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Problemas na instalação elétrica são a maior causa de incêndios não intencionais no Brasil.

Entenda
o por que isso ainda é uma realidade e como acontece, através de suas causas básicas.

ELETRICIDADE COMO FONTE IGNITORA

Eng. Joelson Cunha de Oliveira

Atualizado até 07.10.2017


Experiência Profissional no Tema Proposto

Instrutor:Joelson Cunha de Oliveira – Engenheiro


Eletricista, de Segurança e Bacharel em Direito;
Especialista em Perícias de Engenharia Elétrica, Ambiental,
Avaliações e Segurança do Trabalho, atuando como Perito
na Justiça Estadual, Trabalhista e Federal, bem como
Assistente Técnico do Escritório Martins Viana Advogados
Associados em Reclamações Trabalhista de Engenharia de
Segurança e em Ações de Indenização em Acidente do
Trabalho e da empresa P&G Montagens de Feiras e Eventos
Ltda, além de Consultorias e Laudos Extrajudiciais Prévios
relativos a Sistemas Elétricos.
“Se a verdade estivesse no
aparente não haveria
necessidade de ciência” A apresentação deste conteúdo, além de ser
resultado de uma trajetória de vivência
Karl Marx profissional sobre o tema, é uma referência
básica para o estudo de Dimensionamento de
Condutores Elétricos de Baixa Tensão
relacionados ao sistema elétrico predial, com
destaque dos principais conceitos e
procedimentos administrativos, técnicos e
responsabilidade civil, não encerrando o assunto,
cujo o aprofundamento se torna obrigatório e
necessário, através do estudo pormenorizado de
toda as mudanças operacional do sistema elétrico
predial, bem como seu acompanhado com o
suporte da literatura relativa a cada nova
temática.
CURSO DE ENGENHARIA DE INCÊNDIO

DISTRIBUIÇÃO DE TEMÁTICAS
Joelson: Eletricidade como Fonte Ignitora

Edison Rego: Barradas:


Agentes Extintores e Sistemas
Instrutores Introdução e Fundamentos
Móveis de Extinção do Fogo e Incêndio

Instrutores por
Temática
Sidney: Projeto Incêndio: Ênfase - Sistemas
Automáticos de Detecção e Extinção de Incêndio
Calendário do Curso de Engenharia de Incêndio

Dia Sábado
(de 08:00 as 17:00 horas)

07.10.2017 Joelson Cunha de Oliveira

14.10.2017 Edison Rego

21.10.2017 Robson Barradas

28.10.2017 Sidney Leone

11.11.2017 Sidney Leone

18.11.2017 Robson Barradas


VISÃO SISTÉMICA TRIDIMENSIONAL

CONSTRUÇÃO – MANUTENÇÃO - USO


USO
CONSTRUÇÃO MANUTENÇÃO
Segurança
Projeto Plano
Habitabilidade
Execução Gestão
Sustentabilidade
Desenvolvimento Manutenção

VISÃO SISTÉMICA TRIDIMENSIONAL E A ELETRICIDADE


ORGANIZAÇÃO

DO

SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA

DA GERAÇÃO AO CONSUMO – FONTE DE CALOR


Operador Nacional ONS foi criado em 1998, com a
finalidade de operar o Sistema
do Interligado Nacional (SIN) e
Sistema Elétrico administrar a rede básica de
transmissão de energia em nosso país,
objetivando assegurar aos usuários do
SIN (Sistema Interligado Nacional) a
continuidade, a qualidade e a
economicidade do suprimento de energia
elétrica. De acordo com a lei 10.484/04.
SIN – Sistema
Interligado Nacional
Sistema Elétrico
de
Potência

Fonte: Imagem – Google


Sistema Elétrico
de
Potência

Fonte: Imagem – Google


SISTEMA ELÉTRICO PREDIAL

DE

BAIXA TENSÃO
Conceitos Básicos

Entradas Coletivas
Entradas
Concessionária

Prédios Residenciais, Não Residencias e Misto


Coletivas

Condomínios Verticais (Prédios Múltiplos)

Entradas
Condomínios Horizontais ou Vilas
Individuais

Prédios Residenciais
Tipo de Atendimento Padronizado,
segundo o número de Fases

Número de Fases
Sistema Monofásico a 2 fios (uma fase + neutro)
Padronização
por

Sistema Monofásico a 3 fios(duas fases + neutro) / Rede Rural

Sistema Trifásico a 4 fios (três fases + neutro)

Prédios Residenciais – Com Sistema Trifásico


Fonte: Recon BT – Light – 2013
CONCESSIONÁRIA E PROFISSIONAL

SECCIONAMENTO CONFIABILIDADE
Concessionária

Profissional
MEDIÇÃO SEGURANÇA

PROTEÇÃO PERICULOSIDADE
Eletricidade: Não existe
sentido humano que a
perceba.

Instalações Elétricas com


partes que tenham pouca
visibilidade e/ou acessos
limitados, tais como;
shafts, vãos internos, dutos,
prumada, etc.

Confiabilidade do Sistema Instalado e Segurança do Sistema Instalado

Fonte: Imagem – Google


GRANDEZAS ELÉTRICAS

CONTROLE DAS CORRENTES E TENSÃO ELÉTRICAS


Instalações Elétricas
SISTEMA
projeto, manutenção
ELÉTRICO preventiva e corretiva,
bem como inspeções
devem ser realizadas
por especialistas.

Eletricidade: Se não existe sentido humano que a perceba, temos que


conhecer as grandezas elétricas, seus efeitos e distúrbios.
ELEMENTOS E SISTEMAS CONSTRUTIVOS

SISTEMA ELÉTRICO
Eletricidade: Fonte de Calor
Elétrica

Instalações Prediais
20%

30%
30%
Proteção dos Circuitos

Organização/ Cabos Elétricos


Padrões

Dimensionamento - Cabos Elétricos - Proteção


Incêndio no

Edifício da

Eletrobrás

Não basta ser especialista, tem que ter


controle efetivo das manutenções, das
instalações, bem como das inspeções.
ELETRICIDADE COM FONTE DE CALOR

Porão de Cabos Elétricos

Tomadas de Equipamentos
Considerações Iniciais Observação

1 ano= 365 dias


1 ano= 8.760 horas
1 mês= 730 horas

Horário de Ponta do
Sistema Elétrico: 3
horas, fora final de
semana

Com isso:
15 h/semana * 52
semanas/12 = 65 h.

Por fim, o horário


fora de ponta será
Curva de Demanda de uma Instalação 730-65= 665 h.

Fonte: Imagem – Google


Entradas Individual - Residencial
de
Energia Elétrica de Baixa Tensão
3Px70 A
(consumo alto)

Seccionamento, Medição e Proteção


Fonte: Imagem – Google
Entradas Coletivas
de
Energia Elétrica Predial de Baixa Tensão
Código de segurança Segundo o Recon de BT da Light, dentre os
contra incêndio e pânico dispositivos legais a serem observados no
do Corpo de Bombeiros desenvolvimento de projeto de instalação elétrica de
do Estado do Rio de baixa tensão, destaca-se o Código de segurança contra
Janeiro incêndio e pânico do Corpo de Bombeiros do Estado do
Rio de Janeiro, conforme abaixo transcrito:
Devem ser observadas as normas técnicas atualizadas
do Corpo de Bombeiros, referentes ao fornecimento
de energia elétrica a elevadores, bombas de recalque,
circuitos de iluminação e alimentação de equipamentos
destinados a prevenção, detecção, combate ao fogo e
evacuação de edificações sob sinistros, através de
medidor de serviço alimentado por circuito derivado
antes da proteção geral de entrada, considerando que
cabe ao Consumidor aprovar junto ao Corpo de
Bombeiros o sistema de comando e controle de todos
os equipamentos elétricos acima citados, a partir da
porta de acesso da edificação.
Concessionária

Medidor Medidores

Área Comum Imóvel

Condomínio Consumidores

Seccionamento, Medição e Proteção


Sistema de Segurança Predial em Área Comum

Elevadores, Bombas, etc


Fonte: http://smh.com.br/?pg=monitoramento-gerenciamentoderisco
Diagrama de Demandas Medidor de Serviço antes
para da
Entrada Coletiva Caixa Seccionadora

Agrupamento
de
Diâmetro (Ø) Medidores
do
Cabo Elétrico
Caixa Agrupamento
Caixa
LIGHT de de
Seccionadora
Distribuição Medidores
Medidor
de
Diâmetro (Ø) Serviço Diâmetro (Ø) Agrupamento
do do de
Cabo Elétrico Cabo Elétrico Medidores
Diâmetro (Ø)
Área comum do
Cabo Elétrico
do
Condimínio Consumidores
(cargas compatibilizadas)
Fonte: Imagem - Recon BT – Light – 2013
Demandas de Instalações
Elétricas Prediais de
Baixa Tensão

Demanda da
Proteção Demanda
Geral do Ramal

Demanda Demandas
de de
Agrupamento Instalações Elétricas Prediais

Demanda
de
Demanda Serviço
de
Consumidor
Cargas compatibilizadas
com as previsões mínimas
Condômino
LIGHT

Demanda
Demanda Demanda Demanda
de
de de de
Proteção
Ramal Agrupamento Consumidor
Geral

Demanda do Ramal = Demanda da Proteção Geral + Demanda de Serviço


Unidade Consumidora
Entrada Coletiva

Padrão Alto de Consumo


3Px40A Øc= 10 mm2

Fonte: Tabela – Recon - Light


PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS DE

BAIXA TENSÃO – ELEMENTOS BÁSICOS


NBR ENTES
PÚBLICOS

NBR5410 LIGHT ESTADO PREFEITURA

CONCESSIONÁRIA
LIGHT- RECON – BT – Novembro de 2016

ENTRADAS INDIVIDUAIS E COLETIVAS

Regulamentação para Fornecimento de Energia Elétrica a


Consumidores em Baixa Tensão
PADRÃO DE ENTRADAS COLETIVAS

Definições de localização, aplicação e construção de


materiais e equipamentos em prédio residenciais, não-
residenciais, condomínios verticais, horizontais e vilas
Entradas Coletivas
Configurações

TIPO DE ENTRADA

Entrada coletiva atendida


através de ramal de ligação
subterrâneo, medição
totalizadora e proteção geral
abrigadas em caixa tipo CSMD e
painéis de medidores PSMD ou
PDMD distribuídos pelos
andares.

PSMD: Painel de Seccionamento e Medição

PDMD: Painel de Proteção e Medição

Fonte; Recon BT – Março de 2013 – Pag. 113


TIPO DE ENTRADA

Entrada coletiva atendida através de


ramal de ligação subterrâneo derivado
de Compartimento de transformação
interno a edificação, medição
totalizadora e proteção geral abrigadas
em caixa tipo CSMD e painéis de
medidores PSMD ou PDMD distribuídos
pelos andares.

PSMD: Painel de Seccionamento e Medição

PDMD: Painel de Proteção e Medição

Fonte; Recon BT – Março de 2013 – Pag. 114


CSMD: Caixa para
Seccionamento ,
Medição Direta e
Proteção

CPG: Caixa de
Proteção Geral

PSMD:Painel de
Seccionamento
e Medição

PPGP: Painel de
Proteção
Geral/Parcial

Fonte; Recon BT – Março de 2013 – Pag. 153


As barras de neutro e de
proteção NÃO devem ser
interligadas nos pontos de
proteção a jusante (após) a
proteção geral de entrada, contudo,
a barra de proteção, se houver
disponibilidade na edificação, pode
ser aterrada em outras malhas de
terra existentes, ou seja, a barra
de proteção pode ser multiaterrada
sem problemas para a seletividade
da proteção diferencial.

PDMD: Painel de Proteção e Medição

Fonte; Recon BT – Março de 2013 – Pag. 153


EM RESUMO......

De um modo geral, deve ser considerada a tipologia de construção e


os respectivos projetos de instalação elétrica, sobretudo, os sistemas
de proteção atmosférica e aterramento, bem como os quadros gerais
de distribuição em baixa tensão e quadros terminais, incluíndo as
características elétricas dos componentes das instalações, levando-se
em consideração os seguintes aspectos: confiabilidade do sistema
instalado, segurança do sistema instalado e periculosidade.
Plana Elétrica

Unidade Domiciliar
Comercial Predial - Condômino
DIMENSIONAMENTO DE CABOS ELÉTRICOS DE

BAIXA TENSÃO EM INSTALAÇÕES PREDIAIS

“Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por


reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação,
que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o
mais amargo”.
Confúcio
Controle de Fonte de Calor
de Elemento não visível e o
Estabelecimento de suas
Consequências:

Questões

Introdutórias
Instalação Elétrica Predial : Condutores
Elétricos e o Incêndio

Incêndio
Eletricidade: não existe sentido
Eletricidade
humano que a perceba.

Instalações
Manutenção
Instalações Elétricas com partes •Elétrica
que tenham pouca visibilidade e/ou • Corretiva •Incêndio
acessos limitados, tais como; • Preventiva
shafts, vãos internos, dutos,
prumada, etc.
Eletricidade e Incêndio uma combinação ótima para o Sinistro
Precauçoes Relativas
às Instalações
Uma instalação elétrica teve
ser mantida em condições adequadas de
funcionamento, dentre outras precauções:

- uso de condutores bem dimensionados e


adequado para cada tipo de instalação;

- Conexões e Emendas bem feitas e bem


isoladas;

- Disjuntores dimensionados, isto é, com


ampacidade (capacidade de condução de
corrente) condizente à carga e abaixo do
limite de condução de corrente dos
condutores.

Fonte: Imagem – Google


Critério da Queda de
tensão

Foco do Incêndio de Origem Elétrica


NBR 5410 - INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 4.1 Princípios Fundamentais
DE BAIXA TENSÃO
4.1.1 Proteção contra choques elétricos
1 Objetivo As pessoas e os animais devem ser protegidos contra
choques elétricos, seja o risco associado a contato
acidental com parte viva perigosa, seja a falhas que
1.1 Esta Norma estabelece as condições a possam colocar uma massa acidentalmente sob tensão.
que devem satisfazer as instalações
elétricas de baixa tensão, a fim de garantir 4.1.2 Proteção contra efeitos térmicos
a segurança de pessoas e animais, o A instalação elétrica deve ser concebida e construída de
funcionamento adequado da instalação e a maneira a excluir qualquer risco de incêndio de materiais
conservação dos bens. inflamáveis, devido a temperaturas elevadas ou arcos
elétricos. Além disso, em serviço normal, não deve haver
riscos de queimaduras para as pessoas e os animais.
1.2 Esta Norma aplica-se principalmente
às instalações elétricas de edificações, 4.1.3 Proteção contra sobrecorrentes
qualquer que seja seu uso (residencial, As pessoas, os animais e os bens devem ser protegidos
comercial, público, industrial, de serviços, contra os efeitos negativos de temperaturas ou
agropecuário, hortigranjeiro, etc.), incluindo solicitações eletromecânicas excessivas resultantes de
as pré-fabricadas sobrecorrentes a que os condutores vivos possam ser
submetidos.
5.2 Proteção contra efeitos térmicos
5.2.2 Proteção contra incêndio
5.2.1 Generalidades
5.2.2.1 Regras gerais
As pessoas, bem como os equipamentos
e materiais fixos adjacentes a 5.2.2.1.1 Os componentes da instalação não devem
componentes da instalação elétrica, representar perigo de incêndio para os materiais
devem ser protegidos contra os adjacentes. Devem ser observadas, além das
efeitos térmicos prejudiciais que prescrições desta Norma, as respectivas instruções
possam ser produzidos por esses dos fabricantes.
componentes, tais como:
a) Risco de queimaduras; 5.2.2.1.5 Componentes da instalação que contenham
b) Combustão ou degradação dos líquidos inflamáveis em volume significativo devem
ser objeto de precauções para evitar que, em caso de
materiais;
incêndio, o líquido inflamado, a fumaça e gases
c) Comprometimento da segurança de tóxicos se propaguem para outras partes da
funcionamento dos componentes edificação.
instalados.
Barreiras Corta Fogo

6.2.9.6.1 Quando uma linha elétrica atravessar


elementos da construção, tais como pisos,
paredes, coberturas, tetos, etc., as aberturas
remanescentes à passagem da linha devem ser
obturadas de modo a preservar a característica de
resistência ao fogo de que o elemento for dotado.
Sistema Elétrico 6.2.9.6.2 Linhas elétricas tais como as
constituídas por eletrodutos ou condutos fechados
equivalentes e as pré-fabricadas, que penetrem em
elementos da construção cuja resistência ao fogo
Ligação Física seja conhecida e especificada, devem ser obturadas
internamente, de forma a garantir pelo menos o
mesmo o grau de resistência ao fogo do elemento
em questão, e também obturadas externamente,
conforme 6.2.9.6.1.
Área Externa: Concessionária - Consumidor Área Interna: Consumidor
Dimensionamento
de
Condutores Elétricos
O dimensionamento do
condutor é um procedimento para estabelecer a
seção transversal mais adequada que seja capaz de
permitir a passagem da corrente elétrica, sem
aquecimento excessivo e que a queda de tensão
seja mantida dentro dos valores normalizados. A
seção dos condutores deve ser determinada de
forma a que sejam atendidos os critérios de
corrente e queda de tensão:

Condutores Elétricos atravessam Elementos da Construção

Fonte: Imagem – Google


Os condutores devem ser
dimensionados pelos seguintes
Critérios critérios de:
de
- Capacidade de Condução de
Dimensionamento
Corrente (Ampacidade);
dos
- Limite de Queda de tensão;
condutores elétricos
Após, quando do dimensionamento dos
dispositivos de proteção, verifica-se a
capacidade dos condutores em relação
às sobrecargas e curtos-circuitos.

Fonte: Imagem – Google


Conceitos Básicos

O condutor elétrico é um material


que tem a propriedade de conduzir corrente
elétrica e são analisados através dos seguintes
elementos constitutivos:

-> material a ser utilizado como condutor;


-> forma geométrica do condutor;
-> isolamento;
-> blindagem;
-> seção nominal;

Fonte: Imagem – Google


CONDUTORES ELÉTRICOS PARA BAIXA TENSÃO:

TIPO, DADOS CONSTRUTIVOS E APLICAÇÕES


CATÁLOGOS DE CABOS ELÉTRICOS

DADOS CONSTRUTIVOS DOS CABOS ELÉTRICOS

a) A NBR NM 280 estabelece para os condutores de cobre seis classes de


encordoamento e crescente grau de flexibilidade, conforme tabela abaixo:

Classe 1: Condutores Sólidos


Classe 2: Condutores Encordoados, compactados ou não
Classe 3: Condutores Encordoados, não compactados
Classe 4, 5 e 6: Condutores com graus de flexibilidade crescente
b) Construção de Cabos Elétricos: Cabos Vinil 0,6 / 1 KV

Importância da Isolação

Qual a finalidade da Isolação?


ISOLAÇÃO DOS CABOS ELÉTRICOS - CONDIÇÕES DE FOGO E INCÊNDIO

EPR e PVC
(2ª Guerra mundial)
Borracha natural e Borracha sintética

Papel impregnado em óleo

Guta percha (planta nativa da Índia)

Papel - 1795
CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS DOS DOIS COMPOSTOS ISOLANTES UTILIZADOS NA
ISOLAÇÃO DOS CABOS ELÉTRICOS AIXA TENSÃO: O PVC E O EPR.

CLORETO DE POLIVINILA (PVC) BORRACHA ETILENO-PROPILENO (EPR)

- Uma mistura de cloreto de polivinila puro - Uma mistura reticulada quimicamente,


(resina sintética), plastificante, cargas e possui excelente resistência ao
estabilizantes; sua rigidez dielétrica é envelhecimento térmico; possui uma ótima
relativamente elevada, porém suas perdas flexibilidade, mesmo em baixas temperaturas;
dielétricas são elevadas, principalmente sua rigidez dielétrica é elevada e apresenta
acima de 10 kV. Com isso, o emprego de baixas perdas dielétricas, o que possibilita
cabos isolados em PVC está limitada a, no seu emprego em altas tensões, usualmente
máximo, a tensão de 6 kV; sua resistência a até 138 Kv; quando formulada
agentes químicos em geral e a água é adequadamente, possui uma boa resistência à
consideravelmente boa. Além disso, possui água e aos agentes químicos em geral; seu
boa característica de não propagação de bom desempenho em relação ao
chama, gerando, no entanto, uma envelhecimento térmico, permite a aplicação
considerável quantidade de fumaça e gases de altas densidades de corrente;
tóxicos e corrosivos quando submetido ao
fogo;
ISOLAÇÃO - CHOQUE E CURTO-CIRCUITO

A função da isolação é confinar o campo


elétrico gerado pela tensão aplicada ao
condutor no seu interior. Com isso, é
reduzido ou eliminado o risco de choque
elétrico e curto-circuito.
Alto valor de índice limite de oxigênio (LOI).
O LOI é a concentração mínima de oxigênio
necessária na atmosfera do ambiente onde
ocorre o incêndio para a manutenção da
combustão. O PVC exibe valores de LOI
normalmente entre 30% (compostos flexíveis) e
45% (compostos rígidos), sendo que a
concentração de oxigênio na atmosfera é de
aproximadamente 21%. Logo, a quantidade de
oxigênio presente na atmosfera é insuficiente
para a manutenção da combustão do PVC.

PVC
(Material Antichama)

(Alta Temperatura de Ignição)

Fonte: Encontro Técnico dos Fabricantes de Fios e Cabos – Novembro de 2008


A Norma ABNT NBR 5410:2004 defini os
tipos de cabos permitidos e os não
permitidos para utilização nas instalações
fixas cobertas pela norma. São
contemplados os condutores com isolação
em PVC, EPR, XLPE, além dos livres de
halogênio e com baixa emissão de fumaça,
conforme texto da norma, a saber:

“6.2.3.2 Os cabos uni e multipolares devem


atender às seguintes normas:
a) os cabos com isolação de EPR, à NBR
7286;
b) os cabos com isolação de XLPE, à NBR
7287;
c) os cabos com isolação de PVC, à NBR
7288 ou à NBR 8661.

BAIXA EMISSÃO DE FUMAÇA – BAIXA CORROSÃO – BAIXA TOXIDADE

Fonte: Encontro Técnico dos Fabricantes de Fios e Cabos – Novembro de 2008


Todos os materiais suportam determinados valores de
temperatura, acima dos quais eles começam a perder suas
propriedades físicas, químicas, mecânicas, elétricas etc. Logo, a
cada tipo de material de isolação correspondem três
TEMPERATURA temperaturas características que são:

DOS - Temperatura em regime permanente

É a maior temperatura que a isolação pode atingir continuamente em


MATERIAIS serviço normal. É a principal característica na determinação da
capacidade de condução de corrente de um cabo.

-Temperatura em regime de sobrecarga

É a temperatura máxima que a isolação pode atingir em regime de


sobrecarga. Segundo as normas de fabricação, a duração desse regime
não deve superar 100 horas durante doze meses consecutivos, nem
superar 500 horas durante a vida do cabo.

- Temperatura em regime de curto-circuito

É a temperatura máxima que a isolação pode atingir em regime de curto-


circuito.
CRITÉRIOS DE DIMENSIONAMENTO
DE
CABOS ELÉTRICOS PARA BAIXA TENSÃO
CURTO-CIRCUITO
NBR
DIMENSIONAMENTO
DE
CONDUTORES ELÉTRICOS

Critério de Critério da
Corrente Queda de
Tensão

SOBRECARGA
Concessionária
Curva de Demanda de uma Instalação

Qual a vida útil dos Cabos Elétricos?.


DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES ELÉTRICOS

Critérios utilizados para o dimensionamento dos condutores elétricos:

(a) Seção Mínima;


(b) Máxima Corrente (aquecimento);
(c) Queda de Tensão.

− A partir do maior valor de seção nominal determinada (com os três


critérios), escolhe-se em tabelas de capacidade de condutores
padronizados e comercializados o fio ou cabo cuja seção, por excesso,
mais se aproxime da seção.

Os condutores neutro (N) e proteção (PE) são determinados a partir da


seção do condutor fase do circuito;

− Quanto à proteção, os condutores elétricos devem ser compatíveis


com a capacidade dos dispositivos de proteção contra sobrecarga e
curto-circuito.
CRITÉRIO DA CAPACIDADE CORRENTE - (AMPACIDADE)

Em condições de
funcionamento normal, a
temperatura de um
condutor, isto é, a
temperatura da superfície
de separação entre o
condutor propriamente dito
e a isolação, não pode
ultrapassar a chamada
temperatura máxima de
operação.
Corrente Ampacidade
FCRS – Fator
de correção da de
resistividade Projeto Corrente de Projeto
do solo
Critério
da
Ampacidade
FCT – Fator de
FCA – Fator de correção de
correção de temperatura
agrupamento
- FCT – Fator de correção de temperatura :
determinado em função da isolação do condutor, da
temperatura ambiente ou da temperatura do solo
de acordo com a maneira de instalar previamente
determinada.

- FCA – Fator de correção de agrupamento:


FATORES DE CORREÇÃO determinando em função do trecho mais crítico do
circuito. Para condutores em paralelo, cada grupo
DA de condutores fase-neutro, independente do
número de condutores por fase ou número de
CORRENTE DE PROJETO condutores por neutro, deve ser considerado um
circuito unitário.

- FCRS – Fator de correção da resistividade do solo:


normalmente é utilizado para a maneira de instalar
“D”. Aplica-se apenas quando a resistividade do
solo for um fator considerável na instalação dos
condutores e diferente de 2,5 K.m/W; caso
contrário, o considera igual a 1.
Corrente de Projeto Corrigida
Corrente de Projeto
Corrigida

Seção do Cabo que suporta


a corrente de projeto
corrigida
Com a Seção do Cabo,
encontra-se a corrente que
o cabo suporta (Iz)
Critério da Queda de Tensão
DISPOSITIVO DE MANOBRA E PROTEÇÃO
DISJUNTOR

É um dispositivo de manobra e
proteção, capaz de estabelecer, conduzir e
interromper correntes em condições normais do
circuito, assim como estabelecer, conduzir por
tempo especificado e interromper correntes em
condições anormais especificadas do circuito, tais
como as de curto-circuito.
Disjuntores de Baixa Tensão para uso Residencial - Correntes convencionais de atuação, de não
atuação e tempos convencionais para disjuntores termomagnéticos, de acordo co o RTQ da
Portaria do Inmetro 243, a NBR NM 60898 e a NBR IEC 60947-2

Documentos I n (A) Øa (°C) Ina Ia Tc (h)


≤ 50 1
RTQ da Portaria do Inmetro 243 25 1,05 In 1,35 In
> 50 2

≤ 63 1
NBR NM 60898 > 63 30 1,13 In 1,45 In 2
≤ 63 1
NBR IEC 60947-2 > 63 30 1,05 In 1,30 In 2
Exemplo: Um disjuntor de caixa moldada conforme RTQ da
Portaria do Inmetro 243 com corrente nominal de In= 40
A. Quanto valem suas correntes de atuação e não atuação?
Ia= I2=1,35 x 40 = 54 A; Ina= 1,05 x 40 = 42 A.
E que o tempo convencional é de 1 hora. Isto significa que
o disjuntor deve poder conduzir a corrente de 42 A por 1
hora, sem atuar, e que, circulando a corrente de 54 A, sua
atuação deve dar-se, no máximo, em 1 hora.
PROTEÇÃO

Na proteção de um condutor pode ser utilizado um disjuntor, cujo valor de


corrente nominal (In) esteja compreendido entre o valor da corrente de projeto
(Ip) e o valor da corrente máxima suportada pelo condutor (Iz), ou seja:

Ip ≤ In ≤ Iz

I2 ≤ 1,45xIz

Esse critério garante que o disjuntor não atue para uma corrente igual ou menor
à corrente corrigida, mas que a corrente de abertura do disjuntor seja menor do
que a corrente suportada pelo fio/cabo.
CONDIÇÃO PARA ATUAÇÃO EM SOBRECARGA

Deve atuar em, no


máximo, 1h

Ip ≤ In ≤ Iz

I2 ≤ 1,45xIz

Fonte: Imagem – Google


CABOS ELÉTRICOS DE BAIXA TENSÃO

DIMENSIONAMENTO E PROTEÇÃO –APLICAÇÕES


Um circuito de um apartamento de 1.500
Watts correspondente a iluminação e tomadas
de uso geral, monofásico (fase e neutro),
passa no interior de um eletroduto embutido
de PVC , juntamente com outros quatros
condutores isolados de outros 2 circuitos
monofásico do apartamento, em cobre, PVC. A
temperatura ambiente é de 35 C. A tensão
nominal é de 120 volts. Determine a seção do
condutor pelo critério da ampacidade.
Potência (W) = Tesão (Volts) x Corrente (A)

Ip (corrente de projeto) = 1.500/120= 12,5 A

Ic (corrente do circuito)= Ip/ (FCTx FCA)

Ic= 12,5 / (0,94x0,70)= 18,23 A

Iz= (corrente do cabo)= 24 A (2,5 mm2)

In=(corrente do Disjuntor)= 20 A
Dimensionamento da Seção Dimensionamento da Seção
Mínima do Condutor Neutro Mínima do Condutor de
Proteção
Contextualizando uma situação abaixo:

Corrente do Circuito= 18,23 A

Corrente do Cabo de 2,5 mm2= 24 A

18,23 A (corrente do circuito)< In (corrente do Disjuntor) > 24 A (corrente do cabo elétrico)

Comercialmente, Disjuntor 1Px 20 A

Como o valor nominal da corrente do disjuntor 20 A é menor que 63 A, então:

Ina (corrente de não atuação) = 1,13 x 20 A= 22,6 A (durante um tempo convencional de 1


hora)

Ia= (corrente de atuação) = 1,45 x 20 A= 29 A (durante um tempo convencional de 1 hora)

Isto significa que o disjuntor deve poder conduzir a corrente de 22,6 A por 1 hora, sem
atuar, e que, circulando a corrente de 29 A, sua atuação deve dar-se, no máximo, em
1 hora.
COMPORTAMENTO DOS MATERIAIS

CABOS ELÉTRICOS – PROPAGAÇÃO DA CHAMA


MATERIAL DO ISOLAMENTO DOS CABOS ELÉTRICOS

Evitar
as COMBUSTÍVEL
Sobrecorrentes
Efeito

PROPAGAÇÃO DE CHAMAS Joules

Auto-Extinguível Retardante Propagante


DISPOSITO RESIDUAL - DR
Tipos de Disjuntores – Instalações Elétricas Residenciais de Baixa Tensão
De acordo com o item 5.1.3.2.2 da norma NBR 5410, o
dispositivo DR é obrigatório nos seguintes casos:

1. Em circuitos que sirvam a pontos de utilização


situados em locais que contenham chuveiro ou
banheira.

2. Em circuitos que alimentam tomadas situadas em


áreas externas à edificação.
Quando o Dispositivo
DR é Obrigatório 3. Em circuitos que alimentam tomadas situadas em
áreas internas que possam vir a alimentar
equipamentos na área externa.

4. Em circuitos que sirvam a pontos de utilização


situados em cozinhas, copas, lavanderias, áreas de
serviço, garagens e demais dependências internas
normalmente molhadas ou sujeitas a lavagens.
INSPEÇÃO VISUAL: CONDIÇÕES PRESCRITAS E REAIS

EM

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS DE BAIXA TENSÃO


PRESCRITAS REAIS

CONDIÇÕES
Prumada 2
Prumada 4

Prumada 1
Prumada 3

Fonte: Imagem – Google


Agrupamento de Conjunto de Medidores
Fonte: Imagem – Google
Planta Elétrica – Pav. Tipo Diagrama Unifilar - Pav. Tipo
Fonte: Imagem – Google
Correlacionar Medição
Cabo e Disjuntor

Fonte: Imagem – Google


CORRELAÇÃO

ENTRE

CABOS ELÉTRICOS E SUA PROTEÇÃO POR DISJUNTORES


Como Correlacionar
Cabo Elétrico e sua
Proteção através de
Disjuntor?

Ip ≤ In ≤ Iz

I2 ≤ 1,45xIz

Fonte: Imagem – Google


MEDIÇÕES DE GRANDEZAS ELÉTRICAS

RESISTÊNCIA, TENSÃO E CORRENTE ELÉTRICA


Medição da Tensão a que os cabos estão submetidos

Medição
de
Tensão Elétrica Medição da Tensão na tomada

Fonte: Imagem – Google


Medição da Tensão a que os cabos estão submetidos

Medição
de
Tensão e Corrente Elétrica
Medição de Corrente no Cabo Elétrico

Fonte: Imagem – Google


Medição
de
Resistência de Aterramento

ABNT – NBR – 15.749

Fonte: Imagem – Google


Montagem do Quadro de Distribuição

Diagrama Unifilar da Instalação

Fonte: Imagem – Google


IDENTIFICAÇÕES E ADVERTÊNCIAS

NOS QUADRO DE ELÉTRICOS


6.5.4.8 Os conjuntos, em especial os
quadros de distribuição, devem ser
instalados em local de fácil acesso e
ser providos de identificação do lado
externo, legível e não facilmente
removível.
6.5.4.9 Todos os componentes de um
conjunto devem ser identificados, e de
tal forma que a correspondência entre
componente e respectivo circuito possa
ser prontamente reconhecida.
Essa identificação deve ser legível,
indelével, posicionada de forma a evitar
qualquer risco de confusão e, além disso,
corresponder à notação adotada no
projeto (esquemas e demais documentos).

Fonte: Imagem – Google


6.5.4.10 Os quadros de distribuição destinados a instalações
residenciais e análogas devem ser entregues com a seguinte advertência:
ADVERTÊNCIA
1. Quando um disjuntor ou fusível atua, desligando algum circuito ou a
instalação inteira, a causa pode ser uma sobrecarga ou um curto-circuito.
Desligamentos freqüentes são sinal de sobrecarga. Por isso, NUNCA troque
seus disjuntores ou fusíveis por outros de maior corrente (maior
amperagem) simplesmente. Como regra, a troca de um disjuntor ou fusível
por outro de maior corrente requer, antes, a troca dos fios e cabos
elétricos, por outros de maior seção (bitola).
2. Da mesma forma, NUNCA desative ou remova a chave automática de
proteção contra choques elétricos (dispositivo DR), mesmo em caso de
desligamentos sem causa aparente.
Se os desligamentos forem freqüentes e, principalmente, se as tentativas de
religar a chave não tiverem êxito, isso significa, muito provavelmente, que a
instalação elétrica apresenta anomalias internas, que só podem ser
identificadas e corrigidas por profissionais qualificados.
A DESATIVAÇÃO OU REMOÇÃO DA CHAVE SIGNIFICA A ELIMINAÇÃO
DE MEDIDA PROTETORA CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS E RISCO DE
VIDA PARA OS USUÁRIOS DA INSTALAÇÃO.
6.5.4.11 A advertência de que trata 6.5.4.10 pode vir de fábrica ou
ser provida no local, antes de a instalação ser entregue ao usuário, e não
deve ser facilmente removível.

Fonte: Imagem – Google


Deve incluir no mínimo a verificação dos
seguintes pontos:

a) medidas de proteção contra choques elétricos, conforme 5.1;


b) medidas de proteção contra efeitos térmicos, conforme 5.2;
NBR 5410 c) seleção e instalação das linhas elétricas, conforme 6.2;
d) seleção, ajuste e localização dos dispositivos de proteção,
Inspeção Visual conforme 6.3;
e) presença dos dispositivos de seccionamento e comando, sua
adequação e localização, conforme 5.6 e 6.3;
f) adequação dos componentes e das medidas de proteção às
condições de influências externas existentes, conforme 5.2.2,
6.1.3.2 ,6.2.4, seção 9 e anexo C;
g) identificações dos componentes, conforme 6.1.5;
h) presença das instruções, sinalizações e advertências
requeridas;
i) execução das conexões, conforme 6.2.8;
j) acessibilidade, conforme 4.1.10 e 6.1.4.
Em Resumo...........

Qual a vida útil dos Cabos Elétricos?


.

“A vida útil de um cabo é cerca de 20 anos, considerando sua


utilização em temperaturas não superiores à temperatura
máxima para o serviço contínuo. Admite-se que, para cada 5°C
além do Ø z , cai pela metade a vida útil do cabo. Assim, por
exemplo, estima-se que um condutor de cobre isolado com PVC
(Ø= 70ºC) dure dez anos com 75°C, dois anos e meio com 85ºC,
e pouco mais de sete meses com 95ºC, desde que opere em
regime contínuo com a corrente de sobrecarga mantida.”
INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA

EM

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAS DE BAIXA TENSÃO


Inspeção Termográfica

A Inspeção Termográfica é a técnica


de inspeção não destrutiva realizada
com a utilização de sistemas
infravermelhos, para a medição de
temperaturas ou observação de
padrões diferenciais de distribuição
de calor, com o objetivo de propiciar
informações relativas à condição
operacional de um componente,
equipamento ou processo.

Ilustração através de Termovisores


Fonte: Imagem – Google
APLICAÇÃO NO SISTEMA ELÉTRICO PREDIAL DE BAIXA TENSÃO

UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA

Monitoramento da temperatura dos Risco de Incêndio são condições que


componentes elétricos utilizados em instalações criam o potencial para um incêndio e
elétricas prediais (cabos elétricos, conectores, possuem no mínimo os seguintes
disjuntores, etc), visando à detecção das não atributos:
conformidades térmicas desses componentes a) Importância de um possível
no estagio inicial. Com isso, podemos evitar, incêndio;
assim, possíveis incêndios de origem b) Consequência da perda em potencial;
termoelétrica e, paradas desnecessárias dos c) Probabilidade de ocorrência em
equipamentos utilizados na área comum e nas algum momento
áreas internas das edificações. NBR 13231:2014

NÃO ESQUECER QUE A ELETRICIDADE É FONTE DE CALOR


INCIDÊNCIA DE INCÊNDIO DOMÉSTICO

EM

CADA AMBIENTE DA CASA


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI155642-15201,00.html
PORTABILIDADE

DO

SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO


DESTAQUE
Alemanha
O CONSUMIDOR PODERIA
ESCOLHER ENTRE AS 150
EMPRESAS QUE COMERCIALIZAM
ENERGIA EM TODO O PAÍS. PELA
INTERNET, O CLIENTE
SELECIONARIA UMA EMPRESA E
ASSINARIA UM CONTRATO DE
UM OU DOIS ANOS;

Fonte: Extra.com.br – 28 de junho de 2015 – Contas de luz mais baratas


RESPONSABILIDADE CIVIL

PROFISSIONAL LIBERAL NO EXERCÍCIO DA PROFISSÃO


SISTEMA
PROFISSIONAL

PROFISSÕES REGULAMENTADAS – ATIVIDADES PRIVATIVAS

SISTEMA
EDUCACIONAL
NORMAS LEGAIS

Constituição
Federal
PRINCÍPIO DA SUPREMACIA

DA Leis Ordinárias

CONSTITUIÇÃO
Decretos / Resoluções / Decisões
Normativas / etc.
Constituição Federal de 1998
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros
residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à
igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

I - .........

II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa


senão em virtude de lei;
....................

XIII - é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão,


atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;
Responsabilidade Civil

Noções Básicas Decorre do mau exercício profissional e


que repercute num dano privado,
econômico (ao contratante, à sociedade
em geral, etc...)

NÃO EXISTE RESPONSABILIDADE CIVIL SEM DANO


Elementos da
Responsabilidade
Civil Elementos da Responsabilidade Civil

São elementos presentes em toda e qualquer


responsabilidade civil. São três os elementos
fundamentais:
- Culpa,
- nexo de causalidade
- dano ou prejuízo.
TIPOS DE
RESPONSABILIDADES REPERCUSSÕES

- Financeira: (danos materiais,


Civil: (Pecuniária) lucros cessantes, perdas e
danos etc.)
- Profissional
Criminal: (Prisão)
- Moral
- Criminal
Administrativa: (Punição disciplinar)

CC, ART. 944. A INDENIZAÇÃO MEDE-SE PELA EXTENSÃO DO DANO.


Responsabilidade Objetiva
Responsabilidade Código Civil
Civil

Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186


e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a
repará-lo.
Parágrafo único – Haverá obrigação de
reparar o dano, independentemente de culpa,
nos casos especificados em lei, ou quando a
atividade normalmente desenvolvida pelo
autor implicar, por sua natureza, risco para os
direitos de outrem.
Código de Defesa
do Consumidor
O Código de Defesa do Consumidor, Lei
8.078/90, teve por finalidade regulamentar a
Proteção e Defesa do Consumidor. Com isso,
restou consolidado que os fornecedores de
serviços seriam submetidos à responsabilidade
civil objetiva, isto é, sem a necessidade de
aferição de culpa.

Ocorre que, no entanto, o art. 14 § 4º


estabelece, expressamente, que os profissionais
liberais serão responsabilizados apenas quando
presente o requisito da culpa.
Código
do CDC
Art.14,§4 Autovistoria
Consumidor

Profissional Liberal
Modalidades
de
Imperícia Culpas Negligência

Imprudência
Modalidades de culpa: Imprudência, Imperícia e Negligência

Imperícia:
Imprudência:
Para que seja configurada a
Negligência: imperícia é necessário A imprudência, por sua vez,
constatar a inaptidão, pressupõe uma ação precipitada
Na negligência, alguém deixa ignorância, falta de e sem cautela. A pessoa não
de tomar uma atitude ou qualificação técnica, teórica deixa de fazer algo, não é uma
apresentar conduta que era conduta omissiva como a
ou prática, ou ausência de
esperada para a situação. Age negligência. Na imprudência, ela
conhecimentos elementares e
com descuido, indiferença ou age, mas toma uma atitude
desatenção, não tomando as básicos da profissão. Ex: O
diversa da esperada. Ex: O
devidas precauções. Ex: O profissional que realiza motorista que circula pelas áreas
empregador que não cumpre as serviços em internas e externas da indústria
normas preventivas de instalações elétricas, sem acima da velocidade máxima
segurança e saúde do trabalho. qualificação obrigatória. estabelecida.
Interfaces
Técnicas e Legais

Dimensionamento

de

Sistema Elétrico
NBR 5419/2015

PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS


A ABNT NBR 5419/2015, sob o título geral PROTEÇÃO CONTRA
DESCARGAS ATMOSFÉRICAS, é composta das seguintes partes:

— Parte 1: Princípios gerais;

— Parte 2: Gerenciamento de risco;

— Parte 3: Danos físicos a estruturas e perigos à vida;

— Parte 4: Sistemas elétricos e eletrônicos internos na estrutura.


A necessidade de proteção, os benefícios econômicos da
instalação de medidas de proteção e a escolha das medidas
adequadas de proteção devem ser determinados em termos do
gerenciamento de risco. O método de gerenciamento de
risco está contido na ABNT NBR 5419-2.
Não há dispositivos ou As medidas de proteções consideradas na ABNT NBR 5419
métodos capazes de são comprovadamente eficazes na redução dos riscos
modificar os fenômenos associados às descargas atmosféricas.
climáticos naturais a ponto Todas as medidas de proteção contra descargas atmosféricas
de se prevenir a formam a proteção completa contra descargas atmosféricas.
ocorrência de descargas Por razões práticas, os critérios para projeto, instalação e
atmosféricas. As manutenção das medidas de proteção são considerados em
descargas atmosféricas dois grupos separados:
que atingem estruturas — o primeiro grupo se refere às Medidas de proteção para
reduzir danos físicos e riscos à vida dentro de uma
estrutura e está contido na ABNT NBR 5419-3;
— o segundo grupo se refere às Medidas de proteção para
reduzir falhas de sistemas elétricos e eletrônicos em uma
estrutura e está contido no ABNT NBR 5419-4.
SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS

(SPDA)
Um SPDA consiste em:

a) um sistema externo de proteção contra descargas atmosféricas e


b) um sistema interno de proteção contra descargas atmosféricas.

As funções do SPDA externo são:

a) interceptar uma descarga atmosférica para a estrutura (com um subsistema


de captação);
b) conduzir a corrente da descarga atmosférica seguramente para a terra (com
um subsistema de descida);
c) dispersar esta corrente na terra (com um subsistema de aterramento).

A função do SPDA interno é evitar centelhamento perigoso na estrutura,


utilizando a ligação equipotencial ou a distância de segurança s (e,
consequentemente, isolação elétrica), entre os componentes do SPDA e outros
elementos condutores internos à estrutura.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ENDEREÇOS ELETRÔNICOS
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

-Instalações Elétricas – Pearson – 5 Edição – 3 Reimpressão - 2012.


- Norma de Inspeção Predial, disponível no site www.ibape-sp.org.br.
- Norma Técnica ABNT NBR 13.752 – Perícias de engenharia na construção civil.
- ABNT NB 5419/2015 – Proteção contra descarga atmosférica.
- ABNT NBR 16.254-1/2014 – Materiais para sistemas de aterramento.
- ABNT NBR 5.410/2008 – Instalações elétricas de baixa tensão.
- NBR 5674 da ABNT – Manutenção de edificações.

-ABNT NBR 14.037:1998 – Manual de operação, uso e manutenção das edificações – Conteúdo e
recomendações para elaboração e apresentação.

- Light- Recon – BT- Regulamentação para fornecimento de energia elétrica a consumidores em


Baixa Tensão – Novembro 2016
ENDEREÇOS ELETRÔNICOS

http://www.planalto.gov.br
http://www.mte.gov.br
http://www.fundacentro.com.br
http://www.abnt.org.br
http://www.segurancaetrabalho.com.br