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REQUERIMENTO DE REVISÃO DE PROVA

Conforme REGIMENTO GERAL DA UNIFACS, aprovado pela Resolução CONSUNI


nº 01/2017, de 26 de abril de 2017, em seu artigo 47:

Art. 47º - O estudante em qualquer disciplina pode pleitear ao


Coordenador do Curso revisão da nota obtida no exame final ou
terceira avaliação, no caso do regime semestral, desde que atenda às
seguintes condições:

I. ter na disciplina a frequência mínima exigida; e


II. não ter se utilizado de meios fraudulentos no exame final.

§ 1º O Coordenador examinará o pedido e o autorizará se atendidas


as condições exigidas e mais outras que o CONSEPE vier a
estabelecer.

§ 2º A revisão é feita pelo professor da disciplina em conjunto com o


Coordenador do Curso, ou professor indicado por ele, mediante
comparação com gabarito e/ou a chave de correção escritos da prova,
apresentado pelo professor.

§ 3º Caso a nota obtida pelo estudante seja modificada pelo professor,


este deve apresentar justificativa do fato, por escrito, ao Coordenador
do Curso, vedada a possibilidade de redução da nota.

Assim, utilizando essa prerrogativa e um direito cabível, nós, estudantes do curso de


Design de Interiores (relacionados na lista anexa com a assinatura de todos), 2º
semestre, turno matutino, vimos por meio deste documento solicitar a Revisão da
AV 2 realizada pelo Profa. Carlos Pereira, na disciplina Perspectivas.

E mesmo antes de apresentarmos a justificativa, a qual todos estão de acordo, é válido


ressaltar que a turma é composta por 21 estudantes na integralidade, e destes, foram
reprovados 19 (dezenove) alunos, o que corresponde a 90,47%. Apenas 2 (dois)
alunos foram aprovados, o que representa 9,53%. Dentro dessa perspectiva,
compreendemos que está havendo alguma falha significativa na abordagem e
transmissão dos conteúdos, ou mesmo na maneira como o conteúdo abordado vem
sendo avaliado pelo Docente.
Sendo assim, apresentamos a seguir as justificativas nas quais a turma se embasou
para realizar esta solicitação:

1- A didática do ensino superior explica que ação do professor precisa estar


embasada em fins pedagógicos de amplitude, pois trabalhar somente a técnica
exata, sem reconhecer o esforço empreendido para realização das atividades
pode significar que a intenção da Faculdade é aprisionar o aluno em uma
realidade limitada, onde o mesmo não poderia ser nada além do que previsto
por ela. Contudo, ao analisar os desenhos dos objetos elaborados na
prova e no Projeto Final, o professor Carlos Pereira não considerou os
acertos, apenas apontou os erros e zerou, desconsiderando as partes que
foram construídas corretamente.

2- O professor insiste em cobrar coisas na prova que não são devidamente e


detalhadamente trabalhadas em sala. Por exemplo, esta prova da AV 2
constituiu um desenho extremamente complexo, que foi trabalhado de maneira
superficial em sala de aula, e poucos dias antes da prova. E, mesmo vendo as
dificuldades dos estudantes na construção, inclusive levando muito tempo e
transpondo a hora/ aula para conclusão, o docente resolveu colocar o objeto
na prova, onde os alunos dispunham de apenas 2h30min para confecção.
Todos concluíram os desenhos, como extremo esforço. Mas, ainda assim, o
professor disse que não existiria nota parcial para a prova, ou fechava
(acertando na íntegra) ou zerava. Ou seja, alguns estudantes fizeram o objeto
inteiro correto e esqueceram apenas de desenhar uma pequena aba de três
centímetros, e ainda assim tiveram toda a prova zerada.

Diante do exposto requeremos a revisão das provas e dos Projetos Finais, pelo
Coordenador, Assessoria Didático-pedagógica e outro professor da área, que não seja
este do qual o documento trata. Afinal, é necessário ter imparcialidade ao reavaliar
provas e trabalhos, com o intuito não prejudicar nenhuma das partes e ser mais justo
na resolução do problema.

Sem mais, subscrevemo-nos,