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Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

Vigas Isostáticas

Diagramas de Esforços

20/02/2017
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

Classificação das estruturas

•Vigas

•Como já mencionado, vigas são peças (barras) da estrutura onde duas


dimensões são pequenas em relação a terceira, isto é, o comprimento é
a maios dimensão da peça, estando as outras duas dimensões situadas
no plano a ele perpendicular (plano da seção transversal a peça).

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Convenções de sinais para as solicitações

•A análise das solicitações se opera examinando-se duas seções próximas,


adotando-se a seguinte convenção de sinais:

HIBBELER, 2013

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Convenções de sinais para as solicitações

•Talvez uma maneira fácil de lembrar essa convenção de sinais seja isolar
um pequeno segmento do membro e observar que a força positiva normal
tende a alongar o segmento:

HIBBELER, 2013

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Convenções de sinais para as solicitações

•O cortante positivo tende a girar o segmento na direção horária:

•e o momento fletor positivo tende a curvar o segmento côncavo para


cima, como se para “conter água”:

HIBBELER, 2013
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Introdução

Exemplo

•Determine as cargas internas resultantes que agem na seção transversal


em C.

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Introdução

Exemplo

•Determine as cargas internas resultantes que agem na seção transversal


em C.

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Introdução

Exemplo

•Determine as cargas internas resultantes que agem na seção transversal


em C.

A intensidade da carga distribuída em C é


determinada por proporção,
w 270
  w  180 N m
6 9
O valor da resultante da carga distribuída é

F  12 1806  540N

que age a
1
3
6  2m de C.

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Introdução

Equações de equilíbrio

Aplicando as equações de equilíbrio, temos


   Fx  0;  NC  0
N C  0 (Resposta)
   Fy  0; VC  540  0
VC  540 (Resposta)
  M C  0;  M C  5402   0
M C  1.080 N  m (Resposta)
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Convenções de sinais para as solicitações

•O projeto de uma viga exige um conhecimento detalhado das variações


da força cortante interna V e momento M atuando em cada ponto ao
longo do eixo da viga.

•Funções de momento ou cortante têm de ser determinadas para cada


região da viga localizada entre quaisquer duas descontinuidades de carga.

HIBBELER, 2013
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Convenções de sinais para as solicitações

•Exemplificando:

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Convenções de sinais para as solicitações

•Exemplificando:

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Convenções de sinais para as solicitações

•Exemplificando:

Observar que as equações foram estabelecidas considerando-se a carga


(q) positive no sentido de cima para baixo.

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Convenções de sinais para as solicitações

•Exemplificando:

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Diagrama de esforços solicitantes

•Diagrama de esforços (ou Linhas de Estado) são, para cada esforço


seccional considerado, curvas traçadas sobre o eixo longitudinal da
estrutura (quando composta de barras), que tem por objetivo representar
como varia o esforço considerado ao longo das sucessivas seções
transversais da estrutura.

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Diagrama de esforços solicitantes

•Diagrama de esforços cortantes

•O observador coloca-se à esquerda da barra em 1ª posição de análise e


olha o lado oposto da seção. O diagrama é desenhado para o lado que
aponta q resultante das forças.

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Diagrama de esforços solicitantes

•Diagrama de esforços cortantes

•O observador coloca-se à esquerda da barra em 1ª posição de análise e


olha o lado oposto da seção. O diagrama é desenhado para o lado que
aponta q resultante das forças.

•Diagrama de momento fletor

•O diagrama é desenhado para o lado tracionado (positivo para baixo).

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Diagrama de esforços solicitantes

•Diagrama de esforços cortantes

•O observador coloca-se à esquerda da barra em 1ª posição de análise e


olha o lado oposto da seção. O diagrama é desenhado para o lado que
aponta q resultante das forças.

•Diagrama de momento fletor

•O diagrama é desenhado para o lado tracionado (positivo para baixo).

•Diagrama de esforços normais e momento torsor

•Positiva de tração/vetores saindo da seção.

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga uniforme:

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga uniforme:

•Diagrama de esforços cortantes (D.E.C.)

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga uniforme:

•Diagrama de momentos fletores (D.M.F.)

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga uniforme:

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga uniforme:

•Diagrama de esforços cortantes (D.E.C.)

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga uniforme:

•Diagrama de momentos fletores (D.M.F.)

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga triangular:

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga triangular:

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga triangular:

20/02/2017 27
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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga triangular:

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob momento concentrado:

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga triangular:

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga triangular:

20/02/2017 31
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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga triangular:

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga concentrada:

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga concentrada:

•Diagrama de corpo livre (D.C.L.)

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga concentrada:

•Determinação das reações de apoio

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga concentrada:

•Solicitações nas seções com ação de forças

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga concentrada:

•Diagrama de esforços cortantes (D.E.C.)

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga concentrada:

•Diagrama de momentos fletores (D.M.F.)

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga parcial:

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga parcial:

•Diagrama de corpo livre (D.C.L.)

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga parcial:

•Determinação das reações de apoio

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga parcial:

•Solicitações nas seções com ação de forças

20/02/2017 42
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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga parcial:

•Diagrama de esforços cortantes (D.E.C.)

20/02/2017 43
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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada sob carga parcial:

•Diagrama de momentos fletores (D.M.F.)

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada com um balanço:

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada com um balanço:

•Diagrama de corpo livre (D.C.L.)

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada com um balanço:

•Determinação das reações de apoio

20/02/2017 47
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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada com um balanço:

•Solicitações nas seções com ação de forças

20/02/2017 48
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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada com um balanço:

•Diagrama de esforços cortantes (D.E.C.)

20/02/2017 49
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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada com um balanço:

•Diagrama de momentos fletores (D.M.F.)

20/02/2017 50
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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada com dois balanços:

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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada com dois balanços:

•Diagrama de corpo livre (D.C.L.)

20/02/2017 52
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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada com dois balanços:

•Determinação das reações de apoio

20/02/2017 53
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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada com dois balanços:

•Solicitações nas seções com ação de forças

20/02/2017 54
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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada com dois balanços:

•Diagrama de esforços cortantes (D.E.C.)

20/02/2017 55
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Vigas Isostáticas

•Bi-apoiada com dois balanços:

•Diagrama de momentos fletores (D.M.F.)

20/02/2017 56
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Vigas Isostáticas

•Engastada e livre:

20/02/2017 57
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Vigas Isostáticas

•Engastada e livre:

•Diagrama de corpo livre (D.C.L.)

20/02/2017 58
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Vigas Isostáticas

•Engastada e livre:

•Determinação das reações de apoio

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Vigas Isostáticas

•Engastada e livre:

•Solicitações nas seções com ação de forças

20/02/2017 60
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Vigas Isostáticas

•Engastada e livre:

•Diagrama de esforços cortantes (D.E.C.)

20/02/2017 61
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Vigas Isostáticas

•Engastada e livre:

•Diagrama de momentos fletores (D.M.F.)

20/02/2017 62
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Vigas Isostáticas

•Inclinada:

•Em algumas estruturas (rampas, telhados e etc.) é comum encontrar


barras inclinadas submetidas ao peso próprio e ações externas.

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Apresentação da disciplina

Vigas Isostáticas

•Inclinada:

•Independente do valor de b, as reações verticais serão iguais (q.a/2)


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Apresentação da disciplina

Vigas Isostáticas

•Inclinada:
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Apresentação da disciplina

Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 66
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Apresentação da disciplina

Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 67
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Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 68
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Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 69
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Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 70
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Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 71
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Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 72
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 73
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Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 74
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Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 75
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Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 76
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Apresentação da disciplina

Vigas Isostáticas

•Inclinada:
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Apresentação da disciplina

Vigas Isostáticas

•Inclinada:
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Apresentação da disciplina

Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 79
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Apresentação da disciplina

Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 80
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Apresentação da disciplina

Vigas Isostáticas

•Inclinada:
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Apresentação da disciplina

Vigas Isostáticas

•Inclinada:

20/02/2017 82
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20/02/2017 83
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VIGA GERBER
• A viga gerber consiste na associação de vigas com estabilidade própria
com outras sem estabilidade própria.

20/02/2017 84
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VIGA GERBER
• A viga gerber consiste na associação de vigas com estabilidade própria
com outras sem estabilidade própria.

• Nesta associação, as vigas com estabilidade própria suprem as demais


dos vínculos que faltam, ficando o conjunto estável.

• A ligação entre as partes se dá por meio de articulações (fixas ou


móveis).

• O aparecimento das vigas gerber ocorreu para resolver problemas de


ordem estrutural e construtiva.

20/02/2017 85
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VIGA GERBER
• As vigas gerber têm lugar de importância na engenharia estrutural, e a
tendência é cada vez mais serem utilizadas, tendo em vista o
desenvolvimento das técnicas de pré-fabricação e montagem de
estruturas.

20/02/2017 86
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VIGA GERBER

20/02/2017 87
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VIGA GERBER
• As vigas que compõem o conjunto são, exclusivamente, vigas
engastadas, vigas biapoiadas e vigas biapoiadas com extremidades em
balanço.

• Os vínculos entre as vigas não impedem rotações relativas.

• As reações nos vínculos internos são, portanto, forças que se opões aos
deslocamentos lineares, sendo nulas as reações de momento.

20/02/2017 88
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DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES


• Inicialmente, a viga gerber deve ser composta nas vigas isostáticas que
a formam (vigas apoiadas e vigas que dão apoio).

20/02/2017 89
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DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES


• Inicialmente, a viga gerber deve ser composta nas vigas isostáticas que
a formam (vigas apoiadas e vigas que dão apoio).

20/02/2017 90
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DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES


• Inicialmente, a viga gerber deve ser composta nas vigas isostáticas que
a formam (vigas apoiadas e vigas que dão apoio).

20/02/2017 91
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES


• Deve ser construído o diagrama de corpo livre da estrutura
decomposta, com apresentação das reações de apoio externas e
internas.

• A construção do diagram de corpo livre deve ser feita por ordem


decrescente de dependência estática: primeiro as vigas apoiadas, e
depois as vigas que dão apoio.

20/02/2017 92
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DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES

20/02/2017 93
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES

20/02/2017 94
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DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES

20/02/2017 95
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES

20/02/2017 96
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES

20/02/2017 97
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DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES

20/02/2017 98
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DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES

20/02/2017 99
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Apresentação da disciplina

DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES

20/02/2017 100
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Apresentação da disciplina

DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES

20/02/2017 101
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DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES

20/02/2017 102
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DECOMPOSIÇÃO EM VIGAS SIMPLES

A B C D E F G H
1 I

2
4

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EXERCÍCIO
• Determinar as reações de apoio externas e internas, utilizando as
equações de equilíbrio.

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EXERCÍCIO
1. Decomposição em vigas simples:

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EXERCÍCIO
2. Diagrama de corpo livre

20/02/2017 106
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EXERCÍCIO
3. Aplicação das equações de equilíbrio

20/02/2017 107
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EXERCÍCIO
3. Aplicação das equações de equilíbrio

20/02/2017 108
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EXERCÍCIO
3. Aplicação das equações de equilíbrio

20/02/2017 109
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

DIAGRAMAS DE ESFORÇOS INTERNOS


• Os diagramas de esforços internos solicitantes podem ser traçados
como para uma viga continua, apenas observando-se que as
articulações não transmitem momentos (M = 0) e o esforço contante é
contínuo.

• Não há sentido preferencial para início do traçado dos diagramas de


esforços internos solicitantes.

20/02/2017 110
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

EXERCÍCIO
4. Traçado dos diagramas

20/02/2017 111
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EXERCÍCIO
4. Traçado dos diagramas

20/02/2017 112
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EXERCÍCIO
4. Traçado dos diagramas

20/02/2017 113
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EXERCÍCIO

20/02/2017 114
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EXERCÍCIO

20/02/2017
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EXERCÍCIO

20/02/2017
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EXERCÍCIO

20/02/2017 117
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EXERCÍCIO

20/02/2017 118
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

EXERCÍCIO

3kN/m
2kN/m 4kN
3kN 8kN

M E F N
B C D G
A H

20/02/2017 119
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EXERCÍCIO

20/02/2017 120
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EXERCÍCIO

20/02/2017 121
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

EXERCÍCIO

20/02/2017 122
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

EXERCÍCIO
O diagrama de força cortante de uma viga simples é ilustrado na figura. Determine o
carregamento na viga e desenhe o diagrama de momento fletor, assumindo que nenhum
momento concentrado atue na viga sob forma de carregamento.

20/02/2017 123
Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas

EXERCÍCIO
Sob condições de cruzeiro, a carga distribuída que atua sobre a asa de um pequeno avião
tem a variação idealizada mostrada na figura. Desenhe a estrutura idealizada, calcule a
força cortante V e o momento fletor M na extremidade interna da asa.

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