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O que é Ormus?

2011-03-07

Desde o fundo dos tempos que o Homem faz esta pergunta com
reverencia, referindo-se a um misterioso pó branco dotado de propriedades
extraordinárias. Usando o pó de certa maneira, transportavam-se enormes
volumes a grande distância ou inversamente eram as pessoas que voavam como
as aves, ou então, quando ingerido, dizia-se que curava todas as doenças,
tornando as pessoas aparentemente imortais.

Em todas as épocas os homens com poder usaram e abusaram de


conhecimentos especiais que mantinham secretos com o fim de os usarem para
subjugar os povos das suas regiões para dessa forma fruírem de riqueza e
prestígio social em grande desproporção com o seu contributo para o bem da
sociedade. Na longínqua era pré diluviana existiu na região que hoje é ocupada
pelo Iraque e parte do Irão uma civilização com um nível tecnológico tão
extraordinário que o mundo científico actual, por não querer reconhecer que não
sabe tanto como diz, se recusa a aceitar a evidência abundante e
desconcertante, existente num sem número de museus e também espalhada por
todo o planeta. A verdade é que monólitos de mil toneladas não se cortam por si
mesmos nem são transportáveis com recurso a milhares de escravos. É que,
mesmo hoje não há meios técnicos para transportar tal volume e tonelagem. Mas
se uma montanha de rocha talhada de tal envergadura representa uma
dificuldade pela sua dimensão e peso, as baterias eléctricas existentes em
museus ingleses, americanos, iraquianos e franceses datados da mesma época
são tão extraordinários que a única forma que o mundo científico encontrou para
as negar foi fechá-las nos museus e ignorar que existem. “É claro que um pó
mágico que parece ser capaz de curar tudo, fazer levitar monólitos de mil
toneladas, permitir o trânsito inter dimensional através de portais espaço
dimensionais e mais uma quantidade de outras coisas igualmente incríveis, não
podem passar de folclore pré diluviano;” concluem os nossos cientistas. O
problema é que em tempos relativamente recentes, o famoso Rei Herodes
mandou construir um templo no topo do Monte Moriah onde até hoje se podem
ver enormes rochas talhadas de seiscentas toneladas as quais foram cortadas
no sul do Líbano a uns duzentos quilómetros de distância, o que significa que
esse conhecimento ou pelo menos parte dele ainda existia nos tempos em que
Cristo andava em Israel. Os nossos cientistas fingem não saber que essas
montanhas de rocha talhada lá continuam para toda a gente ver porque ficam
embaraçados por não saberem explicar a sua existência. Para aqueles que não
conseguirem visualizar um pedregulho de seiscentas toneladas, basta explicar
que as maiores pedras das grandes pirâmides só pesam sessenta toneladas e
até com essas a tecnologia actual iria encontrar muita dificuldade em as colocar
lá no alto.

O conhecimento de como fabricar esse pó existia no interior de muito


pequenos grupos sacerdotais de tal maneira secretos que, embora se desconfie
que persistam até hoje, não se sabe quase nada da sua existência no passado
e ainda menos no presente.

Com o evento das cruzadas alguma coisa foi descoberta na terra santa
de grande valor, real ou imaginário. Diz-se que “Les Chevaliers du Sang d’
Christ”, nome inicial dos Cavaleiros Templários, encontraram algo de extremo
valor nas escavações que fizeram sob as fundações do templo de Salomão em
Jerusalém. Foi alvitrado por alguns estudiosos que poderia ter sido a lendária
Arca da Aliança do tempo de Moisés, outros pensam que teria sido o mítico
Santo Graal e outros ainda sugeriram a descoberta de variadas coisas de grande
valor espiritual ou religioso. Fosse o que fosse, o facto é que a Ordem dos
Cavaleiros Templários se tornou na organização mais rica e poderosa da Europa
de então ao ponto de na sequência de empréstimos que fazia aos Monarcas
europeus ter criado o primeiro sistema bancário do mundo. Parece-me claro que
tal riqueza não pode ter sido derivada da descoberta de objectos de valor
religioso. Se assim fosse seriam os nobres da época a dar-lhes benesses e não
os Templários a fazer-lhes empréstimos bancários. Que teriam então encontrado
na terra santa que se consubstanciasse em tanta riqueza material? Certamente
não terá sido um grande tesouro em ouro, prata e pedras preciosas, porque não
há referência nenhuma de que tenham vendido fosse o que fosse de valor e os
empréstimos que faziam eram em moedas de ouro. Sugerir que poderiam ter
derretido um tesouro para o transformar em moedas é impensável porque
qualquer coisa que lá achassem seria considerada de tal maneira sagrada por
eles e por toda a cristandade que a simples ideia de a destruir seria suficiente
para que quem tal sugerisse fosse imediatamente excomungado e queimado na
fogueira.

Nos livros apócrifos da bíblia que por decisão do Vaticano não foram
incluídos, estão algumas entradas que referem o processo usado no tempo do
Rei Salomão para fundir ouro a partir de um pó branco que era extraído do Mar
Morto. Tais referências aparecem de novo nos pergaminhos encontrados em
Quamram no século passado nas margens do mesmo mar, onde estava
estabelecida a comunidade Essénica a que pertencia Jesus o Cristo.

Na idade média os alquimistas diziam dedicar-se entre outras coisas, à


transmutação de metais de pouco valor, em ouro, através de um processo
complicado que envolvia também a manipulação de um pó branco a que davam
o nome de pedra filosofal. Esta pedra filosofal, aparentemente servia para quase
tudo o que os alquimistas faziam nos seus laboratórios para além de ser também
a fonte da juventude e remédio para todas as doenças. Infelizmente, embora
essa época seja relativamente próxima da nossa, a informação que nos chega,
embora abundante, não nos ajudou muito no esforço de redescobrir os seus
segredos já que, talvez devido à necessidade de escapar à atenção do Santo
Oficio, todos os alquimistas registavam os seus trabalhos em forma simbólica
através de elementos pictográficos e alegorias religiosas as quais, para mais
complicar a sua decifração, eram diferentes de alquimista para alquimista

A REDESCOBERTA

Nos finais da década de setenta, David Radius Hudson, rico agricultor de


Phoenix no estado Norte-americano do Arizona, ao analisar os constituintes
minerais de uma zona dos seus terrenos encontrou um estranho pó branco que
não conseguia identificar. Como o senhor Hudson é um homem inteligente e
curioso, decidiu gastar algum dinheiro a pesquisar o estranho material. Como
era adepto de mineração e estava a recuperar algum ouro dos despejos de uma
antiga mina situada perto do local onde tinha encontrado o estranho pó, decidiu
fazer o que é conhecido em metalurgia dos elementos preciosos como o ensaio
do chumbo. Tal ensaio consiste em misturar o material a testar com chumbo em
pó e derreter o chumbo. A premissa é a de que os materiais mais pesados se
afundam no chumbo derretido enquanto os mais leves flutuam. Ora o pó por ele
testado afundou-se o que à priori o definia como sendo um ou mais dos minerais
nobres. No entanto, por mais que o material fosse aquecido não se fundia e
depois de ser novamente analisado por um perito da Universidade de Cornwell
foi declarado como não sendo nada. David Hudson ficou muito agastado com o
perito universitário já que obter tal resposta depois de ter pago quase vinte mil
Dólares pela análise lhe pareceu uma grande falta de respeito por parte do
académico. Felizmente que tal desaforo só serviu para lhe espicaçar a vontade
de identificar o pó que ele já sabia ser um ou mais dos metais nobres embora
num estado ainda desconhecido pela ciência actual. Por essa teimosia, eu e
todos os seres humanos, vamos ficar eternamente gratos. Foi graças a ela que
o conhecimento do pó a que os antigos chamavam ORMUS, voltou a ser
descoberto.

Neste trabalho não vou entrar em detalhes sobre a pesquisa de David


Radius Hudson porque se trata de um trabalho com noventa páginas e querer
resumir qualquer das suas palestras seria um mau serviço aos meus leitores e
uma demonstração de grande falta de respeito pelo trabalho e pessoa de David
Hudson.

Quem souber ler bem inglês pode encontrar vários locais na net onde as
suas palestras aparecem na íntegra. Por minha parte tenciono, logo que termine
a construção deste site, iniciar a tradução de uma das suas palestras para
benefício dos leitores de língua Portuguesa a qual irá aparecer aqui sob o título:
HUDSON

Então o que é ORMUS ?


ORMUS é a chave da vida. Toda a vida que existe no planeta não seria
possível sem que um grupo de elementos existisse no estado monoatómico e
diatómico devido a um emparelhamento dos seus electrões na condição
conhecida em física por “Pares de Cooper”. Esta é uma condição na qual os
electrões se emparelham dois a dois transformando-se em fotões, eliminando
dessa forma a valência electrónica que promove a agregação química desses
átomos e faz com que a matéria decaia para o estado sólido. É dessa matéria
no estado sólido que o universo físico é constituído. Quanto aos seres vivos,
estes só existem graças à provisão de átomos no estado monoatómico e alta
rotação, que transportam a luz dentro dos organismos, levando por essa forma
a informação que permite a organização da matéria naquilo que designamos por
vida. Quer isto dizer que a vida é resultante da mistura de matéria decaída e
matéria pura no seu estado mais elevado de energia. O ser humano parece
saber isto de forma empírica desde sempre, referindo-se à parte de energia pura
quando fala da alma, do espírito, das vibrações ou da aura. Todas essas
designações se referem à mesma energia que cria a vida. Os antigos povos pré
diluvianos sabiam da existência dos elementos monoatómicos e desenvolveram
uma civilização com base na utilização racional dos atributos de tais elementos.
Porém com o evento do dilúvio, a maior parte do conhecimento desapareceu,
ficando apenas algumas partes sem relação directa entre si e mesmo isso ficou
nas mãos de pequenos grupos chamados de “eleitos” os quais usaram sempre
o que restava do conhecimento antigo para proveito próprio. Os vários grupos
lutavam entre si pela supremacia sobre o mundo dando origem a guerras que
em alguns casos continuam até hoje. O segredo acabou. Neste site em
Português juntamente com dezenas de milhar em Inglês e outros em muitas
outras línguas, viemos trazer para a luz não só o facto de que o ORMUS existe
na realidade mas também o que faz e sobretudo como se faz, para que este
conhecimento não volte a ser novamente para uso exclusivo de alguns em
detrimento de todos os outros.

carlos ferreira