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LIÇÕES SOBRE ORAÇÃO

Lc 11:1-13

Introdução

Esta seção é sobre oração, ela começa afirmando que Jesus está orando [v.1]. Lucas
enfatiza a oração de Jesus mais do que qualquer outro evangelho. Ele registra nove
orações de Jesus e sete dos nove estão apenas em seu evangelho. Ele orava! Que lições
podemos tirar

1. Podemos e devemos aprender a orar [v.1]

Jesus estava orando e isto estimulou ou motivou os discípulos a ter interesse em


aprender a orarem, a ponto de pedirem a Cristo que lhe ensine a orar. E o texto nos
mostra claro que esta é uma tarefa do discipulado, ensinar a orar. Pois a pergunta deles
vem também pelo fato de que João Batista ensinou seus discípulos a orarem.

Então podemos aprender a orar, há uma maneira bíblica, correta, certa de orar. Não se
ora de todo o jeito, de toda forma, sem uma estrutura, sem princípios. Oração não
consiste em uma mera prática empírica de orar, orar, orar sem ter uma forma, uma
estrutura.

Então é esta importante lição: Podemos aprender a orar. Devemos buscar modelos
bíblicos de oração: Orar através dos salmos, examinar as orações dos grandes homens
de Deus no AT e NT e principalmente olhar para as orações do mestre. Além do mais
devemos buscar aprender com pessoas de oração, há irmãos que oram intensa e
apaixonadamente, podemos aprender com estes.

2. A Oração deve ter como o centro a pessoa de Deus

Quando Jesus começa a ensinar a orar a primeira coisa que ele aponta é Deus,
chamando-o de Pai.

Note duas coisas.

a. O nome de Deus é a primeira e principal coisa sobre a qual oramos. "Santificado


seja teu nome." Isto é, "Senhor, eu peço que seu nome - sua reputação e seu
caráter e sua honra - sejam reverenciados e adorados e glorificados e exaltados,
estimados".

b. E observe que devemos orar isso "quando" (literalmente: "sempre que", hotan )
nós oramos. Em outras palavras, esta não é uma oração formal que oramos de
vez em quando, como em uma manhã de domingo, quando oramos a Oração do
Senhor. Este é o conteúdo resumido da oração diária normal. " Sempre que você
orar", expresse o desejo de que o nome de Deus seja mais valorizado em seu
próprio coração, na igreja e no mundo.

3. Deus responde oração de pecadores quebrantados e arrependidos [v.4]


Veja que um outro importante assunto a ser tratado diante de Deus é o perdão de nossos
pecados. Nos achegamos a ele com nossas imperfeições e pecados e ele nos ouve, não
com nossa perfeição. Observe...

a. O fato de nos achegarmos como pessoas pecadoras e Deus nos receber não
significa que não devemos lidar com os nossos pecados [Sl 66:18]. Devemos
consultar sempre nossos corações quando uma oração não é respondida.
b. Mas devemos lembrar que não pelas nossas perfeições que Deus nos ouve. [Hb
10:19s]
c. Este é um outro importante assunto a ser tratado diante de Deus em nossas
orações [Quando estiver... sempre que orarem...]. Sempre devemos nos achegar
diante de Deus com corações quebrantado e contritos diante do Senhor. Toda
vez que for orar, lembre-se que você é um pecador. Não importa se está preso a
um claro e notório pecado ou que não. Não importa se estivermos em plena
comunhão e crescendo na graça de Deus – somos pecadores!
d. Deus nos chama de mal [v.13]. É isso que somos, maus! Ele não se referia aos
descrentes, mas aos seus discípulos [Rm 3:10ss] e ele não disse isto para nos
desestimular a orar. Nossa conversão não elimina nossa pecaminosidade, nossa
santificação também não aniquila. Mas mesmo assim Deus nos ouve!

4. Devemos persistir em oração

Para ilustrar essa verdade Jesus conta uma parábola [5-8]. Qual é o objetivo dessa
parábola? O ponto é dado nos versículos 9 e 10: Continue pedindo, continue
procurando, continue batendo; continue perguntando, continue procurando, continue
batendo.

Por que comparar a oração respondida a um amigo que não está disposto a sair da cama
por causa da amizade, mas disposto a sair da cama para impedir a batida na porta
dele? É para dizer que Deus está cansado ou irritado ou é mesquinho? Claro que não
[v.13]. Então, qual é a razão para essa parábola?

Eu acho que é simplesmente uma maneira impressionante e chocante de dizer que Deus
tem suas razões para esperar que, para nós, pode parecer tão estranho quanto um amigo
que não quer sair da cama, mas acaba saindo. Se o amigo tivesse ido para casa depois da
primeira recusa, ele não teria conseguido o pão de que precisava. Mas desde que ele
ficou e continuou batendo, ele conseguiu "tanto quanto ele precisava" (verso 8).

O ponto é que devemos orar, pedir, bater, buscar. Quando novos na fé somos ensinados
que há três respostas possíveis para nossas orações: sim, não e espere. Porque temos que
esperar? Thomas Watson, um pastor puritano, perguntou em um livro sobre oração:

Por que Deus atrasa a resposta à oração?

(1) Porque ele gosta de ouvir a voz da oração. “A oração dos retos é o seu
contentamento” (Provérbios 15:8). "Você deixa o músico tocar muito antes de jogar
dinheiro nele, porque você adora ouvir essa música."

(2) Deus pode atrasar a resposta de uma oração quando Ele não deseja negá-la, para que
Ele possa nos humilhar. Podemos facilmente presumir que merecemos alguma resposta
pronta, ou que ele está à nossa disposição como um mordomo, não como soberano
Senhor e Pai amoroso.

(3) Ele pode atrasar a resposta à oração, quando Ele não quer negá-la, porque Ele vê que
ainda não estamos aptos para recebermos a misericórdia que pedimos. Talvez nós
oramos por libertação quando não estamos preparados para ela; nossa escória ainda não
está sendo purificada. Queremos que Deus esteja pronto para dar, enquanto nós somos
lentos para nos arrependermos.

Porque ele vê que ainda não estamos aptos ou prontos para a misericórdia que
buscamos. Pode ser que ele tenha coisas para colocar em prática - em nós ou em nossa
igreja ou no mundo. Há um milhão de peças no quebra-cabeça. Algumas coisas vão
primeiro para fazer um lugar para os outros.

(4) Deus pode atrasar a resposta à oração, para que a misericórdia pela qual oramos
possa ser mais valorizada, e para que possa ser mais doce quando recebida.

5. Nosso Pai Celestial nunca nos dará uma cobra quando pedimos um peixe [11-
13]

Jesus diz que os pais comuns não dão cobras e escorpiões a seus filhos quando pedem
peixes e ovos. E então ele acrescenta, quanto mais o nosso Pai celestial. Deus
responderá positivamente às suas orações, já que ele é um pai perfeito e não um pai
defeituoso como todos os demais pais que somos.

O Pai sempre mantém o direito de fazer o que é melhor para as crianças, mesmo que
elas não entendam por que é melhor. Se assim não fosse, estaríamos dizendo que
deveríamos administrar a casa do Pai. Nós devemos ser o Pai e ele deve ser o filho. O
que neste caso significaria que deveríamos governar o universo e Deus deveria aprender
de nós como fazê-lo.

A oração nunca significou que Deus deveria deixar de ser Deus. Nós não temos a
sabedoria ou a graça de administrar o universo. Deus é Deus E ele continuará a decidir
como administrar o universo da melhor maneira. Se lhe pedirmos um peixe, ele não nos
dará uma cobra, mas ele sempre nos dará o que é bom para nós.

O mais incrível é que ele ordenou nos incluir na administração do universo. Ele
realmente responde às nossas orações. Nós não oramos em vão. Ele é nosso Pai. E
quando ele ouve seus filhos, ele responde. Ele não é surdo, indiferente ou
impotente. Ele ouve e age.