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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA ___ VARA DA FAZENDA PÚBLICA DA

COMARCA WYK ...

Esculápio da Silva, brasileiro, casado, engenheiro, portador do RG nº..., e inscrito no


CPF nº..., com título de eleitor em anexo, residente e domiciliado à ... (endereço
completo – na capital do Estado WYK), por seu advogado, com o instrumento de
mandato seguindo em anexo, vem a presença de Vossa Excelência propor

AÇÃO POPULAR com medida Cautelar /pedido Liminar Commented [P1]: Medida cautelar é a ação proposta em
caráter de urgência, com a finalidade de resguardar um direito
que está na iminência de ser perdido.
Commented [P2]: LIMINAR - significa aquilo que é dado
logo no iníco, sendo assim, é constume dizer "foi deferida a
com fulcro no art. 5, LXXIV e art. 134, ambos da CF/88, assim como na lei 4.717/65 liminar" , ou seja, o pedido feito no iníco do processo.
(Regula a Ação Popular), em desfavor do Estado WYK, neste ato representado pelo
Governador (qualificação completa), e ainda contra as empresas Mastodonte S.A.
(qualificação completa), Mamute S.A.( (qualificação completa), e Dente de Sabre S.A.
(qualificação completa), pelos fatos e razões de direito abaixo elencados:

DOS FATOS

O titular da ação, cidadão devidamente alistado, foi comunicado por amigos que a
Administração do Estado WYK está providenciando um plano de obras de alto valor e
pretendendo que elas sejam entregues, independentemente de licitação, por
empresas com vínculos pessoais com dirigentes do seu partido político.

Os valores correspondentes às obras são incluídos no orçamento, observando o devido


processo legislativo, o que corresponde a 1.000.000.000,00 reais (um bilhão de reais).

Quando da realização das obras o representante do Estado em tela, aduz a


necessidade de urgência diante de evento artístico de grande repercussão a realizar-se
em aproximadamente um ano, o que inviabilizaria a realização de procedimento
licitatório e designam três empresas para repartir as verbas orçamentárias, cabendo a
cada uma realizar parte da obra preconizada. Com isto, as empresas acima informadas
aceitaram de bom grado, o encargo e assinaram os contratos com a Administração.

DO DIREITO

Segundo as diretrizes do nosso ordenamento jurídico pátrio, tanto para as concessões,


quanto para as permissões da Administração pública se exige previamente a licitação.
Assim tal procedimento fere o princípio da legalidade previsto no art. 37, caput da
CF/88. Nos ditames do art. 175 da CF/88:
“Incumbe ao poder público, na forma da lei, diretamente ou sob
regime de concessão ou permissão, sempre através de licitação, a
prestação de serviços públicos.”

Portanto, há desrespeito notável da Constituição Federal, pelo Governador do Estado


WYK, por contratarem empresas vinculadas a amigos do mesmo partido político e
ainda sem o devido processo licitatório como prevê a legislação, ferindo assim o
principio da impessoalidade e a moralidade. Razão pela qual deve ser invalidada o
contrato de permissão de serviço público já mencionada. Nos termos do art. 2, da lei
8.666/93, in verbis:

“As obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações,


concessões e permissões e locações da Administração pública,
quando contratadas com terceiros, serão necessariamente precedidas
de licitação, ressalvados hipóteses previstas nesta lei.”

E ainda, a postura tomada pelo do Governo do Estado WYK, foi totalmente ilegal, pois
houve simplesmente o atropelamento do procedimento licitatório para a feitura do
contrato de permissão de serviço público violando também o princípio da isonomia,
pois sequer deu oportunidade de uma competição, para as outras empresas
interessadas.

DO PEDIDO DE LIMINAR

Pelos argumentos contidos nesta exordial, demonstram a plausibilidade do direito


invocado, visto que a autoridade pública ré violou uma série de normas legais e
princípios reguladores da administração.

É imperioso que se faça, portanto, o deferimento liminar requerida, nos termos do


artigo 5.°. §4.° da Lei 4.717/65 e pelos fatos acima aduzidos, para determina que o
represente maior do Poder Executivo do Estado WYK se abstenha de manter os
contratos com as referidas empresas acima qualificadas, uma vez provada a relevância
dos fundamentos “fumus boni iuri” e do dano irreparável ou de difícil reparação ao Commented [P3]: Fumus boni iuris ('fumaça do bom
direito'): Isso significa que há indícios de que quem está
patrimônio público, à moralidade administrativa e entre outros, provando o pedindo a liminar tem direito ao que está pedindo.
“periculum in mora”. Commented [P4]: Periculum in mora ('perigo na demora'):
Isso significa que se o magistrado não conceder a liminar
imediatamente, mais tarde será muito tarde, ou seja, o direito
da pessoa já terá sido danificado de forma irreparável.

DOS PEDIDOS

Ante o exposto, requer-se:


Que seja concedida a Cautelar requerida, para decretar a suspensão dos efeitos do
contrato administrativo, ficando provado o “fumus boni iuris” e o “periculum in mora”
no presente caso;

Que sejam citados os réus;

Que seja intimado o representante do Ministério Público Estadual;

Que seja exigida a apresentação de documentos pertinentes do contrato de


permissão;

Que sejam os réus condenados aos honorários sucumbências;

Que seja a presente ação julgada procedente para que seja nulificado o contrato em
tela, para que assim seja realizada a devida Licitação para a prestação de determinado
serviço público no Estado, segundos os preceitos constitucionais e das leis
infraconstitucionais.

- Protesto provar por todos os meios de prova, especialmente por provas


documentais.

Dar se o valor da causa em R$ xxxxxx.

Nesses termos,
pede deferimento.

local e data......
advogado...
OAB n...