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PROTOCOLOS PARA TESTES DE AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA

Percentual de Gordura através de Medidas Antropométricas (circunferências corporais)


utilizando-se uma fita métrica

Protocolo de Dotson e Davis, 1991 (adaptado por torres 1998)

G% Homens = +[85,20969 . log (AB - Pç)] - [69,73016 . log (estatura em polegadas)] +


37,26673 (r=0,90) (S.E = 3,52%)
{Obs: AB = Circ. abdome e Circ. Pç = pescoço}
G% Mulheres= +[161,27327 . log (AB + GL- Pç)] - [100,81032 . log (estatura em
polegadas)] - 69,55016 (r=0,85) (S.E = 3,64%)
{Obs: AB = Circ. abdome; Circ. Pç = pescoço e GL = quadril}

G% Homens ideal=12-20%
G% Mulheres ideal=16-30%
Resultado: SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS de tabela de cálculo do % de gordura do
autor: A prática da avaliação Física - José Fernandes Filho - Shape (neste livro existem
tabelas de comparação que merecem ser pesquisadas)
(Veja aqui como usar a fita e fazer a medição)

Protocolo de Penroe, Nelson e Fisher, 1985 e Coté e Wilmore

Perimetria para Homens= punho e abdome


Perimetria para Mulheres= abdome e glúteos

Homens: Massa Magra (MM)(Kg)= 41,955 + (1,038786 x PC) - ( 0,82816 x [ CA - CP])


%G= [PC - MM x100 / PC]x100
Mulheres:
%G=([0,55 x CG) - ( 0,24 x Est) + (0,28 x CA) - 8,43

{Obs: PC = Peso Corporal(kg); Est= estatura (cm); CA = circ.abdome(cm); CP=circ.


punho(cm) e CG=circ.glúteo(cm)}

(Protocolo de Wetman e col., 1988 para pessoas obesas

G% Homens = [0,31457 x (abdome)] - [ 0,10969 x (P) ] + 10,8336


G% Mulheres= [0,11077 x (abdome)]- [ 0,17666 x (A) ] + [0,14354 x (P) + 51,03301
{Obs: P = Peso Corporal; A= estatura; As medidas para abdômen devem ser feitas 2
vezes e tirar a média e em cm}

Fontes:
1)A Prática da Avaliação Física - Dr. José Fernandes Filho, ED. Shape. (neste livro
existem tabelas de comparação que merecem ser pesquisadas)
2)Medidas e Avaliação - em ciências do esporte - E. Carnaval - Sprint
3)Fisiologia do Exercício - Energia, Nutrição e Desempenho humano, 1985
4)Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde - V.1 - N.4 - 1996
Índice de Relação de Gordura entre Circunferências do Abdômen e Quadril (WHR=ou
Waist-Hip Ratio) para Testar o Risco de Desenvolver Doenças Relacionadas à
Obesidade.

De acordo com os estudos de Bjornntorpo (1986), existe uma relação entre a


distribuição da gordura corporal com a maioria dos problemas de saúde nos seres
humanos. Existem relatos de que a obesidade seja responsável pelo aparecimento de 26
doenças crônicas e 15-20% das mortes anualmente. Exemplos: doenças renais, de
fígado, artrites, problemas cardíacos, câncer de colo e diabetes, levando-nos a concluir
que em sua maioria, os indivíduos mais magros tendem a viver mais.
Sendo a obesidade um risco no desenvolvimento de doenças crônicas, torna-se de
grande importância a localização do acúmulo da gordura corporal. Foram sugeridos
classificações de diferentes tipos de obesidade, relacionados com esta localização:

Tipos Andróides (tipo Maçã): Tipo de obesidade caracterizada pelo acúmulo de gordura
na região abdominal, localizada tanto entre os órgãos quanto subcutâneo. Conhecida
como obesidade de Membros Superiores ou "baixo-ventre".

Tipos Genóides (tipo Pêra): Tipo de obesidade caracterizada pelo acúmulo de gordura
na região glúteo-femoral (quadril, nádegas e pernas). Conhecida como obesidade de
membros inferiores.

Através da relação abaixo das medidas de circunferência de abdômen e quadril,


observou-se que aumentos no desenvolvimento de doenças cardíacas em homens estão
associadas com valores acima de 0,90 e em mulheres acima de 0,80.

WHR ou PCQ= Circunferência do Abdômen/ Circunferência do Quadril

Método para a Medição:


- Utilizar uma fita métrica flexível sem apertar ou comprimir a gordura ou pele e o
testado deve usar roupas de ginástica ;
- Tomar a medida da circunferência do maior volume do quadril (pode ser quadril,
nádegas ou pernas), com o indivíduo de pé relaxado;
- Tomar a medida da circunferência do Abdômen, ao nível do umbigo, sem contrair a
barriga.
- Substituir na fórmula acima WHR
- Comparar os resultados abaixo:
Tabela para Zona de Risco associada
com o WHR
Homens Mulheres
Alto Risco > 0,95 >0,85
Risco Moderado 0,90-0,95 0,80-0,85
Baixo Risco <0,90 <0,80

Fonte: Nutrition For Fitness and Sport - WILLIAMS, M.H

RISCO
MUITO
IDADEBAIXOMODERADO ALTO
ALTO
0,89 -
20-29 <0,83 0,83 - 0,88 > 0,94
0,94
0,92 -
30-39 <0,84 0,84 - 0,91 > 0,96
0,96
HOMENS 0,96 -
40-49 <0,88 0,88 - 0,95 > 1,00
1,00
0,97 -
50-59 <0,90 0,90 - 0,96 > 1,02
1,02
60-69 <0,91 0,91 - 0,98 0,99

Cineantropometria

Teve sua primeira conceituação no congresso Internacional de Ciências da Atividade


Físicas, em Montreal, 1976. O uso do termo "Cineantropometria" aconteceu
primeiramente em 1972, em um artigo escrito por Ross e Col. e, o termo Biometria foi
lentamente substituído pelo Cineantropometria.
Seu Objetivo maior é a medida do homem , com vistas ao desempenho motor, em uma
variedade de perspectivas. Para isso, necessita-se de testes precisos e adequados para
analisar corretamente os resultados e empregá-los de maneira certa.

O objetivo do estudo da Cineantropometria na E.F.

* Avaliar o estado do indivíduo ao iniciar a programação;


* Detectar deficiências, permitindo uma orientação no sentido de superá-las;
* Auxiliar o indivíduo na escolha de uma atividade física que, além de motivá-lo possa
desenvolver suas aptidões;
* Impedir que a atividade física seja um fator de agressão;
* Acompanhar o progresso do indivíduo;
* Selecionar elementos de alto nível para integrar equipes de competição;
* Estabelecer e reciclar o programa de treinamento;
* Desenvolver pesquisa Em E.F.;
* Acompanhar o processo de crescimento e desenvolvimento dos alunos. (Carnaval,95)
Avaliação Antropométrica (classificação)

Desde a antiguidade o homem tem a curiosidade de medir seu corpo empregando parte
dele como unidade de medida. Os egípcios por exemplo deixaram trabalhos que
mostravam a existência de proporção entre uma parte do corpo com o todo.

A classificação das medidas utilizadas em E.F. são , segundo carnaval, 1995, no livro:
Medidas e Avaliação em Ciências do Esporte:

Longitudinais ou alturas e
LINEARES comprimentos
Transversais ou diâmetros
CIRCUNFERÊNCIAS OU
Diversas
PERÍMETROS
MASSA OU PESO Dobras cutâneas e peso na balança

Medidas Lineares Longitudinais

Alturas longitudinais, correspondem às distâncias tiradas de um ponto antropométrico


ao solo, tomadas por meio de um antropômetro ou altímetro, que deverá ter a precisão
de 0,1 cm.

Comprimentos longitudinais, correspondem às distâncias entre dois pontos


antropométricos medidas longitudinalmente por meio de um antropômetro ou pela
diferença entre sua alturas.As mais usadas são:

Estatura: é a distância do ponto vértex à região plantar. Pode ser tomada com o avaliado
em pé ou deitado. (na falta de uma balança com a trena, encostar o indivíduo na parede
e utilizando de uma fita métrica marcar o ponto mais rente ao topo da cabeça do
indivíduo na parede medindo até o solo-indivíduo sem sapatos)

Altura Total: é a distância do ponto dactylionn até a região plantar, estando o avaliado
com o membro superior direito na vertical elevado a 180 graus, por sobre a cabeça e
com o cotovelo estendido. (com o braço levantado totalmente, medir da pontinha do
dedo médio até o pé tocando o calcanhar no chão)

Cuidados ao Se Efetuar as Medidas Longitudinais

1.O indivíduo deve estar descalço;


2.O indivíduo deve manter-se de pé, com os pés juntos e voltados para frente, ombros
relaxados e braços ao longo do corpo, estando o plano de frankfurt (linha imaginária
que passa pelo ponto mais baixo do bordo inferior da órgita direita e pelo ponto mais
alto do bordo superior do meato auditivo externo direito) rigorosamente posicionado;
3.A haste do antropômetro deve estar perpendicular ao solo e os ramos perpendiculares
à haste;
4.Alguns autores recomendam, que o indivíduo faça inspiração, procurando compensar
o achatamento dos discos intervertebrais, ocorridos durante o dia.
Comprimento de Membros

Envergadura: Distância dactylion direito ao esquerdo, estando o indivíduo em pé com


os braços abduzidos (abertos na altura dos ombros), formando um ângulo de 90 graus
com o tronco; os cotovelos devem estar estendidos e os antebraços supinados.

Transversais: Também conhecidas como diâmetros, são medidas tomadas com um


antropômetro de largura e profundidade entre dois pontos, usadas para mensurar o
crescimento e o desenvolvimento ósseo, transversalmente e antero-posteriormente;

Biacromial: Com o testado em pé, corpo relaxado, braços ao longo do corpo de costas
para o avaliador , medir a distância entre os pontos acromiale direito e esquerdo (ombro
à ombro);

Toráxico Transverso: é a distância entre dois pontos resultantes da interseção do plano


horizontal, a nível do ponto meso-esternale, e as linhas médias axiliares. o testado deerá
estar em pé e a medida será feita ao fim de uma expiração normal.(de uma axila à
outra);

Toráxico ântero-posterior ou de profundidade: utilizando-se um antropômetro de braço


curvo, mede-se a distância entre os pontos meso-esternale e o ponto no processo
espinhoso vertebral correspondente ao ponto meso-esternale, no plano horizontal que
passa por ele. O indivíduo deve estar de lado para o avaliador ;

Bi-iliocristal: distância entre os pontos íliocristale direito e esquerdo com o avaliado em


posição ortostática, de frente para o avaliador ( de uma crista ilíaca à outra);

Bi-troncantério: distância entre os pontos trocantéricos direito e esquerdo com o


indivíduo em posição ortostática, de frente para o avaliador;

Bi-epicondiliano de úmero: distância entre os epicôndilos medial e lateral do úmero,


com o indivíduo em posição ortostática, braço flexionado em 90 graus com o tronco e o
antebraço formando 90 graus com o braço;

Bi-estilóide: distância etnre os processos estilóides do rádio e da ulna, estando ot estado


em posição ortostática, com o braço flexionado em 90 graus com o tronco e o ante-
braço supinado, formando um ângulo de 90 graus com o braço.

Bi-condiliano de Femur: distância entre os côndilos medial e laterla do fêmur, estando o


testado sentado com os pés , apoiados no chão, a coxa formando um ângulo de 90 graus
com o tronco e a perna formando ângulo de 90 graus com a coxa.

Bi-maleolar: distância entre os dois maléolos (medial e lateral), estando o testado


sentado e com os pés apoiados no chão.

Cuidados ao serem tomadas as medidas dos diâmetros:


*O antropômetro não deve ficar froxo, nem fazer pressão excessiva;
*Salvo quando houver especificação , o antropômetro deve ser colocado perpendicular
ao diâmetro medido.

Perímetros Musculares (circunferências corporais)

Medidas que determinam os valores de circunferências de um segmento corporal


perpendicular ao eixo longitudinal do mesmo segmento.

O professor através da medição periódica dos perímetros musculares pode controlar a


evolução do desenvolvimento entre os diferentes grupos musculares de seu trainee, a
fim de evitar ou corrigir distorções de volume entre estes, o que acarretaria na perda da
proporcionalidade, e consequentemente da harmonia do físico.

Como Usar a Fita Métrica:


A fita deve ser uma fita métrica comum e bastante flexível. Para medir as dobras é
necessário colocar a fita levemente na superfície da pele, de modo a esticá-la, porém
sem pressionar a pele. Caso coloque a fita muito justa, irá comprimir o tecido mole e
fazer com que o valor venha a ser menor do que na realidade.
O melhor a fazer para se ter certeza do resultado é tomar 2 vezes a medida de cada local
e fazendo a média dos valores encontrados.

Sugestões de posições para a fita métrica durante a medida dos perímetros musculares:

Pescoço: abaixo da glote;


Ombros: sobre o terço médio dos deltóides médios;
Braços: pode ser medido de duas formas:
*relaxado -com o braço ao lado do corpo relaxado e um pouco abduzido ou mão na
cintura, circundar a fita a nível do ponto meso-umeral ou de maior perímetro;
*contraído - flexionado a 45 graus com os cotovelos à altura dos ombros contraindo o
bíceps, sobre o ponto de maior perímetro.
Antebraço: estendidos ao longo do corpo e palmas das mãos para cima ou mãos na
cintura, sobre o ponto de maior perímetro;
Punho: Braços ao longo do corpo, palma da mão voltada para frente e relaxada, colocar
a fita métrica ao redor do punho nos processos estilóides radial e ulnar;
Tórax: mãos na cintura-podendo medir inspirado, expirado e normal
Homens: sobre a linha dos mamilos;
Mulheres: sobre a linha sub-axilar;
Cintura (apenas mulheres): sobre o ponto de menor perímetro;
Abdômem: sobre a cicatriz umbilical. (alguns indivíduos apresentam um maior acúmulo
de gordura abaixo do umbigo, nestes casos passa-se a fita métrica imediatamente acima
dos espinhas ilíacas antero-superiores);
Quadril: sobre o trocânter maior de cada fêmur;
Culotes (apenas mulheres): abaixo da dobra glútea;
Coxas (contraídas):
homens: 10 e 20 cm -medir a partir da borda superior da patela
Mulheres: 10 e 25 cm - medir a partir da borda superior da patela
Panturrilhas: com os pés ligeiramente afastados, distribuindo o peso do corpo entre
ambas as pernas medir no ponto de maior perímetro.
Veja as equações para Cálculo do Percentual de Gordura através de Medidas
Antropométricas

Fonte:
Carnaval, 1995- Medidas e Avaliação em Ciências do Esporte
Filho,José Fernandes -A prática da avaliação Física -

Medida de massa através da balança

Quando se fala em medir massa, surge a idéia de peso. O peso é uma das medidas
mais utilizadas em E.F. como elemento de controle do esforço e obesidade. Entretanto,
vários autores chama a atenção para o fato de que esse dado isoladamente não é
adequado para se afirmar se uma pessoa é obesa ou magra; tão pouco é o elemento de
controle de esforço. Uma pessoa pode aumentar o peso corporal ganhando músculos, ao
mesmo tempo que baixa o peso de gordura. Por isso, faz-se necessário conhecer a
quantidade de gordura no corpo. Mas vamos ao peso pela balança:

O peso é medido com uma balança oscilando seus valores entre 100 grs.

Técnica de manejo da balança:

*Travar a balança , sempre que ela apresentar trava;


*O indivíduo testado deve subir pisando no centro dela, mantendo-se ereto e de costas
para a escala de medida;
*Movimentar o cilindro maior para encaixar na dezena correspondente;
*Destravar a balança;
*Movimentar o cilindro menor até que ocorra o nivelamento dos ponteiros guia;
*Travar a balança;
*Pedir para o avaliado descer da balança;
*Fazer a leitura;
*Dar o reset na balança.

Obs: antes de iniciar a execução da medida, observar se a balança está nivelada, se o


testado está com mínimo de roupa, está sempre fazendo a medida num mesmo
horário ,deslocar os cilindros com suavidade e com a balança travada e ainda não fazer a
medida do peso após a atividade física.

A obesidade pode ser definida , de acordo com padrões varidos . Dados colhidos no séc.
passado , por companhias de seguro levou a se definir percentuais ideais para uma
determinada idade e altura. Ver como calcular e Tabela.

Avaliação Corporal

A composição corporal envolve a gordura e a massa corporal magra, a qual é


composta de todos os componentes do nosso corpo exceto a gordura. O conhecimento
da composição corporal é importante não só para a E.F. , mas também para outras
profissões da área de saúde, já que existem inúmeras doenças que são intimamente
relacionadas com a obesidade (percentual de gordura elevado).
Sloan, 1970, afirma que comparações de peso entre indivíduos possuindo a mesma
estatura, idade e sexo são um índice falho de obesidade, mas a um maior
desenvolvimento de ossos e músculos. Como os tecidos ósseo e muscular são mais
densos e logo mais pesados que o tecido adiposo, um índice de obesidade pode ser
muito mais preciso se determinado a partir da medida da densidade do corpo (pesagem
hidrostática):

Peso específico = peso do ar/(peso no ar-peso na água).

O método da densitometria , além de consumir muito tempo, ainda exige aparelhagem


sofisticada e dispendiosa, não sendo, portanto viável no dia-a-dia do professor . Sendo
assim Brozek, 1951, observou a correlação entre a densidade corporal e a espessura das
dobras cutâneas e desenvolveu uma equação através da qual se torna possível estimar a
gordura percentual a partir do conhecimento da espessura das dobras cutâneas , já que a
densidade do corpo depende da composição corporal.
Para se conseguir esta medida utilizamos um aparelho chamado plicômetro ou
compasso de dobras cutâneas.

Como Usar o Compasso

O COMPASSO é um aparelho utilizado para medir a distância entre dois pontos. O


processo para medir a espessura das pregas cutâneas consiste em pinçar firmemente
com o polegar e o indicador formando uma prega cutânea.
A espessura da dupla camada de pele e tecidos subcutâneos é lida a seguir no mostrador
do compasso e registrada em milímetros. Deve-se ter cuidado de não incluir tecido
muscular, se houver dúvida, pedir ao avaliado que faça uma contração da musculatura
do local. Todas as medidas devem, de preferência, ser feitas de um só lado do corpo -
alguns aconselham o lado direito - com o indivíduo de pé e com vestimenta apropriada
para facilitar as medidas.

Tanto o teste como o reteste deve ser executado pelo mesmo avaliador a fim de se evitar
grandes margens de erros. É recomendado que sejam feitas 3 tentativas para cada dobra
e seja levado em conta o valor médio das mesmas e que se espere um tempo de pelo
menos 2 segundos para que o compasso possa precionar a dobra corretamente
(GARCIA e col.,1989).

Roteiro das Dobras Cutâneas Mais Utilizadas

PEITO (PT):
Homens : toma-se uma dobra diagonal na metade da distância entre a parte superior do
peitoral e o mamilo;
Mulheres: Toma-se uma dobra diagonal a um terço da distância da linha axilar anterior e
a mama ;
SUB-AXILAR (SA): Toma-se uma dobra vertical na linha axilar média ao nível do
apêndice xifóide no estermo ;

TRÍCEPS (TR): Toma-se uma dobra vertical na linha média da parte superior do braço,
a meio caminho entre o ombro e o cotovelo ;

BÍCEPS (BI): Toma-se uma dobra vertical na linha média da parte superior do braço a
meio caminho entre o ombro e a fossa cubital , sobre o bíceps braquial, ao nível do
mamilo;

SUBESCAPULAR (SB):Toma-se uma dobra oblíqua média imediatamente abaixo da


extremidade inferior da escápula;

ABDOMINAL (AB): Toma-se uma dobra vertical medida a uma distância lateral de
aproximadamente 2 cm do umbigo ;

SUPRAILÍACA (SI): Toma-se uma dobra ligeiramente oblíqua medida imediatamente


acima do osso do quadril, coincidente com uma linha imaginária descida da linha axilar
anterior ;

COXA (CX): Toma-se uma dobra vertical na região anterior da coxa na metade da
distância entre o quadril e as articulações do joelho ;

PERNA (PR): Toma-se uma dobra vertical no lado medial da perna no local de maior
circunferência ( meio do gastrocnêmio, ou panturrilha).Para facilitar deve-se pedir que o
testado apoie seu pé em um banco voltado para o examinador;

Sugestão: Veja as Fotos no site da terrazul %gordura.htm

Ver as equações para Cálculo do Percentual de Gordura através de Dobras Cutâneas

Tabelas de Classificação do Nível de Obesidade

Com o resultado das dobras cutânes, o indivíduo pode ser classificado de acordo com
a tabela abaixo desenvolvida nos padrões médios da população norte-americana.
Calcule seu valor preciso de % de gordura aqui

Limite Moderadamente Excessivamente Gordura Gordura


Normal Obeso Obeso Ideal essencial
15%- 10%-
Homens 20%-25% 25%-30% 3%
20% 14%
25%- 14%-
Mulheres 30%-35% 35%-40% 12%
30% 18%
(Indivíduos acima de 18 anos- Mcardle, 1992)

Excessivamente Moderadamente
Excessivamente
Baixa Adequada Alta
Alta
Baixa Alta
6,01%- 10,01%- 25,01%a
Homens até 6,0% 20,01% a 25% > 31,01%
10% 20% 31%
12,01%- 15,01%- 30,01%
Mulheres até 12% 25% a 30% > 36,01%
15% 25% a 36%
(Crianças e Adolescentes de 7 - 17 anos - Deurenberg, PP. Pieters, J.J. L. e Hautuast,
J.G.L., 1990)

VEJA AS TABELAS-PADRÃO (Pollock ,1993) PARA: HOMENS , MULHERES E


CRIANÇAS

"O conceito de padrões de referência não significa que homens e mulheres devam
esforçar-se para alcançar a composição corporal dos modelos de referência, nem que
homem e mulher de referência sejam de fato "médias" .
Os modelos são úteis como estrutura de referência para comparação estatística e
interpretação dos dados (McCARDLE e e col.,1985) . "

A importância da Avaliação Física

A Qualidade Faz a Diferença


(Profa. Daisy Pinheiro)

Atualmente, há uma grande procura pela prática de atividades físicas. Porém, a falta
de orientação especializada e adequada aos objetivos e limitações de cada pessoa acaba
por conduzi-las à prática de exercícios sem nenhum tipo de avaliação, pondo em risco a
sua saúde, principalmente, àqueles com mais de 35 anos que apresentam fatores de risco
cardiovasculares. Isso faz da avaliação física um componente indispensável para a
elaboração de um correto e eficiente programa de exercícios.

Para uma boa avaliação física temos de analisar muitas variáveis: antropométricas;
composição corporal; análise postural; avaliações metabólicas e neuromusculares;
avaliações nutricionais, psicológica e social. Estas duas últimas são essenciais para que
um programa de treinamento tenha pleno sucesso, porque nos dão acesso aos hábitos e à
personalidade da pessoa.

Associando a identificação de parâmetros pessoais de cada um com todas as outras


variáveis conseguimos descobrir uma ou mais atividades prazeirosas para que o
indivíduo com elas se identifique, e alcance os objetivos pretendidos sem ser
contrariado.

Quando uma pessoa não se identifica com algum aspecto de uma atividade física é
natural que a abandone. É difícil alguém continuar por muito tempo algo que não lhe dê
prazer. Se faz então, mais do que necessário, uma avaliação completa, envolvendo todas
as variáveis biopsicossociais para que a maioria das pessoas não desista antes de
desenvolver o hábito de praticar algum tipo de exercício físico, adquirindo assim seu
verdadeiro seguro saúde.

Uma avaliação bem feita é aquela em que se utiliza critérios e protocolos bem
selecionados, fornecendo dados quantitativos e qualitativos que indique, através de
análises e comparações, a real situação em que se encontra o avaliado. Em meio a tanto
conhecimento técnico-científico, não se pode mais permitir a utilização do protocolo do
"achismo", ainda empregado por alguns profissionais em suas avaliações. Só é possível
fazer um programa de exercícios com qualidade e segurança com uma avaliação física
em que se utilize metodologia, protocolos e critérios de avaliação adequados.

Além disso, as avaliações devem ser periódicas e sucessivas, permitindo uma


comparação para que possamos acompanhar o progresso do avaliado com precisão,
sabendo se houve evolução positiva ou negativa. Dessa forma, é possível reciclar o
programa de treinamento e estabelecer novas metas.

PADRONIZAÇÃO DAS MEDIDAS MAIS UTILIZADA DE DOBRAS


Dobra Cutânea Triciptal

É medida na face posterior do braço, paralelamente ao


eixo longitudinal, no ponto que compreende a metade
da distância entre a borda súpero-lateral do acrômio e
o olécrano.

Dobra Cutânea Subescapular

A medida é executada obliquamente em relação ao


eixo longitudinal, seguindo a orientação dos arcos
costais, sendo localizada a dois centímetros abaixo do
ângulo inferior da escápula.

Dobra Cutânea Biciptal

É medida no sentido do eixo longitudinal do braço, na


sua face anterior, no ponto de maior circunferência
aparente do ventre muscular do bíceps.

Dobra Cutânea Axilar Média

É localizada no ponto de intersecção entre a linha


axilar média e uma linha imaginária transversal na
altura do apêndice xifóide do esterno. A medida é
realizada obliquamente ao eixo longitudinal, com o
braço do avaliado deslocado para trás, a fim de facilitar
a obtenção da medida.
Dobra Cutânea Supra-ilíaca

É obtida obliquamente em relação ao eixo longitudinal,


na metade da distância entre o último arco costal e a
crista ilíaca, sobre a linha axilar medial. É necessário
que o avaliado afaste o braço para trás para permitir a
execução da medida.

Dobra Cutânea Torácica

É uma medida oblíqua em relação ao eixo longitudinal,


na metade da distância entre a linha axilar anterior e o
mamilo, para homens, e a um terço da linha axilar
anterior, para mulheres.

Dobra Cutânea Abdominal

É media aproximadamente a dois centímetros à direita


da cicatriz umbilical, paralelamente ao eixo
longitudinal.

Dobra Cutânea da Coxa

É medida paralelamente ao eixo longitudinal, sobre o músculo reto


femural a um terço da distância do ligamento inguinal e a borda superior
da patela, segundo proposta por Guedes (1985) e na metade desta
distância segundo Pollock & Wilmore (1993). Para facilitar o pinçamento
desta dobra o avaliado deverá deslocar o membro inferior direito à frente,
com uma semi-flexão do joelho, e manter o peso do corpo no membro
inferior esquerdo.

Dobra Cutânea Panturrilha Medial

Para a execução desta medida, o avaliado deve estar


sentado, com a articulação do joelho em flexão de 90
graus, o tornozelo em posição anatômica e o pé sem
apoio. A dobra é pinçada no ponto de maior perímetro
da perna, com o polegar da mão esquerda apoiado na
borda medial da tíbia.

PROTOCOLOS PARA TESTES DE AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA


Percentual de Gordura através de Medidas de Dobras Cutâneas

Esses valores de pregas cutâneas em combinação com


equações matemáticas são destinadas a predizer a densidade
corporal ou o percentual de gordura . As equações são
específicas para determinada população e predizem a
adiposidade com bastante exatidão em amostras de indivíduos
semelhantes àquelas das quais se derivam as equações.
Existem várias equações que podem ser utilizadas. Para obtermos valores mais
precisos podemos utilizar tantas quantas forem possíveis e em seguida obtemos a média
para um valor único :

Densidade Corporal, Mcardle, 1992


o valor encontrado de Densidade Corporal (DC) deve ser substituído nesta equação:
{%G = [(4.95/DENSIDADE C.) - 4.50] X 100 (Fómula de Siri)

HOMENS
(18 -34 anos ) DC = 1,1610 - 0,0632 log (BI+ TR+ SB +SI)
(18 -27 anos ) DC = 1,0913 - 0,00116 ( TR+ SB )

MULHERES
(18 -48 anos ) DC = 1,06234 - 0,00068 (SB) - 0,00039 (TR) - 0,00025 (CX)

CRIANÇAS (FEMININO)
(9-12 ANOS ) DC = 1,088-0,014 (log 10 TR) - 0,036 ( log10 SB)
(13-16 anos ) DC = 1,114 - 0,031 (log10 TR) - 0,041 ( log10 SB )

CRIANÇAS (MASCULINO)
(9-12 ANOS ) DC = 1,108-0,027 (log10 TR) - 0,038 (log10 SB)
(13-16 anos) DC = 1,130 - 0,055 (log10 TR) - 0,026 (log10 SB)

Protocolo de Guedes, 1994 - (3 dobras - características brasileiras)


Homens : Tríceps, suprai-líaca e abdome
Mulheres: Subescapular, supra-ilíaca e coxa

Cálculo de Densidade Corporal:


HOMENS: Densidade = 1,17136 - 0,06706 log (TR + SI+AB )
MULHERES: Densidade = 1,16650- 0,07063 log (CX + SI+ SB)

(OBS: TR = Dôbra cutânea do tríceps, SI = D.C. supra-ilíaca , AB=D.C. abdominal,


CX=D.C. da Coxa, SB=D.C. subescapular /
Veja aqui como usar o compasso)

Para chegar ao percentual de gordura através da Densidade Corporal utilizar:


G%=[(4.95/DENSIDADE C.) - 4.50] X 100 (fórmula de Siri)

Resultado: SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS de tabela de predição de gordura do


autor: A prática da avaliação Física - José Fernandes Filho - Shape (neste livro existem
tabelas de comparação que merecem ser pesquisadas)

Teste eletrônico para cálculo do % de gordura (7 e 3 dobras)

Cálculos para avaliação da Composição Corporal

Peso Gordo ou Gordura Absoluta= (gordura/100) x Peso do corpo (kg)


Massa Magra= Peso do corpo (kg) - Peso gordo (kg)
%Massa Magra= 100 - gordura
Peso Ideal=massa magra / 0,85 (homens) e massa magra / 0,75 (mulheres)
Peso em Excesso=peso corporal - peso Ideal
Perda Desejável = Peso do corpo atual - Peso desejável

Protocolo de Guedes, para Crianças e Adolescentes (7-18 anos) - 2 Dobras cutâneas:


Tríceps, subescapular

Rapazes Brancos= (S= somatória das D.C. Tríceps e Subescapular)


Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 1,7
Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,4
Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,5

Rapazes Negros= Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,5


Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,2
Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 6,8

Moças de qualquer raça e nível de maturidade = G% = 1,33 (S) - 0,013 (S)² - 6,8
Obs: Quando o (S) for maior que 35 mm, será utilizada uma única equação para cada
sexo, para qualquer raça e nível de maturidade:

Rapazes=G% = 0,783 (S)² +1,6


Moças =G% = 0,546 (S)² +9,7

Protocolo de Faulkner, 1968 - 4 Dobras cutâneas: Tríceps; subescapular; supra-ilíaca e


abdome

(OBS: TR = Dôbra cutânea do tríceps, SI = D.C. supra-ilíaca , AB=D.C. abdominal,


SB=D.C. subescapular / Veja aqui como usar o compasso)

PG (peso gordo em Kg) = G% x Peso Corporal/100


Massa Magra (kg) = Peso Corporal - PG
Peso Ideal (kg)= Massa Magra x Constante [fixado pelo autor em: Nadadores (1,09),
Futebolistas (1,12) e demais esportes e mulheres (1,14)]
G% = [ (TR +SI +SB + AB) x 0,153 + 5, 783]

Protocolo de Pollock e col., 1984 -

5 Dobras cutâneas (DC): Tríceps; coxa; supra-ilíaca; abdome e peitoral (X1=somatória


de peitoral, abdome e coxa; X2=somatória de tríceps, supra-ilíaca e coxa, X3= idade em
anos ) (Veja aqui como usar o compasso)

DC Homens (18- 61anos)= 1,1093800 - 0,0008267(X1) + 0,0000016 (X1)² - 0,0002574


(X3)
DC Mulheres (18-55 anos)= 1,0994921 - 0,0009929(X2) + 0,0000023 (X2)² -
0,0001392 (X3)
G%= [(4,95/Densidade Corporal) - 4,50] x100 (fórmula de Siri)

7 Dobras cutâneas (DC): Subescapular, axilar média, tríceps; coxa; supra-ilíaca; abdome
e peitoral (ST= soma de todas)
(Veja aqui como usar o compasso)
Teste eletrônico o cálculo do % de gordura (7 e 3 pregas)

DC Homens Adultos = 1,11200000 - [0,00043499 (ST) + 0,00000055 (ST)²] -


[0,0002882 (idade)]
DC Mulheres Adultas = 1,0970 - [0,00046971 (ST) + 0,00000056 (ST)²] - [0,00012828
(idade)]

DC Mulheres (3 dobras)= 1,0994921 - 0,0009929(X2) + 0,0000023 (X2)² - 0,0001392


(X3) { (X2 = Somatória de dobras de tríceps, supra-ilíaca e coxa) e (X3=idade em
anos)}

G%= [(4,95/Densidade Corporal) - 4,50] x100 -------------(fórmula de Siri)

Resultado: Padrão de Resultados de Avaliação Física por Idade e Sexo 18-65 anos
(segundo Pollock) HOMENS , MULHERES

Protocolo de Yuhasz

6 Dobras cutâneas (DC): Subescapular, tríceps; coxa; supra-ilíaca; abdome e peitoral


(S6=somatória de todas )
(Veja aqui como usar o compasso)
G%= (S6) x 0,095 + 3,64

Protocolo de T.G. Lohman,1987 - 2 Dobras cutâneas (DC): Tríceps e Perna (Veja aqui
como usar o compasso)

G% Homens= 0,735 (soma das dobras cutâneas) + 1,0


G% Mulheres= 0,735 (soma das dobras cutâneas) +5,1
(Slaughter e col., 1988)

Resultado: Crianças e adolescentes abaixo de 18 anos(Lohman TJ, 1987)

Equações para predizer a Gordura Corporal em Crianças e Jovens do Sexo Feminino

Legenda Autor Idade Equação


DC= 1,088 - 0,014 (log10 TR)-0,036
- PARIZKOVA,1961 9-12
(log10 SE)
DC=1,114 - 0,31 (log10 TR) - 0,041
- PARIZKOVA,1961 13-16
(log10 SE)
DURNIN & RAHAMAN 13,2 -
1 %G=1,1369 - 0,0598 (X)
(1967) 16,4
MUKHERJEE & ROCHE %G=17,19 - 0,74 (idade) + 1,02 (TR)
2 6-18
(1984) +0,32 (AX)
- BOILEAU (1985) 8-28 %G=1,35 (TR+SE) - 0,012 (TR+SE)² - 2,4
SLAUGHTER e col.
3 8-18 %G=0,610 (TR+PA) + 5,1 elevado a (b)
(1988)
SLAUGHTER e col. %G=1,33 (TR+SE) - 0,013 (TR+SE)² - 2,5
3 8-18
(1988) elevado a (c)
3 SLAUGHTER e col. 8-18 %G=0,546 (TR+SE) + 9,7elevado a (d)
(1988)
WESTSTRATE & %G=({562 - 1,1 [ID em anos -2]}/D) -
4 2-10
DEURENBERG (1989) {525 - 1,4[ID em anos - 2]}
WESTSTRATE & %G=({553 - 7,3 [ID em anos -10]}/D) -
4 10-18
DEURENBERG (1989) {514 - 8,0[ID em anos - 10]}
Fonte: Revista Brasileira de ATividade Física e Saúde - V. 1 - nº 4 - 1996

Legenda:
D= Densidade
1. X=log10 S,BI, TR, SE,SI ; idade média =14,9 anos;
2. Dobras cutãneas mensuradas no lado esquerdo do corpo. Obs: pesagem hidrostática e
antropometria;
3. (b)=geral para o sexo feminino;(c)=ou 2,0 para negros e 3,0 pra brancos; (d)=quando
a soma das dobras cutâneas TR e SE for maior que 35mm);
4. Para crianças obesas.

Equações para predizer a Gordura Corporal em Crianças e Jovens do Sexo Masculino

Legenda Autor Idade Equação


DC= 1,088 - 0,027 (log10 TR)-0,0388
- PARIZKOVA,1961 9-12
(log10 SE)
DC=1,130 - 0,055 (log10 TR) - 0,026
- PARIZKOVA,1961 13-16
(log10 SE)
DURNIN & RAHAMAN 12,7 -
1 %G=1,1533 - 0,0643 (X)
(1967) 15,7
- HASCHKE e col. (1981) 9 %G=(5,376/D-4,968) x100
LOHMAN e col.(1984a,
- 8 %G=(5,28/D-4,86) x100
1984b)
LOHMAN e col.(1984a,
- 9 %G=(5.30/D-4,89) x100
1984b)
MUKHERJEE & ROCHE %G=12,66- 0,85 (idade) + 1,10 (TR) +0,53
2 6-18
(1984) (PA)
- BOILEAU (1985) 8-28 %G=1,35 (TR+SE) - 0,012 (TR+SE)² - 4,4
SLAUGHTER e col.
3 8-18 %G=0,735 (TR+PA) + 1,0 elevado a (b)
(1988)
SLAUGHTER e col.
3 8-18 %G=0,783 (TR+SE) +1,6 elevado a (c)
(1988)
SLAUGHTER e col. %G=1,21 (TR+SE) - 0,008 (TR+SE)² - C
3 8-18
(1988) elevado a (d)
%G=({585 - 4,7 [ID em meses]elevado a
WESTSTRATE &
4 0-1,99 ½}/D) - {550 - 5,1[ID em meses) elevado
DEURENBERG (1989)
a ½]}
WESTSTRATE & %G=({562 - 4,2 [ID em anos -2]}/D) -
4 2-18
DEURENBERG (1989) {525 - 4,7[ID em anos - 2]}
Fonte: Revista Brasileira de ATividade Física e Saúde - V. 1 - nº 4 - 1996

Resultado: Crianças e adolescentes abaixo de 18 anos(Lohman TJ, 1987)

Legenda:
D= Densidade
1. X=log10 S, BI, TR, SE,SI ; idade média =14,7 anos . r= 0,80.
2. Utiliza a equação de Siri (1961) para cálculo do % G;
3. (b)=geral para o sexo masculino;(c)=quando a soma das dobras cutâneas TR e SE for
maior que 35mm; (d)=Constante; Variação do intercept para o sexo masculino de acordo
com o estágio de maturação e grupo racial: para negros pré-púberes 3,2; púberes 5,2;
pós-púberes e adultos 6,8 e respectivamente para brancos 1,7; 3,4 e 5,5 .
4. DC=S, BI,TR, SE,SI - Para crianças obesas
C=Constantes para sexo e idade

Fontes:
1)A Prática da Avaliação Física - Dr. José Fernandes Filho, ED. Shape. (neste livro
existem tabelas de comparação que merecem ser pesquisadas)
2)Medidas e Avaliação - em ciências do esporte - E. Carnaval - Sprint
3)Fisiologia do Exercício - Energia, Nutrição e Desempenho humano, 1985
4)Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde - V.1 - N.4 - 1996

Padrão de Resultados de Avaliação Física por Idade e Sexo


(Pollock ,1993, Atividade Física na Saúde e na Doença)

Padrão para HOMENS

Percentual da
Idade e sexo Classificação Média da % de Gordura VO2 Máx. Flexões Abdominais
População
100 04 90 60
Excelente 95 06 71 54
90 06 63 50
85 08 59 48
Bom 80 10 55 46
75 10 53 45
70 12 51 42
Acima da Média 65 12 49 41
60 13 47 40
55 14 46 38
Homens Média 50 15 45 37
18-25 anos
45 16 43 36
40 17 41 34
Abaixo da Média 35 18 39 33
30 20 38 32
25 20 35 30
Ruim 20 22 33 28
15 24 31 26
10 26 29 24
Muito Ruim 05 28 26 17
00 36 20 12
Percentual da
Idade e sexo Classificação Média da % de Gordura VO2 Máx. Flexões Abdominais
População
100 08 70 55
Excelente 95 09 64 50
90 11 58 46
85 12 54 45
Bom 80 14 52 42
75 15 50 41
70 16 47 38
Acima da Média 65 17 46 37
60 18 44 36
55 18 42 34
Homens Média 50 20 41 33
26-35 anos
45 20 40 32
40 22 39 30
Abaixo da Média 35 22 38 30
30 24 35 29
25 24 34 28
Ruim 20 26 33 25
15 27 21 24
10 28 28 21
Muito Ruim 05 30 26 12
00 36 20 06
Percentual da
Idade e sexo Classificação Média da % de Gordura VO2 Máx. Flexões Abdominais
População
100 10 77 50
Excelente 95 12 60 46
90 14 53 42
85 16 49 40
Bom 80 17 46 37
75 18 44 36
70 19 42 34
Acima da Média 65 20 41 32
60 21 40 30
55 21 38 29
Homens Média 50 23 37 29
36-45 anos
45 23 35 28
40 24 34 26
Abaixo da Média 35 25 33 25
30 25 32 24
25 27 30 22
Ruim 20 28 28 20
15 29 27 18
10 30 25 16
Muito Ruim 05 32 21 09
00 39 19 04
Percentual da
Idade e sexo Classificação Média da % de Gordura VO2 Máx. Flexões Abdominais
População
100 60 50
Excelente 12
95 54 41
14
90 47 36
16
85 43 33
Bom 18
80 42 30
19
75 40 29
20
70 38 28
Acima da Média 21
65 36 26
22
60 35 25
23
55 35 24
Homens Média 24
50 34 22
46-55 anos 24
45 32 22
25
40 31 21
Abaixo da Média 26
35 30 20
26
30 29 18
27
25 28 17
Ruim 28
20 27 16
29
15 26 13
30
10 23 12
Muito Ruim 32
05 22 08
34
00 21 04
38
Percentual da
Idade e sexo Classificação Média da % de Gordura VO2 Máx. Flexões Abdominais
População
100 13 58 42
Excelente 95 16 49 37
90 18 43 32
85 20 39 29
Bom 80 20 38 28
75 21 37 26
70 22 35 24
Acima da Média 65 22 34 22
60 23 33 21
55 24 31 20
Homens Média 50 24 31 18
56-65 anos
45 25 30 17
40 26 29 16
Abaixo da Média 35 26 27 14
30 27 26 13
25 28 25 12
Ruim 20 29 23 10
15 30 22 08
10 32 21 08
Muito Ruim 05 34 18 04
00 38 16 02
Percentual da
Idade e sexo Classificação Média da % de Gordura VO2 Máx. Flexões Abdominais
População
Homens Excelente 100 14 50 40
95 16 42 33
90 18 38 29
85 19 36 26
Bom 80 20 34 25
75 21 33 22
70 22 32 21
Acima da Média 65 22 30 21
60 23 29 20
55 23 28 18
Média
com mais de 50 24 26 17
65 anos 45 24 25 16
40 25 25 14
Abaixo da Média 35 26 24 13
30 26 22 12
25 27 21 10
Ruim 20 28 21 09
15 29 20 08
10 31 18 06
Muito Ruim 05 32 17 04
00 38 15 02

Tabela Padrão do Teste de RML para Membros Superiores


HOMENS

Resultado para 15-19 20-29 30-39 40-49 50-59 60-69


"Flexões de Braço" anos anos anos anos anos anos
Ruim <17 <16 <11 <9 <6 <4
Abaixo da média 18-22 17-21 12-16 10-12 7-9 5-7
Média 23-28 22-28 17-21 13-16 10-12 8-10
Acima da média 29-38 29-35 22-29 17-21 13-20 11-17
Excelente >39 >36 >30 >22 >21 >18

Padrão de Resultados de Avaliação Física por Idade e Sexo


(Pollock ,1993, Atividade Física na Saúde e na Doença)

Padrão para MULHERES

Percentual da
Idade e sexo Classificação Média da % de Gordura VO2 Máx. Flexões Abdominais
População
Mulheres Excelente 100 13 71 55
18-25 anos 95 15 67 48
90 16 58 44
Bom 85 17 54 41
80 18 50 38
75 19 48 37
Acima da Média 70 20 46 36
65 21 43 34
60 22 42 33
55 23 41 32
Média 50 24 40 30
45 25 39 29
40 26 37 28
Abaixo da Média 35 27 35 26
30 28 34 25
25 29 32 24
Ruim 20 30 31 22
15 31 29 20
10 33 26 17
Muito Ruim 05 37 22 10
00 43 18 04
Percentual da
Idade e sexo Classificação Média da % de Gordura VO2 Máx. Flexões Abdominais
População
100 14 69 54
Excelente 95 15 59 42
90 16 54 40
85 18 51 37
Bom 80 19 48 34
75 20 46 33
70 21 43 32
Acima da Média 65 22 42 30
60 23 40 29
55 24 38 28
Mulheres Média 50 24 37 26
26-35 anos
45 25 35 25
40 27 34 24
Abaixo da Média 35 28 33 23
30 29 31 21
25 31 30 20
Ruim 20 32 28 18
15 33 26 16
10 36 25 12
Muito Ruim 05 39 22 02
00 49 20 01
Percentual da
Idade e sexo Classificação Média da % de Gordura VO2 Máx. Flexões Abdominais
População
Mulheres Excelente 100
36-45 anos 95
90
Bom 85
80
75
Acima da Média 70
65
60
Média 55
50
45
40
Abaixo da Média 35
30
25
Ruim 20
15
10
Muito Ruim 05
00

Padrão de Resultados de Avaliação Física por Idade e Sexo

Meninas e Moças (abaixo de 18 anos)

* Para crianças não vamos utilizar as dobras do


quadro normal. Para este grupo, vamos somar somente
as dobras cutâneas de tríceps e perna e comparar na tabela abaixo
de acordo com o sexo (Lohman TJ, 1987)

Classificação SOMA DAS DOBRAS % DE GORDURA


Muito Baixo 5-10 7-11
Baixo 15 14
Ideal 20-30 18-25
Moderadamente alto 30-35 29
Alto 40-45 32-38
Muito Alto 50-55 39-43

Meninos e Rapazes (abaixo de 18 anos)

Classificação SOMA DAS DOBRAS % DE GORDURA


Muito Baixo 5 8
Baixo 10 10
Ideal 15-25 13-20
Moderadamente alto 25-30 20-24
Alto 35-40 28-31
Muito Alto 40-55 31-42

AS EQUAÇÕES PROPOSTAS POR GUEDES SÃO AS SEGUINTES:

Homens
Densidade = 1,1714 - 0,0671 Log (TR + SI + AB)
10

Mulheres
Densidade = 1,1665 - 0,0706 Log (CX + SI + SB)
10

Como o valor que nos interessa é o da porcentagem de gordura, há a necessidade


de converter os valores de densidade corporal encontrados com a utilização destas
equações em quantidade relativa de gordura através da fórmula proposta por SIRI
(1961), que é a seguinte:

4,95
Gord% = ( ------------ - 4,50 ) 100
Dens

Considerando que nem sempre dispõe-se de uma calculadora científica para os


cálculos logarítimicos, e visando facilitar a análise dos parâmetros da composição
corporal, via equações de regressão, GUEDES formulou duas tabelas para
conversão imediata dos valores da somatória das três dobras cutânes envolvidas
em valores percentuais de gordura corporal.

Para utilizar as tabelas deveremos executar a soma das três dobras cutâneas,
triciptal, supra-ilíaca e abdominal, para homens; ou coxa, supra-ilíaca e
subescapular, para mulheres. As tabelas possuem uma primeira coluna que
corresponde aos valores inteiros e uma primeira linha que corresponde aos valores
decimais, desta forma, o valor obtido na soma deverá ser enquadrado na tabela
correspondente ao sexo localizando-se o valor inteiro da soma na primeira coluna e
o valor decimal na primeira linha, na intersecção destes valores encontraremos a
porcentagem do peso corporal como gordura.

Exemplificando a utilização dessas tabelas no cálculo da quantidade de gordura


corporal e da massa corporal magra, consideremos um indivíduo do sexo masculino
com as seguintes medidas:

 Peso Corporal = 75,1 kg


 Espessura da dobra cutânea triciptal = 18,2 mm

 Espessura da dobra cutânea supra-ilíaca = 17,6 mm

 Espessura da dobra cutânea abdominal = 22,8 mm

Com a soma das espessuras das dobras cutâneas obteremos 58,6 mm, e na
intersecção do 58 como parte inteira com o 0,6 como parte decimal
encontraremos na tabela 20,17% de gordura corporal.

Para a determinação da quantidade de gordura corporal em termos


absolutos e da massa corporal magra, basta utilizar as fórmulas do exemplo
que segue:

% gord
Gordabs = Peso Corporal ( --------------- )
100

20,17
Gordabs = 75,1 Kg ( --------------- )
100

Gordabs = 15,14 Kg

Massa Magra = Peso Corporal - Gord


abs

Massa Magra = 75,1 - 15,14

Massa Magra = 59,96 Kg

Considerando como valores de porcentagem ideal teórica de gordura


corporal 15% para homens e 25% para mulheres, podemos, através dos
valores obtidos nos cálculos anteriores, determinar o peso ideal teórico e
possíveis excesso ou déficit de peso corporal.

Homens
Massa Magra
Peso Ideal = ---------------------------
teórico 0,85

Mulheres
Massa Magra
Peso Ideal = ---------------------------
teórico 0,75

Excesso ou déficit de peso corporal

Peso Corporalex/def = Peso Corporalreal - Peso Idealteórico

Utilizando os valores dos nosso exemplo temos:

59,96
Peso Ideal = ---------------
teórico 0,85

Peso Ideal = 70,54 Kg


teórico

Peso Corporal = 75,1 - 70,54


excesso

Peso Corporal = 4,56 Kg


excesso

A realização de todos esses cálculos necessita da medida do peso corporal,


que é uma medida de execução bastante simples, mas que merece alguns
cuidados que garantam sua precisão.

O avaliado deve estar com a menor quantidade possível de roupa, postando-


se sobre a plataforma da balança em posição ortostática, preferencialmente
de costas para a escala, com o olhar num ponto à sua frente.
TABELAS DE DOBRAS CUTÂNEAS - HOMENS & MULHERES
Conversão dos valores de densidade corporal pedidos através da equação sugerida
no estudo de GUEDES (1985) em porcentagem de peso corporal como gordura.
TABELA - Homens TABELA - Mulheres
m m
0,0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 0,0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9
m m
20 6,59 6,66 6,72 6,78 6,84 6,90 6,96 7,02 7,08 7,14 16,0 16,0 16,1 16,1 16,2 16,2 16,2 16,3 16,3
30 16,42
3 7 2 6 1 5 9 4 8
21 7,19 7,25 7,31 7,37 7,43 7,48 7,54 7,60 7,65 7,71
16,4 16,5 16,5 16,6 16,6 16,6 16,7 16,7 16,8
22 7,77 7,82 7,88 7,93 7,99 8,04 8,10 8,15 8,21 8,26 31 16,85
7 1 6 0 4 8 3 7 1
23 8,32 8,37 8,42 8,48 8,53 8,58 8,63 8,69 8,74 8,79
16,9 16,9 16,9 17,0 17,0 17,1 17,1 17,1 17,2
32 17,27
24 8,84 8,89 8,94 9,00 9,05 9,10 9,15 9,20 9,25 9,30 0 4 8 2 6 1 5 9 3
25 9,35 9,40 9,45 9,50 9,55 9,59 9,64 9,69 9,74 9,79 17,3 17,3 17,3 17,4 17,4 17,5 17,5 17,6 17,6
33 17,68
1 5 9 4 8 2 6 0 4
10,0 10,0 10,1 10,1 10,2
26 9,84 9,88 9,93 9,98 10,26
3 7 2 7 1 17,7 17,7 17,8 17,8 17,8 17,9 17,9 17,9 18,0
34 18,07
2 6 0 4 8 2 5 9 3
10,3 10,3 10,4 10,4 10,4 10,5 10,5 10,6 10,6
27 10,71
1 5 0 4 9 3 8 2 7 18,1 18,1 18,1 18,2 18,2 18,3 18,3 18,3 18,4
35 18,46
1 5 9 3 6 0 4 8 2
10,7 10,8 10,8 10,8 10,9 10,9 11,0 11,0
28 11,11 11,15
6 0 5 9 4 8 2 7 18,4 18,5 18,5 18,6 18,6 18,6 18,7 18,7 18,7
36 18,83
9 3 7 1 4 8 2 6 9
11,2 11,2 11,2 11,3 11,3 11,4 11,4 11,5 11,5
29 11,58
0 4 8 3 7 1 5 0 4 18,8 18,9 18,9 18,9 19,0 19,0 19,0 19,1 19,1
37 19,19
7 0 4 8 1 5 9 2 6
11,6 11,6 11,7 11,7 11,7 11,8 11,8 11,9 11,9
30 11,99
2 6 1 5 9 3 7 1 5 19,2 19,2 19,3 19,3 19,3 19,4 19,4 19,4 19,5
38 19,55
3 7 0 4 7 1 4 8 1
12,0 12,0 12,1 12,1 12,2 12,2 12,2 12,3 12,3
31 12,39
3 7 1 6 0 4 8 1 5 19,5 19,6 19,6 19,6 19,7 19,7 19,7 19,8 19,8
39 19,90
8 2 5 9 2 6 9 3 6
12,4 12,4 12,5 12,5 12,5 12,6 12,6 12,7 12,7
32 12,78
3 7 1 5 9 3 7 1 4 19,9 19,9 20,0 20,0 20,0 20,1 20,1 20,1 20,2
40 20,24
3 7 0 3 7 0 3 7 1
12,8 12,8 12,9 12,9 12,9 13,0 13,0 13,0 13,1
33 13,16
2 6 0 3 7 1 5 9 2 20,2 20,3 20,3 20,3 20,4 20,4 20,4 20,5 20,5
41 20,57
7 0 4 7 0 4 7 0 3
13,2 13,2 13,2 13,3 13,3 13,3 13,4 13,4 13,4
34 13,53
0 3 7 1 5 8 2 5 9 20,6 20,6 20,6 20,7 20,7 20,7 20,7 20,8 20,8
42 20,89
0 3 6 0 3 6 9 3 6
13,5 13,6 13,6 13,6 13,7 13,7 13,7 13,8 13,8
35 13,88
6 0 4 7 1 4 8 1 5 20,9 20,9 20,9 21,0 21,0 21,0 21,1 21,1 21,1
43 21,21
2 5 9 2 5 8 1 4 8
13,9 13,9 13,9 14,0 14,0 14,0 14,1 14,1 14,2
36 14,23
2 6 9 3 6 9 3 6 0 21,2 21,2 21,3 21,3 21,3 21,3 21,4 21,4 21,4
44 21,52
4 7 0 3 6 9 3 6 9
14,2 14,3 14,3 14,3 14,4 14,4 14,4 14,5 14,5
37 14,57
7 0 4 7 0 4 7 0 4 21,5 21,5 21,6 21,6 21,6 21,7 21,7 21,7 21,7
45 21,82
5 8 1 4 7 0 3 6 9
14,6 14,6 14,6 14,7 14,7 14,7 14,8 14,8 14,8
38 14,90
1 4 7 1 4 7 0 4 7 21,8 21,8 21,9 21,9 21,9 22,0 22,0 22,0 22,0
46 22,12
5 8 1 4 7 0 3 6 9
14,9 14,9 15,0 15,0 15,0 15,1 15,1 15,1 15,1
39 15,23
4 7 0 3 7 0 3 6 9 22,1 22,1 22,2 22,2 22,2 22,2 22,3 22,3 22,3
47 22,41
5 8 1 4 7 9 2 5 8
15,2 15,2 15,3 15,3 15,3 15,4 15,4 15,4 15,5
40 15,54
6 9 2 5 8 2 5 8 1 22,4 22,4 22,5 22,5 22,5 22,5 22,6 22,6 22,6
48 22,70
4 7 0 3 5 8 1 4 7
15,5 15,6 15,6 15,6 15,7 15,7 15,7 15,7 15,8
41 15,85
7 0 3 7 0 3 6 9 2 22,7 22,7 22,7 22,8 22,8 22,8 22,8 22,9 22,9
49 22,98
2 5 8 1 4 7 9 2 5
15,8 15,9 15,9 15,9 16,0 16,0 16,0 16,0 16,1
42 16,15
8 1 4 7 0 3 6 9 2 23,0 23,0 23,0 23,0 23,1 23,1 23,1 23,2 23,2
50 23,25
0 3 6 9 1 4 7 0 2
16,1 16,2 16,2 16,2 16,3 16,3 16,3 16,3 16,4
43 16,45
8 1 4 7 0 3 6 9 2 23,2 23,3 23,3 23,3 23,3 23,4 23,4 23,4 23,5
51 23,52
8 1 3 6 9 1 4 7 0
16,4 16,5 16,5 16,5 16,5 16,6 16,6 16,6 16,7
44 16,73
8 0 3 6 9 2 5 8 1 23,5 23,5 23,6 23,6 23,6 23,6 23,7 23,7 23,7
52 23,79
5 8 0 3 6 8 1 3 6
16,7 16,7 16,8 16,8 16,8 16,9 16,9 16,9 16,9
45 17,02
6 9 2 5 8 0 3 6 9 23,8 23,8 23,8 23,8 23,9 23,9 23,9 24,0 24,0
53 24,05
1 4 7 9 2 4 7 0 2
17,0 17,0 17,1 17,1 17,1 17,1 17,2 17,2 17,2
46 17,29
4 7 0 3 6 8 1 4 7 24,0 24,1 24,1 24,1 24,1 24,2 24,2 24,2 24,2
54 24,30
7 0 3 5 8 0 3 5 8
17,3 17,3 17,3 17,4 17,4 17,4 17,4 17,5 17,5
47 17,56
2 5 8 0 3 6 8 1 4 24,3 24,3 24,3 24,4 24,4 24,4 24,4 24,5 24,5
55 24,56
3 5 8 1 3 6 8 1 3
17,5 17,6 17,6 17,6 17,7 17,7 17,7 17,7 17,8
48 17,83
9 2 5 7 0 3 5 8 0 24,5 24,6 24,6 24,6 24,6 24,7 24,7 24,7 24,7
56 24,80
8 1 3 6 8 1 3 5 8
17,8 17,8 17,9 17,9 17,9 17,9 18,0 18,0 18,0
49 18,09
6 8 1 4 6 9 1 4 7 24,8 24,8 24,8 24,9 24,9 24,9 24,9 25,0 25,0
57 25,05
3 5 8 0 3 5 7 0 2
18,1 18,1 18,1 18,1 18,2 18,2 18,2 18,3 18,3
50 18,35
2 4 7 9 2 5 7 0 2 25,0 25,1 25,1 25,1 25,1 25,1 25,2 25,2 25,2
58 25,29
7 0 2 4 7 9 2 4 6
18,3 18,4 18,4 18,4 18,4 18,5 18,5 18,5 18,5
51 18,60
7 0 2 5 7 0 2 5 7 25,3 25,3 25,3 25,3 25,4 25,4 25,4 25,4 25,5
59 25,52
1 3 6 8 1 3 5 8 0
18,6 18,6 18,6 18,7 18,7 18,7 18,7 18,8 18,8
52 18,85
2 5 7 0 2 5 7 0 2 25,5 25,5 25,5 25,6 25,6 25,6 25,6 25,7 25,7
60 25,75
5 7 9 2 4 6 9 1 3
18,8 18,8 18,9 18,9 18,9 18,9 19,0 19,0 19,0
 Para homens e 25% para mulheres, podemos, através dos valores obtidos nos cálculos
anteriores, determinar o peso ideal teórico e possíveis excesso ou déficit de peso
corporal.

Homens
Massa Magra
Peso Ideal = ---------------------------
teórico 0,85

Mulheres
Massa Magra
Peso Ideal = ---------------------------
teórico 0,75

Excesso ou déficit de peso corporal

Peso Corporalex/def = Peso Corporalreal - Peso Idealteórico

Utilizando os valores dos nosso exemplo temos:

59,96
Peso Ideal = ---------------
teórico 0,85

Peso Ideal = 70,54 Kg


teórico

Peso Corporal = 75,1 - 70,54


excesso

Peso Corporal = 4,56 Kg


excesso

A realização de todos esses cálculos necessita da medida do peso corporal, que é uma
medida de execução bastante simples, mas que merece alguns cuidados que
garantam sua precisão.

O avaliado deve estar com a menor quantidade possível de roupa, postando-se sobre a
plataforma da balança em posição ortostática, preferencialmente de costas para a
escala, com o olhar num ponto à sua frente.
 Teste de Percentual de Gordura

 Para saber qual seu % de Gordura Total do Corpo, você precisa, primeiramente,
ter a mão o aparelho acima, chamado Plicômetro (ou compasso) . Em seguida,
deve tomar as medidas de determinadas partes do corpo, acesse:

Roteiro das dobras cutâneas mais utilizadas


Como usar o compasso
 Parte superior do formulário
20
Número de Tríceps (ex: 5.6 Densidade Corporal
pregas cutâneas que vão ser mm)
medidas.
Massa Magra (kg)
43
Peito
Sexo
Massa Gorda (kg)
Sub-Axilar
43
Idade (em anos)
% Gordura
33
Subescapular
78
Peso (em kg - ex: 54.6
%Média da Pop.
kg)
Abdominal
Interprete seu Resultado
Ainda não calcule! Vá ao lado
Homens /18 e acima
e coloque o valor de suas Supra-ilíaca
Mulheres/ 18 e acima
dobras cutâneas e depois clique
Crianças e Adolescentes
calcular:
Coxa
Limpar

 Instruções Para Fazer o Teste


1. De posse do compasso de medição, fazer as medidas necessárias ao teste
acima. Geralmente, uma pessoa não faz em si mesma, vai precisar de outra
pessoa e que de preferência tenha experiência . Ler as instruções para fazer as
medidas.
2. Anote os dados e coloque nos espaços devidos do quadro acima;
3. Aperte Calcular e em seguida obterá seus valores de Densidade Corporal,
Massa Magra, etc...
4. Interprete seu Resultado nas tabelas oferecidas.

Equações para Cálculo do Percentual de Gordura através de Dobras Cutâneas

Obs: O teste acima deve ser encarado apenas como uma sugestão de nossa
página. Ele não isenta o usuário de um acompanhamento adequado de um
profissional, a fim de obter maior fidedignidade, tanto na execução como em
cálculos.
 Fonte:
1. Anthropometric Standardization Reference Manual. Human Kinetics Books
2. Jackson, A.S., Pollock, M.L. Generalized equations for predicting body
density of men. British Journal of Nutrition. 40: 497&SHY;504, 1978.
3. Jackson, A.S., Pollock, M.L. and Ward A: Generalized equations for
predicting body density of women. Med Sci Sports Exerc. 12: 175&SHY;182,
1980.)

http://www.cdof.com.br/gordura.htm
Musculação - Avaliação Física

Conceito de Teste, Medida e Avaliação


(PHILLIPS & HORNAK, 1979)

Teste: é um instrumento ou ferramenta de medida que é


utilizado para obter informações sobre um dado específico ou
característica sobre um grupo ou indivíduo.

Medida: é o escore ou número que foi obtido baseado no teste.

Avaliação: é um julgamento, uma classificação e uma interpretação feito a


respeito de um estudo baseado na medida ou em algum critério pré-determinado.

Objetivos dos Testes, Medidas e Avaliação na Educação Física

Fundamentação científica para a elaboração de um programa de treinamento: o


teste irá fornecer subsídios sobre dados específicos, imprescindíveis para que o
professor possa prescrever o programa de treinamento de acordo com os
propósitos do aluno. Exemplo: determinação do peso a ser utilizado no treino.

Diagnosticar: determinar os pontos fortes e fracos do aluno; e determinar o


nível de treinamento do aluno.

Exemplo: determinar quais grupos de músculos precisam ser mais exercitados.

Identificar os problemas biomecânicos na execução da técnica do


exercício: este fator tem forte influência com a eficiência mecânica do gesto motor
e, conseqüentemente, com o aproveitamento da força muscular. Exemplo: realizar
um exercício de tríceps no pulley alto com os cotovelos abduzidos.

Motivar: Proporcionar ao aluno um feedback da melhora do seu desempenho no


teste; está relacionado com fatores bioquímicos, como o aumento ou redução das
descargas elétricas, evidenciando um maior ou menor grau de força. Exemplo: em
um teste de 1-RM, o aluno obteve um peso “x”. Em um segundo teste, o mesmo
obteve um valor “x + y”.

Predizer o desempenho esportivo: a força é uma qualidade física básica para


qualquer atividade motora, possibilitando um bom desempenho na execução das
técnicas esportivas. A ausência de força resulta numa rápida fadiga muscular,
limitando a performance. Exemplo: um jogador de tênis que não consegue suportar
o peso da raquete por um período prolongado de tempo.

Avaliar: a avaliação é realizada com base nas medidas obtidas nos testes
(objetivo) e em todos os itens ou dados observados pelo avaliador (subjetivo).
Partindo deste pressuposto, serão então realizados:

a) Interpretações e Julgamentos:
exemplo: na realização de um teste no supino verificamos que o aluno não
consegue elevar o peso mínimo da máquina. A partir daí julgamos que o referido
aluno apresenta um baixo grau de força.

b) Classificação:
Ranquear os alunos de acordo com o desempenho no teste.
Exemplo: uma equipe de jogadores de futebol, onde será estabelecido desde o
jogador mais forte até o mais fraco.

Metodologia da montagem do treinamento

Fatores a serem observados antes da aplicação de um teste :

1º) Exame médico;


2º) Anamnese e objetivos do aluno ;
3º) Avaliação postural;
4º) Antropometria (peso, altura, circunferências e dobras cutâneas) ;
5º) Avaliação neuro-motora e de resistência aeróbia e anaeróbia (se necessário).

Baseado no conceito de avaliação, o professor de Educação Física deve interpretar e


julgar qual o teste mais adequado para o seu aluno fundamentado nos fatores acima
relatados. Exemplo: aplicação do teste de 1-RM para hipertensos (não adequado).

Como administrar um teste

Critérios de autenticidade científica Verificar se o teste é válido, confiável e objetivo.

Validade – quando o teste mede o que se propõe a medir

Confiança – reprodutibilidade dos resultados do teste. Mesmo avaliador.

Objetividade – reprodutibilidade dos resultados do teste. Avaliadores diferentes.

Coeficiente de Correlação – simbolizado pela letra “ r ”

Padronização

O professor deverá obedecer, criteriosamente, todos os procedimentos relatados para o


teste selecionado, para não afetar sua validade.
Exemplo: um teste de em que é necessária a realização de um aquecimento prévio, e o
mesmo não é realizado.

Respeitar os parâmetros fisiológicos para a aplicação do teste


Exemplo: um teste para força explosiva (até 10 segundos) – intervalo mínimo de 2
minutos para que se possa readministrá-lo.

Segurança

Exemplo: aplicar o teste de 1-RM em uma pessoa que não possui experiência com este
tipo de exercício, e em peso livre.

Organização dos testes

O avaliador deve selecionar os grandes grupamentos musculares antes dos pequenos,


para evitar o cansaço (fadiga) dos pequenos grupos musculares, que auxiliarão na ação
motora dos grandes grupos.
Exemplo: não testar força de bíceps antes de grande dorsal (Rosca direta X Puxador
alto)

Alternar os exercícios de empurrar com os de tracionar.


Exemplo: supino com remada baixa.

Alternar os exercícios de membro superior com os de membro inferior.


Exemplo: leg press com supino.

Especificidade do teste.
Exemplo: testar força máxima dinâmica de nadadores (não é o mais adequado).

Organizar os testes de acordo com a exigência das qualidades físicas observando os


princípios fisiológicos e neuromusculares.
Exemplo: não testar resistência aeróbica antes de força explosiva.

Experiência do avaliador

Está relacionada com a confiança do teste. É importante na administração de um teste,


que haja um avaliador experiente coordenando e supervisionando a aplicação do
mesmo, e que poderá ser auxiliado por pessoas menos experientes.

Testes Laboratoriais

Dinamômetro

É um instrumento utilizado para medir a força estática e a resistência. Pode ser


conectado ao computador, permitindo medidas detalhadas da força, trabalho, torque e
potência gerada não somente em valores máximos, mas também em valores angulares.
Apresenta confiança de r >.90.

Para se medir a resistência o avaliado deve resistir ao movimento por 60 segundos,


registrando-se a força em kg a cada 10 segundos. A resistência relativa pode ser
determinada dividindo-se a força final pela força inicial, multiplicado por 100.

Tipos de dinamômetro:

- Handgrip:
- Dinamômetro dorsal e para membros inferiores.

Tensiômetro

Instrumento utilizado para medir a força isométrica. Pode ser utilizado em 38 grupos
musculares diferentes. É utilizado um goniômetro para ajustar o cabo ao ângulo
desejado. O tensiômetro produz um escore da pressão exercida no cabo durante uma
contração muscular máxima.

Plataforma de força
É montada em uma base sólida contendo elementos sensitivos, colocados
estrategicamente na superfície para que possa ser registrada a força em 3 planos
(tridimensional). O sujeito executa um movimento ou resiste a uma força externa,
resultando em uma contração muscular e os elementos sensitivos captam as variações na
pressão. A força que será registrada corresponde a reações iguais ou opostas ao esforça
necessário para executar um movimento. A força dinâmica transversa, vertical e frontal
são amplificadas e registradas em forma de uma curva contínua com base no tempo. A
plataforma não é somente utilizada para mensuração da força, como também para
análise biomecânica (MONTOYE, et all, 1996).

Eletromiografia

É um teste específico capaz de estimar:


a) a excitabilidade muscular. Importante em atividades desportivas de caráter
neuromuscular;
b) a qualidade da contração muscular estimada pelo potencial muscular recrutado;
c) a velocidade de influxo nervoso dentro de nervos motores ou sensitivos.

O teste de eletromiografia também pode ser executado durante o exercício, através de


telemetria e pode ser correlacionado com a fadiga e o sobretreinamento.

A vantagem da eletromiografia está no fato de se poder interpretar aqueles grupos de


músculos humanos cujo valor de tensão não pode ser determinado diretamente (DAL
MONTE & DRAGAN).

Ultra-som

IKAI e FUKUNAGA preconizaram um estudo no qual o braço é estendido e


mergulhado num tanque de água sendo a parte superior do mesmo envolvida por um
transmissor de ultra-som, Os impulsos refletidos são registrados sobre um oscilógrafo.
Uma vez que as ondas de ultra-som são refletidas de maneiras diferentes pelos diversos
tecidos, (pele, tecido adiposo, músculos e ossos), será possível apresentar, desta
maneira, um quadro do corte transversal dos membros. (HOLLMANN &
HETTINGER, 1989).

Testes não-laboratoriais

Perimetria

A medida das circunferências faz parte da antropometria, que é a “...ciência que estuda
as medidas de tamanho, peso e proporções do corpo humano.” (POLLOCK &
WILMORE, 1993). Tais medidas são usadas, geralmente para predizer a densidade
corporal e o percentual de gordura corporal. A perimetria nem sempre constitui um
preditor para o ganho de força. Isto pode ser verificado em um estudo realizado por
IKAI e FUKUNAGA (citado por MORITANI, 1979), onde eles encontraram um ganho
significante na força nos estágios iniciais do treinamento, sem acompanhamento de
qualquer aumento significante na área de secção transversa da musculatura.
Segundo HOLLMANN & HETTINGER (1983), a perimetria tem uma correlação
elevada com o ganho de força para praticantes de esportes de alto rendimento que
priorizam esta qualidade física (r = .93). Exemplo: halterofilistas. Nos desportistas em
geral, esta correlação é de r = .80. Já em pessoas não praticantes de esporte, tem pouca
ou nenhuma correlação com a força.

As medidas circunferências são as seguintes:

Ombro Tórax Abdominal Cintura Glútea Coxas


Panturrilhas Tornozelos Braços Antebraços Punhos

(POLLOCK & WILMORE, 1993)

Ainda, quando da realização de uma perimetria, deve-se observar os seguintes


fatores:

a) a posição de colocação do instrumento é fundamental para a validação e


confiança do teste:

- uniformidade do alinhamento da fita;

- colocação da fita sobre a pele nua;

- não colocar o dedo entre a pele e a fita.

b) a tensão aplicada à musculatura – não comprimir o tecido sub-cutâneo;

c) é afetada pela massa magra, massa gorda e tamanho do osso.

Teste de força máxima dinâmica

Teste de 1-RM

É a quantidade máxima de peso levantado em um esforça simples máximo, onde o


aluno completa todo o movimento que não poderá ser repetido uma segunda vez.

Objetivos :
mensurar a força máxima dinâmica e determinar o peso a ser utilizado no
programa de acordo com os objetivos pré-determinados.

Descrição:
Pode ser descrito de duas maneiras:

a) Crescente
Realizar um aquecimento no próprio aparelho (peso proposto por BAECHLE,
1992)

- Selecione aleatoriamente um peso, que o aluno consiga levantar.


- Em seguida é adicionado peso até que se chegue a um valor que não permita que
o aluno consiga realizar um movimento completo.
- peso máximo do exercício será o último peso levantado com sucesso pelo aluno
- teste de 1-RM crescente parte de uma contração isotônica para uma contração
isométrica

b) Decrescente
Realizar um aquecimento no próprio aparelho (peso proposto por BAECHLE,
1992)

- Inicia-se com um peso que o aluno não consiga realizar movimento.


- Em seguida ocorre uma redução gradativa do peso, até que o aluno consiga
realizar um movimento completo.
- Este é o valor do peso máximo estipulado para aquele exercício.
- teste de 1-RM decrescente parte de uma contração isométrica para uma
contração isotônica.

Local de realização: Sala de musculação .

Equipamento: Módulos ou aparelhos de musculação .

Pontuação: É o valor do peso que o aluno realizou em um movimento completo


com esforço máximo

Comentários:

O peso de trabalho é referente a um percentual do peso máximo, e será


determinado em função dos objetivos a serem atingidos

Existem duas razões principais para se realizar o teste de 1-RM:

1º) a medida da força durante o movimento pode fornecer um guia específico no


desenvolvimento e na prescrição do exercício.

2º) as medidas realizadas podem ser usadas para mostrarem alterações no nível
de força e a prescrição do exercício será adaptada de acordo com seus resultados.

Este teste não é um método elaborado para iniciantes, adolescentes, sedentários e


nos casos de recuperação articular e muscular, porque requer um nível de
condicionamento e de habilidade desenvolvidas.

Antes de se realizar o teste de 1-RM certifique-se que a técnica do exercício está


correta e que o avaliado possui pelo menos cinco semanas de treinamento
(BAECHLE, 1992)

Administrar o teste de 1-RM em apenas uma de suas maneiras: crescente ou


decrescente.

Alternar grupos musculares a serem testados (respeitando os critérios de


organização durante a aplicação dos testes).

Recomenda-se realizar apenas três movimentos para o teste crescente ou três


tentativas para o teste decrescente por grupo muscular. Caso ainda não se consiga
determinar o peso, deve-se partir para outro grupo muscular e em seguida retornar
àquele primeiro, partindo-se do peso imediatamente superior (teste crescente), ou
imediatamente inferior (teste decrescente). (BITTENCOURT, 1984)

Respeitar o intervalo de 3 a 5 minutos entre as tentativas.

Devido ao fato dos equipamentos utilizados não permitirem um valor preciso para a
determinação da força, o teste fornecerá resultados aproximados.

Segundo SAFRIT (1995) existe uma alta correlação entre as medidas de força e
resistência (r ³ .90). Sendo assim, BAECHLE (1992), propõe uma tabela de
predição para o valor de 1-Rm relacionada ao número máximo de repetições
completadas no teste.
TABELA 1 – Predição de 1-RM
Repetições completadas Fator de repetição
1 1.00
2 1.07
3 1.10
4 1.13
5 1.16
6 1.20
7 1.23
8 1.27
9 1.32
10 1.36

Fonte: BAECHLE, 1992

TABELA 2 – Percentual de 1-RM e número de repetições

Objetivo % 1-RM Repetições Nº de sets Intervalo entre sets


Força máxima estática > 100 6 a 20 contrações de 6 a 8 3a4 1 a 2 minutos
segundos de duração
Força máxima dinâmica 80 – 100 1a8 3 a 5+ 2 a 5 minutos
Força explosiva 50 - 70 8 a 15 3a6 2 a 5 minutos
Força de resistência <70 12 a 20 2a3 20 a 30 segundos
Hipertrofia 70 - 85 6 a 12 4a6 30 a 90 segundos

Fonte: Baechle, 1992, Manso, 1996, adaptado por Rabelo, 1999

Teste de força de resistência

Teste de Peso por repetição

Objetivo:

Determinar o maior peso que o aluno consegue levantar em função do número de


repetições previamente determinadas de acordo com os objetivos estabelecidos.

Descrição:

Estipular o número de repetições objetivadas no exercício, de acordo com os


objetivos traçados.

Selecionar o peso que julgamos (“feeling”) adequado para que o aluno realize no
exercício o número de repetições desejadas.

Orientarmos o aluno a executar o número de repetições previstas no exercício.

Avaliação:

Se o aluno realizou as repetições previstas mantendo a eficiência mecânica do


gesto motor, com um certo grau de esforço, provavelmente este peso é o ideal
para o número de repetições desejadas.

Se o aluno apresentou facilidade na execução das repetições estabelecidas, o peso


provavelmente é insuficiente para o número de repetições desejadas.

Se o aluno não conseguir completar com sucesso as repetições objetivadas,


provavelmente o peso excede a sua condição para realizar o número de repetições
desejadas.

O aluno será novamente testado nos casos b e c, com pesos maiores ou menores,
respectivamente, até que se chegue a um calor ideal para o mesmo, em função do
número de repetições estipuladas.

Local: Sala de musculação

Equipamento: Módulos ou aparelhos de musculação

Pontuação: É o próprio valor do peso ideal para o número de repetições


desejadas.

Comentários:

- É normalmente utilizado na fase inicial dos programas de musculação.

- O peso utilizado no programa de adaptação serve como um referencial para a


realização do teste de peso por repetição

- Pode ser aplicado para iniciantes adolescentes e sedentários

- O teste poderá ser interrompido pelo professor, caso este perceba logo ao início
do teste, que o aluno realiza as repetições com extrema facilidade ou dificuldade.
Permitindo então um intervalo de 5 minutos, ou passando para outros exercícios
que envolvam grupos musculares diferentes e retomando em seguida, àquele
exercício, acrescenta ou diminui respectivamente o peso, pedindo ao aluno que
reinicie o teste.

TESTE DE 12 a 15 – RM

Baechle propõe um teste de peso para 12 a 15 repetições, onde o peso de


trabalho será determinada em função do peso corporal multiplicado por uma
constante, de acordo com cada exercício específico.

Aquecimento - supino - P.C x 0.20 = peso de aquecimento.

Peso de trabalho - supino - P.C. x 0.35 = peso de trabalho (de 12 a 15 RM)

Se o aluno não conseguir realizar o número de repetições previstas, o peso será


ajustado de acordo com a seguinte tabela.

TABELA 3 – Ajuste de peso

Repetições completadas Ajuste de peso


<7 -7
8–9 -5
10 – 11 -2
12 – 15 0
16 – 17 +2
18 – 19 +5
> 20 +7

Fonte : BAECHLE, 1992

Quando o peso será ajustado? (regra do 2 para 2)

Quando o aluno for capaz de realizar duas ou mais repetições, além do número
previsto, em dois treinamentos consecutivos, deve-se realizar o ajuste de peso,
proposto na tabela anterior. Isto é válido tanto para o acréscimo como para a
diminuição de peso.

Da mesma forma, quando o aluno conseguir diminuir o intervalo de recuperação


entre os sets, deve-se realizar o ajuste de peso.

Teste de força explosiva

Membros inferiores

FLEGNER POWER TEST

Objetivos:
Mensurar a potência anaeróbia alática de membros inferiores

Descrição:
Realizar dez saltos sucessivos, com os pés unidos, no menor tempo possível.
O teste não deve ultrapassar dez segundos.
Não pode ser realizado com sobressaltos
Realizar três tentativas e registrar a melhor das três

Local:
Pista ou sala com pelo menos trinta metros de extensão, demarcada de 50 em 50
centímetros.

Equipamento:
Cronômetro e trena

Pontuação:
- Medir a distância entre a linha de partida e o último ponto de contato dos pés com
o solo, mensurado em metros.
- Computar o tempo gasto para percorrer a distância em segundos.

AAPU = P x D / T

Validade: r = .91 com MAP (potência anaeróbia máxima) - Wingate Test

Membros superiores

ARREMESSO DE MEDICINE BALL

Objetivo:
Mensurar a potência (força explosiva) dos membros superiores)

Descrição:
- Sentado em uma cadeira o aluno arremessará com as duas mãos a bola de
medicine, a ,maior distância possível, mantendo os cotovelos o mais próximo do
tronco.
- Uma corda é colocada na altura do peito do aluno, para mantê-lo seguro ao
encosto da cadeira, eliminando, assim, a ação de embalo do tronco durante o gesto
motor.

Pontuação:
Medir a distância entre os pés dianteiro da cadeira e o primeiro ponto de contato da
bola com o solo.

Validade: r = .77

Objetividade: r = .99

Equipamentos:
Cadeira, fita adesiva, trena, corda e uma bola de medicine ball de três quilos.

Fatores Gerais:
Horário e tempo para treinamento
Material
Idade
Sexo
Condição física inicial
Número de Exercícios por Sessão
Ordem Anatômica
Objetivo

Avaliação Funcional Computadorizada
Perimetria  Aqui entra o logo da sua academia
PERIMETRIA
É um conjunto de medidas de circunferência, realizadas em diferentes
pontos do tronco, dos membros superiores e dos membros inferiores.
Utilizamos uma junção das escolas americana e canadense, com os pontos
e as técnicas de medida que mais se adaptam à nossa realidade e
proposta de trabalho.
Essas medidas nos permitem detectar assimetrias musculares, bem como,
com a seqüência das reavaliações e a associação dos dados da composição
corporal, a variação da massa muscular em resposta ao treinamento.
Se o aluno for do sexo masculino apareceria uma figura masculina

Foi observada assimetria importante no(s) perímetro(s) de Braços .


Essa assimetria merece uma atenção especial, sendo necessário um período de trabalho
na sala de musculação, para acelerar sua correção; o que não contra-indica a
continuação de de sua(s) atividade(s) atualmente praticada(s). Procure um de nossos
profissionais, para que você possa ser orientado(a) sobre os procedimentos a serem
tomados nesse caso.

Foi observado assimetria moderada nos perímetros de Coxas Superiores ;


provavelmente causada por diferenças na solicitação diária em situações de trabalho e
lazer. É esperado que desapareçam ou retornem aos níveis de normalidade com a prática
orientada e contínua de atividade física.

Foi observado uma redução no(s) perímetro(s) de : braço esquerdo, coxa superior
esquerda, coxa superior direita; que associada ao aumento de sua MCG, indica uma
SIGNIFICATIVA redução do volume muscular nesse(s) segmento(s).

Avaliação Funcional Computadorizada
Perimetria  Aqui entra o logo da sua academia
PERIMETRIA
É um conjunto de medidas de circunferência, realizadas em diferentes
pontos do tronco, dos membros superiores e dos membros inferiores.
Utilizamos uma junção das escolas americana e canadense, com os pontos
e as técnicas de medida que mais se adaptam à nossa realidade e
proposta de trabalho.
Essas medidas nos permitem detectar assimetrias musculares, bem como,
com a seqüência das reavaliações e a associação dos dados da composição
corporal, a variação da massa muscular em resposta ao treinamento.
Se o aluno for do sexo masculino apareceria uma figura masculina

Foi observada assimetria importante no(s) perímetro(s) de Braços .


Essa assimetria merece uma atenção especial, sendo necessário um
período de trabalho na sala de musculação, para acelerar sua correção;
o que não contra-indica a continuação de de sua(s) atividade(s)
atualmente praticada(s). Procure um de nossos profissionais, para que
você possa ser orientado(a) sobre os procedimentos a serem tomados
nesse caso.

Foi observado assimetria moderada nos perímetros de Coxas Superiores ;


provavelmente causada por diferenças na solicitação diária em
situações de trabalho e lazer. É esperado que desapareçam ou retornem
aos níveis de normalidade com a prática orientada e contínua de
atividade física.

Foi observado uma redução no(s) perímetro(s) de : braço esquerdo, coxa


superior esquerda, coxa superior direita; que associada ao aumento de
sua MCG, indica uma SIGNIFICATIVA redução do volume muscular nesse(s)
segmento(s).

AVALIAÇÃO FISICA / Responsável: Prof. Ricardo G. Santos - CREF 674


G/ES
CONHEÇA OS TIPOS DE AVALIAÇÕES DISPONÍVEIS:

AVALIAÇÃO FÍSICA COMPLETA

Este tipo de AVALIAÇÃO FÍSICA é aconselhavel para todo indivíduo que


pretende INICIAR a prática de qualquer ATIVIDADE FÍSICA, sendo de fundamental
importância para SEDENTÁRIOS, OBESOS, DIABÉTICOS, HIPERTENSOS, dentre outros,
com o intuito

de respaldar o professor e dar segurança ao avaliado no sentido de suas limitações e


necessidades.

Essa Avaliação monitora o indivíduo em diversas vertentes, objetivando reunir


dados suficientes e identificar suas RESTRIÇÕES, RECOMENDAÇÕES MÉDICAS, ESTADO
de SAÚDE ou DOENÇA.

Pessoas com risco elevado tornam-se uma "BOMBA RELÓGIO" ao serem submetidas
ao ESFORÇO, portanto, o indivíduo e o profissional que orienta suas atividades devem
se prevenir.

A BATERIA de TESTES:

 Anamnese aprofundada;
 Risco de Coronariopatia;
 Relação CIntura / Quadril;

 Perimetria Axial e Apendicular;

 Composição Corporal (IMC, Peso Ideal, %G, %MM);

 Aptidão Cardiorespiratória (VO2 Max);

 Testes Neuromotores (Flexibilidade, RML e FORÇA);

 Analise Postural Totalmente DIGITALIZADA;

 Avaliação Metabólica (MB, GE, VCT);

AVALIAÇÃO FÍSICA ESPECÍFICA

Trata-se de uma avaliação que prioriza a verificação dos resultados segundo os


objetivos pretendidos. Por sua ESPECIFICIDADE, é uma ótima opção para verificação
das respostas do treinamento, entretanto, é importante que a primeira avaliação
realizada pelo indivíduo seja uma Avaliação Completa para que a partir dessa se
obtenha dados fundamentais para uma prescrição coerente considerando suas
necessidades e objetivos, promovendo dessa forma, alto grau de confiabilidade à
Avaliação Específica no que diz respeito à compararação dos dados e as intervenções
necessárias a serem feitas em seu programa de treinamento.

Ex 1: EMAGRECIMENTO - Avaliaremos Toda Composição Corporal e Gasto Metabólico;

Ex 2: CORREÇÃO de DESVIOS POSTURAIS em fase de CRESCIMENTO - Avaliaremos a


POSTURA com tecnologia DIGITAL, Flexibilidade e testes neuromusculares;

Ex 3: MELHORIAS no CONDICIONAMENTO FÍSICO para CORRIDAS de RUA -


Avaliaremos o VO2 max.

AVALIAÇÃO POSTURAL
AVALIAÇÃO POSTURAL

 A Avaliação Postural, tem como finalidade prevenir e futuramente corrigir possíveis


alterações posturais existentes.Consiste em determinar e registrar, por meio
de FOTOGRAFIAS DIGITAIS, os desvios posturais ou atitudes posturais erradas dos
indivíduos;

 Também serão realizados nessa bateria testes neuromusculares de FORÇA,


RESISTÊNCIA MUSCULAR e FLEXIBILIDADE para que possamos identificar possíveis
causas dos desvios posturais;

 Em primeiro lugar, para se caracterizar um desvio postural, deve-se ter o


conhecimento do que é postura correta;

 A boa postura é aquela que um indivíduo, em posição ortostática exige pequeno


esforço da musculatura e dos ligamentos para se manter nessa posição. Representa
um alinhamento dinâmico dos vários segmentos corporais, nas várias posições, de tal
maneira que, cada segmento ocupe uma posição próxima à sua posição de "equilíbrio
mecânico". Assim, ele encontra o melhor equilíbrio estático.

Fonte: Carnaval,Paulo Eduardo; MEDIDAS E AVALIAÇÃO em ciências do esporte, 3a ed, Editora Sprint, 1998

AVALIAÇÃO METABÓLICA
Esse tipo de Avaliação é específico para pessoas que tem como objetivo
PERDA ou GANHO de peso. Após o procedimento dessa bateria de testes
geralmente os dados são remetidos para consulta nutricional objetivando a
determinação pelo profissional competente da regra alimentar a ser seguida,
bem como, o encaminhamento ao profissional de educação física que
orientará um programa de atividades físicas para que os objetivos sejam
alcançados.

A bateria de testes é composta por:

 Composição Corporal (Peso Atual - %G - %MM - Peso Ideal);


 Consumo Máximo de Oxigênio (VO2 max);
 Metabolismo Basal (T.M.B.);
 Requerimentos Energéticos (G.E.);
 Valor calórico total (V.C.T.)

AVALIAÇÃO ANATOMO-FUNCIONAL da TERCEIRA IDADE

A Avaliação Funcional do IDOSO consiste em testes que visam diagnosticar alterações no


aparelho locomotor, perda de mobilidade e destreza motora dentre outros agravantes que
podem dificultar a realização de Atividades da Vida Diária (AVD), fornecendo, assim, dados
relevantes para subsídiar a ação dos profissionais da área no que tange o desenvolvimento de
atividades que promovam benefícios físicos para manutenção da autonomia do idoso.

Baseados nos resultados da BATERIA ESPECÍFICA de TESTES, poderão ser recomendadas


algumas ações para melhoria de sua RESISTÊNCIA, RITMO, EQUILÍBRIO, FORÇA e DESTREZA nos
MOVIMENTOS.

Para que o idoso possa ter uma vida normal e produtiva, ele deve realizar atividades físicas
que sejam bem ORIENTADAS e SEGURAS, para que isso seja possível é fundamental uma
Avaliação Física.

 A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO FÍSICA.

As medidas mais utilizadas favorecem a sua aplicação dentro do ambiente da academia, porque não
necessitam de equipamento sofisticado. O peso corporal, a estatura, o diâmetro ósseo, perimetria e a
composição corporal são as mais utilizadas.

Para a musculação, as medidas mais utilizadas são as perimetrias (correspondem as circunferências)


e a composição corporal (corresponde a mensuração nas dobras cutâneas). Na perimetria, os pontos a
serem mensurados são tórax, tórax expandido, braço, cintura, quadril. Na composição corporal são
tricipital, peitoral, abdominal, panturrilha e coxa.

As alterações nas circunferências durante o treinamento indicam o desenvolvimento no treinamento,


enquanto a composição corporal transforma em números a quantidade de gordura corporal e massa
magra.

Para a musculação, é imprescindível a mensuração, porque os resultados servem para a comparação,


demonstrando a evolução dos alunos ao longo do ano.

Normalmente, as medidas são realizadas de dois em dois meses ou de três em três.


No final de cada ano, pode-se relacionar a fase do treinamento com o período de maior ganho do
aluno.

AVALIAÇÃO FÍSICA.

I - Composição Corporal

Por que analisar os parâmetros da composição corporal?

Para o desenvolvimento de avaliações mais criteriosas sobre os efeitos de qualquer tipo de atividade
física, acompanhada ou não de uma dieta alimentar, existe a necessidade de fracionar o peso corporal em
seus diferentes componentes na tentativa de analisar, em detalhes, as modificações, ocorridas em cada um
deles.

IV - Gasto energético basal.

Seria a quantidade de calorias indispensável ao corpo para realizar um funcionamento


fisiológico satisfatório.

II - Massa Corporal Magra.

É composta por músculos, órgãos,células sanguínea e ossos.A massa magra é o único tecido do seu
corpo que promove gasto energético (queima calorias). Quanto maior a massa magra mais calorias seu
corpo pode consumir.

III - Gordura corporal

Gordura corporal essencial: seria a gordura armazenada nos principais órgãos, intestinos, músculos e
nos tecidos ricos em lipídios existentes por todo o sistema nervoso central. Esse tipo de gordura é
indispensável para um funcionamento fisiológico satisfatório.(McARDLEeKATCH, 1981).No sexo
feminino a quantidade de gordura essencial torna-se maior numa proporção de aproximadamente quatro
vezes em relação ao homem, que vem a ser de grande importância para o processo de gestação e de outras
funções hormonais típicas do sexo, tendo como principais deposito a região pélvica e as glândulas
mamárias.(ENZI, 1986).

Seria desejável manter os níveis de gordura nos homens de 15% do peso corporal, e nas mulheres por
volta de 25%.