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ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

CURSO DE PREGÃO
PRESENCIAL E ELETRÔNICO
PALESTRANTE: ALEXANDRE CAIRO

Características peculiares do pregão

Inversão das fases de habilitação e julgamento


das propostas
Possibilidade de renovação de lances virtuais
Ausência de Comissão de Licitação
Utilização de Tecnologia da Informação

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Características peculiares do pregão

Podem participar quaisquer pessoas,


independentemente de cadastro interno
É facultada ao administrador a escolha de
outra modalidade
Não há limite de valor para a adoção do
pregão
Bens e serviços comuns

Utilização do pregão. Obrigatoriedade ou faculdade?

Lei nº 10.520, de 2002


Art. 1º Para aquisição de bens e serviços comuns, poderá ser
adotada
a licitação na modalidade de pregão, que será regida por esta
Lei .

Parágrafo único. Consideram-se bens e serviços comuns, para


os fins
e efeitos deste artigo, aqueles cujos padrões de desempenho e
qualidade possam ser objetivamente definidos pelo edital, por
meio
de especificações usuais no mercado.

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Utilização do pregão. Obrigatoriedade ou faculdade?

Dec. Nº 3.555, de 2000

Art. 3º Os contratos celebrados pela União, para a aquisição de


bens
e serviços comuns, serão precedidos, prioritariamente, de
licitação
pública na modalidade de pregão, que se destina a garantir, por
meio
de disputa justa entre os interessados, a compra mais
econômica,
segura e eficiente.

Utilização do pregão.
Obrigatoriedade ou faculdade?
Dec. Nº 5.450, de 31/5/2005
Art. 4º Nas licitações para aquisição de bens e serviços comuns
será obrigatória a modalidade pregão, sendo preferencial a
utilização da sua forma eletrônica.
§ 1º O pregão deve ser utilizado na forma eletrônica, salvo nos
casos de comprovada inviabilidade, a ser justificada pela
autoridade competente.
§ 2º Na hipótese de aquisições por dispensa de licitação,
fundamentadas no inciso II do art. 24 da Lei nº 8.666, de 1993,
as unidades gestoras integrantes do SISG deverão adotar,
preferencialmente o sistema de cotação eletrônica, conforme
disposto na legislação vigente.

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TCU 26/2/2018
- Assunto: PREGÃO ELETRÔNICO. DOU de 26.2.2018, S. 1, p.
230.
- Ementa: 1.9. recomendar ao Município de Aparecida de
Goiânia/GO que, na ausência de justificativa satisfatória, utilize
o pregão eletrônico em detrimento da forma presencial para
aquisição de bens e serviços comuns com recursos federais,
em consonância com o Decreto 5.450/2005.
(itens 1.9, Acórdão nº 519/2018-2ª Câmara Relator: Ministra Ana Arraes).

PRINCÍPIOS

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PRINCÍPIOS
1
Legalidade
5
Publicidade
2 9
Impessoalidade Julgamento
6 Objetivo 12
Competitivi-
Probidade dade
Administrativa 10
3
Razoabi-
Moralidade
lidade 13
7 Vinculação ao
Eficiência Instrumento
4 11 Convocatório
Igualdade Proporcio-
8 nalidade
Economici-
dade

PREGÃO PRESENCIAL
CONCEITO LEGAL
DEC. 3.555, DE 2000

ART. 2º PREGÃO É A MODALIDADE DE LICITAÇÃO EM QUE A


DISPUTA PELO FORNECIMENTO DE BENS OU SERVIÇOS
COMUNS É FEITA EM SESSÃO PÚBLICA, POR MEIO DE
PROPOSTAS E LANCES VERBAIS

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PREGÃO NA FORMA ELETRÔNICA


CONCEITO LEGAL
Dec. Nº 5.450, de 31/5/2005

Art. 2º. O pregão na forma eletrônica, como modalidade de


licitação
do tipo menor preço, realizar-se-á quando a disputa pelo
fornecimento de bens ou serviços comuns for feita à distância
em
sessão pública, por meio de sistema que promova a
comunicação
pela Internet.

FLUXOGRAMA

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Resumo do procedimento comum ao Pregão nas Formas


Presencial e Eletrônica

FASE INTERNA
2 3
1
Definir o Justificar Restrições
Requisição
objeto à competição
Compra/Serviço

5
5 Verificar a disponibilidade
Elaborar Termo Orçamentária e a regra 4
de Referência Da LRF Estimar preço
(Critério de aceitabilidade)

5 5 5
Elaborar Minuta Elaborar Minuta Aprovação jurídica
de Contrato de Edital

Resumo do Procedimento do Pregão na Forma


Presencial
8
FASE EXTERNA Abrir a sessão
6
7
Publicar aviso 9
Efetuar o
do edital Verificar presença
credenciamento
ME/EPP

12 10
Selecionar 11 Receber:
lançadores Proceder ao exame -Declaração de habilitação
de conformidade
- Envelope de proposta

13
14 15
Proceder a fase
LC 123/06 Examinar a habilitação
de lances
do lançador-vencedor

7
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Resumo do Procedimento do Pregão na Forma


Presencial
19
FASE EXTERNA Disponibilizar
18 o processo
16 17 Questionar sobre o
LC 123 Negocia e interesse em recorrer:
Declarar o anotar na ata
vencedor

22 21 20
Julgar Recurso Receber as contra-razões Receber razões
do recursos do recurso

23 24
Adjudicar/ Convocar para
Homologar assinar contrato

Resumo do procedimento do Pregão na Forma


Eletrônica
FASE EXTERNA
08
06 07 Efetua-se a análise
Publicar aviso No dia e hora de aceitabilidade de
do edital Estabelecidos no edital propostas
entrar no sistema

11
Ao final, negociar 09
10
preço Administrar os lances
Abre a sessão de
lances

14
13
12 Habilitação do
Verificar o cumprimento da
Classifica as propostas licitante vencedor
LC 123/2006
LC 123

8
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Resumo do procedimento do Pregão na Forma


Eletrônica
FASE EXTERNA
17
15 Receber razões
16
Verificar intenções de recurso
Disponibilizar processo
de recursos

18
Receber contra
razões de recurso

19
21 20 Julgar recursos
Convocar p/ assinar contrato/
Adjudicar/Homologar
Instrumento equivalente

CONTRATAÇÃO POR INTERMÉDIO DA


CENTRAL DE COMPRAS DO GOVERNO
FEDERAL

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Central de Compras do Governo Federal


Dec. Nº 8.189, de 2014 – Anexo I
Art. 13. À Central de Compras e Contratações compete, no âmbito do Poder Executivo
federal:
(...)
§ 1º As licitações para aquisição e contratação de bens e serviços de uso em comum
pelos órgãos da administração direta do Poder Executivo serão efetuadas prioritariamente
por intermédio da Central de Compras e Contratações do Ministério do Planejamento,
Orçamento e Gestão.

§ 2º Será facultativa a participação das entidades da administração indireta do Poder


Executivo federal nos procedimentos de licitação e de contratação direta realizados pela
Central de Compras e Contratações.

§ 3º Ato do Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão definirá os bens


e serviços de uso comum cuja licitação ou procedimentos de contratação direta serão
atribuídos exclusivamente à Central de Compras e Contratações do Ministério do
Planejamento, Orçamento e Gestão.

§ 4º A centralização das licitações e da instrução dos processos de aquisição e


contratação direta será implantada de forma gradual.

Sistema de Planejamento e Gerenciamento de


Contratações e sobre a elaboração do Plano Anual de
Contratações
IN Nº 1, de 29 DE MARÇO DE 2018 - MP
Art. 1° Esta Instrução Normativa dispõe sobre o Sistema de Planejamento e
Gerenciamento de Contratações - PGC e sobre a elaboração do Plano Anual de
Contratações públicas de bens, serviços, obras e soluções de tecnologia da
informação e comunicações no âmbito da Administração Pública federal direta,
autárquica e fundacional.
Seção I Das disposições gerais
Art. 2° O Sistema PGC constitui a ferramenta informatizada disponibilizada
pela Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e
Gestão para elaboração dos Planos Anuais de Contratações pelas UASG.
Parágrafo único. O Sistema PGC pode ser acessado no endereço eletrônico
https://pgc.planejamento.gov.br.
Art. 3° Cada UASG deverá elaborar anualmente o respectivo Plano Anual de
Contratações, contendo todos os itens que pretende contratar no exercício
subsequente.

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FASE INTERNA

Documentos que devem constar no


processo licitatório (formalização
do procedimento)

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Documentos que devem constar nos


processos licitatórios

Lei Nº 10.520, de 2002

Art. 8º Os atos essenciais do pregão, inclusive os decorrentes de


meios
eletrônicos, serão documentados no processo respectivo, com
vistas à
aferição de sua regularidade pelos agentes de controle, nos
termos do
regimento previsto no § 2º do Art. 1º.

Documentos que devem constar nos


processos licitatórios
Dec. Nº 5.450, de 2005
Art. 30 ......................................................................................................

§ 1º O processo licitatório poderá ser realizado por meio de


sistema eletrônico, sendo que os atos e documentos referidos neste
artigo constantes dos arquivos e registros digitais serão válidos para
todos os efeitos legais, inclusive para comprovação e prestação de
contas.
§ 2º Os arquivos e registros digitais, relativos ao processo licitatório,
deverão permanecer à disposição das autoridades internas e externas.

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Documentos que devem constar nos


processos licitatórios

Exigências decorrentes dos incisos I a III do art.


3º da Lei nº 10.520, de 2002. Justificativa para:
a) necessidade da contratação;
b) exigências de habilitação;
c) critérios de aceitabilidade das propostas;
d) sanções por inadimplemento e das cláusulas
contratuais;

Documentos que devem constar nos


processos licitatórios

Exigências decorrentes do art. 21 do Decreto nº


3.555, de 2000 e Art. 30 do Decreto nº 5.450, de
31 de maio de 2005 :
a) justificativa da contratação;
b) termo de referência;
c) planilha de custos;
d) garantia de reserva orçamentária como
indicação das respectivas rubricas;

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Documentos que devem constar nos


processos licitatórios
Exigências decorrentes do art. 21 do Decreto nº
3.555, de 2000 e Art. 30 do Decreto nº 5.450, de
31 de maio de 2005 :
e) autorização de abertura da licitação;
f) designação do pregoeiro e equipe de apoio;
g) parecer jurídico;
h) edital e seus anexos, quando for o caso;
i) minuta do termo do contrato ou instrumento
equivalente, conforme o caso;

Documentos que devem constar nos


processos licitatórios
Exigências decorrentes do art. 21 do Decreto nº
3.555, de 2000 e Art. 30 do Decreto nº 5.450, de
31 de maio de 2005 :
j) originais das propostas escritas, da
documentação de habilitação analisada e dos
documentos que a instruem (Presencial);
k) ata da sessão do pregão contendo licitantes
participantes, propostas apresentadas, lances
ofertados na ordem de classificação,
aceitabilidade da proposta de preço, habilitação
e recursos interpostos com respectivas análises
e decisões.

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Documentos que devem constar nos


processos licitatórios

Exigências decorrentes do art. 21 do Decreto nº


3.555, de 2000 e Art. 30 do Decreto nº 5.450, de
31 de maio de 2005:
l) comprovantes da publicação do aviso do
edital, do resultado da licitação, do extrato do
contrato e demais atos relativos à publicidade
do certame ;
OBS: cuidado com as publicações de leis na
Internet.

Documentos que devem constar nos


processos licitatórios

Exigência decorrente do art. 16 da Lei de


Responsabilidade Fiscal:
Declaração do ordenador de despesa de
que o gasto tem adequação orçamentária
e financeira com a lei orçamentária anual
e compatibilidade com o plano plurianual e
com a lei de diretrizes orçamentárias

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ORÇAMENTO
Lei de Responsabilidade Fiscal
LC Nº 101, de 2000
Art. 16. (...)
(...)
§ 4º As normas do caput constituem condição
prévia para:

I – empenho e licitação de serviços, fornecimento


de bens ou execução de obras;

II – desapropriação de imóveis urbanos a que se


refere o § 3º do art. 182 da Constituição.

ON AGU Nº 52, DE 25/4/2014


Ementa:

"AS DESPESAS ORDINÁRIAS E ROTINEIRAS DA


ADMINISTRAÇÃO, JÁ PREVISTAS NO ORÇAMENTO E
DESTINADAS À MANUTENÇÃO DAS AÇÕES
GOVERNAMENTAIS PREEXISTENTES, DISPENSAM AS
EXIGÊNCIAS PREVISTAS NOS INCISOS I E II DO ART. 16
DA LEI COMPLEMENTAR Nº 101, DE 2000".

16
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ORÇAMENTO
Lei de Responsabilidade Fiscal
LC Nº 101, de 2000
Art. 16. (...)
(...)

§ 3º Ressalva-se do disposto neste


artigo a despesa considerada
irrelevante, nos termos em que dispuser
a lei de diretrizes orçamentárias.

Dec. Nº 9.412, de 18/6/2018


Art. 1º Os valores estabelecidos nos incisos I e II do caput do
art. 23 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, ficam
atualizados nos seguintes termos:
I - para obras e serviços de engenharia:
a) na modalidade convite - até R$ 330.000,00 (trezentos e
trinta mil reais);
b) na modalidade tomada de preços - até R$ 3.300.000,00
(três milhões e trezentos mil reais); e
c) na modalidade concorrência - acima de R$ 3.300.000,00
(três milhões e trezentos mil reais); e
II - para compras e serviços não incluídos no inciso I:
a) na modalidade convite - até R$ 176.000,00 (cento e
setenta e seis mil reais);
b) na modalidade tomada de preços - até R$ 1.430.000,00
(um milhão, quatrocentos e trinta mil reais); e
c) na modalidade concorrência - acima de R$ 1.430.000,00
(um milhão, quatrocentos e trinta mil reais).

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Dec. Nº 5.504, de 2005


Art. 1o Os instrumentos de formalização, renovação ou aditamento de
convênios, instrumentos congêneres ou de consórcios públicos que envolvam
repasse voluntário de recursos públicos da União deverão conter cláusula que
determine que as obras, compras, serviços e alienações a serem realizadas por
entes públicos ou privados, com os recursos ou bens repassados
voluntariamente pela União, sejam contratadas mediante processo de licitação
pública, de acordo com o estabelecido na legislação federal pertinente.
§ 1o Nas licitações realizadas com a utilização de recursos repassados
nos termos do caput, para aquisição de bens e serviços comuns, será
obrigatório o emprego da modalidade pregão, nos termos da Lei no 10.520, de
17 de julho de 2002, e do regulamento previsto no Decreto no 5.450, de 31 de
maio de 2005, sendo preferencial a utilização de sua forma eletrônica, de
acordo com cronograma a ser definido em instrução complementar.
§ 2o A inviabilidade da utilização do pregão na forma eletrônica deverá
ser devidamente justificada pelo dirigente ou autoridade competente.
§ 3o Os órgãos, entes e entidades privadas sem fins lucrativos,
convenentes ou consorciadas com a União, poderão utilizar sistemas de
pregão eletrônico próprios ou de terceiros.
(...)
§ 5o Aplica-se o disposto neste artigo às entidades qualificadas como
Organizações Sociais, na forma da Lei no 9.637, de 15 de maio de 1998, e às
entidades qualificadas como Organizações da Sociedade Civil de Interesse
Público, na forma da Lei no 9.790, de 23 de março de 1999, relativamente aos
recursos por elas administrados oriundos de repasses da União, em face dos
respectivos contratos de gestão ou termos de parceria.

TCU 12/12/2013
- Assunto: PREGÃO. DOU de 29.05.2013, S. 1, p. 158.
Ementa:
recomendação a uma prefeitura municipal no sentido de que,
em caso de utilização de recursos provenientes de
transferências voluntárias de recursos mediante convênios,
contratos de repasse ou outros instrumentos congêneres,
utilize, como regra, a modalidade pregão, em sua forma
eletrônica, para aquisição de bens e serviços comuns,
empregando o pregão presencial exclusivamente quando
inquestionável a excepcionalidade prevista no art. 4º, § 1º,
do Decreto nº 5.450/2005, devidamente justificada no
procedimento licitatório (item 9.4.9, TC-016.353/2011-0,
Acórdão nº 3.131/2013-1ª Câmara).

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DESIGNAÇÃO DO PREGOEIRO

Dec. Nº 3.555, de 2000

Art. 7º............................................
PARÁGRAFO ÚNICO. SOMENTE
PODERÁ ATUAR COMO PREGOEIRO O
SERVIDOR QUE TENHA REALIZADO
CAPACITAÇÃO ESPECÍFICA PARA
EXERCER A ATRIBUIÇÃO.

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Dec. Nº 5.450, de 2005

Art. 10º............................................
§ 4º SOMENTE PODERÁ EXERCER A
FUNÇÃO DE PREGOEIRO O SERVIDOR
OU O MILITAR QUE REÚNA
QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL E
PERFIL ADEQUADOS, AFERIDOS PELA
AUTORIDADE COMPETENTE.

REMUNERAÇÃO DO PREGOEIRO E
DA EQUIPE DE APOIO

Dec. Nº 31.863, de 2002 - RJ

Art. 7º.....................................................................................................

§ 5º - O pregoeiro, a equipe de apoio e o representante SUPRIM/SARE


perceberão, por reunião realizada, gratificação conforme discriminado
abaixo.

FUNÇÃO/GRATIFICAÇÃO

a) pregoeiro e representante SUPRIM 2/10 do símbolo DAS-10

b) equipe de apoio 2/10 do símbolo DAS-9

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QUEM PODERÁ SER DESIGNADO PARA


PREGOEIRO

Dec. Nº 5.450, de 2005


Art. 10 As designações do pregoeiro e da equipe de apoio devem recair
nos servidores do órgão ou entidade promotora da licitação, ou de órgão
ou entidade integrante do SISG.

§ 1º A equipe de apoio deverá ser integrada, em sua maioria, por


Servidores ocupantes de cargo efetivo ou emprego da administração pública,
pertencentes, preferencialmente, ao quadro permanente do órgão ou entidade
promotora da licitação.

§ 2º No âmbito do Ministério da Defesa, as funções de pregoeiro e de membro


da equipe de apoio poderão ser desempenhadas por militares.

MANDATO
§ 3º A designação do pregoeiro, a critério da autoridade competente, poderá
ocorrer para período de um ano, admitindo-se reconduções, ou para licitação
específica.

TCU 25/6/2013
- Assuntos: LICITAÇÕES e SEGREGAÇÃO DE FUNÇÕES.
DOU de 25.06.2013, S. 1, p. 78. Ementa: recomendação ao
Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC) no sentido de
que:
- b) implemente políticas e procedimentos formalizados que
estabeleçam a separação entre funções e atividades
consideradas incompatíveis, atentando também para que os
servidores responsáveis pela realização da despesa ou pela
solicitação da aquisição/prestação de serviços, não
participem como membros de comissões instituídas para
licitar, inclusive pregoeiro e equipe de apoio e como
responsáveis pelo recebimento e atesto de bens e serviços
ou de inventários físicos, em obediência ao princípio da
segregação de funções (itens 9.2.4 e 9.2.6, TC-010.126/2012-0,
Acórdão nº 1.543/2013-Plenário).

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TCU 12/12/2013
- Assunto: PREGÃO ELETRÔNICO. DOU de 12.12.2013, S. 1,
p. 148. Ementa: o TCU deu ciência à Universidade Federal
Fluminense sobre as seguintes impropriedades: a) a previsão,
ao pregoeiro, da responsabilidade pela elaboração do edital
cumulativamente às atribuições de sua estrita competência,
identificada em pregão eletrônico, afrontando o princípio de
segregação de funções adequado à condução do pregão,
inclusive o eletrônico.
(itens 9.4.1 a 9.4.8, TC-016.462/2013-0, Acórdão nº 3.381/2013-Plenário).

TCU 21/09/2016
- Assuntos: AUDITORIA, PARECER JURÍDICO e SEGREGAÇÃO
DE FUNÇÕES. DOU de 21.09.2016, S. 1, p. 81. Ementa:
recomendação ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no sentido
de que: a) oriente as organizações sob sua esfera de atuação
para que as atividades de emissão de pareceres em processos de
contratação sejam realizadas por unidade diversa daquela na qual
atue a auditoria interna, de modo que não se configure ato de
cogestão e se observe o princípio da segregação das funções; b)
promova a revisão dos marcos normativos que preveem
atividades de cogestão para a auditoria interna, a exemplo da
Resolução/CNJ nº 114/2010 (art. 12, parágrafo único; art. 21, art.
26, parágrafo único; e art. 32, parágrafo único), da Portaria/CNJ nº
97/2011 (art. 5º, inciso II) e da IN nº 44/2012 (art. 10, §§ 1º e 3º)
(itens 9.2.1 e 9.2.2, TC-020.145/2015-2, Acórdão nº 2.339/2016-
Plenário).

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RESPONSABILIZAÇÃO DO AGENTE PÚBLICO

Lei. Nº 13.655, de 25/4/2018


Art. 22. Na interpretação de normas sobre gestão pública, serão
considerados os obstáculos e as dificuldades reais do gestor e as
exigências das políticas públicas a seu cargo, sem prejuízo dos direitos
dos administrados.
§ 1º Em decisão sobre regularidade de conduta ou validade de ato,
contrato, ajuste, processo ou norma administrativa, serão
consideradas as circunstâncias práticas que houverem imposto,
limitado ou condicionado a ação do agente.
§ 2º Na aplicação de sanções, serão consideradas a natureza e a
gravidade da infração cometida, os danos que dela provierem para a
administração pública, as circunstâncias agravantes ou atenuantes e
os antecedentes do agente.
§ 3º As sanções aplicadas ao agente serão levadas em conta na
dosimetria das demais sanções de mesma natureza e relativas ao
mesmo fato.”

PERFIL DO PREGOEIRO

CAPACIDADE DE LIDERANÇA;
DOMÍNIO DA LEGISLAÇÃO E DO PROCESSO
LICITATÓRIO;
AGIR E DECIDIR COM RAPIDEZ, HABILIDADE E
SABEDORIA;
EQUILÍBRIO E CONTROLE EMOCIONAL;
SEGURANÇA, SERIEDADE E TRANSPARÊNCIA
NA CONDUÇÃO DOS TRABALHOS;

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PERFIL DO PREGOEIRO

TER FAMILIARIDADE COM A INFORMÁTICA;


SABER LIDAR COM CRÍTICAS;
DEVE MAXIMIZAR RESULTADOS EM TERMOS
DE CUSTO, PRAZOS E QUALIDADE;
OBSERVAR OS PRINCÍPIOS DA INTEGRIDADE,
DA HONESTIDADE E DA RESPONSABILIDADE;
CAPACIDADE DE NEGOCIAÇÃO;
OBTER O RESULTADO QUE PROCURA SEM
CRIAR UM CLIMA DE GUERRA.

NEGOCIAÇÃO
Art. 4º, XVII – O pregoeiro poderá negociar para obter melhor
preço

“PÉROLA”
“O Pregoeiro promoverá a negociação até que esgote
todas as suas forças e a resistência do licitante, e sob
hipótese alguma divulgará os valores de referência,
que manterá em sigilo, guardado a 7 chaves, sob pena
de responsabilização pela má negociação”

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TCU 03/4/2014
Assunto: PREGÃO. DOU de 03.04.2014, S. 1, p. 119.
Ementa: o TCU cientificou a Universidade Federal de Juiz
de Fora que:

a) constitui poder-dever da Administração a tentativa de


negociação para reduzir o preço final, conforme previsto
no art. 24, § 8º, do Decreto nº 5.450/2005, tendo em vista a
maximização do interesse público em obter-se a proposta
mais vantajosa (itens 9.3.1 e 9.3.2, TC-021.404/2013-5,
Acórdão nº 694/2014-Plenário).

ATRIBUIÇÕES DO PREGOEIRO/
COORDENADOR

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ATRIBUIÇÕES DO PREGOEIRO
(Art. 11 do Dec. 5.450, de 2005)
Processo
1 . Coordenar Licitatório

Impugnações
2 . Receber, Examinar
Consultas
e Decidir
Sessão pública na
3 . Conduzir
Internet

Conformidade da
4. Verificar proposta com o
Edital

5. Dirigir Etapa de Lances

ATRIBUIÇÕES DO PREGOEIRO
(Art. 11 do Dec. 5.450, de 2005)
Condições de
6 . Verificar e Julgar Habilitação

7 . Receber, Examinar Recursos

e Decidir
Vencedor do
8 . Indicar certame

9. Adjudicar Quando não houver


recursos

10. Conduzir Equipe de Apoio

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ATRIBUIÇÕES DO PREGOEIRO
(Art. 11 do Dec. 5.450, de 2005)

Para a autoridade
11 . Encaminhamento do
superior propondo
processo Instruído
a homologação

ATRIBUIÇÕES DA AUTORIDADE
COMPETENTE/REPRESENTANTE
DO COMPRADOR

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ATRIBUIÇÕES DA AUTORIDADE COMPETENTE

ABERTURA
DETERMINAR
LICITAÇÃO

SERVIDORES
DO ÓRGÃO
DESIGNAR O
ENTIDADE
PREGOEIRO E
PROMOTORA
EQUIPE DE APOIO DA LICITAÇÃO OU
INTEGRANTES DO
SISG

ATRIBUIÇÕES DA AUTORIDADE
COMPETENTE

JUSTIFICAR A NECESSIDADE DA AQUISIÇÃO

DEFINIR OBJETO E VALOR (ESTIMADO EM PLANILHA)

OS CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO DAS PROPOSTAS


AS EXIGÊNCIAS DE HABILITAÇÃO
ESTABELECER
AS SANÇÕES POR INADIMPLEMENTO
AS CLAÚSULAS DO CONTRATO

APROVAR TERMO DE REFERÊNCIA

28
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

ATRIBUIÇÕES DA AUTORIDADE
COMPETENTE
Disponibilidade Orçamentária, observando o
INFORMAR que consta nos Arts. 15, 16 e 17 LC nº 101, de
04/05/2001 c/c Art. 19 do Dec. Nº 3.555/2000

DECIDIR RECUROS CONTRA ATOS DO PREGOEIRO


QUANTO ESTE MANTIVER SUA DECISÃO

ADJUDICAR O OBJETO QUANDO HOUVER RECURSO

HOMOLOGAR RESULTADO DA LICITAÇÃO

INDICAR O PROVEDOR DO SISTEMA


INDICAR No eletrônico

ELETRÔNICO

PROVIDENCIAR O CREDENCIAMENTO DO PREGOEIRO


No eletrônico
E DA EQUIPE DE APOIO

OBJETO

29
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

DEFINIÇÃO DO OBJETO
“Pérola encontrada
pelas Secretarias”
“O caso das galinhas
e os escorpiões”

http://www.batebyte.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.
php?conteudo=424

OBJETO
Dec. Nº 5.450, de 2005

Art. 9º Na fase preparatória do pregão, na forma eletrônica, será


observado o seguinte:
I – Elaboração de termo de referência pelo órgão requisitante, com
indicação do objeto de forma precisa, suficiente e clara, vedadas
especificações que, por excessivas, irrelevantes ou desnecessárias,
limitem ou frustrem a competição ou a sua realização.

30
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

DEFINIÇÃO DO OBJETO
“Pérola encontrada”
“Esta licitação pretende a desobstrução de tudo
o que estiver entupido na Administração, que
pode ser feita com aparelhos próprios,
maquinário apropriado utilizado por técnicos de
mão de obra especializada, ferros apropriados
ou até mesmo com as mãos, desde que sejam
utilizados luvas e todos os apetrechos
necessários para a segurança do pobre do
trabalhador”.

TCU/ 2012
- Assuntos: EXIGÊNCIAS. MOMENTO OPORTUNO.
Ementa: o TCU editou a súmula nº 272/2012 contendo o
seguinte:
SÚMULA Nº 272/2012

No edital de licitação, é vedada a inclusão de exigências


de habilitação e de quesitos de pontuação técnica para
cujo atendimento os licitantes tenham de incorrer em
custos que não sejam necessários anteriormente à
celebração do contrato.

31
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 29/09/2017
- Assunto: LICITAÇÕES. RESTRIÇÃO À COMPETITIVIDADE e CRITÉRIO
GEOGRÁFICO DOU de 29.09.2017, S. 1, p. 161/162..
Ementa: o TCU deu ciência ao Instituto Nacional de
Cardiologia acerca das exigências contidas, (...), quanto à
especificação de registros na cidade do Rio de Janeiro, as
quais representam um fator restritivo à participação de
empresas sediadas em outros estados, que pretendam
apresentar sua proposta e executar o serviço,
prejudicando o interesse coletivo e diminuindo a chance
de a Administração obter a melhor proposta;
(item 1.6.1, TC-024.739/2017-0, Acórdão nº 8626/2017-TCU
– 2ª Câmara).

TCU 05/09/2016
- Assunto: LICITAÇÕES. DOU de 05.09.2016, S. 1, p. 93. Ementa:
o TCU deu ciência à Prefeitura Municipal de Cafarnaum/BA,
acerca das seguintes ocorrências, a fim de que sejam adotadas
providências com vistas a inibir a nova ocorrência de falhas da
espécie em futuros certames patrocinados com recursos
federais: (...) d) a vistoria ao local das obras somente deve ser
exigida quando imprescindível ao cumprimento adequado das
obrigações contratuais, o que deve ser justificado e
demonstrado pela Administração no processo de licitação,
devendo, de qualquer forma, o edital prever a possibilidade de
substituição do atestado de visita técnica por declaração do
responsável técnico de que possui pleno conhecimento do
objeto, conforme Acórdãos nºs 983/2008-P, 2.395/2010-P,
2.990/2010-P, 1.842/2013-P, 2.913/2014-P, 234/2015-P e 372/2015-P
(alíneas “b.1” a “b.4”, TC-015.121/2016-0, Acórdão nº 5.611/2016-
1ª Câmara).

32
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 15/08/2018
Assunto: Licitações por itens e lotes. DOU de 15.08.2018.
9.1. determinar ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e
Gestão, com fundamento nos incisos I e VI do art. 16 do Anexo I do
Decreto 9.035/2017, que:
9.1.1. expeça orientação às unidades administrativas sob sua jurisdição,
sem prejuízo da adoção de outras ações que considerar necessárias,
esclarecendo sobre o entendimento firmado nos Acórdãos 2.977/2012-
TCU-Plenário, 2.695/2013-TCU-Plenário, 343/2014-TCU-Plenário,
4.205/2014-TCU-1ª Câmara, 757/2015-TCU-Plenário, 588/2016-TCU-
Plenário, 2.901/2016-TCU-Plenário, 3.081/2016-TCU-Plenário e 1.347/2018-
TCU-Plenário, bem como na presente decisão, no sentido de que, no
âmbito de licitações realizadas sob a modelagem de aquisição por preço
global de grupo de itens, somente é admitida a aquisição da totalidade
dos itens de grupo, respeitadas as proporções de quantitativos definidos
no certame, ou de item isolado para o qual o preço unitário adjudicado ao
vencedor seja o menor preço válido ofertado para o mesmo item na fase
de lances, constituindo, portanto, irregularidade a aquisição (emissão de
empenho) de subconjunto de itens de grupo adjudicado por preço global
para os quais o preço unitário adjudicado ao vencedor do lote não for o
menor lance válido ofertado na disputa relativa ao item; (Continua)

TCU 15/08/2018
Assunto: Licitações por itens e lotes. DOU de 15.08.2018.
(Continuação)

9.1.2. na qualidade de gestor do Siasg, avalie os apontamentos


relacionados à aquisição isolada de itens em desacordo com a
jurisprudência do TCU e formule, no prazo de 120 (cento e
vinte) dias, plano de ação visando à definição e à
implementação, nos módulos relacionados à gestão de atas de
registros de preços e à efetivação de empenhos, de solução
destinada a impedir a aquisição (emissão de empenho) de
subconjunto de itens de grupo adjudicado por preço global
para os quais o preço unitário adjudicado ao vencedor do lote
não for o menor lance válido ofertado na disputa relativa ao
item; (Acórdão nº 1.872/2018-Plenário – Relator Vital do Rêgo).

33
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TERMO DE REFERÊNCIA
(COM ESPECIFICAÇÃO CLARA E PRECISA)
(elaborado pelo Requisitante em conjunto com a área de compras,
conforme especificações de mercado Art. 9º, § 2º do Dec. 5.450, 2005).

ELEMENTOS

PLANILHA DE CUSTO • DEFINIÇÃO DO OBJETO


• VALOR ESTIMADO DE ACORDO
COM OPREÇOS DE MERCADO
• CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO DO
OBJETO
• DEVERES DO CONTRATADO
• PROCEDIMENTOS DE
ORÇAMENTO PREÇOS
FISCALIZAÇÃO
DETALHADO PRATICADOS NO
• PRAZO DE EXECUÇÃO DO
MERCADO
CONTRATO
• SANÇÕES

DEFINIÇÃO DO OBJETO

RESTRIÇÕES ADMITIDAS

*Segurança;

*Funcionalidade e Adequação ao interesse público;

*Economia; Execução/ Conservação/ Operação

*Possibilidade de emprego de mão-de-obra, materiais, tecnologia


e matérias-primas existentes no local para execução, conservação
e operação.

34
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

DEFINIÇÃO DO OBJETO

RESTRIÇÕES ADMITIDAS

*Durabilidade; *Saúde
*Atendimento de normas técnicas *Segurança do trabalho
*Impacto ambiental

*Padronização;
*Compatibilidade de especificações técnicas, inclusive
regras de ergonomia;
* Desempenho Manutenção;
Assistência técnica;
*Condições Garantia;
Guarda e armazenamento

BENS E SERVIÇOS COMUNS

CONCEITO LEGAL
Lei Nº 10.520, de 2002
Parágrafo único do Art. 1º - Consideram-se
bens e serviços comuns, para os fins e efeitos
deste artigo, aqueles cujos padrões de
desempenho e qualidade possam ser
objetivamente definidos pelo edital, por meio
de especificações usuais no mercado

35
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Dec. Nº 5.450, de 2005


Art. 2º - O pregão, na forma eletrônica, como modalidade de
licitação do tipo menor preço, realizar-se-á quando a disputa
pelo fornecimento de bens ou serviços comuns for feita à
distância em sessão pública, por meio de sistema que promova a
comunicação pela Internet.

§1º Consideram-se bens e serviços comuns, aqueles cujos


padrões de desempenho e qualidade possam ser objetivamente
definidos pelo edital, por meio de especificações usuais do
mercado.

ON AGU Nº 54, DE 25/4/2014


Ementa:
"COMPETE AO AGENTE OU SETOR TÉCNICO DA
ADMINISTRAÇÃO DECLARAR QUE O OBJETO
LICITATÓRIO É DE NATUREZA COMUM PARA EFEITO
DE UTILIZAÇÃO DA MODALIDADE PREGÃO E DEFINIR
SE O OBJETO CORRESPONDE A OBRA OU SERVIÇO
DE ENGENHARIA, SENDO ATRIBUIÇÃO DO ÓRGÃO
JURÍDICO ANALISAR O DEVIDO ENQUADRAMENTO DA
MODALIDADE LICITATÓRIA APLICÁVEL."

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ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

AQUISIÇÃO DE BENS DE INFORMÁTICA

BENS DE
INFORMÁTICA
Artigo 3º da
DEVERÃO COMPROVAR Lei nº 8.248 de
TER HAVIDO 1991;
INVESTIMENTO
Base
Lei nº 10.176, de
Legal: 2001
TECNOLÓGICO NO PAÍS
Decreto nº 7.174
de 2010.
Incentivo de isenção do IPI - para quem demonstre ter
investido em pesquisa e desenvolvimento tecnológico
Decreto nº 3.800, de 20 de abril de 2001

Lei. Nº 8.248, de 1991

Art. 3º - Os órgãos e entidades da Administração Pública Federal, direta


ou indireta, as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público e as
demais organizações sob o controle direto ou indireto da União darão
preferência, nas aquisições de bens e serviços de informática e automação,
observada a seguinte ordem:
I – bens e serviços com tecnologia desenvolvida no País;
II – bens e serviços produzidos de acordo com o processo produtivo básico,
na forma a ser definida pelo Poder Executivo

Art. 4 º - As empresas de desenvolvimento ou produção de bens e serviços


de informática e automação que investirem em atividades de pesquisa e
desenvolvimento em tecnologia da informação farão jus aos benefícios de
que trata a Lei nº 8.191, de 11 de junho de 1991.

37
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Lei. Nº 11.077, de 2004


Art. 1o Os arts. 3o, 4o, 9o, 11 e 16-A da Lei no 8.248, de 23 de outubro
de 1991, passam a vigorar com as seguintes alterações:

"Art. 3o
..............................................................................................................

§ 3o A aquisição de bens e serviços de informática e automação,


considerados como bens e serviços comuns nos termos do parágrafo
único do art. 1o da Lei no 10.520, de 17 de julho de 2002, poderá ser
realizada na modalidade pregão, restrita às empresas que cumpram o
Processo Produtivo Básico nos termos desta Lei e da Lei no 8.387, de
30 de dezembro de 1991." (NR)

Decreto-Lei. Nº 288, de 1967


“Art. 7o ..............................................................................................................

§ 8o Para os efeitos deste artigo, consideram-se: (incluído pela Lei nº


8.387, de 30.12.91)

a) produtos industrializados os resultantes das operações de


transformação, beneficiamento, montagem e recondicionamento,
como definidas na legislação de regência do Imposto sobre Produtos
Industrializados;
b) processo produtivo básico é o conjunto mínimo de operações, no
estabelecimento fabril, que caracteriza a efetiva industrialização de
determinado produto.”

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ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Portaria MDIC Nº 950, de 12/12/2006

Art. 1º Para os fins do disposto no art. 3º, inciso I, da Lei nº 8.248, de 23 de


outubro de 1991, e no Decreto nº 5.906, de 26 de setembro de 2006, consideram-
se bens ou produtos desenvolvidos no País os bens de informática e automação
de que trata o art. 2º do referido Decreto, que atendam às especificações,
normas e padrões adotados pela legislação brasileira e cujas especificações,
projetos e desenvolvimentos tenham sido realizados no País, por técnicos de
comprovado conhecimento em tais atividades, residentes e domiciliados no
Brasil.
Art. 2º Para comprovar que um determinado produto ou bem de informática
ou automação atende às condições a que se refere o art. 1º desta Portaria, a
empresa interessada deverá encaminhar ao Ministério da Ciência e Tecnologia
- MCT requerimento de Reconhecimento da Condição de Bem Desenvolvido no
País, devidamente instruído com as seguintes informações:

TCU 23/12/2005
Assunto: PRODUTO DE INFORMÁTICA. DOU de 23.12.2005,
S. 1, p. 209.
Ementa: o TCU alterou a parte dispositiva do Acórdão nº
1.707/2005-TCU- Plenário para os seguintes termos:
a) conhecer da consulta para respondê-la no sentido de que não é
juridicamente possível afastar a aplicação da regra de preferência
de que trata o art. 3º da Lei nº 8.248/91, alterado pelas Leis nºs
10.176/2001 e 11.077/2004, nos procedimentos licitatórios
realizados sob a modalidade Pregão, cujo objeto seja o
fornecimento de bens e serviços comuns de informática e
automação, assim definidos pelo art. 1º, parágrafo único, da Lei nº
10.520/2002, estando essas licitações
franqueadas a todos os interessados, independentemente de
desenvolverem bens e produtos com tecnologia nacional e
cumprirem o Processo Produtivo Básico, definido pela Lei n.º
8.387, de 30 de dezembro de 1991;

39
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 23/12/2005
b) esclarecer ao Consulente que é juridicamente
possível a aquisição de bens e serviços comuns de
informática e automação nas contratações realizadas
por intermédio da modalidade Pregão, mesmo nas
hipóteses em que não seja tecnicamente viável a
aplicação da regra da preferência a que alude o art. 3º
da Lei nº 8.248/1991, com redação alterada pelas Leis
nºs 10.176/2001 e 11.077/2004, vale dizer, nas situações
em que não haja licitantes que possam fornecer produto
ou serviço com tecnologia desenvolvida no País ou não
cumpram o Processo Produtivo Básico, assim definido
pela Lei nº 8.387/1991;
(item 9.2, TC-012.986/2004-0, Acórdão nº 2.138/2005-TCU-
Plenário).

Dec. Nº 7.174, de 12/5/2010

Art. 5o Será assegurada preferência na contratação, nos termos do


disposto no art. 3º da Lei nº 8.248, de 1991, para fornecedores de bens
e serviços, observada a seguinte ordem:

I - bens e serviços com tecnologia desenvolvida no País e produzidos


de acordo com o Processo Produtivo Básico (PPB), na forma definida
pelo Poder Executivo Federal;
II - bens e serviços com tecnologia desenvolvida no País; e
III - bens e serviços produzidos de acordo com o PPB, na forma
definida pelo Poder Executivo Federal.

Parágrafo único. As microempresas e empresas de pequeno porte


que atendam ao disposto nos incisos do caput terão prioridade no
exercício do direito de preferência em relação às médias e grandes
empresas enquadradas no mesmo inciso.

40
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Lei. Nº 8.666, de 1993

Art. 3º .................................................................................................................

§ 12. Nas contratações destinadas à implantação, manutenção e ao


aperfeiçoamento dos sistemas de tecnologia de informação e comunicação,
considerados estratégicos em ato do Poder Executivo federal, a licitação
poderá ser restrita a bens e serviços com tecnologia desenvolvida no País e
produzidos de acordo com o processo produtivo básico de que trata a Lei no
10.176, de 11 de janeiro de 2001. (Incluído pela Lei nº 12.349, de 2010)

Dec. Nº 7.174, de 12/5/2010


Art. 3o Além dos requisitos dispostos na legislação vigente, nas
aquisições de bens de informática e automação, o instrumento
convocatório deverá conter, obrigatoriamente:
I - as normas e especificações técnicas a serem consideradas na licitação;
II - as exigências, na fase de habilitação, de certificações emitidas por
instituições públicas ou privadas credenciadas pelo Instituto Nacional de
Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - Inmetro, que atestem,
conforme regulamentação específica, a adequação dos seguintes
requisitos:
a) segurança para o usuário e instalações;
b) compatibilidade eletromagnética; e
c) consumo de energia;
III - exigência contratual de comprovação da origem dos bens importados
oferecidos pelos licitantes e da quitação dos tributos de importação a eles
referentes, que deve ser apresentada no momento da entrega do objeto,
sob pena de rescisão contratual e multa; e
IV - as ferramentas de aferição de desempenho que serão utilizadas pela
administração para medir o desempenho dos bens ofertados, quando for o
caso.

41
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Dec. Nº 7.174, de 12/5/2010

Art. 6o Para os efeitos deste Decreto, consideram-se bens e serviços de


informática e automação com tecnologia desenvolvida no País aqueles
cujo efetivo desenvolvimento local seja comprovado junto ao Ministério
da Ciência e Tecnologia, na forma por este regulamentada.

Dec. Nº 7.174, de 12/5/2010

Art. 7o A comprovação do atendimento ao PPB dos bens de informática


e automação ofertados será feita mediante apresentação do documento
comprobatório da habilitação à fruição dos incentivos fiscais
regulamentados pelo Decreto no 5.906, de 26 de setembro de 2006, ou
pelo Decreto no 6.008, de 29 de dezembro de 2006.
Parágrafo único. A comprovação prevista no caput será feita:
I - eletronicamente, por meio de consulta ao sítio eletrônico oficial do
Ministério da Ciência e Tecnologia ou da Superintendência da Zona
Franca de Manaus - SUFRAMA; ou
II - por documento expedido para esta finalidade pelo Ministério da
Ciência e Tecnologia ou pela SUFRAMA, mediante solicitação do
licitante.

42
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

IN/SLTI Nº 4, de 12/12/2010

Art. 1º As contratações de Soluções de Tecnologia da Informação


pelos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Administração
dos Recursos de Informação e Informática - SISP serão disciplinadas
por esta Instrução Normativa.

MARGEM DE PREFRÊNCIA

43
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Lei. Nº 8.666, de 1993


Art. 3º
.................................................................................................................

§ 2o Em igualdade de condições, como critério de desempate, será


assegurada preferência, sucessivamente, aos bens e serviços:
I - (Revogado pela Lei nº 12.349, de 2010)
II - produzidos no País;
III - produzidos ou prestados por empresas brasileiras.
IV - produzidos ou prestados por empresas que invistam em
pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no País. (Incluído
pela Lei nº 11.196, de 2005)

MARGEM DE
Estados PREFERÊNCIA
parte do
MERCOSUL
Art. 3º, § 5º e 10 da Lei nº 8.666/93

Produtos
Manufaturados serviços Nacionais

Atendam
Normas
Técnicas
Brasileiras

44
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

MARGEM DE PREFERÊNCIA
ADICIONAL ÀQUELAS DO § 5º
Art. 3º, § 7º da Lei nº 8.666/93

Produtos
Manufaturados Serviços Nacionais

Resultantes de
desenvolvimento e
inovação tecnológica
realizados no país

MARGEM DE PREFERÊNCIA
Art. 3º, § 6º da Lei nº 8.666/93 *Geração de emprego
*Efeito na arrecadação de
tributos federais, estaduais e
municipais
*Desenvolvimento e
Estudos revistos inovação tecnológica
periodicamente (Até 5 realizados no País
anos), que levem em
*Custo adicional dos
consideração
produtos e serviços

*Em suas revisões, análise


retrospectiva de resultados

45
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

MARGEM DE PREFERÊNCIA
Art. 3º, § 8º da Lei nº 8.666/93

Não é autoaplicável, pois


dependerá de definição do
Poder Executivo

Limitada a soma das preferências a 25%

Decreto Nº 7.546, de 2/8/2011

Art. 5o O Decreto que estabelecer as margens de preferência


discriminará a abrangência de sua aplicação e poderá fixar o
universo de normas técnicas brasileiras aplicáveis por produto,
serviço, grupo de produtos e grupo de serviços para os fins do
disposto neste Decreto.

46
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Decreto Nº 7.546, de 2/8/2011

Art. 7o Fica instituída a Comissão Interministerial de Compras


Públicas - CI-CP.

Parágrafo único. A CI-CP terá caráter temporário, com atribuições


específicas atinentes à proposição e ao acompanhamento da
aplicação da margem de preferência para produtos manufaturados
nacionais e serviços nacionais e das medidas de compensação
comercial, industrial, tecnológica ou de acesso a condições
vantajosas de financiamento, de que trata este Decreto.

MARGEM DE PREFERÊNCIA
Art. 3º, § 11 da Lei nº 8.666/93

*Decreto 7601, de 7/11/2011 -


confecções, calçados e
artefatos -
*Decreto 7709, de 3/4/2012 -
retroescavadeiras e
MARGEM DE motoniveladoras
PREFERÊNCIA *Decreto 7767, de 27/6/2012 -
produtos médicos

*Decreto 7810, de 20/9/2012 –


aquisição de papel-moeda

47
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

MARGEM DE PREFERÊNCIA
Art. 3º, § 11 da Lei nº 8.666/93

*Decreto 7812, de 20/9/2012 –


veículos para vias férreas
*Decreto 7816, de 28/9/2012 –
caminhões, furgões e
implementos rodoviários
MARGEM DE *Decreto 7840, de 12/11/2012 –
PREFERÊNCIA perfuratrizes e patrulhas
mecanizadas

*Decreto 7843, de 12/11/2012 –


disco para moeda

MARGEM DE PREFERÊNCIA
Art. 3º, § 11 da Lei nº 8.666/93

*Decreto 7888, de 15/1/2013 –


ações de mobilidade urbana
integrantes do PAC
*Decreto 7903, de 4/2/2013 –
aquisição de equipamentos de
MARGEM DE TI
PREFERÊNCIA
*Decreto 8194, de 12/2/2014 –
aquisição de equipamentos de
TI e comunicações

*Decreto 8223, de 03/4/2014 –


brinquedos

48
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

MARGEM DE PREFERÊNCIA
Art. 3º, § 11 da Lei nº 8.666/93
*Decreto 8224, de 03/4/2014 –
máquinas e equipamentos
(Ex: Ar condicionado,
refrigerador e Freezer)

MARGEM DE
PREFERÊNCIA

*Decreto 8225, de 03/4/2014 –


aquisição de fármacos e
medicamentos

TCU 05/6/2013
- Assunto: LICITAÇÕES. MARGEM DE PREFERÊNCIA. DOU
de 05.06.2013, S. 1, p. 92. Ementa: determinação ao
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG)
para que, no papel órgão central, informe aos demais órgãos
e entidades da Administração Pública Federal que: a)....; b) é
ilegal o estabelecimento, por parte de gestor público, de
margem de preferência nos editais licitatórios para
contratação de bens e serviços sem a devida regulamentação
via decreto do Poder Executivo Federal, estabelecendo os
percentuais para as margens de preferência normais e
adicionais, conforme o caso e discriminando a abrangência de
sua aplicação (itens 9.1.1 e 9.1.2, TC-032.230/2011-7,
Acórdão nº 1.317/2013-Plenário).

49
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

CRITÉRIO PARA DEFINIR SERVIÇO DE


ENGENHARIA
O serviço está na relação da RESOLUÇÃO nº 218, de 29 de
junho de 1973 – CONFEA, que disciplina atividades das
diferentes modalidades
Profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia?

SIM
O serviço que exige profissional registrado no CREA é o
predominante em termos de complexidade e custo?
SIM
É SERVIÇO DE ENGENHARIA

Jacoby, Jorge Ulisses, Sistema de Registro de Preço e pregão, Ed. Forum, Belo Horizonte, 2002

TCU 11/9/2006

- Assuntos: OBRA PÚBLICA e PREGÃO. DOU de


11.09.2006, S. 1, p. 88.
Ementa: o TCU determinou à ELETRONORTE que
verificasse, quando da realização de pregão para
contratação de obras e serviços de engenharia, que os
mesmos não devem possuir complexidade de
especificação e de execução incompatíveis com o caráter
comum dos objetos passíveis de serem contratados por
meio da modalidade Pregão (item 9.1.1, TC-009.002/2006-5,
Acórdão nº 1.617/2006-TCU-Plenário).

50
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 05/5/2010
- Assuntos: SERVIÇO DE ENGENHARIA e PREGÃO.
DOU de 05.05.2010, S. 1, p. 93.
Ementa: o TCU editou a súmula nº 257/2010 contendo o
seguinte:
SÚMULA 257/2010

O USO DO PREGÃO NAS CONTRATAÇÕS DE


SERVIÇOS COMUNS DE ENGENHARIA ENCONTRA
AMPARO NA LEI Nº 10.520/2002

(item 9.1, TC-008.446/2009-1, Acórdão nº 841/2010-TCU -


Plenário).

Decreto Nº 9.450, de 24/7/2018

Art. 5º Na contratação de serviços, inclusive os de engenharia, com


valor anual acima de R$ 330.000,00 (trezentos e trinta mil reais), os
órgãos e entidades da administração pública federal direta,
autárquica e fundacional deverão exigir da contratada o emprego de
mão de obra formada por pessoas presas ou egressos do sistema
prisional, nos termos disposto no § 5º do art. 40 da Lei nº 8.666, de
21 de junho de 1993.

51
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VEDAÇÕES

Dec. Nº 5.450, de 2005

“Art. 6º. A licitação na modalidade


pregão, na forma eletrônica, não se
aplica às contratações de obras de
engenharia, bem como às locações
imobiliárias e alienações em geral”.

ESTIMATIVA DE PREÇO

52
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

ESTIMATIVA DE PREÇOS

•Banco de dados oficiais (Comprasnet - SISPP, homepage da Lei


nº 9.755, de 1998);

•Dados de catálogos de referência;

•Preços de tabela;

•Atas de Registro de preços

•Contrato de outros órgãos; e

•Pesquisa do órgão a fornecedores em situação regular.

TCU 22/2/2018
- Assunto: PESQUISA DE PREÇOS e PLANEJAMENTO DA
CONTRATAÇÃO. Acórdão nº 440/2018 TCU 2ª Câmara.
(...)
9.2. dar ciência ao Distrito Sanitário Especial Indígena de
Cuiabá/MT (DSEI-Cuiabá) que:
9.2.2. a inexistência de estimativas fidedignas para os
preços contratados, amparadas em ampla pesquisa de
mercado, (...), infringe o art. 15, § 1º, da Lei 8.666/1993;
9.2.3. a falta de estimativas fidedignas dos quantitativos de
itens a serem contratados, amparadas por minuciosa
apuração das reais necessidades do órgão, (...), infringe o
art. 15, § 7º, inciso II da Lei 8.666/1993.ICITAÇÕES. DOU de
25.01.2011, S. 1, p. 90. (Acórdão nº 440/2018-2ª Câmara –
Relator: Augusto Nardes).

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TCU 25/01/2011
- Assunto: LICITAÇÕES. DOU de 25.01.2011, S. 1, p. 90.
Ementa:
determinação à FUNASA/Coordenação Regional em
Rondônia para que, nos
procedimentos licitatórios, proceda a uma detalhada
estimativa de preços com base em pesquisa fundamentada
em informações de diversas fontes propriamente avaliadas,
como, por exemplo, cotações específicas com fornecedores,
contratos anteriores do próprio órgão, contratos de outros
órgãos e, em especial, os valores registrados no Sistema de
Preços Praticados do SIASG e nas atas de registro de preços
da Administração Pública Federal, de forma a possibilitar a
estimativa mais real possível, em conformidade com os arts.
6º, inc. IX, alínea "f", e 43, inc. IV, da Lei nº 8.666/1993 (item
9.2.1, TC-027.585/2009-8, Acórdão nº 47/2011-Plenário).

TCU 05/6/2013

•- Assunto: PREÇO MÁXIMO POR ITEM. DOU de


05.06.2013, S. 1, p. 85. Ementa: o TCU deu ciência ao
SEBRAE de que a ausência de critérios de aceitabilidade
de custos unitários e de limites percentuais máximos para
cada item do objeto, nos editais de licitação, contraria o
entendimento expresso nos Acórdãos de nºs 2.650/2007-P,
1.658/2003-P e 2.469/2007-P, além do princípio da
economicidade, uma vez que possibilita a ocorrência de
pagamentos antecipados ou a prática de "jogo de
planilha" (item 1.7, TC-043.881/2012-2, Acórdão nº
1.290/2013-Plenário).

54
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TCU 21/5/2013
•- Assunto: COTAÇÃO ELETRÔNICA/COTAÇÃO DE
PREÇOS. LICITAÇÕES. DOU de 21.05.2013, S. 1, p. 145.
•Ementa: recomendação à Universidade Federal de
Uberlândia e ao Hospital das Clínicas de Uberlândia no
sentido de que atentem para a necessidade de realização
de cotação eletrônica ou pesquisa de preços com, no
mínimo, três fornecedores do ramo pretendido,
devidamente comprovada no processo licitatório, e com a
identificação do servidor responsável e de quem revisou o
trabalho (item 9.3.13, TC-009.578/2012-9, Acórdão nº
1.162/2013-Plenário).

Regras para pesquisa de preços dos órgãos integrantes do SISG

IN/SLTI Nº 5, de 27/6/2014
(Alterada pela IN/SLTI nº 7, de 29/8/2014)
Art. 2º A pesquisa de preços será realizada mediante a
utilização de um dos seguintes parâmetros:
I - Portal de Compras Governamentais -
www.comprasgovernamentais.gov.br;
II - pesquisa publicada em mídia especializada, sítios
eletrônicos especializados ou de domínio amplo, desde que
contenha a data e hora de acesso;
III - contratações similares de outros entes públicos, em
execução ou concluídos nos 180 (cento e oitenta) dias
anteriores à data da pesquisa de preços; ou
IV - pesquisa com os fornecedores.

55
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Regras para pesquisa de preços dos órgãos integrantes do SISG

IN/SLTI Nº 5, de 27/6/2014
(Alterada pela IN/SLTI nº 7, de 29/8/2014)
Art. 2º ..............................................
§ 1º No caso do inciso I será admitida a pesquisa de um único preço.
§ 2º No âmbito de cada parâmetro, o resultado da pesquisa de preços será
a média ou o menor dos preços obtidos.
§ 3º A utilização de outro método para a obtenção do resultado da
pesquisa de preços, que não o disposto no § 2º, deverá ser devidamente
justificada pela autoridade competente
§ 4º No caso do inciso IV, somente serão admitidos os preços cujas datas não
se diferenciem em mais de 180 (cento e oitenta) dias. (Fornecedores)
§ 5º Excepcionalmente, mediante justificativa da autoridade competente,
será admitida a pesquisa com menos de três preços ou fornecedores.
§ 6º Para a obtenção do resultado da pesquisa de preços, não poderão ser
considerados os preços inexequíveis ou os excessivamente elevados,
conforme critérios fundamentados e descritos no processo administrativo.

Regras para pesquisa de preços dos órgãos integrantes do SISG

IN/SLTI Nº 5, de 27/6/2014
(Alterada pela IN/SLTI nº 3, de 20/4/2017)
Art. 2º A pesquisa de preços será realizada mediante a utilização
dos seguintes parâmetros:
I - Painel de Preços, disponível no endereço eletrônico
http://paineldeprecos.planejamento.gov.br;
II - contratações similares de outros entes públicos, em execução
ou concluídos nos 180 (cento e oitenta) dias anteriores à data da
pesquisa de preços;
III - pesquisa publicada em mídia especializada, sítios eletrônicos
especializados ou de domínio amplo, desde que contenha a data
e hora de acesso; ou
IV - pesquisa com os fornecedores, desde que as datas das
pesquisas não se diferenciem em mais de 180 (cento e oitenta)
dias.

56
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Regras para pesquisa de preços dos órgãos integrantes do SISG


IN/SLTI Nº 5, de 27/6/2014
(Alterada pela IN/SLTI nº 3, de 20/4/2017)
Art. 2º ..............................................
§1º Os parâmetros previstos nos incisos deste artigo poderão ser utilizados de forma
combinada ou não, devendo ser priorizados os previstos nos incisos I e II e
demonstrada no processo administrativo a metodologia utilizada para obtenção do
preço de referência.
§2º Serão utilizadas, como metodologia para obtenção do preço de referência para a
contratação, a média, a mediana ou o menor dos valores obtidos na pesquisa de
preços, desde que o cálculo incida sobre um conjunto de três ou mais preços, oriundos
de um ou mais dos parâmetros adotados neste artigo, desconsiderados os valores
inexequíveis e os excessivamente elevados.
§3º Poderão ser utilizados outros critérios ou metodologias, desde que devidamente
justificados pela autoridade competente.
§4º Os preços coletados devem ser analisados de forma crítica, em especial, quando
houver grande variação entre os valores apresentados.
§5º Para desconsideração dos preços inexequíveis ou excessivamente elevados,
deverão ser adotados critérios fundamentados e descritos no processo administrativo.
§6º Excepcionalmente, mediante justificativa da autoridade competente, será
admitida a pesquisa com menos de três preços ou fornecedores.

Regras para pesquisa de preços dos órgãos integrantes do SISG

IN/SLTI Nº 5, de 27/6/2014
(Alterada pela IN/SLTI nº 7, de 29/8/2014)
Art. 3º Quando a pesquisa de preços for realizada com os
fornecedores, estes deverão receber solicitação formal para
apresentação de cotação.

Parágrafo único. Deverá ser conferido aos fornecedores


prazo de resposta compatível com a complexidade do
objeto a ser licitado, o qual não será inferior a cinco dias
úteis.
OBS: O Ministério do Planejamento editou o “Caderno de
Logística – Pesquisa de preço” com base nas regras da IN
5, de 27/6/2014)

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TCU 05/11/2014
- Assuntos: EVENTO e LICITAÇÕES. DOU de 05.11.2014, S. 1, p. 106.
Ementa: recomendação à Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação
do Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão, ao Conselho Nacional de
Justiça, ao Conselho Nacional do Ministério Público, à Câmara dos
Deputados, ao Senado Federal e ao Tribunal de Contas da União no sentido
de que: a) orientem os órgãos, entidades e secretarias administrativas que lhe
estão vinculados ou subordinados sobre as cautelas a serem adotadas no
planejamento de contratações de empresas para prestação de serviços de
organização de eventos, de modo a não restringir a pesquisa de preços às
cotações realizadas junto a potenciais fornecedores, adotando também
outros parâmetros, conforme previsto no art. 2º da IN/SLTI-MP nº 5/2014, c/c o
art. 15, inciso V, da Lei nº 8.666/1993; b) promovam ações de treinamento e
capacitação em formação e estimativa de preços, a partir de pesquisas feitas
com fornecedores, em mídia e sítios especializados, em contratações
similares de outros entes públicos e nos portais oficiais de referenciamento
de custos, como forma de aperfeiçoar as diretrizes estabelecidas na IN/SLTI-
MP nº 5/2014 e no "Caderno de Logística - Pesquisa de Preços", publicado
pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão no Portal
"Comprasgovernamentais.gov.br" (itens 9.2.1 e 9.2.2, TC-000.258/2014-8,
Acórdão nº 2.816/2014-Plenário).

TCU 04/04/2017
•- Assunto: LICITAÇÕES. DOU de 04.04.2017.
• Ementa: TCU determinou ao Departamento-Geral do
Pessoal do Exército Brasileiro, que adote providências
internas que previnam a ocorrência de outras
impropriedades semelhantes, visto que, a pesquisa de
preços que deu suporte à formação do custo estimado do
Pregão nº 8/2015 mostrou-se frágil, vez que não houve a
realização de consultas a fontes variadas, como licitações
similares realizadas por outros órgãos públicos, atas de
registros de preços, contratações realizadas por entes
privados em condições semelhantes, entre outras, o que
contrariou a jurisprudência deste Tribunal (v.g.: Acórdãos
2.170/2007, 868/2013 e 853/2014, do Plenário);

58
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QUESTÃO COLOCADA PELOS USUÁRIOS

O sistema permite comprar


com o valor acima do orçado?

CURIOSIDADES SOBRE O OBJETO


Verificar se não é caso de
Fornecedor exclusivo

A expressão
“original”
Curiosidades
sobre o
objeto

Exigência de marca
sem justificativa
técnica

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MÃO DE OBRA TERCEIRIZADA


Dec. Nº 2.271/1997
“Art. 1º.
......................................................................
§ 2º - Não poderão ser objeto de execução
indireta as atividades inerentes às categorias
funcionais abrangidas pelo plano de cargos
do órgão ou entidade, salvo expressa
disposição legal em contrário ou quando se
tratar de cargo extinto, total ou parcialmente,
no âmbito do quadro geral de pessoal.”.

VEDAÇÕES

Dec. Nº 7.203, de 4/6/2010

Art. 7o Os editais de licitação para a contratação de


empresa prestadora de serviço terceirizado, assim como
os convênios e instrumentos equivalentes para
contratação de entidade que desenvolva projeto no
âmbito de órgão ou entidade da administração pública
federal, deverão estabelecer vedação de que familiar de
agente público preste serviços no órgão ou entidade em
que este exerça cargo em comissão ou função de
confiança.

60
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TCU 12/2/2014

- Assunto: TERCEIRIZAÇÃO. DOU de 12.02.2014, S. 1, p.


93. Ementa: o TCU deu ciência à Superintendência
Regional do Incra no Estado de Tocantins (SR- 26/TO) e à
Divisão Estadual de Regularização Fundiária na Amazônia
Legal no Estado de Tocantins (SRFA-09) no sentido de
que se abstenham de utilizar terceirizados em atividades
finalísticas privativas do servidores da carreira de
Reforma e Desenvolvimento Agrário, criada pela Lei nº
11.090/2005 (item 1.8.1, TC-020.356/2013-7, Acórdão nº
222/2014-Plenário).

TCU 19/3/2012
- Assunto: LICITAÇÕES. TERCEIRIZAÇÃO. DOU de 19.03.2012.
Ementa: 9.3. alertar o Ministério do Planejamento, Orçamento e
Gestão, visando a que, no exercício de suas competências
previstas no art. 1º, VIII e IX, do Decreto nº 7675/2012, aquele órgão
oriente os gestores públicos de que não será considerada de boa-
fé por este Tribunal a terceirização de serviços que envolvam a
contratação de profissionais existentes no Plano de Cargos e
Salários do órgão/entidade por contrariar o art. 37, II, da
Constituição Federal e, ainda, poder implicar futuros prejuízos ao
Erário, decorrentes do possível acolhimento pela Justiça do
Trabalho de pleitos dos terceirizados, garantindo-lhes o direito ao
recebimento das mesmas verbas trabalhistas legais e normativas
asseguradas àqueles contratados pelo tomador dos serviços, na
esteira da Orientação Jurisprudencial nº 383 SDI-1 do TST;
(item 9.3, Acórdão nº 576/2012-TCU-Plenário).

61
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

STF 30/3/2017
•O Plenário do Supremo Tribunal Federal concluiu o
julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 760931, com
repercussão geral reconhecida, que discute a responsabilidade
subsidiária da administração pública por encargos trabalhistas
gerados pelo inadimplemento de empresa terceirizada. Com o
voto do ministro Alexandre de Moraes, o recurso da União foi
parcialmente provido, confirmando-se o entendimento, adotado
na Ação de Declaração de Constitucionalidade (ADC) 16, que
veda a responsabilização automática da administração pública,
só cabendo sua condenação se houver prova inequívoca de
sua conduta omissiva ou comissiva na fiscalização dos
contratos. (RO em MS nº 23.714-1/DF, relator Min. Sepúlveda
Pertence – destaque-se que a questão envolvia a licitação do TSE
para aquisição de urnas eletrônicas)

FASE EXTERNA

62
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CONVOCAÇÃO

SESSÃO PÚBLICA - CONVOCAÇÃO


A CONVOCAÇÃO DOS INTERESSADOS
DAR-SE-Á ATRAVÉS DE:
DIVULGAÇÃO
1. Publicação de aviso no Diário Oficial

2. Por meio eletrônico, na Internet

3. Jornal de grande circulação


(conforme o vulto da licitação)

63
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Exigências de publicidade do pregão

PUBLICAÇÃO PARA SRP

Dec. Nº 5.450, de 2005


“Art. 17.
..............................................................
§ 6º - Na divulgação de pregão realizado
para o sistema de registro de preços,
independentemente do valor estimado,
será adotado o disposto no inciso III”.

64
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 18/3/2015

• Assunto: LICITAÇÕES. DOU de 18.03.2015, S. 1, p. 65.


Ementa: o TCU deu ciência à Universidade Federal do
Espírito Santo sobre: a) ausência de publicação do edital
do pregão eletrônico para registro de preços em jornal de
grande circulação; (itens 1.8.4 a 1.8.8, TC-041.677/2012-9,
Acórdão nº 874/2015-2ª Câmara).

TCU 27/08/2014
Assunto: PREGÃO. ATA de 27.08.2014, . Ementa: o TCU orientou os
elementos que devem constar dos extratos de publicação em DOU:
passem a publicar por meio do módulo DIVULGAÇÃO que substituiu
parcialmente o antigo Sidec, ou por meio do Sicon:
a) para avisos de licitação: número do processo, descrição do objeto
e local de disponibilização do edital, com base na Lei Complementar
n.º 101/2001, art. 48-A, I e Lei n.º 8.666/1993, art. 21, § 1.º;
b) para extratos de contrato: número do processo, descrição do
objeto, identificação do contratado (nome e CNPJ/CPF), valor,
identificação do procedimento licitatório que deu origem à
contratação, com base na Lei Complementar n.º 101/2001, art. 48,
parágrafo único c/c art. 48-A, I;
c) para extratos de dispensa ou de inexigibilidade: número do
processo, descrição do objeto, identificação do contratado (nome e
CNPJ/CPF), valor, fundamento legal específico e autoridade
ratificadora, com base na Lei Complementar n.º 101/2001, art. 48,
parágrafo único c/c art. 48-A, I e Lei n.º 8.666/1993, art. 26.
(Acórdão nº 2.236/2014-Plenário).

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CÓPIA DOS RESUMOS DE


CONTRATOS E DE
TERMOS ADITIVOS NO
SITE DO TCU

Lei nº 9.755,
de
16/12/1998
Art. 1º incisos V e VI

IN nº 28/TCU, de
05/05/1999

O EDITAL

66
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Elementos que devem constar nos editais e


avisos
Exigências decorrentes do §2º do art. 17 do Decreto nº
5.450, de 2005 :
a) definição precisa, suficiente e clara do objeto;
b) a indicação dos locais, dias e horários em que poderá
ser lida ou obtida a íntegra do edital; e
c) o endereço eletrônico onde ocorrerá a sessão pública (§
2º do Art. 17º do Dec nº 5.450, de 2005).
d) data e hora de sua realização e a indicação de que o
pregão será realizado por meio da Internet ( § 2º do Art. 17
do Dec. nº 5.450, de 2005);
e) todas as referências de tempo no edital, no aviso e
durante a sessão pública observarão obrigatoriamente o
horário de Brasília - DF e, dessa forma, serão registradas
no sistema eletrônico e na documentação relativa ao
certame (§ 5º do Art. 17º Dec. Nº 5.450, de 2005)

Elementos que devem constar nos editais e


avisos
Exigências decorrentes do Art. 3º, I c/c Art. 4, III da Lei nº 10.520,
de 2002:

A autoridade competente justificará a necessidade de


contratação e definirá o objeto do certame, as exigências de
habilitação, os critérios de aceitação das propostas, as sanções
por inadimplemento e as cláusulas do contrato, inclusive com
fixação dos prazos para fornecimento;

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JUSTIFICATIVA DA NECESSIDADE

*Por que precisa?

*Como vai aplicar?

*Que quantidade precisa?

*Qual o consumo previsto?

FERNANDES, Jorge Ulisses Jacoby, Sistema de Registro de Preços e Pregão.


Belo Horizonte: Editora Fórum, 2003. Pág. 419.

Elementos que devem constar nos editais


Exigências decorrentes do Art. 3º do Decreto nº 4.485, de
25 de novembro de 2002:

Os editais de licitação para as contratações referidas no §


1º do Art. 1º deverão conter cláusula permitindo a
comprovação da regularidade fiscal, da qualificação
econômico-financeira e da habilitação jurídica por meio de
cadastro no SICAF, definindo dia, hora e local para
verificação ONLINE, no sistema.

OBS: Devem ser observados, ainda, dos requisitos do art.


40 da Lei nº 8.666, de 1993, no que couber.

68
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EDITAL - ELABORAÇÃO

Recomendação: utilizar o princípio da


segregação das funções.

Órgão distinto do pregoeiro

Aprovação
Órgão Jurídico da unidade.

ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 46, DE 26/2/2014


Ementa:
SOMENTE É OBRIGATÓRIA A MANIFESTAÇÃO
JURÍDICA NAS CONTRATAÇÕES DE PEQUENO
VALOR COM FUNDAMENTO NO ART. 24, I OU II, DA
LEI Nº 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993, QUANDO
HOUVER MINUTA DE CONTRATO NÃO PADRONIZADA
OU HAJA, O ADMINISTRADOR, SUSCITADO DÚVIDA
JURÍDICA SOBRE TAL CONTRATAÇÃO. APLICA-SE O
MESMO ENTENDIMENTO ÀS CONTRATAÇÕES
FUNDADAS NO ART. 25 DA LEI Nº 8.666, DE 1993,
DESDE QUE SEUS VALORES SUBSUMAM-SE AOS
LIMITES PREVISTOS NOS INCISOS I E II DO ART. 24
DA LEI Nº 8.666, DE 1993.

69
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Alterações do Edital do Pregão

Dec. Nº 5.450, de 2005

Art. 20. Qualquer modificação no edital exige divulgação pelo mesmo


instrumento
de publicação em que se deu o texto original, reabrindo-se o prazo
inicialmente
estabelecido, exceto quando, inquestionavelmente, a alteração não afetar a
formulação das propostas.

TCU 11/4/2018
Ementa: ALTERAÇÃO DO EDITAL, DIVULGAÇÃO e REABERTURA
DE PRAZO. ACÓRDÃO Nº 664/2018 - TCU - Plenário.

1.7. dar ciência à Delegacia Especial da Receita Federal do Brasil de


Administração Tributária que alterações do edital da licitação, (...),
sem a correspondente divulgação pela mesma forma que se deu o
texto original e sem reabertura do prazo inicialmente estabelecido,
salvo quando, inquestionavelmente, a alteração não afetar a
formulação das propostas, afronta o disposto no art. 21, § 4º, da Lei
8.666/1993. (item 1.7, Acórdão nº 622/2018-TCU- Plenário).

70
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IMPUGNAÇÃO AO EDITAL

ATÉ 2 DIAS ÚTEIS


ANTES DA DATA FIXADA
PARA RECEBIMENTO
DAS PROPOSTAS

QUALQUER
PESSOA
PODERÁ

3 dias úteis para IMPUGNAR O ATO


SOLICITAR CONVOCATÓRIO DO
ESCLARECIMENTOS PREGÃO

71
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PREGOEIRO DECIDE
IMPUGNAÇÃO EM
24 HORAS

SE FOR ACOLHIDA
(nova data para
o certame) Dec. Nº 5.450, de 2005

Art. 18. Até dois dias úteis antes da data fixada para abertura da sessão pública,
qualquer pessoa poderá impugnar o ato convocatório do pregão, na forma
eletrônica.
§ 1º Caberá ao pregoeiro, auxiliado pelo setor responsável pela elaboração do
edital, decidir sobre a impugnação no prazo de vinte e quatro horas.
§ 2º Acolhida a impugnação contra o ato convocatório, será definida e publicada
nova data para a realização do certame.

TCU 19/11/2014
Assunto: PREGÃO. DOU de 19.11.2014, S. 1, p. 84.
Ementa: o TCU deu ciência ao Ministério da Justiça no
sentido de que constitui impropriedade a não observância
do prazo de vinte e quatro horas para resposta à
impugnação de edital, conforme previsto no art. 12, § 1º,
do Decreto nº 3.555/2000, conforme o ocorrido no Pregão
Presencial Internacional de nº 14/2014 (item 1.7, TC-
017.068/2014-2, Acórdão nº 3.068/2014-Plenário).

72
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PREGOEIRO
ESCLARECE
DÚVIDAS

Dec. Nº 5.450, de 2005

Art. 19. Os pedidos de esclarecimentos referentes ao


processo licitatório deverão ser enviados ao pregoeiro, até
três dias úteis anteriores à data fixada para abertura da
sessão pública, exclusivamente por meio eletrônico via
Internet, no endereço eletrônico indicado no edital.

SITUAÇÃO HIPOTÉTICA

SEX – SÁB – DOM – SEG – TER – QUA


05 06 07 08 09 10
ENTREGA - - PRAZO 2 DIAS ABERTURA

NESTES CASOS, O MOMENTO ADEQUADO PARA


IMPUGNAR O EDITAL, SERÁ CONTADO A PARTIR DO
DIA DE ENTREGA DO(S) DOCUMENTO(S) PELO
FORNECEDOR , DESCONSIDERANDO A DATA DO
MESMO E A DATA DO CERTAME, RESTANDO O
SALDO DE DOIS DIAS ÚTEIS ANTES DA ABERTURA,
CONFORME PREVÊ A LEGISLAÇÃO.

73
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TCU 2005
TCU. Processo nº TC-014.947/2005-9. Acórdão nº 1871/2005 - Plenário

- Assuntos: IMPUGNAÇÃO AO EDITAL


Relator : “(...) O primeiro ponto apontado pela unidade
técnica refere-se ao não conhecimento de impugnações ao
edital em virutude de suposta intempestividade. Como a data
para o recebimento das propostas era o dia 10/8/2005
(quarta-feira), nos termos do Art. 12 do Decreto nº 3.555/2000,
que prevê a possibilidade de impugnação do edital até dois
dias úteis antes dessa data, o prazo para a impugnação seria
até o dia 8/8/2005 (segunda-feira). Nesse dia, a empresa Orion
protocolou sua impugnação administrativa, a qual foi
considerada intempestiva. A FUB alegou a não aplicação do
Art. 110 da Lei nº 8.666/93, que disciplina o método de cálculo
do prazo, pois ele somente seria aplicado aos recursos
administrativos, contidos no Art. 109 do mesmo diploma
legal. (CONTINUA)

TCU 2005
TCU. Processo nº TC-014.947/2005-9. Acórdão nº 1871/2005 - Plenário

- Assuntos: IMPUGNAÇÃO AO EDITAL (CONTINUAÇÃO)


Relator : Entretanto, tal interpretação colide com os termos
do próprio Art. 110, que prevê sua aplicação aos “prazos
estabelecidos nesta Lei”, não sendo pertinente adotar tal
aplicação restritiva. Por conseguinte, houve interpretação
equivocada do pregoeiro, que considerou como restrição a
participação no certame de potencial licitante, cabendo
determinação corretiva à FUB, nos termos propostos pela 6ª
SECEX.”
Determinação: “(...) observe, na análise de impugnação aos
editais nas licitações realizadas na modalidade pregão, o
disposto no Art. 12 do Decreto nº 3.555/2000. aplicando, de
forma subsidiária, a regra estabelecida no Art. 110 da Lei nº
8.666/93.

74
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TCU 01/10/2014
Assunto: PREGÃO ELETRÔNICO. DOU de 01.10.2014,
S. 1, p. 108. Ementa: o TCU deu ciência ao TRE/AL de
que a falha identificada no Pregão Eletrônico nº 87/2014,
relativa à negativa do pregoeiro em analisar o pedido de
impugnação do edital apresentado durante o segundo
dia útil antes da data fixada para a abertura da sessão
pública, afronta o disposto no art. 18, “caput”, do
Decreto nº 5.450/2005 (item 1.7, TC-021.215/2014-6,
Acórdão nº 2.485/2014-Plenário).

VEDAÇÕES GARANTIA DA
PROPOSTA

VEDADA A AQUISIÇÃO
EXIGÊNCIA DE: EDITAL

Pagamento de taxas
superiores ao custo
do edital

- CONTRATAÇÕES/OBRAS
- SERVIÇOS DE ENGENHARIA
INAPLICÁVEL - LOCAÇÕES IMOBILIÁRIAS
- ALIENAÇÕES EM GERAL

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ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 20/2/2014
- Assunto: LICITAÇÕES. DOU de 20.02.2014, S. 1, p. 72.
Ementa: o TCU deu ciência a uma prefeitura municipal
acerca das seguintes irregularidades em tomada de
preços (custeada por recursos federais), quais sejam: b)
necessidade de recolhimento de taxa no valor de R$ 50,00
para aquisição do edital, valor incompatível com o custo
de reprodução, em desobediência ao art. 32, § 5º, da Lei
nº 8.666/1993 (itens 9.3.4 e 9.3.5, TC-029.469/2013-9,
Acórdão nº 291/2014-Plenário).

SESSÃO PÚBLICA NO PREGÃO


PRESENCIAL

76
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SESSÃO PÚBLICA
PREPARAÇÃO
Revisão de rotinas
Convite a outros servidores
Distribuição de tarefas
Conferência de documentos dos licitantes com o original

RECUROS MATERIAIS
AMBIENTE
Iluminação
Conforto
Sistema de som
Filmagem
Terminal do SICAF próximo (Sistema Cadastramento
Unificado de Fornecedores)

SESSÃO PÚBLICA
MATERIAL DE APOIO
Legislação, aviso, edital livros de doutrina
Processo
Crachás daqueles que farão lances
Número de Telefones úteis:
- Junta comercial;
- Cartórios de registros; e
- Órgãos de apoio, órgãos de segurança, polícia federal ou
civil.
Papel em branco
Computador para registro de atas.
Computador ligado à Internet para quem usa o Comprasnet
Tesoura ou abridor de envelope
Caneta, lápis, borracha
Café e água
JACOBY, Jorge Ulisses, “Sistema de Registro de Preço e Pregão, Editora Forum, Belo Horizonte, 2002,
págs. 515 a 517

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ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

RECURSOS HUMANOS
VERIFICAÇÃO DA PRESENÇA

do pregoeiro;
da equipe do apoio;
dos agentes dos órgãos interessados;
dos requisitantes;
do órgão de controle;
rubrica de envelopes (?)

JACOBY, Jorge Ulisses, “Sistema de Registro de Preço e Pregão, Editora Forum, Belo Horizonte, 2002,
págs. 515 a 517

ABERTURA
Saudação
ESCLARECIMENTOS SOBRE
Objetivo do pregão
Rotina do SICAF e do registro cadastral
O que é o pregão
Ordenação dos trabalhos
Pedido permanência até o término

Vedação intervenções fora da ordem


Forma lances

-empresas coligadas
Avisos -vedações do Art. 9º da Lei nº 8.666, de 1993

JACOBY, Jorge Ulisses, “Sistema de Registro de Preço e Pregão, Editora Forum, Belo Horizonte, 2002,
págs. 515 a 517

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ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

ABERTURA
ESCLARECIMENTOS

Observar que o pregoeiro e a equipe de apoio


têm interesse em cumprir a lei, respeitar os
direitos dos licitantes e a lisura do certame

Esclarecimento de dúvidas

Espaço físico separando licitantes do pregoeiro e


equipe de apoio

Vedação à aproximação de licitantes à MESA,


salvo quando convidados
JACOBY, Jorge Ulisses, “Sistema de Registro de Preço e Pregão, Editora Forum, Belo Horizonte, 2002,
págs. 515 a 517

PROVIDÊNCIAS INICIAIS
Separação dos licitantes e dos credenciados com intenção
de lance

CREDENCIAMENTO DOS REPRESENTANTES

- Cédula de identidade ou documento equivalente;


-Instrumento público ou particular com firma
-Procuração reconhecida em cartório
-Listagem dos credenciados – anotar poderes
de que dispõe
-Numerar as procurações – juntar à listagem
e ao processo
-Entregar crachá aos credenciados e convidá-los a sentar
separados
JACOBY, Jorge Ulisses, “Sistema de Registro de Preço e Pregão, Editora Forum, Belo Horizonte, 2002,
págs. 515 a 517

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Verificação da participação de
Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

FUNDAMENTO CONSTITUCIONAL PARA O TRATAMENTO


FAVORECIDO

CF/1988

Art. 170 A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho


humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência
digna, conforme os ditames da justiça social, observados os
seguintes princípios:

IX – tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte


constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e
administração no País.

80
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

FUNDAMENTO CONSTITUCIONAL PARA O TRATAMENTO


FAVORECIDO

CF/1988

Art. 179. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios


dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte,
assim definidas em lei, tratamento jurídico diferenciado, visando a
incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas,
tributárias, previdenciárias e creditícias, ou pela eliminação ou
redução destas por meio de lei.

Microempresa e Empresa de Pequeno


Porte Art. 3º Inc. I e II LC nº 123, de 2006

O enquadramento ou desenquadramento afetam os contratos em


andamento? Art. 3º da LC nº 123, de 2006

81
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

QUESTÕES PRÁTICAS
1) Qual o momento adequado para a verificação do
enquadramento? Credenciamento ou após a fase de
lances?
2) Como se dá a verificação do equadramento? Quais os
documentos a serem exigidos em Edital?
3) Os documentos podem inicialmente serem substituídos
por declaração do licitante sobre seu enquadramento?
4) Como ocorrerá os efeitos do desenquadramento?
4.1) Nos casos de ocorrência das situações vedadas no
§4º do Art.3º. (Mês seguinte)
4.2) Nos demais casos de reenquadramento por ter saído
da faixa de lucro das microempresas e empresas de
pequeno porte. (Ano-calendário seguinte, caso o excesso
não seja superior a 20% do inciso II)

TCU 22/8/2013
- Assunto: MICROEMPRESA. DOU de 22.08.2013, S. 1, p. 94.
Ementa: o TCU deu ciência à Secretaria Executiva do Ministério
do Planejamento, Orçamento e Gestão sobre a impropriedade
caracterizada pela exigência de apresentação, para fins de
enquadramento no tratamento jurídico diferenciado de que trata a
Lei Complementar nº 123/2006, de declaração de que a receita
bruta anual do ano calendário anterior não excedeu o limite fixado
no Estatuto Nacional da Micro Empresa e da Empresa de
Pequeno Porte (art. 3º, inciso II), ocorrência identificada no curso
de um pregão eletrônico, afrontando o art. 3º, § 9º, da referida
lei, que estabelece a exclusão do aludido tratamento diferenciado
no mês subsequente à ocorrência do excesso, ressalvado o §
9º-A do mesmo artigo (item 9.3, TC-046.820/2012-4, Acórdão nº
2.134/2013-Plenário).

82
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

CREDENCIAMENTO

Presença obrigatória?
Momento: sessão pública

Comprovação Representante
Pregoeiro de poderes legal

Formular Praticar
propostas demais atos

TCU 28/9/2006
-- Assunto: LICITAÇÕES. DOU de 28.09.2006, S. 1, p. 124.
Ementa: o TCU determinou à CASEMG que se abstivesse
de exigir a presença dos licitantes ou seus
representantes na reunião de abertura de envelopes ou
de impor quaisquer outras condições não previstas na
legislação, que pudessem vir a prejudicar a
competitividade de certame licitatório (item 3.2, TC-
012.927/2005-7, Acórdão n.º 2.711/2006-TCU-2ª Câmara).

83
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

RECEBIMENTO DE DOCUMENTOS
Declaração de habilitação + 2 envelopes
(proposta e habilitação) – Divergência de
entendimento

Conferir o número de envelopes entregues

Conferir com número de licitantes

Preencher listagem de controle de entrega de


envelopes e conferir com a listagem dos
credenciados. Criar campo para distinguir os que
podem e não podem fazer lances.

Ler a lista em voz alta para verificação pelos


presentes
JACOBY, Jorge Ulisses, “Sistema de Registro de Preço e Pregão, Editora Forum, Belo Horizonte, 2002,
págs. 515 a 517

ABERTURA DOS ENVELOPES DE


PROPOSTA DE PREÇOS
Informar o proponente

Preservando as inscrições, selos,


rubricas, etc...

Verificar se não ficou documento dentro


do envelope

Numerar envelope e documentos da


proposta

Grampear as propostas por licitante


JACOBY, Jorge Ulisses, “Sistema de Registro de Preço e Pregão, Editora Forum, Belo Horizonte, 2002,
págs. 515 a 517

84
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ANÁLISE DAS PROPOSTAS


ATENDIMENTO DO EDITAL
- Objeto
- prazo de entrega
- garantia

JACOBY, Jorge Ulisses, “Sistema de Registro de Preço e Pregão, Editora Forum, Belo Horizonte, 2002,
págs. 515 a 517

CLASSIFICAÇÃO DAS PROPOSTAS


Preencher mapa das propostas
Anunciar em voz alta, o primeiro colocado com o
preço e nome do licitante (para cada item)
Verificar os preços das propostas com preço
superior a 10% do menor preço

Sim Fase de lances


Obteve-se o número
Mínimo de licitantes? Não Convidar vencedor + duas
Outras propostas em ordem
Crescente de preços

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págs. 515 a 517

85
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FASE DE LANCES - PRESENCIAL


OBSERVE QUE:
Não cabe retratação
desistência de apresentar lance verbal implica:
- exclusão da etapa de lances verbais
- Manutenção do último preço apresentado
OFERTA DE LANCES
Ordem de maior valor de proposta dos
classificados;
Registro em listagem de lances;
Repetição do procedimento até que ninguém
mais tenha lance a oferecer

JACOBY, Jorge Ulisses, “Sistema de Registro de Preço e Pregão, Editora Forum, Belo Horizonte, 2002,
págs. 515 a 517

Lei Complementar nº 123, de 2006

Art. 44. Nas licitações será assegurada, como critério de desempate,


preferência de contratação para as microempresas e empresas de
pequeno porte.
§ 1o Entende-se por empate aquelas situações em que as propostas
apresentadas pelas microempresas e empresas de pequeno porte sejam
iguais ou até 10% (dez por cento) superiores à proposta mais bem
classificada.
§ 2o Na modalidade de pregão, o intervalo percentual estabelecido no §
1o deste artigo será de até 5% (cinco por cento) superior ao melhor
preço.

86
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Lei Complementar nº 123, de 2006


Art. 45. Para efeito do disposto no art. 44 desta Lei Complementar,
ocorrendo o empate, proceder-se-á da seguinte forma:
I – a microempresa ou empresa de pequeno porte mais bem
classificada poderá apresentar proposta de preço inferior àquela
considerada vencedora do certame, situação em que será adjudicado
em seu favor o objeto licitado;
II – não ocorrendo a contratação da microempresa ou empresa de
pequeno porte, na forma do inciso I do caput deste artigo, serão
convocadas as remanescentes que porventura se enquadrem na
hipótese dos §§ 1o e 2o do art. 44 desta Lei Complementar, na
ordem classificatória, para o exercício do mesmo direito;
III – no caso de equivalência dos valores apresentados pelas
microempresas e empresas de pequeno porte que se encontrem nos
intervalos estabelecidos nos §§ 1o e 2o do art. 44 desta Lei
Complementar, será realizado sorteio entre elas para que se
identifique aquela que primeiro poderá apresentar melhor oferta.

Lei Complementar nº 123, de 2006

Art.
45. ..........................................................................................

(...)

§ 3o No caso de pregão, a microempresa ou empresa de


pequeno porte mais bem classificada será convocada para
apresentar nova proposta no prazo máximo de 5 (cinco)
minutos após o encerramento dos lances, sob pena de
preclusão.

87
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Lei Complementar nº 123, de 2006,


alterada pela LC nº 147/2014

Art. 47. ..........................................................................................

(...)

Parágrafo único. No que diz respeito às compras públicas,


enquanto não sobrevier legislação estadual, municipal ou
regulamento específico de cada órgão mais favorável à
microempresa e empresa de pequeno porte, aplica-se a
legislação federal

Decreto nº 8.538, de 5 de outubro de 2015


Art. 13. Para fins do disposto neste Decreto, o enquadramento como:
I - microempresa ou empresa de pequeno porte se dará nos termos do art. 3º, caput,
incisos I e II, e § 4º da Lei Complementar nº 123, de 2006;
II - agricultor familiar se dará nos termos da Lei nº 11.326, de 24 de julho de 2006;
III - produtor rural pessoa física se dará nos termos da Lei nº 8.212, de 24 de julho de
1991;
IV - microempreendedor individual se dará nos termos do § 1º do art. 18-A da Lei
Complementar nº 123, de 2006; e
V - sociedade cooperativa se dará nos termos do art. 34 da Lei nº 11.488, de 15 de
junho de 2007, e do art. 4º da Lei nº 5.764, de 16 de dezembro de 1971.
§ 1º O licitante é responsável por solicitar seu desenquadramento da condição de
microempresa ou empresa de pequeno porte quando houver ultrapassado o limite de
faturamento estabelecido no art. 3º da Lei Complementar nº 123, de 2006, no ano fiscal
anterior, sob pena de ser declarado inidôneo para licitar e contratar com a
administração pública, sem prejuízo das demais sanções, caso usufrua ou tente
usufruir indevidamente dos benefícios previstos neste Decreto.
§ 2 Deverá ser exigida do licitante a ser beneficiado a declaração, sob as penas da
lei, de que cumpre os requisitos legais para a qualificação como microempresa ou
empresa de pequeno porte, microempreendedor individual, produtor rural pessoa
física, agricultor familiar ou sociedade cooperativa de consumo, estando apto a
usufruir do tratamento favorecido estabelecido nos art. 42 ao art. 49 da Lei
Complementar nº 123, de 2006.

88
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

CASO PRÁTICO

Em uma licitação o representante de uma microempresa pretende exercer


a sua prerrogativa de ofertar o lance inferior àquele dado pelo
representante de uma grande empresa , que encontrava-se
provisoriamente em primeiro lugar.
O representante da grande empresa alega que não consta no edital a
prerrogativa de a microempresa poder exercer o direito de baixar o preço
da grande empresa provisoriamente em primeiro lugar e a Administração
constata tal fato.
Já o representante da microempresa alega que o seu direito de exercer a
prerrogativa de dar o preço inferior ao da grande empresa
provisoriamente primeira colocada, não precisa estar constando do
edital, por se tratar de um direito reconhecido por lei.
Pergunta-se quem está com a razão?

RESPOSTA

ON AGU Nº 7, DE 1/4/2009
Ementa:
O TRATAMENTO FAVORECIDO DE QUE TRATAM OS
ARTS. 43 A 45 DA LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE
2006, DEVERÁ SER CONCEDIDO ÀS MICROEMPRESAS
E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE
INDEPENDENTEMENTE DE PREVISÃO EDITALÍCIA.
(Orientação Normativa nº 18, de 1/4/2009)
Situação da Publicação:
Data: 07/04/2009
Seção: 1 p. 13

89
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Decreto nº 8.538, de 5 de outubro de 2015

Art. 11. Os critérios de tratamento diferenciado e simplificado para as


microempresas e empresas de pequeno porte deverão estar expressamente
previstos no instrumento convocatório.

TCU 10/5/2013
• Assuntos: CONSÓRCIOS e MICROEMPRESA. DOU de
10.05.2013, S. 1, p. 99. Ementa: o TCU deu ciência ao Fundo
Nacional de Desenvolvimento da Educação que, no processo
relativo a um pregão eletrônico, foi verificada irregularidade
relativa à concessão do direito de preferência de
contratação com o poder público a um consórcio formado
por duas empresas privadas, haja vista a ausência de
expressa previsão legal na Lei Complementar nº 123/2006,
que estabelece normas gerais relativas ao tratamento
diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas
e empresas de pequeno porte no âmbito dos Poderes da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios (item
1.7, TC-042.183/2012-0, Acórdão nº 2.422/2013-2ª Câmara).

90
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Decreto nº 8.538, de 5 de outubro de 2015


Art. 1º Nas contratações públicas de bens, serviços e obras, deverá ser
concedido tratamento favorecido, diferenciado e simplificado para as
microempresas e empresas de pequeno porte, agricultor familiar, produtor rural
pessoa física, microempreendedor individual - MEI e sociedades cooperativas de
consumo, nos termos deste Decreto, com o objetivo de:
I - promover o desenvolvimento econômico e social no âmbito local e regional;
II - ampliar a eficiência das políticas públicas; e
III - incentivar a inovação tecnológica.
§ 1º Subordinam-se ao disposto neste Decreto, além dos órgãos da
administração pública federal direta, os fundos especiais, as autarquias, as
fundações públicas, as empresas públicas, as sociedades de economia mista e as
demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União.
§ 2º Para efeitos deste Decreto, considera-se:
I - âmbito local - limites geográficos do Município onde será executado o objeto
da contratação;
II - âmbito regional - limites geográficos do Estado ou da região metropolitana,
que podem envolver mesorregiões ou microrregiões, conforme definido pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE; e
III - microempresas e empresas de pequeno porte - os beneficiados pela Lei
Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, nos termos do inciso I do
caput do art. 13.

Decreto nº 8.538, de 5 de outubro de 2015

Art. 6º Os órgãos e as entidades contratantes deverão realizar


processo licitatório destinado exclusivamente à participação de
microempresas e empresas de pequeno porte nos itens ou lotes de
licitação cujo valor seja de até R$ 80.000,00 (oitenta mil reais).

91
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Decreto nº 8.538, de 5 de outubro de 2015

Art. 8º Nas licitações para a aquisição de bens de natureza divisível, e desde


que não haja prejuízo para o conjunto ou o complexo do objeto, os órgãos e
as entidades contratantes deverão reservar cota de até vinte e cinco por
cento do objeto para a contratação de microempresas e empresas de
pequeno porte.

Decreto nº 8.538, de 5 de outubro de 2015


Art. 10. Não se aplica o disposto nos art. 6º ao art. 8º quando:
I - não houver o mínimo de três fornecedores competitivos enquadrados como
microempresas ou empresas de pequeno porte sediadas local ou regionalmente e
capazes de cumprir as exigências estabelecidas no instrumento convocatório;
II - o tratamento diferenciado e simplificado para as microempresas e as
empresas de pequeno porte não for vantajoso para a administração pública ou
representar prejuízo ao conjunto ou ao complexo do objeto a ser contratado,
justificadamente;
III - a licitação for dispensável ou inexigível, nos termos dos arts. 24 e 25 da Lei nº
8.666, de 1993, excetuadas as dispensas tratadas pelos incisos I e II do caput do
referido art. 24, nas quais a compra deverá ser feita preferencialmente por
microempresas e empresas de pequeno porte, observados, no que couber, os
incisos I, II e IV do caput deste artigo; ou
IV - o tratamento diferenciado e simplificado não for capaz de alcançar,
justificadamente, pelo menos um dos objetivos previstos no art. 1º.
Parágrafo único. Para o disposto no inciso II do caput, considera-se não
vantajosa a contratação quando:
I - resultar em preço superior ao valor estabelecido como referência; ou
II - a natureza do bem, serviço ou obra for incompatível com a aplicação dos
benefícios.

92
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

ON AGU Nº 47, DE 25/4/2014


Ementa:
"EM LICITAÇÃO DIVIDIDA EM ITENS OU LOTES/GRUPOS,
DEVERÁ SER ADOTADA A PARTICIPAÇÃO EXCLUSIVA
DE MICROEMPRESA, EMPRESA DE PEQUENO PORTE
OU SOCIEDADE COOPERATIVA (ART. 34 DA LEI Nº
11.488, DE 2007) EM RELAÇÃO AOS ITENS OU
LOTES/GRUPOS CUJO VALOR SEJA IGUAL OU
INFERIOR A R$ 80.000,00 (OITENTA MIL REAIS), DESDE
QUE NÂO HAJA A SUBSUNÇÃO A QUAISQUER DAS
SITUAÇÕES PREVISTAS PELO ART. 9º DO DECRETO Nº
6.204, DE 2007".

ANÁLISE DO LANCE VENCEDOR

Compatibilidade de preços (expectativa de


preços elaborada pelo órgão)
NEGOCIAÇÃO DO LANCE VENCEDOR
Para a redução de preços, se for o caso;
Se a oferta não for aceitável;

ATO SEGUINTE

JACOBY, Jorge Ulisses, “Sistema de Registro de Preço e Pregão, Editora Forum, Belo Horizonte, 2002,
págs. 515 a 517

93
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

NEGOCIAÇÃO COM
OS DEMAIS LANÇADORES
Repetir o processo de negociação

Com o segundo colocado

Com os licitantes remanescentes

Exame da oferta subseqüente


Aceitabilidade
Habilitação do proponente Ordem de classificação
Declaração do vencedor
Consulta sobre interesses em recorrer
JACOBY, Jorge Ulisses, “Sistema de Registro de Preço e Pregão, Editora Forum, Belo Horizonte, 2002,
págs. 515 a 517

TCU 17/4/2018
- Assunto: ERRO EM PLANILHAS. VÍCIO SANÁVEL. DOU de
17.04.2018, S. 1, p. 115.
Ementa: O TCU Recomendou ao Tribunal Regional do Trabalho da
18ª Região sobre as seguintes impropriedades:

9.2.6. em face do princípio do formalismo moderado e da


supremacia do interesse público, que permeiam os processos
licitatórios, o fato de o licitante apresentar composição de custo
unitário contendo salário de categoria profissional inferior ao piso
estabelecido em instrumento normativo negociado é, em tese,
somente erro formal, o qual não enseja a desclassificação da
proposta, podendo ser saneado com a apresentação de nova
composição de custo unitário desprovida de erro; (item 9.2.5 e 9.2.6,
Acórdão nº 719/2018-TCU-
Plenário).

94
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 03/12/2014
- Assunto: LICITAÇÕES. DOU 03.12.2014, S. 1, p. 85.
Ementa: o TCU deu ciência ao Instituto Nacional de
Meteorologia (INMET) de que a ausência de motivação
aos seus atos administrativos, como o ocorrido em
resposta dada pela CPL a recurso administrativo
apresentado por empresa privada em face da decisão que
declarou vencedora do certame a empresa Plansul
Especializados Ltda., afronta o disposto no art. 50 da Lei
nº 9.784/1999 (item 1.7.1, TC-029.561/2014-0, Acórdão nº
3.240/2014-Plenário).

CADASTRANDO O
PREGÃO ELETRÔNICO

95
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Cadastrando o
Pregão Eletrônico e
o edital

Providencia-se a
Efetuar a inclusão
Órgãos integrantes publicação do
do edital no
do SISG extrato do edital no
Comprasnet
DOU via SIDEC

Acesso à área segura +


Cadastramento
indicar serviços do
Complementar
Governo+ fornecimento de
no Comprasnet
login e senha e, então, serão
disponibilizados os serviços

Cadastrando o
Pregão Eletrônico
e o edital no BB

Providencia-se a
publicação do
Cria-se o lote e os extrato do edital no
Criar sua Licitação
itens de cada lote. DO e informa a
data da publicação
para o sistema

Após editar os dados dos


lotes e dos itens + clicar em Os arquivos devem possuir
“documentos” + procurar + o formato Rich Text (rtf) ou
“incluir”, para inserir o Portable document (pdf). O
arquivo do seu edital no tamanho máximo dos
sistema. arquivos é 1.2 MB

96
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

CREDENCIAMENTO
NO PREGÃO ELETRÔNICO

CREDENCIAMENTO DO LICITANTE

NO PREGÃO ELETRÔNICO

Próprio Credenciamento Provedor


interessado prévio

Atribui chave
Formular
de identificação
propostas
e senha de acesso,
Praticar
pessoal e
demais atos
intransferível

97
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

CREDENCIAMENTO DO ÓRGÃO

NO PREGÃO ELETRÔNICO

credenciamento
do pregoeiro
equipe de apoio
Órgão Ofício ao gestor e autoridade
interessado DLSG/SLTI/MP competente

Atribui chave
de identificação
e senha de acesso,
pessoal e
intransferível

CREDENCIAMENTO DO ÓRGÃO NO BB

NO PREGÃO ELETRÔNICO

Credenciamento do
Pregoeiro
Cadastro em equipe de apoio
Órgão Agencia Representante do
interessado Bancária comprador

Atribui chave
de identificação
e senha de acesso,
Assina Acordo de
pessoal e
Cooperação Técnica
intransferível

98
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

SEGURANÇA DO SISTEMA

Criptografia Autenticação

§ 3º do Art. 2º do Decreto nº 5.450, de 2005


§ 1º do art. 1º da Lei nº 10.520, de 2002

CONDUÇÃO DO CERTAME

ÓRGÃO PROMOTOR

PROVEDOR
MPOG
para os órgãos do SISG
(SLTI) Conduz o
SLTI
pregão eletrônico

Outros órgãos dos


Apoio Técnico demais Poderes
e operacional Termo de Adesão

99
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

CONDUÇÃO DO CERTAME

ÓRGÃO PROMOTOR

PROVEDOR (BB)
BB para os órgãos não
Conduz o
Integrantes do SISG
pregão eletrônico

Outros órgãos dos


Apoio Técnico demais Poderes
e operacional Termo de Adesão

Dúvidas: 0800-7290500 – Suporte técnico

CANCELAMENTO DA CHAVE DE IDENTIFICAÇÃO E


DA SENHA
SUSPENSÃO
AUTOMÁTICA Integrantes do
CANCELAMETO
SIASG

Por solicitação do Pelo descredenciamento


Órgão interessado no SICAF
ou por ter expirado o (Art. 13º, Parágrafo único
prazo Dec. 5.450/2005)
PERDA DA SENHA
Pelo descadastra-
mento perante
o SICAF (Art. 3º, Comunicação
§ 3º do Dec. Imediata à Bloqueia o
5.450/2005) Agência acesso

100
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

EFEITOS DO CREDENCIAMENTO
§ 6º do Art. 3º do Decreto nº 5.450, de 2005

Responsabilidade legal do licitante


Presunção de sua capacidade técnica
Efeitos Não responsabilização do órgão
promotor por eventuais danos
decorrentes de uso indevido da
senha (§ 5º do Art. 3º)

DESCONEXÃO
Transações
Efetuadas

RESPONSABILIDADE
DO LICITANTE

Perda do negócio pela


A desconexão do Inobservância de
pregoeiro mensagens

O sistema poderá Se a desconexão persistir por mais


continuar recebendo de dez minutos, a sessão será
lances suspensa e terá reinicio após
comunicação aos participantes

101
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

SESSÃO PÚBLICA NO PREGÃO


ELETRÔNICO

DIVULGAÇÃO DOS LANCES


Identificação
Enviados no
período
estabelecido
SOMENTE SERÃO
ACEITOS
De valor menor do que o
anteriormente ofertado
Não haverá empate
Vedada a identificação
prevalece o que chegar do autor do lance
primeiro

Deverá ocorrer
exclusivamente
por meio
eletrônico
LANCES
Sem número
mínimo de
participantes

102
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

No eletrônico
Controvérsia existente no pregão
presencial

LANCES VERBAIS E SUCESSIVOS DE


VALORES DISTINTOS E
DECRESCENTES

Incisos VII a IX Lances


VIII, art. 4º Lei nº do art. 11 do mínimos.
10.520, de 2002 Dec. Nº 3.555,
de 2000 É possível?

HAVENDO DISPUTA
Identificação

REDAÇÃO ANTERIOR - LANCES


VIRTUAIS SUCESSIVOS DE VALORES
INFERIORES AO MENOR PREÇO
OFERTADO
Art. 7º A sessão pública do pregão eletrônico será regida pelas
regras especificadas nos incisos I a III e XVIII a XXIV do art. 11
do Anexo I do Decreto nº 3.555, de 2000, e pelo seguinte :
..............................................................................................................
X - só serão aceitos os lances cujos valores forem inferiores ao
último lance que tenha sido anteriormente registrado no sistema;

103
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

REGRAS PARA A ACEITAÇÃO DOS


LANCES – REDAÇÃO ATUAL

Dec. Nº 5.450, de 2005

“ Art. 24. (...)

§ 3o O licitante somente poderá


oferecer lance inferior ao último por ele
ofertado e registrado pelo sistema.

TCU 16/2/2007
Assunto: PREGÃO ELETRÔNICO. DOU de 16.02.2007,
S. 1, p. 309. Ementa: TCU determinou à Alfândega do
Porto de Salvador que evitasse, durante o curso de
procedimento licitatório na modalidade Pregão, a
realização de quaisquer tentativas de comunicação com
licitante que não as estabelecidas via sistema
eletrônico pela internet, de forma a
assegurar o princípio da igualdade previsto no art. 5º do
Decreto Federal nº 5.450, de 31.05.2005 (TC-
022.589/2006-0, Acórdão nº 200/2007-TCU-1ª Câmara).

104
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

QUESTÃO COLOCADA PELOS USUÁRIOS

Propostas/dcts sem assinaturas são


aceitáveis na forma eletrônica?

QUESTÃO COLOCADA PELOS USUÁRIOS

Como proceder nos preços inexequíveis ?

105
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

FORMA DE ECERRAMENTO DOS


LANCES
Dec. Nº 5.450, de 2005
“ Art. 24. (...)

§ 6o A etapa de lances da sessão pública será


encerrada por decisão do pregoeiro.
§ 7º O sistema eletrônico encaminhará aviso de
fechamento iminente dos lances, após o que
transcorrerá período de tempo, aleatoriamente
determinado, de até trinta minutos, findo o qual
será automaticamente encerrada a recepção de
lances

TCU 2/12/2005

Assunto: LANCES. DOU de 2.12.2005, S. 1, p.


115. Ementa: o TCU posicionou-se pela
impossibilidade de estabelecimento de prazo
para a fase de lances no âmbito do pregão,
posto que não existe amparo legal para tanto,
além de restringir o caráter competitivo do
certame. (item 2.2.3, TC-011.104/2004-6,
Acórdão nº 2.255/2005-TCU - 2ª Câmara).

106
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Orientação da SLTI/MP 4/3/2011


Tempo Aleatório Pregão Eletrônico
Senhores Usuários,
O Departamento de Logística e Serviços Gerais do
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
informa aos usuários do sistema de Pregão
Eletrônico, disponibilizado no sítio
www.comprasnet.gov.br que, por determinação do
Tribunal de Contas da União - TCU (Acórdão nº
1.647/2010-TCU-Plenário e Acórdão nº 165/2011-TCU-
Plenário), a partir do dia 10/03/2011 os pregões
poderão ser encerrados a qualquer momento do
tempo aleatório (de 1 segundo a 30 minutos), não
havendo prorrogação, independente do envio de
novos lances.

INTERVALO ENTRE OS LANCES

Instrução Normativa nº 3, de 4 de outubro de 2013


Art. 1º O art. 2º da Instrução Normativa nº 3, de 16 de dezembro de 2011,
passa a vigorar com a seguinte alteração:
"Art. 2º Na fase competitiva do pregão, em sua forma eletrônica, o
intervalo entre os lances enviados pelo mesmo licitante não poderá ser
inferior a vinte (20) segundos e o intervalo entre lances não poderá ser
inferior a três (3) segundos." (NR) Art. 2º A Instrução Normativa nº 3, de
16 de dezembro de 2011, passa a vigorar acrescida dos seguintes
dispositivos:
"Art. 1º -A O instrumento convocatório poderá estabelecer intervalo mínimo
de diferença de valores entre os lances, que incidirá tanto em relação aos
lances intermediários quanto em relação à proposta que cobrir a melhor
oferta.
(Continua)

107
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

INTERVALO ENTRE OS LANCES

Instrução Normativa nº 3, de 4 de outubro de 2013


Art. 3º .....................................................................................................
§ 1º Em caso de falha no sistema, os lances em desacordo com a
norma deverão ser desconsiderados pelo pregoeiro, devendo a
ocorrência ser comunicada imediatamente à Secretaria de Logística e
Tecnologia da Informação.
§ 2º Na hipótese do parágrafo anterior, a ocorrência será registrada em
campo próprio do sistema." (NR) Art. 3º Esta Instrução Normativa entra
em vigor após decorridos noventa
(90) dias de sua publicação.
LORENI F. FORESTI

QUESTÃO COLOCADA PELOS USUÁRIOS

É possível interromper ou alterar o


encerramento aleatório?

108
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

PLANILHA ATUALIZADA
ENCERRADA A SESSÃO
Final da
sessão
LICITANTE Planilha de custos com
valores readequados
Comprova de imediato

PREGOEIRO
Para Dec. Nº 5.450, de 2005
assinar
Art. 25º, § 6º
contrato

Originais
Licitante
ou
Comprova cópia autenticada Documentação

TCU 4/08/2006
-Assunto: AMOSTRAS. MOMENTO ADEQUADO.
-DOU de 04.08.2006, S. 1, p. 102. Ementa: o TCU
determinou a uma prefeitura municipal que, por ocasião
dos certames licitatórios, na fase de classificação das
propostas, exigisse apenas apresentação de amostras ou
protótipos dos bens a serem adquiridos ao licitante que
estivesse provisoriamente em primeiro lugar, e desde que
tivesse sido previamente estabelecida tal exigência no
instrumento convocatório, nos termos dos arts. 45 e 46 da
Lei nº 8.666/1993, observados os princípios da publicidade
dos atos, da transparência, do contraditório e da ampla
defesa (item 1.2, TC-012.913/2004-3, Acórdão nº
2.085/2006-TCU-1ª Câmara).

109
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 4/4/2014
- Assuntos: AMOSTRAS e PREGÃO ELETRÔNICO. DOU de
04.04.2014, S. 1, p. 173. Ementa: o TCU deu ciência ao Hospital
Militar de Área de São Paulo da ausência dos seguintes itens em
editais de três pregões eletrônicos: a) possibilidade e forma de
participação dos interessados, inclusive dos demais licitantes,
no acompanhamento do procedimento de avaliação da amostra;
b) forma de divulgação, a todos os licitantes, do período e do
local da realização do procedimento de avaliação de amostras e
do resultado de cada avaliação; c) roteiro de avaliação, com
detalhamento de todas as condições em que o procedimento
será executado, além dos critérios de aceitação da amostra e,
consequentemente, da proposta do licitante; d) cláusulas que
especifiquem a responsabilidade do contratante quanto ao
estado em que a amostra será devolvida e ao prazo para sua
retirada, após a conclusão do procedimento licitatório (itens 9.2.1
a 9.2.4, TC-034.255/2013-3, Acórdão nº 1.285/2014-2ª Câmara).

HIPÓTESES EM QUE O PREGOEIRO


CONVOCA OS DEMAIS LICITANTES
PELA ORDEM DE CLASSIFICAÇÃO

1. SE A OFERTA DO VENCEDOR
NÃO FOR ACEITÁVEL OU
DESATENDER AS EXIGÊNCIAS
HABILITATÓRIAS

2. QUANDO O VENCEDOR NÃO


APRESENTAR SITUAÇÃO REGULAR
NO ATO DA ASSINATURA DO
CONTRATO

3. SE O VENCEDOR RECUSAR-SE
A ASSINAR O CONTRATO

110
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Lei nº 8.666, de 1993


Art. 24. É dispensável a licitação:

(...)

XI - na contratação de remanescente de obra, serviço ou


fornecimento, em conseqüência de rescisão contratual, desde que
atendida a ordem de classificação da licitação anterior e aceitas as
mesmas condições oferecidas pelo licitante vencedor, inclusive
quanto ao preço, devidamente corrigido.

CUIDADO
OBS: É APLICÁVEL AO PREGÃO?

HABILITAÇÃO

111
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

HABILITAÇÃO

Habilitação jurídica (art. 28 da Lei nº 8.666, de 1993)


Regularidade fiscal (art. 29 da Lei nº 8.666, de 1993)
Qualificação técnica (art. 30 da Lei nº 8.666, de 1993)
Qualificação econômico financeira (art. 31 da Lei nº
8.666, de 1993)
Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas (CNDT)
Documentação poderá vir via Fax
Os inscritos no SICAF
A exigência do cadastramento no SICAF e suas
peculiaridades. Posição do TCU.

TCU 01/7/2013

- Assuntos: LICITAÇÕES e TCU. DOU de 01.07.2013, S.


1, p. 103. Súmula/TCU nº 283 - “Para fim de habilitação, a
Administração Pública não deve exigir dos licitantes a
apresentação de certidão de quitação de obrigações
fiscais, e sim prova de sua regularidade” (TC-
014.543/2009-0, Acórdão nº 1.613/2013-Plenário).

112
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TCU 20/2/2014
- Assunto: LICITAÇÕES. DOU de 20.02.2014, S. 1, p. 72.
Ementa: o TCU deu ciência a uma prefeitura municipal
acerca das seguintes irregularidades em tomada de
preços (custeada por recursos federais), quais sejam: a)
inabilitação de empresa devido à ausência de
reconhecimento de firma, exigência essa que apenas
pode ser feita em caso de dúvida da autenticidade da
assinatura e com prévia previsão editalícia, conforme
entendimento do Acórdão nº 3.966/2009-2ªC; (itens 9.3.4 e
9.3.5, TC-029.469/2013-9, Acórdão nº 291/2014-Plenário).

TCU 5/2/2014
- Assunto: LICITAÇÕES. DOU de 05.02.2014, S. 1, p. 85.
Ementa: o TCU cientificou um município no sentido de que: c) a
exigência, para fins de qualificação técnico-profissional, de que
os licitantes apresentassem profissionais técnicos integrantes
dos quadros permanentes da empresa por meio de vínculos
trabalhistas ou societários, sendo suficiente contrato de
prestação de serviços regido pela legislação civil comum, vez
que a interpretação conferida pelo TCU ao disposto no artigo
30, § 1º, inciso I, da Lei 8.666/93, notadamente, à expressão
"quadro permanente", ampliadora de seu sentido, não traz
diferenciação entre esses profissionais, importando
essencialmente apenas que o profissional esteja disponível e
em condições de efetivamente desempenhar seus serviços no
momento da execução de um possível contrato (itens 1.6.1 a
1.6.3, TC-013.755/2013-7, Acórdão nº 124/2014-1ª Câmara).

113
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 24/3/2014
Assunto: PREGÃO ELETRÔNICO. DOU de 24.03.2014, S.
1, p. 122. Ementa: o TCU deu ciência ao Ministério do
Esporte acerca de impropriedade verificada na condução
de pregão eletrônico caracterizada pela exigência de
vistoria técnica, como critério de habilitação, para licitação
de serviços de copeiragem e outros de terceirização, sem
justificativa razoável, afrontando ao art. 30 da Lei nº
8.666/1993, uma vez que, em princípio, essas atividades
não possuem características especiais capazes de
distingui-las das realizadas em outros órgãos da
Administração, sendo, portanto, de natureza comum, sem
qualquer peculiaridade (item 1.6.1.1, TC-019.662/2013-0,
Acórdão nº 892/2014-2ª Câmara).

PRAZO PARA ENVIO DOS DOCUMENTOS HABILITATÓRIOS

Instrução Normativa nº 1, de 26 de março de 2014


AArt. 1º A Instrução Normativa nº 3, de 16 de dezembro de 2011, passa a
vigorar acrescida do seguinte dispositivo:

"Art. 3º-A O instrumento convocatório deverá estabelecer o prazo mínimo de


2 (duas) horas, a partir da solicitação do pregoeiro no sistema eletrônico,
para envio de documentos de habilitação complementares, por fax ou outros
meios de transmissão eletrônica, conforme prevê o § 2º do art. 25
do Decreto nº 5.450, de 31 de maio de 2005."

Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor após decorridos 30 (trinta)


dias de sua publicação.

LORENI F. FORESTI

114
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Lei Complementar nº 123, de 2006,


alterada pela LC nº 147/2014
Art. 42. Nas licitações públicas, a comprovação de regularidade fiscal e trabalhista das
microempresas e empresas de pequeno porte somente será exigida para efeito de
assinatura do contrato. (Alterado pela Lei Complementar 155/2015 a vigorar em 2018)
Art. 43. As microempresas e empresas de pequeno porte, por ocasião da participação
em certames licitatórios, deverão apresentar toda a documentação exigida para efeito
de comprovação de regularidade fiscal e trabalhista, mesmo que esta apresente alguma
restrição.
(Alterado pela Lei Complementar 155/2015 a vigorar em 2018)
§ 1o Havendo alguma restrição na comprovação da regularidade fiscal, será
assegurado o prazo de 5 (cinco) dias úteis, cujo termo inicial corresponderá ao
momento em que o proponente for declarado o vencedor do certame, prorrogáveis por
igual período, a critério da Administração Pública, para a regularização da
documentação, pagamento ou parcelamento do débito, e emissão de eventuais
certidões negativas ou positivas com efeito de certidão negativa. (Alterado pela Lei
Complementar 155/2015 a vigorar em 2018)
§ 2o A não-regularização da documentação, no prazo previsto no § 1o deste
artigo, implicará decadência do direito à contratação, sem prejuízo das sanções
previstas no art. 81 da Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993, sendo facultado à
Administração convocar os licitantes remanescentes, na ordem de classificação,
para a assinatura do contrato, ou revogar a licitação.

Decreto nº 8.538, de 5 de outubro de 2015

Art. 4º ..................................................................................................................

(...)

§ 3º A prorrogação do prazo previsto no § 1º poderá ser


concedida, a critério da administração pública, quando requerida pelo
licitante, mediante apresentação de justificativa.

115
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Decreto nº 8.538, de 5 de outubro de 2015

Art. 3º Na habilitação em licitações para o fornecimento de bens para


pronta entrega ou para a locação de materiais, não será exigida da
microempresa ou da empresa de pequeno porte a apresentação de
balanço patrimonial do último exercício social.

TCU 4/4/2014
Assunto: PREGÃO ELETRÔNICO. DOU de 04.04.2014, S.
1, p. 160. Ementa: o TCU deu ciência ao INEP sobre
irregularidade em pregão eletrônico caracterizada pela
exigência indevida do credenciamento dos licitantes junto
ao fabricante, como critério de habilitação, contrariando o
art. 30 da Lei nº 8.666/1993 (item 1.7.1, TC-023.956/2012-7,
Acórdão nº 1.206/2014-2ª Câmara).

116
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 24/8/2011
- Assunto: LICITAÇÕES. DOU de 24.08.2011, S. 1, p. 138.
Ementa: determinação à Escola de Comando e Estado
Maior do Exército para que se abstenha de incluir, nos
editais de licitação destinados à aquisição de mobiliário,
como requisito para habilitação, por incompatíveis com
os arts. 27, 30 e 31 da Lei nº 8.666/1993 e com o que
estabelece o art. 37, XXI, da Constituição Federal, “in
fine”, as seguintes exigências:
a)declaração de solidariedade de fabricante do mobiliário;

b)declaração de inidoneidade financeira;

c)realização de visita técnica por arquiteto responsável


técnico da empresa devidamente registrado no CREA (itens
9.3.2.1 a 9.3.2.3, TC-006.795/2011-0, Acórdão nº 2.179/2011-
Plenário).

Atestado de solidariedade no RDC

Lei nº 12.462, de 5/8/2011

Art. 7o No caso de licitação para aquisição de bens, a administração


pública
poderá:

(...)

IV - solicitar, motivadamente, carta de solidariedade emitida pelo fabricante,


que assegure a execução do contrato, no caso de licitante revendedor ou
distribuidor.

117
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

REGULAMENTAÇÃO DO SICAF

I N nº 3, de 26/4/2018
Art. 1º O Sistema de Cadastramento Unificado de
Fornecedores – Sicaf constitui o registro cadastral do Poder
Executivo Federal, mantido pelos órgãos e entidades que
compõem
o Sistema de Serviços Gerais – Sisg, nos termos do
Decreto nº 1.094, de 13 de março de 1994.

TCU /2012
- Assuntos: SICAF. EXIGÊNCIA. MOMENTO OPORTUNO.
Ementa: o TCU editou a súmula nº 274/2012 contendo o
seguinte:
SÚMULA Nº 274/2012

É vedada a exigência de prévia inscrição no Sistema de


Cadastramento Unificado de Fornecedores – Sicaf para
efeito de habilitação em licitação.

118
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

HABILITAÇÃO EXIGIDA

Insalubre
Noturno
CUMPRIMENTO DO Menor de 18 anos Perigoso
ARTIGO 7º, INCISO XXXIII
DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL Qualquer
Menor de 16 anos Trabalho
PROIBIÇÃO DE TRABALHO

A partir de 14 anos Somente


Aprendiz

HABILITAÇÃO
ENCERRADA A ETAPA DE LANCES
Não integrantes
do SIASG FAX Prazo legal (Edital)
Regularidade na
LICITANTE forma dos art. 28 a 31
Comprova de imediato da Lei nº 8.666/93
Envio dos originais
Dec. Nº 5.450, de 2005 ou cópia autenticada
Integrantes do Art. 25, §§ 1º a 4º
SIASG
Prazo legal (Edital)
FAX
Originais
Licitante Documentos que
ou
Comprova de imediato cópia autenticada excedam aqueles do
SICAF
Imediatamente

119
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

Consulta a órgãos que emitem certidões

Dec. Nº 5.450, de 2005

Art. 25. Encerrada a etapa de lances, o pregoeiro examinará a proposta


classificada em primeiro lugar quanto à compatibilidade do preço em relação
ao estimado para contratação e verificará a habilitação do licitante conforme
Disposições do edital.

§ 4º Para fins de habilitação, a verificação pelo órgão promotor do certame


nos
sítios oficiais de órgãos e entidades emissores de certidões constitui meio legal
de prova.
OBS: Sugere-se que o Edital contemple a seguinte redação:
“Na impossibilidade de consulta nos sites oficiais ou havendo alguma
certidão
vencida, o pregoeiro poderá solicitar a documentação via fax”.

Consulta a órgãos que emitem certidões


PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 176,
DE 25 DE JUNHO DE 2018
Art. 1º Salvo disposição legal em contrário, os órgãos e as
entidades do Poder Executivo federal que necessitarem
de
documentos comprobatórios da regularidade da situação
de usuários dos serviços públicos, de atestados, de
certidões ou de outros documentos comprobatórios que
constem em base de dados oficial da Administração
Pública federal deverão obtê-los diretamente do órgão ou
da entidade responsável pela base de dados, e não
poderão exigi-los dos usuários dos serviços públicos.

120
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

RECURSOS

RECURSO
CONCEDIDO
MANIFESTAÇÃO sim PRAZO DE 3 DIAS
PRÉVIA E PARA A
MOTIVADA APREENTAÇÃO
DOS MEMORIAIS
Formulário eletrônico
E 3 DIAS PARA AS
não CONTRA-RAZÕES
DECADÊNCIA
DO DIREITO DECLARA O
DE RECURSO
VENCEDOR

ADJUDICAÇÃO
AO VENCEDOR HOMOLOGAÇÃO

121
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

PRESSUPOSTOS PARA A
INTERPOSIÇÃO DO RECURSO

1. Legitimidade para recorrer

2. Interesse para recorrer

3. Manifestação imediata da intenção de recorrer

4. Motivação imediata da intenção de recorrer

RECURSO
Processamento

Onde entrega ?

A quem dirige ?

A quem entrega ? Juízo de retratação

Quem decide ?

122
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

RECURSO

SEM EFEITO SUSPENSIVO

DEFERIMENTO
DO RECURSO

INVALIDAÇÃO SOMENTE DOS


ATOS INSUSCETÍVEIS DE
APROVEITAMENTO

Lei Nº 10.520, de 2002


Art. 4º .................................................................................................................

XVIII declarado o vencedor, qualquer licitante poderá manifestar imediata


e motivadamente a intenção de recorrer, quando lhe será concedido o
prazo de 3 (três) dias para apresentação das razões do recurso, ficando
os demais licitates desde logo intimados para apresentar contra-razões
em igual número de dias, que começarão a correr do término do prazo do
recorrente, sendo-lhe assegurada vista imediata dos autos.

CUIDADO
OBS: No pregão eletrônico do Banco do Brasil há a possibilidade de o
pregoeiro rejeitar a intenção do licitante de interpor recurso. (Ilegal e
Inconstitucional)

123
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 11/4/2018
- Assunto: RECUSA DE INTENÇÃO DE RECURSO. DOU de
04.04.2017, S. 1, p. 71.
Ementa: Plenário;o TCU deu ciência à Fundação Norte-Rio-
Grandense de Pesquisa e Cultura quanto às falhas descritas a
seguir, para que sejam adotadas medidas internas para a prevenção
de ocorrências semelhantes:
9.4.2. recusa ao registro de intenção de apresentação de recurso
por licitante, (...), o que contraria a jurisprudência do TCU, a exemplo
dos Acórdãos 1.168/2016, 2.961/2015, 757/2015 e 1.615/2013, todos
do Plenário, segundo a qual o juízo de admissibilidade das
intenções de recurso deve avaliar tão somente a presença dos
pressupostos recursais (sucumbência, tempestividade,
legitimidade, interesse e motivação), sem adentrar,
antecipadamente, o mérito da questão;
(item 9.4.2, Acórdão nº 602/2018-TCU- Plenário).

QUESTÃO COLOCADA PELOS USUÁRIOS

Juízo de admissibilidade
O que pode ser considerado como intenção válida?

124
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 23/8/2011
-- Assunto: PREGÃO ELETRÔNICO. DOU de 23.08.2011, S.
1, p. 79. Ementa: o TCU deu ciência ao Instituto Nacional do
Câncer (INCA/MS) quanto às seguintes irregularidades: a)
(...)
- b) ausência de aviso prévio aos licitantes da reabertura
relativa ao pregão, dificultando a manifestação por parte
dos licitantes da intenção de recorrer, considerando que o
sistema COMPRASNET não registrou mensagens nem
observações para o pregão no período de 15.03.2011 a
08.04.2011 e o tempo para o registro da intenção de recorrer
foi de apenas 23 minutos, violando o princípio da
razoabilidade, em desacordo com o disposto nos artigos 5º
e 26 do Decreto nº 5.450/2005 (itens 1.7.1.1 e 1.7.1.2, TC-
09.996/2011-7, Acórdão nº 6.300/2011-1ª Câmara).

TCU 11/12/2014
- Assunto: PREGÃO ELETRÔNICO. DOU de 11.12.2014, S. 1, p. 110.
Ementa: o TCU deu ciência à Base Naval de Natal que a vinculação ao
edital é princípio básico de toda licitação e, como tal, vincula aos seus
termos tanto os licitantes como a Administração que o expediu. A
inobservância deste princípio e a pouca experiência do pregoeiro
culminaram nas falhas procedimentais ocorridas no pregão eletrônico
83800/041/2013, a saber: não observância do tempo mínimo de trinta
minutos para a manifestação de intenção de recurso; não
disponibilização, em meio eletrônico, da proposta final e da
documentação de habilitação da empresa vencedora; "confusão" na
apresentação dos custos unitários do serviço; não informação, na
proposta da vencedora do certame da relação dos materiais e
equipamentos que serão utilizados na execução dos serviços;
apresentação extemporânea de algumas certidões exigidas no edital;
e rejeição da manifestação de intenção de recurso (item 1.8, TC-
000.614/2014-9, Acórdão nº 3.409/2014-Plenário).

125
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

QUESTÃO COLOCADA PELOS USUÁRIOS

Como proceder com os licitantes que não


respondem aos questionamentos, via chat, do
Pregoeiro?

RECURSO

O QUE OCORRERÁ EM CASO DE NÃO


ENCAMINHAMENTO DE MEMORIAIS?

ACOLHIMENTO
DO RECURSO

Qual o prazo de recurso válido? O do inciso XVIII do


art. 4º da Lei nº 10.520, de 2002 ou o do inciso XVII
do art. 11 do Decreto?

126
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

PENALIDADE NO PREGÃO

PENALIDADE

Retardamento na Falhar ou fraudar a


execução do objeto execução do
contrato
Não celebrar o contrato Não mantiver a
proposta Comportamento
Deixar de entregar inidôneo

Apresentar doc falsa Lei Nº 10.520, de 2002 Cometer fraude fiscal

Art. 7º Quem, convocado dentro do prazo de validade da sua proposta, não celebrar
o contrato, deixar de entregar ou apresentar documentação falsa exigida para o
certame, ensejar o retardamento da execução de seu objeto, não mantiver a
proposta, falhar ou fraudar na execução do contrato, comportar-se de modo
inidôneo ou cometer fraude fiscal, ficará impedido de licitar e contratar com a União,
Estados, Distrito Federal ou Municípios e, será descredenciado no Sicaf, ou nos
sistemas de cadastramento de fornecedores a que se refere o inciso XIV do art. 4o
desta Lei, pelo prazo de até 5 (cinco) anos, sem prejuízo das multas previstas em
edital e no contrato e das demais cominações legais.

127
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

PUNIÇÃO POR DECLARAÇÃO FALSA

Dec. Nº 5.450, de 2005

Art. 21. (...)

§ 3º A declaração falsa relativa ao cumprimento dos requisitos de


habilitação, sujeitará o licitante às sanções previstas neste Decreto.

TCU 17/4/2018
DOU de 17.04.2018, S. 1, p. 126.
Ementa: SANÇÕES CONTRATUAIS. ACÓRDÃO Nº 2301/2018 - TCU
– 2ª Câmara.
TCU deu ciência à Prefeitura Municipal de Gaúcha do Norte/MT
sobre as seguintes impropriedades: (...)
1.7.1.4. não definição das penalidades/sanções a que se sujeitarão
os futuros contratados no caso de inadimplemento parcial ou total,
em afronta aos arts. 40, inciso III, 55, inciso VII, VIII e IX, todos da Lei
8.666/1993 e ao subitem 9.1.5 do Acórdão 2.471/2008 - Plenário,
Acórdão 669/2008 - Plenário, subitem 9.2.9 do Acórdão 1597/2010, e
Acórdão 807/2008 - 2ª Câmara (item 1.7.1.4, Acórdão nº2301/2018-
TCU- 2ª Câmara).

128
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 9/3/2015

- Assunto: PREGÃO. DOU de 09.03.2015, S. 1, p. 158.


Ementa: alerta à Secretaria de Políticas para as Mulheres
de que, em cumprimento ao art. 7º da Lei nº 10.520/2002,
dever ser aberto processo administrativo para apurar a
responsabilidade das empresas que ofertaram lances, mas
desistiram ou não encaminharam as propostas quando
solicitadas (item 1.7.3, TC-033.413/2014-2, Acórdão nº
744/2015-2ª Câmara).

Âmbito de aplicação da punição de impedimento de licitar e contratar

I N nº 3, de 26/04/2018

Art. 34. São sanções passíveis de registro no Sicaf, além de outras


que a lei possa prever:
(...)
V - impedimento de licitar e contratar com a União, Estados, Distrito.
(...)
§ 3º A aplicação da sanção prevista no inciso V do caput
impossibilitará o fornecedor ou interessado de participar de licitações
e formalizar contratos no âmbito interno do ente federativo que aplicar
a sanção:
I - da União, caso a sanção seja aplicada por órgão ou entidade da
União; II - do Estado ou do Distrito Federal, caso a sanção seja
aplicada por órgão ou entidade do Estado ou do Distrito Federal; ou
III - do Município, caso a sanção seja aplicada por órgão ou entidade
do Município.

129
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

ON AGU Nº 48, DE 25/4/2014


Ementa:

"É COMPETENTE PARA A APLICAÇÃO DAS


PENALIDADES PREVISTAS NAS LEIS N°S 10.520,
DE 2002, E 8.666, DE 1993, EXCEPCIONADA A
SANÇÃO DE DECLARAÇÃO DE INIDONEIDADE, A
AUTORIDADE RESPONSÁVEL PELA CELEBRAÇÃO
DO CONTRATO OU OUTRA PREVISTA EM
REGIMENTO."

ON AGU Nº 49, DE 25/4/2014


Ementa:
"A APLICAÇÃO DAS SANÇÕES DE IMPEDIMENTO DE
LICITAR E CONTRATAR NO ÂMBITO DA UNIÃO (ART.
7° DA LEI N° 10.520, DE 2002) E DE DECLARAÇÃO DE
INIDONEIDADE (ART. 87, INC. IV, DA LEI N° 8.666, DE
1993) POSSUEM EFEITO EX NUNC, COMPETINDO À
ADMINISTRAÇÃO, DIANTE DE CONTRATOS
EXISTENTES, AVALIAR A IMEDIATA RESCISÃO NO
CASO CONCRETO."

130
ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

TCU 21/8/2013
- Licitação. Representação. Penalidade.
A sanção prevista no art.87, incisoIII, da Lei 8.666/93 produz efeitos
apenas em relação ao órgão ou entidade sancionador, enquanto a
prevista no art.7º da Lei 10.520/02 produz efeitos no âmbito do ente
federativo que a aplicar.

Art. 87. Pela inexecução total ou parcial do contrato a Administração poderá, garantida a
prévia defesa, aplicar ao contratado as seguintes sanções:

III - suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a


Administração, por prazo não superior a 2 (dois) anos;
Art. 7º Quem, convocado dentro do prazo de validade da sua proposta, não celebrar o
contrato, deixar de entregar ou apresentar documentação falsa exigida para o certame,
ensejar o retardamento da execução de seu objeto, não mantiver a proposta, falhar ou
fraudar na execução do contrato, comportar-se de modo inidôneo ou cometer fraude fiscal,
ficará impedido de licitar e contratar com a União, Estados, Distrito Federal ou Municípios e,
será descredenciado no Sicaf, ou nos sistemas de cadastramento de fornecedores a que se
refere o inciso XIV do art. 4o desta Lei, pelo prazo de até 5 (cinco) anos, sem prejuízo das
multas previstas em edital e no contrato e das demais cominações legais.

(Acórdão nº 2.242/2013 – TCU Plenário – Relator: José Múcio).

TCU 10/10/2014
- Assunto: PREGÃO. DOU de 10.10.2014, S. 1, p. 104.
Ementa: o TCU deu ciência à Casa da Moeda do Brasil
acerca da desconformidade de itens editalícios de três
pregões presenciais à regra prevista no art. 87, inciso III,
da Lei nº 8.666/1993, considerando que o entendimento
prevalecente no TCU é no sentido de que a suspensão do
direito de licitar, prevista no dispositivo em questão,
produz efeitos apenas em relação ao órgão ou entidade
contratante que aplicou a penalidade (item 1.7, TC-
019.677/2014-6, Acórdão nº 5.824/2014-1ª Câmara).

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TCU 8/2/2012
- Assuntos: CONTRATOS e INIDONEIDADE. DOU de
08.02.2012, S. 1, p. 153.
Ementa: alerta à INFRAERO quanto à nulidade, por falta
de previsão legal, de cláusula editalícia e contratual que
estenda aos sócios ou cotistas as sanções de suspensão
temporária e de declaração de inidoneidade para licitar
ou contratar com a Administração Pública, constantes
dos incisos III e IV do art. 87 da Lei nº 8.666/1993, por se
aplicarem à pessoa jurídica responsável e não às
pessoas físicas que a constituem, conforme Acórdão nº
126/2007-P (item 1.4.1,
TC-033.791/2011-2, Acórdão nº 275/2012-2ª Câmara).

DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA

Lei nº 12.846, de 2013


Art. 14. A personalidade jurídica poderá ser desconsiderada sempre
que utilizada com abuso do direito para facilitar, encobrir ou
dissimular a prática dos atos ilícitos previstos nesta Lei ou para
provocar confusão patrimonial, sendo estendidos todos os efeitos
das sanções aplicadas à pessoa jurídica aos seus administradores e
sócios com poderes de administração, observados o contraditório e a
ampla defesa.

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ELO CONSULTORIA EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE EVENTOS

MENSAGEM PARA REFLEXÃO

“SE VOCÊ DESENVOLVE O


HÁBITO DO SUCESSO, VOCÊ
FARÁ DO SUCESSO UM
HÁBITO”

(Michael E. Angier)

ALEXANDRE CAIRO
E-MAIL: a.cairo@uol.com.br

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