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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ARIDO

CENTRO MULTIDISCIPLINAR DE PAU DOS FERROS


ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

LABORATORIO DE ELETRÔNICA ANALOGICA


Jorgiania Vanerica Alves Dias
Rafael Vieira Abrantes

PAU DOS FERROS


2018
Sumário
INTRODUÇÃO .............................................................................................................. 3
REFERENCIAL TEÓRICO ......................................................................................... 4
Funcionamento dos Diodos .......................................................................................... 4
Aplicações dos Diodos .................................................................................................. 6
Tipos de diodos ............................................................................................................. 6
RESULTADOS E DISCUSSÕES ................................................................................. 8
Análise analítica .................................................................................................... 8
Análise numérica ................................................................................................... 9
Análise prática ..................................................................................................... 15
CONCLUSÕES............................................................................................................. 22
REFERÊNCIAS ........................................................................................................... 23
INTRODUÇÃO

É perceptível na sociedade atual a constante evolução dos dispositivos eletrônicos.


Esses avanços tecnológicos se deram das mais diferentes formas desde o uso dos
aparelhos eletrônicos ate na medicina, como robôs capazes de realizar cirurgias. Neste
trabalho iremos tratar sobre o diodo, um dispositivo eletrônico composto por dois
terminais, no qual será tratado mais abaixo.
Este trabalho está organizado da seguinte forma: No capitulo 2 é apresentado o
referencial teórico que foi necessário para o desenvolvimento das análises e o capitulo 3
será apresentado as análises analítica, numérica e pratica. Os circuitos utilizados para este
relatório encontra-se como anexo.
REFERENCIAL TEÓRICO

Neste capitulo iremos falar sobre os diodos, dispositivo utilizado para a realização
das análises deste trabalho, nele será apresentado o funcionamento e sobre as aplicações
do mesmo.

Funcionamento dos Diodos


O diodo é um dispositivo eletrônico composto por dois terminais, diferente do
resistor que possui uma relação linear entre a corrente e tensão, o diodo possui uma
característica não linear, ele só permite o fluxo de corrente em um único sentido se for
operado dentro de um nível de tensão. Cada diodo possui uma extremidade positiva, o
ânodo e uma extremidade negativa, o cátodo (SEDRA, 2006).
O diodo semicondutor é feito de silício ou germânio que tem como função retificar
a corrente elétrica ou chavear um circuito (RAZAVI, 2000). O símbolo do diodo possui
uma seta para mostrar a direção permitida da corrente, a corrente flui do ânodo para o
cátodo, mas não o contrário como pode ser observado na Figura 1.

Figura 1: Simbologia diodo a) polarizado diretamente b) polarizado reversamente.


Fonte: Boylestad, 2004

A construção do diodo consiste basicamente na formação de uma junção P-N.


Quando em operação a região de depleção aumenta ou diminui de acordo com a
polarização do dispositivo, ou seja, irá ocorrer a variação da altura da barreira de
potencial, obtendo-se um funcionamento semelhante ao de uma chave, e sendo por isso
bastante utilizado em circuitos eletrônicos (SEDRA, 2006).
Quando um diodo é polarizado de forma direta, melhor dizendo, quando uma
tensão positiva é aplicada ao anodo e uma tensão negativa é aplicada ao outro catodo, a
barreira criada pela junção P-N diminui, permitindo a passagem da corrente. De forma
contrária, quando o diodo é polarizado reversamente, a barreira aumenta, impedindo a
passagem da corrente (RAZAVI, 2000). O valor da corrente cai a níveis praticamente
desprezíveis, desde que não se ultrapasse o valor da tensão de ruptura A figura 2 apresenta
a explicação de acima.

Figura 2: Polarização do Diodo

Podemos dizer que a tensão de ruptura é a tensão máxima a partir da qual um


diodo polarizado reversamente passa a conduzir corrente (RAZAVI, 2000). Essa situação
só é aceitável para casos específicos em que se utilizam diodos zener.

Na Figura 3 é apresentado o gráfico da intensidade da corrente que atravessa o


diodo para as diferentes polarizações.

Figura 3: Curva de intensidade da corrente no diodo

Quando o diodo está polarizado reversamente o valor é praticamente desprezível,


enquanto a tensão for inferior à tensão de ruptura (VZ). Não necessita apenas que o diodo
esteja polarizado diretamente, é preciso que a tensão seja superior a um determinado valor
(V0), para que a corrente assuma valores expressivos.
Aplicações dos Diodos

O diodo pode ser empregado para outras finalidades além da retificação. Existem
alguns diodos uso especial utilizados para regulação de tensão que é o zener, sintonia
eletrônica em receptores de rádio e TV que é o varicaps, geração de rádio frequência que
é o túnel e para produção de luz que são os leds.
Retificadores – Os retificadores são utilizados para a conversão de sinais, de
corrente alternada para corrente continua e eles podem ocorrer como retificadores de meia
onda e de onda completada, podendo utilizar capacitores ou não (SEDRA, 2006). O
retificador de meia-onda é o mais simples, ele faz uso de apenas um diodo. Já o retificador
de onda completa funciona como uma ponte retificadora, que é a forma de conseguir dois
semiciclos da tensão, nele são utilizados quatro diodos.
Grampeadores – O grampeador é aquele que “grampeia” o sinal em nível DC
diferente do sinal de entrada sem afetar a forma de onda (BOYLESTAD, 2004).
Ceifadores – Os ceifadores consistem em prevenir que a saída do circuito exceda
a um nível predeterminado de tensão sem distorcer do sinal de entrada. O excedente é
ceifado e ele utiliza somente um diodo e um resistor (BOYLESTAD, 2004).

Tipos de diodos

Zener – O zener é um diodo regulador de tensão, de tensão constante e diodo de


ruptura. Tem como característica principal, regular tensão na polarização inversa,
mantendo a tensão nos seus terminais constantes (CHIESE, 2003). O zener é fabricado
para funcionar na região de ruptura que é onde um diodo não funciona. Na Figura 4 é
apresentado a simbologia do zener

Figura 4: Simbologia diodo zener


Chiese, 2003
LED – Possui um comportamento de um diodo comum, porém, ao ser polarizado
diretamente, irradia a energia em forma de luz. Grande parte da sua luz é dissipada na
forma de luz e não de calor (CHIESE, 2003). Na Figura 5 é apresentado a simbologia do
diodo LED.
Figura 5: Simbologia LED
Chiese, 2003.

Existem outros tipos de diodos, porém, esses dois tipos foram os vistos em sala
de aula.
RESULTADOS E DISCUSSÕES

Para a análise numérica dos circuitos se utilizou o software PSIM, obtendo o


gráfico da saída de cada um.

• Análise analítica
Na análise analítica, usamos algumas teorias sobre circuitos elétricos, como
analise de malha e as leis de kirchhoff. Para todas as entradas dos circuitos, foi utilizado
uma tensão de 2,0235V.

Para o circuito (a), obtemos então:


𝑉𝑜 = 𝑉𝑖𝑛 − 𝑉𝐷
2,0235 − 0,7
𝑉𝑜 = 1,32𝑉
A fonte excede o valor que o diodo suporta, com isso, a tensão deve ser igual a da
fonte, então:

𝑉𝑜𝑢𝑡 = 2,0235𝑉
No caso do circuito (c) ocorre de forma diferente:
𝑉0 = 𝑉𝑖𝑛 − 𝑅 ∙ 𝐼
1𝑘 ∙ (2,0235 − 0,7)
𝑉0 = 2,0235 −
1𝑘
𝑉𝑜 = 0,7𝑉
O circuito (d) possui duas fontes de tensão e neste caso, o circuito funciona como
uma porta lógica. Como as duas entradas estão em paralelo, então:

𝑉𝑖𝑛 = 𝑉𝐴 = 𝑉𝐵
Com isso,
𝑉𝑜 = 𝑉𝑖𝑛 − 𝑉𝐷
2,0235 − 0,7
𝑉𝑜 = 1,32𝑉
Utilizando analise de circuitos por malha observamos no circuito (e) duas malhas,
uma com dois resistores R1 e R2 e a segunda malha com R2 e o diodo. Na malha 1:

𝑉𝑖𝑛 − 𝑅1 𝐼1 − 𝑅2 (𝐼1 − 𝐼2 ) = 0
Na malha 2:
−𝑉𝐷1 − 𝑅2 (𝐼2 − 𝐼1 ) = 0
No final encontra-se I1 = 1,32 mA e I2 = 0,62 mA, sendo assim:
𝑉𝑜𝑢𝑡 = 𝑅2 (𝐼1 − 𝐼2 )
𝑉𝑜𝑢𝑡 = 0,7𝑉.
No circuito (f) a tensão será a mesma da fonte, pois, ao aplicar uma tensão o diodo
estará funcionando como circuito aberto.

𝑉𝑜𝑢𝑡 = 2,0235𝑉
O circuito (g) com o diodo zener, irá ocorrer algo parecido com o circuito anterior,
com isso, a tensão de saída será igual.

𝑉𝑜𝑢𝑡 = 2,0235𝑉
Por fim, no circuito (i), percorrendo a malha pelo diodo 3, resistor e pelo diodo
4, obtemos:

𝑉𝐷3 + 𝑉𝐷4 + 𝑅 ∙ 𝐼 = 𝑉𝑖𝑛


𝑉𝑜𝑢𝑡 = 𝑅 ∙ 𝐼
𝑉𝑜𝑢𝑡 = 0,623𝑉

• Análise numérica

No gráfico do circuito (a) mostrado na Figura 6 observa-se na cor vermelha a


entrada Vin em forma de onda senoidal com 2 Vpp e 60 Hz, e em azul encontra-se a saída
do circuito de acordo com que foi esperado, quando o circuito é polarizado diretamente o
diodo permite a passagem de corrente e quando é polarizado reversamente não ocorre a
passagem de corrente, por isso, saída Vo do circuito é somente a parte positiva da onda
senoidal.

Figura 6: Resultado do circuito (a).


Fonte: Autores, 2018
Logo após foi retirado a corrente no diodo, e de acordo com a queda de tensão,
pois, a fonte com 2 Vpp e o resistor de 1kΩ a corrente para ser encontrada é de
aproximadamente de 2 mA. Conforme explicado anteriormente, na Figura 7 apresenta a
corrente no circuito (a) com aproximadamente 2 mA de acordo com o esperado.

Figura 7: Corrente Circuito (a).


Fonte: Autores, 2018

No circuito (b) realizou-se o mesmo procedimento utilizando os mesmos valores


para a fonte e para o resistor, porém, com o diodo ao contrário. No gráfico da Figura 8
mostra que a saída Vo do circuito (b) encontra-se somente na parte negativa, pois, como
o diodo está se opondo a corrente quando for positiva o diodo não permite a passagem,
somente, quando a corrente for negativa.

Figura 8: Resultado circuito (b).


Fonte: Autores, 2018

A corrente do circuito (b) deve conter o mesmo resultado do circuito (a) mas com
valor negativo, como mostra a Figura 9.
Figura 9: Corrente circuito (b).
Fonte: Autores, 2018

No circuito (c) foram utilizados os mesmos parâmetros para a construção no


software, só que utilizando dois diodos. Na Figura 10 pode-se observar o comportamento
dos diodos.

Figura 10: Resultado circuito (c).


Fonte: Autores, 2018

Como os doidos estão em paralelo e opostos, ao aplicar uma tensão com onda
senoidal, quando a tensão se encontra positiva somente um dos diodos é polarizado e
quando a tensão fica negativa o outro diodo é polarizado, fazendo com que a saída seja
igual a entrada.
Na Figura 11, a corrente do circuito (c), encontra-se uma onda na mesma forma
que o da Figura 10 com o valor de corrente próxima ao 2 mA e -2 mA.

Figura 11: Corrente circuito (c)


Podemos observar que o resultado da corrente foi conforme mencionado
anteriormente, sendo em azul a corrente no diodo 2 e em vermelho a corrente no diodo 1,
formando a mesma onda de entrada do circuito.
O circuito (d) é uma porta lógica OR, quando alguma das duas entradas for
positiva a saída será positiva.
Na Figura 12, ocorre duas entradas no circuito, sendo que, a primeira entrada tem
uma diferença de fase de 180° em relação a segunda entrada, possibilitando uma análise
melhor, o Vo em verde no gráfico representa a saída do diodo, conforme foi dito
anteriormente, quando a entrada for positiva a saída também será e observando o gráfico
isso ocorre.

Figura 12: Resultado do circuito (d).


Fonte: Autores, 2018

A corrente no gráfico da Figura 13 são as duas correntes em cada diodo, uma em


azul e outra em vermelho, e em verde a corrente em V0.

Figura 13: Corrente no circuito.


Fonte: Autores, 2018

O circuito (e) foi construído com os mesmos parâmetros dos anteriores, porém,
utilizando dois resistores de 1 KΩ.
O resultado no circuito (e) ocorreu de forma distinta, no Vo, representado em
azul, quando a entrada (em vermelho) era positiva a tensão de saída não era igual azero,
e também não foi 2 V por conta da tensão máxima, a tensão foi muito baixa próximo do
0,7 V, a tensão dentro do diodo, e quando a entrada foi negativa o resultado foi mais
expressivo, com uma queda de tensão muito menor, na Figura 14 é apresentado o
resultado do circuito (e).

Figura 14: Resultado do circuito (e).


Fonte: Autores, 2018.

Na Figura 15, a corrente analisada foi no diodo com 2 mA somente quando a


tensão foi positiva.

Figura 15: Corrente do circuito (e).


Fonte: Autores, 2018.

O circuito (f) utilizou-se o diodo zener, que ele pode ser polarizado reversamente,
porém só irá conduzir quando obter a tensão de zener.
Na Figura 16 do circuito (f) ocorre que quando a entrada for positiva (vermelho)
a saída será positiva e quando for negativa (polarizado reversamente) a saída não será
zero, mas sim um valor muito baixo.

Figura 16: Resultado do circuito (f).


Fonte: Autores, 2018
Na Figura 17 é mostrado a corrente no circuito (f), a passagem ocorre quando a
entrada for polarizada reversamente, porque o diodo zener está contrário a corrente com
-2 mA.

Figura 17: Corrente do circuito (f).


Fonte: Autores, 2018

Utilizando agora um diodo comum e outro zener no circuito (g) o V0 em relação


ao tempo é mostrado na Figura 18. O resultado do gráfico é igual para entrada e saída do
circuito, o diodo zener pode ser polarizado reversamente, e com isso, faz com que a saída
do circuito seja igual a entrada.

Figura 18: Resultado do circuito (g).


Fonte: Autores, 2018

Na Figura 19 a corrente analisada foi entrando no diodo comum e o resultado foi


negativa em todo tempo variando de 0,2 mA a 0,5 mA.

Figura 19: Corrente no circuito (g).


Fonte: Autores, 2018.
O circuito (i) possui 4 diodos e 1 resistor com os mesmos parâmetros, o nome do
circuito é retificador de onda completa. Na Figura 20, observa-se que o Vo é sempre
positivo independentemente se a onda de entrada em algum período for negativa.

Figura 20: Resultado do circuito (i).


Fonte: Autores, 2018.

Na corrente do circuito (i), foram retiradas em cada diodo e apresentaram a mesma


forma de onda de Vo da imagem anterior, as quatro correntes nos diodos foram de
aproximadamente 2 mA, como pode ser visualizada na Figura 21.

Figura 21: Corrente do circuito (i).


Fonte: Autores, 2018.

• Análise prática

Para realizar as análises praticas, foram utilizando diodos 1N4007 e os diodos


zener 1N4148, utilizando resistores de 1 KΩ, multímetros para medir a corrente e as
tensões no circuito, um gerador de onda e um osciloscópio.
O circuito (a), encontra-se com um diodo e um resistor. Na Figura 22 (a) o
resultado encontrado na saída foi próximo da Figura (6), quando o diodo era polarizado
diretamente, existia passagem de corrente e quando era polarizado reversamente não
exista passagem de corrente. Na Figura 22 (b) encontra-se a relação de tensão de saída
(Vo) com a tensão de entrada (Vin), o gráfico mostra que quando a tensão de entrada se
aproxima de 0,7 V o diodo é polarizado, ocorrendo a passagem de tensão para saída.

(a) (b)

Figura 22: (a) Gráfico de Vo e Vin ao decorrer do tempo e (b) Gráfico Vin x Vo do circuito (a).
Fonte: Autores, 2018

O circuito (b) ocorre a troca do diodo que quando a onda senoidal está positiva o
diodo não deixa ocorrer a passagem de corrente. Conforme mostra a Figura 23 (a), a saída
Vo será negativa, pois, somente irá conduzir quando for polarizado reversamente e na
Figura 23 (b) o gráfico Vo x Vin, será oposto da Figura 22 (b).

(a) (b)
Figura 23: (a) Gráfico Vin, Vo e (b) Gráfico Vin x Vo do circuito (b).
Fonte: Autores, 2018
O circuito (c) utiliza-se dois diodos opostos e em paralelos. Na figura 24 (a) a
onda de entrada e a de saída são iguais com amplitudes diferentes por causa da parte física
do diodo. Na Figura 24 (b) o gráfico Vin x Vo, como existem dois diodos opostos, então
será a soma dos gráficos da Figura 22 (b) com a Figura 23 (b).
(a) (b)

Figura 24: (a) Grafico de Vin, Vo ao decorrer do tempo e (b) Gráfico Vin x Vo do circuito (c).
Fonte: Autores, 2018.

O próximo circuito foi a porta lógica OR utilizando diodos. Na Figura 25 (a)


apresenta as duas entradas do circuito, com diferença de fase de 90° entre eles, a Figura
25 (b) mostra a saída do circuito que quando qualquer uma das entradas for positiva
ocorrerá passagem de corrente.

(a) (b)

(c) (d)

Figura 25: (a) Gráfico Vin, Vo ao decorrer do tempo, (b) saída do circuito, (c) Gráfico Vin x Vo da saída e
(d) Gráfico Vin x Vo das entradas do circuito (d).
Fonte: Autores, 2018

No circuito (e) foram utilizados dois resistores e um diodo. Na Figura 26 a tensão


de saída consegue conduzir tanto diretamente quando reversamente.
Figura 26: Gráfica Vin, Vo ao decorrer do tempo.
Fonte: Autores, 2018

No circuito (f) é utilizado o diodo zener e na Figura 27 (a) mostra que mesmo
sendo polarizado reversamente, o diodo zener permite a passagem de corrente e na Figura
27 (b) o gráfico mostra que ocorre tensão de saída no primeiro quadrante e no terceiro
quadrante.

(a) (b)

Figura 27: (a) Gráfico Vin, Vo ao decorrer do tempo e (b) Gráfico Vin x Vo do circuito (f).
Fonte: Autores, 2018.

O circuito (g), foram utilizados dois diodos, um comum e outro tipo zener. Na
Figura 28 (a) mostra somente a entrada do circuito, porém, a saída do circuito foi igual a
entrada, porque o diodo zener consegue permitir passagem de corrente mesmo sendo
polarizada reversamente e na Figura 28 (b) mostra o gráfico confirmando o caso, o diodo
permitindo passagem de corrente em todos os pontos.
(a) (b)

Figura 28: (a) Gráfico Vin, Vo ao decorrer do tempo e (b) gráfico Vin x Vo do circuito (g).
Fonte: Autores, 2018.

No último circuito, foram utilizados 4 diodos comuns e somente um resistor, na


Figura 29 (a) a saída era para ser sempre positiva conforme mostra a Figura 20, mas
somente quando a entrada era positiva s saída era igual. Quando a tensão de entrada era
negativa, observa-se que ocorre passagem de corrente, porém, a não consegue polarizar
da mesma forma que no lado positivo. Na Figura 29 (b) o gráfico apresenta polarização
tanto positivo quanto no negativo.

(a) (b)

Figura 29: (a) Gráfico Vin, Vo ao decorrer do tempo e (b) Gráfico Vo x Vin do circuito (i).

A Tabela 1 apresenta todas as tensões de entradas e de saídas medidas em todos


os circuitos
Tabela 1: Tensão de entrada e tensão de saída.

CIRCUITO TENSÃO DE ENTRADA E DE SAÍDA


Tensão de entrada (V) Tensão de saída (V)
CIRCUITO (A) 2,035 1,1415
CIRCUITO (B) 2,035 1,7813
CIRCUITO (C) 2,035 0,6092
CIRCUITO (D) 2,035 1,5191
CIRCUITO (E) 2,035 0,586
CIRCUITO (F) 2,035 2,023
CIRCUITO (G) 2,035 2,023
CIRCUITO (I) 2,035 0,925

Na Tabela 2 encontra-se as tensões nos diodos e a corrente nos diodos de todos os


circuitos.

Tabela 2: Tensão no diodo e corrente no diodo.

CIRCUITO DIODO
D Tensão no diodo (V) Corrente no diodo (mA)
CIRCUITO (A) D1 0,6056 1,4
CIRCUITO (B) D1 2,036 1,445
CIRCUITO (C) D1 Vout 1,44
D2 Vout
CIRCUITO (D) D1 0,6090 1,557
D2 0,5679
CIRCUITO (E) D1 Vout 0,896
CIRCUITO (F) D1 Vout 0
CIRCUITO (G) D1 -0,75 0
D2 1,857 0
CIRCUITO (I) D1 1,435 0
D2 1,513 0,944
D3 0,584 0,946
D4 0,540 0,944

Na tabela 3 é realizado o cálculo do percentual de erro a partir da formula


mostrada abaixo:
𝑉𝑂𝑈𝑇𝑝
𝐸𝑟𝑟𝑜 𝑝𝑒𝑟𝑐𝑒𝑛𝑡𝑢𝑎𝑙 = ( − 1) ∗ 100
𝑉𝑂𝑈𝑇𝑎

Tabela 3: Erro percentual para a tensão de saída

TENSÃO DE SAÍDA
CIRCUITO
Analítica (V) Pratica (V) Erro %
CIRCUITO (A) 1,3235 1,1415 6,88
CIRCUITO (B) 2,0235 1,7813 11,97
CIRCUITO (C) 0,7 0,6092 12,97
CIRCUITO (D) 1,3235 1,5191 14,78
CIRCUITO (E) 0,7 0,586 16,29
CIRCUITO (F) 2,0235 2,023 0
CIRCUITO (G) 2,0235 2,0235 0
CIRCUITO (I) 0,6235 0,925 48,36
CONCLUSÕES
O trabalho realizado encontrou-se satisfatório para a disciplina, sendo que foi
possível analisar e explicar como funcionava cada circuito e medir tensão e corrente em
cada. Os resultados encontrados na prática condisseram com o analítico, mesmo o último,
porém, em geral, conseguimos saber realmente como um diodo trabalha em diversas
formas. Vale ressaltar que essas comparações permitiram a detecção de alguns erros nos
aparelhos utilizados.
REFERÊNCIAS

Razavi, Behzad. Fundamentos de microeletrônica. Grupo Gen − LTC, 2000.


SEDRA, A. S.; SMITH, K. C. Microeletrônica. São Paulo: Makron Books, 2006.
BOYLESTAD, Robert L.; NASHELSKY, L. 2004. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de
Circuitos. 8a edição.
Chiesse, Luiz. Outros tipos de diodos. 2003.
ANEXO