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PROGRAMA DE GERENCIAMENTO Nº DATA OBRA

DE RISCOS 002 12/09/2014 004


PGR
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS (PGR), DO AUTO POSTO
DRAGÃO LTDA – RODOVIA BR 22, KM 206, Nº 2010 – DER – ITAPECURU MIRIM
/ MA.

RAZÃO SOCIAL.
AUTO POSTO DRAGÃO LTDA

CADASTRO NACIONAL DA PESSOA JURÍDICA - C.N.P.J.


08.294.322/0003-64

CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADE ECONÔMICA - C.N.A.E.


47.31-8-00 – Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores

LOGRADOURO NÚMERO COMPLEMENTO


Rodo. BR 22, Km 206 2010 Em frente ao Cemitério

CEP BAIRRO MUNICÍPIO Nº TRABALHADORES UF


65485 - 000 DER Itapecuru Mirim 5 MA

DDD TELEFONE RESPONSAVEL TÉCNICO DO PGR


CÉSAR ROBERTO N. GUIMARÃES
+55(98) 9177-3034 CREA/CONFEA: 020983995-3

GRAU DE RISCO HORÁRIO DE TRABALHO


De domingo a domingo (05:00 ás 21:00) sistema
03 turno de revezamento

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SUMÁRIO

1. OBJETIVOS ...................................................................................................................... 5
1.1 .OBJETIVO GERAL. ................................................................................................................... 5
1.2 .OBJETIVO ESPECÍFICO. ........................................................................................................... 5
1.3 .APLICAÇÃO. ............................................................................................................................ 5
1.1. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO ............................................................................ 7
Imagem geral da obra. .................................................................................................................... 7
Projeto do canteiro ......................................................................................................................... 7
2. MAPA DE LOCALIZAÇÃO DA OBRA ........................................................................ 9
1.2. CRONOGRAMA ...................................................................................................................... 10
1.3. INFRAESTRUTURA ................................................................................................................. 10
3. ELEMENTOS DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS ................... 12
1.4. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL ....................................... 12
1.5. CLASSE DOS MATERIAIS SÓLIDOS UTILIZADOS NA OBRA (canteiro)..................................... 14
4. ESTIMATIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS POR CLASSE E TIPO DE RESÍDUO
NO CANTEIRO DE OBRA (EM KG OU M³) .................................................................... 16
1.6. ESTIMATIVA QUANTITATIVA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS GERADOS POR CLASSE NO CANTEIRO
DE OBRA ............................................................................................................................................ 18
1.7. SELEÇÃO DO RESÍDUO GERADO NO CANTEIRO DE OBRA ..................................................... 19
4.2.1 Esquema de um Sistema de Gerenciamento de Resíduos ................................................... 20
1.8. MINIMIZAÇÃO DOS RESÍDUOS GERADOS ............................................................................. 21
4.3.1 Mobilização dos Envolvidos na Obra............................................................................. 21
4.3.2 Campanhas educativas .................................................................................................. 21
4.3.3 Planejamento ................................................................................................................ 21
4.3.4 Recursos Hídricos .......................................................................................................... 21
4.3.5 Consumo de Energia...................................................................................................... 21
4.3.6 Resíduos Classe A .......................................................................................................... 22
4.3.7 Resíduos Classe B .......................................................................................................... 22
4.3.8 Resíduos Classe C .......................................................................................................... 22
4.3.9 Resíduos Classe D .......................................................................................................... 22
4.3.10 Busca Por Inovações ...................................................................................................... 22
4.3.11 Compostagem ............................................................................................................... 22

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5. SEGREGAÇÃO DOS RESÍDUOS ................................................................................ 23
1.9. NA ORIGEM ........................................................................................................................... 23
1.10. NAS ÁREAS DE DESTINO .................................................................................................... 23
1.11. ATEROS SANITÁRIOS ......................................................................................................... 23
6. ACONDICIONAMENTO/ARMAZENAMENTO ...................................................... 24
7. TRANSPORTE ............................................................................................................... 26
1.12. DESTINAÇÃO FINAL ........................................................................................................... 27
1.13. LICENÇAS ........................................................................................................................... 28
1.14. FLUXOGRAMA DO PLANO ................................................................................................. 28
8. REFERÊNCIAS .............................................................................................................. 29

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1. OBJETIVOS

1.1 .OBJETIVO GERAL.

Garantir a salubridade nos locais de trabalho, preservar a saúde e a


integridade física dos trabalhadores, prevenir os riscos ocupacionais capazes
de provocar doenças profissionais, controlar os riscos ambientais que possam
causar danos à saúde e, assegurar aos trabalhadores padrões adequados de
saúde e bem estar no ambiente de trabalho.

1.2 .OBJETIVO ESPECÍFICO.

 Controlar os Riscos Ambientais, com ações e medidas de controle indi-


viduais ou coletivas que preservem à saúde e a integridade física dos
tra-balhadores em relação aos agentes e riscos presentes nos locais
de tra-balho;
 Monitorar as possíveis exposições dos trabalhadores aos riscos
ambien-tais existentes no local de trabalho;
 Avaliar de maneira criteriosa a execução do programa;
 Preservar o meio ambiente e os recursos naturais.

1.3 .APLICAÇÃO.

As ações do PGR estão presentes no PPRA devem ser desenvolvidas


no âmbito de cada estabelecimento do empregador, sob a responsabilidade
de seu representante legal e participação daqueles investidos em cargos de
chefia e dos trabalhadores em geral, sendo sua abrangência e profundidade,
dependentes das características dos riscos e das respectivas necessidades
de controle.

Condição imprescindível ao êxito dos objetivos do presente programa,


todos os envolvidos no processo de trabalho das atividades desenvolvidas na
empregadora deverão estar aptos e conhecer suas tarefas e os riscos a elas
ine-rentes, de modo a trabalharem com segurança e conforto.

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Para tanto, deverão receber treinamento adequado e habilitação
técnica para o exercício de suas respectivas funções. Ainda, divulgado e
conhecido por todos os que integram as atividades da empregadora, deverá
ser auditado periodicamente para avaliação dos resultados e adoção de
medidas corretivas, quando necessárias.

1.4 .DOCUMENTO BASE.

 O Documento Base e suas alterações deverão estar disponíveis e


de acesso imediato quando solicitado pelas autoridades
fiscalizadoras, devendo, o mesmo ser apresentado e discutido com
os empregados.

 Todos os dados deverão ser mantidos arquivados durante o período


de 20 (vinte) anos, constituindo-se no banco de dados com o
histórico administrativo e técnico do desenvolvimento do Programa
de Pre-venção de Riscos Ambientais.

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2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS

1.1. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO

Imagem geral da obra.

Figura 01 – Obra Brasil Mineração Oceânica Ltda. 2014.

Projeto do canteiro

Planta arquitetônica de implantação da obra, incluindo o canteiro de obras,


área de projeção da construção, área de vivência, área de coleta seletiva e etc.

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OBS: UTILIZAR COMO MATERIAL DE REFERENCIA MEMORIAL DESCRITIVO E
PROJETO EXECUTIVO DA OBRA.

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3. MAPA DE LOCALIZAÇÃO DA OBRA

Figura 02 – Planta de Localização do Empreendimento. 2014.

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1.2. CRONOGRAMA

Sempre consultar cronograma de execução da obra. O Ministério do Meio


Ambiente (MMA) coordena, na esfera Federal, o Programa de Resíduos Sólidos
Urbanos. A despeito da implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, o
gerador dos resíduos da construção civil é corresponsável pela sua destinação
correta.

Figura 03 – Proposta de Gestão de Resíduos – Canteiro da Obra, 2014.

1.3. INFRAESTRUTURA

Caracterização do sistema: Fundação em estaca escavada mecanicamente,


sapata isolada, viga baldrame e tubulão.
1. Tipos de formas utilizadas:
Formas de madeira e escora metálicas.
2. Tipo de concreto:
Rodado em obra para concretagem de pequenos volumes. Usinado na
maioria das peças estruturais.
3. Aço:
Dobrado e cortado na obra. Montagem da estrutura metálica (Solda).

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4. Alvenaria
Tipos de alvenaria: Alvenaria de vedação com tijolo/bloco cerâmico não
estrutural e alvenaria estrutural em bloco cerâmico. Argamassa de assentamento:
100% rodada em obra. Execução de vergas e contra vergas: Moldada in loco ou pré-
moldada na obra. Ligações alvenaria x estrutura: chapisco cimento.
5. Instalações Hidro – Sanitárias
Instalação em shafts com utilização placa cimentícia ou alvenaria não
estrutural. E utilização de água natural.

6. Instalações Elétricas
Instalação aparente em teto (forro) Eletrodutos Industrial PEAD / embutidas
em paredes e laje/piso.

7. Revestimentos
Chapisco – Utilização de chapisco fabricada em obra e aplicada
manualmente. Emboço – Uso de argamassa fabricada em obra e aplicada
manualmente. Reboco – Uso de argamassa fabricada em obra e aplicada
manualmente. Acabamento – Gesso (forro e liso), cerâmica, porcelanato, laminado,
piso elevado e pedras em geral. Lajes maciças concretadas in loco, pré-fabricado,
maciça e nervurada.
8. Telhado
Telhado ecológico. E telha de Aço Zincado
9. Demolição
Não haverá demolição como mostra a figura 04 logo a seguir.

Figura 04: Levantamento de Campo (adaptado pelo autor) 2014.

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4. ELEMENTOS DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS

A resolução 307 do CONAMA regulamenta a respeito da destinação, reuso


e reciclagem dos resíduos produzidos pela construção civil. Para tanto, desde 1999,
caçambeiros, professores e construtores vinham se reunindo, sendo que somente
em julho de 2002, estabeleceram-se as novas regras para o resíduo de Demolição e
Construção.

1.4. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL

I - Classe A - São os resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados,


tais como:
a) De construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de
outras obras de infraestrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem;
b) De construção, demolição, reformas e reparos de edificações:
componentes cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento etc.),
argamassa e concreto;
c) De processo de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas em
concreto (blocos, tubos, meios-fios etc.) produzidas nos canteiros de obras;

II - Classe B - São os resíduos recicláveis para outras destinações, tais


como: plásticos, papel, papelão, metais, sobras de chapas, sobras de solda arco
elétrico, vidros, madeiras e gesso (limpo); (Nova redação dada pela Resolução
431/11).

III - Classe C- São os resíduos para os quais não foram desenvolvidas


tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem
ou recuperação; (Nova redação dada pela Resolução 431/11). Exemplos: Manta
asfáltica; lã de vidro, peças em fibra de vidro, gesso (sujo) acartonado.

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IV - Classe "D": São resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais
como tintas, solventes, óleos e outros ou aqueles contaminados ou prejudiciais à
saúde oriundos de demolições, reformas e reparos de clínicas radiológicas,
instalações industriais e outros, bem como telhas e demais objetos e materiais que
contenham amianto ou outros produtos nocivos à saúde (Redação dada pela
Resolução nº 348/04).
Exemplo: tintas (a base de água ou óleo, solventes, óleos, vernizes, produtos
químicos, peças ou pedaços de amianto e outros, ou aqueles contaminados com
esses resíduos como pincéis secos, latas com restos de tintas, etc.).

Com esses medias favorecendo a reciclagem destes resíduos, diminuindo a


retirada de matérias-primas e desperdícios das fontes geradoras. Esse é o princípio
dos 3R`s, onde esta prática define-se em:

 Reduzir: É a primeira etapa, a mesma consiste em ações que


proporcione a diminuição de quantidade de lixo produzido este
conceito é localizado no capítulo 4 da Agenda 21, exemplifica-se com
a utilização de pilhas recarregáveis ou alcalinas, pois polui menos o
meio ambiente.
 Reutilizar: É a segunda etapa, procedimento de aproveitar-se dos
resíduos sólidos sem sua transformação biológica, física ou físico-
química (BRASIL, 2010), podendo adotar como uma ação, por
exemplo, a reutilização de embalagens, potes de vidros, plásticos ou
papel.
 Reciclar: É a terceira etapa, processo de transformação que abrange
um conjunto de técnicas alterando suas propriedades físicas, físico-
químicas ou biológicas, visando à transformação em insumos e
minimização de novos produtos (BRASIL, 2010).
No início dos 3R`s ocorreram desafios objetivando a construção de uma
nova era da ordem sócio ambiental – o desenvolvimento sustentável, tendo como
referência em outros 2R, sendo estes a reflexão e a responsabilidade (RIBEIRO,
2003).

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1.5. CLASSE DOS MATERIAIS SÓLIDOS UTILIZADOS NA OBRA (canteiro)

MATERIAL CLASSE
Aço de construção B
Alumínio (esquadrias, marmitex e etc.). B
Arame B
Areia A
Argamassa endurecida A
Bloco de concreto A
Brita endurecida com argamassa A
Cal limpa B
Cal em massas/argamassas A
Carpete B
Cerâmica A
Concreto armado A
Concreto endurecido A
Desmoldante D
Entulho alvenaria A
Entulho concreto A
EPI – Equipamentos de Proteção Individual e uniformes usados C
Estopa suja D
Ferro, Restos de Solda, Vergalhões. B
Fio ou cabo (alumínio, cobre, etc.) B
Graxa D
Impermeabilizantes D
Lataria com tinta D
Latas (Aço, ferro). B
Lixas usadas C
Louça A
Madeira compensada, serrada e etc. B
Manta asfáltica C

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Massa corrida C
Massa de vidro C
Material de escavação aproveitável A
Papel de massa e argamassa (Cimento) B
Papel de embalagens B
Papel documentos/escritório B
Papelão de embalagens dos Equipamentos B
Peças em fibrocimento D
Pedras em geral (mármore, granito, pedra bruta, pedra brita). A
Perfis metálicos ou metalon B
Plástico contaminado com argamassa B
Plástico (conduítes, espaçadores, mangueiras de laje e forma). B
Prego B
PVC B
Rejunte limpo B
Rejunte usado A
Rolo, pincel, trincha (com tinta seca). D
Sacos de papelão contaminados com cimento ou argamassa. B
Silicone D
Sobra de demolição de bloco de concreto com argamassa A
Solo (escavado) orgânico ou com vegetação A
Solvente D
Telas galvanizadas e telas de nylon B
Telha, bloco ou tijolo cerâmico. A
Textura D
Tinta a base de água e/ou óleo D
Tubo de ferro galvanizado B
Tubo de poliuretano C
Vidro B
Fonte: NBR 10004/04 – Classificação – (adaptado pelo autor) 2014.

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5. ESTIMATIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS POR CLASSE E TIPO
DE RESÍDUO NO CANTEIRO DE OBRA (EM KG OU M³)

Para obtenção dos resultados foi realizadas as seguintes atividade:


Diagnóstico preliminar dos procedimentos operacionais antes da implantação e
Procedimentos operacionais para a implantação do projeto para tomada de decisão
quanto às medidas mitigadoras.

A coleta é considerada uma das atividades gerenciais ligadas aos resíduos


sólidos urbanos. Esta operação envolve desde a partida do veículo de sua garagem,
incluindo todo o percurso gasto na viagem para retirada dos resíduos dos lugares
onde foram acondicionados e até a sua volta ao ponto de onde partiu.

Figura 05: Google imagem (adaptado pelo autor) 2014.

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A TABELA LOGO A SGUIR MOSTRA A PESPECTIVA DE GERAÇÃO.

CLASSE B

. P = Pequena geração M = Média geração G = Grande geração

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1.6. ESTIMATIVA QUANTITATIVA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS GERADOS
POR CLASSE NO CANTEIRO DE OBRA

Segundo a RESOLUÇÃO CONAMA nº 358, de 29 de abril de 2005


Publicada no DOU nº 84, de 4 de maio de 2005, Seção 1, páginas 63-65.
Considerando a necessidade de minimizar riscos ocupacionais nos ambientes de
trabalho e proteger a saúde do trabalhador e da população em geral.
Considerando a necessidade de estimular a minimização da geração de resíduos,
promovendo a substituição de materiais e de processos por alternativas de menor
risco, a redução na fonte e a reciclagem, dentre alternativas.

CLASSE DESCRIÇÃO DO MATERIAL QUANTIDADE (M³)


Entulho de alvenaria e concreto, pedras, 16.208 Kg
restos de argamassa, Solo escavado, telhas e 1.400 M²
A
etc. 130 M³
Alumínio (esquadrias, marmitex e etc.), aço,
ferro (grades), fio de cobre com PVC, gesso
seco limpo, latas, papel massa e argamassa,
madeira (fôrma, escora e etc.), papel de 58 Unid.
embalagens, papel documentos/escritório, 429 Kg
B
papelão de embalagens, perfis metálicos, 553 M²
plástico de embalagens, plástico de PVC e
instalações, tubo de ferro galvanizado, vidro e
etc.
Estopa, gesso acartonado, sujo ou misturado,
C
isopor, lixas usadas, manta asfáltica, massa 100 Unid.
de vidro, tubo de poliuretano. 54 Kg
145 m
Tintas e sobras de material de pintura, latas e 20 L
D
sobras de aditivos /desmoldante e etc. 4 Kg
Fonte: NBR 10004/04 – Estimativa de Geração – (adaptado pelo autor) 2014.

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1.7. SELEÇÃO DO RESÍDUO GERADO NO CANTEIRO DE OBRA

Para a coleta seletiva existe um sistema de identificação de fácil


visualização, segundo a Resolução n° 275/01 do CONAMA estabelece o código de
cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na indetificaçãode
coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta
seletiva.
A seleção dos resíduos será feita separando-os de acordo com a sua
classificação. Será utilizado o padrão de cores abaixo para identificação dos
coletores e/ou locais de destinação/armazenamento:
a) Orgânico (restos de alimentos e banheiros) - Marrom
b) Classe A – Azul
c) Classe B – Verde
d) Classe C – Vermelha
e) Classe D – Preta

Manter identificação indicando o tipo de resíduo ali contido. Quando forem


utilizadas caçambas para conter os resíduos, estas serão identificadas por placas
indicativas pertinentes.
A coleta de resíduos contaminados proveniente de pequenos derrames e/ou
vazamentos será feita em coletores devidamente tampados e sinalizados e enviada
para depósito de resíduos contaminados. Para grandes vazamentos a coleta será
feita em caçambas. Resíduos sólidos serão coletados de maneira a prevenir
problemas de saúde pública, riscos com a segurança e meio ambiente e outros
incômodos, bem como a segurança dos funcionários envolvidos.

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4.2.1 Esquema de um Sistema de Gerenciamento de Resíduos

PRINCIPAIS PRINCIPAIS
ATIVIDADES NA PRODUTO FINAL
TECNOLOGIAS
GESTÃO DE RESÍDUOS

PRODUÇÃO, COMÉRCIO E
SELEÇÃO RECICLAGEM
CONSUMO.

RESÍDUOS SÓLIDOS
GERADOS

COLETA

TRANSPORTE ESTAÇÃO DE TRANSBORDO

SELEÇÃO MANUAL
RECICLAGEM
SELEÇÃO MECÂNICA

TRIAGEM, TRATAMENTO
COMPOSTAGEM MELHORIAS DO SOLO
(OPCIONAL).

INCINERAÇÃO ENERGIA TÉRMICA

VARRIÇÃO RECICLAGEM /COMPOS.

RECUPERAÇÃO DO
DEPOSIÇÃO/ATERRO
TERRENO

Fonte: Cempre, adaptação – Autor – 2014.

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1.8. MINIMIZAÇÃO DOS RESÍDUOS GERADOS

Descrição dos procedimentos a serem adotados para minimização da


geração dos resíduos dentro dos canteiros de obra:

4.3.1 Mobilização dos Envolvidos na Obra

São de grande importância para o sucesso do projeto a aplicação do


sistema de Educação Ambiental e Gestão Ambiental do Canteiro, estabelecendo um
nível de confiança para com os geradores de resíduos e nossa disposição para
transformá-lo em realidade.

4.3.2 Campanhas educativas

Ações conjuntas dos departamentos de Qualidade, Recursos Humanos e


Segurança do Trabalho visando garantir o envolvimento e a sensibilização de todos
os funcionários com a questão da sustentabilidade dentro dos canteiros de obra.
Através de treinamentos, cartazes, gestão a vista, reuniões frequentes com os
gestores da obra (engenheiro, mestre e encarregado de obra, almoxarifes e etc.).
Manutenção e constante incentivo a programa três Rs.

4.3.3 Planejamento

Seguir planejamento da obra observando cada etapa da obra e suas


peculiaridades, evitando retrabalho, falta e/ou excesso de material e pessoal nas
obras. Acompanhando e cobrando a qualificação de fornecedores de serviço e
material.

4.3.4 Recursos Hídricos

Verificar o regime de chuvas da região e criar dispositivos para reter as


águas de chuva e utilizá-las em várias operações no canteiro de obras, preparo de
argamassa, limpeza de ferramentas, e outras utilizações.

4.3.5 Consumo de Energia

Garantir que todos os equipamentos são retirados da tomada ao final do dia.


Em locais de iluminação mecânica utilizar lâmpadas fluorescentes.
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4.3.6 Resíduos Classe A

Reaproveitamento na obra utilizando entulhos de alvenaria e concreto,


pedras e solo escavado em nivelamento de terreno ou pavimentos através da
compactação. Utilizando resto de argamassa no assentamento de patentes, marcos
e esquadrias.

4.3.7 Resíduos Classe B

Utilizar nas amarrações ou vigamento de portas e janelas as pontas de ferro.


Reutilizar as madeiras em formas, escoras ou rampas de passagens provisórias.
Reutilizar canos e fios na instalação dos canteiros de obra de outros
empreendimentos.

4.3.8 Resíduos Classe C

Resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações


economicamente viáveis realizar correta destinação.

4.3.9 Resíduos Classe D

Reutilizar tintas e texturas na instalação dos canteiros de obra de outros


empreendimentos.

4.3.10 Busca Por Inovações

Utilizar novas tecnologias e buscar soluções criativas respeitando os


princípios e valores da empresa. Buscar novos materiais e equipamentos, bem como
capacitação da mão-de-obra.

4.3.11 Compostagem

Processo de compostagem está sendo estudado um projeto de parceria com


uma Escola Família Agrícola que fica situada na comunidade onde se encontra as
instalações da obra, para com as folhas e restos de resíduos orgânicos, para
futuramente serem reutilizadas como adubo no paisagismo, pequenas hortas
orgânicas e na manutenção dos jardins.

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6. SEGREGAÇÃO DOS RESÍDUOS

O processo se inicia com a seleção e separação dos materiais recicláveis


dos rejeitos.

1.9. NA ORIGEM

Acondicionamento separado dos diferentes tipos de resíduos.


Primeiramente em coletores específicos para cada tipo de resíduo sólido colocado
em todas as frentes de trabalho para posteriormente serem acondicionados em
Depósito de Resíduos no Canteiro de Obras.

Figura 06: Google imagem (adaptado pelo autor) 2014.

1.10. NAS ÁREAS DE DESTINO

Local destinado e identificado para destinação dos resíduos no canteiro de


obras ou conforme especificado no item 4.2.

1.11. ATEROS SANITÁRIOS

Resíduos destinados em caçamba conforme seleção especificada no item


4.2.

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7. ACONDICIONAMENTO/ARMAZENAMENTO

O armazenamento dos resíduos sólidos será praticado de maneira a


prevenir a atração, abrigo ou geração de vetores e eliminar condições nocivas para
o meio ambiente. Terras, entulhos (alvenaria e concreto) e restos de material em
geral de classe A serão removidos dos pontos de geração para o bota fora indicado
quando não reutilizados na obra.
No canteiro de obra os resíduos estarão armazenados em duas Centrais de
Resíduos devido às dimensões do terreno favorecer, buscando facilitar o
acondicionamento e o armazenamento.
A primeira central de resíduos será mista em caçambas ou baias e latões em
locais com piso nivelado e impermeável, com cobertura em telhado para proteção de
intempérie (conforme figuras abaixo).

Figura 07: Google imagem (adaptado pelo autor) 2014.

Na segunda central de resíduos serão acondicionados apenas resíduos da


classe A em local demarcada e devidamente identificado.

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Figura 08: Google imagem (adaptado pelo autor) 2014.

Na utilização de caçambas para coletas de resíduos que tenham que ficar


dispostas fora do canteiro de obras, em ruas, será adotado dispositivo de sinalização
refletiva e identificação da empresa proprietária de modo a prevenir possíveis
acidentes com pedestres ou veículos.
Os resíduos oriundos das áreas de vivência serão armazenados em latas ou
recipientes em madeira com plástico preto e com tampa, serão removidos dos
pontos de geração para a central de resíduos conforme item 4.2 até sua disposição
final pela coleta urbana.
Lâmpadas, trapos/estopas contaminados com óleo ou tinta/solvente, lã de
vidro, serão acondicionados na central de resíduos conforme item 4.2 até o seu
envio para disposição final. Toda sucata metálica não contaminada será
acondicionada na Central de resíduos para posterior destino final.
Os resíduos líquidos ou pastosos serão armazenados em tambores de forma
que o volume da substância não ultrapasse 90% do volume do recipiente, será
encaminhado para central de resíduos ate sua destinação final.
Os resíduos líquidos oriundos da área da betoneira serão coletados em
canaleta e encaminhados para uma caixa em concreto separadora de água e
materiais de classe A, conforme croqui abaixo. Após separação a água será
reutilizada no processo (na produção de massas, argamassas e concretos, ou na
umidificação do canteiro de obra, na limpeza dos vestiários e sanitários e etc.) ou
encaminhada à rede de esgoto. E o material de classe A serão removidos e
reutilizados no canteiro de obra ou colocados na central de resíduos conforme item
4.2 até a sua disposição final.

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Fonte: Manual de Coleta ABRELP – 2014 (adaptado pelo autor)

8. TRANSPORTE

Todo e qualquer resíduo coletado serão transportados por empresas


devidamente licenciadas.
Os resíduos recicláveis (plásticos, papeis, vidros) e sucatas metálicas serão
removidos conforme demanda independendo da quantidade acumulada e
destinados conforme ANEXO A, sugerido no item 7.1.
O resíduo orgânico, diversos não contaminados e inertes industriais serão
recolhidos e transportados por caminhões contratados pela Prefeitura Municipal ou
empresa por esta contratada para fazer a coleta de lixo no município.
Será contratada empresa especializada no transporte de resíduos Classe A
que fará a remoção destes do ponto de acondicionamento ao destino sugerido no
item 7.1, quando não reutilizado no canteiro de obra. Todos os resíduos líquidos
serão acondicionados em tambores fechados, que não serão totalmente
preenchidos, deixando espaço de 10 % para dilatação e serão destinados conforme
item 7.1.

TODOS OS MATERIAIS TRANSPORTADOS DEVEM CONTER CTR


(COMPROVANTE DE TRANSPORTE DE RESÍDUOS) NBR 15.112/2004
DEVIDAMENTEPREENCHIDO, ASSINADOS E ARQUIVADOS NO CANTEIRO DE
OBRAS ATÉ ARQUIVAMENTO CONFORME PREVISTO NO CONTROLE DE
REGISTROS (CTR).

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS AUTOPOSTO DREGÃO 26


1.12. DESTINAÇÃO FINAL

A disposição final será autorizada pelo almoxarife, encarregado ou


engenheiro da obra através do formulário CTR encaminhados conforme tabelas
abaixo.
ANEXO A

USINA DE RECICLAGEM
NOME FANTASIA ENDEREÇO TELEFONE
Recimar Rec.Maranhão Ltda. Rua Santo Antônio, 659. (98) 3241-7193
Acoma Recicladora Av. Eng.º Emiliano
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Macieira, 40 Dis Indús. (98) 3241-7839
Reciclagem São Luís Rua Projeto, cinco, João (98) 3249-1756
Paulo.

Os rejeitos serão destinados ao aterro sanitário da Ribeira localizado na


cidade de São Luís/MA.

1.13. LICENÇAS

Todas as licenças pertinentes a legalidade da obra e do empreendimento,


devem estar do canteiro de obra ou no setor de origem dentro da validade.

1.14. FLUXOGRAMA DO PLANO

Elaboração Documento Definição de Metas Definição do Local de


armazenamento dos
PGRCC – CTR 3 Rs Resíduos.
SETOR QUALIDADE ENGENHARIA ENGENHARIA

Separação dos Treinamentos


Resíduos

Será realizado na ENGENHEIRO DA RH / QUALIDADE


Obra? OBRA

Sim

Não Preencher o CTR e


Arquivar na Obra

ENGENHEIRO DA
OBRA

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS AUTOPOSTO DREGÃO 28


Transporte e destinação
final Terceirizada (CTR)

ENGENHEIRO DA
Engenheiro César Roberto Nascimento Guimarães
Eng.º Mecânico / Ambiental
CONFEA 020983995-3
Responsável Técnico Pelo Plano

9. REFERÊNCIAS

BIDONE ANDRADE, Francisco Ricardo. Resíduos sólidos proveniente de


coletas especiais: reciclagem e disposição final. 1 ed. Rio de Janeiro: Rima ABS,
2001.

MALAVOLTA, E. Adubos e Adubações. 1 ed. São Paulo: Nobel, 2002.

ABNT. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICA. NBR 10004. Resíduos


sólidos – Classificação. Rio de Janeiro, 2004.

ABNT. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 11174.


Armazenamento de resíduos classe II – não inertes e III – inertes. Rio de Janeiro
1990.

ABRELPE - Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos


Especiais. Panorama dos Resíduos sólidos no Brasil 2010-São Paulo 2010.
BRASIL- Lei N° 12.305, de 2 de Agosto de 2010.

ABRELPE - Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos


Especiais. Panorama dos resíduos sólidos no Brasil 2013. Disponível em: <
http://www.abrelpe.org.br/panorama_edicoes. cfm>. Acesso em: 29 de abril de 2014.

ABRÃO, A. L. DE A. B.M.; GONDA, J.; SEIXAS, M.A.C.; POLIZER, M. A


problemática dos resíduos sólidos urbanos na cidade de Campo Grande – MS.
In: Anais do XXVII Congresso Interamericano de Engenharia Sanitária e
Ambiental. Porto Alegre: ABES 2002.

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS AUTOPOSTO DREGÃO 29


AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA-ANVISA. Resolução – ANVISA,
RDC nº 306, de 07 de dezembro de 2004. Diário Oficial da União. Brasília, 10 de
dezembro de 2004.

BARRETO JUNIOR, L.F.C. Relatório sobre gerenciamento de resíduos sólidos


no Maranhão. Centro de Apoio Operacional de Meio Ambiente, Urbanismo e
Patrimônio Cultural (CAOUMA). Promotoria de Defesa do Meio Ambiente, 2010.

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS AUTOPOSTO DREGÃO 30