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SEMINÁRIO V

IMPOSTO SOBRE A RENDA PESSOA FÍSICA E REGIME


DE FONTE

Questões
1. Compor a(s) regra(s)-matriz(es) de incidência do imposto sobre a renda pessoa
física.

Toda regra-matriz de incidência tributária é composta pelo seu antecedente e pelo


seu consequente. No antecedente, existe alguns critérios que devem estar
presentes, como o critério material, o temporal e o territorial. Já no consequente
devem estar presentes o critério quantitativo e os sujeitos passivo e ativo da relação
jurídica. Não vou me prolongar aqui a explicar cada critério, pois já está bem
esclarecido este tema.

Prosseguindo,

2. Que se entende por “renda e proventos de qualquer natureza”? Diferençar os


conceitos de aquisição da disponibilidade jurídica e aquisição de disponibilidade
econômica. Verbas indenizatórias podem ser consideradas “renda”. Por quê? (Vide
anexos I, II e III).
3. “Sinais exteriores de riqueza” (art. 6º, da Lei n. 8.021/90) e os “depósitos bancários
não contabilizados” (art. 42, da Lei n. 9.430/96) podem ser validamente
considerados “renda” para fins de lançamento do imposto? (Vide anexo IV).
4. A atual tabela progressiva do imposto sobre a renda da pessoa física prevê
alíquotas de 7,5%, 15%, 22,50% e 27,5%. Tal previsão observa o princípio da
progressividade? Qual é o efeito da chamada “parcela a deduzir”? Há parâmetros
constitucionais ou legais para a fixação dos abatimentos e deduções possíveis e
seus respectivos limites?
5. Existe identidade entre o IR fonte e o IR anual ou trata-se de impostos autônomos
(isto é, há apenas uma ou mais de uma regra-matriz de incidência tributária)? Seria
a retenção na fonte mero objeto de dever instrumental? Justifique a resposta. (Vide
anexos V, VI e VII).

No meu entender, e segundo Julia de Menezes Nogueira, o IR fonte é diferente do


IR anual e assim possui outra RMIT. Uma das explicações aceitáveis para esta
afirmação é de que o IR anual possui como sujeito passivo a pessoa que teve
aumento de seu capital.

Já no caso do IR fonte, o empregador deverá reter o imposto e se não efetuar a


retenção, responderá pelo recolhimento deste, como se o houvesse retido. Logo,
será o responsável pelo pagamento do tributo ao FISCO, referente a cada
funcionário seu, tornando-se assim sujeito passivo na obrigação tributária.
Atentando-se ao fato de que mesmo que não tenha retido o imposto no pagamento
da remuneração ao seu funcionário, o empregador responderá como se o tivesse
feito. Portanto, no consequente da RMIT do IR fonte, está a descrição de uma
obrigação tributária em sentido estrito, que é a obrigação incondicional de recolher
tributo, diferente da RMIT do IR anual que é a de pagar tributo sobre rendas e
proventos adquiridos durante o ano civil.

6. Analise os efeitos jurídicos inerentes ao contribuinte e à fonte pagadora em cada


um dos casos abaixo arrolados.
Retenção/Fonte Recolhimento Declaração do rendimento
(EMPRESA) Fonte no ajusteanual entregue
(EMPRESA) pelo contribuinte
(funcionário) em 30 de
abril
(FUNCIONÁRIO)

Caso 1 Retém Recolhe Declara rendimento e


retenção

Caso 2 Retém Recolhe Não declara rendimento


nem retenção

Caso 3 Retém Não recolhe Declara rendimento e


retenção

Caso 4 Retém Não recolhe Não declara rendimento


nem retenção

Caso 5 Não retém Recolhe Declara rendimento e


retenção

Caso 6 Não retém Recolhe Não declara rendimento


nem retenção

Caso 7 Não retém Não recolhe Declara rendimento e


retenção

Caso 8 Não retém Não recolhe Não declara rendimento


nem retenção