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HIDRÁULICA DOS SOLOS

ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA GEOTÉCNICA,


FUNDAÇÕES E OBRAS DE TERRA

M.Sc. Alexandre R Schuler


alexandre.schuler@terratek.com.br
REDES DE FLUXO
EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE
• EQUAÇÃO DIFERENCIAL DO FLUXO D’ÁGUA NOS SOLOS
• Seja um elemento de massa de solo submetido a um fluxo de
água
EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE (dedução)
EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE (dedução)
FLUXO EM REGIME PERMANENTE
• É possível, através da Lei de Darcy, do Princípio da
Conservação da Energia (Bernoulli), e da Equação
da Continuidade, chegar-se a uma equação geral
que represente o fluxo em regime permanente em
um meio incompressível, sem que haja contribuição
ou perda de água no interior do solo:

 h 2
h  h
2 2
Kx 2  K y 2  Kz 2  0
x y z
FLUXO BIDIMENSIONAL EM REGIME
PERMANENTE
• Para um fluxo bidimensional, em um meio homogêneo e
isotrópico esta equação se transforma na Equação de Laplace:

h h
2 2
 2 0
x 2
z
 Esta equação pode ser resolvida através dos seguintes métodos:
• MÉTODOS ANALÍTICOS
• MÉTODOS NUMÉRICOS 
• MÉTODOS FÍSICOS OU ANALÓGICOS
• MÉTODO GRÁFICO DA REDE DE FLUXO 
FLUXO BIDIMENSIONAL EM REGIME
PERMANENTE
 MÉTODOS ANALÍTICOS - Solução analítica da equação diferencial.
Simples apenas quando particularizada para fluxo unidireccional.
FLUXO BIDIMENSIONAL EM REGIME
PERMANENTE
 MÉTODOS NÚMERICOS
• Diferenças finitas (MDF)
• Elementos Finitos (MEF)

 MÉTODOS ANALÓGICOS
• Analogias – fluxo viscoso, fluxo elétrico e fluxo de calor.

 MODELOS REDUZIDOS
REDES DE FLUXO
• A rede de fluxo é a solução
h h
2 2
gráfica da equação de Laplace,
 2 0
composta de dois grupos de
curvas perpendiculares entre si
x 2
z
(linhas de fluxo e linhas
Equação de Laplace descreve
equipotenciais) formando matematicamente
quadrados curvilíneos. muitos fenômenos físicos de
grande importância prática
REDES DE FLUXO
• Linhas de fluxo são as
trajetórias das partículas de
água no maciço de solo. ∆h = Queda de Potencial

• Linhas equipotenciais, por sua Canal de Fluxo

a=b
vez, correspondem a linhas
de igual carga hidráulica total.
∆q

• Em todo problema de fluxo, há


b
Linha de Fluxo ∆q a

um número infinito de linhas


de fluxo e de linhas
equipotenciais. h1
h2
h1
h3
Equipotencial
h4
REDES DE FLUXO
• A escolha dessas linhas deve ser feita de forma
a serem obedecidas as seguintes propriedades
características das redes de fluxo:

• As linhas de fluxo traçadas devem determinar canais de fluxo


de mesma vazão;

• As linhas equipotenciais traçadas devem determinar faixas


de perda de potencial de igual valor.
traçado de
redes de fluxo
TRAÇADO DE REDES DE FLUXO
• O traçado da rede de fluxo consiste na determinação de um
conjunto de equipotenciais, igualmente intercaladas entre o
potencial de entrada e o de saída, e outro conjunto de linhas de
fluxo, intercaladas entre os limites da seção através da qual a água
percola.

• Este método gráfico, que tem como vantagens rapidez, economia


e conveniência para compreensão dos problemas pelo engenheiro,
pode ser usado para meios confinados e não confinados.

• Neste último caso, torna-se necessário definir-se previamente a


linha freática, ou seja a superfície livre na qual pressão na água é
igual à pressão atmosférica.
TRAÇADO DE REDES DE FLUXO
• As linhas de fluxo e equipotenciais são traçadas por tentativa e
erro, e devem obedecer as seguintes condições:
1. São normais entre si.

2. As malhas são geralmente quadrangulares (é possível inscrever um


círculo tangenciando os quatro lados da malha).

3. Todas as superfícies de entrada e saída d'água são equipotenciais.

4. Toda superfície impermeável é uma linha de fluxo.

5. As linhas freáticas (superfícies livres em contato com a pressão


atmosférica) terão em cada ponto, o potencial determinado pela
própria cota do ponto.

• Obedecendo-se as cinco regras acima, a solução é única,


independente da habilidade individual para o desenho.
CCR

Quadrado
curvilíneo

90º
solo

Impermeável
TRAÇADO DE REDES DE FLUXO
• Dado um elemento da rede de fluxo
A área da seção do canal de fluxo (considerando largura
unitária):
A = a .1
A área total:
Atotal = nf . A
onde:
nf = número de linhas de fluxo - 1
O comprimento L pode ser representado por:
L= nd . b
onde:
nd = número de equiponteciais – 1

A vazão é dada por


TRAÇADO DE REDES DE FLUXO
Se a rede de fluxo for traçada com malha quadrada (a=b)

K = coeficiente de permeabilidade.
RESUMINDO
• PASSOS NA OBTENÇÃO DE REDE DE FLUXO (MÉTODO
GRÁFICO DE FORCHHEIRMER)
• Definir as fronteiras do fluxo (condições de contorno);

• Traçar certos números de linhas de fluxo;

• Traças equipontecias formando elementos rectangulares na


relação a/b, em número compativél com o número de linhas
de fluxo e interceptando estas a 90º. Preferencialmente
busca-se malha quadrada (a/b=1)
RESUMINDO
• RECOMENDAÇÕES UTEIS
• Usar poucos canais de fluxo, mantendo seções quadradas (em geral 4 a 6
canais de fluxo são suficientes);

• Verificar sempre a ortoganilidade entre as curvas e a constância na relação


de lados;

• A rede deve ser analisada por inteiro. Não se deter em pequenos detalhes
enquanto a rede não esta refinada;

• Usar propiedades de simetria quando possível;

• As transições entre trechos retilíneos e curvos devem ser suaves.


EXEMPLOS DE REDES DE FLUXO
EXEMPLOS DE REDES DE FLUXO
EXEMPLOS DE REDES DE FLUXO
EXEMPLOS DE REDES DE FLUXO
EXEMPLOS DE REDES DE FLUXO
EXEMPLOS DE REDES DE FLUXO
EXEMPLO DE CÁLCULO
EXEMPLO DE CÁLCULO
EXEMPLO DE CÁLCULO
EXEMPLO DE CÁLCULO
Total Head
40

[m]
0.000

1.300

2.600

3.900 55.00
5.200
20

(73.47,(79.47,
15.40)15.40)
6.500

7.800

9.100

10.400
(0.00, 0.00) (73.47, 0.00) (92.49, 0.00) (128.47, 0.00) (200.00, 0.00)
0

11.700
A (95.000, -5.000) (119.300, -5.000)
13.000 C
(121.831, -9.749)
14.300 D
15.600
(95.000, 21.150)
-20

B
0.00055596 m3/s

(0.00, -40.00) (200.00, -40.00


-40

0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200

Q=5,5596x10-4 m³/s / m
EXEMPLO DE CÁLCULO 55.00

Total (73.47, 15.40)


(79.47, 15.40)
Hydraulic Gradient
0.000

0.150
10

0.300

0.450

0.600

0.750
(73.47, 0.00) (92.49, 0.00) (128.47, 0.00)
0

0.900

1.050 (95.000, -5.000) (119.300, -5.000)


A
1.200 C
0.173
1.350
(121.831, -9.749)
1.500
-10

D
1.650

1.800

(95.000, 21.150)
B
-20

0.160
0.00055596 m3/s
-30

40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150

iA=0,173
iB=0,160
55.00

EXEMPLO DE CÁLCULO 55.00

Pore Pressure (73.47, 15.40)


(79.47, 15.40)
[kPa]
-90.000

-30.000
10

30.000

90.000

150.000

210.000
(73.47, 0.00) (92.49, 0.00) (128.47, 0.00)
0

270.000

330.000 (95.000, -5.000) (119.300, -5.000)


A
390.000 C
134.619
450.000
(121.831, -9.749)
510.000
-10

D
570.000

630.000

(95.000, 21.150)
B
-20

284.165
0.00055596 m3/s
-30

40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150

uA=134,62kPa
uB=284,16kPa
EXEMPLO DE CÁLCULO (cut-off 10m)
Total Head
[m] 55.00
0.000

1.300

2.600
20

3.900

5.200

6.500

7.800

9.100
0

10.400
(95.000, -5.000) (119.300, -5.000)
11.700 A
7.622 C
13.000 (121.831, -9.749)

14.300 D

15.600
(95.000, 21.150)
B
-20

7.730
0.00049903 m3/s
-40

20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150 160 170 180 190

Q=4,9903x10-4 m³/s / m
EXEMPLO DE CÁLCULO (cut-off 10m) 55.00

Total
Hydraulic Gradient
0.000
10

0.500

1.000

1.500

2.000

2.500
0

3.000
(95.000, -5.000) (119.300, -5.000)
3.500 A
C
0.137
4.000
(121.831, -9.749)
4.500
-10

5.000 D

5.500

6.000
(95.000, 21.150)
B
-20

0.145
0.00049903 m3/s
-30

40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150

iA=0,137
iB=0,145
55.00

EXEMPLO DE CÁLCULO (cut-off 10m)


Pore Pressure
[kPa]
-90.000
10

-30.000

30.000

90.000

150.000

210.000
0

270.000
(95.000, -5.000) (119.300, -5.000)
330.000 A
C
123.921
390.000
(121.831, -9.749)
450.000
-10

510.000 D

570.000

630.000
(95.000, 21.150)
B
-20

275.073
0.00049903 m3/s
-30

40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150

uA=123,92kPa
uB=275,07kPa
PERCOLAÇÃO EM MEIOS ANISOTRÓPICOS
PERCOLAÇÃO EM MEIOS ANISOTRÓPICOS
PERCOLAÇÃO EM MEIOS ANISOTRÓPICOS
PERCOLAÇÃO EM MEIOS ANISOTRÓPICOS
Exemplo de rede de fluxo com condição de anisotropia e aplicação do
artifício de transformação de coordenadas.
PERCOLAÇÃO EM MEIOS ANISOTRÓPICOS

OBSERVAÇÕES:
PERCOLAÇÃO EM MEIOS ANISOTRÓPICOS
PERCOLAÇÃO EM MEIOS ANISOTRÓPICOS
Total Head
[m] 55.00
0.000
20

2.600

5.200

7.800
0

(95.000, -5.000) (119.300, -5.000)


10.400 A
8.558 C
(121.831, -9.749)
D
13.000

(95.000, 21.150)
-20

B
15.600 8.340
0.00036802 m3/s
-40

0 20 40 60 80 100 120 140 160 180


PERCOLAÇÃO EM MEIOS ESTRATIFICADOS
PERCOLAÇÃO EM MEIOS ESTRATIFICADOS
Fluxo Vertical (perpendicular às camadas)
PERCOLAÇÃO EM MEIOS ESTRATIFICADOS
PERCOLAÇÃO EM MEIOS ESTRATIFICADOS
PERCOLAÇÃO EM MEIOS ESTRATIFICADOS
Total Head 55.00
[m]
0.000

1.300
20

Material Name Color Model KS (m/s) K2/K1


2.600

3.900 Solo 1 Simple 1e-006 1

5.200 Material 2 Simple 1e-020 1


10

6.500 Solo 2 Simple 0.001 1

7.800 Solo 3 Simple 0.01 1

9.100
0

10.400 (95.000, -5.000)


A (119.300, -5.000)
11.700 7.805 C

13.000 (121.831, -9.749)


-10

D
14.300

15.600
(95.000, 21.150)
B
-20

7.802
5.6513e-005 m3/s
-30
-40

20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 130 140 150 160 170


SUBPRESSÃO EM ESTRUTURAS HIDRÁULICAS
Dentre os esforços atuantes em estruturas
hidráulicas, a determinação das pressões nas
fundações causadas pelo fluxo de água consiste em
um dos maiores problemas no que diz respeito a
estabilidade destas estruturas. Análises de
percolação bidimensionais em fundações de
barragens têm sido frequentemente realizadas
assumindo que o corpo da barragem é impermeável
e que o maciço de fundação é um meio homogêneo
e isotrópico.
SUBPRESSÃO EM ESTRUTURAS HIDRÁULICAS
SUBPRESSÃO EM ESTRUTURAS HIDRÁULICAS

Os principais esforços atuantes em uma barragem são os seguintes:


• O peso da barragem (esforço vertical);
• O peso resultante das águas, tanto a montante como a jusante do
corpo de concreto da barragem (esforço horizontal, e vertical
quando em contato com uma superfície inclinada);
• Sub-pressão proveniente da água;
• Esforços provocados pelas ondas do reservatório;
• Esforços provocados pelo gelo formado na superfície da água;
• Empuxo provocado pelo acumulo de material decantado;
• Esforços provenientes do atrito;
• Esforços proveniente de terremotos
SUBPRESSÃO EM ESTRUTURAS HIDRÁULICAS

Este esforço pode ser amenizado através da utilização de drenagens,


quando se usa drenagens o gráfico de distribuição das cargas mudam. O
gráfico se inicia com um valor igual à altura de água na face de
paramento em seguida ele decresce gradativamente até o ponto onde se
encontra a drenagem então sofre um alívio brusco de pressões e em
seguida continua a cair gradualmente.
SUBPRESSÃO EM ESTRUTURAS HIDRÁULICAS
(considerando a rede de fluxo)
150

Total Head
[m]
-17.500

-10.500
100

-3.500

3.500 ? ? ?

10.500 ? ?

17.500 ? ?
50

?
?
24.500
?
?
31.500 ?
? ?
38.500 ? 10
? 10
0

45.500 ? 10
60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 606060
? 1010 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
52.500

59.500
-50

66.500

0.0025184 m3/s
-100
-150

-250 -200 -150 -100 -50 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450
? ? ?

? ?
Pore Pressure
[kPa]
-700.000 ? ?
50

SUBPRESSÃO EM ESTRUTURAS HIDRÁULICAS


-500.000 ?
?
-300.000
?
-100.000 ?
25

(considerando a rede de fluxo)


100.000
?
300.000 ?
?
500.000 10
?
0

700.000 10
?
900.000 10
60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 ?
60 60 60 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10
1100.000
-25

1300.000 779.836 669.691 594.348 504.335 385.582


1500.000

1700.000
-50

0.0025184 m3/s
-75
-100

-75 -50 -25 0 25 50 75 100 125 150 175 200 225 250 275 300

Distância (m)
0 20 40 60 80 100
300

400

500
U (kPa)

600

700

800

900
SUBPRESSÃO EM ESTRUTURAS HIDRÁULICAS
(na prática)

Este esforço pode ser amenizado através da utilização de drenagens,


quando se usa drenagens o gráfico de distribuição das cargas mudam. O
gráfico se inicia com um valor igual à altura de água na face de
paramento em seguida ele decresce gradativamente até o ponto onde se
encontra a drenagem então sofre um alívio brusco de pressões e em
seguida continua a cair gradualmente.
SUBPRESSÃO EM ESTRUTURAS HIDRÁULICAS
(considerando a rede de fluxo)

40
140
240
u (kPa)

340
385.582
440
504.335
540
594.34
640
670
740
779.84
840
PIEZÔMETROS DE TUBO ABERTO

Unidade de leitura (pio)

Tubo PVC

Selo

Selo (Pelotas
de bentonita)
Filtro
INSTALAÇÃO

areia

5
1 2 3
BOLAS DE BENTONITA
INA - INDICADOR DE NA

Unidade de leitura (pio)

Selo (injeção)
Selo (Pelotas de
bentonita)

PVC perfurado

Bulbo de areia
EXEMPLOS DE OBRAS

SERRA DOS CAVALINHOS I – VACARIA/RS


MORRO CAPITÃO DO MATO – NOVA LIMA/MG
MINERAÇÃO SERRA GRANDE – CRIXÁS/GO
BARRAGEM DE FUNDÃO - Antes

Sela Tulipa
Reservatório
de rejeito

Fundão
Germano

Para Santarém
BARRAGEM DE FUNDÃO - Depois

Sela Tulipa

Rejeito

Fundão

Germano

Para Santarém
Mineradora “X” / MG
Polímero Agitador Enchimento

Bolsa, geossintético não tecido


EXERCICIOS
PROPOSTOS