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DIREITO ELEITORAL REGULAR P/ TRIBUNAIS ELEITORAIS (TREs/TSE)

CESPE E FCC
TODOS OS CARGOS: AJAJ, AJAA E TÉCNICO
TEORIA E EXERCÍCIOS
AULA 2
PROF: RICARDO GOMES

Aula 1

DIREITO ELEITORAL – REGULAR – TREs/TSE

1. ÓRGÃOS DA JUSTIÇA ELEITORAL.


1.1. Composição da Justiça Eleitoral.

De todos os assuntos possíveis de serem cobrados na prova, com


certeza absoluta, este é o mais frequente e o mais provável de ser exigido com
1 ou mais questões!
A organização da Justiça Eleitoral (JE) foi primeiramente
regulamentada pelo próprio Código Eleitoral nos seus arts. 12 a 41. Com
efeito, a Constituição Federal de 1988, por ser uma constituição analítica,
trouxe expressamente em seu texto também a estruturação e organização do
Poder Judiciário Eleitoral.
A Justiça Eleitoral é uma das Justiças Especializadas da União,

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juntamente com a Justiça Militar e a Justiça do Trabalho (todas previstas na


CF-88).

É uma Justiça atípica, pois exerce atividade jurisdicional


eleitoral (julga conflitos na seara eleitoral, crimes eleitorais, declaração de
inelegibilidade, entre outros) e, de outro lado, atividade tipicamente
administrativa, ao organizar todo o processo eleitoral das eleições (voto,
apuração, diplomação dos eleitos, alistamento eleitoral, etc).
A Justiça Eleitoral NÃO possui Juízes Eleitorais de Carreira e
Ministério Público próprio, todos são emprestados da Justiça Federal e
Estadual e do Ministério Público Federal e Estadual.
Já os serviços administrativos da Justiça Eleitoral são organizados
quase que com exclusividade pela União, remanescendo ainda, em alguns
TREs, a utilização de estruturas e de servidores estaduais e municipais. Vocês,
futuros servidores de Tribunal Eleitoral, serão servidores da União, com todas

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as prerrogativas asseguradas em lei!


Mas, afinal, como é organizada a Justiça Eleitoral? Quais são os
órgãos da Justiça Eleitoral?
A organização da JE é hoje definida nos 2 diplomas em estudo:
Código Eleitoral (arts. 11-41) e na CF-88 (arts. 118-121). Por isso,
faremos um estudo conjugado dos dois regramentos.
São órgãos da Justiça Eleitoral:

1. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE);


2. TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS (TREs);
3. JUÍZES ELEITORAIS;
4. JUNTAS ELEITORAIS.

As peculiaridades apresentadas pelo Código Eleitoral são as de que


o TSE tem sede na Capital da República e jurisdição em todo o país, e de
que cada Estado e o DF terão um Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Em
tese, quanto aos territórios, faz a ressalva da possibilidade do TSE propor a
criação na sua capital.
Atenção! Parece patente, mas vale asseverar: o Ministério
Público Eleitoral não faz parte da Organização da Justiça Eleitoral! Não está
nos rols elencados abaixo. Faço essa ressalva, pois pode o aluno embaralhar
os conceitos ao achar que o MP Eleitoral faz parte da Justiça Eleitoral. MP é
órgão independente (quase um 4º Poder).
Portanto, o Ministério Público Eleitoral não é um dos 4 órgãos da
Justiça Eleitoral. Decorar: TSE + TREs + Juízes + Juntas Eleitorais.
É importante gravar isso, pois quase sempre cai esta questão: o
Ministério Público Eleitoral é um dos órgãos da Justiça Eleitoral, com funções
de acusação. Lógico que está errada!

Código Eleitoral
Art. 12. São órgãos da Justiça Eleitoral:

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I - O Tribunal Superior Eleitoral, com sede na Capital da


República e jurisdição em todo o País;
II - Um Tribunal Regional, na Capital de cada Estado, no Distrito
Federal e, mediante proposta do Tribunal Superior, na Capital de
Território;
III - juntas eleitorais;
IV - juízes eleitorais.
CF-88
Art. 118. São órgãos da Justiça Eleitoral:
I - o Tribunal Superior Eleitoral;
II - os Tribunais Regionais Eleitorais;
III - os Juízes Eleitorais;
IV - as Juntas Eleitorais.

Número de Juízes nos TREs.


Segundo o Código Eleitoral, o número de Juízes de cada TRE (leia-
se aqui Juízes que atuam na própria Corte Estadual Eleitoral e não os Juízes
Eleitorais que atuam nas comarcas estaduais) não poderá ser reduzido, mas
poderá ser elevado a 9 (nove) Juízes por proposta e aprovação do TSE.
NO ENTANTO, a CF-88 previu apenas a composição fixa de 7
Juízes nos TREs, o que deve ser considerado para fins de concurso. O art. 13
do Código, que prevê a quantidade Juízes dos TREs de até 9 Membros não foi
revogado expressamente (apenas tacitamente). Para fins de prova, basta
saber que são 7 membros fixos.

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Número de Juízes nos TREs e no TSE:

TREs 7 Membros

TSE No mínimo, 7 Membros

Periodicidade das Funções dos Juízes Eleitorais.


Os Juízes que exercem a função eleitoral (abarca todos os Juízes
Eleitorais: os Membros de Tribunais – 2º grau - e os Juízes Eleitorais de
1º Grau) servirão obrigatoriamente por 2 ANOS (mínimo de tempo), sendo
que estão vedados de cumprirem mais de 4 ANOS consecutivos (máximo
de 2 BIÊNIOS consecutivos), salvo exceções justificadas perante o TRE de
que faz parte.

Código Eleitoral
Art. 14. Os juízes dos Tribunais Eleitorais, salvo motivo
justificado, servirão obrigatoriamente por dois anos, e nunca por
mais de dois biênios consecutivos.
CF-88
Art. 121
§ 2º - Os juízes dos tribunais eleitorais, salvo motivo
justificado, servirão por dois anos, no mínimo, e nunca por
mais de dois biênios consecutivos, sendo os substitutos
escolhidos na mesma ocasião e pelo mesmo processo, em
número igual para cada categoria.

A CF-88 apenas faz 1 uma ressalva ao previsto no Código, ao


prelecionar que os Juízes servirão por 2 anos, no mínimo, na função eleitoral,
e acrescenta, determinando que a escolha de substitutos dos Juízes seja
realizada na mesma ocasião e pelo mesmo processo.
Esta limitação para até 2 biênios consecutivos decorre do Princípio
da Periodicidade das funções eleitorais, que procura garantir a lisura no

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trato das questões eleitorais mediante a alternância de Juízes Eleitorais nas


respectivas comarcas e funções.
A contagem de cada biênio deverá ser ininterrupta, isto é, não
será suspensa por qualquer motivo. Ressalva-se a hipótese do Juiz afastar-se
em decorrência do impedimento previsto no §3º do art. 14, decorrente de
parentesco do Juiz Eleitoral com candidato a cargo eletivo na circunscrição.
Neste específico caso a contagem do prazo será suspensa.
O Código Eleitoral também preleciona que, na recondução para
novo biênio, as formalidades legais de escolha e investidura de Juízes deverão
ser as mesmas utilizadas para na primeira.

Art. 14
§ 1º Os biênios serão contados, ininterruptamente, sem o
desconto de qualquer afastamento nem mesmo o decorrente de
licença, férias, ou licença especial, salvo no caso do § 3º.
§ 4º No caso de recondução para o segundo biênio observar-
se-ão as mesmas formalidades indispensáveis à primeira
investidura.

Destaco que os Juízes de Direito que exercem a função eleitoral


afastados por motivos de férias e licença das funções principais que exercem
na Justiça Comum, serão afastados automaticamente de suas funções perante
a Justiça Eleitoral. O Código faz uma exceção: quando estiver em período de
férias coletivas e coincidir com o período eleitoral (realização de eleição,
apuração ou encerramento de alistamento), o Juiz deverá permanecer
com suas funções eleitorais.
Ocorre que não mais existe férias coletivas para os Tribunais de 2º
grau, apenas nos Tribunais Superiores (ex: TSE, STF, STJ e STM). Nesse
sentido, a interpretação que se dá ao dispositivo é a de que, caso o Juiz de
Direito que exerça as funções de Juiz Eleitoral esteja de férias individuais e
coincida com o período eleitoral, este permanecerá com suas funções eleitorais
normalmente.

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Art. 14
§ 2º Os juízes afastados por motivo de licença férias e licença
especial, de suas funções na Justiça comum, ficarão
automaticamente afastados da Justiça Eleitoral pelo tempo
correspondente exceto quando com períodos de férias
coletivas, coincidir a realização de eleição, apuração ou
encerramento de alistamento.

Como relatado, quando houver algum parente do Juiz Eleitoral ou


Desembargador Eleitoral candidato à eleição em cargo na circunscrição em que
este exerce suas funções eleitorais, deverá este Juiz ou Desembargador
afastar-se.
O código delineia os parentes do Juiz candidatos que geram o
impedimento (cônjuge, parente consangüíneo ou afim, até o 2º GRAU).
O afastamento do Juiz Eleitoral deverá dar-se, pelo menos, desde a
homologação da convenção partidária até a apuração final da eleição.

Art. 14
§ 3º Da homologação da respectiva convenção partidária até a
apuração final da eleição, não poderão servir como juízes nos
Tribunais Eleitorais, ou como juiz eleitoral, o cônjuge,
parente consangüíneo legítimo ou ilegítimo, ou afim, até o
segundo grau, de candidato a cargo eletivo registrado na
circunscrição.
Art. 15. Os substitutos dos membros efetivos dos Tribunais
Eleitorais serão escolhidos, na mesma ocasião e pelo mesmo
processo, em número igual para cada categoria.

O TSE já decidiu que o Membro do TRE (Desembargador no TRE –


2º grau) deve afastar-se caso parente seu de até 2º grau seja candidato nas
eleições federais ou estaduais da circunscrição estadual do respectivo TRE.
Exemplo: Membro do TRE/RJ que tenha parente até 2º grau candidato a
Deputado Federal ou Deputado Estadual pelo Estado do Rio de Janeiro.

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Quanto às eleições Municipais o TSE deixou claro que só


subsistiria o impedimento para o Membro do TRE apenas em relação às
eleições do município no qual o parente for candidato, não abrangendo o
restante dos Municípios do Estado.
Este mesmo raciocínio aplica-se às eleições presidenciais.
O TSE assim exarou entendimento na Resolução nº 21.108:

Exercício da jurisdição eleitoral.


Juiz membro de Tribunal Regional Eleitoral. Existência de
candidatura de parente consangüíneo ou afim, até o segundo grau,
nas eleições federais ou estaduais.
Impedimento absoluto ao exercício das funções eleitorais, no
período compreendido entre a homologação da respectiva
convenção partidária e a apuração final das eleições (art. 14, § 3o,
c.c. 86, ambos do Código Eleitoral). Precedentes do Tribunal
Superior Eleitoral.

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TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE)

Nova Sede

Composição do TSE.
Com a nova regulação pela CF-88 da composição do Tribunal
Superior Eleitoral, foram derrogados tacitamente os caputs dos arts. 16 e 17
do Código Eleitoral.
Segundo a CF-88, a composição mínima do TSE são 7 Ministros.
A sua atual composição pode ser assim resumida, conforma CF-88, art. 119:

QUANTIDADE DE FORMA DE
ORIGEM
MEMBROS COMPOSIÇÃO

SUPREMO TRIBUNAL
3 MINISTROS ELEIÇÃO
FEDERAL (STF)

2 MINISTROS SUPERIOR TRIBUNAL ELEIÇÃO

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DE JUSTIÇA (STJ)

NOMEAÇÃO pelo
2 MINISTROS ADVOGADOS Presidente da Rep.
(entre 6 Advogados).

CF-88
Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo,
de sete membros, escolhidos:
I - mediante eleição, pelo voto secreto:
a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal;
b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de
Justiça;
II - por nomeação do Presidente da República, dois juízes
dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade
moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.

Os Advogados fazem parte de uma lista de 6 nomes,


organizada pelo Supremo Tribunal Federal. O notável saber jurídico e a
idoneidade moral são os requisitos necessários para a nomeação dos
advogados para o TSE.
Esta nomeação de Advogados, segundo o Código Eleitoral, NÃO
poderá recair:
1. em cidadão que ocupe cargo público de que seja
demissível ad nutum (a qualquer tempo, sob
discricionariedade. Ex: cargo em comissão), ou
2. que seja diretor, proprietário ou sócio de empresa
beneficiada com subvenção, privilégio, isenção ou

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favor em virtude de contrato com aa administração


pública, ou que exerça qualquer mandato de caráter
político (federal, estadual ou municipal):

Código Eleitoral
Art. 16
§ 2º A nomeação que trata o inciso II deste artigo não poderá
recair em cidadão que ocupe cargo público de que seja demissível
ad nutum; que seja diretor, proprietário ou sócio de empresa
beneficiada com subvenção, privilégio, isenção ou favor em virtude
de contrato com a administração pública; ou que exerça mandato
de caráter político, federal, estadual ou municipal. (§ 4º
renumerado pelo Decreto-lei nº 441, de 29.1.1969 e alterado
pela Lei nº 7.191, de 4.6.1984)

A Classe dos Advogados que compõe o TSE e os TREs são


denominados no âmbito da Justiça Eleitoral como “Classe dos Juristas”,
classe que não é Juiz de carreira, oriunda originariamente da Magistratura
Estadual ou Federal, mas constitui operadores dos Direito na área eleitoral.
Importante considerar que não há qualquer proibição aos
Advogados membros da Justiça Eleitoral, tanto no TSE quanto nos TREs, de
exercitarem a Advocacia, a despeito da previsão do art. 28, II, da Lei nº
8.906/94 (Estatuto da OAB), tendo em vista decisão permissiva do STF na
ADINMC nº 1.127/94, que os excluiu da proibição legal.

Número de Juízes nos TREs e no TSE:

TREs 7 Membros

TSE No mínimo, 7 Membros

Observem que o art. 119 da CF-88 prevê que a constituição do


TSE é de, no mínimo, de 7 Juízes. Registro mais uma vez que a CF-88 não

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fala em composição mínima para os TREs.

A despeito da desatualização e de eventual derrogação tácita


operada pela CF-88 sobre alguns dispositivos dos arts. 16 e 17, devemos
enfrentá-los, pois, a despeito de referido posicionamento, são ainda cobrados
por algumas bancas, a exemplo, a FCC.

Vedação de parentesco entre Ministros.


É vedada a existência de parentesco de até 4º GRAU entre os
Ministros do TSE. Caso venha a ocorrer, será excluído o último que foi
escolhido:

Art. 16
§ 1º Não podem fazer parte do Tribunal Superior Eleitoral
cidadãos que tenham entre si parentesco, ainda que por
afinidade, até o 4º (quarto) grau, seja o vínculo legítimo ou
ilegítimo, excluindo-se neste caso o que tiver sido escolhido por
último. (§ 3º renumerado pelo Decreto-lei nº 441, de 29.1.1969
e alterado pela Lei nº 7.191, de 4.6.1984)

Presidência, Vice-Presidência e Corregedoria do TSE.


O art. 119, parágrafo único, da CF-88 prevê que o Presidente e o
Vice-Presidente do TSE devem ser Ministros do STF, enquanto que o
Corregedor-Geral é do STJ:

CF-88
Art. 119
Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu
Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os

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Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

Cargos no TSE: ORIGEM:

Presidente e VICE do TSE SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF)

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA


Corregedor-Geral Eleitoral
(STJ)

Na realidade, o Corregedor-Geral é apenas 1 dos 2 Ministros


oriundos do STJ que compõem a corte. Assim, o Ministro do STJ também
Corregedor-Geral Eleitoral, acumula as funções de Corregedoria com as
funções ordinárias de Ministro do TSE (propriamente como Magistrado da
Corte).
Nesse aspecto, não se aplica o caput do art. 17 do Código
Eleitoral.
Sobre o Corregedor-Geral Eleitoral, cabem as seguintes
considerações:

1. as atribuições do Corregedor serão fixadas por resolução do


TSE;
2. poderá se locomover aos Estados por determinação do
TSE, a pedido dos TREs, a requerimento de partido ou
quando necessário;
3. os provimentos emanados da Corregedoria-Geral vinculam
as Corregedorias Regionais.

Art. 17
§ 1º As atribuições do Corregedor Geral serão fixadas pelo Tribunal
Superior Eleitoral.
§ 2º No desempenho de suas atribuições o Corregedor Geral se
locomoverá para os Estados e Territórios nos seguintes casos:
I - por determinação do Tribunal Superior Eleitoral;

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II - a pedido dos Tribunais Regionais Eleitorais;


III - a requerimento de Partido deferido pelo Tribunal Superior
Eleitoral;
IV - sempre que entender necessário.
§ 3º Os provimentos emanados da Corregedoria Geral vinculam os
Corregedores Regionais, que lhes devem dar imediato e preciso
cumprimento.

Procurador-Geral do TSE
As funções de Procurador-Geral do TSE serão exercidas pelo
Procurador-Geral da República (PGR), que é o Chefe do Ministério Público
da União (MPU).
Segundo a Lei Orgânica do MPU, o Procurador-Geral e o VICE-
Procurador-Geral poderão designar Membros do Ministério Público Federal
(MPF) para oficiarem perante o TSE. No entanto, estes outros membros do
MPU designados pelo PGR para auxiliá-lo nas funções eleitorais não poderão
ter assento no Plenário do TSE.
Ademais, será substituto do Procurador-Geral Eleitoral, nas
hipóteses de impedimento e vacância, o VICE-Procurador-Geral Eleitoral,
designado entre os Subprocuradores-Gerais da República.

Código Eleitoral
Art. 18. Exercerá as funções de Procurador Geral, junto ao Tribunal
Superior Eleitoral, o Procurador Geral da República,
funcionando, em suas faltas e impedimentos, seu substituto legal.
Parágrafo único. O Procurador Geral poderá designar outros
membros do Ministério Público da União, com exercício no
Distrito Federal, e sem prejuízo das respectivas funções, para
auxiliá-lo junto ao Tribunal Superior Eleitoral, onde não poderão

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ter assento.
LC nº 75/93
Art. 72. Compete ao Ministério Público Federal exercer, no que
couber, junto à Justiça Eleitoral, as funções do Ministério Público,
atuando em todas as fases e instâncias do processo eleitoral.
Art. 73. O Procurador-Geral Eleitoral é o Procurador-Geral da
República.
Parágrafo único. O Procurador-Geral Eleitoral designará, dentre os
Subprocuradores-Gerais da República, o Vice-Procurador-Geral
Eleitoral, que o substituirá em seus impedimentos e exercerá o
cargo em caso de vacância, até o provimento definitivo.
Art. 74. Compete ao Procurador-Geral Eleitoral exercer as
funções do Ministério Público nas causas de competência do
Tribunal Superior Eleitoral.
Parágrafo único. Além do Vice-Procurador-Geral Eleitoral, o
Procurador-Geral poderá designar, por necessidade de serviço,
membros do Ministério Público Federal para oficiarem, com sua
aprovação, perante o Tribunal Superior Eleitoral.

Deliberações do TSE.
As deliberações do TSE serão realizadas por maioria de votos, em
sessão pública, com presença da maioria de seus membros.
Constitui a maioria de seus membros o 1º número inteiro acima
da metade dos membros. No caso da Corte, que tem 7 Membros, o 1º nº
inteiro acima da metade (3,5) é 4 Membros.
Assim, para a Corte efetivamente deliberar sobre alguma matéria
eleitoral, deverão estar presentes pelo menos 4 dos Ministros (a metade é
3,5, e o 1º nº inteiro acima da metade é 4). No plano prático, o que o Código
Eleitoral exige é que para as deliberações do TSE devem estar presentes a

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Maioria Absoluta dos seus Membros (quórum mínimo é a maioria


absoluta).
Após alcançada a maioria absoluta, restará preenchido o quórum
mínimo para início da votação, que será tomada pela maioria de votos dos
Ministros presentes.
Observação: a maioria dos membros não é metade mais 1! Isso
pode levar o estudante a erro! Alguns acabam propugnando tal ideia, mas as
provas de concursos frequentemente apontam no sentido indicado.
Com efeito, existem matérias que exigem Quórum
Especialíssimo (a totalidade dos Membros do TSE presentes). São as
seguintes:

1. interpretação do Código Eleitoral em face da


Constituição;
2. cassação de registro de partidos políticos;
3. análise de recursos que importem anulação geral de
eleições;
4. análise de recursos que importem perda de diplomas.

Nestes casos excepcionais, caso algum membro do Tribunal falte,


será convocado o substituto, porque a deliberação deverá ser com todos os
membros presentes na sessão.

Código Eleitoral
Art. 19. O Tribunal Superior delibera por maioria de votos, em
sessão pública, com a presença da maioria de seus membros.
Parágrafo único. As decisões do Tribunal Superior, assim na
interpretação do Código Eleitoral em face da Constituição e
cassação de registro de partidos políticos, como sobre
quaisquer recursos que importem anulação geral de eleições
ou perda de diplomas, só poderão ser tomadas com a presença
de todos os seus membros. Se ocorrer impedimento de algum

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juiz, será convocado o substituto ou o respectivo suplente.

Exceções ao Quórum da totalidade dos Membros do TSE:


 Admite-se o julgamento com o quórum incompleto (sem a
totalidade dos Ministros) em caso de suspeição ou
impedimento do Ministro titular da Classe dos Juristas
(Advogados) e quando impossível juridicamente a
convocação de Juiz substituto;
 Esta regra NÃO se aplica às deliberações dos TREs
(Tribunais Regionais Eleitorais);
Para a declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo
do Poder Público, será necessário o voto da maioria absoluta dos Membros
do Tribunal (Cláusula Constitucional de Reserva de Plenário).

CF-88
Art. 97. Somente pelo voto da maioria absoluta de seus
membros ou dos membros do respectivo órgão especial
poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou
ato normativo do Poder Público.

Suspeição e impedimento de Membros do TSE.


A previsão legal de arguição de suspeição ou impedimento de
algum Ministro da Corte visa impedir eventuais decisões parciais, em favor ou
em desfavor de algum candidato ou partido.
O impedimento legal gera a presunção absoluta de
parcialidade do Juiz (ex: um Juiz que seria parte no processo que ele mesmo
julgaria). Já a simples suspeição gera presunção relativa de parcialidade,
dependente de prova concreta da eventual parcialidade do magistrado (ex:
amigo íntimo ou inimigo mortal de alguma das partes do processo – tem que
provar que era amigo íntimo, senão não há suspeição).

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Segundo a doutrina, o impedimento diferencia-se da suspeição de


acordo com o nível de comprometimento do juiz com o processo (nível de
comprometimento de sua imparcialidade).
No impedimento há presunção absoluta (juris et de jure) de
parcialidade do Juiz, isto é, considera-se pelas circunstâncias fáticas que o Juiz
realmente será parcial se decidir aquele processo. Por exemplo, ser cônjuge
(marido) da autora ou da ré da ação. Com certeza, neste caso, o Juiz prolatará
uma decisão parcial, pendendo para o lado da sua esposa, sendo
considerado pela lei como presunção absoluta, sequer admitindo prova em
contrário.
Já na suspeição há apenas presunção relativa (juris tantum) de
parcialidade do Juiz. A Lei elenca algumas hipóteses em que se “suspeita” que
o Juiz seja parcial (mas, sem certeza).
As causas de impedimento e suspeição são elencadas
respectivamente nos arts. 134 e 135 do Código de Processo Civil (CPC), nos
seguintes termos:

CPC
Art. 134. É defeso ao juiz exercer as suas funções no processo
contencioso ou voluntário (IMPEDIMENTO):
I - de que for parte;
II - em que interveio como mandatário da parte, oficiou como
perito, funcionou como órgão do Ministério Público, ou prestou
depoimento como testemunha;
III - que conheceu em primeiro grau de jurisdição, tendo-lhe
proferido sentença ou decisão;
IV - quando nele estiver postulando, como advogado da parte, o
seu cônjuge ou qualquer parente seu, consangüíneo ou afim, em
linha reta; ou na linha colateral até o segundo grau;
V - quando cônjuge, parente, consangüíneo ou afim, de alguma
das partes, em linha reta ou, na colateral, até o terceiro grau;

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VI - quando for órgão de direção ou de administração de pessoa


jurídica, parte na causa.
Parágrafo único. No caso do no IV, o impedimento só se verifica
quando o advogado já estava exercendo o patrocínio da causa; é,
porém, vedado ao advogado pleitear no processo, a fim de criar o
impedimento do juiz.
Art. 135. Reputa-se fundada a suspeição de parcialidade do juiz,
quando (SUSPEIÇÃO):
I - amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes;
II - alguma das partes for credora ou devedora do juiz, de seu
cônjuge ou de parentes destes, em linha reta ou na colateral até o
terceiro grau;
III - herdeiro presuntivo, donatário ou empregador de alguma das
partes;
IV - receber dádivas antes ou depois de iniciado o processo;
aconselhar alguma das partes acerca do objeto da causa, ou
subministrar meios para atender às despesas do litígio;
V - interessado no julgamento da causa em favor de uma das
partes.
Parágrafo único. Poderá ainda o juiz declarar-se suspeito por
motivo íntimo.

Tópicos explicativos sobre Presunção Legal:

Todas as causas de presunção são previstas em lei.


A presunção absoluta é absoluta porque não admite prova em contrário. É
um fato previsto em lei que, confirmado ocorrido, não admite juízo retratativo.
No exemplo citado, o fato do Juiz ser parte no processo que ele mesmo julgará
gera a presunção absoluta de parcialidade do Juiz, pois não é possível,
segunda a Lei, que ele julgará contrariamente aos seus próprios interesses. É

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por isso que as causas de impedimento previstas em lei geram a presunção


absoluta de parcialidade do Juiz.
Já a presunção relativa é um indicativo de parcialidade do Juiz, dependente
de prova do alegado e admite prova em contrário. No exemplo dado,
poderemos superar a inicial presunção de parcialidade do Juiz por ser este
amigo íntimo ou inimigo mortal de alguma das partes do processo, provando
que isto não interferirá diretamente no feito ou que não é verdade (que eles
não são amigos íntimos ou inimigos mortais).

As hipóteses de suspeição e impedimento estão previstas na Lei


Civil e na Lei Penal (especialmente no Código de Processo Civil e no Código de
Processo Penal), salvo quanto ao motivo de parcialidade partidária, que é
prevista expressamente no Código Eleitoral, em seu art. 20.
A Parcialidade Partidária é conceituada pela Jurisprudência como
uma forma de favorecimento ou beneficiamento de algum candidato ou partido
político, de modo a conduzir os processos e as ações decorrentes do processo
eleitoral. Um exemplo de parcialidade partidária seria um determinado Juiz
Eleitoral julgar determinada ação eleitoral em favor de determinado candidato
a Governador do Estado por ser este do partido preferido pelo Magistrado. A
arguição de parcialidade partidária deve ser cabalmente provada, não valendo
mera alegação sem lastro probatório.
Pelo menos a parcialidade partidária é um dos motivos previstos
diretamente na lei eleitoral para arguição de impedimento e suspeição.
Referido dispositivo prevê, ademais, que qualquer interessado
poderá argüir a suspeição e o impedimento, mas não somente dos Juízes
Eleitorais! Também poderá ser impugnada a imparcialidade também do
Procurador Geral e de Funcionários da Secretaria do Juízo Eleitoral.
Ademais, o Código Eleitoral dispõe que será ilegítima a suspeição
quando o excipiente a provocar ou, depois de manifestada a causa, praticar
ato que importe aceitação do argüido.
O que é isso Professor? Não entendi nada!

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Calma, vamos explicar melhor.


Esta hipótese legal abarca-se 2 situações. Será considerada
ilegítima a suspeição se:

 Excipiente a provocar – excipiente é o autor da exceção de


suspeição (ação que visa declarar a suspeição do Juiz ou
Desembargador), é quem propõe a exceção de suspeição, quem alega
a suspeição do Juiz. O excipiente pode provocar a suspeição, por
exemplo, quando deliberadamente cria uma animosidade com o Juiz
para forjar uma eventual inimizada capital (declarada). Esta inimizade
poder ser alegada em juízo como suspeição, mas como a lei prevê
que se a suspeição for provocada pelo excipiente, esta será ilegítima.
Esta é uma espécie de indução da suspeição. Outro exemplo seria a
parte promover uma representação administrativa contra o juiz para,
em seguida, alegar que, em razão disso, o juiz perdeu a sua
parcialidade.
 Depois de manifestada a causa, praticar ato que importe
aceitação do arguido – nesta parte a Lei não foi nem um pouco
clara. Neste caso, é reputada ilegítima a alegação de suspeição se a
parte arguente já houver praticado atos processuais que signifiquem
aceitação do órgão jurisdicional (aceitação do Juiz). Se a parte já
praticou atos processuais e não apresentou oposição à eventual
suspeição, tendo, portanto aceitado o órgão jurisdicional
possivelmente suspeito, não poderá em seguida levantar a sua
suspeição, posto ter precluído (perdido) seu direito.

Código Eleitoral
Art. 20. Perante o Tribunal Superior, qualquer interessado poderá
argüir a suspeição ou impedimento dos seus membros, do
Procurador Geral ou de funcionários de sua Secretaria, nos
casos previstos na lei processual civil ou penal e por motivo de
parcialidade partidária, mediante o processo previsto em

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regimento.
Parágrafo único. Será ilegítima a suspeição quando o excipiente
a provocar ou, depois de manifestada a causa, praticar ato que
importe aceitação do argüido.

Decisões do TSE e Recursos.


Em regra, as decisões do TSE são IRRECORRÍVEIS, não cabe
qualquer recurso das decisões do Tribunal, ressalvado somente quando
contrariarem a Constituição ou quando forem denegatórias (negarem)
de habeas corpus ou mandado de segurança.
Então, somente CABERÁ RECURSOS das decisões do TSE caso:

1. contrariarem a Constituição;
2. forem denegatórias de habeas corpus ou mandado de
segurança.
Esta é uma regra prevista diretamente na Constituição:

CF-88
Art. 121
§ 3º - São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior
Eleitoral, salvo as que contrariarem esta Constituição e as
denegatórias de "habeas-corpus" ou mandado de
segurança.

A competência para julgamento de recursos contra decisões do TSE


é do STF (recurso ordinário ou recurso extraordinário).

CF-8
Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal,
precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe:
II - julgar, em recurso ordinário:

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a) o "habeas-corpus", o mandado de segurança, o "habeas-data" e


o mandado de injunção decididos em única instância pelos
Tribunais Superiores, se denegatória a decisão;
III - julgar, mediante recurso extraordinário, as causas
decididas em única ou última instância, quando a decisão
recorrida:
a) contrariar dispositivo desta Constituição;
b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal;
c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face
desta Constituição.
d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal. (Incluída
pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

As decisões e todos os atos normativos e regulamentares do TSE


devem ter cumprimento imediato por parte dos TREs e Juízes eleitorais:

Código Eleitoral
Art. 21 Os Tribunais e juízes inferiores devem dar imediato
cumprimento às decisões, mandados, instruções e outros atos
emanados do Tribunal Superior Eleitoral.

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TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS (TREs)

Composição dos TREs.


Em cada capital de cada Estado da Federação e do Distrito Federal
haverá 1 (um) Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Como falei na Aula
Demonstrativa, não há Estado que não tenha TRE, logo são muitos concursos
de TREs disponíveis, não acham?
Os TREs são compostos com 7 Membros, escolhidos mediante
eleição ou nomeação do Presidente da República, resumida da forma abaixo.
Antes, porém, friso que os TREs têm composição FIXA pela CF-88, pois o art.
120 da Carta não prevê composição mínima para as Cortes Regionais (como
o faz para o TSE), apenas elenca a quantidade de juízes que as comporão.
Desse modo, os TREs NÃO podem mais aumentar o número de Juízes.
Memorização!

 TSE – Composição Mínima de 7 Membros


 TREs – Composição Fixa de 7 Membros

QUANTIDADE DE FORMA DE
ORIGEM
MEMBROS COMPOSIÇÃO

DESEMBARGADORES ELEIÇÃO
2 JUÍZES DO TJ do Estado (eleição no TJ)

JUÍZES DE DIREITO ELEIÇÃO


2 JUÍZES escolhidos pelo TJ (eleição no TJ)

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JUIZ DO TRF com sede ESCOLHA do TRF


1 JUIZ na Capital ou
escolhido pelo TRF

NOMEAÇÃO pelo
Presidente da
República
2 JUÍZES ADVOGADOS
(entre 6 Advogados) –
indicados pelo TJ (não
pela OAB)

CF-88
Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de
cada Estado e no Distrito Federal.
§ 1º - Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão:
I - mediante eleição, pelo voto secreto:
a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de
Justiça;
b) de dois juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo
Tribunal de Justiça;
II - de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na
Capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz
federal, escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional
Federal respectivo;
III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois
juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e
idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.

Da mesma forma que os Ministros do TSE escolhidos dentre a lista


de 6 Advogados, os Desembargadores dos TREs originariamente Advogados

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deverão ostentar notável saber jurídico e idoneidade moral. Os 2


Advogados que compõem os TREs são chamados de “Classe do Juristas”.
Todos os 6 Advogados serão indicados pelo TJ local, mas a
nomeação dos 2 Advogados para compor o pleno do TRE é feita pelo
Presidente da República (Chefe do Poder Executivo Federal). O TJ
Estadual organiza os nomes dos Juízes em lista tríplice e encaminha ao TSE,
que a divulgará através de Edital.1
Cuidado! Vale frisar que a indicação dos Advogados não é feita
pela OAB! A OAB não tem qualquer relação com a indicação dos Advogados
para compor os TREs. Como já coloquei, é comum colocarem em provas e
pegarem muitos desavisados!
Nesta lista de Advogados não poderão constar nomes de
Magistrados aposentados ou Membros do Ministério Público (agora
Advogados). O entendimento atual é que esta regra NÃO se aplica ao TSE.

Código Eleitoral
Art. 25
§ 1º A lista tríplice organizada pelo Tribunal de Justiça será
enviada ao Tribunal Superior Eleitoral.
§ 2º A lista não poderá conter nome de magistrado aposentado
ou de membro do Ministério Público.
§ 3º Recebidas as indicações o Tribunal Superior divulgará a lista
através de edital, podendo os partidos, no prazo de cinco dias,
impugná-la com fundamento em incompatibilidade.
§ 4º Se a impugnação for julgada procedente quanto a qualquer
dos indicados, a lista será devolvida ao Tribunal de origem para
complementação.

1
A Resolução TSE nº 21.461/2003 dispõe sobre o encaminhamento de lista tríplice organizada pelo Tribunal de Justiça
ao Tribunal Superior Eleitoral.

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§ 5º Não havendo impugnação, ou desprezada esta, o Tribunal


Superior encaminhará a lista ao Poder Executivo para a
nomeação.

O Código Eleitoral prevê lista tríplice de Advogados. Professor,


mas não são 6 (seis) os Advogados indicados pelo TJ para compor o TRE?
Sim! Para cada vaga de Membro de TRE, das 2 previstas para
Advogados, é elaborada 1 (uma) lista tríplice de nomes de Advogados, por isso
que são 6 indicados para escolha de 2 como nomeados. Apesar da CF-88
prelecionar que são 2 Juízes dentre 6 Advogados, no plano fático, a escolha é
por listas tríplices (de 3 Advogados) para cada vaga. Desse modo, não é
elaborada 1 lista de 6 nomes para cada vaga, mas 1 lista de 3 nomes para
cada vaga. Resumo assim:

1. surgiu 1 vaga no TRE: elabora-se 1 lista tríplice;


2. surgiu + 1 vaga: elabora-se mais 1 lista tríplice.

Ao seguir este procedimento, assegura-se que as 2 vagas de Juízes


oriundos da Advocacia sejam preenchidas da escolha de 6 Advogados.
Seguindo à regra prevista para o TSE sobre a nomeação de
Advogados para a Corte Superior, segundo o Código Eleitoral, a nomeação da
Classe dos Juristas para exercerem a função de Desembargadores nos TREs
também não poderá recair em cidadão que ocupe cargo público de que seja
demissível ad nutum (demitido a qualquer tempo, sob discricionariedade. Ex:
cargo em comissão), que seja diretor, proprietário ou sócio de empresa
beneficiada com subvenção, privilégio, isenção ou favor em virtude de contrato
com a administração pública, ou que exerça qualquer mandato de caráter
político (federal, estadual ou municipal).
Esta regra é prevista no art. 25, §7º, que remonta à aplicação do
disposto no art. 16, §2º (antigo parágrafo 4º):

Código Eleitoral
Art. 25

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§ 7º A nomeação de que trata o nº II deste artigo (atual inciso III


do art. 120, §3º, I, da CF-88 – nomeação de Advogados) não
poderá recair em cidadão que tenha qualquer das
incompatibilidades mencionadas no art. 16, § 4º (atual §2º do art.
16 do Código Eleitoral).
Art. 16
§ 2º A nomeação que trata o inciso II deste artigo não poderá
recair em cidadão que ocupe cargo público de que seja demissível
ad nutum; que seja diretor, proprietário ou sócio de empresa
beneficiada com subvenção, privilégio, isenção ou favor em virtude
de contrato com a administração pública; ou que exerça mandato
de caráter político, federal, estadual ou municipal. (§ 4º
renumerado pelo Decreto-lei nº 441, de 29.1.1969 e alterado
pela Lei nº 7.191, de 4.6.1984)
CF-88
Art. 120.
§ 1º - Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão:
III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois
juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e
idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.

A Resolução TSE nº 21.461/2003 prevê o requisito específico para


os Advogados de pelo menos 10 ANOS de atividade profissional
(consecutivos ou não).

Resolução TSE nº 21.461/2003


Art. 1º Os advogados a que se refere o inciso III do § 1º do art.
120 da Constituição Federal, na data em que forem indicados,
deverão estar no exercício da advocacia e possuir dez anos
consecutivos ou não de prática profissional.

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Vedação de parentesco entre Desembargadores dos TREs.


Igualmente, como previsto para o TSE, é também vedada a
existência de parentesco de até 4º GRAU entre os Desembargadores dos
TREs. Caso venha a ocorrer, será excluído o último que foi escolhido:

Código Eleitoral
Art. 25
§ 6º Não podem fazer parte do Tribunal Regional pessoas que
tenham entre si parentesco, ainda que por afinidade, até o 4º
grau, seja o vínculo legítimo ou ilegítimo, excluindo-se neste caso
a que tiver sido escolhida por último.

Presidência, Vice-Presidência e Corregedoria dos TREs.


O Presidente e o Vice do TRE serão eleitos pelo próprio TRE
entre os Desembargadores do TJ Estadual. A previsão legal quanto à
nomeação do Corregedor Regional é que está desatualizada. O Código
Eleitoral, no art. 26, prevê que seria o Corregedor o 3º Desembargador do TJ.
Ocorre que, hoje, com o regramento constitucional, são apenas 2
Desembargadores do TJ que compõem o TRE.
Desse modo, entende-se que o Corregedor Regional deverá ser
eleito entre os 2 (dois) atuais Desembargadores do TRE oriundos do TJ,
que são o Presidente ou o Vice-Presidente do TRE. Em regra, é nomeado
como Corregedor o Vice-Presidente do TRE. Contudo, temos que ter atenção
ao que dispõe o Regimento Interno do TRE, pois alguns preveem que caberá a
ao Presidente a função de Corregedoria e, até mesmo, a outro membro do TRE
(contrariamente ao previsto na Lei).

CF-88
Art. 120
§ 2º - O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o

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Vice-Presidente dentre os desembargadores (Leia-se:


Desembargadores do TJ).
Código Eleitoral
Art. 26. O Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal Regional
serão eleitos por este dentre os três desembargadores do Tribunal
de Justiça; o terceiro desembargador será o Corregedor Regional
da Justiça Eleitoral. (NÃO APLICÁVEL!)

No mesmo sentido da Corregedoria-Geral Eleitoral (do TSE), para o


Corregedor Regional, cabem as seguintes considerações:
1. as atribuições do Corregedor serão fixadas pelo TSE
(Resolução) ou pelo TRE, em caráter supletivo;
2. poderá se locomover às Zonas Eleitorais por
determinação do TSE ou do TRE, a pedido de juízes
eleitorais, a requerimento de partido ou quando
necessário;
3. os provimentos (regulamentos correcionais) emanados da
Corregedoria-Geral vinculam as Corregedorias
Regionais.

Art. 26
§ 1º As atribuições do Corregedor Regional serão fixadas pelo
Tribunal Superior Eleitoral e, em caráter supletivo ou
complementar, pelo Tribunal Regional Eleitoral perante o qual
servir.
§ 2º No desempenho de suas atribuições o Corregedor Regional se
locomoverá para as zonas eleitorais nos seguintes casos:
I - por determinação do Tribunal Superior Eleitoral ou do Tribunal
Regional Eleitoral;
II - a pedido dos juízes eleitorais;

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III - a requerimento de Partido, deferido pelo Tribunal Regional;


IV - sempre que entender necessário.

Procurador Regional Eleitoral. Quem é?


O caput do art. 27 do Código Eleitoral foi revogado pelos arts. 76 e
77 da Lei Complementar nº 75/1993, que dispõe sobre o estatuto do Ministério
Público da União (MPU).
Por incrível que pareça, o Procurador Regional Eleitoral (PRE)
não é o Chefe do Ministério Público Estadual e nem do Federal. É um
Procurador Regional da República ou um Procurador da República com
exercício no Estado. O Procurador Regional da República e o Procurador da
República fazem parte da carreira do Ministério Público Federal (é como se
fossem “Promotores Federais”).
O Procurador Regional da República é o “fim de carreira” do
Procurador da República.
Na prática, o Procurador Regional Eleitoral acaba sendo um
Procurador da República lotado no Estado (quase nunca é um Procurador
Regional da República). O Procurador Regional Eleitoral chefia o MP Eleitoral no
Estado, inclusive coordenando e chefiando os Promotores Eleitorais do
Estado (Promotores de Justiça da Justiça Estadual de 1º Grau, com funções
Eleitorais).
Sobre o Procurador Regional da República destaco os seguintes
pontos:
1. O caput do art. 27 do Código Eleitoral está revogado, não
regulamento mais a matéria;
2. O Procurador Regional Eleitoral pode ser um Procurador
Regional da República ou um Procurador da República
vitalício, tanto nos Estados quanto no Distrito Federal;

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LC 75/93 – Lei Orgânica do Ministério Público da União (MPU)


Art. 76. O Procurador Regional Eleitoral, juntamente com o seu
substituto, será designado pelo Procurador-Geral Eleitoral,
dentre os Procuradores Regionais da República no Estado e
no Distrito Federal, ou, onde não houver, dentre os
Procuradores da República vitalícios, para um mandato de
dois anos.
§ 1º O Procurador Regional Eleitoral poderá ser reconduzido uma
vez.
§ 2º O Procurador Regional Eleitoral poderá ser destituído, antes
do término do mandato, por iniciativa do Procurador-Geral
Eleitoral, anuindo a maioria absoluta do Conselho Superior do
Ministério Público Federal.
Art. 77. Compete ao Procurador Regional Eleitoral exercer as
funções do Ministério Público nas causas de competência do
Tribunal Regional Eleitoral respectivo, além de dirigir, no Estado, as
atividades do setor.
Parágrafo único. O Procurador-Geral Eleitoral poderá designar, por
necessidade de serviço, outros membros do Ministério Público
Federal para oficiar, sob a coordenação do Procurador Regional,
perante os Tribunais Regionais Eleitorais.
REVOGADO
Código Eleitoral
Art. 27. Servirá como Procurador Regional junto a cada Tribunal
Regional Eleitoral o Procurador da República no respectivo Estado
e, onde houver mais de um, aquele que for designado pelo
Procurador Geral da República.

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Procuradores Eleitorais junto aos Tribunais Eleitorais:

Procurador-Geral da República
No TSE
(PGR)

PROCURADOR REGIONAL DA
REPÚBLICA ou
PROCURADOR DA REPÚBLICA –
Nos TREs
investidos da função de
Procurador Regional Eleitoral
(PRE)

Deliberações dos TREs.


As deliberações dos TREs serão realizadas por maioria de votos,
em sessão pública, com presença da maioria de seus membros.
Mais uma vez, digo que constitui a maioria de seus membros é o
1º número inteiro acima da metade dos membros. No caso dos TREs que
possuem 7 Membros, o 1º nº inteiro acima da metade é 4 Membros.
Assim, para o TRE efetivamente deliberar sobre alguma matéria
eleitoral, deverão estar presentes pelo menos 4 dos Membros (a metade é
3,5, e o 1º nº inteiro acima da metade é 4).
Caso não haja quórum para início dos trabalhos, serão convocados
substitutos dos membros.

Código Eleitoral
Art. 28. Os Tribunais Regionais deliberam por maioria de votos,
em sessão pública, com a presença da maioria de seus
membros.
§ 1º No caso de impedimento e não existindo quorum, será o
membro do Tribunal substituído por outro da mesma categoria,

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designado na forma prevista na Constituição.

Suspeição de Membros dos TREs.


Da mesma forma que para o TSE, a previsão legal de arguição de
suspeição de algum Desembargador do TRE, do Procurador Regional, ou
mesmo dos funcionários de sua secretaria, visa impedir eventuais decisões
parciais em favor ou em desfavor de algum candidato ou partido.
Atenção!
Observem que, diferentemente do TSE, para os TREs o Código
Eleitoral somente previu a hipótese de arguição de suspeição, em nada
mencionou sobre a arguição de impedimento.
O art. 28, §1º, do Código Eleitoral preleciona sobre impedimento
para Membro do TRE, porém, diferentemente do previsto para o TSE no art. 20
(faculdade de qualquer interessado arguir a SUSPEIÇÃO e o IMPEDIMENTO dos
Membros do TSE, Procurador-Geral e funcionários), o art. 28 previu que
somente poderá ser arguida a SUSPEIÇÃO de Membro do TRE, não
facultando a possibilidade de arguição de impedimento.
Conforme o Código Eleitoral, em caso de impedimento, o membro
do TRE será simplesmente substituído, não havendo a necessidade de
arguição de impedimento e a mesma proporção jurídica na hipótese do TSE. Já
em caso de SUSPEIÇÃO de membro do TRE, cabe ARGUIÇÃO de suspeição e
eventual recurso para o TSE.
Repito o já relatado linhas atrás:
O impedimento legal gera a presunção absoluta de
parcialidade do Juiz (ex: um Juiz que seria parte no processo que ele mesmo
julgaria). Já a simples suspeição gera presunção relativa de parcialidade,
dependente de prova (ex: amigo íntimo ou inimigo mortal de alguma das
partes do processo).
As hipóteses de suspeição e impedimento estão previstas na Lei
Civil e na Lei Penal (especialmente no Código de Processo Civil e no Código de

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Processo Penal), salvo quanto ao motivo de parcialidade partidária, que é


prevista no art. 20 do Código Eleitoral. Então, pelo menos a parcialidade
partidária é um dos motivos previstos diretamente na lei eleitoral para
arguição de impedimento e suspeição.
Ademais, referido dispositivo prevê que qualquer interessado
poderá argüir a suspeição no TRE, mas não somente dos Membros do
Tribunal, mas também poderá ser impugnada a imparcialidade também do
Procurador Regional e de funcionários da Secretaria do Juízo Eleitoral.
Ademais, no caso dos TREs, é prevista a hipótese de Recurso
voluntário para o TSE em caso de não aceitação pelo TRE da arguição de
suspeição do Desembargador, do Procurador Regional, ou de funcionários da
sua Secretaria, assim como dos Juízes e escrivães eleitorais.

Código Eleitoral
Art. 28.
§ 1º No caso de IMPEDIMENTO e não existindo quorum, será o
membro do Tribunal substituído por outro da mesma categoria,
designado na forma prevista na Constituição.
§ 2º Perante o Tribunal Regional, e com recurso voluntário para
o Tribunal Superior qualquer interessado poderá argüir a
SUSPEIÇÃO dos seus membros, do Procurador Regional, ou de
funcionários da sua Secretaria, assim como dos juízes e
escrivães eleitorais, nos casos previstos na lei processual civil e
por motivo de parcialidade partidária, mediante o processo previsto
em regimento.
§ 3º No caso previsto no parágrafo anterior será observado o
disposto no parágrafo único do art. 20.
Art. 20.
Parágrafo único. Será ilegítima a suspeição quando o excipiente
(quem propõe a exceção de suspeição) a provocar ou, depois de
manifestada a causa, praticar ato que importe aceitação do

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argüido.

Decisões dos TREs e Recursos.


Lembrando: das decisões do TSE cabe algum recurso?
Segundo o art. 121, §3º, da CF-88, são IRRECORRÍVEIS as
decisões do TSE (como regra), salvo as que contrariarem a Constituição e
as denegatórias de Habeas Corpus e de Mandando de Segurança.
Contudo, em relação às decisões dos TREs, são também
irrecorríveis?
Igualmente às decisões do TSE, como regra, das decisões dos
TREs NÃO cabem recursos!
Então, a regra é que, das decisões do TSE e dos TREs NÃO CABEM
RECURSOS!
Somente caberá recurso de decisão do TRE nos seguintes casos,
previstos no art. 121, §4º da CF-88, assim resumidos:
1. decisão proferida contra disposição expressa da
Constituição ou de Lei;
2. quando ocorrer divergência na interpretação de lei entre
2 ou mais TREs – o TSE funcionará como uniformizador das
decisões dos TREs;
3. decisão que verse sobre inelegibilidade ou expedição de
diplomas federais ou estaduais - NÃO CABERÁ RECURSO
para o TSE de decisão sobre inelegibilidade ou expedição de
diplomas MUNICIPAL! Pode ser pegadinha de prova!
4. decisão que anular diploma ou decretar a perda de
mandatos eletivos federais e estaduais - NÃO CABERÁ
RECURSO para o TSE de decisão que anular diploma ou
decretar a perda de mandato MUNICIPAL! Pode ser
pegadinha de prova!

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5. decisão que denegar:


a. Habeas Corpus;
b. Mandado de Segurança;
c. Habeas Data;
d. Mandado de Injunção.

CF-88
Art. 121
§ 4º - Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente
caberá recurso quando:
I - forem proferidas contra disposição expressa desta
Constituição ou de lei;
II - ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou
mais tribunais eleitorais;
III - versarem sobre inelegibilidade ou expedição de
diplomas nas eleições federais ou estaduais;
IV - anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos
eletivos federais ou estaduais;
V - denegarem "habeas-corpus", mandado de segurança,
"habeas-data" ou mandado de injunção.

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Quadrinho para MEMORIZAÇÃO:


Decisões dos Tribunais Eleitorais X RECURSOS

EXCEÇÃO
TRIBUNAIS REGRA
(DECISÕES RECORRÍVEIS)
TRIBUNAL a) contrariarem a
NÃO CABEM RECURSOS
Constituição;
SUPERIOR das decisões do TSE (art.
b) denegatórias de HC e de
ELEITORAL (TSE) 121, §3º, da CF)
MS.
a. decisão proferida contra
disposição expressa da
Constituição ou de Lei;
b. quando ocorrer divergência
na interpretação de lei
entre 2 ou mais TREs;
c. decisão que verse sobre
inelegibilidade ou
expedição de diplomas
TRIBUNAIS federais ou estaduais; -
NÃO CABEM RECURSOS
NÃO MUNICIPAL!;
REGIONAIS das decisões dos TREs
d. decisão que anular diploma
ELEITORAIS (TREs) (art. 121, §4º, da CF) ou decretar a perda de
mandatos eletivos federais e
estaduais - NÃO MUNICIPAL!;
e. decisão que denegar:
a. Habeas Corpus;
b. Mandado de
Segurança;
c. Habeas Data;
d. Mandado de
Injunção.

Obs: nesta aula estudamos a composição do TSE e dos TREs. Na próxima aula
veremos as competências de cada um dos Tribunais Eleitorais. Agora vamos
praticar um pouco...

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EXERCÍCIOS COMENTADOS

1. CESPE 05/05/2013 - PC - BA - Delegado de Polícia


Em relação à organização e ao funcionamento da justiça eleitoral, julgue os
próximos itens.
Participa da composição dos tribunais regionais eleitorais um representante do
MP.

COMENTÁRIOS:
Gente, isso despenca em provas!
São órgãos da Justiça Eleitoral:

1. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE);


2. TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS (TREs);
3. JUÍZES ELEITORAIS;
4. JUNTAS ELEITORAIS.

As peculiaridades apresentadas pelo Código Eleitoral são as de que


o TSE tem sede na Capital da República e jurisdição em todo o país, e de
que cada Estado e o DF terão um Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Em
tese, quanto aos territórios, faz a ressalva da possibilidade do TSE propor a
criação na sua capital.
Atenção! O Ministério Público Eleitoral não faz parte da
Organização da Justiça Eleitoral! Não está nos rols elencados abaixo. Faço essa
ressalva, pois pode o aluno embaralhar os conceitos ao achar que o MP
Eleitoral faz parte da Justiça Eleitoral. MP é órgão independente (quase um 4º
Poder).

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Portanto, o Ministério Público Eleitoral não é um dos 4 órgãos da


Justiça Eleitoral. Decorar: TSE + TREs + Juízes + Juntas Eleitorais.

RESPOSTA CERTA: E

2. CESPE 06/01/2013 - TRE - MS - Técnico Judiciário - Contabilidade


(Adaptada) No que se refere a juízes e tribunais eleitorais, julgue os itens
abaixo com base no que dispõe a CF.
a) As zonas eleitorais são órgãos da justiça eleitoral.
b) O corregedor eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral será, necessariamente,
um ministro oriundo do Supremo Tribunal Federal.
c) Entre os membros do Tribunal Superior Eleitoral, deve haver dois cidadãos
de idoneidade moral indicados pelo presidente da República.

COMENTÁRIOS:
Item A – Errado. Zona Eleitoral não é órgão da Justiça Eleitoral. Não confundir
zona eleitoral com junta eleitoral!!!
Item B – Errado. O art. 119, parágrafo único, da CF-88 prevê que o Presidente
e o Vice-Presidente do TSE devem ser Ministros do STF, enquanto que o
Corregedor-Geral é do STJ:

CF-88
Art. 119
Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu
Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os
Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

Cargos no TSE: ORIGEM:

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Presidente e VICE do TSE SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF)

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA


Corregedor-Geral Eleitoral
(STJ)

Na realidade, o Corregedor-Geral é apenas 1 dos 2 Ministros


oriundos do STJ que compõem a corte. Assim, o Ministro do STJ também
Corregedor-Geral Eleitoral, acumula as funções de Corregedoria com as
funções ordinárias de Ministro do TSE (propriamente como Magistrado da
Corte).
Item C – Errado. Não são cidadãos simplesmente, mas Advogados.
A atual composição do TSE pode ser assim resumida, conforma CF-
88, art. 119:

QUANTIDADE DE FORMA DE
ORIGEM
MEMBROS COMPOSIÇÃO

SUPREMO TRIBUNAL
3 MINISTROS ELEIÇÃO
FEDERAL (STF)

SUPERIOR TRIBUNAL
2 MINISTROS ELEIÇÃO
DE JUSTIÇA (STJ)

NOMEAÇÃO pelo
2 MINISTROS ADVOGADOS Presidente da Rep.
(entre 6 Advogados).

CF-88
Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo,
de sete membros, escolhidos:
I - mediante eleição, pelo voto secreto:

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a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal;


b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de
Justiça;
II - por nomeação do Presidente da República, dois juízes
dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade
moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.

RESPOSTA CERTA: EEE

3. CESPE 06/01/2013 - TRE - MS - Analista Judiciário - Analista de


Sistemas
Assinale a opção correta a respeito dos tribunais eleitorais.
a) Dois membros dos TREs devem ser nomeados pelo presidente da República
entre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral indicados
pelo tribunal de justiça.
b) Somente haverá TRE nas capitais em que haja, no mínimo, um milhão de
eleitores.
c) Os presidentes dos TREs devem ser eleitos por votação dos servidores do
tribunal e dos advogados militantes no respectivo estado.
d) O Tribunal Superior Eleitoral (TSE ) compõe-se de sete ministros eleitos por
voto secreto entre os membros dos tribunais regionais eleitorais (TREs).
e) As decisões dos TREs são irrecorríveis, em qualquer hipótese.

COMENTÁRIOS:

A – correto. Segundo a CF-88, a composição mínima do TSE são 7 Ministros.


A sua atual composição pode ser assim resumida, conforma CF-88, art. 119:

QUANTIDADE DE ORIGEM FORMA DE

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MEMBROS COMPOSIÇÃO

SUPREMO TRIBUNAL
3 MINISTROS ELEIÇÃO
FEDERAL (STF)

SUPERIOR TRIBUNAL
2 MINISTROS ELEIÇÃO
DE JUSTIÇA (STJ)

NOMEAÇÃO pelo
2 MINISTROS ADVOGADOS Presidente da Rep.
(entre 6 Advogados).

B – errado. Em cada capital de cada Estado da Federação e do Distrito Federal


haverá 1 (um) Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
C – errado. O Presidente e o Vice do TRE serão eleitos pelo próprio TRE
entre os Desembargadores do TJ Estadual.

CF-88
Art. 120
§ 2º - O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o
Vice-Presidente dentre os desembargadores (Leia-se:
Desembargadores do TJ).

D – errado. Ver item A.


E – errado. Em regra, as decisões do TSE são IRRECORRÍVEIS, não cabe
qualquer recurso das decisões do Tribunal, ressalvado somente quando
contrariarem a Constituição ou quando forem denegatórias (negarem)
de habeas corpus ou mandado de segurança.
Então, somente CABERÁ RECURSOS das decisões do TSE caso:

3. contrariarem a Constituição;
4. forem denegatórias de habeas corpus ou mandado de
segurança.

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RESPOSTA CERTA: A

4. CESPE 26/08/2012 - TRE - RJ - Técnico Judiciário - Administrativa


A respeito dos órgãos da justiça eleitoral, julgue os itens subsequentes.
A presidência do TSE cabe a todos os ministros do tribunal, que se revezam no
cargo.

COMENTÁRIOS:
Errado! A presidência é reservada aos Ministros do TSE oriundos do
STF.
O art. 119, parágrafo único, da CF-88 prevê que o Presidente e o
Vice-Presidente do TSE devem ser Ministros do STF, enquanto que o
Corregedor-Geral é do STJ:

CF-88
Art. 119
Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu
Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os
Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

Cargos no TSE: ORIGEM:

Presidente e VICE do TSE SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF)

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA


Corregedor-Geral Eleitoral
(STJ)

RESPOSTA CERTA: E

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5. CESPE 19/08/2012 - TJ - BA - Juiz de Direito Substituto


Acerca da estrutura e composição da justiça eleitoral, assinale a opção correta
com base no que dispõem a CF e a legislação específica.
a) É legítima a indicação de vereador para ministro do TSE na vaga reservada
à categoria, desde que, além de deter reputação ilibada e notório saber, esse
vereador não seja filiado a partido político.
b) O ministro-corregedor do TSE deve ser sempre oriundo do STJ.
c) Não há impedimento legal à indicação para o cargo de ministro do TSE de
servidor comissionado que atue como assessor de ministro do STF, desde que
o servidor seja advogado com notório saber e reputação ilibada.
d) É vedada a acumulação do cargo de ministro do TSE com o de ministro do
STF, em razão do princípio da especialização.
e) Um dos integrantes do TSE é indicado pelo MPU, em respeito ao princípio do
quinto constitucional.

COMENTÁRIOS:

A – errado. Admite-se apenas Advogado, Desembargador do TJ, Juiz do TJ e


Juiz Federal.
B – correto. O art. 119, parágrafo único, da CF-88 prevê que o Presidente e o
Vice-Presidente do TSE devem ser Ministros do STF, enquanto que o
Corregedor-Geral é do STJ:
CF-88
Art. 119
Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu
Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os
Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

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Cargos no TSE: ORIGEM:

Presidente e VICE do TSE SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF)

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA


Corregedor-Geral Eleitoral
(STJ)

C – errado. Esta nomeação de Advogados, segundo o Código Eleitoral, NÃO


poderá recair:
1. em cidadão que ocupe cargo público de que seja
demissível ad nutum (a qualquer tempo, sob
discricionariedade), ou
2. que seja diretor, proprietário ou sócio de empresa
beneficiada com subvenção, privilégio, isenção ou
favor em virtude de contrato com aa administração
pública, ou que exerça qualquer mandato de caráter
político (federal, estadual ou municipal):

Código Eleitoral
Art. 16
§ 2º A nomeação que trata o inciso II deste artigo não poderá
recair em cidadão que ocupe cargo público de que seja demissível
ad nutum; que seja diretor, proprietário ou sócio de empresa
beneficiada com subvenção, privilégio, isenção ou favor em virtude
de contrato com a administração pública; ou que exerça mandato
de caráter político, federal, estadual ou municipal. (§ 4º
renumerado pelo Decreto-lei nº 441, de 29.1.1969 e alterado
pela Lei nº 7.191, de 4.6.1984)

D – errado. É plenamente possível. Inclusive, 2 Ministros do STF acumulam


suas funções no TSE.
E – errado. Não há indicação do MPU.

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RESPOSTA CERTA: B

6: TRE/ES – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] - 2011.


Julgue os itens seguintes, referentes à composição e às atribuições do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Um vereador que seja advogado não pode ser nomeado ministro do TSE para
uma das vagas destinadas a tais profissionais.
COMENTÁRIOS:
Esta questão pegou muita gente que não se atentou às vedações
dispostas no Código Eleitoral para nomeação de Ministros do TSE oriundos da
Advocacia! Alguns concurseiros acham que muitas partes do Código Eleitoral
estão revogadas e simplesmente desprezam o diploma, o que é um equívoco!
O Vereador não pode ser nomeado Ministro do TSE pelo fato de ser
Advogado, mas por exercer mandato de caráter político na esfera municipal.
A nomeação de Advogados NÃO poderá recair:
1. em cidadão que ocupe cargo público de que seja
demissível ad nutum (a qualquer tempos, sob
discricionariedade), ou
2. que seja diretor, proprietário ou sócio de empresa
beneficiada com subvenção, privilégio, isenção ou
favor em virtude de contrato com a administração
pública, ou que exerça qualquer mandato de caráter
político (federal, estadual ou municipal);

Art. 16
§ 2º A nomeação que trata o inciso II deste artigo não poderá
recair em cidadão que ocupe cargo público de que seja demissível
ad nutum; que seja diretor, proprietário ou sócio de empresa
beneficiada com subvenção, privilégio, isenção ou favor em virtude
de contrato com a administração pública; ou que exerça

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mandato de caráter político, federal, estadual ou


municipal. (§ 4º renumerado pelo Decreto-lei nº 441, de
29.1.1969 e alterado pela Lei nº 7.191, de 4.6.1984)

Portanto, este Vereador jamais poderá ser nomeado Ministro do


TSE, exatamente pelo fato de exercer mandato eletivo municipal.

RESPOSTA CERTA: C

7. TRE/ES – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] - 2011.


O sobrinho-neto de um ministro do TSE na ativa não pode ser nomeado
ministro da mesma corte devido ao parentesco.

COMENTÁRIOS:
Quando se defrontar com uma questão dessas, parta do pressuposto dado na
questão: o sobrinho-neto é parente do Ministro do TSE em qual grau? O ponto
inicial é o Ministro.
O Ministro é o “EU” do quadrinho abaixo; subindo até o PAI, depois IRMÃO,
SOBRINHO e por último SOBRINHO-NETO (que nem tem ai...rsrs). Chega-se à
conclusão que é parentesco de 4º GRAU. O sobrinho-neto é o neto da irmã.

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Como é vedada a existência de parentesco de até 4º GRAU


entre os Ministros do TSE. Caso venha a ser constatada, será a última
nomeação considerada NULA, isto é, o último parente até o 4º grau nomeado
será excluído! Por isso a questão está CORRETA.

Art. 16
§ 1º Não podem fazer parte do Tribunal Superior Eleitoral
cidadãos que tenham entre si parentesco, ainda que por
afinidade, até o 4º (quarto) grau, seja o vínculo legítimo ou
ilegítimo, excluindo-se neste caso o que tiver sido escolhido por
último. (§ 3º renumerado pelo Decreto-lei nº 441, de 29.1.1969
e alterado pela Lei nº 7.191, de 4.6.1984)

RESPOSTA CERTA: C

8. CESPE 21/02/2010 - TRE - BA - Analista Judiciário - Administrativa


Quanto aos órgãos da justiça eleitoral, julgue os itens seguintes.
As juntas eleitorais não são consideradas órgãos da justiça eleitoral,

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constituindo-se em mera divisão regional realizada pelo juiz que a preside.

COMENTÁRIOS:
São órgãos da Justiça Eleitoral:

1. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL (TSE);


2. TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS (TREs);
3. JUÍZES ELEITORAIS;
4. JUNTAS ELEITORAIS.

RESPOSTA CERTA: E

9: TRE - MT - Analista Judiciário - Administrativa [CESPE] -


24/01/2010.
Assinale a opção correta com relação aos órgãos da justiça eleitoral.
a) A justiça eleitoral é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelo
TRE, na capital de cada estado e no DF, pelo Ministério Público Eleitoral e pelas
juntas eleitorais.
b) Os ministros do TSE são escolhidos entre juízes do STF e do STJ e entre
representantes da advocacia.
c) Por determinação legal, a sede do TSE é na capital da República e, por isso,
a sua jurisdição encontra-se limitada ao DF.
d) O corregedor do TSE deve ser escolhido entre os ministros do STF.
e) O presidente do TSE deve ser escolhido entre ministros do STF e o vice-
presidente, entre ministros do STJ.

COMENTÁRIOS:

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Item A e C – errados. São órgãos da Justiça Eleitoral:

1. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL;


2. TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS (TREs);
3. JUÍZES ELEITORAIS;
4. JUNTAS ELEITORAIS.

O TSE tem sede na Capital da República e jurisdição em todo o país, e de


que cada Estado e o DF terão um Tribunal Regional Eleitoral. Apesar da sede
do TSE ser na capital, a sua jurisdição não se limita ao DF!
O Ministério Público Eleitoral não faz parte da Organização da Justiça
Eleitoral! Como coloquei em Aula, é muito comum ser cobrado desta forma em
prova e induzir a erro os candidatos.

Código Eleitoral

Art. 12. São órgãos da Justiça Eleitoral:


I - O Tribunal Superior Eleitoral, com sede na Capital da
República e jurisdição em todo o País;
II - Um Tribunal Regional, na Capital de cada Estado, no Distrito
Federal e, mediante proposta do Tribunal Superior, na Capital de
Território;
III - juntas eleitorais;
IV - juízes eleitorais.

CF-88

Art. 118. São órgãos da Justiça Eleitoral:


I - o Tribunal Superior Eleitoral;
II - os Tribunais Regionais Eleitorais;
III - os Juízes Eleitorais;

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IV - as Juntas Eleitorais.

Item B – correto.

CF-88
Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo,
de sete membros, escolhidos:
I - mediante eleição, pelo voto secreto:
a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal;
b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de
Justiça;
II - por nomeação do Presidente da República, dois juízes
dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade
moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.

Item D e E – errados. O art. 119, parágrafo único, da CF-88 prevê que o


Presidente e o Vice-Presidente do TSE devem ser Ministros do STF, enquanto
que o Corregedor-Geral é do STJ:

CF-88
Art. 119
Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu
Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os
Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

Cargos no TSE: ORIGEM:

Presidente e Vice do TSE SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF)

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA


Corregedor-Geral Eleitoral
(STJ)

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RESPOSTA CERTA: B

10: TRE - MT - Analista Judiciário - Administrativa II [CESPE] -


24/01/2010.
Assinale a opção correta a respeito da organização da justiça eleitoral e,
especialmente, do TRE.
a) O juiz corregedor do TRE é o representante legal do Ministério Público
Eleitoral.
b) Três advogados de notável saber jurídico compõem o TRE e são
responsáveis pela indicação do vice-presidente.
c) É vedada a indicação de juiz de primeira instância para compor o TRE.
d) O presidente do TRE deve ser um dos desembargadores do tribunal de
justiça.
e) Uma vaga do TRE é assegurada a membro do Ministério Público estadual.

COMENTÁRIOS:
Item A – errado. O Corregedor Regional do TRE será deverá ser um dos
Juízes que compõem o TRE, devendo recair entre os Desembargadores
oriundos do TJ (Presidente ou Vice). O representante do Ministério Público
Eleitoral é o Procurador Regional Eleitoral e não o Corregedor.
Item B e C – errados, D - correto. A composição do TRE é por apenas 2
Advogados e não 3. O Presidente e o Vice-Presidente serão eleitos entre os
Desembargadores oriundos do TJ.
Devem ser indicados 2 Juízes de Direito (1ª instância), escolhidos pelo TJ, para
compor o TRE.

CF-88
Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada
Estado e no Distrito Federal

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§ 1º - Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão:


I - mediante eleição, pelo voto secreto:
a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de
Justiça;
b) de dois juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo
Tribunal de Justiça;
II - de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na
Capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz
federal, escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional
Federal respectivo;
III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois
juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e
idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.
§ 2º - O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o
Vice-Presidente- dentre os desembargadores (Leia-se:
Desembargadores do TJ).

Item E – errado. Como já comentado, o Ministério Público NÃO faz parte da


Justiça Eleitoral!

RESPOSTA: D

11. CESPE 15/03/2009 - TRE - MG - Técnico Judiciário -Administrativa


Considerando a organização e as competências do TSE, assinale a opção
correta.
a) Os advogados que compõem o TSE são nomeados pelo presidente da
República entre os indicados, em lista sêxtupla, pelo Conselho Federal da
Ordem dos Advogados do Brasil.
b) O presidente, o vice-presidente e o corregedor eleitoral do TSE são

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escolhidos entre os ministros do Supremo Tribunal Federal que compõem o


tribunal.
c) As funções de procurador geral junto ao TSE são exercidas pelo procurador
geral da República, funcionando, em suas faltas e impedimentos, seu
substituto legal.
d) Em razão de o TSE constituir a instância máxima da justiça eleitoral, suas
decisões são sempre irrecorríveis
e) Cabe ao TRE de cada estado da Federação enviar ao presidente da
República a lista organizada pelos tribunais de justiça, entre cidadãos de
notável saber jurídico e idoneidade moral, para, em número de dois, compor
os TREs.

COMENTÁRIOS:

A – errado. As indicações são de diversos órgãos, conforme já vimos.


B – errado. O Corregedor é entre os Ministros do STJ.
C – correto. As funções de Procurador-Geral do TSE serão exercidas pelo
Procurador-Geral da República (PGR), que é o Chefe do Ministério Público
da União (MPU).
Código Eleitoral
Art. 18. Exercerá as funções de Procurador Geral, junto ao Tribunal
Superior Eleitoral, o Procurador Geral da República,
funcionando, em suas faltas e impedimentos, seu substituto legal.

D – errado. Cabem recursos, em caráter excepcional.


E – errado. Compete ao TSE enviar a lista ao Presidente da República.
Código Eleitoral
Art. 23 - Compete, ainda, privativamente, ao Tribunal Superior,
XI - enviar ao Presidente da República a lista tríplice organizada
pelos Tribunais de Justiça nos termos do ar. 25;

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RESPOSTA CERTA: C

12: TRE/BA – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] -


2009.
No que se refere às disposições contidas na CF acerca do Poder Legislativo,
Poder Executivo e Poder Judiciário, julgue os itens seguintes.
45) O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será composto, no mínimo, por sete
membros, escolhidos mediante eleição pelo voto secreto de três juízes entre os
ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), dois juízes entre os ministros do
Superior Tribunal de Justiça (STJ) e, por nomeação do presidente da
República, de dois juízes entre seis advogados de notável saber jurídico e
idoneidade moral, indicados pelo STF.
COMENTÁRIOS:
Apesar de ser CESPE, veja que esta questão realizada pela Banca foi
praticamente a literalidade do previsto no art. 119 da CF-88.
Vejam os mesmos comentários ao Item B da Questão anterior.

RESPOSTA CERTA: C

13: TRE/BA – Técnico Judiciário – Área Administrativa [CESPE] - 2009.


62) A legislação brasileira prevê que o TSE, composto de sete membros, pode
ter sua composição aumentada, ao passo que os TREs, também compostos de
sete membros cada um deles, não podem ter a sua composição aumentada.
COMENTÁRIOS:
Esta questão pegou de surpresa muitos candidatos!

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Pela leitura fria do texto legal não dá para inferir expressamente a


possibilidade ou não de aumento dos membros dos TREs. Já adiantamos um
pouco, mas veremos na próxima aula que a CF-88 estabeleceu um número
certo de Membros dos TREs, diferentemente do que fez para os TSE
(mínimo).
Há uma discussão acerca da possibilidade ou não de aumento dos membros
dos TREs, com base tanto neste art. 13 do Código Eleitoral, quanto com base
na previsão do TSE propor ao Legislativo a alteração do número de membros
do Tribunais inferiores, disposta no art. 96, II, a, da CF-88.

Código Eleitoral
Art. 13. O número de juízes dos Tribunais Regionais não será
reduzido, mas poderá ser elevado até nove, mediante proposta do
Tribunal Superior, e na forma por ele sugerida.
CF-88
Art. 96. Compete privativamente:
II - ao Supremo Tribunal Federal, aos Tribunais Superiores e aos
Tribunais de Justiça propor ao Poder Legislativo respectivo,
observado o disposto no art. 169:
a) a alteração do número de membros dos tribunais
inferiores;

Mas o que tem prevalecido em provas é o que está na CF-88: NÚMERO FIXO
DE 7 MEMBROS PARA OS TREs (pois é o que é previsto na CF-88). Saiba
que o art. 13, que não foi revogado, mas apreenda o principal, previsto na CF.
Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no
mínimo, de sete membros, escolhidos:
Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada
Estado e no Distrito Federal.
§ 1º - Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão (pelo
menos para provas, a CF-88 indica que é um número fixo de

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membros): (...)

RESPOSTA CERTA: C

14: TRE/BA – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] -


2009.
59) É cabível recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) das decisões dos
TREs quando versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas
eleições federais ou estaduais.
COMENTÁRIOS:
Caberá Recurso das decisões dos TREs para o TSE nas hipóteses previstas no
art. 121, §4º, da CF-88:

CF-88
Art. 121
§ 4º - Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente
caberá recurso quando:
I - forem proferidas contra disposição expressa desta
Constituição ou de lei;
II - ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou
mais tribunais eleitorais;
III - versarem sobre inelegibilidade ou expedição de
diplomas nas eleições federais ou estaduais;
IV - anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos
eletivos federais ou estaduais;
V - denegarem "habeas-corpus", mandado de segurança,
"habeas-data" ou mandado de injunção.

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RESPOSTA CERTA: C

15: TRE - PR - Técnico Judiciário - Operação de Computadores [CESPE]


- 22/11/2009.
[31] O TSE é composto por ministros oriundos do STF, por ministros do STJ,
de onde é escolhido o corregedor do TSE, e também por representantes da
advocacia, indicados pelo STF e nomeados pelo presidente da República.
COMENTÁRIOS:
A questão está totalmente correta, em cada frase. Vamos decompô-la:
 O TSE é composto por Ministros do STF e do STJ – correto.
 O Corregedor-Geral Eleitoral é escolhido dentre os Ministros do STJ –
correto.
 Representantes da Advocacia compõem o TSE, sendo indicados pelo STF
e nomeados pelo Presidente da República – correto. Cuidado para não
confundir a ordem e a competência.

Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo,


de sete membros, escolhidos:
I - mediante eleição, pelo voto secreto:
a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal;
b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de
Justiça;
II - por nomeação do Presidente da República, dois juízes
dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade
moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.

RESPOSTA CERTA: C

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16: TRE - PR - Técnico Judiciário - Operação de Computadores [CESPE]


- 22/11/2009.
[32] Os TREs são compostos por juízes escolhidos entre os desembargadores
do TJ do respectivo estado, entre os juízes de direito, escolhidos pelo TJ do
estado, e entre membros da advocacia, indicados pelo TJ e nomeados pelo
governador do estado, com notável saber jurídico e idoneidade moral.
COMENTÁRIOS:
Esta questão está quase totalmente correta, salvo em uma única frase. Vamos
decompô-la:
 Os TREs são compostos por juízes escolhidos entre os Desembargadores
do TJ – correto.
 Entre os Juízes de Direito, escolhidos pelo TJ do Estado – correto.
 Entre membros da Advocacia, indicados pelo e nomeados pelo
governador do Estado... – errado.
A nomeação é pelo Presidente da República, tanto dos Ministro do TSE
quanto dos Membros dos TREs!!!
Portanto, pessoal, atenção a cada frase e afirmação contidas nas questões,
pois, apesar ter estudado bastante, escorregar nesta é super fácil.

CF-88
Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de
cada Estado e no Distrito Federal.
§ 1º - Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão:
I - mediante eleição, pelo voto secreto:
a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de
Justiça;
b) de dois juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo
Tribunal de Justiça;
II - de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na

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Capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz


federal, escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional
Federal respectivo;
III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois
juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e
idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.

RESPOSTA CERTA: E

17: TRE - PR - Analista Judiciário - Análise de Sistemas [CESPE] -


22/11/2009.
[33] A justiça eleitoral é formada pelo TSE, por um TRE em cada estado e no
DF, pelas juntas eleitorais e pelos juízes eleitorais.
COMENTÁRIOS:
São órgãos da Justiça Eleitoral:

1. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL;


2. TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS (TREs);
3. JUÍZES ELEITORAIS;
4. JUNTAS ELEITORAIS.

RESPOSTA CERTA: C

18: TRE - MA - Analista Judiciário – Administrativa [CESPE] -


21/06/2009.
Assinale a opção correta a respeito da composição do TSE.
a) O advogado-geral da União integrará o TSE, caso seja indicado pelo
presidente da República.

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b) O advogado-geral da União integra o TSE, independentemente de indicação


política.
c) Um juiz de trabalho de primeira instância faz parte do TSE por indicação do
Tribunal Superior do Trabalho.
d) Um advogado militante integrará o TSE mediante indicação do Superior
Tribunal Militar.
e) O corregedor eleitoral do TSE será ministro oriundo do STJ.

COMENTÁRIOS:
Itens – A, B e D - errados. A CF-88 não prevê qualquer possibilidade do AGU
integrar o TSE, apenas de 2 Advogados indicados pelo STF e nomeados pelo
Presidente da República.

CF-88
Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo,
de sete membros, escolhidos:
I - mediante eleição, pelo voto secreto:
a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal;
b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de
Justiça;
II - por nomeação do Presidente da República, dois juízes
dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade
moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.

Item C – errado. Apenas Ministros do STF e STJ, bem como Advogados


integram o TSE, não havendo possibilidade de Juízes do Trabalho.
Item E – correto. O Presidente e o Vice-Presidente do TSE devem ser
Ministros do STF, enquanto que o Corregedor-Geral é do STJ:

CF-88

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Art. 119
Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu
Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os
Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

Cargos no TSE: ORIGEM:

Presidente e Vice do TSE SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF)

Corregedor-Geral SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA


Eleitoral (STJ)

RESPOSTA CERTA: E.

19: TRE - MA - Analista Judiciário – Judiciária [CESPE] - 21/06/2009.


Considerando a hipótese de que Antônio seja juiz federal e se candidate a juiz
do TRE de determinada unidade da Federação, assinale a opção correta.
a) É impossível a pretensão de Antônio, pois juiz ou desembargador de TRF
não integra TRE.
b) Uma única vaga de TRE é destinada a juiz de TRF, onde houver.
c) Desde que a indicação de Antônio seja do STF, é possível a pretensão desse
magistrado.
d) É possível a pretensão de Antônio, desde que a sua indicação seja do STJ.
e) É impossível a pretensão de Antônio, pois juiz de primeira instância não
integra TRE.

COMENTÁRIOS:
A pretensão do Antônio é plenamente plausível, pois a CF-88 prevê que 1 (um)

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Juiz Federal integrará o TRE de cada Estado, sendo escolhido pelo seu
respectivo Tribunal Regional Federal (não STF e não STJ).

CF-88
Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de
cada Estado e no Distrito Federal.
§ 1º - Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão:
(...)
II - de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na
Capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz
federal, escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional
Federal respectivo;

Portanto, apenas o item B está correto.

RESPOSTA CERTA: B

20: TRE - GO - Técnico Judiciário – Administrativa [CESPE] -


01/02/2009.
Considerando a composição e as atribuições dos TREs, assinale a opção
correta.
a) Os membros dos TREs são, todos eles, nomeados pelo presidente da
República, entre cidadãos de notável saber jurídico e idoneidade moral,
indicados pelo tribunal de justiça de cada estado da Federação.
b) Os TREs deliberam por maioria de votos, em sessão pública, com a
presença da maioria de seus membros.
c) Compete aos TREs processar o registro e o cancelamento do registro de
candidatos a governador, vice-governador e deputado estadual, cabendo ao
TSE o registro e o cancelamento do registro de candidatos a senador,
deputado federal, presidente e vice-presidente da República.

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d) As decisões dos TREs são irrecorríveis, e, portanto, terminativas, quando


versarem sobre expedição de diplomas em eleições estaduais.

COMENTÁRIOS:
Item A – errado. Serão nomeados pelo Presidente da República apenas os 2
Advogados. Os Desembargadores e Juízes de Direito são escolhidos pelo TJ e
o Juiz Federal é escolhido pelo TRF.
Item B – correto.

Art. 28. Os Tribunais Regionais deliberam por maioria de votos,


em sessão pública, com a presença da maioria de seus
membros.

Item C – errado. Compete aos TREs o registro e cassação de registros dos


candidatos a Governador, Vice, Membros do Congresso Nacional
(Deputados Federais e Senadores) e das Assembléias Legislativas
(Deputados Estaduais).
Não cabe ao TSE registrar a candidatura de Membros do Congresso
Nacional (Deputados Federais e Senadores), mas aos TREs de cada
Estado!

Art. 29. Compete aos Tribunais Regionais:


I - processar e julgar originariamente:
a) o registro e o cancelamento do registro dos diretórios estaduais
e municipais de partidos políticos, bem como de candidatos a
Governador, Vice-Governadores, e membro do Congresso Nacional
e das Assembléias Legislativas;

Item D – errado. Como exceção à regra da irrecorribilidade das decisões dos


TREs, é cabível recurso de decisão do TRE para o TSE nos casos decisão que
verse sobre expedição de diplomas federais ou estaduais.

CF-88

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Art. 121
§ 4º - Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente
caberá recurso quando:
(...)
III - versarem sobre inelegibilidade ou expedição de
diplomas nas eleições federais ou estaduais;

RESPOSTA CERTA: B

21: TRE - GO - Analista Judiciário - Administrativa


[CESPE] - 01/02/2009.
Quanto aos órgãos da justiça eleitoral, assinale a opção correta.
a) O TSE compõe-se, em seu todo, de juízes da magistratura de carreira
nomeados pelo presidente da República dentre os ministros do Supremo
Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça.
b) O TSE elegerá seu presidente, vice-presidente e corregedor entre os
ministros do Supremo Tribunal Federal.
c) Os membros dos tribunais regionais eleitorais de cada estado da Federação
serão nomeados pelos governadores, após indicação do respectivo tribunal de
justiça.
d) Os juízes dos tribunais eleitorais, salvo motivo justificado, servirão por dois
anos, no mínimo, e nunca por mais de dois biênios consecutivos.

COMENTÁRIOS:
Item A – errado. Cadê os 2 Advogados?
Item B – errado. O Corregedor-Geral Eleitoral é Ministro do STJ.
Item C – errado. Nomeação pelo Presidente da República dos Advogados. O

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resto (rsrs), Desembargadores e Juízes Estaduais e Federais, pelos seus


respectivos Tribunais (TJ e TRF).
Item D – correto. Os Juízes que exercem a função eleitoral servirão
obrigatoriamente por 2 anos (mínimo de tempo), sendo que estão vedados de
cumprirem mais de 4 anos consecutivos (2 biênios consecutivos), salvo
exceções justificadas perante o TRE de que faz parte.

Código Eleitoral

Art. 14. Os juízes dos Tribunais Eleitorais, salvo motivo


justificado, servirão obrigatoriamente por dois anos, e nunca por
mais de dois biênios consecutivos.

CF-88

Art. 121
§ 2º - Os juízes dos tribunais eleitorais, salvo motivo
justificado, servirão por dois anos, no mínimo, e nunca por
mais de dois biênios consecutivos, sendo os substitutos
escolhidos na mesma ocasião e pelo mesmo processo, em
número igual para cada categoria.

RESPOSTA CERTA: D

22: MPE - AM - Promotor de Justiça Substituto [CESPE] - 02/12/2007.


Com relação à composição e às atribuições do TSE, conforme definição
constitucional e legal, assinale a opção correta.
a) O corregedor-geral eleitoral deve ser um ministro oriundo do MPF.
b) O procurador-geral deve ser um ministro indicado pelo STJ.
c) O vice-presidente do TSE deve sempre ser ministro do STF.
d) O MPF deve indicar dois ministros do TSE.

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e) As reuniões do TSE devem ser secretas, salvo deliberação em contrário da


maioria dos seus integrantes.

COMENTÁRIOS:
Item A – errado. O Corregedor-Geral Eleitoral é oriundo do STJ, jamais do
MPF, órgão não integrante da Justiça Eleitoral.
Item B – errado. O Procurador-Geral Eleitoral é o Procurador-Geral da
República e não Ministro de Tribunal.
Item C – correto. O Presidente e o Vice do TSE são oriundos do STF.

CF-88
Art. 119
Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu
Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os
Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

Item D – errado. MPF não indica nada!


Item E – errado. As deliberações do TSE serão realizadas em sessão pública,
jamais secreta.

RESPOSTA CERTA: C

23. FCC 13/04/2014 - ALE - PE - Consultoria Legislativa - Dir.


Constitucional, Administrativo e Eleitoral
A respeito da composição dos Tribunais Regionais Eleitorais, é correto afirmar
que podem vir a integrá-los, dentre outros juízes, um
a) Ministro do Superior Tribunal de Justiça.
b) Ministro do Supremo Tribunal Federal.

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c) Juiz do Tribunal Regional Federal com sede na capital do respectivo Estado.


d) membro do Ministério Público do respectivo Estado.
e) Procurador da República indicado pelo Presidente da República.

COMENTÁRIOS:

QUANTIDADE DE FORMA DE
ORIGEM
MEMBROS COMPOSIÇÃO

DESEMBARGADORES ELEIÇÃO
2 JUÍZES DO TJ do Estado (eleição no TJ)

JUÍZES DE DIREITO ELEIÇÃO


2 JUÍZES escolhidos pelo TJ (eleição no TJ)

JUIZ DO TRF com sede ESCOLHA do TRF


1 JUIZ na Capital ou
escolhido pelo TRF

NOMEAÇÃO pelo
Presidente da
República
2 JUÍZES ADVOGADOS
(entre 6 Advogados) –
indicados pelo TJ (não
pela OAB)

RESPOSTA CERTA: C

24. FCC 09/02/2014 - Câmara Municipal - SP - Procurador Legislativo


A respeito da Justiça Eleitoral, é correto afirmar que

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a) o Presidente do Tribunal Superior Eleitoral será o Ministro do Supremo


Tribunal Federal mais antigo.
b) os Juízes de Direito que integram os Tribunais Regionais serão nomeados
pelo Presidente da República.
c) os Juízes dos Tribunais Regionais servirão por quatro anos, vedada a
recondução.
d) dela fazem parte as Juntas Eleitorais, posto que exercem jurisdição
eleitoral.
e) são irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral que denegarem
habeas corpus ou mandado de segurança.

COMENTÁRIOS:

A – errado. Será um dos Ministros do STF, mas por eleição e não pela
antiguidade.
B – errado. O Presidente da República só nomeia os Advogados.
C – errado. Os juízes eleitorais servem por até 2 biênios consecutivos.
D – correto. As juntas eleitorais compõem a Justiça eleitoral.
E – errado. Estas são as exceções, quando são cabíveis recursos.

RESPOSTA CERTA: D

25. FCC 17/11/2013 - TRE - RO - Técnico Judiciário - Administrativa


Claudomiro é advogado com notável saber jurídico e idoneidade moral.
Preenchidos os demais requisitos legais, Claudomiro pode vir a integrar o
Tribunal
a) Regional Eleitoral de seu Estado, apenas.
b) Regional Eleitoral de seu Estado ou a Junta Eleitoral da Zona Eleitoral a que
pertence, apenas.

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c) Superior Eleitoral ou o Tribunal Regional Eleitoral de seu Estado, apenas.


d) Superior Eleitoral, apenas.
e) Superior Eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral de seu Estado ou a Junta
Eleitoral da Zona Eleitoral a que pertence.

COMENTÁRIOS:

Já sabemos que o TSE e os TREs são compostos por 2 Advogados de notável


saber jurídico e idoneidade moral.
As Juntas Eleitorais são órgãos colegiados de 1ª instância da Justiça
Eleitoral, compostos de:

a) 1 JUIZ DE DIREITO (Presidente da Junta);


b) 2 ou 4 CIDADÃOS de notória idoneidade.

RESPOSTA CERTA: E

26. TRE – MG – 2013 – CONSULPLAN – Analista Judiciário – Judiciária


A Justiça Eleitoral brasileira completa 81 anos de existência em 2013. Suas
competências, atribuições, estruturação e composição são peculiares. No que
tange à composição e à organização de nossos Tribunais Eleitorais, assinale a
alternativa correta.
(A) A presidência dos Tribunais Regionais Eleitorais pode ser exercida por
qualquer de seus membros, mediante eleição secreta.
(B) Composto por sete Ministros, o Tribunal Superior Eleitoral é sempre
presidido por um Ministro oriundo do Supremo Tribunal Federal.
(C) Pelo menos dois dos Ministros do Tribunal Superior Eleitoral devem ser
Juízes de carreira, um indicado pelo Supremo Tribunal Federal e outro pelo
Superior Tribunal de Justiça.

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(D) Em observância ao chamado “quinto constitucional”, integra o Tribunal


Superior Eleitoral um Promotor de Justiça ou um Procurador da República
indicado pelo Conselho Nacional do Ministério Público.
(E) Nos Tribunais Regionais Eleitorais, há sempre sete membros, dos quais um
advogado, nomeado pelo Governador do Estado, e um Promotor de Justiça,
indicado pelo Procurador Regional Eleitoral ao Procurador-Geral de Justiça.

COMENTÁRIOS:

A – errado. Só entre os Membros originários do STF.


B – correto. Ok!
C – errado. Não há de carreira: 3 do STF; 2 do STJ e 2 Advogados.
D – errado. MP não integra o Poder Judiciário!!!
E – errado. São 2 Advogados, que são nomeados pelo Presidente da República.

RESPOSTA CERTA: B

27. FCC 05/02/2012 - TRE - PR - Técnico Judiciário - Área


Administrativa
A respeito dos órgãos da Justiça Eleitoral, é correto afirmar que
a) o Supremo Tribunal Federal é um dos órgãos da Justiça Eleitoral. b)
integram os Tribunais Regionais Eleitorais dois advogados de notável saber
jurídico e idoneidade moral escolhidos pelo Presidente da Ordem dos
Advogados do Brasil.
c) os juízes dos Tribunais Eleitorais, salvo motivo justificado, servirão por dois
anos no mínimo.
d) os ministros do Superior Tribunal de Justiça que integram o Tribunal
Superior Eleitoral são escolhidos pelo Presidente da República.
e) o Corregedor-Geral Eleitoral será escolhido pelo Presidente da República
dentre os membros do Ministério Público Federal.

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COMENTÁRIOS:

A – errado. O TSE e não o STF compõe a Justiça Eleitoral.


B – errado. Os Advogados são indicados pelo TJ e nomeados pelo Presidente
da República.
C – correto. Os juízes eleitorais servem por até 2 biênios consecutivos.
D – errado. São eleitos e não escolhidos...
E – errado. O Corregedor-Geral é um membro do TSE oriundo do STJ.

RESPOSTA CERTA: C

28. FCC 05/06/2011 - TRE - AP - Técnico Judiciário - Programação de


Sistemas
A respeito da composição dos Tribunais Regionais Eleitorais, é correto afirmar
que
a) deles não farão parte Desembargadores, a não ser por nomeação do
Presidente da República.
b) o seu Presidente será nomeado pelo Presidente da República.
c) o Corregedor Regional Eleitoral será nomeado pelo Governador do Estado.
d) deles não farão parte advogados, ainda que de notável saber jurídico e
idoneidade moral.
e) dois Juízes, dentre Juízes de Direito, serão escolhidos, mediante eleição e
pelo voto secreto, pelo Tribunal de Justiça.

COMENTÁRIOS:

A – errado. Há 2 Desembargadores.
B – errado. Será nomeado o presidente pelo próprio TRE.
C – errado. Governador não interfere no TRE.

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D – errado. Advogado compõe o TRE.


E – correto.
CF-88
Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de
cada Estado e no Distrito Federal.
§ 1º - Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão:
I - mediante eleição, pelo voto secreto:
a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de
Justiça;
b) de dois juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo
Tribunal de Justiça;
II - de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na
Capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz
federal, escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional
Federal respectivo;
III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois
juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e
idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.

RESPOSTA CERTA: E

29. FCC 11/12/2011 - TRE - PE - Analista Judiciário - Administrativa


Os Tribunais Regionais Eleitorais
a) compor-se-ão, dentre outros membros, de dois Desembargadores de
Tribunal de Justiça, nomeados pelo Presidente da República.
b) serão presididos por um dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça que
integrarem a sua composição.

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c) compor-se-ão, dentre outros membros, de dois Juízes, dentre Juízes de


Direito, escolhidos pelo Tribunal de Justiça.
d) terão, dentre outras funções, a de processar e julgar originariamente os
crimes eleitorais cometidos por seus próprios membros.
e) terão sede em regiões do país, podendo a sua competência estender-se por
mais de um Estado da Federação.

COMENTÁRIOS:

Mesmos comentários da questão anterior.

RESPOSTA CERTA: C

30. FCC 05/06/2011 - TRE - AP - Técnico Judiciário - Programação de


Sistemas
O Presidente da República poderá nomear para integrarem o Tribunal Superior
Eleitoral
a) dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade
moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.
b) três juízes, dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal, dentre os
integrantes de lista tríplice.
c) três juízes, dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça, dentre os
integrantes de lista tríplice.
d) um juiz oriundo do Ministério Público Federal, escolhido dentre os
integrantes de lista tríplice.
e) um Desembargador de Tribunal de Justiça de qualquer Estado da
Federação, indicado pelo Supremo Tribunal Federal.

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COMENTÁRIOS:

O Presidente só pode nomear 2 Advogados para os TREs e para o TSE.

RESPOSTA CERTA: A

31. TRE - TO - Analista Judiciário – Administrativo [FCC] -


20/02/2011.
O Tribunal Superior Eleitoral
a) elegerá obrigatoriamente seu Corregedor-Geral dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal.
b) elegerá obrigatoriamente seu Corregedor-Geral dentre os Advogados de
notável saber jurídico e idoneidade moral.
c) compor-se-á, no mínimo, de onze membros, escolhidos, dentre outros, por
nomeação do Presidente da República, três juízes dentre seis advogados de
notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Supremo Tribunal
Federal.
d) compor-se-á, no mínimo, de sete membros, escolhidos, dentre outros,
mediante eleição, pelo voto secreto, dois juízes dentre os Ministros do Superior
Tribunal de Justiça.
e) compor-se-á, no mínimo, de onze membros, escolhidos, dentre outros,
mediante eleição, pelo voto secreto, dois juízes dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal.

COMENTÁRIOS:
Item A e B – errados. o Presidente e o Vice-Presidente do TSE devem ser
Ministros do STF, enquanto que o Corregedor-Geral é do STJ:

CF-88
Art. 119

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Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu


Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os
Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

Cargos no TSE: ORIGEM:

Presidente e VICE do TSE SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF)

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA


Corregedor-Geral Eleitoral
(STJ)

Na realidade, o Corregedor-Geral é apenas 1 dos 2 Ministros


oriundos do STJ que compõem a corte. Assim, o Ministro do STJ também
Corregedor-Geral Eleitoral, acumula as funções de Corregedoria com as
funções ordinárias de Ministro do TSE (propriamente como Magistrado da
Corte). Nesse aspecto, não se aplica o caput do art. 17 do Código Eleitoral.
Item C e E – errados e D correto. A composição do TSE é mínima de 7 (sete)
Ministros e não 11.
Número de Juízes nos TREs e no TSE (conforme a CF-88):

TREs 7 Juízes

TSE No mínimo 7 Juízes

CF-88
Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo,
de sete membros, escolhidos:
I - mediante eleição, pelo voto secreto:
a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal;
b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de
Justiça;

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II - por nomeação do Presidente da República, dois juízes


dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade
moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.

RESPOSTA CERTA: D

32. TRE - TO - Analista Judiciário – Judiciária [FCC] - 20/02/2011.


De acordo com a Constituição Federal, podem vir a integrar tanto o Tribunal
Superior Eleitoral, como o Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Tocantins,
a) Advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral militantes no
Estado de Tocantins.
b) Ministros do Supremo Tribunal Federal.
c) Ministros do Superior Tribunal de Justiça.
d) Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de Tocantins.
e) Juízes de Direito da Justiça Estadual do Estado de Tocantins.
COMENTÁRIOS:
Tanto o TSE quanto os TREs são compostos pela Classe dos
Juristas (Advogados). Para comporem qualquer dos Tribunais Eleitorais o
Advogado deve sustentar notável saber jurídico e a idoneidade moral.
Ministros do STF e do STJ só compõem o TSE. Igualmente,
Desembargadores do TJ e Juízes de Direito Estadual só podem compor o TRE,
nunca o TSE.

CF-88
Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo,
de sete membros, escolhidos:
II - por nomeação do Presidente da República, dois juízes
dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade

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moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.


CF-88
Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de
cada Estado e no Distrito Federal.
§ 1º - Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão:
III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois
juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e
idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.

RESPOSTA CERTA: A

33: TRE-RN - Analista Judiciário – Judiciária [FCC] – 06/02/2011.


Embora integrante do Poder Judiciário, a Justiça Eleitoral possui algumas
peculiaridades quando comparada com os demais ramos do Judiciário. Em tal
sentido, são peculiaridades da Justiça Eleitoral:
(A) Existência de procedimentos específicos; quadro próprio e permanente de
juízes; exercício de função consultiva.
(B) Princípio da temporalidade em relação ao quadro de juízes; exercício de
função essencialmente administrativa e eventualmente jurisdicional; exigência
de contraditório.
(C) Existência de procedimentos específicos; capacidade interpretativa
mediante Resoluções; função jurisdicional.
(D) Exercício de função consultiva; princípio da temporalidade em relação ao
quadro de juízes; capacidade interpretativa mediante Resoluções.
(E) Exercício de função essencialmente administrativa e eventualmente
jurisdicional; exigência de contraditório; quadro próprio e permanente de
juízes.

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COMENTÁRIOS:
A Fundação Carlos Chagas (FCC) passou a inovar em suas questões, com
cobrança de entendimentos mais teóricos do que o simples “decoreba” de lei.
Esta questão é um exemplo claro disso. Está parecendo até que a FCC passou
a contratar Professores do CESPE! Rsrs.
Esta questão até que não é tão difícil. Vamos detalhar os pontos levantados
como peculiaridades da Justiça Eleitoral:
1. Inexiste procedimento judicial específico da Justiça Eleitoral. Apesar da
previsão de muitos meios judiciais e procedimentais nas diversas leis
eleitorais, faz-se uso subsidiário do Direito Processual Civil e do Direito
Processual Penal no rito processual eleitoral;
2. O Princípio da Periodicidade ou Temporalidade das Funções
Eleitorais procura garantir a lisura no trato das questões eleitorais
mediante a alternância de Juízes Eleitorais nas respectivas Comarcas e
Funções em Tribunais, com limitação aos Magistrados Eleitorais para até
2 biênios consecutivos nas funções eleitorais;
3. A Justiça Eleitoral NÃO possui Juízes Eleitorais de Carreira e
Ministério Público próprio, todos são emprestados da Justiça Federal
e Estadual e do Ministério Público Federal e Estadual. Portanto, não há
quadro próprio e permanente de Juízes. Você já ouviu falar em “concurso
para provimento do cargo de Juiz Eleitoral”? Rsrs.
4. A Justiça Eleitoral (TSE e TREs) exerce função consultiva quando
formulado questionamento sobre matéria de direito eleitoral duvidosa no
mundo jurídico, em tese.

Art. 23 - Compete, ainda, privativamente, ao Tribunal Superior,


XII - responder, sobre matéria eleitoral, às consultas que lhe
forem feitas em tese por autoridade com jurisdição, federal ou
]órgão nacional de partido político;
Art. 30. Compete, ainda, privativamente, aos Tribunais
Regionais:

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VIII - responder, sobre matéria eleitoral, às consultas que lhe


forem feitas, em tese, por autoridade pública ou partido político;

5. A Justiça Eleitoral exerce função essencialmente jurisdicional e


eventualmente administrativa (é o contrário do colocado na questão). É
uma Justiça atípica, pois exerce atividade jurisdicional eleitoral (julga
conflitos na seara eleitoral, crimes eleitorais, declaração de
inelegibilidade, entre outros) e, de outro lado, atividade tipicamente
administrativa, ao organizar todo o processo eleitoral das eleições
(voto, apuração, diplomação dos eleitos, alistamento eleitoral, etc). O
principal da Justiça Eleitoral é a sua função jurisdicional, mas a sua
singularidade é que administra todo o processo eleitoral (atividade
administrativa).
6. Em qualquer âmbito do Poder Judiciário deve-se respeitar a exigência do
contraditório, inclusive na Justiça Eleitoral.
7. Por meio das Resoluções a Justiça Eleitoral manifesta sua capacidade
interpretativa da legislação eleitoral. As Resoluções do TSE são fontes do
Direito Eleitoral. O Código Eleitoral, em seu art. 1º, parágrafo único, e
art. 23, inciso IX, prevê que o TSE expedirá instruções normativas.
Destaca-se, também, a previsão contida no art. 105 da Lei nº
9.504/1997. As Resoluções são da maior relevância para a
regulamentação do processo eleitoral, suprindo as lacunas e as
necessárias especificações do Código Eleitoral e das Leis Federais.

RESPOSTA CERTA: D

34: TRE-RN - Analista Judiciário – Administrativa [FCC] – 06/02/2011.


Peculiaridade da Justiça Eleitoral é a prerrogativa normativa conferida ao
Tribunal Superior Eleitoral. Em relação a tal função, é correto afirmar que o
TSE exerce função de
(A) legislador primário, com a possibilidade de inovar na ordem jurídica, e que,

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no que tange ao pleito eleitoral, há limitação temporal para o exercício de


referido poder normativo, sendo o dia 05 de março do ano da eleição seu
termo final.
(B) natureza secundária, regulamentar somente, cabendo-lhe expedir as
instruções necessárias à fiel execução da lei eleitoral. Considerando que a
prerrogativa do TSE é meramente regulamentar, não há limitação temporal
para o exercício de referida função em relação ao pleito eleitoral.
(C) legislador primário, com a possibilidade de inovar na ordem jurídica.
Considerando a natureza de tal função, não há limitação temporal para seu
exercício em relação ao pleito eleitoral.
(D) natureza secundária, regulamentar somente, cabendo-lhe expedir as
instruções necessárias à fiel execução da lei eleitoral. No que tange ao pleito
eleitoral, há limitação temporal para o exercício pelo TSE de referido poder
normativo, sendo possível exercê-lo até o dia 05 de março do ano da eleição.
(E) legislador primário, inovando na ordem jurídica, com a função
regulamentar, cabendo-lhe, neste último caso, expedir as instruções
necessárias à fiel execução da lei eleitoral. Em relação a esta última
prerrogativa, há limitação temporal correspondendo o dia 05 de março do ano
da eleição, ao termo final.

COMENTÁRIOS:
Irei expor o entendimento doutrinário sobre o tema.
O Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965), em seu art. 1º, parágrafo único, e art.
23, inciso IX, prevê que o TSE expedirá instruções normativas. Destaca-se,
também, a previsão contida no art. 105 da Lei nº 9.504/1997. O TSE o faz,
principalmente, por meio de Resoluções. Elas são da maior relevância para a
regulamentação do processo eleitoral, suprindo as lacunas e as necessárias
especificações do Código Eleitoral e das Leis Federais. Uma das mais
importantes Resoluções do TSE é a Resolução TSE nº 21.538/2003,
presente em mais 90% dos concursos dos Tribunais Eleitorais!

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Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965)


Art. 1º
(...)
Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral expedirá
instruções para sua fiel execução.
Art. 23 - Compete, ainda, privativamente, ao Tribunal
Superior,
(...)
IX - expedir as instruções que julgar convenientes à
execução deste Código;

Lei nº 9.504/1997
Art. 105. Até o dia 5 de março do ano da eleição, o Tribunal
Superior Eleitoral, atendendo ao caráter regulamentar e sem
restringir direitos ou estabelecer sanções distintas das
previstas nesta Lei, poderá expedir todas as instruções
necessárias para sua fiel execução, ouvidos, previamente,
em audiência pública, os delegados ou representantes dos
partidos políticos. (Redação dada pela Lei nº 12.034, de 2009)

Ponto de grande relevo sobre as RESOLUÇÕES DO TSE, que,


inclusive, é matéria quente a ser questionada em concursos públicos, é sobre a
NATUREZA JURÍDICA da Resolução Eleitoral.
Segundo Francisco Dirceu Barros, as Resoluções do TSE podem ter
2 (duas) naturezas jurídicas. Antes de indicar a classificação do autor, faço
uma incursão sobre a diferença entre Ato Normativo Primário e Secundário.
Ato Normativo Primário – tem por fundamento a própria
Constituição Federal, podendo inovar no ordenamento jurídico como força
primária. São atos que criam originalmente a norma, normatizam situação não
regulada por outra norma legal. Ex: Leis Complementares, Leis Ordinárias,

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Medidas Provisórias, etc. Estão previstas no art. 59, caput, da CF-88:

Art. 59. O processo legislativo compreende a elaboração de:


I - emendas à Constituição;
II - leis complementares;
III - leis ordinárias;
IV - leis delegadas;
V - medidas provisórias;
VI - decretos legislativos;
VII - resoluções.

Dos atos normativos primários, cabe Ação Direta de


Inconstitucionalidade (ADIN ou ADI).

Ato Normativo Secundário – regulamenta, interpreta e/ou


executa o ato normativo primário. Regulamentam as “leis” em sentido amplo.
Desses atos não cabe ADIN ou ADI.
Vamos então às 2 diferentes naturezas jurídicas das Resoluções
do TSE:
1. ATO NORMATIVO PRIMÁRIO – as Resoluções que
normatizam as eleições, em decorrência do permissivo legal
contido no citado art. 105 da Lei nº 9.504/1997, têm força
de lei ordinária federal, com mesmo status normativo da
citada lei autorizadora. Por isso, dessas resoluções com força
de ato normativo primário, caberia Ação Direta de
Inconstitucionalidade (ADIN ou ADI).
2. ATO NORMATIVO SECUNDÁRIO – já as Resoluções que
meramente interpretam as diversas Leis Eleitorais ou a
própria CF-88, têm caráter meramente regulamentar (são
atos infra-legais), não cabendo, portanto, ADIN. Cabe, no

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entanto, o que é chamado no meio eleitoral de Consulta ao


TSE.
Exemplo: Resolução nº 23.331/2010, que dispõe sobre a
utilização do horário gratuito de propaganda eleitoral reservado
aos candidatos no segundo turno da eleição presidencial de
2010 e aprova o plano de mídia das inserções.
Então, como exceção, as Resoluções do TSE que regulamentam as
Eleições, conforme previsto no art. 105 da Lei nº 9.504/1997, têm caráter de
Ato Normativo Primário. Por outro lado, as Resoluções administrativas
regulamentadoras de diversas matérias eleitorais são regulamentos comuns,
tendo a natureza de Ato Normativo Secundário (regra).
Cuidado!
A despeito do colocado, a FCC, nesta prova do TRE/RN-2011,
admitiu apenas que Resoluções do TSE têm natureza de Ato Normativo
SECUNDÁRIO, sequer prevendo as hipóteses excepcionais de natureza
primária.
Portanto, muita atenção, pois, apesar da doutrina sinaliza pela
existência de 2 (duas) naturezas distintas, a FCC só admitiu como Secundário.
Como vimos, as Resoluções do TSE podem ser atos normativos primários ou
secundários. Todavia, os primários não podem decorrer diretamente da CF-88,
mas apenas da Lei Eleitoral, a exemplo o art. 105 da Lei 9.504/97. Estes atos
normativos primários autorizados por lei à Justiça Eleitoral são para
especificamente normatizarem as eleições e nada mais. Portanto, fora destes
parâmetros não é possível à Justiça Eleitoral inovar na ordem jurídica sem
supedâneo legal. A regra, portanto, é que os atos normativos emanados da
justiça eleitoral seja atos normativos secundários e não primários.
A Regulamentação das eleições (no ano de eleição) somente
poderá ser exercido até o dia 05 de MARÇO do ano em que ocorrer o pleito.

Lei nº 9.504/1997
Art. 105. Até o dia 5 de março do ano da eleição, o Tribunal

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Superior Eleitoral, atendendo ao caráter regulamentar e sem


restringir direitos ou estabelecer sanções distintas das
previstas nesta Lei, poderá expedir todas as instruções
necessárias para sua fiel execução, ouvidos, previamente,
em audiência pública, os delegados ou representantes dos
partidos políticos. (Redação dada pela Lei nº 12.034, de 2009)

RESPOSTA CERTA: D

35: TRE - TO - Técnico Judiciário – Administrativo [FCC] - 20/02/2011.


Os juízes dos Tribunais Regionais Eleitorais
a) servirão, salvo motivo justificado, por dois anos, no mínimo, e nunca por
mais de dois biênios consecutivos.
b) são vitalícios e servirão, independentemente de mandato, até completarem
setenta anos, ocasião em que serão aposentados compulsoriamente.
c) servirão sempre por quatro anos, no mínimo, não podendo, porém, os
respectivos mandatos alcançarem mais de duas eleições.
d) poderão ser livremente exonerados por ato do Presidente da República,
após o encerramento de cada período eleitoral e o julgamento de todos os
recursos a este relacionados.
e) serão, em sua totalidade, nomeados pelo Presidente da República entre
cidadãos de notável saber jurídico, após arguição, em audiências públicas
distintas, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
COMENTÁRIOS:
Os Juízes que exercem a função eleitoral (abarca todos os Juízes
Eleitorais: os Membros de Tribunais (dos TREs e do TSE) e os Juízes
Eleitorais de 1º Grau) servirão obrigatoriamente por 2 ANOS (mínimo de
tempo), sendo que estão vedados de cumprirem mais de 4 ANOS
consecutivos (máximo de 2 BIÊNIOS consecutivos), salvo exceções

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justificadas perante o TRE de que faz parte.


Portanto não vitaliciedade no exercício da Função Eleitoral!

Código Eleitoral

Art. 14. Os juízes dos Tribunais Eleitorais, salvo motivo


justificado, servirão obrigatoriamente por dois anos, e nunca por
mais de dois biênios consecutivos.

CF-88

Art. 121
§ 2º - Os juízes dos tribunais eleitorais, salvo motivo
justificado, servirão por dois anos, no mínimo, e nunca por
mais de dois biênios consecutivos, sendo os substitutos
escolhidos na mesma ocasião e pelo mesmo processo, em
número igual para cada categoria.

Apenas os Advogados que compõem os TREs é que são nomeados


pelo Presidente da República. Todo o resto é indicado pelo TJ local e pelo TRF.

RESPOSTA CERTA: A

36: TRE-AC - Analista Judiciário – Judiciária [FCC] - 12/10/2010.


A respeito dos Tribunais Eleitorais é INCORRETO afirmar que
a) o Tribunal Superior Eleitoral terá jurisdição em todo o território nacional e
será composto, no mínimo, por 7 membros.
b) os juízes dos tribunais eleitorais, salvo motivo justificado, servirão por 2
anos, no mínimo, e nunca por mais de dois biênios consecutivos.
c) haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada Estado e também
no Distrito Federal.

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d) os membros dos tribunais eleitorais, no exercício de suas funções e no que


lhes for aplicável, gozarão de plenas garantias e serão irremovíveis.
e) o Tribunal Superior Eleitoral escolherá seu Presidente dentre quaisquer de
seus integrantes, mediante eleição e voto secreto.

COMENTÁRIOS:
Item A – correto. O art. 119 da CF-88 prevê que a constituição do TSE é de,
no mínimo, de 7 Juízes.

TREs 7 Juízes

TSE No mínimo 7 Juízes

Item B – correto. Conforme questão anteriormente analisada.


Item C – correto. Em cada capital de cada Estado da Federação e do Distrito
Federal haverá 1 (um) Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

CF-88
Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de
cada Estado e no Distrito Federal.

Item D – correto. Os Juízes Eleitorais ostentam as garantias previstas para a


Magistratura no art. 95 da CF-88. Entre elas, encontra-se a inamovibilidade,
que é garantia do Juiz de não ser removido de sua lotação atual (irremovíveis),
salvo a pedido ou por interesse público, respeitando-se o devido processo
legal.

CF-88
Art. 95. Os juízes gozam das seguintes garantias:
I - vitaliciedade, que, no primeiro grau, só será adquirida após
dois anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse
período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado,
e, nos demais casos, de sentença judicial transitada em julgado;

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II - inamovibilidade, salvo por motivo de interesse público, na


forma do art. 93, VIII;
III - irredutibilidade de subsídio, ressalvado o disposto nos arts.
37, X e XI, 39, § 4º, 150, II, 153, III, e 153, § 2º, I. (Redação
dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

Item E – errado. O art. 119, parágrafo único, da CF-88 prevê que o Presidente
e o Vice-Presidente do TSE devem ser Ministros do STF, enquanto que o
Corregedor-Geral é do STJ:

CF-88
Art. 119
Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu
Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os
Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

Cargos no TSE: ORIGEM:

Presidente e VICE do TSE SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF)

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA


Corregedor-Geral Eleitoral
(STJ)

RESPOSTA CERTA: E

37: TRE – RS - Técnico Judiciário – Administrativo [FCC] –


18/07/2010.
Preenchidos os demais requisitos legais, podem integrar tanto o Tribunal
Superior Eleitoral como os Tribunais Regionais Eleitorais,
(A) Advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral.

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(B) Desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados.


(C) Juízes dos Tribunais Regionais Federais dos Estados.
(D) Ministros do Superior Tribunal de Justiça.
(E) Ministros do Supremo Tribunal Federal.
COMENTÁRIOS:
Conforme comentários diversos anteriores.

RESPOSTA CERTA: A

38. FCC 24/04/2010 - TJ - MS - Juiz de Direito Substituto


O Tribunal Superior Eleitoral elegerá o Corregedor Eleitoral dentre
a) os membros do Ministério Público que fazem parte da sua composição.
b) os advogados nomeados pelo Presidente da República.
c) os Ministros do Supremo Tribunal Federal que o integram.
d) os Ministros do Superior Tribunal de Justiça que o integram.
e) quaisquer de seus integrantes.

COMENTÁRIOS:
Conforme comentários diversos anteriores.

RESPOSTA CERTA: D

39. FCC 05/09/2010 - TRE - AC - Técnico Judiciário - Administrativa


Integram os Tribunais Regionais Eleitorais, dentre outros membros, dois
a) Desembargadores do Tribunal da Justiça escolhidos mediante eleição e pelo

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voto secreto.
b) cidadãos de notória idoneidade escolhidos livremente pelo Presidente da
República.
c) representantes do Ministério Público Eleitoral, escolhidos pelo Tribunal de
Justiça do respectivo Estado.
d) juízes do Tribunal Regional Federal do respectivo Estado, escolhidos pelo
Tribunal de Justiça do respectivo Estado.
e) juízes federais, escolhidos, mediante eleição e pelo voto secreto, pelo
Superior Tribunal de Justiça.

COMENTÁRIOS:

QUANTIDADE DE FORMA DE
ORIGEM
MEMBROS COMPOSIÇÃO

DESEMBARGADORES ELEIÇÃO
2 JUÍZES DO TJ do Estado (eleição no TJ)

JUÍZES DE DIREITO ELEIÇÃO


2 JUÍZES escolhidos pelo TJ (eleição no TJ)

JUIZ DO TRF com sede ESCOLHA do TRF


1 JUIZ na Capital ou
escolhido pelo TRF

NOMEAÇÃO pelo
Presidente da
República
2 JUÍZES ADVOGADOS
(entre 6 Advogados) –
indicados pelo TJ (não
pela OAB)

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RESPOSTA CERTA: A

40: TRE - PI - Analista Judiciário – Taquigrafia [FCC] - 02/08/2009.


Os Tribunais Regionais Eleitorais deliberam, em sessão pública, por
a) unanimidade de votos, com a presença da maioria de seus membros.
b) maioria de votos, com a presença da maioria de seus membros.
c) maioria de votos, com a presença de todos os seus membros.
d) maioria de votos, com a presença de pelo menos um terço de seus
membros.
e) unanimidade de votos, com a presença de pelo menos um terço de seus
membros.

COMENTÁRIOS:
As deliberações dos TREs serão realizadas por maioria de votos, em sessão
pública, com presença da maioria de seus membros.
Friso que a maioria de seus membros o 1º número inteiro acima da metade
dos membros. No caso dos TREs que possuem 7 Membros, o 1º nº inteiro
acima da metade é 4 Membros.

Art. 28. Os Tribunais Regionais deliberam por maioria de votos,


em sessão pública, com a presença da maioria de seus
membros.

RESPOSTA CERTA: B

41: TRE - PI - Analista Judiciário – Judiciária [FCC] - 02/08/2009.

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Lauro é Ministro do Superior Tribunal de Justiça; Maria é Desembargadora do


Tribunal de Justiça do Estado; e Mário é advogado de notável saber jurídico e
idoneidade moral. Nesse caso, preenchidas os demais requisitos legais,
a) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral; Maria pode vir a
integrar o Tribunal Regional Eleitoral do respectivo Estado; e Mário pode vir a
integrar tanto o Tribunal Superior Eleitoral, como o Tribunal Regional Eleitoral.
b) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Regional Eleitoral; Maria pode vir a
integrar o Tribunal Superior Eleitoral; e Mário pode vir a integrar somente o
Tribunal Regional Eleitoral.
c) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral; Maria e Mário podem
vir a integrar tanto o Tribunal Superior Eleitoral, como o Tribunal Regional
Eleitoral.
d) Lauro, Maria e Mário podem vir a integrar tanto o Tribunal Superior
Eleitoral, como o Tribunal Regional Eleitoral.
e) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral; Maria pode vir a
integrar o Tribunal Superior Eleitoral; e Mário pode vir a integrar somente o
Tribunal Regional Eleitoral.

COMENTÁRIOS:
Origem para composição do TSE: 3 Ministros do STF, 2 do STJ e 2 Advogados.
Origem para composição dos TREs: 2 Desembargadores do TJ, 2 Juízes de
Direito, 1 Juiz Federal e 2 Advogados.
Desse modo, Lauro, por ser Ministro do STJ, poderá integrar o TSE; Maria,
por ser Desembargadora do TJ, poderá integrar o respectivo TRE; Mário, por
ser advogado de notável saber jurídico e idoneidade moral, poderá integrar as
2 Cortes (TSE e TRE).
Item A correto.

Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo,


de sete membros, escolhidos:

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I - mediante eleição, pelo voto secreto:


a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal;
b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de
Justiça;
II - por nomeação do Presidente da República, dois juízes
dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade
moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.
CF-88
Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de
cada Estado e no Distrito Federal.
§ 1º - Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão:
I - mediante eleição, pelo voto secreto:
a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de
Justiça;
b) de dois juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo
Tribunal de Justiça;
II - de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na
Capital do Estado ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz
federal, escolhido, em qualquer caso, pelo Tribunal Regional
Federal respectivo;
III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois
juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e
idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.

RESPOSTA CERTA: A

42: TRE - PI - Analista Judiciário - [FCC] - 02/08/2009.

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Compõem os Tribunais Regionais Eleitorais, dentre outros,


a) um juiz do Tribunal Regional Federal, indicado pelo Tribunal de Justiça do
Estado e nomeado pelo Presidente da República.
b) dois juízes, dentre os Juízes Federais indicados pelo Superior Tribunal de
Justiça e nomeados pelo respectivo Governador do Estado.
c) três juízes, dentre os Desembargadores do Tribunal de Justiça nomeados
pelo Presidente da República.
d) três juízes, dentre os Juízes de Direito escolhidos pelo Tribunal de Justiça do
Estado e nomeados pelo Governador do Estado.
e) dois juízes nomeados pelo Presidente da República, dentre seis advogados
de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de
Justiça.

COMENTÁRIOS:
Item A errado. O Juiz do TRF é eleito pelo próprio TRF, não sendo nomeado
pelo Presidente da República.
Item B errado. Não há 2 Juízes Federais, sendo que a eleição é feita pelo TRF,
não havendo nomeação.
Item C errado. São apenas 2 Desembargadores do TJ que integram o TRE,
eleitos e não nomeados.
Item D errado. São apenas 2 Juízes de Direito eleitos pelo TJ.
Item E correto. São 2 Juízes dos TREs nomeados entre 6 Advogados com
notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo TJ.

RESPOSTA CERTA: E

43: MPE - PE - Promotor de Justiça [FCC] - 07/09/2008.

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Integram os Tribunais Regionais Eleitorais, dentre outros,


a) dois Desembargadores do Tribunal de Justiça do respectivo Estado,
nomeados pelo Presidente da República.
b) dois Juízes de Direito, escolhidos, mediante eleição, pelo voto secreto, pelo
Tribunal de Justiça do respectivo Estado.
c) um representante do Ministério Público Eleitoral, indicado pelo Procurador-
Geral Eleitoral.
d) um Juiz do Tribunal Regional Federal com sede na capital do Estado ou do
Distrito Federal, nomeado pelo Presidente da República.
e) um Juiz Federal nomeado pelo Presidente da República.

COMENTÁRIOS:
Item A errado. Não nomeação dos Desembargares do TJ pelo Presidente da
República.
Item B correto. São 2 Juízes de Direito que compõem o TRE, eleitos pelo TJ.
Item C errado. O Ministério Público Eleitoral não compõe o TSE e os TREs.
Item D e E errado. O Juiz Federal que compõem o TRE não é nomeado pelo
Presidente da República, é eleito pelo TRF.

RESPOSTA CERTA: B

44: TRE-PB - Analista Judiciário - Judiciária – Direito [FCC] -


15/04/2007.
A respeito do Tribunal Superior Eleitoral, é correto afirmar que
a) elegerá o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de
Justiça que o compõem.
b) compor-se-á no mínimo de 6 membros escolhidos dentre os Ministros do

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Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça.


c) escolherá o seu Presidente e o Vice-Presidente mediante eleição e pelo voto
secreto, dentre quaisquer de seus integrantes.
d) compor-se-á de 6 membros, todos escolhidos e nomeados pelo Presidente
da República.
e) não tem caráter permanente, posto que funciona somente durante o
período eleitoral até o julgamento do último recurso.

COMENTÁRIOS:
Item A correto. O Corregedor-Geral Eleitoral é eleito dentre os Ministros
do STJ!
O art. 119, parágrafo único, da CF-88 prevê que o Presidente e o Vice-
Presidente do TSE devem ser Ministros do STF, enquanto que o Corregedor-
Geral é do STJ:

CF-88
Art. 119
Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu
Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal, e o Corregedor Eleitoral dentre os
Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

Cargos no TSE: ORIGEM:

Presidente e Vice do TSE SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF)

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA


Corregedor-Geral Eleitoral
(STJ)

Item B errado. O TSE é composto por, no mínimo, 7 Ministros. Além de


Ministros do STF e do STJ, compõem também o TSE, 2 Advogados.

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Item C errado. O Presidente e o Vice do TSE são escolhidos entre os Ministros


do STF e não entre todos os integrantes.
Item D errado. O TSE é composto por 7 Ministros eleitos para o cargo. Apenas
são nomeados pelo Presidente da República os 2 Advogados.
Item E errado. O TSE é um tribunal perene. Os seus trabalhos não se
restringem ao período eleitoral.

RESPOSTA CERTA: A

45: TRE-PB - Analista Judiciário – Administrativa [FCC] - 15/04/2007.


João é Juiz de Direito da Comarca da Capital do Estado de São Paulo. Paulo é
Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. Pedro é
Desembargador do Tribunal Regional Federal com sede na Capital de São
Paulo. Mário é membro do Ministério Público do Estado de São Paulo. Manoel é
Ministro do Superior Tribunal de Justiça.
Podem vir a integrar o Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo
a) João e Pedro.
b) Paulo e Pedro.
c) Pedro e Mário.
d) Mário e Manoel.
e) João e Manoel.

COMENTÁRIOS:
Composição dos TREs: 2 Desembargadores do TJ respectivo, 2 Juízes de
Direito do Estado respectivo, 1 Juiz Federal do TRF com sede na capital do
Estado e 2 Advogados.
 João é Juiz de Direito de SP;

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 Paulo é Desembargador do TJ/MG;


 Pedro é Desembargador do TRF com sede em SP;
 Mário é membro do MP/SP;
 Manoel é Ministro do STJ.
Na questão, podem integrar o TRE/SP apenas Juiz de Direito de SP e
Desembargador de TRF com sede na capital de São Paulo.
Desse modo, apenas João e Pedro podem compor o TRE/SP.

RESPOSTA CERTA: A

46: TRE-PB - Técnico Judiciário – Administrativa [FCC] - 15/04/2007.


Em cada Estado da Federação e no Distrito Federal haverá um Tribunal
Regional Eleitoral composto por dois juízes, escolhidos mediante eleição e pelo
voto secreto dentre os Desembargadores do Tribunal de Justiça; um Juiz do
Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado ou no Distrito Federal
ou, não havendo, de Juiz Federal escolhido pelo Tribunal Regional Federal
respectivo; dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e
idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça; e
a) dois juízes, dentre Juízes de Direito, escolhidos pelo Tribunal de Justiça do
respectivo Estado.
b) dois juízes, dentre Ministros do Superior Tribunal de Justiça, escolhidos
mediante eleição e pelo voto secreto.
c) um representante do Ministério Público Estadual indicado pelo Procurador-
Geral de Justiça do Estado.
d) um representante do Ministério Público Federal indicado pela Procuradoria-
Geral da República.
e) um representante dos Partidos Políticos indicado pelo Tribunal Superior
Eleitoral.

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COMENTÁRIOS:
Composição dos TREs: 2 Desembargadores do TJ respectivo, 2 Juízes de
Direito do Estado respectivo, 1 Juiz Federal do TRF com sede na capital do
Estado e 2 Advogados.
Na questão faltaram apenas os 2 Juízes de Direito escolhidos pelo TJ.

RESPOSTA CERTA: A

47: TRE-MS - Técnico Judiciário - [FCC] - 25/03/2007.


O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo de,
a) cinco membros.
b) seis membros.
c) sete membros.
d) nove membros.
e) onze membros.

COMENTÁRIOS:
Já vimos que o mínimo de membros que compõem o TSE é 7 Ministros.
RESPOSTA CERTA: C

48: TRE-MS - Técnico Judiciário - [FCC] - 25/03/2007.


O Tribunal Superior Eleitoral, com jurisdição em todo o território nacional, é
composto por Ministros do Supremo Tribunal Federal, advogados e
a) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça, mediante
eleição e pelo voto secreto.

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b) dois juízes dos Tribunais Regionais Federais dos Estados, escolhidos,


mediante eleição e pelo voto secreto, pelo Superior Tribunal de Justiça.
c) um representante do Ministério Público Estadual, escolhido pelo Tribunal de
Justiça do respectivo Estado ou do Distrito Federal.
d) um representante do Ministério Público Federal, escolhido pelo Superior
Tribunal de Justiça.
e) dois Desembargadores de Tribunais de Justiça dos Estados ou do Distrito
Federal, escolhidos pelo Superior Tribunal de Justiça.

COMENTÁRIOS:
Composição do TSE: 3 Ministros do STF, 2 Ministros do STJ e 2 Advogados. Na
questão faltam apenas os 2 Juízes Ministros do STJ.
RESPOSTA CERTA: A

49: TRE-MS - Analista Judiciário – Judiciária [FCC] - 25/03/2007.


Joaquim é Juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado;
José é Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado; e Paulo é Membro do
Ministério Público Federal. Preenchidos os demais requisitos legais, é
totalmente correto afirmar que Joaquim
a) pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral e José o Tribunal Regional
Eleitoral do Estado em que exerce as suas funções.
b) e José podem vir a integrar o Tribunal Regional Eleitoral do Estado em que
exercem as suas funções.
c) e Paulo podem vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral e José o Tribunal
Regional Eleitoral do Estado em que exerce as suas funções.
d) e Paulo podem vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral ou Tribunal
Regional Eleitoral do Estado em que exercem as suas funções.
e) e José podem vir a integrar o Tribunal Regional Eleitoral do Estado em que

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exercem as suas funções e Paulo o Tribunal Superior Eleitoral.

COMENTÁRIOS:
Composição dos TREs: 2 Desembargadores do TJ respectivo, 2 Juízes de
Direito do Estado respectivo, 1 Juiz Federal do TRF com sede na capital do
Estado e 2 Advogados.
 Joaquim é Juiz do TRF com sede na capital do Estado;
 José é Desembargador do TJ;
 Paulo é Membro do MPF.
Joaquim e José podem integrar o TRE do Estado; Paulo não pode integrar
nada! Nem o TRE e muito menos o TSE.
Desse modo, a resposta correta é o item B.

RESPOSTA CERTA: B

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EXERCÍCIOS com GABARITO

1. CESPE 05/05/2013 - PC - BA - Delegado de Polícia


Em relação à organização e ao funcionamento da justiça eleitoral, julgue os
próximos itens.
Participa da composição dos tribunais regionais eleitorais um representante do
MP.
2. CESPE 06/01/2013 - TRE - MS - Técnico Judiciário - Contabilidade
(Adaptada) No que se refere a juízes e tribunais eleitorais, julgue os itens
abaixo com base no que dispõe a CF.
a) As zonas eleitorais são órgãos da justiça eleitoral.
b) O corregedor eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral será, necessariamente,
um ministro oriundo do Supremo Tribunal Federal.
c) Entre os membros do Tribunal Superior Eleitoral, deve haver dois cidadãos
de idoneidade moral indicados pelo presidente da República.
3. CESPE 06/01/2013 - TRE - MS - Analista Judiciário - Analista de
Sistemas
Assinale a opção correta a respeito dos tribunais eleitorais.
a) Dois membros dos TREs devem ser nomeados pelo presidente da República
entre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral indicados
pelo tribunal de justiça.
b) Somente haverá TRE nas capitais em que haja, no mínimo, um milhão de
eleitores.
c) Os presidentes dos TREs devem ser eleitos por votação dos servidores do
tribunal e dos advogados militantes no respectivo estado.

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d) O Tribunal Superior Eleitoral (TSE ) compõe-se de sete ministros eleitos por


voto secreto entre os membros dos tribunais regionais eleitorais (TREs).
e) As decisões dos TREs são irrecorríveis, em qualquer hipótese.
4. CESPE 26/08/2012 - TRE - RJ - Técnico Judiciário - Administrativa
A respeito dos órgãos da justiça eleitoral, julgue os itens subsequentes.
A presidência do TSE cabe a todos os ministros do tribunal, que se revezam no
cargo.
5. CESPE 19/08/2012 - TJ - BA - Juiz de Direito Substituto
Acerca da estrutura e composição da justiça eleitoral, assinale a opção correta
com base no que dispõem a CF e a legislação específica.
a) É legítima a indicação de vereador para ministro do TSE na vaga reservada
à categoria, desde que, além de deter reputação ilibada e notório saber, esse
vereador não seja filiado a partido político.
b) O ministro-corregedor do TSE deve ser sempre oriundo do STJ.
c) Não há impedimento legal à indicação para o cargo de ministro do TSE de
servidor comissionado que atue como assessor de ministro do STF, desde que
o servidor seja advogado com notório saber e reputação ilibada.
d) É vedada a acumulação do cargo de ministro do TSE com o de ministro do
STF, em razão do princípio da especialização.
e) Um dos integrantes do TSE é indicado pelo MPU, em respeito ao princípio do
quinto constitucional.
6: TRE/ES – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] - 2011.
Julgue os itens seguintes, referentes à composição e às atribuições do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Um vereador que seja advogado não pode ser nomeado ministro do TSE para
uma das vagas destinadas a tais profissionais.
7. TRE/ES – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] - 2011.
O sobrinho-neto de um ministro do TSE na ativa não pode ser nomeado

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ministro da mesma corte devido ao parentesco.


8. CESPE 21/02/2010 - TRE - BA - Analista Judiciário - Administrativa
Quanto aos órgãos da justiça eleitoral, julgue os itens seguintes.
As juntas eleitorais não são consideradas órgãos da justiça eleitoral,
constituindo-se em mera divisão regional realizada pelo juiz que a preside.
9: TRE - MT - Analista Judiciário - Administrativa [CESPE] -
24/01/2010.
Assinale a opção correta com relação aos órgãos da justiça eleitoral.
a) A justiça eleitoral é composta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pelo
TRE, na capital de cada estado e no DF, pelo Ministério Público Eleitoral e pelas
juntas eleitorais.
b) Os ministros do TSE são escolhidos entre juízes do STF e do STJ e entre
representantes da advocacia.
c) Por determinação legal, a sede do TSE é na capital da República e, por isso,
a sua jurisdição encontra-se limitada ao DF.
d) O corregedor do TSE deve ser escolhido entre os ministros do STF.
e) O presidente do TSE deve ser escolhido entre ministros do STF e o vice-
presidente, entre ministros do STJ.
10: TRE - MT - Analista Judiciário - Administrativa II [CESPE] -
24/01/2010.
Assinale a opção correta a respeito da organização da justiça eleitoral e,
especialmente, do TRE.
a) O juiz corregedor do TRE é o representante legal do Ministério Público
Eleitoral.
b) Três advogados de notável saber jurídico compõem o TRE e são
responsáveis pela indicação do vice-presidente.
c) É vedada a indicação de juiz de primeira instância para compor o TRE.
d) O presidente do TRE deve ser um dos desembargadores do tribunal de

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justiça.
e) Uma vaga do TRE é assegurada a membro do Ministério Público estadual.
11. CESPE 15/03/2009 - TRE - MG - Técnico Judiciário -Administrativa
Considerando a organização e as competências do TSE, assinale a opção
correta.
a) Os advogados que compõem o TSE são nomeados pelo presidente da
República entre os indicados, em lista sêxtupla, pelo Conselho Federal da
Ordem dos Advogados do Brasil.
b) O presidente, o vice-presidente e o corregedor eleitoral do TSE são
escolhidos entre os ministros do Supremo Tribunal Federal que compõem o
tribunal.
c) As funções de procurador geral junto ao TSE são exercidas pelo procurador
geral da República, funcionando, em suas faltas e impedimentos, seu
substituto legal.
d) Em razão de o TSE constituir a instância máxima da justiça eleitoral, suas
decisões são sempre irrecorríveis
e) Cabe ao TRE de cada estado da Federação enviar ao presidente da
República a lista organizada pelos tribunais de justiça, entre cidadãos de
notável saber jurídico e idoneidade moral, para, em número de dois, compor
os TREs.
12: TRE/BA – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] -
2009.
No que se refere às disposições contidas na CF acerca do Poder Legislativo,
Poder Executivo e Poder Judiciário, julgue os itens seguintes.
45) O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será composto, no mínimo, por sete
membros, escolhidos mediante eleição pelo voto secreto de três juízes entre os
ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), dois juízes entre os ministros do
Superior Tribunal de Justiça (STJ) e, por nomeação do presidente da
República, de dois juízes entre seis advogados de notável saber jurídico e

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idoneidade moral, indicados pelo STF.


13: TRE/BA – Técnico Judiciário – Área Administrativa [CESPE] - 2009.
62) A legislação brasileira prevê que o TSE, composto de sete membros, pode
ter sua composição aumentada, ao passo que os TREs, também compostos de
sete membros cada um deles, não podem ter a sua composição aumentada.
14: TRE/BA – Analista Judiciário – Área Administrativa [CESPE] -
2009.
59) É cabível recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) das decisões dos
TREs quando versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas
eleições federais ou estaduais.
15: TRE - PR - Técnico Judiciário - Operação de Computadores [CESPE]
- 22/11/2009.
[31] O TSE é composto por ministros oriundos do STF, por ministros do STJ,
de onde é escolhido o corregedor do TSE, e também por representantes da
advocacia, indicados pelo STF e nomeados pelo presidente da República.
16: TRE - PR - Técnico Judiciário - Operação de Computadores [CESPE]
- 22/11/2009.
[32] Os TREs são compostos por juízes escolhidos entre os desembargadores
do TJ do respectivo estado, entre os juízes de direito, escolhidos pelo TJ do
estado, e entre membros da advocacia, indicados pelo TJ e nomeados pelo
governador do estado, com notável saber jurídico e idoneidade moral.
17: TRE - PR - Analista Judiciário - Análise de Sistemas [CESPE] -
22/11/2009.
[33] A justiça eleitoral é formada pelo TSE, por um TRE em cada estado e no
DF, pelas juntas eleitorais e pelos juízes eleitorais.
18: TRE - MA - Analista Judiciário – Administrativa [CESPE] -
21/06/2009.
Assinale a opção correta a respeito da composição do TSE.
a) O advogado-geral da União integrará o TSE, caso seja indicado pelo

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presidente da República.
b) O advogado-geral da União integra o TSE, independentemente de indicação
política.
c) Um juiz de trabalho de primeira instância faz parte do TSE por indicação do
Tribunal Superior do Trabalho.
d) Um advogado militante integrará o TSE mediante indicação do Superior
Tribunal Militar.
e) O corregedor eleitoral do TSE será ministro oriundo do STJ.
19: TRE - MA - Analista Judiciário – Judiciária [CESPE] - 21/06/2009.
Considerando a hipótese de que Antônio seja juiz federal e se candidate a juiz
do TRE de determinada unidade da Federação, assinale a opção correta.
a) É impossível a pretensão de Antônio, pois juiz ou desembargador de TRF
não integra TRE.
b) Uma única vaga de TRE é destinada a juiz de TRF, onde houver.
c) Desde que a indicação de Antônio seja do STF, é possível a pretensão desse
magistrado.
d) É possível a pretensão de Antônio, desde que a sua indicação seja do STJ.
e) É impossível a pretensão de Antônio, pois juiz de primeira instância não
integra TRE.
20: TRE - GO - Técnico Judiciário – Administrativa [CESPE] -
01/02/2009.
Considerando a composição e as atribuições dos TREs, assinale a opção
correta.
a) Os membros dos TREs são, todos eles, nomeados pelo presidente da
República, entre cidadãos de notável saber jurídico e idoneidade moral,
indicados pelo tribunal de justiça de cada estado da Federação.
b) Os TREs deliberam por maioria de votos, em sessão pública, com a
presença da maioria de seus membros.

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c) Compete aos TREs processar o registro e o cancelamento do registro de


candidatos a governador, vice-governador e deputado estadual, cabendo ao
TSE o registro e o cancelamento do registro de candidatos a senador,
deputado federal, presidente e vice-presidente da República.
d) As decisões dos TREs são irrecorríveis, e, portanto, terminativas, quando
versarem sobre expedição de diplomas em eleições estaduais.
21: TRE - GO - Analista Judiciário - Administrativa
[CESPE] - 01/02/2009.
Quanto aos órgãos da justiça eleitoral, assinale a opção correta.
a) O TSE compõe-se, em seu todo, de juízes da magistratura de carreira
nomeados pelo presidente da República dentre os ministros do Supremo
Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça.
b) O TSE elegerá seu presidente, vice-presidente e corregedor entre os
ministros do Supremo Tribunal Federal.
c) Os membros dos tribunais regionais eleitorais de cada estado da Federação
serão nomeados pelos governadores, após indicação do respectivo tribunal de
justiça.
d) Os juízes dos tribunais eleitorais, salvo motivo justificado, servirão por dois
anos, no mínimo, e nunca por mais de dois biênios consecutivos.
22: MPE - AM - Promotor de Justiça Substituto [CESPE] - 02/12/2007.
Com relação à composição e às atribuições do TSE, conforme definição
constitucional e legal, assinale a opção correta.
a) O corregedor-geral eleitoral deve ser um ministro oriundo do MPF.
b) O procurador-geral deve ser um ministro indicado pelo STJ.
c) O vice-presidente do TSE deve sempre ser ministro do STF.
d) O MPF deve indicar dois ministros do TSE.
e) As reuniões do TSE devem ser secretas, salvo deliberação em contrário da
maioria dos seus integrantes.

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23. FCC 13/04/2014 - ALE - PE - Consultoria Legislativa - Dir.


Constitucional, Administrativo e Eleitoral
A respeito da composição dos Tribunais Regionais Eleitorais, é correto afirmar
que podem vir a integrá-los, dentre outros juízes, um
a) Ministro do Superior Tribunal de Justiça.
b) Ministro do Supremo Tribunal Federal.
c) Juiz do Tribunal Regional Federal com sede na capital do respectivo Estado.
d) membro do Ministério Público do respectivo Estado.
e) Procurador da República indicado pelo Presidente da República.
24. FCC 09/02/2014 - Câmara Municipal - SP - Procurador Legislativo
A respeito da Justiça Eleitoral, é correto afirmar que
a) o Presidente do Tribunal Superior Eleitoral será o Ministro do Supremo
Tribunal Federal mais antigo.
b) os Juízes de Direito que integram os Tribunais Regionais serão nomeados
pelo Presidente da República.
c) os Juízes dos Tribunais Regionais servirão por quatro anos, vedada a
recondução.
d) dela fazem parte as Juntas Eleitorais, posto que exercem jurisdição
eleitoral.
e) são irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral que denegarem
habeas corpus ou mandado de segurança.
25. FCC 17/11/2013 - TRE - RO - Técnico Judiciário - Administrativa
Claudomiro é advogado com notável saber jurídico e idoneidade moral.
Preenchidos os demais requisitos legais, Claudomiro pode vir a integrar o
Tribunal
a) Regional Eleitoral de seu Estado, apenas.
b) Regional Eleitoral de seu Estado ou a Junta Eleitoral da Zona Eleitoral a que

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pertence, apenas.
c) Superior Eleitoral ou o Tribunal Regional Eleitoral de seu Estado, apenas.
d) Superior Eleitoral, apenas.
e) Superior Eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral de seu Estado ou a Junta
Eleitoral da Zona Eleitoral a que pertence.
26. TRE – MG – 2013 – CONSULPLAN – Analista Judiciário – Judiciária
A Justiça Eleitoral brasileira completa 81 anos de existência em 2013. Suas
competências, atribuições, estruturação e composição são peculiares. No que
tange à composição e à organização de nossos Tribunais Eleitorais, assinale a
alternativa correta.
(A) A presidência dos Tribunais Regionais Eleitorais pode ser exercida por
qualquer de seus membros, mediante eleição secreta.
(B) Composto por sete Ministros, o Tribunal Superior Eleitoral é sempre
presidido por um Ministro oriundo do Supremo Tribunal Federal.
(C) Pelo menos dois dos Ministros do Tribunal Superior Eleitoral devem ser
Juízes de carreira, um indicado pelo Supremo Tribunal Federal e outro pelo
Superior Tribunal de Justiça.
(D) Em observância ao chamado “quinto constitucional”, integra o Tribunal
Superior Eleitoral um Promotor de Justiça ou um Procurador da República
indicado pelo Conselho Nacional do Ministério Público.
(E) Nos Tribunais Regionais Eleitorais, há sempre sete membros, dos quais um
advogado, nomeado pelo Governador do Estado, e um Promotor de Justiça,
indicado pelo Procurador Regional Eleitoral ao Procurador-Geral de Justiça.
27. FCC 05/02/2012 - TRE - PR - Técnico Judiciário - Área
Administrativa
A respeito dos órgãos da Justiça Eleitoral, é correto afirmar que
a) o Supremo Tribunal Federal é um dos órgãos da Justiça Eleitoral. b)
integram os Tribunais Regionais Eleitorais dois advogados de notável saber
jurídico e idoneidade moral escolhidos pelo Presidente da Ordem dos

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Advogados do Brasil.
c) os juízes dos Tribunais Eleitorais, salvo motivo justificado, servirão por dois
anos no mínimo.
d) os ministros do Superior Tribunal de Justiça que integram o Tribunal
Superior Eleitoral são escolhidos pelo Presidente da República.
e) o Corregedor-Geral Eleitoral será escolhido pelo Presidente da República
dentre os membros do Ministério Público Federal.
28. FCC 05/06/2011 - TRE - AP - Técnico Judiciário - Programação de
Sistemas
A respeito da composição dos Tribunais Regionais Eleitorais, é correto afirmar
que
a) deles não farão parte Desembargadores, a não ser por nomeação do
Presidente da República.
b) o seu Presidente será nomeado pelo Presidente da República.
c) o Corregedor Regional Eleitoral será nomeado pelo Governador do Estado.
d) deles não farão parte advogados, ainda que de notável saber jurídico e
idoneidade moral.
e) dois Juízes, dentre Juízes de Direito, serão escolhidos, mediante eleição e
pelo voto secreto, pelo Tribunal de Justiça.
29. FCC 11/12/2011 - TRE - PE - Analista Judiciário - Administrativa
Os Tribunais Regionais Eleitorais
a) compor-se-ão, dentre outros membros, de dois Desembargadores de
Tribunal de Justiça, nomeados pelo Presidente da República.
b) serão presididos por um dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça que
integrarem a sua composição.
c) compor-se-ão, dentre outros membros, de dois Juízes, dentre Juízes de
Direito, escolhidos pelo Tribunal de Justiça.
d) terão, dentre outras funções, a de processar e julgar originariamente os

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crimes eleitorais cometidos por seus próprios membros.


e) terão sede em regiões do país, podendo a sua competência estender-se por
mais de um Estado da Federação.
30. FCC 05/06/2011 - TRE - AP - Técnico Judiciário - Programação de
Sistemas
O Presidente da República poderá nomear para integrarem o Tribunal Superior
Eleitoral
a) dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade
moral, indicados pelo Supremo Tribunal Federal.
b) três juízes, dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal, dentre os
integrantes de lista tríplice.
c) três juízes, dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça, dentre os
integrantes de lista tríplice.
d) um juiz oriundo do Ministério Público Federal, escolhido dentre os
integrantes de lista tríplice.
e) um Desembargador de Tribunal de Justiça de qualquer Estado da
Federação, indicado pelo Supremo Tribunal Federal.
31. TRE - TO - Analista Judiciário – Administrativo [FCC] -
20/02/2011.
O Tribunal Superior Eleitoral
a) elegerá obrigatoriamente seu Corregedor-Geral dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal.
b) elegerá obrigatoriamente seu Corregedor-Geral dentre os Advogados de
notável saber jurídico e idoneidade moral.
c) compor-se-á, no mínimo, de onze membros, escolhidos, dentre outros, por
nomeação do Presidente da República, três juízes dentre seis advogados de
notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Supremo Tribunal
Federal.

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d) compor-se-á, no mínimo, de sete membros, escolhidos, dentre outros,


mediante eleição, pelo voto secreto, dois juízes dentre os Ministros do Superior
Tribunal de Justiça.
e) compor-se-á, no mínimo, de onze membros, escolhidos, dentre outros,
mediante eleição, pelo voto secreto, dois juízes dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal.
32. TRE - TO - Analista Judiciário – Judiciária [FCC] - 20/02/2011.
De acordo com a Constituição Federal, podem vir a integrar tanto o Tribunal
Superior Eleitoral, como o Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Tocantins,
a) Advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral militantes no
Estado de Tocantins.
b) Ministros do Supremo Tribunal Federal.
c) Ministros do Superior Tribunal de Justiça.
d) Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de Tocantins.
e) Juízes de Direito da Justiça Estadual do Estado de Tocantins.
33: TRE-RN - Analista Judiciário – Judiciária [FCC] – 06/02/2011.
Embora integrante do Poder Judiciário, a Justiça Eleitoral possui algumas
peculiaridades quando comparada com os demais ramos do Judiciário. Em tal
sentido, são peculiaridades da Justiça Eleitoral:
(A) Existência de procedimentos específicos; quadro próprio e permanente de
juízes; exercício de função consultiva.
(B) Princípio da temporalidade em relação ao quadro de juízes; exercício de
função essencialmente administrativa e eventualmente jurisdicional; exigência
de contraditório.
(C) Existência de procedimentos específicos; capacidade interpretativa
mediante Resoluções; função jurisdicional.
(D) Exercício de função consultiva; princípio da temporalidade em relação ao
quadro de juízes; capacidade interpretativa mediante Resoluções.

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(E) Exercício de função essencialmente administrativa e eventualmente


jurisdicional; exigência de contraditório; quadro próprio e permanente de
juízes.
34: TRE-RN - Analista Judiciário – Administrativa [FCC] – 06/02/2011.
Peculiaridade da Justiça Eleitoral é a prerrogativa normativa conferida ao
Tribunal Superior Eleitoral. Em relação a tal função, é correto afirmar que o
TSE exerce função de
(A) legislador primário, com a possibilidade de inovar na ordem jurídica, e que,
no que tange ao pleito eleitoral, há limitação temporal para o exercício de
referido poder normativo, sendo o dia 05 de março do ano da eleição seu
termo final.
(B) natureza secundária, regulamentar somente, cabendo-lhe expedir as
instruções necessárias à fiel execução da lei eleitoral. Considerando que a
prerrogativa do TSE é meramente regulamentar, não há limitação temporal
para o exercício de referida função em relação ao pleito eleitoral.
(C) legislador primário, com a possibilidade de inovar na ordem jurídica.
Considerando a natureza de tal função, não há limitação temporal para seu
exercício em relação ao pleito eleitoral.
(D) natureza secundária, regulamentar somente, cabendo-lhe expedir as
instruções necessárias à fiel execução da lei eleitoral. No que tange ao pleito
eleitoral, há limitação temporal para o exercício pelo TSE de referido poder
normativo, sendo possível exercê-lo até o dia 05 de março do ano da eleição.
(E) legislador primário, inovando na ordem jurídica, com a função
regulamentar, cabendo-lhe, neste último caso, expedir as instruções
necessárias à fiel execução da lei eleitoral. Em relação a esta última
prerrogativa, há limitação temporal correspondendo o dia 05 de março do ano
da eleição, ao termo final.
35: TRE - TO - Técnico Judiciário – Administrativo [FCC] - 20/02/2011.
Os juízes dos Tribunais Regionais Eleitorais
a) servirão, salvo motivo justificado, por dois anos, no mínimo, e nunca por

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mais de dois biênios consecutivos.


b) são vitalícios e servirão, independentemente de mandato, até completarem
setenta anos, ocasião em que serão aposentados compulsoriamente.
c) servirão sempre por quatro anos, no mínimo, não podendo, porém, os
respectivos mandatos alcançarem mais de duas eleições.
d) poderão ser livremente exonerados por ato do Presidente da República,
após o encerramento de cada período eleitoral e o julgamento de todos os
recursos a este relacionados.
e) serão, em sua totalidade, nomeados pelo Presidente da República entre
cidadãos de notável saber jurídico, após arguição, em audiências públicas
distintas, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
36: TRE-AC - Analista Judiciário – Judiciária [FCC] - 12/10/2010.
A respeito dos Tribunais Eleitorais é INCORRETO afirmar que
a) o Tribunal Superior Eleitoral terá jurisdição em todo o território nacional e
será composto, no mínimo, por 7 membros.
b) os juízes dos tribunais eleitorais, salvo motivo justificado, servirão por 2
anos, no mínimo, e nunca por mais de dois biênios consecutivos.
c) haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada Estado e também
no Distrito Federal.
d) os membros dos tribunais eleitorais, no exercício de suas funções e no que
lhes for aplicável, gozarão de plenas garantias e serão irremovíveis.
e) o Tribunal Superior Eleitoral escolherá seu Presidente dentre quaisquer de
seus integrantes, mediante eleição e voto secreto.
37: TRE – RS - Técnico Judiciário – Administrativo [FCC] –
18/07/2010.
Preenchidos os demais requisitos legais, podem integrar tanto o Tribunal
Superior Eleitoral como os Tribunais Regionais Eleitorais,
(A) Advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral.

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(B) Desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados.


(C) Juízes dos Tribunais Regionais Federais dos Estados.
(D) Ministros do Superior Tribunal de Justiça.
(E) Ministros do Supremo Tribunal Federal.
38. FCC 24/04/2010 - TJ - MS - Juiz de Direito Substituto
O Tribunal Superior Eleitoral elegerá o Corregedor Eleitoral dentre
a) os membros do Ministério Público que fazem parte da sua composição.
b) os advogados nomeados pelo Presidente da República.
c) os Ministros do Supremo Tribunal Federal que o integram.
d) os Ministros do Superior Tribunal de Justiça que o integram.
e) quaisquer de seus integrantes.
39. FCC 05/09/2010 - TRE - AC - Técnico Judiciário - Administrativa
Integram os Tribunais Regionais Eleitorais, dentre outros membros, dois
a) Desembargadores do Tribunal da Justiça escolhidos mediante eleição e pelo
voto secreto.
b) cidadãos de notória idoneidade escolhidos livremente pelo Presidente da
República.
c) representantes do Ministério Público Eleitoral, escolhidos pelo Tribunal de
Justiça do respectivo Estado.
d) juízes do Tribunal Regional Federal do respectivo Estado, escolhidos pelo
Tribunal de Justiça do respectivo Estado.
e) juízes federais, escolhidos, mediante eleição e pelo voto secreto, pelo
Superior Tribunal de Justiça.
40: TRE - PI - Analista Judiciário – Taquigrafia [FCC] - 02/08/2009.
Os Tribunais Regionais Eleitorais deliberam, em sessão pública, por
a) unanimidade de votos, com a presença da maioria de seus membros.

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b) maioria de votos, com a presença da maioria de seus membros.


c) maioria de votos, com a presença de todos os seus membros.
d) maioria de votos, com a presença de pelo menos um terço de seus
membros.
e) unanimidade de votos, com a presença de pelo menos um terço de seus
membros.
41: TRE - PI - Analista Judiciário – Judiciária [FCC] - 02/08/2009.
Lauro é Ministro do Superior Tribunal de Justiça; Maria é Desembargadora do
Tribunal de Justiça do Estado; e Mário é advogado de notável saber jurídico e
idoneidade moral. Nesse caso, preenchidas os demais requisitos legais,
a) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral; Maria pode vir a
integrar o Tribunal Regional Eleitoral do respectivo Estado; e Mário pode vir a
integrar tanto o Tribunal Superior Eleitoral, como o Tribunal Regional Eleitoral.
b) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Regional Eleitoral; Maria pode vir a
integrar o Tribunal Superior Eleitoral; e Mário pode vir a integrar somente o
Tribunal Regional Eleitoral.
c) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral; Maria e Mário podem
vir a integrar tanto o Tribunal Superior Eleitoral, como o Tribunal Regional
Eleitoral.
d) Lauro, Maria e Mário podem vir a integrar tanto o Tribunal Superior
Eleitoral, como o Tribunal Regional Eleitoral.
e) Lauro pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral; Maria pode vir a
integrar o Tribunal Superior Eleitoral; e Mário pode vir a integrar somente o
Tribunal Regional Eleitoral.
42: TRE - PI - Analista Judiciário - [FCC] - 02/08/2009.
Compõem os Tribunais Regionais Eleitorais, dentre outros,
a) um juiz do Tribunal Regional Federal, indicado pelo Tribunal de Justiça do
Estado e nomeado pelo Presidente da República.

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b) dois juízes, dentre os Juízes Federais indicados pelo Superior Tribunal de


Justiça e nomeados pelo respectivo Governador do Estado.
c) três juízes, dentre os Desembargadores do Tribunal de Justiça nomeados
pelo Presidente da República.
d) três juízes, dentre os Juízes de Direito escolhidos pelo Tribunal de Justiça do
Estado e nomeados pelo Governador do Estado.
e) dois juízes nomeados pelo Presidente da República, dentre seis advogados
de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de
Justiça.
43: MPE - PE - Promotor de Justiça [FCC] - 07/09/2008.
Integram os Tribunais Regionais Eleitorais, dentre outros,
a) dois Desembargadores do Tribunal de Justiça do respectivo Estado,
nomeados pelo Presidente da República.
b) dois Juízes de Direito, escolhidos, mediante eleição, pelo voto secreto, pelo
Tribunal de Justiça do respectivo Estado.
c) um representante do Ministério Público Eleitoral, indicado pelo Procurador-
Geral Eleitoral.
d) um Juiz do Tribunal Regional Federal com sede na capital do Estado ou do
Distrito Federal, nomeado pelo Presidente da República.
e) um Juiz Federal nomeado pelo Presidente da República.
44: TRE-PB - Analista Judiciário - Judiciária – Direito [FCC] -
15/04/2007.
A respeito do Tribunal Superior Eleitoral, é correto afirmar que
a) elegerá o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de
Justiça que o compõem.
b) compor-se-á no mínimo de 6 membros escolhidos dentre os Ministros do
Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça.
c) escolherá o seu Presidente e o Vice-Presidente mediante eleição e pelo voto

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secreto, dentre quaisquer de seus integrantes.


d) compor-se-á de 6 membros, todos escolhidos e nomeados pelo Presidente
da República.
e) não tem caráter permanente, posto que funciona somente durante o
período eleitoral até o julgamento do último recurso.
45: TRE-PB - Analista Judiciário – Administrativa [FCC] - 15/04/2007.
João é Juiz de Direito da Comarca da Capital do Estado de São Paulo. Paulo é
Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais. Pedro é
Desembargador do Tribunal Regional Federal com sede na Capital de São
Paulo. Mário é membro do Ministério Público do Estado de São Paulo. Manoel é
Ministro do Superior Tribunal de Justiça.
Podem vir a integrar o Tribunal Regional Eleitoral do Estado de São Paulo
a) João e Pedro.
b) Paulo e Pedro.
c) Pedro e Mário.
d) Mário e Manoel.
e) João e Manoel.
46: TRE-PB - Técnico Judiciário – Administrativa [FCC] - 15/04/2007.
Em cada Estado da Federação e no Distrito Federal haverá um Tribunal
Regional Eleitoral composto por dois juízes, escolhidos mediante eleição e pelo
voto secreto dentre os Desembargadores do Tribunal de Justiça; um Juiz do
Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado ou no Distrito Federal
ou, não havendo, de Juiz Federal escolhido pelo Tribunal Regional Federal
respectivo; dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e
idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça; e
a) dois juízes, dentre Juízes de Direito, escolhidos pelo Tribunal de Justiça do
respectivo Estado.
b) dois juízes, dentre Ministros do Superior Tribunal de Justiça, escolhidos

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CESPE E FCC
TODOS OS CARGOS: AJAJ, AJAA E TÉCNICO
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mediante eleição e pelo voto secreto.


c) um representante do Ministério Público Estadual indicado pelo Procurador-
Geral de Justiça do Estado.
d) um representante do Ministério Público Federal indicado pela Procuradoria-
Geral da República.
e) um representante dos Partidos Políticos indicado pelo Tribunal Superior
Eleitoral.
47: TRE-MS - Técnico Judiciário - [FCC] - 25/03/2007.
O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo de,
a) cinco membros.
b) seis membros.
c) sete membros.
d) nove membros.
e) onze membros.
48: TRE-MS - Técnico Judiciário - [FCC] - 25/03/2007.
O Tribunal Superior Eleitoral, com jurisdição em todo o território nacional, é
composto por Ministros do Supremo Tribunal Federal, advogados e
a) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça, mediante
eleição e pelo voto secreto.
b) dois juízes dos Tribunais Regionais Federais dos Estados, escolhidos,
mediante eleição e pelo voto secreto, pelo Superior Tribunal de Justiça.
c) um representante do Ministério Público Estadual, escolhido pelo Tribunal de
Justiça do respectivo Estado ou do Distrito Federal.
d) um representante do Ministério Público Federal, escolhido pelo Superior
Tribunal de Justiça.
e) dois Desembargadores de Tribunais de Justiça dos Estados ou do Distrito
Federal, escolhidos pelo Superior Tribunal de Justiça.

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49: TRE-MS - Analista Judiciário – Judiciária [FCC] - 25/03/2007.


Joaquim é Juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado;
José é Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado; e Paulo é Membro do
Ministério Público Federal. Preenchidos os demais requisitos legais, é
totalmente correto afirmar que Joaquim
a) pode vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral e José o Tribunal Regional
Eleitoral do Estado em que exerce as suas funções.
b) e José podem vir a integrar o Tribunal Regional Eleitoral do Estado em que
exercem as suas funções.
c) e Paulo podem vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral e José o Tribunal
Regional Eleitoral do Estado em que exerce as suas funções.
d) e Paulo podem vir a integrar o Tribunal Superior Eleitoral ou Tribunal
Regional Eleitoral do Estado em que exercem as suas funções.
e) e José podem vir a integrar o Tribunal Regional Eleitoral do Estado em que
exercem as suas funções e Paulo o Tribunal Superior Eleitoral.

GABARITOS OFICIAIS
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
E EEE A E B C C E B D
11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
C C C C C E C E B B
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
D C C D E B C E C A
31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
D A D D A E A D A B
41 42 43 44 45 46 47 48 49
A E B A A A C A B

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RESUMO DA AULA

São órgãos da Justiça Eleitoral:

1. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL;


2. TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS (TREs);
3. JUÍZES ELEITORAIS;
4. JUNTAS ELEITORAIS.

Número de Juízes nos TREs e no TSE:

TREs 7 Juízes

TSE No mínimo 7 Juízes

Os Juízes que exercem a função eleitoral servirão obrigatoriamente


por 2 ANOS, sendo que estão vedados de cumprirem mais de 4 ANOS
consecutivos (2 biênios consecutivos), salvo exceções justificadas perante o
TRE de que faz parte.
A composição mínima do TSE são 7 Ministros. A sua atual
composição pode ser assim resumida, conforma CF-88, art. 119:

QUANTIDADE DE FORMA DE
ORIGEM
MEMBROS COMPOSIÇÃO

SUPREMO TRIBUNAL
3 MINISTROS ELEIÇÃO
FEDERAL (STF)

2 MINISTROS SUPERIOR TRIBUNAL ELEIÇÃO

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DE JUSTIÇA (STJ)

NOMEAÇÃO pelo
2 MINISTROS ADVOGADOS Presidente da Rep.
(entre 6 Advogados).

Cargos no TSE: ORIGEM:

Presidente e VICE do TSE SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF)

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA


Corregedor-Geral Eleitoral
(STJ)

Em regra, as decisões do TSE são IRRECORRÍVEIS, não cabe


qualquer recurso das decisões do Tribunal, ressalvado somente quando
contrariarem a Constituição ou quando forem denegatórias (negarem)
de habeas corpus ou mandado de segurança.
Então, somente CABERÁ RECURSOS das decisões do TSE caso:

1. contrariarem a Constituição;
2. forem denegatórias de habeas corpus ou mandado de
segurança.

Memorização!

 TSE – Composição Mínima de 7 Membros


 TREs – Composição Fixa de 7 Membros

QUANTIDADE DE ORIGEM FORMA DE

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MEMBROS COMPOSIÇÃO

DESEMBARGADORES ELEIÇÃO
2 JUÍZES
DO TJ do Estado (eleição no TJ)

JUÍZES DE DIREITO ELEIÇÃO


2 JUÍZES
escolhidos pelo TJ (eleição no TJ)

JUIZ DO TRF com sede ESCOLHA do TRF


1 JUIZ na Capital ou
escolhido pelo TRF

NOMEAÇÃO pelo
2 JUÍZES ADVOGADOS Presidente da Rep.
(entre 6 Advogados)

Procuradores Eleitorais junto aos Tribunais Eleitorais:

No TSE Procurador-Geral da República

PROCURADOR REGIONAL DA
REPÚBLICA ou
PROCURADOR DA REPÚBLICA –
Nos TREs
investidos da função de
Procurador Regional Eleitoral
(PRE)

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Quadrinho para MEMORIZAÇÃO:


Decisões dos Tribunais Eleitorais X RECURSOS

EXCEÇÃO
TRIBUNAIS REGRA
(DECISÕES RECORRÍVEIS)
TRIBUNAL c) contrariarem a
NÃO CABEM RECURSOS
Constituição;
SUPERIOR das decisões do TSE (art.
d) denegatórias de HC e de
ELEITORAL (TSE) 121, §3º, da CF)
MS.
f. decisão proferida contra
disposição expressa da
Constituição ou de Lei;
g. quando ocorrer divergência
na interpretação de lei
entre 2 ou mais TREs;
h. decisão que verse sobre
inelegibilidade ou
expedição de diplomas
TRIBUNAIS federais ou estaduais; -
NÃO CABEM RECURSOS
NÃO MUNICIPAL!;
REGIONAIS das decisões dos TREs
i. decisão que anular diploma
ELEITORAIS (TREs) (art. 121, §4º, da CF) ou decretar a perda de
mandatos eletivos federais e
estaduais - NÃO MUNICIPAL!;
j. decisão que denegar:
a. Habeas Corpus;
b. Mandado de
Segurança;
c. Habeas Data;
d. Mandado de
Injunção.

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LEGISLAÇÃO

CONSTITUIÇÃO FEDERAL – 1988

Seção VI
DOS TRIBUNAIS E JUÍZES ELEITORAIS

Art. 118. São órgãos da Justiça Eleitoral:

I - o Tribunal Superior Eleitoral;

II - os Tribunais Regionais Eleitorais;

III - os Juízes Eleitorais;

IV - as Juntas Eleitorais.

Art. 119. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á, no mínimo, de sete


membros, escolhidos:

I - mediante eleição, pelo voto secreto:

a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal;

b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça;

II - por nomeação do Presidente da República, dois juízes dentre seis


advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo
Supremo Tribunal Federal.

Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o


Vice-Presidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal, e o
Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça.

Art. 120. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada Estado


e no Distrito Federal.

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§ 1º - Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão:

I - mediante eleição, pelo voto secreto:

a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça;

b) de dois juízes, dentre juízes de direito, escolhidos pelo Tribunal de


Justiça;

II - de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado


ou no Distrito Federal, ou, não havendo, de juiz federal, escolhido, em
qualquer caso, pelo Tribunal Regional Federal respectivo;

III - por nomeação, pelo Presidente da República, de dois juízes dentre


seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo
Tribunal de Justiça.

§ 2º - O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-


Presidente- dentre os desembargadores.

Art. 121. Lei complementar disporá sobre a organização e competência


dos tribunais, dos juízes de direito e das juntas eleitorais.

§ 1º - Os membros dos tribunais, os juízes de direito e os integrantes das


juntas eleitorais, no exercício de suas funções, e no que lhes for aplicável,
gozarão de plenas garantias e serão inamovíveis.

§ 2º - Os juízes dos tribunais eleitorais, salvo motivo justificado, servirão


por dois anos, no mínimo, e nunca por mais de dois biênios consecutivos,
sendo os substitutos escolhidos na mesma ocasião e pelo mesmo processo, em
número igual para cada categoria.

§ 3º - São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral, salvo as


que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de "habeas-corpus" ou
mandado de segurança.

§ 4º - Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente caberá


recurso quando:

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I - forem proferidas contra disposição expressa desta Constituição ou de


lei;

II - ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais tribunais


eleitorais;

III - versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas eleições


federais ou estaduais;

IV - anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eletivos


federais ou estaduais;

V - denegarem "habeas-corpus", mandado de segurança, "habeas-data"


ou mandado de injunção.

CÓDIGO ELEITORAL

PARTE SEGUNDA

DOS ÓRGÃOS DA JUSTIÇA ELEITORAL

Art. 12. São órgãos da Justiça Eleitoral:

I - O Tribunal Superior Eleitoral, com sede na Capital da República e


jurisdição em todo o País;

II - um Tribunal Regional, na Capital de cada Estado, no Distrito Federal


e, mediante proposta do Tribunal Superior, na Capital de Território;

III - juntas eleitorais;

IV - juizes eleitorais.

Art. 13. O número de juizes dos Tribunais Regionais não será reduzido,
mas poderá ser elevado até nove, mediante proposta do Tribunal Superior, e
na forma por ele sugerida.

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Art. 14. Os juizes dos Tribunais Eleitorais, salvo motivo justificado,


servirão obrigatoriamente por dois anos, e nunca por mais de dois biênios
consecutivos.

§ 1º Os biênios serão contados, ininterruptamente, sem o desconto de


qualquer afastamento nem mesmo o decorrente de licença, férias, ou licença
especial, salvo no caso do § 3º. (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

§ 2º Os juizes afastados por motivo de licença férias e licença especial,


de suas funções na Justiça comum, ficarão automaticamente afastados da
Justiça Eleitoral pelo tempo correspondente exceto quando com períodos de
férias coletivas, coincidir a realização de eleição, apuração ou encerramento de
alistamento. (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

§ 3º Da homologação da respectiva convenção partidária até a apuração


final da eleição, não poderão servir como juizes nos Tribunais Eleitorais, ou
como juiz eleitoral, o cônjuge, perante consangüíneo legítimo ou ilegítimo, ou
afim, até o segundo grau, de candidato a cargo eletivo registrado na
circunscrição. (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

§ 4º No caso de recondução para o segundo biênio observar-se-ão as


mesmas formalidades indispensáveis à primeira investidura. (Incluído pela
Lei nº 4.961, de 1966)

Art. 15. Os substitutos dos membros efetivos dos Tribunais Eleitorais


serão escolhidos, na mesma ocasião e pelo mesmo processo, em número igual
para cada categoria.

TÍTULO I

DO TRIBUNAL SUPERIOR

Art. 16. Compõe-se o Tribunal Superior Eleitoral: (Redação dada


pela Lei nº 7.191, de 1984)

I - mediante eleição, pelo voto secreto: (Redação dada pela Lei nº


7.191, de 1984)

a) de três juizes, dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal; e


(Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

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b) de dois juizes, dentre os membros do Tribunal Federal de Recursos;


(Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

II - por nomeação do Presidente da República, de dois entre seis


advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo
Supremo Tribunal Federal. (Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

§ 1º - Não podem fazer parte do Tribunal Superior Eleitoral cidadãos que


tenham entre si parentesco, ainda que por afinidade, até o quarto grau, seja o
vínculo legítimo ou ilegítimo, excluindo-se neste caso o que tiver sido escolhido
por último. (Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

§ 2º - A nomeação de que trata o inciso II deste artigo não poderá recair


em cidadão que ocupe cargo público de que seja demissível ad nutum; que
seja diretor, proprietário ou sócio de empresa beneficiada com subvenção,
privilegio, isenção ou favor em virtude de contrato com a administração
pública; ou que exerça mandato de caráter político, federal, estadual ou
municipal. (Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

Art. 17. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá para seu presidente um dos
ministros do Supremo Tribunal Federal, cabendo ao outro a vice-presidência, e
para Corregedor Geral da Justiça Eleitoral um dos seus membros.

§ 1º As atribuições do Corregedor Geral serão fixadas pelo Tribunal


Superior Eleitoral.

§ 2º No desempenho de suas atribuições o Corregedor Geral se


locomoverá para os Estados e Territórios nos seguintes casos:

I - por determinação do Tribunal Superior Eleitoral;

II - a pedido dos Tribunais Regionais Eleitorais;

III - a requerimento de Partido deferido pelo Tribunal Superior Eleitoral;

IV - sempre que entender necessário.

§ 3º Os provimentos emanados da Corregedoria Geral vinculam os


Corregedores Regionais, que lhes devem dar imediato e preciso cumprimento.

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Art. 18. Exercerá as funções de Procurador Geral, junto ao Tribunal


Superior Eleitoral, o Procurador Geral da República, funcionando, em suas
faltas e impedimentos, seu substituto legal.

Parágrafo único. O Procurador Geral poderá designar outros membros do


Ministério Público da União, com exercício no Distrito Federal, e sem prejuízo
das respectivas funções, para auxiliá-lo junto ao Tribunal Superior Eleitoral,
onde não poderão ter assento.

Art. 19. O Tribunal Superior delibera por maioria de votos, em sessão


pública, com a presença da maioria de seus membros.

Parágrafo único. As decisões do Tribunal Superior, assim na interpretação


do Código Eleitoral em face da Constituição e cassação de registro de partidos
políticos, como sobre quaisquer recursos que importem anulação geral de
eleições ou perda de diplomas, só poderão ser tomadas com a presença de
todos os seus membros. Se ocorrer impedimento de algum juiz, será
convocado o substituto ou o respectivo suplente.

Art. 20. Perante o Tribunal Superior, qualquer interessado poderá argüir


a suspeição ou impedimento dos seus membros, do Procurador Geral ou de
funcionários de sua Secretaria, nos casos previstos na lei processual civil ou
penal e por motivo de parcialidade partidária, mediante o processo previsto em
regimento.

Parágrafo único. Será ilegítima a suspeição quando o excipiente a


provocar ou, depois de manifestada a causa, praticar ato que importe
aceitação do argüido.

Art. 21 Os Tribunais e juizes inferiores devem dar imediato cumprimento


às decisões, mandados, instruções e outros atos emanados do Tribunal
Superior Eleitoral.

Art. 22. Compete ao Tribunal Superior:

I - Processar e julgar originariamente:

a) o registro e a cassação de registro de partidos políticos, dos seus


diretórios nacionais e de candidatos à Presidência e vice-presidência da
República;

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b) os conflitos de jurisdição entre Tribunais Regionais e juizes eleitorais


de Estados diferentes;

c) a suspeição ou impedimento aos seus membros, ao Procurador Geral e


aos funcionários da sua Secretaria;

d) os crimes eleitorais e os comuns que lhes forem conexos cometidos


pelos seus próprios juizes e pelos juizes dos Tribunais Regionais;

e) o habeas corpus ou mandado de segurança, em matéria eleitoral,


relativos a atos do Presidente da República, dos Ministros de Estado e dos
Tribunais Regionais; ou, ainda, o habeas corpus, quando houver perigo de se
consumar a violência antes que o juiz competente possa prover sobre a
impetração; (Vide suspensão de execução pela RSF nº 132, de 1984)

f) as reclamações relativas a obrigações impostas por lei aos partidos


políticos, quanto à sua contabilidade e à apuração da origem dos seus
recursos;

g) as impugnações á apuração do resultado geral, proclamação dos


eleitos e expedição de diploma na eleição de Presidente e Vice-Presidente da
República;

h) os pedidos de desaforamento dos feitos não decididos nos Tribunais


Regionais dentro de trinta dias da conclusão ao relator, formulados por
partido, candidato, Ministério Público ou parte legitimamente interessada.
(Redação dada pela Lei nº 4.961, de 1966)

i) as reclamações contra os seus próprios juizes que, no prazo de trinta


dias a contar da conclusão, não houverem julgado os feitos a eles
distribuídos. (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

j) a ação rescisória, nos casos de inelegibilidade, desde que intentada


dentro de cento e vinte dias de decisão irrecorrível, possibilitando-se o
exercício do mandato eletivo até o seu trânsito em julgado. (Incluído pela LCP
nº 86, de 1996) (Produção de efeito)

II - julgar os recursos interpostos das decisões dos Tribunais Regionais


nos termos do Art. 276 inclusive os que versarem matéria administrativa.

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Parágrafo único. As decisões do Tribunal Superior são irrecorrível, salvo


nos casos do Art. 281.

Art. 23 - Compete, ainda, privativamente, ao Tribunal Superior,

I - elaborar o seu regimento interno;

II - organizar a sua Secretaria e a Corregedoria Geral, propondo ao


Congresso Nacional a criação ou extinção dos cargos administrativos e a
fixação dos respectivos vencimentos, provendo-os na forma da lei;

III - conceder aos seus membros licença e férias assim como


afastamento do exercício dos cargos efetivos;

IV - aprovar o afastamento do exercício dos cargos efetivos dos juizes


dos Tribunais Regionais Eleitorais;

V - propor a criação de Tribunal Regional na sede de qualquer dos


Territórios;

VI - propor ao Poder Legislativo o aumento do número dos juizes de


qualquer Tribunal Eleitoral, indicando a forma desse aumento;

VII - fixar as datas para as eleições de Presidente e Vice-Presidente da


República, senadores e deputados federais, quando não o tiverem sido por lei:

VIII - aprovar a divisão dos Estados em zonas eleitorais ou a criação de


novas zonas;

IX - expedir as instruções que julgar convenientes à execução deste


Código;

X - fixar a diária do Corregedor Geral, dos Corregedores Regionais e


auxiliares em diligência fora da sede;

XI - enviar ao Presidente da República a lista tríplice organizada pelos


Tribunais de Justiça nos termos do ar. 25;

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XII - responder, sobre matéria eleitoral, às consultas que lhe forem feitas
em tese por autoridade com jurisdição, federal ou órgão nacional de partido
político;

XIII - autorizar a contagem dos votos pelas mesas receptoras nos


Estados em que essa providência for solicitada pelo Tribunal Regional
respectivo;

XIV - requisitar a fôrça federal necessária ao cumprimento da lei e das


suas próprias decisões, ou das decisões dos Tribunais Regionais que o
solicitarem;

XIV - requisitar a força federal necessária ao cumprimento da lei, de suas


próprias decisões ou das decisões dos Tribunais Regionais que o solicitarem, e
para garantir a votação e a apuração; (Redação dada pela Lei nº 4.961, de
1966)

XV - organizar e divulgar a Súmula de sua jurisprudência;

XVI - requisitar funcionários da União e do Distrito Federal quando o


exigir o acúmulo ocasional do serviço de sua Secretaria;

XVII - publicar um boletim eleitoral;

XVIII - tomar quaisquer outras providências que julgar convenientes à


execução da legislação eleitoral.

Art. 24. Compete ao Procurador Geral, como Chefe do Ministério Público


Eleitoral;

I - assistir às sessões do Tribunal Superior e tomar parte nas discussões;

II - exercer a ação pública e promovê-la até final, em todos os feitos de


competência originária do Tribunal;

III - oficiar em todos os recursos encaminhados ao Tribunal;

IV - manifestar-se, por escrito ou oralmente, em todos os assuntos


submetidos à deliberação do Tribunal, quando solicitada sua audiência por
qualquer dos juizes, ou por iniciativa sua, se entender necessário;

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V - defender a jurisdição do Tribunal;

VI - representar ao Tribunal sobre a fiel observância das leis eleitorais,


especialmente quanto à sua aplicação uniforme em todo o País;

VII - requisitar diligências, certidões e esclarecimentos necessários ao


desempenho de suas atribuições;

VIII - expedir instruções aos órgãos do Ministério Público junto aos


Tribunais Regionais;

IX - acompanhar, quando solicitado, o Corregedor Geral, pessoalmente


ou por intermédio de Procurador que designe, nas diligências a serem
realizadas.

TÍTULO II

DOS TRIBUNAIS REGIONAIS

Art. 25. Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão: (Redação


dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

I - mediante eleição, pelo voto secreto: (Redação dada pela Lei nº


7.191, de 1984)

a) de dois juizes, dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça;


(Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

b) de dois juizes de direito, escolhidos pelo Tribunal de Justiça;


(Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

II - do juiz federal e, havendo mais de um, do que for escolhido pelo


Tribunal Federal de Recursos; e (Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

III - por nomeação do Presidente da República de dois dentre seis


cidadãos de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal
de Justiça. (Redação dada pela Lei nº 7.191, de 1984)

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DIREITO ELEITORAL REGULAR P/ TRIBUNAIS ELEITORAIS (TREs/TSE)
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TODOS OS CARGOS: AJAJ, AJAA E TÉCNICO
TEORIA E EXERCÍCIOS
AULA 2
PROF: RICARDO GOMES

Art. 26. O Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal Regional serão


eleitos por este dentre os três desembargadores do Tribunal de Justiça; o
terceiro desembargador será o Corregedor Regional da Justiça Eleitoral.

§ 1º As atribuições do Corregedor Regional serão fixadas pelo Tribunal


Superior Eleitoral e, em caráter supletivo ou complementar, pelo Tribunal
Regional Eleitoral perante o qual servir.

§ 2º No desempenho de suas atribuições o Corregedor Regional se


locomoverá para as zonas eleitorais nos seguintes casos:

I - por determinação do Tribunal Superior Eleitoral ou do Tribunal


Regional Eleitoral;

II - a pedido dos juizes eleitorais;

III - a requerimento de Partido, deferido pelo Tribunal Regional;

IV - sempre que entender necessário.

Art. 27. Servirá como Procurador Regional junto a cada Tribunal Regional
Eleitoral o Procurador da República no respectivo Estado e, onde houver mais
de um, aquele que for designado pelo Procurador Geral da República.

§ 1º No Distrito Federal, serão as funções de Procurador Regional


Eleitoral exercidas pelo Procurador Geral da Justiça do Distrito Federal.

§ 2º Substituirá o Procurador Regional, em suas faltas ou impedimentos,


o seu substituto legal.

§ 3º Compete aos Procuradores Regionais exercer, perante os Tribunais


junto aos quais servirem, as atribuições do Procurador Geral.

§ 4º Mediante prévia autorização do Procurador Geral, podendo os


Procuradores Regionais requisitar, para auxiliá-los nas suas funções, membros
do Ministério Público local, não tendo estes, porém, assento nas sessões do
Tribunal.

Art. 28. Os Tribunais Regionais deliberam por maioria de votos, em


sessão pública, com a presença da maioria de seus membros.

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§ 1º No caso de impedimento e não existindo quorum, será o membro do


Tribunal substituído por outro da mesma categoria, designado na forma
prevista na Constituição.

§ 2º Perante o Tribunal Regional, e com recurso voluntário para o


Tribunal Superior qualquer interessado poderá argüir a suspeição dos seus
membros, do Procurador Regional, ou de funcionários da sua Secretaria, assim
como dos juizes e escrivães eleitorais, nos casos previstos na lei processual
civil e por motivo de parcialidade partidária, mediante o processo previsto em
regimento.

§ 3º No caso previsto no parágrafo anterior será observado o disposto no


parágrafo único do art. 20. (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

Art. 29. Compete aos Tribunais Regionais:

I - processar e julgar originariamente:

a) o registro e o cancelamento do registro dos diretórios estaduais e


municipais de partidos políticos, bem como de candidatos a Governador, Vice-
Governadores, e membro do Congresso Nacional e das Assembléias
Legislativas;

b) os conflitos de jurisdição entre juizes eleitorais do respectivo Estado;

c) a suspeição ou impedimentos aos seus membros ao Procurador


Regional e aos funcionários da sua Secretaria assim como aos juizes e
escrivães eleitorais;

d) os crimes eleitorais cometidos pelos juizes eleitorais;

e) o habeas corpus ou mandado de segurança, em matéria eleitoral,


contra ato de autoridades que respondam perante os Tribunais de Justiça por
crime de responsabilidade e, em grau de recurso, os denegados ou concedidos
pelos juizes eleitorais; ou, ainda, o habeas corpus quando houver perigo de se
consumar a violência antes que o juiz competente possa prover sobre a
impetração;

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f) as reclamações relativas a obrigações impostas por lei aos partidos


políticos, quanto a sua contabilidade e à apuração da origem dos seus
recursos;

g) os pedidos de desaforamento dos feitos não decididos pelos juízes


eleitorais em 60 (sessenta) dias da sua conclusão para julgamento, sem
prejuízo das sanções aplicadas pelo excesso de prazos.

g) os pedidos de desaforamento dos feitos não decididos pelos juizes


eleitorais em trinta dias da sua conclusão para julgamento, formulados por
partido candidato Ministério Público ou parte legitimamente interessada sem
prejuízo das sanções decorrentes do excesso de prazo. (Redação dada pela Lei
nº 4.961, de 1966)

II - julgar os recursos interpostos:

a) dos atos e das decisões proferidas pelos juizes e juntas eleitorais.

b) das decisões dos juizes eleitorais que concederem ou denegarem


habeas corpus ou mandado de segurança.

Parágrafo único. As decisões dos Tribunais Regionais são irrecorríveis,


salvo nos casos do Art. 276.

Art. 30. Compete, ainda, privativamente, aos Tribunais Regionais:

I - elaborar o seu regimento interno;

II - organizar a sua Secretaria e a Corregedoria Regional provendo-lhes


os cargos na forma da lei, e propor ao Congresso Nacional, por intermédio do
Tribunal Superior a criação ou supressão de cargos e a fixação dos respectivos
vencimentos;

III - conceder aos seus membros e aos juizes eleitorais licença e férias,
assim como afastamento do exercício dos cargos efetivos submetendo, quanto
aqueles, a decisão à aprovação do Tribunal Superior Eleitoral;

IV - fixar a data das eleições de Governador e Vice-Governador,


deputados estaduais, prefeitos, vice-prefeitos , vereadores e juizes de paz,
quando não determinada por disposição constitucional ou legal;

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V - constituir as juntas eleitorais e designar a respectiva sede e


jurisdição;

VI - indicar ao tribunal Superior as zonas eleitorais ou seções em que a


contagem dos votos deva ser feita pela mesa receptora;

VII - apurar com os resultados parciais enviados pelas juntas eleitorais,


os resultados finais das eleições de Governador e Vice-Governador de
membros do Congresso Nacional e expedir os respectivos diplomas, remetendo
dentro do prazo de 10 (dez) dias após a diplomação, ao Tribunal Superior,
cópia das atas de seus trabalhos;

VIII - responder, sobre matéria eleitoral, às consultas que lhe forem


feitas, em tese, por autoridade pública ou partido político;

IX - dividir a respectiva circunscrição em zonas eleitorais, submetendo


essa divisão, assim como a criação de novas zonas, à aprovação do Tribunal
Superior;

X - aprovar a designação do Ofício de Justiça que deva responder pela


escrivania eleitoral durante o biênio;

XII - requisitar a força necessária ao cumprimento de suas decisões


solicitar ao Tribunal Superior a requisição de força federal;

XIII - autorizar, no Distrito Federal e nas capitais dos Estados, ao seu


presidente e, no interior, aos juizes eleitorais, a requisição de funcionários
federais, estaduais ou municipais para auxiliarem os escrivães eleitorais,
quando o exigir o acúmulo ocasional do serviço;

XIV - requisitar funcionários da União e, ainda, no Distrito Federal e em


cada Estado ou Território, funcionários dos respectivos quadros
administrativos, no caso de acúmulo ocasional de serviço de suas Secretarias;

XV - aplicar as penas disciplinares de advertência e de suspensão até 30


(trinta) dias aos juizes eleitorais;

XVI - comprir e fazer cumprir as decisões e instruções do Tribunal


Superior;

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XVII - determinar, em caso de urgência, providências para a execução da


lei na respectiva circunscrição;

XVIII - organizar o fichário dos eleitores do Estado.

XIX - suprimir os mapas parciais de apuração mandando utilizar apenas


os boletins e os mapas totalizadores, desde que o menor número de
candidatos às eleições proporcionais justifique a supressão, observadas as
seguintes normas: (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

a) qualquer candidato ou partido poderá requerer ao Tribunal Regional


que suprima a exigência dos mapas parciais de apuração; (Incluído pela Lei
nº 4.961, de 1966)

b) da decisão do Tribunal Regional qualquer candidato ou partido poderá,


no prazo de três dias, recorrer para o Tribunal Superior, que decidirá em cinco
dias; (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

c) a supressão dos mapas parciais de apuração só será admitida até seis


meses antes da data da eleição; (Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

d) os boletins e mapas de apuração serão impressos pelos Tribunais


Regionais, depois de aprovados pelo Tribunal Superior; (Incluído pela Lei nº
4.961, de 1966)

e) o Tribunal Regional ouvira os partidos na elaboração dos modelos dos


boletins e mapas de apuração a fim de que estes atendam às peculiaridade
locais, encaminhando os modelos que aprovar, acompanhados das sugestões
ou impugnações formuladas pelos partidos, à decisão do Tribunal Superior.
(Incluído pela Lei nº 4.961, de 1966)

Art. 31. Faltando num Território o Tribunal Regional, ficará a respectiva


circunscrição eleitoral sob a jurisdição do Tribunal Regional que o Tribunal
Superior designar.

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