de aproximadamente 1 polegada
(25 mm).

NOT
NOTA A : Uma corrente pode esticar mais que a
outra; assim, uma corrente terá movimento mais
solto quando ajustada corretamente.

5. Verificar cuidadosamente se o eixo dianteiro


permanece paralelo ao eixo traseiro. Medir
desde a caixa do mancal até a estrutura do
elevador.

6. Apertar as contra-porcas nos parafusos de


ajuste, os quatro parafusos de montagem da
caixa do mancal e os parafusos de pressão no
piso do elevador.
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 181

OPERAÇÃO 44

Verificação das condições das


proteções das mangueiras (substituir
se necessário)
• Verificar visualmente as condições das capas
protetoras das mangueiras das linhas
hidráulicas. Caso existam avarias nas capas
providenciar a troca das mesmas.

OPERAÇÃO 45

Verificação do fim de curso do


mecanismo de giro do elevador
• Girar o elevador até o fim de curso e verificar
que ele toca o batente limitador de curso.

Figura 70

OPERAÇÃO 46

Verificação da tubulação e mangotes do


intercooler
• Verificar se não existe rachaduras nas
tubulações e mangotes do intercooler.

Figura 71

OPERAÇÃO 47

Verificação da tubulação e mangotes do


tubo de resfriamento
• Verificar se não existe rachaduras nos mangotes
do sistema de arrefecimento e intercooler.

Figura 72
182 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 48

Limpeza dos respiros da caixa de


bomba
• Verificar se não há acumulo de sujeira no respiro
da caixa de bombas.

Figura 73

OPERAÇÃO 49

Limpeza do respiro do tanque de óleo


hidráulico
• Verificar se não há acumulo de sujeira no respiro
do tanque de óleo hidráulico.

Figura 74

OPERAÇÃO 50

Limpeza dos respiros das caixas de


engrenagens
Respiro da caixa de engr
Respiro enagens do Cor
engrenagens te de
Corte
Base

• Localizado na lateral esquerda da máquina


embaixo da cabine.

Figura 74a

Respiro da caixa de engr


Respiro enagens do Picador
engrenagens

• Localizado na lateral esquerda da máquina


atrás do volante do picador.

Figura 74b
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 183

OPERAÇÃO 51

Limpeza do respiro do redutor (A8000)


• Verificar se não há acumulo de sujeira no respiro
do redutor.

Figura 75

OPERAÇÃO 52

Retirar ar do redutor (A8800) 1

1. Solte o bujão indicado (1) para liberar o ar do


cubo.

NOTA:
NOT A: Cuidado ao abrir o bujão do cubo pois
como o sistema esta pressurizado pode sair um
jato de óleo quente.

Figura 76

OPERAÇÃO 52a

Verificação do nível do reservatório do


Autotracker
1
• Verificar diariamente.

1. Com a máquina nivelada, o nível deve estar na


metade do reservatório (1). Caso o nível esteja
abaixo, verificar o conjunto pois deve estar com
vazamento.

2. Reparar e completar o nível com o óleo Figura 76a


recomendado (Case TCH Fluid).
184 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Aber tura e fechamento da passagem de óleo


Abertura
do rreser
eser vatório para o cilindr
eservatório o do autotracker
cilindro

Durante a operação esse registro deve


permanecer fechado. Será aberto apenas em caso
que necessite calibração, retirar ar e/ou
desmontagem do sistema.

Para retirar ar do sistema, abrir o registro, abaixar


e levantar a colhedora 2 ou 3 vezes, verificando
no reservatório até perceber que não há
ocorrência de bolhas.
Figura 76b
NOTA:
NOT A: Parar a colhedora na posição superior e
fechar o registro.

OPERAÇÃO 53

Troca do óleo da caixa de engrenagens


das bombas (caixa de 4 furos)
1. Remover o tampão de enchimento da caixa,
localizada na parte superior da mesma.
1
2. Remover o bujão (1), localizado na caixa do
motor do lado das bombas e, utilizando um
recipiente que comporte a quantidade de óleo
da caixa de engrenagens, drenar o óleo.
Figura 77
3. Após a drenagem de todo o óleo, adicionar 1,6
litros de óleo hidráulico Akcela AW100, através
do bujão de enchimento (2).

Figura 78
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 185

OPERAÇÃO 54

Troca do óleo da caixa de engrenagens


do cortador de base
Dreno:
Dreno:
1. Para trocar o óleo, drenar a caixa de
engrenagem usando o bujão de dreno na seção
inferior dianteira entre as pernas da caixa de
engrenagem do cortador de base.

OBSER
OBSERV VAÇÃO: Este volume corresponde a 9,5
Figura 79
litros. Especificação 85W140.

2. Abrir os dois bujões nas pernas do cortador de


base (um bujão em cada perna).

3. Completar o nível da caixa de engrenagem


através do bujão de enchimento no lado
esquerdo superior da caixa de engrenagem,
perto do motor do cortador de base.

Enchimento:

1. Verificar o nível de óleo conforme recomendado


na tabela de manutenção do Manual do
Operador. O nível de óleo deve ser mantido no
bujão de nível no lado esquerdo da caixa de Figura 80
engrenagem.

Figura 81 Figura 82

OPERAÇÃO 55

Troca do óleo da caixa de engrenagens


do picador
• Remover o bujão (1) da caixa de engrenagens
e drenar todo o óleo usado. Após a drenagem 2
completar (2) com 9,5 litros de óleo de
engrenagem 85W-140.

1
2 - Abrir para ver o nível Figura 83
186 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 56
2
Troca do óleo da caixa de engrenagens
do cubo redutor traseiro
• Remover o bujão do cubo redutor e drenar todo 1
o óleo (1) usado. Após a drenagem completar
com 6 litros de óleo de engrenagem (2) SAE
85W-140.

Figura 84

OPERAÇÃO 57

Troca dos elementos dos filtros de


sucção da transmissão
Antes de iniciar a troca dos filtros, realizar a limpeza
dos componentes envolvidos evitando assim
contaminação interna no sistema hidráulico e
também do óleo que será retirado.

Para troca dos filtros de sucção da transmissão,


seguir os passos a seguir.

1. Fechar os dois registros do tanque hidráulico.


Os dois registros (1) de abertura e fechamento
entre o tanque hidráulico superior e inferior
estão localizados na parte traseira da
colhedora.

NOT
NOTA:A: É indispensável o fechamento dos
registros do tanque de óleo hidráulico para
evitar perdas de óleo durante a troca dos filtros
(elementos). 1
Durante a realização dos procedimentos de
troca dos filtros, a máquina não pode entrar em
funcionamento para não danificar as bombas.
Figura 85

2. Remover os tampões (2) da linha de sucção


das bombas hidráulicas, lado esquerdo da
colhedora, no interior da caixa de bombas.

NOT
NOTA:A: Ao retirar os tampões (2), conectar uma
mangueira para direcionar todo o óleo que sairá
do sistema hidráulico para um recipiente,
retornando o óleo coletado para o tanque
hidráulico via bocal de enchimento. O recipiente
deve comportar uma quantidade de
aproximadamente 40 litros (com os registros
fechados).
2
Figura 86
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 187

IMPOR
IMPORT TANTE: O recipiente utilizado para a
coleta do óleo deve ser limpo e seco, sem
qualquer vestígio de impurezas, contaminantes 3
químicos e/ou umidade. Qualquer resíduo
contaminará o óleo hidráulico, fazendo com que
este não possa mais ser utilizado.

3. Após ser retirado todo o óleo, retirar os filtros


(elementos), começando pelos filtros inferiores,
utilizando ferramental adequado (cinta), colocar
logo abaixo dos filtros um recipiente limpo de
tamanho e volume suficiente, para que possa
comportar a quantidade de óleo que irá sair
Figura 87
devido à retirada dos filtros (aproximadamente
2 litros).

4. Verificar e limpar o cabeçote onde são


instalados os filtros, a fim de retirar e evitar
impurezas acumuladas no local de
rosqueamento dos filtros. Lembrar de que se
deve utilizar um pano que não solte material
(resíduos do próprio pano), para que não haja
contaminação.

5. Instalar os novos filtros, lembrando de lubrificar


o vedante (3) localizado na parte superior do
filtro com o próprio óleo do sistema hidráulico
(AKCELA AW100). Apertar de acordo com as
recomendações contidas no próprio elemento.

6. Certificar-se que os tampões (2, figura anterior)


estão fechados.

7. Abrir os dois registros (1, figura anterior) do 4


tanque hidráulico.

8. Proceder a retirada de ar do sistema. Soltar Figura 88

primeiramente o tampão (4), esperar sair o ar e


posteriormente soltar os tampões (5) e (6).

9. Verificar o visor de nível de óleo hidráulico (7) e


caso o indicador mostre uma quantidade baixa
de óleo, complete até o nível recomendado
(metade do visor).
5 6

Figura 89 Figura 90
188 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

10. Depois de realizada a troca dos filtros da


transmissão e retirado o ar do sistema de
acordo com as recomendações acima, ligar a
máquina, verificar se o vacuômetro / lâmpada
de restrição dos filtros está apagada, e verificar
se há vazamentos nos filtros e/ou nos tampões
que foram retirados. Caso haja vazamentos,
procurar a causa e corrigi-lo.

OPERAÇÃO 58

Troca dos elementos dos filtros da linha


de retorno
Os três filtros de retorno do sistema hidráulico se
localizam na traseira da colhedora de cana.
1
2 3

Figura 91

O passo 1 do procedimento de troca dos filtros


de sucção deve ser executado. Em seguida,
seguir os seguintes passos:

1. Colocar um recipiente limpo para coletar o óleo


que irá ser retirado pelo dreno, antes de iniciar
a troca dos filtros de retorno. Irá sair
aproximadamente 60 litros de óleo.

2. Remover as três tampas dos filtros de retorno.

3. Com o acesso aos filtros de retorno, retirá-los.

NOT
NOTA: A: Deve ser somente feita a troca do elemento
filtrante.

Figura 92
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 189

4. Ao retirar o conjunto dos filtros de retorno,


desmontá-los iniciando pela parte da válvula
by pass (1), limpar a parte que possui imã (2) e
acumula resíduos. Descartar o elemento filtrante
(3) e substituí-lo por um novo. Limpar o local da
tampa dos filtros, onde se encontra resíduos
de cola.

5. Abrir os dois registros de conexão entre o


2
tanque superior e inferior, verificar o visor de
nível de óleo hidráulico e caso o indicador
mostre uma quantidade baixa de óleo, complete
até o nível recomendado (metade do visor).

NOT
NOTAA : Todos os filtros (elementos) substituídos 3
deverão ser colocados em um recipiente que não
deixe ocorrer vazamentos e descartados de forma
apropriada.

Figura 93

OPERAÇÃO 59

Verificação do nível de eletrólito da


bateria
Verificar se o nível do eletrólito esta acima dos
separadores de cada célula.

Se necessário completar com água destilada ou


desmineralizada, até atingir o nível correto, que é
de 10-15 mm. Nunca utilizar água da torneira, de
chuva ou de outra procedência.
Figura 94
Para evitar a formação de zinabre (corrosão), os
bornes da bateria deverão ser limpos e cobertos
com vaselina.

IMPOR
IMPORT TANTE: Se a bateria estiver carregada e a
tensão nos terminais for inferior a 7 volts, a
recuperação exigirá um processo especial de
carga. Contatar o seu concessionário Case IH.

CUIDADO

Evite a presença de chamas ou faíscas perto das


baterias. Quando as baterias estão carregadas, é
formado o gás oxídrico, que é inflamável e
explosivo.
190 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 60

Verificar aperto dos parafusos da roda


(A8000)
• Aplicar um torque nos parafusos das rodas
dianteiras e traseiras de 339 Nm.

Figura 95

OPERAÇÃO 61

Verificar aperto dos parafusos da roda


motriz (A8800)
• Aplicar um torque nos parafusos da roda motriz
de 380 - 400 Nm.

Figura 96

OPERAÇÃO 62

Aplicação de graxa nos rolos


transportadores (com bomba manual)
• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos mancais de rolamento dos rolos
transportadores utilizando bomba manual.

NOT
NOTA:A: Existe um bico graxeiro para cada rolo
transportador.

NOT
NOTA:A: O excesso de graxa pode causar danos Figura 97
ao sistema de vedação.

OPERAÇÃO 63

Aplicação de graxa no disco de corte


do cortador de pontas / triturador
• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos pontos indicados.

Figura 98
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 191

OPERAÇÃO 64

Aplicação de graxa nos tambores do


cortador de pontas / triturador
• Remover a tampa.

• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,


251H, EP no ponto de lubrificação do cortador/
triturador de pontas.

Figura 99

OPERAÇÃO 65

Aplicação de graxa no extrator primário


(rolamento)
• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos pontos indicados.

NOT
NOTA:A: O excesso de graxa pode causar danos
ao sistema de vedação.

Figura 100

OPERAÇÃO 66

Aplicação de graxa no extrator


secundário (rolamento)
• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos pontos indicados.

Figura 101
192 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 67

Aplicação de graxa no eixo inferior e


superior do elevador
• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos pontos indicados.

Eixo inferior Figura 102

Eixo superior Figura 103

OPERAÇÃO 68

Aplicação de graxa no eixo tandem


• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos pontos indicados.

Figura 104
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 193

OPERAÇÃO 69

Limpeza dos filtros do ar condicionado


(cabine)
Antes de limpar os filtros, desligar o ventilador,
fechar o teto, todas as janelas e uma porta. Fechar
energicamente a outra porta. A pressão resultante,
desalojará grande parte da poeira por baixo dos
filtros.

NOT
NOTA: A: Em condições úmidas, como em certas
manhãs, não ligar o ventilador antes de limpar os
filtros. As partículas de poeira penetrarão no filtro
dificultando sua remoção.

1. Afrouxar os parafusos da tampa (1) de acesso 1


aos filtros e retirar os elementos e limpá-los:

• Bater ligeiramente numa superfície plana com


a face externa voltada para baixo;
ou
• Com ar comprimido a uma pressão inferior a
6,9 bar (cerca de 100 psi).

2. Limpar as base dos filtros com um pano.


Quando voltar a montar os elementos, a seta
de identificação deve ficar voltada para o interior Figura 105
da cabine.

ATENÇÃO: Em condições severas, o elemento do


filtro de ar condicionado deve ser limpo com maior
frequência.

Figura 106
194 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 70

Lavar a máquina completa

• Lavar a máquina completa utilizando jato de


água.

NOT
NOTA: A: Evitar direcionar jato d’água em parte
elétrica, conectores ou juntas.

NOT A: Evitar direcionar jato d’água em alta


NOTA:
pressão na região do vidro, próxima da junta de
vedação do teto da cabine.

NOT
NOTA: A: Não é recomendado que se lave o motor

Á
gu
utilizando água sobre pressão e também não é

a
recomendado submergir a ECU em água.

Recomendações quando lavar o motor:


• Não utilizar água sobre pressão
• Retirar a ECU
• Nunca submergir a ECU em água
Figura 106a

Isolar cuidadosamente com filme plástico e/ou


saco plástico para que não se molhem os
componentes abaixo:
• Conectores da ECU
• Todos os componentes elétricos do motor
(motor de partida, alternador, etc.)
• Sistemas de admissão de ar, escape e de
alimentação de combustível.

OPERAÇÃO 71

Verificação da folga no rolamento da


hélice do ventilador radiadores

• Verificar se há folga no rolamento do eixo do


ventilador.

Figura 107
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 195

OPERAÇÃO 72

Verificação da folga no rolamento da pá


de limpeza dos radiadores
• Verificar se o torque de aperto da pá está com
28 Nm.

Figura 108

OPERAÇÃO 73

Troca do óleo da caixa de engrenagens


das bombas (caixa de 4 furos)
• Vide Operação 53.

OPERAÇÃO 74

Troca do óleo da caixa de engrenagens


do cortador de base
• Vide Operação 54.

OPERAÇÃO 75

Troca do óleo da caixa de engrenagens


do picador
• Vide Operação 55.

OPERAÇÃO 76

Troca do óleo da caixa de engrenagens


do cubo redutor traseiro
• Vide Operação 56.

OPERAÇÃO 77

Troca dos elementos dos filtros de


sucção da transmissão
• Vide Operação 57.
196 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 78

Troca do óleo e filtro do motor Diesel


NOT
NOTA:A: Se o motor for usado para operações que
exigem muito, especialmente em um ambiente
empoeirado, ou se os depósitos no filtro centrífugo
tiverem mais de 20 mm de espessura: troque o
óleo em intervalos menores.

Troca do óleo

1. Remover o bujão e drenar o óleo com o motor


quente.

2. Substituir o bujão e completar com óleo.

3. Verificar o nível na vareta de nível.

CUIDADO

Atenção, o óleo pode estar quente, use óculos e


luvas de proteção.
Para motor SCANIA DC9 Figura 109

Ângulos máximos de inclinação durante a


operação (Motor SCANIA DC9)

Os ângulos máximos permitidos durante a


operação variam de acordo com o tipo de cárter
de óleo.

NOT A: O ângulo especificado pode ocorrer


NOTA:
apenas de modo intermitente.

Troca do filtro de óleo (Motor SCANIA DC9)


filtro
Figura 110

1. Remover o filtro de óleo.

2. Lubrificar a junta de borracha.

3. Instalar o novo filtro, apertando-o com a mão.

NOT
NOTA: A: Nunca usar ferramentas para esse fim. O
filtro pode sofrer danos, obstruindo a circulação.
Utilize sempre filtros originais.

4. Ligar o motor e verificar se há vazamentos.

IMPOR
IMPORT TANTE: Se os depósitos no filtro centrífugo
tiverem mais de 20 mm de espessura, o filtro de
óleo deverá ser substituído com maior freqüência. Figura 111
O mesmo deve ser feito em relação à limpeza do
filtro centrífugo e à troca de óleo.
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 197

Troca do filtro de óleo (Motor Case IH 9L)


filtro

Para a troca do óleo e do filtro, proceda com segue:


1. Aqueça o motor até a temperatura de
funcionamento.
2. Pare o motor, drene o óleo através da mangueira
e recolha-o em um recipiente adequado.
3. Limpe a área em torno do filtro de óleo do motor,
e remova o filtro de óleo blindado descartável
("spin-on") usando uma chave de filtro.
4. Encha o novo filtro de óleo do motor com óleo
Figura 112
limpo e aplique um filme de óleo sobre o anel
de vedação do filtro.
5. Com a mão, rosqueie o filtro no lugar. Aperte
firmemente mas não use ferramentas.
6. Reinstale o bujão da mangueira de dreno.
7. Remova o tampa do bocal de enchimento de
óleo, e abasteça o motor com óleo limpo.
Reinstale a tampa do bocal de enchimento.
8. Funcione o motor em marcha lenta baixa por
cerca de um minuto, para o óleo circular, e em
seguida pare o motor. Verifique o filtro de óleo
quanto a vazamentos.
9. Aguarde por um período curto de tempo para
Figura 113
permitir que o óleo retorne para o cárter.
Verifique o nível de óleo como descrito no
parágrafo anterior "Nível de óleo".

OPERAÇÃO 79
1
Troca do filtro separador de água do
combustível
A drenagem deve ser realizada durante o
abastecimento de combustível. 2
NOTA:
NOT A: O filtro deve ser trocado em intervalos de
substituições iguais aos do filtro principal.

1. Soltar o recipiente e a válvula de drenagem (3). 3

2. Remover o filtro (2). Lubrificar a vedação e


instalar o novo filtro apertando-o com as mãos.
Figura 114
NOTA:
NOT A: Nunca utilizar ferramentas para esta
operação.

3. Rosquear o recipiente e a válvula de drenagem


(3) no lugar.

4. Utilizando a bomba manual (1), fazer a sangria


no sistema de combustível depois de trocar os
dois filtros. Ver procedimento “Sangria do
Sistema de Combustível”.
198 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 80

Troca do filtro de diesel do motor


• Vide Operação 93.

OPERAÇÃO 81

Limpeza do filtro rotativo


1. Desenroscar a porca e remover a tampa.

ADVERTÊNCIA
ADVERTÊNCIA

Abrir a tampa com cuidado. O óleo pode estar


quente.

2. Remover o rotor e soltar a porca da tampa do


rotor três voltas.

Figura 115

3. Se a porca estiver presa: Em uma morsa, fixar


o conjunto pela porca, NUNCA PELO ROTOR,
e girar o rotor manualmente ou com uma chave
de fenda três voltas.

4. Com a mão ou um martelo de plástico, bater


levemente na porca para soltar a tampa do rotor
da placa do fundo.

Figura 116
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 199

5. Remover a porca e a tampa do rotor.

6. Usando uma chave de fenda como alavanca, e


com cuidado, solte o elemento filtrante da placa
do fundo.

Figura 117

7. Raspar os resíduos sedimentados do interior da


tampa do rotor. A inexistência de resíduos pode
indicar que o filtro não funciona.

• Se os resíduos tem mais de 20 mm de altura,


LIMPAR COM MAIS FREQUÊNCIA.

Figura 118

8. Lavar todas as peças com óleo diesel.

9. Instalar o anel de vedação em seu alojamento


na tampa do rotor. NÃO DEVERÁ APRESENTAR
DANO ALGUM.
Substituir se necessário.

10. Montar o rotor.

Figura 119
200 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

11. COM A MÃO, apertar a porca do rotor com


força.

Figura 120

12. Instalar o rotor em seu alojamento.

13. Certificar-se de que gire facilmente.

Figura 121

14. Verificar se o anel de vedação da tampa não


está danificado. Substituir se o anel estiver
endurecido ou danificado.

15. COM A MÃO, apertar a tampa com força.

ATENÇÃO

A UTILIZAÇÃO DE UMA FERRAMENTA PARA O


APERTO, PODE DANIFICAR O EIXO DO ROTOR,
A PORCA OU A TAMPA.

Figura 122

Verificação do funcionamento

O rotor deve girar com grande velocidade e deverá


continuar girando após a parada do motor.

• Parar o motor quando estiver aquecido.

• Escutar o ruído do rotor ou sentir com a mão se


a carcaça do filtro centrífugo apresenta
vibração.

normalmente
O rotor gira nor malmente durante 30 a 60
segundos após a parada do motor.
Figura 123

inspecionar..
Em caso negativo, desmonatar e inspecionar
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 201

OPERAÇÃO 82

Verificação da fixação dos anéis trava


dos pinos da mesa do giro do elevador
• Verificar se os anéis estão devidamente
encaixados. Repor caso algum tenha se
perdido.

Figura 124

OPERAÇÃO 83

Verificação do aperto dos coxins do


motor diesel
• Verificar os coxins do motor, e se necessário
reapertar.

OPERAÇÃO 84

Reposicionamento das taliscas do Figura 125

elevador
1. Os elos e roletes na corrente do elevador, onde
as taliscas do elevador são aparafusadas,
desgastam mais rapidamente que as outras
partes da corrente. Quando o desgaste dessas
conexões ficar notável, deslocar cada palheta
do elevador um elo para frente ao longo da
corrente. Verificar se o espaçamento original
entre as taliscas do elevador é mantido em todo
o comprimento.

2. Desaparafusar os parafusos e arruelas


autotravantes que prendem a talisca do
elevador à corrente do elevador. Remover a Figura 126
talisca do elevador e reposicioná-la na corrente
do elevador no novo elo selecionado. Instalar
as porcas e parafusos autotravantes e apertar
com firmeza.

NOT
NOTA A : As taliscas não são simétricas e não podem
ser invertidas.
202 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 85

Pré-carga do eixo tandem (A8800)


1. Soltar a tampa de proteção.

2. Remover a graxa.

3. Erguer a esteira do chão.

4. Verificar o torque da porca, este torque deve


ser 1.200 Nm.
Figura 127

OPERAÇÃO 86

Aplicação de graxa na caixa de


engrenagens do picador (com bomba
manual)
• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos pontos indicados.

Figura 128

OPERAÇÃO 87

Aplicação de graxa nos motores dos


cubos do picador (com bomba manual)
• Aplicar graxa CASE Multi-Purpose Grease,
251H, EP nos pontos indicados.

Figura 129

OPERAÇÃO 88

Verificação e limpeza dos elementos do


filtro de ar do motor
• Verificar os elementos do filtro de ar do motor e
se necessário limpar.
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 203

OPERAÇÃO 89

Verificação da pré-carga do rolamento


do extrator primário
1. Soltar o parafuso que fixa a cúpula no cubo do
extrator.

2. Soltar os oito parafusos que fixam o cubo no


adaptador.

3. Soltar os oito parafusos que fixam o adaptador


no eixo. Figura 130

4. Apertar até travar, soltar 1/2 volta.

OPERAÇÃO 90

Verificação da pré-carga do rolamento


de roda dianteira (A8000)
1. Levantar a máquina.

2. Remover o guarda-pó.

3. Retirar a trava da porca.

4. Apertar a porca até travar a roda.


Figura 131
5. Liberar meia volta.

OPERAÇÃO 91
1
Retirar um elo da corrente do elevador
(se necessário) 2

1. Esmerilhar a ponta (1) de ambos os pinos onde 3


se pretende “desmontar” a corrente.
4
2. Retirar a chapa de ligação (2) e os pinos elos
(3) que unem a corrente.

3. Para religar a corrente a mesma chapa de


ligação pode ser usado parafusos de 2 1/4"x 3/ Figura 132
8" e porcas [parafusos do elevador (4)].
Colocados através dos pinos de ligação para
montar a chapa lateral.
204 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 92

Verificação da folga de válvulas do mo-


tor Scania DC9
• Contatar o seu revendedor Case IH para que
possa ser agendado com um representante
Scania a verificação de válvulas do motor.

OPERAÇÃO 93

Troca do filtro de Diesel do motor (mo-


tor Scania DC9)
Tanque de combustível
1. Drenar qualquer presença de água do tanque
de combustível.

Filtro principal
Filtro
1. Soltar a tampa do filtro com uma fer
ferramenta
ramenta
f e c h a d a com adaptador sextavado, por
exemplo, um soquete 587 637, para não
danificar a tampa.
2. Erguer a tampa e o elemento do filtro para fora.
Ao mesmo tempo, a carcaça do filtro drenará
automaticamente. Isso se aplica somente para Figura 133
tanques de combustível abaixo do motor. Do
contrário, a válvula de corte de combustível
deverá ser desligada antes.
3. Soltar o elemento do filtro removido da tampa
inclinando-o cuidadosamente para o lado.
Descartar o filtro de acordo com as exigências
ambientais.
4. Substituir o anel de vedação-o na tampa.
Lubrificar o novo anel de vedação-o com uma
graxa adequada.
5. Verificar se o combustível foi drenado da
carcaça do filtro. Caso a drenagem não
funcionar, o combustível contaminado poderá
entrar nos injetores. Figura 134

6. Prensar um elemento do filtro novo no colchete


de pressão na tampa.
7. Instalar a tampa com o elemento do filtro na
carcaça. Apertar a tampa a 25 +/-5 Nm. Usar
uma ferramenta fechada com adaptador
sextavado.
8. Depois de trocar o filtro de combustível do motor,
fazer a sangria do sistema de combustível.

IMPOR
IMPORT TANTE: Use somente filtros de combustível
originais Scania.
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 205

Sangria do sistema de combustível (Motor


SCANIA DC9) 1
1. Conecte a mangueira plástica transparente ao
niple de sangria (1) na carcaça do filtro de
combustível, para levar o combustível até o 4 3
recipiente.

2. Abra a bomba manual (2) e o niple de sangria.


Com a bomba manual, bombeie até o
combustível sair pela mangueira. Quando o
sistema de combustível estiver vazio, será
necessário bombear cerca de 100 vezes para
que o combustível chegue até o niple de
sangria. 2
NOTA:
NOT A: Ao sangrar ou substituir componentes do
sistema de combustível, sempre utilizar um
recipiente para evitar derramamento de
combustível.

3. Com a bomba manual, bombeie até o


combustível sair sem bolhas de ar,
aproximadamente 20 vezes.

4. Feche o niple de sangria e remova a mangueira.

5. Conecte a mangueira plástica ao niple de


sangria no coletor de combustível (3).

6. Abra o niple de sangria do coletor de Figura 135


combustível e bombeie com a bomba manual
até o combustível fluir sem bolhas de ar
(aproximadamente 20 vezes).

7. Feche o niple de sangria no coletor de


combustível e remova a mangueira de plástico.

8. Bombeie aproximadamente 20 vezes com a


bomba manual até a válvula de alívio (4) abrir.
Você ouvirá um som de chiado quando ela abrir.

NOTA:
NOT A: Se houver falha na partida do motor após
a sangria:

• Abra o niple de sangria novamente e bombeie


com a bomba manual até o combustível sair
sem bolhas de ar.

• Aperte o niple de sangria. Ligue o motor e


verifique se há vazamentos.
206 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Troca do filtro de Diesel do motor (mo-


tor Case IH 9L)
O elemento do filtro de combustível e o filtro de
combustível devem ser trocados a cada 250 horas
de operação. Proceda como segue:
1. Com um pano, limpe a superfície superior do
cabeçote do filtro.
2. Desenrosque o filtro de combustível utilizando
uma chave de filtro.
3. Encha o novo filtro de combustível com
combustível limpo, e aplique uma camada de Figura 136

combustível sobre o anel de vedação do novo


filtro.
4. Com a mão, rosqueie o novo filtro e aperte-o
bem (firme contra o cabeçote e em seguida
1/4 a 1/2 volta adicional). NÃO UTILIZE
FERRAMENTAS.
5. Sangre o sistema de combustível, consulte a
seção "Sangria do sistema de combustível".

Sangria do Sistema de Combustível (motor Case


IH 9L) 1
Para sangrar o sistema de combustível, siga o
procedimento a seguir:
1. Certifique-se de que há combustível no tanque.
2. Solte o parafuso de sangria (1), para permitir a
saída do ar.
3. Gire o motor.
4. Aperte o parafuso de sangria quando sair
combustível sem a presença de ar.
Figura 137
5. Solte o parafuso de sangria (2), para permitir a
saída do ar.
6. Gire o motor.
2
7. Aperte o parafuso de sangria quando sair
combustível sem a presença de ar.
8. Dê partida no motor e funcione em marcha lenta
até o motor funcionar regularmente.

Figura 138
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 207

OPERAÇÃO 94

Programar e efetuar inspeção no mate-


rial rodante no campo (não coberto pela
garantia)
• Se necessário consulte um revendedor BERCO.

OPERAÇÃO 95

Troca do filtro Blow-by 2


Para motor Case IH 9L
1
Para substituir o filtro, proceda como segue:

1. Solte os seis parafusos (1) e remova a tampa


(2) que está localizada no lado esquerdo
próximo ao tubo de escape.

2. Solte os três parafusos (3) e remova o filtro (4). Figura 139

3. Substitua o filtro (4) e aperte os parafusos (3).

4. Instale a tampa (2) e aperte os seis parafusos


(1). 3

Figura 140
208 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

Para motor SCANIA DC9

Para motores com ventilação do cárter aberta e


fechada, o elemento do filtro deve ser trocado no
mesmo momento em que o filtro de óleo principal
for substituído, conforme descrito abaixo:

1. Remova o acoplamento rápido da conexão do


tubo de sangria (1), que vai até a carcaça do
filtro, e puxe o tubo da tampa da carcaça do
filtro.

2. Remova a tampa da carcaça do filtro (2) e


Figura 141
remova o elemento do filtro (3).

3. Limpe a carcaça e instale um novo elemento


do filtro.

NOTA:
NOT A: Observe que o elemento do filtro deve ser
instalado de maneira que o caminho dos gases
do cárter através do filtro seja o mais longo
possível. O texto sobre o filtro correrá
verticalmente.

4. Despeje aproximadamente 1dl de óleo na saída


de óleo da carcaça do filtro, para assegurar que
há óleo suficiente na vedação líquida.

5. Instale a tampa na carcaça do filtro. Figura 142

6. Verifique se há um anel de vedação “O” na


conexão do tubo de sangria. Pressione o tubo
e instale o acoplamento rápido. 2 1

Figura 143

Figura 144
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 209

OPERAÇÃO 96

Programar e efetuar inspeção no mate-


rial rodante no campo (não coberto pela
garantia)
• Se necessário consulte um revendedor BERCO.

OPERAÇÃO 97

Troca dos elementos do filtro de retorno


de óleo hidráulico
• Vide Operação 58.

OPERAÇÃO 98

Verificação da carga de nitrogênio (N2)


no conversor de volume
Para abastecer ou verificar a carga de N2 é preciso
o kit 87463424 (ferramenta especial) e um
reservatório de Nitrogênio (1) (acumulador não
acompanha o kit). Utilizar sempre N2 com 99,9%
de pureza e isento de umidade.
2 1
1. Conecte o capilar do manômetro (2) do
dispositivo de carga ao test point do conversor Figura 145
de volume sem o reservatório de N2.
2. O manômetro deverá registrar de 29 a 36 PSI
(200 - 250 kPa).
• Se rregistrar
egistrar acima de 29 PSI: Alivie a carga
pelo registro do manômetro.
• Se rregistrar
egistrar abaixo de 36 PSI: Conecte o
reservatório de N 2 junto ao dispositivo do
manômetro. Abra as válvulas do reservatório e
do manômetro de maneira que o nitrogênio do
reservatório preencha a carga do cilindro até
atingir o valor entre 29 e 36 PSI.
NOT A: Após verificar a carga de N2, monte o
NOTA:
sensor de posição.
210 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÕES 99, 100 e 101

Verificação da pressão do acumulador


da suspensão e do cortador de pontas
Acumuladores
Acumuladores
A máquina A8800 é equipada com dois
acumuladores, um no circuito de suspensão do
corte de base e outro no circuito do corte de
pontas, que atuam absorvendo choques nos
circuitos hidráulicos.
Figura 146
A máquina A8000 é equipada somente com um
acumulador no circuito do corte de base.

O procedimento a seguir apresenta os passos que


devem ser realizados para verificar e ajustar o
útilmo tipo de acumulador utilizado nas colhedoras
CASE IH Austoft.

Cir cuito da suspensão do cor


Circuito te de pontas /
corte
triturador
1. Abaixar ao máximo o despontar. Isso irá aliviar
qualquer pressão no circuito.
Figura 147

Circuito da suspensão do cor


Circuito te de base
corte
1. Calçar a máquina sob a perna do cortador de
base e abaixar a máquina até que esta se apoie
sobre o calço. Isto irá aliviar qualquer pressão
no circuito.

2. Retirar a tampa antiderrapante da plataforma


para acessar a área do acumulador.

3. Retirar a tampa do conector do acumulador.

4. Destravar a válvula do conector levemente


permitindo conectar o aparelho.
Figura 148

IMPOR
IMPORT TANTE: Apenas alivie o torque com 1/4 de
volta.

5. Desconectar a mangueira de entrada do


acumulador, a fim de aliviar totalmente qualquer
pressão residual.

Figura 149
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 211

6. Soltar o suporte do acumulador, a fim de facilitar


a conexão com o manômetro.

NOTA: Se preferir, remova o acumulador por


NOTA:
completo e continue o teste na bancada.

Figura 150

7. Com o suporte solto, posicionar o acumulador


de maneira a facilitar o encaixe do manômetro
na parte superior do acumulador. A chave Allen
deve ser encaixada na válvula do acumulador
(item 4), de maneira que o gás possa ser
liberado girando o botão (1).

8. Com o manômetro encaixado e o registro (2)


fechado, abrir o registro (1) e verificar a pressão
indicada no manômetro.

9. Após checar a pressão, ajustar a pressão de


acordo com a correta calibragem, adicionando
Figura 151
ou removendo gás.

Remoção do gás

10. Para remover gás, abrir o registro (1) para obter


uma leitura no manômetro, então abrir o
registro (2) lentamente, para aliviar a pressão.
Fechando o registro (2), o manômetro indicará
a pressão. Quando a pressão estiver correta,
fechar o registro (1) e remover o equipamento.

11. Para adicionar gás, conectar o cilindro de


nitrogênio à ferramenta (por uma mangueira).
Abrir o registro (1), para obter a indicação da Figura 152
pressão do gás no acumulador. Abrir o registro
(2), para introduzir gás do cilindro ao
acumulador, quando a pressão indicada no
manômetro for a correta, fechar os registros 2 1
(2) e (1), disconectar o cilindro e remover a
ferramenta.

12. Recolocar a tampa do acumulador e recolocar


o acumulador na máquina, seguindo o
procedimento inverso ao de remoção.

(1) Botão para aliviar a válvula


(2) Botão para adicionar / remover gás
(3) Conector para o acumulador 3 4
(4) Adaptador para outros acumuladores
Figura 153
212 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO 102

Verificação do nível de anti-corrosivo no


líquido de arrefecimento
• Contatar o seu revendedor Case IH para que
possa ser agendado com um representante
Scania.

OPERAÇÃO 103

Verificação da folga de válvulas (Motor


Case IH 9L)
• Contatar seu revendedor Case IH para esta
operação.

OPERAÇÃO 104

Abrir redutores traseiros, avaliar


arruelas de enconsto. Fazer a inversão
dos lados das planetárias e
engrenagem anel
• Contatar seu revendedor Case IH para esta
operação.

OPERAÇÃO 105

Revisão do motor Diesel - Regulagem


de válvulas
• Vide Operação 92.
SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 213

OPERAÇÃO 106

Completar com 1,0 % de anticorrosivo


Scania por volume
O enchimento com 1,0% de inibidor de corrosão
Scania por volume deve ser feito após cada 2500
horas de operação.

• Nunca encha totalmente apenas com água ou


inibidor de corrosão! As perdas de fluido
sempre devem ser repostas com líquido de
arrefecimento misturado: água + 10% de
inibidor de corrosão Scania por volume.

NOT
NOTA:A: O líquido de arrefecimento deve ser
trocado quando o sistema de arrefecimento é
limpo: a cada 4800 horas ou pelo menos a cada
cinco anos.

A mistura com glicol ou o uso de quantidade


excessiva de inibidor de cor corrrosão pode levar à
f o r m a ç ã o d e rre
e s í d u o s e à rre edução da
capacidade de ar arrrefecimento.

OPERAÇÃO 107

Verificação do desgaste das correntes,


trilhos e engrenagens do elevador
• Verificar se não há desgastes excessivos na
corrente, taliscas e engrenagens do elevador.

OPERAÇÃO 108

Lavar a máquina e avaliar condições


gerais dos equipamentos (Estrutura e
componentes hidráulicos)
• Vide Operação 40.

OPERAÇÃO 109

Verificação / Ajuste dos balancins das


unidades de injeção (PDE)
• Contatar o seu revendedor Case IH para que
possa ser agendado com um representante
Scania a verificação de válvulas do motor.
214 SEÇÃO 5 - LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO

NOTAS:
SEÇÃO 6 - ESPECIFICAÇÕES 215

As especificações nas páginas seguintes são para Todos os dados fornecidos neste Manual estão
fins informativos e de orientação. Para obter mais sujeitos a variações entre os produtos. As
informações relacionadas à sua colhedora, dimensões e os pesos são apenas aproximados
consultar o seu Concessionário Case IH. e as ilustrações não mostram necessariamente as
colhedoras em condições padrão. Para obter
A Case IH segue uma política de melhoria contínua informações precisas sobre uma colhedora
e se reserva o direito de alterar preços, específica, consultar o seu Concessionário Case
especificações ou equipamentos a qualquer hora IH.
e sem aviso prévio.

DIMENSÕES GERAIS
12.440 mm

4.295 mm
4.200 mm

5.940 mm 4.520 mm
Altura Altura de
operacional descarga

3.600 mm
Altura
máxima

2.960 mm

6.520 mm
216 SEÇÃO 6 - ESPECIFICAÇÕES

MOTOR
Marca SCANIA CASE IH
Tipo
Potência 330 cv 260 kW
Número de cilindros 5 6
Diâmetro (mm) 127 117
Curso (mm) 146 135
Capacidade volumétrica (dm3) 8,87 8,71
Taxa de compressão 18:1 16:1
Seqüência de injeção 1-2-4-5-3 1-4-2-6-3-5
Rotação de marcha lenta (rpm) 800 800
Rotação máxima sem carga (rpm) 2100 2100
Rotação nominal (rpm) 2100 2100
Folga das válvulas à frio (mm)
- Admissão / Escape 0,45 / 0,70 0,35 a 0,45 / 0,55 a 0,65
Tipo de óleo CASE nº 1 - SAE 15W40, API CI 4 ACEA E3, E4 e E5
Capacidade de óleo (litros)
- Motor Scania DC 9 27 - 34
- Motor Case IH 9L 20 - 24
Temperatura máxima do óleo do motor (°C) 120
Pressão de óleo do motor
- Baixa rotação (bar) 4
- Alta rotação (bar) 5
OBSER AÇÃO:: Não colocar, aditivos de desempenho ou outro aditivos de óleo no carter do motor.
VAÇÃO
OBSERV

SISTEMA DE ARREFECIMENTO
Quantidade de termostatos
- SCANIA DC9 1 duplo
- Case IH 9L 1
Tampa de pressão do radiador (bar / psi) 0,7 bar
Qualidade da água A água deve ser limpa e livre de contaminação
com um pH de 6 a 9
Para motor Scania DC 9
Volume de líquido arrefecedor (litros) 53
Especificação do anticorrosivo Inibidor de corrosão Scania
Abertura da válvula termostática (°C) 83 - 95

Para motor Case IH 9L


Volume de líquido arrefecedor (litros) 44
Especificação do anticorrosivo
Abertura da válvula termostática (°C) 83 - 95
SEÇÃO 6 - ESPECIFICAÇÕES 217

Para motor Scania DC 9

Anticor
Anticorrrosivo (%) Água Sistema (litros)
(litros) Mín/Max (litros)
(litros)
Motor Sistema Total (Aditivo)
(radiador + tubos)

7 27 26 53 3,71

12 27 26 53 6,36

Para motor Case IH 9L

Anticor
Anticorrrosivo (%) Água Sistema (litros)
(litros) Mín/Max (litros)
(litros)
Total (Aditivo)

50 44 22

50 44 22

SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
Tipo de combustível Diesel
Combustível alternativo Diesel com 5% de biodisel
Capacidade máxima (litros) 480

REDUTOR
Especificação do óleo Gear 135 H EP (85 W 140) - SAE 85W140
Capacidade (litros) 6

CORTE DE BASE
Especificação do óleo Gear 135 H EP - SAE 85W140
Capacidade (litros) 9,5

CAIXA DE ENGRENAGENS DAS BOMBAS


Especificação do óleo AW Hidraulic Fluid 100 - ISO 100
Capacidade (litros) 1,6

CAIXA DE ENGRENAGENS DOS PICADORES


Especificação do óleo Gear 135 H EP - SAE 85W140
Capacidade (litros) 7,5

SISTEMA HIDRÁULICO
Especificação do óleo AW Hidraulic Fluid 100 - ISO 100
Capacidade (litros) 600

PONTOS A LUBRIFICAR COM GRAXA


Especificação do óleo MULTI-PURPOSE GREASE 251 H EP
218 SEÇÃO 6 - ESPECIFICAÇÕES

RESERVATÓRIO DO AUTO TRACKER


Especificação do óleo TCH FLUID
Capacidade (litros) 0,5 (reservatório) /
A8800 (Frente estreita) 0,9 /
A8800 (Frente larga) 0,3 / A8000 0,2

RESERVATÓRIO DO LIMPADOR DE PÁRA-BRISA


Especificação Água limpa
Capacidade (litros) 9,0

ROTAÇÕES EM RPM
Máxima Mínima
Motor 2100 800
Corte de pontas (Discos) 1423 –
Corte de pontas (Tambor) 189 –
Corte de base 640 –
Rolos Picadores 205 –
Extrator Primário 1100 600
Extrator Secundário 2200 –

PRESSÕES DE ALÍVIO
Descrição RPM para Temperatura do Pressão
teste de alivio Óleo (°C) (psi)
Cortador de pontas / Triturador 1200 40 2650
Bloco corte lateral 1200 40 2850 ± 100
Bloco de válvulas do elevador 2000
Vickers - Esteira, Cilindros / Capuz 1200 40 1750
secundário / Flap / Extrator secundário 2500
Válvula prioritária da direção 1200 40 2300 a 2500 ±100
Alívio principal Vickers 1200 40 2200
Esticador da esteira 1200 40 2500
Bloco Vickers do picador 1200 40 2750
Bloco Vickers cortador de base 1200 40 2500
Resfriador de óleo 1200 40 3500
Extrator primário 1200 40 3500
Bomba de transmissão Eaton - A8800 1500 40 5300 a 5500 ± 100
Bomba de transmissão Eaton - A8000 1500 40 5300 a 5500 ± 100
Bomba Eaton transmissão baixa pressão 1500 40 330 ± 25
Motor Eaton transmissão baixa pressão 1500 40 270 ± 25
Motor Eaton transmissão alta pressão 1500 40 6500 - 100 / 250
Válvula BA66 / Rolos e Divisor de linha 1200 40 2500 ± 25
SEÇÃO 6 - ESPECIFICAÇÕES 219

PNEUS
Pneu Medidas Pressão
Dianteiro 400/60 - 15.5 14 lonas 45 psi
Dianteiro Estreito 10.5/80 - 18 lonas 64 psi
Traseiro (industrial) 23.5 x 25 - 12 lonas 40 a 45 psi
Traseiro (agrícola) 23.1 x 26 - 16 lonas 45 psi

TORQUES
Aperto da porca dos pneus (dianteiro e traseiro) 339 Nm
Aperto das porcas da roda motriz 380 - 400 Nm
Aperto da porca do eixo tandem 1200 Nm
Aperto da porca de fixação do volante do picador Apertar ate o fim de curso, depois
aplicar mais ¾ de volta

BATERIA
Quantidade 2
Amperagem 100 A
Voltagem 12 V

ALTERNADOR
Amperagem 185 A
Voltagem 12 V

AR CONDICIONADO
Carga do gás 3,7 kg
220 SEÇÃO 6 - ESPECIFICAÇÕES

NOTAS:
Printed in Brazil
PARA AQUELES QUE EXIGEM MAIS © 2007 CNH Global N.V.
PARA AQUELES QUE EXIGEM MAIS