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NOÇÕES DE

SOLDAGEM

aula 2
soldabilidade

Curso Debret / 2007


Annelise Zeemann

LIGAS NÃO Niquel aço ao carbono


Aluminio aço C-Mn
FERROSAS Titânio aço Cr-Mo AÇOS
Cobre aço inox

composição química fundido


processamento forjado fadiga
laminado corrosão
tratado desgaste
microestrutura fluência
propriedades mecânicas impacto

solicitações
tenacidade baixa resistência
controlada média soldabilidade
resistência
alta resistência
procedimento
de soldagem
tecnologias de fabricação

tecnologias de inspeção normas

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SOLDABILIDADE
• susceptibilidade à formação de defeitos
trincamento a quente
segregação de produtos de baixo ponto de fusão
trincamento a frio
martensita + hidrogênio + tensão + baixa temperatura
trincamento em reaquecimento

elementos endurecedores por precipitação

• susceptibilidade à perda de propriedades


metal de base
endurecimento excessivo
amaciamento excessivo
fragilização

BREVE REVISÃO DE METALURGIA

diagrama Fe-C FERROS FUNDIDOS


curvas de resfriamento LIGAS NÃO FERROSAS
recristalização solubilização
envelhecimento
AÇO AO CARBONO COMUM

AÇO BAIXA LIGA


(% ELEMENTOS DE LIGA < 8%)
C-Mn por exemplo ASTM A516 gr 70
microligado (Nb, Ti, V) por exemplo pipelines API 5LX-70, X-80
temperado e revenido de baixo C por exemplo ASTM A 514
Cr-Mo ferrítico para alta temperatura 1%Cr , 5% Cr
Cr-Mo ou Cr-Ni-Mo família 41xx, 43xx, 86xx temperado e revenido HTLA

AÇO ALTA LIGA


(> 8% EL)
RESISTENTES À CORROSÃO - INOXIDÁVEIS (Cr > 12%)
MARTENSÍTICOS (Cr ~12%), alta resistência
FERRÍTICOS (Cr ~20%) , resistência à corrosão
AUSTENÍTICOS (Cr + Ni), resistência à baixa temperatura
DUPLEX (22 ou 25 Cr + Ni + N), resistência à corrosão
RESISTENTES AO CALOR - REFRATÁRIOS
RESISTENTES AO DESGASTE – FERRAMENTAS, MATRIZES

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METALURGIA DA SOLDAGEM

Aporte de calor ou
energia de soldagem
Transformações
Ciclos Térmicos

Repartição Térmica

Regiões da solda
metal de solda

zona termicamente

afetada

Aporte de calor ou
energia de soldagem

Quantidade de calor adicionado (em J ou KJ)


por unidade de comprimento (em mm, cm ...)
V - tensão em Volts
E = f . V. I I - corrente em Amp
v - velocidade linear de soldagem em mm/s; m/min ...
v f - eficiência %

o aporte de calor tem relação direta com o tamanho da


poça de fusão e com a largura das regiões aquecidas e
deve ser controlado na soldagem de ligas especiais

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APORTE DE CALOR
Depende de:
• Processo de soldagem (V, I) GTAW 15V
SMAW 25 V
• Bitola do eletrodo SAW 35 V

Técnica de

soldagem

A extensão das alterações no


REPARTIÇÃO TÉRMICA material (ZTA) depende não somente
temperatura máxima x dos ciclos aplicados mas também das
distância características do material de base.

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Regiões
da metal de solda

Junta
Soldada
ZTA

metal
de
base

REPARTIÇÃO
TÉRMICA
Processo P1
de mais baixo
aporte de
calor que
processo P2

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sensitização
em aços inox
para minimizar a
sensitização deve-se
garantir resfriamento
rápido na soldagem
ou pode-se utilizar
aços de baixo carbono
(grau L) ou
estabilizados
( Nb - 347 ou Ti - 321)

Tp
faixa de temperaturas de
precipitação de carbonetos
de cromo

CICLOS TÉRMICOS
temperatura x tempo
para diferentes pontos

Vt – velocidade de resfriamento

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Vt – velocidade de resfriamento

Escoamento de calor na soldagem de cordão


sobre chapa:
(a) chapa fina - escoamento de calor bidimensional
(b) chapa grossa - escoamento de calor tridimensional.

A velocidade de resfriamento na zona adjacente à

solda é determinada por fatores relacionados à

TROCA DE CALOR, a saber:

GEOMETRIA,

ESPESSURA,

APORTE DE CALOR,

TEMPERATURA DE PRÉ-AQUECIMENTO.

O tipo de microestrutura formada na ZTA depende do

mecanismo de endurecimento do material e de sua

curva de resfriamento.

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Com os mesmos ciclos de soldagem
um flange de ASTM A 105 sofreu
endurecimento maior do que um tubo de
ASTM A106.
O flange tem mais massa que o tubo e
maior teor de carbono.

flange
tubo

TENSÕES RESIDUAIS

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TENSÕES RESIDUAIS

São geradas na soldagem devido ao aquecimento


em alta temperatura de forma muito localizada, que
plastifica regiões adjacentes à solda e as mantém
com um nível de tensões internas de magnitude
próxima a do limite de escoamento do material.

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Tipo de material

aço de alto
limite elástico
σ LR

LE LR

aço C-Mn

LE

limite de escoamento
limite de resistência

Alívio térmico
de tensões

Alívio mecânico de tensões


expansão, martelamento, peening

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TRATAMENTO TÉRMICO DE
ALÍVIO DE TENSÕES

Condições de alívio obrigatório:


• materiais de alto limite elástico
• aços temperados e revenidos
• grandes espessuras soldadas

Condições de alívio recomendado:


• grande rigidez

TRINCAS

trincamento a
quente

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Alta velocidade de soldagem Baixa velocidade de soldagem

Velocidades de soldagem muito


elevadas, além de favorecerem a
formação de poros, também favorecem
trincas a quente.

TRINCAS

trincas

H+
trincamento
a frio
M, H, HB

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a
quantidade
de
hidrogênio
depende do
processo de
soldagem

TEMPERATURA DE PREAQUECIMENTO (T 0)
SUGERIDA PARA A SOLDAGEM DE AÇOS
COM DIFERENTES VALORES DE CARBONO
EQUIVALENTE (CEQ)

CEQ T0 [O]

ATÉ 0,45% OPCIONAL

DE 0,45% A 0,60% DE 100 A 200OC

ACIMA DE 0,60% DE 200 A 370OC

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susceptibilidade ao trincamento a frio

ARBL
TTM trinca facilmente
baixo carbono
Cr-Mo
temperados e revenidos
alta resistência T e R
trinca se não
tomar cuidado

trinca raramente

Decoesão Lamelar

Grandes espessuras
Aços mais impuros

Modificação de Projeto
Uso de almofada

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falta de fusão DESCONTINUIDADES

concavidade interna

falta de
penetração

porosidade
falta de fusão inclusão de escória
devido à
fusão excessiva
sobreposição
trincas

mordeduras

Fatores Importantes para


Determinar um Procedimento de
Soldagem Adequado
Reduzir ao máximo a restrição
Avaliar o tipo de Processo de Soldagem
(aporte de calor e tipo de proteção)
FABRICAÇÃO
Avaliar a Posição de Soldagem
SOLICITAÇÕES
Avaliar o Projeto de Junta e
tipo de Consumível (raiz e enchimento)
SOLDABILIDADE

Estudar a necessidade de Pré-aquecimento


Estudar a necessidade de Pós-aquecimento
Estudar a necessidade de Alívio de Tensões

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