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SISTEMAS

ESTRUTURAIS
Prof. Marcos Leopoldo Borges

Aula 02 – Parte 01 - Esforços Internos


Diagramas de Esforços Internos
Vigas são elementos estruturais projetados para
suportar carregamentos aplicados perpendicularmente
aos seus eixos (carregamento transversal).
Em geral, as vigas são barras retas e longas, com uma
área de seção transversal constante.
As vigas são classificadas de acordo com seus apoios
e estão, geralmente, sujeitas à esforço cortante e
momento fletor.
No caso de termos apenas momento fletor, é dita
flexão pura. Se atuar também o esforço cortante, tem-
se a flexão simples. Se, além destes, houver esforço
normal, denomina-se flexão composta.
Viga simplesmente apoiada ou biapoiada

Viga em balanço ou engastada-livre

Viga contínua
É preciso conhecer como variam o
esforço cortante e normal, além do
momento fletor ao longo da viga,
indicando os valores máximos e onde
estes ocorrem.

Esta informação é usualmente


apresentada através de gráficos ou
diagramas (valor +/- e posição).
Diagramas
Definição:
Lugar geométrico das ordenadas
representativas da intensidade e sinal de
um determinado esforço na seção
transversal, ao longo do elemento.
DEC - Diagrama de Esforço Cortante
DEN - Diagrama de Esforço Normal
DMF - Diagrama de Momento Fletor
DMT - Diagrama de Momento Torsor

Em estruturas planas tem-se,


geralmente, o DEC, DEN e DMF.
Em estruturas espaciais pode-se ter
ainda o DMT.
Viga biapoiada – carga distribuída Viga biapoiada – carga concentrada

DEC

DMF
Procedimento
1. Determine as reações de apoio;
2. Identifique as seções principais (pontos
críticos);
3. Determine os esforços nas seções
principais;
4. Construa os diagramas;
5. Lembre-se que os valores são marcados
perpendicularmente ao eixo do elemento.
Seções Principais
1. Extremidades do elemento;
2. Vínculos/Apoios;
3. Pontos de aplicação de carga concentrada;
4. Pontos de aplicação de momento;
5. Início e fim de carga distribuída;
6. Mudanças no valores da carga distribuída.
Regras básicas
1. Os valores positivos para EC e EN são
marcados “para cima” em barras
horizontais e “para fora” em verticais;
2. O momento fletor é marcado para o
lado da fibra tracionada, sendo
positivo, lembrando, quando traciona o
lado interno ou inferior do elemento;
3. É conveniente fazer os diagramas de
esforço cortante e momento fletor
abaixo do diagrama de corpo livre da
viga, devidamente alinhados.
Casos de descontinuidades:

-no DMF: quando houver um carga


momento aplicada;

-no DEC: quando houver uma carga


concentrada não paralela ao eixo;

- no DEN: quando houver uma carga


concentrada não perpendicular ao eixo.
Observações
1. O DMF apresenta uma convexidade no
sentido de aplicação da carga;
2. No ponto onde o EC é nulo,
corresponde a um valor de momento
máximo no trecho;
3. O DEC em um trecho descarregado
será representado por um reta paralela
ao eixo, enquanto que o DMF será
representado por uma reta inclinada;
4. Em um trecho com uma carga
concentrada não paralela ao eixo, o
DMF apresenta uma angulosidade e o
DEC uma descontinuidade;

5. Em um trecho com carga


uniformemente distribuída, o DEC será
representado por uma reta inclinada,
enquanto que o DMF será uma
parábola de segundo grau.
V=0 DEC V=0

DMF

Mmáx
Mmáx
RELAÇÕES ENTRE CARGA
DISTRIBUÍDA, ESFORÇO CORTANTE E
MOMENTO FLETOR

Se a viga está sujeita a várias forças


concentradas e/ou distribuídas, a utilização do
método das seções torna-se bastante onerosa
para a construção dos diagramas.
Um método mais simples para construir estes
diagramas baseia-se nas relações existentes
entre o carregamento, o esforço cortante e o
momento fletor.
Assim, quando uma carga uniformemente distribuída q atua no trecho, o
esforço cortante varia ao longo deste, com uma taxa de variação igual a
-q.

Esta relação somente pode ser aplicada diretamente em trechos sem


carga concentrada, pois esta causa uma descontinuidade.

Vdir – Vesq = - área de carga

Esta relação é utilizada para determinar a seção aonde o momento


fletor é máximo no trecho, que corresponde à seção aonde o esforço
cortante é nulo.
Trecho de viga
sujeito à
carga
distribuída q

Vesq
Vdir = 0
conhecido
DEC

Vdir – Vesq = - área de carga

0 – Vesq = - q.x

X = Vesq / q
Esta relação somente pode ser aplicada diretamente em trechos sem carga
momento, pois esta causa uma descontinuidade.

Mdir – Mesq = área do DEC


Esta relação pode ser utilizada para determinar o valor do momento fletor
máximo no trecho, que ocorre no ponto aonde a inclinação dM/dx = 0, que
corresponde à seção aonde o esforço cortante é nulo.
Trecho de viga
sujeito à
carga
distribuída q

Vesq V=0
A DEC DEC

DMF

Mesq
conhecido Mdir = Mmáx

Mdir – Mesq = área do DEC


Pontos Importantes - Variações no EC e MF

1. A variação no esforço cortante entre os


pontos B e C é igual ao valor negativo da
área sob a curva da carga distribuída entre
esses pontos.
2. A variação no momento fletor entre os
pontos B e C é igual à área sob a curva do
diagrama de forças cortantes na região BC.
3. Não se aplicam a pontos onde atuam forças
e momentos concentrados.
Força F y 0
F
VVVF0
VF
V x V+V

A variação da força cisalhante é


negativa, de modo que o diagrama de
forças cisalhantes apresentará uma
descontinuidade para baixo quando F
atuar sobre a viga de cima para baixo.

M0
Momento  M M
M M O0
MO

MM O
M A variação no momento fletor é positiva,
ou o diagrama de momentos fletores
apresentará uma descontinuidade para
baixo se Mo estiver no sentido horário.
M+M
x
Regras para a construção dos diagramas de esforço cortante

1. Uma carga concentrada causa uma descontinuidade (salto) no


DEC no ponto de aplicação desta.

Exemplo: Determine o EC para x = 4 e x = 10 m.


Exemplo: Determine o EC para x = 5 e x = 16 m.
2. A variação no EC entre duas seções é igual à área sob o
diagrama de carga.

Exemplo: Determine o EC para x = 1,5 e x = 3,5 m.


Exemplo: Determine o EC para x = 2 e x = 15 m.
3. A inclinação do DEC é igual ao valor da carga distribuída
aplicada no trecho.

Exemplo: Determine o valor de x para V = 0.

X = V/q

X = 27/6
X = 4,5 m
Exemplo: Determine o valor de x para V = 0.

X = v/q

53,3 – 40 = 13,3

X = 13,3/10 + 4

X = 5,33 m
Regras para a construção dos diagramas de momento fletor

Seções com momento nulo


4. A variação do momento fletor entre dois pontos é igual à área do
DEC.

Exemplo: Determine o M para x = 3 e x = 5,5 m.


Exemplo: Determine o M para x = 5 e x = 12 m.
5. A inclinação do diagrama de momento fletor é igual ao esforço
cortante.

Exemplo: Determine a posição e o valor do momento máximo


positivo.
6. Uma carga momento aplicada causa uma descontinuidade (salto) no
DMF no ponto de aplicação desta.

Exemplo: Faça o traçado do DMF para viga.


Exemplo
Represente graficamente os diagramas de força cortante
e momento fletor para a viga dada.
Solução:

Um diagrama de corpo livre do segmento esquerdo é mostrado abaixo.

A aplicação das equações de equilíbrio produz:

P
   Fy  0; V (1)
2
P
   M  0; M x (2)
2

O segmento esquerdo da viga se estende até


a distância x na região BC.

P P
  Fy  0;  P V  0  V   (3)
2 2
 L P
M  P x    x  M   L  x 
P
 M  0; (4)
 2 2 2
O DEC representa as equações 1 e 3 

O DMF representa as equações 2 e 4 


Represente graficamente os diagramas de força cortante
e momento fletor para a viga dada.

qL
   Fy  0; V - qx (1)
2
qL x q
 M  0; M
2
x  qx  (Lx - x 2 )
2 2
(2)
qL
   Fy  0; V - qx (1)
2
qL x q
O DEC representa a equação1
 M  0; M
2
x  qx  (Lx - x 2 )
2 2
(2)

dM q L
O DMF representa a equação 2  0  (L - 2x)  0  x 
dx 2 2
Determine as reações de apoio para a viga.
Faça o DEC e DMF para as vigas.

Obs.: os valores das reações de apoio foram fornecidos.


Faça o DEC e DMF para as vigas.

Obs.: os valores das reações de apoio foram fornecidos.