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1) É possível conceituar o fenômeno direito com precisão? Explique.

Qual a sua natureza enquanto objeto de estudo científico? Explique. Diferencie


Direito Objeto do Direito Ciência? Explique.
Não é possível conceituar o termo direito com precisão, pois esta é uma palavra
ambígua e vaga, ao isolarmos esta palavra podemos dar vários significados a ela. O
direito pode ser um adjetivo (aquele homem dirige direito), um curso (faculdade de
direito), um conjunto de normas e regras que regem uma sociedade, etc. A forma de
saber qual é o significado palavra direito, vai depender em qual contexto o termo está
inserido.
O direito como objeto pode ser estudo em diferentes ângulos, podendo ser
zetético ou dogmático.
No plano das investigações zetéticas, podemos dizer, em geral, que elas são
constituídas de um conjunto de enunciados que visa transmitir, de modo altamente
adequado, informações verdadeiras sobre o que existe, existiu ou existirá. Para que
determinado enunciado seja considerado como verdadeiro, pode até questioná-lo
infinitas vezes. Assim, a zetética considera o direito muito mais amplo do que a ordem
normativa, sua investigação se baseia com o problemas jurídicos, objetivando a
construção de um novo conhecimento.
Na investigação dogmática, seus questionamentos são finitos, pois suas
premissas são inquestionáveis. A dogmática surge quando nos deparamos com uma
dúvida que, não podendo ser substituída por uma evidencia, exige uma decisão. Assim,
de um dogma não se questiona porque não vincula uma verdade, mas porque ele impõe
uma certeza sobre algo duvidoso.
O direito ciência é constituído de teorias sobre ordenamentos jurídicos
vigentes e suas exigências práticas.
O direito objeto é o direito posto, conjunto de normas que, regulamentam e
disciplinam as relações entre os indivíduos de uma sociedade.

2) É possível afirmar que a linguagem do direito proporciona um


divórcio entre o mundo fenômeno e mundo jurídico? Explique. O mesmo hiato
também ocorre do uso tecnológico do direito? Explique.
Sim, pois o estudo dogmático do direito pressupõe a inegabilidade dos pontos
de partida, mas os conceitos e termos ligados ao direito se especializam conforme a
demanda e sobre qual ótica se olha o direito, podendo, por vezes, assumirem sentidos
diversos do uso comum.

3) A dogmática analítica consiste no que? Ela compactua com os


valores sociais, sob um ponto de vista técnico? Como se dá o estudo analítico do
direito? Explique.
4) Explique e define norma jurídica conforme Tercio Sampaio Ferraz
jr. bem como, aponte qual o conteúdo da endonorma e perinorma e juízo
categórico, conforme Carlos Cóssio.

A norma é uma manifestação do fenômeno jurídico como um deve ser da


conduta, um conjunto de proibições, obrigações, permissões, por meio do qual os
homens criam entre si relações de subordinação, coordenação, organizam seu
comportamento coletivamente, interpretam suas próprias prescrições, delimitam o
exercício do poder, etc.

Para Carlos Cóssio, na elaboração de qualquer norma jurídica, ela deve


respeitar os princípios constitucionais (endonorma).

5) Questão bônus. A classificação das normas jurídicas de conteúdo


impositivo, portanto, conforme os critérios sintático, semântico e pragmático,
desempenha que papel no estudo científico do direito? Explique.

As classificações da semiótica surgem ao sabor dos problemas que a dogmática


enfrenta na decidibilidade, os quais exigem distinções sobre as distinções. São elas os
pontos de orientação e organização, suscitando teorias dogmáticas diversas, cujo o
intuito é conseguir o domínio mais abrangente e coerente possível do problema.

1) O direito não é uma questão de fácil compreensão, assim, seu estudo


reclama por uma estruturação logica e sistematiza racionalmente? Explique.

Realmente compreender o direito não é fácil, isto porque ora serve para libertar
e ora serve para prender. Considerando esta dupla função, é fundamental que para fins
de estudo, o direito dever ser organizado, estruturado e sistematizado os conceitos e
conteúdo do direito, facilitando não apenas a sua compreensão, como sua completa
aplicação.

Matheus - O direito se não feito por métodos pode acarretar na interferência de


valores morais durante seu entendimento. A utilização de uma estrutura lógica pela
exegese, garante a separação do direito dos seus preceitos e valores pessoais.

2) O objeto de estudo do direito é ideológico ou cultural? Porque?

É relacionado com a cultura, visto que, o direito é inerente as relações


humanas, a norma ou fenômeno normativo advêm dos fatos sociais dominadas e
reproduzidas.

3) Como se explica o direito ciência e o direito objeto?

O direito objeto é o ordenamento jurídico, ou seja, o conjunto de normas


vigentes tem caráter deontológico.
O direito ciência tem por objeto o ordenamento jurídico (que é o direito
objeto), busca conhecer e descrever o direito e têm caráter ontológico.

Matheus - O direito objeto é o objeto de estudo do direito ciência. O direito objeto é


fenômeno jurídico, o direito ciência é o meio pelo qual se estuda esse fenômeno,
visando a interpretação, assim facilitando ao jurista a aplicabilidade do direito.

4) Qual a diferença entre o direito enquanto diretivo de ação e o direito


positivo? Explique

O direito enquanto diretivo de ação é uma norma jurídica, ao passo que orienta
ou direciona um comportamento humano.

Por sua vez o direito positivo é o conjunto de normas jurídicas vigentes e


institucionalizadas em um país.

Essa polissemia da palavra direito vem de muito tempo, quando havia o grego
“jus” e “directum”, retidão da balança.

5) Quais são as características do positivismo jurídico?

Formal, institucional, teleológico, rígido, lógico/sistêmico, dogmático, neutro,


objetivo, impositivo e coercitivo.

Matheus

Formal - segue procedimentos definidos;

Institucional - imposto pelo estado, a partir de instituições legais;

Teleológico - tem caráter finalístico, sua função é a resolução de conflitos;

Rígido - não permite alterações em sua estrutura;

Lógico/Sistemático - o sistema jurídico não pode ser contrariado , ele deve seguir uma lógica;

Dogmática - inegável/verdade absoluta;

Neutro - desprovido de valor;

Objetivo - a verdade escrita em norma vale para todos;

Impositivo - apresenta sanções para quem descumprir a norma;

Coercitivo - constrange a pessoa a agir conforme a norma;

Autopoiético - autônomo, independente da realidade. Extremamente forte ao ponto de


modificar a realidade;
Inexistência de lacunas - sistemático, o próprio sistema normatiza mecanismo para
preencher suas "lacunas". Dupla abstração (a norma apresenta normas que explicam seu
funcionamento)

6) É possível afirmar que a linguagem do direito proporciona um


divorcio entre o mundo fenômeno e o mundo jurídico? Explique.
Sim, pois o estudo dogmático do direito pressupõe a inegabilidade dos pontos
de partida, mas os conceitos e termos ligados ao direito se especializam conforme a
demanda e sobre qual ótica se olha o direito, podendo, por vezes, assumirem sentidos
diversos do uso comum.

Matheus - Sim, pois o mundo jurídico é um mundo próprio, mais organizado,


se afastando assim do mundo fenomênico que é o seu oposto.
7) Como se utiliza o tripé da linguagem jurídica sintática, semântica e
pragmática.

Quanto a sintática é possível afirmar que, neste ponto o jurista busca o sentido
literal das palavras.

Já na semântica, inaugura, após o conhecimento sintático, a significação das


palavras visa a compreensão da prescrição.

A linguagem pragmática, guarda relação com a aplicação do direito ao fato,


que só é possível se houver, por parte, do leitor um conhecimento sintático e semântico.

8) A dogmática jurídica parte de um principio inquestionável. Qual


princípio é esse? Ele se coaduna com as propedêuticas da zetetica? Há hipóteses de
refutação?

O principio fundamental da dogmática é o da “INEGABILIDADE DOS


PONTOS DE PARTIDA” se associa com a zetética, diferenciando apenas no grau de
dúvida dos pontos de partida, veja, a dogmática entende como inquestionável os pontos
de partida, já a zetéticas as vezes duvida dos pontos de partida e por vezes entendem
que certos pontos são verificáveis e comprováveis.

Matheus – O da inegabilidade dos pontos de partida. Não, pois a zet[ética se


concentra no aspecto pergunta, no questionamento, a dogmática é inquestionável,
absoluta, evitando-se assim a possibilidade de refutação.

9) Quais são os efeitos da tecnologia jurídica? Explique


São dois efeitos, o primário e o secundário. O primário é a resolução dos
conflitos com o menor grau possível de perturbação social e o secundário é que o
usuário pode ficar alienado, visto que ele conheça apenas o comando e não seus
fundamentos.

10) A dogmática analítica consiste no que? Ela compactua com valores


sociais, sob um ponto de vista técnico?
A dogmática analítica consiste em um método de estudo do direito, este
método é puramente científico e desprovido de interferência axiológicas (conceito de
valores de uma sociedade).

Matheus – Método de estudo do direito. Não compactua com valores sociais,


culturais ou morais, faz-se o estudo de forma isolada das demais ciências.
Concentrando-se nos métodos da decibilidade de conflitos.
11) Defina e explique a dinâmica da dogmática analítica?

Compreende em conhecer o direito de forma analítica, recortando, reduzindo e


simplificando, a fim de poder dominar o direito como objeto de conhecimento para que
posteriormente o direito seja aplicado ao fato com o mínimo de perturbação social
possível.

Matheus – Compreende o método de estudo do direito ciência, consiste na


delimitação do objeto, eleger o objeto e o isolar no ordenamento; recorte do objeto,
onde se faz o isolamento geral, extrai-se o objeto do ordenamento e o reduz a sua menor
partícula; conhecer o objeto, seu conceito, natureza, regime, efeitos; reinserção do
objeto no ordenamento e observa-se tanto seus efeitos no ordenamento quanto do
ordenamento no objeto.

12) Define e explique norma jurídica, bem como, aponte qual o conteúdo
endonorma, perinorma e juízo categórico.*****

Segundo Tércio, a norma é uma manifestação do fenômeno jurídico como um


deve ser da conduta, um conjunto de proibições, obrigações, permissões, por meio do
qual os homens criam entre si relações de subordinação, coordenação, organizam seu
comportamento coletivamente, interpretam suas próprias prescrições, delimitam o
exercício do poder, etc.

Para Carlos Cóssio, a norma jurídica tem dois membros, endonorma e


perinorma. A parte endonorma prescreve a a perinorma da sanção.

Falta o juízo categórico...


13) Qual a diferença entre ato e fato jurídicos? Explique-os.
O ato guarda a relação com o verbo, é um agir humano. Já o fato jurídico é o
estado das coisas, também chamada de fenômeno jurídico, ela ocorre independente da
ação humana.

14) Aponte a classificação das normas consoante o critério sintético,


semântico e pragmático.

As normas quanto ao critério sintético, estão classificadas relevância,


subordinação e estrutura. Podendo se ramificar na quanto a relevância em norma
primária e secundária, quanto a subordinação ela pode ser de norma-origem ou norma
derivado e quanto a estrutura, ela pode ser autônoma ou dependentes.

Dentro do critério semântico, as normas podem ser classificadas em


destinatários, matéria, espaço e tempo. Ramificando ainda dentro dos destinatários em
normas gerais e individuais, na matéria em gerais-abstratas, norma especial e norma
excepcional, quanto espaço ela pode ramificar em nacional, regional ou local e, quanto
ao tempo ela ramifica em permanentes e temporária/provisória.

No critério pragmático as normas podem ser classificadas em força de


incidência, finalidade e funtor. Dentro da força de incidência ela ramifica em
congentes/injuntivas e dispositivas, na finalidade ela ramifica em normas de
comportamento e programáticas e, por fim, normas de funtor se ramificam em
perceptivas, proibitivas e permissivas.

15) De acordo com o critério funtor, quais são os tipos de norma


jurídica? Explique.
São as normas de caráter precptivas, proibitivas e permissivas.
As normas de caráter preceptivas são aquelas, é uma norma obrigatória. Por
exemplo, norma que obriga o pagamento do IPTU ou de algum outro imposto.
As normas proibitivas, como o nome já diz, são aquelas que são de caráter
proibitiva. Por exemplo, é proibido prender alguém que não seja pego em flagrante
delito.
As normas permissivas, ter o caráter de permissão, surgem para abrir exceções
as normas proibitivas e preceptivas. Por exemplo, é proibido matar alguém, exceto em
legítima defesa.
16) A norma, muitas vezes, possui um imperativo deôntico, assim, quais
são os aspectos que devem estar previstos naquele imperativo ou hipótese de
incidência.

A norma quanto imperativo deôntico – dever ser – deve conter a prescrição da


conduta a ser coativa (obrigar) e ser introduzida no ordenamento por meio de lei, bem
como ser validada pelo ordenamento jurídico.

17) Como se opera a dinâmica do tempo em relação a norma?

No olhar da semântica, em regra, quando uma norma é criada não tem prazo
para o ser término (normas permanentes), mas a sua vigência pode acabar quando outra
norma é criada de forma que revogue a anterior ou quando em seu texto prevê prazo de
duração, sendo esta última, norma provisória ou temporária. Em principio, as normas
são irretroativas, mas em alguns casos como, por exemplo, uma nova norma mais
benéfica que a anterior retroage para beneficiar o réu. Ainda na questão de tempo, as
normas podem ter incidência imediata ou mediata.

18) Competência e capacidade são as mesmas coisas? ***

Os dois termos têm significados diferentes: capacidade é a aptidão do sujeito


para o exercício impositivo de comportamentos para si próprio (sujeito capaz),
competência é quando o sujeito realiza atos jurídicos.

19) Para Kelsen, o que é norma primaria e norma secundária?

Normas primárias são as que estabelecem um preceito para a ação, já as


secundárias preveem uma sanção.

20) Direito subjetivo e objeto são a mesma coisa, a mesma norma?


Explique.

São termos distintos, o direito objeto é o ordenamento jurídico e é ainda, objeto


de estudo do direito ciência, já o direito subjetivo, se caracteriza por ser uma norma que
prescreve um “direito ao individuo” de forma imperativo e cogente, ou seja, o invoca
quando necessário, tem caráter discricionário.

21) Diferencia, se possível, princípios jurídicos de norma jurídica.

Os princípios são primados maiores ao sistema jurídico e têm influencia sobre


todas as normas. Já a norma jurídica é uma prescrição, cogente, de condutas que é
validade por meio do ordenamento jurídicos, sempre buscando respeitar seus princípios.

22) Como diferenciar uma norma moral de uma norma jurídica?**

A norma moral é cobrada de acordo com consciência ou pela sociedade em que


vive, já a norma jurídica é algo posto, obrigando à todos e sujeita quem a descumprir o
peso de sanção.

23) No que consiste a pureza do direito positivo conforme Hans Kelsen.

Ele propõe a garantir o conhecimento apenas dirigido ao direito, e excluir


desconhecimento tudo quanto não pertence ao seu objeto, tudo quanto não se possa,
rigorosamente, determinar como direito. Isso quer dizer, que ela pretende libertar a
ciência jurídica de todos os elementos que lhe são estranhos.

24) Ordenamento jurídico e sistema jurídico são a mesma coisa?


Explique.
O ordenamento jurídico é o conjunto de normas todas as normas vigente em
um país e tem caráter deontológico. Já o sistema jurídico é composto do ordenamento e
estudado pelo direito ciência, tendo caráter ontológico.

25) É correto afirma que o direito natural possui uma índole filosófica
enquanto o direito positivo é essencialmente tecnicista? Explique.
Sim, pois o direito natural deriva de uma abstração da qual não se pode extrai
ao certo a sua origem e extensão. Já o direito positivo é tecnicista, visto que a sua
formalização/positivação do direito é extraído do fato social, tem caráter institucional e
teológico.